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	<title>Dúvidas no Divã</title>
	
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	<description>Blog sobre psicologia do O POVO Online</description>
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		<title>Assédio moral – Vítimas desenvolvem sintomas de transtorno de estresse pós-traumático</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 16:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[OLá pessoal, leiam esta matéria, extraída da revista MENTE E CÉREBRO, muito boa sobre assédio moral e estresse pós traumático. Leiam e comentem! Flávia Vieira ********************************************************** Coação, humilhação e constrangimento são situações que muitas vezes não são percebidas como agressão dentro das empresas. O assédio moral é uma forma de violência psicológica extrema no ambiente de trabalho e, infelizmente, frequente – no Brasil, 36% dos trabalhadores a sofrem de forma sistemática, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Conflitos nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="300" align="right">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img class="alignright" src="http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/img/assediomoraltrabalhogrande.jpg" alt="" width="300" height="220" /></td>
</tr>
<tr><img src="http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/img/px_branco.gif" alt="" width="1" height="1" /></tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #0000ff"><strong>OLá pessoal, leiam esta matéria, extraída da revista MENTE E CÉREBRO, muito boa sobre assédio moral e estresse pós traumático.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #0000ff"><strong>Leiam e comentem!</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #0000ff"><strong>Flávia Vieira</strong></span></p>
<p style="text-align: justify">**********************************************************</p>
<p style="text-align: justify">Coação, humilhação e constrangimento são situações que muitas vezes não são percebidas como agressão dentro das empresas. O assédio moral é uma forma de violência psicológica extrema no ambiente de trabalho e, infelizmente, frequente – no Brasil, 36% dos trabalhadores a sofrem de forma sistemática, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p>Conflitos nas relações de trabalho são normais e até mesmo saudáveis. No entanto, se eles se desdobram em episódios de estigmatização, exclusão e, em alguns casos, em ofensas físicas e verbais, a situação se caracteriza como assédio moral. Suas possíveis causas vão desde a cultura do ambiente do trabalho, que fecha os olhos às condutas repressivas e arbitrárias dos superiores sob o pretexto de aumentar a produtividade, até variáveis individuais, como a vulnerabilidade da vítima e a personalidade do agressor, que em mais de 90% dos casos, é o chefe direto.</p>
<p>O dano psicológico pode se manifestar desde sinais de estresse, como irritabilidade e insônia, até distúrbios psíquicos graves, como depressão e abuso de substâncias químicas. Estudos de vários países têm apontado que pessoas que sofrem assédio moral desenvolvem sintomas semelhantes aos do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), como tensão, hipervigilância e pesadelos recorrentes. Deve-se considerar, além disso, o impacto sobre as relações sociais e afetivas das vítimas – 82,5% delas apresentam problemas de memória, 67% têm baixa autoestima e 60% desenvolvem depressão, segundo pesquisa conduzida pela médica do trabalho Margarida Barreto, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), que entrevistou 42.000 trabalhadores do setor público, de empresas privadas e de organizações não-governamentais (ONGs).</p>
<p>Entre os efeitos econômicos, estão maior número de faltas ao trabalho e perda de produtividade. O índice por doenças cardiovasculares decorrentes da degradação das condições de trabalho aumenta em todos os países, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, há apenas leis municipais e estaduais sobre o tema e uma lei federal que veda empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Há, no entanto, um projeto de lei em discussão no Congresso Nacional que propõe a inclusão do assédio moral no Código Penal, com penas de três meses a um ano de cadeia e multa para o agressor.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/violencia_invisivel.html">http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/violencia_invisivel.html</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Mpcm-uvHkBynR_mIj_1RomL5M_A/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Mpcm-uvHkBynR_mIj_1RomL5M_A/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Mpcm-uvHkBynR_mIj_1RomL5M_A/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Mpcm-uvHkBynR_mIj_1RomL5M_A/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DvidasNoDiv/~4/DIUQ-U_p5IM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Tensão provocada pelo estresse agrava o quadro de psoríase</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/duvidasnodiva/tesao-provocada-pelo-estresse-agrava-o-quadro-de-psoriase/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O Povo]]></category>
		<category><![CDATA[*estresse]]></category>
		<category><![CDATA[psoríase]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, essa matéria extraída do site http://minhavida.uol.com.br/ fala sobre um assunto muito importante: a psoríase, sua relação com o estresse e o preconceito que as pessoas ainda sofrem pela doença. Leiam e comentem! Flávia Vieira *************************************************************************************   Portadores sofrem com preconceitos que intensificam os males da doença psoríase é uma doença de pele que atinge cerca de 3% da população mundial. Embora ela não seja contagiosa, o mal, que aparece sob manchas por todo o corpo, incômodo e coceira, pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a rel="attachment wp-att-1076" href="http://blog.opovo.com.br/duvidasnodiva/tesao-provocada-pelo-estresse-agrava-o-quadro-de-psoriase/duvidas-no-diva/"></a><a rel="attachment wp-att-1077" href="http://blog.opovo.com.br/duvidasnodiva/tesao-provocada-pelo-estresse-agrava-o-quadro-de-psoriase/duvidas-no-diva-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-1077" src="http://blog.opovo.com.br/duvidasnodiva/files/2011/12/duvidas-no-divâ1.jpg" alt="" width="273" height="148" /></a>Olá pessoal, essa matéria extraída do site <a href="http://minhavida.uol.com.br/">http://minhavida.uol.com.br/</a> fala sobre um assunto muito importante: a psoríase, sua relação com o estresse e o preconceito que as pessoas ainda sofrem pela doença.</p>
<p style="text-align: justify">Leiam e comentem!</p>
<p style="text-align: justify">Flávia Vieira</p>
<p style="text-align: justify">*************************************************************************************</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">Portadores sofrem com preconceitos que intensificam os males da doença</p>
