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	<title>Mídias Sociais</title>
	
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	<description>Just another Portalexame.abril.com.br Blogs weblog</description>
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		<title>Redes sociais a serviço do bem</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 18:46:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto uma parcela da humanidade se movimenta para ir ao Rio de Janeiro participar in loco de discussões de alto nível sobre o futuro do planeta e temas que afetam o bem estar da humanidade na Rio+20, a Conferência das &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2012/05/24/redes-sociais-a-servico-do-bem/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img class="alignleft" src="http://rioplussocial.com.br/pt-br/images/logo.png" alt="" width="165" height="55" />Enquanto uma parcela da humanidade se movimenta para ir ao Rio de Janeiro participar <em>in loco</em> de discussões de alto nível sobre o futuro do planeta e temas que afetam o bem estar da humanidade na Rio+20, a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, um outro grupo &#8212; bem maior – está conectado virtualmente para expandir o debate sobre o futuro.</p>
<p>Utilizando a tecnologia e as redes sociais, essas pessoas ao redor do planeta querem participar e contribuir. É um exemplo claro do poder das redes sociais de mobilizar e engajar as pessoas pelo bem, e fico impressionada ao me dar conta da quantidade de pessoas que quer fazer parte de algo maior, melhor, positivo.</p>
<p>O catalisador desse movimento é o Rio+Social, que acontece no dia 19 de junho, também no Rio de Janeiro. Expoentes mundiais em temas ligados a cidadania, colaboração, comunidades, mídias sociais, meio ambiente, educação e tecnologia vão compartilhar experiências e acender a chama da provocação: o que você tem a dizer?<span id="more-2742"></span></p>
<p>Os insights sobre #rioplussocial devem pipocar no Twitter, Facebook e outras redes de alcance global, e a ideia é justamente essa: envolver o maior número possível de pessoas. “A cada minuto, as mídias digitais estão abrindo portas para vozes novas e jovens participarem do debate global sobre desenvolvimento”, diz Kathy Calvin, CEO da Fundação das Nações Unidas, organização que promove o evento.</p>
</div>
<p>No Rio+Social, a tecnologia será o principal vetor para iniciar a discussão sobre sustentabilidade no século 21. Ao contrário da Eco 92, a primeira conferência desse tipo que aconteceu no Rio em 1992, desta vez a internet será a grande aliada, trazendo para outra dimensão o que antes ficou praticamente restrito a quem estava lá efetivamente.</p>
<p>O evento é aberto, gratuito (inscrições aqui), e a preferência é pelos interessados que se mostrarem mais engajados e com voz ativa no mundo digital, capazes de disseminar boas ideias para preservar o planeta e influenciar mais pessoas.</p>
<p>Compartilhar boas ideias move o mundo. A sociedade conectada é um primeiro passo para construir redes de relacionamento ao redor do mundo, dedicadas ao bem comum e ao desenvolvimento sustentável. Junte a sua voz a esse futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Aproveite os recursos da timeline do Facebook</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 20:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Passado pouco mais de um mês que o Facebook tornou obrigatória a adoção da aparência de timeline para todos os perfis e páginas de marcas postadas nessa rede social, é hora de rever como as empresas estão aproveitando o potencial &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2012/05/10/aproveite-os-recursos-da-timeline-do-facebook/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://nerdenterprises.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/Facebook-Timeline-For-Business.png" alt="" width="216" height="127" />Passado pouco mais de um mês que o Facebook tornou obrigatória a adoção da aparência de timeline para todos os perfis e páginas de marcas postadas nessa rede social, é hora de rever como as empresas estão aproveitando o potencial dessa nova abordagem para atrair fãs.</p>
<p>A timeline tornou ainda mais fácil a organização do seu conteúdo e a inserção de aplicativos dentro da sua página do Facebook, aprimorando os canais de contato e, principalmente, a exposição.</p>
<p>Para as empresas aproveitarem ao máximo as vantagens da nova configuração, alguns pontos merecem atenção especial.<span id="more-2592"></span></p>
<p><strong>Imagem diz tudo</strong> – É uma oportunidade e tanto ter espaço (e um graaaande espaço) para a foto de capa, a melhor tradução do posicionamento que a marca deseja perante o mercado. Então escolha bem. Use uma foto do tamanho adequado (851 x 315 pixels), senão ela vai aparecer “espichada”. Você pode mudar essa foto com frequência, mas para evitar que cada alteração apareça como uma nova postagem sua meio sem conteúdo, você pode esconder essa postagem e criar uma nova, anunciando por exemplo: “Para celebrar a marca de 10 mil fãs, mudamos nossa imagem de capa” – e seria legal, claro, que essa nova foto tivesse algo a ver com o momento.</p>
<p><strong>Uma nova “landing page”</strong> &#8212; A parte ruim do novo sistema é que você não tem mais a possibilidade de ter uma “landing page” (uma página para início da navegação) específica, onde você podia criar um banner especial, alguma promoção para quem clicasse em “Like” ou algo assim.</p>
<p>Ainda assim há boas notícias: você ainda pode ter tabs customizadas, com conteúdos que você escolhe. Melhor: cada tab continua tendo uma URL própria, o que permite que você direcione o usuário a esse conteúdo ao postar, por exemplo, a URL no Twitter, no seu site/blog ou em um email marketing.</p>
<p><strong>Organize as tabs</strong> &#8212; Logo abaixo da sua imagem de capa, ou imagem principal, suas tabs são agora dispostas como aplicativos ou visualizações. Você pode ter no máximo 12 “caixinhas” dessas, mas apenas quatro vão aparecer na página inicial. A primeira é obrigatoriamente “Fotos” e não pode ser movida. Mas as demais podem ser reorganizadas como você quiser.</p>
<p><strong>Customize os thumbnails</strong> – Cada tab tem uma imagem que a acompanha. Seja criativo aqui e use uma imagem que traduza bem o que o consumidor encontra ali. Aproveite para fazer promoções ou mostrar vídeos.</p>
<p><strong>Faça posts durarem mais tempo</strong> &#8212; você pode marcar (“pin”) posts mais relevantes ou interessantes para que eles apareçam no topo do seu wall por até sete dias. Mas não exagere na frequência com que faz isso nem no tempo de exposição, pois visitantes habituais podem se aborrecer e você quer sempre manter o frescor da sua página, não?</p>
<p><strong>Marcos históricos</strong> &#8212; Você pode voltar no tempo e adicionar marcos históricos, datas específicas de eventos memoráveis da sua empresa. Você pode criar um post com a data de fundação da companhia, por exemplo, e isso vai aparecer na sua timeline.</p>
<p><strong>Conteúdos exclusivos</strong> – Dê atenção especial a seus fãs aos proporcionar a eles conteúdos exclusivos. Você pode usar uma tab para estimular os “likes” e a partir daí oferecer coisas que realmente valham a pena, como pesquisas e palestras, livros, fotos ou promoções.</p>
<p><strong>Nem tudo é perfeito com a timeline, porém</strong> &#8212; Embora ela seja ótima para conteúdo, é ruim para conversação. A nova aparência de timeline para business favorece muito a disseminação de conteúdo mas é totalmente focada no seu negócio, e não na criação de comunidades. Em outras palavras, relegou a segundo plano (neste caso, um box intitulado “posts recentes de outras pessoas”) o engajamento, as mensagens de outras pessoas que antes apareciam diretamente no seu “wall” .</p>
<p>Ah, mas isso é bom para uma marca, dirão alguns, pois se fizerem comentários negativos eles tenderão a ficar quase escondidos nessa caixinha separada. Pode até ser, mas você (como empresa) poderá também se tornar preguiçoso, ignorar, não conversar com seus fãs ou usuários. E isso, a longo prazo, é péssimo para uma marca.</p>
<p>Há inúmeras outras características e facilidades que podem ser adotadas para aproveitar ao máximo as novidades da timeline. Quais você gostaria de agregar a essas aqui?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quando você é sua própria marca</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 21:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Personal branding]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está bastante claro para os usuários do Facebook que perfis se destinam a pessoas e páginas servem a empresas. Mas ainda hoje vejo dúvidas entre profissionais que têm uma marca forte a zelar em torno de seu nome. São &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2012/04/10/quando-voce-e-sua-propria-marca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><img src="http://www.noobpreneur.com/wp-content/uploads/2011/10/personal-brand.jpg" alt="" width="210" height="158" /><p class="wp-caption-text">Foto: Cimmerian</p></div>
<p>Já está bastante claro para os usuários do Facebook que perfis se destinam a pessoas e páginas servem a empresas. Mas ainda hoje vejo dúvidas entre profissionais que têm uma marca forte a zelar em torno de seu nome. São pessoas, mas sua postura é quase de empresa. E agora, crio uma página ou um perfil no Facebook?<span id="more-2472"></span></p>
<p>Embora seja claramente uma pessoa – um palestrante, autor de livros, consultor, ou todas essas coisas juntas – é também (e muito mais) um nome, uma marca. É o <em>personal branding</em> em sua expressão mais pura. A interação, portanto, não é exatamente entre amigos, e sim entre alguém que já tem (ou quer alcançar) certo posicionamento no mercado, tornando-se mais conhecido e/ou interagindo melhor com as pessoas que, afinal, resultam no seu ganha-pão (seus leitores, potenciais clientes etc).</p>
<p>O que basicamente determina a escolha é a maneira como se quer interagir nessa rede social. Perfis e páginas, embora semelhantes, oferecem possibilidades diferentes. E aí é que começa a confusão.</p>
<p><strong>A principal dúvida das “pessoas que são marcas” é em relação à “velocidade” em obter fãs.</strong> Motivadas por isso, as pessoas hesitam em criar uma página porque ela é mais “estática”, ou seja, você tem que esperar que os usuários venham a você e cliquem em “curtir”. Acham mais produtivo criar um perfil e agir proativamente, disparando solicitações de amizade.</p>
<p>Não caia em tentação. Se você é sua própria marca, opte por uma página.</p>
<p>Pessoas não querem ser “amigas” de marcas, mas querem revelar do que gostam. Cada “curtir” funciona como um <em>bottom</em>, integra o perfil de gostos e comportamentos dos usuários. E muitas vezes páginas oferecem a seus fãs conteúdos exclusivos – e todo mundo adora um mimo gratuito.</p>
<p>Uma das principais vantagens de ter uma página para o seu <em>personal branding</em> (em vez de um perfil) é que ela aparece melhor posicionada não só no sistema de busca do próprio Facebook mas também no Google.</p>
<p>A página permite – e aí está talvez o diferencial mais importante e útil – criar abas com outros conteúdos: vídeos, fotos, promoções, temas específicos que digam respeito à sua área de atuação.</p>
<p>Por fim, a nova aparência de timeline para páginas voltadas a business, que permite resgatar lá do fundo do baú os conteúdos e organizá-los de forma cronológica, além de ampliar a facilidade de exposição, é mais um trunfo que você pode ter para ficar mais evidente no Facebook. Mas isso já é história para o próximo post&#8230;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A importância do timing</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 14:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Imagine a cena quase patética: eu começando a escrever este post comentando como assunto da semana – hoje, em meados de fevereiro – o meme sobre a Luiza no Canadá ou a campanha mal sucedida do McDonald´s no Twitter. &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2012/02/13/a-importancia-do-timing/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft" src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSTw7RHlYPA1ZxU3akwQmnJNlui3HuauvCTYLq6oyGmE_crs7w0gVC6iQBe2w" alt="" width="159" height="155" />Imagine a cena quase patética: eu começando a escrever este post comentando como assunto da semana – hoje, em meados de fevereiro – o meme sobre a Luiza no Canadá ou a campanha mal sucedida do McDonald´s no Twitter.</p>
<p>Esses dois episódios, embora recentes, já viraram clássicos. Não são mais o assunto do momento – já foram parar nas prateleiras do exemplos históricos a serem citados em palestras e papers. Abordá-los de forma equivocada seria <strong>perder o timing</strong>. E é incrível o número de empresas que não só perde a oportunidade de aproveitar temas que se tornam virais, mas fazem ainda pior: lançam com atraso campanhas baseadas em assuntos já esgotados, embora tenham tão pouco tempo de vida.</p>
<p>Mídias sociais têm o incrível poder de valorizar ou destruir a sua ideia da noite para o dia. Equívocos não são perdoados. Ninguém vai ser “bonzinho” e ficar com “pena” da sua marca. Se você deu a cara para bater nos canais sociais, prepare-se, sim, para também apanhar.<span id="more-2371"></span></p>
