<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Contos Grátis</title><description></description><managingEditor>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</managingEditor><pubDate>Fri, 8 Nov 2024 07:34:53 -0800</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">100</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://e-conto.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle/><itunes:category text="Arts"><itunes:category text="Literature"/></itunes:category><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>O ataque do morcego</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2010/06/o-ataque-do-morcego.html</link><category>Suspense</category><category>Terror</category><category>Vampiros</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Fri, 18 Jun 2010 11:57:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-8787767075238647</guid><description>Nunca vá morar numa fazenda se não estiver disposto a passar por alguns sustos, e enfrentar uma dezena de medos. Lugares distantes, e de paisagem envelhecida, onde as fronteiras estão distantes, e o socorro sempre dá a impressão que não irá chegar. Christina aprendeu tudo isso da pior maneira... Tinha dezesseis anos. Seus cabelos escorriam por trás dos ombros, e esvoaçavam ao movimento do vento </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Drakónballus</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2010/05/drakonballus.html</link><category>Fantasia</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Mon, 31 May 2010 11:04:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-3301617119838237757</guid><description>Num remoto e perdido tempo ergue-se os pilares de um mundo chamado Tuc-Dhor. Não é um mundo como o nosso. Não são pessoas como nós. Não são monstros como os nossos. Mas vivem numa sociedade, onde muitos dos nossos erros estão presentes, e caminham para um futuro glorioso, como outrora caminhamos... O rosto quadrado do homem esbanjava gotas de suor, mesmo naquela noite ébria e gelada, onde os </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A colheitadeira do demônio</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2010/04/colheitadeira-do-demonio.html</link><category>Suspense</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Wed, 7 Apr 2010 10:42:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-436623676907873681</guid><description>Os mosquitos tamborilavam suas canções vampirescas. A sinfonia ecoava pelo quarto, mas não era o suficiente para abafar o ronco de Gilberto. Vez por outra ele sentia as picadas, tapeava o próprio rosto, absorto em seus sonhos. Maria, ao seu lado remexia-se de um lado ao outro da cama, emaranhando os lençóis. Seu sono estava como um pescador, jogando e tirando os anzóis da água. Toda vez, que o </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A volta dos que não foram</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2010/03/volta-dos-que-nao-foram.html</link><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Wed, 24 Mar 2010 10:45:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-3342893666026777828</guid><description>– Raphael, me passa a coca-cola, por favor. Disse Stela, iluminada apenas pela lua cheia, e esticando suas mãos para receber a garrafa pet. 

Ele insinuou uma, duas vezes levando a garrafa e trazendo de volta. – Para! Não tem graça. Como você pode ainda fazer brincadeiras na situação em que estamos. Disse ela, que ao contrário do grupo, não estava achando graça alguma. Talvez por ter sido a única</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O Acordo</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2010/02/o-acordo.html</link><category>Suspense</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Fri, 26 Feb 2010 06:15:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-3155790310634897902</guid><description>Patrícia estava nua. Seu corpo não era mais o mesmo, de vinte anos. A pele não era tão tenra quanto antes, e seus olhos caídos não revelavam a esperança de outrora. Sobre a cama, o gordo homem repousava, apitando como uma locomotiva, repousando depois de quinze minutos de atenção. Em outras épocas ela até chegou a gostar do que fazia, sentiu prazer, deu prazer. Até ganhou um pouco de dinheiro, </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O proprietário</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2010/01/o-proprietario.html</link><category>Suspense</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Mon, 25 Jan 2010 10:50:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-4405979863638446698</guid><description>A mansão Salles está em festa. Seus corredores amplos, seus jardins, estão abarrotados de visitas. Os fogos estouram, e garçons que mais se parecem pingüins perdidos no calor tropical andam de um lado para o outro equilibrando suas bandejas que levam o bem mais precioso da noite: o champanhe. Aliás, garrafas e mais garrafas de Moet &amp; Chandon. Bernardo estava disposto a não poupar naquela noite...