<p style="text-align: justify">psoríase é uma doença de pele que atinge cerca de 3% da população mundial. Embora ela não seja contagiosa, o mal, que aparece sob manchas por todo o corpo, incômodo e coceira, pode abalar a vida de quem tem de conviver com ela. Instável, ela atinge em cheio a <a href="http://minhavida.uol.com.br/temas/autoestima" target="_blank">autoestima</a> dos seus portadores e conta com um agravante cíclico: o estresse. Há anos a comunidade médica mundial estuda a relação entre os dois.</p>
<p>A manifestação física pode ser agravada pelo <a href="http://minhavida.uol.com.br/temas/estresse" target="_blank">estresse</a> assim como o seu surgimento pode ser desencadeado por ele. Os fatores emocionais atuam fortemente em quem já têm uma predisposição genética para a doença. No Brasil, cerca de 4 milhões de indivíduos lutam para minimizar os danos provocados por ela.</p>
<p style="text-align: justify">Sem distinguir sexo, a <a href="http://minhavida.uol.com.br/temas/psoríase" target="_blank">psoríase</a> atinge, principalmente, pessoas entre os 20 e 40 anos de idade. O histórico familiar também conta. A genética dá uma força para o seu aparecimento em 30% dos casos diagnosticados. Basicamente, ela se manifesta por meio de lesões que fazem a pele descamar e formar uma espécie de relevo avermelhado. As áreas de atrito, como cotovelos e joelhos, são foco do problema. Mas ele também afeta o couro cabeludo, as palmas e as plantas de mãos e pés, unhas e costas.</p>
<p>Atuação do estresse na psoríase<br />
O estado emocional de uma pessoa que possui psoríase é determinante em seu controle. Em períodos de maior estresse a intensidade da doença aumenta, provocando coceiras. Drogas, infecções e alterações hormonais também podem desencadear a formação das escamas. De acordo com o Consenso Brasileiro de Psoríase, os portadores necessitam de apoio psicológico para lidar com os sentimentos que ela provoca, além do tratamento dermatológico.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><strong>No Brasil, cerca de 4 milhões de pessoas lutam para minimizar os danos provocados pela psoríase</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Por se tratar de uma doença de <a href="http://minhavida.uol.com.br/temas/pele" target="_blank">pele</a>, em que as manchas avermelhadas ficam normalmente visíveis, o preconceito e o medo de sofrer discriminação são latentes. Segundo o dermatologista Paulo Sérgio Coelho, por afetar diretamente a estética dos pacientes, é comum que ela desperte frustrações que podem levar à depressão. &#8220;A autoestima diminui de acordo com o aparecimento das feridas, provocando o medo de ser excluído pela sociedade&#8221;, explica.</p>
<p>Dagnóstico e tratamento<br />
Para diagnosticar a psoríase é feita uma biópsia da pele. A origem da doença normalmente é genética, por isso a investigação do histórico familiar conta bastante, explica Paulo Sérgio. Ainda sem cura e com a possibilidade de criar deformidades nas articulações, a psoríase deve ser tratada com acompanhamento médico.</p>
<p style="text-align: justify">O seu tratamento inclui medicamentos tópicos, como os cremes à base de cortisona que ajudam no combate das manchas, mas há outros métodos indicados, como os banhos de luz ultravioleta ou de sol. Remédios imunossupressores e derivados da vitamina A, conhecidos como retinoides também controlam o problema.</p>
<p>Por sofrer influência de fatores emocionais, o combate ao estresse também é recomendado, seja ele feito com terapia ou técnicas que aliviam sintomas de ansiedade e contribuem para uma qualidade de vida melhor.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ki9LBMEd03ewKAa6lnZFn0bWGOk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ki9LBMEd03ewKAa6lnZFn0bWGOk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ki9LBMEd03ewKAa6lnZFn0bWGOk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ki9LBMEd03ewKAa6lnZFn0bWGOk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DvidasNoDiv/~4/wgYVA4UNvI8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Desempregados estão mais predispostos a problemas psicológicos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 13:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do UOL Ciência e Saúde Em São Paulo A relação entre trabalho e saúde mental é maior do que se imaginava. De acordo com uma nova pesquisa, pessoas que ficaram desempregadas por mais de seis meses no ano passado estavam mais predispostas, em comparação com as que trabalhavam, a ter problemas de saúde mental. Segundo o líder do estudo, Arthur Goldsmith, foi descoberto que os desempregados tinham três vezes mais chances a ter problemas psicológicos devido a essa condição. Goldsmith [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: justify">Do UOL Ciência e Saúde</div>
<div style="text-align: justify">Em São Paulo</div>
<div style="text-align: justify">
<p>A relação entre trabalho e saúde mental é maior do que se imaginava. De acordo com uma nova pesquisa, pessoas que ficaram desempregadas por mais de seis meses no ano passado estavam mais predispostas, em comparação com as que trabalhavam, a ter problemas de saúde mental.</p>
<p>Segundo o líder do estudo, Arthur Goldsmith, foi descoberto que os desempregados tinham três vezes mais chances a ter problemas psicológicos devido a essa condição.</p>
<p>Goldsmith e sua equipe analisaram pessoas que nunca tinham tido nenhum tipo de problema de saúde mental antes de ficarem desempregados por um longo período de tempo.</p>
<p>Os pesquisadores atribuíram a descoberta ao propósito de vida que o trabalho dá para as pessoas. &#8220;Quando se está muito tempo desempregado a pessoa sente que perdeu controle da vida e da capacidade de cuidar da família&#8221;, acredita Goldsmith.</p>
<p style="text-align: justify">O estudo também registrou maiores índices de problemas de saúde mental nos indivíduos com maiores índices de educação.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.uol.com.br">www.uol.com.br</a></p>
</div>
</div>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Qn4pT3ydcc6tw1e3Gk5rvop3USQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Qn4pT3ydcc6tw1e3Gk5rvop3USQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Qn4pT3ydcc6tw1e3Gk5rvop3USQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Qn4pT3ydcc6tw1e3Gk5rvop3USQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DvidasNoDiv/~4/Ys-vEA69Lkc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quando o seu terapeuta está a apenas um clique de distância</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 16:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa matéria sobre psicoterapia on line, que busquei do site www.uol.com.br,  merece reflexão. Flávia Vieira ********************************************************************************* JAN HOFFMAN DO &#8220;NEW YORK TIMES&#8221; Melissa Weinblatt, 30, uma professora colegial do Oregon, costumava fazer tratamento psicológico da maneira convencional &#8211;no consultório, face a face com o psicólogo. Hoje, com seu novo médico, ela disse que pode ter uma sessão na frente do computador tomando o café da manhã ou antes de sair à noite. Serviços de videofone como Skype e sites de terceiros como CaliforniaLiveVisit.com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Essa matéria sobre psicoterapia on line, que busquei do site <a href="http://www.uol.com.br">www.uol.com.br</a>,  merece reflexão.</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Flávia Vieira</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>*********************************************************************************</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>JAN HOFFMAN</strong><br />
