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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;Ck4MQ3Y6cSp7ImA9WhRRFEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929</id><updated>2011-11-28T00:43:02.819Z</updated><title>Diário do Libertino</title><subtitle type="html">"...Quase a rondar os quarenta, dou-me conta das muitas mulheres que tive, no sentido bíblico. Foram demais? Bem demais, nunca são… O melhor da vida é o amor, mais ainda quando é espontâneo, livre e sem exigências. Foram muitas, mas de todas guardo boas emoções. No fundo que somos nós senão o resultado de emoções que vamos coleccionado ao longo da vida. Da aurora até ao crepúsculo. Renascendo todos os dias..."</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://lusitrata.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>28</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/DirioDoLibertino" /><feedburner:info uri="diriodolibertino" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;C0MHQHc5eyp7ImA9WhdUFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-7002013994029102732</id><published>2011-10-03T09:38:00.002+01:00</published><updated>2011-10-03T09:43:51.923+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-03T09:43:51.923+01:00</app:edited><title>O elogio do Amor puro...</title><content type="html">Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.&lt;br /&gt;Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.&lt;br /&gt;Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.&lt;br /&gt;Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra.&lt;br /&gt;O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".&lt;br /&gt;Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.&lt;br /&gt;O amor é uma coisa, a vida é outra.&lt;br /&gt;A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.&lt;br /&gt;A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEC&lt;br /&gt;Jornal Expresso 2005&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-7002013994029102732?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VBHug3Y3Hev_BFWiaQmcv3aAWoM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VBHug3Y3Hev_BFWiaQmcv3aAWoM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VBHug3Y3Hev_BFWiaQmcv3aAWoM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VBHug3Y3Hev_BFWiaQmcv3aAWoM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DirioDoLibertino/~4/HPCnu4fNdNY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/7002013994029102732/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5813750796566187929&amp;postID=7002013994029102732" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/7002013994029102732?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/7002013994029102732?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DirioDoLibertino/~3/HPCnu4fNdNY/o-elogio-do-amor-puro.html" title="O elogio do Amor puro..." /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2011/10/o-elogio-do-amor-puro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0AER38_fCp7ImA9WhZSGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-3514618058237907383</id><published>2011-04-04T12:14:00.000+01:00</published><updated>2011-04-04T12:15:06.144+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-04T12:15:06.144+01:00</app:edited><title>Sexta-Feira</title><content type="html">&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Acordei com a forte claridade que agora invade o meu quarto, com muito esforço lá consegui ver as horas; 14:35. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Passado o primeiro impacto, relaxo, sei que é sábado… e sábado é dia de praia, surf e também de ressaca… que dor de cabeça! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Viro-me para o outro lado da cama e quase me assusto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Quem é esta nina? Pergunto-me, enquanto aprecio o corpo nu da bela jovem que ainda dorme a meu lado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Olho em volta e vejo três ou quatro camisinhas, utilizadas, espalhadas pela cama &lt;st1:personname productid="em alvoro￧o. Fixo" st="on"&gt;em alvoroço. Fixo&lt;/st1:personname&gt; a minha atenção naquele belo corpo, ela parece despertar, sorri para mim envolve me com os braços enquanto me beija. Deixo-me ir, acaricio o seu peito generoso, o meu pénis dá sinal de vida. Sinto-o apertado, passo a mão e sinto mais uma camisinha utilizada e ainda no pénis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Isto é que foi malhar. Penso enquanto olho novamente para ela. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Cara de menina de família, do tipo sonsa, parecem santas mas na cama são um autêntico furacão. Os olhos negros e os lábios bem definidos realçam a brancura de pele e dos dentes, bem tratados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Sorri para mim com a segurança própria dos seus 19 anos e de quem sabe ter um corpo divinal, na flor de idade. Não resisto e beijo-a novamente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Como é que esta peça veio parar a minha cama? Pergunto-me enquanto olho novamente para ela, começo e reconhece-la, a sua cara não me é estranha…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Estás a nora, né? Disse ela rindo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Mais ou menos. Respondi no mesmo tom.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Rimos e nesse instante lembrei-me dela. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- És a miúda do terceiro andar… Disse com alguma segurança, continuei: os teus pais sabem que estas aqui? Estava assim tão bêbado…?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Ela riu com a alegria própria da idade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Já sou maior e os meus pais não se importam… Estávamos os dois um pouco “tocados”, cruzamo-nos no Coconuts, deste-me boleia para casa e resto já sabes ou imaginas… &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Disse olhando para os vários preservativos a nossa volta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Naquele instante o filme da noite passada rebobina-se na minha cabeça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Ontem sai com a minha nova colega, a Rita ela é estagiária na empresa à duas semanas. Tem 23 anos e é uma mulher deliciosa, com um corpo escultural e bem torneado. Dá gosto vê-la aproximar-se, pelo peito vultuoso e a cara gulosa. Da mesma forma que dá prazer vê-la afastar-se, pelo belo rabo, imponente e bem definido. É um autêntico furacão, que passa e mobiliza as todas as atenções; masculinas, claro e também as femininas.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Ando a come-la, em segredo, a uma semana. Em segredo pelos mexericos que sempre existem numa empresa, alem disso, porque sou discreto nas minhas conquistas e existem outras mulheres na empresa que apreciam os meus dotes…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Esta última semana de trabalho tem começado invariavelmente da mesma forma; quando chego ao parque subterrâneo da empresa, de manhã, já ela está a minha espera no seu Pólo. Estaciono o carro e dirijo-me para o pequeno WC existente naquele nível, ela segue-me e acabamos a foder como dois animais com o cio naquele espaço exíguo e mal cheiroso. São dez minutos de sexo puro e intenso. Ela sentada, no pequeno lavatório, de pernas abertas e eu de pé no meio a penetrar fundo e forte aquele túnel peludo, quente e muito molhado! É o meu exercício matinal. E sabe tão bem, que quando nos cruzamos ao longo do dia, nos corredores da empresa, a tesão volta…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Um destes dias antes do almoço não resisti, ela estava de volta da fotocopiadora, sem papel. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Não tem papel. Disse ela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- O mal é geral. Respondi no gozo, acrescentando: tens de ir buscar mais ao economato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Ora e onde é? Retorqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Follow me… Respondi com um sorriso malandro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Ela sorriu com malícia olhou em volta e seguiu-me para o economato que fica na extremidade do escritório junto as escadas de serviço. O nosso economato é pequeno, apenas servindo para guardar alguns artigos de escritório. Entrei a frente, passado uns segundos entrou ela, sorrimos. Tranquei a porta e avancei, beijei o pescoço e mordi a orelha antes de enfiar a língua na sua boca. Ela tinha a respiração alterada e sentia o seu coração bater descompassadamente. As minhas mãos já deslizavam pelo seu corpo, dentro as calças, apalpei-lhe o rabo enquanto baixava as minhas calças. Estávamos ambos de pé, ela virou-se de trás roçando o rabo no meu sexo enquanto eu acariciava as suas mamas e o clítoris. Foda-se, que tesão! Aquele rabo delicioso roçando no meu pénis, cada vez mais grosso e duro. Ela sentindo-o abaixou e de uma só vez mete-o na boca levando-me ao delírio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Isso… mamas bem. Disse eu, incentivando-a. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Que delicia de mamada. Bem lubrificada, com ritmo e muito sentido de gaita. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Não te venhas na minha boca… Disse ela, numa pausa enquanto lambia os testículos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Puxei-a para mim, baixei as suas calças por completo e encostei-a a umas caixas em palete de papel, ficando com aquele belo rabo bem empinado a minha disposição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Que fazes. Disse ela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Vou te foder. Respondi nas calmas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Aqui? Tas doido? Disse ela com a voz trémula de desejo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Aqui e agora. Respondi enquanto a agarrava pelo rabo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Meti bem fundo, de uma vez só, penetrando aquele túnel apertado e delicioso. Ela apoiou-se bem prevendo a intensidade das estocadas. Eu estava doido de tesão, ver aquele rabo delicioso a abrir-se para mim enquanto a comia a bruta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Gosto á bruta… isso dá-me! Dizia ela com a voz melosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Meti bem fundo e explodi de prazer dentro dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Oh! Oh! Não há nada melhor… Quase gritei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Foram três, quatro minutos do melhor sexo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Gosto de mulheres assim, bonitas, inteligentes q.b. e boas de foder. Que gostem de dar, tanto como gostam de recebem… &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Rapidamente compusemos a roupa, tirei uma caixa de papel para copiadora enquanto ela destrancava a porta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Vamos. Disse sorrindo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- A tarde á mais… respondi enquanto saíamos do economato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Eu dirigi-me a fotocopiadora para repor o papel e ela a toillet.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Deixaste-me toda molhada. Disse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;No final do dia o ritual é outro. Ela mora em Massamá e eu em Cascais, não sendo longe são caminhos quase o postos que temos de fazer. Assim acabamos a desanuviar a tesão acumulada ao longo do dia, numa pensão na baixa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Na última quinta-feira, depois de mais uma dupla sessão vespertina de sexo, enquanto tomávamos banho perguntou:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Gostas do Jorge Palma? É que tenho dois bilhetes para o concerto em Sintra… e não tenho companhia, melhor dizendo gostava que fosses comigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;As mulheres são terríveis, as voltas que dão só para fazer uma simples pergunta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Sim gosto e vou com todo prazer. Respondi. O rosto dela iluminou-se e riu com alegria enquanto se abraçava a mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;É um privilégio desfrutar da sua companhia, alem de inteligente, a Rita é uma bela mulher. O cabelo preto encaracolado e a pele morena realçam o verde dos seus olhos, os lábios carnudos e o sorriso desarmam qualquer um. Com ela a alegria é permanente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Na sexta-feira não tivemos a habitual sessão vespertina de sexo, saímos mais cedo e fiquei de passar em sua casa, vive com os pais e irmãos, pelas 21:30 para irmos ao concerto do Jorge Palma, em Sintra. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Assim a hora combinada estava a porta dela, estacionei em frente ao prédio e toquei a campainha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Quem é? Perguntou uma voz masculina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Boa noite, a Rita por favor. Disse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Ó Rita é para ti… Ouvi do outro lado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- És tu, André? Sobe os meus pais querem te conhecer. Disse ela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Sim, querida. Mas hoje não dá, tenho carro mal estacionado… Respondi.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Nesta altura não tenho qualquer intenção de conhecer a sua numerosa e simpática família. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Com ela já a meu lado, no carro, seguimos pelo IC19 para Sintra. Destino centro cultural Olga Cadaval, que eu conheci a mais de vinte anos ainda como Cine-Teatro Carlos Manuel, como o tempo passa… e ainda bem! Tudo se renova e se transforma, por vezes duma abóbora em um coche, como no conto infantil, foi o caso. Fiquei deslumbrado com a renovação deste espaço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;As 22:20 o momento mais esperado: Naquele seu jeito meio alucinado e aos trambolhões, Jorge Palma &lt;st1:personname productid="em palco. Foram" st="on"&gt;em palco. Foram&lt;/st1:personname&gt; quase duas horas de empatia total com o seu público, no qual me incluo, que lotava por completo a sala. “Dá-me lume”, “Encosta-te a mim” e “deixa-me rir”, levaram a sala ao delírio! Jorge Palma igual a si próprio; provocador e respondendo, também a todas as provocações do publico. Por momentos parecia que estava numa qualquer semana académica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Findo o espectáculo rumamos ao Caipirinha Bar, ainda em Sintra na zona da Estefânia. O espaço embora vulgar na sua decoração tem um ambiente agradável, dentro do género. Bebemos uma caipirinha e jogamos snooker, durante uma hora, depois saímos e acabamos a foder no banco de trás do carro ali mesmo no parque de estacionamento do bar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Quando chegamos ao estacionamento, junto ao carro beijamo-nos, enquanto a acariciava as mamas ela habilidosamente tirou o meu pénis, já em descolagem vertical, para fora das calças e manuseou-o a vontade. Depois ajoelhou-se e abocanhou-o, mamava com ritmo, doida de tesão. Agarrei na sua cabeça, pelos cabelos, e ela permitiu que a come-se na boca aumentado o ritmo da mamada. Quase no auge parei, retirei o pénis da sua boca e puxei-a para mim, beijando-a, encostei-a ao carro e subi a sua saia enquanto desviava o fio dental e penetrei-a com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela gemeu e agarrou no meu pénis guiando-o até ao seu túnel delicioso! Ela estava no ponto, estremeceu quando a penetrei com intensidade, quase a bruta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Ó isso, dá-me… dá-me forte. Dizia ela ao meu ouvido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Foda-se! Que cona deliciosa! Não me canso de te foder… Respondi no mesmo tom.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;O barulho de alguém que se aproximava devolveu-nos à realidade. Paramos os movimentos e entramos no carro, ambos no banco de trás, a tesão era grande e o desfecho inevitavelmente seria ali. Tranquei as portas, os vidros estavam totalmente embaciados, abstraímo-nos de tudo o resto e apenas nos concentramos nos nossos corpos. Tirei as calças enquanto ela se despia totalmente, sentei-me no banco do meio com pénis em riste esperando por ela, que não tardou em sentar-se nele virada para mim, senti de imediato o seu calor no meu pénis que foi aumentando a medida que ela cavalgava &lt;st1:personname productid="em mim. Com" st="on"&gt;em mim. Com&lt;/st1:personname&gt; as mãos no tejadilho do carro ela ajudava a dar mais ritmo, eu lambia as suas generosas mamas que baloiçavam a minha frente e com uma mão acariciava o clítoris, com a outra apalpava o seu rabo e penetrava-a no ânus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Isso! Gritava ela enquanto aumentava o ritmo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Fodes bem… Respondi, incentivando-a a aumentar o ritmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Oh! Oh!... Ela gemia e o seu corpo começava a tremer. Acariciei ao de leve o clítoris e meti o dedo mais fundo no seu cu. O seu corpo reagiu de imediato; comecei a sentir o seu túnel contraindo-se cada vez mais apertando ainda mais o meu pénis. A tesão estava no auge e o clímax era eminente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Querido… bate-me no rabo! Disse fora de si.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Dei-lhe três ou quatro palmadas nas nádegas. Ela delirava e o seu túnel delicioso apertava cada vez mais o meu pénis. Estava quase no ponto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Isso… (continuava a dar-lhe palmadas) oh! Querido… oh! Vem-te… vem-te! Gritava descontrolada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora. Foi o que fiz… deixei-me vir! Ejaculei violentamente dentro dela. Ela aumentou o ritmo e depois afundou-se no meu pénis, parando e abanando ao de leve o rabo. Sentia a sua cona a latejar no meu pénis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Foda tão boa… Disse &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Ficamos assim, dentro dela e abraçados, uns minutos. Depois vestimo-nos, saímos do carro, sentia me bem. Feliz é o termo. O cenário era incrivelmente belo: o luar intenso iluminava a serra de Sintra, via-se com nitidez a vegetação exuberante e as muralhas do castelo dos Mouros recortada na paisagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- André, não quero que te assustes ou que fiques envaidecido, mas estou a gostar demais de ti. Apaixonei-me por ti no primeiro dia que te vi no escritório… Disse ela, inspirada pela paisagem ou pelo belo momento de sexo que tivéramos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Não respondi, com faço sempre que o assunto é mais sério, olhei-a nos olhos e beijamo-nos longamente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Não me sinto preparado para ter apenas uma mulher na minha vida e sei que isso será inevitável se me apaixonar…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Deixei-a em casa, eram duas da manhã cedo para uma sexta-feira, a próxima paragem seria o coconuts em Cascais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;O resto da historia já sabem…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-3514618058237907383?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-3GMej0cCByvtekHIyBu5S5RU8I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-3GMej0cCByvtekHIyBu5S5RU8I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-3GMej0cCByvtekHIyBu5S5RU8I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-3GMej0cCByvtekHIyBu5S5RU8I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DirioDoLibertino/~4/_rHiiasg-Fo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/3514618058237907383/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5813750796566187929&amp;postID=3514618058237907383" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/3514618058237907383?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/3514618058237907383?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DirioDoLibertino/~3/_rHiiasg-Fo/sexta-feira.html" title="Sexta-Feira" /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2011/04/sexta-feira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUNQnsyfip7ImA9Wx9UGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-4243456215363283814</id><published>2011-02-17T14:19:00.004Z</published><updated>2011-02-17T14:34:53.596Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-17T14:34:53.596Z</app:edited><title>A Violeta...</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Há mulheres que nos marcam mesmo sem darmos por isso, aliás só nos apercebemos da sua importância, ou o quanto poderiam ter sido importantes, com a distancia - o&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt; tempo é estranho, amplifica insignificâncias do passado e simultaneamente pode atenuar outros acontecimentos a que demos muita importância -, essas mulheres que nos marcam e que vamos recordando ao longo da vida, serão aquelas que de facto nos amaram? E só à distância nos apercebemos desse amor? E as outras, que amamos intensamente e que após o adeus se esfumam na neblina do tempo e nunca mais pensamos nelas, como se todo o amor que tivemos se tivesse consumido e nada mais restasse. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Passaram muitas mulheres pela minha vida, algumas foram ficando outras perdi o contacto, lembro-me de todas mas sempre tive a capacidade de seguir em frente sem me deter a olhar para trás. Fazendo uma retrospectiva só de duas ou três sinto alguma nostalgia, curiosamente daquelas que na altura me foi mais fácil desligar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Falo da Violeta, em particular,  que conheci quando ela tinha 18 anos e voltei a reencontrar recentemente. Neste hiato de tempo em que não nos vimos pensei nela mais do que era suposto, visto na altura não lhe ter dado a importância que de certo, e o tempo diria, merecia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Conheci a Violeta no Saldanha, numa paragem de Autocarro, ela estava sozinha e eu ia acompanhado por um amigo, achamos piada a miúda que se procurava abrigar da chuva sob um guarda-chuva completamente desarticulado. Metemos conversa, estávamos os dois em disputa como sempre, e apesar de não utilizar aquele autocarro segui com ela até Benfica onde tomamos um café numa pastelaria junto á estação, depois acompanhei-a até ao comboio despedimo-nos com um beijo apaixonado e com a promessa de nos encontrarmos no dia seguinte, sábado, em Sintra. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Estivemos juntos nesse sábado em Sintra e durante o ano que se seguiu mantivemos um relação indefinida, apesar de ela me ter apresentado á família e criarmos amigos comuns, nunca a definimos. Da minha parte porque me convinha, sempre prezei muito a minha liberdade, da sua parte porque, eventualmente, esperasse que eu o fizesse. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Fizeste-me mulher. Dizia ela emocionada no dia em que pela primeira vez fizemos amor. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;O que mais recordo desse dia, e que permaneceu na minha memória até hoje, é o cheiro do seu cabelo. Alias, o seu cabelo cor de caju era lindo e sempre a cheirar a timotei ervas. Fecho os olhos e sinto o seu cheiro e imagino-me a acariciá-lo sob os reflexos dourados do sol de Setembro, mês em que a conheci. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Durante esse ano, sempre que podia, esperava por ela às 18 horas na mesma paragem de autocarro onde nos conhecemos, ficávamos a namorar onde podíamos… depois leva-a a casa. Sem saber bem porquê deixei de aparecer, passaram uns meses até voltar a vê-la, um dia cruzamo-nos por acaso. Ela ia com uma amiga e eu com a Maria, a minha namorada na altura, sorrimos e cumprimentamo-nos sem no determos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Passados alguns anos soube que tinha casado, desejei-lhe sinceras felicidades, ela merecia e não pensei mais nela até me cruzar com ela recentemente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Olá André. Disse ela com um grande sorriso no rosto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Aquele sorriso, franco e aberto, trouxe-me de volta a Violeta que eu conhecera e os momentos que vivemos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Olá! Respondi enquanto trocávamos dois beijos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Encontramos-nos por acaso no centro comercial que fica por baixo onde prédio onde trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Tu por aqui? Há quanto tempo? Disse enquanto, inexplicavelmente, a abraçava. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Almoço. Alias, vou almoçar. Respondeu. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Almoço aqui todos os dias com as minhas colegas. Acrescentou apontando para um grupo que estava sentado numas mesas mais á frente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Aqui? Todos os dias… Repeti, ainda surpreso. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Sim, trabalho num colégio aqui perto. E tu? Respondeu. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Eu trabalho aqui, quer dizer por cima. Trabalhas num colégio? Perguntei. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Sim, estava a estudar para educadora de infância, ainda te lembras? Sorriu. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Acho que já te tinha visto por aqui, mas fiquei na dúvida, pelo cabelo rapado… Acrescentou. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Claro que me lembro, disso e de outras coisas. Devolvi o sorriso e não deixei de reparar que ela tinha ficado ligeiramente corada. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Eu estava de saída e ela já tinha as colegas a reclamar pela sua presença, assim combinamos almoçar com calma no dia seguinte. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Pensei nela resto do dia, ansiando pelo nosso almoço, estava mais linda do que nunca. Mais mulher, mais sedutora e segura de si do que à dez anos atrás, naquele momento desejei que ela tivesse sido só minha naqueles dez anos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;No dia seguinte, com o meu melhor fato, á hora combinada esperei por ela no andar da restauração, quando ela surgiu, vê-la ao longe a dirigir-se para mim naquele andar sedutor que lhe realça as belas curvas, fez disparar o meu coração. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Olá André! Disse ela radiante. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Olá minha Flor. Respondi sorrindo, na verdade ela parecia uma flor, uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt; bela v&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;ioleta, cultivada a céu aberto e com muito amor. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Só tu me tratas assim, ainda sou a tua flor? Respondeu com um magnífico sorriso. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Serás sempre… Disse. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Durante o almoço, em que ficou visível o enorme carinho que ainda existia entre nós, falamos abertamente sobre a nossa vida, o que nos tinha separado, do seu casamento e separação e falamos também da Carolina, a sua filha de cinco anos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Estou separada à três anos e só tenho vivido para ela, é o meu amor! Disse emocionada enquanto me mostrava as fotos dela. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Nesse dia, á noite, quando me preparava para deitar recebi uma sms dela: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Adorei o almoço. Dizia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Eu também, anseio pelo próximo… Respondi. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Passado alguns minutos a resposta: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Janta comigo na sexta, a Carolina fica com a avó. Dizia &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Combinado! Beijo. Respondi. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Sexta-feira a hora combinada estacionei o carro em frente a sua casa e toquei a campainha. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- És tu? André… Disse ela. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Sim. Respondi. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Já vou, beijinho. Disse. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Ela estava linda, com um vestido grená muito justo e decotado quanto baste, realçando na medida justa o seu belo peito e a perfeição da suas curvas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Estás linda! Valeu a pena esperar. Disse sorrindo enquanto abria a porta do carro para ela. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- Sempre cavalheiro. Respondeu a sorrir. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- A onde me levas? Acrescentou. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;- A um sitio que ambos gostamos e que nos trás boas recordações, Restaurante Nortada. Disse enquanto punha o carro em funcionamento, o destino era a Praia Grande em Sintra. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Continua…&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-4243456215363283814?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XSkSmhT6mbOE6kHPc5jV5_7q2Qs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XSkSmhT6mbOE6kHPc5jV5_7q2Qs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XSkSmhT6mbOE6kHPc5jV5_7q2Qs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XSkSmhT6mbOE6kHPc5jV5_7q2Qs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DirioDoLibertino/~4/i5arKyErN9A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/4243456215363283814/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5813750796566187929&amp;postID=4243456215363283814" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/4243456215363283814?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/4243456215363283814?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DirioDoLibertino/~3/i5arKyErN9A/violeta.html" title="A Violeta..." /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2011/02/violeta.