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	<title>Gestão Positiva</title>
	
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	<description>Um blog de especialista sobre gestão e carreira, com ênfase em gestão positiva, psicologia positiva e treinamento</description>
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		<title>Alguém Se Lembra de Zé Cláudio?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 03:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz um ano que José Cláudio Ribeiro da Silva e sua esposa Maria do Espírito Santo foram assassinados em uma emboscada em meio à Amazônia brasileira. Zé Cláudio, como era conhecido, foi um defensor incondicional da floresta e de sua &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/05/25/alguem-se-lembra-de-ze-claudio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz um ano que José Cláudio Ribeiro da Silva e sua esposa Maria do Espírito Santo foram assassinados em uma emboscada em meio à Amazônia brasileira. Zé Cláudio, como era conhecido, foi um defensor incondicional da floresta e de sua preservação, mas assim como tantos outros foi vencido por interesses mais fortes. Mas essa, apesar de ser uma história conhecida, talvez não seja tão famosa como a de Chico Mendes.<br />
O fato que mais preocupa, após um ano desse acontecimento triste e absurdo, é o silêncio que paira sobre ele. Incrível como a nossa memória é curta e frágil, tão frágil como eram as chances de Zé Cláudio e Dona Maria de se defender e preservar suas vidas.<br />
Estamos nesse exato momento debatendo Rio+20, sustentabilidade, grandes eventos: Copa do Mundo, Olimpíadas, vivemos em economia global, somos BRICS, mas ainda temos fatos como esse, que nos remetem a um país subdesenvolvido, onde a justiça tarda, tarda, tarda.<br />
Hoje, com exceção de poucos amigos e defensores da mesma causa, ninguém se lembra de Zé Cláudio.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=78ViguhyTwQ"><img src="http://img.youtube.com/vi/78ViguhyTwQ/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=78ViguhyTwQ">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

<p>O pior é que seis meses antes de ter sido assassinado, Zé Cláudio, em público, antecipou a tragédia.<br />
Pena que seis meses não seja tempo suficiente para tomarmos atitudes verdadeiras e efetivas.</p>
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		<title>O Poder das Perguntas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
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		<description><![CDATA[Um professor entra em sala de aula e começa a descarregar os seus muitos minutos de conhecimento pré-preparados aos seus alunos. Em alguns instantes, poucos ainda fazem anotações e prestam atenção ao mestre. O aprendizado tem mão única, o professor &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/05/06/o-poder-das-perguntas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um professor entra em sala de aula e começa a descarregar os seus muitos minutos de conhecimento pré-preparados aos seus alunos. Em alguns instantes, poucos ainda fazem anotações e prestam atenção ao mestre. O aprendizado tem mão única, o professor sabe &#8211; o aluno aprende &#8211; geralmente por osmose.<br />
Agora imagine uma outra forma de fazer a mesma coisa. Um professor entra em sala de aula e começa dando um desafio aos alunos, fazendo questões que remetem a todos a uma reflexão.<br />
Alguém já disse que o mundo é movido por perguntas e não por respostas. E isso é pura verdade.<br />
Pense um pouco nas decisões difíceis que teve que tomar durante sua vida. Lembre dos momento que antecederam a elas, e tente pensar nas questões envolvidas e que ajudaram você a optar por algo.<br />
Quando tentamos educar nossos filhos todos os dias, dentro dos desafios atuais dessa tarefa, nos deparamos sempre com a relação comportamental pais e filhos. &#8220;Filho vá fazer a tarefa agora&#8221;, ou &#8220;filha troque agora a sua roupa&#8221; são apenas alguns dos jargões do relacionamento familiar. Claro que eles são poucos efetivos. Novamente as perguntas são mais poderosas. Em ambos os lados. Muitas vezes filhos fazem perguntas difíceis mas espetaculares pois promovem reflexão e ação. &#8220;Pai por que eu preciso parar de tomar refrigerante se você bebe cerveja todas as noites vendo TV?&#8221; ou &#8220;mãe por que eu tenho que ler tantos livros se você nunca leu nenhum?&#8221;.<br />
Nas organizações ocorre o mesmo &#8211; dizer o que fazer é sempre mais utilizado do que aplicar boas perguntas de reflexão. &#8220;Erramos aqui, ou isso foi ótimo&#8221; são sempre mais usados do que &#8220;o que nos fez errar, ou o que nos fez acertar?&#8221;.<br />
Fazer perguntas exige muito mais das pessoas e de seu senso crítico. Dar respostas é ligeiramente mais fácil do que criar boas perguntas.<br />
Pense nisso e comece seu próximo dia pensando em quais perguntas poderiam mudar o seu mundo, pessoal ou profissional. Ao descobri-las apenas comece a pratica-las e veja os resultados.<br />
Boas perguntas a todos!</p>
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		<title>A China Brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil futuro]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[China e Brasil têm dominado os comentários no cenário econômico mundial em tempos de crise na Europa e EUA. O mercado chinês é o pulmão organizacional do mundo. Dele dependem os mercados tradicionais e muitas economias mundiais. É interessante observar &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/04/11/a-china-brasileira/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>China e Brasil têm dominado os comentários no cenário econômico mundial em tempos de crise na Europa e EUA. O mercado chinês é o pulmão organizacional do mundo. Dele dependem os mercados tradicionais e muitas economias mundiais. É interessante observar que apesar de todas as diferenças culturais, Brasil e China possuem muitas coisas em comum. As diferenças sociais são visíveis de todas as maneiras. A classe A ascendente chinesa pode se dar ao luxo de consumir bens desejados pelo mundo ocidental &#8211; marcas como Ferrari, Louis Vuitton, Cartier, Rolex e suas lojas deslumbrantes ficam a poucos passos de vielas repletas de pobreza, que formam o cenário maluco de Beijing &#8211; palco do melhor cenário para definir a China moderna. Assim como em nossas favelas, quem se afasta poucos quilômetros da cidade pode perceber a diferença de classes. São amontoados de pequenos prédios e casas mal acabadas que abrigam muitas e muitas pessoas. Entretanto, em certos casos,  os chineses parecem estar à frente no quesito infra-estrutura &#8211; uma rede funcional de metro e transporte coletivo parece dar vazão a uma absurda população se deslocando todos os dias. A poluição é caótica. Mas há algo positivo em tudo isso.<br />
O chines desperta para conhecer o seu país. Com a melhora do poder aquisitivo e a possibilidade de acesso ao consumo, o chinês tradicional de cidades distantes começa a vir a Beijing e a outros centros para conhecer sua história. Algumas empresas gigantes no segmento do turismo começam a observar com cuidado esse potencial mercado. Uma empresa aérea de baixo custo deve ser criada para cobrir a demanda de mercado. Por aqui (China) as notícias econômicas focam em empresas locais que estão começando a entrar no mercado brasileiro. As automotivas são as mais fortes.<br />
Infelizmente, para concluir, algumas semelhanças negativas entre o cenário brasileiro e o chinês:</p>
<p>1. aqui se fala muito em corrupção nas obras e projetos geridos pelo governo;<br />
2. o Chinês adora furar fila &#8211; acho que o Brasil está muito à frente nesse quesito&#8230;<br />
3. a lingua é hoje o maior obstáculo comercial enfrentado pelos chineses &#8211; literalmente ninguém fala algo que o mundo possa entender &#8211; com exceção de Hong Kong as demais localidades dependem 100% de tradutores;<br />
4. me parece que o povo em geral não vive, ainda, uma situação de satisfação &#8211; muitas horas de trabalho e distância do trabalho, são inimigos do humor chinês;<br />
5. É visível nas grandes cidades aqueles que vivem do subemprego.</p>
<p>Duas vantagens para nós: primeira &#8211; pelo nosso menor tamanho nossos problemas podem ser resolvidos mais facilmente, segundo as mulheres estão em outro patamar de atuação.<br />
O desafio chinês é fazer que o mundo diminua o preconceito contra sua forma agressiva e dominante de atacar mercados, além do péssimo conceito de seus produtos e serviços &#8211; se isso for sanado ninguém segura a China.</p>
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		<title>O Primeiro dia de um Líder</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 20:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[primeiro dia de chefia]]></category>
		<category><![CDATA[talentos. primeiro dia de trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente você foi promovido, ou promovida. É momento de celebrar. Talvez você ja esperasse isso, ou talvez tenha sido uma surpresa, ou um susto. Segunda-feira é o seu primeiro dia à frente de sua equipe. Que frio na barriga! Como &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/03/23/o-primeiro-dia-de-um-lider/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente você foi promovido, ou promovida. É momento de celebrar. Talvez você ja esperasse isso, ou talvez tenha sido uma surpresa, ou um susto. Segunda-feira é o seu primeiro dia à frente de sua equipe. Que frio na barriga! Como fazer? Ou o que não fazer?<br />
Não acredito em receita de bolo para aprendizado da liderança, mas não é difícil sugerir algo. Pensei nos momentos atuais, onde cada vez mais, jovens são colocados na jaula dos leões.</p>
<p>Para eles segue a minha lista de dicas para um primeiro dia.</p>
<p>Dica 1 &#8211; Comece pelo começo. Apresente-se, diga bom dia (mesmo se isto for contra a sua índole), olhe as pessoas nos olhos, conecte-se, esteja aberto.</p>
<p>Dica 2 &#8211; Não comece pelos problemas, diminua a sua ansiedade em impor seu estilo. Que tal descobrir quais são as coisas bacanas que sua equipe já fez no passado? Quem sabe descobrir logo de cara um novo talento.</p>
<p>Dica 3 &#8211; Não queira parecer o que você não é &#8211; seja sincero e objetivo, explique seu estilo e como você opera (claro, se você souber&#8230;).</p>
<p>Dica 4 &#8211; Ouça mais, fale menos. Deixe todo o seu potencial para depois, quem sabe sua equipe não esteja ansiosa para compartilhar com você os assuntos do momento. Ouça com carinho, não finja jamais estar ouvindo &#8211; todos percebem!</p>
<p>Dica 5 &#8211; Faça boas perguntas. Boas perguntas são aquelas que geram reflexão, que fazem as pessoas saírem de seu modelo mental fechado, obrigando-as a pensar de forma mais ativa.</p>
<p>Dica 6 &#8211; Não critique o trabalho ou os métodos de seu antecessor. Muitas vezes isso pode ser uma agressão direta a outros que co-criaram aquilo. Deixe seu lado de solucionador de todos os problemas para depois.</p>
<p>Dica 7 -Alie-se aos mais velhos e experientes &#8211; que tal um bom papo e uma descoberta de suas experiências. Eles não tem a sua velocidade nem a sua ambição? Não se preocupe talvez um dia você também seja assim &#8211; respeite o tempo e o momento deles.</p>
<p>Dica 8 &#8211; Não tire conclusões precipitadas. As pessoas precisam de tempo para entender você e você precisa de tempo para entender as pessoas.</p>
<p>Dica 9 &#8211; Não trabalhe além do estipulado. Novos líderes tendem a querer demonstrar competência com longas jornadas &#8211; o que fazem é começar a criar problemas no futuro, fuja dessa armadilha.</p>