<p>O maior engano é que <strong>a maioria das empresas só pensa no lado positivo</strong> de suas ideias. Esquece de se colocar na posição do consumidor, de se vestir de advogado do diabo e antecipar o que pode dar errado. É um excesso de otimismo ou de confiança na sua própria competência e habilidade para fazer algo.</p>
<p>Isso leva a uma espécie de cegueira, a uma “<strong>ilusão de confiança</strong>”, para utilizar o termo cunhado por Christopher Chabris e Daniel Simons no livro “<a href="http://www.theinvisiblegorilla.com/">O Gorila Invisível</a>”. Os pesquisadores defendem a tese de que todos (pessoas, empresas) temos tendência a superestimar nossas próprias habilidades. Somos incompetentes sem ter consciência disso, e isso nos leva a cometer erros. Já em 1871 Charles Darwin dizia que “a ignorância gera mais confiança do que o conhecimento”.</p>
<p>Em mídias sociais, o conteúdo é muito importante, lógico. Mas o timing também é fundamental. <strong>Ideias brilhantes só são bem sucedidas se apresentadas na hora certa e para o público certo</strong>. A ação tem que ser rápida, matadora, oportunista (no bom sentido). O consumo de informação na internet é estonteante. É preciso estar atento aos movimentos para não perder o momento certo de lançar uma ação nas mídias sociais.</p>
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		<item>
		<title>Três lições da Zappos em momento de crise</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 20:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[“Levamos 12 anos construindo nossa reputação, nossa marca e nossa confiança junto aos consumidores, para de repente um incidente como este nos fazer dar muitos passos atrás”. O desalento de Tony Hsieh, CEO da Zappos, maior varejista online de sapatos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2012/01/17/tres-licoes-da-zappos-em-momento-de-crise/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.businesspundit.com/wp-content/uploads/2010/06/deliveringhappiness.jpg" alt="" width="210" height="210" />“Levamos 12 anos construindo nossa reputação, nossa marca e nossa confiança junto aos consumidores, para de repente um incidente como este nos fazer dar muitos passos atrás”. O desalento de Tony Hsieh, CEO da Zappos, maior varejista online de sapatos do mundo, aparece depois que os sites da empresa foram hackeados e dados de cadastro de 24 milhões de consumidores foram roubados, nesta segunda-feira (16).</p>
<p>Mas Hsieh não tem, na verdade, que se preocupar com a reputação da marca.<span id="more-2301"></span></p>
<p>Primeiro, porque os dados mais sigilosos – como números de cartões de crédito – não foram acessados. E, segundo, porque a Zappos estabeleceu, ao longo da última década, uma relação tão próxima com o consumidor que este parece estar mais do que disposto a entender e perdoar. E, mais do que tudo, a continuar valorizando a excelência da Zappos no atendimento ao cliente.</p>
<p>Acontece que a Zappos também não brincou em serviço durante a crise, e <strong>fez jus à sua fama de um dos melhores exemplos de bom relacionamento com o cliente</strong>, inclusive através das mídias sociais.</p>
<p>O primeiro passo foi interno: um email do presidente Tony Hsieh a todos os funcionários, explicando o ocorrido e ressaltando que, a partir daquele momento, o foco era o atendimento ao cliente. Assim, todos os colaboradores, independente do departamento, tinham como prioridade atuar como canais de informação para todo e qualquer consumidor que precisasse de orientação.</p>
<p>Esse mesmo email foi distribuído aos 24 milhões de clientes e também nos canais da empresa nas mídias sociais. Em seguida, a Zappos tirou seu site do ar, para evitar que consumidores desavisados fizessem novas compras. Todos os blogs da empresa também foram suspensos.</p>
<p>Para evitar confusão maior, os telefones foram desligados e todo o atendimento ao consumidor, direcionado ao email e às redes sociais.</p>
<p>A Zappos manteve canais abertos via Facebook e Twitter, respondendo em tempo real as dúvidas e questões dos consumidores preocupados com suas senhas e cartões de crédito. “A Zappos vem se desdobrando para tentar resolver a situação e continua sendo número um no atendimento ao cliente – sua responsividade aqui no Facebook é uma prova”, disse a cliente Susan Waid.</p>
<p>Então, resumindo, as três lições que a Zappos nos ensinou hoje, sobre como lidar com uma crise:</p>
<ol>
<li><strong>Seus colaboradores devem ser os primeiros a saber</strong>, preferencialmente em comunicado direto do presidente. Eles vestirão a camisa e ajudarão a esclarecer dúvidas e defender a reputação da marca;</li>
<li><strong>Organize e direcione os canais para atendimento</strong>. Mantenha equipes preparadas, gentis e ágeis para responder no menor tempo possível. Muitas vezes o que os consumidores querem é saber que alguém está fazendo alguma coisa, ou pelo menos que têm com quem falar. Mesmo que a solução não seja imediata.</li>
<li><strong>Cultive a sua boa reputação ao longo do tempo</strong>, e num momento de crise você colherá os frutos, com os seus clientes mantendo-se leais. Não é apenas na hora da crise que você deve agradá-los, porque isso soará falso e interesseiro. Mantenha um relacionamento duradouro e amigável o tempo todo.</li>
</ol>
<p>Para Paul Argenti, professor de comunicação corporativa na Tuck Business School, em Dartmouth (EUA), os consumidores de hoje cresceram acostumados com o ataque de hackers a negócios online. “Isso é tão comum, e não acho que será um grande problema para a Zappos se eles souberem lidar com a situação”.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mídia social não é padaria</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/11/22/midia-social-nao-e-padaria/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 19:56:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação empresarial]]></category>
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		<description><![CDATA[Parece que as empresas e as pessoas estão um pouco confusas com alguns conceitos simples e primordiais de comunicação. Muito se fala no quanto hoje o contato é principalmente digital, como se isso fosse um fim em si. Porém, a &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/11/22/midia-social-nao-e-padaria/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/11/olho-close.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2181" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/11/olho-close.jpg" alt="" width="203" height="158" /></a>Parece que as empresas e as pessoas estão um pouco confusas com alguns conceitos simples e primordiais de comunicação. Muito se fala no quanto hoje o contato é principalmente digital, como se isso fosse um fim em si. Porém, a tecnologia nada mais é do que mais uma <em>ferramenta</em> a serviço de um objetivo que continua sendo o mesmo: <strong>melhorar a comunicação entre as pessoas</strong>.</p>
<p>A facilidade e a rapidez que as mídias sociais hoje nos proporcionam &#8212; contato, compartilhamento, atualização, colaboração, entretenimento etc &#8212; só fizeram acirrar nossas demandas e desejos por uma <strong>sociedade mais</strong> <strong>interativa</strong>. Essa interação envolve também a <em>comunicação face a face</em>, tanto nas empresas quanto na vida pessoal.</p>
<p>Em outras palavras, as mídias digitais só aumentaram a nossa percepção de que <strong>a comunicação continua sendo o bem mais precioso</strong> para se conseguir tudo, ou quase tudo. No entanto, muita gente ainda encara mídia social de maneira equivocada. Não é padaria, não produz em série, não usa sempre a mesma receita. <span id="more-2171"></span></p>
<p>Quer engajar seus funcionários em um projeto? Faça-os participarem, converse com eles, mantenha-os informados. As mídias digitais ajudam no processo? Claro que sim, mas da mesma forma que reuniões pessoais, eventos, trabalho em equipe, conversas olho no olho. Depende do momento e da situação. As mídias digitais são poderosas ferramentas para facilitar e acelerar o processo, mas talvez elas façam muito menos sucesso e sentido em certos ambientes do que o bom e velho bate papo.</p>
<p><strong>Conversar ao vivo não é pecado</strong></p>
<p>Será que, por exemplo, as comunidades afetadas pela usina hidrelétrica de Santo Antonio, em Rondônia, têm essa familiaridade toda com computadores? E mesmo que tivessem, não preferem eles ouvir da boca de técnicos e engenheiros como suas vidas serão impactadas pela usina? A <strong>conversa direta</strong>, pessoalmente, em reuniões com os moradores, é o que tem garantido à Odebrecht, líder do consórcio construtor, a compreensão e o apoio das pessoas para a obra.</p>
<p>Estratégia semelhante foi utilizada pelo grupo sucroenergético USJ e pela Cargill, multinacional no setor de alimentos, ao anunciarem a criação da <em>joint-venture</em> SJC Bioenergia. A nova empresa passou a ser a gestora das usinas de açúcar e etanol São Francisco e Cachoeira Dourada, ambas em Goiás, originalmente controladas somente pelo Grupo USJ. A novidade, os planos para o futuro e as informações relevantes foram contadas aos funcionários dessas usinas diretamente pelo presidente da USJ e o diretor da Cargill, em uma grande reunião presencial. <strong>Olho no olho versus tecnologia</strong>. O resultado? Otimismo, tranquilidade e confiança.</p>
<p>Não estou dizendo que as mídias sociais não são boas. Ao contrário. Mas usar as mídias sociais e qualquer tecnologia digital somente por usar, sem<strong> entender o contexto e o que realmente serve ao público que você quer atingir</strong>, é um desperdício de tempo, dinheiro, recursos humanos. E, no final das contas, a frustração pelo insucesso da comunicação será dura de engolir.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A vida online é real?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/11/07/a-vida-online-e-real/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 14:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Personal branding]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você está tentando construir uma persona online, de modo a firmar sua trajetória profissional e mostrar sua expertise e competência, sua presença online assume uma prioridade ímpar, pois é ela que vai refletir quem você é e como você &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/11/07/a-vida-online-e-real/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/11/vida-online.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2081" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/11/vida-online-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Se você está tentando construir uma <strong><em>persona</em> online</strong>, de modo a firmar sua trajetória profissional e mostrar sua expertise e competência, sua presença online assume uma prioridade ímpar, pois é ela que vai refletir quem você é e como você deseja que as pessoas te percebam.</p>
<p>Se, por outro lado, você encara as mídias sociais apenas como canais de caráter pessoal, para manter contato com amigos, a preocupação com o volume e a frequência do que você posta  não é tão relevante.</p>
<p>Mas <strong>não confunda <em>personal branding</em> com invenção</strong> ou fingimento. Não, você não vai criar um personagem para você mesmo, como se estivesse no <em>Second Life. </em>Alguns autores, entre eles <a href="http://www.logosjournal.com/issue_4.3/mirsky_zengotita.htm">Thomas de Zengotita</a> e <a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=11118">Neal Gabler</a>, acreditam que a interação via mídias sociais criou um novo tipo de sociedade, em que a realidade “real” e a realidade “virtual” se confundem, em que é possível “construir” uma realidade e atuar nela como se estivéssemos em uma peça de teatro ou show de TV. Ou seja, que ninguém mais simplesmente É – a autenticidade foi substituída pelo que “achamos que devemos aparentar”.<span id="more-2061"></span></p>
<p>A avaliação é instigante na medida em que sequer percebemos se estamos enveredando por uma quase “falsificação” da realidade. As novas formas de comunicação transformaram a vida em um grande show de entretenimento. Quem não quer mostrar seu lado mais glamuroso, inteligente, interessante? Seria isso uma forma de iludir nossos interlocutores?</p>
<p>Eu defendo uma posição mais simples: <strong>coerência e consistência.</strong> O que você mostra online deve ser reconhecido quando as pessoas te conhecem e te ouvem ao vivo. Especialmente do ponto de vista profissional, não há como representar um papel quando o assunto é face a face.</p>
<p>Um bom exemplo de coerência online-offline é o que faz o escritor e palestrante <strong>Eugenio Mussak</strong> em sua <a href="https://www.facebook.com/eugeniomussak">página no Facebook</a> (sim, ele tem uma página, não um perfil, o que já delimita o tipo de interação a que está disposto). Seus posts, embora de conteúdo informal e às vezes fazendo referência a situações pessoais, sempre têm uma razão de ser, pois encerram alguma mensagem, alguma “moral da história”. Ou seja, ele continua sendo o Eugenio Mussak palestrante, falando para um público vasto e diverso, e não somente para quem ele conhece pessoalmente e tem relações de amizade.</p>
