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	<title>e-Crônicas</title>
	
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	<description>Textos rápidos para pessoas apressadas</description>
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		<title>A Companhia – Max Barry</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 15:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros que já li]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo corporativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Você trabalha em uma grande (ou nem tanto) empresa?Você já desconfiou que as pesquisas de satisfação podem ser usadas para identificar os funcionários descontentes e puní-los?Você já teve a impressão que recepcionistas e secretárias tem mais poder do que seus cargos poderiam sugerir?Você sabe o que sua empresa realmente faz?Se alguma destas questões já passou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você trabalha em uma grande (ou nem tanto) empresa?<br />Você já desconfiou que as pesquisas de satisfação podem ser usadas para identificar os funcionários descontentes e puní-los?<br />Você já teve a impressão que recepcionistas e secretárias tem mais poder do que seus cargos poderiam sugerir?<br />Você sabe o que sua empresa <u>realmente </u>faz?<br />Se alguma destas questões já passou pela sua mente, você está preparado para “A Companhia”.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21351692&amp;ST=SE&amp;franq=250784"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="244" alt="acompanhia" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/08/acompanhia.jpg" width="244" border="0"></a> <span id="more-126"></span><script type="text/javascript"><!--
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<p>Neste livro acompanhamos o início da carreira de Stephen Jones, recém formado que consegue um emprego na Zephyr Holdings e, após o curto entusiasmo inicial, começa a se fazer perguntas que aparentemente ninguém mais faz: onde está o CEO da empresa? Por que ela parece estar constantemente sofrendo reorganizações? O que a Zephyr <u><em>faz</em></u>?<br />Estes mistérios irão levar Jones a investigar a verdadeira natureza da Zephyr e a descobertas surpreendentes.<br />Apesar deste enredo poder sugerir um thriller sufocante como &#8220;A Firma&#8221; de John Grisham, tudo é tratado com&nbsp; leveza e comédia.<br />Max Barry recria situações conhecidas por qualquer um que trabalhe em uma grande empresa para criar um clima de familiaridade e depois mostrar o quão são estranhas certas situações e comportamentos quando olhadas pelo lado de fora. Estão lá: as pequenas (e às vezes ridículas) disputas de poder, a constante dúvida sobre qual é o verdadeiro papel da diretoria, a permanente ameaça de que uma reestruturação leve embora seu emprego, as mudanças constantes e as políticas inexplicáveis. Quem já passou por algo assim não conseguirá reprimir um sorriso ao percorrer algumas passagens.<br />Tudo soa tão familiar que ao final do livro você estará se fazendo as mesmas perguntas que Jones: Será que eu realmente sei o que minha empresa <u><em>faz</em></u>?</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=250784"><img height="60" src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" width="468" border="0"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e63a83e7-8cc1-4b4e-9576-442c31dddcdc" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Max%20Barry" rel="tag">Max Barry</a>,<a href="http://technorati.com/tags/A%20companhia" rel="tag">A companhia</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Mundo%20corporativo" rel="tag">Mundo corporativo</a></div>
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		<item>
		<title>Por que eu não vou assistir as Olimpíadas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/E-cronicas/~3/3bu_eKENa8M/</link>
		<comments>http://www.ecronicas.com/2008/08/10/por-que-eu-no-vou-assistir-as-olimpadas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 23:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#160;
Alguém ainda agüenta ouvir falar das Olimpíadas? Eu não.Tanto esforço para nos convencer que estes serão os maiores, melhores, mais caros jogos de todos os tempos acabaram por saturar a minha paciência.Mas existem outros motivos para ignorar a festa olímpica além do excesso de marketing:
&#160;
 
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&#160;
Esportes demais
Um ser humano normal consegue manter-se informado sobre certa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguém ainda agüenta ouvir falar das Olimpíadas? Eu não.<br />Tanto esforço para nos convencer que estes serão os maiores, melhores, mais caros jogos de todos os tempos acabaram por saturar a minha paciência.<br />Mas existem outros motivos para ignorar a festa olímpica além do excesso de marketing:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/08/pista.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="164" alt="pista" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/08/pista-thumb.jpg" width="244" border="0"></a> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-124"></span><br />
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<p>&nbsp;
<p><strong>Esportes demais</strong>
<p>Um ser humano normal consegue manter-se informado sobre certa quantidade de assuntos. É fácil encontrar pessoas capazes de dar palpites informados sobre futebol e basquete, mas quem pode discutir trinta e quatro modalidades e sei lá eu quantas categorias?<br />Sim, porque além dos esportes consagrados como atletismo e natação teremos disputas de trampolim acrobático, softbol e badminton.<br />Para mim é informação em excesso.
<p>&nbsp;
<p><strong>Tecnologia demais</strong>
<p>Foi-se o tempo em que apenas o talento e disciplina faziam um campeão. Na natação, por exemplo, ninguém pensa em chegar a um pódio se não estiver usando um dos <a href="http://olimpiadas.uol.com.br/ultimas/2008/08/09/ult5584u3888.jhtm">supermaiôs</a> feitos com materiais de alta tecnologia. Exemplos podem ser encontrados em outras modalidades, em bicicletas futuristas, calçados especiais e sem mencionar a sempre presente sombra do doping.<br />Será que o espírito esportivo já não consegue avançar sem ajuda?
<p>&nbsp;
<p><strong>Globalização demais</strong>
<p>Existem jogadores de vôlei de praia brasileiros <a href="http://oglobo.globo.com/esportes/olimpiadas2008/mat/2008/08/09/dupla_brasileira_que_defende_georgia_no_volei_de_praia_perde_na_estreia_em_pequim-547657268.asp">defendendo a Geórgia</a> (a mesma república que está em conflito com a Rússia). Este não é um caso isolado, atletas não se prendem mais a seus países, migrando alegremente em busca de melhores condições de vida ou de treino, patrocínios melhores ou a simples possibilidade de ganhar uns trocos a mais.<br />A velha competição entre nações é coisa do passado, e isto tende a se agravar.<br />O quadro de medalhas ainda é ordenado por países, mas será que isso vai durar muito tempo?
<p>&nbsp;
<p><strong>Comércio demais</strong>
<p>Houve um tempo em que um atleta olímpico que tivesse seu nome associado a algum tipo de comércio, publicidade ou patrocínio cairia em desgraça para sempre.<br />Hoje chegamos ao oposto desta situação: o atleta que não estiver associado a alguma marca esportiva simplesmente não consegue chegar aos jogos.<br />Dizem que o status antigo era resquício de uma época de elitismo no esporte, quando apenas os ricos podiam praticá-lo.<br />Claro que os atletas têm que ganhar a vida e não dá para esperar que atletas tenham que se sustentar com um emprego em período integral e ainda atinjam índices olímpicos.<br />Mas será que não existe um meio termo?
