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	<title>Discografia</title>
	
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	<description>O melhor do mundo da música</description>
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		<title>Alegria de respirar música</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 18:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por George Pedrosa (georgepedrosa@opovo.com.br) Um dos destaques da bossa nova e do jazz nas noites paulistanas, Bira e o Quarteto do Jô apresentam-se hoje, às 22 horas, no clube Náutico Atlético Cearense. O show conta com participação especial dos cantores Nereu Rivera e Ana Canário. Famoso tanto pelo talento musical quanto pelo bom humor, Ubirajara Penacho dos Reis, vulgo Bira, maestro do Programa do Jô, marcou os telespectadores com sua risada extravagante e reações bem humoradas aos comentários do apresentador. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #333333;">Por George Pedrosa (</span></strong><strong><span style="color: #333333;">georgepedrosa@opovo.com.br</span></strong><strong><span style="color: #333333;">)</span></strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-8228" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/acegria-de-respirar-musica/bira/"><img class="aligncenter size-full wp-image-8228" title="Bira" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/Bira.jpg" alt="" width="600" height="900" /></a></p>
<p>Um dos destaques da bossa nova e do jazz nas noites paulistanas, <strong><span style="color: #ff0000;">Bira e o Quarteto do Jô</span></strong> apresentam-se hoje, às 22 horas, no clube Náutico Atlético Cearense. O show conta com participação especial dos cantores <span style="color: #0000ff;"><strong>Nereu Rivera</strong> </span>e <strong><span style="color: #008000;">Ana Canário</span></strong>. Famoso tanto pelo talento musical quanto pelo bom humor, Ubirajara Penacho dos Reis, vulgo<strong><span style="color: #ff0000;"> Bira</span></strong>, maestro do Programa do Jô, marcou os telespectadores com sua risada extravagante e reações bem humoradas aos comentários do apresentador.</p>
<p>Baiano de 77 anos, pai de três filhos, <strong><span style="color: #ff0000;">Bira </span></strong>é um baixista respeitadíssimo pelos brasileiros aficionados por música instrumental. Iniciou sua carreira como cantor em 1957, quando fazia parte do coral da Universidade Federal da Bahia. Em 1969, passou a trabalhar na televisão como contrabaixista do Programa do Chacrinha. No ano seguinte, entrou na orquestra do programa Silvio Santos, onde trabalhou por quase vinte anos.</p>
<p>Começou a trabalhar com Jô Soares em 1988. Já na primeira aparição, numa entrevista com o ex-presidente Fernando Collor, então governador de Alagoas, sua risada histriônica em reação aos comentários do apresentador e dos convidados ganhou destaque. Desde então, é praticamente um coadjuvante do programa.</p>
<p>Estudioso incansável da música brasileira, principalmente da bossa nova, <strong><span style="color: #ff0000;">Bira</span></strong> relembra grandes artistas que conheceu em mais de 50 anos de carreira, como Wilson Simonal, que considera um ídolo pessoal, e Raul Seixas. Em seus comentários, faz questão de salientar o talento de músicos desconhecidos do grande público, como Emilio Santiago e José Augusto Vasconcelos.</p>
<p>Com as apresentações do Quarteto, <strong><span style="color: #ff0000;">Bira </span></strong>espera abrir espaço e trazer atenção para novos artistas da bossa nova. “Quero mostrar que esse ritmo brasileiro é um dos melhores ritmos do mundo”. Criticando a falta de prestígio à música erudita nacional, ele cita o exemplo de Rosa Passos, que trabalha com grandes artistas internacionais, como Ron Carter, mas é pouco conhecida no Brasil. Segundo <strong><span style="color: #ff0000;">Bira</span></strong>, Quincy Jones, famoso produtor musical americano que trabalhou com Michael Jackson, uma vez disse que Wilson Simonal seria bilionário se trabalhasse nos Estados Unidos. Ele afirma que, no período da ditadura militar, a bossa nova era desprezada pelos locutores e apresentadores de rádio, pois era vista como um ritmo rebuscado, apreciado somente por estudiosos da música, impressão que ainda hoje persiste.</p>
<p>Nos intervalos entre as apresentações de canções no Náutico, <strong><span style="color: #ff0000;">Bira</span></strong> vai contar piadas e recordar episódios curiosos de sua carreira. Ele promete um espetáculo simultaneamente sofisticado e divertido, regado a jazz tradicional, bossa nova e MPB. Acima de tudo, quer fazer sua parte para popularizar um dos ritmos mais tradicionais do País e quebrar a imagem de música “elitista” da bossa nova. “Música, acima de tudo, é alegria”, afirma, pontuando a declaração com sua risada característica.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
Quando:</strong> Hoje, às 22h.<br />
<strong>Onde:</strong> Náutico Atlético Cearense. Av. Abolição, nº 2727, Meireles.<br />
Venda de mesas no próprio clube.<br />
<strong>Informações:</strong> 3242.4310 ou 32439300</p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/51K4wGpQBpYmZv1RZNVSD3rEoyM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/51K4wGpQBpYmZv1RZNVSD3rEoyM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DiscografiaA/~4/iyfvEPCEWVs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Chico Buarque dá uma amostra do seu show para a imprensa</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 18:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de tanta expectativa, enfim, Chico Buarque chegou a Fortaleza para apresentar sua nova turnê. O anúncio das apresentações que acontecem hoje (25) e amanhã (26) no Siará Hall chegou há mais de um mês junto com a notícia de que o cantor não daria entrevistas. O máximo seria um breve encontro para que os veículos pudessem tirar suas próprias fotos ou filmarem o astro. Esse encontro aconteceu ontem no mesmo local da apresentação. Num clima de grande ansiedade, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.opovo.com.br/discografia/chico-buarque-da-uma-amostra-do-seu-show-para-a-imprensa/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Depois de tanta expectativa, enfim, <span style="color: #ff0000;"><strong>Chico Buarque</strong> </span>chegou a Fortaleza para apresentar sua nova turnê. O anúncio das apresentações que acontecem hoje (25) e amanhã (26) no Siará Hall chegou há mais de um mês junto com a notícia de que o cantor não daria entrevistas. O máximo seria um breve encontro para que os veículos pudessem tirar suas próprias fotos ou filmarem o astro.</p>
