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	<title>Gestão Positiva</title>
	
	<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva</link>
	<description>Um blog de especialista sobre gestão e carreira, com ênfase em gestão positiva, psicologia positiva e treinamento</description>
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		<title>Por que as Equipes se Dividem?</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 16:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você possui uma equipe de trabalho, dez, quinze, talvez cem pessoas. Habilidades diferentes, perfis diferentes, níveis de conhecimento e liderança distintos. Você tem objetivos claros e tenta transmiti-los todos os dias a essas pessoas. As regras de conduta são claras, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2013/04/19/por-que-as-equipes-se-dividem/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você possui uma equipe de trabalho, dez, quinze, talvez cem pessoas. Habilidades diferentes, perfis diferentes, níveis de conhecimento e liderança distintos.<br />
Você tem objetivos claros e tenta transmiti-los todos os dias a essas pessoas. As regras de conduta são claras, as formas de alcance dos objetivos estão estabelecidas e são efetivas.<br />
Ao final do trabalho você percebe que algo deu errado. Nem tudo saiu como o esperado, parte de seu time realizou suas tarefas conforme planejado (por você), outros nem tanto. Você percebe que seu grupo não está alinhado plenamente.<br />
Essa situação é muito comum em processos de liderança e podemos pensar em diversas causas aparentes para o fato. Comunicação falha, estilos de liderança, motivação momentânea, divisão de poder, falta de interesse, falta de aprendizado, e tantas outras.<br />
Mas existe uma, muito importante, que por vezes não é considerada e ao ser deixada de lado, leva o líder à beira do abismo.<br />
Trata-se da &#8220;divisão de grupos&#8221;. Simples e objetivamente, a quebra do elo da cadeia de ligação estrutural da equipe.<br />
Ela é uma doença silenciosa. Não é aparente, apenas nasce e cresce rapidamente. As principais causas dessa terrível doença são ego, proteção e poder.<br />
O grupo de adultos, muitas vezes profissionais de primeira linha, super preparados, começam a jogar um velho jogo do tempo onde eram crianças. Basta alguma discordância ocorrer e algum líder natural tomar partido desencadeia-se o problema. Logo alguns estarão tomando partido, e a divisão ocorre. Como ela não pode ser explicita pois as regras sociais corporativas não permitem, joga-se um jogo de máscaras, não aparente apenas latente.<br />
O problema aumenta quando as forças internas começam a ganhar intensidade, apoio, debates, e novas ideias. Dependendo da maturidade ou fragilidade do grupo, isso pode tomar corpo e muitas vezes a ruptura do grupo acontece rapidamente transformando-se em guerra.<br />
Qual a melhor saída para esse imenso desafio? Observar, observar, observar. Geralmente os líderes estão muito ocupados para entender o que acontece nos meandros de suas equipes, outras vezes são contaminados e quando percebem já fazem parte de uma facção dele, e muitas vezes começam eles mesmos a incentivar, de modo inconsciente, essa ruptura.<br />
Observar e medir a temperatura dos momentos da equipe é vital. Prestar atenção às palavras, o tom de voz, ironias, perguntas rudes, egos, vontade imensa de estar a frente, excesso de competição é um ótimo começo.<br />
Divisão de grupos é hoje um dos grandes componentes do Jogo Interior das Corporações. Vale a pena pensarmos e entendermos como devemos atuar nesse jogo complexo.</p>
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		<title>Você Sabe Perder?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 20:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando crianças, ainda nas primeiras classes na escola, somos motivados a vencer. Saber sempre as respostas, ganhar no futebol, na corrida, chegar em primeiro em uma Olimpíada de Matemática ou História. Um pouco mais adultos entramos na competição da universidade, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2013/04/11/voce-sabe-perder/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando crianças, ainda nas primeiras classes na escola, somos motivados a vencer. Saber sempre as respostas, ganhar no futebol, na corrida, chegar em primeiro em uma Olimpíada de Matemática ou História. Um pouco mais adultos entramos na competição da universidade, ganham os que passam no vestibular, nas escolas mais concorridas, vencedores. Chega o primeiro emprego, muitas vezes tão concorrido, que mais uma vez a vitória é reservada a poucos.<br />
E isso não é diferente na vida pessoal. Compramos uma casa, vencemos, nos casamos, vencemos, temos filhos lindos, vencemos, somos promovidos, vencemos, ganhamos um prêmio por desempenho, vencemos.<br />
Desde cedo e desde sempre o ser humano é preparado e induzido a vitórias. A sociedade premia o vencedor. Quantos livros sobre vencedores existem? Milhares!<br />
Muitas vezes nos esquecemos que existem aqueles que nem sempre vencem. O &#8220;vencer&#8221; desde os primórdios foi sinal de vida. Aos perdedores &#8211; os leões.<br />
Nas empresas ocorre o mesmo. No esporte o mesmo. O perdedor, ou aquele que não atinge uma meta, ou não se adapta a uma função, ou é negativamente avaliado, está sempre fora de jogo.<br />
Errar não é permitido. Errar não é humano. Performance é sempre muito importante. Aprendizado não. Será que aprendemos somente com vitórias? Quando um membro da equipe erra feio, o que fazemos? Nosso lado julgador ataca de imediato. Expõe o erro e torna o personagem envolvido alguém menor. Pedir desculpas é sinal de fraqueza. Nosso Presidente jamais pede desculpas, pois em nosso cultura ocidental pedir desculpas é sinônimo de assumir um erro &#8211; e errar não é humano. Seu filho ou filha comete um erro &#8211; você imediatamente ataca &#8220;peça desculpas agora&#8221;.<br />
A desculpa passa a ser o castigo não o ato de reconhecimento de algo comum, estatisticamente possível. A desculpa é encarada como explicação para algo. A equipe explica-se pois o resultado foi ruim. O jogador explica porque errou o pênalti. A criança explica porque não foi bem na prova.<br />
Nós explicamos porque temos hábitos ruins. Explicamos mas não nos desculpamos. Quando perdemos uma das batalhas da vida, explicamos, não pedimos desculpas.<br />
Ninguém gosta de perder. Você não vai encontrar um gerente de vendas com G maiúsculo falando para sua equipe &#8220;perdemos o maior contrato do ano para nosso principal concorrente pois eu usei uma estratégia errada, desculpem-me&#8221;. Loucura. Se isso acontece o gerente é chamado de louco e mandado embora. Então assumem as explicações. E aí mora o perigo. Explicações são muito caras. Não vendemos pois nosso produto não é inovador. Lá vem inovações de milhões. Não vendemos pois nossa equipe precisa de mais treinamento &#8211; lá vem treinamento por aí. Não vendemos pois investimos pouco em marketing &#8211; aí vem uma mega campanha.<br />
Enquanto não soubermos lidar claramente com as derrotas jogamos o jogo do &#8220;eu acredito que você jamais erra e você continua me dando explicações&#8221;.<br />
Ganhar é muto bom, mas perder deve ser um modelo de aprendizado &#8211; sem isso não bastam desculpas muito menos explicações.</p>
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		<title>O Novo CEO da Igreja</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 01:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amigos da Exame estamos vivendo um dos maiores processos de seleção que a história dos últimos séculos pode ter registrado. A igreja procura um novo &#8220;executivo&#8221; para assumir seu comando. Uma organização poderosa e enraizada em todo o planeta busca &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2013/02/17/um-ceo-de-18-ou-um-de-70/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos da Exame estamos vivendo um dos maiores processos de seleção que a história dos últimos séculos pode ter registrado. A igreja procura um novo &#8220;executivo&#8221; para assumir seu comando. Uma organização poderosa e enraizada em todo o planeta busca a pessoa certa para o momento certo. O novo gestor deve reger a impressionante quantia de mais de 1 bilhão de seguidores regidos pela fé. Mas esses são meros clientes, talvez o grande desafio seja a gestão interna de conflitos, questões éticas e mudanças urgentes de políticas que evitem um colapso sistêmico vivenciado pela Igreja nos últimos dez anos.<br />
Na contramão do business, o grande gestor do Vaticano não devia, até então, renunciar ao seu cargo, apesar disso não ter sido algo inédito. A expectativa é que esse gestor defenda sua posição até a morte. Mas a sucessão em uma nação tão poderosa, assim como em grandes corporações, é regida por muita política e guerra de bastidores. O novo CEO deve, além de atender aos anseios internos, reverter um quadro instalado há muitos anos de perda de fiéis para outros segmentos da fé. O novo gestor não pode ser apenas um técnico religioso, mas deve ser um carismático articulista que consiga rapidamente reverter um quadro crítico e de crise.<br />
Digo rapidamente pois os fortes candidatos ao cargo tem minimamente idade superior aos 70 anos. Parece que uma pressuposição desse modelo está baseada em preparo pela vivência, ou pelos anos de dedicação à uma causa. Voltamos ao dilema do &#8220;No Pain No Gain&#8221;.<br />
Como seria um sucessor com 30 ou 40 anos? Como seria o choque de gerações dentro da Igreja? Recentemente assisti alguns membros do Vaticano apenas declarar não preparados, mesmo estes terem mais de 60 anos de idade. Ora se eles não estão preparados nessa fase da vida é por que são incompetentes ou assumem sua zona de conforto perante um desafio.<br />
A medicina tem tornado as coisas muito mais fáceis. As pessoas chegam aos 70, 80 ou quase 90 muito lúcidas e em boa forma. Mas isso não é regra geral. A Igreja possui acionistas? Acredito que sim, e muitos. Será que esses acionistas concordam com esse pensamento obtuso de escolher um seleto grupo de anciões para reger suas ações futuras? Talvez sim , talvez não.<br />
Uma coisa é certa, o novo CEO da Igreja agora tem também o direito de pedir as contas, na hora que bem entender. Passa a fazer parte do jogo.</p>
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		<title>2013: A Fábula do Amanhã</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Dec 2012 01:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Administração do tempo]]></category>
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		<description><![CDATA[E o mundo não acabou, e 2013 está chegando e aberto com oportunidades e novos desafios. O Ernesto volta ao trabalho já na quarta-feira, dia 2. Tudo planejado, sua empresa foi muito bem em 2012, suas metas foram atingidas e &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/12/30/2013-a-fabula-do-amanha/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>E o mundo não acabou</strong>, e 2013 está chegando e aberto com oportunidades e novos desafios.</p>
<p>O <strong>Ernesto volta ao trabalho</strong> já na quarta-feira, dia 2. Tudo planejado, sua empresa foi muito bem em 2012, <strong>suas metas foram atingidas</strong> e novos desafios traçados para os meses que se aproximam. Hoje ele está pensando, em meio às festas de final de ano, em suas ótimas possibilidades e como ele pode exercer seu papel de líder efetivamente em 2013. Tudo está indo muito bem e seus passos traçados para um futuro promissor.</p>
<p><strong>Mas nem todas as cartas estão marcadas</strong> para Ernesto. Membro de sua equipe, <strong>Roberto completa esse ano vinte anos de empresa</strong>, suas perspectivas em relação a sua carreira são limitadas e seu sentimento de não reconhecimento é grande. Por outro lado, Samuel &#8211; colega de Roberto, e braço direito de Ernesto está a mil por hora. Recém promovido e alinhado com os pensamentos de seu chefe, <strong>2013 só pode trazer coisas melhores.</strong> Hoje ele está comemorando e esperando com certa ansiedade a chegada do ano novo.</p>
<p><strong>Carlota conseguiu finalmente ser efetivada</strong> na área que sempre sonhou. Não foi fácil não. Ela estudou e ainda teve que passar por um período de experiência que parecia uma eternidade.</p>
<p>Semana passada <strong>foi a vez de Alberto se aposentar</strong>. Depois de mais de trinta anos dedicados ao seu trabalho, sempre na mesma função, ele hoje olha para 2013 com alegria e ansiedade. Com quase 60 anos como serão seus primeiros meses de ócio? Sempre ativo e com certo estresse talvez esse seja o momento de diminuir o ritmo e curtir a vida.</p>