<p>Nossa tendência a complicar desaparece rapidamente quando entendemos os <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/08/05/voce-existe-online/comment-page-1/"><strong>pontos básicos para estabelecer nossa presença online</strong></a>, que é alimento imprescindível para nossa credibilidade.</p>
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		</item>
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		<title>Como empresas B2B podem usar mídias sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 18:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[B2B]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas empresas que fazem negócios com outras empresas – o chamado  business-to-business (B2B) &#8212; ainda hesitam em adotar as mídias sociais como parte de sua estratégia de comunicação por não conhecer ou não acreditar no potencial dessas ferramentas.A maioria pensa &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/10/27/como-empresas-b2b-podem-usar-midias-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/10/b2b1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1991" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/10/b2b1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Muitas empresas que fazem negócios com outras empresas – o chamado  <em>business-to-business </em>(B2B) &#8212; ainda hesitam em adotar as mídias sociais como parte de sua estratégia de comunicação por não conhecer ou não acreditar no potencial dessas ferramentas.A maioria pensa que mídias sociais só são úteis quando o negócio é B2C (<em>business-to-consumer</em>), ou seja, diretamente com o consumidor final. Se você é um dos “desconfiados”, saiba que o B2B pode se beneficiar e muito das mídias sociais.<span id="more-1911"></span></p>
<p>Para isso, é preciso ter em mente quatro aspectos:</p>
<p><strong>#1 O relacionamento continua sendo entre pessoas.</strong></p>
<p>Seja espontâneo e humano. Embora você represente uma empresa, está também falando com uma pessoa do outro lado. É a relação pessoal de confiança que vai gerar credibilidade e regularidade nesse contato. Aproveite para fazer networking online e offline, conjugando interação nas redes sociais e em eventos presenciais. Alimente o CRM da sua empresa com esses contatos.</p>
<p><strong>#2 Segmente o conteúdo para o seu público-alvo.</strong></p>
<p>Como o público B2B é mais restrito, permite que você tenha mais foco na sua comunicação. Produza informação relevante, interessante e útil para esse público.</p>
<p><strong>#3 Identifique os canais que seu público utiliza.</strong></p>
<p>O que faz sentido na sua área de atuação? LinkedIn, blogs, fóruns, Twitter? Para cada um deles, utilize linguagem específica. Em todos esses canais, procure ouvir, participar, interagir, contribuir. E, por favor, não fique bombardeando as pessoas com propaganda do seu negócio.</p>
<p><strong>#4 Dissemine seu conhecimento e competência.</strong></p>
<p>No segmento business-to-business, o que conta muito é a sua expertise. Outras empresas comprarão seus produtos ou serviços porque acreditam na sua competência, o que gera credibilidade e confiança. Procure fazer isso em seus processos produtivos, mas lembre-se que a comunicação deve refletir isso em igual medida. Mantenha regularidade e coerência na sua comunicação online e offline.</p>
<p>Por fim, lembre-se: mídias socias não são canais de propaganda ou vendas. São <strong>plataformas de comunicação e relacionamento</strong>.</p>
</div>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Cinco drops de mídias sociais</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/10/09/cinco-drops-de-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 18:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; A internet no celular O mundo é móvel e ele está no seu celular. Cerca de 20% da população mundial que possui celular usa o aparelho para acessar a internet – isso dá mais ou menos um bilhão &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/10/09/cinco-drops-de-midias-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1861" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/10/water-drops-1-AJHD1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1861" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/10/water-drops-1-AJHD1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Adam Hart-Davis</p></div>
<p><strong>A internet no celular</strong></p>
</div>
<div><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">O mundo é móvel e ele está no seu celular. Cerca de 20% da população mundial que possui celular usa o aparelho para acessar a internet – isso dá mais ou menos um bilhão de pessoas. O levantamento, realizado pelo Google, aponta que, em 91% dos casos, o objetivo da navegação online é fazer buscas na rede, em 84% para utilizar aplicativos e em 81% para checar emails. Mas tem muita gente também que já está usando seu celular para acessar redes sociais (43%) e assistir vídeos (20%) diariamente.<span id="more-1821"></span></span><br />
</span></div>
<div><span style="color: #000000"><br />
</span></div>
<div><span style="color: #000000"><strong>Guy encanta, agora em português</strong></span></div>
<div><span style="color: #000000">A editora Alta Books acaba de lançar a edição brasileira do bestseller Enchantment, de Guy Kawasaki. Conhecido por seu trabalho no passado como evangelista da Apple, Guy Kawasaki tornou-se um dos mais cultuados consultores do mundo corporativo.  “Encantamento – A Arte de Modificar Corações, Mentes e Ações”, mostra como esse dom pode ser mais poderoso do que a persuasão, a influência ou as técnicas de marketing tradicionais.</span></div>
<div><span style="color: #000000"><br />
</span></div>
<div><span style="color: #000000">E, segundo o autor, vale durante uma transação no varejo, uma negociação no mais elevado nível corporativo, ou em uma atualização do Facebook. Tanto no mundo dos negócios quanto nas relações pessoais, a meta não deve ser apenas alcançar um objetivo, mas sim obter uma mudança voluntária, duradoura e agradável nas outras pessoas. “Quer mudar o mundo? Quer transformar lagartas em borboletas? Para isso é necessário mais do que relacionamentos comuns. É necessário convencer as pessoas a sonhar o seu sonho”, define Kawasaki. O livro custa R$ 59,90 e está à venda nas principais livrarias do país.</span></div>
<div><span style="color: #000000"><br />
</span></div>
<div><span style="color: #000000"><strong>Pegadas digitais</strong></span></div>
<div><span style="color: #000000">Muitas empresas brasileiras já perceberam a importância do relacionamento online com os seus consumidores, mas ainda não sabem como utilizar a web para agregar valor ao negócio. Por mais que pareça um grande lugar-comum, é ainda uma verdade presente. A grande parte ainda vê as redes sociais como canais complementares e não estratégicos.</span></div>
<div><span style="color: #000000">Se você quiser concordar ou discordar disso, pode acompanhar no próximo dia 18 a palestra Pegadas digitais: como conquistar, cativar e fidelizar os consumidores?. O papo será conduzido pelas jornalistas Gabriela Mafort, da Globonews, atualmente editora multimídia do programa Conta Corrente, e Juliana Germann, especialista em e-business e responsável pela recente implantação da área de Mídias Digitais da EBX, uma das empresas do império de Eike Batista.</span></div>
<div><span style="color: #000000">Na pauta, hábitos de consumo dos nativos digitais, exemplos de sucesso &#8211; e de fracasso &#8211; do relacionamento entre empresa e consumidores no mundo digital, e como identificar e seguir as “pegadas digitais”, aprendendo a transformar dados dispersos em informações estratégicas para a sua empresa reagir com rapidez às crises e oportunidades.</span></div>
<div><span style="color: #000000">A palestra acontece no dia 18/10, no Rio de Janeiro. Mais informações no <a href="http://www.bmais.com.br/palestra-pegadas-digitais.html" target="_blank">site da agência B+</a>, que organiza o evento.<strong> </strong></span></div>
<div><span style="color: #000000"><strong><br />
</strong></span></div>
<div><span style="color: #000000"><strong>A revolução continua</strong></span></div>
<div><span style="color: #000000">Depois de uma revisão/ampliação, o publicitário André Telles traz nova edição de  seu livro “A Revolução das Mídias Sociais”, em que atualiza a discussão sobre o impacto das redes e da tecnologia na vida das pessoas e das empresas. Para ele, o aprimoramento das redes sociais – que deixaram de ser apenas canais para estar em contato com amigos e pessoas com interesses em comum – levou à efetiva utilização dessas plataformas para relacionamento com as marcas. Daí a importância do planejamento em marketing digital, para que as marcas estejam presentes online de forma efetiva e profissional, para se comunicar e interagir com seus consumidores. O livro foi publicado pela M.Books e está à venda nas Livrarias Cultura.</span></div>
<div><span style="color: #000000"><br />
</span></div>
<div><span style="color: #000000"><strong>Relações Públicas 2.0</strong></span></div>
<div><span style="color: #000000">Como criar um plano de mídia social: construindo comunidades e percepção de marca através de comunicação social estratégica. O longo nome é de um webinar (seminário na web) que a Public Relations Society of America (PRSA) promove no dia 25 de outubro, com a estrelada Deirdre Breakenridge, autora de bestsellers na área de relações públicas na era da web 2.0, entre eles “Putting the Public Back in Public Relations” (com o também estrelado Brian Solis), “PR 2.0” e “Cyberbranding: Brand Building in the Digital Economy”, todos ainda sem tradução em português. Para quem está com o inglês afiado para acompanhar online, mais informações e inscrições no <a href="https://www.prsa.org/learning/seminars/register/653/how_to_create_a_social_media_plan?utm_source=eblast&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=pd_webinar" target="_blank">site da PRSA</a>.</span></div>
<p><span style="color: #000000"><strong><br />
</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que os consumidores realmente querem</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/09/29/o-que-os-consumidores-realmente-querem/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 21:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de mídias sociais, a comunicação das empresas que lidam diretamente com o consumidor final (B2C) prega o tempo todo que devemos “encantar o cliente”. A ideia de envolver o cliente não é nova mas tem mudado de cara &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/09/29/o-que-os-consumidores-realmente-querem/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de mídias sociais, a comunicação das empresas que lidam diretamente com o consumidor final (B2C) prega o tempo todo que devemos<strong> “encantar o cliente”</strong>. A ideia de envolver o cliente não é nova mas tem mudado de cara e de tom a cada dia, com a evolução das plataformas e das possibilidades de interação. Não é só o que a tecnologia tem proporcionado, mas principalmente o que a cultura e o comportamento perante as novas formas de se relacionar tem provocado.<span id="more-1651"></span></p>
<p>Na era da <strong>“economia da experiência”</strong>, como definem James Gilmore e B. Joseph Pine II, as pessoas estão acostumadas a pagar para “ter uma experiência”. Não basta mais ir a um restaurante com ótima comida, preços honestos e ambiente agradável – é preciso associar o comer a outros tipos de diversão (por exemplo, restaurantes temáticos como o <a href="http://lalive.com/eat/espn-zone" target="_blank">ESPN Zone</a> em Los Angeles, onde você também pode assistir a jogos de futebol e brincar em videogames, ou o <a href="http://lab.kalimo.com.br/2011/05/restaurante-da-alice/" target="_blank">restaurante no Japão</a> que faz você se sentir dentro do filme Alice no País das Maravilhas).</p>
<p>A discussão é: até que ponto isso é “real” e satisfatório? A maioria das pessoas ainda compra, e muito, experiências “fabricadas” por terceiros para lhes proporcionar um gostinho de “vida diferente” “aventura”, “como seria se fosse de verdade” ou qualquer coisa parecida. É divertido, claro. Mas, na contramão, outras pessoas estão em busca de maior <strong>autenticidade </strong>em suas experiências e interações.</p>
<p>O que as empresas podem então perceber é que essa autenticidade passa por uma certa personalização, por uma atenção individual e um ouvido atento a <strong>momentos específicos na vida de um consumidor</strong>, porque isso é o que realmente importa a ele na sua relação com uma marca. Engana-se quem pensa que as mídias sociais, por sua amplitude e facilidade de acesso, “massificam” essa relação – ao contrário, podem servir para uma aproximação real.</p>
<p>Um bom exemplo é a campanha da companhia aérea holandesa <strong>KLM </strong>para chegar mais perto de seus clientes, usando a mídia social. Em uma ação super coordenada que acompanhou os tweets de seus passageiros durante o tédio da espera nos aeroportos, eles identificaram perfis e gostos pessoais e surpreenderam os clientes com pequenos mimos que tinham tudo a ver com eles – que viraram sorrisos e, claro, mais de um milhão de menções espontâneas ao redor do mundo.<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=pqHWAE8GDEk"><img src="http://img.youtube.com/vi/pqHWAE8GDEk/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=pqHWAE8GDEk">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>