<p>Dica 10 &#8211; Alinhe sua comunicação com o estilo de sua equipe. Como a equipe interage? O que funciona bem? O que deve ser melhorado? Quais novos canais de comunicação você pode explorar?</p>
<p>Dica 11 &#8211; Almoce com alguém. Não isole-se &#8211; esse é o momento mais chato para você e provavelmente para o seu grupo.</p>
<p>Dica 12 &#8211; Divirta-se. Se não conseguir achar nada divertido, reflita se realmente você está no local correto.</p>
<p>Dica 13 &#8211; Não desista, talvez o divertimento apareça, do nada, no segundo dia&#8230; </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Copa 2014 – Vamos fazer do nosso jeito!</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 12:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Valcke]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da semana turbulenta com uma imensidão de jogadas e discursos políticos entre FIFA e Governo Brasileiro, parece que agora as coisas estão resolvidas. Irado com a insinuação do &#8220;chute no traseiro&#8221; recomendado pelo Sr. Valcke, o ministro das relações &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/03/05/copa-2014-vamos-fazer-do-nosso-jeito/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da semana turbulenta com uma imensidão de jogadas e discursos políticos entre FIFA e Governo Brasileiro, parece que agora as coisas estão resolvidas.<br />
Irado com a insinuação do &#8220;chute no traseiro&#8221; recomendado pelo Sr. Valcke,  o ministro das relações internacionais do Brasil, Marco Aurélio Garcia &#8211; explicou &#8220;O Brasil não é europeu, germânico, vai fazer as obras ao seu ritmo, vamos fazer de nosso jeito.&#8221;<br />
Essa declaração nos deixa tranquilos, pois agora sim sabemos que o jeito brasileiro, antigamente conhecido vulgarmente por &#8220;jeitinho&#8221;, será colocado em prática. O improviso vai ser chamado para atuar. Ou será que o ministro se referia a criatividade e competência de nossa gestão?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O livro é caro. Será mesmo?</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 02:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todas as vezes que participo de debates sobre desenvolvimento surge o tema da leitura no Brasil. É muito comum aparecer alguém que defende a tese &#8220;o livro é muito caro no Brasil&#8221;. Será que isso ainda é verdade? O conceito &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/02/28/o-livro-e-caro-sera-mesmo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as vezes que participo de debates sobre desenvolvimento surge o tema da leitura no Brasil. É muito comum aparecer alguém que defende a tese &#8220;o livro é muito caro no Brasil&#8221;. Será que isso ainda é verdade? O conceito de caro ou barato deve ser melhor avaliado. Esse tem direta ligação com a importância que damos, ou não, a algo a ser adquirido.<br />
Os livros hoje são lançados praticamente ao mesmo tempo em todas as partes do mundo. A biografia de Steve Jobs foi lançada ao mesmo tempo no Brasil e no Exterior. Hoje ela custa aqui algo em torno de R$35  Na Amazon o custo é de US$18 &#8211; ou seja uns R$32. E isso pode variar de país a país, ou de local de compra e assim por diante. A variação não é tão grande. Bem, mas você pode me contradizer que nosso poder aquisitivo para livros é muito menor que o dos americanos ou europeus. É verdade. Mas isso nem sempre define bem a situação. São Paulo é hoje uma das cidades mais caras do mundo.<br />
Mas voltando ao tema sobre &#8221; O Livro é Caro&#8221;.<br />
Veja só: um livro deveria ser lido para trazer conhecimento, gerar informação, tornar as pessoas menos leigas, menos dependentes das bobagens como os BBB&#8217;s da TV, etc. Ou seja tem algum valor agregado. Mas quanto vale isso? E quanto as pessoas valorizam isso em suas vidas?<br />
Quando vamos nos divertir podemos escolher em ir a um cinema nos finais de semana (quase 1/2 livro ou mais) ou ir ao futebol &#8211; não esbanjando muito, uma arquibancada e um hot-dog suspeito (mais de um livro), em uma balada, dependendo do local, alguns meros drinques podem consumir uns dois ou três livros. Uma viagem maravilhosa em um final de semana pode se equiparar a uma estante completa.<br />
Ora, o livro não é caro. Somos nós que damos pouco valor a eles. Que pouco incentivamos nossos filhos a lerem (um jogo de vídeo game original equivale a pelo menos cinco a dez livros).<br />
Uma vantagem: o livro não morre. Por mais que o tema seja de atualidade ele sempre servirá para alguém &#8211; e isto é um valor intangível, sem formas de ser medido.<br />
Com a chegada dos livros digitais essa barreira de alcance global será transposta. Muitos autores hoje já pensam em ver suas obras em outras línguas, atingindo outras culturas, sem limites.<br />
O livro não é caro, é simplesmente uma questão de valor.<br />
Tenho certeza que nesse momento, enquanto finalizo meu post da Exame, muitas pessoas estão comendo deliciosas pizzas (mínimo 1 livro). Pense nisso!</p>
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		<item>
		<title>Carnaval? Ainda Precisamos Disso?</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 23:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de uma semana desfrutando do feriado, encontro um amigo que acaba de chegar do rico litoral paulista. Ele reporta o que é comum no feriado de carnaval: estradas congestionadas, lugares repletos de gente, muito barulho e estresse, cenas que &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/02/22/carnaval-ainda-precisamos-disso/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma semana desfrutando do feriado, encontro um amigo que acaba de chegar do rico litoral paulista. Ele reporta o que é comum no feriado de carnaval: estradas congestionadas, lugares repletos de gente, muito barulho e estresse, cenas que lembram a chegada anunciada de um furacão nos Estados Unidos. Alguns relatos desse amigo: a peixaria não podia servir peixe fresco pois senão haveria &#8220;muito trabalho&#8221; para limpar os mesmos e servir a todos &#8211; ora então por que ir até uma peixaria? A boate local, com muito estilo e ingressos à duzentos Reais, ao invés de samba (ainda existe isso?), tocava uma frenética música eletrônica.<br />
Todo carnaval tem tragédia &#8211; nas estradas, ou nos locais de desfiles, algo anda mal. Mas o Carnaval é a alegria do povo! Será mesmo? Milhões de pessoas aproveitam os quatro ou mais dias de folia para descansar, curtir amigos, passear, nem sequer se importam se a música é um samba ou qualquer outro tipo de som. Votam SIM para o Carnaval não pela tradição mas pelos dias de relaxamento. Poucos locais no Brasil, talvez alguns em Salvador e no Recife, realmente tenham apelo popular por tradição. No Rio de Janeiro a desculpa é sempre a mesma, os estrangeiros estão chegando&#8230; Ora, há alguns anos atrás uma pesquisa mostrou que o Rio somente recebia o turista classe D &#8211; esse cara é aquele que não põe a mão no bolso por nada, compra água na rua para levar pro hotel e come cachorro quente na praia. Apenas chegam ao Brasil para colocar em jogo o seu lado reprimido, geralmente reprimido por regras conservadoras de seu país de origem. Será que essa conta realmente fecha ou é mais uma mera ilusão econômica.  Será que o Rio arrecada mais que o carnaval de Veneza, ou o Mardi Gras de New Orleans &#8211; claro que as festividades são diferentes e têm  conotações distintas, mas como comparar isso na prática?<br />
Voltei à São Paulo hoje, passei na frente de nosso monumento do samba, onde ontem outro vexame aconteceu. Alguém resolveu subir no palco e rasgar os votos. Ora rasgar os votos &#8211; e ninguém tem uma cópia, ou um registro eletrônico? Estamos no mundo dos Flintstones? Já imaginou se nas Olimpíadas algo semelhante acontece? Vamos resolver no sorteio? É por isso que o Brasil continua sendo encarado como o país do improviso, do jeitinho.<br />
Mas somente para concluir a ideia. Uma universidade pública maravilhosa poderia se instalar no que hoje é a passarela do samba paulista. O maior elefante branco de São Paulo. Não serve para absolutamente nada, além de gerar um impacto ambiental não mensurado a todos os bairros de seu entorno, com seus shows pseudo culturais. O melhor de tudo é que isso é possível, e sem dispêndio de dinheiro público. Afinal verbas de fontes desconhecidas jamais faltam para que o nosso medíocre carnaval aconteça todos os anos, por que não transferi-los para a educação?<br />
Carnaval? Cinzas nele!</p>
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		<title>MBA de Graça</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 17:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este ano resolvi fazer um MBA. Bom não é bem o que você está pensando. Na verdade a decisão de fazer um MBA deve ter ocorrido há uns quinze anos atrás &#8211; na época fui atrás dos mais badalados cursos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/02/03/mba-de-graca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano resolvi fazer um MBA. Bom não é bem o que você está pensando. Na verdade a decisão de fazer um MBA deve ter ocorrido há uns quinze anos atrás &#8211; na época fui atrás dos mais badalados cursos e achei que a relação custo x benefício não era satisfatória em meu caso. </p>
<p>Um dos pontos negativos eram os currículos dos cursos, repletos de disciplinas que me pareciam mais para cumprir tabela do que formar uma pessoa em management. Com o passar dos anos o MBA foi banalizado (essa é minha opinião) &#8211; hoje temos MBA para tudo e o investimento é absurdo. Então, naquele momento, resolvi seguir a opinião de um amigo que me disse &#8211; se quer aprender realmente mais &#8211; vá direto a fonte. E fui. Fiz uma dezena de cursos e participei de diversos congressos de áreas distintas fora do Brasil &#8211; e isso foi sensacional &#8211; mas ainda muito caro.</p>
<p>Esse ano resolvi fazer o meu MBA &#8211; particular e customizado &#8211; e melhor com pouco investimento.<br />
Comecei mergulhando de cabeça no sensacional TED (<a href="http://www.ted.com">ted.com</a>) &#8211; já bem conhecido no mundo acadêmico &#8211; o TED é um site de conteúdo aberto com uma filosofia de gerar inspiração e transmitir conhecimento &#8211; <strong>100% free</strong>. São palestras, conhecidas como TED Talks que duram aproximadamente 20 minutos. Mas não são simples palestras. </p>
<p>Esta semana escolhi, para começar meu MBA &#8211; que acontece na minha casa, geralmente depois das 22 horas &#8211; alguns professores.<br />
Minha aula inicial (magna) foi com <em>Bill Gates</em> &#8211; que falou sobre o mal uso das verbas de educação nos EUA. Em seguida optei por ouvir e ver em HD<em> Jeff Bezos</em> da Amazon, e para terminar uma aula incrível sobre o cérebro com um cara que eu não lembro o nome.</p>
<p>Mas o meu MBA não para por aí. Já escolhi alguns livros incríveis para ler &#8211; o Projeto Guttemberg tem centenas de livros gratuitos e livres para download. A Apple recém lançou a Itunes U &#8211; uma espécie de loja virtual para Universitários e acadêmicos &#8211; a surpresa: uma vasta gama de conteúdos abertos das melhores universidades americanas.<br />
Ainda um obstáculo: a língua. A grande massa dos conteúdos está em Inglês &#8211; sem tradução. No Brasil já temos diversos TEDx (nome dado aos TEDs independentes) com diversas palestras e temáticas muito interessantes &#8211; gratuitas e o melhor, em português.<br />
Os blogs da Exame apresentam textos muito bacanas em muitas áreas diferentes &#8211; e estão aqui para serem lidos.<br />