<p><strong>Mariana está grávida</strong>. Seu primeiro filho é esperado para Março. Sua vida vai, por certo, mudar muito. No mesmo hospital que ela faz seus exames de rotina, <strong>Cristina visita seu pai</strong> todos os dias, em estado muito agravado nos últimos meses.</p>
<p>Em várias cidades do país, <strong>um novo prefeito tomará posse em janeiro</strong>, assim como milhares de vereadores. Hoje muito deles estão pensando como colocar em prática seus planos de desenvolvimento público, <strong>outros pensam em planos mais ousados (!)</strong>.</p>
<p><strong>Carlos vai fazer engenharia</strong>, Marcos direito. Rubens letras. Alzira Marketing. Cada um deles tem um olhar para o futuro.</p>
<p>Todos os citados acima <strong>fizeram algo para estarem nesse momento</strong> atual. Estudaram, fizeram amigos, inimigos, conheceram coisas, se divertiram, choraram, perderam oportunidades, aproveitaram outras, trapacearam ou foram extremamente honestos, enfim toda ação gera uma reação respectiva.</p>
<p>E você? O que fez em 2012? Quais são seus planos, ideias,  angústias e desafios para 2013?</p>
<p><strong>O Facebook hoje me ofereceu</strong>, gratuitamente, uma retrospectiva de 2012 &#8211; <strong><em>com meus posts ou interações mais importantes</em></strong> &#8211; lembrei de coisas que já não estavam mais armazenadas em minha mente. Foi muito bacana.</p>
<p>Olha aí a dica desse post -<strong> faça uma resenha de seu ano</strong>, o que aconteceu nele, como você driblou as adversidades , quais foram seus sucessos, onde você empenhou seu suor? O que deu resultados positivos, quais foram os aprendizados nas coisas que não deram certo?</p>
<p>Veja as suas fotos desse ano, seus e-mails, invista uma hora para olhar positivamente para o passado. Mesmo fatos ruins e tristes devem ter gerado algum aprendizado, observe-os.</p>
<p>Se fizer isso agora, ficará muito fácil olhar para 2013 com os pés no chão, energia e fôlego redobrados.</p>
<p>Um grande 2013 aos mais de 2.000 seguidores do blog Gestão Positiva, aos colegas blogueiros de Exame e a todos novos amigos feitos em 2013.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Renato Ricci - renato@renatoricci.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por que o Corinthians mereceu vencer o mundial?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Dec 2012 20:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E o Corinthians venceu. Não acho que futebol, pelo menos como é gerido no Brasil, seja modelo para usarmos na área corporativa. Em certos momentos existem exceções. Fiquei pensando e conclui que o Corinthians teve muito mais acertos de gestão &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/12/16/por-que-o-corinthians-mereceu-vencer-o-mundial/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E o Corinthians venceu. Não acho que futebol, pelo menos como é gerido no Brasil, seja modelo para usarmos na área corporativa. Em certos momentos existem exceções. Fiquei pensando e conclui que o Corinthians teve muito mais acertos de gestão do que falhas nessa temporada. Veja só.</p>
<p>1. Após o vexame contra o Tolima ano passado, o técnico era Tite &#8211; e as cartilhas do futebol são claras &#8211; após uma derrota absurda &#8211; troca-se o treinador. Pelo menos para acalmar os ânimos momentaneamente;<br />
2. O Corinthians fez um planejamento de médio prazo. Criou uma base e deu tempo ao tempo;<br />
3. O elenco se livrou de pesos extras (jogadores que não podiam acompanhar o ritmo dos demais &#8211; exemplo Adriano, Ronaldo e Roberto Carlos). Sou fã do Ronaldo mas sua decisão de parar foi a mais acertada e a que mais colaborou com o fortalecimento do time;<br />
4. Quebrar o a paradigma de titulares e reservas. Pode pegar os vídeos dos últimos trinta jogos do Corinthians e raramente você vai ver algum jogador discutindo com o técnico porque fora substituído;<br />
5. O Corinthians ganhou a Libertadores, feito inédito e parece que tirou o peso de ter que ganhar &#8220;sempre&#8221; esse campeonato. Ainda havia tempo para recuperar-se na tabela e ganhar também o Campeonato Brasileiro. Aí, ao meu ver, foi a grande sacada de gestão. Foco. O time apenas devia alcançar uma zona de segurança &#8211; sem preocupar-se em chegar na frente. Resultado o time jogou livre e solto, alegre, treinando em cada um dos jogos  e se preparando para a final do mundial. Menor a pressão maior o rendimento.<br />
6. Mais time menos indivíduo. Qual o grande jogador do time? Sei lá, isso não importa. Diferente dos anos e anos de fila onde o Timão dependia do Rivelino.<br />
7. Gestão é importante &#8211; mas não deve ser o ator principal. O jogo se ganha dentro do campo, assim como em grandes empresas o resultado chega através da pessoas;<br />
8. Fidelidade &#8211; clientes fiéis. O Marketing do Corinthians consegue fazer seus clientes serem fiéis &#8211; malucos. Uma Apple com a bola nos pés. Mas isso vem do Marketing, não é fruto de uma paixão? Claro que existem os Corinthianos de longa data mas e os novos que são cativados por diversas ações coordenadas todos os dias? Isso é fácil de explicar. Tenha certeza que o &#8220;É nóis..&#8221; não nasceu nas arquibancadas do Pacaembu.<br />
9. Por trás de uma grande equipe existe sempre um grande técnico &#8211; com raras exceções. Tite foi simples, falou muito quando precisava, cativou seus clientes (torcedores), usou na medida justa seu pulso forte. Mas a maior virtude se traduz nas imagens vindas do Japão. O time se reúne para receber a taça &#8211; os jogadores estão na frente brincando &#8211; o mestre apenas observa mantendo certa distância.<br />
10. Um vencedor precisa de intuição e também, o que os outros normalmente, chamam de &#8220;sorte&#8221;.  </p>
<p>Parabéns Corinthians pela gestão positiva aplicada na prática.</p>
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		<title>O Paradigma do Padrão</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2012 17:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trabalhei alguns anos de minha vida auxiliando empresas a atingirem um determinado padrão, comparável com benchmarks do setor. Nada de errado com isso. Mas hoje encaro as coisas de modo um pouco diferente. Adotar um padrão pode ser uma armadilha &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/11/22/o-paradigma-do-padrao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhei alguns anos de minha vida auxiliando empresas a atingirem um determinado padrão, comparável com benchmarks do setor. Nada de errado com isso. Mas hoje encaro as coisas de modo um pouco diferente. Adotar um padrão pode ser uma armadilha perigosa no mundo em que vivemos.<br />
O padrão amarra, coloca regras, muitas vezes torna nossos processos ineficientes. Mas a vida nos empurra a adotarmos padrões todos os dias. O professor entra na sala de aula e pergunta aos alunos “o que vocês querem aprender hoje?” – claro que isso não seria uma atitude padrão. Um CEO começa uma reunião estratégica com a cúpula de gestores da empresa e diz  “Senhores temos duas horas para juntos debatermos as ideias promissoras e inovadoras que levarão nossa empresa ao topo do mercado” – provavelmente não, a reunião tem uma pauta, muito discurso, briga, pouca ação efetiva – pois esse é o padrão.<br />
Sexta-feira é o nosso casual day. Ora por que não pode ser todo dia? Por que precisamos sufocar em um terno preto com gravatas discretas? Questão de padrão. Muitas vezes nem sabemos direito os motivos que nos fazem seguir um padrão. Um amigo comentou dia desses por que todos os cursos universitários tem 4 ou 5 anos de duração. Um arquiteto dedica em sua formação o mesmo que um engenheiro, ou que um advogado, ou um economista. Um padrão. Trabalhamos durante o dia e dedicamos o pouco tempo do final da luz do dia a nossa família, nossas crianças estudam bem cedinho, devem aprender desde pequenos a levantar cedo (e terem sono a manhã toda&#8230;). Padrão. Os impostos (todos) são pagos no começo do ano – haja bolso. Os salários são pagos dia 5 ou dia 10. As escolas cobram geralmente uma 13a. parcela – mesmo sendo prestadoras de serviços. O chefe deve avaliar anualmente os membros de sua equipe, mesmo que ele não possa dar uma gratificação pelo excelente trabalho realizado ou dispensa-los pela pífia atuação. Um padrão. Toda empresa deve estar na lista das 100 melhores empresas para se trabalhar, mesmo que isso não seja unanimidade interna. Um padrão. O melhor é mais caro. A melhor embalagem protege o melhor produto. Uma experiência no exterior é um diferencial, mesmo que esta tenha ocorrido clandestinamente e de modo um tanto ilegal. Tem que ir bem no ENEM, tirar as melhores notas, entrar na mais badalada escola pública, falar inglês, espanhol, mandarin, passar como trainee em uma empresa cuja proporção de candidatos seja no mínimo 5.000 para um, mesmo essa pessoa não estando nem um pouco feliz com sua vida. O jovem deve ser dinâmico, multifuncional, comunicativo, gostar de gente e enfrentar desafios. Esquecemos que existem jovens brilhantes que são introspectivos, tímidos e vivem muito bem assim. Padrão. O Executivo padrão deve ser arrojado, destemido e encarar adversidades. A crise de 2008 mostrou que isso era um padrão equivocado.<br />
Os empreendedores também devem seguir um padrão. Ter um business plan e conhecer profundamente do negócio, mesmo sabendo que são raros os grandes negócios que nasceram dessa forma. Intuição é palavra proibida. Aos 50 você deve começar a pensar em parar. Aos 60 você é aposentado, ou deixado de lado. Aos 61 você cria uma nova profissão – que as vezes dura mais 20, 25, 30 anos – padrão. Somente os pobres são presos (estaríamos começando a quebrar esse padrão?). Estudar é muito caro e é para poucos, mesmo com todo conteúdo gratuito que a internet nos proporciona? </p>
<p>Mudar ou quebrar um padrão é um gigante desafio. Geralmente os instigadores de quebra de padrão são encarados como conturbadores da paz. Revolucionários, descontentes, agitadores, do mal. Simples de explicar. Quebrar um padrão significa tirar pessoas da zona de conforto, buscar o novo, o mais prazeroso, aquilo que dá resultados positivos – mas claro isso dá uma trabalho enorme. Se você, após ler esse artigo, resolver ser um deles terá que convencer o Professor, o CEO, o Jovem, o Profissional Liberal, o Governo, seus Pais, Familiares, Mentores, etc que sua forma de pensar é melhor que o padrão atual adotado. </p>
<p>Quando falamos hoje em sermos mais criativos e inovadores deveríamos pensar em quais padrões podem ser alterados ou eliminados. Isso seria um grande começo. Crianças são ótimas nessa tarefa de quebrar padrões. Elas sempre praticam o ato de realizar as três perguntas fundamentais: por que, por que, por que? Se você encontrar respostas adequadas à essas questões provavelmente é porque o padrão faz-se necessário.</p>
<p>Por falar nisso, todo blog não deve ser tão longo – parece que ainda não consegui quebrar esse padrão!</p>
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		<title>O Uso de Máscaras nas Empresas</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2012 18:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia corporativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Você passou a semana toda dentro de sua organização executando suas funções, criando soluções, interagindo com pessoas, chefes, pares e equipes. Se você pudesse parar um minuto para refletir sobre o que essas pessoas viram em você em cada um &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/10/27/o-uso-de-mascaras-nas-empresas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você passou a semana toda dentro de sua organização executando suas funções, criando soluções, interagindo com pessoas, chefes, pares e equipes. Se você pudesse parar um minuto para refletir sobre o que essas pessoas viram em você em cada um dos momentos em que você teve contato com elas, como seria? O que será que elas realmente enxergaram em você? Talvez uma pessoa sincera, ou dura, quem sabe analítica e pensativa, quem sabe entusiasmada, ou um chato, ou um gênio.<br />
Por mais inconsciente que possa parecer, todos os dias usamos inúmeras máscaras que servem para nos proteger ou apenas para criar nosso estilo social-corporativo. E não há nada errado com isso, desde que as máscaras sejam verdadeiras, naturais e utilizadas sem exageros. Entretanto quando percebemos que estas máscaras são utilizadas de maneira forçada, como uma ferramenta de poder ou defesa, imediatamente criamos um rótulo &#8211; e isso é o mais comum em um ambiente profissional. Veja só, vamos fazer uma brincadeira, preencha rapidamente a relação a seguir.<br />