Usar uma rede social para colocar em prática uma ação no mundo concreto nos lembra que as coisas em carne e osso ainda são as que mais importam. No entanto, não há como negar que nossa vida tem sido muito online. Como lembra a pesquisadora Raquel Recuero, <strong>redes sociais tornaram‐se a nova mídia</strong>, em cima da qual informação circula, é filtrada e repassada. Para ela, isso gera a possibilidade de novas formas de organização social baseadas em interesses das coletividades.</p>
<p>As mídias sociais são ferramentas para aproximar as pessoas, facilitando o entendimento e o diálogo. Mas são <em>ferramentas</em>, não um fim em si. Se você não agir de acordo com o que encanta o seu público, não há tecnologia ou técnica que funcione.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Corra! Já tem alguém postando antes de você!</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/09/22/corra-ja-tem-alguem-postando-antes-de-voce/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 02:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro as pessoas correm para postar no Twitter, Facebook ou no seu próprio blog. Depois elas param para avaliar/criticar/pensar no que acabaram de ver e de compartilhar online, pensando que “se tiver alguma coisa errada eu corrijo depois”. A pressa &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/09/22/corra-ja-tem-alguem-postando-antes-de-voce/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/09/corrida1-1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1581" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/09/corrida1-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Primeiro as pessoas correm para postar no Twitter, Facebook ou no seu próprio blog. Depois elas param para avaliar/criticar/pensar no que acabaram de ver e de compartilhar online, pensando que “se tiver alguma coisa errada eu corrijo depois”. A pressa é por postar antes que alguém o faça – por mais que você sequer se dê ao trabalho de checar os fatos.<span id="more-1571"></span></p>
<p>O comentário do jornalista <a href="http://twitter.com/#!/benjaminjackson" target="_blank">Benjamin Jackson</a>, do New York Times, no último dia da Social Media Week São Paulo, veio totalmente ao encontro do que acredito em termos de relevância e conteúdo nas redes sociais.</p>
<p>O dilema da velocidade de ser o primeiro a postar alguma coisa versus a qualidade desse conteúdo tem assolado as redes sociais e passou a ser um grande problema para todos os que, de alguma forma, consomem conteúdo na internet.</p>
<p>Até onde o que você lê ou assiste é correto, preciso, confiável? Nessa cultura da alta velocidade, poucos param para fazer uma análise crítica. “Manter-se em alta velocidade, antes uma aventura estimulante, vira uma tarefa cansativa”, diz o sociólogo Zygmunt Bauman.</p>
<p>A mobilidade e a tecnologia facilitaram a vida das pessoas dispostas a gerar conteúdo. Mas para onde vai esse conteúdo, quem consome, quanto tempo se gasta para produzir uma informação que realmente valha a pena?</p>
<p>Em uma conversa que tive esta semana com um grupo de profissionais de comunicação de empresas do porte de IBM, Oracle, Sky e Metrô de São Paulo, entre outras, a convite da agência de comunicação KlaumonForma, ficou muito claro que nossa maneira de usar a internet impacta a percepção que temos do mundo e como interagimos com as pessoas, e também afeta as relações entre as empresas e seus funcionários e clientes.</p>
<p>Por fim, é importante não reforçar a dicotomia entre tradição/qualidade e inovação/tecnologia. Uma coisa não tem a ver com a outra e, principalmente, não exclui a outra. O New York Times, por exemplo, é um jornal super tradicional e antigo (foi fundado em 1851) e, ao mesmo tempo, foi pioneiro no lançamento de sua edição para tablets e smartphones. O que vale, como sempre, é a qualidade do conteúdo, não importa a mídia.</p>
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		<title>Como usar melhor seu tempo nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 22:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda semana recebo convites para ingressar em uma nova rede social, e pessoas me perguntam por que não estou ainda no Google+, por que não posto vídeos no YouTube ou por que minha conta no Orkut foi abandonada. A resposta &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/09/08/como-usar-melhor-seu-tempo-nas-redes-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/09/redes-sociais.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1511" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/09/redes-sociais-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Toda semana recebo convites para ingressar em uma nova rede social, e pessoas me perguntam por que não estou ainda no Google+, por que não posto vídeos no YouTube ou por que minha conta no Orkut foi abandonada. A resposta é simples: não é possível estar o tempo todo em todos os lugares.</p>
<p>A sensação de estar sufocada pela quantidade de compromissos nas redes sociais tem sido uma constante na vida das pessoas, e não somente na daquelas que, como eu, têm nas mídias sociais a fonte de seu trabalho. Isso sem falar nas quatro contas de email, nos telefonemas, nas reuniões, e equilibrar tudo isso com o lazer, os afazeres domésticos, a vida pessoal.</p>
<p>Viver nesta era não é fácil, não. <strong>Muita informação, e tão poucos filtros</strong>.<span id="more-1501"></span></p>
<p>Resolvi parar e me organizar. Fazer escolhas faz parte disso. Escolhi não participar de redes demais, para poder participar com um mínimo de qualidade em cada uma delas – porque elas têm desdobramentos, também: grupos de discussão no LinkedIn e no Facebook, responder aos comentários nos três blogs que mantenho, participar dos chats no Twitter&#8230;</p>
<p>A internet é uma fonte riquíssima de informação e entretenimento, mas o <strong>valor da curadoria</strong>, a meu ver, será cada vez mais relevante a curto prazo. Aprender a filtrar o que você consome de conteúdo na internet é fundamental para aproveitar o seu tempo e transformar tudo isso em conhecimento, em utilidade.</p>
<p>A primeira coisa a fazer é: <strong>elimine as contas nas redes que você quase não frequenta</strong>. Pense se vale a pena se cadastrar em novas redes – o que você ganhará com isso em termos de networking. Pense no tempo que você precisará despender, todos os dias, para interagir com as pessoas nesses canais. E concentre-se em meia dúzia que julgar mais importante e produtivo. <strong>Selecione</strong>.</p>
<p>O segundo passo é: <strong>preste atenção no conteúdo</strong> que você está consumindo, mas também no que está compartilhando. Não faz mal ser superficial e fútil em alguns momentos, mas, por favor, <a href="http://www.communicationadvisors.com/2011/05/458/" target="_blank">utilize melhor o seu tempo e o de seus interlocutores</a>. <strong>Produza</strong>.</p>
<p>Uma terceira providência é <strong>estabelecer uma rotina nas redes</strong>, senão você corre o risco de se perder navegando o dia todo. Essa talvez seja a parte mais difícil, porque o poder de atração da internet é pior do que canto de sereia. Se não cuidarmos, sucumbimos à sedução de tantos sites interessantes e perdemos o foco. <strong>Concentre-se</strong>.</p>
<p>Com isso, você poderá aproveitar melhor o potencial das mídias sociais e produzir melhor, com mais relevância, além de consumir conteúdo de melhor qualidade, também.</p>
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		<title>Sim, conteúdo (ainda) é tudo</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/08/25/sim-conteudo-ainda-e-tudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 20:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[A noção de que o ser humano é um ser conectado (homo dictyous) faz com que a nossa percepção de mundo seja diretamente influenciada pelo outro. Alguns de nossos gostos pessoais, por exemplo, podem ser por coisas que são mais desejáveis &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/08/25/sim-conteudo-ainda-e-tudo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/08/Connected-Hands-over-Globe.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1461" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/08/Connected-Hands-over-Globe-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A noção de que o ser humano é um ser conectado (<em><a href="http://www.go2cio.com/articles/index.php?id=3593" target="_blank">homo dictyous</a></em>) faz com que a nossa percepção de mundo seja diretamente influenciada pelo outro.</p>
<p>Alguns de nossos gostos pessoais, por exemplo, podem ser por coisas que são mais desejáveis quando outros também as desejam. Em outras palavras, certas coisas nos parecem melhores e mais valiosas quando outros também têm a mesma percepção sobre elas, e isso torna-se ainda mais forte na medida em que é espalhado pelas redes sociais.<span id="more-1451"></span></p>
<p>É nesse apelo que se baseia o consumo. O sociólogo Zygmunt Bauman afirma que “o que caracteriza o consumismo não é <em>acumular</em> bens (quem o faz também deve estar preparado para malas pesadas e casas atulhadas), mas <em>usá-los</em> e <em>descartá-los</em> em seguida a fim de abrir espaço para outros bens e usos.”</p>
<p>E quando a variedade não parece satisfatória, é a velocidade com que se troca as coisas que vai suprir a carência do consumidor. Você realmente precisa do último celular lançado? Pouco importa. Importa é manter-se em movimento. E com um  celular à mão, você nunca está <em>fora</em> ou <em>longe</em>, e sim envolto em uma teia de chamadas e mensagens.</p>
<p>Para Bauman, o tipo de relação que as pessoas da “vida moderna” estabeleceram entre si faz com que o fato de <em>trocar</em> mensagens é que seja importante, não o <em>conteúdo</em> dessas mensagens em si.</p>
<p>Como as redes sociais permitem esse “estar perto” mesmo estando longe, e permitem também cortar essas conexões a qualquer tempo, pode-se cair no jogo fácil de ficar online o tempo todo mas sem realmente compartilhar conteúdos relevantes.</p>
<p>Para muitos, pode parecer simples diversão. Para os mais alertas, é puro desperdício de tempo. A internet é uma ferramenta rica demais para que não saibamos aproveitar bem todo o conhecimento que ela nos possibilita.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Três riscos para sua marca nas redes sociais</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/08/11/tres-riscos-para-sua-marca-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 15:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas mais complicadas durante a elaboração do business plan de um negócio é pensar em como será seu crescimento. Como gerenciar a expansão, captar novos recursos, reinvestir, conquistar novos clientes e mercados – tudo isso sem perder a &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/08/11/tres-riscos-para-sua-marca-nas-redes-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="attachment_1211" class="wp-caption alignleft" style="width: 283px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/08/identificando-riscos-corporativos_Wallis.jpg"><img class="size-medium wp-image-1211  " src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/08/identificando-riscos-corporativos_Wallis-300x226.jpg" alt="" width="273" height="205" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Wallis</p></div>
<div>
<div>
<p>Uma das coisas mais complicadas durante a elaboração do <em>business plan</em> de um negócio é pensar em como será seu crescimento. Como gerenciar a expansão, captar novos recursos, reinvestir, conquistar novos clientes e mercados – tudo isso sem perder a identidade da marca, cuidando da imagem, da comunicação e do relacionamento com os consumidores.<span id="more-1201"></span></p>
<p>A exposição da marca nas mídias, tradicionais ou sociais, online e offline, precisa ser cuidadosamente acompanhada e construída. O <strong>risco número 1</strong> é esquecer que <a href="http://www.briansolis.com/2010/12/bringing-the-brandgraph-to-life-introducing-your-friends-fans-and-followers/" target="_blank">uma estratégia de branding é uma soma </a>de vários canais ou ações:</p>
<ol>
<li>Construir comunidades e relacionamentos</li>
<li>Aprimorar o conceito da marca</li>
<li>Ativar comunidades para efetivamente agir</li>
<li>Gerar simpatia em relação à marca</li>
</ol>
<p>Parece fácil? Não. E de fato não é, pois requer perseverança e método, dedicação e comprometimento, acompanhamento e ajustes contínuos. Requer <em>entender</em> o consumidor, como ele se comporta (e não só no universo online) e não ficar parado no tempo. O fato é que não é possível dirigir o que acontece com a sua marca no ambiente de internet – embora muitas empresas ainda acreditem nisso.</p>
<p>A internet não tem controle. Portanto, é até errado classificá-lo como um ambiente <em>democrático</em>. Mais certo seria dizer que ele é <em>anárquico</em>. Claro, existem comunidades com regras específicas e moderadores para garantir um mínimo de civilidade, mas no fundo é apenas o senso ético de cada um que mantém a internet do jeito que ela é.</p>