DO &#8220;NEW YORK TIMES&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">Melissa Weinblatt, 30, uma professora colegial do Oregon, costumava fazer tratamento psicológico da maneira convencional &#8211;no consultório, face a face com o psicólogo. Hoje, com seu novo médico, ela disse que pode ter uma sessão na frente do computador tomando o café da manhã ou antes de sair à noite.</p>
<p style="text-align: justify">Serviços de videofone como Skype e sites de terceiros como <a href="http://californialivevisit.com/" target="_blank">CaliforniaLiveVisit.com</a> tornaram as sessões on-line cada vez mais acessíveis para pacientes psiquiátricos. Um site de terapia on-line, <a href="https://www.breakthrough.com/" target="_blank">Breakthrough.com</a>, disse que registrou 900 psiquiatras, psicólogos, conselheiros e treinadores em apenas dois anos.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignright" style="border: 0px" src="http://f.i.uol.com.br/folha/tec/images/11306441.jpeg" border="0" alt="Muitos terapeutas estão a apenas um clique de distância, mas é preciso tomar cuidado para não ser vítima de exploração" />&#8220;Em três anos isto vai decolar como um foguete&#8221;, disse Eric Harris, advogado e psicólogo que dá consultas pela American Psychological Association Insurance Trust.</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Todo mundo vai ter disponibilidade audiovisual em tempo real. Haverá um grupo de verdadeiros fiéis que acharão que estar em uma sala com o cliente é especial e que não se pode replicar isso em um envolvimento remoto&#8221;, disse. &#8220;Mas muita gente, especialmente jovens clínicos, sentirão que não há base para se pensar assim. De todo modo, os padrões profissionais adequados terão de ser seguidos.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">Weinblatt disse que prefere as sessões on-line ao antigo modelo. &#8220;Existe um conforto em carregar seu médico com você como um cobertor de segurança&#8221;, disse ela. &#8220;E, como ele fica mais acessível, sinto que preciso menos dele.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">O tratamento on-line inverte um elemento básico da relação terapêutica: o contato visual. Paciente e terapeuta geralmente olham para o rosto do outro na tela do computador. Mas em muitos casos a câmera fica em cima do monitor, e então os olhares ficam desviados. Vários estudos concluíram que a satisfação do paciente com a interação face a face e a terapia on-line é estatisticamente semelhante. Psicólogos dizem que certas condições poderiam ser adequadas para o tratamento on-line, incluindo agorafobia, ansiedade, depressão, distúrbio obsessivo-compulsivo e terapia comportamental cognitiva.</p>
<table style="text-align: justify">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"> </td>
<td>Sandy Huffaker/The New York Times</td>
<td rowspan="3"> </td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignleft" style="border: 0px" src="http://f.i.uol.com.br/folha/tec/images/11306437.jpeg" border="0" alt="Marlene Maheu (na tela), terapeuta de San Diego, usa videoconferência para se comunicar com um paciente" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Marlene Maheu (na tela), terapeuta de San Diego, usa videoconferência para se comunicar com um paciente</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify">Mas há muitas perguntas. Como o seguro deve reembolsar a terapia on-line? As sessões de videoconferência são gravadas? São à prova de hackers? E se os pacientes tiverem colapsos?</p>
<p style="text-align: justify">Marlene M. Maheu, fundadora do Instituto de Saúde TeleMental, que treina provedores, disse: &#8220;É mais complexo do que as pessoas imaginam. O website de um provedor pode dizer: &#8216;não lido com pacientes que têm tendências suicidas&#8217;. Mas é nosso trabalho avaliar os pacientes, e não lhes pedir para se autodiagnosticarem&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">Ela pratica a terapia on-line, mas defende proteções ao consumidor e um treinamento rigoroso para os terapeutas. Johanna Herwitz, uma psicóloga de Nova York, experimentou o Skype para aumentar a terapia face a face. &#8220;Ele cria essa versão inferior e perversa da intimidade&#8221;, disse. &#8220;O Skype não desinibe terapeuticamente os pacientes para que baixem a guarda e assumam riscos emocionais. Eu decidi não fazer mais isso.&#8221;</p>
<table style="text-align: justify">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"> </td>
<td>Matt Nager/The New York Times</td>
<td rowspan="3"> </td>
</tr>
<tr>
<td><img class="aligncenter" style="border: 0px" src="http://f.i.uol.com.br/folha/tec/images/11306444.jpeg" border="0" alt="O psiquiatra Heath Canfield atende a alguns de seus pacientes via Skype" /></td>
</tr>
<tr>
<td>O psiquiatra Heath Canfield atende a alguns de seus pacientes via Skype</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify">Heath Canfield, psiquiatra do Colorado, usa o Skype para continuar a terapia com alguns pacientes de seu antigo consultório na Costa Oeste. &#8220;Não é a mesma coisa que estar lá, mas é melhor que nada&#8221;, disse. &#8220;E eu não trataria dessa maneira pessoas gravemente doentes.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">As armadilhas da videoconferência com doentes mentais graves ficaram claras para Michael Terry quando ele fez avaliações para pacientes nas ilhas Aleutas, no Alasca.</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Certa vez eu estava usando um jaleco branco, e a parede atrás de mim era branca&#8221;, disse Terry, que é professor na Universidade de San Diego. &#8220;Meu rosto ficou escuro por causa do contraste, e o paciente pensou que estivesse falando com o diabo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">FONTE: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/1000692-quando-o-seu-terapeuta-esta-a-apenas-um-clique-de-distancia.