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUANR3Y_fCp7ImA9Wx9UEkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-2077128118698538918</id><published>2011-02-09T12:11:00.001Z</published><updated>2011-02-09T12:16:36.844Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-09T12:16:36.844Z</app:edited><title>A Matilde, 23 anos (continuação)</title><content type="html">&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;É estranho voltar a um lugar onde fomos felizes sem a pessoa que motivou essa felicidade. É estranho voltar ao Porto sem ti. É estranho desejar perder-me na multidão numa noite de São João e encontrar-te novamente. É estranho, e nem sequer é preciso atravessar a Ponte do Freixo para sentir essa nostalgia, basta saber que vou ao Porto e que tu já não estás lá a minha espera… &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Não é a primeira vez e seguramente não será a ultima vez que volto ao Porto depois de ti…sei bem que acabou e também sei que não tem retorno, nem tão pouco o desejo, mas não consigo evitar pensar em ti sempre que volto ao Porto. Fomos amantes apaixonados e cúmplices, trocamos segredos e desejos. Fomos felizes. Cometemos erros e o que era forte tornou-se frágil, fogo ardente sobrou um sentimento agridoce como o sal das tuas lágrimas no dia em que nos separamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Conheci a Daniela numa noite de São João, estava no Porto com um grupo de amigos para assistir aos festejos, ela sendo da Guarda, estava a estudar no Porto, chegamos ao final da tarde e elegemos o Cais de Gaia como Ponto de partida e foi aí que nos conhecemos. Apaixonei-me por ti no exacto momento em que esbarramos um no outro, a energia que essa colisão gerou consumiu-se rapidamente nos dois anos que estivemos juntos. Dessa primeira noite recordo a alegria de estar contigo, a cumplicidade que se estabeleceu entre nós, as conversas e o amanhecer em silêncio enroscados na Foz. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Era para ficar um dia, que rapidamente se transformou numa semana, em que contava as horas e minutos em que podia estar contigo, fizemos amor pela primeira vez no regresso à Guarda, onde ela passava o fim-de-semana, eu a Lisboa e embora não ficasse de caminho fiz questão, como nos anos que se seguiram, de a deixar em casa e foi nesse regresso que nos amamos pela primeira vez. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Parei o carro na berma da estrada e amei-a ali mesmo, na bela e fria cidade da Guarda. Não durou mais do que cinco minutos, mas valeu pela excitação do momento e do local. Ela deitada, no banco do pendura, nua de pernas abertas esperava por mim. Os vidros já estavam embaciados, lá fora o trânsito era intenso, enchi-me de coragem e despi-me por completo, trocamos carícias e beijamo-nos com toda a nossa paixão. Deitado sobre ela sentia todo o calor que o seu voluptuoso peito transmitia, as suas mãos nas minhas nádegas pressionavam-me para concretizar o desejo que ambos sentíamos, assim foi, firme mas delicadamente penetrei-a.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Sim… amor olha para mim, diz o que sentes…Disse ela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Adoro-te! Adoro a tua boca, o teu peito, as tuas pernas… a tua forma de andar, a tua cona… Oh! Tão boa! Respondi, doido de tesão, ao seu ouvido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Sou toda tua, meu amor… para sempre. Sussurrou no meu ouvido. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Desse momento mágico, em que concretizamos a nossa relação, decorrerem três anos até ao momento em que mais uma vez volto ao Porto, sem ti mas pensando em ti, para passar o fim-de-semana com a minha colega Matilde. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Ando com ela à cerca de um mês e aproveitamos o fim-de-semana prolongado para passar uns dias de luxúria no Norte, tendo o Porto por base. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;A viagem correu bem, com a Matilde deitada sobre o meu colo, ora dormindo ora deleitando-se com o meu pénis, nunca uma viagem de três horas me tinha sabido tão bem, assim logo que chegamos ao hotel corremos para a cama para acalmarmos o nosso desejo. A Matilde é doida por sexo e tão boa na cama que me deixa completamente viciado, é difícil dizer-lhe que não, mesmo quando as forças estão já no limite, não era o caso, assim logo que entramos no quarto ela encostou-me á porta e baixando-me as calças abocanhou o meu pénis. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Delicia… Disse, de olhos fechados, enquanto lhe afagava os cabelos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Está no ponto… estava desejosa de chegar ao hotel. Respondeu fazendo uma pausa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Vem, fode-me como só tu sabes fazer. Concluiu, enquanto se despia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Toda nua, que corpo delicioso, sentou-se na beira da cama e puxou-me para ela, com uma mão acariciava o meu pénis e com a outra o seu clítoris, depois mais uma vez deliciou-se com o meu pénis durante uns minutos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Olha que eu venho-me. Provoquei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Só depois de comeres a minha ratinha. Respondeu no mesmo tom.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Agarrei a sua cabeça e puxei-a para mim de seguida beijamo-nos enquanto ela se deitava, percorri o seu pescoço com a língua e detive-me no peito lambendo-o e mordiscando os mamilos alternando a carícia com uma mão, a outra mão já trabalhava a sua vulva quente e húmida. Baixei um pouco mais e passei a língua pela sua barriga introduzindo-a no umbigo, ela expectante com o minete que se adivinhava, gemia, desci e introduzia a língua o mais fundo possível na sua cona levando-a ao delírio. Depois subi ligeiramente passando a língua levemente no clítoris, no minutos que se seguiram entretive-me a brincar com o seu clítoris ao mesmo tempo que introduzia o dedo anelar na sua cona fazendo movimento de vaivém, ela com as mãos acariciava-se no peito e gemia desalmadamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Vem, beija-me e fode-me! Disse puxando-me para ela, que se colocava em posição de poder receber-me, com as pernas dobradas e semi-abertas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Isso… adoro, adoro, adoroooo o teu pau na minha cona, dá-me bem! Quase gritava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Fodasse-se! Disse entre grunhidos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Que delicia de cona. Pensei, mas já não consegui dizer tal a intensidade do prazer que sentia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Estivemos nessa posição vários minutos sempre com movimento de grande intensidade, sentia os seus músculos a contrariarem cada vez mais, com maior frequência. Ela gemia, gritava, arranhava-me as nádegas e mordia-me o peito, sentia que ela estava quase no clímax, mas eu queria mais assim parei os movimentos e beijei-a depois levantei-me ligeiramente e introduzi o pénis na sua boca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Isso. Disse deixando que ela mamasse ao seu ritmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;O objectivo era que ela arrefecesse um pouco, para juntos prolongarmos mais aquele momento de prazer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Mamas bem. Continuei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! André come-me à canzana… vá arrebenta comigo… preciso do ti dentro…. Respondeu ela decorrido alguns minutos, com a voz melosa de tesão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Assim fizemos, ela colocou-se de gatas na cama e agarrou-se a cabeceira da mesma empinado bem o rabo para que eu a comesse. Dei-lhe umas palmadas no rabo e penetrei mais uma vez aquela cona deliciosa cada vez mais quente e completamente molhada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Querido… tão bom! Gemeu enquanto eu a penetrava profundamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Ela de gatas na cama e eu por trás de pé com as pernas flectidas, malhava nela fundo e forte, com uma mão dava-lhe palmadas no rabo e com a outra introduzia o polegar no seu ânus.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Isso… dá-me bem! Gritava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Estávamos quase no auge quando o telefone tocou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Fodasse… Disse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Não paras, não pares… Dizia ela louca de tesão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Tem de ser. Respondi aliviando os movimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Não o tires… eu atendo. Se assim o disse melhor o fez. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Sim… Disse gemendo e de seguida passou-me o telefone.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Querido… não pares, tou quase. Dizia gemendo de prazer. Não resisti e aumentei o ritmo das estocadas enquanto ouvia no telefone a voz sensual (pelo menos assim me pareceu naquele momento) da moça da recepção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Desculpe incomodar, mas tem o carro mal estacionado. Disse a recepcionista do hotel. Com a pressa de subirmos tinha deixado o carro a bloquear q entrada da garagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Sim… Disse preste a vir-me e deixei cair o telefone, concentrando-me apenas em satisfazer aquela cona deliciosa que se contraia cada vez mais à volta do meu pénis, aumentei até ao limite a intensidade das estocadas e preparei-me para gozar dentro dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Isso… querido vem-te! Mete tudo e esporra-te… oh! Tão bom. Gritava ela enquanto explodia violentamente de prazer dentro daquela cona deliciosa que envolvia por completo o meu pénis. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Oh! Delicia de cona! Gritei no clímax que pareceu durar uma eternidade, ela abanava o rabo, por fim disse:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Vem querido, agora quero o teu pau na minha boca… &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Com ela o serviço é completo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Virou-se para mim e gentilmente introduziu o pénis, meio dorido de tanto exercício, na sua boca, um mimo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;-Fodasse! A gaja da portaria… Disse lembrando-me do carro mal estacionado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- O quê? Retorquiu&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- O carro está mal estacionado… Levantei-me dirigindo me para a porta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Essa pressa toda é pelo carro ou vontade de ver a gaja… é que devias vestir pelo menos as calças. Disse ela a rir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Vesti as calças, sem cuecas, uma camisa e sapatos e desci à recepção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Desculpe o incomodo…Disse a recepcionista quando me viu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;- Não tem mal, eu meto-o na garagem… Respondi com malícia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;(..)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-2077128118698538918?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Anda meio mundo a enganar a outra metade e vice-versa. Um amigo diz que sou um céptico, eu chamo-lhe a dúvida metódica… Isto tudo a propósito das amizades virtuais. Antes de mais devo dizer que não acredito na amizade entre sexos, muito menos virtual. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Até acho piada as gajas que dizem: &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;- O meu melhor amigo é homem… &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Pois, ou és um trambolho ou então boa demais! De qualquer forma na primeira fraqueza, o teu melhor amigo traça-te! Se for mesmo Homem... Mas adiante. Andam todos, na net, a procura de novas amizades… são todos muito felizes e só querem é mesmo “conversar”. Como se isso fosse possível na net. Se querem mesmo conversar comecem em casa, depois estendam essa conversa aos vizinhos, amigos e colegas. Convide um (a) colega para tomar algo, de preferência com álcool, numa esplanada a beira-mar ou rio. Vai ver que a conversa é muito mais agradável. Enfim é uma conversa… ou algo mais. Deixe-se levar, pela imaginação, mas com coisas palpáveis… esqueça o virtual.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;O sonho comanda a vida, diria o poeta. Mas citando Freud, para quem não sabe é o “pai” da psicanálise, o sexo comanda-nos a Todos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;E aí chegamos ao ponto. O “negócio”, como diriam os brasileiros, é mesmo sexo! Mas é evidente que todos fingem que só querem amizade. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Imaginem o marido, ou namorado, que vê o perfil da mulher num site de encontros na net: &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;- “Procuro sexo… o meu homem já não me satisfaz”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;F*** o homem passa-se! Agora se estiver: &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;- Procuro novas amizades. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Epá, o gajo até acha bem. A mulher deixa de o chatear com “aquelas mariquices” e o gajo fica só com o sexo, a melhor parte! Entretanto, também ele vai facturando umas “amigas” na net.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Resumindo a “amizade” é só o pretexto para algo mais… sexo! &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Não há mal nenhum em assumir isso, existe alguma coisa melhor? Ainda não inventaram… é por isso mesmo que estamos aqui!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Até acho normal que numa sociedade como a nossa, em que se hiper valoriza a imagem e o politicamente correcto, se tente disfarçar: &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;- Ah e tal é só amizade… &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas por favor não exagerem! De tão polidos serem perdem o “brilho”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Façam como eu, digam sempre ao que vão…&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;P.S.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para quem curte os meus relatos íntimos, volto no próximo post com mais uma história de alguém que aqui conheci… &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-7565707392784187981?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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A tal...</title><content type="html">Imagine que a pessoa por quem se apaixonou, a tal. Imagine que essa pessoa afinal não existe. Seria trágico, não? Talvez…&lt;br /&gt;Não que a pessoa em si não exista, mas tão só já não é aquela por quem se apaixonou. Não significa isso que seja pior ou melhor pessoa, apenas não é mais a mesma que o encantou. Talvez o mal seja nosso, projectamos o nosso ideal, as nossas necessidades noutra pessoa e passamos a vê-la, não como ela é na realidade mas, como nós gostaríamos que ela fosse. Talvez precisássemos de um filtro, como num magnífico dia de verão em que a luz do sol por ser tão intensa não nos permite desfruta-la na sua plenitude, nesses dias, um vulgar par de óculos de sol faz a diferença, permite-nos apreender e desfrutar melhor todas as cambiantes que a luz solar nos oferece, talvez seja esse o filtro para que as possamos ver com outros olhos e assim nos possamos aperceber como elas são, com os seus defeitos e virtudes. Na realidade não existe apenas um “EU” somos seres objectivos e simultaneamente subjectivos, o nosso “EU” objectivo depende do sujeito que o observa e aqui a variável é infinita tornando-se subjectivo. A ideia que temos de nós próprios raramente coincide com aquela que os outros têm de nós e a ideia que temos dos outros é necessariamente subjectiva e muitas vezes resultam de projecções nossas. Por isso a desilusão seja uma constante da vida.&lt;br /&gt;Se pensarmos bem todos os dias nos desiludimos como alguém, quanto mais não seja com o mundo, quantas vezes nos sentimos incompreendidos e injustiçados. Acontece todos os dias. Como os casais que se separam, as pequenas e as grandes desilusões que temos no dia-a-dia com as pessoas que mais amamos, os desencontros da vida. E se perdermos uns minutos do nosso dia a observar os rostos das pessoas com quem no cruzamos, veremos que a amargura e desilusão marcam esses rostos, embora a alegria e a esperança se mantenham, mais latentes nuns que noutros.&lt;br /&gt;As desilusões amorosas são aquelas que nos marcam em profundidade, e quando pensamos que as superamos basta uma música, um aroma, uma imagem para que tudo venha novamente á superfície. Passe o tempo que passar, basta um pequeno momento de fragilidade para que tudo regresse.&lt;br /&gt;Impossível de acontecer comigo. Tinha sempre a situação controlada, sempre na crista da onda. Julgava-me intocável, até conhecer a Joana, a tal.&lt;br /&gt;Com ela quebrei a regra mais valiosa, a minha regra de ouro:&lt;br /&gt;- Não te envolvas emocionalmente, sem antes te envolveres fisicamente. Foi o meu primeiro erro e o princípio do fim…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combinamos encontro nas Pedras:&lt;br /&gt;- Quando chegares dá um toque a dizer onde estás que eu vou ter contigo. Disse ela ao telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantei-me mais tarde do que habitualmente faço, e nu fui até a cozinha beber o meu copo de água matinal. Depois a rotina do costume: esvaziar a bexiga e os intestinos após o que fiz cuidadosamente a barba, então enchi a banheira e preparei-me para um relaxante banho de hidromassagem, a viajem era longa, e o banho ia ajudar. Enfiei-me na banheira, liguei cuidadosamente o meu mp3 e relaxei ao som de Lenny Kravitz.&lt;br /&gt;Pensava nela, no seu sorriso cativante, na sua alegria contagiante. Os meus sentimentos por ela eram um misto de ternura, carinho e tesão. Sentimentos que se foram acentuando nos cerca de dois meses que falávamos ao telefone, ou através da net quando estava no escritório, alias desde que a conheci que passei a achar o trabalho de escritório bem mais interessante, permitia “estar” mais tempo com ela, vê-la, trocar fotos. Enfim tornou o meu trabalho rotineiro, entre relatórios e reuniões, bem mais aprazível. Cheguei ao ridículo de colocar a foto dela como fundo no meu pc. Estava apaixonado!&lt;br /&gt;Ao fim de 40 minutos sai do banho, enxuguei-me, coloquei creme na pele e após uma pequena indecisão na escolha do perfume, optei por Paço Rabanne Black xs em detrimento de Hugo Boss Selection, pareceu-me a escolha mais adequada para aquele dia. Vesti as calças de ganga preta da Salsa e a camisa branca com dupla lista negra da Springfield, que tinha comprado na véspera. Estava pronto para sair de casa, o pequeno-almoço e toma-lo de caminho, em Aveiras, só faltava ligar o telemóvel.&lt;br /&gt; Liguei e enviei-lhe uma sms:&lt;br /&gt;- Bom dia com alegriaaaaa! Vou sair agora, até já. Beijo. (“Bom dia com alegriaaaa!” é uma expressão dela que eu simplesmente adoro!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguardei a confirmação da recepção da sms e guardei o telemóvel. Sai directo a garagem. Falta algo, pensei. Quando ia a entrar no carro lembrei: As rosas! Na véspera tinha encomendado 12 rosas vermelho escuro na florista do centro comercial que fica junto ao meu prédio. Subi ao piso zero e dirigi-me a florista. Lá estava o meu ramo bem composto. Sorri para a empregada, paguei e zarpei. O destino era vila real. De caminho liguei para a empresa para dizer que passava o dia fora, tinha de visitar varias obras e na quinta-feira apresentava os relatórios. Mentira.&lt;br /&gt;Tínhamos combinado ás 13 horas, era a hora de saída dela, nas Pedras Salgadas. Olhei para o relógio, meio-dia e ainda estava em Coimbra, optei por ir até Aveiro e depois apanhar a A25 até Viseu e aí seguir pela A24 para Vila real/Chaves. Assim fiz, e perto da uma da tarde passei pela Régua, preocupado com ela, liguei mas não atendeu, enviei uma sms:&lt;br /&gt;- Passei a Régua…&lt;br /&gt;Esperava que ela entendesse que estava atrasado e me ligasse ou esperasse por mim. Continuei e por volta das duas da tarde cheguei finalmente as Pedras Salgadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estacionei em frente aos correios e perto do café Ponto de Encontro, sorri achei o nome apropriado ao momento, situado na única avenida da simpática vila, e como combinado enviei uma sms:&lt;br /&gt;- Cheguei! Tou em frente ao café ponto de encontro, Bj.&lt;br /&gt;Esperei longos 5 minutos sem resposta. Liguei para ela, o telefone tocava mas ninguém atendia.&lt;br /&gt;- Tou fodido. Pensei.&lt;br /&gt;Não esperava, nem nunca me tinha acontecido, uma cena daquelas. Andar 400 km para nada. Insisti no telefone, nada. Enviei outra sms:&lt;br /&gt;- Tas satisfeita? Fodeste-me bem! Isso não se faz… espero que fiques bem com a tua consciência, se é que a tens. Vou embora, não te procuro mais. És uma desilusão, adeus!&lt;br /&gt;Tinha descarregado parte da minha raiva. Esperei mais 5 minutos por uma reacção embora o meu instinto me dissesse que não valia a pena esperar. Confirmou-se, ela não apareceu nem ligou. Será que esta mulher existe? Pensei. Será que nestes dois meses sonhei com a mulher perfeita, seria ela uma partida dum qualquer software? Estaria este tempo todo a falar com um simples computador? Não! Nada como confirmar, sabia o seu local de trabalho e assim passei por lá.&lt;br /&gt;- Olá, boa tarde. A Joana está, por favor. Perguntei na recepção.&lt;br /&gt;- Não, já saiu. As quartas sai as 13 e não vem de tarde. Respondeu a recepcionista com um sorriso.&lt;br /&gt;Não sei se fiquei feliz ou mais triste ainda. Por um lado ela existia, era real. Por outro a desilusão era grande!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De novo no carro, estacionado em frente ao seu local de trabalho, tentei mais uma vez ligar para ela, sem sucesso. Decidi ir até Vila Pouca, sempre a me podia cruzar com ela no caminho, mas tal não sucedeu. Acabei por seguir até Vila Real, onde almocei. Depois de almoçar e após enumeras tentativas para falar com ela desisti e liguei á minha amiga Maura.&lt;br /&gt;- Olá a que devo a honra? Perguntou com uma gargalhada.&lt;br /&gt;- Olá, tas boa? Estou em Vila Real, vou agora para baixo posso passar aí? Respondi.&lt;br /&gt;- Estas a vontade só preciso de duas horas, estou no turno da manhã. Disse ela.&lt;br /&gt;- Ok, duas horas. Espero por ti no “Agua Benta”, beijo. Respondi.&lt;br /&gt;Pedi a conta, paguei e sai com destino a Viseu. Estava mais calmo, mas quando cheguei a carro reparei no ramo de rosas, fiquei fodido novamente. Agarrei nas rosas e enfiei no caixote de lixo mais perto.&lt;br /&gt;- “Otário” pensei.&lt;br /&gt;Resolvi mandar uma última sms:&lt;br /&gt;- Tens medo de atender o telefone? Não vou ser grosseiro embora o mereças. Só queria ouvir a tua voz para saber se existes mesmo. Ou serás produto da minha imaginação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava quase a chegar a Viseu quando o telefone tocou. Era ela, parece que estava a espera que me fosse embora para ligar.&lt;br /&gt;Atendi:&lt;br /&gt;- André, desculpa. Não foi com intenção, onde estás? Disse.&lt;br /&gt;O meu estado era um misto de fúria e de emoção pelo prazer que a voz dela me provoca.&lt;br /&gt;- Estou em Viseu… Tudo bem depois falamos. Respondi enquanto desligava o telefone para não ser traído pela emoção que transparecia na minha voz.&lt;br /&gt;- “Está tudo bem?! Otário!” pensei, enquanto dava dois murros no tablier do carro. Fodasse!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estava sentado no café a beber uma água com gás, quando recebi nova sms dela. Nem me preocupei em ler, estava numa de descontrair. Pouco depois chegou a Maura.&lt;br /&gt;- Olá! Meu carequinha sexy… disse ela sorrindo para mim.&lt;br /&gt;Aproximou-se de mim enquanto me levantava e beijou-me na boca.&lt;br /&gt;- Olá, estás bem? Perguntei.&lt;br /&gt;- Sim, e tu também… Sorriu com malícia, acrescentou: que contas?&lt;br /&gt;- Bebes alguma coisa? Perguntei.&lt;br /&gt;- Não, estou um pouco à pressa, tenho um encontro no fim da tarde e ainda vou a casa. Respondeu.&lt;br /&gt;- Tive uns assuntos em Vila Real e lembrei-me de ti, já não nos vemos à uns tempos. Disse.&lt;br /&gt;- Queres que te diga à quanto tempo? Respondeu a rir. Depois acrescentou: Vamos até minha casa, passas cá a noite?&lt;br /&gt;- Sim, se o teu sofá estiver disponível. Sorri.&lt;br /&gt;- No sofá? Isso é novidade… Rimos os dois.&lt;br /&gt;Entretanto recebi mais uma sms da Joana.&lt;br /&gt;- Não lês? Hum… andas a fugir de alguém. Disse ela a rir.&lt;br /&gt;- Nada de importante, vamos? Respondi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegados a casa dela, situada perto do Fontelo, fomos tomar banho.&lt;br /&gt;- Vou tomar banho, fazes-me companhia? Perguntou com malícia.&lt;br /&gt;- Estou mesmo a precisar, foram muitas horas ao volante, mas não queria abusar. Respondi enquanto ela soltava uma gargalhada.&lt;br /&gt;- Abusar, tu? Não…Vá tomamos banho juntos e pomos a escrita em dia, quero dizer falamos, ok? Disse divertida.&lt;br /&gt;Despimo-nos no quarto e fomos juntos para a casa de banho.&lt;br /&gt;- Continuas em boa forma. Disse enquanto apreciava o seu corpo alto e esguio. Nádegas pequenas e firmes ligeiramente arrebitadas, sem uma grama de celulite. Pernas longas quase atléticas. O cabelo preto liso e comprido acentuava bem a sua pele muito morena. Muito sensual.&lt;br /&gt;- Ai, ai, André… não te ponhas já com ideias, também não estás mal! Respondeu divertida.&lt;br /&gt;Já na casa de banho abriu a água quente e temperou com a fria.&lt;br /&gt;- Se bem me lembro não gostas da água muito quente. Disse ela acrescentando: um minuto, chichi.&lt;br /&gt;Sentou-se na sanita enquanto eu entrava para a banheira. A água estava impecável e melhor ficou quanto ela se juntou a mim. Abraçou-me por trás, esmagando o seu peito nas minhas costas. Estava em brasa, voltei-me para ela, que sorria para mim. Depois beijou-me na boca, primeiro ao de leve e depois com intensidade. Ficamos assim uns minutos, com as nossas línguas a explorarem em profundidade as nossas bocas. Quando o meu pénis deu sinal de vida ela despertou para a realidade e afastou-se ligeiramente.&lt;br /&gt;- Tinha ficado combinado que não havia mais sexo entre nós. Disse meio séria.&lt;br /&gt;- Tu é que me beijaste… Respondi divertido com a cena.&lt;br /&gt;- Mas eu posso beijar-te…isso não quer dizer que haja sexo, certo? Disse ela a rir.&lt;br /&gt;- Ok! Posso ao menos ensaboar-te? Respondi no gozo.&lt;br /&gt;- Tonto! Retorquiu a rir.&lt;br /&gt;As mulheres são mesmo complicadas, difíceis de entender. Quanto mais as conhecemos, menos as entendemos. Penso que nem elas mesmo se entendem. Como diz meu amigo Mário:&lt;br /&gt;- As gajas deviam vir com um livro de instruções, era mais fácil!&lt;br /&gt;Mas o mais interessante, para mim, é que essa dificuldade em entende-las as torna ainda mais desejáveis. No fundo tratasse de um jogo de sedução que elas estão habituadas a jogar desde de a mais tenra idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O banho deu para por a escrita em dia, alias só deu mesmo para isso, também não era a altura mais indicada para sexo, ainda tinha muito presente a desilusão que Joana constituía. Falamos como duas pessoas que se gostam e que em certa altura da vida tiveram um percurso, embora curto, em comum.&lt;br /&gt;- De certeza que não queres vir? Perguntou ela, já pronta para sair. Acrescentou: É um jantar de amigas. Venho cedo, amanhã entro no hospital cedo.&lt;br /&gt;- Força, tas a vontade. Vou até ao Agua Benta, tomar um gin tónico e depois como qualquer coisa por ali… quando chegares já cá estou. Respondi.&lt;br /&gt;- Isso, bom menino, falamos melhor então. Retorquiu divertida, acrescentando: deixas-me no Fórum?&lt;br /&gt;- Claro. Respondi enquanto saíamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na esplanada do bar com o gin tónico à frente decidi ler as sms da Joana. Não dizia nada de especial, apenas se justificava dizendo que se tinha esquecido do telemóvel em casa e que por isso não tinha podido comunicar comigo. Tretas, pensei. Pedia ainda que lhe ligasse quando a raiva me passasse. Dei mais uns goles no gin e desfrutei o ambiente: bom enquadramento urbano, com a Sé catedral de Viseu em plano de destaque, a luminosidade do dia, os materiais utilizados e o razoável estado de conservação conferia uma beleza intemporal àquele aglomerado. Tinha reencontrado o meu ponto de equilíbrio.&lt;br /&gt;Decidi ligar à Joana:&lt;br /&gt;- Alô. Disse quando ela atendeu.&lt;br /&gt;- André desculpa, juro pela minha saúde que foi sem intenção. Respondeu, após uma pausa continuou:&lt;br /&gt;- De manhã sai à pressa de casa e esqueci-me do telemóvel, depois do almoço ia busca-lo a casa nas tive de ir a uma reunião em Vila Real. Só cheguei a pouco a casa. Concluiu.&lt;br /&gt;- Ok, se tu dizes eu acredito. Mas não precisas pedir desculpa, o erro foi meu, avaliei mal a situação. Respondi tranquilo.&lt;br /&gt;- Avaliaste mal? Como assim…? Questionou-me.&lt;br /&gt;- Pensei que tivesses tão envolvida quanto eu… Retorqui.&lt;br /&gt;- Oh! Não digas isso. Respondeu.&lt;br /&gt;- De qualquer forma não estava destinado conhecermo-nos, por isso é melhor ficarmos por aqui. Disse eu.&lt;br /&gt;- Já sabia que ias dizer isso… onde estás? Perguntou.&lt;br /&gt;- Viseu, passo cá a noite. Respondi ainda na esperança que ela sugerisse outro encontro, mais logo ou no dia seguinte.&lt;br /&gt;- Mas estás onde? Perguntou novamente.&lt;br /&gt;- Numa esplanada a beber um gin tónico. Respondi com ironia.&lt;br /&gt;- Sim, mas ficas aonde? Num hotel, pensão…? Perguntou.&lt;br /&gt;Sim, podia dizer que ficava num hotel, mas mais uma vez fui sincero com ela.&lt;br /&gt;- Em casa duma pessoa amiga. Disse.&lt;br /&gt;- Uma pessoa amiga ou uma amiga? Questionou.&lt;br /&gt;Perguntas a mais, muito interesse para quem umas horas antes se tinha esquecido de mim. Mulheres… Nunca sabem o que querem, apenas sabem que não gostam de perder.&lt;br /&gt;- Uma amiga, apenas isso. Respondi.&lt;br /&gt;- Pois, combinaste comigo e com essa amiga não fosse a coisa dar para o torto. Disse.