- O cara mais bem humorado que eu conheço no trabalho é&#8230;<br />
- O chato da turma é o(a)&#8230;<br />
- A pessoa que sempre quer explicar o inexplicável é&#8230;<br />
- O detalhista aqui é o(a)&#8230;<br />
- Sempre que preciso desabafar procuro o(a)&#8230;<br />
- O mal humorado(a) da turma é&#8230;<br />
- O coração mole é&#8230;<br />
- O boa gente é&#8230;</p>
<p>Nesse rápido exercício você apenas usou sua memória para lembrar-se de cenas que caracterizam as pessoas que vieram a sua mente. A máscara pode ajudar muitas pessoas a assumirem posições nem sempre confortáveis. Exemplo: uma pessoa que trabalha em uma área sujeita a muitas negociações provavelmente vai assumir uma máscara de dura, analítica e às vezes pouco simpática. Um vendedor que tenha contato com o público pode assumir, dependendo de seu estilos, máscaras diversas. O bom papo, o carismático, o chato, o agressivo, o insistente, o persuasivo. Podemos e devemos utilizar essas máscaras com cautela e inteligência, e todas elas devem ser reais, ou seja, devem fazer parte de nós mesmos. O incrível nesse tema é que a grande maioria das pessoas imagina que usa suas máscaras e elas não são percebias pelos demais. Ledo engano, todos as percebem de forma muito clara. Portanto, o primeiro passo para utilizar melhor essas máscaras seria tentar identificá-las. Conheci um profissional que durante esse exercício pensou, pensou e me disse que não havia encontrado nenhuma máscara que pudesse ser aplicada em seu caso. Disse a ele que talvez ele precisasse de mais tempo para pensar sobre o tema. No dia seguinte pela manhã ele me procurou para contar que durante o jantar da noite anterior ele havia aberto essa discussão com esposa e filhos. Resultado, ao final de alguns minutos ele já tinha uma lista de máscaras que as pessoas enxergavam claramente nele, menos ele.<br />
E você já sabe quais são suas máscaras?</p>
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		<title>Performance: até onde queremos chegar?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 17:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sábado de manhã, sol forte e umidade baixa, não são os principais inimigos que confrontam a cabeça de uma dezena de jovens com seus doze ou treze anos. Eles apenas disputam uma partida de futebol, o que nessa faixa etária, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/09/16/performance-ate-onde-queremos-chegar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado de manhã, sol forte e umidade baixa, não são os principais inimigos que confrontam a cabeça de uma dezena de jovens com seus doze ou treze anos.<br />
Eles apenas disputam uma partida de futebol, o que nessa faixa etária, deveria refletir-se em pura alegria e diversão.<br />
Mas isso nem sempre é verdade. O time da casa começa mal. Os meninos erram alguns passes, que em uma partida comum, seria algo muito natural. Entretanto, esse não é um jogo amistoso, vale pontos e os jovens parecem pressionados para garantir a vitória. Após dois ou três erros seguidos, o treinador aos gritos chama um jogador reserva para fazer aquecimento rente a lateral do campo, ao mesmo tempo ele mostra para os jogadores titulares que qualquer jogador que cometer um erro pode ser substituído de imediato. Ele faz questão de deixar claro a todos (aos gritos novamente) que alguém já está sendo preparado para entrar.<br />
A face de cada menino mostra um semblante de preocupação, para não dizer de terror, a alegria pelo jogo se foi. O divertimento foi substituído pela pressão efetiva.<br />
A demanda por Alta Performance tem começado cada vez mais cedo. Escola e pais tem sua parcela de culpa nisso. Disputas por ser o melhor, ter as maiores notas, acertar sempre, ter que saber 100% das vezes a resposta certa, são, muitas vezes, as exigências estabelecidas. Interessante que os consultórios dos terapeutas e dos conselheiros de carreira estão cada vez mais cheios de jovens frustrados e com um alto nível de estresse.<br />
Vejamos o exemplo do ensino médio tradicional, que foca e prepara o aluno apenas para realizar provas e testes, como se isso fosse a única forma correta de gerar aprendizado. A neurose por ter notas altas em dispositivos caóticos como o ENEM toma conta de muitos educadores. A noção de que esses jovens estão perdendo anos incríveis de suas vidas, muitas vezes mergulhados na complexidade e falso senso de aprendizado, é abandonada.<br />
A desculpa é sempre a mesma, a Alta Performance é algo que a vida exigirá no futuro, devido a isso é “interessante começar desde cedo”. Esquecem-se, pais e escolas, que fases da vida não voltam mais, que a formação social e do ser, passa pela fase de gerar experiências nesse momento de vida. Em um mundo tecnológico, onde as crianças e jovens são direcionadas a ter cada vez menos contato pessoal, a cobrança por resultados rápidos é uma constante e assim transforma-se em um fator agravante ao processo de sociabilização.<br />
Esses jovens chegam ao ambiente de trabalho com uma certeza enraizada em suas mentes – vencer e ser o melhor, é a sua missão, e deve ser atingida a qualquer custo.<br />
E assim começa um novo desafio das áreas de recursos humanos em grandes corporações. Qualidade de Vida e Alta Performance continuam sendo temas antagônicos e muitas vezes apenas servem como pano de fundo de um debate maior, onde queremos chegar e a que custo? O número de executivos estressados, afastados, com depressão ou doenças crônicas, aumenta a cada dia. Qual é o limite para a obtenção de resultados ou para conseguirmos cumprir com nossos objetivos? Será que vale o sacrifício, quanto se gasta anualmente com a área de saúde e sinistros? Será que estamos mesmo aumentando o que chamamos de performance das pessoas ou apenas estamos criando apenas mais um “número”, um mero “indicador”? </p>
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		<title>10 Características de Um Gestor Positivo</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2012 16:06:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[Feedback. Comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[Liderança Positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Positividade]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>

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		<description><![CDATA[O que mais atrapalha a vida das pessoas no ambiente de trabalho? Uma resposta sempre presente é &#8220;o relacionamento com chefias e gestores&#8221;. Outra clássica está diretamente ligada aos problemas de comunicação gerados em nosso dia-a-dia. Mas a psicologia positiva &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/08/23/10-caracteristicas-de-um-gestor-positivo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que mais atrapalha a vida das pessoas no ambiente de trabalho? Uma resposta sempre presente é &#8220;o relacionamento com chefias e gestores&#8221;. Outra clássica está diretamente ligada aos problemas de comunicação gerados em nosso dia-a-dia. Mas a psicologia positiva tem estudado o comportamento de líderes e demonstrado que praticar a positividade vai muito além do que os tradicionais diagnósticos de clima organizacional tem demonstrado.<br />
Pequenas atitudes na gestão podem mudar o rumo dos negócios e transformar organizações, claro que essas atitudes nem sempre são fáceis e imediatas de se conseguir. Temos que inovar, devemos ser mais criativos, agressivos, estrategistas são os pedidos de todo CEO em fase de desespero. Positividade é conseguida ao longo dos dias e seu resultado somente pode ser visto após algum tempo. Se eu pudesse escolher as atitudes principais que um Gestor Positivo deve ter eu diria:</p>
<p>1. <strong>Fazer boas perguntas</strong> &#8211; não perguntas inconvenientes, mas sim perguntas que façam a equipe refletir e sentir-se motivada a buscar as respostas;<br />
2. <strong>Capacidade de adaptação ao meio</strong> &#8211; jogar o jogo no ritmo certo, entender a velocidade e limitações da equipe e criar um meio de sinergia mútua;<br />
3. <strong>Desconfiar do novo mas não teme-lo</strong> &#8211; quantas coisas novas não funcionam? Muitas, portanto desconfiar e avaliar cada passo é muito importante. Medo apenas cria resistências e não nos leva ao progresso. Desconfiar é refletir positivamente;<br />
4. <strong>Seja sempre um aprendiz</strong> &#8211; parta do principio que alguém sabe sempre mais que você. Permita-se aprender todos os dias algo não sabido;<br />
5. <strong>Conheça o trabalho de cada um de sua equipe</strong> &#8211; somente assim você poderá reconhecer o valor de cada um e dar feedbacks verdadeiros, você não precisa conhecer os detalhes mas sim entender os objetivos, acertos e dificuldades;<br />
6. <strong>Defina qual é o principal talento de cada pessoa da equipe</strong> &#8211; o que eles fazem bem, quais são os seus cases de sucesso, o que faz eles serem realmente bons. deixe seu lado crítico de lado nesse momento;<br />
7. <strong>Diga NÃO</strong> &#8211; sempre que necessário um NÃO é muito bem vindo. Um NÃO é sempre bem aceito quando, com clareza, existe um motivo forte. Descubra os motivos e diga o seu NÃO;<br />
8. <strong>Preocupe-se com o Processo e não somente com o Resultado</strong>. Vencer a qualquer custo, custa caro. O que fez você vencer? O que faz de sua equipe uma boa equipe? Qual etapa do processo é fundamental, qual precisa ser melhorada? Não tenha somente indicadores de resultados, tenha também formas de avaliar o desempenho dos processos;<br />
9. <strong>Compartilhe</strong> &#8211; trocar energia com os outros é fundamental. Dúvidas, medos, certezas, angústias, pressões, estresses, crises, vitórias, apenas compartilhe;<br />
10. <strong>Pressione com moderação</strong> &#8211; o ser humano não viveria sem pressão, muito menos produziria resultados. Dosar a pressão relativa aos resultados é uma atitude positiva. Cabe a você, líder, impor o ritmo mas também garantir pela segurança e saúde de cada pessoa (ser humano) de sua equipe. Se você tem muitos afastamentos na equipe, alta rotatividade ou o bom humor do pessoal desapareceu, podem ser sinais que você esqueceu de praticar esse item.</p>
<p>Por fim, observe, ainda hoje, nas pessoas à sua volta, quais delas possuem essas atitudes? Quais delas tem obtido melhores resultados? E você tem praticado algumas delas? Espero que sim.</p>
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		<title>Cheguei aos 50!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 03:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Quase que as defesas tecnológicas de senhas e logins do site da Exame não permitiram eu escrever a tempo o meu artigo. Mas exatamente as 00:02 do dia 07 de agosto estou escrevendo este post. Ele é muito especial &#8211; &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/08/07/cheguei-aos-50/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase que as defesas tecnológicas de senhas e logins do site da Exame não permitiram eu escrever a tempo o meu artigo. Mas exatamente as 00:02 do dia 07 de agosto estou escrevendo este post. Ele é muito especial &#8211; chego hoje aos 50 anos. Tecnicamente ainda faltam algumas horas mas 50 são 50.<br />
50 representa a metade de um século, o que me faz pensar &#8211; vivi meio século, ou meio século já se foi &#8211; tudo depende de seu ponto de vista, ou melhor de seu ponto de mente.<br />
A vida começa aos quarenta, pois bem já vivenciei dez anos dessa nova vida.  Para seu filho você é o &#8220;velho&#8221; , para seu médico você passa a ser o paciente de risco, para seus amigos você é o ranzinza, conta as mesmas histórias. Nas empresas você é o master ou senior, ou pior , é o pré aposentado. Mas sinto que 50 são 50. Outra coisa bacana são os 50 em tempos de Olimpíadas &#8211; que legal ver toda a molecada aos 30 já se aposentando e você, aos 50, ainda dando um duro danado.<br />
Meu chefe hoje tem 75, um quarto de século a mais que eu. Meu filho tem quinze, longe de alcançar toda minha bagagem (e que peso&#8230;), e com uma energia saudosa.<br />
As redes sociais são implacáveis, enquanto escrevo esse texto já recebi muitas felicitações adiantadas, de meus contatos em lugares onde o dia 7 chegou há muitas horas.<br />
