<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642</id><updated>2026-10-27T16:43:42.269-07:00</updated><title type='text'>Dra. Mériellen Bueno da Silva Purga</title><subtitle type='html'>ODONTOLOGIA&#xa;&#xa;&#xa;&#xa;Site EM CONSTRUÇÃO</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>28</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-6123124590468941809</id><published>2009-10-06T18:35:00.000-07:00</published><updated>2009-10-06T18:38:08.555-07:00</updated><title type='text'>Estomatite (mais algumas informações)</title><content type='html'>&lt;h2&gt;O que é estomatite?&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;              &lt;br /&gt;Estomatite é uma infecção viral bastante comum em crianças e provoca várias feridinhas (ou aftas) na boca e garganta, causando muitas vezes grande desconforto e dor. Apesar de ser duro ver a criança sofrer, geralmente não há motivos para maior preocupação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das pessoas carrega os vírus que causam o problema. Na realidade, o quadro de estomatite de seu filho pode ser sinal da primeira infecção com o herpes simples tipo 1 (HSV-1), um vírus que quase todos nós &quot;pegamos&quot; na primeira infância e carregamos dentro do corpo para o resto da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro vírus, o coxsackie, também pode provocar estomatites e a chamada doença de mão, pé e boca (também caracterizada por pequenas lesões nestas partes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são os Sintomas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As feridas são pequenas (de 1 a 5 milímetros de diâmetro), acinzentadas ou amareladas no centro e avermelhadas por fora. Sua gravidade e localização depende muito do tipo de vírus que está provocando a estomatite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lesões podem aparecer na gengiva, na parte interna das bochechas, no fundo da boca, nas amígdalas, na língua ou no céu da boca. As gengivas podem ficar ainda inflamadas e sangrar facilmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como essas aftas costumam ser doloridas, seu filho possivelmente ficará irritado, vai babar mais que o de costume e perderá o apetite e até a sede (dói para engolir). Mau hálito e &lt;a href=&quot;http://brasil.babycenter.com/toddler/saude/febre/&quot;&gt;febre&lt;/a&gt; (de até 40 graus Celsius) também podem aparecer, e os gânglios do pescoço tendem a ficar inchados e sensíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Observação:&lt;/b&gt; Em casos raros, uma estomatite causada pelo vírus do herpes pode se espalhar para os olhos e infectar a córnea. Uma infecção desse tipo pode levar a danos permanentes nos olhos, por isso leve seu filho imediatamente a um médico se ele tiver estomatite e você perceber que os olhos dele estão avermelhados, lacrimejantes e há sensibilidade à luz (sinais iniciais da infecção conhecida como ceratite herpética).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Como se trata a estomatite?&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;              &lt;br /&gt;A primeira coisa para lembrar é que, como é uma infecção causada por vírus, antibióticos não fazem efeito nenhum. As lesões na boca devem passam em uma ou duas semanas. Veja a seguir algumas dicas para aliviar o desconforto do seu filho e mantê-lo o mais saudável possível:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Medicamentos à base de paracetamol ou ibuprofeno podem ajudar a diminuir a dor e a febre (nunca dê aspirinas a ninguém com menos de 20 anos, porque ela pode levar a uma rara, porém grave, doença chamada síndrome de Reye). Se a dor for tão forte que a criança não conseguir comer ou beber nada, seu médico poderá receitar um analgésico mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Embora a criança não tenha vontade de beber nada por causa da dor ao engolir, é importantíssimo mantê-la hidratada. Tente oferecer bebidas mais frias, não ácidas e não gasosas -- água, milk shakes ou sucos diluídos (de maçã, por exemplo) são boas opções. A &lt;a href=&quot;http://brasil.babycenter.com/toddler/saude/desidratacao/&quot;&gt;desidratação&lt;/a&gt; pode aparecer rapidamente em crianças pequenas. Ligue para o médico se seu filho ficar mais de seis horas sem urinar ou beber nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Procure dar alimentos mais frios também, como sorvete e iogurte, e comidas menos temperadas, como macarrão só na manteiga ou com azeite e purê de batata ou mandioquinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;a name=&quot;8&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;h2&gt;Existe prevenção contra estomatites?&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;              &lt;br /&gt;É difícil impedir as estomatites, já que o vírus está no corpo de tantos adultos e crianças e é facilmente transmitido (assim como o coxsackie) através do contato normal entre pessoas. O que é possível fazer é não deixar as crianças perto de alguém que esteja com uma infecção por herpes ativa ou qualquer lesão na boca (e isso incluí você também).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para proteger os outros, não mande seu filho para a escolinha enquanto estiver doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se as feridinhas na boca forem causadas pelo herpes, o vírus ficará no corpo para sempre. A boa notícia, no entanto, é que o primeiro surto de estomatite costuma ser o pior, e o problema não necessariamente se repetirá a toda hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;site: http://brasil.babycenter.com/toddler/saude/estomatite/&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/6123124590468941809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2009/10/estomatite-mais-algumas-informacoes.html#comment-form' title='57 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6123124590468941809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6123124590468941809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2009/10/estomatite-mais-algumas-informacoes.html' title='Estomatite (mais algumas informações)'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>57</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-6211739154337548473</id><published>2009-05-21T12:41:00.001-07:00</published><updated>2009-05-24T06:31:01.308-07:00</updated><title type='text'>Caso clínico</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;Clareamento em Consultório&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;com Peróxido de Hidrogênio 35% - Produto Mix One&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5338368223641023874&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZf-8wT4MqyLw8AAMCem79Ob73tKMPQj49OWXZm7gGRJDE8qcb-zAQaV2zrjMuxGWxbF_c3-Oul1BzqAJbwtVK6e5VDqasEYhMt9AWrGTq3XwyiJDRrmoWcLvNvzNROA1ntc0yi5_1MU1N/s320/dentes+001.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Com o protetor gengival e após 3 aplicações do produto sem ativação de luz durante 15 minutos cada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5338366608124154754&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghn5Vo3QBD4Ll1MMManLEdVguiKTGEgFFG_xiciPEMcAhvCgqXI3GC84VI__NkSGmsDdhEt6KpGWaZi1JwoVwIaW4gjcYibcSnjqUtW_v4b-gvnJ9Kwhe38vj1Z-Eos-jNFWHfPxqs9YIb/s320/dentes+003.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Resultado&lt;/p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5338367345618845634&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVIwjdfXWKJcYvLSseWtJ7HmdbPdBtw3Q-cAewOhwwOor_n9hrk8yrq29a_Xb8x34mHdAv03sZKSzCwLlFXJCWIuqKjBlsCOfUZoTDA4hPxA7tzby97xahkbo0CuMGKPhOxxBrdJxpv5Sj/s320/dentes+004.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;- Infelizmente houve falha na barreira gengival e a gengiva apresentou-se desta forma quando removi toda a barreira, foi aplicado Bicarbonato de sódio a 7% nos locais agredido pelo produto e um dia após já havia regridido quase toda a coloração gengival.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Foi feita mais uma sessão ápós 7 dias de clareamento porém estou sem a foto final.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- O paciente ficou muito satisfeito com o resultado e teve sensibilidade somente no dia da aplicação dos produtos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/6211739154337548473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2009/05/caso-clinico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6211739154337548473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6211739154337548473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2009/05/caso-clinico.html' title='Caso clínico'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZf-8wT4MqyLw8AAMCem79Ob73tKMPQj49OWXZm7gGRJDE8qcb-zAQaV2zrjMuxGWxbF_c3-Oul1BzqAJbwtVK6e5VDqasEYhMt9AWrGTq3XwyiJDRrmoWcLvNvzNROA1ntc0yi5_1MU1N/s72-c/dentes+001.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-753599135438798481</id><published>2009-05-21T11:52:00.000-07:00</published><updated>2009-05-21T12:35:43.254-07:00</updated><title type='text'>Clareamento Dental</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#cc0000;&quot;&gt;Fatores Intrínsecos - Manchamentos Internos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Agente causal compartilha estruturalmente com os elementos constitutivos dos tecidos duros dos dentes. (ALBERS, 1998) Classifica- as segundo sua natureza:&lt;br /&gt; 1. &lt;strong&gt;Congênita :&lt;/strong&gt; Hipoplasia do Esmalte  - Fluoroxe, Dentinogênese imperfeita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 2. &lt;strong&gt;Adquirida:&lt;/strong&gt; Pré-eruptivo – Eritroblastose fetal, Hepatite Infantil, Porfiria, Tetraciclinas.&lt;br /&gt;              Pós Eruptivo:  Traumatismo, necroses, Impregnações metálicas, Medicamentos Odontológicos, Envelhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Técnicas =  eficácia + rapidez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mecanismo Químico dos agentes Clareadores&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pigmento Escuro à Parcialmente Clareado à Completamente Clareado (Ponto de Saturação) à Degradação de matriz (Liberação de Dióxido de Carbono e Água)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Substâncias Utilizadas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Peróxido de Hidrogênio&lt;br /&gt;- Perborato de sódio&lt;br /&gt;- Peróxido de Carbamida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;OBS:&lt;/span&gt; Ácido clorídrico : Não é um agente clareador; Produz uma micro erosão/abrasão controlada , Desmineraliza o esmalte de forma não seletiva juntamente com a mancha, expondo uma camada sub-superficial não manchada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Peróxido de Hidrogênio :&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Agente Oxidante&lt;br /&gt;- Baixo peso molecular&lt;br /&gt;- Alta instabilidade&lt;br /&gt;- Alta capacidade de desnaturar proteínas&lt;br /&gt;- Substância cáustica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tipos de Clareamento&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clareamento caseiro:&lt;/strong&gt; Peróxido de hidrogênio 1,5% a 10% ou Peróxido de Carbamida 10% a 16% (No máximo 21 dias com acompanhamento do profissional em odontologia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clareamento de Consultório:&lt;/strong&gt; Peróxido de hidrogênio 30% a 35% (mais efetivo) ou Peróxido de carbamida 35% a 37% ( No máximo 3 aplicações com intervalo de 1 semana é o adequado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clareamento de Consultório&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Exógeno / Externo&lt;br /&gt;- Endógeno / Interno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Técnicas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clareamento Consultório –&lt;/strong&gt; Peróxido de hidrogênio (30-35%) ou peróxido de carbamida (35%) –&lt;br /&gt;Indicações:&lt;br /&gt; Escurecimento natural&lt;br /&gt;. Fluorose suave&lt;br /&gt;. Tetraciclina suave a moderada ( sem bandas)&lt;br /&gt;Longevidade aproximada de 6 a 24 meses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clareamento caseiro:&lt;/strong&gt; Peróxido de hidrogênio (1,5%a 10%) ou peróxido de carbamida (10- 16%)&lt;br /&gt;Indicações:&lt;br /&gt;            . Escurecimento natural&lt;br /&gt;            . Tetraciclina suave&lt;br /&gt;            . Dentes não vitais&lt;br /&gt;            . Calcificação pulpar&lt;br /&gt;            Longevidade aproximada de pelo menos 12 meses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clareamento interno:&lt;/strong&gt; Peróxido de hidrogênio (35%) ou perborato de sódio&lt;br /&gt;Indicações:&lt;br /&gt;            . Dentes não vitais&lt;br /&gt;            . Tetraciclina moderada – severa&lt;br /&gt;            Longevidade de 1 a 3 anos (variável)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Microabrasão (esmalte):&lt;/strong&gt; Ácido Clorídrico (8 – 16%)&lt;br /&gt;Indicações:&lt;br /&gt;            . Manchas localizadas por fluorose (branca ou marrom)&lt;br /&gt;            Longevidade geralmente é permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Procedimentos iniciais:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Exame Clinico&lt;br /&gt;Saúde Periodontal&lt;br /&gt;Expectativa do paciente&lt;br /&gt;Identificar os fatores de escurecimento dental&lt;br /&gt;Vedamento de lesões cariosas&lt;br /&gt;Verificar restaurações infiltradas e/ou trincas do esmalte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Incovenientes do clareamento caseiro:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;            - Deglutição do produto&lt;br /&gt;            - Moldeiras mal adaptadas&lt;br /&gt;            - Irritação do estômago&lt;br /&gt;            - Gosto desagradável&lt;br /&gt;            - Maior tempo de uso&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Técnicas de Clareamento de Consultório:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Profilaxia&lt;br /&gt;- Proteção de tecidos gengivais&lt;br /&gt;- Aplicação dos produtos de acordo com o fornecedor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cuidados primeiras 24 horas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Evitar alimentos com corantes&lt;br /&gt;- Evitar dieta ácida&lt;br /&gt;- Evitar fumar&lt;br /&gt;- Se necessário utilizar analgésicos&lt;br /&gt;- Bochechos fluoretados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#990000;&quot;&gt;Clareamento Endógeno&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Causas intrínsecas locais:&lt;br /&gt;            - Abertura coronária insuficiente&lt;br /&gt;            - Hemorragia pulpar&lt;br /&gt;            - Decomposição do tecido pulpar&lt;br /&gt;            - Traumatismos dentários&lt;br /&gt;            - Substâncias obturadoras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indicações:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Escurecimento após tratamento endodôntica&lt;br /&gt;- Escurecimentos recentes&lt;br /&gt;- Escurecimento após necrose&lt;br /&gt;- Escurecimento em dentes jovens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contra- indicações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Escurecimnto por medicamentos&lt;br /&gt;- Falta de estrutura dental remanescente&lt;br /&gt;- Dentes traumatizados (reabsorções)&lt;br /&gt;- Escurecimentos antigos&lt;br /&gt;- Pigmentos metálicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cuidados ao iniciar o clareamento endógeno:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Análise da estrutura dental&lt;br /&gt;- RX do tratamento endodôntico&lt;br /&gt;- Registro da cor do dente&lt;br /&gt;- Abertura coronária&lt;br /&gt;_ Limpeza coronária&lt;br /&gt;- Confecção de “tampão”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Técnica de clareamento dental Endógeno&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Confecção de tampão Cervical ou Rolha Biológica&lt;br /&gt;            * Cimento de fosfato de Zinco&lt;br /&gt;            * Cimento de ionômero de vidro&lt;br /&gt;            * Óxido de zinco e eugenol&lt;br /&gt;            * Resina composta Flow&lt;br /&gt;            * Cimentos Sealer 26&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consiste na remoção do material obturador com fresas ou instrumentos aquecidos 2mm abaixo da gengiva (altura do sulco gengival)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sequência Clínica:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;RX, exame clinico do trat. Endodôntico&lt;br /&gt;Escolha da cor dente (foto e escala)&lt;br /&gt;Abertura coronária&lt;br /&gt;Isolamento absoluto&lt;br /&gt;Tampão cervical&lt;br /&gt;Curativo&lt;br /&gt;Trocar o curativo a cada 3-5dias&lt;br /&gt;Avaliação semanal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Protocolo Clareamento Endógeno:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; - Aplicação da Pasta de Hidróxido de Cálcio no interior do conduto radicular : Neutralizar os efeitos deletérios dos agentes clareadores em toda a câmara pulpar e também ao nível cervical, permear os tecidos dentais, chegando a junção neutralizando a acidez local que poderia iniciar a reabsorção cervical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Proservação&lt;/strong&gt;: Acompanhamento radiográfico apor tratamento clareador por vários anos.&lt;br /&gt;à LADO, STANLEY&lt; WIESMAN em 1983 observam ocorrência de reabsorção cervical externa no período de  a 7 anos após o tratamento clareador interno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Efeitos deletérios dos agentes clareadores nos dentes:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Sensibilidade dentária devido á permeabilidade do esmalte e dentina&lt;br /&gt;- Estado inflamatório reversível ou irreversível (?)&lt;br /&gt;- Alterações na morfologia do espalmente (dependendo do ph do gel)&lt;br /&gt;- Alterações da adesão à superfície dentária (Procedimentos adesivos somente após 14 dias de finalização do tratamento)&lt;br /&gt;- Irritações aos tecidos moles (concentração do gel, tipo de substância utilizada e tempo de utilização)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Referências: Aula Prof. Dr. João Carlos Gomes&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/753599135438798481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2009/05/clareamento-dental.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/753599135438798481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/753599135438798481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2009/05/clareamento-dental.html' title='Clareamento Dental'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-6815591696312015912</id><published>2008-12-03T10:02:00.000-08:00</published><updated>2008-12-03T10:55:22.407-08:00</updated><title type='text'>Câncer de Boca</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;O que é câncer? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Câncer é um nome dado a um conjunto de doenças que têm em comum o crescimento desordenado e descontrolado de células anormais, que invadem os tecidos e órgãos, podendo se espalhar para outras regiões do corpo.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmEY9cfJF5g2Ymi5uDW_iJkHicjBpvCV1ZoexycTSrbtdffrFXfipTk5QVdE8ZG1zqkYi66K6RYZ3l7jfv7pVMgXvUouX_uuIFdLYeCAshBCc9rmoL3bPDlqhf-w8Tk2Pnd7N86KWkXbHo/s1600-h/carcinoma4.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5275637223575678674&quot; style=&quot;FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmEY9cfJF5g2Ymi5uDW_iJkHicjBpvCV1ZoexycTSrbtdffrFXfipTk5QVdE8ZG1zqkYi66K6RYZ3l7jfv7pVMgXvUouX_uuIFdLYeCAshBCc9rmoL3bPDlqhf-w8Tk2Pnd7N86KWkXbHo/s320/carcinoma4.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Qual o tipo mais comum e quais as pessoas são mais atingidas pelo câncer de boca? &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na realidade, existem vários tipos de câncer de boca, porém o mais comum, representando cerca de 90% de todos os casos, é o chamado carcinoma de células escamosas, também conhecido como carcinoma epidermóide e carcinoma espinocelular. Este tipo de câncer de boca afeta mais freqüentemente homens acima de 40 anos de idade e se origina das células mais superficiais (epiteliais) que recobrem a boca. Portanto, pode ser facilmente identificado logo no início, se o paciente tiver o hábito fazer o auto-exame da boca e freqüentar seu dentista regularmente.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1FwuvML-UBYHnpVeuyU9RsbIBeehZ5I4bo4VSyhrd6v8MAmwAclR9ia7pc_lORQ87pItyfMKu9skmdE57Hn1IfpCpvmaY4AAniFAuLFUvutWJULgkPjR8ABJ7JtY8GYN0ddq7NerrpjIv/s1600-h/carcinoma+de+celulas+escamosas.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5275637474610537682&quot; style=&quot;FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 197px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1FwuvML-UBYHnpVeuyU9RsbIBeehZ5I4bo4VSyhrd6v8MAmwAclR9ia7pc_lORQ87pItyfMKu9skmdE57Hn1IfpCpvmaY4AAniFAuLFUvutWJULgkPjR8ABJ7JtY8GYN0ddq7NerrpjIv/s320/carcinoma+de+celulas+escamosas.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quais os fatores de risco para o câncer de boca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal fator de risco para o aparecimento do câncer de boca é o uso do tabaco. Toda a forma de tabaco, como o cigarro, o cachimbo, o charuto, o rapé, o cigarro de palha e o tabaco mascado, é maléfica à saúde. Dependendo do tipo e da quantidade utilizada, tabagistas apresentam cerca de 4 a 15 vezes mais chances de desenvolver o câncer de boca. O cachimbo e o charuto são os que mais provocam danos à mucosa da boca. O tabaco apresenta cerca de 4.700 substâncias tóxicas e, dentre estas, 60 apresentam ação carcinogênica (de causar câncer). Além destas substâncias tóxicas, a ação do calor desprendido pelo fumo aumenta a agressão à mucosa da boca. O consumo exagerado de bebidas alcoólicas é outro fator de risco, chegando a aumentar 9 vezes as chances do aparecimento do câncer de boca. Pessoas que fazem uso do tabaco e também são etilistas apresentam um risco muito maior de ter esta doença (cerca de 35 vezes mais chances).&lt;br /&gt;Um outro fator de risco é o uso de próteses dentárias mal-adaptadas ou fraturadas e dentes fraturados ou com bordas cortantes que causam ulcerações (feridas) na boca. As úlceras, mesmo que durem pouco tempo, permitem o contato mais direto das substâncias do tabaco e do álcool que podem causar o câncer.&lt;br /&gt;Deficiências nutricionais também são importantes para o aparecimento do câncer de boca. Uma dieta rica em gorduras, álcool ou pobre em proteínas, vitaminas (A, E, C, B2) e alguns minerais, como o cálcio e o selênio, é considerada um importante fator de risco.&lt;br /&gt;A radiação solar também é um fator extremamente importante, especificamente no desenvolvimento do câncer de lábio.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijXE6jAgYoym4yMWHuou-cm1yDUJuZSWNxCD3eXhkNwRwbm6mVrS4DNInU1YHcbLHEyhbX-dIMyQk-ozsZr4_10BGyFI4niSKPGKz8sNx4NqW4dgI2NlWPy5pMnjqeosL7alGMv9LgB-ge/s1600-h/carcinoma+de+celulas+escamosas4.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5275637621631223954&quot; style=&quot;FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijXE6jAgYoym4yMWHuou-cm1yDUJuZSWNxCD3eXhkNwRwbm6mVrS4DNInU1YHcbLHEyhbX-dIMyQk-ozsZr4_10BGyFI4niSKPGKz8sNx4NqW4dgI2NlWPy5pMnjqeosL7alGMv9LgB-ge/s320/carcinoma+de+celulas+escamosas4.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como se apresenta o câncer de boca? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em estágios iniciais o câncer é indolor e a lesão é pequena, o que pode passar despercebido pelo paciente e pelo próprio cirurgião-dentista, se este não tiver o hábito de realizar o exame completo da boca em todos os pacientes, periodicamente.&lt;br /&gt;O câncer de boca pode ter vários aspectos, como uma úlcera (ferida) que não cicatriza, uma mancha branca e/ou vermelha, uma mancha marrom e/ou negra (no caso específico de um tipo de câncer chamado melanoma) ou, ainda, um aumento de volume (&quot;caroço&quot;, &quot;bolinha&quot;). Além disto, a presença de dor, de dificuldade na fala, na mastigação e na deglutição, emagrecimento acentuado e aumento dos linfonodos (íngua) no pescoço e debaixo da mandíbula podem ser sinais e sintomas de câncer de boca em estágio avançado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como se prevenir do câncer de boca?