Só não estuda quem não quer. Que se cuidem os MBA&#8217;s formais.</p>
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		<title>O Brasil Mudou…</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 00:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Volto do Chile, por lá alguns periódicos mostram um Brasil diferente, promissor. Um amigo dos EUA me pergunta sobre as novas por aqui e a nossa economia em desenvolvimento. Agora lá somos tratados como um novo oásis. Pensei&#8230;o Brasil mudou: &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/01/26/o-brasil-mudou/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Volto do Chile, por lá alguns periódicos mostram um Brasil diferente, promissor. Um amigo dos EUA me pergunta sobre as novas por aqui e a nossa economia em desenvolvimento. Agora lá somos tratados como um novo oásis. Pensei&#8230;o Brasil mudou:</p>
<p>- há escolas para todos, independente de classe social;<br />
- não existem mais planos de saúde &#8211; os mesmos deixaram de operar por simples falta de demanda &#8211; agora o sistema de saúde público é exemplar;<br />
- cada cidadão recebe em serviços públicos de forma equivalente ao tanto que contribuímos com impostos;<br />
- há segurança para todos;<br />
- somos visitados cada vez mais por pessoas que querem aprender nossos segredos;<br />
- o futebol e o carnaval não são mais nossas bandeiras principais;<br />
- nossos ícones são ousados empresários, algumas tecnologias inovadoras e muita criatividade;<br />
- os aeroportos funcionam e temos excelente oferta de voos o que nos permite alcançar outras culturas facilmente;<br />
- um médico ou professor ganha o equivalente a um jogador de futebol;<br />
- existem menos políticos &#8211; afinal tudo funciona tão bem que não precisamos de tantos nos representando (!?!?);<br />
- não temos mais BBB nem novelas no horário nobre, estes programas foram retirados do ar por falta de audiência.</p>
<p>Ouço um barulho estranho e forte!!! Acordo. Sabia que não devia ter dormido depois de uma farta feijoada. Acabou o sonho, restam os pensamentos positivos.</p>
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		<title>O Aprendizado do Naufrágio</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 23:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Naufrágio Concordia]]></category>
		<category><![CDATA[Resgate de passageiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos fui um assíduo passageiro de navios, no Brasil e fora dele. Lentamente fui conhecendo navios cada vez maiores e mais modernos. O nosso país foi invadido por este tipo sensacional de opção turística. Tirando alguns localizados incidentes &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/01/15/o-aprendizado-do-naufragio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos fui um assíduo passageiro de navios, no Brasil e fora dele. Lentamente  fui conhecendo navios cada vez maiores e mais modernos. O nosso país foi invadido por este tipo sensacional de opção turística.<br />
Tirando alguns localizados incidentes &#8211; eu mesmo participei de um, anos atrás em Punta del Leste &#8211; os navios de cruzeiro mantinham um excelente nível de segurança.<br />
Com tremenda surpresa acompanhei o acidente com o Costa Concordia na costa italiana, neste final de semana. Assim como todo acidente de porte, seja aéreo ou marítimo, é claro que uma série de erros combinados tornaram a tragédia possível. Mas, quando acompanho a imprensa italiana e mundial relatarem os fatos, vejo uma série de absurdos virem à tona.<br />
Sei que relatos emocionados dos passageiros tornam isso mais fácil para o jornalismo sensacionalista. Dizer pejorativamente que o processo de evacuação era conduzido por membros da tripulação, Filipinos e Peruanos, é um tremendo absurdo. Diversas vezes estive em Navios Costa, e em outras companhias, e lembro que a equipe de segurança era formada por Filipinos, Brasileiros, Hondurenhos, Italianos, Alemães, entre outras nacionalidades. Não significa que isto possa prejudicar a operação. Não quero aqui avaliar os erros da equipe de comando, se erraram ou não na questão de rota ou mesmo de evacuação do navio, mas sim me dirigir ao fato de que a enorme maioria de ocupantes do navio conseguiu se salvar em situação extremamente crítica, e por certo, não foi por mera sorte, mas sim pela ajuda de algumas pessoas competentes. Retirar mais de 4.000 pessoas em algumas horas, de modo praticamente individual, é algo sensacional. Quem são essas pessoas, esses heróis, gente que tornou a vida possível para muitos. Geralmente esses são esquecidos, não fizeram mais que o necessário.<br />
Alguns relatos mostram que houve disputa por coletes salva-vidas e que prioridades não foram atendidas. Ora, nada diferente do mundo em terra firme. Não há respeito por idosos, por pedestres, por minorias, e outras classes. E não adianta citar que isso é uma exclusividade da classe A. Não &#8211; o cruzeiro Costa &#8211; que infelizmente foi cenário da tragédia no final de semana está longe de ser considerado um cruzeiro de elite.<br />
O que podemos aprender com o naufrágio do Costa Concórdia? O que podemos fazer para evitarmos desgraças maiores? O que funcionou muito bem? Para as nossas autoridades: se tivéssemos algo semelhante por aqui, como agiríamos?<br />
Apenas reflexões. Continuo fã absoluto de navios e sou solidário com a Costa Cruzeiros &#8211; uma empresa séria e que sempre demonstrou grande preocupação com a segurança dos passageiros (mesmo que os Brasileiros sempre levem isso pro lado da brincadeira&#8230;).<br />
Cabe a todos avaliar o que podemos aprender com o acidente, que felizmente, por uma série de fatores, não foi uma tremenda catástrofe.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comece 2012 lendo…</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 00:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro post de 2012 é introspectivo. Enquanto escrevo, um pouco preguiçoso pelo efeito das pequenas férias, olho ao meu redor. Livros. Afinal este é um vício. Enquanto ouço minha louca seleção de músicas no Itunes &#8211; que pode variar &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/01/11/comece-2012-lendo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro post de 2012 é introspectivo. Enquanto escrevo, um pouco preguiçoso pelo efeito das pequenas férias, olho ao meu redor. Livros. Afinal este é um vício. Enquanto ouço minha louca seleção de músicas no Itunes &#8211; que pode variar entre a mais rara gravação de Elvis Presley à voz rouca da saudosa Amy, olho para minha estante. Quem me acompanhou nos últimos meses? Rita Carter, autora de Multiplicity, é uma delas. Minha favorita quando o assunto é cérebro &#8211; profunda mas simples de entendermos. Na minha área &#8211; da gestão positiva &#8211; não posso ficar sem os escritos de Martin Selligman e Alan Carr &#8211; esse um inglês não tão conhecido mas com um trabalho muito interessante sobre a psicologia positiva.<br />
Já na área de marketing um excelente companheiro de cabeceira é Buy-ology de Martin Lindstrom. Tive a oportunidade de assistir Martin em São Paulo ano passado e o cara é grande quando o assunto é consumidor &#8211; quem se interessa por isso vale a pena ler o livro. Para quem pretende escrever um livro vejo na estante o Corrija-se do mestre Sacconni &#8211; simplesmente útil e ágil.<br />
Quem quiser aprimorar sua comunicação, um companheiro diferente e prático é Hipnose Ericksoniana de Stephen Paul Adler &#8211; mestre na arte de comunicar-se e ir a fundo nas conversas.<br />
Para quem deseja algo mais profundo e que entra nas raízes do ser humano &#8211; um companheiro seleto é O Erro de Descartes de Antonio Damasio &#8211; um dos grandes nomes da neurociência. Para os futuristas e desejosos de novidades e previsões fantásticas leiam Ray Kurzwell &#8211; simplesmente maluco mas essencial.<br />
Que tal começar 2012 lendo um livro? Esse não tem sido um hábito (principalmente entre executivos) &#8211; e isso não é bom! Perde-se a capacidade de viajar e compartilhar conhecimento. Custa muito pouco.&#8221;O livro é caro&#8221; é uma armadilha para não ler. O livro é mais barato que uma pizza, metade do valor de uma garrafa de vinho mediano, muito menos que uma churrascaria ou que uma tarde no futebol. Leia e tire proveito.<br />
Excelente 2012 com muitos livros. Desafio: quantos livors você lerá efetivamente até dezembro? Seja ousado e divirta-se.</p>
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		<item>
		<title>Refletindo sobre 2011 e Desenhando 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 21:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[visão]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos amigos que prestigiaram o nosso blog de gestão positiva durante 2011, eu quero fechar esse ano compartilhando uma reflexão. Quando dezembro se aproxima e as festas começam agitar nossas vidas, seja no trabalho como junto às nossas famílias, começamos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/12/20/feche-2011-projete-2012/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos amigos que prestigiaram o nosso blog de gestão positiva durante 2011, eu quero fechar esse ano compartilhando uma reflexão.<br />
Quando dezembro se aproxima e as festas começam agitar nossas vidas, seja no trabalho como junto às nossas famílias, começamos planejar o ano seguinte. Onde queremos chegar, quais transformações e desafios desejamos atingir, onde devemos investir nossos esforços, são apenas exemplos disto.<br />
Que tal fazermos algo um pouco diferente este ano? Que tal refletirmos sobre nossos acertos em 2011. O que conseguimos realizar? Que sonhos transformaram-se em realidade? Quais momentos foram marcantes? Basta assistir rapidamente o filme de 2011 novamente, em poucos minutos. Agora que você já fez isso &#8211; que tal fazer uma viagem fantástica para dezembro de 2012? Sim exatamente um ano à frente. Como você se vê em dezembro de 2012? O que você conseguiu realizar? Que imagens positivas fazem parte de sua memória, quais conquistas e barreiras você conseguiu suplantar? Quais pessoas estiveram e foram importantes ao seu lado? O que você passou a conhecer? A quem você ensinou algo? A quem você ajudou? Como você se sente, no âmbito físico e emocional? Onde você aplicou sua energia e força durante o ano de 2012 &#8211; que foram essenciais para você ter obtido grande sucesso?</p>
<p>Alguns minutos para refletir, pensar e criar imagens positivas. Se preferir faça isso junto com as pessoas que você ama e que compartilham seu cotidiano.</p>
<p>Espero que todos tenham um excelente Natal e que 2012 possa ser o palco de muitas transformações positivas.</p>
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		<item>
		<title>Qualidade Já Era?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liderança Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[O movimento da Qualidade teve seu auge na década de 1980 &#8211; empresas e corporações do mundo todo voltaram-se para melhorar produtos, serviços e adequar seus processos. Os sistemas de gestão tornaram-se populares e a &#8220;ISO&#8221; ficou conhecida como prêmio &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/11/29/qualidade-ja-era/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento da Qualidade teve seu auge na década de 1980 &#8211; empresas e corporações do mundo todo voltaram-se para melhorar produtos, serviços e adequar seus processos. Os sistemas de gestão tornaram-se populares e a &#8220;ISO&#8221; ficou conhecida como prêmio às organizações que atendiam parâmetros mínimos requeridos para produzir e entregar produtos e serviços confiáveis. Na mesma época tornou-se muito popular o uso de diversas ferramentas voltadas a melhoria de gestão tais como Six Sigma, Manufatura Enxuta (Lean), Kayzen, TOC entre outras. Mas este movimento todo teria nos levado a um patamar melhor, e de maior qualidade e satisfação dos clientes e consumidores?<span id="more-1261"></span></p>