Escrever é mesmo uma paixão, hoje tentei fazer uma linha do tempo literária, confesso faltou tempo para finalizar, mas para um autor de 50 anos escrevi bastante &#8211; o melhor livro? Sempre será o próximo.  É isso que motiva o escritor. Dizem (minha mulher) que eu estou muito critico &#8211; talvez seja um efeito dos 50. Mas se ser crítico é ter menos filtros para falar a verdade, confesso que ela tem razão. Aos 50 julgamento do mensalão. Aos 50 o Brasil debate porque não levamos mais medalhas nos esportes. Aos 50 o modelo educacional obsoleto e caduco contínua vivo. Aos 50 a TV me cansa. Aos 50 os professores continuam despreparados e mal pagos. Mas há pontos positivos de alegria múltipla, apenas com meio século consegui ver o Timão campeão da Libertadores &#8211; mesmo sabendo que nem sempre jogo é realmente jogo. Aos 50  descobri meus amigos de verdade (são poucos). Aos 50 entendo que meu pai tinha razão, exatamente quando ele tinha 50. Aos 50 já sei que meu filho me entenderá plenamente quando ele chegar, aos 50. Aos 50 decidi perdoar. Aos 50 decidi falar o que penso, talvez isso não seja bom para os próximos 50. Aos 50 relembro o que aprendi e fico indignado por não ter aprendido tudo que eu poderia ter aprendido. Aos 50 conheci o mundo, ou boa parte dele, que maravilha, se pudesse passaria os outros 50 conhecendo a metade ainda não conhecida. O mais duro dos 50 é que minha coleção de músicas do Itunes ou cd&#8217;s é composta por intérpretes que não mais podem tocar &#8220;ao vivo&#8221;, afinal eles já se foram. Tenho uma vantagem, minha memória fotográfica é ainda metade analógica metade digital &#8211; haja trabalho para escanear tudo que eu registrei antes dos 30. Mas 50 é 50. Hoje passei o dia em reuniões via skype. Os que tem 50 te chamam de você, os que tem 30 te chamam de &#8220;senhor&#8221;. Vocês não sabem qual é a dor de um pré 50 ao ser chamado de &#8220;senhor&#8221;- alguém já teve cálculo nos rins? É bem próximo disso. Nada que um antidepressivo não resolva. Aos 50 você precisa manter a forma. Exercícios regulares, dieta alimentar, próstata, exercícios para ativar a mente, vitaminas, aspirinas, sexo na medida certa. A medida certa é diretamente proporcional ao seu estado de espírito e não tem absolutamente nenhuma relação com seus 50. Caso você não acredite nessa última afirmação, é hora de pensar em &#8220;viagra&#8221;. Mas 50 são 50. E ainda melhor a cada ano que passa a nossa idade média, longevidade, aumenta. O que faz, cada vez mais, 50 não ser 50. Tenho 50 mas me sinto com 30. Tenho 50 mas com uma cabeça de 25. O pior é pensar em mudar os hábitos &#8211; afinal passar da barreira dos 50 pode significar muitas coisas, como por exemplo preparar-se para a aposentadoria. Ora, com raras exceções, e cada vez mais, você não irá se aposentar antes dos 80 &#8211; portanto esqueça isso. É hora de botar para arrebentar. Você tem 50, em relação ao cara de 30 você tem 20 a mais de janela, de conhecimento, de dor, de alegrias, acelera, acelera. Essa hora o leitor já deve estar dizendo &#8220;esse coroa cheirou muito essa noite&#8230;&#8221;. Viremos a página, 50 são 50, maravilhosos 50. Quem quiser sentir essa sensação chegue lá, curta muito.<br />
Hoje é dia de curtir, lembrar sucessos, lembrar derrotas e aprendizados, lembrar amigos e patrocinadores positivos, pensar no futuro, curtir a família, relaxar, se aborrecer na medida certa e apenas aceitar que 50 são 50.</p>
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		<title>O Líder Positivo e as Próximas Crises</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jul 2012 17:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando os números começam a indicar sinais de mau tempo, quando as vendas despencam, ou a inadimplência chega, existem dois comportamentos esperados dos executivos e líderes. O primeiro deles. e mais comum, é o desespero de cortar gastos e investimentos, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/07/29/o-lider-positivo-e-as-proximas-crises/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os números começam a indicar sinais de mau tempo, quando as vendas despencam, ou a inadimplência chega, existem dois comportamentos esperados dos executivos e líderes. O primeiro deles. e mais comum, é o desespero de cortar gastos e investimentos, enxugar a qualquer custo, apagar rapidamente o incêndio. Muitas organizações vivem como ondas, apenas esperando que a maré um dia deixe de ser baixa. O segundo tipo de comportamento é o que chamamos de positivo. Esse comportamento é muito diferente pois ele encara a situação com natureza.</p>
<p>O mercado vive e sempre viverá em ondas, ora estamos em momentos de alta ora em baixa. Nos dois momentos o positivo pensa e faz sua equipe refletir sobre os próximos momentos que virão, sejam eles bons ou desafiadores. Ele não pode ser confundido com um fechar de olhos para os problemas e as crises, ao contrário o pensamento positivo no sentido prático da gestão não é aquele que sonha com um mundo colorido e sem dificuldades &#8211; o positivo é aquele que trabalha todos os dias com ações e reflexões, ele sonha com o sucesso mas também imagina situações difíceis e quais oportunidades podem surgir nesse momento. É muito mais difícil ser um gestor positivo do que meramente um especialista em apagar incêndios.</p>
<p>Consultores, gestores de RH e coaches em geral preocupam-se com os déficits de seus clientes e como melhora-los rapidamente. Não que isto esteja errado, mas quando focamos para os talentos das pessoas estamos dando oportunidade de um desenvolvimento mais efetivo. O positivo vem desse tipo de atitude. O líder positivo faz perguntas difíceis. Ele não precisa estar sempre de bom humor e contar piadas, ele é pragmático, busca com que as pessoas ao seu redor achem respostas ao invés de sempre ensinar os demais como fazer (do seu jeito&#8230;), ele é mais aberto e está em constante mudança. Talvez ele relute em tomar uma decisão simples como demitir ou cortar um projeto já começado, ele deve ir muito mais além, pois uma resposta óbvia pode não ser a melhor resposta e pode custar caro à organização.<br />
E você: é um especialista em apagar incêndios ou um gestor positivo?</p>
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		<title>John Whitmore e a Educação</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jul 2012 18:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sir John Whitmore esteve no Brasil recentemente. Por trás da postura séria e introspectiva deste expert em desenvolvimento de pessoas está uma figura preocupada, no momento atual de sua vida, em contribuir para um mundo melhor. Educação, capitalismo, jovens e &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/07/12/john-whitmore-e-a-educacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sir John Whitmore esteve no Brasil recentemente. Por trás da postura séria e introspectiva deste expert em desenvolvimento de pessoas está uma figura preocupada, no momento atual de sua vida, em contribuir para um mundo melhor. Educação, capitalismo, jovens e tendências políticas são seus temas favoritas. Foi piloto de automobilismo, membro da aristocracia inglesa, esportista e treinador especialista em performance, um dos precursores do coaching em empresas e hoje atua em diversos projetos sociais e de educação.  Tive a honra de passar algumas horas conversando com John em São Paulo, nosso papo daria uma grande matéria de várias páginas sobre atualidades. Escolhi colocar aqui no blog a parte da conversa sobre educação. Espero que curtam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/files/2012/07/JOHN.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1962" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/files/2012/07/JOHN.jpg" alt="" width="210" height="281" /></a></p>
<p><strong>RR &#8211; Como você vê no mundo o momento atual na área de educação?</strong></p>
<p>JW &#8211; Os seres humanos devem pensar hoje como podemos mudar o sistema de educação em um mundo que está passando por uma série crise economica, ambiental e em outras áreas. Nós devemos estar preparados para lidar com a educação principalmente de nossos jovens, pois eles serão realmente os agentes que podem mudar esse mundo no futuro. Pois nesse momento nós estamos muito atrasados em relação a transformações nesse processo, e ainda não descobrimos ao certo porque caminhamos tão lentamente nessa área. Se pegarmos de forma similar o conceito de &#8220;coaching&#8221; aplicado ao mundo corporativo &#8211; nele hoje tentamos implementar um modelo de consciência e responsabilização em cada indivíduo o mesmo poderia ser feito e introduzido aos nossos estudantes, crianças, jovens e adolescentes, de forma a modernizarmos, em qualquer país do mundo a forma como ensinamos e aprendemos.</p>
<p><strong>RR- Como você observa as atuais demandas dos jovens &#8211; que vivem em um mundo cercado de desafios e com forte apelo tecnológico &#8211; serem percebidas e atendidas pelos modelos educacionais existentes? Você acredita que as escolas estejam preparadas para lidar positivamente com isso?</strong></p>
<p>JW &#8211; As escolas não tem mudado na medida que precisariam mudar. Existem inúmeras razões para isso, me parece que as autoridades do ensino continuam a aplicar e manter comportamentos do passado, já aplicados anteriormente, e isso claro deve ser mais fácil do que mudar a forma como ensinamos aos nossos alunos, pois isso envolve um grande esforço em pensarmos em coisas novas. Eles estão na verdade muito ocupados com outras coisas e usam pouco seu tempo para pensar em mudar esse sistema tradicional. Eu gostaria de contextualizar essa resposta. A humanidade está envolvida com uma forma psicossocial. Estou me referindo a uma evolução das pessoas, não de forma biológica mas sim de uma forma psicológica de desenvolver pessoas. Se você observar as fases que passamos nesse desenvolvimento, o estágio primeira na vida de uma criança, acontece logo após seu nascimento e um pouco antes dela começar a andar, sua mãe começa a impor o que deve ou não fazer. E isso é feito através de uma comunicação muito direta &#8211; ela apenas diz diretamente a criança o que ela deveria ou não fazer, e isso é bem razoável pois a mãe pretende apenas proteger a criança. Isso é muito bom mas por outro lado muito perigoso a medida que é necessário fazermos a criança começar a lidar com a vida e seus problemas de maneira autônoma. E ai surge a necessidade de fazermos com que aquela criança descubra como fazer as coisas a sua maneira e não somente da forma que gostaríamos que fosse. Isso não significa que devemos nos omitir como pais, mas sim nos dá uma oportunidade de acompanharmos seu desenvolvimento fazendo boas questões, questões que façam a criança pensar e ter opções de escolhas. Isso faz com que a criança comece a entender as conseqüências de suas atitudes e torne-se mais responsável por suas atitudes. Infelizmente os pais quase não aplicam isso em seu dia-a-dia, deixando de dar opções às crianças. Outro ponto importante para os pais seria deixar as críticas de lado &#8211; não focar as suas críticas às escolhas das crianças. Talvez deixarmos nossos filhos sair ao relento sem um casaco seja mais positivo do que simplesmente darmos avisos e colocarmos medos infundados em suas mentes. Se você der 3 escolhas a seus filhos por dia, ao final de um ano você terá dado mil chances a eles, ao final de dez anos serão dez mil escolhas que eles terão que fazer. O mesmo ocorre na escola, se nossos professores fossem treinados a dar escolhas a nossas crianças e estudantes seria muito melhor. O que você quer estudar hoje, o que motivaria você a aprender esse tema, que maneira facilitaria o seu aprendizado, são ótimas questões para um docente refletir e aplicar com seus alunos.</p>
<p><strong>RR &#8211; John se você pudesse, como um mestre do coaching, fazer uma questão para um típico professor que ensina nossas crianças hoje, que tipo de questão seria?</strong></p>
<p>JW &#8211; A primeira seria para ele pensar sobre o que é mais importante no momento em que sua aula está ocorrendo, como ele identificaria o que faz em sala de aula que produz ótimo resultado, pediria exemplos de sucessos em sua prática de ensino. Depois pediria a ele para pensar em formas de ensino praticadas que não estão surtindo efeito. Acho que faria ele pensar sobre essas respostas. Existem momentos que você precisa aplicar questões mais desafiadoras. Me lembro que escrevi um artigo em 2005 apontando claramente para a possibilidade de uma crise financeira, que anos depois surgiu e surpreendeu muita gente &#8211; menos eu. Logo depois muitas pessoas da área financeira me perguntaram: &#8220;como você sabia com tanta certeza disso?&#8221;. Eu apenas respondi com outra pergunta, a pergunta correta: -como vocês, especialistas na área, não sabiam?</p>
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		<title>Você Precisa de Seu Chefe?</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jun 2012 03:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Equipes auto-sustentáveis. Prepare-se para ouvir cada vez mais esse termo. Você precisa de seu chefe, ou de seu gerente, ou de seu diretor?<br />