&lt;br /&gt;Através de exames bucais periódicos feitos pelo seu cirurgião-dentista&lt;br /&gt;Realizando o auto-exame da boca 1 vez por mês(Para saber como realizar o auto-exame da boca, Deixando de fumar&lt;br /&gt;Evitando o consumo exagerado de bebidas alcoólicas&lt;br /&gt;Fazendo uma dieta saudável&lt;br /&gt;Eliminando fatores traumáticos na boca (dentes fraturados ou com cáries, restos dentários, próteses fraturadas ou mal adaptadas)&lt;br /&gt;Protegendo-se da radiação solar (protetor solar nos lábios, chapéu de aba longa) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzsy-ltX_HA60gAoHrui6_mhpZ6QpLwu9lgswcPWADnXOlhR-e8LZwGF4_J4GUCcIEVly6PrW3r-wrCg3FbgzAeLedGYZxGvVpIFHkXW4IxwvJL3kMZgpbYg_7RX737zZfWmlrpLQ8Kh4F/s1600-h/carcinoma5.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5275637318247160690&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzsy-ltX_HA60gAoHrui6_mhpZ6QpLwu9lgswcPWADnXOlhR-e8LZwGF4_J4GUCcIEVly6PrW3r-wrCg3FbgzAeLedGYZxGvVpIFHkXW4IxwvJL3kMZgpbYg_7RX737zZfWmlrpLQ8Kh4F/s320/carcinoma5.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por que fazer o auto-exame da boca?&lt;br /&gt;O auto-exame é feito como uma forma de prevenção do câncer de boca, que é uma doença que tem cura se for diagnosticada em sua fase inicial. Além disto, existem inúmeras outras doenças que acometem esta região e que podem ser identificadas com este exame.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O que procurar no auto-exame da boca?&lt;br /&gt;Mudanças de cor&lt;br /&gt;Endurecimentos, caroços&lt;br /&gt;Ulcerações (feridas)&lt;br /&gt;Áreas dormentes&lt;br /&gt;Sangramento&lt;br /&gt;Como fazer o auto-exame da boca?&lt;br /&gt;1. O auto-exame deve ser feito diante de um espelho e em um local bem iluminado. Faça uma boa higiene bucal. Os pacientes portadores de próteses dentárias devem retirá-las.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2. A pele do rosto e do pescoço devem ser examinadas (veja e apalpe) para observar se há alguma alteração que não havia sido notada anteriormente. Observe se há caroços ou áreas endurecidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3. Puxe o lábio inferior para baixo, expondo toda a mucosa (parte interna). Examine e apalpe todo o lábio. Faça o mesmo com o lábio superior.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;4. Com a ponta do dedo indicador, afaste mucosa jugal (parte interna da bochecha) para examiná-la e apalpá-la. Faça isto no lado direito e esquerdo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;5. Examine e apalpe toda a gengiva superior e inferior. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;6. Coloque a língua para fora e observe o seu dorso (parte de cima).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;7. Coloque a língua para fora e puxe-a (com uma gaze) para a esquerda e observe a porção lateral da mesma. Repita o procedimento para o lado direito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;8. Coloque a ponta da língua no palato (céu da boca) e observe sua face ventral (parte inferior).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;9. Ainda com a ponta da língua no palato (céu da boca), examine e apalpe o assoalho da boca com o dedo indicador. Coloque o dedo polegar por baixo do queixo para dar apoio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;10. Incline a cabeça para trás, abra a boca o máximo possível e examine o palato (céu da boca). Apalpe com o dedo indicador toda esta região. Em seguida, diga ÁÁÁ... e examine a orofaringe (garganta).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Se você encontrar alguma alteração, procure um estomatologista. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/6815591696312015912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/12/cncer-de-boca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6815591696312015912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6815591696312015912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/12/cncer-de-boca.html' title='Câncer de Boca'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmEY9cfJF5g2Ymi5uDW_iJkHicjBpvCV1ZoexycTSrbtdffrFXfipTk5QVdE8ZG1zqkYi66K6RYZ3l7jfv7pVMgXvUouX_uuIFdLYeCAshBCc9rmoL3bPDlqhf-w8Tk2Pnd7N86KWkXbHo/s72-c/carcinoma4.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-8327863424776781554</id><published>2008-12-01T09:59:00.001-08:00</published><updated>2008-12-01T10:01:55.584-08:00</updated><title type='text'>Xerostomia</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;Acupuntura é opção de tratamento barata e eficaz para a xerostomia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Aplicado após a radioterapia de cânceres de cabeça e pescoço, o método alternativo permite aumentar o fluxo de saliva em quem já sofre do problema e garantir menor redução na produção salivar em pacientes que passarão pelo tratamento oncológicoPessoas que sofrem de xerostomia ou secura bucal podem ter sua qualidade de vida aumentada com a acupuntura. O tratamento é eficaz tanto para amenizar o problema já existente quanto para prevenir um quadro mais grave desse efeito adverso, comum e freqüentemente irreversível, decorrente da radioterapia de cânceres de cabeça e pescoço (como na boca, faringe e região cervical). Em mestrado desenvolvido na Faculdade de Odontologia (FO) da USP, o cirurgião-dentista Fábio do Prado Florence Braga avaliou a eficácia clínica da terapia e desenvolveu um protocolo inédito para seu uso como método preventivo.&lt;br /&gt;A xerostomia é causada pela radiação emitida nesse tipo de tratamento oncológico, que danifica as glândulas salivares, compromete o fluxo salivar e dá a sensação de boca seca. &quot;Essa condição gera intenso desconforto e interfere no emocional e na qualidade de vida do paciente&quot;, afirma Braga. Sem a saliva, falar, mastigar e engolir torna-se mais difícil, e a boca fica desprotegida, podendo ocorrer infecções oportunistas, como cárie de rápida progressão e ardência bucal, entre outros efeitos secundários.&lt;br /&gt;Existem diferentes métodos para solucionar tal problema, como a ingestão constante de água, a mastigação de balas ou chicletes sem açúcar para estimular as pequenas glândulas que sobreviveram à radiação. Há também o uso de substitutos de saliva ou drogas como a pilocarpina. &quot;Apesar de trazerem resultados positivos, os tratamentos disponíveis são apenas paliativos e apresentam desvantagens como a curta duração, efeitos colaterais e alto custo, especialmente no caso dos medicamentos&quot;, alerta o pesquisador.&lt;br /&gt;A acupuntura, ao contrário, é barata (cada agulha custa de R$0,10 a R$0,15 e são usadas de 10 a 20 unidades por sessão) e seus efeitos adversos são leves (como sonolência e pequenos hematomas) ou ausentes. &quot;A possibilidade de sua aplicação surgiu do fato de já utilizá-la para outras enfermidades - como paralisia e falta de sensibilidade facial, síndrome de ardência bucal - que também não respondem satisfatoriamente aos métodos de tratamento convencionais&quot;, conta Braga.&lt;br /&gt;AvaliaçãoO tratamento foi realizado de forma padronizada, duas vezes por semana, por um período de 20 minutos cada sessão, num total de 12 a 16 sessões. Foi medida a quantidade de saliva produzida e avaliou-se a percepção do paciente em relação à secura da boca por meio de questionários sobre hábitos do dia-a-dia, sensação de desconforto e grau de severidade da doença.&lt;br /&gt;Participaram do estudo 24 pessoas (8 mulheres e 16 homens), com idade entre 44 e 82 anos - faixa etária em que a incidência de cânceres de cabeça e pescoço é maior -, atendidas na Clínica de Semiologia e no Centro de Atendimento a Pacientes Especiais (CAPE), ambos da FO, e também no Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Radioterapia do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC). Metade dos voluntários já apresentava xerostomia e formou o grupo curativo, que recebeu tratamento com acupuntura após o término da radioterapia. Seus dados, coletados antes de se iniciar o tratamento, compuseram o grupo controle - a base de comparação dos resultados. Os outros 12 pacientes formaram o grupo preventivo, que recebeu sessões de acupuntura antes e durante a radioterapia.&lt;br /&gt;&quot;Comparando-se o fluxo de saliva do grupo controle e do curativo, ou seja, antes e depois da acupuntura, houve um aumento de 142,2% na quantidade de saliva produzida e o paciente sentiu uma melhora de 192,4% nos sintomas&quot;, afirma o pesquisador. &quot;O grupo preventivo, apesar de ter sofrido perda por conta da radioterapia, obteve salivação 498,2% melhor que o grupo controle. A percepção do paciente indicou que a redução do fluxo foi 209,8% menor&quot;. A ansiedade e os sintomas de depressão nos pacientes também foram diminuídos com o tratamento.&lt;br /&gt;O pesquisador aponta que tanto o aumento do fluxo salivar como a redução dos sintomas foram estatisticamente significativos e o método preventivo alcançou resultados superiores ao curativo - que já é realizado com sucesso em outros países. &quot;A acupuntura se mostrou eficaz e um importante método de tratamento da xerostomia, visto ter minimizado este efeito adverso severo, especialmente com o novo enfoque dado com o método preventivo, sugerindo a sua indicação nos centros oncológicos&quot;, conclui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agencia USP de Notícias&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.odontologia.com.br/noticias.asp?id=1159&amp;amp;ler=s&amp;amp;busca=s&quot;&gt;http://www.odontologia.com.br/noticias.asp?id=1159&amp;amp;ler=s&amp;amp;busca=s&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.odontologia.com.br/noticias.asp?id=1159&amp;amp;ler=s&amp;amp;busca=s&quot;&gt;&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/8327863424776781554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/12/xerostomia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/8327863424776781554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/8327863424776781554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/12/xerostomia.html' title='Xerostomia'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-1207199847875707779</id><published>2008-12-01T09:52:00.000-08:00</published><updated>2008-12-01T09:54:04.963-08:00</updated><title type='text'>Diagnóstico que começa pela boca</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;Fluidos orais podem sugerir quadros depressivos, diabete, anemia, cirrose, artrite e doenças auto-imunes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita ou pouca saliva? Ela está ralinha ou espessa? Responder a essas perguntas é uma forma de cuidar da saúde bucal e do corpo todo. Os fluidos orais, embora menosprezados por grande parte dos dentistas, podem sugerir quadros depressivos, diabete, anemia, cirrose, artrite e doenças auto-imunes. Apesar disso, apenas 7% dos profissionais consultados pela Sociedade Brasileira de Periodontologia (Sobrape) avaliam a saliva de seus pacientes. Esta é a conclusão de um estudo apresentado durante o 8º European Symposium on Saliva, na Holanda, pela periodontista Denise Falcão, mestre em ciências da saúde e pesquisadora da Universidade de Brasília. &#39;&#39;O teste de saliva é simples, leva uns 15 minutos. O problema é que vários dentistas não sabem aplicá-lo. Basta ter um medidor digital de PH, uma pipeta graduada, um timer e um espessímetro. Não é equipamento caro.&#39;&#39; Na opinião de Denise, a falta de informação entre os dentistas começa na sala de aula. &#39;&#39;Constatamos que 69% dos profissionais consultados nem sequer tiveram aula sobre saliva na faculdade. Mesmo assim, 73% deles disseram considerar a saliva importante para avaliar a saúde do paciente&#39;&#39;, detalha Denise. Participaram do estudo da Sobrape 58 profissionais, recrutados em várias regiões do País. &#39;&#39;É preciso conscientizá-los de que a saliva é a primeira linha de defesa da boca, quando há alterações no fluxo a pessoa fica mais vulnerável a bactérias, infecções oportunistas e câncer bucal&#39;&#39;, completa. A dentista explica que o volume de saliva pode fornecer pistas importantes sobre patologias, mas enfatiza a necessidade de exames complementares para um diagnóstico preciso. Este é o caso da síndrome de Sjögren, que tem caráter auto-imune e acomete sobretudo mulheres. &#39;&#39;Trata-se de uma destruição das glândulas lacrimais e salivares que podemos detectar pela escassez de saliva e lágrimas. Tenho vários casos nos quais o diagnóstico partiu de uma suspeita levantada pela saliva. A atuação conjunta entre dentista, reumatologista e oftalmologista é fundamental para um diagnóstico precoce, que nos possibilite melhorar a qualidade de vida das pessoas&#39;&#39;, explica. Nos casos de alteração salivar, exames de sangue e as análises clínicas são boas alternativas para investigar suspeitas. &#39;&#39;Algumas vezes a falta de saliva não indica doença. Se há baixo consumo de alimentos fibrosos e pouca ingestão de água pode ocorrer uma atrofia das glândulas salivares. Na medida em que a população começa a consumir alimentos mais pastosos começam a existir alterações nas glândulas salivares&#39;&#39;, esclarece. Consultora de estomatologia da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) e doutora em odontologia pela Universidade de São Paulo (USP), Maria Carméli Sampaio garante que o fluxo de saliva pode interferir até mesmo nos processos digestivos. &#39;&#39;Uma quantidade adequada de saliva é essencial para que se tenha um bom processo digestivo e uma absorção adequada de nutrientes. Algumas vezes o paciente apresenta prisão de ventre e nem imagina que a origem desse problema pode estar na boca. Até mesmo o estresse exerce impacto sobre a saliva, diminuindo o seu volume&#39;&#39;, explica. Maria Carméli diz que a saliva tem sido muito estudada pelos dentistas mas pouco usada como instrumento investigativo. &#39;&#39;Um procedimento importante que o dentista poderia fazer por meio da saliva é avaliar o índice de cárie, mas quase ninguém se preocupa com isso. Após concluído o tratamento dentário o ideal é que o paciente aguarde um mês e retorne ao dentista para fazer um teste e saber se está livre daquela bactéria ou se ainda há resquícios na cavidade bucal. Uma saliva mais grossa pode indicar, por exemplo, reação de leveduras, como é o caso da cândida, conhecida como sapinho. Não é à toa que na tradicional medicina chinesa o diagnóstico é dado após análise da língua e da saliva.&#39;&#39;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;javascript:janela(&quot; oper=&quot;contato&amp;amp;id=32&amp;amp;dt=20081201&#39;,416,360,&#39;yes&#39;,&#39;no&#39;,&#39;folha_contato&#39;)&amp;quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;Equipe AE&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;Fonte: Jornal Folha de Londrina - Pr (01/12/2008)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/1207199847875707779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/12/diagnstico-que-comea-pela-boca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/1207199847875707779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/1207199847875707779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/12/diagnstico-que-comea-pela-boca.html' title='Diagnóstico que começa pela boca'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-1429637333182951104</id><published>2008-08-28T07:05:00.000-07:00</published><updated>2008-08-28T07:13:41.282-07:00</updated><title type='text'>Hespes Simples</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfjxvU-zdkQ945Q4kzK4QrnM5jGvd9notijbbX7Gtx4f4AhyphenhyphengrCPbq8TGAhZV50xFrM_bI0UI1x0p9DsdTRL5yinssInNYA-mmcY-pkMJpn9-uq_IAwdRVb0kmPenDJqOK6dtyxzKAH-dO/s1600-h/herpessss.bmp&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5239571505188711650&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfjxvU-zdkQ945Q4kzK4QrnM5jGvd9notijbbX7Gtx4f4AhyphenhyphengrCPbq8TGAhZV50xFrM_bI0UI1x0p9DsdTRL5yinssInNYA-mmcY-pkMJpn9-uq_IAwdRVb0kmPenDJqOK6dtyxzKAH-dO/s320/herpessss.bmp&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O herpes simples é uma doença infecciosa aguda. Com exceção das infecções respiratórias, é, provavelmente, a virose mais comum. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os vírus do herpes simples (VHS ou HSV), apresentam dois tipos distintos: tipo 1 (VHS-I), causador das infecções bucais, e o tipo 2 (VHS-II), causador das infecções genitais.&lt;br /&gt;Atualmente, sabe-se que tanto o tipo 1 como o tipo 2 podem provocar infecções em ambas as localizações, entretanto, a maioria das infecções bucais é devida ao VSH-I.&lt;br /&gt;São vesículas que aparecem geralmente na gengiva, língua e lábios, podendo em média durar 10-14 dias. Pode causar febre, mal-estar, dor de cabeça, dor ao deglutir, irritabilidade, náuseas, fadiga, perda do apetite, indisposição, inflamação dos gânglios e dor de garganta; pode ocasionar gengivite intensa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O aspecto clínico e a história da doença pelo VHS são bem característicos.&lt;br /&gt;Para que um indivíduo apresente o herpes simples, é necessário que na infância, ele tenha apresentado a gengivo-estomatite herpética primária. Caracteriza-se por lesões inflamatórias que evoluem a ulcerações superficiais por toda a mucosa bucal, acompanhada de dor, febre, irritabilidade e linfadenopatia regional.&lt;br /&gt;Regridem em 2 a 3 semanas. Isto é a infecção primária, ou seja, o primeiro contato com o vírus causador do herpes simples.&lt;br /&gt;Após a infecção primária, o vírus se instala nos gânglios nervosos regionais, permanecendo latente, dormente, até ser reativado. As lesões recidivantes iniciam-se com ardor local, coceira e aparecimento de pequenas vesículas que coalescem, originando lesões maiores. Posteriormente, estas se rompem ocasionando ulcerações com halo eritematoso, ou seja, a região fica muito vermelha, machucada e dolorida.&lt;br /&gt;Normalmente, as lesões cicatrizam em 7 a 14 dias sem deixar marcas.&lt;br /&gt;Os fatores capazes de desencadear as recidivas, tirar o vírus da latência são: infecções das vias aéreas, doenças que são acompanhadas de febre alta (pneumonia, sinosites...), raios solares, traumatismo, mestruação, estress físico e emocional. As causas predisponentes são as que diminuem a resistência do paciente. Na maioria dos casos, não se consegue identificar o fator desencadeante. É mais freqüente em adultos e em crianças na faixa etária de 1 a 6 anos, podendo estar associado ao período da erupção dentária.&lt;br /&gt;Deve-se fazer tentativas de controle da doença através de quimioterápicos antivirais e programas educativos. Não há tratamento específico, mas a desidratação das vesículas com vapor de cânfora, álcool absoluto, ou tintura composta de benzoía pode acelerar o curso da doença e promover a cicatrização sem seqüelas. O controle da infecção por este vírus baseia-se na prevenção através do cumprimento rigoroso das normas universais de biossegurança. Com um acompanhamento profissional é indicado para tratar, em alguns casos, Aciclovir - compr. (fazer uso do medicamento somente com receita); na fase prodrômica da manifestação do herpes, pode-se usá-lo topicamente de 5 a 6 vezes ao dia. Os casos de resistência são raros e, quando ocorrerem, a droga de eleição é o Foscarnet. O dentista vai saber o que é indicado para seu caso.&lt;br /&gt;O VHS é mais freqüentemente transmitido através do contato direto com lesões ou objetos contaminados. A disseminação assintomática do vírus, através de fluídos orgânicos (sangue, saliva e secreções vaginais) ou das lesões crostosas - consideradas até como não infectantes - constituem uma importante forma de trasmissão.&lt;br /&gt;O vírus sempre está presente na saliva do indivíduo durante a evolução da doença, podendo transmitir-se através de perdigotos e também pelo beijo.&lt;br /&gt;Esse vírus pode infectar a pele ou membranas mucosas. Pode provocar também infecção ocular (via aerossóis ou auto-inoculação), porém não consegue atravessar a pele íntegra.&lt;br /&gt;O VHS pode sobreviver por 2 horas na pele; por 4 horas em superfícies plásticas e por até 3 horas em tecidos.&lt;br /&gt;O vírus quando penetra em um organismo saudável, que não tinha tido contato com o vírus até o momento, ele costuma permanecer em estado de latência. A reativação pode ser estimulada por trauma dos tecidos, estress, imunossupressão, luz ultravioleta, alterações hormonais e infecções.&lt;br /&gt;Atenção&lt;br /&gt;A persistência dessas lesões causadas pelo VHS, por mais de 4 semanas associadas à soropositividade para o HIV é conclusivo para o diagnóstico de AIDS. Procure sempre um profissional da área de saúde para orientações!!!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Seguem algumas ilustrações de herpes simples. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5239570268955480498&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-UIihBVvug0XMGs0J0HmE60iwDjf8byz52d5Zukus6u-hYXb3chzHiSOM-HjetGnVarUuNDyTexAzRysQJ8S-RJW57bWcj4iaMcaEnxrrtsin64hLpyvwsgypKHajo05Artnlw8hofAs-/s320/herpes.bmp&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Na região anterior do lábio, temos o herpes simples na fase de crosta, constituem uma importante forma de transmissão, como dito anteriormente. No canto da boca, está o herpes simples ainda na fase de vesículas, esta secreção produzida, é extremamente contagiosa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5239571072262945010&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8ec_4wRmEq_lHJx2hok44GG7Xkfaz0zGqr2uVaW5qjBbUfFVdyBwZKsSDbWVcGJENlVV3SXSPlGL3wdLC7NmmP-3crziQqZSLpJXg7QoDfp_M3FODRMcxMKRsUABI4IurrCEoljGaSXgw/s320/herpse.bmp&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso de Herpes Recorrente onde o paciente apresentou todos os sinais e sintomas anteriormente relatados no artigo.&lt;br /&gt;Fonte: www.saudevidaonline.com.br&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/1429637333182951104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/08/hespes-simples.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/1429637333182951104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/1429637333182951104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/08/hespes-simples.html' title='Hespes Simples'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfjxvU-zdkQ945Q4kzK4QrnM5jGvd9notijbbX7Gtx4f4AhyphenhyphengrCPbq8TGAhZV50xFrM_bI0UI1x0p9DsdTRL5yinssInNYA-mmcY-pkMJpn9-uq_IAwdRVb0kmPenDJqOK6dtyxzKAH-dO/s72-c/herpessss.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-6555403556881982287</id><published>2008-08-28T06:55:00.000-07:00</published><updated>2008-08-28T07:04:29.045-07:00</updated><title type='text'>Estomatite</title><content type='html'>&lt;div&gt;Estomatite é um termo geral dado a &lt;a title=&quot;Doença&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/DoenÃ§a&quot;&gt;doenças&lt;/a&gt; ou &lt;a title=&quot;Inflamação&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/InflamaÃ§Ã£o&quot;&gt;inflamações&lt;/a&gt; da &lt;a title=&quot;Boca&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Boca&quot;&gt;cavidade bucal&lt;/a&gt;, de &lt;a title=&quot;Etiologia&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Etiologia&quot;&gt;etiologia&lt;/a&gt; diversa. Entre as possíveis causas estão infecção por vírus, bactérias ou fungos; agentes tóxicos ou irritantes como álcool e fumo; sequidão, trauma, deficiência de vitaminas C e do complexo B, de ferro e outras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5239569126438078674&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg36lneim0do9SltOmyLF4ehVEqQCTP7T1U-J9-7A2NIw5nXzv2p37EYLwfjvoUyCSEUlw4jXsnQMrKEtdKTjpaktnOIaw3wnVG9cFpu0FSdBH-lsJQnfV116M-avkQVM7ZdvjQutq47nOu/s320/gengivo+estomatite.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estomatite é o nome geral que se dá para qualquer inflamação da boca ou gengivas. Não tem nada a ver com o estômago (inflamação do estômago é gastrite).Quando é apenas nos lábios é chamado de queilite. Uma das estomatites mais comuns é o &lt;a href=&quot;http://www.medicina.ufmg.br/az/S.HTM#sapinho&quot;&gt;sapinho&lt;/a&gt;, que é caracterizado pelo aparecimento de manchas brancas, parecendo nata de leite, em qualquer parte da boca.