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	<title>Dr. Drauzio Varella</title>
	
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		<title>Abuso sexual é o segundo tipo mais comum de violência contra criança</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 22:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tainah</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde divulgou dados alarmantes sobre agressões contra crianças no Brasil: o abuso sexual é o segundo tipo de violência mais comum na faixa até nove anos de idade e entre 10 e 14 anos, ficando atrás apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://drauziovarella.com.br/infancia/abuso-sexual-e-o-segundo-tipo-mais-comum-de-violencia-contra-crianca/attachment/banquinho_meninas/" rel="attachment wp-att-19786"><img class="alignnone size-full wp-image-19786" title="banquinho_meninas" src="http://drauziovarella.com.br/wp-content/uploads/2012/05/banquinho_meninas.jpg" alt="" width="539" height="311" /></a></p>
<p>O Ministério da Saúde divulgou dados alarmantes sobre agressões contra crianças no Brasil: o abuso sexual é o segundo tipo de violência mais comum na faixa até nove anos de idade e entre 10 e 14 anos, ficando atrás apenas das notificações de negligência e abandono, no primeiro intervalo, e violência física, no segundo.</p>
<p>Entre os adolescentes de 15 a 19 anos, a agressão sexual ocupa o terceiro lugar. Em primeiro vem a violência física e, em segundo a violência psicológica.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>* <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://drauziovarella.com.br/infancia/brasil-reduz-taxa-de-mortalidade-infantil-quase-pela-metade/">Brasil reduz taxa de mortalidade infantil quase pela metade</a></span></strong></p>
<p>Os dados se referem a números de 2011, quando se tornou obrigatório o registro do tipo de violência sofrida por pacientes atendidos em todos os estabelecimentos de saúde do País, por meio da Ficha de Notificação/Investigação Individual de Violência Doméstica, Sexual e/ou Outras Violências.</p>
<p>Estima-se que 64% de todas agressões acontecem dentro da residência onde a criança vive, e a maior parte dos agressores é alguém de convívio próximo, como os pais, outros parentes ou ainda amigos e vizinhos, sendo a maioria, 46%, do sexo masculino (o universo de agressores abrange os sexos masculino, feminino, ambos ou ignorado). Quanto ao meio de agressão, a força corporal/espancamento teve maior participação, representando 22%.</p>
<p>Em 2011, foram registrados 14.625 casos de violência contra menores de dez anos. Desse total, 22% foram agressões dirigidas a crianças com menos de um ano.</p>
<p><a href="http://drauziovarella.com.br/infancia/abuso-sexual-e-o-segundo-tipo-mais-comum-de-violencia-contra-crianca/attachment/tabelaviolenciainfantil/" rel="attachment wp-att-19795"><img class="alignleft size-full wp-image-19795" title="tabelaviolenciainfantil" src="http://drauziovarella.com.br/wp-content/uploads/2012/05/tabelaviolenciainfantil.jpg" alt="" width="422" height="488" /></a></p>
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		<title>SUS de SP vai oferecer teste rápido para sífilis</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 19:58:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tainah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
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		<description><![CDATA[Vai ficar mais fácil para diagnosticar a sífilis pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no Estado de São Paulo. A partir de junho de 2012, em apenas dez ou quinze minutos o paciente ficará sabendo se está ou não com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://drauziovarella.com.br/sexualidade/sus-de-sp-vai-oferecer-teste-rapido-para-sifilis/attachment/istock_000017026405small_johnnygreig_sangue_destaque1_-2/" rel="attachment wp-att-19750"><img class="alignnone size-full wp-image-19750" title="iStock_000017026405Small_JohnnyGreig_sangue_destaque1_" src="http://drauziovarella.com.br/wp-content/uploads/2012/05/iStock_000017026405Small_JohnnyGreig_sangue_destaque1_1.jpg" alt="" width="543" height="196" /></a></p>