<p>Esse encontro aconteceu ontem no mesmo local da apresentação. Num clima de grande ansiedade, a plateia diminuta esperava o momento que o cantor permitiria a entrada dos fotógrafos e cinegrafistas. E olha que seriam só duas músicas. A informação de que na Bahia <strong><span style="color: #ff0000;">Chico</span></strong> desceu e conversou mais de perto com os presentes só aumentou a curiosidade sobre o que iria acontecer nos próximos momentos. Com cerca de 10 minutos de atraso, a casa abriu as portas para aquele punhado de gente que teria um encontro mais íntimo, embora breve, com um dos nomes mais importantes da Cultura brasileira.</p>
<p>Vestido de preto dos pés à cabeça, mesmo figurino da apresentação de logo mais, <span style="color: #ff0000;"><strong>Chico</strong></span> entra brincando com os músicos. Compenetrado, ele vem até a beira do palco, dá tchauzinho e alguns “boa noite”. Troca palavras com um e outro, e logo vai para trás do seu microfone. Ajustando volumes e posições, ele está cercado de Luiz Claudio Ramos (violão e arranjos), João Rebouças (piano), Bia Paes Leme (teclados e vocais), Wilson das Neves (bateria), Chico Batera (percussão), Jorge Helder (contrabaixo) e Marcelo Bernardes (flauta e sopros).</p>
<p>Na turnê <strong><span style="color: #0000ff;">Chico</span></strong>, o compositor enfilera 27 canções dos seus quase 50 anos de carreira. Há ainda espaço para <strong><em>Tereza da Praia</em></strong>, bossa de Billy Blanco e Tom Jobim lançada por Dick Farney e Lúcio Alves. Para sua apresentação, Chico convida Wilson das Neves para um dueto. A politizada <strong><em>Cálice</em></strong> também ganha uma releitura atualizada com o acréscimo de versos escritos pelo rapper paulistano<strong><span style="color: #800080;"> Criolo</span></strong>. As demais são os sucessos e “lados B” que o público tanto gosta, como <strong><em>Anos Dourados</em></strong>, <strong><em>A violeira</em></strong> e <strong><em>Todo o sentimento</em></strong>. O recente disco Chico, lançado em 2011, aparece quase inteiro (somente <strong><em>Barafunda</em></strong> ficou de fora).</p>
<p>Mas, para o pocket show de ontem, eram só duas. Com sua simplicidade e seriedade,<span style="color: #ff0000;"><strong> Chico Buarque</strong> </span>colocou o violão no pescoço e foi surpreendido com um choque ao tocar nas cordas. Nada grave, ele logo partiu para as primeiras notas da recente <strong><em>Tipo um baião</em></strong>. Num crescendo, a banda vai entrando e também mostrando seu serviço. Finda a primeira, uma salva de palmas com quem estava ali, e ele sentou num banquinho para começar <strong><em>Sob medida</em></strong>. Com os doces versos escritos em voz feminina, o cantor dos olhos ardósia encerra sua participação e parte sem dar boa noite. Ou seja, <strong><span style="color: #ff0000;">Chico Buarque</span></strong> agora só á noite, quando será pra valer.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H5hElBMQKcgM-dEjjp9Z6EIzt7g/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H5hElBMQKcgM-dEjjp9Z6EIzt7g/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H5hElBMQKcgM-dEjjp9Z6EIzt7g/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H5hElBMQKcgM-dEjjp9Z6EIzt7g/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DiscografiaA/~4/Eyo-zCvdg2s" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Acenda o refletor, apure o tamborim</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 17:36:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A espera está perto de chegar ao fim. É esta noite (25) e amanhã (26) que Chico Buarque apresenta em Fortaleza sua tão aguardada turnê Chico, puxada pelos elogios do disco homônimo lançado em julho de 2011 pela gravadora Biscoito Fino. Com sua já conhecida timidez, vista como um charme a mais (principalmente) pelo público feminino, ele vai subir ao palco do Siará Hall para cantar novidades – Tipo um baião e Querido diário – e relembrar momentos marcantes – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a rel="attachment wp-att-8208" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/acenda-o-refletor-apure-o-tamborim/chico-buarque-no-palacio-das-artesbelo-horizonte-2011foto-de-eugenio-savio/"><img class="aligncenter size-large wp-image-8208" title="Chico Buarque no Palacio das ArtesBelo Horizonte 2011foto de Eugenio Savio" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/Chico_22_foto-de-Eugênio-Sávio_-550x365.jpg" alt="" width="524" height="347" /></a>A espera está perto de chegar ao fim. É esta noite (25) e amanhã (26) que <span style="color: #ff0000;"><strong>Chico Buarque</strong> </span>apresenta em Fortaleza sua tão aguardada turnê <strong><span style="color: #0000ff;">Chico</span></strong>, puxada pelos elogios do disco homônimo lançado em julho de 2011 pela gravadora Biscoito Fino. Com sua já conhecida timidez, vista como um charme a mais (principalmente) pelo público feminino, ele vai subir ao palco do Siará Hall para cantar novidades – <strong><em>Tipo um baião</em></strong> e<strong><em> Querido diário</em></strong> – e relembrar momentos marcantes – <strong><em>Bastidores</em></strong> e <strong><em>Todo o sentimento</em></strong>.</p>