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/tec/1000692-quando-o-seu-terapeuta-esta-a-apenas-um-clique-de-distancia.shtml</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UweaEwq8-I4pc02gVS3RkBw-4QM/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UweaEwq8-I4pc02gVS3RkBw-4QM/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UweaEwq8-I4pc02gVS3RkBw-4QM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UweaEwq8-I4pc02gVS3RkBw-4QM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DvidasNoDiv/~4/2Jw5pNe7_Cg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Videoconferência discute depressão e psicanálise</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 13:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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		<description><![CDATA[Leiam texto bastante interessante de JUAN DAVID NASIO sobre depressão e psicanálise. Extraído do site: www. folha.uolcom.br/equilibrioesaude   Leiam e confiram! Flávia Vieira *********************************************************************************** IARA BIDERMAN DE SÃO PAULO A psicanálise é um método curativo para a depressão, afirma o psicanalista argentino Juan-David Nasio. Ele, que por 30 anos deu aula na Universidade de Paris VII-Sorbonne e hoje dirige os Seminários Psicanalíticos de Paris, diz que é um erro as pessoas imaginarem o método psicanalítico apenas como &#8220;uma experiência intelectual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Leiam texto bastante interessante de JUAN DAVID NASIO sobre depressão e psicanálise.</p>
<p style="text-align: justify">Extraído do site: www. folha.uolcom.br/equilibrioesaude  </p>
<p style="text-align: justify">Leiam e confiram!</p>
<p style="text-align: justify">Flávia Vieira</p>
<p style="text-align: justify">***********************************************************************************</p>
<div style="text-align: justify">
<p><strong>IARA BIDERMAN</strong><br />
DE SÃO PAULO</p>
<p>A psicanálise é um método curativo para a depressão, afirma o psicanalista argentino Juan-David Nasio. Ele, que por 30 anos deu aula na Universidade de Paris VII-Sorbonne e hoje dirige os Seminários Psicanalíticos de Paris, diz que é um erro as pessoas imaginarem o método psicanalítico apenas como &#8220;uma experiência intelectual interessante&#8221;. Nesta entrevista à <strong>Folha</strong>, o professor explica como define e trata a doença, que considera um sintoma. A depressão é o tema da videoconferência que Nasio dará no sábado, 1/10, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 264px"><img src="http://www.nasio.fr/portrait1.gif" alt="" width="254" height="335" /><p class="wp-caption-text">Juan David Nasio extraído de Google</p></div>
<p><strong>Folha &#8211; Qual é o maior desafio da psicanálise hoje?</strong><br />
<strong>Juan-David Nasio -</strong> O desafio neste século 21 é fazer as pessoas entenderem que a psicanálise é um método curativo, terapêutico, destinado em primeiro lugar a libertar o paciente de seu sofrimento.</p>
<p><strong>Por que as pessoas não entendem a psicanálise como uma forma de tratamento?</strong><br />
Hoje, a maioria a considera apenas uma experiência intelectual interessante, uma forma de aprender a ser mais perspicaz com os problemas que temos na vida. Certo, a psicanálise ajuda a transformar o paciente em alguém mais adaptado a sua realidade, mais inteligente em relação ao mundo que o cerca. Mas, acima de tudo, é um tratamento da dor, do sofrimento mental ou psíquico.</p>
<p><strong>Pode ser o tratamento para a depressão?</strong><br />
Sim, a depressão é tratada, e muito bem, pela psicanálise.</p>
<p><strong>Como é o tratamento?</strong><br />
Primeiro temos que saber que a definição psicanalítica de depressão não é a mesma que a definição clássica da medicina. Para a psicanálise, ela é um sintoma de uma neurose subjacente, como a febre é sintoma de uma bronquite. A depressão é a &#8220;espuma&#8221; de uma neurose, para tratá-la temos que tratar o que está por baixo.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Mas e se, numa depressão profunda, o paciente não quer falar de si, nem se tratar?</strong><br />
Aí é que está. Não vamos tratar o paciente deprimido deitando-o no divã durante anos, deixando ele falar dele mesmo, enquanto o psicanalista fica calado. Isso pode fazer com que ele afunde mais em sua depressão. Mas muita gente acha que psicanálise é isso. Já tratei muitos pacientes deprimidos com sucesso. Como faço? Primeiro, não os deito num divã, sento cara a cara e falo; segundo, o tratamento não dura muito tempo, só uns seis meses, no máximo, um ano. E terceiro, só dou medicamento se for absolutamente necessário. Um psicanalista não rejeita a ajuda de remédios, mas eles não são o mais importante, porque tratam os sintomas, não o fundo do problema.<br />
Outra aspecto: o deprimido não tem uma tristeza apática, tem uma tristeza irritável. Porque a depressão é provocada pela perda de uma ilusão e o paciente acha que foi alguém que lhe roubou isso -a mãe, o pai, a mulher, o marido&#8230; Um bom psicanalista tem que conseguir trazer do fundo do paciente quem é essa pessoa.</p>
</div>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fSho-nMuRaQjnoQs6b0GxhLh9L0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fSho-nMuRaQjnoQs6b0GxhLh9L0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DvidasNoDiv/~4/m7uorM7umDM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Conheça o básico sobre as linhas da psicanálise</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 13:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, esse texto, extraído do site http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/981113-conheca-o-basico-sobre-as-linhas-da-psicanalise.shtml explica de forma bem simples o que é PSICANÁLISE. Leiam e confiram! Flávia Vieira ****************************************************************************************** TEXTO DE GUILHERME GENESTRETI, DE SÃO PAULO As palavras são associadas, interpretadas, esmiuçadas. Na psicanálise, a cura se dá por meio delas. Atenção às palavras: tudo bem usar &#8220;recalque&#8221;, &#8220;projeção&#8221; e outros termos saídos desse campo e já incorporados. Mas confundir os &#8220;psis&#8221;, o que é comum, não. Psicanalista é uma coisa, psiquiatra, outra. Psiquiatra é médico: estuda transtornos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Olá pessoal, esse texto, extraído do site <a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/981113-conheca-o-basico-sobre-as-linhas-da-psicanalise.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/981113-conheca-o-basico-sobre-as-linhas-da-psicanalise.shtml</a> explica de forma bem simples o que é PSICANÁLISE.</p>
<p style="text-align: justify">Leiam e confiram!</p>
<p style="text-align: justify">Flávia Vieira</p>
<p style="text-align: justify">******************************************************************************************</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #0000ff">TEXTO DE </span><span style="color: #0000ff"><strong>GUILHERME GENESTRETI, </strong>DE SÃO PAULO</span></p>
<p style="text-align: justify">As palavras são associadas, interpretadas, esmiuçadas. Na psicanálise, a cura se dá por meio delas.</p>