&lt;br /&gt;Ciúmes nesta altura, tens cá uma lata. Pensei.&lt;br /&gt;- Apenas combinei contigo. Respondi, acrescentando: esta conversa não leva a nada, ficamos assim…&lt;br /&gt;- Não me queres ver mais? É isso? Perguntou.&lt;br /&gt;- Vamos falando. Respondi.&lt;br /&gt;- Então é assim… Disse ela.&lt;br /&gt;- Que queres que te diga? Sabes bem o que sinto por ti, adoro-te Joana! Mesmo sem te conhecer pessoalmente, pelo que conversamos, pela pessoa que és… Respondi com emoção. Depois acrescentei:&lt;br /&gt;- Se realmente me queres eu passo aí na próxima quarta-feira para nos conhecermos, mas tens de dizer que me queres. Conclui.&lt;br /&gt;- Sim, quero que venhas e até podemos para a noite juntos. Tenho medo, não foi isso que aconteceu hoje, mas tenho medo… Respondeu.&lt;br /&gt;- Não tenhas medo de gostar de mim. Disse.&lt;br /&gt;Assim combinamos novo encontro para a semana seguinte, mesmo sabendo que o mais certo era não acontecer, quis acreditar, e o desejo de conhece-la ainda era muito grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Perto das onze da noite voltei para a casa da Maura, ela tinha acabado de chegar do seu jantar de amigas. Preparou um dry martini para ambos, colocou um cd de Joe Cocker e juntos no sofá à meia-luz curtimos o momento.&lt;br /&gt;- Como correu o teu jantar? Perguntei.&lt;br /&gt;- Bem, sabes coisas de mulheres… Respondeu.&lt;br /&gt;- E o teu coração? Tem dono? Perguntei.&lt;br /&gt;- Queres saber se ando a comer alguém, não é? Não, já tive a minha dose de homens. Respondeu enigmática.&lt;br /&gt;- Não me digas que mudaste de equipa… Disse a sorrir.&lt;br /&gt;- Não, cruzes! Se bem que… queres saber uma coisa? Quando andava na faculdade, no 2º ano partilhei a casa com uma funfa, sério. Disse olhando bem para mim.&lt;br /&gt;- E? Disse expectante.&lt;br /&gt;- Era uma miúda muito bonita, uma autêntica boneca, dávamo-nos muito bem… e até chegamos a curtir, mas, conheces-me, faltava algo. Sabes bem do que gosto. Concluiu sorrindo enquanto me acariciava o pénis: ficaste com tesão, não é?&lt;br /&gt;Inclinou-se para mim e beijou-me na boca com tesão. Agora estávamos deitados no sofá, ela por cima, com as bocas bem coladas. Com as duas não apalpava o seu rabo pequeno e rijo, o meu pénis já estava em sentido pronto para acção, quando ela se levantou.&lt;br /&gt;- Era o meu beijo de boa noite. Disse ela sorrindo: vou me deitar, amanhã levanto cedo.&lt;br /&gt;- Então boa noite. Respondi.&lt;br /&gt;Afastou e junto à porta da sala virou-se e atirou um beijo enquanto piscava o olho. Voltou passados uns minutos, nua, com uns lençóis.&lt;br /&gt;- Se quiseres podes dormir comigo na cama, sem sexo… mas como tu dormes nu e eu também isso deve ser difícil. Disse ela a sorrir.&lt;br /&gt;Aproximou-se e colocou os lençóis no sofá.&lt;br /&gt;- Pões um por baixo, deitas-te e tapas-te como o outro… Disse divertida.&lt;br /&gt;- Já agora contas-me uma história para adormecer, mãezinha. Respondi no mesmo tom.&lt;br /&gt;Sorrimos, trocamos um abraço e um beijo.&lt;br /&gt;- Bons sonhos. Disse ela.&lt;br /&gt;- Igualmente. Respondi enquanto apreciava o seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A Maura tem uma bela figura é daquelas mulheres que por mais que se esforcem nunca conseguem passar despercebidas, além disso é bastante divertida e tem um grande carácter. Somos amigos à três anos, praticamente desde que ela se separou do marido.&lt;br /&gt;- Um montanhês tosco. Dizia a Maura numa das nossas conversas, continuando: Sabes que sou de Coimbra, mas sempre passei as ferias em Viseu, a terra dos meus pais, e foi num desses verões num baile na aldeia que nos conhecemos. Tinha 17 anos e ele era um pouco mais velho que eu, nesse verão não nos largamos mais.&lt;br /&gt;Faz uma pausa e continua:&lt;br /&gt;- Foi o meu primeiro homem e casamos logo que terminei o curso. Consegui colocação no hospital de Viseu e ficamos a morar cá. Mas ao fim de um ano eu já sabia que o nosso casamento não iria longe.&lt;br /&gt;- Porquê? Perguntei.&lt;br /&gt;- Por muita coisa. Não pelo que estás a pensar, ele até era bom na cama apesar de conservador, com ele era sempre na posição de missionário, tinha muita energia e era bem avantajado mas não tinha tanta imaginação como tu, Disse divertida continuou: também era impensável pedir-lhe que me comesse o cu, e sabes que adoro isso… não, não foi pelo sexo. Era uma pessoa difícil, sem diálogo, incapaz de manter uma conversa ou de fazer um galanteio. Era mesmo rude.&lt;br /&gt;- Foi pena só descobrires isso de pois de casar. Disse eu.&lt;br /&gt;- Sabes como as coisas são, era uma miúda quando comecei andar com ele e depois achava piada aquele jeito rude que ele tinha. As coisas vão se enrolando e quando damos por elas já estamos casados. Justificou-se.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Conheci a Maura numa festa em casa de amigos no Porto, foi paixão à primeira vista. Estava deslumbrante, sensual é a palavra certa, num vestido branco muito justo como se fosse uma segunda pele, dava para perceber todos os contornos do seu corpo. Logo que entrei na sala reparei nela que de imediato olhou para mim, sorrimos. Passamos o resto da noite a trocar olhares e sorrisos, até que perguntei ao Filipe, o anfitrião, quem era aquela morena tão sensual que estava a monopolizar as atenções masculinas.&lt;br /&gt;- É a Maura, separou-se à uns meses do Jorge, aquele meu amigo de Viseu. Disse, continuando: a Paula – mulher do Filipe – gosta muito dela. Olha que ela já andou a fazer umas perguntas sobre ti.&lt;br /&gt;O Filipe é assim, tem alma de alcoviteiro, mas é como a Paula um dos casais mais simpáticos e que melhor sabem receber os seus convidados, que tenho o prazer de conhecer. Somos amigos à mais de dez anos, desde que se casou com a Paula a minha leal amiga dos tempos de faculdade, uma das poucas que nessa época não passou pela minha cama, ainda chegamos a trocar uns beijos numa daquelas festas malucas que iam até de manhã, num sótão numa casa dum conhecido algures em Sintra. Desses tempos ficou uma sólida amizade que se mantém e se estende também ao Filipe.&lt;br /&gt;- Não perdes uma, mas ela é toda boa! Disse Filipe entusiasmado.&lt;br /&gt;- Quisera eu não perder nenhuma, então com aquelas qualidades. Respondi no mesmo tom.&lt;br /&gt;Ela ao fundo observava como manifesto interesse a nossa conversa, abandonei a companhia do Filipe e dirigi-me para ela que se afastava sorrateiramente. Segui-a até ao piso de cima e dei com ela parada junto a porta da casa de banho, quando me viu entrou deixando a porta parcialmente aberta, pela frecha vi-a, levantou o vestido e tirou o fio dental, viu-me, sorriu para mim e convidou a entrar. Certifiquei-me que não havia ninguém no corredor e entrei trancando a porta de seguida.&lt;br /&gt;- Olá, bela fugitiva. Disse eu.&lt;br /&gt;Ela não respondeu, esboçou um sorriso sensual e avançou para mim beijando-me. Beijo longo e intenso, inteiramente correspondido por mim. As suas mãos já trabalhavam no meu pénis, procurando com afã tirar-me as calças que não foi difícil. Depois levantou o vestido sentou-se na bancada do lavatório com as pernas bem abertas.&lt;br /&gt;- Vem, fode-me! Quase gritou.&lt;br /&gt;Já tinha as calças e os boxeres completamente em baixo e o pénis em riste pronto para entrar em acção, desabotoei a camisa e avancei penetrando aquela cona impecavelmente rapada, enquanto isso beijava-a no peito.&lt;br /&gt;- Oh! Isso fode-me! Repetia ao meu ouvido entre uma e outra lambidela. Com as mãos dava-me palmadas nas nádegas.&lt;br /&gt;- Isso, oh! Dizia doida de tesão.&lt;br /&gt;Malhava forte segurando-a com as duas mãos no rabo para não fugir, tal a violência das estocadas, ela estava deliciosa, muito quente e frenética. Preparava-me para gozar a qualquer momento quando ela abriu a torneira e molhou as mãos passando-as em seguida no meu peito, refrescando-o.&lt;br /&gt;- Gostas bruto?. Disse com um sorriso nos lábios. Gostas de me foder? Ainda não provaste o melhor…&lt;br /&gt;- Que delicia de cona! Respondi doido de tesão.&lt;br /&gt;- Mete tudo e pára. Disse ela.&lt;br /&gt;- Oh! Isso. Continuou, enquanto apertava as coxas quase esmagando o meu pénis.&lt;br /&gt;Enquanto isso ela passava a língua nos meus mamilos mordiscando-os, o que me deixava ainda mais doido de tesão. Depois afrouxou a pressão das coxas no meu pénis o que me permitiu dar mas umas estocadas, pendurou-se em mim e mexia-se freneticamente cavalgando no meu pénis, gemia e dava gritinhos. Por fim parou e saiu de cima de mim pondo-se de costas, com as mãos bem apoiadas bancada do lavatório e o rabo bem empinado.&lt;br /&gt;- Come-me no cu! Quase implorou.&lt;br /&gt;Assim o fiz, primeiro dei-lhe umas palmadas no rabo depois com uma mão agarrei-a pelos longos cabelos e enquanto a beijava na nuca com a outra mão apalpava o seu rabo, penetrando-a no ânus com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela delirava de ansiedade e empinava ainda mais o rabo, por fim enchi a mão com sabonete líquido e besuntei o pénis com ele penetrando-a de seguida.&lt;br /&gt;- Oh! Ai… ai… mete, mete… Dizia louca de tesão.&lt;br /&gt;- Oh! Cuzinho tão bom! Sussurrava no seu ouvido.&lt;br /&gt;- Sim, gostas? Oh! Bruto… sim, mete tudo. Gritava.&lt;br /&gt;Estava completamente transfigurada, com uma mão acariciava-se no clítoris enquanto a outra procurava na minha coxa puxando-me mais para ela.&lt;br /&gt;- Oh! Oh! Vem-te no meu rabo… continuava.&lt;br /&gt;Eu estava no auge, que loucura de foda, com uma desconhecida, numa festa na casa de banho da minha melhor amiga. Abstrai-me de tudo, agarrei-a com firmeza pela cintura e aumentei o ritmo das estocadas.&lt;br /&gt;- Oh! Sim, isso… mete tudo, quero…quero! Gritava.&lt;br /&gt;- Oh! Vou esporrar no teu rabo. Gritei no auge da tesão.&lt;br /&gt;Retirei o pénis do ânus e esgalhei-o até ejacular, o famoso chuveirinho que tantas mulheres adoram, cobrindo-lhe as nádegas e as costas com esperma.&lt;br /&gt;- Ui… tão bom! Disse.&lt;br /&gt;- Oh! Isso… Dizia ela.&lt;br /&gt;O barulho característico e a música da festa tornaram-se mais nítidos. Tinham passado, dez ou quinze minutos, parecida tudo normal.&lt;br /&gt;- Maura. Disse já recomposta do sexo animal que tínhamos praticado.&lt;br /&gt;- André. Respondi enquanto a beijava novamente.&lt;br /&gt;- Temos de sair. Disse ela, continuando: vai à frente, eu preciso de mais uns minutos.&lt;br /&gt;De pé junto ao lavatório, passei o pénis por água enquanto urinava ali mesmo, depois de me recompor sai.&lt;br /&gt;- Até já. Disse.&lt;br /&gt;A verdade é não a tornei a ver nessa noite, nem nos tempos que se seguiram, só voltamos a estar juntos dois meses depois, também no Porto. No ano que se seguiu mantivemos uma relação íntima, com encontros regulares, uma ou duas vezes por semana. Depois afastamo-nos a nossa relação tinha chegado a um impasse: ou assumíamos a relação ou então cada um seguia o seu caminho libertando o outro. Não me sentia preparado para abdicar da minha liberdade, ou talvez o que sentíamos não fosse suficiente forte para forçar uma mudança, talvez fosse apenas sexo e amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitado, todo nu, no sofá com o portátil ligado comecei a escrever o filme do dia. Lembrei-me da Joana e enviei-lhe uma sms:&lt;br /&gt;- Como vai a minha transmontana linda?&lt;br /&gt;Passados uns minutos a resposta chegou:&lt;br /&gt;- Bem, e a tua amiga? Vais dormir com ela?&lt;br /&gt;Respondi:&lt;br /&gt;- Durmo no sofá, aliás estou no sofá a escrever no portátil, depois mando-te por mail para criticares.&lt;br /&gt;Mais uns minutos e a resposta:&lt;br /&gt;- Hum… e ela está aí a ler as histórias?&lt;br /&gt;- Não, já está deitada. Amanhã entra cedo, é enfermeira. Sabes que disse que podia dormir com ela na cama, mas sem sexo! Imagina!? Enviei a sms.&lt;br /&gt;Não tardou a resposta:&lt;br /&gt;- Porquê? Não achas possível dormires com uma mulher sem terem sexo…?&lt;br /&gt;Não, com a Maura era impossível. Pensei.&lt;br /&gt;Não respondi directamente:&lt;br /&gt;- Amanhã falamos melhor, bisou (beijo).&lt;br /&gt;Encerrei o portátil e preparei-me para dormir, estava cansado e o dia não tinha corrido conforme o planeado. Uma ilusão pensar que podemos planear os nossos dias com tanta fiabilidade, quando envolve o coração o melhor é não fazer grandes planos e deixar-se ir. Como diz o ditado: Quando o vento está por trás, o melhor é não nos viramos e deixarmo-nos ir… Adormeci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei quase de madrugada, e vi a Maura parada na penumbra da porta observando-me. Fingi estar a dormir, ela aproximou-se parando junto de mim, depois ajeitou a lençol tapando-me os pés. Sorriu e sorrateiramente abandonou a sala. Por momentos desejei que ela fosse a Joana.&lt;br /&gt;Levantei-me cedo ainda a Maura estava a deitada e fui tomar banho. Tinha de regressar cedo a Lisboa, a tempo da reunião semanal de coordenação. Acabei de tomar banho e com a toalha enrolada na cintura sai da casa de banho. Para minha surpresa a Maura estava á porta, nua, apenas com um avental.&lt;br /&gt;- Bom dia, nino! Vou preparar o pequeno almoço… Disse ela divertida.&lt;br /&gt;- Agradeço, mas fica para outra vez. Tomo de caminho. Respondi.&lt;br /&gt;- Oh! Fiquei muito decepcionada contigo… não me foste visitar a minha cama. Disse ela fazendo cara triste.&lt;br /&gt;- Ah! Isso, pensei que não quisesses… Respondi.&lt;br /&gt;- Homens, nunca são capazes de saber o que queremos. Retorqui sorrindo.&lt;br /&gt;Depois ajoelhou-se, tirou-me a toalha e abocanhou o meu pénis alimentando-se com fervor. Estávamos no corredor, na porta da casa de banho. Fechei os olhos, levantei a cabeça e pensei:&lt;br /&gt;- Que se lixei, chupa-o.&lt;br /&gt;À medida que o meu pénis crescia mais ela se empenhava aumentando o ritmo, com uma mão acaricia os testículos e com a outra masturbava-se. Depois levantou-se e beijamo-nos de seguida pendurou-se em mim e sussurrou ao ouvido:&lt;br /&gt;- Leva-me para o quarto e dá-me o que quero.&lt;br /&gt;Levei-a para o quarto, ela colocou-se em posição em cima da cama, de gatas com o rabo bem empinado, como uma gata com o cio, com as mãos agarrou-se bem aos ferros da cabeceira da cama. Estava preparada para me receber:&lt;br /&gt;- Leva-me a loucura! Disse ela com a voz melosa.&lt;br /&gt;Não pensei duas vezes, com as mãos abri bem as nádegas e enrabei-a a seco, fechei os olhos e imaginei estar com a Joana. Que tesão!&lt;br /&gt;- Ui! Ai…Isso! Gritava ela.&lt;br /&gt;- Vou te arrebentar toda! Disse eu já descontrolado de prazer.&lt;br /&gt;- Oh! Sim… dá-me à bruta… ui! Gemia ela.&lt;br /&gt;Penetrava o seu ânus como se de uma cona se tratasse, estava completamente descontrolado de prazer, imaginava-me com a Joana. Aumentei o ritmo e preparei-me para gozar dentro dela.&lt;br /&gt;- Oh! Oh! Que cona tão boa, tão apertadinha! Disse eu imaginando-me com a Joana.&lt;br /&gt;- Sim! Isso… Estou quase. Dizia ela incentivando-me a aumentar ainda mais o ritmo.&lt;br /&gt;Assim fiz, já quase no limite das minhas forças deixei-me vir ejaculando violentamente dentro dela.&lt;br /&gt;- Oh! Que foda! Disse enquanto me vinha.&lt;br /&gt;- Ai…Ui…Uiiiii… Vem-te querido. Vem-te! Repetia ela.&lt;br /&gt;- Foi de mais! Estava mesmo a precisar. Disse eu enquanto a beijava nas costas, subindo para o pescoço, ela voltou a cabeça e beijamo-nos intensamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já refeito, depois de mais uma passagem pela casa de banho, tomamos o pequeno-almoço quase em silêncio. Num impulso, numa fraqueza do momento tínhamos quebrado uma promessa de quase dois anos.&lt;br /&gt;- Andas com outra na cabeça, não é? Perguntou.&lt;br /&gt;Não respondi, limitei-me a olhar bem nos seus olhos.&lt;br /&gt;- Uma mulher sabe, e hoje…estavas louco, parecia que estavas a comer outra. Concluiu.&lt;br /&gt;- Não dramatizes, conheces-me… Sabes que te curto muito. Respondi.&lt;br /&gt;- Não, não te preocupes comigo, estou bem. E adorei a forma como… Estou é preocupada contigo. Estás apaixonado! Respondeu divertida.&lt;br /&gt;Rimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já de regresso a Lisboa, em plena auto-estrada, pensava na loucura que tinham sido aquelas ultimas 24 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(continua…)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-8446636778930944845?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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A tal..." /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2008/10/e-se-ela-no-existir-tal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0UCRHYzfyp7ImA9WxRSFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-8401852181487084374</id><published>2008-09-16T15:20:00.002+01:00</published><updated>2008-09-16T15:27:45.887+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-09-16T15:27:45.887+01:00</app:edited><title>Flor, 19 anos. Santarém</title><content type="html">Combinamos encontro no jardim em frente ao estádio do Vitoria. Já antes havíamos combinado mas por um ou outro motivo o encontro não se tinha concretizado, desta vez tudo indicava que o mesmo se iria realizar. Eram 20 horas quando cheguei, estacionei o carro junto à esplanada e preparei-me para esperar por ela. Reconheci-a de imediato quando ela surgiu do outro lado da rua, vinha muito elegante, com saia pelo joelho, casaco branco e uma blusa em tom rosa. Andava com graciosidade e nem tropeção, quando enfiou o salto do sapato num buraco da calçada a deixou embaraçada pelo contrário reforçou a sua elegância. No carro estacionado do outro lado da rua observava-a, ela passou por mim e dirigiu-se ao jardim em frente, onde tínhamos combinado. Entretanto o telefone deu sinal.&lt;br /&gt;Uma sms dela:&lt;br /&gt;- Se passar por ti e não te reconhecer, não é por mal.&lt;br /&gt;Sorri e de seguida liguei para ela:&lt;br /&gt;- Olá, já passaste por mim… Disse eu.&lt;br /&gt;- Sim? Onde estás? Perguntou, acrescentando divertida: Já perdi um sapato.&lt;br /&gt;Aquela voz tem o dom de me derreter o coração.&lt;br /&gt;- Estás a ver o Mini em frente do parque? Estou aí… Respondi.&lt;br /&gt;- Tou a ver, até já. Disse ela enquanto desligava.&lt;br /&gt;Do sítio onde estava podia vê-la, voltou atrás e em passo firme e elegante dirigiu-se para mim. Quando ela estava perto acenei com a mão pela janela, ela sorriu. Sai do carro, trocamos dois beijos:&lt;br /&gt;- Olá, como estás? Perguntei.&lt;br /&gt;- Bem e tu? Respondeu&lt;br /&gt;- Vamos? Disse enquanto abria a porta do carro para ela.&lt;br /&gt;- Onde vamos? Perguntou ela já dentro do carro.&lt;br /&gt;- Jantar, conheces alguma coisa por aqui? Perguntei.&lt;br /&gt;- Não, por aqui não… Respondeu.&lt;br /&gt;- Não faz mal, improvisamos. Disse nas calmas enquanto olhava bem para ela.&lt;br /&gt;Muito bonita e sensual, tive vontade de beijar aqueles lábios carnudos e sensuais, mas contive o impulso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi preciso procurar muito, perto do rio encontramos um restaurante simpático e acolhedor. Conversamos com naturalidade durante o jantar, optei por deixa-la falar de modo a tranquilizar-se e ganhar confiança. Acabamos a tomar o café na esplanada onde aconteceu o primeiro beijo.&lt;br /&gt;- Vamos para um sítio mais tranquilo. Disse eu.&lt;br /&gt;Ela sorriu e disse:&lt;br /&gt;- Já estava à espera, onde é que eu já “ouvi” isso? Riu, acrescentando: Vamos.&lt;br /&gt;Saímos do restaurante e já no carro estacionado em frente ao mesmo beijamo-nos novamente, mais intenso e uma carícia mais íntima. Enquanto a beijava introduzi a mão por dentro da saia, senti a sua coxa firme e sedosa, e só parei quando encontrei o seu túnel húmido e quente. Ela gemeu, depois segurou-me na mão e disse:&lt;br /&gt;- Aqui não, vamos para outro sítio.&lt;br /&gt;Gostei da voz, do sorriso, do toque da sua pele. Gostei dela deste o primeiro momento em que a vi. Graciosa, frágil e simultaneamente muito segura de si. Sabia ao que vinha, ela era o desejo no seu estado mais puro.&lt;br /&gt;Sorri para ela, ajudei a colocar o cinto de segurança e arrancamos sem destino, apenas queríamos estar a sós. Enquanto percorríamos a cidade em busca de um local seguro para darmos asas aos nossos desejos, trocávamos beijos lânguidos e carícias, eu com a mão no calor das suas coxas e ela com a mão no meu pénis. Paramos na berma da estrada por duas vezes, em momentos de maior calor, numa delas protegidos por um camião TIR, ela aventurou-se e sentou-se no meu colo. Trocávamos beijos e as carícias eram cada vez mais íntimas, pensei em penetra-la ali mesmo, e ela queria o mesmo dado o afã com que desesperadamente me tentava despir as calças. Contudo não fomos bem sucedidos, ela inadvertidamente encostou-se a buzina accionando-a, o que traiu as atenções. Ela retomou o seu lugar e rapidamente saímos dali.&lt;br /&gt;- Sei de um lugar mais calmo. Disse ela.&lt;br /&gt;O desejo que ela despertava em mim era cada vez maior, não imaginava outro desfecho naquela noite que não fosse sentir o  meu pénis deslizar no seu túnel delicioso. Assim foi, acabamos a noite a foder no carro nas traseiras dum prédio a uns quarteirões da sua casa.&lt;br /&gt;Estacionei no sítio mais escuro num descampado nas traseiras dum prédio, debaixo duma árvore a meio caminho do rio Tejo. Ela despiu o casaco, tirou a blusa e a saia enquanto eu tirava os sapatos, as calças e abria a camisa. Trocamos beijos cada vez mais intensos, ela com a mão no meu pénis já erecto e eu acariciava aquela cona deliciosa, cada vez mais húmida e quente.&lt;br /&gt;- Hum… adoro as tuas mãos. Dizia ela num tom de voz delicioso.&lt;br /&gt;- E eu adoro a tua cona… Respondi no mesmo tom.&lt;br /&gt;Deslizei para o banco do pendura enquanto ela se agachava no espaço reduzido e me lambia o pénis cada vez mais duro e grosso. Por fim sentou-se no meu colo, devagar deixou-me penetra-la, depois assumiu ela o ritmo. Cavalgava no meu pénis com loucura.&lt;br /&gt;- Adoro o teu pau! Disse ela enquanto aumentava o ritmo.&lt;br /&gt;Cada vez mais quente ela cavalgava, enquanto eu com uma mão estimulava o seu clítoris e com a outra apalpava o seu belo rabo introduzindo o anelar no ânus, com a boca alternava entre o seu peito e a boca apetitosa. Estava deliciado. Que cona tão gulosa! Perfeita, no tamanho e na temperatura… delirava de prazer.&lt;br /&gt;- Oh! Isso… fodes-me bem! Dizia eu com a voz rouca de tesão.&lt;br /&gt;Agarrei-a com as duas mãos pela cintura e aumentei o ritmo de penetração, sincronizando os movimentos com ela.&lt;br /&gt;- Ai… Oh! És o maior… adoro o teu pau! Dizia ela cada vez mais fora de si.&lt;br /&gt;Voltei a estimular o clítoris enquanto lhe chupava as mamas.&lt;br /&gt;- Ui…Ui… isso que mãos! Ai… assim venho-me, venho-me! Gemia ela no meu ouvido.&lt;br /&gt;- Sim, goza… vem-te… Respondi aumentando o ritmo das estocadas e aflorando mais levemente o seu clítoris.&lt;br /&gt;- Oh! Tão bom… Não pares… por favor, não pares. Gemia no meu ouvido.&lt;br /&gt;- Isso goza… respondi. Sentindo a sua cona a contrair-se, apertando mais o meu pénis.&lt;br /&gt;- Oh! Não te venhas… não te venhas dentro de mim. Dizia ela sentindo-me quase no auge do prazer. Ela sentada no meu colo com as pernas bem abertas cavalgava com grande intensidade, eu estava quase no auge, prestes a explodir de prazer quando afrouxou o ritmo e parou. Sentia o meu pénis a latejar dentro dela, beijamo-nos com tesão, ela fazia pequenos movimentos circulares que me deixavam ainda mais doido de tesão.&lt;br /&gt;- Quero comer o teu rabinho! Disse ao seu ouvido.&lt;br /&gt;Ela hesitou, mas sorriu e levantou-se o suficiente para apontar bem o pénis no seu ânus.&lt;br /&gt;- Trata-me com cuidado, é a minha primeira vez… Respondeu com um misto de receio e desejo que a situação que provocava.&lt;br /&gt;- Tas por cima, tu é que controlas… Disse-lhe ao ouvido.&lt;br /&gt;Sorrimos e trocamos mais um beijo enquanto ela se enterrava no meu pénis eu com a mão estimulava ao de leve o seu clítoris.&lt;br /&gt;- Oh! Gemia ela.&lt;br /&gt;- Dói? Perguntei.&lt;br /&gt;- Não… até é bom! Não pares com a mão… respondeu.&lt;br /&gt;Ela com os olhos fechados e a testa apoiada na minha cavalgava corajosamente. Eu estava prestes a explodir, precisava de aumentar o ritmo mas a posição não era a melhor, não me premitia controlar o ritmo de penetração. Assim parei e cuidadosamente retirei o pénis.&lt;br /&gt;- Que fazes? Perguntou ela.&lt;br /&gt;- Vamos mudar de posição, quero comer-te por trás. Respondi.&lt;br /&gt;Deslizei lateralmente do banco colocando-me de costas para o para brisas, sentado no tablier, enquanto ela se punha de joelhos no banco com o rabo bem espetado para mim.&lt;br /&gt;- Vem. Disse ela.&lt;br /&gt;Assim o fiz, penetrando-a no ânus com firmeza.&lt;br /&gt;- Que delicia de rabo. Disse já doido de tesão.&lt;br /&gt;- É todo teu… respondeu entre gemidos.&lt;br /&gt;Aumentei o ritmo, abstrai-me de tudo o resto e preparei-me para gozar dentro dela.&lt;br /&gt;- Oh! Isso… Tão bom! Gemia de prazer.&lt;br /&gt;- Ui…Ui… Podes vir-te! Dizia ela.&lt;br /&gt;Meti bem fundo e esporrei violentamente no seu rabinho.&lt;br /&gt;- Oh! Oh… Ui… que delicia! Gemia eu de prazer.&lt;br /&gt;- Oh! Isso… não saias, quero tudo dentro de mim… oh! Gemia ela.&lt;br /&gt;- Oh! Encheste-me de esperma… Continuou ela.&lt;br /&gt;- És um mimo! Uma delicia de mulher. Disse já refeitos do belo momento de sexo que tivéramos.&lt;br /&gt;- Quero ver-te mais, mereces ser fodida todos os dias. Acrescentei.&lt;br /&gt;- Não digas isso, não sou assim tão boa… respondeu meio tímida.&lt;br /&gt;- És um mimo de menina, uma delicia! Quero estar contigo sempre… Disse eu.&lt;br /&gt;- O tempo que tiveres para mim eu devolvo-te em dobro. Respondeu decidida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já passava da meia-noite quando a deixei em casa, nos dias que se seguiram só pensava nela. Aqueles momentos no carro tinham sabido a pouco, estava doido de desejo para estar novamente com ela. À muito tempo que não me envolvia com uma mulher assim: envolvente, meiga, carinhosa, muito sensual e sempre disponível. À minha medida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Flor, firme e delicada como uma margarida, cativa-me cada vez mais…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-8401852181487084374?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Santarém" /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2008/09/flor-19-anos-santarm.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcMQ3wzfyp7ImA9WxdaGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-2357278800506784088</id><published>2008-08-27T16:13:00.000+01:00</published><updated>2008-08-27T16:14:42.287+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-08-27T16:14:42.287+01:00</app:edited><title>Maura, 28 anos. Viseu</title><content type="html">Sai cedo de Lisboa com destino a vila real, para estar com alguém que me é muito querido, porém o dia não me correu de feição. Enquanto almoçava lembrei-me da Maura, decidi ligar para ela:&lt;br /&gt;- Olá a que devo a honra? Perguntou com uma gargalhada.&lt;br /&gt;- Olá, tas boa? Estou em Vila Real, vou agora para baixo posso passar aí? Respondi.&lt;br /&gt;- Estas a vontade só preciso de duas horas, estou no turno da manhã. Disse ela.&lt;br /&gt;- Ok, duas horas. Espero por ti no “Agua Benta”, beijo. Respondi.&lt;br /&gt;Pedi a conta, paguei e sai em direcção a Viseu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estava sentado no café Agua Benta em Viseu, a beber uma água com gás, quando a Maura chegou:&lt;br /&gt;- Olá! Meu carequinha sexy… disse ela sorrindo para mim.&lt;br /&gt;Aproximou-se de mim enquanto me levantava e beijou-me na boca.&lt;br /&gt;- Olá, estás bem? Perguntei.&lt;br /&gt;- Sim, e tu também… Sorriu com malícia, acrescentou: que contas?&lt;br /&gt;- Bebes alguma coisa? Perguntei.&lt;br /&gt;- Não, estou um pouco à pressa, tenho um encontro no fim da tarde e ainda vou a casa. Respondeu.&lt;br /&gt;- Tive uns assuntos em Vila Real e lembrei-me de ti, já não nos vemos à uns tempos. Disse.&lt;br /&gt;- Queres que te diga à quanto tempo? Respondeu a rir. Depois acrescentou: Vamos até minha casa, passas cá a noite?&lt;br /&gt;- Sim, se o teu sofá estiver disponível. Sorri.&lt;br /&gt;- No sofá? Isso é novidade… Rimos os dois.&lt;br /&gt;Entretanto recebi mais uma sms da Joana.&lt;br /&gt;- Não lês? Hum… andas a fugir de alguém. Disse ela a rir.&lt;br /&gt;- Nada de importante, vamos? Respondi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegados a casa dela, situada perto do Fontelo, fomos tomar banho.&lt;br /&gt;- Vou tomar banho, fazes-me companhia? Perguntou com malícia.&lt;br /&gt;- Estou mesmo a precisar, foram muitas horas ao volante, mas não queria abusar. Respondi enquanto ela soltava uma gargalhada.&lt;br /&gt;- Abusar, tu? Não…Vá tomamos banho juntos e pomos a escrita em dia, quero dizer falamos, ok? Disse divertida.&lt;br /&gt;Despimo-nos no quarto e fomos juntos para a casa de banho.&lt;br /&gt;- Continuas em boa forma. Disse enquanto apreciava o seu corpo alto e esguio. Nádegas pequenas e firmes ligeiramente arrebitadas, sem uma grama de celulite. Pernas longas quase atléticas. O cabelo preto liso e comprido acentuava bem a sua pele muito morena. Muito sensual.&lt;br /&gt;- Ai, ai, André… não te ponhas já com ideias, também não estás mal! Respondeu divertida.&lt;br /&gt;Já na casa de banho abriu a água quente e temperou com a fria.&lt;br /&gt;- Se bem me lembro não gostas da água muito quente. Disse ela acrescentando: um minuto, chichi.&lt;br /&gt;Sentou-se na sanita enquanto eu entrava para a banheira. A água estava impecável e melhor ficou quanto ela se juntou a mim. Abraçou-me por trás, esmagando o seu peito nas minhas costas. Estava em brasa, voltei-me para ela, que sorria para mim. Depois beijou-me na boca, primeiro ao de leve e depois com intensidade. Ficamos assim uns minutos, com as nossas línguas a explorarem em profundidade as nossas bocas. Quando o meu pénis deu sinal de vida ela despertou para a realidade e afastou-se ligeiramente.&lt;br /&gt;- Tinha ficado combinado que não havia mais sexo entre nós. Disse meio séria.&lt;br /&gt;- Tu é que me beijaste… Respondi divertido com a cena.&lt;br /&gt;- Mas eu posso beijar-te…isso não quer dizer que haja sexo, certo? Disse ela a rir.&lt;br /&gt;- Ok! Posso ao menos ensaboar-te? Respondi no gozo.&lt;br /&gt;- Tonto! Retorquiu a rir.&lt;br /&gt;As mulheres são mesmo complicadas, difíceis de entender. Quanto mais as conhecemos, menos as entendemos. Penso que nem elas mesmo se entendem. Como diz meu amigo Mário:&lt;br /&gt;- As gajas deviam vir com um livro de instruções, era mais fácil!