<p>Vai ficar mais fácil para diagnosticar a <strong><a href="http://drauziovarella.com.br/sexualidade/sifilis/">sífilis</a> </strong>pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no Estado de São Paulo. A partir de junho de 2012, em apenas dez ou quinze minutos o paciente ficará sabendo se está ou não com a DST (Doença Sexualmente Transmissível).</p>
<p>O procedimento é o mesmo usado no teste rápido para HIV, apenas punção na ponta do dedo ou por via venosa para coletar uma amostra de sangue.</p>
<p>No Estado de São Paulo, 1,6% das gestantes prestes a dar à luz entre 15 a 49 anos de idade têm sífilis. Outro dado aponta que 40% dos casos em que a gestante tem sífilis evoluem para abortos ou natimortos (fetos que nascem sem vida).</p>
<p>A princípio, apenas 39 municípios vão oferecer o serviço, mas a Secretaria de Saúde do Estado pretende atingir 50 cidades até o fim de 2012. Estima-se que até 2013 cerca de 145 municípios estarão aptos a oferecer esse serviço.</p>
<p>O Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids mantém um serviço telefônico gratuito para tirar dúvidas sobre sífilis e outras doenças sexualmente transmissíveis.</p>
<p><strong>Telefone:<br />
</strong>0800-16-25-50</p>
<p><strong>Horário de funcionamento</strong><br />
De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.</p>
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		<title>Cortes</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 18:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças e Sintomas]]></category>
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		<description><![CDATA[Cortes são ferimentos que ocorrem com muita frequência no ambiente doméstico. A pessoa está lidando na cozinha e se machuca com a faca, com um caco de vidro do copo que quebrou, escorrega no chão molhado, leva um tombo feio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cortes são ferimentos que ocorrem com muita frequência no ambiente doméstico. A pessoa está lidando na cozinha e se machuca com a faca, com um caco de vidro do copo que quebrou, escorrega no chão molhado, leva um tombo feio, bate a cabeça numa quina ou um objeto pesado despenca sobre sua cabeça. Em 2011, apenas nos hospitais do SUS, foram atendidas mais de 27 mil pessoas que se feriram dessa forma em casa.</p>
<p><strong>Tipos e cuidados</strong></p>
<p>Quando os cortes são superficiais, o organismo se encarrega de cicatrizá-los. Na corrente sanguínea, existem plaquetas e proteínas encarregadas de formar coágulos para interromper a circulação, assim que algum vaso se rompe. No entanto, algumas medidas simples tomadas no momento do acidente podem acelerar processo de recuperação.<strong> </strong>A primeira é lavar as mãos com água e sabão (qualquer sabão) antes de prestar o atendimento para não levar germes para a área afetada. Os dois passos seguintes são comprimir o local com gaze ou pano limpo até estancar o sangue e lavar o ferimento, também com água e sabão, para remover resíduos de sujeira. Tudo isso feito com muito cuidado para não agravar a lesão.<strong></strong></p>
<p>Se os cortes forem mais profundos, o mais urgente é estancar o sangramento. Às vezes, porém, é tanto sangue que se torna quase impossível ver o local por onde ele escapa. Nesse caso, deve-se limpar a região com um pano embebido em água até encontrar o local do ferimento. Depois é só pressioná-lo com gaze ou com um pano limpo para estancar o fluxo de sangue. Se isso não acontecer em cinco ou dez minutos, no máximo, a pessoa deve ser encaminhada para socorro médico. Cortes muito profundos com sangramento abundante exigem atendimento médico de urgência.</p>
<p><strong>Cortes na cabeça</strong></p>
<p>Cortes na cabeça necessitam de cuidados especiais. De modo geral, eles provocam sangramento abundante por causa do grande número de vasos sanguíneos concentrados nessa parte do corpo. Se o corte for superficial, quase sempre é suficiente lavar o local com água e sabão e comprimir o ferimento para que o sangue estanque em, no máximo, dez minutos. Já os cortes mais profundos podem necessitar de pontos que devem ser dados por um médico.</p>