<p style="text-align: justify">Atenção às palavras: tudo bem usar &#8220;recalque&#8221;, &#8220;projeção&#8221; e outros termos saídos desse campo e já incorporados. Mas confundir os &#8220;psis&#8221;, o que é comum, não.</p>
<p style="text-align: justify">Psicanalista é uma coisa, psiquiatra, outra.</p>
<p style="text-align: justify">Psiquiatra é médico: estuda transtornos mentais e os trata prescrevendo remédios.</p>
<p style="text-align: justify">O psicólogo também estuda saúde mental, mas não receita. Ele estuda o &#8220;software que roda no cérebro&#8221;, como diz Francisco Daudt, colunista da <strong>Folha</strong>. Há muitas linhas de psicologia, muitos jeitos de estudar comportamento.</p>
<div id="attachment_1056" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-1056" href="http://blog.opovo.com.br/duvidasnodiva/conheca-o-basico-sobre-as-linhas-da-psicanalise/freud-quadro-2/"><img class="size-medium wp-image-1056" src="http://blog.opovo.com.br/duvidasnodiva/files/2011/09/freud-QUADRO-2-300x409.jpg" alt="" width="300" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Sigmund Freud</p></div>
<p style="text-align: justify">Terapeuta é quem cuida. Psicoterapeuta, então, é quem cuida do funcionamento mental das pessoas usando alguma técnica como psicodrama ou as das terapias cognitivo-comportamentais.</p>
<p style="text-align: justify">Já o psicanalista estuda o tal &#8220;software&#8221; segundo o modelo de Freud, isto é, partindo da premissa que o inconsciente governa muitas das ações humanas.</p>
<p style="text-align: justify">O psicanalista pode ser um teórico ou um psicoterapeuta que cuida de pessoas usando a ferramenta psicanálise.</p>
<p style="text-align: justify">Parte fundamental dessa ferramenta é o método da associação livre, criado por Freud para sondar o inconsciente. Nele, o paciente é levado a falar sobre seus pensamentos de forma a revelar a origem de seus conflitos.</p>
<p style="text-align: justify">No centro dos conflitos estaria o complexo de Édipo, conjunto de impulsos amorosos e hostis dirigidos pela criança aos pais.</p>
<p style="text-align: justify">O conceito fazia mais sentido quando a única forma de família tinha figuras de pai e mãe bem definidas. E hoje?</p>
<p style="text-align: justify">Édipo não precisa ser entendido como antes, ao pé da letra, diz Isabel Gomes, professora de psicologia da USP. &#8220;Se duas mães fazem as funções materna e paterna, a triangulação se mantém.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>NINGUÉM É PURO</strong></p>
<p style="text-align: justify">Psicanalistas freudianos puros são raros, diz o psicanalista Luiz Tenório Oliveira Lima. &#8220;Analistas experientes transitam com a tradição de Freud e a dos sucessores.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">A primeira grande mudança na psicanálise veio com a austríaca Melanie Klein (1882-1960). Ela mostrou que crianças já podem ser analisadas desde cedo.</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Alguém que atende crianças não pode ignorar as contribuições de Klein&#8221;, diz Luís Claudio Figueiredo, que estuda a autora.</p>
<p style="text-align: justify">Klein substituiu a associação livre pela interpretação de desenhos, brincadeiras e jogos, nos quais a criança já expressa suas fantasias.</p>
<p style="text-align: justify">Segundo o psicanalista Daniel Delouya, é uma linha eficaz para tratar psicoses infantis. Nessa terapia, a criança cria uma realidade própria com suas fantasias. ªKlein trabalha bem esse mundo interno da criança.º</p>
<p style="text-align: justify">Nem tudo é mundo interno para os seguidores de Donald Winnicott (1896-1971). O pediatra inglês pôs o ambiente na equação psicanalítica, defendendo que o desenvolvimento da criança depende de segurança, dada principalmente pela mãe.</p>
<p style="text-align: justify">Essa linha &#8220;acolhe mais&#8221; o paciente, diz Elsa Dias, da Sociedade Brasileira de Psicanálise Winnicottiana.</p>
<p style="text-align: justify">Segundo ela, essa corrente serve sobretudo para transtornos alimentares e síndrome do pânico, que teriam raiz em um encontro não muito acolhedor da criança com o mundo.</p>
<p style="text-align: justify">Nessa visão, a anorexia se relaciona a problemas no aleitamento; o pânico, a um bebê interrompido a toda hora pela mãe intrusiva.</p>
<p style="text-align: justify">Sucessor de Klein, Wilfred Bion (1897-1979) contribuiu para a análise repensando a relação analista-paciente.</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;O analista não é só a figura sobre a qual o paciente projeta ou transfere: ele se observa nessa relação&#8221;, diz Adriana Nagalli, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Além de se observar, ele devolve ao paciente as próprias experiências.</p>
<p style="text-align: justify">Segundo Nagalli, esse vínculo ajuda o paciente a tolerar frustrações. &#8220;Ao compreender que seu analista também falha, você suporta melhor suas limitações.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">O francês Jacques Lacan (1901-1981) temperou a psicanálise com a linguística. O inconsciente, para ele, só é acessível pelo verbo, já que é a linguagem que organiza e traduz as experiências.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>TEMPO TERAPÊUTICO</strong></p>
<p style="text-align: justify">Lacan reformulou a duração da sessão, propondo o ªtempo lógicoº. Em vez dos clássicos 50 minutos, o analista define o término conforme a situação.</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Na linha freudiana, o analista é uma folha em branco sobre a qual o paciente projeta sua vivência. Quando Lacan introduz o tempo lógico, o analista passa a existir&#8221;, diz Anna Veronica Mautner.</p>
<p style="text-align: justify">Segundo Jorge Forbes, do Instituto de Psicanálise Lacaniana, o tempo é fator terapêutico. &#8220;Prefiro a arbitrariedade de quem dirige a terapia do que a do relógio&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify">Lacan mostrou que Édipo não dava conta de explicar novos sintomas do mundo moderno, com menos regras definidas e mais necessidade de tomar decisões, explica Forbes. &#8220;O analista põe as cartas na mesa e faz o paciente a se responsabilizar pelas suas decisões.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">FONTE: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/981113-conheca-o-basico-sobre-as-linhas-da-psicanalise.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/981113-conheca-o-basico-sobre-as-linhas-da-psicanalise.shtml</a></p>

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		<title>Tensão provocada pelo estresse agrava quadros de psoríase</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/DvidasNoDiv/~3/P-obe6azBqM/</link>
		<comments>http://blog.opovo.com.br/duvidasnodiva/tensao-provocada-pelo-estresse-agrava-quadros-de-psoriase/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 16:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[*estresse]]></category>
		<category><![CDATA[psoríase]]></category>