<p>&nbsp;
<p><strong>Política demais</strong>
<p>Debates sobre a situção do Tibet, censura à imprensa e poluição&nbsp; tornaram esta Olimpíada a mais política desde o final da Guerra Fria, quando EUA e URSS disputavam a liderança do quadro de medalhas entusiasmadamente.<br />Isto sem mencionar todo o esforço para demonstrar que a China é país batuta e não é mais um império do Mao (olha que trocadilho esperto!).<br />É claro que os jogos sempre serviram de palco para manifestações: nos jogos de Berlim, Hitler tentou usá-los como demonstração de sua raça superior, em 1972 terroristas palestinos cometeram o atentado contra a delegação de Israel e nos anos 80 houve dois boicotes.<br />Mas não era para ser uma festa do esporte? </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/08/olimpia.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="184" alt="olimpia" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/08/olimpia-thumb.jpg" width="244" border="0"></a> </p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:440144a0-255f-416d-ac9f-279ddc0ab164" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Ol%c3%admpiadas" rel="tag">Ol&#237;mpiadas</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Pequim%202008" rel="tag">Pequim 2008</a></div>
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		<item>
		<title>O que acontece com os padres brasileiros?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/E-cronicas/~3/g0u-wXeV-Dk/</link>
		<comments>http://www.ecronicas.com/2008/04/24/o-que-acontece-com-os-padres-brasileiros/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 03:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Voador]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil contém uma das maiores concentrações de católicos do mundo.
A religião católica está presente aqui desde o descobrimento e apesar de toda a concorrência atual e crises,&#160; os católicos ainda são maioria no país.
Recentemente o vaticano canonizou São Frei Galvão, o primeiro Santo nascido no Brasil.
Todos estes são fatos incontestáveis.
O que deve gerar polêmicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil contém uma das maiores concentrações de católicos do mundo.
<p>A religião católica está presente aqui desde o descobrimento e apesar de toda a concorrência atual e crises,&nbsp; os católicos ainda são maioria no país.
<p>Recentemente o vaticano canonizou <a href="http://www.saofreigalvao.com/w3c_canonizacao.asp">São Frei Galvão</a>, o primeiro Santo nascido no Brasil.
<p>Todos estes são fatos incontestáveis.
<p>O que deve gerar polêmicas sem fim é tentar explicar o que está acontecendo com os padres brasileiros.
<p><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/04/adzhmdqilost-copy1.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="161" alt="adzhmdqilost-copy1" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/04/adzhmdqilost-copy1-thumb.jpg" width="244" border="0"></a> </p>
<p><span id="more-119"></span><br />
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<p>Sim, por que apesar da tradição, apesar da quantidade de fiéis, apesar da infra-estrutura, a filial brasileira do vaticano não parece produzir nada de significativo em termos de religião. Em compensação, na área de notícias constrangedoras ela anda muito ativa.
<p>No final do ano passado tivemos o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u349650.shtml">caso de extorsão</a> ou algo parecido envolvendo o Padre Júlio Lancellotti, que nunca foi totalmente explicado, esta semana o <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/04/24/buscas_pelo_padre_que_voava_com_baloes_devem_ser_encerradas_nesta_sexta-feira-427032998.asp">Padre Adelir Antônio de Carli</a> desapareceu tentando quebrar um recorde de vôo carregado por balões de festa.
<p>O que picapes importadas e recordes de balonismo têm a ver com a religião propriamente dita? Nada.
<p>Serve de consolo o fato de não termos aqui os casos de pedofilia que desmoralizam a Igreja nos Estados Unidos. Mas não muito.
<p>E não deixa de ser surpreendente que isto tudo aconteça na gestão de Bento XVI, que tenta uma abordagem mais conservadora e mística da religião.
<p>Talvez a exceção a esta regra seja o musical padre Marcelo Rossi que não se meteu em nenhuma confusão até agora.
<p>O fato é que a Igreja Católica Brasileira perdeu o rumo muito tempo atrás, se dedicando mais à política e a ao apoio a uma revolução socialista que nunca veio. A religião foi deixada de lado. O resultado é esse. O que algum religioso tem a dizer sobre o papel da fé no século XXI, os valores da religião tradicional frente a uma sociedade cada vez mais individualista e outras questões atuais? Muito pouco.
<p>Não foi apenas o padre voador quem se perdeu.
<p>Fosse a Igreja Católica uma empresa, a matriz já estaria colocando a filial brasileira à venda.
<p>Como não é, e não pode vendê-la, faz pior. A ignora.
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/04/igreja.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="244" alt="igreja" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/04/igreja-thumb.jpg" width="184" border="0"></a> </p>
<p>Montagem com o poster de Lost cedida pelo <a href="http://www.carloscardoso.com/2008/04/22/mais-um-brasileiro-em-lost/">Blog do Cardoso</a>. Agradecido.</p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:2d0a7fd3-92fc-463f-8844-2c04806271ed" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Padre%20Voador" rel="tag">Padre Voador</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Igreja" rel="tag">Igreja</a></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/E-cronicas/~4/g0u-wXeV-Dk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>e-Crônica #72 – Como manter seu emprego</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/E-cronicas/~3/ml8nN-cBjfQ/</link>
		<comments>http://www.ecronicas.com/2008/04/21/e-crnica-72-como-manter-seu-emprego/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 22:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[e-Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Várias publicações dão dicas sobre como planejar sua carreira, encontrar um emprego melhor e ascender profissionalmente.
Mas que dica alguém pode dar quando tudo o que se quer é ficar no mesmo lugar? Ficar mudando a toda hora não agrada a maioria das pessoas, que só quer sossego e o pagamento no final do mês.