<p>Na novo show, <span style="color: #ff0000;"><strong>Chico Buarque</strong> </span>apresenta um pedaço de cada momento da carreira. Da política, porção que tanto o marcou nos Anos de Chumbo, ele leva ao palco pela primeira vez <strong><em>Geni e o Zeppelin</em></strong>. Do cinema, para onde compôs tantas trilhas, ele lembra<strong><em> A violeira</em></strong> e <strong><em>Baioque</em></strong>, respectivamente, dos filmes <strong>Para se viver um grande amor</strong> e <strong>Quando o Carnaval chegar</strong>. Para o novo romance, meio secreto, com a cantora Thaís Gulin, <strong><span style="color: #ff0000;">Chico</span></strong> apresenta <strong><em>Essa pequena</em></strong>. Há ainda um bloco dedicado ao seu eu feminino, sempre tão à flor da pele, com<strong><em> O meu amor</em></strong>, <strong><em>Teresinha </em></strong>e outras.</p>
<p><a href="http://blog.opovo.com.br/discografia/acenda-o-refletor-apure-o-tamborim/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><strong>Tem samba</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-8218" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/acenda-o-refletor-apure-o-tamborim/wilson_da_neves_pb_credito_dan_behr/"><img class="aligncenter size-large wp-image-8218" title="Wilson_da_Neves_PB_credito_Dan_Behr" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/Wilson_da_Neves_PB_credito_Dan_Behr-550x366.jpg" alt="" width="524" height="348" /></a></p>
<p>Agora, se existe um pedaço da obra de <strong><span style="color: #ff0000;">Chico Buarque</span></strong> que não pode ficar de fora de nenhuma turnê é seu lado sambista. Ao longo dos seus mais de 40 anos de carreira, o pandeiro e o tamborim foram companheiros em vários momentos. Na nova turnê deste mangueirense de paixão, embora o som de quem não é doente do pé apareça de forma mais tímida, uma presença é capaz de transformar tudo em samba. Trata-se de percussionista e baterista <strong><span style="color: #008000;">Wilson das Neves</span></strong>.</p>
<p>Carioca beirando os 76 anos, <strong><span style="color: #008000;">Wilson</span></strong> é uma autoridade com mestrado e pós-doctor em samba. Iniciado nas baquetas na adolescência, ele já acompanhou boa parte da música brasileira e muitos nomes de respeito do cenário jazzista internacional. Na sua imensa lista estão Elizeth Cardoso, Sarah Vaughan, Elis Regina, Michel Legrand e muitos outros. Isso sem contar da sua comadre Elza Soares, com quem dividiu um disco inteiro lançado em 1968. Faltou alguém? “Por mim, eu tocaria com todos”, confessa o músico incansável. “Tocar bateria não cansa. Se cansasse, eu já tinha parado. O que cansa é conversa fiada, papo furado”, arremata.</p>
<p>Como ex-integrante das orquestras das TVs Globo, Tupi e Excelsior e da Rádio Nacional, <strong><span style="color: #008000;">Wilson</span></strong> acompanhou boa parte das estrelas que passavam por ali. Aliás, acompanhar é o que ele faz de melhor. “Sou um acompanhador. Não sou de parar pra tocar sozinho”, confirma contando como faz para saber se seu acompanhado gostou do serviço: “Nunca vi baterista no mundo tocar igual ao outro. Então, eu vou lá e faço o meu. Se ninguém reclamar, é porque ta bom”.</p>
<p><a href="http://blog.opovo.com.br/discografia/acenda-o-refletor-apure-o-tamborim/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Mas, além de ser um acompanhante de luxo, <strong><span style="color: #008000;">Das Neves</span></strong> tem sua própria carreira. Atualmente, ele é um dos muitos integrantes da Orquestra Imperial, onde, segundo o próprio, “cada um que chega traz uma coisa nova”. Há também alguns poucos discos com seu nome, lançados desde o fim dos 1960. De 1996, <strong>O som sagrado de Wilson das Neves</strong> foi onde se mostrou cantor pela primeira vez. E bom cantor. “Ia ser instrumental. Mas levei na (gravadora) CID com a minha voz de guia e violão, para depois ver quem ia cantar. Eles gostaram e disseram pra ficar daquele jeito. Gravei e ganhei um prêmio Sharp”. Com a experiência, ele já cantou em outros dois trabalhos, planeja mais um (Se me chamar, ô sorte, preparado em esquema colaborativo) e tirou uma lição: “Eu devo cantar melhor do que tocar, por que nunca tinha ganho prêmio nenhum antes”.</p>
<p>Brincadeiras à parte, foi como baterista que <strong><span style="color: #008000;">Wilson das Neves</span></strong> marcou seu nome na história da música brasileira. “Música não dá dinheiro. O trabalho é que dá. Já ganhei o suficiente pra ter onde cair vivo, já que morto a gente cai em qualquer lugar”, avalia. Ao lado da “chefia”, como chama <strong><span style="color: #ff0000;">Chico Buarque</span></strong>, ele está há quase 30 anos, o que só confirma sua importância, mesmo estando discreto no fundo do palco dividindo seu espaço com Chico Batera. Certo de que seus méritos ninguém vai tirar, ele prefere ser um dos melhores “acompanhantes” do Brasil e segue repetindo seu bordão: “ô sorte”.</p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OcZIdYB6X_SpRFATwS1gASd7I8M/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OcZIdYB6X_SpRFATwS1gASd7I8M/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DiscografiaA/~4/xlg8sDxpUas" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Um aulão do professor Cauby</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 20:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dos nomes de destaque da glamourosa Era de Ouro do Rádio, Cauby Peixoto talvez esteja entre os casos mais controversos. Atravessando gerações com seu estilo brilhoso e sua voz poderosa, ele angariou amores e desprezos, admirações e críticas, fãs e detratores. Apesar disso, em 2012, o cantor chega aos seus 60 anos de carreira com a agenda cheia de shows e gravações. Durante todas essas décadas de música, Cauby já fez um pouco de tudo. Apesar dos seus maneirismos serem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8195" class="wp-caption alignleft" style="width: 377px"><a rel="attachment wp-att-8195" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/um-aulao-do-professor-cauby/cauby-fotografo-marco-maximo-divulgacao-02-2/"><img class="size-large wp-image-8195 " title="Cauby - Fotografo Marco Maximo - divulgação  02" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/Cauby-Fotografo-Marco-Maximo-divulgação-021-550x824.jpg" alt="" width="367" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Marco Maximo</p></div>