&lt;br /&gt;Outra causa comum de estomatite são as infecções por vírus, que se manifestam como aftas na boca, gengiva, lábios e língua. As aftas são bolinhas de um líquido claro, que logo arrebentam, formando pequenas úlceras ou feridas dolorosas. A estomatite por vírus que mais incomoda é a gengivoestomatite aftosa, e que não tem nada a ver com a aftosa do gado. É contagiosa, causada por herpes, passando de pessoa para pessoa. Nesse caso as aftas duram uma semana ou mais. Há uma febre que costuma ser alta e durar também vários dias. A criança fica muito irritada, chorosa, baba muito e tem muita dificuldade em aceitar a alimentação, especialmente alimentos ácidos, muito salgados ou quentes. Ela tolera melhor líquidos, mingau e gelatina fria. O tratamento consiste na hidratação e alimentação adequada, controle da febre e boa higiene da boca, podendo ser utilizada uma solução anti-séptica com anestésicos, que pode ser orientada no Centro de Saúde.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/6555403556881982287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/08/estomatite.html#comment-form' title='174 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6555403556881982287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6555403556881982287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/08/estomatite.html' title='Estomatite'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg36lneim0do9SltOmyLF4ehVEqQCTP7T1U-J9-7A2NIw5nXzv2p37EYLwfjvoUyCSEUlw4jXsnQMrKEtdKTjpaktnOIaw3wnVG9cFpu0FSdBH-lsJQnfV116M-avkQVM7ZdvjQutq47nOu/s72-c/gengivo+estomatite.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>174</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-4231903985931907717</id><published>2008-08-27T05:19:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T06:14:22.607-07:00</updated><title type='text'>Bruxismo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Bruxismo: aspectos clínicos e tratamento&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPvNp-FP-Qh-HZpCx-K2LnVm6gIfUMtAf_nWbfh6spSfkH9OaOhGU5SCflVnaqSyJRInSwY0V4DdxrHBQGluijtnOH_EQY2DSKUbY_U47R0fFWQM5gfXzoaIsxBvlvRCOX5NKeqd_Ah-VW/s1600-h/bruxismo.bmp&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5239184650869556482&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPvNp-FP-Qh-HZpCx-K2LnVm6gIfUMtAf_nWbfh6spSfkH9OaOhGU5SCflVnaqSyJRInSwY0V4DdxrHBQGluijtnOH_EQY2DSKUbY_U47R0fFWQM5gfXzoaIsxBvlvRCOX5NKeqd_Ah-VW/s320/bruxismo.bmp&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com características não muito bem definidas, o paciente com bruxismo (disfunção causada pelo ato de apertar ou atritar os dentes) pode ser uma vitima de suas próprias tensões emocionais. Diferente das funções normalmente desempenhadas pelo sistema estomatognático, o Bruxismo é nocivo porque as forças neuromusculares repetitivas, geradas durante esta atividade, não estão relacionadas a um desempenho motor adequado, como a mastigação, fonação ou a deglutição – daí ser chamado de distúrbio parafuncional. O hábito pode ser diurno ou noturno. “Muitos pacientes fazem bruxismo diurno e noturno e, com isto, sobrecarregam de forma excessiva todos os tecidos de suporte, inclusive os próprios dentes”. O desgaste dos dentes é o sinal mais aparente da disfunção. A fadiga muscular pode também ser causa de aparecimento de bruxismo. As dores de cabeça concorrem, da mesma forma, para ser um dos sintomas do distúrbio. São muito mais comuns, na opinião de vários neurologistas, do que as dores causadas por enxaqueca. “Quando a mandíbula e a maxila estão pressionadas, ocorre uma isquemia crescente com queda da oxigenação e acúmulo de produtos metabólicos, o que ocasiona o estímulo das terminações nervosas, que geram a dor”. O bruxismo cêntrico/e ou excêntrico pode ser apresentado pela maioria dos indivíduos, em algum momento de suas vidas, com intensidade e duração variáveis. Está fortemente associado a alterações emocionais e situações de estresse, estando, entretanto, também relacionado a diversos outros fatores causais. Sendo assim, devido a esta etiologia multifatorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;O bruxismo é um fenômeno que vem se tornando cada vez mais freqüente dentro do consultório odontológico, e durante muito tempo foi considerado como uma manifestação oral normal, de implicações estritamente locais.&lt;br /&gt;O termo bruxismo é derivado do francês “la bruxomanie” primeiramente utilizado por Marie &amp;amp; Pietkewicz em 1907, mas credita-se a Frohman (1931) a utilização pioneira deste termo.&lt;br /&gt;O bruxismo é um hábito parafuncional que vem sendo assunto de intensa investigação, de modo que se observa na literatura controversias a respeito da sua etiologia, tratamento, prevalência, bem como implicações clinicas. Essa parafunção representa um contato não funcional, podendo manifestar-se sob a forma de ranger os dentes, denominado de excêntrico, ou apertamento, que por sua vez é denominado de cêntrico. A sua etiologia é decididamente multifatorial, estando fortemente correlacionada a fatores emocionais e a eventos de estresse experimentados pelos indivíduos. Alguns dos sinais e sintomas que podem ser apresentados pelos pacientes seriam caracterizados pela hipertrofia muscular, presença de desgaste nas bordas incisais, nos dentes anteriores, facetas dentais polidas, incremento da linha alba, na mucosa jugal, edentações no bordo lateral da língua, dolorimento da musculatura facial, entre outros. O tratamento para este fenômeno é ainda discutível, sendo, porém, de responsabilidade do cirurgião-dentista proceder a identificação dos sinais e sintomas, proteger o sistema estomatognático por meio de placas interoclusais e conduzir os eventuais encaminhamentos do paciente, para comprovação das diversas etiologias, bem como para tratamento do fator causal.&lt;br /&gt;Alguns autores classificaram o bruxismo como uma alteração severamente destrutiva, sendo que sua origem seria tão antiga quanto a do próprio homem.&lt;br /&gt;O bruxismo poderia ser observado em todas as faixas etárias, porém parece que tenderia a diminuir com a progressão da idade. Isto é mais evidente após os 50 anos. Entretanto, é provável que todas as pessoas passem em período de suas vidas rangendo ou apertando os dentes.&lt;br /&gt;Apontaram o estresse como o principal causador do problema, assim como problemas emocionais, agressão reprimida, ansiedade, raiva, medo e diversos tipos de frustrações, depressão, distúrbios do sono, falta de higiene do sono, uso de psicofármacos ou estado de dor (crônica em especial), além das síndromes e disfunções bioelétricas, (Síndrome de DOWN, e PARALISIA FACIAL).&lt;br /&gt;Os hábitos parafuncionais orais, segundo WIGDOROWICZ-MAKOWEROWA et al., em 1979, seriam divididos em três tipos:&lt;br /&gt;1. contato entre dente e corpo estranho. Como exemplo desse hábito, podemos citar o ato de morder lápis, caneta, cachimbo;&lt;br /&gt;2. contato entre dente e membrana mucosa. Como exemplo desse hábito, podemos descrever o ato de morder lábio, bochechas;&lt;br /&gt;3. contato entre dentes, fora das funções de mastigação ou deglutição, sendo definido pelo bruxismo cêntrico ou excêntrico.&lt;br /&gt;Os estudos realizados por NADLER (1957), ATTANASIO (1991), OKESON (1992), PETERS &amp;amp; GROSS (1995) apontaram o ESTRESSE como o principal causador do problema, assim como problemas emocionais, agressão reprimida, ansiedade, raiva, medo e diversos tipos de frustrações, depressão, distúrbios do sono, falta de higiene do sono, uso de psicofármacos ou estado de dor (crônica em especial).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5239184875634607522&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEix418vd4OXGoRPpee3ozNVnK505w5MoEI_cRn0Yzh8y30UvMI7EWs4y2qt5z70uL_iWFIVb7dLk5T3tGksMjoEtABdTb_gPB0U9baqe8RoNrxRD8PoYcj2HTDOGKqHlvC1sKn4E57afn2K/s320/placa+de+bruxismo.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROPOSIÇÃO&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Este trabalho visa identificar por meio de uma revisão literária os aspectos clínicos e o tratamento para os pacientes portadores de bruxismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REVISÃO DA LITERATURA&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;OKESON et al. (1994) demonstraram que o bruxismo seria uma das desordens funcionais dentárias mais prevalentes e complexas. Da mesma forma, COLQUITT (1987) e PAVONE (1885) classificaram o bruxismo como uma alteração severamente destrutiva, sendo que NADLER (1957) descreveu que sua origem seria tão antiga quanto a do próprio homem.&lt;br /&gt;O bruxismo poderia ser classificado, de acordo com o tipo de prevalência de contração muscular, em cêntrico, ou apertamento dentário, que consistiria em manter os dentes cerrados de forma contínua por um determinado período, haveria uma destruição das estruturas de sustentação dos dentes, bem como favoreceria o surgimento de problemas nos músculos da mastigação e nas articulações temporomandibulares. O tipo de contração muscular prevalente seria a isométrica. Na outra modalidade, o bruxismo excêntrico, ou seja, ranger dos dentes, prevaleceria a contração muscular isotônica e haveria o desgaste das bordas incisais dos dentes, em especial nos anteriores, uma vez que o princípio da proteção mútua incrementa ou favorece os contatos desses elementos dentais.&lt;br /&gt;KAMPE et al. (1997) citaram que 80% a 90% da população apresentaram atividades parafuncionais, porém a prevalência do bruxismo na população em geral seria difícil de ser estabelecida , pois muitos indivíduos poderiam estar rangendo ou apertando os dentes sem que estivessem cientes dessa manifestação.AMERICAN ACADEMY OF OROFACIAL PAIN, 1996.&lt;br /&gt;O bruxismo poderia ser observado em todas as faixas etárias, segundo NADLER (1957), porém parece que tenderia a diminuir com a progressão da idade. Isto é mais evidente após os 50 anos. Entretanto, é provável que todas as pessoas passem um período de suas vidas rangendo ou apertando os dentes (KAMPE et al., 1997).&lt;br /&gt;A etiologia do bruxismo seria decididamente multifatorial, de acordo com OKESON (1992), DAWSON (1993), AMERICAN ACADEMY OF OROFACIAL PAIN (1996), tendo sido descrita ao longo dos anos por várias teorias.&lt;br /&gt;Sendo assim, verificamos que os principais sinais e sintomas do bruxismo seriam: músculos da face hipertrofiados, ou ainda cansados ou doloridos, ao acordar; redução da capacidade de abertura da boca ao acordar; presença de facetas dentais, polidas e brilhantes nos dentes anteriores, bem como seu tamanho original reduzido, decorrente da atrição; dores de cabeça freqüentes, em especial na região temporal, decorrente da hiperatividade do músculo temporal, e dores na região do pavilhão auditivo. Gostaríamos de chamar a atenção, de maneira especial, para os sintomas de cefaléia.&lt;br /&gt;De acordo com OKESON (2000), existiriam diferentes etiologias para essa manifestação, sendo que uma delas poderia ser proveniente da hiperatividade dos músculos temporais. Desta forma, sendo esse sintoma o prevalente no paciente, os demais fatores etiológicos deverão ser considerados e descartados por profissionais, de diversas especialidades, responsáveis por essa avaliação.&lt;br /&gt;DAWSON, 1993; HOLMGREN et al., 1993; AMERICAN ACADEMY OF OROFACIAL PAIN, 1996. As placas interoclusais promoveriam uma significante redução da atividade noturna do masseter em pacientes bruxomanos (SOLBERG et al.; (1975).&lt;br /&gt;De acordo com MIKAMI (1977), o paciente bruxômano necessitaria de cuidados especiais que promovessem:&lt;br /&gt;1. redução da tensão psicológica;&lt;br /&gt;2. tratamento dos sinais e sintomas, como o desgaste da estrutura dentária e algias musculares;&lt;br /&gt;3. modificação do padrão neuromuscular habitual.&lt;br /&gt;Dentre as várias alternativas de tratamento podemos incluir relatos na literatura sobre a confecção de placas interoclusais, a farmacoterapia e terapia psicológica de suporte (ATTANASIO, 1997). Ainda sob esse aspecto, a indicação da realização do ajuste oclusal (MIKAMI, 1977) é confrontada por SELIGMAN &amp;amp; PULLINGER (1991) e ATTANASIO (1997) ainda complementou que a confecção da placa interoclusal promoveria a estabilização da articulação temporomandibular, proteção à dentição, redistribuição das forças oclusais, relaxamento dos músculos mastigatórios e redução da sintomatologia.&lt;br /&gt;Não há diferença na prevalência de hábitos parafuncionais com relação a sexo e idade. Mas, se considerar variáveis associadas à dor e disfunção temporomandibular, a incidência de sintomas relacionados segue a proporção de 4:1 entre mulheres e homens, com forte incidência para mulheres entre 20 e 30 anos. Em crianças, a incidência do bruxismo é variável, mas há um aumento na faixa etária dos sete aos 10 anos (Koids et al. Ap. Haddad et al., 1994 e Leles &amp;amp; Melo, 1995).&lt;br /&gt;Segundo Teixeira et al. (1994), pode-se evidenciar nos bruxistas alguns sinais da manifestação do hábito. Podem ocorrer pulpites, odontalgias, cálculos pulpares, fraturas radiculares, fraturas parciais de coroas, migração de dentes e ainda a hipótese da perda de substância dentária na interface esmalte-cemento, dando lugar a lesões ao nível do colo dentário.&lt;br /&gt;Sua ação no periodonto se manifesta de modo a promover um alargamento do espaço periodontal, podendo ocorrer também necrose dos tecidos periodontais, em caos mais severos. Clinicamente pode ser notado um aumento na mobilidade dentária. Nos pacientes portadores de próteses totais e que realizam o bruxismo, pode ocorrer reabsorção da crista óssea alveolar (Arita et al., 1990; Teixeira et al., 1994).&lt;br /&gt;Um sintoma comum no bruxismo noturno é uma musculatura mastigatória dolorida, especialmente à palpação, que pode resultar em limitação dos movimentos mandibulares ao despertar. A hipertrofia do músculo masseter também tem sido relatada, podendo levar à contração espontânea da musculatura facial, trismo e alterações na oclusão. Estas alterações relacionadas à musculatura podem ser a causa de outro sintoma comum nestes indivíduos, caracterizado pela ocorrência de dores de cabeça. Ainda que esta relação não esteja totalmente esclarecida, acredita-se que este fato seja produzido divido a um distúrbio circulatório dos músculos (Arita et al., 1990 e Teixeira et al., 1994).&lt;br /&gt;Ainda hoje, a etiologia deste hábito parafuncional é controversa. Alguns autores acreditam que os fatores oclusais são os responsáveis pelo aparecimento do bruxismo, outros consideram mais relevantes as causas psicossomáticas, havendo ainda quem acredite que é necessária a combinação entre os fatores oclusais e psicológicos. Está última hipótese é defendida com ênfase por alguns autores, pois nem todos os pacientes que possuem maloclusão ou contatos prematuros, desenvolvem bruxismo (Haddad et al, 1994; Rocha et al., 1997; Molina, 1997 e Seger et al., 1998).&lt;br /&gt;Há que se considerar, ainda, a influência dos fatores emocionais em determinados momentos da vida. A tensão emocional pode alterar o limiar de tolerância individual, agravando ou facilitando a progressão das alterações oclusais. (Seger et al., 1998).&lt;br /&gt;Acredita-se que a tendência para o bruxismo seja diminuída ou eliminada pelo uso contínuo de uma placa bem ajustada (Sheikholeslam et al., 1993; Haddad et al., 1994).&lt;br /&gt;Desta forma, os principais objetivos para sua utilização são: controle do trauma de oclusão e da hiperatividade muscular; eliminação da dor e do desconforto, associado ou não à disfunções temporomandibulares; e prevenção dos desgastes dentários excessivos (Discacciati &amp;amp; Neves, 1996).&lt;br /&gt;Existem vários métodos de tratamento descritos na literatura, tais como o ajuste oclusal, o tratamento restaurador ou reabilitador, utilização de drogas analgésicas e miorrelaxantes, tratamento fisioterápico e o uso de placas interoclusais (Haddad et al., 1994; Teixeira et al., 1994; Leles &amp;amp; Melo, 1995).&lt;br /&gt;A utilização da placa interoclusal tem sido a forma mais difundida de se tratar o bruxismo noturno e os subseqüentes sinais e sintomas crâniomandibulares (Sheikholeslam et al., 1993; Haddad et al., 1994).&lt;br /&gt;Solberg et al. (1975), citado por Sheikhoeslam et al.(1993), relataram que, em pacientes com bruxismo noturno, o nível de atividade eletromiográfica acumulado pelo músculo masseter durante a noite foi reduzido após a inserção de uma placa interoclusal plana, recobrindo todo o arco.&lt;br /&gt;Pesquisando seus efeitos a longo prazo, Sheikholeslam et al. (1993) observaram que os pacientes que apresentaram melhora com a utilização da placa apresentaram uma recorrência dos sinais e sintomas, chegando quase aos níveis apresentados no período ao tratamento. Isto significa que o hábito do bruxismo noturno não é curado, mesmo com uso prolongado (até seis meses) da placa.&lt;br /&gt;Segundo THOMPSON et al. (1994), o bruxismo, ranger ou apertamento de dentes ocorre mais ou menos em 15% das crianças e 96% dos adultos. Sua etiologia não é clara, mas tem sido associado ao estresse, desordens oclusais e posição de dormir. Devido à sua patologia inespecífica, pode ser difícil de diagnosticar. Seus portadores apresentam com freqüência dor ou fadiga muscular, dores de cabeça, sensibilidade dental, infecção oral e desordens temporomandibulares. Os sinais incluem desgaste dental e mobilidade, e também hipertrofia muscular.&lt;br /&gt;Podemos dividir os sinais e sintomas em dois grandes grupos: dentais e neuromusculares: sendo que a presença de dois ou mais dos seguintes sinais e sintomas, nos permite pensar na existência do bruxismo. (BEHSNILIAN, 1974).&lt;br /&gt;A atrição é o processo de perda de estrutura dental resultante da mastigação ou de contatos dentários entre as superfícies oclusais ou proximais (WATSON; TULLOCH, 1995). Este tipo de desgaste dental pode ser particularmente significante em pacientes que se alimentam de dieta primitiva, baseada em alimentos não industrializados com maior poder de abrasão. Porém, a causa mais comum são atividades parafuncionais, como o bruxismo. Apesar de muitos pacientes não serem conscientes do hábito, através de um exame físico minucioso, investigando-se a presença de facetas de desgaste, língua edentada e mucosa bucal ulcerada, é possível detecta-lo.&lt;br /&gt;PINTADO (1997) observou quantitativamente o desgaste oclusal em 18 pacientes jovens bruxistas durante o período de 2 anos. Após o período de 1 ano, houve uma perda média de tecido dental de 0,04mm em volume e de 10,7mm em profundidade, e após o decorrer de 2 anos estes valores foram aproximadamente dobrados. Este estudo indica que, em pacientes bruxistas, o efeito da atrição pode ser progressivo e rápido.&lt;br /&gt;O padrão de desgaste dental do bruxismo prolongado é freqüentemente, não muito uniforme e comumente mais severo nos dentes anteriores do que nos posteriores, na dentição natural.ARITA et al., (1990). Em pacientes portadores de prótese dentária total pode ocorrer o inverso, pois a estabilidade da dentadura permite pressões maiores nas regiões posteriores.&lt;br /&gt;A freqüência e a severidade do bruxismo pode variar a cada noite, e parece estar altamente associado ao stress emocional e físico.&lt;br /&gt;O bruxismo noturno pode ocorrer em todos os estágios do sono, sendo observado predominantemente no estágio II, e virtualmente ausente nos estágios III e IV.&lt;br /&gt;Todavia, a quantidade e a duração do bruxismo necessárias para desencadear sintomatologia muscular ainda não foram estabelecidas.&lt;br /&gt;Na maioria das vezes, ocorre recidiva do bruxismo após a suspensão de um tratamento a longo prazo com placa interoclusal.&lt;br /&gt;A conduta do cirurgião-dentista frente ao paciente portador de bruxismo deve estar voltada para: (1) reduzir a tensão psicológica; (2) tratar os sinais e sintomas, como o desgaste da estrutura dentária e algias musculares; (3) minimizar a “irritação” oclusal; (4) modificar o padrão neuromuscular habitual.&lt;br /&gt;O desgaste dental do bruxismo pode ser encontrado tanto nas dentições primárias, como nas permanentes (MOHL et al., 1989; YAP, 1998). Os efeitos do bruxismo nos dentes em geral são visíveis para o paciente e para o dentista (KAMPE et al., 1997). Os efeitos do bruxismo sobre os músculos, ligamentos e articulações do sistema mastigatório não são tão dolorosos para o paciente e têm graves conseqüências a longo prazo (KAMPE, 1997; OKESON, 1992, 1998).&lt;br /&gt;A placa oclusal é um dispositivo interoclusal removível, que abrange todos os dentes de um dos arcos, geralmente o superior, e é feita com resina acrílica incolor (autopolimerizável e/ou de polimerização lenta), que se ajusta nas incisais e oclusais dos dentes em um dos arcos, criando contato oclusal prévio com os dentes do arco oposto. É também conhecido como protetor noturno, aparelho interoclusal ou até mesmo aparelho ortopédico. Este dispositivo é comumente usado nos hábitos parafuncionais como o bruxismo e as DTMs.&lt;br /&gt;A sua função é a obtenção de um diagnóstico diferencial, para problemas de atividade muscular anormal, para o alívio da dor nas fases agudas nos casos de hábitos parafuncionais e como proteção para os dentes do atrito de cargas traumáticas nos casos de bruxismo. É, portanto um aparelho não invasivo, de efeito reversível, o que é sempre desejável em casos de problemas com origens complexas. (DAWSON, 1993; GUEDES et al., 1998; MACIEL, 1996; OKESON, 1992; YAP, 1998).&lt;br /&gt;O mecanismo exato pelo qual o aparelho é efetivo tem sido debatido e é inconclusivo até o momento. Os autores MACIEL (1996) e SHEIKHOLESLAM et al. (1986), relatam que o uso de placas interoclusais no tratamento de hábitos parafuncionais apresenta uma efetividade que chega a 90%. Acredita-se, porém, que a placa atua inibindo a ação da propriocepção neurológica, provavelmente quebrando o reflexo adaptativo, cujo mecanismo de defesa posiciona ou desvia a mandíbula de sua posição normal (contatos deflectivos).&lt;br /&gt;Em 1988, GRENN, citado por DAWSON (1993), indicou o uso de placas para reduzir o bruxismo noturno, alterar o comportamento neuromuscular, relaxar os músculos doloridos, alterar cargas na articulação e diminuir a dor orofacial por meio de ações físicas e efeito placebo (KURITA et al., 1998; YAP, 1998).&lt;br /&gt;A placa deve ser compatível com os tecidos moles e promover uma alteração exata na função objetivada.&lt;br /&gt;A placa superior proporciona melhor estabilização do que a mandibular, pois todos os dentes mandibulares podem contactar com uma superfície oclusal plana. A placa inferior não tem paradas verticais para os dentes superiores anteriores (GUEDES et al., 1998; MACIEL, 1996; OKESON, 1992; SANTOS JR, 1995).&lt;br /&gt;A construção da guia anterior e da excursão lateral pelos caninos, em geral, é mais fácil com a placa de estabilização superior, especialmente nos casos com trespasse horizontal grave (GOIRIS, 1992; MEZOMO et al., 1995; MOHL et al., 1989; SPYRIDES et al., 1999). A placa interoclusal não deve ser obstrutiva em sua aparência, mesmo tendo comprimento adequado e rigidez para impedir a quebra e manter a estabilidade dos dentes. Ela deve cobrir todas as superfícies incisais e oclusais dos dentes. A dimensão vertical (espessura) da placa deve ser estabelecida usando-se os dentes posteriores (aproximadamente de 2 mm na região de molar).&lt;br /&gt;A placa não pode ser excepcionalmente fina para não haver orifícios na superfície da placa oclusal, durante os ajustes sucessivos (PETTENGILL et al., 1998).&lt;br /&gt;A superfície oclusal da placa superior deve ser plana. Quando a mandíbula se move em direção lateroprotrusiva, todos os dentes posteriores devem ser separados por uma rampa ou inclinação desoclusora de canino. A forma dessa inclinação deve ser suficientemente larga para proporcionar estabilidade durante a maioria dos movimentos e deve ser gradual e ligeiramente côncava. Para a maioria dos esquemas oclusais normais, os caninos e incisivos devem ser os únicos dentes em contato durante em movimento mandibular protrusivo e o ângulo de desoclusão deve novamente ser gradual e suave (DAWSON, 1993; OKESON, 1992).