Mas mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Várias publicações dão dicas sobre como planejar sua carreira, encontrar um emprego melhor e ascender profissionalmente.</p>
<p>Mas que dica alguém pode dar quando tudo o que se quer é ficar no mesmo lugar? Ficar mudando a toda hora não agrada a maioria das pessoas, que só quer sossego e o pagamento no final do mês.</p>
<p>Mas mesmo ficar sossegado pode ser uma tarefa difícil, o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e segurar o emprego que se tem pode ser desafiador.</p>
<p><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/04/empregados.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/04/empregados-thumb.jpg" border="0" alt="empregados" width="244" height="184" /></a></p>
<p><span id="more-114"></span><br />
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<p> </p>
<p>Mas nada tema, com algumas dicas simples como as abaixo, você terá sucesso absoluto em não sair do lugar. Aplicados com cuidado, os métodos abaixo não só vão garantir o seu emprego como podem te transformar em parte do ativo fixo da companhia.</p>
<p><strong>- Tenha reações inexplicáveis </strong></p>
<p>Todo mundo tem medo de gente maluca. Fingir-se de louco pode ser uma boa forma de manter seu nome fora da próxima lista de corte. Não doido a ponto de ficar pelado na reunião de staff ou se pendurar no lustre, mas levemente perturbado, dentro daquele assustador e estreito limite entre o ordinário e o bizarro. Como?</p>
<p>Vá a reuniões que você não foi convocado, por exemplo. Se alguém chamar sua atenção, peça desculpas e saia lentamente, como se não se lembrasse como foi parar lá.</p>
<p>Ou vá a reuniões que você foi convocado, mas saia intempestivamente, de preferência batendo o caderno na mesa ou a porta, sem dar maiores explicações.</p>
<p>Quando te perguntarem o que houve, faça um ar intrigado e pergunte: Que reunião?</p>
<p>O importante não é o método, mas sim garantir que caso seu nome seja cogitado para demissão, alguém comente: &#8220;Mas ele não é meio doido, não?&#8221;. Ninguém gosta de correr riscos, melhor demitir o estagiário.</p>
<p>Provavelmente você nunca mais será chamado para os churrascos da equipe, mas o que é isso frente à estabilidade?</p>
<p><strong>- Engargalize </strong></p>
<p>Uma coisa que todo mundo odeia é fazer controles. Uma coisa que todo mundo adora é quando aparece alguém para cuidar dos controles. Compras, contratações, estoque, tudo precisa ser controlado. Tudo precisa de alguém que controle. E esse alguém pode ser você.</p>
<p>Ma não basta apenas manter os controles. O caminho para o sucesso neste tipo de atividade é lentamente desazeitar o processo.</p>
<p>Comece fazendo as coisas rapidamente e deixe que os processos se alonguem aos poucos. No devido momento você terá criado um gargalo. O que demorava um dia agora demora uma semana. O que era feito automaticamente agora tem que ser cobrado, implorado, se possível. E a única forma das coisas passarem pelo gargalo será através de você. Esta é a hora de começar a distribuir favores.</p>
<p>Transforme cada requisição de compra em um favor pessoal, cada ato burocrático um ato de amizade desinteressada.</p>
<p>Com o tempo, você se tornará um elemento importante na organização e todos estarão tão agradecidos pelos seus favores e pelos problemas que você resolve que ninguém irá perceber que a melhor forma de eliminar os problemas seria eliminando você.</p>
<p><strong>- Abrace as tarefas que ninguém quer </strong></p>
<p>Organizar arquivo morto? Controlar material de escritório? Fazer auditoria? Inspecionar tubulação de esgoto? Fazer documentação? Toda empresa e todo departamento tem atividades que ninguém gosta e preferia que outros fizessem. Descubra que tarefas são essas e se ofereça para cuidar do abacaxi. No primeiro momento seu chefe ficará felicíssimo em se livrar do problema. No segundo, ele parará de considerar o seu nome em qualquer reestruturação, pois a tarefa desagradável iria voltar para as mãos dele. Desafios? Evolução profissional? Não vai acontecer. Mas a demissão também não.</p>
<p><strong>- Pareça muito ocupado </strong></p>
<p>A maioria dos gestores não tem a menor idéia do que seus funcionários fazem. Esta é a verdade, mas não conte para ninguém. Eles estão sempre tão ocupados com reuniões, comitês e happy hours que não sobra tempo para fazer acompanhamento, integração de equipe e outras bobagens. Logo&#8230; Se você <em>parecer</em> ocupado, deduzirão que você <em>está</em> ocupado.</p>
<p>Atenda vários telefones ao mesmo tempo, ande pelos corredores falando ao celular e gesticulando, não saia para almoçar e ande com pilhas de papel de um lado para outro.</p>
<p>Se você parecer sempre ocupado, ganhará a fama de uma peça indispensável do mecanismo corporativo (esse sim, trabalha) e todos deixarão você em paz, mesmo que ninguém saiba exatamente o que você faz. Deve ser algo importante.</p>
<p><strong>- Concorde com tudo </strong></p>
<p>Todo gerente quer funcionários que tenham opiniões próprias e critiquem suas decisões. Para a equipe dos outros, é claro. O que todo gerente quer para sua própria equipe são funcionários que aceitem suas decisões sem questionamento.</p>
<p>Se você nunca questionar as decisões do seu chefe, a chance que ele passe a te considerar um apoiador indispensável é grande. A chance de seus colegas te considerarem um puxa-saco e vira-casaca também é.</p>
<p><strong>- Sugira conexões que você não tem </strong></p>
<p>Esta é uma jogada arriscada, mas dependendo do tamanho da empresa, pode dar certo. O truque é deixar escapar em conversas informais que você é bem relacionado. Não com o seu chefe, que é um banana, mas com o chefão, aquele que pode dar a ordem para transferir a sede da empresa a Atlântida que ninguém questionará, o ponto final de todas as alçadas de aprovação, o cara que manda de verdade nesta bagunça.</p>
<p>Como fazer isso?</p>
<p>O importante é nunca dizer nada abertamente, o que poderia ser desmentido facilmente.</p>
<p>Quando alguém comentar algo sobre o chefão, solte algo do tipo “Ele sempre foi assim”, ou &#8220;esse menino&#8230;&#8221; (se a idade permitir, claro). Se fizerem maiores questionamentos, desconverse polidamente, como se tivesse falado demais.</p>
<p>Prossiga, deixando migalhas de informação ao alcance das pessoas e elas farão trabalho de preencher o caminho. A mente humana funciona de forma estranha, as pessoas sempre vão buscar a resposta mais bizarra. Com o tempo, todos vão achar que você é íntimo do círculo de poder e será considerado intocável. Vai saber, não é mesmo?</p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/04/classificados.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/04/classificados-thumb.jpg" border="0" alt="classificados" width="244" height="144" /></a></p>
<p> </p>
<p><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />
This work is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/">Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License</a></p>
<p> </p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:bea3a0e8-1d69-4834-b48d-c11e7f74e419" class="wlWriterSmartContent" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Cr%c3%b4nica">Crônica</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/emprego">emprego</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/mundo%20corporativo">mundo corporativo</a></div>
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		<title>300 + 300 + 300</title>
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		<comments>http://www.ecronicas.com/2008/03/30/300-300-300/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 02:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros que já li]]></category>

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		<description><![CDATA[A época do O Oscar já passou, mas ainda dá tempo de relembrar os bons filmes de 2007.Um dos melhores filmes pipoca em minha opinião foi 300, que foi injustamente tachado de “fascista” por muitos críticos na época de seu lançamento e foi responsável pela frase &#8220;This is Sparta!&#8221; ter se tornado um dos chavões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A época do O Oscar já passou, mas ainda dá tempo de relembrar os bons filmes de 2007.Um dos melhores filmes pipoca em minha opinião foi <strong>300</strong>, que foi injustamente tachado de “fascista” por muitos críticos na época de seu lançamento e foi responsável pela frase &#8220;This is Sparta!&#8221; ter se tornado um dos chavões de 2007.A história trata da Batalha das Termópilas, onde os soldados espartanos enfrentaram a invasão de um exército Persa muitas vezes mais numeroso e resistiram até o último homem.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=6&amp;ProdId=1956283&amp;ST=SE &amp;franq=250784"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/03/300dvd.jpg" border="0" alt="300dvd" width="159" height="244" /></a></p>
<p><span id="more-109"></span><br />