<p>Então, o <strong>risco número 2</strong> é as empresas não se  darem conta de que elas não podem controlar o que se diz de suas marcas na web. Podem, no máximo, monitorar o que é dito com ferramentas como <a href="http://www.scup.com.br/features/">Scup</a> ou <a href="http://www.radian6.com/">Radian6</a>, e depois participar e influenciar conversações.</p>
<p>Se você escolheu o <em>franchising</em> como modelo de expansão, a tarefa é ainda mais delicada. Abrir franquias pressupõe orientar, acompanhar e controlar como sua marca está sendo disseminada e se a abordagem conceitual do negócio também está sendo coerente. Segundo a Associação Brasileira de Franchising, entre 2001 e 2010 o número de redes de franquias triplicou no Brasil, passando de 600 para 1.855. O faturamento acompanhou o ritmo, também triplicando (de R$ 25 bilhões para R$ 76 bilhões/ano). Uns franqueados preparados, outros nem tanto – e aí é que a sua marca pode começar a correr risco.</p>
<p>O <strong>risco número 3</strong>, portanto, refere-se a rede de franqueados: os mais proativos podem criar blogs e páginas no Facebook, Twitter etc da forma que acham melhor. Para incrementar, criam slogans, fazem publicidade e atuam nas redes sociais cada um à sua maneira. Resultado: ao invés de ter uma unidade de imagem, compatível com a marca, cada franquia aparece de forma individual, desconectada com seus pares. E isso é o primeiro passo para uma percepção nada homogênea da marca.</p>
<p>O mais importante é a marca manter uma presença coerente e constante em vários canais online e offline, em termos de conteúdo, aparência gráfica e postura. Assim, a chance da marca sobreviver e ser lembrada entre tantas outras aumenta significativamente.</p>
</div>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Inovação: afinal, isso existe?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/07/12/inovacao-afinal-isso-existe/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 18:40:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns dias, li repercussões de uma palestra do escritor canadense Malcolm Gladwell em Cannes, em que ele diz que sair na frente não é necessariamente sinônimo de sucesso, e que ser o primeiro custa às vezes tanto esforço, tempo &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/07/12/inovacao-afinal-isso-existe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="line-height: 24px">Há alguns dias, li repercussões de uma palestra do escritor canadense Malcolm Gladwell em Cannes, em que ele diz que sair na frente não é necessariamente sinônimo de sucesso, e que ser o primeiro custa às vezes tanto esforço, tempo e dinheiro que, quando chega na hora da implantação da ideia, o gás acabou. E aí quem vem depois é que pega as trilhas abertas e se dá bem. </span></div>
<p>Como então lidar com a demanda dos consumidores e das empresas pela inovação e ao mesmo tempo fazer o negócio prosperar do ponto de vista financeiro? <span id="more-1161"></span></p>
<p>Temos assim duas alternativas:</p>
<p><strong>(1)	Pegar uma ideia que já existe e aperfeiçoá-la.</strong> Assim, o insight inicial é um passo a menos para dar, bastando ter boa visão de negócio para aprender com os erros dos outros e enxergar o que o consumidor quer lá na frente. Um exemplo? Steve Jobs. Não foi ele quem inventou o primeiro computador nem o primeiro smartphone. Mas ele soube aprimorar a tecnologia e projetar o que o consumidor queria de maneira brilhante, e induzi-lo a esse desejo de consumo. Afinal, hoje todo mundo acha que precisa de um iPhone, iPad ou iPod, e antes dessas coisas existirem você na verdade provavelmente nem sentia falta delas.</p>
<p><strong>(2)	Criar do nada, na acepção pura da palavra inovação.</strong> Porém, durante o processo de criação, não podemos desperdiçar recursos; e também não podemos esquecer da implantação, isto é, de transformar em algo palpável e lucrativo uma ideia que por enquanto está só no papel.</p>
<p>Em ambos os casos, é útil aplicar o<a href="http://www.communicationadvisors.com/2010/02/o-funil-da-inovacao/" target="_blank"> funil da inovação</a>, um outro conceito que minimiza mancadas e desperdício de dinheiro ao longo do processo. Em cada etapa, você pode avaliar os custos e a viabilidade do produto ou serviço que você está criando, antes que o seu orçamento seja sugado pelo ralo. Pode recalcular e ver se vale a pena prosseguir.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem precisa de estratégia de mídias sociais?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/07/07/quem-precisa-de-estrategia-de-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 14:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>

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		<description><![CDATA[O matemático John Nash, prêmio Nobel de Economia em 1994, mais conhecido por ter sido retratado no livro e filme “Uma Mente Brilhante”, perseguia algoritmos que explicassem o movimento das pombas atrás de migalhas no chão. O ilustrador holandês M. &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/07/07/quem-precisa-de-estrategia-de-midias-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="attachment_1081" class="wp-caption alignleft" style="width: 136px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/07/1185407_brands_flood-Dimitri-Castrique.jpg"><img class="size-full wp-image-1081  " src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/07/1185407_brands_flood-Dimitri-Castrique.jpg" alt="" width="126" height="126" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração: Dimitri Castrique</p></div>
<p>O matemático John Nash, prêmio Nobel de Economia em 1994, mais conhecido por ter sido retratado no livro e filme “Uma Mente Brilhante”, perseguia algoritmos que explicassem o movimento das pombas atrás de migalhas no chão.</p>
</div>
<div>
<p>O ilustrador holandês M. C. Escher buscava nos fractais e nos conceitos de infinito e multiplicidade a inspiração para obras que misturavam matemática, ilusão de ótica e metamorfoses geométricas, em combinações muitas vezes impossíveis.</p>
</div>
<div>
<p>Os dois moravam neste e também em um mundo mais além – um por sua esquizofrenia e genialidade, o outro por sua capacidade única de enxergar além do que o olho via.</p>
</div>
<div>
<p>E quando enxergamos além do que o olho vê, podemos ter a ousadia do empresário queniano Chris Kirubi, que quando era <em>chairman</em> da CocaCola Nairobi assustou muita gente ao dizer que as empresas não precisam de estratégias de mídias sociais.</p>
<p><span id="more-1071"></span></p>
</div>
<div>
<p>“O que você precisa é de uma<strong> estratégia de <em>branding</em></strong>. Que se apoie na utilização das mídias sociais, é verdade, mas isso é consequência. Mídias sociais são o rabo do cão, não o cão em si.” Em outras palavras, Kirubi quis dizer que não se deve deixar de lado a estratégia para a sua marca só porque existem novos canais de comunicação.</p>
</div>
<div>
<p>A estratégia da marca é o cerne de tudo.  É a percepção do que significa a marca em termos emocionais – <strong>percepção dos <em>outros</em></strong>, não sua – que vai definir o maior ou menor grau de empatia e confiança. Que vai levar ao deleite ou à indiferença.</p>
</div>
<div>
<p>Os clientes confiam na marca quando suas experiências são coerentes ou quando elas atingem suas expectativas. Mas não devemos nos iludir. Marcas não são coisas estáticas, imutáveis. Para garantir sua perpetuidade,<strong> as marcas devem se portar como organismos vivos</strong>, sempre se atualizando, desenvolvendo-se, acompanhando as mudanças culturais e comportamentais do mundo e do consumidor.</p>
</div>
<div>
<p>As marcas mais bem-sucedidas têm um apetite insaciável por criatividade e movimento. Essas marcas oferecem aos consumidores uma percepção bastante concreta de evolução e dinamismo graças ao que o <a href="http://johngerzema.com/" target="_blank">John Gerzema</a>, autor de<em> The Brand Bubble</em>, chama de “diferenciação energizada”. Muito mais do que “ser diferente”, marcas de sucesso<em> mantêm-se</em> diferentes. Elas combinam a <strong>visão </strong>das empresas por trás delas, que impacta a reputação; a <strong>inovação</strong>, traduzida em design, novos produtos, tecnologia; e o <strong>dinamismo</strong>, que é como a marca usa o marketing para se expressar no mercado, gerando emoção e evangelismo.</p>
</div>
<div>Então, não adianta partir para as mídias sociais – nem nenhum outro canal, digital ou não – sem ter essa clareza sobre o que é a sua marca, mas principalmente, como ela evoluirá com o passar dos anos.</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O mantra do sucesso nas mídias sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 23:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uma crença comum: a fórmula mágica do sucesso nas mídias sociais, repetida indefinidamente em eventos que discutem as melhores práticas de comunicação empresarial, passa por três passos: monitorar sua marca nos diversos canais de mídia social, ouvir o que &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/06/01/o-mantra-do-sucesso-das-campanhas-em-midias-sociais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="line-height: 24px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/06/1185531_meditation_2-miamiamia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1001" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/06/1185531_meditation_2-miamiamia.jpg" alt="" width="210" height="145" /></a>Há uma crença comum: a fórmula mágica do sucesso nas mídias sociais, repetida indefinidamente em eventos que discutem as melhores práticas de comunicação empresarial, passa por três passos: monitorar sua marca nos diversos canais de mídia social, ouvir o que as pessoas estão dizendo sobre a sua empresa (especialmente os consumidores), engajar os públicos no diálogo.</span></div>
<p>Esse mantra, embora útil e verdadeiro, já virou fruta madura que caiu do pé. Ou seja, <strong>já não traz nada de novo</strong>, e ainda assim continua sendo apresentado em discussões com gente de peso como se fosse uma revelação.</p>
<p>O ponto é que <strong>esses três itens – monitorar, ouvir, engajar – tornaram-se óbvios</strong>, tornaram-se a base sobre a qual outras coisas podem e devem acontecer.  Que outras coisas? A variedade é grande e nem todas se aplicam a todo tipo de organização ou objetivo empresarial.</p>
<p><span id="more-981"></span></p>
<p>Uma das mais interessantes é a <strong>escolha do foco</strong>. A maior parte das empresas diz, com orgulho, que seu foco é no cliente. Pois é, elas podem estar erradas. Porque, antes disso, seu foco deve ser na equipe que executa o trabalho. Se esta equipe não acreditar no que faz, não perceber a importância da colaboração de cada um no processo de atendimento ao cliente, não for recompensada à altura (não só financeiramente, mas especialmente do ponto de vista de reconhecimento) e não entender o seu papel e a missão da companhia, nada vai funcionar a contento.</p>
<p>Outro aspecto é a <strong>comunicação entre as pessoas</strong>. É impressionante como a comunicação continua sendo, apesar de todos os recursos e tecnologias à disposição, um elo extremamente frágil no trabalho cotidiano. Pesquisas de clima organizacional conduzidas mundo afora apontam sempre a mesma coisa (e não importa o segmento de atuação ou o porte da empresa): líderes não conversam com seus subordinados, equipes não trocam figurinhas para facilitar o tráfego das tarefas, funcionários têm medo de serem mal recebidos se tentarem sugerir novas ideias aos chefes.</p>
<p>Então, antes de olhar para fora e interagir com os clientes, as empresas precisam olhar para dentro e <strong>incrementar a cultura da comunicação</strong> entre seus próprios funcionários.</p>
<p>Por fim, um terceiro ponto é que, <strong>quando se trata de mídias sociais, há um descompasso</strong> enorme entre o que querem os clientes e no que efetivamente acreditam as empresas. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) em novembro do ano passado mostrou que, embora 70% dos consumidores desejem acessar as empresas via mídias sociais, apenas 7% delas acreditam que utilizar esses canais seja algo realmente imprescindível.</p>
<p>A maior parte das empresas encara as mídias sociais apenas como uma iniciativa desejável (48%), uma ferramenta complementar e pouco relevante para seus negócios ou para o relacionamento com os clientes. Mas, apesar disso, 65% das empresas brasileiras já estão presentes nas redes sociais. Resta saber o quanto do mantra essencial (monitorar, ouvir, engajar) está sendo realmente colocado em prática.</p>