&lt;br /&gt;Os principais requisitos para inserir uma placa interoclusal são que ela seja bem ajustada e estável. Ela deve assentar totalmente sem inclinação ou báscula produzida quando os dentes opostos se contatam com ela (DAWSON, 1993; OKESON, 1992; PETTENGILL et al., 1998; SANTOS JR, 1995).&lt;br /&gt;A preocupação excessiva, o estresse, o medo e a depressão, acelerados pelas turbulências da vida moderna, apresentam-se como os principais causadores deste hábito nervoso. Especialistas acreditam que a disfunção pode ser uma resposta a problemas pessoais insolúveis ou à impossibilidade de exprimir sentimentos de ansiedade, raiva ou agressividade.&lt;br /&gt;O problema afeta ambos os sexos, abrangendo indivíduos de todas as idades. Até bem pouco tempo, o distúrbio era mais comum em homens. A realidade atual mostra, entretanto, que crianças e adolescentes são o alvo principal. “Provavelmente a maior prevalência do bruxismo pode ser observada entre 2 e 6 anos de idade, diminui entre os 7 e 13 anos e a seguir aumenta na adolescência até os 22 anos de idade, quando então diminui de prevalência maior do bruxismo pode ser observada entre os 28 e 40 anos de idade.&lt;br /&gt;Apesar do CD ser o profissional mais adequado pra diagnosticar a incidência do bruxismo, seu tratamento está atrelado para diagnosticar a incidência do bruxismo, seu tratamento está atrelado a outras avaliações. O psicólogo, o fonoaudiólogo, o fisioterapeuta são também constantemente pautados para o atendimento. “Atualmente todas as especialidades da área da saúde tendem a enxergar o paciente como um todo, portanto ações multidisciplinares estão sendo adotadas nas mais diversas situações.”&lt;br /&gt;Além destes procedimentos, as terapias alternativas já foram também aventadas. A Acupuntura, a Hipnose, Florais de Bach e o Biofeedback – técnica que utiliza um feedback positivo, possibilitando ao paciente aprender a reduzir a tensão – constituem uma possibilidade capaz de surtir efeito.&lt;br /&gt;Nadler (1957) classificou o bruxismo como uma parafunção neuromuscular manifestada sob as formas de ranger os dentes (o que lhe atribui um ruído característico, sinal patognomônico deste hábito) e como um ato de apertar os dentes.&lt;br /&gt;Dados estatísticos demonstram algumas curiosidades sobre o tema abordado e revelam que entre 6 e 20% dos adultos e, em média, 14% das crianças há a incidência do bruxismo. (Telles e Gikovate, 2001) Entretanto, sinais e sintomas do bruxismo são observados entre 80 e 90% das populações estudadas, sugerindo que, ou essas pessoas apresentam o sintoma de forma inconsciente, ou já o tiveram. (Oliveira, 2002) Parece ainda que o bruxismo diminui com a progressão da idade, predominantemente depois dos cinqüenta anos. Quanto à distribuição nos sexos, alguns autores encontraram maior freqüência do bruxismo nas mulheres (Campos et al., 2003).&lt;br /&gt;A forma de tratamento mais empregada para o alívio dos sinais e sintomas de disfunção da articulação temporomandibular associada ao bruxismo é a utilização de placas interoclusais miorrelaxantes. Essas placas reduzem a atividade eletromiográfica noturna dos músculos logo após sua inserção e protegem os dentes dos desgastes provocados pelo hábito parafuncional. Fechar bem a boca também é outra forma de evitar o bruxismo. O fechamento deve ser perfeito, pois o mal contato entre os dentes de cima e de baixo leva a um ponto de atrito que aumentam a tensão muscular. Dessa forma, os dentes precisam ser alinhados com a ajuda de aparelhos.&lt;br /&gt;KAMPE et al. (1997) citaram que 80% a 90% da população apresentariam atividades parafuncionais, porém a prevalência do bruxismo na população em geral seria difícil de ser estabelecida, pois muitos indivíduos poderiam estar rangendo ou apertando os dentes sem que estivessem cientes dessa manifestação. AMERICAN ACADEMY OF OROFACIAL PAIN, 1996&lt;br /&gt;O bruxismo poderia ser observado em todas as faixas etárias, segundo NADLER (1957), porém parece que tenderia a diminuir com a progressão da idade. Isto é mais evidente após os 50 anos. Entretanto, é provável que todas as pessoas passem um período de suas vidas rangendo ou apertando os dentes (KAMPE et al., 1997).&lt;br /&gt;Sendo assim, verificamos que os principais sinais e sintomas do bruxismo seriam:&lt;br /&gt;- músculos da face hipertrofiados, ou ainda cansados ou doloridos, ao acordar;&lt;br /&gt;- redução da capacidade de abertura da boca ao acordar;&lt;br /&gt;-presença de facetas dentais, polidas e brilhantes nos dentes anteriores, bem como seu tamanho original reduzido, decorrente da atrição;&lt;br /&gt;- dores de cabeça freqüentes, em especial na região do pavilhão auditivo.&lt;br /&gt;Segundo THOMPSON et al. (1994), o bruxismo, ranger ou apertamento de dentes ocorre mais ou menos em 15% das crianças e 96% dos adultos. Sua etiologia não é clara, mas tem sido associado ao estresse, desordens oclusais e posição de dormir. Devido à sua patologia inespecífica, pode ser difícil de diagnosticar. Seus portadores apresentam com freqüência dor ou fadiga muscular, dores de cabeça, sensibilidade dental, infecção oral e desordens temporomandibulares. Os sinais incluem desgaste dental e mobilidade, e também hipertrofia muscular.&lt;br /&gt;Podemos dividir os sinais e sintomas em dois grandes grupos: dentais e neuromusculares: sendo que a presença de dois ou mais dos seguintes sinais e sintomas, nos permite pensar na existência do bruxismo (BEHSNILIAN. 1974).&lt;br /&gt;Em crianças, a incidência do bruxismo variaria entre 5% a 81%, estando comparável a 15% a 88% reportados em adultos. De acordo com o autor a sua ocorrência seria em 90% da população em geral, além dos usuários de prótese total. Outros autores ainda ressaltaram ainda que existiria uma relação significante de dependência entre a observação do hábito de bruxismo e o tempo de aleitamento materno. Os autores também concordam com a literatura que devido às diferentes metodologias e amostras, bem como falta de critérios de diagnóstico previamente estabelecidos, a prevalência dos sintomas relacionados ao bruxismo variaria fortemente, dificultando a precisão da sua determinação. O bruxismo poderia ser observado em todas as faixas etárias, porém parece que tenderia a diminuir com a progressão da idade, e, é provável que todas as pessoas passem um período de suas vidas rangendo ou apertando os dentes.&lt;br /&gt;De acordo com os autores a etiologia do bruxismo seria multifatorial, porém, observamos que várias especulações, tais como o “bruxismo desejado”, pois favoreceria o crescimento e desenvolvimento do complexo craniofacial, ou que o desgaste seletivo poderia tratar o bruxismo, e ainda que os tratamentos ortodônticos estariam indicados para eliminação do bruxismo, não encontraram nenhum respaldo na literatura. Em estudos realizados apontaram o ESTRESSE como o principal causador do problema, assim como problemas emocionais, agressão reprimida, ansiedade, raiva, medo e diversos tipos de frustrações, depressão, distúrbios do sono, falta de higiene do sono, uso de psicofármacos ou estado de dor (crônica em especial). Outro estudo mostrou grande prevalência do evento de bruxismo em crianças com processos alérgicos nas vias aéreas superiores. Por outro lado, transtornos neurológicos, tais como transtornos do déficit de atenção, disfunções bioelétricas, e síndromes que afetam o sistema nervoso central, como Síndrome de Down. Também se observou que era um achado freqüente em jovens portadores de paralisia cerebral&lt;br /&gt;De acordo com a literatura relatam a importância do estabelecimento de um diagnóstico diferencial entre bruxismo e outras patologias de desgaste dental, visto que pacientes portadores de paralisia cerebral, que seriam comumente associados a ocorrência de hábitos parafuncionais, estariam mais fortemente relacionados a fenômenos de erosão dental pelo refluxo gastroesofageano.&lt;br /&gt;Em 1999, outros autores relataram uma alta prevalência do bruxismo em pacientes com distonia crânio-cervical. Estando relacionado a ocorrências com exostoses maxilares e mandibulares, e ainda sob este aspecto, as mesmas tenderiam a recidivar após sua remoção cirúrgica, caso o hábito parafuncional permanecesse.&lt;br /&gt;Em 2000 autores enfatizaram que o contato não-funcional dos dentes acarretaria uma compressão mecânica da articulação temporomandibular e uma leve mudança do relacionamento oclusal. Sendo assim, verificamos que os principais sinais e sintomas do bruxismo seriam:&lt;br /&gt;- Músculos da face hipertrofiados, ou ainda cansados ou doloridos, ao acordar:&lt;br /&gt;- Redução da capacidade de abertura da boca ao acordar;&lt;br /&gt;- Presença de facetas dentais, polidas e brilhantes nos dentes anteriores bem como seu tamanho original reduzido, decorrente da atrição;&lt;br /&gt;- Dores de cabeça freqüentes, em especial na região temporal, decorrente da hiperatividade do músculo temporal, e dores na região do pavilhão auditivo.&lt;br /&gt;Durante a fase inicial do evento do bruxismo, seu diagnóstico seria mais crítico, sendo que, no caso do bruxismo excêntrico, seria mais decorrente da observação dos parentes, que poderiam relatar sobre o ruído audível e incômodo produzido pelo paciente durante o sono. Porém, em uma fase mais avançada, as facetas de desgaste já poderiam ser detectadas. Por outro lado, o bruxismo cêntrico ou apertamento seria ainda mais crítico, sendo que a avaliação por imagem se mostraria de grande valia, uma vez que, por meio de radiografias periapicais, seriam possíveis a observação do aumento do espaço pericementário e o espessamento da lâmina dura. Em nível de exame local, de acordo com alguns autores poderiam ser identificados o incremento da linha alba ao longo da mucosa jugal e a edentação nos bordos laterais da língua.&lt;br /&gt;No que diz respeito ao tratamento, a utilização de placas estabilizadoras ou interoclusais seria para proteger os dentes e demais componentes do sistema mastigatório.&lt;br /&gt;Outros dizem que as placas interoclusais promoveriam uma significante redução da atividade noturna do masseter em pacientes bruxomanos. Na literatura de artigo do ano de 2000 relatou que as placas de estabilização estariam indicadas para pacientes com desconforto muscular e hiperatividade muscular, e que promoveriam diminuição do nível da atividade muscular. No entanto, observa-se na clínica odontológica que é normal que a placa sofra desgastes, pelo uso constante, mas o seu reparo seria mais simples e muito menos comprometedor do que o das estruturas dentárias quando desprotegidas e afetadas. Outros autores dizem que a conduta do Cirurgião-dentista deveria estar voltada para a identificação dos sinais e/ou sintomas mais significativos e aos encaminhamentos mais evidentes, com a finalidade de identificar a causa, e nunca, pura e simplesmente, tratar o sintoma.&lt;br /&gt;Assim, dentre as várias alternativas de tratamento, podemos incluir relatos na literatura sobre a confecção de placas interoclusais, a farmacoterapia e terapia psicológica de suporte, além de ajuste oclusal. Ainda completou que a confecção da placa interoclusal promoveria a estabilização da articulação temporomandibular, proteção à dentição, redistribuição das forças oclusais, relaxamento dos músculos mastigatórios e redução da sintomatologia. Portanto já que a cura permanente do bruxismo é desconhecida até o presente momento, uma terapia conservadora e reversível seria a primeira opção.&lt;br /&gt;Arnold (1981) afirmou que a ocorrência do bruxismo necessita de fatores desencadeantes de ordem dental, muscular e psicológica.&lt;br /&gt;Singi, em 1987, afirmou que a etiologia do bruxismo está relacionada muito mais a fatores de ordem emocional do que a fatores mecânicos, destacando a situações de tensão, ansiedade, medo e irritabilidade.&lt;br /&gt;Zarb et al., em 1989, citaram que o bruxismo diurno está associado a outras parafunções, tais como: sucção do polegar, morder os lábios ou a bochecha, roer unhas, hábitos posturais, movimentos associados a instrumentos musicais ou a ouros objetos e mastigação unilateral.&lt;br /&gt;Rubinstein (1991; 1993) relatou que bruxismo diurno e fadiga mandibular estão relacionados em casos de zumbido e vertigem. Tratamento estomatognático parece ser uma forma de reduzi-los em alguns pacientes.&lt;br /&gt;Blount et al, (1982) em um estudo com duas pacientes do sexo feminino, possuidoras de profundo retardo mental, utilizaram aplicação de gelo como redução do bruxismo diurno. Concluíram que a utilização do bruxismo diurno. Concluíram que a utilização de gelo contínuo por 15 minutos é mais efetivo (94% a 97% de redução do bruxismo diurno) do que a utilização em períodos intercalares por tempos menores (53% a 67%).&lt;br /&gt;A terapêutica oclusal compreende a utilização de placa interoclusal e a realização de ajuste oclusal quando indicado (Muller et al, 1984).&lt;br /&gt;O bruxismo ocorre em aproximadamente 60% das crianças entre três e cinco anos, com importantes repercussões nos diferentes componentes do sistema estomatognático. Apesar disso, há pouca informação na literatura sobre esse assunto. O objetivo desse estudo foi comparar dois grupos de crianças com bruxismo. Um grupo não foi submetido a nenhum tratamento, servindo como controle. Para o grupo teste foram confeccionadas placas de mordida para uso noturno. Foram feitos modelos de gesso para ambos os grupos a fim de avaliar a progressão das facetas de desgaste, durante oito meses. Os resultados foram: as quatro crianças do grupo controle mostraram aumento das facetas de desgaste. Já as crianças que utilizaram as placas de mordida não mostraram nenhum aumento do desgaste, mesmo após a remoção do aparelho, indicando que o uso da placa de mordida é eficaz no controle do bruxismo em crianças de três a cinco anos.&lt;br /&gt;A citação bíblica da parábola da festa das bodas foi retirada do Evangelho de São Mateus, no Novo Testamento. “A associação do bruxismo ao martírio e ao sofrimento já estava presente em uma das referências mais importantes de todos os tempos, a Bíblia Sagrada”, lembra o Dr. Paulo Isaías Seraidarian.&lt;br /&gt;De lá para cá, muito tempo se passou teorias sobre as causas desse distúrbio surgiram e foram derrubadas e até hoje muito pouco se sabe sobre o assunto.&lt;br /&gt;E, nessa busca da ciência por explicações, fatos interessantes ocorreram. O Dr. Antônio Sérgio Guimarães conta que, há cerca de 20 anos, na Universidade de Michigan, pesquisadores tentaram eliminar o bruxismo do sono de alguns pacientes amarrando suas bocas utilizando aparelhos ortodônticos. Resultado: os pacientes começaram a desenvolver úlceras. Teria isso alguma relação com o nível de estresse ou ansiedade.&lt;br /&gt;Muitas foram as teorias elaboradas.&lt;br /&gt;O Dr. José Tadeu Tesseroli Siqueira lembra que se imaginava que as pessoas mais introvertidas apresentavam mais bruxismo do que as menos introvertidas. Entretanto, ele ressalta que “a literatura mostra que o bruxismo do sono acontece em pessoas de vários tipos de personalidade, inclusive em estudo mostrou que, no bruxismo do sono (excêntrico), parece que há extrovertidos do que introvertidos, ao contrário do que ocorre com o apertar diurno de dentes”.&lt;br /&gt;Outra teoria arriscou dizer que o bruxismo fazia parte da personalidade de pessoas mais agressivas, o que também nunca foi comprovado.&lt;br /&gt;Por muito tempo, acreditou-se que o contato prematuro (contato antecipado de um dente antes de todo o conjunto) e as interferências oclusais seriam fatores etiológicos para o bruxismo. Baseado nisso, acreditou-se que o desgaste seletivo poderia diminuir o risco do problema. O Dr. Guimarães detalha que esta teoria foi estudada por Ramfjord, da Universidade de Michigan, e também pelo cirurgião-dentista e psicólogo John Rugh. Da Universidade do Texas, nas décadas de 60 e 70, mas foi descartada. De acordo com o Dr. Seraidarían, alguns autores teriam associado a estimulação oral unilateral e interferências oclusais aos episódios de bruxismo. Mas, segundo ele, a falha é que não se avaliaram os outros fatores como o uso de medicamentos e a ansiedade. “Todos os fatores devem ser considerados”, completa. O tratamento com ajuste oclusal não é mais aceito, embora tenha quem ainda acredite nisso. “Não se pode descartar completamente a oclusão. Mas tanto o contato prematuro não causa bruxismo com uma oclusão perfeita”, comenta a Dra. Cibele Dal Fabbro. A teoria psicológica apontava o estresse e a ansiedade como fatores iniciadores ou perpetuadores do bruxismo. De acordo com a Dra. Cibele, as pesquisas atuais têm mostrado que fatores psicológicos não são os principais fatores, mas apenas os agravamentos ou perpetuadores. A Universidade de \Montreal, no Canadá, desenvolveu um estudo de variabilidade em pacientes com bruxismo para identificar a correlação entre o distúrbio e a ansiedade. O que foi verificado e que, em 48% dos casos de bruxismo estudados, a ansiedade tinha relação com o distúrbio.&lt;br /&gt;Em outra linha de pesquisa, a avaliação de vários neurotransmissores cerebrais nos pacientes com bruxismo mostra um ligeiro desequilíbrio. Isso é o que sugere a teoria neurológica. “Os neurotransmissores são responsáveis pela transmissão de mensagens de um neurônio para outro. Pacientes com bruxismo têm uma produção maior de dopamina”, Explica a Dra. Cibele. Mas, ainda há poucos trabalhos sobre o assunto e com poucos pacientes.&lt;br /&gt;A teoria genética leva em consideração o padrão familiar. Alguns trabalhos realizados com gêmeos idênticos mostram o mesmo padrão para a realização de bruxismo. Os gêmeos não-idênticos têm padrões diferentes&lt;br /&gt;Se o paciente apresenta dor associada ao bruxismo e somente a placa não trouxe alívio para esse sintoma ou se o problema está num estágio muito avançado, é necessário recorrer a outros tratamentos. Nesse ponto, existe divergência de opiniões, mas entre as indicações estão: fisioterapia e exercícios para reabilitação e alongamento da musculatura, medicamentos (analgésicos, relaxantes musculares, antiinflamatórios não-esteróides) e, apesar de pouco comum, eventualmente, infiltrações anestésicas em pontos dolorosos dos músculos.&lt;br /&gt;Nos últimos anos, tem-se observado um número cada vez maior de estudos que integram a Psicologia e a Odontologia. Nesse campo, começam a surgir trabalhos sobre os aspectos psicológicos associados às diversas disfunções que abrangem a região craniomandibular. Estudos como o que realizamos com pacientes com dor temporomandibular (SERRALTA et al., 2001) revelam que sintomas psicológicos, com freqüência, estão relacionados aos transtornos da esfera orofacial e apontam para a necessidade do odontólogo encaminhar, quando necessário, o paciente a um psicólogo para efetuar tratamento combinado. Também OKINO et al (1990) ressaltam que a maioria dos pacientes com disfunções na articulação temporomandibular necessitam atendimento psicológico especializado, devido à alta interferência do estresse na sintomatologia apresentada.&lt;br /&gt;Como salienta SEGER et al. (1998), ainda que possa alertar para uma oclusão anormal, o bruxismo é, muitas vezes, uma expressão do estresse mental, da agressividade e ansiedade, dentre outros fatores psicológicos. Também MOLINA (1989) afirma que os estudos têm revelado que pacientes com bruxismo possuem uma personalidade agressiva, ansiosa e tensa, provavelmente devido a emoções reprimidas em períodos iniciais da vida.&lt;br /&gt;Nos indivíduos que não apresentam a patologia do bruxismo, os dentes ficam em contato, no máximo, 2 horas em um período de 24 horas. Já nos bruxômanos, os dentes ficam em contato por, pelo menos, 10 horas no mesmo período. Devido a essa pressão mandibular é que ocorre o aparecimento da dor e o incômodo sentido na boca.&lt;br /&gt;Freqüentemente se manifesta de forma inconsciente durante o sono, embora a parafunção diurna esteja relacionada à concentração mental ou às atividades de extremo esforço físico Rosenstiel et al. (2002).&lt;br /&gt;Na literatura existem dois tipos clássicos de estudos que a questionam: 1) estudos em que se retiram as interferências oclusais e observa-se se a parafunçao foi eliminada Kardachi et al. (1978);&lt;br /&gt;Clark et al. (1985); 2) estudos em que se colocam interferências oclusais intencionais em pacientes não-bruxistas e verifica-se ocorre a elicitação do bruxismo Rugh et al. (1984). Esses estudos efetivamente não comprovaram relação entre interferências oclusais e bruxismo. Antigamente existia uma profunda crença na Odontologia de que o bruxismo era causado por má oclusão, mas acredita-se hoje que o desgaste seletivo não diminui o bruxismo Okeson (2000). Tal opinião coincide com a interpretação da: 1) “Guidelines for TMD e orofacial Pain” publicada pela Academia Americana de Dor Orofacial; 2) National Institute of Health (NH) Technology Assessment Conference on TMD, de 1996, na qual foi demonstrado que nenhuma pesquisa verificou que o ajuste oclusal é superior a qualquer terapia não-invasiva Tsukiyama et al. Dois grupos de fatores etiológicos podem ser os mais evidentes no bruxismo: um de ordem periférica (morfológico; por exemplo:desarmonias oclusais) e outro de ordem central (patofisiológico e psicológico, por exemplo: desordem no sistema dopaminérgico e estresse). Contudo os fatores de ordem periférica atualmente contribuem com menor intensidade Ahlberg et al. (2004).&lt;br /&gt;Indivíduos bruxistas são mais predispostos à ansiedade, mais vulneráveis a desordem psicossomáticas e menos socializados. Deprimidos, emocionalmente estressados e aliados ao medo e à baixa auto-estima, tais indivíduos têm maior predisposição para desenvolver o bruxismo Vanderas et al. (1999). Assim, esta parafunção reflete de forma comportamental um hábito disfuncional que conduz o indivíduo a descarregar suas tensões, mesmo que lhe cause auto-agressão Oliveira (2002).&lt;br /&gt;Apesar de prevenirem os efeitos danosos, os aparelhos interoclusais não curam o paciente desse distúrbio. Na maioria dos casos, quando uma longa terapia oclusal termina, o bruxismo retorna. Em pacientes com parafunção noturna, a proteção das estruturas dentárias com aparelhos interoclusais deve ser realizada, visto que não existe a possibilidade de um controle voluntário sobre a parafunção. Para o hábito de apertamento, os aparelhos acrílicos lisos sem guias podem ser utilizados. Para o rangimento noturno, pela existência das excursões laterais, aparelhos com guias pelos caninos são os mais indicados. Sugere-se também que esses aparelhos agem determinando um estímulo nocivo que instiga uma retroalimentação (feedback) negativa, desligando assim a pesada atividade muscular Okeson (2000). Afirma-se ainda que a superfície desse dispositivo diminui a força friccional e facilita as excursões mecânicas da mandíbula, tornando mais livres os movimentos excêntricos e, talvez por isso, reduz a duração dos episódios da atividade muscular Oliveira (2002).&lt;br /&gt;A fisioterapia tem uma importância substancial no tratamento das disfunções temporomandibulares e do bruxismo. As diversas técnicas de terapia manual e modalidades de eletroterapia são fortes aliados capazes de restabelecer as funções normais do aparelho mastigatório e eliminar os sintomas. A hiperatividade dos músculos mastigatórios nos bruxistas ocasiona freqüentes isquemias musculares que levam a desperdícios metabólicos e, conseqüentemente, à fadiga e dor muscular. A termoterapia usa calor como mecanismo principal, provocando vasodilatação, o que facilita a oxigenação das áreas afetadas, reduz os sintomas musculares e efeito sedativo sobre os nervos motores. Terapias de relaxamento podem resultar na eliminação dos resultantes metabólicos que sensibilizam os nociceptores e, em decorrência disto, ocorre uma diminuição da dor. O TEES (estimulação eletroneural transcutânea) gera impulsos elétricos rítimicos criando contrações involuntárias repetidas e relaxamento. Dessa forma os espasmos vão sendo eliminados e a circulação nos músculos afetados é aumentada. A acumpuntura já tem sua efetividade comprovada por sua ação analgésica local (somatostatina) e central (encefalinas, dinorfinas, endorfinas); ação antinflamatória (cortisol); ação ansiolítica, e melhora da defesa imunológica. Dessa maneira, a Fisioterapia constitui-se em um importante aliado na restauração normal do aparelho estomatognático, reversão de quadros dolorosos e contribui para homeostase orgânica dos bruxistas. Cabe ao cirurgião-dentista e ao fisioterapeuta escolherem a terapêutica mais adequada para cada situação.