<!--adsense--> Aí entra minha birra com o “fascista” que os nossos amigos críticos rotularam o filme. A diferença é que os espartanos não se importavam em morrer por sua causa, já os fascistas não se importavam em matar pelas deles. Quando se trata de matar os outros é muito fácil encontrar “istas” dispostos a fazê-los: fascistas, nazistas, comunistas, socialistas, etc. Mas quando se trata de marchar para a morte certa, para defender as suas crenças, em nome do dever ou da honra, a lista é bem mais curta.A Batalha das Termópilas pode ter ajudado a determinar o que a civilização ocidental é hoje, democracia e tudo o mais. Fascismo e comunismo só serviram para matar civis no atacado.Bom, voltando ao filme&#8230;300 é uma adaptação quase quadro a quadro da HQ de mesmo nome, escrita e desenhada por Frank Miller, um dos autores mais cultuados do meio.Ambas as obras retratam o confronto entre o imenso exército persa invasor e a pequena força espartana liderada por um dos reis espartanos, Leônidas.O regime espartano tinha dois reis, mas isso não fica claro na abordagem de Miller, assim como muitos detalhes históricos são deixados de lado, tudo em prol de um maior impacto visual.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1862116&amp;ST=SE &amp;franq=250784"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/03/300hq.jpg" border="0" alt="300HQ" width="244" height="184" /></a></p>
<p>Os soldados espartanos não lutavam de calção de couro, mas com pesadas armaduras de bronze, por exemplo.Como o filme 300 é fiel à HQ ao extremo, as mesmas características são transplantadas.De certa forma, as duas obras servem de complemento uma à outra, mas quem se interessar realmente pelo assunto, deve recorrer a uma obra menos gráfica.Uma boa opção é o romance <strong>Portões de Fogo</strong>, de Steven Pressfield. O episódio central é o mesmo, a invasão persa na Grécia e a resistência dos espartanos, mas a profundidade é bem maior. A história é narrada para o Imperador Xerxes e sua corte por Xeones, um escravo espartano que estava presente na batalha e foi ferido e capturado pelos persas. Ao narrar a história de sua vida para o imperador e sua corte, temos um panorama da civilização grega e persa e é possível perceber o quanto é estúpido tentar associar “istas” a uma época em que mesmo entre as cidades estado gregas, a política externa se limitava a enviar exércitos quando para escravizar saquear cidades e escravizar a população sempre que a oportunidade surgisse. Nada de ONU por aqui.Xeones também vai ajudar a conhecermos a educação espartana, totalmente voltada unicamente para fins bélicos, o papel dos escravos, a importância da força física no combate, os preparativos para a guerra que todos sabiam ser inevitável e o medo (phobos) que esta perspectiva projetava sobre toda a Grécia.Para quem gosta de épicos, uma história para ser lida de uma vez só e entender o quanto evoluímos em alguns aspectos e em outros nem tanto.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=97287&amp;ST=SE &amp;franq=250784"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/03/portoes-de-fogo.jpg" border="0" alt="portoes de fogo" width="175" height="244" /></a></p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=250784"><img src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" border="0" alt="" width="468" height="60" /></a></p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:6e1a5012-f5da-4c56-be2f-f762a45b4772" class="wlWriterSmartContent" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Port%c3%b5es%20de%20Fogo">Portões de Fogo</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/300">300</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Esparta">Esparta</a></div>
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		<title>Cabeça Tubarão – Steven Hall</title>
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		<comments>http://www.ecronicas.com/2008/01/22/cabea-tubaro-steven-hall/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 02:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros que já li]]></category>

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		<description><![CDATA[Cabe&#231;a Tubar&#227;o &#233; um romance de fic&#231;&#227;o.    Acaba aqui a parte f&#225;cil da descri&#231;&#227;o deste livro.     Mesmo sendo um romance, com hist&#243;ria, personagens e tudo o mais, ele &#233; quase uma &#8220;experi&#234;ncia multim&#237;dia&#8221;.
 


Al&#233;m da narrativa em si, desempenham papel importante na condu&#231;&#227;o do enredo a pr&#243;pria tipografia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cabe&#231;a Tubar&#227;o &#233; um romance de fic&#231;&#227;o.    <br />Acaba aqui a parte f&#225;cil da descri&#231;&#227;o deste livro.     <br />Mesmo sendo um romance, com hist&#243;ria, personagens e tudo o mais, ele &#233; quase uma &#8220;experi&#234;ncia multim&#237;dia&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21232190&amp;ST=SE&amp;franq=250784"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="244" alt="cabecatubarao" src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/cabecatubarao.jpg" width="164" border="0" /></a> </p>
<p><span id="more-104"></span><br />
<!--adsense-->
<p>Al&#233;m da narrativa em si, desempenham papel importante na condu&#231;&#227;o do enredo a pr&#243;pria tipografia, com trechos que parecem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/ASCII_art">ascii art</a> e outros onde as p&#225;ginas devem ser viradas para formar uma esp&#233;cie de desenho animado.     <br />Para se ter uma id&#233;ia do tipo de abordagem gr&#225;fica do livro, vale visitar os sites oficiais.     </p>
<p>Portugu&#234;s: <a href="http://www.cabecatubarao.com.br/">http://www.cabecatubarao.com.br/</a></p>
<p>Ingl&#234;s: <a href="http://rawsharktexts.com/">http://rawsharktexts.com/</a></p>
<p>Mas independente de toda a pirotecnia gr&#225;fica ele tem uma hist&#243;ria interessante.</p>
<p>Ela gira em torno de Eric Sanderson, que no in&#237;cio da hist&#243;ria acorda em sua casa, sem f&#244;lego e sem a maior parte de suas mem&#243;rias.</p>
<p>Ele encontra uma carta, aparentemente escrita por ele mesmo que o instrui a procurar a Dra. Randle. Ela explicar&#225; para o Eric Sanderson desmemoriado que ele sofre de uma forma de perda de mem&#243;ria (amn&#233;sia dissociativa) provocada por um trauma: a sua namorada faleceu enquanto eles passavam f&#233;rias na Gr&#233;cia (a hist&#243;ria se passa na Inglaterra).</p>
<p>No decorrer de seu tratamento, Eric ir&#225; receber mais cartas de si mesmo, alertando que sua condi&#231;&#227;o n&#227;o &#233; uma doen&#231;a: ele est&#225; sendo perseguido por um ludov&#237;cio, um tubar&#227;o conceitual que est&#225; devorando suas mem&#243;rias.</p>
<p>A partir da&#237; ele ir&#225; empreender uma jornada para tentar recuperar sua mente, enfrentar seus inimigos e descobrir a verdade sobre seu passado em um enredo cada vez mais complexo e surpreendente.</p>
<p>A hist&#243;ria admite diversas interpreta&#231;&#245;es do que est&#225; ocorrendo com Eric Sanderon: ele tem uma doen&#231;a mental? Ele realmente est&#225; sendo perseguido por uma criatura? Ele est&#225; em algum tipo de purgat&#243;rio? Este &#233; o tipo de hist&#243;ria que deixa com mais d&#250;vidas do que respostas ao final da leitura, e com certeza n&#227;o &#233; o tipo de leitura que agrada a qualquer um.</p>
<p>Parte do mist&#233;rio do livro talvez seja explicado pelo seu t&#237;tulo original: &#8220;The Raw Shark Texts&#8221;&#160; (&#8220;os textos do tubar&#227;o cru&#8221;), que n&#227;o faz muito sentido, mas &#8220;Raw Shark&#8221; tem quase a mesma pron&#250;ncia de Rorschach (obrigado <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1682181&amp;ST=SR&amp;franq=250784">Alan Moore</a>!), o nome dado ao famoso teste da mancha de tinta. Neste tipo de teste, um psic&#243;logo exibe manchas aparentemente aleat&#243;rias para que o paciente diga o que consegue &#8220;enxergar&#8221;.</p>
<p>O livro tem esta caracter&#237;stica, podemos v&#234;-lo como suspense, hist&#243;ria de amor, fic&#231;&#227;o cient&#237;fica, aventura e outras formas que talvez eu n&#227;o tenha enxergado. Talvez pessoas diferentes enxerguem coisas diferentes nele.</p>
<p>Recomendado para quem gosta de enredos diferentes e n&#227;o se incomoda de ficar pensando na hist&#243;ria depois do final do livro. </p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=250784"><img height="60" src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg" width="468" border="0" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:8d50261b-b3d5-4536-acb5-9ef17a1606ae" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/livro" rel="tag">livro</a>,<a href="http://technorati.com/tags/resenha" rel="tag">resenha</a>,<a href="http://technorati.com/tags/raw%20shark" rel="tag">raw shark</a>,<a href="http://technorati.com/tags/fic%c3%a7%c3%a3o" rel="tag">fic&#231;&#227;o</a></div>
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		<item>
		<title>e-Crônica #22 – Og &amp; Norberto</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/E-cronicas/~3/w6GGtGDpus8/</link>
		<comments>http://www.ecronicas.com/2008/01/21/e-crnica-22-og-norberto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 00:51:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Og tem um problema.