<p>Segundo o americano James L. Lamprecht &#8211; consultor considerado um dos modernos gurus da Qualidade &#8211; isso pode não ser bem verdade. Participando do evento Qualidade Fórum Global 25 anos, realizado em Salvador na Bahia, o consultor foi enfático em afirmar que algumas organizações não souberam aproveitar a onda da qualidade para melhorar seus produtos e processos, apenas tornaram seu cotidiano mais burocrático e menos produtivo. Lamprecht explica que muitas ferramentas transformaram-se em gigantes e complexos sistemas que vêm atrapalhando a inovação e aumentando o estresse das pessoas. &#8220;Muitas empresas jamais praticaram o que sua Missão ou Visão estabelecidas apenas porque elas são contos de fadas&#8221;- afirma Lamprecht. Segundo o consultor americano a globalização tem parte de culpa nisto. &#8220;Elas (corporações) mandam pessoas às suas filiais apenas para controlar os demais &#8211; raramente eles conhecem à fundo suas operações locais, o que causa tremendo conflito entre os gestores. Outro ponto importante destacado por Lamprecht refere-se a atitude dos CEO&#8217;s jovens. Ele acredita que exista hoje um afastamente grande e cada vez maior desses executivos do chão de fábrica &#8211; onde as coisas realmente acontecem. &#8220;Geralmente eles recebem informações filtradas e nem sempre verdadeiras, quando percebem um problema provavelmente não têm tempo para reagir corretamente&#8221;, afirma o consultor.<br />
<a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/files/2011/11/james.jpg"><img src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/files/2011/11/james-232x300.jpg" alt="" width="232" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-1271" /></a><br />
Lamprecht menciona o caso de empresas que tentaram se tornar enxutas quanto a pessoas e sistemas de trabalho, e depois de alguns anos pagaram caro pelo uso excessivo destes conceitos. Muitas vezes uma grande economia pode gerar no futuro um resultado negativo em relação a satisfação dos clientes e perda de rentabilidade. O consultor alerta as empresas brasileiras para não seguirem o exemplo de algumas corporações americanas que transformaram seus sistemas de gestão em algo complexo e pouco efetivo.<br />
Sobre o Brasil e os desafios de 2014 e 2016, Lamprecht diz acreditar que o país tem condição de fazer um bom papel. Ele considera a qualidade de nossos serviços razoável e comparável a outros países. Entretanto é crítico quando o assunto é infra-estrutura, tal como a qualidade de nossos aeroportos e transportes terrestres.<br />
O tema apresentado é muito interessante quando vemos empresas que pregam serem as melhores e nem sempre demonstram isso a seus consumidores e muito menos para as pessoas que trabalham lá. Acho que vimos situações semelhantes de organizações certificadas e premiadas que estão muito longe de serem consideradas com uma qualidade acima das expectativas. Devemos continuar a trabalhar nessas questões.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>É mais fácil criticar…</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 22:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Tomar decisões rápidas e precisas sempre foi um desafio tremendo para gestores. Quem observa os fatos de fora, pode não entender a escolha feita por outra pessoa. Muitas vezes pode parecer uma tolice tremenda, criticar sempre é mais fácil. Vejamos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/11/20/e-mais-facil-criticar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tomar decisões rápidas e precisas sempre foi um desafio tremendo para gestores. Quem observa os fatos de fora, pode não entender a escolha feita por outra pessoa. Muitas vezes pode parecer uma tolice tremenda, criticar sempre é mais fácil. Vejamos o futebol &#8211; os nossos comentaristas &#8220;grudentos&#8221; cansam a todos com suas previsões banais. Esse jogador não podia jogar, o treinador errou novamente, a substituição foi incorreta. Alguns minutos depois, percebem o erro e tentam corrigir. No ambiente corporativo é quase a mesma coisa. É bem mais fácil criticar do que agir efetivamente. A síndrome do comentarista esportivo toma conta de muitas empresas. As decisões nem sempre são compreendidas e, com certeza, a comunicação interna é culpada por isso. Investiremos em um novo projeto, faremos uma aquisição, descontinuaremos uma linha de produtos, todos são temas polêmicos e que despertam o interesse dos cronistas de plantão. Lá estão eles a postos para criticar e começar a &#8220;torcer contra&#8221; sem mesmo saber o conteúdo concreto de cada proposta. Ganham força pois cercam-se de outros pessimistas que os apóiam. Nutrem o sentimento do &#8220;se há um governo eu sou contra&#8221;. Não param para entender a posição de quem tomou a decisão &#8211; isto dá trabalho, é mais fácil dizer que se fosse ele faria diferente, seria mais ousado, ou menos duro, ou mais criativo, ou menos agressivo, ou mais ágil, ou menos contundente. A bola de cristal é a mais importante ferramenta de gestão destas pessoas. E esse modelo se propaga facilmente. Jovens e mais experientes padecem do mesmo problema &#8211; criticar é mais fácil. Será que isso é proveniente do nosso sistema educacional, ou mesmo familiar? Quantas vezes nos pegamos criticando antes mesmo de ouvirmos nossos filhos? Dizer que algo está indo bem é mais complexo do que identificar uma falha &#8211; crescemos assim e fomos condicionados a isso. Muitas organizações crêem que o bom gestor é aquele que lida bem com problemas &#8211; não importa se ele é odiado, se sua equipe está à beira de um ataque de nervos ou se sua vida pessoal está desequilibrada. Resultados imediatos é o que interessa. São míopes &#8211; não percebem que essa atitude não é sustentável. Na próxima vez que for criticar, pare, respire por alguns segundos e pense se o que vai apontar faz algum sentido. Faça o teste e acho que poderá se surpreender com os resultados.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Primeiro 5 Estrelas do Brasil: acho que entendi errado…</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 01:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil tenta há algumas décadas classificar seus hotéis e identifica-los por um sistema ultrapassado de qualidade, representado por &#8220;estrelas&#8221;. Muitas tentativas foram feitas e fracassaram &#8211; o mundo partiu para outros sistemas com foco mais na visão dos clientes &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/11/08/o-primeiro-5-estrelas-do-brasil-acho-que-entendi-errado/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tenta há algumas décadas classificar seus hotéis e identifica-los por um sistema ultrapassado de qualidade, representado por &#8220;estrelas&#8221;. Muitas tentativas foram feitas e fracassaram &#8211; o mundo partiu para outros sistemas com foco mais na visão dos clientes e do mercado. Mas nós insistimos e agora, recentemente, ganhamos um novo sistema.<br />
Por azar, e não quero dizer incompetência, a nova forma nasce confusa.<br />
Veja só &#8211; a semana passada o Hotel Hyatt em São Paulo teve a honra de ser homologado como o primeiro 5 estrelas do Brasil, após uma avaliação realizada pelo Ipem &#8211; Instituto de Pesos e Medidas &#8211; que representa o SBClass Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem, ligado ao Ministério do Turismo.<br />
Alguns poucos dias depois do anúncio do prêmio, o mesmo hotel é manchete dos jornais pelo uso de produtos alimentícios fora do prazo de validade. Virou caso de polícia, produtos vencidos na mira dos chefes de cozinha do requintado hotel. Será que eu entendi errado? Ou a nossa avaliação de &#8220;estrelas&#8221; não passa pela cozinha? Será que o Ipem somente verificou o tamanho dos quartos e banheiros? Ou se o lixo estava sendo acondicionado e destinado adequadamente? Não, claro que eu devo ter entendido errado.</p>
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		<title>O Quanto Você Empreende em Sua Carreira?</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 17:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[6. Você acha que ganha menos do que devia. Em que áreas de sua carreira você deveria investir para aumentar significativamente seu valor?]]></category>
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		<description><![CDATA[Todo jornalista que se preze gosta de receitas de bolo. Quando sou convidado a dar uma opinião, por exemplo, sobre carreira &#8211; geralmente me pedem uma lista de dicas. Não gosto muito disso &#8211; acho que dicas genéricas são perigosas, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/11/02/o-quanto-voce-empreende-em-sua-carreira/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo jornalista que se preze gosta de receitas de bolo. Quando sou convidado a dar uma opinião, por exemplo, sobre carreira &#8211; geralmente me pedem uma lista de dicas. Não gosto muito disso &#8211; acho que dicas genéricas são perigosas, podem ajudar alguns e fazer um tremendo estrago em outros. Mas existe um tema que gosto muito de comentar &#8211; quanto empreendemos em nossa carreira no dia-a-dia? Quanto somos capazes de mudar, de gerar resultados positivos?<span id="more-1151"></span></p>
<p>Alguns limitam-se a tratar esse assunto como o investimento de dinheiro e tempo em cursos de graduação ou especialização. Não me refiro a isso! Minha questão tem o objetivo de gerar outro tipo de reflexão. Para os amigos jornalistas (os das &#8220;listas&#8221;) seguem dez perguntas sobre o tema. O objetivo destas questões é fazer o leitor pensar um pouco sobre como está lidando com sua vida profissional. Vamos a elas.</p>
<p>1. Há quanto tempo você não se senta em uma cadeira de aula, seja em uma escola de formação ou em um auditório para se atualizar?<br />
2. Nos últimos seis meses, quantas vezes você participou de atividades diferentes dentro de sua profissão, e teve contato com coisas novas? Como anda sua motivação para não cair na mesmice?<br />
3. Quanto (em valor monetário) você investiu no último ano em seu desenvolvimento profissional? Ou seja, de tudo que você recebeu quanto foi revertido em conhecer coisas novas, estudar, ler, aprender, se relacionar, trocar informações, etc?<br />
4. Qual é o seu atual grande objetivo de carreira para 2012? Onde você quer estar daqui há um ano? E daqui há dois anos? Quem sabe cinco? Quais são seus sonhos futuros?<br />
5. Se você fosse demitido hoje, o que você faria? Que tipo de trabalho buscaria? Se você tivesse que escrever um novo currículo atualizado o que você incluiria nele? Quais conquistas recentes você poderia tirar proveito?<br />
6. Você ganha menos do que poderia. Quais áreas de sua carreira você deveria investir para aumentar seu valor profissional?<br />
7. Quanto tempo por semana você tem dedicado para atualização e contato direto com informação? Como isso é feito na prática? Quais veículos de comunicação você utiliza?<br />
8. Nos últimos doze meses quantos e quais livros você leu? Dos lidos tente listar pelo menos 4 ou 5 conceitos aprendidos.<br />
9. Se você fosse seu novo empregador quais seriam os motivos principais para escolher você como profissional diferenciado para ocupar uma importante posição em sua empresa?<br />