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		<description><![CDATA[Leiam essa matéria muito boa sobre estresse e psoríase, extraída do site: http://minhavida.uol.com.br/ Flávia Vieira **************************************************************************************** Portadores sofrem com preconceitos que intensificam os males da doença A  psoríase é uma doença de pele que atinge cerca de 3% da população mundial. Embora ela não seja contagiosa, o mal, que aparece sob manchas por todo o corpo, incômodo e coceira, pode abalar a vida de quem tem de conviver com ela. Instável, ela atinge em cheio a autoestima dos seus portadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #0000ff"><strong>Leiam essa matéria muito boa sobre estresse e psoríase, extraída do site: </strong></span><a href="http://minhavida.uol.com.br/"><span style="color: #0000ff"><strong>http://minhavida.uol.com.br/</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify">Flávia Vieira</p>
<p style="text-align: justify">****************************************************************************************</p>
<h2 style="text-align: justify">Portadores sofrem com preconceitos que intensificam os males da doença</h2>
<p style="text-align: justify">A  psoríase é uma doença de pele que atinge cerca de 3% da população mundial. Embora ela não seja contagiosa, o mal, que aparece sob manchas por todo o corpo, incômodo e coceira, pode abalar a vida de quem tem de conviver com ela. Instável, ela atinge em cheio a <a href="/tema/autoestima.htm?secCodigo=4" target="_blank">autoestima</a> dos seus portadores e conta com um agravante cíclico: o estresse. Há anos a comunidade médica mundial estuda a relação entre os dois.</p>
<p>A manifestação física pode ser agravada pelo <a href="/tema/estresse.htm?secCodigo=4" target="_blank">estresse</a> assim como o seu surgimento pode ser desencadeado por ele. Os fatores emocionais atuam fortemente em quem já têm uma predisposição genética para a doença. No Brasil, cerca de 4 milhões de indivíduos lutam para minimizar os danos provocados por ela.<img class="alignleft" src="http://images3.minhavida.com.br/imagensConteudo/12455/costas-mulher-maos_12455_19768.jpg" alt="Saiba como o estresse atua na psoríase - Foto: Getty Images" /></p>
<div style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Sem distinguir sexo, a <a href="/tema/psoríase.htm?secCodigo=4" target="_blank">psoríase</a> atinge, principalmente, pessoas entre os 20 e 40 anos de idade. O histórico familiar também conta. A genética dá uma força para o seu aparecimento em 30% dos casos diagnosticados. Basicamente, ela se manifesta por meio de lesões que fazem a pele descamar e formar uma espécie de relevo avermelhado. As áreas de atrito, como cotovelos e joelhos, são foco do problema. Mas ele também afeta o couro cabeludo, as palmas e as plantas de mãos e pés, unhas e costas.</p>
<p>Atuação do estresse na psoríase<br />
O estado emocional de uma pessoa que possui psoríase é determinante em seu controle. Em períodos de maior estresse a intensidade da doença aumenta, provocando coceiras. Drogas, infecções e alterações hormonais também podem desencadear a formação das escamas. De acordo com o Consenso Brasileiro de Psoríase, os portadores necessitam de apoio psicológico para lidar com os sentimentos que ela provoca, além do tratamento dermatológico.  </p>
</div>
<div style="text-align: justify">
<blockquote>
<p style="text-align: center"><strong><span style="color: #0000ff">No Brasil, cerca de 4 milhões de pessoas lutam para minimizar os danos provocados pela psoríase</span></strong></p>
</blockquote>
</div>
<div style="text-align: justify">
<p>Por se tratar de uma doença de <a href="/tema/pele.htm?secCodigo=4" target="_blank">pele</a>, em que as manchas avermelhadas ficam normalmente visíveis, o preconceito e o medo de sofrer discriminação são latentes. Segundo o dermatologista Paulo Sérgio Coelho, por afetar diretamente a estética dos pacientes, é comum que ela desperte frustrações que podem levar à depressão. &#8220;A autoestima diminui de acordo com o aparecimento das feridas, provocando o medo de ser excluído pela sociedade&#8221;, explica.</p>
<p><strong>Dagnóstico e tratamento </strong></p>
<p>Para diagnosticar a psoríase é feita uma biópsia da pele. A origem da doença normalmente é genética, por isso a investigação do histórico familiar conta bastante, explica Paulo Sérgio. Ainda sem cura e com a possibilidade de criar deformidades nas articulações, a psoríase deve ser tratada com acompanhamento médico. </p>
</div>
<p><!--Use as classes "CpLinksRelacionadosDirMat" e "CpLinksRelacionadosEsqMat" para alinhar a direita e esquerda respectivamente--></p>
<div style="text-align: justify">
<p>O seu tratamento inclui medicamentos tópicos, como os cremes à base de cortisona que ajudam no combate das manchas, mas há outros métodos indicados, como os banhos de luz ultravioleta ou de sol. Remédios imunossupressores e derivados da vitamina A, conhecidos como retinoides também controlam o problema.</p>
<p>Por sofrer influência de fatores emocionais, o combate ao estresse também é recomendado, seja ele feito com terapia ou técnicas que aliviam sintomas de ansiedade e contribuem para uma qualidade de vida melhor.</p>
</div>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/w8NM47t5FCAXs_GC6uLlH8zLJL0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/w8NM47t5FCAXs_GC6uLlH8zLJL0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/w8NM47t5FCAXs_GC6uLlH8zLJL0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/w8NM47t5FCAXs_GC6uLlH8zLJL0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DvidasNoDiv/~4/P-obe6azBqM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Promotor diz que perfil psicológico de Suzane Von Richthofen impede progressão para semiaberto</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/DvidasNoDiv/~3/hip4WpBEMik/</link>
		<comments>http://blog.opovo.com.br/duvidasnodiva/promotor-diz-que-perfil-psicologico-de-suzane-von-richthofen-impede-progressao-para-semiaberto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 21:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[Suzane Von Richthofen]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.opovo.com.br/duvidasnodiva/?p=1050</guid>
		<description><![CDATA[Acusada de matar os pais teve habeas corpus negado pelo STJ neste ano Matéria extraída do site : www.r7.com Cinco anos após a condenação de Suzane Von Richthofen e de Daniel e Cristian Cravinhos, pelo homicídio dos pais da jovem, o promotor Roberto Tardelli diz acreditar que o perfil psicológico da acusada é o que dificulta a sua progressão para o regime semiaberto. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou habeas corpus a Suzane para progressão ao regime semiaberto neste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888"><strong>Acusada de matar os pais teve habeas corpus negado pelo STJ neste ano</strong></span></p>
<p>Matéria extraída do site : <a href="http://www.r7.com">www.r7.com</a></p>