<p>Ocasionalmente, a pancada que provocou o corte na cabeça pode também ter provocado sangramento em algum vaso situado no interior do cérebro ou nas membranas que o envolvem, as meninges. Esses casos precisam ser diagnosticados depressa, porque o sangue extravasado pode comprimir estruturas cerebrais de importância vital para a sobrevivência.</p>
<p>Se o hospital em que a pessoa foi atendida não possui um aparelho de tomografia computadorizada para diagnóstico imediato, é indispensável redobrar a atenção nas primeiras 24 horas depois do acidente. A pessoa deve permanecer acordada, especialmente se for uma criança. Caso apresente dor forte de cabeça, desequilíbrio ao andar, visão dupla, vômitos, pupilas dos olhos de tamanhos diferentes, sonolência, confusão mental, desmaio, sangramentos pelo nariz ou ouvido precisa ser encaminhada para assistência médica sem perda de tempo, porque esses sintomas são sugestivos de complicações neurológicas.</p>
<p><strong>Recomendações</strong></p>
<p>* Nunca aplique álcool, pomadas ou produtos desinfetantes no local do ferimento. Apenas lave a área com água e sabão;</p>
<p>* Não assopre o ferimento para não contaminar a região com os germes que habitam normalmente nossa boca;</p>
<p>* Não utilize algodão para estancar o sangue, porque as fibras grudarão na ferida, o que tornará mais difícil a sua remoção;</p>
<p>* Procure assistência médica, se surgirem sinais de infecção (vermelhidão, calor, dor, inchaço e pus) na região do ferimento;</p>
<p>* Certifique-se da necessidade de tomar uma dose de reforço da vacina antitetânica se o ferimento foi provocado por um objeto enferrujado ou sujo de terra;</p>
<p>* Não se assuste se o sangue do ferido respingar em você. Nenhum germe poderá penetrar sua pele, se ela estiver íntegra. Entretanto, se sua pele estiver ferida e a pessoa acidentada não tiver condições de ajudar a estancar o sangramento, tente improvisar uma luva ou outro material de proteção para evitar o contato do sangue com sua pele machucada.</p>
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		<title>Em 20 anos, Brasil reduz número de mortes maternas em 51%</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 19:48:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tainah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 20 anos, o Brasil conseguiu reduzir em 51% o número de mortes maternas causadas por complicações durante a gestação ou até 42 dias após o fim da gravidez. Segundo relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da Unicef [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://drauziovarella.com.br/saude-da-mulher/em-20-anos-brasil-reduz-numero-de-mortes-maternas-em-51/attachment/istock_000016620143small_rtimages_gravida_destaque1-3/" rel="attachment wp-att-19729"><img class="alignnone size-full wp-image-19729" title="iStock_000016620143Small_RTimages_gravida_destaque1" src="http://drauziovarella.com.br/wp-content/uploads/2012/05/iStock_000016620143Small_RTimages_gravida_destaque12.jpg" alt="" width="544" height="196" /></a></p>
<p>Em 20 anos, o Brasil conseguiu reduzir em 51% o número de mortes maternas causadas por complicações durante a gestação ou até 42 dias após o fim da gravidez.</p>
<p>Segundo relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância),  entre 1990 e 2010 os óbitos diminuíram de 120 para 56 por 100 mil nascimentos. Até 2015, o Brasil e mais 49 países devem cumprir a Meta do Milênio das Nações Unidas relacionada à redução da mortalidade materna e atingir 35 mortes para cada 100 mil.</p>
<p>Os dados mundiais apresentam tendência positiva em todo o mundo. Nos 20 anos compreendidos pelo levantamento, o número de mortes caiu pela metade, chegando a 287 mil em 2010.</p>
<p>Dez países já alcançaram a meta, mas 14 tiveram progresso insuficiente. Onze correm o risco de não cumprir a meta, já que não apresentaram nenhum progresso no período.</p>
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		<title>Old e Dulbecco</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 13:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