<p>Dos nomes de destaque da glamourosa Era de Ouro do Rádio,<span style="color: #ff0000;"><strong> Cauby Peixoto</strong> </span>talvez esteja entre os casos mais controversos. Atravessando gerações com seu estilo brilhoso e sua voz poderosa, ele angariou amores e desprezos, admirações e críticas, fãs e detratores. Apesar disso, em 2012, o cantor chega aos seus 60 anos de carreira com a agenda cheia de shows e gravações.</p>
<p>Durante todas essas décadas de música, <strong><span style="color: #ff0000;">Cauby</span></strong> já fez um pouco de tudo. Apesar dos seus maneirismos serem sempre ligados aos boleros e canções de dor de cotovelo, ele já gravou rock, bossa nova e samba-enredo, entre outros estilos. Uma parte desse ecletismo deve-se ao fato do intérprete ter se aventurado em propostas absurdas de produtores que insistiam em colocar sua privilegiada voz onde não devia. Um resumo dessa história está apresentado nos boxes <strong><span style="color: #0000ff;">Cauby! Cauby!</span></strong> (Discobertas) reunindo gravações do niteroiense feitas entre 1967 e 1995, boa parte delas inédita em formato digital.</p>
<p>Ao todo são 12 discos e quase o mesmo tanto de produtores. Se uns procuravam tirar de <strong><span style="color: #ff0000;">Cauby</span></strong> o melhor, outros insistiam em lhe empurrar alguns modernismos. Mas, o fato é que, quando eles acertavam, o sucesso era garantido. Isso está comprovado nos discos <strong>Cauby! Cauby!</strong> (1980), <strong>Cauby!</strong> (1986) e <strong>Cauby canta Sinatra</strong> (1995). O primeiro foi responsável por tirar o cantor de um período de ostracismo e trabalhos fracos. Foi dele que saíram os sucessos<strong><em> Bastidores</em></strong> (Chico Buarque) e <strong><em>Loucura</em></strong> (Joanna/ Sarah Benchimol). Já a bela homenagem ao ídolo americano, mereceu uma revisão 15 anos depois, por que o próprio <strong><span style="color: #ff0000;">Cauby</span></strong> confessou não ter gostado das versões para o português. Ainda assim, trata-se de um disco luxuoso, bem produzido (José Maurício Machline) e com duetos memoráveis com Gal Costa, Zizi Possi e Nana Caymmi.</p>
<p>Mesmo nos discos de safra mais errática, era comum uma faixa se sobressair entre as demais. No pesado e cafona <strong>Superstar</strong>, <strong><em>Mulher</em></strong> (Custodio Mesquita/ Sady Cabral) tem cara Broadway e ganha volume com o nipe de metais. Já em 1976, foi Adelino Moreira quem tomou conta do disco <strong>Cauby </strong>(é, a vaidade fazia ele sempre colocar o próprio nome nos discos). Pisando de mansinho no terreno do samba, ele faz uma sincera interpretação de<strong><em> O surdo</em></strong> (Totonho/ Paulinho Rezende), o dos grandes sucessos de Alcione. Já <strong><em>Duas contas</em></strong> (Garoto) é um bolerasso, desses arrasa quarteirão, que encaixa com perfeição nas vogais abertas de <strong><span style="color: #ff0000;">Cauby</span></strong>.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-8200" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/um-aulao-do-professor-cauby/143376_ampliada/"><img class="alignright size-medium wp-image-8200" title="143376_Ampliada" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/143376_Ampliada-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Pra completar, cada caixa traz uma coletânea de raridades que, mais uma vez, trazem resultados variados. Tem a simpática <strong><em>O Caderninho</em></strong> (Olmir Stokler), onde <span style="color: #ff0000;"><strong>Cauby</strong></span> canta rock com seus famosos maneirismos. Na mesma pegada “jovemguardiana”, <strong>Lágrimas de amor</strong> (Klecius Caldas/ Hélio Matheus) é uma declaração de amor ingênua e bonitinha. Mas <strong><em>Cigano do amor</em></strong> (Migliacci/ Mattone/ Brancato Junior) exagera na dor de cotovelo. Por fim, o jornalista Rodrigo Faour, autor da biografia <strong><span style="color: #800000;">Bastidores</span></strong>, contextualiza cada disco e escreve curiosidades sobre as faixas. Entre elas, <strong><em>O que será de mim</em></strong>, única canção cuja autoria é dada a<strong><span style="color: #ff0000;"> Cauby Peixoto</span></strong>. Mas, na verdade, ela é do empresário Di Veras, espécie de guru do cantor, que achava bacana seu discípulo posar de compositor. Apesar desse e de outros deslizes, não é difícil entender por que <strong><span style="color: #ff0000;">Cauby Peixoto</span></strong> é tratado no meio musical por Professor. Basta lembrar da sua famosa<strong><em> Conceição</em></strong>.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/V-99tDo3U7puc4nbApqTnKtROaI/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/V-99tDo3U7puc4nbApqTnKtROaI/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/V-99tDo3U7puc4nbApqTnKtROaI/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/V-99tDo3U7puc4nbApqTnKtROaI/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DiscografiaA/~4/3tjj_FexLsg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Encontro de Ivete, Caetano e Gil chega às lojas em CD e DVD</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 15:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de encarar projetos megalomaníacos no Maracanã e no Madison Square Garden (que pouco acrescentaram à sua carreira), Ivete Sangalo assumiu o cansaço da música baiana e vem apontando seu microfone para a MPB. Além de insinuar que pretende gravar um projeto voltado para a Bossa Nova, ela gravou no fim de 2011 um especial para a Rede Globo onde dividiu o palco com os também ícones baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil. Apostando na informalidade, o programa exibido dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-8186" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/encontro-de-ivete-caetano-e-gil-chega-as-lojas-em-cd-e-dvd/ivetegilcaetano/"><img class="alignleft size-full wp-image-8186" title="ivetegilcaetano" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/ivetegilcaetano.jpg" alt="" width="400" height="562" /></a>Depois de encarar projetos megalomaníacos no Maracanã e no Madison Square Garden (que pouco acrescentaram à sua carreira),<span style="color: #ff0000;"><strong> Ivete Sangalo</strong> </span>assumiu o cansaço da música baiana e vem apontando seu microfone para a MPB. Além de insinuar que pretende gravar um projeto voltado para a Bossa Nova, ela gravou no fim de 2011 um especial para a Rede Globo onde dividiu o palco com os também ícones baianos <span style="color: #0000ff;"><strong>Caetano Veloso</strong> </span>e <strong><span style="color: #800000;">Gilberto Gil</span></strong>. Apostando na informalidade, o programa exibido dia 23 de dezembro acaba de ser lançado em CD e DVD lançado pela gravadora Universal. </p>