<p style="text-align: justify">Cinco anos após a condenação de Suzane Von Richthofen e de Daniel e Cristian Cravinhos, pelo homicídio dos pais da jovem, o promotor Roberto Tardelli diz acreditar que o perfil psicológico da acusada é o que dificulta a sua progressão para o regime semiaberto. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou habeas corpus a Suzane para progressão ao regime semiaberto neste ano.</p>
<p>- O que está dificultando a saída dela é o seu perfil psicológico. É um perfil que deixa os psicólogos, os juízes, os desembargadores e os ministros inseguros. Porque as pessoas percebem que ela tem o que chamamos de potencial criminogênico, e que a possibilidade dela reincidir é extremamente alta. </p>
<p>A decisão, do ministro Og Fernandes, foi divulgada em junho e faz com que Suzane continue presa em regime fechado.  Ela cumpre pena de 39 anos de reclusão pelo homicídio triplamente qualificado de seus pais: por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa das vítimas. A defesa dela conseguiu que a pena fosse reduzida a 38 anos. </p>
<p>A progressão para o regime semiaberto pedida por Suzane foi negada pelo juízo de primeira instância. O recurso ao Tribunal de Justiça de São Paulo também foi negado, sob o argumento de que o exame criminológico mostrou imaturidade, egocentrismo, impulsividade, agressividade e a ausência de remorso por parte de Suzane. Apesar disso, Tardelli não descarta a possibilidade dela conseguir a progressão.</p>
<p>Os advogados dela afirmam que o bom comportamento, a espontânea apresentação à Justiça, o exercício de atividades e o parecer favorável à progressão são elementos que seriam suficientes para obter a liberdade parcial. O ministro do STJ, porém, destacou que a liminar em habeas corpus exige a demonstração de sua necessidade e urgência, o que não aconteceu.</p>
<p>Roberto Tardelli esteve na Rede Record nesta quinta-feira (15), onde participou do programa piloto <em>Cartão de Visita</em>, da Record News, com direção de Marcos José Rombino e apresentação de Debora Santilli.  </p>
<p>// <!-- enquete --></p>

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		<title>27 de agosto – Dia do psicólogo no Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 13:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[dia do psicólogo]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 27 de agosto é comemorado no Brasil o Dia do Psicólogo. Nesta mesma data, em 1964, a profissão foi regulamentada através da Lei 4.119/64.  A palavra psicologia vem do grego: psique (alma) + logos (estudo), que significa &#8220;estudo da alma humana&#8221;. Durante toda sua história, o homem buscou respostas para questões existenciais, através dos filósofos, que buscavam respostas para as inquietações da sociedade.  A psicologia, por outros lado, buscou trabalhar as inquietações e angúastias do sujeito, que é singular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignleft" src="http://www.jornalvivabrasil.com.br/datas_comemorativas/images/2011/agosto/Dia%20do%20Psic%C3%B3logo.jpg" alt="" width="264" height="191" />No dia 27 de agosto é comemorado no Brasil o <span style="color: #888888"><span style="text-decoration: underline"><strong><span style="color: #0000ff">Dia do Psicólogo</span></strong></span></span>. Nesta mesma data, em 1964, a profissão foi regulamentada através da Lei 4.119/64. </p>
<p style="text-align: justify">A palavra psicologia vem do grego: psique (alma) + logos (estudo), que significa &#8220;estudo da alma humana&#8221;. Durante toda sua história, o homem buscou respostas para questões existenciais, através dos filósofos, que buscavam respostas para as inquietações da sociedade. </p>
<p style="text-align: justify">A psicologia, por outros lado, buscou trabalhar as inquietações e angúastias do sujeito, que é singular em suas características.</p>
<p style="text-align: justify">A psicologia não existe apenas na clínica, mas atua em diversas áreas: Organizacional, trânsito, jurídica, esporte, hospitalar, escolar, neuropsicológica.</p>
<p style="text-align: justify">A Psicologia clínica pode ser pensada através de várias escolas, dentre elas: behaviorismo, que estuda o comportamento, psicanálise, que estuda o inconsciente, Gestalt, que estuda a percepção fenomenológica.  Citando apenas 3 delas.</p>
<p style="text-align: justify">Mas, apesar de várias abordagens, o que importa é a missão principal da psicologia, que é possibilitar ao sujeito trabalhar suas inquietações, dando às mesmas novos sentidos e o colocando na posição de sujeito de seu desejo.</p>
<p style="text-align: justify">Aos colegas que hoje comemoram seu dia, uma pequena oração:</p>
<div>Senhor,<br />
Só Você conhece em profundidade a criatura humana<br />
Só Você é verdadeiro psicólogo.<br />
Contudo, Senhor, aceite-me como seu ajudante.<br />
Ensine-me as técnicas, oriente-me para não errar,<br />
E quando eu falhar &#8211; sei que isso acontecerá -<br />
venha depressa, Senhor, sanar o mal que fiz.</p>
<p>Dê-me um entranhado <a rel="nofollow" href="#">amor</a> e respeito<br />
pela criatura humana.</p>
<p>Não permite que a rotina, o cansaço<br />
torne-me frio e indiferente ao outro.</p>
<p>Dê-me bastante humildade para aceitar meus erros,<br />
perdoa as ofensas e ajuda-me a<br />
atribuir os êxitos a Você.</p>
<p>Que no fim de cada dia, ao fazer minha revisão,<br />
eu possa dizer em verdade:<br />
Hoje fiz tudo quando dependeu de mim para<br />
ajudar ao meu irmão.</p>
<p>Obrigado, Senhor!</p></div>
<div>Fonte: <a href="http://www.mensagensepoemas.uol.com.br">www.mensagensepoemas.uol.com.br</a></p>
</div>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9zN2h_ry0dsncmbsG5Tqo4zaBwI/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9zN2h_ry0dsncmbsG5Tqo4zaBwI/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DvidasNoDiv/~4/WUoI8fW03xg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>5 mitos sobre o estresse</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/duvidasnodiva/5-mitos-sobre-o-estresse/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[*estresse]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, aproveitem essa matéria sobre estresse, extraída do site http://saude.abril.com.br Leiam e comentem! Flávia Vieira *********************************************************************************** Apesar de ele estar na boca &#8211; e na mente &#8211; do povo, controlá-lo não é uma tarefa tranquila. SAÚDE! vai além do senso comum e, baseada na ciência, aponta as medidas que acalmam pra valer. THEO RUPRECHT &#124; ilustrações NIK Morar no último andar de um prédio garante uma bela vista. Por outro lado, implica longas viagens de elevador ou de escada. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal, aproveitem essa matéria sobre estresse, extraída do site <a href="http://saude.abril.com.br">http://saude.abril.com.br</a></p>
<p>Leiam e comentem!</p>
<p>Flávia Vieira</p>
<p>***********************************************************************************</p>