</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A criação dos Soldados Aho's [Do fantástico mundo de “Os Sete Guerreiros”]</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2010/01/criacao-dos-soldados-ahos-do-fantastico.html</link><category>Fantasia</category><category>Suspense</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Mon, 18 Jan 2010 05:42:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-3644417099011446970</guid><description>As montanhas Tau fedem a enxofre. Do cume sai à fumaça fétida que inunda o sopé e os vales que a circundam. Nada lá cresce, a não ser é claro os espinhosos pinheiros. São árvores com mais de doze metros de altura, de tronco disforme, adornados de espinhos pontiagudos e doloridos. Nestas montanhas de cavernas sombrias, é o lar dos Aho’s...O primeiro monstro nasceu do amor de um Deus, e de uma </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>2.499 - Uma visão futurista</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2010/01/2499-uma-visao-futurista.html</link><category>ficção científica</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Thu, 7 Jan 2010 05:47:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-7305543120977041163</guid><description>13 de novembro de 2.499. Em Porto Alegre, está calor, mesmo ainda sendo primavera, a estação das flores e dos coloridos ipês que transforma o parque da redenção numa tela valiosa. No complexo residencial Alpha, Jason Prates é despertado pelo som suave em sua mente. São 06:00 da manhã. A janela virtual na parede de vidro se descerra permitindo a luminosidade da manhã penetrar em sua casa. Ele está</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Numa noite de Sexta-feira Santa</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/12/numa-noite-de-sexta-feira-santa.html</link><category>Suspense</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Wed, 30 Dec 2009 04:01:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-1389643934041590006</guid><description>Talvez vocês não conheçam o Passo Grande. Na verdade espero que não conheçam, aliás, lhes aconselho a não conhecer. Quem sabe se eu contar como ele é e o que acontece em suas águas corredeiras, vocês não teimem em ir até lá. Não é fácil chegar até ele. Fica obscuro entre bosques nativos no interior de Encruzilhada do Sul. O caminho mais fácil é que segue por Pantano Grande, entrar à esquerda no </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Mais um conto de natal</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/12/mais-um-conto-de-natal.html</link><category>Cotidiano</category><category>Suspense</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Tue, 22 Dec 2009 08:31:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-8071221216578533317</guid><description>Marcondes chega em casa no dia 23 de dezembro. Não é uma casa como as que você conhece. É uma casa pobre, onde as paredes de madeira são arejadas naturalmente pelas rachaduras, e o telhado está às vistas pela inexistência de forro. Mas Marcondes não reclama. Esta ali de favor. A casa de três pequenos cômodos divide com a esposa e seus dois filhos...Natanael, pouco entende da data que se aproxima.</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Os 7 maiores detetives da literatura mundial</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/12/os-7-maiores-detetives-da-literatura.html</link><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Thu, 17 Dec 2009 05:48:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-8159166297216032942</guid><description>Encontrei neste blog uma interessante lista com os 7 maiores detetives da literatura mundial. Clique AKI e veja.Digite aqui o resto do post</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title/><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/12/estrada-como-de-costume-estava-deserta.html</link><category>ficção científica</category><category>Suspense</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Thu, 17 Dec 2009 05:47:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-5926368906064195137</guid><description>A estrada como de costume estava deserta naquela madrugada. Os três amigos, cada qual mais embriagado que o outro, ziguezagueavam sobre o asfalto áspero que cortava a pequena cidade de Pantano Grande ao meio. O lugar, no coração do Rio Grande era pacato, e não tinha mais que dez mil habitantes. Os amigos, Cleiton, Eduardo e Jeferson, voltavam para casa depois da festa num clube da cidade...Do </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A ultima tarde de