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		<description><![CDATA[Em três meses perdemos dois grandes cientistas: Lloyd Old (1933-2011) e Renato Dulbecco (1914-2012). Em 1978 fiz uma palestra no Departamento de Imunologia do Sloan-Kettering Cancer Center,em Nova York, na qual discuti uma pesquisa que fazíamos com BCG oral no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em três meses perdemos dois grandes cientistas: Lloyd Old (1933-2011) e Renato Dulbecco (1914-2012).</p>
<p>Em 1978 fiz uma palestra no Departamento de Imunologia do <em>Sloan-Kettering Cancer Center</em>,em Nova York, na qual discuti uma pesquisa que fazíamos com BCG oral no tratamento do melanoma maligno, no Hospital do Câncer de São Paulo. Na primeira fileira, um médico de terno azul-marinho impecável, alto e jovial, parecido com o Clint Eastwood, anotava tudo. No final, fez diversas perguntas e se apresentou.</p>
<p>Custei a acreditar: era Lloyd Old, um dos pais da imunologia do câncer e da imunoterapia com BCG nos tumores malignos.</p>
<p>Old nasceu em San Franciscoe se formou em Berkeley. Em seguida, foi para o Sloan-Kettering, especializar-se num campo que se achava na infância: a imunologia do câncer.</p>
<p>Nos anos 1960, ele, Edward Boyse e Elizabeth Stockert iniciaram estudos para avaliar a função das células linfoides (um dos tipos de glóbulos brancos) normais e malignas. Essas pesquisas levaram à descoberta de diversos receptores e antígenos existentes na superfície dessas células.</p>
<p>A identificação desses antígenos alimentou nele o desejo de entender de que forma o sistema imunológico poderia rejeitar tumores, ideia adormecida desde as primeiras décadas do século 20.</p>
<p>Em seu laboratório foi descoberto o TNF (tumor necrosis fator), proteína produzida pelas células linfoides, dotada de inúmeras propriedades, inclusive a de destruir células tumorais.</p>
<p>Nos anos 1980, decidido a aplicar em seres humanos os conhecimentos adquiridos com camundongos, criou um banco de células de melanoma maligno, por meio do qual demonstrou que pacientes capazes de exibir determinadas respostas imunológicas contra as células tumorais evoluíam melhor.</p>
<p>Visionário, entendeu a necessidade de considerar a clínica como um laboratório, em que fosse possível avaliar o funcionamento do sistema imunológico dos pacientes com câncer, com a finalidade de desenvolver vacinas contra a doença.</p>
<p>Em 2001, teve papel decisivo na formação do <em>Cancer Vaccine Collaborative</em> (CVC), criado para testar vacinas em ensaios clínicos de imunoterapia no câncer.</p>
<p>Em novembro de 2011, Lloyd Old faleceu de câncer de próstatRenato Dulbecco nasceu em Catanzaro, no sul da Itália. Antes da Segunda Guerra, trabalhou no célebre laboratório de Giuseppe Levi, em Turim, junto com Rita Levi-Montalcino e Salvador Luria que, como ele, emigraram para os Estados Unidos, país em que os três ganhariam o Nobel de medicina.</p>
<p>Dulbecco começou estudando fisiologia das bactérias, mas, nos anos 1950, seu interesse tomou a direção das viroses dos animais. Em especial, procurou entender os mecanismos através dos quais os vírus transformavam células normais em malignas.</p>
<p>No Instituto Salk, na Califórnia, foi o primeiro a demonstrar que o DNA dos vírus conseguia integrar-se no DNA da célula normal, transformando-a em maligna, pesquisa que lhe deu o Nobel de 1975.</p>
<p>Depois do prêmio, Dulbecco decidiu trabalhar câncer de mama, área na qual permaneceu até falecer em fevereiro deste ano. O último de seus trabalhos foi publicado em 2008, quando estava com 94 anos.</p>
<p>Sua contribuição maior, no entanto, foi um artigo na revista <em>Science</em> em 1986, com o título: “A <em>Turning Point in Cancer Research: Sequencing the Human Genome</em>”. Nele, afirmava: “Temos duas opções: tentar descobrir os genes envolvidos nos processos malignos: encontrar um por um ou sequenciar o genoma inteiro”.</p>
<p>A segunda estratégia lhe parecia a melhor alternativa. Sua influência nos meios científicos foi decisiva para o esforço internacional que criou o Projeto Genoma”, iniciado em 1990 e terminado em 2003, dois anos antes do previsto.</p>