<p>Juntos, os artistas conseguem diferentes resultados ao longo de mais de uma hora de apresentação. Ao lado de duas referências, <strong><span style="color: #ff0000;">Ivete</span></strong> garante seu espaço com beleza e bom humor. Cria dos novos tempos midiáticos, a cantora acaba assumindo informalmente o papel de mestre de cerimônias do encontro. De paletó e violão em punho, <strong><span style="color: #800000;">Gil</span></strong> precisa de muito pouco para demonstrar sua importância no encontro. Já <strong><span style="color: #0000ff;">Caetano</span></strong>, com certo ar blasé, parece estar pouco entusiasmado à frente das câmeras.</p>
<p>Se o repertório não é lá muito surpreendente, alguns números se mostram bem melhores que o esperado para projetos dessa natureza. Tendo o amor como guia para as 14 canções, quem mais se arrisca é justamente <strong><span style="color: #ff0000;">Ivete Sangalo</span></strong> ao trazer para si canções marcadas pelas vozes sagradas de Gal, Bethânia e Elis. Embora o registro da Pimentinha para<strong><em> Atrás da porta</em></strong> (Chico Buarque) seja algo à beira do insuperável, a baiana dá seu recado com emoção e sem firulas. Mas seu melhor momento é numa versão latinizada de<strong><em> Tá combinado</em></strong> (Caetano Veloso), lançada por Bethânia em 1988. Embora ela não não tenha a intensidade necessária para dar peso a tantas canções de acento mais dramático, a baiana faz bem ao inventar pouco e evitar comparações.</p>
<p>Amigos de longa data, <strong><span style="color: #0000ff;">Caetano</span></strong> e <span style="color: #800000;"><strong>Gil</strong></span> aproveitam o espaço para contar histórias de suas musas. Defendida num dueto emocionante da dupla, <strong><em>Drão </em></strong>foi feita para a ex-mulher de<strong><span style="color: #800000;"> Gil</span></strong> Sandra Gadelha (ou Sandrão), durante a separação do casal. E em seu momento solo, <strong><span style="color: #800000;">Gil</span></strong> grava <strong><em>Dom do iludir</em></strong>, do parceiro tropicalista, sem mexer muito no original. Em retribuição,<strong> <span style="color: #0000ff;">Caetano</span></strong> divide <strong><em>Super-Homem</em></strong>, a canção, com o amigo. Embora tratem-se de três obras primas, as alocação delas no repertório ó servem para confirmar a beleza e gradiosidade do trabalho dos dois baianos. Entre arranjos mornos de Lincoln Olivetti e a direção musical careta de Mariozinho Rocha, o encontro das três estrelas baianas encerra com o majestoso samba <strong><em>Amor até o fim</em></strong> em outro bom momento o trio. Em seguida, somente a sensação de que poderia ser um tanto melhor.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1E4rTw06oTXhOKkbgYxwsf8wC0g/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1E4rTw06oTXhOKkbgYxwsf8wC0g/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1E4rTw06oTXhOKkbgYxwsf8wC0g/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1E4rTw06oTXhOKkbgYxwsf8wC0g/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DiscografiaA/~4/Ib2A-WNQUC4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>High Flying Birds, de Noel Gallagher, em edição comemorativa</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 18:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ex-Oasis Noel Gallagher acaba de passar pelo Brasil para mostrar seu primeiro trabalho solo, High flying birds. Com mais de 500 mil cópias vendidas, o disco de estreia em muito pouco se afasta do estilo da banda que projetou o cantor  e compositor de Manchester. Pelo contrário, se aproxima de discos menos crus, como The Masterplan (1998) e o derradeiro Dig out your soul (2008). No embalo da passagem do artista, a Universal Music pôs nas lojas uma edição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-8180" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/high-flying-birds-de-noel-gallagher-em-edicao-comemorativa/attachment/25556/"><img class="aligncenter size-full wp-image-8180" title="25556" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/25556.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a>O ex-Oasis <span style="color: #ff0000;"><strong>Noel Gallagher</strong> </span>acaba de passar pelo Brasil para mostrar seu primeiro trabalho solo, <span style="color: #000080;"><strong>High flying birds</strong></span>. Com mais de 500 mil cópias vendidas, o disco de estreia em muito pouco se afasta do estilo da banda que projetou o cantor  e compositor de Manchester. Pelo contrário, se aproxima de discos menos crus, como<strong> The Masterplan</strong> (1998) e o derradeiro <strong>Dig out your soul </strong>(2008). No embalo da passagem do artista, a Universal Music pôs nas lojas uma edição especial que inclui um DVD bônus, com um documentário &#8211; It&#8217;s never too late to be what u might have been &#8211; e o vídeo-clipe de <strong><em>The death of you and me</em></strong>. de quebra, vem também o making of do mesmo video-clipe.