&lt;br /&gt;Historicamente, os relaxantes musculares, analgésicos e antinflamatórios têm sido prescritos para o controle ou tratamento do bruxismo. Atualmente o que ainda é mais seguro fazer é apenas a prescrição sisntomática do bruxismo, já que uma infinidade de drogas (benzodiazepínicos, antidepressivos, catecolaminas, toxina botulínica dentre outras) têm sido pesquisada sem, contudo, haver um consenso sobre a melhor indicação e protocolo de prescrição. Após o sistema dopaminérgico de prescrição. Após o sistema dopaminérgico e a neurotransmissão central serem apontados como moduladores dos episódios de bruxismo.&lt;br /&gt;DISCUSSÃO&lt;br /&gt;O bruxismo noturno, ou seja, durante o sono, implicaria em contrações prolongadas dos músculos mastigatórios de forma inconsciente. ATTANASIO, em 1997, descreveu que os episódios de bruxismo durariam entre 8 a 9 segundos, havendo registros de até 5 minutos de duração, documentado na literatura. O tempo total médio dos eventos de bruxismo por noite seria de 42 segundos, podendo ocorrer, entretanto, variação do comportamento bruxômano de uma noite pra outra, em um mesmo indivíduo. A força do contato dental, associado ao bruxismo noturno, foi medida por NISHIGAWA et al., em 2001, sendo que a amplitude média dos eventos de bruxismo foi de 22,5 Kgf, com duração média de 7,1 segundos. Ainda sob este aspecto, a maior magnitude de força registrada neste estudo foi de 42,3Kgf. Os autores ressaltaram que a força de contato dental noturno poderia exceder a amplitude da força máxima de apertamento voluntário durante o dia.&lt;br /&gt;No que diz respeito ao tratamento, a utilização de placas estabilizadoras ou interoclusais seria para proteger os dentes de demais componentes do sistema mastigatório durante as atividades parafuncionais.&lt;br /&gt;Em 2000, OKESON relatou que as placas de estabilização estariam indicadas para pacientes com desconforto muscular e hiperatividade muscular, e que promoveriam diminuição do nível de atividade muscular noturna, pelo menos a curto prazo. Da mesma forma, NAVARRO et al., no ano de 2001, sustentaram a afirmação de que a placas rígidas promoveriam uma diminuição da atividade muscular. No entanto, observa-se na clínica odontológica que é normal que a placa sofra desgastes, pelo uso constante, mas o seu reparo seria mais simples e muito menos comprometedor do que o das estruturas dentárias quando desprotegidas e afetadas.&lt;br /&gt;Como resultado da somatização do emocional via sistema estomatognático, aparecem os desgastes entre as superfícies dos dentes, fraturas, espasmos musculares, distúrbios da ATM e da oclusão, concorrendo consideravelmente na diminuição da Dimensão Vertical de Oclusão.&lt;br /&gt;Até o presente momento, não há um método de tratamento conhecido para eliminar permanentemente o bruxismo. Mikami, 1977.&lt;br /&gt;O bruxismo continua sendo uma entidade obscura em sua etiologia, discutível no tratamento e indefinida no seu prognóstico. Ainda é impossível estabelecer um plano de tratamento padrão e prever a remissão total da parafunção. Não há um tratamento específico, e cada indivíduo deve ser individualmente avaliado e tratado. Contudo, grande parte das atuais pesquisas considera que o sistema nervoso central e/ou autônomo, ao contrário de fatores sensórias periféricos, têm um papel dominante na gênese do bruxismo Kato et al. (2003).Portanto a associação deste hábito a fatores oclusais (interferências oclusais e maloclusais), os quais podem influenciar a atividade muscular através da ativação de receptores periodontais, encontra cada vez menos respaldo da literatura Manfredini et al. (2003). A filosofia de controle/tratamento proposta aqui é muito mais de orientação e conscientização do paciente, considerando todas as prováveis causas, procurando, através de uma equipe multidisciplinar, reverter as situações que concorram direta ou indiretamente para ocorrência desta parafunção. Em suma, parece certo que a melhor terapêutica para o bruxista, diante de tantas incertezas, é primar por sua qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;Levando-se em conta a multiplicidade de fatores etiológicos e a falta de um diagnóstico conclusivo, a unanimidade quanto a um método ideal de tratamento para o bruxismo ainda não foi alcançada. Porém, fica claro que deve-se estabelecer uma terapêutica que vise a eliminação dos fatores oclusais.&lt;br /&gt;É sabido também que, quanto maior a conscientização do paciente sobre o hábito, melhor o prognóstico e mais motivado estará para isto. Sendo assim, torna-se necessário que o profissional esclareça o paciente quanto à relação entre o hábito parafuncional e os fatores desencadeantes (Teixeira et al., 1994; Leles &amp;amp; Melo, 1995).&lt;br /&gt;Desta forma, verifica-se que o uso de placa na terapia oclusal para o bruxismo proporciona condições de equilíbrio oclusal e/ ou mandibular, importantes para proteção dos elementos dentários, relaxamento dos músculos hipertrofiados, prevenindo também sobrecarga para a articulação temporomandibular.&lt;br /&gt;Pode-se concluir que, independente dos fatores envolvidos na etiologia do bruxismo, a terapia oclusal pode sempre ser indicada, pois promove conforto funcional, que previne maiores danos aos componentes do sistema mastigatório, evidenciando-se efeitos terapêuticos múltiplos sobre diversos componentes do aparelho mastigador.&lt;br /&gt;Portanto, o diagnóstico correto é imprescindível e essencial para a indicação de um tratamento adequado como forma de melhorar o prognóstico do caso.&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;AMERICAN ACADEMY OF OROFACIAL PAIN. Orofacial pain-guidelines for assessment, diagnosis, and management. [S.I.]: Quintessence Publishing, 1996.285p.&lt;br /&gt;ARAÚJO MARTINS, E. Professor Titular da Disciplina de Oclusão da FO. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;ARITA A. et al. Alerações provocadas pelo bruxismo. RGO, v.38, n.4, p.257-61, jul./ago., 1990.&lt;br /&gt;ASSUNÇÃO, Z. L. V. Especialista em Ortodontia – UERJ.&lt;br /&gt;ATTANASIO, R. An overview of bruxism and its management. Dent Clin North Am, v.41, n.2, p.229-241, 1997.&lt;br /&gt;ATTANASIO, R. Intraoral orthaotic therapy. Dent Clin North Am, v.41, n.2, p. 309-54, 1997.&lt;br /&gt;BEHSNILIAN, V. Oclusion y rehabilitation. 2 ed. Montevideo: Ind. Graf. Papelera, 1974. p. 68-100.&lt;br /&gt;BORBA DE ARAÚJO, F. Professor Adj. Da Disciplina de Odontopediatria da FO. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;CHISTIANE, E. A. C. Graduada em Psicología pelo Unicentro Newton Paiva. 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Bruxismo em criançaas. Ver. Odontopediatr., v.3, n.2, p.91-8, abr.-jun., 1994.&lt;br /&gt;HACHMANN, A. Especialista em odontopediatria pela FO. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, professora convidada do Curso de Especialização em Odontopediatria da FO. Universidade Federal do Rio Grande do Sul/ABO-RS.&lt;br /&gt;LELES, C. R.; MELO, M. Bruxismo e apertamento dental, uma conduta clínica racional. ROBRAC, v.5, n.15, p.22-6, ago., 1995.&lt;br /&gt;HENRIQUES, G. E. P. Professor Doutor do Departamento de Prótese e Periodontia da FOP- UNICAMP.&lt;br /&gt;JACOB, M. F. Especialista em Prótese Dentária – CEO-IPSEMG.&lt;br /&gt;LELES, C. R.; MELO, M. Bruxismo e apertamento dental, uma conduta clínica racional. ROBRAC, v.5, n.15, p.22-6, ago., 1995.&lt;br /&gt;KAMPE, T.et al. Reported symptoms and clinical findings in a group of subjects with longstanding bruxing beavior. J Oral Rehabil, v.24, n.8, p.581-587, 1997.&lt;br /&gt;KAMPE, T. et al. Peronality traits in a group of subjects with long-standing bruxism behaviour. J Oral Rehab, v.24, p. 588-93, 1997.&lt;br /&gt;SANTOS JR. J. S. Oclusão clínica-Atlas colorido. São Paulo: Santos, 1995.&lt;br /&gt;KAMPE, T.et al. Reported symptoms and clinical findings in a group of subjects with longstanding bruxing beavior. J Oral Rehabil, v.24, n.8, p.581-587, 1997.&lt;br /&gt;KAMPE, T. et al. Peronality traits in a group of subjects with long-standing bruxism behaviour. J Oral Rehab, v.24, p. 588-93, 1997.&lt;br /&gt;SANTOS JR. J. S. Oclusão clínica-Atlas colorido. São Paulo: Santos, 1995.&lt;br /&gt;MACIEL, R, N. Oclusão e ATM. 1º ed. São Paulo: Ed. Santos, 1996.&lt;br /&gt;MESQUITA, M. F. Vice-Chefe do Departamento de Prótese e Periodontia da FOP-UNICAMP.&lt;br /&gt;MIKAMI, D, B. A review of psychogenic aspects and treatment of bruxism. The Journal of Prosthetic Dentistry 37(4): 411-419, 1977.&lt;br /&gt;MOLINA, O.F. Fisiopatologia craniomandibular (Oclusão e ATM). 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Se não existir prevenção,de nada adianta levar seu filho ao dentista a cada quatro meses, pois este tempo é suficiente para que muita coisa aconteça . Logo na gestação começa o momento de prevenir. Medicamentos administrados neste período podem alterar a dentina e o esmalte dos dentes do bebê. A mãe deve ser orientada também sobre amamentação e a importância da mesma na formação dos maxilares. Após o nascimento,o pediatra, em parceria com o dentista, deve estar atento a qualquer alteração na boca do bebê,já que existem muitos problemas que se forem diagnosticados precocemente podem receber tratamento e soluções no momento certo,evitando problemas futuros. Aos 6 meses os dentes começam a aparecer e é hora de higienizar e evitar as mamadas noturnas, pois a cárie de mamadeira é um problema sério.O acompanhamento profissional no nascimento destes dentinhos se faz muitas vezes necessário, já que esta fase, em alguns bebês é marcada por muito desconforto. São muitos os cuidados que devemos passar para os pais, detalhes que nem sempre são conhecidos e é responsabilidade nossa esclarecê-los !&lt;br /&gt;A visita ao odontopediatra deve ser, em primeiro lugar, um momento bom, onde podemos conhecer melhor a criança e ela também possa nos conhecer, portanto seu filho tem o direito de explorar este espaço novo e aos poucos adquirir confiança .Suas curiosidades devem ser respeitadas e esclarecidas assim ele se sentirá mais seguro. Contenha a ansiedade de querer que seu filho “ame” imediatamente o dentista, evite a pressa, tudo tem seu tempo e toda criança tem um momento certo para se “abrir” com pessoas estranhas. Medo é um sentimento normal e vale qualquer coisa para evitá-lo, mesmo que para isso a presença da mãe se faça necessária na sala de consulta.&lt;br /&gt;Evite passar experiências negativas aos pequenos, deixe que eles tenham as próprias e com certeza serão muito diferentes das suas. Os tempos mudaram e os profissionais também, acredite! Acima de tudo é importante que haja um relacionamento humano entre o profissional e o pequeno paciente. Os laços de carinho formados quando a criança é ainda pequena ajudam muito se houver mais tarde uma necessidade de intervenção, pois já existirá a confiança ,que é fundamental.&lt;br /&gt;Ir ao dentista não é simplesmente fazer com que a criança sente, abra a boca,faça uma limpeza com flúor e vá para casa. Antes de tudo deve ser a hora daquele papo comprido para saber detalhes da dieta, dos hábitos, do comportamento e da personalidade de cada um. Cada criança tem uma história de vida diferente que deve ser respeitada e uma linguagem a ser usada.É nessa hora que o profissional consegue desenvolver, de uma maneira individual, o que seria indicado para melhorar o dia a dia daquele pequeno paciente. Prevenir é mudar, ajudar e principalmente conscientizar os pais sobre a melhor maneira de cuidar da saúde do seu filho, já que a maior parte do tempo ele estará sob sua responsabilidade. Se a prevenção for bem sucedida seu filho será um forte candidato a ter uma boca saudável e livre de cáries. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/8488052269627556783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/08/preveno-bucal-das-crianas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/8488052269627556783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/8488052269627556783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/08/preveno-bucal-das-crianas.html' title='Prevenção bucal das crianças'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfgUscY8ofnxHXuRshuoiYLL2iYOdT_RrJJnmRNHX9wGOZcFypW87wIUYLOWSPHEnnuzeHbWt-E6iOpP44T5CHm7zLuL4RFnuWCrsIAVJWokQ5s4zyVYcguR_gjq0rd5FjQMBeWOU0xj5b/s72-c/sorriso.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-3804587791769148507</id><published>2008-08-05T05:44:00.001-07:00</published><updated>2008-08-05T05:46:39.872-07:00</updated><title type='text'>Balas de goma pode previnir cáries</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Balas de goma podem prevenir cáries&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt; Elas podem entrar na rotina de higiene diária das crianças e evitar as placas bacterianas que causam as cáries &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5231013926507354466&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJe1LwI8PszTO4RokzL9a3Obh6S6NkFANiQoOklrO1Zs45Z80WN1t_MGMoMDXwiJHjHB5Q_rQ-U5GEfDe1Pq-rAMOnBD6AtviBskFVrXNfX2-kc3r2fpCHW6iL2VsxSIQ2j2OHjoav1mU8/s320/balas+de+goma.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;Quantas vezes seu filho já pediu para que você comprasse uma bala ou um doce na padaria? Você evita porque sabe que, em sua maioria, eles são feitos com sacarose - conhecida popularmente como “açúcar refinado” - e o mais importante causador de cáries. Mas imagine seu filho pedindo uma bala de goma e você ter a certeza de que ela poderia ajudar na saúde bucal dele. É o que mostra uma pesquisa coordenada por Kiet A. Ly, do Departamento de Saúde Pública Dental da Universidade de Washington (EUA). O estudo demonstra que as balas de goma com “xylitol” (álcool de açúcar presente em alimentos como framboesas e ameixas) podem reduzir as placas bacterianas causadoras das cáries. Durante as seis semanas de testes, os pesquisadores deram as balas, três vezes ao dia, a 154 alunos com idade média de oito anos. Conclusão: houve uma surpreendente redução nos níveis das principais bactérias causadoras de cáries. De acordo com Julieta Costa, odontopediatra e especialista pela Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (APCD), o segredo da pesquisa está na fórmula do xylitol. “Em contato com a saliva e a boca, o xylitol não se transforma num ácido como os outros açúcares comuns e, por isso, não ataca o esmalte do dente.” A especialista explica ainda que a substância ajuda na produção de saliva, que é um importante protetor natural do dente. “Além disso, ele é 40% menos calórico, e tão docinho quanto à sacarose”, finaliza a odontopediatra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI9251-15341,00-BALAS+DE+GOMA+PODEM+PREVENIR+CARIES.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI9251-15341,00-BALAS+DE+GOMA+PODEM+PREVENIR+CARIES.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/3804587791769148507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/08/balas-de-goma-pode-previnir-cries.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/3804587791769148507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/3804587791769148507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/08/balas-de-goma-pode-previnir-cries.html' title='Balas de goma pode previnir cáries'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJe1LwI8PszTO4RokzL9a3Obh6S6NkFANiQoOklrO1Zs45Z80WN1t_MGMoMDXwiJHjHB5Q_rQ-U5GEfDe1Pq-rAMOnBD6AtviBskFVrXNfX2-kc3r2fpCHW6iL2VsxSIQ2j2OHjoav1mU8/s72-c/balas+de+goma.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-3993296201236539801</id><published>2008-07-24T04:48:00.000-07:00</published><updated>2008-08-05T07:09:35.072-07:00</updated><title type='text'>Água</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDKyy5Cd1n2yuQ3NaRja8aYHmhgkmhFlb0bhTFqCk1iuwWlJUCckwKQFtd741DG0bllrS7GCd_1BiBr2s9psVZKPVkC31HJQpJs2xH38NLGXsrc59DzAc8rT7bWhyphenhyphen01r1Vl-gS1nXkCVg7/s1600-h/agua.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5231035509779009506&quot; style=&quot;FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDKyy5Cd1n2yuQ3NaRja8aYHmhgkmhFlb0bhTFqCk1iuwWlJUCckwKQFtd741DG0bllrS7GCd_1BiBr2s9psVZKPVkC31HJQpJs2xH38NLGXsrc59DzAc8rT7bWhyphenhyphen01r1Vl-gS1nXkCVg7/s320/agua.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgS5ybWkmiGLiXgyCOMoi8ykIVzvQ-ZzoMsAQ3D4eF3War8lkC4y3gKDIDoEIRoWg5-TuftAt2UiGDAIm9fFZHTQmuWfFLS54lJGZpMVK0SxglrDMcVbneJsiNc6BEjx0NEpnmoTjiejOQA/s1600-h/auga.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Água:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;Conheça a sua importância para a saúde &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;O corpo é formado por cerca de 70% de água, a qual é perdida e reposta constantemente pelo organismo. A reposição é necessária para a saúde e beleza em geral. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;A hidratação &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;Quando a água é perdida, a pele se desidrata, fica áspera e se torna vulnerável ao processo de envelhecimento. Por isso, é importante mantê-la sempre hidratada. Além disso, eliminamos cerca de 2 litros através da urina, suor e fezes. Se essa quantidade não for reposta, inicia-se um processo de desidratação e intoxicação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;Água em excesso faz mal? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;Ela não pode ser ingerida em excesso para que não haja uma grande perda de sais minerais, principalmente, sódio e potássio. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;Alimentos também contêm água? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;Ao comer alimentos sólidos também estamos ingerindo líquidos. Durante as dietas de emagrecimento, por exemplo, quando a quantidade de alimentos ingeridos é reduzida e a queima de gorduras é maior, recomenda-se tomar mais água para não desidratar. Cuidado com falsos mitos. “Sauna emagrece”; “quanto mais se transpira, mais rápido se perde peso”. Certamente, ao sair da sauna ou de uma aula de ginástica, você vai notar que perdeu peso, porém, à custa da perda de água, que deve ser reposta mais tarde ao ingerir líquidos ou alimentos sólidos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;Saúde para os cabelos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;A água é a maior responsável pela saúde e brilho dos fios. Usá-la na temperatura certa é fator dominante para o sucesso. A água morna ajuda a ação dos cremes e condicionadores, e a fria dá brilho e volume. Dica: antes de aplicar o xampu, molhe bastante os cabelos e, na hora de enxaguar, repita a dose, até se certificar que nenhum resíduo do produto ficou nos fios. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;Benefícios da água para o corpo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;A água relaxa, massageia e facilita os exercícios. Com a hidroginástica, é possível realizar exercícios inacreditáveis. Milagre? Não. A água faz com que nosso corpo fique 70% mais leve, ou seja, se normalmente você consegue fazer 10 abdominais, na piscina, você fará 50, com o mesmo esforço. Beba 8 copos de água por dia, faça disso um hábito. O ideal é beber 2 litros por dia! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.lincx.com.br/lincx/saude_a_z/por_vida_saudavel/agua.asp&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;http://www.lincx.com.br/lincx/saude_a_z/por_vida_saudavel/agua.asp&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/3993296201236539801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/gua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/3993296201236539801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/3993296201236539801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/gua.html' title='Água'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDKyy5Cd1n2yuQ3NaRja8aYHmhgkmhFlb0bhTFqCk1iuwWlJUCckwKQFtd741DG0bllrS7GCd_1BiBr2s9psVZKPVkC31HJQpJs2xH38NLGXsrc59DzAc8rT7bWhyphenhyphen01r1Vl-gS1nXkCVg7/s72-c/agua.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-3927205478301147829</id><published>2008-07-22T07:12:00.000-07:00</published><updated>2008-08-05T07:18:45.097-07:00</updated><title type='text'>Os Micróbios da Boca</title><content type='html'>&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5231037846204069202&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeKr_Kmkno8ksg0o3WihvHGtEuZEAo3drMCAk1L12He25dGfJkVvn9hJXFUXMKdbxQDCehD7ZESB5e5p6PqsIlKZLbxYmTnTOMLcjdfmKsLANvwnnxtT9gSPC6L0zs3QwmYC97UonO7GB9/s320/escova.bmp&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Os micróbios da boca&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#000099;&quot;&gt;A boca é um ecossistema de alta complexidade. Esse é o tema de uma revisão publicada num dos últimos números da revista Science.A primeira descrição de que na boca humana havia seres estranhos, foi feita no final do século 17, na Holanda, por Antony van Leeuwenhoek - um dono de armarinho, hoje considerado o pai da bacteriologia - cuja distração principal era explorar os recursos de uma engenhoca recém-descoberta: o microscópio.Enquanto os microscopistas da época procuravam magnificar com o novo aparelho asas de insetos, grãos de pólen e outros objetos minúsculos, Leeuwenhoek decidiu pesquisar o invisível. Colocou no aparelho uma gota de água da chuva e revelou o achado: “Encontrei pequenos animais, a meu ver, mais de 10 mil vezes menores do que a pulga d’água, que se pode ver a olho nu”.Em 1683, ele descreveu o exame microscópio da placa aderida a seus dentes da frente. Nela encontrou milhares desses “pequenos animais”, que desapareciam quando o exame era feito depois de tomar café bem quente. Perguntou intrigado: “Será que o calor do café matou os animaizinhos?”.Na década de 1960, pesquisadores americanos verificaram que, nas placas dentárias, havia populações distintas de bactérias, e que a mucosa da boca e a superfície dos dentes eram revestidas por microorganismos dispostos em camadas finas, denominadas biofilmes.Os bacteriologistas procuraram, então, cultivar as bactérias da cavidade oral em laboratório. Os resultados foram decepcionantes: apenas metade crescia nos meios de cultura, impossibilitando a caracterização da biodiversidade existente.No início dos anos 1990, Sigmund Socransky e colaboradores, de Boston, desenvolveram técnicas para identificação das bactérias sem a obrigatoriedade de cultivá-las em caldo de cultura. A metodologia se baseia em provocar reações bioquímicas capazes de diferenciar o DNA de cada microorganismo presente numa comunidade, e permite examinar milhares de amostras de cada vez. As novas técnicas identificaram mais de 700 espécies diferentes de germes vivendo em estilo comunitário na cavidade oral humana.Os microorganismos que colonizam a boca mostram predileção clara por determinadas regiões: alguns preferem a superfície da língua, outros, a das gengivas ou a dos dentes. Por exemplo, a bactéria Streptococcus mutans que se alimenta de açúcar, a partir do qual libera ácido láctico que destrói o esmalte e provoca as cáries, vive exclusivamente na superfície dentária.Apenas na língua, foram encontradas 92 espécies de microorganismos, alguns dos quais responsáveis pelo mau hálito. Quando estes são eliminados por raspagem ou gargarejos com soluções bactericidas, a halitose diminui de intensidade ou desaparece.Como em outras comunidades biológicas, existe cooperação entre as bactérias contidas nos biofilmes, que revestem as diversas regiões da boca: substâncias liberadas por uma bactéria podem atrair outras. Por exemplo, a bactéria Streptococcus gordonii, que vive no biofilme que cobre os dentes, possui proteínas em sua superfície que atraem outra bactéria, Porphiromonas gingivalis, envolvida em infecções gengivais.Para dar idéia da complexidade biológica do ambiente criado por tantos microorganismos comunitários basta lembrar que apenas esta última bactéria produz cerca de 220 proteínas.Em 2004, o Instituto de Pesquisas Dentárias e Craniofaciais, de Rockville, Estados Unidos, deu início a um estudo programado para catalogar todos os genes dos germes existentes na cavidade oral. Em três anos de duração, o projeto pretende identificar 40 mil genes característicos das populações de saprófitas, simbiontes e parasitas que se instalam e convivem nas diversas regiões da boca.O estudo permitirá identificar as fragilidades dos germes patogênicos e identificar aqueles que oferecem proteção à mucosa oral e aos dentes. Compreender melhor as relações ecológicas que se estabelecem entre as diversas comunidades microbiológicas distribuídas pela cavidade oral permitirá usar bactérias inofensivas, geneticamente modificadas, para competir e eliminar as patogênicas responsáveis pelas cáries e outras doenças que agridem a porta de entrada do aparelho digestivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/3927205478301147829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/os-micrbios-da-boca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/3927205478301147829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/3927205478301147829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/os-micrbios-da-boca.html' title='Os Micróbios da Boca'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeKr_Kmkno8ksg0o3WihvHGtEuZEAo3drMCAk1L12He25dGfJkVvn9hJXFUXMKdbxQDCehD7ZESB5e5p6PqsIlKZLbxYmTnTOMLcjdfmKsLANvwnnxtT9gSPC6L0zs3QwmYC97UonO7GB9/s72-c/escova.