Claro que essa resposta pode estar ligada a muitas outras variáveis. Mas eu diria que muitas equipes atuam de forma autônoma e com pouca dependência de sua liderança. Chefes centralizadores, que mantêm informações e conhecimentos protegidos de sua equipe, por certo, formam pessoas que possuem um grau de independência limitado. Mesmo assim com o passar do tempo as pessoas aprendem suas atividades por si. E isso acaba criando pessoas que apenas executam sem depender de seus chefes. Usam apenas o piloto automático. Você é assim? O que isso tem de bom? O que pode atrapalhar em seu desenvolvimento? Simples &#8211; não depender dos outros é extremamente positivo no ponto de vista de criarmos coisas novas, soluções inovadoras. Entretanto, a dependência em excesso leva ao contrário, ao simples hábito de ser máquina &#8211; de fazer as coisas que os outros ditam, mecanicamente, sem pensar. Líderes progressistas são aqueles que permitem que seus liderados pensem e explorem sua capacidade de criação. Quando esse fator não é usado, apenas nos defrontamos com a seguinte questão:  precisamos mesmo desse líder?<br />
Basta olhar para seu chefe e responder a essa questão.</p>
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		<title>Alguém Se Lembra de Zé Cláudio?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 03:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz um ano que José Cláudio Ribeiro da Silva e sua esposa Maria do Espírito Santo foram assassinados em uma emboscada em meio à Amazônia brasileira. Zé Cláudio, como era conhecido, foi um defensor incondicional da floresta e de sua &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/05/25/alguem-se-lembra-de-ze-claudio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz um ano que José Cláudio Ribeiro da Silva e sua esposa Maria do Espírito Santo foram assassinados em uma emboscada em meio à Amazônia brasileira. Zé Cláudio, como era conhecido, foi um defensor incondicional da floresta e de sua preservação, mas assim como tantos outros foi vencido por interesses mais fortes. Mas essa, apesar de ser uma história conhecida, talvez não seja tão famosa como a de Chico Mendes.<br />
O fato que mais preocupa, após um ano desse acontecimento triste e absurdo, é o silêncio que paira sobre ele. Incrível como a nossa memória é curta e frágil, tão frágil como eram as chances de Zé Cláudio e Dona Maria de se defender e preservar suas vidas.<br />
Estamos nesse exato momento debatendo Rio+20, sustentabilidade, grandes eventos: Copa do Mundo, Olimpíadas, vivemos em economia global, somos BRICS, mas ainda temos fatos como esse, que nos remetem a um país subdesenvolvido, onde a justiça tarda, tarda, tarda.<br />
Hoje, com exceção de poucos amigos e defensores da mesma causa, ninguém se lembra de Zé Cláudio.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=78ViguhyTwQ"><img src="http://img.youtube.com/vi/78ViguhyTwQ/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=78ViguhyTwQ">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

<p>O pior é que seis meses antes de ter sido assassinado, Zé Cláudio, em público, antecipou a tragédia.<br />
Pena que seis meses não seja tempo suficiente para tomarmos atitudes verdadeiras e efetivas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Poder das Perguntas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um professor entra em sala de aula e começa a descarregar os seus muitos minutos de conhecimento pré-preparados aos seus alunos. Em alguns instantes, poucos ainda fazem anotações e prestam atenção ao mestre. O aprendizado tem mão única, o professor &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/05/06/o-poder-das-perguntas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um professor entra em sala de aula e começa a descarregar os seus muitos minutos de conhecimento pré-preparados aos seus alunos. Em alguns instantes, poucos ainda fazem anotações e prestam atenção ao mestre. O aprendizado tem mão única, o professor sabe &#8211; o aluno aprende &#8211; geralmente por osmose.<br />
Agora imagine uma outra forma de fazer a mesma coisa. Um professor entra em sala de aula e começa dando um desafio aos alunos, fazendo questões que remetem a todos a uma reflexão.<br />
Alguém já disse que o mundo é movido por perguntas e não por respostas. E isso é pura verdade.<br />
Pense um pouco nas decisões difíceis que teve que tomar durante sua vida. Lembre dos momento que antecederam a elas, e tente pensar nas questões envolvidas e que ajudaram você a optar por algo.<br />
Quando tentamos educar nossos filhos todos os dias, dentro dos desafios atuais dessa tarefa, nos deparamos sempre com a relação comportamental pais e filhos. &#8220;Filho vá fazer a tarefa agora&#8221;, ou &#8220;filha troque agora a sua roupa&#8221; são apenas alguns dos jargões do relacionamento familiar. Claro que eles são poucos efetivos. Novamente as perguntas são mais poderosas. Em ambos os lados. Muitas vezes filhos fazem perguntas difíceis mas espetaculares pois promovem reflexão e ação. &#8220;Pai por que eu preciso parar de tomar refrigerante se você bebe cerveja todas as noites vendo TV?&#8221; ou &#8220;mãe por que eu tenho que ler tantos livros se você nunca leu nenhum?&#8221;.<br />
Nas organizações ocorre o mesmo &#8211; dizer o que fazer é sempre mais utilizado do que aplicar boas perguntas de reflexão. &#8220;Erramos aqui, ou isso foi ótimo&#8221; são sempre mais usados do que &#8220;o que nos fez errar, ou o que nos fez acertar?&#8221;.<br />
Fazer perguntas exige muito mais das pessoas e de seu senso crítico. Dar respostas é ligeiramente mais fácil do que criar boas perguntas.<br />
Pense nisso e comece seu próximo dia pensando em quais perguntas poderiam mudar o seu mundo, pessoal ou profissional. Ao descobri-las apenas comece a pratica-las e veja os resultados.<br />
Boas perguntas a todos!</p>
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		<title>A China Brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[China e Brasil têm dominado os comentários no cenário econômico mundial em tempos de crise na Europa e EUA. O mercado chinês é o pulmão organizacional do mundo. Dele dependem os mercados tradicionais e muitas economias mundiais. É interessante observar &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/04/11/a-china-brasileira/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>China e Brasil têm dominado os comentários no cenário econômico mundial em tempos de crise na Europa e EUA. O mercado chinês é o pulmão organizacional do mundo. Dele dependem os mercados tradicionais e muitas economias mundiais. É interessante observar que apesar de todas as diferenças culturais, Brasil e China possuem muitas coisas em comum. As diferenças sociais são visíveis de todas as maneiras. A classe A ascendente chinesa pode se dar ao luxo de consumir bens desejados pelo mundo ocidental &#8211; marcas como Ferrari, Louis Vuitton, Cartier, Rolex e suas lojas deslumbrantes ficam a poucos passos de vielas repletas de pobreza, que formam o cenário maluco de Beijing &#8211; palco do melhor cenário para definir a China moderna. Assim como em nossas favelas, quem se afasta poucos quilômetros da cidade pode perceber a diferença de classes. São amontoados de pequenos prédios e casas mal acabadas que abrigam muitas e muitas pessoas. Entretanto, em certos casos,  os chineses parecem estar à frente no quesito infra-estrutura &#8211; uma rede funcional de metro e transporte coletivo parece dar vazão a uma absurda população se deslocando todos os dias. A poluição é caótica. Mas há algo positivo em tudo isso.<br />
O chines desperta para conhecer o seu país. Com a melhora do poder aquisitivo e a possibilidade de acesso ao consumo, o chinês tradicional de cidades distantes começa a vir a Beijing e a outros centros para conhecer sua história. Algumas empresas gigantes no segmento do turismo começam a observar com cuidado esse potencial mercado. Uma empresa aérea de baixo custo deve ser criada para cobrir a demanda de mercado. Por aqui (China) as notícias econômicas focam em empresas locais que estão começando a entrar no mercado brasileiro. As automotivas são as mais fortes.<br />
Infelizmente, para concluir, algumas semelhanças negativas entre o cenário brasileiro e o chinês:</p>
<p>1. aqui se fala muito em corrupção nas obras e projetos geridos pelo governo;<br />
2. o Chinês adora furar fila &#8211; acho que o Brasil está muito à frente nesse quesito&#8230;<br />
3. a lingua é hoje o maior obstáculo comercial enfrentado pelos chineses &#8211; literalmente ninguém fala algo que o mundo possa entender &#8211; com exceção de Hong Kong as demais localidades dependem 100% de tradutores;<br />
4. me parece que o povo em geral não vive, ainda, uma situação de satisfação &#8211; muitas horas de trabalho e distância do trabalho, são inimigos do humor chinês;<br />
5. É visível nas grandes cidades aqueles que vivem do subemprego.</p>
<p>Duas vantagens para nós: primeira &#8211; pelo nosso menor tamanho nossos problemas podem ser resolvidos mais facilmente, segundo as mulheres estão em outro patamar de atuação.<br />
O desafio chinês é fazer que o mundo diminua o preconceito contra sua forma agressiva e dominante de atacar mercados, além do péssimo conceito de seus produtos e serviços &#8211; se isso for sanado ninguém segura a China.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Primeiro dia de um Líder</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 20:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[chefia]]></category>
		<category><![CDATA[jovens executivos]]></category>
		<category><![CDATA[jovens talentos]]></category>
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		<category><![CDATA[primeiro dia de chefia]]></category>
		<category><![CDATA[talentos. primeiro dia de trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente você foi promovido, ou promovida. É momento de celebrar. Talvez você ja esperasse isso, ou talvez tenha sido uma surpresa, ou um susto. Segunda-feira é o seu primeiro dia à frente de sua equipe. Que frio na barriga! Como &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/03/23/o-primeiro-dia-de-um-lider/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente você foi promovido, ou promovida. É momento de celebrar. Talvez você ja esperasse isso, ou talvez tenha sido uma surpresa, ou um susto. Segunda-feira é o seu primeiro dia à frente de sua equipe. Que frio na barriga! Como fazer? Ou o que não fazer?<br />
Não acredito em receita de bolo para aprendizado da liderança, mas não é difícil sugerir algo. Pensei nos momentos atuais, onde cada vez mais, jovens são colocados na jaula dos leões.</p>
<p>Para eles segue a minha lista de dicas para um primeiro dia.</p>
<p>Dica 1 &#8211; Comece pelo começo. Apresente-se, diga bom dia (mesmo se isto for contra a sua índole), olhe as pessoas nos olhos, conecte-se, esteja aberto.</p>
<p>Dica 2 &#8211; Não comece pelos problemas, diminua a sua ansiedade em impor seu estilo. Que tal descobrir quais são as coisas bacanas que sua equipe já fez no passado? Quem sabe descobrir logo de cara um novo talento.</p>
<p>Dica 3 &#8211; Não queira parecer o que você não é &#8211; seja sincero e objetivo, explique seu estilo e como você opera (claro, se você souber&#8230;).</p>
<p>Dica 4 &#8211; Ouça mais, fale menos. Deixe todo o seu potencial para depois, quem sabe sua equipe não esteja ansiosa para compartilhar com você os assuntos do momento. Ouça com carinho, não finja jamais estar ouvindo &#8211; todos percebem!</p>
<p>Dica 5 &#8211; Faça boas perguntas. Boas perguntas são aquelas que geram reflexão, que fazem as pessoas saírem de seu modelo mental fechado, obrigando-as a pensar de forma mais ativa.</p>
<p>Dica 6 &#8211; Não critique o trabalho ou os métodos de seu antecessor. Muitas vezes isso pode ser uma agressão direta a outros que co-criaram aquilo. Deixe seu lado de solucionador de todos os problemas para depois.</p>
<p>Dica 7 -Alie-se aos mais velhos e experientes &#8211; que tal um bom papo e uma descoberta de suas experiências. Eles não tem a sua velocidade nem a sua ambição? Não se preocupe talvez um dia você também seja assim &#8211; respeite o tempo e o momento deles.</p>
<p>Dica 8 &#8211; Não tire conclusões precipitadas. As pessoas precisam de tempo para entender você e você precisa de tempo para entender as pessoas.</p>
<p>Dica 9 &#8211; Não trabalhe além do estipulado. Novos líderes tendem a querer demonstrar competência com longas jornadas &#8211; o que fazem é começar a criar problemas no futuro, fuja dessa armadilha.</p>