&lt;br /&gt;Mas o mais interessante, para mim, é que essa dificuldade em entende-las as torna ainda mais desejáveis. No fundo tratasse de um jogo de sedução que elas estão habituadas a jogar desde de a mais terna idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O banho deu para por a escrita em dia, alias só deu mesmo para isso. Falamos como duas pessoas que se gostam e que em certa altura da vida tiveram um percurso, comum, embora curto.&lt;br /&gt;- De certeza que não queres vir? Perguntou ela, já pronta para sair. Acrescentou: É um jantar de amigas. Venho cedo, amanhã entro no hospital cedo.&lt;br /&gt;- Força, tas a vontade. Vou até ao Agua Benta, tomar um gin tónico e depois como qualquer coisa por ali… quando chegares já cá estou. Respondi.&lt;br /&gt;- Isso, bom menino, falamos melhor então. Retorquiu divertida, acrescentando: deixas-me no Fórum?&lt;br /&gt;- Claro. Respondi enquanto saíamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Maura tem uma bela figura é daquelas mulheres que por mais que se esforcem nunca conseguem passar despercebidas, além disso é bastante divertida e tem um grande carácter. Somos amigos à três anos, praticamente desde que ela se separou do marido.&lt;br /&gt;- Um montanhês tosco. Dizia a Maura numa das nossas conversas, continuando: Sabes que sou de Coimbra, mas sempre passei as ferias em Viseu, a terra dos meus pais, e foi num desses verões num baile na aldeia que nos conhecemos. Tinha 17 anos e ele era um pouco mais velho que eu, nesse verão não nos largamos mais.&lt;br /&gt;Faz uma pausa e continuou:&lt;br /&gt;- Foi o meu primeiro homem e casamos logo que terminei o curso. Consegui colocação no hospital de Viseu e ficamos a morar cá. Mas ao fim de um ano eu já sabia que o nosso casamento não iria longe.&lt;br /&gt;- Porquê? Perguntei.&lt;br /&gt;- Por muita coisa. Não pelo que estás a pensar, ele até era bom na cama apesar de conservador com ele era sempre na mesma posição, a de missionário. Mas tinha muita energia e era bem avantajado. Disse divertida, continuou: não tinha tanta imaginação como tu, também era impensável pedir-lhe que me comesse o cu, e sabes que adoro isso… não, não foi pelo sexo. Era uma pessoa difícil, sem diálogo, incapaz de manter uma conversa ou de fazer um galanteio. Era mesmo rude.&lt;br /&gt;- Foi pena só descobrires isso de pois de casar. Disse eu.&lt;br /&gt;- Sabes como as coisas são, era uma miúda quando comecei andar com ele e depois achava piada aquele jeito rude que ele tinha. As coisas vão se enrolando e quando damos por elas já estamos casados. Justificou-se.&lt;br /&gt;            Conheci a Maura numa festa em casa de amigos no Porto, foi paixão à primeira vista. Estava deslumbrante, sensual é a palavra certa, num vestido branco muito justo como se fosse uma segunda pele, dava para perceber todos os contornos do seu corpo. Logo que entrei na sala reparei nela que de imediato olhou para mim, sorrimos. Passamos o resto da noite a trocar olhares e sorrisos, até que perguntei ao Filipe, o anfitrião, quem era aquela morena tão sensual que estava a monopolizar as atenções masculinas.&lt;br /&gt;- É a Maura, separou-se à uns meses do Jorge, aquele meu amigo de Viseu. Disse, continuando: a Paula –  mulher do Filipe – gosta muito dela. Olha que ela já andou a fazer umas perguntas sobre ti.&lt;br /&gt;O Filipe é assim, tem alma de alcoviteiro, mas é como a Paula um dos casais mais simpáticos e que melhor sabem receber os seus convidados. Somos amigos à mais de dez anos, desde que se casou com a Paula a minha fiel amiga dos tempos de faculdade, uma das poucas que nessa época não passou pela minha cama, ainda chegamos a trocar uns beijos numa daquelas festas malucas que iam até de manhã, num sótão numa casa dum conhecido algures em Sintra. Desses tempos ficou uma sólida amizade que se mantém e se estende também ao Filipe.&lt;br /&gt;- Não perdes uma, mas ela é toda boa! Disse Filipe entusiasmado.&lt;br /&gt;- Queria eu não perder nenhuma, então com aquelas qualidades. Respondi no mesmo tom.&lt;br /&gt;Ela ao fundo observava como manifesto interesse a nossa conversa, abandonei a companhia do Filipe e dirigi-me para ela que se afastava sorrateiramente. Segui-a até ao piso de cima e dei com ela parada junto a porta da casa de banho, quando me viu entrou deixando a porta parcialmente aberta, pela frecha vi-a, levantou o vestido e tirou o fio dental, viu-me, sorriu para mim e convidou a entrar. Certifiquei-me que não havia ninguém no corredor e entrei trancando a porta de seguida.&lt;br /&gt;- Olá, bela fugitiva. Disse eu.&lt;br /&gt;Ela não respondeu, esboçou um sorriso sensual e avançou para mim beijando-me. Beijo longo e intenso, inteiramente correspondido por mim. As suas mãos já trabalhavam no meu pénis, procurando com afã tirar-me as calças que não foi difícil. Depois levantou o vestido sentou-se na bancada do lavatório com as pernas bem abertas.&lt;br /&gt;- Vem, fode-me! Quase gritou.&lt;br /&gt;Já tinha as calças e os boxeres completamente em baixo e o pénis em riste pronto para entrar em acção, desabotoei a camisa e avancei penetrando aquela cona impecavelmente rapada, enquanto isso beijava-a no peito.&lt;br /&gt;- Oh! Isso fode-me! Repetia ao meu ouvido entre uma e outra lambidela. Com as mãos dava-me palmadas nas nádegas.&lt;br /&gt;- Isso, oh! Dizia doida de tesão.&lt;br /&gt;Malhava forte segurando-a com as duas mãos no rabo para não fugir, tal a violência das estocadas, ela estava deliciosa, muito quente e frenética. Preparava-me para gozar a qualquer momento quando ela abriu a torneira e molhou as mãos passando-as em seguida no meu peito, refrescando-o.&lt;br /&gt;- Gostas bruto?. Disse com um sorriso nos lábios. Gostas de me foder? Ainda não provaste o melhor…&lt;br /&gt;- Que delicia de cona! Respondi doido de tesão.&lt;br /&gt;- Mete tudo e pára. Disse ela.&lt;br /&gt;- Oh! Isso. Continuou, enquanto apertava as coxas quase esmagando o meu pénis.&lt;br /&gt;Enquanto isso ela passava a língua nos meus mamilos mordiscando-os, o que me deixava ainda mais doido de tesão. Depois afrouxou a pressão das coxas no meu pénis o que me permitiu dar mas umas estocadas, pendurou-se em mim e mexia-se freneticamente cavalgando no meu pénis, gemia e dava gritinhos. Por fim parou e saiu de cima de mim pondo-se de costas, com as mãos bem apoiadas bancada do lavatório e o rabo bem empinado.&lt;br /&gt;- Come-me no cu! Quase implorou.&lt;br /&gt;Assim o fiz, primeiro dei-lhe umas palmadas no rabo depois com uma mão agarrei-a pelos longos cabelos e enquanto a beijava na nuca com a outra mão apalpava o seu rabo, penetrando-a no ânus com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela delirava de ansiedade e empinava ainda mais o rabo, por fim enchi a mão com sabonete líquido e besuntei o pénis com ele penetrando-a de seguida.&lt;br /&gt;- Oh! Ai… ai… mete, mete… Dizia louca de tesão.&lt;br /&gt;- Oh! Cuzinho tão bom! Sussurrava no seu ouvido.&lt;br /&gt;- Sim, gostas? Oh! Bruto… sim, mete tudo. Gritava.&lt;br /&gt;Estava completamente transfigurada, com uma mão acariciava-se no clítoris enquanto a outra procurava na minha coxa puxando-me mais para ela.&lt;br /&gt;- Oh! Oh! Vem-te no meu rabo… continuava.&lt;br /&gt;Eu estava no auge, que loucura de foda, com uma desconhecida, numa festa na casa de banho da minha melhor amiga. Abstrai-me de tudo, agarrei-a com firmeza pela cintura e aumentei o ritmo das estocadas.&lt;br /&gt;- Oh! Sim, isso… mete tudo, quero…quero! Gritava.&lt;br /&gt;- Oh! Vou esporrar no teu rabo. Gritei no auge da tesão.&lt;br /&gt;Retirei o pénis do ânus e esgalhei-o até ejacular, o famoso chuveirinho que tantas mulheres adoram, cobrindo-lhe as nádegas e as costas com esperma.&lt;br /&gt;- Ui… tão bom! Disse.&lt;br /&gt;- Oh! Isso… Dizia ela.&lt;br /&gt;O barulho característico e a música da festa tornaram-se mais nítidos. Tinham passado, dez ou quinze minutos, parecida tudo normal.&lt;br /&gt;- Maura. Disse já recomposta do sexo animal que tínhamos praticado.&lt;br /&gt;- André. Respondi enquanto a beijava novamente.&lt;br /&gt;- Temos de sair. Disse ela, continuando: vai à frente, eu preciso de mais uns minutos.&lt;br /&gt;De pé junto ao lavatório, passei o pénis por água enquanto urinava ali mesmo, depois de me recompor sai.&lt;br /&gt;- Até já. Disse.&lt;br /&gt;A verdade é não a tornei a ver nessa noite, nem nos tempos que se seguiram, só voltamos a estar juntos dois meses depois, também no Porto. No ano que se seguiu mantivemos uma relação íntima, com encontros regulares, uma ou duas vezes por semana. Depois afastamo-nos a nossa relação tinha chegado a um impasse: ou assumíamos a relação ou então cada um seguia o seu caminho libertando o outro. Não me sentia preparado para abdicar da minha liberdade, ou talvez o que sentíamos não fosse suficiente forte para forçar uma mudança, talvez fosse apenas sexo e amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Perto das onze da noite voltei para a casa da Maura, ela tinha acabado de chegar do seu jantar de amigas. Preparou um dry martini para ambos, colocou um cd de Joe Cocker e juntos no sofá à meia-luz curtimos o momento.&lt;br /&gt;- Como correu o teu jantar? Perguntei.&lt;br /&gt;- Bem, sabes coisas de mulheres… Respondeu.&lt;br /&gt;- E o teu coração? Tem dono? Perguntei.&lt;br /&gt;- Queres saber se ando a comer alguém, não é? Não, já tive a minha dose de homens. Respondeu enigmática.&lt;br /&gt;- Não me digas que mudaste de equipa… Disse a sorrir.&lt;br /&gt;- Não, cruzes! Se bem que… queres saber uma coisa? Quando andava na faculdade, no 2º ano partilhei a casa com uma funfa, sério. Disse olhando bem para mim.&lt;br /&gt;- E? Disse expectante.&lt;br /&gt;- Era uma miúda muito bonita, uma autêntica boneca, dávamo-nos muito bem… e até chegamos a curtir, mas, conheces-me, faltava algo. Sabes bem do que gosto. Concluiu sorrindo enquanto me acariciava o pénis: ficaste com tesão, não é?&lt;br /&gt;Inclinou-se para mim e beijou-me na boca com tesão. Agora estávamos deitados no sofá, ela por cima, com as bocas bem coladas. Com as duas não apalpava o seu rabo pequeno e rijo, o meu pénis já estava em sentido pronto para acção, quando ela se levantou.&lt;br /&gt;- Era o meu beijo de boa noite. Disse ela sorrindo: vou me deitar, amanhã levanto cedo.&lt;br /&gt;- Então boa noite. Respondi.&lt;br /&gt;Afastou e junto à porta da sala virou-se e atirou um beijo enquanto piscava o olho. Voltou passados uns minutos, nua, com uns lençóis.&lt;br /&gt;- Se quiseres podes dormir comigo na cama, sem sexo… mas como tu dormes nu e eu também isso deve ser difícil. Disse ela a sorrir.&lt;br /&gt;Aproximou-se e colocou os lençóis no sofá.&lt;br /&gt;- Pões um por baixo, deitas-te e tapas-te como o outro… Disse divertida.&lt;br /&gt;- Já agora contas-me uma história para adormecer, mãezinha. Respondi no mesmo tom.&lt;br /&gt;Sorrimos, trocamos um abraço e um beijo.&lt;br /&gt;- Bons sonhos. Disse ela.&lt;br /&gt;- Igualmente. Respondi enquanto apreciava o seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitado, todo nu, no sofá com o portátil ligado comecei a escrever o filme do dia. Lembrei-me da Joana, o motivo da minha ida a Vila Real, e enviei-lhe uma sms:&lt;br /&gt;- Como vai a minha transmontana linda?&lt;br /&gt;Passados uns minutos a resposta chegou:&lt;br /&gt;- Bem, e a tua amiga? Vais dormir com ela?&lt;br /&gt;Respondi:&lt;br /&gt;- Durmo no sofá, aliás estou no sofá a escrever no portátil, depois mando-te por mail para criticares.&lt;br /&gt;Mais uns minutos e a resposta:&lt;br /&gt;- Hum… e ela está aí a ler as histórias?&lt;br /&gt;- Não, já está deitada. Amanhã entra cedo, é enfermeira. Sabes que disse que podia dormir na cama dela, mas sem sexo! Imagina!? Enviei a sms.&lt;br /&gt;Não tardou a resposta:&lt;br /&gt;- Porquê? Não achas possível dormires com uma mulher sem terem sexo…?&lt;br /&gt;Não, com a Maura era impossível. Pensei.&lt;br /&gt;Não respondi directamente:&lt;br /&gt;- Amanhã falamos melhor, beijo.&lt;br /&gt;Encerrei o portátil e preparei-me para dormir, estava cansado e o dia não tinha corrido conforme o planeado. Uma ilusão pensar que podemos planear os nossos dias com tanta fiabilidade, quando envolve o coração o melhor é não fazer grandes planos e deixar-se ir. Como diz o ditado: Quando o vento está por trás, pelas costas, o melhor é não nos viramos e deixarmo-nos ir… Adormeci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei quase de madrugada, e vi a Maura parada na penumbra da porta observando-me. Fingi estar a dormir, ela aproximou-se parando junto de mim, depois ajeitou a lençol tapando-me os pés. Sorriu e sorrateiramente abandonou a sala. Por momentos desejei que ela fosse a Joana.&lt;br /&gt;Levantei-me cedo ainda a Maura estava a deitada e fui tomar banho. Tinha de regressar cedo a Lisboa, a tempo da reunião semanal de coordenação. Acabei de tomar banho e com a toalha enrolada na cintura sai da casa de banho. Para minha surpresa a Maura estava á porta, nua, apenas com um avental.&lt;br /&gt;- Bom dia, nino! Vou preparar o pequeno almoço… Disse ela divertida.&lt;br /&gt;- Agradeço, mas fica para outra vez. Tomo de caminho. Respondi.&lt;br /&gt;- Oh! Fiquei muito decepcionada contigo… não me foste visitar a minha cama. Disse ela fazendo cara triste.&lt;br /&gt;- Ah! Pensei que não quisesses… Respondi.&lt;br /&gt;- Homens, nunca são capazes de saber o que pensamos. Retorqui sorrindo.&lt;br /&gt;Depois ajoelhou-se, tirou a toalha e abocanhou o meu pénis alimentando-se com avidez. Estávamos no corredor, na porta da casa de banho. Fechei os olhos, levantei a cabeça e pensei:&lt;br /&gt;- “Que se lixe, chupa-o todo!”&lt;br /&gt;À medida que o meu pénis crescia mais ela se empenhava aumentando o ritmo, com uma mão acaricia os testículos e com a outra masturbava-se. Depois levantou-se e beijamo-nos de seguida pendurou-se em mim e sussurrou ao ouvido:&lt;br /&gt;- Leva-me para o quarto e dá-me o que quero.&lt;br /&gt;Levei-a para o quarto, ela colocou-se em posição em cima da cama, de gatas com o rabo bem empinado, como uma gata com o cio, com as mãos agarrou-se bem aos ferros da cabeceira da cama. Estava preparada para me receber:&lt;br /&gt;- Leva-me a loucura! Disse ela com a voz rouca de tesão.&lt;br /&gt;Não pensei duas vezes, com as mãos abri bem as nádegas e enrabei-a a seco. Que tesão! Fechei os olhos e imaginei estar com a Joana.&lt;br /&gt;- Ui! Ai…Isso! Gritava ela.&lt;br /&gt;- Vou te arrebentar toda! Disse eu já descontrolado de prazer.&lt;br /&gt;- Oh! Sim… dá-me à bruta… ui! Gemia ela.&lt;br /&gt;Penetrava o seu ânus como se de uma cona se tratasse, estava completamente descontrolado de prazer. Aumentei o ritmo e preparei-me para gozar dentro dela.&lt;br /&gt;- Oh! Oh! Que cona tão boa, tão apertadinha! Disse eu imaginando-me a comer a Joana.&lt;br /&gt;- Sim! Isso… Estou quase. Dizia ela incentivando-me a aumentar ainda mais o ritmo.&lt;br /&gt;Assim fiz, já quase no limite das minhas forças deixei-me vir ejaculando violentamente dentro dela.&lt;br /&gt;- Oh! Que foda! Disse enquanto me vinha.&lt;br /&gt;- Ai…Ui…Uiiiii… Vem-te querido. Vem-te! Repetia ela.&lt;br /&gt;- Foi de mais! Estava mesmo a precisar. Disse eu enquanto a beijava nas costas, subindo para o pescoço, ela voltou a cabeça e beijamo-nos intensamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já refeito, depois de mais uma passagem pela casa de banho, tomamos o pequeno-almoço quase em silêncio. Num impulso, numa fraqueza do momento tínhamos quebrado uma promessa de quase dois anos.&lt;br /&gt;- Andas com outra na cabeça, não é? Perguntou.&lt;br /&gt;Não respondi, limitei-me a olhar bem nos seus olhos.&lt;br /&gt;- Uma mulher sabe, e hoje…estavas louco, parecia que estavas a comer outra. Concluiu.&lt;br /&gt;- Não dramatizes, conheces-me… Sabes que te curto muito. Respondi.&lt;br /&gt;- Não, não te preocupes comigo, estou bem. E adorei a forma como… Estou é preocupada contigo. Estás apaixonado! Respondeu divertida.&lt;br /&gt;Rimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já de regresso a Lisboa, em plena auto-estrada, pensava na loucura que tinham sido aquelas ultimas 24 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(continua)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-2357278800506784088?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Viseu" /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2008/08/maura-28-anos-viseu_27.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0AHQXc-cCp7ImA9WxdSE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-7620911836788442833</id><published>2008-05-21T18:07:00.000+01:00</published><updated>2008-05-21T18:08:50.958+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-05-21T18:08:50.958+01:00</app:edited><title>Matilde, 23 anos...</title><content type="html">(...)&lt;br /&gt;Passei o último fim-de-semana no Porto com a minha colega Matilde, ela trabalha à pouco tempo na mesma empresa onde eu trabalho. É uma loira exuberante e muito bem fornecida, boa prateleira e um belo rabo a condizer.&lt;br /&gt;A Matilde é daquelas mulheres que parece que foram criadas só para agradar aos homens, tem um sorriso fantástico e um corpo avantajadamente perfeito. Começou a trabalhar a cerca de 15 dias na empresa, ao que consta a sua contratação deve-se a necessidade de aumentar a produtividade masculina. Nós agradecemos.&lt;br /&gt;Um destes dias fiquei a fazer serão, estou a ultimar um projecto importante para a empresa, quando voltava para o meu gabinete, após ter comido uma febra no pão e uma imperial no tasco da esquina, cruzei-me com ela no corredor.&lt;br /&gt;- Ainda por aqui? Disse.&lt;br /&gt;- Como vês… e para durar. Respondeu enquanto prosseguia apressada.&lt;br /&gt;Voltei-me para apreciar o seu belo rabo, quando ela se voltou de repente e sorriu com malícia, ri-me encolhi os ombros e continuei para minha sala. Já nos tínhamos cruzado por diversas vezes na empresa, mas a verdade é que nunca sentimos grande empatia.&lt;br /&gt;Já no meu gabinete concentrei-me no trabalho e nem dei conta do tempo passar, só despertei para a realidade quando alguém bateu na porta.&lt;br /&gt;- Posso? Disse uma voz feminina.&lt;br /&gt;- Sim… Respondi.&lt;br /&gt;Era ela, muito sorridente. Estava impecavelmente elegante, a saia justa e blazer preto realçava-me bem as curvas generosas.&lt;br /&gt;- Ainda, isso é que é serão… Disse ela.&lt;br /&gt;- Tu também… já acabastes? Respondi.&lt;br /&gt;- Sim e não. Preciso de ajuda, não encontro umas pastas para completar o arquivamento. Respondeu.&lt;br /&gt;- Estão na sala de reuniões, pode a Amélia que te ajude. Respondi.&lt;br /&gt;A Amélia é uma das secretárias da empresa, normalmente é ela que fica até mais tarde quando alguém faz serão.&lt;br /&gt;- Ela já saiu. Respondeu-me apontando com o dedo para o seu relógio de pulso.&lt;br /&gt;Sorri e olhei para o relógio espantado, eram 23:40.&lt;br /&gt;- Já? Disse espantado, acrescentando: dá-me 5 minutos, já vou ter contigo. Onde estás?&lt;br /&gt;- Ok. Na sala de reuniões, até já. Respondeu sorridente enquanto saia.&lt;br /&gt;Sorri. Olhei novamente para o relógio. Sim já eram horas de encerrar o expediente, desliguei o computador arrumei a secretária e a mala, apaguei a luz e sai. Já no corredor, vi ao fundo a luz da sala de reuniões acesa e dirigi-me para lá.&lt;br /&gt;Quando entrei na sala ela estava em cima duma cadeira tentando tirar qualquer coisa de cima do armário de apoio. Aproximei-me e admirei melhor aquelas pernas longas e grossas.&lt;br /&gt;- sempre encontrou as pastas. Disse.&lt;br /&gt;- Sim, estão aqui em cima. Respondeu pondo-se em bico dos pés para melhor chegar as pastas.&lt;br /&gt;- É melhor agarra-la colega, não vá cair… Disse sorrindo enquanto a agarrava pelos joelhos.&lt;br /&gt;- Já está. Disse ela virando-se para mim a rir.&lt;br /&gt;- Eu ajudo. Respondi recebendo das mãos dela as pastas e depositando-as na mesa depois ajudei-a descer da cadeira de modo aos nossos corpos roçarem um no outro. Agora estávamos de pé bem juntos entre o armário e a comprida mesa de reuniões. Há momentos assim, que parecem durar uma eternidade, olhamo-nos nos olhos e num acesso de loucura beijamo-nos com ardor. Com as mãos percorri todo o seu corpo antes de me fixar no rabo, levantei a saia, baixei a tanguinha e acariciei-lhe a vulva grossa e grande, depois introduzi o dedo anelar levando-a a loucura. Ela, toda molhada, gemia e com habilidade baixou-me as calças e trabalhava o meu pénis duro e grosso já em prontidão.&lt;br /&gt;- Hum… Delicia de pau! Murmurou ao ouvido.&lt;br /&gt;- Isso, agora chupa-o… Respondi.&lt;br /&gt;- Ainda não… agora quero-te bem dentro de mim. Disse enquanto tirava por completo a tanga e levantava a saia. Depois sentou-se na mesa de pernas bem abertas e disse:&lt;br /&gt;- Mete bem fundo!&lt;br /&gt;Não foi preciso dizer outra vez, com as calças pelos joelhos e o pénis em riste penetrei pela primeira vez aquela cona deliciosa que parecia sorrir para mim.&lt;br /&gt;- Oh! Tão grosso… isso mete fundo. Disse ela doida de tesão.&lt;br /&gt;- Cona deliciosa! Disse enquanto a penetrava com vigor.&lt;br /&gt;- Oh! Isso… fode-me…fode-me toda! Dizia ela enquanto revirava os olhos.&lt;br /&gt;Ela sentada na mesa de reuniões meio deitada, com as pernas abertas e eu no meio a penetra-la forte e fundo. Aumentei o ritmo e abri a sua blusa deixando a descoberto duas belas e grandes mamas, cada uma olhando para seu lado. Ela já tinha cravado as unhas nas minhas nádegas e puxava-me com apetite para dentro dela.&lt;br /&gt;- Mete tudo! Oh! Oh! Isso… Quase gritava.&lt;br /&gt;Apalpava-lhe as mamas e metia bem fundo, malhava com vigor agarrei-a pela nuca puxei-a para mim e beijei aquela boca gulosa, depois baixei um pouco e fixei a boca no seu peito mordiscando ao de leve os mamilos.&lt;br /&gt;- Oh! Sim… Gostas de me foder? Gostas? Perguntava ela com a voz doce.&lt;br /&gt;- Adoro! Aguentas bem… Respondi aumentado o ritmo.&lt;br /&gt;- Oh! Fodes tão bem… Dizia enquanto se acariciava no peito.&lt;br /&gt;Com as coxas apertava-me cada vez mais puxando me para dentro.&lt;br /&gt;- Chama-me nomes… disse ela em tom baixo.&lt;br /&gt;- Puta! Chama-me puta! Gritou de repente.&lt;br /&gt;Quase me assustei com o tom de voz e com expressão facial, estava completamente descontrolada de prazer. As suas mãos já estavam nas minhas costas arranhando-me, sentia as costas arder, afastei-me ligeiramente retirei o pénis, com o polegar estimulava o clítoris, depois com o pénis batendo-lhe ao de leve e penetrando de siguida.&lt;br /&gt;- Oh! Oh! Isso… tão bom! Podes bater mais… Dizia doida de prazer.&lt;br /&gt;As suas mãos já tinham deslizando para o rabo cada vez mais arranhado. Estava no limite do prazer e do ardor que as suas unhas provocavam, assim agarrei-lhe ambas as mãos imobilizando-as sobre a mesa enquanto aumentava o ritmo das estocadas. Malhava com loucura enquanto ela se debatia com as mãos tentando a libertar-se, com as coxas apertava-me cada vez mais e mexia-se freneticamente. Estava louca de tesão, como uma gata com o cio.&lt;br /&gt;- Sim… dá à bruta! Bate-me! Gritava ela.&lt;br /&gt;Com a boca lambia-lhe as mamas mordiscando os mamilos, ela beijava-me no pescoço, nas orelhas onde introduzia a língua e mordia-as.&lt;br /&gt;- Oh! Sim… bruto! Sim…oh! Fodes tão bem… tou me a vir… sim! Dizia ela.&lt;br /&gt;Agora estava mais calma e rígida, fixando os olhos em mim disse:&lt;br /&gt;- Beija-me! Uiiiii… diz o meu nome.&lt;br /&gt;- Matilde… Respondi depois beijei-a.&lt;br /&gt;Estava no auge, prestes a ejacular, controlei-me e prolonguei ao máximo aquele momento. Soltei as suas mãos, que de imediato se colaram nas minhas costas puxando me para ela, esmagando o seu peito generoso no meu. Agarrei-a com as mãos pelos ombros e preparei-me gozar, estava completamente doido de tesão, aumentei ao limite das minhas forças o ritmo de penetração, ela soltou as pernas abrindo-se mais para mim.&lt;br /&gt;- Vou encher-te de esprema! Disse como a voz rouca no limite do prazer.&lt;br /&gt;- Oh! Isso… vem-te! Vem-te! Dizia enquanto abria mais as pernas e me apertava contra o seu peito.&lt;br /&gt;- Beija-me, agora! Disse ela.&lt;br /&gt;Beijei-a, boca estava deliciosa, muito quente e húmida, tal como a sua cona, meti bem fundo e deixei-me vir. Durou uma eternidade aquele momento de puro prazer.&lt;br /&gt;- Uiiii! Tão bom! Disse-lhe ao ouvido enquanto explodia de prazer.&lt;br /&gt;Ela aliviou a pressão dos seus braços nas minhas costas, fazendo me festas. Novo beijo, doce e suave.&lt;br /&gt;- Gostaste? Perguntou ela sorrindo para mim.&lt;br /&gt;- Que achas? És uma leoa! Aguentas bem… respondi.&lt;br /&gt;Na verdade esta foi a melhor foda das últimas semanas e completamente inesperada, uma surpresa boa.&lt;br /&gt;- És todo bom! Respondeu ela, e a rir acrescentando: quero mais, vou sugar todas as tuas energias…&lt;br /&gt;Retirei o pénis ainda em riste, ela continuava sentada na mesa de pernas abertas, o meu esperma escorria daquela vulva deliciosa que continuava a sorrir para mim… voltei a penetra-la. Que calor! Depois retirei e com ele esfreguei-lhe o clítoris. Ela mordeu os lábios, fechou os olhos e inclinou a cabeça ligeiramente para trás enquanto colocava a mão no meu peito, acariciando-me.&lt;br /&gt;- Oh! Tão bom… disse ela com a voz doce.&lt;br /&gt;Depois inclinou-se para mim e beijou-me com doçura nos lábios, no pescoço. Abraçando-se a mim pôs-se de pé, com as mãos afagava-me as costas, desabotoou por completo a minha camisa e beijou-me no peito, foi baixando as mãos e a boca, passou a língua pelo umbigo, provocando-me um arrepio, e continuou até parar no pénis, já em curva descendente. Duma só vez meteu-o na boca, ficando imóvel, apenas mexia lentamente a língua explorando todos os recantos do meu pénis. Que doçura! Com as mãos acariciava-me o rabo, aliviando as marcas das suas unhas. Eu de pé afagava o seu cabelo loiro. Ficamos assim uns minutos. Depois levantou-se e colocando a cabeça no meu peito abraçou-se a mim.&lt;br /&gt;- És um doce de mulher… Disse-lhe ao ouvido.&lt;br /&gt;- Estou perdoada? Das arranhadelas… Perguntou.&lt;br /&gt;- A uma mulher como tu perdoa-se tudo, ainda mais depois desde mimo… Respondi.&lt;br /&gt;Há mulheres assim, que nos surpreendem pelo a vontade e pela forma descomplexada como abordam o sexo, desfrutando ao máximo tanto quanto nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Depois deste serão, que poderá ser início de uma bela relação, só voltamos a falar uma semana depois. Jantamos e após uma passagem pelo casino de Lisboa, terminamos a noite em minha casa. Serviu para combinarmos uma escapadela ao Porto no fim-de-semana de se anunciava. Assim, na sexta-feira pelas 19 horas saímos em viajem para o Porto. Ela estava linda! Vestia calças de ganga muito justas e uma blusa branca com decote muito generoso, estava muito sensual e radiante com a perspectivava de um fim-de-semana de luxúria.&lt;br /&gt;Praticamente desde que entramos na auto-estrada, a partir de Aveiras, ela deitou a cabeça no colo com a mão afagava o meu pénis e eu o seu cabelo. Depois retirou o pénis das calças e colocou-o na boca chupando com suavidade.&lt;br /&gt;(…)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-7620911836788442833?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Estava na secção dos cortinados e pedia informações a um empregado. Aproximei-me.&lt;br /&gt;- Olá, Stella. Disse enquanto trocávamos dois beijos.&lt;br /&gt;- André! À quanto tempo… Respondeu visivelmente surpresa.&lt;br /&gt;- Que fazes? Perguntei.&lt;br /&gt;- Estou a mudar os cortinados lá em casa, preciso de uns varões maiores, mas não sei como leva-los. Estava a pedir conselhos a este senhor. Respondeu enquanto sorria para o empregado.&lt;br /&gt;- Se precisares de ajuda, dispõe. Disse sorrindo.&lt;br /&gt;- Sim? Tens tempo? Então está bem. Respondeu enquanto dispensava o empregado.&lt;br /&gt;- Para ti tenho todo tempo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci a Stella à cinco anos, tinha ela 19 anos, foi numa tarde primaveril de Março. Vinha da praia de mais umas horas de surf com os meus companheiros habituais, o Cájo e o Ruca, de regresso a casa passei pela loja de fotografia onde relevo as minhas fotos, ia de carro e quando entrei no largo onde fica a dita loja reparamos nas duas “garinas” que entravam nesse momento na loja.&lt;br /&gt;- Viram bem o back side das ninas? Atirou o Ruca.&lt;br /&gt;- Vimos! Respondemos em uníssono.&lt;br /&gt;Estacionei o carro e dirigi-me para a loja com o Ruca, o Cájo ficara no carro. Quando entramos, lá estavam as duas ninas. Sorrimos para elas que corresponderam devolvendo o sorriso.&lt;br /&gt;- Olá Paulo. Cumprimentei o empregado.&lt;br /&gt;- André, tudo bem? Já tenho o teu material, dois minutos enquanto atendo estas meninas. Respondeu com um sorriso.&lt;br /&gt;- Na boa. Respondi enquanto fixava os olhos numa das meninas.&lt;br /&gt;Ela correspondeu, sorrindo e mantendo o olhar, enquanto a amiga ria e dava-lhe leves cotoveladas. Era muito bonita, pele morena, sorriso magnífico, o decote generoso da blusa deixava adivinhar um peito lindo, os cabelos pretos e encaracolados sobre os ombros davam-lhe um ar exótico.&lt;br /&gt;- Têm muitas qualidades, ficas com a morena ou com a ruiva? Disse o Ruca em meia voz enquanto sorria para mim.&lt;br /&gt;Não respondi, limitei-me a sorrir. Estava encantado com o magnifico sorriso dela, que por sua vez não deixava de cruzar o seu olhar com o meu.&lt;br /&gt;- Aqui estão as fotos. Disse o empregado para ela.&lt;br /&gt;- Obrigado. Respondeu enquanto pagava. Sorriu para mim e saíram as duas a rir.&lt;br /&gt;- A garina gostou de ti. Disse o Ruca a rir.&lt;br /&gt;Estávamos os dois a rir, enquanto o empregado preparava as minhas fotos, quando uma delas, a amiga, voltou. Dirigiu-se a mim com uma foto na mão e a sorrir disse:&lt;br /&gt;- É uma foto da minha amiga, para ti. Deu meia volta e tão rapidamente como chegou assim saiu.&lt;br /&gt;- Tens uma sorte do cassete! Disse o Ruca enquanto olhava para a foto.&lt;br /&gt;No balcão o Paulo ria-se abanando a cabeça.&lt;br /&gt;Com a foto, tipo passe, na mão observava encantado a sua beleza, depois sem querer virei a foto e no verso estava o nome dela e um número de telefone.&lt;br /&gt;- Estás a ver? Disse para o Ruca.&lt;br /&gt;- Eu não disse, tens cá uma sorte! A papinha toda feita…Respondeu a rir.&lt;br /&gt;- Estas miúdas são assim…Disse o Paulo, por trás do balcão enquanto encolhia os ombros. Depois acrescentou:&lt;br /&gt;- Já está, as fotos…&lt;br /&gt; Paguei as fotos, despedi-me do Paulo e ambos saímos da loja a rir.