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-2173368924659831758</id><published>2008-07-22T07:08:00.000-07:00</published><updated>2008-07-22T07:12:39.246-07:00</updated><title type='text'>Mau Hálito</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;O combate ao mau hálito&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;Estudos ajudam a compreender melhor as causas de um problema que pode dificultar, ou até mesmo destruir, relacionamentos pessoais.O mau hálito, flagelo antigo das relações pessoais, emerge como assunto de interesse científico capaz de atrair a atenção de bacteriologistas, fisiologistas, químicos e psicólogos. Mel Rosemberg, microbiologista canadense que trabalha na Universidade de Tel-Aviv, publicou uma revisão sobre o tema na revista Scientific American.Cerca de 85% a 90% dos casos de halitose se originam na boca, um ecossistema no qual vivem centenas de espécies de bactérias com diferentes necessidades nutricionais. Quando essa flora digere proteínas, podem ser liberadas substâncias que têm mau cheiro. Entre elas: gás sulfídrico, resultante do metabolismo anaeróbico (cheiro de ovo estragado), escatol (substância também encontrada nas fezes), cadaverina (associada à decomposição de corpos), putrescina (à decomposição de carne) e ácido isovalérico, também presente no suor dos pés. A mistura dos odores dessas substâncias não costuma ser percebida pelos portadores de halitose, mas provoca repulsa nos que se relacionam com eles.Pesquisas recentes de Walter Loesche, na Universidade de Michigan, demonstraram que os microrganismos presentes na língua são diferentes dos da placa dentária. Estudando pessoas saudáveis com halitose, o grupo de Loesche mostrou que a principal região anatômica responsável pela halitose não é a placa dentária, como se pensava, mas a área mais posterior da língua, no fundo da cavidade oral. A explicação é simples: essa região recebe um fluxo diminuído de saliva e contém grande número de pequenas criptas (invaginações), nas quais as bactérias podem esconder-se. Nesse local privilegiado, elas digerem as proteínas de restos alimentares aí retidos e as contidas no muco que goteja imperceptível dos seios da face na direção da faringe (gotejamento pós-nasal). Esse gotejamento persistente é encontrado em cerca de 25% da população urbana, como resultado de alergias, poluentes químicos e processos inflamatórios das mucosas nasais e dos seios da face (sinusites). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;Outra causa de halitose com origem na boca é a má conservação dos dentes, inflamação das gengivas, restos alimentares entre os dentes e abscessos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;De 5% a 10% dos casos são provocados por inflamações das fossas nasais; 3% têm sua origem em processos infecciosos localizados nas amídalas e apenas 1% em outras localizações. Rarissimamente o estômago ou outras partes do aparelho digestivo estão envolvidos na halitose. Como a saliva contém substâncias bactericidas e seu fluxo contínuo se encarrega de &quot;lavar&quot; mecanicamente a cavidade oral, qualquer evento que provoque ressecamento da boca pode ser causa de mau hálito: jejum prolongado, desidratação, respirar pela boca, falar por muito tempo, ar condicionado, estresse e centenas de medicamentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;O cigarro pode provocar halitose porque resseca a boca, piora as condições das gengivas, aumenta o gotejamento pós-nasal e deixa um resíduo que perverte o aroma bucal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;Medidas de controle&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;- Com delicadeza, procure escovar a parte de trás da língua. Evite machucá-la, apenas remova a camada de muco. Com a prática, o reflexo de vômito diminui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;- Tome um bom café da manhã para &quot;limpar&quot; a cavidade oral e manter um fluxo adequado de saliva. - Mantenha a boca úmida. Tome quantidades razoáveis de líquido. Mascar chiclete (sem açúcar) por alguns minutos pode ajudar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;- Soluções comerciais para gargarejo são úteis porque reduzem o número de bactérias presentes na parte posterior da língua, mas seu efeito é de curta duração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;- Lave a boca depois de ingerir alimentos ricos em odor como alho, cebola, café e molhos com curry.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;- Escove os dentes e passe fio dental para remover restos alimentares, especialmente depois de refeições ricas em proteínas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;- Receitas populares como mascar canela, cravo e semente de anis, para &quot;refrescar&quot; o hálito, costumam ser úteis, porque as moléculas contidas nessas plantas têm atividade bactericida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://drauziovarella.ig.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;http://drauziovarella.ig.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/2173368924659831758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/mau-hlito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/2173368924659831758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/2173368924659831758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/mau-hlito.html' title='Mau Hálito'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-1808543741673068327</id><published>2008-07-04T05:21:00.000-07:00</published><updated>2008-07-04T05:30:00.838-07:00</updated><title type='text'>Profilaxia Antibiótica - EB</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Classificação por Risco das Condições Cardíacas Associadas com Endocardite Bacteriana&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;_________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name=&quot;riscog&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Categoria de alto risco (Profilaxia recomendada)&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Presença de próteses cardíacas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Endocardite bacteriana prévia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Síndromes cardíacas congênitas cianóticas ( tetralogia de Falot, transposição de grandes artérias e outras)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Shunts cirúrgicos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;__________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name=&quot;riscom&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Categoria de risco moderado (Profilaxia recomendada)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Maioria de outras malformações congênitas não citadas acima ou abaixo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Disfunções valvares adquiridas (ex: febre reumática)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Cardiomiopatia hipertrófica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Prolapso de válvula mitral com regurgitação e/ou espessamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;__________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name=&quot;riscop&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Categoria de baixo risco - (Profilaxia não recomendada - risco igual ao da população)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Malformações isoladas do septo atrial &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Correções cirúrgicas de defeitos do septo atrial, septo ventricular ou persistência do ducto arteriovenoso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Correções cirúrgicas com enxertos coronários (bypass - pontes)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Prolapso da válvula mitral sem regurgitação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Sopro fisiológico, funcional ou inocente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Doença de Kawasaki prévia sem disfunção valvar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Febre reumática prévia sem disfunção valvar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Implantes de marcapasso (intravascular ou epicárdico) ou de desfibrilador&lt;br /&gt;___________________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;clasato&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Classificação por Indicação de Profilaxia dos Procedimentos Odontológicos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;atocomprof&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Atos Odontológicos nos quais a Profilaxia da Endocardite é Indicada:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;-Extração dentária&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Procedimentos periodontais incluindo cirurgias, raspagem e aplainamento radicular, sondagens e controles&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Implantes dentários ou reimplante de dentes avulsionados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Tratamentos endodônticos ou cirurgias periapicais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Colocação de antibióticos subgengivais (todas as formas)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Colocação de bandas ortodônticas (exceto se apenas brackets)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Anestesia injetável intraligamentar (periodontal)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Profilaxia dental ou de implantes quando sangramento é provável&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;atosemprof&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Atos Odontológicos nos quais a Profilaxia da Endocardite não é Indicada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Dentística restauradora com ou sem retração gengival&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Anestesia injetável local (não intraligamentar)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Manipulação intracanal após a obturação (núcleos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Colocação de isolamento absoluto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Remoção de suturas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Instalação de aparelhos protéticos ou ortodônticos removíveis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Moldagens&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Aplicação de flúor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Tomadas radiográficas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Ajustes de aparelhos ortodônticos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Extração de dentes decíduos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;- Esfoliação de dentes decíduos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Regime Profilático para Endocardite Bacteriana em Procedimentos Odontológicos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name=&quot;regime&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;*Profilaxia Padrão&lt;br /&gt;Amoxacilina&lt;br /&gt;Adultos: 2.0 g; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;crianças: 50 mg/kg - Via oral 1 h antes do procedimento&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;*Inaptos à medicação oral&lt;br /&gt;Ampicillina&lt;br /&gt;Adultos: 2.0 g; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;crianças: 50 mg/kg - Via IM ou IV 30 min antes do procedimento&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;*Alégicos à penicilina&lt;br /&gt;Clindamicina ou&lt;br /&gt;Adultos: 600 mg;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;crianças: 20 mg/kg - Via oral 1 h antes do procedimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Cefalexina† or cefadroxil† ou&lt;br /&gt;Adultos: 2.0 g; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;crianças; 50 mg/kg - Via oral 1 h antes do procedimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Azitromicina ou claritromicina&lt;br /&gt;Adultos: 500 mg; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;crianças: 15 mg/kg - Via oral 1 h antes do procedimento&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;*Alérgicos à penicilina e inaptos à medicacão oral&lt;br /&gt;Clindamicina or Cefazolina†&lt;br /&gt;Adultos: 600 mg; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;crianças: 20 mg/kg - IV 30 min antes do proced. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;Adultos: 1.0 g; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#003300;&quot;&gt;crianças: 25 mg/kg - IM or IV 30 min antes do procedimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IM = intramuscular   IV = intravenoso - A dose infantil não deve ultrapassar a adulta  Cefalosporinas não devem ser usadas em indivíduos com reações de hipersensibilidade imediata à peniclina como urticária, angioedema ou anafilaxia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Baseado nas recomendações da &lt;/em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.americanheart.org/&quot;&gt;&lt;em&gt;American Heart Association WEB SITE&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.americanheart.org/Scientific/statements/1997/079701.html&quot;&gt;&lt;em&gt;Consulte diretamente sobre profilaxia endocardite na American Heart Association&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.americanheart.org/cgi-bin/AT-AHA1search.cgi?search=endocardit&quot;&gt;&lt;em&gt;Mais sobre na American Heart Association&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Estas informações não substituem a orientação profissional competente.&lt;/em&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/1808543741673068327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/classificao-por-risco-das-condies.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/1808543741673068327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/1808543741673068327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/classificao-por-risco-das-condies.html' title='Profilaxia Antibiótica - EB'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-185447224513082286</id><published>2008-07-03T04:37:00.000-07:00</published><updated>2008-07-03T04:47:07.212-07:00</updated><title type='text'>Endocardite Bacteriana</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:lucida grande;color:#336666;&quot;&gt;Definição: uma infecção que ocorre nas válvulas cardíacas ou tecidos endoteliais do coração. O coração pode sofrer uma infecção decorrente de bactérias e fungos do ambiente hospitalar de uma cirurgia cardíaca a céu aberto alojando-se nas válvulas cardíacas e infectando o endocárdio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:lucida grande;color:#336666;&quot;&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:lucida grande;color:#336666;&quot;&gt;Avaliação Médica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endocardite Bacteriana pode exigir profilaxia com antibióticos quando paciente  notoriamente comprometido exibem lesões cardíacas conhecidas. É freqüente observar após avaliação médica casos de sopro apos exame físico. Quando o sopro é inofensivo, ou seja, fluxo sanguíneo com grande velocidade, não necessita de maiores investigações. Atenção especial deve ser observada nesses casos, pois pode existir um comprometimento de prolapso de válvula mitral. Normalmente pode-se observar sopro em crianças de peito magro com febre elevada ou em mulheres gestantes de terceiro mês. Alguns tipos de sopros resultantes de comprometimento cardíaco podem necessitar de exames apurados como eletrocardiograma, ecocardiograma, fonocardiograma, cateterização cardíaca e raios-X de tórax para descobrir a sua etiologia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:lucida grande;color:#336666;&quot;&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:lucida grande;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#336666;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Doenças que requerem profilaxia com antibióticos estão assim descritos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doença reumática;&lt;br /&gt;Doenças valvares;&lt;br /&gt;Cardiopatias congênitas;&lt;br /&gt;Próteses intra-articulares;&lt;br /&gt;Válvulas protéticas&lt;br /&gt;Endocardite infecciosa prévia;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:lucida grande;color:#336666;&quot;&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:lucida grande;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#336666;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Papel do odontólogo frente avaliação dentária em pacientes sabidamente com alterações cardíacas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionamentos do profissional com paciente devem incluir perguntas sobre sopros cardíacos, cardiopatia reumática, infecções das válvulas cardíacas, cirurgias cardíacas e febre reumática. O profissional odontólogo deve entrar em contato com o profissional médico, indagando sobre a necessidade de profilaxia antes de um tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o cirurgião-dentista, normalmente alguns quadros requerem maior atenção, tais como:&lt;br /&gt;- Cirurgia cardiovascular, febre reumática e sopro cardíaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com exceção de cirurgias de reparação de defeitos de septo atrial não complicados, cirurgias de marcapasso permanente, derivações de a. coronárias não necessitam de profilaxia na ausência de outras lesões conhecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em quadro de febre reumática, normalmente exige dose de penicilina por via oral em dose reduzida como padrão contínuo para evitar recidiva da febre reumática, entretanto, inadequada para profilaxia da endocardite bacteriana. Ausência de comprometimento valvular conhecido em pacientes com febre reumática não exigem profilaxia para endocardite, contudo, existem controvérsias na literatura, sendo a melhor postura uma consulta com o médico para determinar necessidade ou não de profilaxia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sopro não requer profilaxia, entretanto, avaliação e consulta ao médico faz-se necessária e oportuna, pois o sopro pode estar ocultando uma patologia de maior significado clínico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Procedimentos que fazem necessária uma profilaxia antibacteriana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer procedimento que induza sangramento. Exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Manipulação invasiva como exodontias até uma manipulação não invasiva como limpeza profissional *;&lt;br /&gt;· Anestesias não requerem profilaxia, com exceção de intraligamentar, utilizada eventualmente em atos de cirurgias de exodontias **;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esquema profilático padrão ou alternativo depende do tipo de intervenção profissional, das condições de saúde oral e principalmente do risco associado com a patologia cardiovascular, não sendo o objetivo do artigo orientar quanto ao tipo de esquema profilático das medicações antibióticas para as categorias de riscos para os defeitos cardíacos, sendo as novas recomendações da American Heart Association para a Profilaxia Antibiótica da Endocardite Infecciosa de interesse para a Odontologia um guia ao profissional na seleção das situações e medicamentos não obstante tornar um padrão de cuidados ou de substituir o julgamento clínico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A endocardite infecciosa pode ser potencialmente letal (endocardite infecciosa aguda), ou pode evoluir silenciosamente por semanas a vários meses (endocardite infecciosa subaguda), sendo a comumente observada na odontologia as bactérias do tipo Streptococcus viridans (estreptococos α - hemolíticos).&lt;br /&gt;Bactérias agressivas, especialmente quando presentes em grande quantidade podem comprometer até mesmo um indivíduo sem alterações cardíacas predisponentes.&lt;br /&gt;Pacientes com deficiência de higiene oral, mesmo em ausência de manipulação pelo profissional pode predispor a bacteremia transitória e servir de foco de infecção para endocardite bacteriana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:lucida grande;color:#336666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foco de infecção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A despeito de foco de infecção, podemos explicar que em qualquer manipulação que promova formação de sangramento gengival, causando bacteremia passageira, pode levar a formação de coágulo de fibrina estéril e plaquetas nas superfícies do endotélio do coração, bem como nas válvulas cardíacas, agindo como sítio de proliferação bacteriana em pacientes com susceptibilidade a doença EB.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:lucida grande;color:#6600cc;&quot;&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/185447224513082286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/endocardite-bacteriana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/185447224513082286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/185447224513082286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/endocardite-bacteriana.html' title='Endocardite Bacteriana'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-6741032028939051001</id><published>2008-07-03T04:28:00.000-07:00</published><updated>2008-07-03T04:36:36.951-07:00</updated><title type='text'>Doença Periodontal</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#666666;&quot;&gt;&lt;strong&gt;DOENÇA PERIODONTAL EM DIABÉTICOS&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;É estimado que cerca de 170 milhões de pessoas seja portadoras de DIABETES MELLITUS (DM) sendo que no Brasil aproximadamente 10 milhões de pessoas. Destes mais de 50% desconhecem que tem à doença que poderá levá-lo a morte.O paciente diabético apresenta falta de insulina ou incapacidade desta de exercer sua funções, caracterizada por hiperglicemia crônica (altas taxas de açúcar no sangue) e distúrbios de metabolismos dos carboidratos, lipídios e proteínas (ocorre o espessamento da parede dos vasos sangüíneos, dificultando a ação das células de defesa do organismo). O pâncreas que armazena a insulina e sua falta ataca os rins e aumenta a pressão arterial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;Tipo l (Insulino-dependente): deve-se à destruição das células do pâncrea, produtoras de insulina, o que predispões o indivíduo à cetoacidose metabólica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;Tipo ll (não insulino-dependente): resulta de uma combinação de resistência à insulina e deficiência na secreção desta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;MANIFESTAÇÕES NA BOCA :&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;A doença periodontal no paciente diabético NÃO CONTROLADO é mais agressiva e ocorre uma maior dificuldade no tratamento,na cicatrização e resposta para a cura.O aspecto da “boca seca” (xerostomia) é muito importante sendo é desconfortável e pode aumentar o número de cáries e inflamações gengivais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES AOS PACIENTES DIABÉTICOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;1-contrôle da sua glicemia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;2-consultar seu periodontista regularmente de 3 em 3 meses&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;3-Reduzir fumo,álcool, e alimentos muito ácidos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;4-Redobrar sua higiene oral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#666666;&quot;&gt;&lt;strong&gt;DOENÇA PERIODONTAL E RISCOS NA GRAVIDEZ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;A doença periodontal ou a doença da gengiva é um fator para nascimento de crianças de baixo peso e o aumento de partos prematuros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;Como medidas preventivas os hábitos de higiene oral devem ser mais cuidados devendo a gestante evitar: fumo,bebida alcoólica e drogas todas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;Alguns fatores são importantes para uma gestação saudável: uma boa alimentação, pré-natal, exames pré-eclanpsia e harmoniosa integração entre o Dentista e o obstetra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A DOENÇA PERIODONTAL PODE AFETAR O CORAÇÃO ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta é SIM.