<p>Mas não adianta repetir o mantra para alcançar o sucesso. Não, não há fórmula mágica. Há, sim, muito estudo e avaliação sobre o que pode funcionar para <strong>o seu negócio</strong>, para <strong>o seu tipo de cliente</strong>. Não é uma aposta, e sim um planejamento.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Falar, falar e falar – por que o ser humano precisa tanto disso?</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 20:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidades]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez eu li uma definição que achei bem engraçada, mas também muito verdadeira: “o Twitter é como um hospício: todo mundo fala sozinho e de vez em quando alguém responde”. Muitos estudiosos têm se debruçado sobre essa necessidade intrínseca &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/05/03/falar-falar-e-falar-%e2%80%93-por-que-o-ser-humano-precisa-tanto-disso/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="line-height: 24px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/05/bla-bla1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-921" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/05/bla-bla1-300x257.jpg" alt="" width="126" height="108" /></a>Uma vez eu li uma definição que achei bem engraçada, mas também muito verdadeira: “o Twitter é como um hospício: todo mundo fala sozinho e de vez em quando alguém responde”. Muitos estudiosos têm se debruçado sobre essa necessidade intrínseca do ser humano de falar. Falar, falar, falar o que quer que seja – interessante ou não, aproveitável ou não. As mídias sociais viraram canais facílimos para amplificar esse conteúdo (ou falta dele).</span></div>
<p>Fico chocada quando certos humoristas são considerados entre os “mais influentes do Twitter” ao postar apenas futilidades e piadas sem graça, e apesar disso arrebatar milhares de “seguidores”. Já discuti antes aqui neste blog <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/10/05/a-diferenca-entre-ser-popular-e-ser-influente/" target="_blank">a diferença entre ser popular e ser influente</a>. Vídeos fraquinhos no YouTube tornam-se virais. Cantores de péssima qualidade viram sucessos. Por quê? Porque é fácil consumir. <span id="more-841"></span></p>
<p>Na última sexta-feira, dia 29, o casamento real entre o príncipe William e Kate Middleton foi mais um exemplo dessa necessidade absoluta das pessoas de comentar (mesmo pra ninguém responder) um acontecimento. O casamento, como não poderia deixar de ser, disparou nos <em>trending topics</em> do Twitter mundial, provando que histórias água com açúcar ainda encantam, sim, as pessoas.</p>
<p>Esse interessante infográfico abaixo, elaborado pela DMI Comunicação Digital, reflete uma pequena parte de tudo o que foi falado naquele dia no Twitter. O mais curioso é que o lado “fofoca” ganhou muito mais espaço do que discussões sobre a realeza, a continuidade desse regime de governo,  casamento e vida a dois etc etc. Como li também noTwitter naquele dia, se toda a energia dispendida para comentar os detalhes da cerimônia fosse dedicada a disseminar os interessantes e úteis conteúdos dos eventos TEDx espalhados pelo mundo, aí sim estaria havendo algum benefício para a humanidade.</p>
<p>Mas quem é que disse que a humanidade não prefere falar o tempo todo sobre futilidades e superficialidades? É o grande nó para educadores e pensadores no mundo todo.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/05/infografico_royalweddingDMI.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-851" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/05/infografico_royalweddingDMI.jpg" alt="" width="560" height="2890" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quatro tendências em marketing digital para 2011</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/04/03/quatro-tendencias-em-marketing-digital-para-2011-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Apr 2011 21:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil é o oitavo país do mundo em número de internautas (40,5 milhões), que passam em média 26,4 horas por mês na web, segundo a ComScore, empresa de monitoramento de internet. Os brasileiros ultrapassam a média mundial (22,6) e &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/04/03/quatro-tendencias-em-marketing-digital-para-2011-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é o oitavo país do mundo em número de internautas (40,5 milhões), que passam em média 26,4 horas por mês na web, segundo a ComScore, empresa de monitoramento de internet. Os brasileiros ultrapassam a média mundial (22,6) e a média da América Latina (24,3) em número de horas plugados a cada mês.</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/04/Homo-conectus.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-821" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/04/Homo-conectus-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" /></a></p>
<p>A utilização da internet fica mais concentrada nas buscas e navegação em geral, e também nas redes sociais. No Brasil, o Orkut é ainda o campeão em número de visitantes únicos (32,41 milhões em fevereiro/2011) mas cresceu apenas 2,85% em seis meses, enquanto o Facebook experimentou por aqui estrondosos 65,7% de crescimento &#8212; 45,5% apenas nos dois primeiros meses de janeiro deste ano.</p>
<p>Empresas brasileiras devem aproveitar esse apetite nacional pela internet, prestando atenção em algumas tendências ligadas ao consumo.</p>
<p><span id="more-711"></span></p>
<p><strong>1.	Mobile + social + local</strong></p>
<p><strong>O celular será nossa porta de entrada para o mundo.</strong> Cada vez mais, aplicativos facilitarão a comunicação, as transações comerciais, a integração com as redes sociais, a busca por informações locais e o georreferenciamento.</p>
<p>Quase 45% dos usuários brasileiros usam o celular para acesso à web, segundo estudo da e.Life. Um ano atrás, eram somente 34%. O índice tende a aumentar com base em dois fatos:</p>
<p>Fato número 1: <strong>as vendas de smartphones e tablets serão maiores, este ano, do que a de latptops e PCs.</strong></p>
<p>Fato número 2: já começaram a surgir <strong>redes sociais baseadas unicamente no celular</strong>, como a Path e a Color, cujo intento é estimular as pessoas a compartilhar momentos em tempo real colocando fotos online.</p>
<p>As empresas que não desenvolverem plataformas mobile para seus produtos e serviços podem ficar para trás.</p>
<p><strong>2.	As pessoas escolherão o conteúdo que querem consumir</strong></p>
<p>Crescerá o valor da <strong>curadoria</strong>, ou seja a capacidade para selecionar o que interessa dentro de um mar de conteúdos gerados por qualquer pessoa. A quantidade de informações hoje na web torna essa tarefa indispensável, apesar de ser complexa e exigir competências como foco e discernimento.</p>
<p><strong>3.	Tecnologia = pessoas + conectividade</strong></p>
<p>Somos o “<em>homo conectus</em>”. <strong>Não existe mais separação entre online e offline.</strong> As pessoas querem estar conectadas 24 horas por dia, 7 dias por semana, e usarão todos os recursos para isso – de <em>lan houses</em> a iPhones (o que significa que mesmo as classes sociais menos abonadas dão um jeito).</p>
<p>Isso também leva a um compartilhamento cada vez mais intenso, às vezes sem que as pessoas pensem em privacidade e sem lembrar que a memória do Google e de outras ferramentas de busca é indelével.</p>
<p><strong>4.	As empresas se preocuparão mais com o feedback social e o consumo de nicho</strong></p>
<p>O que as pessoas buscam online? <strong>Comunicação, conexão, entretenimento e educação/cooperação. </strong>Redes sociais de nicho, sobre temas específicos, tendem a prosperar porque reúnem todos esses elementos.</p>
<p>Empresas tendem a reforçar sua presença em canais como YouTube e Flickr, a fim de compartilhar conteúdo que tenha viés de entretenimento também, com isso chamando mais a atenção dos consumidores.</p>
<p>Compartilhar conhecimento e oferecer conteúdo e aconselhamento de graça é outro forte fator de sucesso para as empresas em sua presença nas mídias sociais.</p>
<p>Para terminar, um último ponto: <strong>se a internet é natural para as pessoas, também deve ser para as empresas. </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por que ser autêntico é tão importante</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/03/17/por-que-ser-autentico-e-tao-importante/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 20:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Norah Jones estourou na cena musical em 2002. Seu álbum de estreia, “Come Away With Me”, vendeu mais de 6 milhões de cópias e ela ganhou cada um dos oito Grammy aos quais foi indicada. Sua música agradou em cheio &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/03/17/por-que-ser-autentico-e-tao-importante/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="line-height: 24px"></p>
<div id="attachment_541" class="wp-caption alignleft" style="width: 174px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/03/Arvore-no-lago_Simon-Butterworth.jpg"><img class="size-medium wp-image-541 " src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/03/Arvore-no-lago_Simon-Butterworth-205x300.jpg" alt="" width="164" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Simon Butterworth</p></div>
<p>Norah Jones estourou na cena musical em 2002. Seu álbum de estreia, “Come Away With Me”, vendeu mais de 6 milhões de cópias e ela ganhou cada um dos oito Grammy aos quais foi indicada. Sua música agradou em cheio aos entusiastas do velho jazz, mas ao mesmo tempo muita gente questionava se a música de Norah Jones era jazz de verdade.</p>
<p>Era também a primeira vez que o  selo Blue Note, famoso por produzir apenas peso-pesados do jazz tradicional, relaxava um pouco no rigor dessa determinação e lançava uma cantora que não era uma unanimidade entre os apreciadores desse estilo musical. Muitos tradicionalistas acusaram o Blue Note de não se manter leal ao jazz, de não ser verdadeiro.</p>
<p></span></div>
<p>Na esteira do imenso sucesso do primeiro álbum, os produtores de Norah Jones levaram a jovem de apenas 23 anos de volta para o estúdio para gravar um álbum mais pop, que supostamente a aproximaria mais de outros jovens de sua idade.</p>
<p>Depois de gravado, porém, concluiu-se que seria um erro lançar o novo álbum. E por quê? Porque ele iria contra tudo o que Norah Jones acreditava, contra seu estilo, contra os seus fãs já conquistados. Em suma, não seria autêntico.</p>
<p><span id="more-531"></span></p>
<p><strong>Seja fiel à sua essência</strong></p>
<p>O disco certamente daria lucro, mas era o álbum errado na hora errada, e poderia até ter destruído a carreira de Norah Jones. Ao abandonar a ideia desse álbum, ela foi atrás de um projeto de longo prazo, que consolidasse seu trabalho na linha que ela tinha escolhido. Foi só dois anos depois, em 2004, que a cantora lançou “Feels Like Home” – com um estilo que é nitidamente dela. Se, lá atrás, Norah Jones tivesse saído do estúdio com um álbum que não era a cara dela, ela poderia ter perdido e nunca mais recuperado sua legião de fãs. Eles teriam achado – e com razão – que ela só estava querendo vender, pouco se importando se sua nova música estava soando falsa. Pouco se importando com seu público.</p>
<p>Talvez esta seja a melhor lição para toda e qualquer pessoa ou empresa que pretende conquistar o mercado: ser autêntico é a coisa mais importante do mundo. Veja bem: ser autêntico não significa necessariamente ser original. Significa escolher um caminho, uma identidade, e manter-se nele.</p>
<p>Mas, antes de ser fiel à sua essência, você deve descobrir que essência é a sua, afinal. <a href="http://www.jimcollins.com/" target="_blank">Jim Collins</a>, no bestseller <em>Good To Great</em>, lembra que empresas bem sucedidas são aquelas que têm muita clareza sobre três aspectos:</p>
<ul>
<li>Pelo que você é realmente apaixonado</li>
<li>No que você pode ser o melhor do mundo</li>
<li>O que guia o seu equilíbrio econômico e financeiro</li>
</ul>
<p>Mais do que um intento ou objetivo a ser alcançado, isso deve ser um <em>entendimento</em>, uma profunda compreensão de quem você (ou a sua empresa, nesse caso) é.</p>
<p><strong>Como definir a sua identidade</strong></p>
<p>Para determinar qual é a verdadeira identidade do seu negócio, você deve pensar em:</p>
<ol>
<li>A essência da companhia. Qual é afinal o seu <em>core business</em>, o seu negócio</li>
<li>A natureza do que você vende. O que você oferece aos outros.</li>
<li>Os efeitos da herança. Onde e quando você se tornou quem é hoje.</li>
<li>O seu propósito. Por que você está nesse negócio.</li>
<li>Os valores. Como a sua identidade se manifesta publicamente.</li>
</ol>
<p>A autenticidade (manter-se fiel à imagem que se criou e se vendeu por primeiro) é uma das quatro coisas que o consumidor mais preza em uma marca. James Gilmore e B. Joseph Pine II, em <em><a href="http://authenticitybook.com/" target="_blank">Authenticity</a></em>, lembram que as outras são:</p>
<ul>
<li>Disponibilidade: o consumidor quer comprar a qualquer tempo e de fornecedores confiáveis</li>
<li>Custo: um preço justo é fundamental</li>
<li>Qualidade: o desempenho do produto é o que atesta se valeu a pena comprá-lo</li>
</ul>
<p>É isso o que faz a verdadeira “experiência” do consumo transformar-se em algo duradouro e inesquecível.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como a web semântica afeta nosso uso da internet</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/03/09/como-a-web-semantica-afeta-nosso-uso-da-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 23:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web semântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca foi tão fácil criar conteúdo para a web. Cada simples post em um blog, um tweet no Twitter, uma mensagem no Facebook, uma foto no Flickr, uma apresentação no SlideShare – tudo isso é conteúdo. Nunca foi tão difícil &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/03/09/como-a-web-semantica-afeta-nosso-uso-da-internet/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: 16px;line-height: 24px">Nunca foi tão fácil criar conteúdo para a web. Cada simples post em um blog, um tweet no Twitter, uma mensagem no Facebook, uma foto no Flickr, uma apresentação no SlideShare – tudo isso é conteúdo.</span></div>