Og é um homo sapiens, um dos primeiros modelos.
Ele também é o curandeiro de sua tribo, o que lhe proporciona uma vida fácil, em comparação com seus correligionários.
Ele está desincumbido, por exemplo, de participar das perigosas caçadas ao mamute e ao urso gigante, ao contrário do restante dos homens.



Ele também não tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Og tem um problema.<br />
Og é um homo sapiens, um dos primeiros modelos.<br />
Ele também é o curandeiro de sua tribo, o que lhe proporciona uma vida fácil, em comparação com seus correligionários.<br />
Ele está desincumbido, por exemplo, de participar das perigosas caçadas ao mamute e ao urso gigante, ao contrário do restante dos homens.</p>
<p><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/lascaux2.jpg"><img src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/lascaux2-thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="Lascaux2" border="0" height="185" width="244" /></a></p>
<p><span id="more-102"></span><br />
<!--adsense--></p>
<p>Ele também não tem que caminhar horas a fio catando frutinhas e raízes, nem cuidar das crianças, como as mulheres da tribo.<br />
Uma coisa, entretanto é de responsabilidade exclusiva dele: garantir que os desejos do Deus Criador sejam cumpridos, para trazer boa sorte para a tribo.<br />
Naquele tempo, já que não existia FMI nem cheque especial, má sorte era um caminho rápido para que a tribo se transformasse em um conjunto curioso de fósseis.<br />
Nos últimos tempos a tribo vem tendo uma sorte nem um pouco invejável.<br />
Conseqüentemente a tribo está bastante infeliz com Og.<br />
Ele está sentado em sua cabana, tendo uma reunião de realinhamento com o chefe.<br />
O chefe grunhe, grita , baba, bate sua clava no chão e gesticula nervosamente em direção a Og.<br />
Se pudéssemos traduzir para a linguagem de hoje o que o chefe da tribo está dizendo para Og, seria algo do tipo:<br />
- Veja bem Og, seu desempenho não tem sido satisfatório e suas metas estão longe de serem atendidas.<br />
- Quase não estamos encontrando frutinhas na floresta, a caça anda bem mixa e o projeto da tal de agricultura não vai para frente.<br />
- O time está bastante descontente com a situação e caso não tenhamos algum resultado logo, vamos ter fazer uma terceirização com você.<br />
Na linguagem da tribo isto queria dizer cortar Og em três pedaços.<br />
O restante da tribo está à porta da cabana de Og esperando o desfecho da reunião. Alguns membros mais ansiosos estão amolando os machados de pedra.<br />
Como não surgiu nenhuma solução satisfatória este brainstorming, o chefe deu um ultimato a Og:<br />
- Você tem duas horas para mostrar um plano para tirar a tribo do buraco, ou&#8230;<br />
É bom lembrar que como não haviam inventado o relógio ainda, duas horas era um intervalo de tempo bastante subjetivo.<br />
Não é necessário dizer que Og está bastante infeliz.</p>
<p>Norberto tem um problema.<br />
Ele é o equivalente moderno de um curandeiro da tribo: ele é um técnico de informática.<br />
Assim como seu ancestral de profissão, ele não precisa carregar coisas pesadas para ganhar a vida, nem precisa pegar filas intermináveis para autenticar documentos ou pagar contas para seus chefes.<br />
Mas, assim como Og ele tem uma responsabilidade: aplacar a ira dos deuses. Neste caso, dos deuses da tecnologia.<br />
À frente de Norberto está o chefe da tribo, quer dizer, o diretor financeiro da empresa.<br />
A expressão com que ele olha para Norberto é a de alguém que está com um pneu furado em seu carro, está 20 minutos atrasado para um vôo internacional e percebe que está sem estepe:<br />
- Norberto, a rede não para em pé. O pessoal de vendas não consegue emitir pedidos e o de contas a pagar não consegue fazer pagamentos. Preciso saber o que precisa ser feito para corrigir isto antes que tenhamos um problema sério.<br />
E para enfatizar a situação, ele ameaçou:<br />
- Cabeças podem rolar se as coisas não melhorarem&#8230;<br />
Obviamente Norberto sabia que não eram &#8220;cabeças&#8221;, mas apenas uma: a dele.<br />
Ele pensou ter ouvido o ruído de machados de pedra sendo amolados.<br />
- E então? O que vamos fazer?<br />
Não é necessário dizer que Norberto está bastante infeliz.</p>
<p>Og teve uma idéia.<br />
O chefe da tribo entra na cabana de Og seguido pelo equivalente pré-histórico de equipe de auditoria, e antes que eles comecem a desmembrá-lo, Og consegue convencê-los a ouvirem o que ele tem a dizer. Ou grunhir, melhor dizendo.<br />
Traduzindo, o que Og disse foi mais ou menos o seguinte:<br />
- Chefe, conversei com o Deus Criador e ele está com stress.<br />
Ante os olhares dúvida da tribo, Og continuou:<br />
- Se você parar para pensar, é muito trabalho para um único deus, ele tem que levar o dia, trazer a noite, depois trazer o dia de novo. Fazer as plantas crescerem para termos frutos, multiplicar os animais para termos caça e fazer a água no céu para termos o que beber.<br />
O silêncio persistia na cabana.<br />
- Sempre que vamos caçar ou colher frutos vamos em bando, pois um só não daria conta do trabalho, mas o Deus Criador tem que fazer tudo sozinho. Não é justo.<br />
O silêncio passou a irradiar algo que muitos séculos depois poderia ser traduzido como &#8220;respeito&#8221;.<br />
- Precisamos erguer outro altar para que outro deus possa ajudar o Deus Criador! Ou não haverá mais caça, nem pesca e nem frutas!<br />
Se já houvessem inventado a história, Og teria entrado para ela.<br />
Em uma única tacada ele inventou o politeísmo, o upgrade e a desculpa esfarrapada.<br />
Em algumas semanas a tribo ergueu um altar para Rot-Standi-Bai o deus backup, e coincidência ou não a caça voltou, as mulheres encontraram frutas e raízes em profusão e Og não foi terceirizado.<br />
Como dois altares eram muita coisa para ficar carregando de um lado para o outro, a tribo de Og acabou se fixando no local e fundando a primeira cidade, mas isto é outra história.</p>
<p>Norberto teve uma idéia.<br />
Milênios de evolução ecoam em sua mente e ele encontra a resposta para seu problema:<br />
- Precisamos fazer um upgrade em nosso servidor.<br />