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fIwm08bqotn80X8KahfC35qeSFE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fIwm08bqotn80X8KahfC35qeSFE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fIwm08bqotn80X8KahfC35qeSFE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fIwm08bqotn80X8KahfC35qeSFE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DiscografiaA/~4/EeGFX1vBZXo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Bangarang, de Skrillex, entra de cabeça no Dubstep</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 14:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Thiago de Sousa (thiagosousa@opovo.com.br) Uma nova vertente da música eletrônica está tomando forma nas baladas internacionais. Chama-se Dubstep. Para entender melhor, Dubstep é uma vertente da música eletrônica que nasceu na década de 2000, no sul de Londres, na Inglaterra. Um tipo de música instrumental eletrônica tendendo para os ritmos digitais do Dub dos anos 80. Geralmente não apresenta vocais. Porém o Dustep pode ser confundido com o Brustep, que já tem uma ramificação mais pop, e é justamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Thiago de Sousa (thiagosousa@opovo.com.br)</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-8098" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/bangarang-de-skrillex-entra-de-cabeca-no-dubstep/skrillex_bangarang-ep_cover_2011-480x480/"><img class="alignleft size-full wp-image-8098" title="Skrillex_Bangarang-EP_cover_2011-480x480" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/Skrillex_Bangarang-EP_cover_2011-480x480.jpg" alt="" width="480" height="480" /></a>Uma nova vertente da música eletrônica está tomando forma nas baladas internacionais. Chama-se Dubstep. Para entender melhor, Dubstep é uma vertente da música eletrônica que nasceu na década de 2000, no sul de Londres, na Inglaterra. Um tipo de música instrumental eletrônica tendendo para os ritmos digitais do Dub dos anos 80. Geralmente não apresenta vocais.</p>
<p>Porém o Dustep pode ser confundido com o Brustep, que já tem uma ramificação mais pop, e é justamente por essa diferença que esse ritmo está tomando de conta das boates nas noites europeias. A revelação deste estilo é <strong><span style="color: #ff0000;">Skrillex</span></strong>, considerado como novo nome da música eletrônica no cenário mundial.</p>
<p>Com suas madeixas estilosas de rockeiro popstar, Sonny John Moore, seu nome de batismo, é produtor musical de música eletrônica, ex-cantor e compositor. Com berço em Los Angeles, <span style="color: #ff0000;"><strong>Skrillex</strong></span> integrou a banda de post-hardcore <em>From First to Last</em> como vocalista no ano de 2004. Gravou dois álbuns, e em 2007 resolveu seguir carreira solo, apoiando bandas como <em>All Time Low</em> e <em>The Rocket Summer</em>.</p>
<p>No ano de 2009 lançou seu primeiro EP solo, <strong>Gypsyhook</strong>, e em 2010 disponibilizou gratuitamente no MySpace o EP <strong>My Name is Skrillex</strong>, já apresentando ao público seu novo nome. Todo esse esforço não foi em vão. <strong><span style="color: #ff0000;">Skrillex </span></strong>ganhou três Grammy Award de Melhor Álbum Dance/eletrônica, Melhor Gravação Dance e Melhor Gravação Remix não-clássica, tudo isso já em 2011.</p>
<p>Com as indicações no Grammy, <strong><span style="color: #ff0000;">Skrillex</span></strong> alçou novos voos e firmou seu sucesso ao lançar o quinto EP, <strong><span style="color: #0000ff;">Bangarang</span></strong>. Desde o início o Dubstep veio com um gênero meio que anacrônico com batidas quebradas e inesperadas, e nesse novo trabalho <strong><span style="color: #ff0000;">Skrillex</span></strong> fez questão de exceder um pouco mais e deixar o som ainda mais barulhento.</p>
<p><a href="http://blog.opovo.com.br/discografia/bangarang-de-skrillex-entra-de-cabeca-no-dubstep/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>“Dedico este EP para todos os novos e incríveis amigos que fiz em todo o mundo este ano!”, diz <span style="color: #ff0000;"><strong>Skrillex</strong></span> no encarte do EP. São apenas sete faixas, mas 30 minutos de música eletrônica pesada, que pode ser considerada como hard-dubstep. A faixa-título começa bem tranquila, até que a voz de Sirah toma conta da faixa e começa um dubstep nervoso. Reforcem as caixas de som, pois a música tem potencia o bastante para estourá-las.</p>
<p>Em <strong><em>The Devil’s Den</em></strong> pode se lembrar um pouco de Daft Punk, mas sempre mostrando que veio para renovar a música. O dubstep de Skrillex é mais nervoso, pra galera que curte um som pesado. E se preparem, pois esse som vai ganhar o mundo, e não vai demorar muito pra isso! Você ainda vai ouvir falar muito em <strong><span style="color: #ff0000;">Skrillex</span></strong>. Acredito que produtores de Fortaleza já estejam em negociação com o astro.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JTMk2SH4WTbxiFU5DmHpBcUIxkE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JTMk2SH4WTbxiFU5DmHpBcUIxkE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JTMk2SH4WTbxiFU5DmHpBcUIxkE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JTMk2SH4WTbxiFU5DmHpBcUIxkE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DiscografiaA/~4/ZByKlS9c3xU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Banda Nuvens libera seu segundo disco para download gratuito</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quinteto curitibano com cinco anos de estrada, o Nuvens disponibilizou para download gratuito seu bom segundo disco, chamado Fome de vida (independente). A iniciativa faz parte do movimento MPB &#8211; Música Para Baixar. Além de uma bela ilustração na capa, o disco produzido por Rapha Moraes e Álvaro Alencar traz melodias bem construídas sobre uma base pop bacana e letras acima da média do que se produz atualmente. O destaque fica para o rock esperto Um frame de emoção, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-8156" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/banda-nuvens-libera-seu-segundo-disco-para-download-gratuito/fundocaixa_620x465/"><img class="aligncenter size-full wp-image-8156" title="FundoCaixa_620x465" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/FundoCaixa_620x465.jpg" alt="" width="620" height="465" /></a>Quinteto