<p>Nunca foi tão difícil indexar conteúdo para a web. Acontece que o Google a as outras ferramentas de busca não são tão espertas assim. Elas não conseguem dar conta de tudo. Por exemplo, se você digitar “banco” no Google, ele vai mostrar resultados ligados a “instituição financeira”, “móvel encontrado em praças ou jardins”, “doação de leite” ou “empregos”. Ou seja, ele não é capaz de conferir significado à sua busca.</p>
<p>Nunca foi tão difícil separar a sintaxe (que é o que regula os algoritmos de busca) da semântica – que é o que efetivamente faz a diferença. E as pessoas querem simplicidade, não mais acesso a mais e mais escolhas.</p>
<p>A semântica, em poucas palavras, é o que dá significado às coisas. É o que separa o buscar do encontrar. O filósofo moderno Andrew Feenberg diz que “ser é conectar”. A web semântica ajuda a juntar os pontos, entender as interligações e influências, criar relações entre pedaços soltos de informação, e reagrupá-los em contextos e significados. Sim, para isso as coisas todas precisam receber um “rótulo” para poderem ser encontradas e conectadas – é a ontologia.</p>
<p>[vimeo]http://vimeo.com/11529540[/vimeo]</p>
<p>Esse vídeo produzido pela jornalista <a href="http://kateray.net/about/" target="_blank">Kate Ray</a> explica de maneira simples o que significa ter a web semântica no nosso dia a dia.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nossa cegueira para o óbvio na comunicação empresarial</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/02/13/nossa-cegueira-para-o-obvio-na-comunicacao-empresarial/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 20:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação interna]]></category>
		<category><![CDATA[falhas de comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/?p=361</guid>
		<description><![CDATA[Em diferentes empresas, de diversos portes, no Brasil e no exterior, a queixa parece ser sempre a mesma: a informação não circula, as pessoas não se comunicam adequadamente, os líderes não compartilham as decisões da empresa, as equipes não se &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/02/13/nossa-cegueira-para-o-obvio-na-comunicacao-empresarial/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: 16px;line-height: 24px">Em diferentes empresas, de diversos portes, no Brasil e no exterior, a queixa parece ser sempre a mesma: a informação não circula, as pessoas não se comunicam adequadamente, os líderes não compartilham as decisões da empresa, as equipes não se ajudam, há dificuldade em compreender o que se espera de cada um no dia a dia, não há feedback nem disseminação dos rumos da empresa.</span></div>
<p>Pesquisas de clima organizacional apontam isso com frequência assustadora. As empresas sabem que o problema existe, criam campanhas internas, estabelecem processos, contratam consultorias para resolver. E depois de um tempo a coisa simplesmente não vinga. Por quê?</p>
<p>Por que existem falhas de comunicação mesmo entre pessoas imbuídas de boa vontade para trabalhar juntas? Que fatores culturais, psicológicos ou profissionais levam equipes pequenas e grandes a não se entenderem?<span id="more-361"></span></p>
<p>O primeiro ponto é que temos a tendência a acreditar que cabe ao <em>ouvinte </em>entender o que estamos dizendo, nos eximindo da responsabilidade de passar uma mensagem clara. (Esse vídeo exemplifica bem essa situação).</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6-9nWt04oSI"><img src="http://img.youtube.com/vi/6-9nWt04oSI/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6-9nWt04oSI">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

<p>Isso é bem marcado nas culturais orientais, em que a hierarquia é tão rígida que um co-piloto, por exemplo, não ousa contrariar o piloto ou mesmo alertar de forma explícita que há um problema na aeronave durante o voo. Quando fala, é sempre sugerindo, não em tom de alerta e muito menos de veemência – por medo de levar bronca do tipo “com quem você pensa que está falando?”. Essa é uma das principais causas de acidentes aéreos no mundo : falha ou ausência de comunicação.</p>
<p>Problemas não desaparecem só porque você não fala sobre eles. Ao contrário, só tendem a piorar e gerar frustração, e podem se tornar verdadeiramente críticos.</p>
<p>O medo de manifestar suas opiniões é fruto da postura dos líderes. Se a liderança é exercida por carisma e respeito aos demais, a probabilidade de os subordinados se sentirem mais confortáveis e estimulados a participar é bem maior.</p>
<p>Agora, é claro que a comunicação não acontece simplesmente porque temos boca e ouvidos. Um pouco de cuidado com o que e como falar ajuda:</p>
<ul>
<li>Cada pessoa entende uma mensagem de maneira diferente. Para evitar erros de interpretação, seja claro, não deixe nada subentendido.</li>
<li>Certifique-se que o outro entendeu. Pergunte. Esteja aberto para ouvir outros pontos de vista. Quando forem conflitantes com o seu, mantenha a calma e use o bom senso para argumentar. Se o clima esquentar, melhor dar uma volta e deixar a discussão para depois.</li>
<li>Existem maneiras e maneiras de dizer alguma coisa. Diga o que precisa ser dito de forma objetiva, mas sempre com respeito e delicadeza.</li>
</ul>
<p>Muitas empresas acreditam que basta ter um jornal mural ou uma newsletter interna para que todos os funcionários se sintam participantes e bem informados. Doce ilusão. Se o conteúdo não for pensado sob o ponto de vista do funcionário, ele nunca se sentirá incluído, e terá a tendência a se afastar da informação “chapa branca”.</p>
<p>Portanto, quando for planejar a comunicação interna da sua empresa, tenha em mente o tipo de público, os anseios e os interesses de cada um, adaptando o conteúdo e a linguagem para que a informação torne-se relevante e útil. A decisão sobre quais canais usar vem a seguir, de acordo com o perfil de cada público. E pode ser desde um veículo impresso até um momento de conversa informal com a equipe.</p>
<p>Quando se cria uma verdadeira cultura de comunicação, esta passa a ocorrer naturalmente, pois as pessoas se sentem livres e interessadas em contribuir para o progresso da empresa e de todos que nela trabalham, gerando um autêntico senso de pertencimento e orgulho.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Colaboração online: a internet a serviço da criação</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/02/02/colaboracao-online-a-internet-a-servico-da-criacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 12:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração online]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[crowdsourcing]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[open innovation]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento online]]></category>

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		<description><![CDATA[Tecnologia como ponto de partida para a interatividade. Gosto de pensar nisso como uma definição simples do papel da internet. Aproximar as pessoas, favorecer a colaboração, trazer novas ideias para beneficiar muita gente, desenvolver novos produtos e conteúdos, resolver problemas. &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/02/02/colaboracao-online-a-internet-a-servico-da-criacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"></p>
<div id="attachment_311" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/02/1242081_mouse_Patrick-Hajzler.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-311" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/02/1242081_mouse_Patrick-Hajzler-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Patrick Hajzler</p></div>
<p>Tecnologia como ponto de partida para a interatividade. Gosto de pensar nisso como uma definição simples do papel da internet. Aproximar as pessoas, favorecer a colaboração, trazer novas ideias para beneficiar muita gente, desenvolver novos produtos e conteúdos, resolver problemas.</p>
<p></span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"><em>Open innovatio</em>n e <em>crowdsourcing</em>, modelos de produção que utilizam a inteligência coletiva e a troca de conhecimentos para pensar no novo, são bons exemplos do grau de colaboração estimulado pela internet, e só realmente possível em esfera mundial graças a ela.</span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"><span id="more-251"></span><br />
</span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px">São muitos os exemplos de empresas que somaram conhecimentos vindos de diversos cantos para produzir um novo carro, um novo software ou um novo apartamento que estivesse mais voltado às expectativas dos moradores. Sim, o Fiat Mio, o navegador Firefox e alguns apartamentos da construtora Tecnisa foram criados assim.</span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"><br />
</span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px">A internet como espaço para exercitar a criatividade ganha terreno também no lúdico. A agência de publicidade Fischer+Fala! lançou, em janeiro, o projeto UploadFF, um laboratório colaborativo de tecnologia para por em prática projetos experimentais para divertir, ajudar e aproximar pessoas.</span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"><br />
</span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px">E já que o canal é tecnologia online, toda a divulgação da plataforma colaborativa tem sido feita pelo Facebook e pelo Twitter, com uns toques aqui e ali de ações de guerrilha<em> in loco</em> com os potenciais participantes.</span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"><br />
</span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px">Muitas empresas se perguntam se devem adotar as mídias sociais em seus negócios. E eu lembro que há algumas considerações:</span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"><br />
</span></div>
<div style="padding-left: 60px"><span style="line-height: 24px;font-size: 16px">1.	O mundo é digital. As pessoas estão cada vez mais conectadas e a facilidade de fazer tudo pelo celular, onde quer que se esteja, cresce a cada dia. Ninguém mais vive sem internet.</span></div>
<div style="padding-left: 60px"><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"><br />
</span></div>
<div style="padding-left: 60px"><span style="line-height: 24px;font-size: 16px">2.	A primeira coisa que uma pessoa faz ao travar contato com uma empresa é procurar informações sobre ela no Google. Assim, mantenha um website impecável e atraente. Mas lembre-se: ele é apenas uma das fontes de informação sobre a empresa – e você não tem controle sobre o resto.</span></div>
<div style="padding-left: 60px"><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"><br />
</span></div>
<div style="padding-left: 60px"><span style="line-height: 24px;font-size: 16px">3.	Manter uma conta no Facebook ou no Twitter requer posicionamento de imagem alinhado à comunicação global da empresa, portanto é preciso dedicar tempo para construir uma política de mídias sociais coerente e delegar o tema a gente especializada em marketing digital.</span></div>
<div style="padding-left: 60px"><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"><br />
</span></div>
<div><span style="line-height: 24px;font-size: 16px">O mundo está vivendo a era C: colaboração, conectividade, compartilhamento de conhecimentos, co-criação. Há mil e uma maneiras de participar disso. O que não dá é para ficar parado, achando que a sua empresa não faz parte disso.</span></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mídia social pode dar errado?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/01/26/midia-social-pode-dar-errado/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 12:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[CRM social]]></category>
		<category><![CDATA[Deloitte]]></category>
		<category><![CDATA[Mario Quintana]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais nas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[net promoter score]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma de relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O poeta Mario Quintana disse certa vez que escrever em um caderno sem pauta é mais ou menos como o trapezista que dispensa a rede de segurança no circo&#8230; a folha em branco, assim como o trapézio, pode nos instigar &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/01/26/midia-social-pode-dar-errado/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span style="line-height: 24px;font-size: 16px"> </span></p>
<div id="attachment_244" class="wp-caption alignleft" style="width: 216px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/01/istockphoto_5125917-notebook-with-black-wireo_MiquelMunill.jpg"><img class="size-medium wp-image-244  " src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/01/istockphoto_5125917-notebook-with-black-wireo_MiquelMunill-285x300.jpg" alt="" width="206" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Miquel Munill</p></div>