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;Isto pode acorrer quando durante o tratamento periodontal as bactérias podem “cair” na corrente sangüínea e alcançar o músculo do coração.Isto é chamados de de ENDOCARDITE BACTERIANA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#666666;&quot;&gt;Pacientes que com prolapso da válvula mitral, sopro ou são portadoras de febre reumática deve redobrar os cuidados com sua higiene oral e consultar sempre o seu dentista.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/6741032028939051001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/doena-periodontal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6741032028939051001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6741032028939051001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/doena-periodontal.html' title='Doença Periodontal'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-2323642897569953000</id><published>2008-07-02T04:46:00.000-07:00</published><updated>2008-07-02T04:49:27.866-07:00</updated><title type='text'>Tratamento Periodontal</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;color:#3333ff;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que é o Tratamento Periodontal?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;&quot;&gt;É a remoção da placa bacteriana e do cálculo dental (tártaro). Eliminar a inflamação gengival, a dor, a bolsa periodontal (ou reduzí-la), a coleção purulenta (pus) e a infecção; preservar a gengiva e a quantidade de osso. Em resumo, promover a saúde periodontal de maneira a prevenir sua reincidência, preservando e evitando a perda dos dentes. O tratamento periodontal consiste nos seguintes&lt;br /&gt;PROCEDIMENTOS BÁSICOS&lt;br /&gt;·  Motivação;&lt;br /&gt;·  Técnicas de higiene oral e raspagem;&lt;br /&gt;·  Alisamento e polimento das raízes contaminadas.&lt;br /&gt;O procedimento de raspagem pode ser realizado com instrumentos manuais ou com ultra-som, dependendo da área de acesso. As as cirurgias periodontais são indicadas, quando o acessso para a descontaminação da raiz é difícil e na existência de bolsas com cálculos em regiões muito profundas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;&quot;&gt;CONSIDERAÇÕES MUITO IMPORTANTES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;&quot;&gt;UMA GENGIVA ESTÁ DOENTE, QUANDO:&lt;br /&gt;·  Vermelha e inchada;&lt;br /&gt;·  Sangramento durante a escovação, mesmo quando com força ou com o uso de fio dental de maneira correta;&lt;br /&gt;·  Mal hálito persistente;&lt;br /&gt;·  Presença de cáculo ou tártaro;&lt;br /&gt;·  Presença de exsudato purulento;&lt;br /&gt;·  Gosto amargo na boca;&lt;br /&gt;·  Sensação que os dentes estão ficando &quot;MOLES&quot; (mobilidade);&lt;br /&gt;·  Migração da posição dos dentes (meus dentes estão abrindo-se);&lt;br /&gt;·  Retrações gengivais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#3333ff;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;strong&gt;IMPORTANTÍSSIMO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;·  O agente que causa a doença periodontal é a PLACA BACTERIANA. O modo de prevení-la é a utilização da escova e do fio dentário de maneira correta, seguindo a recomendação de seu cirurgião-dentista ou periodontista.&lt;br /&gt;·  Existem muitos pacientes que são resistentes a doença periodontal e outras mais susceptíveis. A doença periodontal não tem cura, apenas faz-se o seu controle.&lt;br /&gt;·  Não existe medicamento específico para &quot;cura&quot; da doença periodontal, seu controle se dá apenas com a remoção mecânica da placa bacteriana (escova e fio dentário).&lt;br /&gt;·  Dentes bonitos não é sinal de saúde bucal.&lt;br /&gt;·  O diagnóstico da doença periodontal ocorre, principalmente, com a sondagem dos dentes.&lt;br /&gt;·  Sempre há necessidade de manutenção e controle da doença periodontal que deve ser realizada de 3 em 3 meses. Dependendo de cada caso individualmente, o periodontista orientará o período de manutenção e controle de maneira mais adequada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;&quot;&gt;MOTIVAÇÃO &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#3333ff;&quot;&gt;A MOTIVAÇAO de nosso paciente com doença periodontal é a fase do tratamento mais difícil, pois temos que reeducá-lo em relação aos seus hábitos de higiene bucal e, em particular, fazê-lo compreender como é importante o controle mecânico da placa bacteriana. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Referências Bibliográficas&lt;br /&gt;·  Atlas Cirúrgico do Tratamento da Doença Periodontal - Goldman&lt;br /&gt;·  Periodontia Contemporânea - Genco&lt;br /&gt;·  Instrumentação em Periodontia - Schoen&lt;br /&gt;·  Tratado de Periodontologia Clínica - Lindhe&lt;br /&gt;·  Compêndio Terapêutico Periodontal - Lascala&lt;br /&gt;·  Tratamento Periodontal e Protético - Rosenberg&lt;br /&gt;·  Periodontia Clínica - Carranza e Newman -Oitava Edição&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/2323642897569953000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/tratamento-periodontal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/2323642897569953000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/2323642897569953000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/tratamento-periodontal.html' title='Tratamento Periodontal'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-6311139012745039535</id><published>2008-07-02T04:37:00.000-07:00</published><updated>2008-07-02T04:44:46.857-07:00</updated><title type='text'>Patologias Orais em Idosos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;PRINCIPAIS PATOLOGIAS ORAIS DOS IDOSOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edentulismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente a prevalência do edentulismo pode ser considerada um índice grosseiro, porém instrutivo, da saúde oral de um determinado segmento da população em particular, como é o caso da população idosa. As duas principais causas de perda dos elementos dentários são a cárie e a doença periodontal.&lt;br /&gt;A prevalência do edentulismo difere substancialmente na maioria dos países do mundo. Alguns dos índices mais altos são encontrados no Reino Unido e na Nova Zelândia, e os mais baixos nos EUA. Na Suécia 49% dos idosos de 55-64 anos não possuem mais nenhum dente, subindo para 65% no grupo de 65-74 anos. Em vários países a prevalência do edentulismo é maior em mulheres do que entre os homens (MERSEL &amp;amp; cols - 1986).&lt;br /&gt;Apesar da direta relação entre idade e edentulismo, o número de idosos que tem preservado sua dentição natural tem crescido consideravelmente. Na Suécia 17,2% dos indivíduos de 55-64 anos possuem todos os dentes e nos EUA 18,8% dos idosos com mais de 60 anos ainda conservam pelo menos 20 dentes em suas arcadas dentárias.&lt;br /&gt;De acordo com os resultados do Questionário Nacional de Saúde Oral dos Trabalhadores Adultos e Sêniors Americanos (MARCUS &amp;amp; cols - 1994), o número médio de dentes remanescentes pode variar, consideravelmente, nos indivíduos idosos, segundo alguns fatores tais como nível educacional, salário e nível sócio-econômico. Nesse trabalho fica patente que a perda de elementos dentários é uma questão que deve ser percebida pelo seu componente social. Os indivíduos com mais de 65 anos que possuíam os mais baixos índices de escolaridade e menores proventos também apresentavam os mais altos índices de edentulismo.&lt;br /&gt;Outros estudos demonstram ainda que os idosos institucionalizados possuem em média menos dentes naturais do que de idosos que vivem independentes (KITAMURA &amp;amp; cols -1986).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cáries em superfícies radiculares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contraste com as populações mais jovens, a prevalência de cáries em superfícies radiculares nos idosos apresenta altos índices. O percentual de idosos com dentes naturais com uma ou mais cáries ou restauração em superfície radicular varia, segundo vários trabalhos, entre 45-87%. Na Holanda, por exemplo, esse quadro corresponde a 56% das pessoas de 55-64 anos e a 62% dos indivíduos entre 62-74 anos, e no Canadá encontramos 56,8% dos indivíduos idosos com esse problema, ao ponto de o número de superfícies radiculares cariadas ser ao redor de 1,3 por pessoa (LOCKER - 1989). Nos EUA estudos diversos trabalhos encontraram ao redor de 70 a 83% dos adultos de 55-95 anos com cáries radiculares (WALLACE &amp;amp; cols - 1988) (BANTING &amp;amp; cols - 1980).&lt;br /&gt;Reforçando a tese de que a saúde bucal é um problema social, na Alemanha encontramos um estudo demonstrando que o número de cavidades cariosas era 10 vezes maior em idosos institucionalizados de menor nível sócio-econômico do que em pessoas não institucionalizadas da mesma idade (STRUBING, W. &amp;amp; DEPPING, M. - 1992). Nos EUA encontramos um percentual de 20-50% de adultos saudáveis com cáries radiculares, enquanto que entre idosos institucionalizados ou hospitalizados esse percentual subiu para além de 90% (Galan &amp;amp; Linch - 1994). A despeito das variações individuais, uma pessoa com menos de 30 anos tem, em média, uma em cada nove superfícies radiculares como sendo de risco à cárie, enquanto um indivíduo com mais de 60 anos tem duas superfícies em cada três.&lt;br /&gt;As estratégias de prevenção dos problemas das cáries nas superfícies radiculares passam principalmente pela avaliação clínica do risco de cárie do paciente. A base de um efetivo programa de prevenção dessas afecções deve necessariamente incluir:&lt;br /&gt;* Eliminação dos substratos cariogênicos da dieta e implementação dos cuidados de higienização bucal;&lt;br /&gt;*Eliminação dos microorganismos cariogênicos pela aplicação de agentes terapêuticos antimicrobianos;&lt;br /&gt;*Indução da remineralização de superfícies descalcificadas de dentina pela aplicação de substâncias fluoretadas que diminuam a desmineralização e induzam a remineralização;&lt;br /&gt;*Proteção de partes específicas das superfícies radiculares de maior risco, através de materiais restaurativos.&lt;br /&gt;A manutenção da saúde dos dentes depende fundamentalmente de dois fatores: a motivação e cooperação do paciente e sua habilidade para escovar criteriosamente os seus dentes.&lt;br /&gt;A crescente perda de habilidades manuais por parte dos idosos tem sido examinada em alguns trabalhos, e se avalia através de testes de observação direta, tal como o Teste de Performance de Higiene Oral - TPOH - que serve para estabelecer o nível de habilidade e/ou inabilidade individual, a fim de se prover o tipo de assistência necessária para os cuidados com a saúde bucal em casa (DOHERTY &amp;amp; cols - 1994).&lt;br /&gt;Essas metodologias de avaliação da capacidade de auto-cuidado do idoso são fundamentais para que se possam estabelecer parâmetros seguros de risco às afecções orais por parte desses pacientes, e, em casos de comprovada inabilidade, os cuidadores são os indivíduos que deverão ser orientados no sentido de oferecer ao idoso os cuidados necessários à manutenção de sua saúde bucal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doença Periodontal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários estudos demonstram que a doença periodontal aumenta com a idade. Por outro lado é conhecido que as médias e os padrões de perda óssea alveolar apresentam variações individuais e também em diferentes sítios da mesma pessoa (HUGOSON - 1982). Muitos trabalhos recentes têm demonstrado que 60-100% dos idosos com dentição natural necessitam de alguma forma de tratamento periodontal (GORDON &amp;amp; cols - 1988) (MACLNNIS &amp;amp; cols - 1993).&lt;br /&gt;Depois dos 40 anos a doença periodontal tem sido imputada como a principal causa de perdas de dentes (CARRANZA - 1984). Em relação a essa situação os dados epidemiológicos recentes são contraditórios. Embora alguns estudos tenham constatado que depois dos 40 anos as extrações por motivos periodontais ultrapassem ligeiramente as extrações realizadas em função da cárie dentária (CAHEN &amp;amp; cols - 1985), há outros estudos sugerindo que, até mesmo nos grupos etários mais idosos da população, o número de extrações por causas periodontais ainda seja inferior aos realizados devido à cárie (BAILIT - 1987).</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/6311139012745039535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/patologias-orais-em-idosos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6311139012745039535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6311139012745039535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/patologias-orais-em-idosos.html' title='Patologias Orais em Idosos'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-3414807339303563230</id><published>2008-07-02T04:33:00.000-07:00</published><updated>2008-07-02T04:36:18.752-07:00</updated><title type='text'>Paciente Deficiente</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#330033;&quot;&gt;Atendimento odontológico e multidisciplinar do paciente deficiente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#330033;&quot;&gt;O atendimento odontológico do paciente deficiente apresenta algumas características que serão aqui abordadas, mas inicialmente conceituamos o paciente deficiente mental ou físico como sendo aquele paciente que apresenta patologias com repercussões neurológicas e/ou físicas tais como as síndromes genéticas (e.g. Síndrome de Down), as paralisias cerebrais dentre outras; assim como o paciente que apresenta deficiências físicas (visual, auditiva, etc).&lt;br /&gt;Uma vez que os familiares deste paciente são os responsáveis pela manutenção de sua saúde bucal é necessário frisar que muitas vezes algumas patologias podem não ser notadas pelos familiares (e.g. sangramentos, abscessos, gengivites, halitose,  pequenas cáries, traumas oclusais, etc) e uma vez que o atendimento odontológico preventivo não é realizado devido às dificuldades operacionais do atendimento, há um maior comprometimento da saúde bucal com grandes repercussões locais (e.g. problemas periodontais, perdas dentárias, etc) e sistêmicas (bacteremias, desnutrição, etc) fazendo com que as dificuldades no atendimento e tratamento odontológico sejam cada vez maiores devido ao comprometimento do estado bucal e à amplitude das patologias associadas.&lt;br /&gt;Para que haja um correto atendimento do paciente deficiente é necessário o concurso do Cirurgião Dentista e de outros profissionais de diferentes especialidades da área médica tais como : neurologia, oftalmologia, ortopedia, pediatria, otorrinolaringologia dentre outras; promovendo assim um atendimento global a esse paciente.&lt;br /&gt;Uma vez que o paciente portador de patologias tais como Deficiência Mental e/ou Física é um paciente que não colabora quando do atendimento odontológico, muitas vezes esse atendimento deve ser realizado sob anestesia geral em ambiente hospitalar propiciando assim :&lt;br /&gt;um melhor atendimento do ponto de vista técnico, o Cirurgião Dentista pode nessa situação trabalhar de forma melhor e mais eficiente.&lt;br /&gt;a oportunidade de que outros especialistas (e.g. neurologista, oftalmologista, otorrino, etc) possam efetuar o atendimento ao paciente, atendimento esse muitas vezes muito difícil ou mesmo impossível de ser realizado em condições normais de ambulatório, mas que são plenamente viáveis na situação de atendimento sob anestesia geral em ambiente hospitalar.&lt;br /&gt;Finalizando, acreditamos que há necessidade de um maior esclarecimento tanto da classe odontológica como dos responsáveis por pacientes portadores dessas patologias para que o atendimento odontológico seja realizado em melhores condições técnicas e com o concurso de outras especialidades médicas propiciando um atendimento global com significativa melhora da qualidade do tratamento odontológico realizado e reduzindo o sofrimento do paciente deficiente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/3414807339303563230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/paciente-deficiente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/3414807339303563230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/3414807339303563230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/07/paciente-deficiente.html' title='Paciente Deficiente'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-4480650537991878765</id><published>2008-06-30T05:25:00.000-07:00</published><updated>2008-06-30T05:31:29.220-07:00</updated><title type='text'>Diabetes Mellitus</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Tratamento odontológico em pacientes portadores de Diabetes Mellitus&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Diabetes Mellitus (DM) é a síndrome resultante de uma interação variável de fatores hereditários e ambientais e caracterizada por secreção anormal de insulina, níveis de glicose sangüínea inapropriadamente elevados e uma variedade de complicações em orgãos terminais, incluindo nefropatia, retinopatia, neuropatia e aterosclerose acelerada.&lt;br /&gt;Uma vez que os pacientes portadores de DM são pacientes que apresentam outras patologias associadas é de grande importância que o Cirurgião Dentista esteja ciente do quadro apresentado pelo paciente de maneira a atenuar as possíveis complicações associadas a determinados tratamentos odontológicos executados.&lt;br /&gt;Um dado de grande importância é o acompanhamento constante do paciente por um profissional - Diabetólogo - quando de tratamentos odontológicos extensos, desta maneira o resultado deste entrosamento entre o Cirurgião Dentista e o médico (Diabetólogo) só trará benefícios ao paciente.&lt;br /&gt;A DM do ponto de vista da Odontologia, quando não corretamente controlada e acompanhada pelo Diabetólogo e Cirurgião Dentista, apresenta as seguintes principais conseqüências :&lt;br /&gt;Maior predisposição a problemas gengivais e periodontais.&lt;br /&gt;Maior susceptibilidade a infecções.&lt;br /&gt;Perda precoce de elementos dentários.&lt;br /&gt;Dificuldade de adaptação de Próteses Parciais Removíveis ou Totais.&lt;br /&gt;Finalizando, acreditamos ser plenamente possível a manutenção de um estado de saúde bucal adequado em pacientes portadores de DM desde que haja um correto acompanhamento por parte do Cirurgião Dentista e do Diabetólogo, minimizando ou mesmo evitando as repercussões odontológicas da Diabetes Mellitus.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informaçãoes, recomendo visitar o interessante site da &lt;a href=&quot;http://www.diabetes.ca/section_main/welcome.asp&quot;&gt;Associação Canadense de Diabetes&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/4480650537991878765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/06/diabetes-nellitus.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/4480650537991878765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/4480650537991878765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/06/diabetes-nellitus.html' title='Diabetes Mellitus'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' 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href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9ZTVaNeiW4i3yyv65RDfaogvL5uGEBfMNepZA5X7VedF9g53OE8WTzm-CYNv9BBE5e9-7X1XJEWplyT_NSjgl8X0zbRS4lFY7bRLWhibYRYr-n5Rc-ll2lfftbZuaqZoWw3j8F7CkiFzk/s1600-h/abrasao.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#990000;&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5216240927223271842&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 161px; CURSOR: hand; HEIGHT: 135px; TEXT-ALIGN: center&quot; height=&quot;149&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9ZTVaNeiW4i3yyv65RDfaogvL5uGEBfMNepZA5X7VedF9g53OE8WTzm-CYNv9BBE5e9-7X1XJEWplyT_NSjgl8X0zbRS4lFY7bRLWhibYRYr-n5Rc-ll2lfftbZuaqZoWw3j8F7CkiFzk/s320/abrasao.gif&quot; width=&quot;175&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#990000;&quot;&gt;Sentir dor ao comer determinados alimentos pode indicar hipersensibilidade dentinária; o problema é comum, mas leva pouca gente ao dentista&lt;br /&gt;Um café feito na hora, um suco de laranja refrescante, uma sobremesa açucarada. Alimentos como esses, que para a maioria das pessoas remetem a experiências prazerosas, podem ser sinônimo de dor para quem tem dentes sensíveis. O problema, conhecido pelos especialistas como hipersensibilidade dentinária cervical, afeta cerca de 15 milhões de brasileiros, de acordo com estimativas mundiais. Apesar de ser mais comum em adultos jovens, com idade entre 20 e 40 anos, pode aparecer também em outras fases da vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#990000;&quot;&gt;O sintoma - dor aguda que surge devido a certos estímulos, como alimentos frios, quentes, ácidos e doces e escovação- costuma ser confundido com uma cárie. Nem todo mundo, no entanto, procura tratamento. &quot;Muitos pacientes acabam se acostumando com a dor. Apenas 49% procuram um profissional&quot;, diz o dentista Narciso Garone Netto, professor titular da Faculdade de Odontologia da USP (Universidade de São Paulo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#990000;&quot;&gt;As causas são variadas, mas têm um fator em comum: a exposição da dentina, camada do dente que normalmente fica protegida pelo esmalte. Dentro dessa estrutura, há milhares de canais cheios de líquido, chamados túbulos dentinários. Estímulos que mudem a pressão ao longo do dente - alta ou baixa temperatura, por exemplo - provocam uma rápida movimentação desse líquido, que estimula as terminações nervosas, provocando a dor.A erosão do esmalte que protege a dentina é uma causa comum de hipersensibilidade dentinária. Escovação muito forte e consumo excessivo de refrigerantes, frutas cítricas e bebidas isotônicas são o principais vilões. &quot;Acreditamos que o problema esteja aumentando. Os adolescentes bebem litros de refrigerante. Isso é perigoso para o dente&quot;, disse à Folha o dentista Martin Addy, da Universidade de Bristol (Inglaterra), que pesquisa o tema há quase 40 anos.Para Addy, prevenir é o mais importante. &quot;Muita gente acha que terá uma vida saudável ao tomar suco de laranja. De fato, as frutas cítricas são boas para o organismo, mas, se consumidas em excesso, fazem mal para o dente&quot;, alerta.Ele também acredita que os dentistas precisam lidar melhor com a questão. &quot;Muitos não estão preparados e só percebem a erosão depois que ela está muito avançada. Hoje, estuda-se mais o tema do que antes, mas ainda é algo recente.