O diretor não se dá por achado e faz a pergunta que qualquer profissional de informática odeia:<br />
- Por quê?<br />
Norberto pensou em várias respostas possíveis:<br />
Místico:<br />
- Quem somos nós para questionar os desígnios divinos?<br />
Fanático:<br />
- Infiel! Blasfemador! Queimem-no!<br />
Agressivo:<br />
- Ei, eu por acaso te digo como fazer balancetes?<br />
Ele acabou optando pela sua saída favorita, o obscuro.<br />
- Bom, se você analisar o log de eventos e o monitor de performance vai perceber que várias threads estão consumindo mais de 80% da capacidade de processamento da CPU, o que claramente indica um botleneck de I/O. Isto pode ser devido à falta de memória cache para o acesso de read/write ao array de HDs ou pode ser falta de free disk space para o paging file, que pode também ter sido causado por falta de memória RAM para tantos processos rodando preemptivamente.<br />
Para ilustrar seu ponto, tão claramente explicado, ele fez surgir uma tela onde uma linha verde se movia horizontalmente.<br />
Se fosse um eletrocardiograma, o paciente com certeza estaria morto, ou sob efeito de algum alucinógeno muito poderoso.<br />
O diretor financeiro deu a resposta que todo profissional de informática adora:<br />
- Bom, eu não sou técnico&#8230;<br />
Norberto armou seu sorriso condescendente número quatro, que transmite tanto &#8220;não liga não, um dia você aprende&#8221; quanto &#8220;mas você é burro mesmo, hein?&#8221;.<br />
- Podemos fazer o upgrade, então?<br />
- Sim, compre o que for necessário.<br />
Na manhã seguinte o upgrade foi feito no servidor e coincidência ou não o ambiente voltou ao normal. Faturas puderam ser pagas e pedidos puderam ser emitidos.<br />
Norberto sorriu para si mesmo. Em seu íntimo, milênios de evolução lhe explicavam que ele que aplacara a ira dos deuses com um sacrifício, assim como a humanidade vem fazendo por milênios. Só que ao invés de ovelhas e cabras foram bancos de memória e discos rígidos.<br />
Claro que ele não diria tamanho absurdo em voz alta, iriam interná-lo.</p>
<p>Através do abismo dos milênios Og sorriu para Norberto, como quem diz: &#8220;Bom trabalho, garoto&#8221;.<br />
Grunhindo, é claro.</p>
<p><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/datacenter-telecom.jpg"><img src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/datacenter-telecom-thumb.jpg" style="border-width: 0px" alt="Datacenter-telecom" border="0" height="164" width="244" /></a></p>
<p><em><font size="1">Crônica publicada originalmente em 21/01/2003</font></em></p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"><img src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" style="border-width: 0pt" /></a><br />
This work is licensed under a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license">Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License</a></p>
<p class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:359c7f1d-7f02-4778-b877-a47e3e4b3938" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline; float: none">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Cr%c3%b4nica" rel="tag">Crônica</a>,<a href="http://technorati.com/tags/tecnologia" rel="tag">tecnologia</a></p>
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		<item>
		<title>e-Crônica #71 – O manual de etiqueta do celular</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 02:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O telefone celular deixou de ser novidade faz algum tempo.Falar ao telefone em público, fazendo compras ou dirigindo (ops! dirigindo não pode) se tornou lugar comum. Todo mundo com alguns reais no bolso e gosto por conversa fiada pode comprar seu aparelhinho &#8220;em vezes&#8221;, fazendo a alegria de operadores e do comércio varejista.



O problema é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O telefone celular deixou de ser novidade faz algum tempo.<br/>Falar ao telefone em público, fazendo compras ou dirigindo (ops! dirigindo não pode) se tornou lugar comum. Todo mundo com alguns reais no bolso e gosto por conversa fiada pode comprar seu aparelhinho &#8220;em vezes&#8221;, fazendo a alegria de operadores e do comércio varejista.</p>
<p><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/celular.jpg" rel="lightbox" title="celular.jpg"><img src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/celular-tn.jpg" title="celular.jpg" height="149" width="200" alt="celular.jpg" border="0" id="urn:zoundry:jid:celular.jpg"/></a></p>
<p><span id="more-96"></span></p>
<p><!--adsense--></p>
<p><br/>O problema é que ao contrário de outros processos sociais que foram sendo refinados ao longo de décadas ou séculos, o uso do celular não é regulado por regras de boa conduta. Pelo menos ainda não. Ou se é, a maioria das pessoas as ignora.<br/>Bater na porta antes de entrar, &#8220;dá licença?&#8221;, &#8220;obrigado&#8221;, e tudo o mais são convenções sociais, são regras que foram sendo mais ou menos negociadas e acordadas pela sociedade ao longo de séculos.<br/>Você sabia que a expressão &#8220;obrigado&#8221; deriva de uma complexa fórmula de agradecimento que expressava a idéia de que &#8220;como você me fez um grande favor, eu me sinto obrigado a retribuí-lo na primeira oportunidade que houver&#8221;? Mais ou menos como na Máfia.<br/>Portanto, num esforço para avançar as regras de conduta social, estou promulgando o primeiro código de conduta de telefonia móvel do Brasil. Decore e divulgue:</p>
<p><strong>1- Se é importante, deixe recado.</strong></p>
<p><br/>Todo celular (e muitos telefones fixos também) tem o serviço de secretária eletrônica. Agora o mais surpreendente: muitas pessoas sabem usar o serviço. Sério. Você grava um recado e o destinatário vai poder ouvir a mensagem quando terminar a ligação, sair do banheiro (vide item 3), achar o telefone ou entrar em uma área de cobertura.<br/>Sim, ter celular não quer dizer que a pessoa está 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, 10 anos por década à espera e à disposição de uma ligação. As pessoas não se tornaram websites.<br/>Para garantir o entendimento, vamos fazer um pequeno teste:<br/>Você liga para um amigo ou um colega de trabalho e o telefone toca algumas vezes e ninguém atende. O que é mais efetivo:<br/></p>