curitibano com cinco anos de estrada, o <strong><span style="color: #ff0000;">Nuvens</span></strong> disponibilizou para <a href="http://www.nuvens.net/" target="_blank">download</a> gratuito seu bom segundo disco, chamado <span style="color: #0000ff;"><strong>Fome de vida</strong> </span>(independente). A iniciativa faz parte do movimento MPB &#8211; Música Para Baixar. Além de uma bela ilustração na capa, o disco produzido por Rapha Moraes e Álvaro Alencar traz melodias bem construídas sobre uma base pop bacana e letras acima da média do que se produz atualmente. O destaque fica para o rock esperto <strong><em>Um frame de emoção</em></strong>, que fala de amor com um toque de agressividade (“teus olhos de pimenta me chocolateavam”). Formado por Amandio Galvão (guitarra e backing), Guilherme Scartezini (bateria), Marcos Nascimento (baixo), Marcus Pereira (percussão) Raphael Moraes (violão, guitarra e voz), o primeiro disco do <span style="color: #ff0000;">Nuvens</span> foi lançado em 2008. Adeptos dos experimentalismo, eles costumam mesclar nos shows a parte musical com elementos de teatro e circo. Com a mesma disposição, <strong><span style="color: #0000ff;">Fome de vida</span></strong> tem algo de inconformismo, paixão e saudade numa paleta sonora de rock, blues e pop.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OeQ5GgZJsfwdgRTZvkydHj0oRjs/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OeQ5GgZJsfwdgRTZvkydHj0oRjs/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OeQ5GgZJsfwdgRTZvkydHj0oRjs/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OeQ5GgZJsfwdgRTZvkydHj0oRjs/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DiscografiaA/~4/lCSQtmClfV4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>A intimidade do mito Raul Seixas</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Pedro Rocha (pedrorocha@opovo.com.br) “Nós estamos em torno de 140 mil, quer dizer, pra um documentário é uma bilheteria fantástica, porque a maioria dos filmes não passa de 70, 80 mil, muitos não chegam nem a 20”, fala por telefone Walter Carvalho sobre a bilheteria de Raul Seixas: o Início, o Fim e o Meio. Lançado no dia 23 de março, o documentário sobre o mito da música brasileira chega hoje às salas de cinema de Fortaleza com histórias que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #666699;">Por Pedro Rocha (pedrorocha@opovo.com.br)</span></strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-8163" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/a-intimidade-do-mito-raul-seixas/raul_filme/"><img class="alignleft size-full wp-image-8163" title="raul_filme" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/raul_filme.jpg" alt="" width="381" height="560" /></a>“Nós estamos em torno de 140 mil, quer dizer, pra um documentário é uma bilheteria fantástica, porque a maioria dos filmes não passa de 70, 80 mil, muitos não chegam nem a 20”, fala por telefone Walter Carvalho sobre a bilheteria de <strong><span style="color: #ff0000;">Raul Seixas: o Início, o Fim e o Meio</span></strong>. Lançado no dia 23 de março, o documentário sobre o mito da música brasileira chega hoje às salas de cinema de Fortaleza com histórias que cobrem as várias fases da vida de <strong><span style="color: #0000ff;">Raul</span></strong>, desde a adolescência na Bahia, até a decadência no fim da vida, vítima do alcoolismo.</p>
<p>“Eu sou da geração que admirava Caetano e Chico, da geração de <strong><em>A</em> <em>Banda</em></strong>, de<strong> <em>Alegria, Alegria</em></strong>. O <span style="color: #0000ff;"><strong>Raul </strong></span>vem um pouco depois, em 71. Caetano e Chico já estavam na parada desde 1967. Mas o<strong><span style="color: #0000ff;"> Raul</span></strong> caiu no gosto popular e era um cara que fazia uma música de fácil comunicação e ao mesmo tempo muito criativa”, comenta Walter, que recebeu o convite da Paramount para dirigir o documentário.</p>
<p><strong>Depoimentos e imagens de arquivo costuram o filme.</strong></p>
<p>Amigos de juventude relatam as aventuras de <strong><span style="color: #0000ff;">Raul</span></strong> quando este era ainda um adolescente que imitava os trejeitos dos ídolos do rock estadunidense, especialmente Elvis Presley. Gola em pé, cigarro na mão e o jeitão marrento de olhar sobre o ombro são lembrados pelos próprios colegas de <strong><span style="color: #0000ff;">Raul</span></strong> no Elvis Rock Club, criado por eles para cultuar o estilo musical e a figura do astro do filme <em>Balada Sangrenta</em>, de 1958.</p>
<p>Já no Rio de Janeiro, a projeção de Raul com <em><strong>Let Me Sing, Let Me Sing</strong></em> no Festival Internacional da Canção de 1972, misturando o rock norte-americano e o baião de Luiz Gonzaga, é o início de sua transformação num dos cantores mais populares do Brasil, que será seguida por sua identificação como um dos símbolos da contracultura no País.</p>
<p>A entrevista de Paulo Coelho é um dos pontos altos de <em><strong><span style="color: #ff0000;">Raul Seixas: o Início, o Fim e o Meio</span></strong></em>. O hoje escritor mundialmente reconhecido foi um dos principais parceiros de<strong><span style="color: #0000ff;"> Raul Seixas</span></strong>, a pessoa que apresentou ao cantor as profundezas da contracultura na década de 1970, incluindo as drogas e o ocultismo. Sentando na sala de sua casa na Suíça, ele conta sem melindres as histórias desse tempo, os bastidores da composição de sucessos como <em><strong>Sociedade Alternativa</strong></em> e os motivos que fizeram Raul Seixas largar sua primeira esposa, Edith.</p>
<p><strong>Ex-mulheres</strong></p>
<p><strong></strong><a rel="attachment wp-att-8166" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/a-intimidade-do-mito-raul-seixas/raul-seixas240312capa/"><img class="aligncenter size-full wp-image-8166" title="Raul-Seixas240312capa" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/Raul-Seixas240312capa.jpg" alt="" width="460" height="345" /></a></p>