<p>Dulbecco viu nascer a revolução provocada pela biologia molecular, campo do qual participou ativamente nas áreas de viroses animais, biologia celular dos mamíferos e formação de tumores malignos. Pouquíssimos pesquisadores que viveram esses dias publicaram tanto e tão intensamente como ele.</p>
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		<title>Sono, obesidade e diabetes</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 13:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Wiki Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Vivemos numa cultura que tem orgulho de dormir pouco. Pessoas que dormem nove horas por dia são consideradas preguiçosas, enquanto admiramos as que em cinco ou seis já pularam da cama. Nos cinco milhões de anos que nos precederam, nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos numa cultura que tem orgulho de dormir pouco. Pessoas que dormem nove horas por dia são consideradas preguiçosas, enquanto admiramos as que em cinco ou seis já pularam da cama.</p>
<p>Nos cinco milhões de anos que nos precederam, nossa espécie viveu num mundo sem luz elétrica, em que a rotina de sono e vigília era organizada em conformidade com a alternância dos dias e das noites.</p>
<p>A claridade que chegava às células fotossensíveis da retina ao raiar do sol, estimulava as áreas cerebrais responsáveis pelo controle da divisão celular, da produção dos hormônios e das proteínas envolvidas nas reações metabólicas necessárias para enfrentar a luta diária.</p>
<p>Ao contrário, a chegada da noite alterava o metabolismo de forma a sintetizar novas proteínas e hormônios, neurotransmissores, melatonina e outros mediadores para nos tornar mais contemplativos, com a musculatura mais relaxada e predispostos a achar um canto na caverna para entrarmos em modo de hibernação.</p>
<p>Na evolução, em respeito a essa ordem natural, o conjunto das reações bioquímicas responsáveis pelo metabolismo dos animais &#8212; e também das plantas, fungos, e bactérias &#8211;, organizou-se em ciclos diários com duração aproximada de 24 horas, característica que, na década de 1950, recebeu o nome de ritmo circadiano (do latim: <em>circa diem</em>, cerca de um dia).</p>
<p>Embora os ciclos circadianos sejam controlados por mecanismos endógenos autoajustáveis, independentes da consciência, fatores externos podem interferir com sua duração. Entre eles, o mais importante é a luz do sol ou de fontes artificiais, especialmente as que emitem a banda azul do espectro luminoso.</p>
<p>Seres humanos mantidos em penumbra silenciosa durante 28 horas, não resistem em vigília. A interferência com a duração dos dias e das noites que subverte a alternância da exposição à claridade e à escuridão é a causa do fenômeno conhecido como jet lag.</p>
<p>Inquéritos epidemiológicos realizados nos últimos vinte anos avaliaram os efeitos deletérios que a privação crônica de sono exerce sobre a saúde humana. Alguns deles levantaram a suspeita de que dormir pouco encurtaria a longevidade.</p>
<p>Em 2010, um estudo realizado no <em>Women’s Hospital</em>, em Boston, revelou que homens jovens mantidos em regime de privação de sono por apenas uma semana, desenvolvem resistência à insulina, condição que leva ao aumento da concentração de glicose no sangue, característico do diabetes.</p>
<p>Os autores desse estudo acabam de atualizá-lo em uma publicação na revista <em>Science Translacional Medicine</em>.</p>
<p>Durante seis semanas, mantiveram 21 participantes numa das suítes que o hospital transformou em laboratório de estudo do sono. Todos foram mantidos num regime que lhes permitia dormir apenas cinco, seis horas, a cada período de 24 horas. O horário de ir para cama mudava todos os dias. Para interferir com o ritmo circadiano, os quartos não tinham janelas e os ciclos de luz e escuro foram programados para durar 28 horas, em vez das 24 habituais.</p>
<p>Com o objetivo de prevenir que o ritmo circadiano se reajustasse por conta própria, a iluminação era mantida em níveis equivalentes ao do entardecer. Não foi permitido acesso à TV, rádio ou internet.</p>
<p>Amostras de sangue colhidas em jejum acusaram concentrações mais baixas de insulina, associadas ao aumento das taxas de glicose, em todos os participantes. Em três deles, a glicemia atingiu a faixa que vai de 100 a120, rotulada de pré-diabetes.</p>