Mário</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/12/ultima-tarde-de-mario.html</link><category>policial</category><category>Suspense</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Wed, 16 Dec 2009 09:35:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-6055236572951824997</guid><description>Até onde vai nossa honestidade e nossa moral? Esta pergunta martelava insistentemente o cérebro de Mario Bergmann. A casa dos trinta lhe chegava, e o marasmo de sua vida inútil lhe assustava. Era um terço de uma vida para quem desejava ultrapassar os noventa, e até ali suas escolhas haviam sido erradas, afinal, em sua testa via escrito fracasso cada vez que se refletia no espelho...Era uma </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>NATÉRCIO, O LOBISOMEM CONTRARIADO</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/12/natercio-o-lobisomem-contrariado.html</link><category>causos</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Mon, 14 Dec 2009 03:57:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-1334706157547434165</guid><description>Havia quatro homens dentro do bar. Ariovaldo, Natércio, Oliveira e o dono, Joelmir. Passava da meia noite de uma sexta-feira treze, e a chuva torrencial produzia assustadora sonoridade ao se chocar com o telhado da construção rústica e mal acaba. Sobre a mesa de lata estampando propaganda de cerveja uma dúzia de garrafas vazias repousava. Estavam todos bêbados...Jogavam sinuca, falavam de </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Baratas Assassinas</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/12/baratas-assassinas.html</link><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Thu, 10 Dec 2009 09:19:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-8956174548749473677</guid><description>O banheiro da casa de Bianca era espaçoso. Tinha quase dez metros quadrados, e era o lugar preferido da jovem para deleitar-se nua na banheira, um luxo que custara a seu pobre pai cerca de quatro meses de salário. Envolvida na suavidade da espuma tocando seu corpo tenro e rijo, ela não percebia a passagem do tempo, até cair nas profundezas do sono...Ela pensava estar sonhando. Auquela gélida água</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Um twitter pra lá de estranho.</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/12/um-twitter-pra-la-de-estranho.html</link><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Wed, 9 Dec 2009 08:12:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-3925275619335810580</guid><description>Descrube em minha lista de seguidores no Twitter, um cidadão um tanto estranho, e que no mínimo tomou umas três xícaras de cha de cogumelo. Clique aqui e confira o doidão.</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Motel Viena</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/12/motel-viena.html</link><category>policial</category><category>Suspense</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Fri, 4 Dec 2009 02:25:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-1397999287855573501</guid><description>Claudia estava submersa na banheira. Totalmente nua. A água quente e borbulhante tocava sua pele, e ela relaxava num descanso merecido. Ao longe admirava seu esposo em sono profundo sobre a cama. Jorge havia sido especialmente magnífico naquela noite. Com ele, Mariana e Ricardo dividiam o mesmo espaço. A loira tinha realmente um corpo descomunal. Suas coxas fartas, sem bumbum saliente se </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>IML 0666</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/12/iml-0666.html</link><category>Suspense</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Thu, 3 Dec 2009 07:53:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-6341836338383924403</guid><description>Claudio juntou todas as suas economias para adquirir seu bem mais valioso, um veiculo popular, mas que para ele se constituía num grande troféu para um homem de vidas simples e percalços rotineiros, que cada pequena coisa é uma grande vitória aos que nada tem....Depois de muito planejamento, e com o dinheiro em punhos saiu da concessionária dirigindo seu carro, saboreando o cheiro de plástico dos</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A batalha de Akbar Mastich</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/11/batalha-de-akbar-mastich.html</link><category>ficção</category><category>Juvenil</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:24:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-7807917808653264309</guid><description>Akbar Mastich tinha mais de trezentos anos. O velho de baixa estatura não media mais que um metro e meio, e sua barbas com manchas brancas pendia para traz por causa da velocidade que o impelia ao extremo norte. Ele tinha de atrevassar o paredão de Bekisauan, e o tempo escorria entre seus dedos. Os galhos secos caídos no bosque arranhavam sua pele