10. Qual das perguntas anteriores o deixou mais perturbado? Quanto ela merece ser trabalhada de imediato? Supondo que em alguns meses você consiga melhorar muito nesta área, qual seria o seu prêmio? O que você ganharia com isso?</p>
<p>Ótima reflexão a todos! </p>
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		<title>O Ambiente de Trabalho Afeta a Produtividade?</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 20:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
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		<category><![CDATA[mudanças de comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um amigo me enviou um e-mail se queixando de seu local de trabalho. Dizia ele que os móveis antigos e o carpete velho aparentemente influenciava o humor das pessoas. Os computadores velhos e lentos, os sistemas de informatização ultrapassados, até &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/10/23/o-ambiente-de-trabalho-afeta-a-produtividade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um amigo me enviou um e-mail se queixando de seu local de trabalho. Dizia ele que os móveis antigos e o carpete velho aparentemente influenciava o humor das pessoas. Os computadores velhos e lentos, os sistemas de informatização ultrapassados, até os estilos de documentos eram antigos. Ele me questionou se isso poderia afetar a produtividade das pessoas. A resposta é: creio que sim! O ambiente de trabalho pode jogar a favor ou contra quando o assunto é produtividade. Não que eu seja totalmente favorável ao estilo exótico de alguns escritórios que se preocupam até com o grau de incidência de luz durante o dia, mas me parece óbvio que o local adequado e os recursos adequados podem fazer muita diferença. O uso da ergonomia nos ambientes de trabalho não é algo novo, mas ainda pouco levado a sério. Algumas baias de trabalho pecam por escancarar a privacidade das pessoas. A conversa ao telefone é exemplo disso. Impossível não ouvir a conversa do vizinho, concentrar-se é um desafio ainda maior. Mas existem outros pontos favoráveis como fácil acesso as pessoas, pena que essa vantagem não seja utilizada. Muitas pessoas insistem em mandar um e-mail ao colega do lado ao invés de simplesmente virar a cabeça e dar-lhe o recado cara a cara.<br />
Outro assunto interessante quando penso em local de trabalho é a questão de salas de reunião. Você já reparou que cada vez mais estamos diminuindo o espaço de trabalho e aumentando os destinados a reuniões. Faltam salas para reuniões. Talvez porque as pessoas estejam praticamente o Team Work ou talvez apenas estejam cada vez mais fazendo reuniões inúteis.<br />
Disse a esse amigo que tomasse cuidado com mudanças bruscas de ambiente, ou seja sair de uma sala projetada em 1970 e do dia para a noite adotar um estilo &#8220;google&#8221; de ambiente de trabalho pode causar depressão compulsiva nas pessoas, o mais recomendável é fazer algo gradativo. É mais ou menos o mesmo quando pegamos um idoso, que morou 50 anos em uma casa e queremos que ele se adapte em um pequeno apartamento. Pense nisso.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Steve Jobs – Sentiremos Sua Ausência!</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 21:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia longe da tecnologia, o mar me deixou afastado de uma das minhas paixões. Hoje falei com meu filho no Brasil, que apesar de seus 13 anos, simplesmente me disse: você soube quem morreu? Eu tinha uma outra curiosidade &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/10/06/steve-jobs-sentiremos-sua-ausencia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia longe da tecnologia, o mar me deixou afastado de uma das minhas paixões.  Hoje falei com meu filho no Brasil, que apesar de seus 13 anos, simplesmente me disse: você soube quem morreu? Eu tinha uma outra curiosidade sobre o lançamento do Iphone 5.</p>
<p>Ele diretamente me disse, Steve Jobs se foi. Hoje trabalhei no navio com um Ipad offline e corri pela ponte principal com meu Ipod vermelho &#8211; perfeito, correto, me colocando perto de casa através da música.</p>
<p>Confesso que fiquei muito chateado. Jobs era a figura do otimista que contamos, eu e André Arrieta, em nosso livro Mentes Positivas. Era pouco simpático, e  tão pouco querido de todos , mas ir à frente e enfrentar desafios era seu grande brinquedo.</p>
<p>Sentiremos sua falta. Todos os que gostam de gestão de negócios, de forma ousada e muitas vezes arriscada, sentirão claramente sua falta.</p>
<p>Talvez mais uns anos de vida e poderíamos navegar pela Web, com plenitude, mesmo em mares distantes.</p>
<p>Salve Jobs, onde você estiver!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Festa da Copa Começou</title>
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		<comments>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/09/30/a-festa-da-copa-comecou/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 15:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Gastos Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpiadas no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Os jornais de hoje divulgaram alguns custos referentes a cerimônia do sorteio oficial dos grupos da copa realizado em 30 de julho na Marina da Glória no Rio de Janeiro, e eles são muito interessantes. Somente com pessoal o gigante &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/09/30/a-festa-da-copa-comecou/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os jornais de hoje divulgaram alguns custos referentes a cerimônia do sorteio oficial dos grupos da copa realizado em 30 de julho na Marina da Glória no Rio de Janeiro, e eles são muito interessantes.<br />
Somente com pessoal o gigante evento consumiu nada mais nada menos que R$2,2 milhões. Até aí nada de alarmante, afinal um grande evento, milhares de pessoas envolvidas, seguranças, etc. O que chama a atenção são alguns salários, como por exemplo o de Diretor de Atendimento com um valor de R$54 mil. Ou quem sabe o de Diretor de TV com um salário de R$162 mil, teria sido o Spielberg???O que faz um diretor de atendimento? Não sei mas quero me candidatar para os próximos. Um Assistente de Atendimento levou para casa meros R$11 mil, já um Supervisor de Chegadas e Partidas recebeu apenas R$4 mil e um motorista ralos R$3,5 mil? Será que estes valores são tabelados? Outro valor (ou melhor custo) que surpreende &#8211; o aluguel da Marina da Glória, a bagatela de R$3,74 milhões. Vamos em frente, começou a festa!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/09/30/a-festa-da-copa-comecou/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Mentes Positivas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/EXAME-GestaoPositiva/~3/WN3YXf5AAig/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/09/21/mentes-positivas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 16:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[André Arrieta]]></category>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[otimismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Pscilogia Positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Ricci]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é uma pessoa otimista? Invista alguns segundos para refletir sobre isso. Provavelmente seu cérebro está nesse exato momento tentando avaliar suas últimas atitudes diante dos muitos cenários de sua vida. Talvez você se recorde de um momento negativo que &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/09/21/mentes-positivas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você é uma pessoa otimista? Invista alguns segundos para refletir sobre isso. Provavelmente seu cérebro está nesse exato momento tentando avaliar suas últimas atitudes diante dos muitos cenários de sua vida. Talvez você se recorde de um momento negativo que você rapidamente conseguiu reverter e encontrar uma brilhante saída, ou talvez uma situação adversa que você acabou transformando em oportunidade. É isso que distingue o otimista dos demais. E sua empresa tem atitudes otimistas? A Apple quase quebrou há anos atrás, o Google jamais nasceria se não houve otimistas por trás de sua estratégia, e existem muitos outros exemplos. Um executivo é positivo quando tenta ver os riscos de seu negócio friamente. Não toma decisões por impulso, age considerando os fatos. Existe uma falsa ideia de que o otimismo esteja relacionado ao humor e ao clima organizacional. Empresas &#8220;oba-oba&#8221; não são positivas, apenas vestem o rótulo de modernas e especiais, por trás dele sucumbem aos mesmos problemas de sempre: imediatismo, modismo, burocracia, falsa filosofia humana. André Arrieta &#8211; um carioca destemido &#8211; e eu escrevemos um livro sobre os otimistas: pessoas e corporações &#8211; o filho novo chama-se Mentes Positivas.<br />
Não posso deixar de convidar todos os seguidores do Blog Exame a comparecerem no lançamento para conversarmos um pouco sobre gestaão positiva &#8211; tema central deste blog. Espero você lá.<br />
Lançamento: Mentes Positivas dia 27/11/11 a partir das 19h00 na Livraria Cultura Shopping Bourbon Pompéia São Paulo.</p>
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		<title>Vendedores Positivos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 12:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existe alguma profissão mais desafiadora que a de um vendedor? Não importa qual seja o produto ou serviço, o vendedor integra um processo importante que define o sucesso ou o fracasso de uma organização. A função &#8220;vendedor&#8221; recebeu ao longo &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/09/07/vendedores-positivos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe alguma profissão mais desafiadora que a de um vendedor? Não importa qual seja o produto ou serviço, o vendedor integra um processo importante que define o sucesso ou o fracasso de uma organização. A função &#8220;vendedor&#8221; recebeu ao longo dos anos novos nomes mais pomposos: consultor de vendas, relações especiais com clientes, analista de negócios, mas no fundo todos são puramente vendedores. Mas o que distingue um vendedor positivo e otimista de um fracassado?<span id="more-961"></span><br />
O que é mais fácil vender um produto de alto valor agregado e com preços astronômicos como um Ferrari ou algo comum e que vale migalhas? A resposta é: depende. Depende do vendedor. Um vendedor pessimista diria que vender produtos baratos é muito mais fácil. Um vendedor positivo preferiria entender ambos os negócios antes de emitir sua opinião. Lembro que o conceito de otimista e positivo não pode ser confundido com o estado de humor &#8211; um otimista pode ser um vendedor que ouve mais do que fala. O modelo de vendedor papagaio está fora de moda. O positivo é aquele que encara o desafio de vender mesmo os mais complexos produtos. O Dr. Stephen Paul Adler &#8211; um especialista em comunicação &#8211; nos contou recentemente uma metáfora interessante sobre vendas e otimismo. </p>
<p>Em uma pequena vila de uma cidade remota, vivia um jovem artesão que passava seus dias no fundo de sua casa em uma pequena oficina construindo peças de decoração. Apesar de muito bonitas, ele praticamente não conseguia vender uma sequer peça pois todos na vila não valorizavam seu trabalho. Ao conversar com um amigo sobre sua frustração de criar produtos maravilhosos e não conseguir vender nenhum deles, o amigo sugeriu que ele fosse falar com o morador mais rico da cidade &#8211; um ancião respeitado por todos. A ideia parecia tola, mas o jovem artesão aceitou-a e caminhou quase o dia todo para chegar a casa do homem que vivia no alto das montanhas. Ele morava em uma casa enorme o que transmitia claramente a qualquer um que a visse, o sucesso de seu morador. O jovem artesão bateu a porta e foi recebido pelo ancião. Ofegante e cansado pela viagem, ele rapidamente pede ao mestre apoio para vender seus produtos e indaga sobre quais seriam suas sugestões para faze-lo.<br />