<p>Dica 10 &#8211; Alinhe sua comunicação com o estilo de sua equipe. Como a equipe interage? O que funciona bem? O que deve ser melhorado? Quais novos canais de comunicação você pode explorar?</p>
<p>Dica 11 &#8211; Almoce com alguém. Não isole-se &#8211; esse é o momento mais chato para você e provavelmente para o seu grupo.</p>
<p>Dica 12 &#8211; Divirta-se. Se não conseguir achar nada divertido, reflita se realmente você está no local correto.</p>
<p>Dica 13 &#8211; Não desista, talvez o divertimento apareça, do nada, no segundo dia&#8230; </p>
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		<title>Copa 2014 – Vamos fazer do nosso jeito!</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 12:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Valcke]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da semana turbulenta com uma imensidão de jogadas e discursos políticos entre FIFA e Governo Brasileiro, parece que agora as coisas estão resolvidas. Irado com a insinuação do &#8220;chute no traseiro&#8221; recomendado pelo Sr. Valcke, o ministro das relações &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/03/05/copa-2014-vamos-fazer-do-nosso-jeito/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da semana turbulenta com uma imensidão de jogadas e discursos políticos entre FIFA e Governo Brasileiro, parece que agora as coisas estão resolvidas.<br />
Irado com a insinuação do &#8220;chute no traseiro&#8221; recomendado pelo Sr. Valcke,  o ministro das relações internacionais do Brasil, Marco Aurélio Garcia &#8211; explicou &#8220;O Brasil não é europeu, germânico, vai fazer as obras ao seu ritmo, vamos fazer de nosso jeito.&#8221;<br />
Essa declaração nos deixa tranquilos, pois agora sim sabemos que o jeito brasileiro, antigamente conhecido vulgarmente por &#8220;jeitinho&#8221;, será colocado em prática. O improviso vai ser chamado para atuar. Ou será que o ministro se referia a criatividade e competência de nossa gestão?</p>
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		<title>O livro é caro. Será mesmo?</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 02:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todas as vezes que participo de debates sobre desenvolvimento surge o tema da leitura no Brasil. É muito comum aparecer alguém que defende a tese &#8220;o livro é muito caro no Brasil&#8221;. Será que isso ainda é verdade? O conceito &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/02/28/o-livro-e-caro-sera-mesmo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as vezes que participo de debates sobre desenvolvimento surge o tema da leitura no Brasil. É muito comum aparecer alguém que defende a tese &#8220;o livro é muito caro no Brasil&#8221;. Será que isso ainda é verdade? O conceito de caro ou barato deve ser melhor avaliado. Esse tem direta ligação com a importância que damos, ou não, a algo a ser adquirido.<br />
Os livros hoje são lançados praticamente ao mesmo tempo em todas as partes do mundo. A biografia de Steve Jobs foi lançada ao mesmo tempo no Brasil e no Exterior. Hoje ela custa aqui algo em torno de R$35  Na Amazon o custo é de US$18 &#8211; ou seja uns R$32. E isso pode variar de país a país, ou de local de compra e assim por diante. A variação não é tão grande. Bem, mas você pode me contradizer que nosso poder aquisitivo para livros é muito menor que o dos americanos ou europeus. É verdade. Mas isso nem sempre define bem a situação. São Paulo é hoje uma das cidades mais caras do mundo.<br />
Mas voltando ao tema sobre &#8221; O Livro é Caro&#8221;.<br />
Veja só: um livro deveria ser lido para trazer conhecimento, gerar informação, tornar as pessoas menos leigas, menos dependentes das bobagens como os BBB&#8217;s da TV, etc. Ou seja tem algum valor agregado. Mas quanto vale isso? E quanto as pessoas valorizam isso em suas vidas?<br />
Quando vamos nos divertir podemos escolher em ir a um cinema nos finais de semana (quase 1/2 livro ou mais) ou ir ao futebol &#8211; não esbanjando muito, uma arquibancada e um hot-dog suspeito (mais de um livro), em uma balada, dependendo do local, alguns meros drinques podem consumir uns dois ou três livros. Uma viagem maravilhosa em um final de semana pode se equiparar a uma estante completa.<br />
Ora, o livro não é caro. Somos nós que damos pouco valor a eles. Que pouco incentivamos nossos filhos a lerem (um jogo de vídeo game original equivale a pelo menos cinco a dez livros).<br />
Uma vantagem: o livro não morre. Por mais que o tema seja de atualidade ele sempre servirá para alguém &#8211; e isto é um valor intangível, sem formas de ser medido.<br />
Com a chegada dos livros digitais essa barreira de alcance global será transposta. Muitos autores hoje já pensam em ver suas obras em outras línguas, atingindo outras culturas, sem limites.<br />
O livro não é caro, é simplesmente uma questão de valor.<br />
Tenho certeza que nesse momento, enquanto finalizo meu post da Exame, muitas pessoas estão comendo deliciosas pizzas (mínimo 1 livro). Pense nisso!</p>
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		<title>Carnaval? Ainda Precisamos Disso?</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 23:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de uma semana desfrutando do feriado, encontro um amigo que acaba de chegar do rico litoral paulista. Ele reporta o que é comum no feriado de carnaval: estradas congestionadas, lugares repletos de gente, muito barulho e estresse, cenas que &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/02/22/carnaval-ainda-precisamos-disso/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma semana desfrutando do feriado, encontro um amigo que acaba de chegar do rico litoral paulista. Ele reporta o que é comum no feriado de carnaval: estradas congestionadas, lugares repletos de gente, muito barulho e estresse, cenas que lembram a chegada anunciada de um furacão nos Estados Unidos. Alguns relatos desse amigo: a peixaria não podia servir peixe fresco pois senão haveria &#8220;muito trabalho&#8221; para limpar os mesmos e servir a todos &#8211; ora então por que ir até uma peixaria? A boate local, com muito estilo e ingressos à duzentos Reais, ao invés de samba (ainda existe isso?), tocava uma frenética música eletrônica.<br />
Todo carnaval tem tragédia &#8211; nas estradas, ou nos locais de desfiles, algo anda mal. Mas o Carnaval é a alegria do povo! Será mesmo? Milhões de pessoas aproveitam os quatro ou mais dias de folia para descansar, curtir amigos, passear, nem sequer se importam se a música é um samba ou qualquer outro tipo de som. Votam SIM para o Carnaval não pela tradição mas pelos dias de relaxamento. Poucos locais no Brasil, talvez alguns em Salvador e no Recife, realmente tenham apelo popular por tradição. No Rio de Janeiro a desculpa é sempre a mesma, os estrangeiros estão chegando&#8230; Ora, há alguns anos atrás uma pesquisa mostrou que o Rio somente recebia o turista classe D &#8211; esse cara é aquele que não põe a mão no bolso por nada, compra água na rua para levar pro hotel e come cachorro quente na praia. Apenas chegam ao Brasil para colocar em jogo o seu lado reprimido, geralmente reprimido por regras conservadoras de seu país de origem. Será que essa conta realmente fecha ou é mais uma mera ilusão econômica.  Será que o Rio arrecada mais que o carnaval de Veneza, ou o Mardi Gras de New Orleans &#8211; claro que as festividades são diferentes e têm  conotações distintas, mas como comparar isso na prática?<br />
Voltei à São Paulo hoje, passei na frente de nosso monumento do samba, onde ontem outro vexame aconteceu. Alguém resolveu subir no palco e rasgar os votos. Ora rasgar os votos &#8211; e ninguém tem uma cópia, ou um registro eletrônico? Estamos no mundo dos Flintstones? Já imaginou se nas Olimpíadas algo semelhante acontece? Vamos resolver no sorteio? É por isso que o Brasil continua sendo encarado como o país do improviso, do jeitinho.<br />
Mas somente para concluir a ideia. Uma universidade pública maravilhosa poderia se instalar no que hoje é a passarela do samba paulista. O maior elefante branco de São Paulo. Não serve para absolutamente nada, além de gerar um impacto ambiental não mensurado a todos os bairros de seu entorno, com seus shows pseudo culturais. O melhor de tudo é que isso é possível, e sem dispêndio de dinheiro público. Afinal verbas de fontes desconhecidas jamais faltam para que o nosso medíocre carnaval aconteça todos os anos, por que não transferi-los para a educação?<br />
Carnaval? Cinzas nele!</p>
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		<title>MBA de Graça</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 17:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
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		<category><![CDATA[TEDx]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano resolvi fazer um MBA. Bom não é bem o que você está pensando. Na verdade a decisão de fazer um MBA deve ter ocorrido há uns quinze anos atrás &#8211; na época fui atrás dos mais badalados cursos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/02/03/mba-de-graca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano resolvi fazer um MBA. Bom não é bem o que você está pensando. Na verdade a decisão de fazer um MBA deve ter ocorrido há uns quinze anos atrás &#8211; na época fui atrás dos mais badalados cursos e achei que a relação custo x benefício não era satisfatória em meu caso. </p>
<p>Um dos pontos negativos eram os currículos dos cursos, repletos de disciplinas que me pareciam mais para cumprir tabela do que formar uma pessoa em management. Com o passar dos anos o MBA foi banalizado (essa é minha opinião) &#8211; hoje temos MBA para tudo e o investimento é absurdo. Então, naquele momento, resolvi seguir a opinião de um amigo que me disse &#8211; se quer aprender realmente mais &#8211; vá direto a fonte. E fui. Fiz uma dezena de cursos e participei de diversos congressos de áreas distintas fora do Brasil &#8211; e isso foi sensacional &#8211; mas ainda muito caro.</p>
<p>Esse ano resolvi fazer o meu MBA &#8211; particular e customizado &#8211; e melhor com pouco investimento.<br />
Comecei mergulhando de cabeça no sensacional TED (<a href="http://www.ted.com">ted.com</a>) &#8211; já bem conhecido no mundo acadêmico &#8211; o TED é um site de conteúdo aberto com uma filosofia de gerar inspiração e transmitir conhecimento &#8211; <strong>100% free</strong>. São palestras, conhecidas como TED Talks que duram aproximadamente 20 minutos. Mas não são simples palestras. </p>
<p>Esta semana escolhi, para começar meu MBA &#8211; que acontece na minha casa, geralmente depois das 22 horas &#8211; alguns professores.<br />
Minha aula inicial (magna) foi com <em>Bill Gates</em> &#8211; que falou sobre o mal uso das verbas de educação nos EUA. Em seguida optei por ouvir e ver em HD<em> Jeff Bezos</em> da Amazon, e para terminar uma aula incrível sobre o cérebro com um cara que eu não lembro o nome.</p>
<p>Mas o meu MBA não para por aí. Já escolhi alguns livros incríveis para ler &#8211; o Projeto Guttemberg tem centenas de livros gratuitos e livres para download. A Apple recém lançou a Itunes U &#8211; uma espécie de loja virtual para Universitários e acadêmicos &#8211; a surpresa: uma vasta gama de conteúdos abertos das melhores universidades americanas.<br />
Ainda um obstáculo: a língua. A grande massa dos conteúdos está em Inglês &#8211; sem tradução. No Brasil já temos diversos TEDx (nome dado aos TEDs independentes) com diversas palestras e temáticas muito interessantes &#8211; gratuitas e o melhor, em português.<br />
Os blogs da Exame apresentam textos muito bacanas em muitas áreas diferentes &#8211; e estão aqui para serem lidos.<br />
Só não estuda quem não quer. Que se cuidem os MBA&#8217;s formais.</p>
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		<item>
		<title>O Brasil Mudou…</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 00:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Volto do Chile, por lá alguns periódicos mostram um Brasil diferente, promissor. Um amigo dos EUA me pergunta sobre as novas por aqui e a nossa economia em desenvolvimento. Agora lá somos tratados como um novo oásis. Pensei&#8230;o Brasil mudou: &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/01/26/o-brasil-mudou/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Volto do Chile, por lá alguns periódicos mostram um Brasil diferente, promissor. Um amigo dos EUA me pergunta sobre as novas por aqui e a nossa economia em desenvolvimento. Agora lá somos tratados como um novo oásis. Pensei&#8230;o Brasil mudou:</p>
<p>- há escolas para todos, independente de classe social;<br />