&lt;br /&gt;Cheguei a casa com ela na cabeça e excitado com a perspectiva de conhece-la. Tomei um banho bem quente, depois ainda com a toalha no corpo deitei-me sofá e liguei para ela.&lt;br /&gt;- Olá, Stella? Disse.&lt;br /&gt;- Sim… Respondeu ela.&lt;br /&gt;- O meu nome é André, conhecemo-nos à pouco na loja…Disse.&lt;br /&gt;- Sim eu sei, estou a reconhecer a tua voz. Que vergonha, foi a minha amiga… Respondeu visivelmente atrapalhada.&lt;br /&gt;- Pois… Tenho uma coisa tua, queria devolver-te mais logo. Retorqui.&lt;br /&gt;- Hum… para devolver a foto, né? Disse ela.&lt;br /&gt;- Para te ver… conhecer-te melhor. Respondi.&lt;br /&gt;- Que sugeres? Disse ela.&lt;br /&gt;- Depois do jantar, tipo 21:30 no largo Camões, tá bom para ti? Respondi.&lt;br /&gt;- Combinado, beijinho. Disse ela sorrindo enquanto se despedia.&lt;br /&gt;- Beijo. Respondi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram 21:40 quando chegou, eu esperava por ela num das esplanadas do largo. Estava muito elegante, o vestido preto e justo realçava o belo traço do seu corpo, o sorriso alegre e o cabelo encaracolado tornavam-na mais exuberante.&lt;br /&gt;- Olá André. Disse quando se abeirou de mim.&lt;br /&gt;- Olá Stella. Respondi enquanto me levantava, trocamos apenas um beijo. Depois sentamo-nos lado a lado, as nossas pernas roçaram uma na outra.&lt;br /&gt;- Tens um nome muito bonito, diz contigo: és linda, sabias? Disse eu olhando-o nos olhos.&lt;br /&gt;- São os teus olhos. Respondeu a sorrir enquanto as suas mãos procuravam as minhas.&lt;br /&gt;Gostei do seu calor, a noite prometia… existia uma empatia crescente entre nós. Com a mão afaguei o seu cabelo macio e farto.&lt;br /&gt;- Gosto do teu cabelo. Disse sorrindo.&lt;br /&gt;- Ainda bem. Respondeu no mesmo tom olhando-me com intensidade.&lt;br /&gt;Não resisti, passei o polegar pelos seus lábios e de seguida beijei-a, com doçura primeiro, depois com intensidade. Era o beijo que os nossos corpos pediam. Gostei dos seus lábios macios e carnudos, mordi-a ao de leve antes de explorar a sua boca fresca e intensa. Estávamos assim quando fomos interrompidos pelo empregado de mesa.&lt;br /&gt;- Vão desejar algo? Perguntava o empregado divertido com a situação.&lt;br /&gt;- Tomas café? Perguntei, ela disse que sim.&lt;br /&gt;- Dois cafés e a conta, por favor. Disse ao empregado.&lt;br /&gt;- Ainda estou parva. Disse ela enquanto o empregado se afastava, continuou: nunca me tinha acontecido envolver-me assim…&lt;br /&gt;Acariciei o seu rosto e beijei-a a de leve nos lábios, depois sorrimos. A verdade é que me sentia cada vez mais atraído por ela.&lt;br /&gt;Tomamos o café enquanto falávamos sobre as nossas vidas, apreciei a sua personalidade e voluntarismo. Depois abandonamos o café saindo de mãos dadas, passeamos até à baia de Cascais e ficamos breves momentos abraçados contemplando o mar e o magnifico luar que se estendia por toda a baia.&lt;br /&gt;- Lindo! Disse ela.&lt;br /&gt;Respondi com um beijo longo enquanto as minhas mãos percorriam pela primeira vez aquele corpo bem torneado, trocamos carícias um pouco mais íntimas.  &lt;br /&gt;- A noite ainda agora começou… gostas de ouvir musica ao vivo? Perguntei.&lt;br /&gt;- Sim. Estou por tua conta… Murmurou enquanto apoiava a cabeça no meu corpo, com as mãos no meu rabo apertava-me contra ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos para o Bar-Arte, do meu amigo Zé Manuel, no Monte Estoril. É um espaço bem decorado, exposição de quadros e fotos – algumas da minha autoria – e com musica ao vivo diariamente a partir das 23 horas.&lt;br /&gt;Chegamos por volta das 22:40, a casa estava razoavelmente composta ainda assim conseguimos uma mesa com boa visibilidade para o improvisado palco e com alguma privacidade, o ambiente a meia-luz criava uma atmosfera propícia ao romance. Pedimos cerveja e sentados lado a lado, conversamos, trocamos beijos e carícias mais profundas. Enquanto a beijava acariciava o seu peito ao de leve, a outra mão por baixo da mesa já se tinha esgueirado por entre as suas cuecas e acariciava-lhe a vulva rapada, macia e papuda… a sua mão estrategicamente colocada no meu colo apertava-me o pénis deixando-o cada vez mais duro. Quando a musica começou abrandamos um pouco os mimos. Era evidente para todos o clima de paixão entre nós. O ambiente estava fantástico, ficamos até perto das duas da manhã. Já fora do bar junto ao carro, beijamo-nos com tesão, ela com as mãos dentro das minhas calças apalpava-me o rabo e eu com uma mão apalpava o seu delicioso rabo e com a outra penetrava a sua cona quente e húmida. Levantei o seu vestido e admirei o seu belo corpo em particular o peito volumoso sem soutien, ela estava encostada á porta do carro, cheio de tesão abri a porta de trás e sentei-a no banco com as pernas de fora, agachei-me, tirei-lhe as cuecas e abri bem as suas pernas.&lt;br /&gt;- Que fazes? Sussurrou ela cheia de desejo.&lt;br /&gt;- Vou te lamber toda! Respondi com a voz rouca de tesão.&lt;br /&gt;Abri bem a sua vulva e mergulhei com a boca sobre ela, adorei o calor e o seu gosto. Passava a língua no clítoris e penetrava-a, depois baixava uma pouco mais até ao botão de rosa e voltava a subir fixando-me naquela cona deliciosa. Ela gemia e soltava gritinhos, com as mãos acariciava os mamilos, por disse:&lt;br /&gt;- Beija-me! Quero sentir o gosto da minha cona na tua boca…&lt;br /&gt;Assim foi, beijamos nos intensamente enquanto as suas mãos desapertavam as minhas calças e retirava o meu pénis grosso e duro para fora, depois ainda sentada, debruçou-se ligeiramente e mamou desesperadamente no meu pénis, ficamos assim, eu de pé e ela sentada a lamber-me todo. Que delicia de mamada! Estava cada vez mais doido de tesão e ela também.&lt;br /&gt;- André, fode-me! Quase gritou ela.&lt;br /&gt;- Aqui? Disse eu meio surpreso. Estávamos num beco estreito e mal iluminado nas traseiras do bar.&lt;br /&gt;-Oh! Sim… quero-o dentro de mim. Respondeu doida de desejo.&lt;br /&gt;Levantei-a e beijamo-nos, o gosto dos nossos sexos na nossa boca ainda nos deixou mais excitados, penetrei a sua cona com o dedo. Estava em ponto de bala, quente e toda molhada, sentia os seus músculos contrair quando passava o dedo no clítoris.&lt;br /&gt;- Não aguento mais…por favor, fode-me! Disse ela no meu ouvido.&lt;br /&gt;Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora, para mais quando ela se revela tão gostosa e na flor da idade. Assim foi, ela de joelhos no banco de trás com o rabo empinado para fora, eu de pé junto da porta do carro, abri-lhe bem o rabo e duma só vez penetrei aquela cona quente e deliciosa.&lt;br /&gt;- Oh! Tão bom! Disse enquanto a penetrava.&lt;br /&gt;- Sim! Ai… não aguento. Repetia ela entre gemidos e gritinhos.&lt;br /&gt;Meti bem fundo e aumentei o ritmo de penetração, com as mãos agarrava-lhe bem nas ancas para não fugir. Malhava com loucura, completamente descontrolado de prazer.&lt;br /&gt;- Oh! Uiiii… és tão bom! Ela chorava de prazer e empinava cada vez mais o rabo.&lt;br /&gt;Sentia a sua cona a apertar cada vez mais o meu pénis, aumentando no limite o meu prazer, preparei-me para gozar naquele túnel cada vez mais pequeno e gostoso.&lt;br /&gt;- Oh! André… Vem… Vem-te na minha cona! Quase grita ela.&lt;br /&gt;O seu corpo tremia todo e abanava o rabo descontrolada.&lt;br /&gt;Agarrei-a bem pelo rabo, meti tudo dentro dela bem fundo – há conas assim que nos deixam tão doidos que queremos meter tudo, até os testitulos – e explodi de prazer dentro dela.&lt;br /&gt;-Oh! Oh! Oh! Uiiiii…gritamos de prazer.&lt;br /&gt;Foi tão bom e prolongado, que pareceu durar uma eternidade. Nunca tinha comido uma cona tão quente e apertada, numa palavra: Deliciosa!&lt;br /&gt;- Matas-me de prazer! És tão grosso… Disse ela com uma voz melosa.&lt;br /&gt;- Fodes bem! E tens uma cona… tão boa! Respondi ainda excitado.&lt;br /&gt;Ficamos parados na mesma posição um pouco mais, a verdade é que a sentia a sua cona tão grossa e apertada que me prendia o pénis. Tirei a camisa, baixei as calças por completo e comecei a sentir o fresco da noite, era o que precisávamos. Ao fim de uns minutos descolamos, ficamos de pé junto do carro abraçados. Ela compôs o vestido, não tornou a vestir as cuecas, estava de pernas abertas para escorrer o esperma que ia caindo na calçada.&lt;br /&gt;- Doido! Encheste-me de esperma…Disse a rir.&lt;br /&gt;- És sempre assim? Tão boa, tão apertada… vou querer mais! Respondi enquanto trocávamos um beijo doce.&lt;br /&gt;- Ficarmos assim, meio presos, é? Não… só contigo, é muito grosso o teu amiguinho. Respondeu afagando carinhosamente o meu pénis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já refeitos da tensão sexual entramos no carro, ela sentada a meu lado encostou a cabeça no meu ombro e disse:&lt;br /&gt;- Leva-me para onde quiseres…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-4467005751949004730?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Um caso raro de longevidade.&lt;br /&gt;Assim na terça-feira, após a reunião matinal na empresa, pus me a caminho do Porto. O trajecto foi mesmo de sempre, A1 embora as obras deixem os nervos em franja, não há outra alternativa…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é habitual paro a meio do caminho, na estação de serviço de Pombal. Serve para esticar as pernas e mudar a agua as azeitonas. Estava nessa prazeirosa tarefa, olhando para os três buracos do urinol, quando a Daniela ligou. A custo atendi o telemóvel enquanto a outra mão sacudia o plátano.&lt;br /&gt;- Olá minha menina. Disse sorrindo.&lt;br /&gt;- Meu menino, já estas a caminho? Perguntou.&lt;br /&gt;- Sim, devo chegar ao Porto ao meio-dia. Respondi.&lt;br /&gt;- Oh! Desculpa amor, não vai dar para almoçarmos. Só saio do hospital as 15horas. Disse ela.&lt;br /&gt;A Daniela é médica, recém formada.&lt;br /&gt;- Tudo bem, minha querida. Temos o jantar e a noite toda pela frente. Respondi acrescentando:&lt;br /&gt;- Almoço no Norteshopping, depois vou buscar-te ao hospital, ok?&lt;br /&gt;- Combinado, beijo doce. Respondeu ela sorrindo.&lt;br /&gt;- Beijo molhado. Devolvi enquanto caminhava para o carro.&lt;br /&gt;Já no carro retomei a marcha para o Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheço a Daniela a três anos e entre nós no imediato se gerou uma grande paixão. Sou solteiro por opção, gosto demasiado de mulheres para me dedicar apenas a uma, mas ela seria aquela que me levaria a mudar os meus hábitos e talvez casar. Mas não está nos meus planos por agora, embora ela assim deseje.&lt;br /&gt;Adoro aquela sua carinha de anjo com os olhos verdes sempre a brilhar e o sorriso meio tímido que me desarma. Adoro o seu belo corpo; pernas altas e grossas. Peito generoso, o umbigo é perfeito e o seu túnel peludo e estreito é oitava maravilha do mundo onde eu realizo a minhas mais íntimas e profundas fantasias… é uma amante dedicada, carinhosa, meiga. Mas essas qualidades não anulam a sua forte personalidade. É firme e decidida nas suas ambições, nas quais me inclui.&lt;br /&gt;Não conheço ser mais belo do que ela. É tão linda por dentro como é na sua aparência física. Adoro-a como pessoa. É a mulher que qualquer homem quereria ter como companheira e mãe dos seus filhos.&lt;br /&gt;Será amor?&lt;br /&gt;Poderá um homem adorar uma mulher com paixão, ter por ela um enorme tesão, carinho e os sentimentos mais nobres.&lt;br /&gt;Sentir o coração destroçado só com a possibilidade de um dia a perder e ainda assim não a amar? Não será isso mesmo amor? E o que é que o amor tem a ver com tudo isto? Não será somente o desejo no seu estado mais puro, uma questão de pele. Química?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com estes pensamentos cheguei ao Porto, pelo Freixo, passei ao largo do Dragão (belo estádio) direito a rotunda AEP o destino, NorteShopping. Estacionei onde sempre o faço perto da entrada da FNAC e subi ao piso da restauração.&lt;br /&gt;- André!&lt;br /&gt;Ouvi alguém chamar por mim. Virei-me quando senti uma mão feminina nas minhas costas.&lt;br /&gt;- Olá! Disse ela sorrindo.&lt;br /&gt;Reconheci no imediato. Era a Célia!&lt;br /&gt;- Olá! Tas boa? A quanto tempo… Respondi enquanto nos beijávamos na face.&lt;br /&gt;- Óptima, não vês? Respondeu exibindo um Magnifico sorriso, lábios perfeitos e sensuais, que eu tão bem conhecia.&lt;br /&gt;- Que fazes no Porto? Acrescentou.&lt;br /&gt;- Vim em trabalho, mas em boa hora vim… tenho seguido a tua carreira, muito sucesso! Respondi devolvendo o sorriso.&lt;br /&gt;- Algum. Respondeu com modéstia, acrescentando: Tens companhia para o almoço?&lt;br /&gt;- Agora já tenho. Disse.&lt;br /&gt;- Não mudas. Retorquiu rindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi muito agradável e inesperado o encontro. Não via a Célia à uns cinco anos, estava ainda mais sensual do nunca. Fomos colegas, amigos e amantes, depois cada um seguiu o seu rumo.&lt;br /&gt;Conhecemo-nos de outras vidas; Ambos fomos manequins e fizemos um trajecto comum na comunicação social. Ela optou definitivamente pelo jornalismo enquanto eu segui outro caminho. Tenho acompanhado a sua carreira, vejo-a esporadicamente num canal de televisão de cabo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almoçamos no Armazém da Cerveja, falamos das nossas vidas, de novos projectos. Mas o passado esteve sempre presente. É sempre muito agradável reencontramos alguém com quem partilhamos emoções, intimidades, ambições e mesmo após o adeus, sempre complicado quando a outra parte continua envolvida, ainda assim sentirmos uma grande emoção por esse reencontro.&lt;br /&gt;- Tivemos grandes momentos! Disse ela.&lt;br /&gt;- Só me lembro desses. Respondi com um sorriso.&lt;br /&gt;- Continuas um bom malandro… Retorquiu, acrescentando:&lt;br /&gt;- Tenho de fazer umas compras, acompanhas-me?&lt;br /&gt;- Sim claro, a menos que sejam compras de supermercado. Respondi.&lt;br /&gt;- Roupas… e algumas peças intimas. Devolveu com um sorriso sensual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sensação a dejávu assolou-me enquanto a ajudava a levantar da mesa. Já nos corredores do shopping, caminhando a seu lado, senti que a sua mão procurava a minha. Não me fiz de rogado e aceitei o convite dando-lhe a mão. Olhou-me nos olhos e sorriu, acrescentando:&lt;br /&gt;- Entramos aqui esta loja é recente (H§M), quero ver uma saia.&lt;br /&gt;Não respondi, limitei-me a acompanha-la por entre os expositores de roupa, estávamos muito juntos, sentia as suas curvas a roçar no meu corpo. A loja aquela hora (14:30) estava praticamente vazia.&lt;br /&gt;Por fim encontrou o que tanto procurava…a tal saia.&lt;br /&gt;- Gostas? Perguntou colocando a saia à sua frente.&lt;br /&gt;- Muito sensual... Respondi levando as mãos à cabeça.&lt;br /&gt;- Tolo… vou experimentar. Devolveu sorrindo, acrescentou:&lt;br /&gt;- Vem, quero a tua opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segui-a até aos provadores, sorrimos para a empregada e entramos juntos na cabine de prova. Bastante generosa em termos de espaço e com espelhos estrategicamente colocados de modo a permitir uma visão de todos os anglos.&lt;br /&gt;Logo após trancar a porta os nossos corpos colaram-se um ao outro e beijamo-nos com paixão. As minhas mãos percorreram o seu corpo, esgueirando-se por baixo da roupa até se fixarem, uma no peito e outra na sua generosa vulva. Ela apalpava o meu rabo e lutava desesperadamente com o meu cinto, para desaperta-lo.&lt;br /&gt;- Tira as calças e come-me! Sussurrou ao meu ouvido despia o vestido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observei maravilhado o seu belo corpo, estava mais apetitosa do que nunca, enquanto despia as calças. Ela, nua, apenas com os sapatos de salto alto, encostou-se à parede de fundo e preparou-se para me receber. Encostei-me e de imediato senti o calor do seu corpo a transferir-se para o meu concentrando-se no pénis, já em riste.&lt;br /&gt;- Oh! Tas tão quente! Murmurou quando a penetrei.&lt;br /&gt;- Que cona gostosa. Respondi enquanto a penetrava profundamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estávamos ambos de pé e os nossos corpos bem juntos, aumentei o ritmo e intensidade de penetração. Sentia os seus seios generosos esmagados no meu peito, ela gemia enquanto cravava as unhas nas minhas nádegas e pelo espelho via os meus movimentos enquanto a penetrava. Estávamos ambos doidos de tesão!&lt;br /&gt;- Isso fode-me com força… oh! Quase gritava no meu ouvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz uma pausa e virei-a ao contrário, ficando com o rosto para a parede e o seu rabo delicioso, empinado, virado para mim. Nessa posição com as pernas bem abertas voltei a penetra-la, fundo e forte. Com uma mão apalpava-lhe as mamas e com a outra acariciava o seu sensível clítoris.&lt;br /&gt;- Oh! Querido… isso… sim… beija-me! Gemia enquanto lambia os lábios.&lt;br /&gt;Assim fiz, beijei-a com tesão, a nossa boca fundiu-se numa só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumentei a intensidade, malhava com loucura, totalmente descontrolado de prazer preparei-me para gozar na sua cona deliciosa.&lt;br /&gt;- Oh! Oh! Uiiiii… vem, vem-te! Gemia enquanto apertava as coxas, estreitando ainda mais o seu túnel gostoso. Não resisti e explodi de prazer dentro dela.&lt;br /&gt;- Oh… És tão boa! Sussurrei ao seu ouvido enquanto atingia o clímax. Acrescentei:&lt;br /&gt;- Tão boa… À muito tempo que não comia uma cona tão boa!&lt;br /&gt;Por momentos ficamos assim, abraçados, depois voltamos à realidade e prontamente nos vestimos.&lt;br /&gt;- É disto que sinto falta. Disse ela, acrescentando:&lt;br /&gt;- Nunca te negas e tens sempre muita energia…onde vais buscar tanta energia?&lt;br /&gt;Não respondi directamente apenas disse:&lt;br /&gt;- Estás mais gostosa que à cinco anos, como o tempo voa…&lt;br /&gt;Saímos da cabine, ao fundo do corredor a empregada olhava para nós intrigada. Quando passamos por ela, disse:&lt;br /&gt;- Está tudo bem?&lt;br /&gt;- Não, não levo a saia. Respondeu depositando a saia no balcão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fora da loja, rimos enquanto caminhávamos de mãos dadas.&lt;br /&gt;- Pensei muito em ti, sofri com o fim da nossa relação, a verdade é que não encontrei outro homem que me preenche-se como tu… Disse olhando no meu olhos.&lt;br /&gt;Ficamos abraçados por breves momentos.&lt;br /&gt;- Adorei reencontrar-te. Tens alguém especial, namorado, amigo… Perguntei.&lt;br /&gt;Ela negou com a cabeça.&lt;br /&gt;- Agora já tens, vamos manter o contacto. Ok? Disse.&lt;br /&gt;- Vou todas as semanas a Lisboa. Disse sorrindo.&lt;br /&gt;- E eu ao Porto, já são dois dias por semana… respondi.&lt;br /&gt;Rimos, trocamos contactos e beijamo-nos intensamente, o tempo era de despedida, eram quase 15 horas, tinha de ir buscar a Daniela ao hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois deste reencontro as minhas viagens semanais ao Porto passaram a ter um encanto redobrado…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-335200453844161321?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Tem 23 anos e é uma mulher deliciosa, com um corpo escultural e bem torneado. Dá gosto vê-la aproximar-se, pelo peito vultuoso e a cara gulosa. Da mesma forma que dá prazer vê-la afastar-se, pelo belo rabo, imponente e bem definido. É um autêntico furacão, que passa e mobiliza as todas as atenções; masculinas, claro e também as femininas.&lt;br /&gt;Ando a come-la, em segredo, a uma semana. Em segredo pelos mexericos que sempre existem numa empresa, alem disso, porque sou discreto nas minhas conquistas e existem outras mulheres na empresa que apreciam os meus dotes…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta última semana de trabalho tem começado invariavelmente da mesma forma; quando chego ao parque subterrâneo da empresa, de manhã, já ela está a minha espera no seu Pólo. Estaciono o carro e dirijo-me para o pequeno WC existente naquele nível, ela segue-me e acabamos a foder como dois animais com o cio naquele espaço exíguo e mal cheiroso. São dez minutos de sexo puro e intenso. Ela sentada, no pequeno lavatório, de pernas abertas e eu de pé no meio a penetrar fundo e forte aquele túnel peludo, quente e muito molhado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o meu exercício matinal e sabe tão bem, que quando nos cruzamos ao longo do dia, nos corredores da empresa, a tesão volta.&lt;br /&gt;Um destes dias antes do almoço não resisti, ela estava de volta da fotocopiadora.&lt;br /&gt;- Não tem papel. Disse ela.&lt;br /&gt;- O mal é geral. Respondi no gozo, acrescentando: tens de ir buscar mais ao economato.&lt;br /&gt;- Ora e onde é? Retorqui.&lt;br /&gt;- Follow me… Respondi com um sorriso malandro.&lt;br /&gt;Ela sorriu com malícia olhou em volta e seguiu-me para o economato que fica na extremidade do escritório junto as escadas de serviço.&lt;br /&gt;O nosso economato é pequeno, apenas servindo para guardar alguns artigos de escritório.&lt;br /&gt;Entrei a frente, passado uns segundos entrou ela, sorrimos. Tranquei a porta e avancei, beijei o pescoço e mordi a orelha antes de enfiar a língua na sua boca. Ela tinha a respiração alterada e sentia o seu coração bater descompassadamente. As minhas mãos já deslizavam pelo seu corpo, dentro as calças, apalpei-lhe o rabo enquanto baixava as minhas calças.&lt;br /&gt;Estávamos ambos de pé, ela virou-se de trás roçando o rabo no meu sexo enquanto eu acariciava as suas mamas e o clítoris.&lt;br /&gt;Foda-se, que tesão! Aquele rabo delicioso roçando no meu pénis, cada vez mais grosso e duro. Ela sentindo-o abaixou e de uma só vez meteu-o na boca levando-me ao delírio.&lt;br /&gt;- Oh! Isso… mamas bem. Disse eu, incentivando-a. Que delicia de mamada. Bem lubrificada, com ritmo e muito sentido de gaita.&lt;br /&gt;- Adoro chupar o teu pau, mas não te venhas na minha boca… Disse ela, numa pausa enquanto lambia os testículos.&lt;br /&gt;Puxei-a para mim, baixei as suas calças por completo e encostei-a a uma palete de caixas de papel, ficando ela com aquele belo rabo bem empinado a minha disposição.&lt;br /&gt;- Que fazes. Disse ela.&lt;br /&gt;- Vou te foder. Respondi nas calmas.&lt;br /&gt;- Aqui? Tas doido? Disse ela com a voz trémula de desejo.&lt;br /&gt;- Aqui e agora. Respondi enquanto a agarrava pelo rabo.&lt;br /&gt;Meti bem fundo, de uma vez só, penetrando aquele túnel apertado e delicioso. Ela apoiou-se bem prevendo a intensidade das estocadas. Eu estava doido de tesão, ver aquele rabo delicioso a abrir-se para mim enquanto a comia a bruta.&lt;br /&gt;- Oh! Gosto á bruta… isso dá-me! Dizia ela com a voz melosa.&lt;br /&gt;Meti bem fundo e explodi de prazer dentro dela.&lt;br /&gt;- Oh! Oh! Oh! Não há nada melhor… Quase gritei.&lt;br /&gt;Foram três, quatro minutos do melhor sexo.&lt;br /&gt;Gosto de mulheres assim, bonitas, inteligentes q.b. e boas de foder. Que gostem de dar, tanto como gostam de recebem…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rapidamente compusemos a roupa, tirei uma caixa de papel para copiadora enquanto ela destrancava a porta.&lt;br /&gt;- Vamos. Disse sorrindo.&lt;br /&gt;- A tarde á mais… respondi enquanto saíamos do economato.Eu dirigi-me a fotocopiadora para repor o papel e ela a toillet.&lt;br /&gt;- Deixaste-me toda molhada. Disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do dia o ritual é outro. Ela mora em Massamá e eu em Cascais, não sendo longe são caminhos quase o postos que temos de fazer. Assim acabamos a desanuviar a tesão acumulada ao longo do dia, numa pensão na baixa.&lt;br /&gt;Na última quinta-feira, depois de mais uma dupla sessão vespertina de sexo, enquanto tomávamos banho perguntou:&lt;br /&gt;- Gostas do Jorge Palma? É que tenho dois bilhetes para o concerto em Sintra… e não tenho companhia, melhor dizendo gostava que fosses comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres são terríveis, as voltas que dão só para fazer uma simples pergunta.&lt;br /&gt;- Sim gosto e vou com todo prazer. Respondi.&lt;br /&gt;O rosto dela iluminou-se e riu com alegria enquanto se abraçava a mim.É um privilégio desfrutar da sua companhia, alem de inteligente, a Rita é uma bela mulher. O cabelo preto encaracolado e a pele morena realçam o verde dos seus olhos, os lábios carnudos e o sorriso desarmam qualquer um. Com ela a alegria é permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sexta-feira não tivemos a habitual sessão vespertina de sexo, saímos mais cedo e fiquei de passar em sua casa, vive com os pais e irmãos, pelas 21:30 para irmos ao concerto do Jorge Palma, em Sintra.&lt;br /&gt;Assim a hora combinada estava a porta dela, estacionei em frente ao prédio e toquei a campainha.&lt;br /&gt;- Quem é? Perguntou uma voz masculina.&lt;br /&gt;- Boa noite, a Rita por favor. Disse.&lt;br /&gt;- Ó Rita é para ti… Ouvi do outro lado.&lt;br /&gt;- És tu, André? Sobe os meus pais querem te conhecer. Disse ela.&lt;br /&gt;- Sim, querida. Mas hoje não dá, tenho carro mal estacionado… Respondi.&lt;br /&gt;Nesta altura não tenho qualquer intenção de conhecer a sua numerosa e simpática família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ela já a meu lado, no carro, seguimos pelo IC19 para Sintra. Destino centro cultural Olga Cadaval, que eu conheci a mais de vinte anos ainda como Cine-Teatro Carlos Manuel, como o tempo passa… e ainda bem! Tudo se renova e se transforma, por vezes duma abóbora em um coche, como no conto infantil, foi o caso. Fiquei deslumbrado com a renovação deste espaço.&lt;br /&gt;Ás 22:20 o momento mais esperado: Naquele seu jeito meio alucinado e aos trambolhões, Jorge Palma em palco.&lt;br /&gt;Foram quase duas horas de empatia total com o seu público, no qual me incluo, que lotava por completo a sala. “Dá-me lume”, “Encosta-te a mim” e “deixa-me rir”, levaram a sala ao delírio! Jorge Palma igual a si próprio; provocador e respondendo, também a todas as provocações do publico. Por momentos parecia que estava numa qualquer semana académica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Findo o espectáculo rumamos ao Caipirinha Bar, ainda em Sintra na zona da Estefânia. O espaço embora vulgar na sua decoração tem um ambiente agradável, dentro do género. Bebemos uma caipirinha e jogamos snooker, durante uma hora, depois saímos e acabamos a foder no banco de trás do carro ali mesmo no parque de estacionamento do bar.&lt;br /&gt;Quando chegamos ao estacionamento, junto ao carro beijamo-nos, enquanto a acariciava as mamas ela habilidosamente tirou o meu pénis, já em descolagem vertical, para fora das calças e manuseou-o a vontade. Depois ajoelhou-se e abocanhou-o, mamava com ritmo, doida de tesão. Agarrei na sua cabeça, pelos cabelos, e ela permitiu que a come-se na boca aumentado o ritmo da mamada. Quase no auge parei, retirei o pénis da sua boca e puxei-a para mim, beijando-a, encostei-a ao carro e subi a sua saia enquanto desviava o fio dental e penetrei-a com o dedo anelar, preparando o caminho. Ela gemeu e agarrou no meu pénis guiando-o até ao seu túnel delicioso!&lt;br /&gt;Ela estava no ponto, estremeceu quando a penetrei com intensidade, quase a bruta.&lt;br /&gt;- Ó isso, dá-me… dá-me forte. Dizia ela ao meu ouvido.&lt;br /&gt;- Que cona deliciosa! Não me canso de te foder… Respondi no mesmo tom.&lt;br /&gt;O barulho de alguém que se aproximava devolveu-nos à realidade. Paramos os movimentos e entramos no carro, ambos no banco de trás, a tesão era grande e o desfecho inevitavelmente seria ali.&lt;br /&gt;Tranquei as portas, os vidros estavam totalmente embaciados, abstraímo-nos de tudo o resto e apenas nos concentramos nos nossos corpos. Tirei as calças enquanto ela se despia totalmente, sentei-me no banco do meio com pénis em riste esperando por ela, que não tardou em sentar-se nele virada para mim, senti de imediato o seu calor no meu pénis que foi aumentando a medida que ela cavalgava em mim. Com as mãos no tejadilho do carro ela ajudava a dar mais ritmo, eu lambia as suas generosas mamas que baloiçavam a minha frente e com uma mão acariciava o clítoris, com a outra apalpava o seu rabo e penetrava-a no ânus.&lt;br /&gt;- Isso! Gritava ela enquanto aumentava o ritmo.&lt;br /&gt;- Fodes bem… Respondi, incentivando-a a aumentar o ritmo.&lt;br /&gt;- Oh! Oh! Oh!... Ela gemia e o seu corpo começava a tremer.&lt;br /&gt;Acariciei ao de leve o clítoris e meti o dedo mais fundo no seu cu. O seu corpo reagiu de imediato; comecei a sentir o seu túnel contraindo-se cada vez mais apertando ainda mais o meu pénis. A tesão estava no auge e o clímax era eminente.&lt;br /&gt;- Oh! Querido… bate-me no rabo! Disse fora de si.&lt;br /&gt;Dei-lhe três ou quatro palmadas nas nádegas. Ela delirava e o seu túnel delicioso apertava cada vez mais o meu pénis. Estava quase no ponto.&lt;br /&gt;- Oh! Isso… (continuava a dar-lhe palmadas) oh! Querido… oh! Vem-te… vem-te! Gritava descontrolada.&lt;br /&gt;Não se recusa um pedido tão generoso a uma senhora. Foi o que fiz… deixei-me vir! Ejaculei violentamente dentro dela. Ela aumentou o ritmo e depois afundou-se no meu pénis, parando e abanando ao de leve o rabo. Sentia a sua cona a latejar no meu pénis.&lt;br /&gt;- Oh! Foda tão boa… Dissemos.&lt;br /&gt;Ficamos assim, dentro dela e abraçados, uns minutos. Depois vestimo-nos, saímos do carro, sentia me bem. Feliz é o termo.&lt;br /&gt;O cenário era incrivelmente belo: o luar intenso iluminava a serra de Sintra, via-se com nitidez a vegetação exuberante e as muralhas do castelo dos Mouros recortada na paisagem.&lt;br /&gt;- André, não quero que te assustes ou que fiques envaidecido, mas estou a gostar demais de ti. Apaixonei-me por ti no primeiro dia que te vi noescritório… Disse ela, inspirada pela paisagem ou pelo belo momento de sexo que tivéramos.Não respondi, com sempre faço nestas ocasiões, olhei-a nos olhos e beijamo-nos longamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me sinto preparado para ter apenas uma mulher na minha vida e sei que isso será inevitável se me apaixonar…&lt;br /&gt;(...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-6166274126670972085?