O ancião esperou o jovem terminar e disse: &#8211; meu jovem eu posso ajudar sim, mas antes preciso muito de sua ajuda. O jovem ficou surpreso, ora que tipo de ajuda um homem tão rico precisaria de alguém tão inexperiente. O ancião contou que estava em situação difícil, que seu dinheiro praticamente acabara e que precisaria vender, de modo urgente, um diamante &#8211; relíquia de família e muito estimado &#8211; para poder sobreviver mais algum tempo. O jovem artesão ficou aborrecido, afinal além de não receber nenhuma ajuda ainda teria que voltar à cidade e vender &#8211; justamente o que ele não sabia fazer. Mas aceitou o pedido. Antes de pegar o diamante perguntou quanto valia o objeto, o mestre limitou-se a dizer: não sei, só não o venda por menos de 5 mil Reais. O artesão retornou a cidade. Logo foi até um pequeno armazém perto de sua casa oferecer o diamante. O dono olhou cuidadosamente a jóia e disse: &#8211; meu jovem não acho que isso possa valer muita coisa &#8211; e isso me parece apenas um pedaço mal acabado de vidro. Para te ajudar posso te pagar mil Reais. O jovem franziu a testa, pegou a pedra e foi embora. Visitou mais duas pequenas lojas que apenas não demonstraram mínimo interesse. O artesão ficou muito irritado. Teria que voltar ao mestre e explicar que aquele diamante nada valia.<br />
Subiu a montanha e ao encontrar-se com o ancião começou a contar afoito todas as suas tentativas improdutivas de vender o produto. O mestre escutou tudo atentamente e disse: &#8211; sem problemas, eu vou lhe ajudar. Pegou um papel, escreveu um endereço e um nome de uma pessoa. &#8211; Volte à cidade e procure esta pessoa neste endereço, só ele poderá nos ajudar. O jovem com pena do velhinho, pegou a pedra e retornou à vila. Foi até o endereço indicado, tratava-se de uma pequena porta onde vivia um famoso ourives. O jovem contou toda a história enquanto o especialista observava cuidadosamente o diamante. Alguns minutos depois o homem diz: &#8211; diga ao mestre que esta pedra é maravilhosa deve valer pelo menos 1 milhão de Reais, mas que eu não posso pagar mais de Cem mil. O artesão ficou paralisado. Pegou a pedra e voltou correndo ao topo da montanha. Nem lá chegou começou a contar o quanto valia o diamante. O mestre apenas ouviu &#8211; sem reação. O artesão perguntou afoito se ele pretendia vender &#8211; o mestre disse que não. O jovem furioso por ter perdido tanto tempo e quase aos berros disse: &#8211; fiz a minha parte, agora vai me ajudar? O ancião sorriu e disse: &#8211; eu já lhe ajudei, não existe produto ruim mas sim clientes errados. Volte e encontre os seus clientes!</p>
<p>Vendedores positivos são atentos ao mercado e a cada variedade deste. São apenas artesãos com olhos de mestres.</p>
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		<title>O que atrapalha o Brasil?</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 13:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existe um estudioso húngaro chamado Mihaly que alguns anos atrás elaborou um estudo sobre balanceamento positivo de fatos, conhecido como Flow. Este estudo aplica-se mais à pessoas e basicamente nos diz que devemos tirar da frente pequenas coisas que nos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/08/21/o-que-atrapalha-o-brasil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe um estudioso húngaro chamado Mihaly que alguns anos atrás elaborou um estudo sobre balanceamento positivo de fatos, conhecido como Flow. Este estudo aplica-se mais à pessoas e basicamente nos diz que devemos tirar da frente pequenas coisas que nos incomodam, que nos fazem perder energia. Podem ser situações do cotidiano, pessoais ou mesmo profissionais. Estive pensando nisso com olhares para o Brasil&#8230;<span id="more-911"></span><br />
Se pudéssemos aplicar a metodologia do Flow olhando para o que acontece em nosso país seria sensacional. Parei para fazer esta reflexão e criei uma lista de &#8220;pedras no sapato&#8221; e que reflete-se em nós brasileiros a cada minuto. A lista poderia ser imensa,  mas essa é a que me veio a cabeça em primeiro lugar. Claro que os leitores que acompanham o Blog podem completa-la com seus comentários. Lembrando que cada item eliminado da lista a seguir nos leva a um lugar melhor, mais positivo, de melhor resultado. Vamos a ela.</p>
<p><strong>1. Ética</strong> &#8211; leio os jornais todos os dias e as notícias de manchete em grande parte envolvem este tema, não só alimentadas por péssimos políticos mas também por empresas, entidades filantrópicas, etc.<br />
<strong>2. Burocracia</strong> &#8211; me lembro que há uns muitos anos a trás o governo criou o ministério da desburocratização, tão burocrático foi o processo que ele simplesmente deixou de existir &#8211; para o Brasil andar precisamos mudar isso de moda radical. Nem mesmo a tecnologia ajudou. Uma assinatura digital é tão complexa quanto um reconhecimento no cartório &#8211; e o pior as licitações ainda nos mostram falcatruas básicas como falsificação de documentos. Abrir uma empresa é um parto, fechar um divórcio.<br />
<strong>3. Somos os melhores</strong> &#8211; essa é uma máxima cultural. A síndrome do Galvão (aquele mesmo&#8230;). Temos as melhores praias, o povo mais caloroso, somos mais espertos, temos mais jogo de cintura, a melhor comida, a melhor música, e uma GIGANTE falsa modéstia. Se parássemos para olhar positivamente o que os outros países tem de melhor (que nós&#8230;) seria sensacional. Basta diminuirmos o nosso Ego e cuidarmos de eliminar essa crença negativa que o Brasil deve ser melhor em tudo.<br />
<strong>4. O Jeitinho&#8230;</strong> &#8211; sim essa é uma pedra enorme em nosso sapato. E isso é evidente em pequenas coisas. Esta semana falei com uma pessoa de uma grande empresa, uma marca bem famosa, que me disse o seguinte &#8220;eu quero uma cortesia para podermos estar presentes em seu evento&#8221;. Disse que não havia entendido. Depois percebi que o jeitinho queria apenas uma cortesia. Observe no dia-a-dia: As vagas para idosos não são respeitadas, e também não são verificadas e muito menos os infratores multados. As filas nos aeroportos são sempre burladas por supostos executivos atrasados, que como sempre estão atrasados, pois são muito importantes para chegar com a antecedência devida. Quer o melhor ingresso? Procure um cambista. Quer agilizar algo? Procure um despachante ou um atravessador. Quer ser bem atendido? Seja amigo do dono. E outras coisinhas que o amigo leitor conhece bem.<br />
<strong>5. Os impostos.</strong> Esse item prefiro não comentar, mas imagine como seria o nosso potencial competitivo com taxas mais justas? Em que posição estaríamos? Só para refletir&#8230;<br />
<strong>6. Brasília.</strong> Tenho bons amigos em Brasília, trabalhadores que moram de domingo a domingo na bela cidade, que pagam impostos e que são muito competentes naquilo que fazem. Mas existem os supostos trabalhadores de &#8220;terça à quinta&#8221;, os que trancam a pauta, os que querem manter tudo em segredo, os da direita, esquerda, centrão, parasitas, todos unidos em uma única causa &#8220;defender o Brasil&#8221;. O que seria de nós sem Brasília? Não sei como poderíamos sobreviver sem eles&#8230;<br />
<strong>7. Marketing. </strong>O Brasil tem uma ótima imagem lá fora. Realmente isso melhorou muito nos últimos vinte anos. A economia tem feito sua parte. O Brasil tem grandes nomes no Marketing corporativo que ganham prêmios internacionais todos os anos. Eu gostaria que a presidente Dilma tivesse esses especialistas em seu time (não estou me referindo aos marketeiros mas sim profissionais de marketing). Só assim eu deixaria de ter que explicar ao pessoal de fora que nossa capital não é Buenos Aires, que não falamos espanhol, que as mulheres não andam de biquini no meio das ruas e que não é fácil ouvir samba e ver carnaval em qualquer época do ano.<br />
<strong>8. Licitação.</strong> O que seria do Brasil sem as licitações? Compra pelo menor preço? Sistema de 3 propostas fechadas? Ora isso é muito ousado mas eu acho que seria melhor. Quando você vai comprar um carro ou uma roupa ou um alimento nem sempre o menor preço é o que possui o melhor valor. Vejo por uma praça que fica próxima ao meu escritório em São Paulo. Em dois anos o piso da estrada já deve ter sido refeito umas três vezes. Quanto custou? Provavelmente o &#8220;menor preço&#8221;. Para fazer um edital importante como o do trem bala são necessários meses de estudos e preparos, quanto custa isso? Quem paga a conta?<br />
<strong>9. A Novela das Oito.</strong> O que seria de nós brasileiros sem Insensato Coração? Como poderíamos educar nossos filhos? Será que teríamos que usar o tempo para lermos um pouco mais ou conversarmos com amigos? Mas como seria o dia seguinte? Muitas pessoas não teriam assunto e isso seria, talvez, enfadonho. O futebol não começaria as 22h00, talvez as 20h00. Muitas empresas de publicidade quebrariam, revistas então nem se fale. Esqueça essa ideia é uma bobagem!<br />
<strong>10. Os Problemas de Sempre.</strong> Esse último tópico é destinado aquelas pedras que são usuais em campanhas políticas. Saúde, segurança e educação. Todo brasileiro que se preze é um ministro de saúde, segurança e educação. Pergunte a qualquer um deles e eles dirão coisas importantes para serem melhoradas nestes três âmbitos. &#8220;Nunca na história desse país&#8221; fizemos a lição de casa. Que tal fazermos agora?</p>
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		<title>Quem inventou o Coaching?</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 18:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Infelizmente o processo de coaching em minha opinião está a beira da banalização. Todo mundo virou Coach. É moda, um nome bacana e que dá um certo status. Consultores se transformaram em Coaches, terapeutas também, fora os demais que simplesmente &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/08/13/quem-inventou-o-coaching/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente o processo de coaching em minha opinião está a beira da banalização. Todo mundo virou Coach. É moda, um nome bacana e que dá um certo status. Consultores se transformaram em Coaches, terapeutas também, fora os demais que simplesmente fizeram novos cartões de visita. E os Coaches de verdade ficam vendidos no meio desta imensa confusão. Mas de verdade o que é p coaching e onde ele nasceu?<span id="more-811"></span><br />
Coaching não é algo novo, já é praticado no desenvolvimento de pessoas há pelo menos 35 anos. Foi em meados dos anos 70 que um jovem franzino, formado em Harvard e treinador de Tênis, percebeu que existia uma forma diferente de ensinar seus alunos. Certo dia, um de seus alunos mais ousados disse a ele que havia aprendido sozinho uma nova forma de recepcionar a bola e impulsionar seu jogo. O treinador achou aquilo intrigante e após a aula ficou muito preocupado. Ora se o aluno descobrira sozinho a melhor forma de jogar, para que um professor? Mas, depois de muita reflexão, percebeu que aquele poderia ser um grande fator de sucesso. Começou a observar e a instigar seus alunos a terem um maior número de &#8220;insights&#8221; sobre o jogo. Descobriu porque alguns jogadores eram melhores que os demais: a resposta, foco e concentração. Chamou isso de The Inner Game &#8211; ou o Jogo Interior, a batalha que nossa mente disputa com ela própria. Nosso lado crítico contra nosso lado vencedor. Ensinar a aprender e não meramente ensinar. Em pouco tempo essa metodologia estava fortemente enraizada nos esportes e também em empresas &#8211; nascia assim o conceito fundamental do que conhecemos como Coaching. O responsável por isso foi Timothy Gallwey &#8211; um americano, que hoje recebe o título de &#8220;Pai do Coaching&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=HzR8x5MgvDw"><img src="http://img.youtube.com/vi/HzR8x5MgvDw/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=HzR8x5MgvDw">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