<p>a- Deixar um recado no correio de voz ou secretária eletrônica pedindo para retornar a ligação<br/>b- Ligar de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e&#8230;</p>
<p>Se alguém não atendeu na primeira vez as chances que ele não possa atender novamente 45 segundos depois são grandes. Se o assunto for importante deixe recado. Confie na tecnologia. Se não for, ligue outra hora.<br/>Ah, se você optou pela alternativa b, por favor, apague meu número.</p>
<p><strong>2- Identifique-se</strong></p>
<p><br/>Você já atendeu ao celular e deparou com uma voz esganiçada perguntando &#8220;Quem tá falando?&#8221;?<br/>Vamos repassar o processo:<br/>a- A pessoa <strong>A</strong> ligou para um certo número de telefone de forma deliberada e intencional<br/>b- Logo, supõe-se que a pessoa <strong>A</strong> saiba com quem ela deseja falar.<br/>c- Ou não?<br/>Não é mais fácil informar o seu objetivo do que ficar inquirindo possíveis estranhos? Afinal você pode ter ligado o número errado.<br/>Isto é feito facilmente, basta dizer &#8220;Alô, o Sr. Fulano, por favor?&#8221; ou &#8220;Aqui é o Cicrano, gostaria de falar com o Fulano&#8221;. Difícil? Eu não acho, e não cria o clima de hostilidade que o &#8220;Quem tá falando?&#8221; gera.<br/>A não ser que você tenha o hábito de ligar para números aleatórios, ou tenha sérios lapsos de memória (talvez um ludovício tenha comido suas memórias, hein? Procure o <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21232190&amp;ST=SR&amp;franq=250784">Doutor Trey Fidorous</a> e para de incomodar os outros) e esqueça com quem gostaria de falar entre o ato de ligar e o outro atender, é de bom tom identificar-se.</p>
<p><strong>3- Não atenda o celular no banheiro.</strong></p>
<p><br/>O que é tão importante que não pode esperar cinco ou dez minutos? Será que você tem o código que irá desarmar <em>aquela</em> ogiva nuclear? Existe alguma cirurgia delicada em andamento e o cirurgião precisa tirar dúvidas com você? Ou será que você é testemunha chave em um julgamento histórico? Se for o caso, o que você está fazendo no banheiro? Vá salvar o mundo, corra!<br/>Usar o celular no banheiro é, antes de qualquer coisa, anti-higiênico, já ouviu falar de coliformes fecais? Pois é.<br/>Em segundo lugar, é constrangedor para o seu interlocutor. Lembre-se que o telefone é um meio de comunicação de duas vias (full duplex para os íntimos) e que ele pode ouvir os ruídos do ambiente à sua volta. Já pensou nisso?</p>
<p><strong>4- O identificador de chamadas funciona.</strong></p>
<p><br/>Se você já se sensibilizou com o item 1, saiba que às vezes nem é necessário deixar recado.<br/>Como?<br/>Simples, a maioria dos telefones celulares já tem o serviço de identificação de chamadas. Li em algum lugar que ele foi inventado por um brasileiro, mas que ele nunca recebeu o reconhecimento pela sua invenção, todo mundo usa a invenção dele e ele não ficou rico, é por coisas assim que esse país não vai para frente e&#8230;<br/>Ah, sim, claro, voltando ao assunto.<br/>Como o telefone celular do seu destinatário tem um identificador de chamadas, ele sabe o número de quem está ligando, e poderá ligar de volta quando puder. Se ele não atender depois de três ou quatro toques, talvez esteja no cinema, no banheiro, dormindo ou em outra ligação &#8211; alguém sabe como faz para atender a segunda ligação neste aparelho aqui? Não agüento mais esse bipe! &#8211; ou algo parecido.<br/>Existem alguns detalhes, como por exemplo, se você estiver ligando de um PABX, o que ficará registrado será o número do tronco e outros detalhes, mas você pegou a idéia, não?</p>
<p><strong>5- O fixo primeiro.</strong></p>
<p><br/>Seu colega tem um telefone celular e um fixo, qual você liga primeiro?<br/>- O celular, claro.<br/>Mas por quê?<br/>- Não sei, eu também tenho esta dúvida.<br/>Se o seu colega tem um telefone fixo, isto quer dizer que ele tem uma mesa fixa, uma base, um lar, uma baia para chamar de sua. Sabe quantas pessoas lutam para ter uma posição de trabalho fixa? Por que não honrar este privilégio?<br/>- Não sei, nunca tinha pensado nisso.<br/>Então, por que não tentar ligar primeiro para o fixo?<br/>- E se ele não estiver?<br/>Aí você liga para o celular.<br/>- Mas é muito trabalho ligar para dois números? Eu tenho preguiça.<br/>Encare como uma espécie de exercício. Você se matriculou na academia, pagou uma fortuna pelo semestre e só foi um dia, fica pegando a escada rolante ao invés subir dois andares de escada e agora não quer nem fazer o esforço de apertar oito botões a mais, faça-me o favor!<br/>- Eu não quero. Você não manda em mim.<br/>Tudo bem, então vamos pensar da seguinte forma: ligação para telefone fixo é mais barata.<br/>-Ah, por que você não disse antes?</p>
<p><br/><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/placa.jpg" rel="lightbox" title="placa.jpg"><img src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/placa-tn.jpg" title="placa.jpg" height="200" width="145" alt="placa.jpg" border="0" id="urn:zoundry:jid:placa.jpg"/></a></p>
<p><br/></p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"><img width="88" style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px" height="31" alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/88x31.png"/></a><br/>This work is licensed under a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license">Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 2.5 Brazil License</a></p>
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		<item>
		<title>Sobre o Islã – Ali Kamel</title>
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		<comments>http://www.ecronicas.com/2008/01/01/sobre-o-isla-ali-kamel/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 19:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros que já li]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre o Islã é um livro de opinião.
Escrito pelo jornalista Ali Kamel, diretor de jornalismo da Rede Globo, é um livro cujo principal objetivo é desmistificar o islamismo.
Todos os dias ouvimos notícias sobre sunitas, xiitas e fundamentalistas, mas quem se dá ao trabalho de explicar os termos e sua origem?