<p>Paixão de adolescência que acabou em casamento, Edith é a única das ex-mulheres de <strong><span style="color: #0000ff;">Raul Seixas</span></strong> que não concedeu entrevista a Walter Carvalho. “Ela foi a única que não quis falar, mas eu pedi através da filha que ela me mandasse uma carta”, conta o diretor. A primogênita de Raul, Simone, fala em inglês – Edith é americana e voltou para os Estados Unidos com a filha ainda pequena – sobre a relação superficial que teve com o pai, e lê a mensagem melancólica da mãe.</p>
<p>Outras ex-companheiras de <strong><span style="color: #0000ff;">Raul</span></strong> se sucedem no documentário na ordem em que entraram na vida dele, representando as diferentes fases de sua carreira e, principalmente, o aprofundamento de seu vício nas drogas até a morte. “Individualmente cada uma me recebeu muito bem. Eu tive acesso aos arquivos pessoais de todas”, fala Walter sobre as farpas que uma e outra soltam no filme.</p>
<p> A intimidade da vida do cantor e compositor se entrelaça no documentário à sua obra, através da filosofia de vida contestatória, alternativa, expressada nas músicas, que rejeitam os padrões prescritos pela sociedade. Jornalistas como Pedro Bial, Nelson Motta e Tárik de Souza comentam a música de Raul Seixas. Caetano ressalta a genialidade dos versos de <em><strong>Ouro de Tolo</strong></em>. E Tom Zé faz uma aparição cantando e tocando composição própria sobre a chegada de Lampião e Raul Seixas na reunião do Fundo Monetário Internacional.</p>
<p>Ao passo em que se entra na década de 1980, o filme mergulha na decadência do cantor, no irrefreável apetite pelas drogas, notadamente o álcool, no agravamento dos problemas de saúde como a diabetes e nas seguidas internações hospitalares, até a dramatização de sua morte. Um roteiro conhecido de ascensão e queda de um astro do rock – no caso de Raul, uma história profundamente brasileira.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Y4AfmNro6uhuwmkZPzdcjxUjQKY/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Y4AfmNro6uhuwmkZPzdcjxUjQKY/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Y4AfmNro6uhuwmkZPzdcjxUjQKY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Y4AfmNro6uhuwmkZPzdcjxUjQKY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DiscografiaA/~4/X4IJmwB8hcU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Boxes trazem obra de Walter Wanderley de volta às lojas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Sampaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Músico brasileiro com grande destaque na cena internacional, o organista Walter Wanderley é o mais novo artista a ter sua obra encaixotada pela Discobertas. Natural de Pernambuco, mas com carreira consolidada em São Paulo, Wanderley tinha suingue, samba e bossa em seus teclados e logo conquistou o mundo transpondo para seu etilo sucessos do mundo inteiro. E é a primeira parte dessa obra que está reunida em oito discos,  quatro em cada uma das caixas Festas Dançantes Vol.1 e 2 cobrem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.opovo.com.br/discografia/boxes-trazem-obra-de-walter-wanderley-de-volta-as-lojas/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Músico brasileiro com grande destaque na cena internacional, o organista Walter <strong><span style="color: #ff0000;">Wanderley</span></strong> é o mais novo artista a ter sua obra encaixotada pela Discobertas. Natural de Pernambuco, mas com carreira consolidada em São Paulo, Wanderley tinha suingue, samba e bossa em seus teclados e logo conquistou o mundo transpondo para seu etilo sucessos do mundo inteiro. E é a primeira parte dessa obra que está reunida em oito discos,  quatro em cada uma das caixas Festas Dançantes Vol.1 e 2 cobrem o período que vai de 1959, com <strong>Eu, você e Walter Wanderley</strong>, até 1963, com<strong> Samba no esquema de Walter Wanderley</strong>. Lançados originalmente pela extinta Odeon, o relançamento dos discos marca os 80 anos de nascimento do músico, que faleceu vitimado pelo câncer em 1986, enquanto morava nos Estados Unidos. Como de prache da Discobertas, as reedições trazem encartes, ficha técnica e outras informações contidas nos LPs originais. Em tempo: depois do período em que trabalhou na Odeon, Walter wanderley seguiu para os Estados Unidos onde teve destaque trabalhando numa linha sambajazz que muito agradou, principalmente pela boa aceitação da Bossa Nova no terra do Tio Sam. por lá, ele desenvolveu trabalhos ao lado de jazzístas e da cantora brasileira Astrud Gilberto, com quem gravou o disco <strong>A Certain Smile, a Certain Sadness</strong>.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-8148" href="http://blog.opovo.com.br/discografia/boxes-trazem-obra-de-walter-wanderley-de-volta-as-lojas/box_walter_wanderley_perspectiva_1/"><img class="alignleft size-large wp-image-8148" title="Box_WALTER_WANDERLEY_perspectiva_1" src="http://blog.opovo.com.br/discografia/files/2012/05/Box_WALTER_WANDERLEY_perspectiva_1-550x550.jpg" alt="" width="314" height="314" /></a>Box 1 – Festas Dançantes Vol. 1<br />
01) <strong>Eu, Você e Walter Wanderley</strong> (1959)<br />
02) <strong>Feito Sob Medida</strong> (1959)<br />
03) <strong>Sucessos Dançantes</strong> (1960)<br />
04) <strong>O Sucesso é Samba</strong> (1960)</p>
<p>Box 2 – Festas Dançantes Vol. 2<br />
01)<strong> O Samba é Samba com Walter Wanderley</strong> (1961)<br />
02) <strong>Samba é Mais Samba com Walter Wanderley</strong> (1961)<br />
03) <strong>O Bolero e Walter Wanderley</strong> (1962)<br />
04) <strong>Samba No Esquema de Walter Wanderley</strong> (1963)</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WQSIkqb_D_DH1DMuVUT3OdYwBR0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WQSIkqb_D_DH1DMuVUT3OdYwBR0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WQSIkqb_D_DH1DMuVUT3OdYwBR0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WQSIkqb_D_DH1DMuVUT3OdYwBR0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DiscografiaA/~4/jp1FqBc_YaM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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