<p>Gallwey hoje viaja o mundo para divulgar estes conceitos e contar um pouco de sua história. Ele também entende que houve uma certa banalização no uso do método e que isso não acontece somente no Brasil. Parece que o mundo foi invadido por Coaches que nem sempre sabem muito bem o que isso significa na prática. Um ponto interessante no trabalho pioneiro de Gallwey é o uso da Inteligência Emocional, muito antes mesmo desse assunto ter se tornado famoso na década de 90.<br />
Gallwey participa hoje de uma turnê pela América Latina e estará pela primeira vez no Brasil no dia 30 de agosto, se apresentando para um grupo de profissionais da área em São Paulo &#8211; espero que os ares de sua vinda inspirem positivamente o Coaching em nosso país.</p>
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		<title>Brasil: o País do Futuro?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 02:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando pequeno sempre ouvi a máxima: &#8211; você faz parte do Brasil do Futuro, confesso que quase quarenta anos depois não tinha entendido o sentido desta frase. Agosto de 2011, abro o jornal como faço todas as manhãs (muitas vezes &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/08/04/brasil-o-pais-do-futuro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando pequeno sempre ouvi a máxima: &#8211; você faz parte do Brasil do Futuro, confesso que quase quarenta anos depois não tinha entendido o sentido desta frase.<span id="more-781"></span><br />
Agosto de 2011, abro o jornal como faço todas as manhãs (muitas vezes de forma simbólica e digital). O Brasil mudou! Empresas chinesas querem instalar fábricas em nosso país, ministérios inteiros são extirpados por notícias de corrupção, o governo ameaça baixar as abusivas contribuições sobre a folha de pagamento de modo a desonerar a criação de emprego. Impostos para quem utiliza matéria-prima nacional serão reduzidos. Me sinto em Genebra com a vista de uma praia belíssima de Copacabana. Pena que Genebra não tenha praia e Copacabana esteja poluída.<br />
Saio da página principal. Entro mais a fundo nos cadernos internos. Ameaça de inflação, indústria preocupada com a crise americana e a quebra européia. Dólar caindo, bolsa em frangalhos. Contas de consumo são taxadas para pagamento com cartão de crédito (o que antes era um incentivo ao crédito, agora é vilão). Caderno de esportes: obras da copa indicam que o Brasil terá problemas, um deles o pagamento das altas contas desmedidas após os supostos atrasos já previstos. Na educação, pesquisas mostram que o país não vai bem, estamos atrás e muito aquém daqueles que eram países do futuro de 50 anos atrás. Uma boa notícia: marginais estão sendo presos. Mas pena que eles são pessoas que deixaram de pagar pensão alimentícia aos pares, mesmo que os valores sejam exagerados e incoerentes. Pessoas continuam morrendo atropeladas por &#8220;pilotos&#8221; de armas automotivas que não têm onde praticar a velocidade, e as usam nas ruas com uma mistura bombástica de adrenalina com álcool &#8211; mas a lei é justa (!), permite que o infrator escolha se submeter a um exame, ou não, no momento do acidente. Futebol, claro isto está muito bem. Perdemos quatro penalidades em um só jogo, a culpa? Areia no campo. Se fosse na praia, depois de algumas geladas, e repleto de torcedoras com roupas mínimas, claro que todos chutes seriam convertidos em gol. Mas a abertura da Copa foi o máximo! Pelé, mesmo rejeitado por muitos desafetos e com seu sorriso de 70, e ainda o ritmo frenético da Ivete, diante dos &#8220;mudos&#8221; da platéia fria.<br />
Jogo fora o jornal e digo para meu filho: &#8211; você faz parte do país do futuro!</p>
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		<title>Missão, Visão e Valores Falsos</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 17:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toda organização que se preze já passou por uma etapa estratégica de definir sua missão, visão e seus valores. Provavelmente todos estão espalhados em quadros bonitos e que decoram os ambientes de cada área da empresa. Mas quanto isto é &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/07/24/missao-visao-e-valores-falsos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda organização que se preze já passou por uma etapa estratégica de definir sua missão, visão e seus valores. Provavelmente todos estão espalhados em quadros bonitos e que decoram os ambientes de cada área da empresa. Mas quanto isto é aplicado na prática? Certas vezes muito pouco.<span id="more-751"></span><br />
Muitas organizações investem grandes quantias de dinheiro para estabelecer rumos e divulga-los para todos internamente. Existem consultores que se especializaram a auxiliar empresas em descrever seu futuro. Pena que os textos bonitos que definem missões ou visões sejam mais corretos gramaticalmente do que efetivos em termos de resultados. &#8220;Garantimos a satisfação de nossos clientes&#8221;, &#8220;Investimos todos os Esforços para termos sempre Produtos Inovadores&#8221;, &#8220;Nosso objetivo é satisfação e comprometimento total de nossa equipe&#8221;, são apenas exemplos destas frases inócuas.<br />
Mas quem valida no dia-a-dia este cenário? Pelo menos dois personagens: primeiro as pessoas que trabalham nestas empresas. Quando a teoria não é compatível com aquilo se pratica, as pessoas são as primeiras a repudiar estas frases não reais, e tudo vira alvo de chacota. O segundo personagem que percebe facilmente quando as missões, visões e valores não são aplicados na prática são os clientes. Estes aprenderam a prestar atenção ao discurso de seus clientes e compara-lo com as atitudes praticadas. Lembro de um caso interessante ocorrido nos EUA há alguns anos atrás com um palestrante de renome. Ele fora contratado para fazer uma apresentação a todo corpo diretivo de uma das maiores empresas aéreas americanas. O evento estava marcado para as nove horas da manhã. Nove e quinze, nove e vinte, nove e meia, e nada do famoso palestrante aparecer. O presidente e seus assessores começavam a ficar impacientes e a criticar a falta de profissionalismo do contratado. Com quarenta minutos de atraso, o palestrante entra ao palco e começa sua apresentação.<br />
&#8220;Pessoal, bom dia, é uma honra estar aqui com vocês, e como podem reparar estou começando com quarenta minutos de atraso. Mas como ontem um gerente de vossa empresa, no aeroporto que embarquei, me disse que 40 minutos não é atraso, acho que podemos ir em frente.&#8221;<br />
Claro que a direção da empresa não se sentiu bem ao ouvir aquilo, mas era pura verdade. Quantas empresas estão longe de colocar em prática aquilo que alguém um dia escreveu bonito no papel?<br />
Gestão Positiva é ter uma missão real, uma visão pragmática e possível e valores realmente importantes e que sejam mantidos e respeitados por 100% das pessoas que ali atuam.<br />
Sua empresa é Positiva nesse aspecto? Espero que sim!</p>
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		<title>Qualidade Brasil ???</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 03:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A década de 80 foi considerada como a década da Qualidade, e eu tive a honra de participar ativamente deste debate em muitas instâncias distintas. As discussões empresariais focavam os temas de como melhorar nossos índices de qualidade e atendimento, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/07/10/qualidade-brasil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A década de 80 foi considerada como a década da Qualidade, e eu tive a honra de participar ativamente deste debate em muitas instâncias distintas. As discussões empresariais focavam os temas de como melhorar nossos índices de qualidade e atendimento, preocupados com o atraso do Brasil em relação aos outros mercados. Quase na mesma época, os EUA começavam a cair em um cenário de péssimos resultados que causariam catástrofes em termos de qualidade, tanto de desempenho de produtos ou de atendimentos aos seus consumidores. Produtos e serviços americanos começaram a sofrer um forte impacto negativo ainda hoje percebidos.Acho que evoluímos muitos neste período, mas confesso que hoje estou preocupado,  parece que, após décadas, esta onda de péssima qualidade atinge novamente nosso país.<span id="more-721"></span><br />
Um exemplo disto, meus cartões de crédito pararam de funcionar, de repente. Quase sete anos de uso sem nenhum problema, algo não está certo agora.  Parece que um problema de fusão de bancos afetou o sistema de controle de pagamentos dos mesmos. Repetidas vezes tenho que ligar para a central do banco para verificar a causa (quase sempre desconhecida) do problema. Tento usar o cartão e uma mensagem de recusa aparece. Interessante que a reação do lojista é sempre a mesma. Primeiro um olhar de &#8220;julgamento&#8221; depois um ato de compreensão: &#8220;não se preocupe, isto sempre ocorre&#8230;&#8221;. Ora isto deixa qualquer um desconcertado. Mas vamos buscar a solução. Anteriormente bastava uma ligação através de um 0800 não pago, agora não, é uma chamada para uma linha paga, que consome, com um pouco de sorte, algo em torno de vinte minutos de ligação. Haja paciência. Haja nervos. Haja dinheiro (sim reclamar custa $$$).  As atendentes, muito bem treinadas, estão preparadas à levar cada cliente ao seu limite da loucura. Primeiro você deve debater com uma atendente cibernética, digitar seu número do cartão, sua senha, que quase sempre não serão reconhecidos pelo sistema. Passado pelo primeiro crivo, chegamos as perguntas para verificar se você é você mesmo: seu CPF, seu RG, seu ENDEREÇO, sua IDADE, com quem você TRANSOU, etc&#8230; Se o cliente passa por esta etapa, entra então na segunda fase: comprovar que tecnologicamente você é superior, sim pois após 15 ou 20 minutos de conversa em vão, é raro que sua ligação ainda não tenha caído por algum problema de sistema ou comunicação. Interessante que os profissionais que atendem aos chamados referentes à reclamações estão cada vez mais &#8220;zen&#8221; em relação à clientes descontentes. Quando digo que estou insatisfeito com o serviço do cartão e que só não cancelo o serviço pois possuo muitos pontos no programa de fidelidade, a simpática atendente apressa-se em dizer: &#8220;sem problemas, posso transferir os pontos no momento em quiser&#8230;!!!&#8221;.<br />
Ora, nosso Brasil, é quase semelhante à uma Califórnia &#8211; sem terremotos e sem fronteiras com o México. Estamos próximos de um primeiro mundo com estilo e dignidade. Pena que somos reféns de alguns setores do mercado, que depois de mega-fusões, prometem melhores condições de atendimento aos seus clientes. Ledo engano. Incrível ainda termos que assistir à ridículas campanhas de marketing que enaltecem uma suposta qualidade dos serviços prestados por estas empresas. Lamento ver Luciano Hulck dizer que ele é um cliente especial de um determinado banco, ou ouvir: &#8220;a escolha da empresa aérea é uma escolha do cliente&#8230;&#8221; &#8211; mentiras absolutas, que temos que aturar. Quando será que entraremos em um real primeiro mundo? Quando será que o consumidor será respeitado não por um código documentado mas sim por simples direito? Esperamos que nossos filhos possam usufruir deste simples direito algum dia.</p>