O livro de Kamel tem como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">Sobre o Islã é um livro de opinião.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">Escrito pelo jornalista Ali Kamel, diretor de jornalismo da Rede Globo, é um livro cujo principal objetivo é desmistificar o islamismo.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">Todos os dias ouvimos notícias sobre sunitas, xiitas e fundamentalistas, mas quem se dá ao trabalho de explicar os termos e sua origem?</span></span></p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1974740&amp;ST=SR&amp;franq=250784"><img src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/sobreoisla-tn.jpg" title="SobreoIsla.jpg" height="200" width="151" alt="SobreoIsla.jpg" id="urn:zoundry:jid:SobreoIsla.jpg"/></a></p>
<p>
<span id="more-91"></span></p>
<p><!--adsense--></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">O livro de Kamel tem como subtítulo &#8220;A afinidade entre muçulmanos, judeus e cristãos e as origens do terrorismo&#8221;, o que é praticamente a linha mestra da obra, que é seguida de forma bastante didática em cinco partes distintas.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">A primeira parte ilustra não as diferenças, mas as semelhanças entre o islamismo, o judaísmo e o cristianismo. Sim, elas existem, Abraão e Moisés, por exemplo, são personagens importantes nos textos das três religiões. Jesus é reconhecido pelo islamismo como um profeta.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">A segunda explica a divisão entre xiitas e sunitas, a principal entre as muitas que o Islã possui. Para quem acha que isto é um problema exclusivo do islamismo, lembre-se das divisões do cristianismo: católicos, protestantes, ortodoxos e tudo o mais que existe no meio e além.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">A terceira parte tenta contrapor a imagem do islamismo como uma religião violenta e opressiva contra as mulheres. É claro que existem trechos do Corão que incitam a violência, assim como na Bíblia, mas nos dois casos, será que eles são a maioria ou a minoria? Será que os <a href="http://www.carloscardoso.com/2007/12/24/deus-odeia-o-mundo/">extremistas cristãos dos EUA</a> são menos assustadores que os islâmicos? Ou quando se trata de extremistas todos se parecem?</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">A quarta parte traça a história do terrorismo, desde a época das cruzadas, passando pelo século XIX até os dias de hoje. O terrorismo não é novidade na história, nem o é o terrorismo islâmico, mas será que o termo &#8220;fundamentalista&#8221; é aplicado corretamente? Será que o termo &#8220;totalitarista&#8221; seria melhor aplicado?</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">A última parte tenta dissipar os mitos que cobrem o conflito do Iraque. É claro que a maioria das pessoas prefere acreditar que a Guerra no Iraque é uma grande conspiração maligna e que George Bush tem intenções ocultas. Nesta parte Ali Kamel rema contra a maré e tenta mostrar que talvez existissem motivos para supor que o Iraque de Saddam era uma ameaça. Mas como diria <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1518851&amp;franq=250784">Dan Brown</a>, todo mundo adora uma conspiração.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">É claro que em um livro de cerca de 300 páginas não cabem estudos em profundidade acadêmica sobre estes temas. Cada uma das partes do livro poderia dar origem a volumes e volumes de estudos especializados.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">O trabalho de Ali Kamel não tem a pretensão de ser a obra definitiva sobre os assuntos abordados, mas é refrescante que alguém se dê ao trabalho de tentar lançar luz sobre assuntos onde a maioria das pessoas prefere alimentar noções pré-concebidas e mistificações.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri">É um ótimo livro para quem pretende conhecer um pouco mais sobre o mundo árabe e os seus dilemas atuais, que no final das contas, acabam afetando todos nós.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"><span style="FONT-FAMILY: Calibri"><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/books.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=250784"><img width="468" height="60" border="0" src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_livros.jpg"/></a></span></span></p>
<p><br/>
<p><br/></p>
<p class="zoundry_bw_tags">
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  <span class="ztags"><span class="ztagspace">Technorati</span> : <a href="http://technorati.com/tag/Ali%20Kamel%3BSobre%20o%20Isl%C3%A3" class="ztag" rel="tag">Ali Kamel;Sobre o Islã</a></span> <br/><span class="ztags"><span class="ztagspace">Del.icio.us</span> : <a href="http://del.icio.us/tag/Ali+Kamel%3BSobre+o+Isl%C3%A3" class="ztag" rel="tag">Ali Kamel;Sobre o Islã</a></span>
</p>
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		<item>
		<title>Previsões para 2008</title>
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		<comments>http://www.ecronicas.com/2008/01/01/previsoes-para-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 19:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lellis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ecronicas.com/2008/01/01/previsoes-para-2008/</guid>
		<description><![CDATA[Ler previsões de ano novo é uma tradição tão grande quanto comer lentilhas ou pular sete ondas na hora da virada (se você conseguir chegar perto do mar, claro).
O problema é que quase nunca nos lembramos de conferir as previsões do ano anterior para ver quem acertou ou não.



Alguém deveria elaborar um ranking para sabermos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Ler previsões de ano novo é uma tradição tão grande quanto comer lentilhas ou pular sete ondas na hora da virada (se você conseguir chegar perto do mar, claro).</span></p>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">O problema é que quase nunca nos lembramos de conferir as previsões do ano anterior para ver quem acertou ou não.</span></p>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR"><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR"><a href="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/boladecristal.jpg" rel="lightbox" title="boladecristal.jpg"><img src="http://www.ecronicas.com/wp-content/uploads/2008/01/boladecristal-tn.jpg" title="boladecristal.jpg" height="200" width="166" alt="boladecristal.jpg" border="0" id="urn:zoundry:jid:boladecristal.jpg"/></a></span></span></p>
<p><span id="more-88"></span></p>
<p><!--adsense--></p>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Alguém deveria elaborar um ranking para sabermos quem merece nossa atenção no ano seguinte, e não, não vale prever que vai ocorrer uma tragédia, ou que uma celebridade vai morrer. Só se fornecer data e local.</span></p>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Se alguém resolver fazer esse ranking, aqui vão minhas previsões. Garanto que até 2009 90% delas terão se concretizado. Guardem o link!</span></p>
<ul>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR"><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Uma pessoa próxima ao presidente Lula será envolvida em um escândalo de corrupção. Lula dirá que não sabia de nada. Ou dirão isso por ele.</span></span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Hugo Chávez fará Chavices. E haverá quem o elogie por isso.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">O governo irá enfrentar algum problema e irá culpar o governo anterior (o do FHC e não o do Lula) por isso.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Lula irá cometer sua gafe número 1.000.000 como presidente da República e a Academia Brasileira de Letras irá lhe entregar dois ingressos para o Hopi Hari como prêmio.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Um filme brasileiro não irá ganhar o Oscar.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Lula irá dizer &#8220;Nunca antes neste país&#8230;&#8221;.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Jornalistas que criticam o governo serão processados.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">George Bush fará Bushices. E todo mundo irá criticá-lo por isso.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Jornalistas que elogiam o governo serão elogiados pela sua isenção.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Atletas brasileiros desconhecidos, praticantes de esportes obscuros se tornarão celebridades instantâneas por causa das Olimpíadas. Após as Olimpíadas, a maioria voltará ao anonimato.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">Jornalistas que elogiam o governo ficarão felizes com os processos movidos contra os Jornalistas que criticam o governo.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'" xml:lang="PT-BR">O governo irá declarar que a crise aérea está encerrada. Três vezes.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-ansi-language: PT-BR" xml:lang="PT-BR">Como será ano eleitoral, várias obras serão anunciadas. Outras serão inauguradas. Das que foram anunciadas, poucas serão inauguradas. Das que foram inauguradas, muitas serão interditadas por que não deviam ter sido inauguradas.</span></p>
</li>
<li>
<p><span lang="PT-BR" style="FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'; mso-ansi-language: PT-BR" xml:lang="PT-BR">Um político irá dizer que o futuro deste país está na educação.</span></p>
</li>
</ul>
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