- não existem mais planos de saúde &#8211; os mesmos deixaram de operar por simples falta de demanda &#8211; agora o sistema de saúde público é exemplar;<br />
- cada cidadão recebe em serviços públicos de forma equivalente ao tanto que contribuímos com impostos;<br />
- há segurança para todos;<br />
- somos visitados cada vez mais por pessoas que querem aprender nossos segredos;<br />
- o futebol e o carnaval não são mais nossas bandeiras principais;<br />
- nossos ícones são ousados empresários, algumas tecnologias inovadoras e muita criatividade;<br />
- os aeroportos funcionam e temos excelente oferta de voos o que nos permite alcançar outras culturas facilmente;<br />
- um médico ou professor ganha o equivalente a um jogador de futebol;<br />
- existem menos políticos &#8211; afinal tudo funciona tão bem que não precisamos de tantos nos representando (!?!?);<br />
- não temos mais BBB nem novelas no horário nobre, estes programas foram retirados do ar por falta de audiência.</p>
<p>Ouço um barulho estranho e forte!!! Acordo. Sabia que não devia ter dormido depois de uma farta feijoada. Acabou o sonho, restam os pensamentos positivos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Aprendizado do Naufrágio</title>
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		<comments>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/01/15/o-aprendizado-do-naufragio/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 23:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[Adversidades]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Concordia]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Cruzeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Naufrágio Concordia]]></category>
		<category><![CDATA[Resgate de passageiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos fui um assíduo passageiro de navios, no Brasil e fora dele. Lentamente fui conhecendo navios cada vez maiores e mais modernos. O nosso país foi invadido por este tipo sensacional de opção turística. Tirando alguns localizados incidentes &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/01/15/o-aprendizado-do-naufragio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos fui um assíduo passageiro de navios, no Brasil e fora dele. Lentamente  fui conhecendo navios cada vez maiores e mais modernos. O nosso país foi invadido por este tipo sensacional de opção turística.<br />
Tirando alguns localizados incidentes &#8211; eu mesmo participei de um, anos atrás em Punta del Leste &#8211; os navios de cruzeiro mantinham um excelente nível de segurança.<br />
Com tremenda surpresa acompanhei o acidente com o Costa Concordia na costa italiana, neste final de semana. Assim como todo acidente de porte, seja aéreo ou marítimo, é claro que uma série de erros combinados tornaram a tragédia possível. Mas, quando acompanho a imprensa italiana e mundial relatarem os fatos, vejo uma série de absurdos virem à tona.<br />
Sei que relatos emocionados dos passageiros tornam isso mais fácil para o jornalismo sensacionalista. Dizer pejorativamente que o processo de evacuação era conduzido por membros da tripulação, Filipinos e Peruanos, é um tremendo absurdo. Diversas vezes estive em Navios Costa, e em outras companhias, e lembro que a equipe de segurança era formada por Filipinos, Brasileiros, Hondurenhos, Italianos, Alemães, entre outras nacionalidades. Não significa que isto possa prejudicar a operação. Não quero aqui avaliar os erros da equipe de comando, se erraram ou não na questão de rota ou mesmo de evacuação do navio, mas sim me dirigir ao fato de que a enorme maioria de ocupantes do navio conseguiu se salvar em situação extremamente crítica, e por certo, não foi por mera sorte, mas sim pela ajuda de algumas pessoas competentes. Retirar mais de 4.000 pessoas em algumas horas, de modo praticamente individual, é algo sensacional. Quem são essas pessoas, esses heróis, gente que tornou a vida possível para muitos. Geralmente esses são esquecidos, não fizeram mais que o necessário.<br />
Alguns relatos mostram que houve disputa por coletes salva-vidas e que prioridades não foram atendidas. Ora, nada diferente do mundo em terra firme. Não há respeito por idosos, por pedestres, por minorias, e outras classes. E não adianta citar que isso é uma exclusividade da classe A. Não &#8211; o cruzeiro Costa &#8211; que infelizmente foi cenário da tragédia no final de semana está longe de ser considerado um cruzeiro de elite.<br />
O que podemos aprender com o naufrágio do Costa Concórdia? O que podemos fazer para evitarmos desgraças maiores? O que funcionou muito bem? Para as nossas autoridades: se tivéssemos algo semelhante por aqui, como agiríamos?<br />
Apenas reflexões. Continuo fã absoluto de navios e sou solidário com a Costa Cruzeiros &#8211; uma empresa séria e que sempre demonstrou grande preocupação com a segurança dos passageiros (mesmo que os Brasileiros sempre levem isso pro lado da brincadeira&#8230;).<br />
Cabe a todos avaliar o que podemos aprender com o acidente, que felizmente, por uma série de fatores, não foi uma tremenda catástrofe.</p>
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		<title>Comece 2012 lendo…</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 00:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro post de 2012 é introspectivo. Enquanto escrevo, um pouco preguiçoso pelo efeito das pequenas férias, olho ao meu redor. Livros. Afinal este é um vício. Enquanto ouço minha louca seleção de músicas no Itunes &#8211; que pode variar &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2012/01/11/comece-2012-lendo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro post de 2012 é introspectivo. Enquanto escrevo, um pouco preguiçoso pelo efeito das pequenas férias, olho ao meu redor. Livros. Afinal este é um vício. Enquanto ouço minha louca seleção de músicas no Itunes &#8211; que pode variar entre a mais rara gravação de Elvis Presley à voz rouca da saudosa Amy, olho para minha estante. Quem me acompanhou nos últimos meses? Rita Carter, autora de Multiplicity, é uma delas. Minha favorita quando o assunto é cérebro &#8211; profunda mas simples de entendermos. Na minha área &#8211; da gestão positiva &#8211; não posso ficar sem os escritos de Martin Selligman e Alan Carr &#8211; esse um inglês não tão conhecido mas com um trabalho muito interessante sobre a psicologia positiva.<br />
Já na área de marketing um excelente companheiro de cabeceira é Buy-ology de Martin Lindstrom. Tive a oportunidade de assistir Martin em São Paulo ano passado e o cara é grande quando o assunto é consumidor &#8211; quem se interessa por isso vale a pena ler o livro. Para quem pretende escrever um livro vejo na estante o Corrija-se do mestre Sacconni &#8211; simplesmente útil e ágil.<br />
Quem quiser aprimorar sua comunicação, um companheiro diferente e prático é Hipnose Ericksoniana de Stephen Paul Adler &#8211; mestre na arte de comunicar-se e ir a fundo nas conversas.<br />
Para quem deseja algo mais profundo e que entra nas raízes do ser humano &#8211; um companheiro seleto é O Erro de Descartes de Antonio Damasio &#8211; um dos grandes nomes da neurociência. Para os futuristas e desejosos de novidades e previsões fantásticas leiam Ray Kurzwell &#8211; simplesmente maluco mas essencial.<br />
Que tal começar 2012 lendo um livro? Esse não tem sido um hábito (principalmente entre executivos) &#8211; e isso não é bom! Perde-se a capacidade de viajar e compartilhar conhecimento. Custa muito pouco.&#8221;O livro é caro&#8221; é uma armadilha para não ler. O livro é mais barato que uma pizza, metade do valor de uma garrafa de vinho mediano, muito menos que uma churrascaria ou que uma tarde no futebol. Leia e tire proveito.<br />
Excelente 2012 com muitos livros. Desafio: quantos livors você lerá efetivamente até dezembro? Seja ousado e divirta-se.</p>
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		<title>Refletindo sobre 2011 e Desenhando 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 21:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aos amigos que prestigiaram o nosso blog de gestão positiva durante 2011, eu quero fechar esse ano compartilhando uma reflexão. Quando dezembro se aproxima e as festas começam agitar nossas vidas, seja no trabalho como junto às nossas famílias, começamos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/12/20/feche-2011-projete-2012/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos amigos que prestigiaram o nosso blog de gestão positiva durante 2011, eu quero fechar esse ano compartilhando uma reflexão.<br />
Quando dezembro se aproxima e as festas começam agitar nossas vidas, seja no trabalho como junto às nossas famílias, começamos planejar o ano seguinte. Onde queremos chegar, quais transformações e desafios desejamos atingir, onde devemos investir nossos esforços, são apenas exemplos disto.<br />
Que tal fazermos algo um pouco diferente este ano? Que tal refletirmos sobre nossos acertos em 2011. O que conseguimos realizar? Que sonhos transformaram-se em realidade? Quais momentos foram marcantes? Basta assistir rapidamente o filme de 2011 novamente, em poucos minutos. Agora que você já fez isso &#8211; que tal fazer uma viagem fantástica para dezembro de 2012? Sim exatamente um ano à frente. Como você se vê em dezembro de 2012? O que você conseguiu realizar? Que imagens positivas fazem parte de sua memória, quais conquistas e barreiras você conseguiu suplantar? Quais pessoas estiveram e foram importantes ao seu lado? O que você passou a conhecer? A quem você ensinou algo? A quem você ajudou? Como você se sente, no âmbito físico e emocional? Onde você aplicou sua energia e força durante o ano de 2012 &#8211; que foram essenciais para você ter obtido grande sucesso?</p>
<p>Alguns minutos para refletir, pensar e criar imagens positivas. Se preferir faça isso junto com as pessoas que você ama e que compartilham seu cotidiano.</p>
<p>Espero que todos tenham um excelente Natal e que 2012 possa ser o palco de muitas transformações positivas.</p>
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		<title>Qualidade Já Era?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O movimento da Qualidade teve seu auge na década de 1980 &#8211; empresas e corporações do mundo todo voltaram-se para melhorar produtos, serviços e adequar seus processos. Os sistemas de gestão tornaram-se populares e a &#8220;ISO&#8221; ficou conhecida como prêmio &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/11/29/qualidade-ja-era/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento da Qualidade teve seu auge na década de 1980 &#8211; empresas e corporações do mundo todo voltaram-se para melhorar produtos, serviços e adequar seus processos. Os sistemas de gestão tornaram-se populares e a &#8220;ISO&#8221; ficou conhecida como prêmio às organizações que atendiam parâmetros mínimos requeridos para produzir e entregar produtos e serviços confiáveis. Na mesma época tornou-se muito popular o uso de diversas ferramentas voltadas a melhoria de gestão tais como Six Sigma, Manufatura Enxuta (Lean), Kayzen, TOC entre outras. Mas este movimento todo teria nos levado a um patamar melhor, e de maior qualidade e satisfação dos clientes e consumidores?<span id="more-1261"></span></p>
<p>Segundo o americano James L. Lamprecht &#8211; consultor considerado um dos modernos gurus da Qualidade &#8211; isso pode não ser bem verdade. Participando do evento Qualidade Fórum Global 25 anos, realizado em Salvador na Bahia, o consultor foi enfático em afirmar que algumas organizações não souberam aproveitar a onda da qualidade para melhorar seus produtos e processos, apenas tornaram seu cotidiano mais burocrático e menos produtivo. Lamprecht explica que muitas ferramentas transformaram-se em gigantes e complexos sistemas que vêm atrapalhando a inovação e aumentando o estresse das pessoas. &#8220;Muitas empresas jamais praticaram o que sua Missão ou Visão estabelecidas apenas porque elas são contos de fadas&#8221;- afirma Lamprecht. Segundo o consultor americano a globalização tem parte de culpa nisto. &#8220;Elas (corporações) mandam pessoas às suas filiais apenas para controlar os demais &#8211; raramente eles conhecem à fundo suas operações locais, o que causa tremendo conflito entre os gestores. Outro ponto importante destacado por Lamprecht refere-se a atitude dos CEO&#8217;s jovens. Ele acredita que exista hoje um afastamente grande e cada vez maior desses executivos do chão de fábrica &#8211; onde as coisas realmente acontecem. &#8220;Geralmente eles recebem informações filtradas e nem sempre verdadeiras, quando percebem um problema provavelmente não têm tempo para reagir corretamente&#8221;, afirma o consultor.<br />