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		<title>Ouvi dizer…</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 00:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Notícia ruim chega primeiro diz o ditado. As conversas e comunicações paralelas à verdade dominam os ambientes empresariais. Verdades ou mentiras elas podem fazer um grande estrago. &#8220;Ouvi dizer&#8221; que nosso chefe vai ser transferido. &#8220;Ouvi dizer&#8221; que nosso melhor &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/06/27/ouvi-dizer/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notícia ruim chega primeiro diz o ditado. As conversas e comunicações paralelas à verdade dominam os ambientes empresariais. Verdades ou mentiras elas podem fazer um grande estrago.<span id="more-691"></span><br />
&#8220;Ouvi dizer&#8221; que nosso chefe vai ser transferido. &#8220;Ouvi dizer&#8221; que nosso melhor cliente fechou com o concorrente. &#8220;Ouvi dizer&#8221; que a fulana está saindo com o Zé. &#8220;Ouvi dizer&#8221; que um novo produto será lançado. Ora o &#8220;ouvi dizer&#8221; é uma das mais perigosas frases no mundo corporativo. Ela pode estar rodeada de suspeitas, algumas verdadeiras outras nem tanto. A comunicação possui canais informais e eficientes nas grandes corporações, ela é alimentada por fontes obscuras mas quase sempre precisas. O nome de um novo presidente, a fusão com um concorrente, a abertura de capital, uma simples mudança de endereço, a promoção de um jovem executivo, cada uma das notícias chega antes aos ouvidos de todos com certo grau de precisão. Quando o fato é verdade se chama de &#8220;furo&#8221;, quando não passa de suposição é &#8220;balela&#8221;. O &#8220;ouvi dizer&#8221; é contagioso, passa de ouvido em ouvido, é aumentado, emendado, confundido, distorcido. Muitas vezes destrói relacionamentos, outras cria alianças. Existem pessoas imunes ao &#8220;ouvi dizer&#8221;, apenas educadamente participam do processo. Outras são seduzidas pela curiosidade e pelo apelo jornalístico da manchete, adoram levar adiante os fatos, ou os mitos. Empresas quebram por um &#8220;ouvi dizer&#8221; falso. Ouvi dizer que a empresa &#8220;x&#8221; não vai bem das pernas&#8230;é o suficiente para que suas ações despenquem. O ser humano é um consumidor ávido do &#8220;ouvi dizer&#8221;, boatos viram fatos, contos transformam-se em lendas ou verdades, dependendo da forma que são abordados. Será que existe algo a fazer?<br />
Ouvi dizer que sim!</p>
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		<title>O Adeus a Goldratt – o autor de A Meta</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 22:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eliyahu Moshe Goldratt o precursor de diversos conceitos produtivos e autor do best seller A Meta &#8211; livro de cabeceira de muitos especialistas em produtividade &#8211; faleceu no último dia 11. A Teoria das Restrições talvez tenha sido um dos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/06/13/o-adeus-a-goldratt-o-autor-de-a-meta/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eliyahu Moshe Goldratt o precursor de diversos conceitos produtivos e autor do best seller A Meta &#8211; livro de cabeceira de muitos especialistas em produtividade &#8211; faleceu no último dia 11.<span id="more-561"></span><br />
A Teoria das Restrições talvez tenha sido um dos mais polêmicos e interessantes temas apresentados por Goldratt nos anos 80. Lembro-me de sua visita ao Brasil em meados dos anos 1980 e de ter participado de uma de suas apresentações para apresentar os conceitos de seu método. Os gestores financeiros não viam com bons olhos o discurso daquele Israelense direto e objetivo. Certamente Goldratt quebrou paradigmas quando o assunto era custos e produtividade. Os gestores de produção de hoje certamente usam em suas plantas conceitos levantados por Goldratt há mais de 30 anos atrás. Restrições, gargalos, produção enxuta, entre outros.<br />
Uma coisa interessante que me recordo de Goldratt na palestra que mencionei foi uma pergunta de um jovem executivo sobre como deveria lidar com a sucessão em sua empresa, pois ele acabara de assumir a posição que antes era ocupada pelo seu pai. O jovem não cansava de dizer que o desafio maior era corrigir os erros e as falhas de seu antecessor nos últimos vinte anos. Goldratt ouviu atentamente ao jovem, fixou seus olhos profundos no garoto e respondeu: Que tal você descobrir primeiro, antes de pensar nas falhas, o que seu pai fez bem feito para essa empresa estar viva há vinte anos? Uau! Que resposta sensacional. Realmente ele tinha uma atitude positiva. Vai deixar saudades e muitos seguidores.</p>
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		<title>Heróis e Vilões Corporativos</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 13:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem super heróis nas empresas? Claro que sim, eles podem estar sentados bem ao seu lado, você é que, nem sempre, os percebe. Super heróis podem estar disfarçados de executivos, chefes gananciosos, pessoas desmotivadas ou até mesmo um jovem recém &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/06/08/herois-e-viloes-corporativos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem super heróis nas empresas? Claro que sim, eles podem estar sentados bem ao seu lado, você é que, nem sempre, os percebe. Super heróis podem estar disfarçados de executivos, chefes gananciosos, pessoas desmotivadas ou até mesmo um jovem recém chegado.<span id="more-581"></span></p>
<p>O super herói é aquele possui um objetivo claramente definido dentro da organização: salvar alguém ou algum tema específico. Existem os super heróis focados em cuidar do bem estar de todos, da defesa dos direitos das pessoas se expressarem, do trabalho em equipe, da integração. Ou talvez aquele super herói dedicado a encontrar saídas novas para os processos e produtos da empresa, ou aquele que todos os dias só pensa em apagar os incêndios &#8211; o famoso bombeiro.<br />
Quem sabe sua organização esteja repleta de heróis da sustentabilidade &#8211; aqueles que se preocupam em garantir a continuidade dos negócios, ou outros que cuidam de manter o bom humor &#8211; são mais direcionados ao bem estar do ambiente.<br />
Existem também os super heróis que aparecem durante as crises e encontram saídas inovadoras e rápidas para driblar as adversidades e encontrar novos caminhos.<br />
Pena que nem sempre vivemos em um mundo do bem. Afinal qual organização não tem seus vilões de plantão. Aqueles que não perdem uma oportunidade de infernizar nossos heróis de plantão. São os críticos em excesso, os pessimistas, os chefes rabugentos, os profissionais acomodados, os que só reclamam, os que acham dificuldade em tudo, entre muitos outros.<br />
Uma organização positiva deve balancear e fazer prevalecer seu número de heróis em relação aos seus vilões. Somente assim os resultados serão efetivos.<br />
E sua organização possui mais heróis ou vilões?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As Empresas no Divã</title>
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		<pubDate>Sat, 28 May 2011 22:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão Pública]]></category>
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		<description><![CDATA[A psicologia parece ter mesmo entrado no mundo corporativo. Não se trata de instalar um divã no meia da área de Recursos Humanos, mas sim refletirmos sobre as dificuldades e desafios atuais. O Dr. Stephen Paul Adler, norte americano, que &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/05/28/as-empresas-no-diva/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A psicologia parece ter mesmo entrado no mundo corporativo. Não se trata de instalar um divã no meia da área de Recursos Humanos, mas sim refletirmos sobre as dificuldades e desafios atuais.<br />
O Dr. Stephen Paul Adler, norte americano, que atua há 42 anos em Nova York é um dos maiores experts do mundo em Comunicação Ericksoniana. Tem lecionado em instituições como a Universidade de Nova York e é o fundador da ACT Institute nos Estados Unidos e no Brasil. Recentemente tive a oportunidade de estar com o Dr. Stephen em um treinamento em São Paulo e durante um dos intervalos pudemos conversar um pouco sobre a aproximação da psicologia e o mundo corporativo.<span id="more-531"></span><br />
As demandas atuais no mercado caminham sempre para situações estressantes. Quando estamos em uma fase positiva a pressão por resultados aumenta, entretanto quando estamos em crise, a pressão por sustentabilidade aparece. A comunicação entre líderes e liderados é um dos pontos chave para, em ambas situações, possamos atingir nossos objetivos.<br />
Infelizmente muitas empresas ainda apresentam um foco no negativo.<br />
O Dr. Stephen lembra que nossos gestores foram crianças um dia, e que por certo, cada um de nós pode trazer algo negativo transmitido por nossos país, ou mesmo pelo ambiente vivenciado no passado. Milton Erickson foi o responsável por levar a hipnose e o uso da linguagem positiva ao meio médico. A linguagem ericksoniana é hoje utilizada por diversos <em>trainers</em> ao redor do mundo com objetivo de tornar empresas mais competitivas.<br />
Segundo o Dr. Stephen ela é pode ser utilizada para melhorar o processo de comunicação organizacional. Mas como utilizar esse processo em empresas que tem uma cultura negativa fortemente enraizada? A primeira questão importante a pensarmos é que quando nos comunicamos de forma mais profunda e positiva isto reflete diretamente nos resultados e até nos processos de inovação. Se a organização não for flexível o suficiente para mudar sua forma de comunicação, jamais poderá ser inovadora, afirma o especialista.<br />
Ele vê um grande desafio na comunicação entre gestores seniores e a geração Y. O ponto é que os velhos e bons gestores, apesar de uma vivência enorme, ainda não sabem como se comunicar efetivamente com seus pares e liderados mais jovens. Na prática eles precisam reinventar sua forma de linguagem e comunicação e este é um um grande desafio.<br />
Quando o assunto é sociabilização nas organizações o Dr. Stephen é mais incisivo.<br />
&#8220;O engajamento social parece cada vez mais distante, ter uma rede social com milhares de supostos contatos pode não significar muita coisa. Criamos sociabilização por contato face a face, assim estabelecemos empatia. Nós confundimos o network eletrônico com o relacionamento social. Um não substitui o outro. Quanto mais as empresas deixam de lado o contato pessoal, maiores são os seus problemas. O uso do e-mail é exemplo disto. O ponto é que quanto menos temos relações face a face, maior são os problemas de interpretação errônea e decisões incorretas. Por exemplo, existem algumas empresas hoje nos EUA que estão mudando a forma de lidar com este tipo de comunicação. Algumas delas não permitem o envio de mais de cinco e-mails por dia e estimulam um contato pessoal sempre que possível.&#8221;<br />
Parece que a Comunicação Ericksoniana pode ser mais um recurso interessante para promover mudanças positivas nas corporações.</p>
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