<p><img class="alignleft" src="http://saude.abril.com.br/imagens/0335/mitos-estresse.jpg" alt="" width="230" height="270" /></p>
<h2 style="text-align: justify">Apesar de ele estar na boca &#8211; e na mente &#8211; do povo, controlá-lo não é uma tarefa tranquila. SAÚDE! vai além do senso comum e, baseada na ciência, aponta as medidas que acalmam pra valer.</h2>
<h3 style="text-align: justify">THEO RUPRECHT | ilustrações NIK</h3>
<p style="text-align: justify">Morar no último andar de um prédio garante uma bela vista. Por outro lado, implica longas viagens de elevador ou de escada. Em outras palavras, dependendo de como se encara a situação, a cobertura vira um sonho ou um aborrecimento. &#8220;Com o estresse, ocorre algo semelhante: o fato em si importa menos do que a maneira como é assimilado&#8221;, avalia a psicóloga Valquíria Trícoli, vice-presidente da Associação Brasileira de Stress. A confusão, entretanto, começa na hora de decidir o que fazer para lidar com o nervosismo. Certas práticas que aparentemente esfriam a cabeça podem, na verdade, acabar esquentando os ânimos. &#8220;Estamos mais preparados para gerenciar o estresse. Só que, por falta de informação, as pessoas cometem erros que as prejudicam ainda mais&#8221;, reforça o psicólogo Esdras Vasconcellos, da Universidade de São Paulo. Chega o momento de introduzir as atitudes que causam uma tempestade na massa cinzenta e as correções que asseguram a bonança cerebral. Vamos aos mitos.</p>
<p><strong>1 &#8211; NÃO SE PROGRAME</strong><br />
A língua portuguesa é ambígua em alguns casos. No dicionário Houaiss, por exemplo, a palavra relaxado caracteriza tanto os indivíduos descontraídos como aqueles negligentes. E até por causa desse encontro de significados muita gente crê piamente que a displicência é sinônimo de calmaria. Todavia, isso não poderia estar mais longe da realidade. &#8220;Priorizar certos assuntos, organizar-se e manter uma agenda dos eventos são passos importantes para manter a serenidade&#8221;, revela Ana Maria Rossi, psicóloga da Clínica de Stress e Biofeedback, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Afinal, aí estão enumerados jeitos simples de se preparar para enfrentar o que vem ao longo do dia e, então, evitar surpresas desagradáveis ou instantes embaraçosos, dois fatores capazes de alavancar os níveis de adrenalina no organismo. Mas que fique claro: a disciplina precisa ser acompanhada de flexibilidade. &#8220;Ficar engessado também atrapalha, porque qualquer imprevisto pode desencadear nervosismo&#8221;, esclarece Ana Maria.<br />
<strong><br />
2 &#8211; MEDITE!</strong><br />
A tal arte milenar oriental, assim como a ioga ou até o tai chi chuan, é preconizada como um dos alívios mais eficazes para a tensão excessiva. Ela realmente tem seu valor, porém somente para quem a aprecia. Forçar alguém reconhecidamente elétrico a ficar imóvel enquanto se concentra em seu próprio corpo, além de não adiantar nada, contribui para o surgimento de uma sensação precursora do estresse: a ansiedade. &#8220;Determinados pacientes relaxam mais com exercícios físicos, outros com a leitura, e há quem aposte nas músicas&#8221;, elenca a psicóloga Selma Bordin, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A regra, portanto, é investir no que você gosta. Mas para toda norma há uma exceção. &#8220;Um jogo de cartas, se ficar muito competitivo, torna-se igualmente estressante&#8221;, exemplifica Esdras Vasconcellos. &#8220;É importante valorizar a diversão nesses momentos em vez de se concentrar somente na vitória ou na derrota&#8221;, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify">Morar no último andar de um prédio garante uma bela vista. Por outro lado, implica longas viagens de elevador ou de escada. Em outras palavras, dependendo de como se encara a situação, a cobertura vira um sonho ou um aborrecimento. &#8220;Com o estresse, ocorre algo semelhante: o fato em si importa menos do que a maneira como é assimilado&#8221;, avalia a psicóloga Valquíria Trícoli, vice-presidente da Associação Brasileira de Stress. A confusão, entretanto, começa na hora de decidir o que fazer para lidar com o nervosismo. Certas práticas que aparentemente esfriam a cabeça podem, na verdade, acabar esquentando os ânimos. &#8220;Estamos mais preparados para gerenciar o estresse. Só que, por falta de informação, as pessoas cometem erros que as prejudicam ainda mais&#8221;, reforça o psicólogo Esdras Vasconcellos, da Universidade de São Paulo. Chega o momento de introduzir as atitudes que causam uma tempestade na massa cinzenta e as correções que asseguram a bonança cerebral. Vamos aos mitos.</p>
<p><strong>1 &#8211; NÃO SE PROGRAME</strong><br />
A língua portuguesa é ambígua em alguns casos. No dicionário Houaiss, por exemplo, a palavra relaxado caracteriza tanto os indivíduos descontraídos como aqueles negligentes. E até por causa desse encontro de significados muita gente crê piamente que a displicência é sinônimo de calmaria. Todavia, isso não poderia estar mais longe da realidade. &#8220;Priorizar certos assuntos, organizar-se e manter uma agenda dos eventos são passos importantes para manter a serenidade&#8221;, revela Ana Maria Rossi, psicóloga da Clínica de Stress e Biofeedback, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Afinal, aí estão enumerados jeitos simples de se preparar para enfrentar o que vem ao longo do dia e, então, evitar surpresas desagradáveis ou instantes embaraçosos, dois fatores capazes de alavancar os níveis de adrenalina no organismo. Mas que fique claro: a disciplina precisa ser acompanhada de flexibilidade. &#8220;Ficar engessado também atrapalha, porque qualquer imprevisto pode desencadear nervosismo&#8221;, esclarece Ana Maria.<br />
<strong><br />
2 &#8211; MEDITE!</strong><br />
A tal arte milenar oriental, assim como a ioga ou até o tai chi chuan, é preconizada como um dos alívios mais eficazes para a tensão excessiva. Ela realmente tem seu valor, porém somente para quem a aprecia. Forçar alguém reconhecidamente elétrico a ficar imóvel enquanto se concentra em seu próprio corpo, além de não adiantar nada, contribui para o surgimento de uma sensação precursora do estresse: a ansiedade. &#8220;Determinados pacientes relaxam mais com exercícios físicos, outros com a leitura, e há quem aposte nas músicas&#8221;, elenca a psicóloga Selma Bordin, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A regra, portanto, é investir no que você gosta. Mas para toda norma há uma exceção. &#8220;Um jogo de cartas, se ficar muito competitivo, torna-se igualmente estressante&#8221;, exemplifica Esdras Vasconcellos. &#8220;É importante valorizar a diversão nesses momentos em vez de se concentrar somente na vitória ou na derrota&#8221;, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify">FONTE: <a href="http://saude.abril.com.br/">http://saude.abril.com.br</a><br />
<strong><br />
</strong></p>

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