<a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/files/2011/11/james.jpg"><img src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/files/2011/11/james-232x300.jpg" alt="" width="232" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-1271" /></a><br />
Lamprecht menciona o caso de empresas que tentaram se tornar enxutas quanto a pessoas e sistemas de trabalho, e depois de alguns anos pagaram caro pelo uso excessivo destes conceitos. Muitas vezes uma grande economia pode gerar no futuro um resultado negativo em relação a satisfação dos clientes e perda de rentabilidade. O consultor alerta as empresas brasileiras para não seguirem o exemplo de algumas corporações americanas que transformaram seus sistemas de gestão em algo complexo e pouco efetivo.<br />
Sobre o Brasil e os desafios de 2014 e 2016, Lamprecht diz acreditar que o país tem condição de fazer um bom papel. Ele considera a qualidade de nossos serviços razoável e comparável a outros países. Entretanto é crítico quando o assunto é infra-estrutura, tal como a qualidade de nossos aeroportos e transportes terrestres.<br />
O tema apresentado é muito interessante quando vemos empresas que pregam serem as melhores e nem sempre demonstram isso a seus consumidores e muito menos para as pessoas que trabalham lá. Acho que vimos situações semelhantes de organizações certificadas e premiadas que estão muito longe de serem consideradas com uma qualidade acima das expectativas. Devemos continuar a trabalhar nessas questões.</p>
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		<title>É mais fácil criticar…</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 22:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tomar decisões rápidas e precisas sempre foi um desafio tremendo para gestores. Quem observa os fatos de fora, pode não entender a escolha feita por outra pessoa. Muitas vezes pode parecer uma tolice tremenda, criticar sempre é mais fácil. Vejamos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/11/20/e-mais-facil-criticar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tomar decisões rápidas e precisas sempre foi um desafio tremendo para gestores. Quem observa os fatos de fora, pode não entender a escolha feita por outra pessoa. Muitas vezes pode parecer uma tolice tremenda, criticar sempre é mais fácil. Vejamos o futebol &#8211; os nossos comentaristas &#8220;grudentos&#8221; cansam a todos com suas previsões banais. Esse jogador não podia jogar, o treinador errou novamente, a substituição foi incorreta. Alguns minutos depois, percebem o erro e tentam corrigir. No ambiente corporativo é quase a mesma coisa. É bem mais fácil criticar do que agir efetivamente. A síndrome do comentarista esportivo toma conta de muitas empresas. As decisões nem sempre são compreendidas e, com certeza, a comunicação interna é culpada por isso. Investiremos em um novo projeto, faremos uma aquisição, descontinuaremos uma linha de produtos, todos são temas polêmicos e que despertam o interesse dos cronistas de plantão. Lá estão eles a postos para criticar e começar a &#8220;torcer contra&#8221; sem mesmo saber o conteúdo concreto de cada proposta. Ganham força pois cercam-se de outros pessimistas que os apóiam. Nutrem o sentimento do &#8220;se há um governo eu sou contra&#8221;. Não param para entender a posição de quem tomou a decisão &#8211; isto dá trabalho, é mais fácil dizer que se fosse ele faria diferente, seria mais ousado, ou menos duro, ou mais criativo, ou menos agressivo, ou mais ágil, ou menos contundente. A bola de cristal é a mais importante ferramenta de gestão destas pessoas. E esse modelo se propaga facilmente. Jovens e mais experientes padecem do mesmo problema &#8211; criticar é mais fácil. Será que isso é proveniente do nosso sistema educacional, ou mesmo familiar? Quantas vezes nos pegamos criticando antes mesmo de ouvirmos nossos filhos? Dizer que algo está indo bem é mais complexo do que identificar uma falha &#8211; crescemos assim e fomos condicionados a isso. Muitas organizações crêem que o bom gestor é aquele que lida bem com problemas &#8211; não importa se ele é odiado, se sua equipe está à beira de um ataque de nervos ou se sua vida pessoal está desequilibrada. Resultados imediatos é o que interessa. São míopes &#8211; não percebem que essa atitude não é sustentável. Na próxima vez que for criticar, pare, respire por alguns segundos e pense se o que vai apontar faz algum sentido. Faça o teste e acho que poderá se surpreender com os resultados.</p>
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		<title>O Primeiro 5 Estrelas do Brasil: acho que entendi errado…</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 01:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil tenta há algumas décadas classificar seus hotéis e identifica-los por um sistema ultrapassado de qualidade, representado por &#8220;estrelas&#8221;. Muitas tentativas foram feitas e fracassaram &#8211; o mundo partiu para outros sistemas com foco mais na visão dos clientes &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/11/08/o-primeiro-5-estrelas-do-brasil-acho-que-entendi-errado/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tenta há algumas décadas classificar seus hotéis e identifica-los por um sistema ultrapassado de qualidade, representado por &#8220;estrelas&#8221;. Muitas tentativas foram feitas e fracassaram &#8211; o mundo partiu para outros sistemas com foco mais na visão dos clientes e do mercado. Mas nós insistimos e agora, recentemente, ganhamos um novo sistema.<br />
Por azar, e não quero dizer incompetência, a nova forma nasce confusa.<br />
Veja só &#8211; a semana passada o Hotel Hyatt em São Paulo teve a honra de ser homologado como o primeiro 5 estrelas do Brasil, após uma avaliação realizada pelo Ipem &#8211; Instituto de Pesos e Medidas &#8211; que representa o SBClass Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem, ligado ao Ministério do Turismo.<br />
Alguns poucos dias depois do anúncio do prêmio, o mesmo hotel é manchete dos jornais pelo uso de produtos alimentícios fora do prazo de validade. Virou caso de polícia, produtos vencidos na mira dos chefes de cozinha do requintado hotel. Será que eu entendi errado? Ou a nossa avaliação de &#8220;estrelas&#8221; não passa pela cozinha? Será que o Ipem somente verificou o tamanho dos quartos e banheiros? Ou se o lixo estava sendo acondicionado e destinado adequadamente? Não, claro que eu devo ter entendido errado.</p>
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		<item>
		<title>O Quanto Você Empreende em Sua Carreira?</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 17:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[6. Você acha que ganha menos do que devia. Em que áreas de sua carreira você deveria investir para aumentar significativamente seu valor?]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios]]></category>
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		<description><![CDATA[Todo jornalista que se preze gosta de receitas de bolo. Quando sou convidado a dar uma opinião, por exemplo, sobre carreira &#8211; geralmente me pedem uma lista de dicas. Não gosto muito disso &#8211; acho que dicas genéricas são perigosas, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/11/02/o-quanto-voce-empreende-em-sua-carreira/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo jornalista que se preze gosta de receitas de bolo. Quando sou convidado a dar uma opinião, por exemplo, sobre carreira &#8211; geralmente me pedem uma lista de dicas. Não gosto muito disso &#8211; acho que dicas genéricas são perigosas, podem ajudar alguns e fazer um tremendo estrago em outros. Mas existe um tema que gosto muito de comentar &#8211; quanto empreendemos em nossa carreira no dia-a-dia? Quanto somos capazes de mudar, de gerar resultados positivos?<span id="more-1151"></span></p>
<p>Alguns limitam-se a tratar esse assunto como o investimento de dinheiro e tempo em cursos de graduação ou especialização. Não me refiro a isso! Minha questão tem o objetivo de gerar outro tipo de reflexão. Para os amigos jornalistas (os das &#8220;listas&#8221;) seguem dez perguntas sobre o tema. O objetivo destas questões é fazer o leitor pensar um pouco sobre como está lidando com sua vida profissional. Vamos a elas.</p>
<p>1. Há quanto tempo você não se senta em uma cadeira de aula, seja em uma escola de formação ou em um auditório para se atualizar?<br />
2. Nos últimos seis meses, quantas vezes você participou de atividades diferentes dentro de sua profissão, e teve contato com coisas novas? Como anda sua motivação para não cair na mesmice?<br />
3. Quanto (em valor monetário) você investiu no último ano em seu desenvolvimento profissional? Ou seja, de tudo que você recebeu quanto foi revertido em conhecer coisas novas, estudar, ler, aprender, se relacionar, trocar informações, etc?<br />
4. Qual é o seu atual grande objetivo de carreira para 2012? Onde você quer estar daqui há um ano? E daqui há dois anos? Quem sabe cinco? Quais são seus sonhos futuros?<br />
5. Se você fosse demitido hoje, o que você faria? Que tipo de trabalho buscaria? Se você tivesse que escrever um novo currículo atualizado o que você incluiria nele? Quais conquistas recentes você poderia tirar proveito?<br />
6. Você ganha menos do que poderia. Quais áreas de sua carreira você deveria investir para aumentar seu valor profissional?<br />
7. Quanto tempo por semana você tem dedicado para atualização e contato direto com informação? Como isso é feito na prática? Quais veículos de comunicação você utiliza?<br />
8. Nos últimos doze meses quantos e quais livros você leu? Dos lidos tente listar pelo menos 4 ou 5 conceitos aprendidos.<br />
9. Se você fosse seu novo empregador quais seriam os motivos principais para escolher você como profissional diferenciado para ocupar uma importante posição em sua empresa?<br />
10. Qual das perguntas anteriores o deixou mais perturbado? Quanto ela merece ser trabalhada de imediato? Supondo que em alguns meses você consiga melhorar muito nesta área, qual seria o seu prêmio? O que você ganharia com isso?</p>
<p>Ótima reflexão a todos! </p>
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		<title>O Ambiente de Trabalho Afeta a Produtividade?</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 20:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Ricci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[ergonomia]]></category>
		<category><![CDATA[Estresse de trabalho]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Um amigo me enviou um e-mail se queixando de seu local de trabalho. Dizia ele que os móveis antigos e o carpete velho aparentemente influenciava o humor das pessoas. Os computadores velhos e lentos, os sistemas de informatização ultrapassados, até os estilos de documentos eram antigos. Ele me questionou se isso poderia afetar a produtividade das pessoas. A resposta é: creio que sim! O ambiente de trabalho pode jogar a favor ou contra quando o assunto é produtividade. Não que eu seja totalmente favorável ao estilo exótico de alguns escritórios que se preocupam até com o grau de incidência de luz durante o dia, mas me parece óbvio que o local adequado e os recursos adequados podem fazer muita diferença. O uso da ergonomia nos ambientes de trabalho não é algo novo, mas ainda pouco levado a sério. Algumas baias de trabalho pecam por escancarar a privacidade das pessoas. A conversa ao telefone é exemplo disso. Impossível não ouvir a conversa do vizinho, concentrar-se é um desafio ainda maior. Mas existem outros pontos favoráveis como fácil acesso as pessoas, pena que essa vantagem não seja utilizada. Muitas pessoas insistem em mandar um e-mail ao colega do lado ao invés de simplesmente virar a cabeça e dar-lhe o recado cara a cara.<br />
Outro assunto interessante quando penso em local de trabalho é a questão de salas de reunião. Você já reparou que cada vez mais estamos diminuindo o espaço de trabalho e aumentando os destinados a reuniões. Faltam salas para reuniões. Talvez porque as pessoas estejam praticamente o Team Work ou talvez apenas estejam cada vez mais fazendo reuniões inúteis.<br />
Disse a esse amigo que tomasse cuidado com mudanças bruscas de ambiente, ou seja sair de uma sala projetada em 1970 e do dia para a noite adotar um estilo &#8220;google&#8221; de ambiente de trabalho pode causar depressão compulsiva nas pessoas, o mais recomendável é fazer algo gradativo. É mais ou menos o mesmo quando pegamos um idoso, que morou 50 anos em uma casa e queremos que ele se adapte em um pequeno apartamento. Pense nisso.</p>
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