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Queluz</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;(…)Penso que ainda não falei da Sónia, não foi certamente por esquecimento, pelo contrário. Ela é uma miúda bem disposta, sempre animada e disposta para sexo, por vezes uma pouco “louca”. Era normal começar a mamar no meu pénis enquanto conduzia, deitava a cabeça no meu colo e deliciava-se. As vezes tirava a blusa e pendurava o soutien no espelho retrovisor ficando com as mamas ao leu. Era divertido o nosso percurso até a sua casa. Vivia com os pais, muito austeros, por isso o carro era o nosso ninho de sexo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com ela tive os melhores momentos de sexo, nos dois anos em que nos andamos a comer, poucas foram as vezes em que o carro não serviu de motel. Por duas ou três vezes fizemos no sofá do meu escritório, onde perdeu os três, e por umas cinco vezes estivemos numa pensão algures na Amadora. Em minha casa nunca. Não que ela não merecesse, mas por ficar fora de mão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sexo com ela era sempre bom e normalmente acontecia quando a levava a casa. Era garantido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lembro de um broche incrível num restaurante na Amadora, onde jantávamos. O local estava razoavelmente movimentado, com ambiente a meia-luz, nós estávamos numa mesa redonda num canto. Ela sentada ao meu lado, tomou a iniciativa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Se tirares a “bisnaga” para fora, eu chupo. Disse ela com um sorriso provocante enquanto me acariciava a “bisnaga”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Estou curioso, podes tirar… Respondi já de pau feito, excitado com a ideia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nunca digo que não a um desafio, aprecio mulheres atrevidas e com imaginação. Já tinha o pénis fora das calças, tapado com a toalha de mesa, por baixo a mão dela trabalhava com ritmo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- É agora. Disse ela deixando cair o seu guardanapo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E debruçou-se para apanhar o guardanapo com a mão enquanto a cabeça parava no meu colo. Deu-me três estocadas com a boca. Que delicia!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mantive a cara mais serena possível e olhei em redor, ninguém parecia ter reparado. Ao longo da refeição, repetiu por duas vezes a “operação”. Estava aprovada, sabia com agradar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltamos a jantar seis meses depois no mesmo restaurante, voltou a mamar, no final da refeição, antes do café, acabamos a foder no toillet das senhoras. Ela foi primeiro, inspeccionou o local e esperou por mim à porta. Lá dentro, na cabine da sanita, ela encostada a uma parede e com as duas pernas abertas na outra parede, eu no meio penetrava-a com vigor. Abstraí do barulho dos nossos corpos a bater na parede e dos gemidos, estava absolutamente concentrado naquela cona deliciosa, nas suas mamas e na boca. Com as mãos agarrava-a pelo rabo e com os dedos penetrava o seu ânus. Ela delirava e eu também, meti bem fundo e gozei dentro dela. Não foi a queca do século, mas andou perto…&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conheci a Sónia há três anos, quando ela foi trabalhar para a mesma empresa onde trabalho. Quase no imediato começámos a andar. Tudo começou com uma boleia… que terminou numa mamada, fantástica, duas ruas por trás da casa dela. Nos quinze dias que se seguiram já não conseguia dispensar aquela deliciosa boca a deslizar no meu pénis. A melhor hora do dia era quando a levava a casa. A minha happy hour. E também a dela, sim ela fazia aquelas deliciosas mamadas com prazer. Quando me disse que era virgem, confesso que não acreditei, tal a desenvoltura e intimidade que revelava com o pénis. Tinha de confirmar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas ela resistiu durante mais dois meses, nesse período alem do broche, acrescentamos o sexo anal ao nosso cardápio. Que belo rabo, em forma de coração. Primeiro mamava, durante uns quinze minutos enquanto eu acariciava o seu clítoris e penetrava-a ligeiramente com o dedo, na cona e no cu. Sentado no banco do condutor e ela ao lado deitada com a cabeça no meu colo e toda nua mamava.Quando me sentia no auge colocava-se de gatas com o rabo bem arrebita, posicionando-se para me receber.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Hoje vou foder-te na cona! Disse doido de tesão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não! Ainda não estou preparada… dá-me no cu! Oh! Isso… Querido. Respondeu com a voz trémula de tesão.Mais uma vez gozei no seu delicioso rabo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela era de facto virgem e custou muito a ceder, mas tinha de confirmar, alem de que era uma tentação que aconteceu num sábado à tarde, no sofá do meu escritório. Foi a virgem que mais tesão me deu desflorar. Pela qualidade do broche nos preliminares, pela punheta de mamas e sobretudo pela cona rosada, rapada quanto baste e muito apertada. Perfeita. (…)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-4191272403104458121?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0K9UUxNPqQND8cp-6wYU41eY1-4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0K9UUxNPqQND8cp-6wYU41eY1-4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0K9UUxNPqQND8cp-6wYU41eY1-4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0K9UUxNPqQND8cp-6wYU41eY1-4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DirioDoLibertino/~4/ADC6OhkgCNg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/4191272403104458121/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5813750796566187929&amp;postID=4191272403104458121" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/4191272403104458121?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/4191272403104458121?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DirioDoLibertino/~3/ADC6OhkgCNg/sonia-21-anos-queluz.html" title="Sonia, 21 anos... Queluz" /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2007/07/sonia-21-anos-queluz.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UNQ30yfip7ImA9Wx9UFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-1424366092326060813</id><published>2007-07-05T19:28:00.001+01:00</published><updated>2011-02-13T10:01:32.396Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-13T10:01:32.396Z</app:edited><title>A mamada, como ela é...</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;Combinamos ao fim da tarde no Lais de Guia em Matosinhos, quando cheguei já ela esperava por mim na esplanada. Mais bonita do que nas fotos que enviara.&lt;br /&gt;- Olá Isabel. Disse enquanto a beijava na face.&lt;br /&gt;- Oi André. Respondeu como se fossemos velhos amigos.&lt;br /&gt;No horizonte os últimos raios de sol despediam-se do dia num bailado suave sobre as aguas calmas do mar.&lt;br /&gt;Bebemos um chá, falamos sobre nós e saímos de mãos dadas ao fim de meia hora. Sabíamos ao que vínhamos e o desejo falava mais alto. Paramos junto ao meu carro e aí nos beijamos pela primeira vez, um beijo longo e excitante. As minhas mãos correram o seu belo corpo antes de se fixarem no rabo. Ela riu como a minha erecção.&lt;br /&gt;- Não perdes tempo. Disse ela.&lt;br /&gt;- A culpa é tua… Vamos para um sítio mais aconchegado. Respondi.&lt;br /&gt;- Para minha casa. Disse ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos para sua casa, ela ao meu lado no carro, agarrou na minha mão e como um sorriso malicioso coloco-a no meio das suas pernas.&lt;br /&gt;- Aqui está mais quente. Disse, estava um dia frio de Inverno.&lt;br /&gt;Não respondi, apenas sorri. Sentia o calor das suas coxas na minha mão. Subíamos a circunvalação em direcção a São Mamede de Infesta, onde ele morava. Já estava escuro e caía uma ligeira chuva. Agarrei na sua mão e pus no meu sexo já em fase de descolagem. Ela sorriu agradecida enquanto o apalpava.&lt;br /&gt;- Podes tirar para fora. Disse para ela enquanto me concentrava na condução, reduzindo a velocidade.&lt;br /&gt;Ela solícita tirou-o para “fora” e começou a trabalhar com as mãos. Depois não resistiu e inesperadamente mergulhou com a boca sobre o meu pénis mamando com vigor.&lt;br /&gt;- Adoro chupar um bom caralho . Disse enquanto punha na boca um rebuçado de mentol.&lt;br /&gt;- Isso. Respondi excitado com a perspectiva de uma mamada enquanto conduzia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela chupava com arte, lubrificava bem e engolia tudo, a frescura do mentol deixava-me ainda mais doido de tesão. Desliguei por completo, esqueci a estrada o caminho, os outros condutores. Só sentia aquela boca quente a deslizar no meu pénis. Estava prestes a vir. Ela sentiu os meus músculos a contrair e mamou com mais vigor. Tinha de gozar na sua boca, era uma pena não o fazer. Relaxei e deixei-me vir. Ela sugou tudo até a ultima gota. Que delicia de mamada! Só por isso já tinha valido a pena conhece-la.&lt;br /&gt;Há mulheres assim, que sabem e gostam de nos levar ao limite.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-1424366092326060813?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FRMIqnTxHJvwe-UTI0KFAeWbJ9A/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FRMIqnTxHJvwe-UTI0KFAeWbJ9A/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DirioDoLibertino/~4/JmIbFkOEGkM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/1424366092326060813/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5813750796566187929&amp;postID=1424366092326060813" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/1424366092326060813?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/1424366092326060813?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DirioDoLibertino/~3/JmIbFkOEGkM/mamada-como-ela.html" title="A mamada, como ela é..." /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2007/07/mamada-como-ela.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUBR3g9fyp7ImA9WB5QFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-7816967691896687746</id><published>2007-07-05T14:43:00.000+01:00</published><updated>2007-07-05T14:47:36.667+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-07-05T14:47:36.667+01:00</app:edited><title>Despertar</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;(...)Acordei por volta das 5 da manhã, o dia já clareava, com uma forte erecção. Parecia um sonho, mas era real, ela toda nua mamava no meu “tronco”… &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há melhor maneira de acordar um homem? De certo não! Sorri para ela, nua de gatas a minha frente. Bela mulher, corpo perfeito! Puxei-a para cima, para mim e beijamo-nos. O primeiro beijo. Um beijo quente, saboroso e cúmplice. Tínhamos sobrevivido ao despertar… quantas vezes os amantes acordam de costas voltadas pensado: “que faço aqui?” e rapidamente se vão. Não era o caso. Uma vez mais naquela madrugada, penetrei-a com movimentos suaves e sem tirar a língua da boca dela. Gemíamos os dois e pela primeira vez senti a unhas dela nas nádegas apertando cada vez mais. Descontrolados de prazer aumentamos o ritmo e juntos atingimos o clímax! Vim dentro dela olhos no olhos. Dissemos os nossos nomes… &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ficamos assim deitados eu ainda dentro dela. Passamos pelas brasas, só despertando quando o rádio tocou ás 6 da manhã. Ambos estendemos as mãos para a mesa de cabeceira… para o rádio e rimos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Tenho de trabalhar. Disse eu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Levantamos e tomamos banho juntos, ela bebeu um iogurte liquido, eu precisava de um galão com uma sandes mista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Saímos e já no metro despedimo-nos. Ela a luz do dia era ainda mais linda. Parecia mais miúda e insegura. Adorei aquele momento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Combinamos encontro ao fim da tarde no bar, novo beijo e separamo-nos.(...)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-7816967691896687746?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iMPExkgy_-EntHaYGWdAIB9VCcA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iMPExkgy_-EntHaYGWdAIB9VCcA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DirioDoLibertino/~4/O4otrjPS6S0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/7816967691896687746/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5813750796566187929&amp;postID=7816967691896687746" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/7816967691896687746?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/7816967691896687746?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DirioDoLibertino/~3/O4otrjPS6S0/despertar.html" title="Despertar" /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2007/07/despertar.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MGSXkyfip7ImA9WB5QFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-5792505042218925303</id><published>2007-07-03T11:41:00.000+01:00</published><updated>2007-07-03T11:43:48.796+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-07-03T11:43:48.796+01:00</app:edited><title>Daniela, 21 anos</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;(…) Parei o carro na berma da estrada e amei-a ali mesmo, na bela e fria cidade da Guarda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não durou mais do que cinco minutos, mas valeu pela excitação do momento e do local. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela deitada, no banco do pendura, nua de pernas abertas esperava por mim. Os vidros já estavam embaciados. Lá fora o trânsito era intenso. Enchi-me de coragem e despi-me por completo. (…) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-5792505042218925303?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zZcLiNuLGFQ7VV5P6Zs8k3RMeYo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zZcLiNuLGFQ7VV5P6Zs8k3RMeYo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zZcLiNuLGFQ7VV5P6Zs8k3RMeYo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zZcLiNuLGFQ7VV5P6Zs8k3RMeYo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DirioDoLibertino/~4/Lmr1O3SrZ6c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/5792505042218925303/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5813750796566187929&amp;postID=5792505042218925303" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/5792505042218925303?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/5792505042218925303?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DirioDoLibertino/~3/Lmr1O3SrZ6c/daniela-21-anos.html" title="Daniela, 21 anos" /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2007/07/daniela-21-anos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0IBRXY6eCp7ImA9WB5QFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-7468389049891276646</id><published>2007-07-02T15:12:00.000+01:00</published><updated>2007-07-03T11:45:54.810+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-07-03T11:45:54.810+01:00</app:edited><title>Libelo</title><content type="html">De que mais precisa um homem senão de um pedaço de mar – e um barco [com o nome da amiga, e uma linha e um anzol pra pescar ?&lt;br /&gt;E enquanto pescando, enquanto esperando, de que mais precisa um homem [senão de suas mãos, uma pro caniço, outra pro queixo, que é para ele poder se perder no infinito, e uma garrafa de cachaça pra puxar tristeza, e um pouco de pensamento pra pensar até se perder no infinito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... ..............................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que mais precisa um homem senão de um pedaço de terra -- um pedaço [bem verde de terra -- e uma casa, não grande, branquinha, com uma horta e um modesto pomar; e um jardim – que um jardim é importante – carregado de [flor de cheirar ?&lt;br /&gt;E enquanto morando, enquanto esperando, de que mais precisa um homem [senão de suas mãos para mexer a terra e arranhar uns acordes de violão quando a noite se faz de luar, e uma garrafa de uísque pra puxar mistério, que casa sem mistério não tem valor morar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... .................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que mais precisa um homem senão de um amigo pra ele gostar, um [amigo bem seco, bem simples, desses que nem precisa falar -- basta olhar -- um desses que desmereça um pouco da amizade, de um amigo pra paz e pra [briga, um amigo de paz e de bar ?&lt;br /&gt;E enquanto passando, enquanto esperando, de que mais precisa um homem [senão de suas mãos para apertar as mãos do amigo depois das ausências, e pra bater nas costas do amigo, e pra discutir com o amigo e pra servir bebida à vontade ao amigo ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que mais precisa um homem senão de uma mulher pra ele amar, uma [mulher com dois seios e um ventre, e uma certa expressão singular ?&lt;br /&gt;E enquanto pensando, enquanto esperando, de que mais precisa um homem senão de [um carinho de mulher quando a tristeza o derruba, ou o destino o carrega em sua onda sem rumo ? Sim, de que mais precisa um homem senão de suas mãos e da mulher -- as únicas coisas livres que lhe restam para lutar pelo mar, pela terra, pelo amigo ..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinicius de Moraes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-7468389049891276646?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T2TgAoaGHxST3TEKj-zXPevuZ7Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T2TgAoaGHxST3TEKj-zXPevuZ7Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T2TgAoaGHxST3TEKj-zXPevuZ7Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T2TgAoaGHxST3TEKj-zXPevuZ7Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DirioDoLibertino/~4/UUHpnkfMiZA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/7468389049891276646/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5813750796566187929&amp;postID=7468389049891276646" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/7468389049891276646?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/7468389049891276646?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DirioDoLibertino/~3/UUHpnkfMiZA/libelo.html" title="Libelo" /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2007/07/libelo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MAR3Y_cSp7ImA9WB5RGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-6791408140158591319</id><published>2007-06-26T14:35:00.000+01:00</published><updated>2007-06-26T14:44:06.849+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-06-26T14:44:06.849+01:00</app:edited><title>A primeira vez...</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“ (…) Conheço a Raquel á meia dúzia de anos. Ela é nortenha, mais uma que se rendeu aos encantos, sobretudo ao clima, de Lisboa. Já fomos amantes. Agora somos amigos, por vezes íntimos… Cruzamo-nos com alguma frequência na noite, em bares ou em festas de amigos comuns. Temos uma cumplicidade, cavada em muitos lençóis, que nos leva a procurar a companhia um do outro sempre que em alguma ocasião no cruzamos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Gosto de falar com ela. É inteligente e aborda com desassombro temas da esfera masculina. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Como ela diz: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Entendo-vos bem! Ás vezes também penso como um gajo… Acrescentando: Tu por exemplo adoras a conquista, tens muito prazer na fase em que conquistas a mulher.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ao que invariavelmente respondo: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Gosto da conquista mas adoro a tomada de posse... E nesse ponto concordamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Isto tudo vem a propósito da última conversa que tivemos, á pouco mais de uma semana, numa festa em Cascais. Não, não foi na casa da tia Betty…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Falávamos numa roda de amigos sobre a importância da “primeira vez”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Para mim não teve importância nenhuma, alias até descobri o sexo bem tarde. Tinha 21 anos. Disse ela. Rimos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- É verdade. Continuou: tive o primeiro namorado aos 17 anos, nunca nos passou pela cabeça ter sexo. Ele queria casar virgem. Nova risota. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Raquel aos 30 anos é um pedaço de mulher com um corpo escultural, trabalhado em muitas horas de piscina. Imagino aos 17 anos…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Namoramos três anos, sem nenhuma intimidade. Entretanto vim para Lisboa, só aí alguma coisa começou a mudar na minha cabeça. Dizia entusiasmada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Na cabeça ou mais a baixo. Provoquei &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Em ambos. Ripostou: Decidi que era tempo de ter uma vida sexual. Conheci um Irlandês que estava cá de férias e foi com ele. Como podia ser com outro, entendes?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Sim, nunca mais o viste? Perguntei, curioso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Não, ainda falamos ao telefone… mas a ideia era essa. Respondeu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- E tu? Nunca me falaste nesse assunto, não falas muito de ti. Disse ela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Eu?! Respondi sorrindo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Penso que minha vida tem sido particularmente interessante, rica em acontecimentos e emoções. Mas não sou pessoa de falar muito sobre mim. A visão que temos de nós raramente coincide com a forma como os outros nos vêem. Muito menos tenho a lata de me auto elogiar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- A única importância que teve foi o de abrir um novo capitulo na minha vida. Disse eu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- E? Voltou a questionar. Parecia muito interessada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- A minha primeira vez aconteceu quanto tinha 14 anos. Disse continuando: E foi tão bom, o acto em si, que desde essa altura até agora nunca mais parei. Rimos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foi com a Cristina. Era a miúda mais doida da escola apesar de ser um ano mais nova. Ela estava no 8º e eu no 9º ano, ambos estudávamos no período da tarde e já a algum tempo que ela andava a trás de mim. Apesar da idade ela era uma mulher, em corpo. A primeira vez aconteceu, na tarde a seguir ao dia em que começamos a andar. Foi a trás do ginásio da escola, no último tempo, já noite. Ambos de pé, ela levantou o vestido, eu baixei as calças afastei as cuecas dela e... foi tudo muito rápido. Ela repetia ao meu ouvido: “ Não te venhas dentro mim…” Não resisti e com a irresponsabilidade própria da idade atingi o clímax dentro dela. Também era a primeira vez, tinha de ir até ao fim! Os dias se seguiram foram de angústia, até o período dela finalmente vir. Alivio! A partir dessa altura todo o dinheiro que juntava era para comprar as duas embalagens semanais de Durex.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Foi importante? É um momento que recordas com emoção…? Perguntou a Raquel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Foi uma porta que se abriu. Só isso. Alias com ela tive duas “estreias”… Respondi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Como assim? Perguntou curiosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Tive o meu primeiro “menáge á trois” foi com ela e uma prima. Respondi sorrindo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Então foi importante! E como foi? Perguntou com entusiasmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Visto assim, foi. Mas não penso muito nisso, é passado… quase pré-história. Respondi. Rimos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Importante é o que vamos fazer quando chegarmos a tua casa. Abriste-me o apetite… Disse aproveitando a onda. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ela tinha a mão na minha perna. Sorriu e afagou ao de leve o meu sexo. (…)”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-6791408140158591319?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Ela estuda medicina veterinária e tem namorado. Segundo a mãe, a dona Milú, é um bom partido. Médico pediatra. Mas pelos vistos não dá conta da namorada.&lt;br /&gt;A Paty é muito fogosa. Na cama faz tudo com gosto, nunca se nega. Tem um desejo quase insaciável. Nos últimos meses ela tem-me procurado com muita frequência. Quando menos espero, ela aparece, irresistível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um destes dias saia de manhã apressa para o trabalho. Quando o elevador parou no andar de baixo, ela entrou. Linda, como sempre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Bom dia, querido vizinho… Muito bonito! Disse piscando olho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Igualmente. Respondi sorrindo.Estávamos sozinhos no elevador. Ela encostou-se e ajeitou o nó da minha gravata. A sua mão deslizou pelo meu fato parando no meu sexo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sabes que não resisto ao teu pau. Disse ao ouvido enquanto introduzia a mão nas calças.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Paty… aqui não. Respondi esforçando-me por controlar a erecção que se adivinhava. Continuei: no elevador não…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não seria a primeira vez… Disse e esticando o braço carregou no botão de stop de elevador.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sorriu com malícia fazendo duas covinhas na face. Aquela carinha de bebé chorão, tem o dom de me deixar doido de tesão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ajoelhou-se e abocanhou o meu rolo de carne erecto já fora do meu controlo. Com as mãos acariciava-me os testículos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Anda cá. Disse, o melhor era despachar o “serviço” aquela hora não havia tempo para grandes floreados. E uma rapidinha também sabe bem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela encostou-se á parede do fundo do elevador, levantou a saia e tirou as cuecas enfiando-as no bolso do meu casaco. Baixei as calças e penetrei-a com vigor. Abstraí do barulho provocado pelas vibrações dos nossos corpos no elevador e tentei tapar-lhe a boca. Sem sucesso. Ela gemia em tom alto. Com ela quase aos gritos explodi de prazer. Gritamos os dois. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- És doida! Disse rindo para ela, enquanto compunha a roupa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Taradão! Estou viciada em ti. Disse introduzindo o dedo na vulva e depois levou-o a boca, chupando-o. Acrescentou: Adoro o teu leitinho…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ajeitou a roupa vestiu as cuecas e retocou a maquilhagem enquanto o elevador retomava a sua marcha. Ela carregou no piso um.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Saio aqui, por causa da cusca. Disse ela continuando: apanho o outro elevador… Fiquei toda molhadinha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Limpou-me o suor da testa atirou um beijo e saiu. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A cusca é a porteira do prédio. Quando cheguei ao piso zero, lá estava a cusca á porta do elevador.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Bom dia. Disse a cusca. Devolvi o cumprimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Então ficou preso no elevador. Disse espreitando bem para dentro e continuou: Já da outra vez também foi o senhor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não respondi. Estava atrasado e ainda tinha de enfrentar o trânsito até Lisboa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Da outra vez também tinha sido a Paty,  apenas cometemos o deslize de seguir juntos até ao piso zero..."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-534902596035743126?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Não a vejo há cerca de cinco anos. Nesse período de tempo falamos ao telefone apenas em duas ocasiões a ultima das quais á duas semanas. Quando o telefone tocou, foi com surpresa que ouvi a sua voz:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Olá Sufer! Disse ela divertida. Reconheci imediatamente a sua voz e só ela me trata por Sufer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Maria! Respondi com alguma emoção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Meu safado está tudo bem contigo? Perguntou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Agora melhor. Respondi, ela riu, continuei: cinco anos sem dizeres nada, pensei que te tivesses perdido em Londres.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Sabes como é… outro ritmo de vida, nem damos conta do tempo passar. Disse continuando: Para teu prazer informo que vou passar uns dias a Portugal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Bem-vinda, confesso que já tinha saudades tuas. Retorqui. Sonora gargalhada do outro lado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Chego domingo… e fico em tua casa! É que vou com uma amiga e não queria ficar em casa dos meus pais e tu é o meu melhor amigo. Disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- E deixas o teu melhor amigo praticamente sem notícias durante cinco anos… Rica amiga. Respondi rindo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- A verdadeira amizade é aquela que sobrevive á maior barreira: o tempo. E depois sempre respeitamos os nossos silêncios… Disse. Rimos os dois.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Tens razão. A que horas chegas no domingo?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela disse a hora. Fiquei de ir busca-la ao aeroporto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Conheço a Maria á uns vinte anos. Ela tinha doze anos quando foi morar para a minha rua. Éramos vizinhos. Lembro-me bem da miúda magricela, de andar desajeitado e aparelho nos dentes que ensinei a andar de bicicleta. Temos uma diferença de quatro anos. Em dois anos mudou muito. Aos quatorze já era uma mulher feita. A partir dessa altura andava sempre atrás de mim. Era a filha única do casal Miranda, penso que via em mim um irmão mais velho. Pela minha parte confesso que nessa altura era assim que a via, como a irmã cassula. Era uma miúda determinada, comigo iniciou-se no surf. Primeiro em Carcavelos, depois no Guincho e em Ribeira d’Ilhas. Era a menina do grupo. O nosso talismã.