rugosa, mas não o impediam de proseguir...Do </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Os esquecidos - Canibais</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/11/os-esquecidos-canibais.html</link><category>Suspense</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Thu, 5 Nov 2009 04:03:00 -0800</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-8959918535932518736</guid><description>Porto Alegre está quente nesta tarde de primavera. A selva de concreto que nos transformamos cada vez mais avança sobre nós, e torna nosso habitat mais infernal. São ônibus que cruzam seus corredores guiados por motoristas absortos em seus problemas, carros que enchem as avenidas num ritmo frenético, orquestrado por buzinas, e muitas vezes por conflitos e palavras de baixo calão...Confesso nunca </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A terra de um homem só.</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/10/terra-de-um-homem-so.html</link><category>Suspense</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 09:50:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-4401843693409581619</guid><description>A luz alaranjada abria espaço entre os troncos dos velhos carvalhos do bosque. Nestas nesgas luminosas as sombras recuavam, revelando ao pequeno ser alado o pequeno e exótico vilarejo, que se estendia na vertical do tronco, de uma das maiores árvores do bosque. Erguidos sobre três copas de cogumelos, a pequena vila se mostrava especialmente silenciosa naquele anoitecer....O ser alado, de feições </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A nova sensação do terror lança o livro A caveira</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/10/nova-sensacao-do-terror-lanca-o-livro.html</link><category>Publicidade</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:03:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-5264240344894060056</guid><description>Para comprar o livro clique na imagem, ou visite o site www.clubedeautores.com.brDigite aqui o resumo do postDigite aqui o resto do post</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiM2oJNeHRKNTjqUEYKi_DC9A5jvyQzO-4Nga0vSLziMIC6SHtmL-iAi4IgqQ7TzH43HV7hv6KmTSobF8XifqVaVjPSJD6KKKdUhqXVw2jOe8o6oor_e057wDZdk6wjgp4OqEiRoEvZ2JY/s72-c/capa+caveira+banner.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O reino de um Rei só!</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/10/o-reino-de-um-rei-so.html</link><category>Fantasia</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:08:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-2484111271112117417</guid><description>A luz alaranjada abria espaço entre os troncos dos velhos carvalhos do bosque. Nestas nesgas luminosas as sombras recuavam, revelando ao pequeno ser alado o pequeno e exótico vilarejo, que se estendia na vertical do tronco, de uma das maiores árvores do bosque. Erguidos sobre três copas de cogumelos, a pequena vila se mostrava especialmente silenciosa naquele anoitecer.O ser alado, de feições </description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>CTRL+ALT+DEL</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/09/ctrlaltdel.html</link><category>Geek</category><category>Suspense</category><category>Terror</category><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Thu, 17 Sep 2009 17:12:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-3154463273069721043</guid><description>No canto inferior direito da tela, o relógio anuncia que são 02h35min min. David não nota, tampouco lhe interessa tal informação. O quarto, pequeno, e os cartazes de “Starwars” distribuídos por suas paredes, revelados pela parca luz vinda de um monitor de dezessete polegadas, são como o mundo paralelo criado por autistas. Simplesmente não existem...A cama ainda feita por sua mãe no dia anterior e</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7vsDly_u5FpkUd3ONfsm1tEQ5Xr6_-tXMfuWHq_NbFeM2pRykdgjICXNWUb4lKWaavFxZdHMAFtmhIEODPZuu-tqCVr0gcgaM1lNVEWKyvwmPmRbaMVsztRF8_wdyRpr-gZND64O-7qw/s72-c/nerd.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O Contato</title><link>http://e-conto.blogspot.com/2009/09/o-contato.html</link><author>noreply@blogger.com (Douglas Eralldo)</author><pubDate>Sat, 12 Sep 2009 22:25:00 -0700</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2719218382533389674.post-5738189672334600546</guid><description>Não há paisagem mais bela que o coração do Rio Grande. Principalmente naquele cantinho de cidade, cujo nome não soa bem, e que muito se distancia de pântano. É o meu sítio, modesto, pequeno, mas que noutra parte, beleza de céu não existe. Os altiplanos que me cercam, formam uma abóboda estrelada, cuja noite limpa revela toda a magnitude de um universo, onde somos miniaturas. É verão, e faz calor.</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>