<p>A energia gasta em repouso (que quantifica quantas calorias consome o corpo parado) caiu em média 8%. Se esse nível de consumo energético mais econômico fosse mantido por um ano, causaria um aumento do peso corpóreo de quase seis quilos.</p>
<p>Depois de um período de dez dias de recuperação, em que os participantes permaneceram no laboratório, porém mantidos em ciclos de claro e escuro com duração de 24 horas, mas dormindo dez horas durante a noite, a secreção de insulina e os níveis de açúcar na circulação voltaram aos valores normais.</p>
<p>Para aqueles que o trabalho os obriga a passar meses ou anos em ciclos de dia e noite irregulares, essas alterações seriam igualmente reversíveis?</p>
<p>Você consegue, leitor, dormir e acordar todos os dias na mesma hora? Eu não.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um em cada três adultos tem pressão alta, diz OMS</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 22:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tainah</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou nesta quarta-feira (16/05/2012) seu relatório anual, que pela primeira vez traz informações sobre hipertensão arterial. De acordo com o levantamento, um em cada três adultos tem pressão alta. Além disso, o documento ressalta que meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou nesta quarta-feira (16/05/2012) seu relatório anual, que pela primeira vez traz informações sobre hipertensão arterial. De acordo com o levantamento, um em cada três adultos tem <strong><a href="http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/pressao-alta/">pressão alta</a></strong>. Além disso, o documento ressalta que meio bilhão de pessoas está na faixa de <strong><a href="http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/obesidade/">obesidade</a></strong> e 10% da população mundial têm <strong><a href="http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/diabetes/diabetes/">diabetes</a></strong>.</p>
<p>São enfermidades tão comuns que é difícil não conhecer alguém que sofra de pelo menos uma delas. Por serem tão comuns, muitas vezes se perde a dimensão de sua gravidade, mas essas três doenças são as maiores responsáveis por problemas cardiovasculares, a principal causa de mortes em todo o mundo.</p>
<p>A hipertensão, definida pela pressão arterial igual ou superior a 14 por nove, é responsável pela metade das mortes por derrame e por 45% dos problemas cardíacos.</p>
<p>Aqui no Brasil, 22,7% dos adultos sofrem de hipertensão e as ocorrências aumentam conforme a idade, chegando a atingir quase 60% da população com mais de 65 anos. Já na faixa etária de 18 a 24 anos, 5,4% são diagnosticados com hipertensão.</p>
<p>Já o sobrepeso e a obesidade, caracterizados pelo excesso de gordura no organismo, podem levar ao diabetes, que provoca problemas cardiovasculares, cegueira e insuficiência renal.</p>
<p>Essa foi a primeira vez que a OMS divulgou em seu relatório anual dados sobre o hipertensão, obesidade e nível de glicose em homens e mulheres de 194 países.</p>
<p>O PDF do relatório completo, com dados sobre várias outras doenças, pode ser baixado em três línguas (inglês, francês e espanhol) <a href="http://www.who.int/gho/publications/world_health_statistics/2012/en/index.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Ministério da Saúde irá distribuir remédios para asma gratuitamente</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tainah</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aparelho respiratório]]></category>
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		<description><![CDATA[A partir do dia 04/06/2012 o Ministério da Saúde passará a distribuir gratuitamente três tipos de medicamentos para asma: brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol. A medida foi tomada após um aumento de 322% na venda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia 04/06/2012 o Ministério da Saúde passará a distribuir gratuitamente três tipos de medicamentos para <strong><a href="http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/asma-2/">asma</a></strong>: brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol.</p>