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No ano em que fez dezoito anos envolvemo-nos fisicamente. Há muito que existia entre nós um clima de desejo. O seu corpo estava no auge, transpirava sexo por todos os poros. As pernas longas, o belo rabo em forma de coração. A forma de andar. O cabelo preto pelos ombros e o rosto de menina travessa exercia em mim uma forte atracão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foi numa festa em casa da Bé e da Zinha duas irmãs que conhecia da faculdade. Viviam sozinhas em Queluz, os pais eram emigrantes em França, e organizavam as melhores festas dos meus tempos de faculdade. Começavam de tarde e acabavam de madrugada, quase dia. Sempre com muita musica, comida e bebida não faltava e alguma erva… o sexo era garantido! Pelos dois quartos da casa, naqueles anos, passaram muitos casais ocasionais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Algumas perderam a virgindade naqueles lençóis. Foi o caso da Maria.Ambos queríamos, o desejo que sentíamos um pelo outro estava no máximo. Nesse sábado quando chegamos já a farra tinha começado. Eram 19 horas. Até as 22 horas dançamos, comemos e bebemos. Depois o desejo falou mais alto, levei-a para um dos quartos. Beijamo-nos enquanto a despia, ela nervosa tremia. Não compliquei. Beijei-lhe o peito enquanto acariciava o seu túnel peludo. Estava no ponto. Deitei-me por cima dela e penetrei com suavidade e firmeza aquele túnel apertado e delicioso. Ela gemia, não sei se de prazer ou dor. Aumentei a intensidade e ritmo de penetração enquanto me deliciava com os seus mamilos. Durou uns quinze minutos. Olhei-a nos olhos enquanto me vinha dentro dela. Vi uma lágrima rebolar no canto dos seus olhos. Ficamos abraçados uns minutos ouvindo o som dos Van Halen que vinha da sala. Despertamos para a realidade quanto alguém bateu na porta dizendo:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Já está? Preciso do quarto…&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vestimo-nos e cobrimos o lençol sujo de sangue com a colcha. Saímos e misturamo-nos na confusão que reinava na casa. Não ficamos muito mais tempo. Fomos de mota para minha casa. Entrei em casa pela porta da cozinha e esgueiramo-nos para o meu quarto. Já passava da meia-noite. Os meus pais dormiam… Nessa noite tivemos a nossa primeira maratona de sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ano em que terminei a faculdade e nos dois anos seguintes mantivemos uma relação muito chegada. Nunca nos preocupamos em definir o tipo de relação que tínhamos. Saímos juntos duas ou três vezes por semana, saídas que regra geral acabavam em maratonas de sexo em minha casa em São João do Estoril. Nessa altura já vivia sozinho e ela estava na faculdade de belas artes. Tinha talento e a ambição de ser pintora. Com o passar dos anos as nossas saídas nocturnas foram se espaçando cada vez mais. A última vez que saímos foi uns dias antes de ir para Londres. Ligou para mim:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Sufer, vou para Londres daqui a dois dias. Vou tirar um curso, fico por lá seis meses. Disse, concluindo: temos de nos despedir condignamente. Fomos ao Coconuts, em Cascais. Era a sua discoteca preferida e terminamos a noite na minha cama. Dessa noite retenho os olhares silenciosos, como que procurando nos meus olhos respostas para as suas interrogações. Nessa noite não foi só sexo, foi também amor e paixão.&lt;br /&gt;Não foram seis meses. Ficou por lá cinco anos, agora ainda que por breves dias tinha a oportunidade de revê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei ao aeroporto á hora prevista de chegada do seu voo. Eram 8:30 de domingo. Tomei um café com um pastel de nata. Comprei o jornal e preparei-me para esperar. Ao fim de quarenta minutos via sair. Estava como a cinco anos atrás. Belas pernas e curvas generosas. Só o cabelo estava diferente. Pintado de cor cobre. Com ela vinha uma rapariga duns 20 anos. Alta, magra e loira, com uma carinha de anjo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- André! Gritou quando me viu e correu para mim. Acabamos abraçados sem antes trocarmos um beijo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Que fizeste ao teu cabelo? Perguntou enquanto passava a mão na minha cabeça rapada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Pente zero! Agora uso assim… e tu? Cabelo pintado! Estas bem, muito bonita. Respondi.Rimos. Atrás dela estava a amiga, parecia divertida com a situação. Sorria como se percebesse de que falávamos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Esta é a Melanie a minha amiga. Disse por fim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Olá, André. Disse eu para a Melanie estendendo a mão.Para minha surpresa ela apertou a mão e beijou-me nos lábios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Prazer. Disse em inglês fazendo um belo sorriso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Vamos, tenho o carro aqui perto. Disse ajudando a levar as malas para o carro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Ainda tens o Golf cabriolet? Perguntou a Maria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Disse que sim, mas estava com o carro da empresa. Sempre havia mais espaço para a bagagem. Arrumamos as malas no carro e partimos rumo a cascais.Quanto chegamos minha a casa, estava meter a chave na porta, ouvi musica. Tinha me esquecido por completo da Patrícia, a minha vizinha que esporadicamente “dorme” na minha cama. Tarde demais. Quando abri a porta estava ela seminua na sala a dançar. Tinha acabado de tomar banho e tinha a toalha a cobrir o rabo e as pernas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Olá Pati, esta é a minha amiga Maria e a melanie. Disse fazendo as apresentações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Olá, prazer… desculpa André não sabia que tinhas visitas, saíste sem dizer nada. Disse a Pati já recomposta da surpresa, continuou: fiquem a vontade já estou de saída, moro no andar de baixo.E dirigisse para a porta assim com estava. Seminua. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Era aconselhável que te vestisses primeiro. Disse rindo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Ai que vergonha! Respondeu, estava visivelmente atrapalhada. Correu para o quarto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a Paty de saida mostrei a casa, em particular o quarto que tinha preparado para elas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Não venho atrapalhar nada…? Disse a Maria numa alusão á Paty.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Claro que não, conheces-me... És a única que me fazia mudar de vida. Respondi rindo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Pois… tretas! Retorquiu. Rimos.- Fiquem a vontade. É domingo, descansem da viagem. Tenho almoço de família e só volto a noite. Há comida no frigorífico e podes usar o meu carro a vontade. Disse entregando a chave de casa e do carro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Obrigada Sufer. Vamos descansar depois logo vemos. Respondeu enquanto se abraçava a amiga. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto cheguei a casa já passava da meia-noite. Elas pareciam dormir, tal o sossego. Já no quarto, deitado quase adormecer pareceu ouvir gemidos e risinhos. Estaria a sonhar? Penso que não…Levantei a hora de sempre 6:30 da manhã, nos dias de trabalho. Tenho o hábito de dormir nu e assim andar pela casa quando me levanto. Quase me assustei ao vê-la sentada na cozinha. Não me lembrava que tinha visitas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Bom dia Sufer. Não mudas…Disse ela. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Bom dia. Continuo em forma, não é? Respondi na brincadeira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Estás bem. Já não me lembrava que te levantavas tão cedo… vamos dar um giro por aí. Disse ela justificando-se.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Fiquem a vontade. Só preciso de fazer a barba e tomar um banho. Respondi tirava a agua do frigorifico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- A melanie está a tomar banho, mas aposto que não se importa com a tua presença. Disse sorrindo. Conheço aquele sorriso. Está a querer dizer alguma coisa. Bebi o meu copo de água matinal. Disse antes de sair.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Não se importa, é? Então vou fazer a barba. Ela riu-se. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bati á porta da casa de banho e entrei sorrindo. Ela ensaboava-se debaixo do chuveiro. Admirei o belo corpo quase adolescente. Alto e esquio, cintura e ancas finas e um delicioso par de mamas que se projectava no ar rompendo o espaço.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Posso? Tenho de fazer a babar… Disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Podes tomar banho comigo e depois fazer a babar. Respondeu sorrindo para mim. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não estava surpreendido com a proposta, o sorriso da Maria dava a entender. Mas fiquei excitado com a possibilidade que se oferecia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Tens a certeza? Disse enquanto me juntava a ela no duche. Ela disse que sim. Avancei.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na realidade prefiro tomar banho antes de fazer a barba. Com a água quente os poros ficam mais dilatados e facilita o corte. A água quente faz maravilhas e o corpo dela também. Estava já com o membro completamente erecto. Ela com o a vontade britânico tomou a iniciativa e ensaboou-me todo antes de ir directa ao “assunto”. Eu deliciava-me com a maciez da sua pele, com a sua beleza e com aquelas mamas divinas! Com as mãos percorri todos os recantos do seu corpo antes de me fixar por alguns minutos na sua con_a. Depois ajoelhou-se e mamou desesperadamente no meu membro. Que delicia de mamada! Por momentos esqueci tudo… Ela com a mão afagava o seu clítoris. Gemia. Enquanto eu gritava de prazer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Come! Come! … Disse ela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tirei o pénis da sua boca e levantei-a. Encostou-se a parede, peguei na sua perna esquerda pelo joelho e levantei-a a altura do meu peito. Depois penetrei-a com vigor. Ela gritava de prazer. Revirava os olhos e lambia os lábios. Que bela con_a! Aumentei o ritmo. Ela sorria para mim. Queria a bruta. Assim foi… Abraçou-se bem a mim e cravou a unhas nas minhas nádegas. Sentia o latejar da sua cona no meu pénis. Não aguentei e gozei dentro dela. Fiquei uns instantes mais dentro dela. Sorrimos. Ela parecia agradecida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando me voltei vi a Maria nua sentada no bidé de pernas abertas, masturbava-se. Agora entendia o seu sorriso. Juntou-se a nós no duche. Abraçamo-nos e trocamos um beijo a três. Depois beijaram-se as duas. Há coisa mais sensual que um beijo entre mulheres? Penso que não. A forma como se beijam, a delicadeza que colocam naquele acto tão intimo e sensual. Trocamos mais um beijo a três. A Melanie acabou de se lavar e saiu. Deixando-nos a sós. Demos um beijo, mais profundo. Valia pelos cinco anos de ausência. Com as mãos percorri o seu corpo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Adoro as tuas curvas. O clima de Londres fez te bem… Está tão boa! Disse ao seu ouvido. Estávamos abraçados como se dançássemos debaixo do chuveiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Senti falta destes momentos... de ti. Respondeu baixinho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Eu também. Mais logo pomos a conversa em dia… agora tenho de fazer a babar e zarpar. Respondi sorrindo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Eu faço-te a barba. Ainda confias em mim. Disse.- Sempre… Respondi. Não era a primeira vez que ela me fazia a barba. Gostava de o fazer, embora não ficasse tão perfeita, dava-me prazer ver a seu rosto feliz com a lâmina de barbear na mão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há mulheres assim. Que nos cativam com a sua simplicidade. Muitas vezes mais pelo que não dizem mas pelo carinho que demonstram por nós. O dia correu bem, creio que andei sempre com um sorriso na boca. Nessa noite jantamos os três juntos na Vela latina em Belém. Um é pouco, dois é bom. Mas cada vez mais penso que a perfeição está no três…”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-5064411890588854670?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-dxKuzn-55N2cYuNuaizz2HNbUA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-dxKuzn-55N2cYuNuaizz2HNbUA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-dxKuzn-55N2cYuNuaizz2HNbUA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-dxKuzn-55N2cYuNuaizz2HNbUA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DirioDoLibertino/~4/-bG9_XbggUY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/5064411890588854670/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5813750796566187929&amp;postID=5064411890588854670" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/5064411890588854670?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/5064411890588854670?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DirioDoLibertino/~3/-bG9_XbggUY/maria.html" title="A Maria..." /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_Ekk3fK0BIm4/RmaIcL4aeSI/AAAAAAAAAA8/NbHxAcyqCtw/s72-c/0003.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2007/06/maria.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0cFRHo9fSp7ImA9WB5TFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-2103924115033691437</id><published>2007-05-29T14:40:00.000+01:00</published><updated>2007-05-29T19:56:55.465+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-05-29T19:56:55.465+01:00</app:edited><title>Alexandra, 18 anos</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Ekk3fK0BIm4/RlwtY4ELtbI/AAAAAAAAAA0/7FbtXc4EQd4/s1600-h/PÃ´r+do+sol+A.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069977185902376370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 444px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" height="240" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ekk3fK0BIm4/RlwtY4ELtbI/AAAAAAAAAA0/7FbtXc4EQd4/s320/P%C3%B4r+do+sol+A.jpg" width="389" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“… Conheci a Alexandra no Fórum Picoas, em Lisboa.&lt;br /&gt;Foi numa tarde de sábado num dia de Maio. Estava numa acção de formação da empresa. Aproveitei uma pausa para tomar um café, ali mesmo na galeria comercial. Reparei numa rapariga que ao meu lado, no balcão tomava uma água. Era impossível não reparar nela. Tinha praticamente a minha altura e um belo corpo atlético. Cabelos quase loiros, pelos ombros e olhos cor de azeitona. Estava de calças, o que realçava o belo traço do rabo.&lt;br /&gt;Acabei de tomar o café, paguei a conta a pressa pois ela já tinha saído do café. Tinha de conhece-la! Sai a trás dela. Deixei-me ir atrás por uns minutos, estava hipnotizado. Admirei bem o seu rabo. Perfeito. Saímos do Fórum, ela a frente eu um pouco mais atrás. Passeava pelo jardim envolvente. Avancei, colocando-me a seu lado disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá, belo dia… Posso meter conversa contigo?&lt;br /&gt;- Olá, estava a ver que passavas o resto do dia atrás de mim… Respondeu sorrindo.&lt;br /&gt;Sorriso alegre. Cara de menina traquina. Muito bonita. Devolvi o sorriso.&lt;br /&gt;- André. Disse, estendendo a mão.&lt;br /&gt;- Alexandra. Respondeu, apertado a minha mão. Segurei a sua mão por alguns segundos. Muitos, parecia que tínhamos íman. Adorei o toque da sua mão, a maciez da sua pele. Sorrimos.&lt;br /&gt;- Que fazes? Já te tinha visto lá dentro… Perguntei&lt;br /&gt;- Faço tempo para o cinema. Semana do cinema francês da cinemateca… e tu que fazes, além de andares atrás de raparigas? Respondeu rindo.&lt;br /&gt;Entretanto já tínhamos dado a volta ao jardim e regressávamos ao interior do Fórum Picoas.&lt;br /&gt;- Trabalho. Na verdade estou no intervalo duma formação. Respondi.&lt;br /&gt;Ambos olhamos para o relógio. Estava na minha hora, mas não queria deixa-la. Senti o mesmo da sua parte. Silêncio durante uns instantes.&lt;br /&gt;- Está quase na hora do meu filme. Disse&lt;br /&gt;- Também está na minha hora, mas acompanho-te a sala. Respondi. Ela pareceu aliviada. Agradava-lhe a ideia.&lt;br /&gt;- Que faz uma menina tão bonita, sozinha no cinema? O namorado não gosta de cinema Francês? Perguntei de rompante. Ela riu. Aquele sorriso desarmou-me.&lt;br /&gt;- Já sabia que ias dizer isso… namorado não há. Respondeu sorrindo.&lt;br /&gt;- Pena. Quer dizer, ainda bem… Disse. Rimos os dois.&lt;br /&gt;Estávamos já junto a sala. Ficamos um pouco atrapalhados. Estava a minha frente, agora podia ver bem o seu rosto. Numa palavra, linda! Fixei aqueles olhos meigos que sorriam para mim e disse:&lt;br /&gt;- Quero te ver outra vez, sem pressas.&lt;br /&gt;- Estava a ver que não te decidias. Amanhã, domingo? Respondeu.&lt;br /&gt;O filme estava prestes a começar, as poucas pessoas que ali estavam iam entrando.&lt;br /&gt;- Infelizmente não posso. Amanhã vou para o Algarve. Disse.&lt;br /&gt;- Oh! Então… quando voltas? Respondeu, visivelmente triste.&lt;br /&gt;- Só na próxima sexta-feira. Dá-me o teu telefone. Disse, enquanto procurava no bolso um papel para anotar o número.&lt;br /&gt;- Só tenho caneta… Disse tirando uma nota de 20 Escudos da carteira, escrevi o seu número na nota. Rimos. E no impulso do momento beijamo-nos com surpresa, ali na entrada do cinema. Foi um beijo breve, suave, quase inocente… Fiquei a vê-la entrar para o cinema e depois corri para a minha aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No domingo segui para o Algarve com ela no pensamento. Não era nada oportuna aquela viajem, mas estava em inicio de carreira e á pouco tempo na empresa. Tinha de fazer o acompanhamento de um projecto importante para a empresa. Não lhe telefonei, não adiantava. Queria vê-la. A única forma de não pensar nela foi empenhar-me ainda mais no trabalho. Fiquei no Algarve até sexta-feira. Quando cheguei a casa, já de noite, liguei para ela. Atendeu uma senhora. Devia ser a mãe.&lt;br /&gt;- Boa noite. A Alexandra está, por favor. Disse&lt;br /&gt;- Está sim. Um momento, vou chamar… Respondeu a senhora. Ouvi-a chamar pela filha, e os passos apressados no corredor.&lt;br /&gt;- Estou? Disse, reconheci de imediato a sua voz. O coração bateu mais forte.&lt;br /&gt;- Olá é o André. Ainda te lembras de mim? Respondi, sem conseguir disfarçar a ansiedade.&lt;br /&gt;- Claro! Pensei que não me ligasses mais. Disse com a voz emocionada.&lt;br /&gt;- Não deu para ligar antes, cheguei agora do Algarve. Quero ver-te! Disse.&lt;br /&gt;- Eu também, quero… pensei que te tivesses esquecido de mim. Respondeu.&lt;br /&gt;- Amanhã a tarde, podes? Disse&lt;br /&gt;- Sim, ás três horas no Cais de Sodré. Vou de barco. Respondeu&lt;br /&gt;- Combinado. Amanhã ás três. Tens uma mãe muito simpática… Disse.&lt;br /&gt;- É mesmo, gosto muito dela! Respondeu, num tom mais alegre.&lt;br /&gt;Despedimo-nos com o tradicional “beijinhos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram 21:30. Precisava de um bom banho, depois como todas as sextas-feiras o destino era Bairro Alto. A peregrinação começava no “Arroz Doce”, ponto de encontro para outros destinos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ás três horas de sábado já estava no Cais de Sodré. Estacionei a mota o mais perto possível do cais de desembarque e ali fiquei controlando de longe. Vi-a quando desembarcou. Alta, magra. Andar descontraindo, segura de si. Sorriu e acenou ao longe quando me viu. A alegria e simplicidade própria dos seus 18 anos cativaram me definitivamente.&lt;br /&gt;- Pensava que não te via mais. Disse ela.&lt;br /&gt;- Pensei em ti toda a semana. Respondi fixando aqueles belos olhos cor de azeitona.&lt;br /&gt;Beijamo-nos com paixão, pouco importava as pessoas a volta. Senti o seu peito firme, no meu. O coração de ambos batia descompassado. Afaguei o seu cabelo macio e apertei-a um pouco mais. Ela sentiu a minha erecção. Há reacções fisiológicas impossíveis de controlar. Sorrimos, olhos nos olhos.&lt;br /&gt;- Estou de mota, não te importas? Disse enquanto lhe colocava o capacete na cabeça.&lt;br /&gt;- Gosto muito de andar de mota e nestes dias quentes sabe bem. Respondeu sorrindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentou na mota e abraçou-se bem a mim. Naqueles tempos o dinheiro não era muito, ainda não dava para um carro. Tinha de me contentar com a velha Honda 250. E já era um luxo!&lt;br /&gt;Passamos o Terreiro do Passo em direcção ao Marquês de Pombal. O destino, a Estufa-fria no Alto do Parque Eduardo VII. Era um bom sítio para namorar.&lt;br /&gt;Passeamos de mãos dadas, trocamos beijos e carícias. Comemos um gelado á beira do lago. Depois, já no parque, deitamos na relva a curtir. Uns vezes por cima, outras por baixo. Rebolamos na relva. O desejo aumentava na justa proporção do nosso envolvimento físico.&lt;br /&gt;Deitados de lado, abri as calças e tirei para fora o meu sexo colocando-o nas suas mãos. Ela tremeu, não sabia bem o que fazer. Beijei-a e introduzi a minha mão dentro das suas calças. Afastei as cuecas e acariciei a sua vulva quente e húmida, depois penetrei-a com delicadeza. Ela estremecia sempre que passava o dedo no clítoris. A mão dela já trabalhava bem no membro. Ela era um mimo. Meiga e muito carinhosa. O seu belo corpo reagia a qualquer estímulo meu.&lt;br /&gt;Estávamos deitados na relva á sombra duma árvore. Olhei á volta. Ninguém parecia reparar em nós.&lt;br /&gt;- Quero fazer amor contigo, vou penetrar-te… Disse ao seu ouvido.&lt;br /&gt;- Não. Aqui não… Tenho de te dizer uma coisa. Respondeu, já mais séria.&lt;br /&gt;Fechei as calças, ela ajeitou as dela e a blusa e sentamos na relva frente-a-frente. Ela estava mais séria, mas insegura, com que procurando as melhores palavras. Acariciei o seu rosto, como que incentivando-a a falar.&lt;br /&gt;- Xana, esta a vontade comigo. Ok? Disse.&lt;br /&gt;- Não sei como dizer, vais rir de mim e depois se calhar não vais quer mais nada comigo. Respondeu fixando-me nos olhos. Continuou:&lt;br /&gt;- Sou virgem, nunca… Concluiu timidamente.&lt;br /&gt;- É isso! Anda cá… Disse abraçando-a.&lt;br /&gt;A mim pouco importa se a mulher é virgem ou não. Todos temos um passado. Quando conhecemos alguém, não podemos apagar esse passado. Ele existe, há que respeita-lo. Numa relação o importante é o futuro que se constrói em comum no dia-a-dia. Também não sou daqueles homens que só pelo facto de serem o primeiro na vida de uma mulher, se julgam com privilégios para sempre… Mas confesso que me dá muito prazer em desflorar uma mulher virgem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adoro-te, sabias? Conhecemo-nos á uma semana e apenas hoje estivemos mais juntos, não sei se é um amor de verão ou algo mais. Mas neste momento és a mulher da minha vida. Disse enquanto acariciava o seu rosto. Conclui:&lt;br /&gt;- Pouco importa se és virgem ou não.&lt;br /&gt;- Quero-te muito André! Penso em ti desde aquele dia no fórum… até falei de ti á minha mãe. Disse ela, emocionada. Continuou:&lt;br /&gt;- Sempre quis que a primeira vez fosse com alguém especial, que pudesse recordar pela vida fora com carinho. Quero que sejas tu esse homem…&lt;br /&gt;Beijamo-nos com ardor. Sentia uma grande harmonia com ela. Seria paixão?...&lt;br /&gt;- Vamos para minha casa. Disse enquanto me levantava. Estendi as mãos e peguei-a ao colo, rodopiamos e fomos a braçados até a mota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos pela marginal em direcção ao Estoril. Naquela época morava num T0, em São João do Estoril. Estava um dia lindo. Céu azul, calor quanto baste e uma ligeira brisa. A vista era deslumbrante. A costa recortada no mar azul, ao fundo via-se o farol de Cascais. A luz da linha é magnífica. Única! Um dia perfeito, para mais tarde recordar…&lt;br /&gt;Chegamos a minha casa ainda não era seis horas. Fomos para a sala, da janela via-se ao longe o mar. Tiramos a roupa e deitamos no sofá. Por momentos fiquei admirar aquele belo corpo todo nu, que se abria para mim. Pernas longas, sem barriga e um peito lindo; grande, mas firme, desafiando as leis da gravidade. E os mamilos lisos em tom rosa. Abri as suas pernas e deliciei-me com a beleza da vulva, rosa. Abri os grandes lábios e mergulhei. Com a língua estimulava o clítoris e penetrava-a. Senti o gosto o seu suco, gostei. Ela entre gemidos perguntou:&lt;br /&gt;- Que fazes? Disse com a voz trémula.&lt;br /&gt;- Como relva. Respondi numa alusão ao seus pelos. Rimos os dois.&lt;br /&gt;- Não consigo rapar aí… Tenho medo de cortar. Respondeu.&lt;br /&gt;Gosto de rachas com pelos, mas confesso que para um bom “minete” se estiver rapada, melhor.&lt;br /&gt;- Confias em mim? Perguntei. Ela disse que sim.&lt;br /&gt;Fomos juntos para a banheira, tomamos um duche de água bem quente. Depois sentou-se na borda da banheira com as pernas abertas, com a minha lamina de barbear rapei-lhe os pelos. De vez enquanto lambia as suas mamas. Por fim levei-a ao colo para o quarto. Em cima da cama recomeçamos. Abri as suas pernas e lambi-a toda… a minha erecção foi imediata. Ela gemia e soltava gritinhos. Deitei-me ficando ela de gatas em cima de mim, mas invertida. Ela mamava no meu membro e eu lambia aquele túnel delicioso. Gememos de prazer. Ela mamava com vigor, parecia que queria engolir tudo. Eu lambia o clítoris, metia a língua bem fundo e aflorava o botão de rosa. Ela delirava com tanto prazer. Sentia os seus músculos a contrair. Estávamos cheios de tesão.&lt;br /&gt;- Vou te comer! Disse com rouca de tesão.&lt;br /&gt;Ela deitou-se, dobrou os joelhos e abriu as pernas.&lt;br /&gt;- Vem, sou toda tua… Disse ela voz melosa de prazer.&lt;br /&gt;Penetrei-a delicada mas firmemente. Senti o túnel apertado, que se ia abrindo para mim. Estava toda molhada, o meu membro deslizava bem para dentro e para fora. Para primeira vez ela portou-se muito bem, ajudando com os movimentos das ancas. Aumentei o ritmo e penetrei com movimentos circulares. Meti bem fundo. Ela parecia no céu, sorria para mim. Com as mãos nas minhas nádegas puxava-me mais para dentro. Beijamo-nos com paixão. Abrandei o ritmo de penetração. Agora dava estocadas mais lentas mas vigorosas parando no fundo uns segundos. Tirar a virgindade a uma mulher requer vigor e tempo. O hímen tem de romper totalmente. Retirei o membro dentro dela e voltei a penetrar. Ela pareceu gostar, repeti várias vezes. Depois virei-a de barriga para baixo, com o rabo bem empinado e voltei a penetrá-la. Naquela posição podia penetrar com mais vigor, meter bem fundo sem magoar, além disse sentia e via o seu belo rabinho. Que tesão! Ficamos assim uma meia hora. Depois não aguentei mais e explodi de prazer dentro dela. Beijamo-nos e ficamos abraçados uns minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ficas comigo esta noite. Disse&lt;br /&gt;- Não posso. Tenho 18 anos… a minha mãe é porreira mas não tanto. Respondeu sorrindo.&lt;br /&gt;- Mas ficas comigo até mais tarde. Depois levo-te a casa, ok? Disse.&lt;br /&gt;- Sim, amor. Agora temos de mudar os lençóis… Tens mais, não tens? Perguntou a rir. Disse que sim com a cabeça. Os lençóis estavam manchados com o seu sangue.&lt;br /&gt;- Mas primeiro vamos tomar banho. Disse eu.&lt;br /&gt;Tomamos um duche. Eu lavei-a e ela a mim. Ficamos abraçados debaixo do chuveiro, trocamos mais carícias e beijos. A paixão estava no máximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto ela mudava a cama encomendei uma pizza. Puxei o sofá para a varanda para dali vermos o mar. Quando a pizza chegou comemos na varanda com o magnifico por do sol, como companhia.&lt;br /&gt;Nessa noite fizemos amor como dois coelhinhos encantados um com o outro. Até fizemos com ela sentada na máquina da roupa a centrifugar.&lt;br /&gt;Quando a levei a casa em Almada, já passava da meia-noite. Cedo para uma noite de sábado. Mesmo para uma menina de 18 anos… A próxima paragem foi o Bairro Alto.&lt;br /&gt;Esse ano as festas da cidade tiveram outro encanto com a sua companhia. Percorríamos as ruas da mouraria de bailarico em bailarico.&lt;br /&gt;O verão passou todo comigo. Aos pouco foi chegando cada vez mais tarde a casa, em pouco tempo já passava as noites de sexta e sábado comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Outubro rompemos. Eu ia trabalhar para o estrangeiro e ela, no segundo ano de Agronomia ficava, claro. Decidimos acabar tudo no auge da nossa relação, era melhor assim, do que a relação degradar-se com a distância. Ao menos só ficavam boas recordações.&lt;br /&gt;Prometemos um ao outro que os nossos primeiros filhos teriam os nossos nomes. Ela casou-se quando terminou o curso. E o seu primeiro filho chamasse André.&lt;br /&gt;Eu ainda não tive oportunidade de cumprir com a minha parte, mas ainda conservo a nota de 20 escudos com o telefone dela…”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-2103924115033691437?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Subi ao piso comercial e entrei na FNAC. O telefone tocou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- André desculpa, estou um pouco atrasada… 5 minutos, ok? Beijinho. Disse ela desligando de seguida. Estava no trânsito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conheci a Silvia à uma semana em Lisboa. Tomava um gim tónico nas Docas , ao fim do dia quando ela entrou. Trocamos olhares. Mulher vistosa, alta e loira. Um pouco avantajada de peito mas com um belo rabo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sentaram-se junto a mim, estava com uma amiga. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Tou mesmo a precisar duma bebida. Disse, ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Eu também. Bebo o mesmo que este senhor. Respondeu a amiga apontando para mim. Sorrimos os três.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Joca. Dois gins tónicos para estas senhoras, pago eu. Respondi chamando pelo barman, acrescentei: o meu nome é André.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Silvia e Isabel. Respondeu a Isabel. Era a mais atrevida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Que fazem por aqui? Estão um pouco longe de casa… Comentei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Somos do Porto, estamos em trabalho. Disse a Isabel&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sou de Vila Real, somos delegadas comerciais. Reunião de trabalho, uma seca. Estamos cá até amanhã. Disse a Silvia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Pena. Tinha muito gosto e servir de guia, mas estou de saida. Jantar de família. Disse eu, terminando a bebida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Oh! Já vais? Logo agora… Respondeu a Isabel. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Quem sabe encontramo-nos no Porto. Vou lá em trabalho na próxima semana. Gostava de te ver. Respondi fixando o olhar na Silvia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Vá lá, dá-lhe o teu telefone, estavas mortinha para “ir” com ele. Disse a Isabel para a Silvia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Assim deixas-me mal. Respondeu ela envergonhada, acrescentando para mim: dá-me o teu telefone que depois ligo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Depois quando? Respondi enquanto escrevia o meu telefone num guardanapo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Amanhã. Disse ela sorrindo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Tens um belo sorriso, sabes com cativar um homem… bem meninas, vou. Divirtam-se. Disse despedindo-me com um beijo para cada uma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não telefonou no dia seguinte. Enviou uma SMS três dias depois. Dizia: “Ainda te lembras de mim? Tentei ligar antes, mas não tive coragem. Beijo.” Controlei o desejo de responder de imediato. Liguei um dia depois. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Olá Silvia. Disse, continuando: sexta-feira estou no Porto, jantas comigo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Olá, tudo bem? És sempre assim, muito directo? Respondeu ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sou assim. Podes? Respondi.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Só jantar… Vivo em Amarante, não consigo estar no Porto antes das 20:30 horas. Disse ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Combinado. Respondi&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Onde? Perguntou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- No Norteshopping, junto a FNAC. Respondi- Então até amanhã ás 20:30. Beijinhos. Disse ela desligando.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Olhei para o relógio. Eram 20:40 horas. Dirigi-me para a secção de música, como sempre com muita gente. Ao meu lado estavam duas raparigas duns 18 anos, uma delas agarrou numa colectânea dos Dors e perguntou á outra:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Que é isto? Fazendo um olhar intrigado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- É uma grande malha! Disse eu sorrindo para elas. Rimos os três. É nestas alturas que me sinto mais velho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto o telefone tocou novamente, era a Silvia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Então!? Onde estás, não te vejo. Disse ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dirigi-me para a saída da loja e vi-a junto á escada rolante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Estou aqui. Respondi, acenando com a mão. Desliguei o telemóvel e aproximei-me. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela estava de calças de ganga, botas e casaco vermelho comprido. Era Janeiro, estava frio, ainda assim por baixo do casaco vestia uma blusa preta com um decote bastante generoso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Olá, finalmente. Valeu a espera, estás linda! Disse, dando-lhe um beijo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Olá. Desculpa, mas foi complicado… está um transito horrível. Respondeu sorrindo. Acrescentou: jantamos por aqui?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Se te parecer bem… Ela disse que sim com a cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Subimos a piso da restauração e escolhi o “Armazém da Cerveja” pelo ambiente discreto em particular no piso de cima e sobretudo pela comida. Sempre bem confeccionada e com apresentação. Pedimos uns lombinhos de porco com cogumelos e acompanhamos com “Convento da Vila”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Silvia, apesar da pouca idade ou talvez por isso, é uma mulher muito interessante. Conversamos durante todo o jantar como se nos conhecêssemos a muito tempo. Terminado o jantar fomos tomar o café ao Lais de Guia em Matosinhos, junto ao mar. Local muito animado com boa atmosfera e bem frequentado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Tens um sorriso fantástico e uns lábios que apetece beijar. Disse sorrindo para ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela sorriu e faz uma expressão de quem diz: “Vem”. Avancei e beijei aqueles belos lábios que sorriam para mim. Foi o primeiro beijo da noite. Olhamo-nos os olhos, sorrimos enquanto a mão dela procurava a minha. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- És linda. Disse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não sabes no que te estas a meter. Respondeu, meio séria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sei… Mas ainda não meti… Retorqui sorrindo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- É que eu quando gosto de alguém, gosto mesmo… Disse ela, continuando: por isso pensa bem no que estás a fazer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Isso é bom porque eu também estou a gostar de ti. Respondi olhando-a nos olhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Beijamo-nos com intensidade e trocamos carícias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Estado Novo, tua casa ou para a minha? Perguntei&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não me apetece estar com mais gente… assim, a tua casa é mais perto. Respondeu com um belo sorriso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Saímos abraçados até ao meu carro, o dela tinha ficado estacionado junto ao Norteshopping. Estava uma bela noite de Janeiro. Fria e seca, com um luar espectacular.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já no carro. Novo beijo e carícias mais profundas. Meti uma mão nas coxas e com a outra apalpei o peito. Grande e rijo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- És atrevido. Disse. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Confesso… Respondi colocando as mãos ao alto. Rimos os dois.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De Matosinhos até minha casa, perto do São João, foi rápido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passava já da meia-noite quanto chegamos, como bom anfitrião mostrei a casa terminando o tour no quarto. Coloquei um CD dos U2 e dançamos junto a cama enquanto nos beijávamos íamos despindo um ao outro. Continuamos a dançar nus. Os nossos corpos quentes pareciam um só. Tinha a mão no meio das suas coxas, sentia a humidade dela. Penetrei-a com o dedo, ela gemeu e mordeu o meu lábio. Acariciei o clítoris, soltou um risinho. A mão dela apertava o meu instrumento, puxando para cima e para baixo. Delicioso. A nossa boca fundia-se numa. Levantei uma perna dela colocando em cima da cama e penetrei-a de pé. Estava tão molhada que senti o calor dela percorrer todo o meu corpo… Ela suspirava de prazer. Fiquei imóvel dentro dela gozando aquele momento único. Ela colocou de novo o pé no chão apertando ainda mais aquele túnel delicioso. O meu caralh¬_o parecia ter vida própria, crescia dentro dela á medida que o sangue se acumulava… ela apertava ainda mais as pernas. Sentia o meu coração dentro dela. Ficamos assim, parados uns minutos, deixando os nossos corpos á vontade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto isso beijávamo-nos. Que lábios, que boca deliciosa! Que tesão! Não aguentando mais tanto prazer, peguei-a ao colo, sem sair dentro dela e deitamo-nos na cama. Na mesma posição, ela com as pernas bem levantadas, por cima dos meus ombros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Mete bem fundo… oh! Isso… oh!... Sentes-me!? Oh!... Tão bom! Dizia ela com a voz ofegante de prazer. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meti bem fundo. Aquele túnel fundo e apertadinho deixou-me louco. Aquela posição dava para meter tudo dentro. Era isso que ela queria. Aumentei o ritmo e intensidade, malhava com loucura. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Oh!... Oh! Fodes tão bem! Oh… isso! Dizia ela, abrindo e levantado mais as pernas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Oh!... Cona tão boa! Disse eu, aumentando as estocadas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estava prestes a vir. Com o polegar afaguei de leve o clítoris.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Oh! Sim… sim… oh!!! Vem-te! Vem… vem... Oh! Foda-se! Oh!... Tão bom! Dizia, com a voz trémula. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aguentei o prazer ao máximo, sentia as pernas dela a tremer. Revirava os olhos e gemia. Com as mãos acariciava os mamilos. Estávamos doidos de tesão! Não aguentei mais e no limite tirei o caralh_o. Gozei no peito dela. Com as mãos esfregava o meu esperma nas mamas. Nunca gozei tanto. Pelo menos assim senti naquele momento. No fim tudo se resume a um minuto. Aquele pareceu durar uma eternidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- És uma delícia. Disse, enquanto beijava aqueles lábios sensuais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Levantei-me, fui a casa de banho e trouxe o rolo de papel para ela se limpar. Depois tomamos um duche juntos. Emprestei o meu roupão e vesti uma t-shirt. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já na sala, sentados no sofá cobertos com um edredão, bebemos uma taça de vinho tinto “Monte velho” que reservo para estas ocasiões. Ficamos assim uns quarenta minutos a meia-luz a ouvir musica, a curtir o momento. Depois o desejo falou mais alto e o vinho também ajudou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela levantou o edredão e deitou a cabeça no meu colo. Beijou o meu instrumento e disse:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Adoro o teu pénis! Tem o tamanho certo para mim… vou chama-lo de plátano. Importaste?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não, tá a vontade. É teu. Respondi.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sorriu e meteu o “plátano” na boca. Eu sentia-o crescer na boca dela. Uma boa mamada é meio caminho para uma bela keka. Tem de ter ritmo, sentido de “gaita” e muito lubrificação. Ela era mestre na arte de mamar! Em pouco tempo deixou-me em ponto de bala…&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Hum… grande e grosso, como eu gosto. Fico toda molhadinha quando vejo um assim. Disse ela montando-se em mim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sentou em cima do “plátano” virada para mim e começou a cavalgar, para cima e para baixo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixei-a trabalhar, sentado no sofá com ela montada em mim. Limitei-me a apalpar o seu rabo e aquelas belas mamas que baloiçavam a minha frente. Enquanto isso beijávamos nos lábios ao de leve, apenas com a língua. Ela movia-se com intensidade, gemia de prazer. Deixei-a gozar a vontade. Tinha de gastar alguma energia… É isso que aprecio na juventude, energia para gastar e muita vontade de agradar. É só saber acender o rastilho do desejo que nunca mais param. Estivemos assim uns dez minutos. Depois levantou-se e ficou de gatas no tapete da sala.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Fode-me a canzana! Disse com a voz melosa de tesão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta posição é sonho de qualquer homem e tambem de muitas mulheres… &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fechei um pouco as suas pernas e voltei a penetra-la. Meti fundo devagar. Parei e contrai o esfíncter. Bom demais! Adoro a segunda keka da noite, o caralh_o está ainda mais duro e “moído”, meio dorido. Não há maior prazer! Aumentei a intensidade e ritmo. Ela ajudava empurrando a rabo para trás. Ver aquele rabo delicioso a mexer-se daquela forma, aumentou ainda mais o meu desejo. Comia a bruta! Ela gritava de prazer. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não aguentei mais e gozei dentro dela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- És tão gostosa! Disse, levantando-me. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela de joelhos a minha frente, agarrou no “plátano” e meteu-o na boca, depois lambeu as bolas… Outro banho e cama. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Adormecemos enroscados um no outro. Foi um sono profundo e tranquilo. Só acordei pelas 10 horas da manhã, com uma forte erecção. O rabo dela roçava no meu “plátano”. Ela parecia dormir. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apalpei-lhe o rabo e com a outra mão penetrei-a. Ela gemeu. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Vou comer-te o rabinho. Disse ao ouvido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há nada melhor do que comer um cuzinho de manhã ao acordar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não, nunca dei o cu a minguem… Respondeu ela. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Há sempre uma primeira vez… Disse, enfiando o dedo no seu ânus. Continuei: meto devagar, paro quando quiseres…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falava ao seu ouvido. Beijei-a na nuca e enfiei a língua na orelha. Enquanto isso com dedo penetrava-a no cu. Ela gemeu. Estava mesmo a pedir. Lubrifiquei o “plátano” com um óleo próprio para estas ocasiões e penetrei aquele cu delicioso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Ai… devagar. Dizia&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sim… sim…Tas a ir bem… Aguenta. Respondi.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não dava para meter tudo. Ela não aguentava. Aumentei o ritmo e dei-lhe duas palmadas nas nádegas. Ela pareceu gostar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Oh! Sim… Disse ela, com a mão acariciava o seu clítoris e de vez enquanto afagava as minhas bolas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estávamos na cama, ela de gatas e eu de joelhos por trás. Que cu tão gostoso. Apertadinho, e arrebitado. Perfeito. Mais uma palmada no rabo. Estava quase a vir. Ela sentiu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Oh! Vem-te… vem-te…no rabo. Dizia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aumentei o ritmo e meti mais fundo. Ela gritava. Com as mãos agarrou-se a cabeceira da cama. Não aguentei mais e vi-me nas nádegas dela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Oh! Foda tão boa! Que belo rabo…Disse eu. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Isso… isso… vem-te no meu rabo. Adoro! …Adoro sentir o calor do leitinho na minha pele. Disse ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- És um mimo. Vou querer mais! Disse já refeito do clímax.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Olha o que dizes, depois cobro-te as promessas… Respondeu sorrindo com malícia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Limpamo-nos com o rolo de papel que ainda estava na mesinha de cabeceira. Fomos junto para a casa de banho. Tomamos banho de imersão, bem quente e com umas pedrinhas de sal. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse sábado, almoçamos no cais de Gaia no Vino Tinto. Depois deixei-a no Norteshopping, onde tinha o carro. Despedimos com um beijo longo e a promessa de reencontro na semana seguinte. Ela seguiu para Vila Real, passava sempre o fim-de-semana com a família e eu para Lisboa. Tinha coisas combinadas naquele fim-de-semana: Surfar as maiores ondas do mês em Carcavelos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na semana seguinte jantei em casa dela em Amarante. O jantar estava delicioso, mas o melhor foi a sobre mesa, que se prolongou pela noite dentro…”&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-8460308441671384493?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/koYH-672ocTso2HuW_od-uGh2TQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/koYH-672ocTso2HuW_od-uGh2TQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/koYH-672ocTso2HuW_od-uGh2TQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/koYH-672ocTso2HuW_od-uGh2TQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DirioDoLibertino/~4/ZTsUuLsyq-o" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lusitrata.blogspot.com/feeds/8460308441671384493/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5813750796566187929&amp;postID=8460308441671384493" title="18 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/8460308441671384493?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5813750796566187929/posts/default/8460308441671384493?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DirioDoLibertino/~3/ZTsUuLsyq-o/sara-21-anos-delegada-informao-mdica.html" title="Silvia, 21 anos" /><author><name>Andre Sufer</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11612760416089902174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>18</thr:total><feedburner:origLink>http://lusitrata.blogspot.com/2007/05/sara-21-anos-delegada-informao-mdica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk4BRHw9fSp7ImA9WB5TEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5813750796566187929.post-7430699704913114498</id><published>2007-05-21T12:05:00.000+01:00</published><updated>2007-05-25T10:22:35.265+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-05-25T10:22:35.265+01:00</app:edited><title>Hanka, 19 anos</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Ekk3fK0BIm4/RlapJIELtZI/AAAAAAAAAAk/BQMPavOCwSY/s1600-h/Suza.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068424404901016978" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ekk3fK0BIm4/RlapJIELtZI/AAAAAAAAAAk/BQMPavOCwSY/s320/Suza.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Leipzig, Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“…Era a segunda vez que estava em trabalho naquela cidade da Alemanha Oriental. Na época, Leipzig, fervilhava de gente de toda a Europa… as noites eram muito animadas e tinham um encanto irresistível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Iris Pub era o local mais bem frequentado, ponto partida para alguns, de paragem obrigatória para muitos. Também para mim. Ficava no centro histórico, perto da praça central e junto a universidade. Foi a aí que nos conhecemos… era uma noite quente de Junho, já passava das 23 horas e o local, como sempre estava lotado. Tanto no interior como na pequena praça junto ao mesmo. Musica, mulheres bonitas, das mais bonitas que já vi… e muita bebida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu estava com o Capelo, um colega. Trasmontano dos sete costados. Amigo leal e disponível. Gostava de andar comigo e depois, como ele dizia: “sempre sobrava uma para ele…” Estávamos junto ao balcão, num dos cantos que davam acesso a toillet das senhoras. Sitio estratégico. Reparei nela quando entrou, alta e elegante. Aproximou-se do balcão, na parte central, pediu uma taça de vinho branco e lançou um olhar pela sala… “uma caçadora” pensei. O nosso olhar cruzou-se, sorri e acenei levemente como o copo de cerveja. Ela baixou o olhar concentrando-se no copo de vinho que o empregado, solicito lhe havia preparado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Oh pá, daquela não levas nada. Disse, o Capelo, no gozo comigo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Veremos… a noite ainda é uma criança. Respondi, no mesmo tom. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto chegou o Hans, alemão nosso colega. Juntou-se a nos e de imediato mandou vir mais uma rodada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Pago eu. Disse. Para mim era a segunda cerveja da noite e não tinha intenção de beber muito mais… aproveitei para desmarcar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Capelo, já tens companhia… vou caçar, volto já. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Copo na mão e lá vou eu. Dirigi-me para ela, como ratice consegui colar-me a ela junto ao balcão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Olá. Disse, acrescentando: É difícil não reparar em ti. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela olhou para mim, baixou a cabeça e sorriu. Era tão alta como eu. Pele muito branca, cabelo preto, liso e os mais lindos olhos azuis que já vi! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Também é difícil não reparar em ti. Disse, tocando-me no braço. Tens uma cor de pele linda. Conclui.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- André, sou português. És muito bonita, que fazes por aqui. Disse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Sou checa, estudo aqui na universidade. Mas não estou interessada, tenho namorado. Respondeu, num tom frio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Namorado!? E que fazes aqui sozinha? Disse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O namorado está em Munique, vim beber um copo… olha, não estou mesmo interessada. Ok? Há aí outras gajas para engatar. Por 50 Marcos podes levar qualquer uma daquelas para a cama. Disse ela, apontando para duas raparigas numa mesa um pouco mais atrás.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foda-se, esta gaja tem tomates… mas esta interessada. Pensei. Olhei para ela, sorri. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não pago para foder. Muito menos a ti. Respondi com provocação, olhando-a de alto a baixo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- A conversa está muito interessante, mas podes “bazar” daqui. Já! Respondeu-me num tom mais ríspido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isto está bonito, deve se amor a primeira vista, pensei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Estou bem aqui. Quando acabar a minha cerveja logo vejo. Respondi. E comecei a falar com uma quarentona de quase dois metros de altura por uns 120 kg de peso, que estava junto, desejosa para se meter debaixo de mim… acabei a bebida voltei para junto dos meus colegas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Bem te disse. É muita areia para o teu camião. Disse o Capelo, no gozo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Talvez… é checa e tem namorado. Respondi&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Checa!? Hum tás fodido… essas gajas não se dão. Disse o Hans.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Em contrapartida a cota que está ao lado está interessada em ti. Disse no gozo para o capelo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Porra! Aquela gaja nem morto. Mas as outras que estão na mesa de trás… Respondeu. Rimos os três.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Aquelas custam 50 Marcos, cada. Disse, para o capelo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Aquelas? Porra é já! Levo as duas... Respondeu, metendo a mão ao bolso. Rimos os três novamente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Continuamos na cavaqueira, de vez em quando cruzava o olhar com a bela checa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- André, ela vem aí! Disse o capelo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Quem a cota gorda? Perguntei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não a gaja boa! Olha… respondeu, apontando com o olhar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela vinha na nossa direcção, na minha, como um andar felino. Vestido bem decotado, justo e curto. Corpo bem torneado e que pernas! Numa palavra: Deliciosa.Sorriu e parando junto de mim, disse:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Vou embora, vens comigo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O namorado e aquela conversa toda? Perguntei. Colocando o braço a volta da sua cintura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Passaste no teste, vens? Disse, fazendo um sorriso enigmático. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Claro, quando terminar a minha bebida… Respondi com naturalidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Ok. Vou a toillet, quando voltar vamos. Dois minutos. Disse ela, senhora de si. Dirigindo-se para a toillet. Disse que sim com a cabeça e deliciei-me ao vê-la de trás… belo rabo! Pensei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Porra! Todos os cães têm sorte… menos eu. Disse o Capelo. Gargalhada geral. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estávamos ainda na fase do riso quando ela voltou. Despedi-me dos meus companheiros e saímos, não sem ouvir o Capelo dizer:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Não te canses muito, amanhã há trabalho!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foda-se! Aquilo era hora de falar em trabalho… acenei com a mão e saímos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos até uma discoteca, para aquecer e afinar os motores… Dançamos. Juntos, bem colado, separados, com outros parceiros. Ela bebeu um Campari eu bebi agua, sabia que a noite seria longa. Tinha de repor os líquidos. Por volta da 1 da manhã assistimos ao show de strip e de mãos dadas saímos. Para casa dela. Apanhamos um táxi e aí começamos, sentados no banco de trás encostou a cabeça no meu ombro, abracei-a, colocou a mão no meu colo e brincou com o “instrumento” pelo retrovisor reparei no leve sorriso do motorista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rápido chegamos a casa dela. Morava num segundo andar de um prédio antigo. Os sapatos ficaram á porta, no patamar. Mal entramos ela encostou-me a porta e baixando as calças agarrou-se ao “mastro” trabalhando tanto com a boca como com as mãos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Estás cheia de fome. Disse. Tal a forma e o ritmo como ela mamava no meu cara…Agarrei bem a cabeça dela e comi-a na boca. Depois, já com ela de pé penetrei-a contra a porta, meti bem fundo. Ela gritava de prazer. A porta abanava toda com a intensidade das estocadas. Colocou-se ao meu colo, sem tirar o cara..., pendurou-se no meu pescoço e cruzou as pernas nas minhas costas. Fomos assim para o quarto e caímos, literalmente, mas cama. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na posição de missionário penetrei-a com intensidade durante uns cinco minutos depois parei. Estava todo suado, despi-me por completo, ela toda nua abria a janela. Voltou para a cama e sentando-se em cima de mim cavalgou no cara… ora de costas, ora de frente. Estivemos assim cerca de meia hora. Por fim disse-me: “vem-te nas minhas mamas!” Gosto mais de vir “dentro”, mas um cavalheiro não recusa um pedido a uma senhora. Assim fiz! Chuveirinho e gozei no peito dela, que tremia de prazer. Eram três da manhã.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tomamos banho e voltamos para a cama. Ficamos abraçados, nus sobre os lençóis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Ainda não disse o meu nome… Disse-me, repente quando começava a adormecer.&lt;br /&gt;- Hã? O quê? Murmurei. Cheio de sono.&lt;br /&gt;- O meu nome. Hanka. Disse&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Muito prazer. Respondi, estendendo a mão. Rimos os dois… falamos um pouco sobre a vida. Banalidades. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela brincava com o “tronco” que recuperava… queria mais. Ao fim de vinte minutos veio para cima de mim, primeiro sentada para penetrar e depois deitada, fazer movimentos deliciosos com o rabo. Ora lentamente ora com mais vigor, para cima e para baixo, com movimentos circulares… estava no céu! Aquele túnel apertadinho, quente e molhado e o peito dela no meu deixaram-me doido de prazer! Rodei para cima dela e virando-a de costas penetrei por trás, com a mão esfregava o clítoris. Ela gemia, gritava e apertava os punhos contra as almofadas… a cama rangia por todos os lados! Quando a senti no auge tirei o cara… de dentro e gozei no rabo dela. Gritamos de prazer! Estava exausto mas feliz… há momentos assim. Cai para o lado, ela levantou-se e antes do novo banho lavou meu cara… na cama com uma toalha molhada em água quente. Um mimo que não esta ao alcance de todos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Adormeci quase de imediato, mas senti quando ela voltou do banho e se enroscou a mim. Dizemos qualquer coisa e adormecemos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acordei por volta das 5 da manhã, o dia já clareava, com uma forte erecção. Parecia um sonho, mas era real, ela toda nua mamava no meu “tronco”… há melhor maneira de acordar um homem? De certo não! Sorri para ela, nua de gatas a minha frente. Bela mulher, corpo perfeito! Puxei-a para cima, para mim e beijamo-nos. O primeiro beijo. Um beijo quente, saboroso e cúmplice. Tínhamos sobrevivido ao despertar… quantas vezes os amantes acordam de costas voltadas pensado: “que faço aqui?” e rapidamente se vão. Não era o caso. Uma vez mais naquela madrugada, penetrei-a com movimentos suaves e sem tirar a língua da boca dela. Gemíamos os dois e pela primeira vez senti a unhas dela nas nádegas apertando cada vez mais. Descontrolados de prazer aumentamos o ritmo e juntos atingimos o clímax! Vim dentro dela olhos no olhos, dissemos os nossos nomes… ficamos assim deitados eu ainda dentro dela, passamos pelas brasas, só despertando quando o rádio tocou ás 6 da manhã. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ambos estendemos as mãos para a mesa de cabeceira… para o rádio e rimos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Tenho de trabalhar. Disse eu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Levantamos, tomamos banho juntos ela bebeu um iogurte liquido, eu precisava de um galão com uma sandes mista. Saímos e já no metro despedimo-nos. Ela a luz do dia era ainda mais linda. Parecia mais miúda e insegura. Adorei aquele momento. Combinamos encontro ao fim da tarde no bar, novo beijo e separamo-nos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jantamos nessa noite. Rimos da véspera e falamos muito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Neste momento estas na minha cabeça e no meu coração. Disse ela, continuando: enquanto assim for, dou e exijo exclusividade. Entendes? Não sou alemã, sou checa…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Claro, penso o mesmo. Respondi. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estivemos juntos essa noite e durante um mês. Depois afastei-me. Tivemos algumas recaídas pelo meio…mas ainda não estava preparado para a exclusividade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tive muitas mulheres, nesse ano e nos outros que se seguiram. Mas ela foi a coisa mais doce que me aconteceu nesse ano…”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5813750796566187929-7430699704913114498?l=lusitrata.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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