&quot;Segundo a dentista Maria Ângela Pita Sobral, professora da Faculdade de Odontologia da USP, o esmalte também pode ser desgastado por microfraturas. O bruxismo (hábito de apertar e ranger os dentes), por exemplo, pode ser um desencadeador.Outra causa freqüente de hipersensibilidade é a retração gengival (quando a gengiva se desloca, deixando a dentina exposta). Segundo o dentista Eduardo Tinoco, professor adjunto da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e da Unigranrio (Universidade do Grande Rio), doenças periodontais e escovação inadequada - com escova de cerdas muito duras ou usando muita força- são dois fatores que fazem com que a gengiva se retraia. Com a idade, também é comum haver uma retração fisiológica leve ou moderada. A gerente de cursos Cláudia Corrêa de Virgiliis, 35, sofre do problema há cerca de seis anos. &quot;Comecei com uma dor nos dentes na hora de escovar. Achei que era cárie, mas o dentista me disse que eu tinha a gengiva retraída&quot;, conta ela, que já fez tratamento à base de flúor e usa uma pasta de dente especial. O incômodo melhorou, mas retorna de tempos em tempos. &quot;Quando aparece, já sei que vou ter dor se comer coisas ácidas, frias ou doces. Ao escovar os dentes, também é muito ruim.&quot;É comum que as pessoas se queixem de dentes sensíveis após passarem por tratamentos clareadores. &quot;Os clareadores contêm ácido e, se forem usados em concentrações altas por um longo período, podem causar uma sensibilidade passageira. É preciso saber prescrever corretamente o clareamento&quot;, diz o dentista Luiz Narciso Baratieri, professor titular da Universidade Federal de Santa Catarina. Eduardo Tinoco diz que a aplicação de substâncias dessensibilizantes antes do clareamento pode diminuir esse efeito colateral, um dos mais freqüentes dessa técnica, segundo ele.&lt;br /&gt;Quando tratara necessidade de passar por um tratamento e a técnica adotada dependem do grau de desconforto do paciente. De acordo com Garone Netto, a dor pode ser classificada como severa em 5% dos casos, discretamente severa em 17%, média em 43% e suave em 35%. &quot;Quando os fatores causais ocorrem isoladamente e com pouca intensidade, provocam uma dor suave que pode desaparecer espontaneamente, mas costuma ser cíclica. Mas o que observo na clínica é a ocorrência de vários fatores que podem provocar muita dor&quot;, diz o dentista.Apesar de algumas pessoas aceitarem melhor a dor, Luiz Narciso Baratieri alerta para o fato de que, se ela existe, é um sinal de que algo está errado e precisa ser visto com atenção.Martin Addy lembra que há pessoas mais propensas à hipersensibilidade. &quot;Não sabemos por que, mas alguns indivíduos são até dez vezes mais susceptíveis à erosão do que outros&quot;, diz. Em alguns casos, o uso de pastas de dentes específicas para hipersensibilidade suave pode ser suficiente para melhorar os sintomas. A auxiliar administrativa Erika Boteon, 40, usa esse tipo de dentifrício há anos. &quot;Diminuiu bastante a dor. Quando paro, ela volta. Chega a doer só de falar, com o ar que entra pela boca&quot;, conta.Outra opção para melhorar a dor é a aplicação de soluções dessensibilizantes. O laser também é um recurso utilizado. Baratieri observa que não há um tratamento definitivo. &quot;Não existe uma solução fácil. Ninguém pode assegurar que determinada estratégia vai eliminar a hipersensibilidade. Muitas vezes, resolve por um tempo, mas depois ela volta.&quot;Para evitar que haja maior desgaste nas áreas onde ocorreu a perda de esmalte, Maria Ângela Sobral recomenda recorrer à restauração. De acordo com a dentista, o tratamento não pode se restringir a atacar os sintomas. &quot;Todos os tratamentos apenas sintomáticos são temporários. É necessário remover o fator causador&quot;, defende. Algumas indicações são evitar alimentos ácidos, tratar o bruxismo e fazer uma escovação sem muita força e com a menor quantidade possível de pasta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#990000;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#990000;&quot;&gt;Fonte: Folha de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#990000;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#990000;&quot;&gt;No meu consultório, costumo observar qual é o fator causador, e tentar removê-lo. Quando o desgaste é profundo, restauro com Ionômero de Vidro modificado com resina. O resultado é satisfatório, as sensibilidades diminuem, e o dente fica protegido. Mas deve-se observar se o paciente está fazendo a higiene corretamente, sempre com uma escova macia, e verificar também a oclusão. Em outros casos faço sessões com aplicação de Flúor tópico, e uso de pasta dessenssibilizantes. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#990000;&quot;&gt;Com a correta anamnese associada a um exame clínico e radiográfico cuidadoso permitem diferenciar a hipersensibilidade dentinária das outras patologias que acometem os dentes. Pois os dentes podem, também, apresentar sensibilidade em outros casos, tais como: Dente fraturado com dentina exposta, restaurações antigas com infiltração marginal, restaurações recém feitas que haja falha da técnica ou contrações do material restaurador permanecendo uma fenda entre a restauração e o dente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;color:#990000;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#990000;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#990000;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/762408317258635552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/06/hipersensibilidade-dentinria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/762408317258635552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/762408317258635552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/06/hipersensibilidade-dentinria.html' title='Hipersensibilidade Dentinária'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9ZTVaNeiW4i3yyv65RDfaogvL5uGEBfMNepZA5X7VedF9g53OE8WTzm-CYNv9BBE5e9-7X1XJEWplyT_NSjgl8X0zbRS4lFY7bRLWhibYRYr-n5Rc-ll2lfftbZuaqZoWw3j8F7CkiFzk/s72-c/abrasao.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-6642404180027017994</id><published>2008-06-26T09:57:00.000-07:00</published><updated>2008-06-26T10:05:36.312-07:00</updated><title type='text'>AFTAS</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#3333ff;&quot;&gt;Aftas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJJlgUVaf4uQiAjlP1cj62A8vJBZco6Tfdy-G3X7Ltdq933ECCh7foCNA_0jTXYOrBDTz0afkuPpBIeBGSYkNRENrEtEwL8d2x2TsHTKW3va8TSq0afWturzX5Q8CUntRqtpX6wsKv3FXi/s1600-h/afta.jpg&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5216236603910039282&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJJlgUVaf4uQiAjlP1cj62A8vJBZco6Tfdy-G3X7Ltdq933ECCh7foCNA_0jTXYOrBDTz0afkuPpBIeBGSYkNRENrEtEwL8d2x2TsHTKW3va8TSq0afWturzX5Q8CUntRqtpX6wsKv3FXi/s320/afta.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color:#3333ff;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;O que é uma afta?&lt;br /&gt;A afta ou úlcera aftosa recorrente é uma doença comum, que ocorre em cerca de 20% da população, caracterizada pelo aparecimento de úlceras dolorosas na mucosa bucal, as quais podem ser múltiplas ou solitárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais as características clínicas da afta?&lt;br /&gt;As aftas costumam ser precedidas por ardência e prurido, bem como pelo surgimento de uma área avermelhada. Nessa área desenvolve-se a úlcera, recoberta por uma membrana branco-amarelada e circundada por um halo vermelho. Essas lesões permanecem cerca de 10 dias e não deixam cicatriz; em geral, o período de maior desconforto perdura por dois ou três dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as aftas são iguais?&lt;br /&gt;Não. Atualmente são reconhecidos três tipos de aftas, sendo a vulgar ou minor a forma mais prevalente. As outras formas são mais raras: uma delas é conhecida como herpetiforme, porque lembra a manifestação do herpes simplex, apresentando um grande número de pequenas ulcerações superficiais arredondadas e agrupadas, que também perduram por cerca de 10 dias; a outra forma é chamada afta major, que, como o nome indica, produz uma ferida maior (com mais de 1 cm de diâmetro), mais profunda, mais dolorida, mais difícil de tratar e que permanece semanas ou, às vezes, meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que as aftas doem tanto?&lt;br /&gt;As aftas são lesões ulceradas: há exposição do tecido conjuntivo, que é rico em vasos e nervos, o que provoca dor. Além disso, o quadro pode ser agravado por infecções causadas por microorganismos do meio bucal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que causa a afta?&lt;br /&gt;Não podemos afirmar que exista um agente etiológico específico. A literatura aponta uma alteração da resposta imunológica como possível causa primária em alguns pacientes e secundária em outros. Os ácidos presentes na alimentação, os pequenos traumas à mucosa, distúrbios gastrintestinais, o ciclo menstrual e o estresse emocional agem como fatores desencadeantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a relação entre as aftas e a dieta?&lt;br /&gt;Alguns alimentos, quando em contato com a mucosa bucal, podem desencadear uma resposta imunológica alterada em certos pacientes, o que provocaria o aparecimento da ulceração. Muitas vezes os pacientes são alérgicos: têm aftas quando ingerem certos alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As aftas são contagiosas?&lt;br /&gt;Não, pois não se trata de doença infecciosa. No entanto, há um traço familiar envolvido. Filhos de pais portadores de aftas apresentam chances bem maiores de também sofrerem com aftas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras doenças podem parecer aftas?&lt;br /&gt;Sim. O câncer de boca, ou carcinoma epidermóide, freqüentemente começa como uma lesão ulcerada. Por isso, frente a uma úlcera bucal que não cicatriza dentro de 15 dias, o paciente deve procurar o cirurgião-dentista para o diagnóstico da lesão. Além disso, algumas doenças infecciosas, como o herpes, e algumas doenças dermatológicas com ocorrência intrabucal, como o lúpus, embora tenham características próprias bem conhecidas, em certas fases de seu desenvolvimento podem parecer-se com aftas, principalmente para o leigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só agora, perto dos 50 anos de idade, comecei a sofrer com aftas. Por quê?&lt;br /&gt;Confirmado o diagnóstico (pois nem toda ferida na boca é uma afta), será preciso investigar algum fato relevante na história médica do indivíduo ou se houve alguma modificação importante em seus hábitos de vida. Um fator muitas vezes relacionado com essa história é o abandono do hábito de fumar. O fumo provoca um espessamento da mucosa bucal, que parece tornar-se mais resistente à penetração de agentes desencadeadores da afta. Resta saber se vale correr o risco de adquirir um câncer de boca ou pulmão para se proteger das aftas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queimo minhas aftas com formol; há algum problema nessa prática?&lt;br /&gt;A aplicação de substâncias cáusticas, como o formol, sobre as aftas destrói o tecido da região, inclusive as terminações nervosas, o que faz desaparecer a dor. Entretanto, o que se faz é substituir a afta por uma queimadura química, que causa injúria a tecidos normais. Além disso, há risco de maiores danos pela inadequada manipulação dos produtos por parte dos usuários. Não se recomenda tal prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o melhor tratamento para as aftas?&lt;br /&gt;Não existe tratamento que seja eficaz para todos os portadores de aftas. Alguns têm uma lesão aftosa uma vez por ano; outros apresentam lesões múltiplas diuturnamente. As medicações de uso sistêmico, como os imunossupressores, são mais efetivas na redução dos sintomas, mas possuem efeitos colaterais indesejáveis, às vezes graves, sendo, por isso, reservadas para os casos mais severos da doença, exigindo o acompanhamento atento de um especialista. Para os indivíduos com quadros clínicos mais leves, a melhor abordagem é a aplicação tópica de anti-sépticos, antiinflamatórios, anestésicos ou protetores de mucosa, naturais ou sintéticos. O cirurgião-dentista deve ser consultado para um adequado diagnóstico e orientação terapêutica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: Revista da APCD&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/6642404180027017994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/06/aftas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6642404180027017994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6642404180027017994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/06/aftas.html' title='AFTAS'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJJlgUVaf4uQiAjlP1cj62A8vJBZco6Tfdy-G3X7Ltdq933ECCh7foCNA_0jTXYOrBDTz0afkuPpBIeBGSYkNRENrEtEwL8d2x2TsHTKW3va8TSq0afWturzX5Q8CUntRqtpX6wsKv3FXi/s72-c/afta.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-6156741872968046588</id><published>2008-06-26T09:49:00.000-07:00</published><updated>2008-06-26T09:56:00.876-07:00</updated><title type='text'>Restaurações Estéticas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;RESTAURAÇÕES ESTÉTICAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais Dúvidas e Respostas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O que são restaurações estéticas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São restaurações feitas à base de resina composta fotopolimerizável (que endurece com a luz azul), onde o profissional dispõe de uma variedade de cores que se aproximam dos dentes naturais do paciente.&lt;br /&gt;Essas resinas ficam disfarçadas na boca do paciente dando a impressão que seus dentes são íntegros, sem aquelas antigas cicatrizes do amálgama.&lt;br /&gt;Estes materiais podem resolver facilmente muitos problemas estéticos de maneira muito rápida. Dentes quebrados, manchados, espaçados ou um pouco desalinhados podem ser transformados em um novo sorriso, freqüentemente em uma visita. A aparência final coincide com seus dentes na cor e brilho e parece extremamente natural. É possível mudar todas as restaurações escuras ou metálicas e trocá-las por restaurações invisíveis, na cor do dente, como se você jamais tivesse feito nenhuma restauração nos seus dentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* As resinas fotopolimerizáveis são resistentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. Atualmente o mercado oferece resinas feitas especialmente para dentes posteriores e anteriores. &lt;br /&gt;Para os dentes posteriores, as resinas são desenvolvidas para suportar os desgastes devido a maior concentração da mastigação.&lt;br /&gt;Para os dentes anteriores, as resinas são desenvolvidas para que além da resistência proporcione uma excelência em estética, polimento, brilho e qualidade do sorriso em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Quais são algumas das vantagens da resina em relação ao amálgama?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais vantagens neste tratamento são:&lt;br /&gt;• as resinas são estéticas; &lt;br /&gt;• as resinas permitem que o dentista desgaste apenas o tecido cariado, pois sua adesão ao dente é química, ao passo que o amálgama tem retenção mecânica, isto é, é preciso fazer um desgaste maior para que o material não saia do dente; &lt;br /&gt;• as resinas não sofrem alterações físicas quando ingerimos alimentos frios ou quentes. O amálgama sofre dilatação ou contração dependendo da temperatura, pois ele é uma liga metálica; &lt;br /&gt;• maior custo benefício. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/6156741872968046588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/06/restauraes-estticas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6156741872968046588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6156741872968046588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/06/restauraes-estticas.html' title='Restaurações Estéticas'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3860855858142617642.post-6936102112806477772</id><published>2008-05-05T10:51:00.000-07:00</published><updated>2008-05-05T11:17:52.200-07:00</updated><title type='text'>Clareamento Dental</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;O que é ?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;É o clareamento da dentina (parte interna do dente) e do esmalte (parte externa do dente), por meio de aplicação de produtos específicos, podendo ser feito em casa , com acompnhamento de um profissional da Odontologia, ou diretamente no Consultório Odontológico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;Por que clarear os dentes?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;Porque você é uma pessoa especial, e merece um sorriso brilhante e bonito!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;É seguro?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;Sim. Sempre é seguro quando é feito com o acompanhamento de um profissional da Odontologia&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;Quais são as indicações?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;Para adultos que tem os dentes escurecidos, sendo que, nem todos os casos se consegue resultado rapidamente, ou em alguns casos o resultado não é efetivo, devendo então, sempre passar por uma boa avaliação odontológica antes do procedimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;É importante ressaltar, que as técnicas de claremento, não clareiam próteses e restaurações&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;Durante o clareamento, o que não devo fazer?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;. Fumar durante o tratamento. 2.Tomar café, chá, Coca-Cola em excesso. 3.Faltar aos controles marcados pelo dentista. 4.Emprestar o produto para outras pessoas. 5.Deixar de seguir à risca as orientações do dentista. 6.Deixar de informar sobre possíveis efeitos adversos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;Os agentes clareadores&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;Didaticamente, os agentes clareadores podem ser classificados em dois grupos diferentes: os usados no consultório e aqueles que são auto-administrados pelos pacientes em casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;Usados no consultório:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;1&lt;strong&gt;- Peróxido de hidrogênio&lt;/strong&gt; (água oxigenada): Esse parece ser ainda hoje o produto mais efetivo para clarear dentes. Mais comumente usado nas concentrações de 30 a 35%. Para aumentar o seu poder de ação, tem sido recomendado o emprego de calor. Apesar de muito eficaz, ele é muito cáustico, portanto perigoso. Requer cuidados e técnica muito apurada.&lt;br /&gt;2- &lt;strong&gt;Perborato de Sódio:&lt;/strong&gt; É usado como coadjuvante junto ao peróxido de hidrogênio para aumentar o poder clareador. Misturando-se os dois, forma-se uma pasta espessa que é usada para o clareamento de dentes tratados de canal.&lt;br /&gt;3- &lt;strong&gt;Ácido clorídrico:&lt;/strong&gt; Não se trata de um clareador na essência da palavra. É empregado na técnica de micro-abrasão associado a outros compostos como a pedra pomes, água oxigenada e éter anestésico. Seu efeito clareador está no pequeno desgaste que provoca na superfície manchada do esmalte, removendo-a. É o mais perigoso de todos. Altamente cáustico. Requer técnica ortodoxa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;Auto-administrado pelo paciente:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;1- &lt;strong&gt;Peróxido de carbamida&lt;/strong&gt;: Encontrado na forma de gel com concentrações que variam de 10, 15, 16 e 22%. Recebeu grande divulgação na mídia e tornou-se muito popular, chegando até a ser vendido na televisão e supermercados. Quando em contato com os dentes, libera oxigênio nascente (O-), real responsável pelo clareamento. De uso seguro, não traz danos aos dentes, mucosas, saúde geral e materiais restauradores. Apesar de auto-administrável, só deve ser adquirido e aplicado sob indicação e orientação de um dentista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;2- &lt;strong&gt;Peróxido de hidrogênio&lt;/strong&gt;: Em concentrações menores daquelas usadas em consultório (5,5 ou 7,5%). Para ser aplicado com o auxílio de moldeiras, normalmente indicado na manutenção de um tratamento executado no passado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Como agem os clareadores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;Embora a química do processo clareador seja complexa, a grande maioria dos produtos funciona pela oxidação, que remove a mancha por liberação de oxigênio e ação mecânica de limpeza.&lt;br /&gt;O peróxido de hidrogênio, principal componente ativo da quase totalidade dos clareadores, em contato com o dente e por ser altamente instável, se decompõe em dois subprodutos: água (H2O) e oxigênio nascente (O-). O oxigênio oriundo dessa reação é o responsável pelo clareamento propriamente dito. Devido ao seu baixo peso molecular, ele apresenta um alto poder de penetrar nas porosidades do esmalte dental , deixando-os mais largos e degradando as moléculas de pigmento, tornando-as menores, pouco pigmentadas e até incolores.&lt;br /&gt;Todo esse processo é acelerado pelo calor que pode vir de várias fontes, entre elas: luzes halógenas, xenohalógenas, laser, instrumentos aquecidos, calor corpóreo, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;Como manter os dentes clareados&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#006600;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#996633;&quot;&gt;1&lt;strong&gt;- Hábitos:&lt;/strong&gt; pessoas que fumam ou ingerem com frequência substâncias com grande quantidade de corantes, como café, chá ou vinho tinto, ou têm uma higiene deficiente, terão os resultados do clareamento reduzidos. Nessas a necessidade de repetição ou manutenção do tratamento clareador e/ou limpeza mecânica dos pigmentos externamente impregnados pelas substâncias anteriormente citadas, deverão ser feitas em espaços de tempo menores e com mais frequência, para que os resultados alcançados com o clareamento não se percam rapidamente.&lt;br /&gt;2- &lt;strong&gt;Causa da descoloração&lt;/strong&gt;: dentes escurecidos por tratamento de canal, por exemplo, respondem bem ao clareamento no consultório a curto prazo, mas costumam retornar à descoloração em menor espaço de tempo e com mais frequência do que dentes naturalmente amarelados pela idade.&lt;br /&gt;Concluímos disso que não só uma técnica bem executada é necessário para se obter bons resultados no clareamento de dentes. Resultados imediatos quase sempre são possíveis. Porém temos que pensar a longo prazo. E a durabilidade dos efeitos estéticos alcançados com o clareamento é um misto de vários fatores, que tanto o profissional deverá conhecer, como o cliente, também, deverá estar ciente das limitações do seu caso. Assim evitamos que expectativas irreais sejam frustradas. Além disso, manutenções sempre são necessárias. Retornos ao dentista são imprescindíveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;* Referência Bibliográfica: 1- Baratieri LN: Clareamento Dental. Quintessence, 1995&lt;br /&gt;2- Mendes WB, Bonfante G: Fundamentos de estética em odontologia. Ed. Santos, 1994&lt;br /&gt;3- Goldstein, Ronald E: A estética em odontologia. Ed. Santos, 2000&lt;br /&gt;4- Vieira, Dirceu et al: Clareamento Dental. Ed. Santos, 2003 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/feeds/6936102112806477772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/05/clareamento-dental.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6936102112806477772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3860855858142617642/posts/default/6936102112806477772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://odontologiadrameri.blogspot.com/2008/05/clareamento-dental.html' title='Clareamento Dental'/><author><name>Odontologia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07020519660049573282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdPHuuyPfjW0ErUOvifElLXdlqLW9gzI2Gg2Bga4NDQNu4pIArRbmi-UN_4x7IYWLPotc9PBYtuYSaW3wxTOzlrRH_88qEpzzbTYFD11YnLnVbVlwXJspdX_nrdbK-gao/s220/fotooomeri.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>