<p>A medida foi tomada após um aumento de 322% na venda desses medicamentos no período entre fevereiro de 2011 e abril de 2012. Além disso, a asma é responsável pela morte de 2,5 mil pessoas por ano e é uma das principais causas de internação entre crianças de zero a seis anos.</p>
<p>Em 2011, a asma foi responsável por 177,8 mil internações no SUS (Sistema Único de Saúde). Desse total, 77 mil (43%) foram crianças. O ministério estima que 800 mil pacientes vão retirar os medicamentos gratuitamente todos os anos.</p>
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		<title>Conselho Federal de Medicina publica critérios para aborto de anencéfalos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tainah</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira, dia 14/05/2012, o Diário Oficial da União publicou os critérios necessários para que a mulher grávida de um feto anencéfalo (malformação do tubo neural e ausência parcial do encéfalo) possa interromper a gestação.  As normas foram determinadas pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, dia 14/05/2012, o Diário Oficial da União publicou os critérios necessários para que a mulher grávida de um feto anencéfalo (malformação do tubo neural e ausência parcial do encéfalo) possa interromper a gestação.  As normas foram determinadas pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) após um mês da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que <strong><a href="http://drauziovarella.com.br/saude-da-mulher/maioria-do-stf-e-a-favor-do-aborto-de-fetos-anencefalos/">descriminalizou o aborto de anencéfalos</a> </strong>no dia 12/04/2012.</p>
<p>De acordo com a divulgação, a gestante só poderá ser submetida ao procedimento depois que fizer ultrassom detalhado e assinado por dois médicos. O exame, que deve ser feito a partir da 12ª semana  de gestação, tem que trazer registradas três fotografias do feto: duas verticais e outra detalhando a caixa encefálica.</p>
<p>Outro ponto abordado na divulgação é o cuidado com que as gestantes devem ser tratadas pelos profissionais. Os médicos devem zelar pelo bem-estar da paciente e a cirurgia de interrupção só poderá ocorrer em hospitais com estrutura adequada.</p>
<p>Veja a publicação do Diário Oficial da União <strong><a href="http://http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=308&amp;data=14/05/2012">aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Cerca de 16 milhões de adolescentes engravidam antes dos 18 anos, revela OMS</title>
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		<comments>http://drauziovarella.com.br/saude-da-mulher/16-milhoes-de-adolescentes-engravidam-antes-dos-18-anos-revela-oms/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 19:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tainah</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com levantamento feito pela OMS (Organização Mundial de Saúde), uma em cada cinco meninas engravida até os 18 anos em todo o mundo. Em números totais, isso representa cerca de 16 milhões de gestantes adolescentes. Dois fatores contribuem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com levantamento feito pela OMS (Organização Mundial de Saúde), uma em cada cinco meninas engravida até os 18 anos em todo o mundo. Em números totais, isso representa cerca de 16 milhões de gestantes adolescentes.</p>
<p>Dois fatores contribuem para esse número alarmante. O primeiro é que, em muitos locais, as mulheres são pressionadas a casar e ter filhos ainda jovens. Nos países pobres, mais de 30% das adolescentes se casam antes de completar 18 anos, o que explica parcialmente esse dado.</p>
<p>Ainda de acordo com a OMS, a pouca escolaridade também contribui para esse quadro. Muitas adolescentes acabam engravidando simplesmente porque não sabem como evitar a gestação ou não têm acesso aos métodos contraceptivos.</p>
<p>Consequentemente, como na maioria dos casos a gravidez precoce é indesejada, o número de abortos ilegais também se eleva: cerca de 3 milhões de adolescentes de 15 a 19 anos fazem abortamentos inseguros todos os anos.</p>
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