<p>O poeta Mario Quintana disse certa vez que escrever em um caderno sem pauta é mais ou menos como o trapezista que dispensa a rede de segurança no circo&#8230; a folha em branco, assim como o trapézio, pode nos instigar ou assustar.</p>
</div>
<p>Muitas empresas olham para as mídias sociais como alguém que olha para uma folha em branco: com esse misto de desejo, curiosidade e temor. Uma espécie de medo do desconhecido, e ao mesmo tempo uma vontade imensa de ver como é. Falam tantas maravilhas das mídias sociais, então o que é que poderia dar errado?</p>
<p>Bem, muita coisa pode dar errado, se não houver planejamento, avaliação, bom senso. Mas, mesmo que não dê errado, pode ser um esforço desperdiçado se não for bem pensado.</p>
<p>Uma pesquisa da Deloitte realizada em 2010 apontou que 83% das empresas encaram as mídias sociais principalmente como uma ferramenta para ações de marketing e divulgação de produtos e serviços; e 71% acreditam ser, principalmente, uma maneira de monitorar a reputação da marca e o mercado.</p>
<p>O que as empresas não compreenderam ainda é que as mídias sociais são, antes de qualquer coisa, uma poderosa <strong>plataforma de relacionamento</strong> com clientes e parceiros. Algo assim como um “CRM social”.</p>
<p>Há uma preocupação grande em medir indicadores operacionais – quantos novos fãs no Facebook ou seguidores no Twitter, quantos visitantes no seu site e quanto tempo eles navegam em cada página, quantos comentários no seu blog. Mas será que é isso o que realmente importa quando se pensa em mídias sociais?</p>
<p>Em outras palavras, a sua empresa está realmente pensando em <em>ouvir </em>consumidores, parceiros, investidores, todos os seus públicos? Ou está apenas imaginando que as mídias sociais são uma maneira barata de disseminar informações corporativas? Se tem alguma coisa que pode dar errado, é isso.</p>
<p>É o tal do relacionamento que vai fazer com que essas pessoas todas efetivamente virem embaixadores da sua marca, recomendando-a para amigos (o chamado <em>net promoter score</em>, ou a probabilidade de alguém sugerir a outra pessoa que compre o seu produto ou serviço). E é o que vai fazer realmente diferença na sua presença no mercado e fazer valer o seu investimento em mídias sociais.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Lei de Hofstadter, ou por que temos pressa</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/01/13/a-lei-de-hofstadter-ou-por-que-temos-pressa/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 19:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[internet 3.0]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Hofstadter]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Meira]]></category>

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		<description><![CDATA[Um irônico conceito de administração, conhecido como Lei de Hofstadter, diz que as tarefas sempre levam mais tempo do que o previsto para serem executadas, mesmo que se conceda uma margem de segurança. Parece uma sina nunca conseguirmos executar as &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2011/01/13/a-lei-de-hofstadter-ou-por-que-temos-pressa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_237" class="wp-caption alignleft" style="width: 110px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/01/499034_time_4.jpg"><img class="size-full wp-image-237" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2011/01/499034_time_4.jpg" alt="" width="100" height="75" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Sarej</p></div>
<p>Um irônico conceito de administração, conhecido como Lei de Hofstadter, diz que as tarefas sempre levam mais tempo do que o previsto para serem executadas, mesmo que se conceda uma margem de segurança. Parece uma sina nunca conseguirmos executar as tarefas dentro do tempo previsto?</p>
<p>Podemos adaptar esse conceito, cunhado em 1979 pelo matemático e cientista cognitivo norteamericano <a href="http://www.cogs.indiana.edu/people/homepages/hofstadter.html" target="_blank">Douglas Hofstadter</a>, para nossa impaciência com a obtenção de resultados. Sempre queremos que as nossas ações produzam resultados muito mais imediatos, e não queremos esperar pelo tempo de maturação de projetos. Retorno rápido, acompanhando a velocidade acelerada do mundo em que vivemos.</p>
<p>O maior problema desse comportamento nosso é que, muitas vezes, descartamos ideias ótimas simplesmente porque não tivemos paciência de esperar que elas crescessem. Matamos o potro recém-nascido porque ele não ganhou nenhuma corrida.<span id="more-233"></span>É preciso entender que um negócio hoje é uma comunidade. Não existe mais essa história de “público alvo”. As pessoas que  me cercam não são o meu público, são agentes que participam comigo do desenvolvimento de ideias e ações. O pesquisador em tecnologia da informação Silvio Meira (@srlm), autor de centenas de artigos e livros sobre como a tecnologia, a internet e as redes sociais afetam a nossa vida, costuma dizer que 98% do que interessa para um negócio dar certo está fora dele.</p>
<p>Então, o que foi um dia a internet 1.0 (qualquer um pode ler) e passou pela internet 2.0 (qualquer um pode participar) está se tornando rapidamente a internet 3.0 (qualquer um pode inovar e programar). À medida em que as pessoas têm mais poder e autonomia para customizar seus interesses, seja na internet, <a href="http://smeira.blog.terra.com.br/2011/01/08/tv-se-torna-smart-tv/" target="_blank">seja na TV</a> , o marketing das empresas também precisa acompanhar essa evolução.</p>
<p>Mas a sua empresa vai levar mais tempo do que você imagina, como diria nosso amigo Hofstadter, para consolidar essa nova visão de negócio. Mais um motivo para você começar logo. Conectividade e customização são palavras chave nesse processo. As redes sociais proporcionam um ambiente nunca antes visto de interação e troca, de opinião e discussão. Clientes/consumidores têm mais poder de decisão e escolha, e querem efetivamente interagir com as empresas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O primeiro seguidor, esse heroi</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/12/23/o-primeiro-seguidor-esse-heroi/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/12/23/o-primeiro-seguidor-esse-heroi/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 21:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[buzz]]></category>
		<category><![CDATA[como surge um movimento]]></category>
		<category><![CDATA[líder]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro seguidor]]></category>

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		<description><![CDATA[Transformar o seu assunto em buzz na internet. Eis um dos principais desafios de profissionais de marketing digital e comunicação em todos os cantos do planeta. O processo é tão delicado que qualquer coisa que pareça “forçar” o buzz vai &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/12/23/o-primeiro-seguidor-esse-heroi/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Transformar o seu assunto em <em>buzz </em>na internet. Eis um dos principais desafios de profissionais de marketing digital e comunicação em todos os cantos do planeta. O processo é tão delicado que qualquer coisa que pareça “forçar” o <em>buzz </em>vai fazer o tiro sair pela culatra e a marca ou ação mercadológica poderá até ser rechaçada pelos internautas.</p>
<div>
<div>O fato é que a missão exige, obviamente, um líder. O sujeito que vai colocar o guizo no pescoço do gato. O corajoso, o maluco, o solitário, o pioneiro. Em um movimento social, claro que esse cara tem uma grande importância, pois ele é o criador. Porém, ele recebe um desmesurado crédito pelo sucesso de sua iniciativa. O cara que realmente faz a diferença, faz a ideia ganhar corpo, não é o líder. É o primeiro seguidor.</div>
<div><span id="more-223"></span></div>
<div>
<div id="attachment_226" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2010/12/Nothing-but-Net_Farquhar-copy.jpg"><img class="size-medium wp-image-226 " src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2010/12/Nothing-but-Net_Farquhar-copy-300x215.jpg" alt="" width="240" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Farquhar</p></div>
<p>Ninguém dá crédito a ele, mas é verdadeiramente o primeiro seguidor que transforma o maluco solitário em líder. Ao reconhecer e abraçar a ideia do líder, esse primeiro seguidor diz aos outros: “sim, vale a pena, venham!”. E os que tinham medo do ridículo, do “o que vão pensar de mim”, ou que duvidavam da ideia ou estavam com preguiça, ao verem o primeiro seguidor também abrem mão de suas inseguranças e dúvidas e partem para a ação, também encampam a ideia.</p>
</div>
<div>
<p>E assim surge um movimento. Porque você não está mais olhando para o líder, está olhando para os seguidores. Se pessoas que você admira ou com as quais se identifica estão lá na turma de seguidores, você também vai querer ser um deles.</p>
</div>
<div>
<p>Ser um líder e cativar o primeiro seguidor é tarefa árdua. Porque isso significa fazer com que uma ideia (ou comportamento) passe da esfera do imaginário para o real, o concreto, o palpável. Quando a sua empresa for lançar uma ideia, olhe em volta. Quem são seus possíveis seguidores? Como chamar a atenção deles? Como encantá-los? O que eles querem ouvir? Com quem falam e interagem? Que direção tomam? Que preferências de consumo e comportamento têm? Que ambientes frequentam?</p>
</div>
<div>
<p>Um erro muito comum das empresas, ao lançar qualquer produto, é ficar tão encantadas com o produto em si, com seu potencial de venda porque ele é ótimo e todo mundo vai adorar, que esquecem de ver onde estão realmente os seus potenciais clientes/consumidores e se o produto vai ao encontro do que eles gostam.</p>
</div>
<div>
<p>As empresas ficam tão focadas em ser o líder que esquecem que, nesse jogo, a peça mais importante é quem vai ser seu primeiro seguidor. É esse sujeito que vai dizer que o seu produto é bom e iniciar o sonho de consumo de toda empresa, que é gerar uma propaganda boca a boca espontânea.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Seis perguntas antes de escolher sua mídia social</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/11/19/seis-perguntas-antes-de-escolher-sua-midia-social/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 20:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/?p=217</guid>
		<description><![CDATA[Realidade que todo mundo já sabe: estar no mundo online é hoje condição impreterível para a divulgação de qualquer negócio. Qual-quer. Existe a crença comum que você não existe como negócio – de qualquer tamanho – se não deixar sua &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/11/19/seis-perguntas-antes-de-escolher-sua-midia-social/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_218" class="wp-caption alignleft" style="width: 122px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2010/11/299690_three_balls-jzlomek.jpg"><img class="size-full wp-image-218  " title="299690_three_balls (jzlomek)" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2010/11/299690_three_balls-jzlomek.jpg" alt="" width="112" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: jzlomek</p></div>
<p>Realidade que todo mundo já sabe: estar no mundo online é hoje condição impreterível para a divulgação de qualquer negócio. Qual-quer. Existe a crença comum que você não existe como negócio – de qualquer tamanho – se não deixar sua pegada no mundo virtual.</p>
<p>Vejamos um exemplo surpreendente: em uma esquina dos Jardins, em São Paulo, um rapaz se equilibra em um monociclo a dois metros do chão, enquanto faz malabarismo com três pinos. Ao final do show, passa entre os carros parados no sinal vermelho, pedindo um trocado. Pobre artista mambembe, pensam todos. Então o rapaz anuncia, orgulhoso: “tenho um vídeo meu no YouTube”. Sobrancelhas se erguem, incrédulas. Um malabarista de rua postou um vídeo no YouTube??<span id="more-217"></span></p>
<p>A rua, o YouTube e outros canais que  nosso artista usa são seus pontos de contato com a possibilidade de sucesso. Um produtor de TV ou teatro pode vê-lo e contratá-lo. O YouTube é sua mídia social ideal: seu trabalho é essencialmente visual.</p>
<p>Ao escolher os canais de mídia social adequados para dar visibilidade ao seu negócio, pense:<br />
1. Qual é o meu objetivo?<br />
2. Quem é a minha audiência? Que língua ela fala?<br />
3. Quanto tempo estou disposto a dedicar a esses canais?<br />
4. Qual o posicionamento de imagem que desejo ter?<br />
5. Como vou medir os resultados (ROI)?<br />
6. Quais fatores podem colocar em risco minha reputação (crise, compliance, etc)?</p>
<p>Por fim, pense no conteúdo. Não basta uma bela embalagem se o recheio é fraco ou não reflete a mensagem que você deseja passar.</p>
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		<title>O valor da sua rede social</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 07:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[capital social]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento online]]></category>

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		<description><![CDATA[Einstein dizia que nem tudo o que pode ser medido é importante, e nem tudo o que é importante pode ser medido. Por exemplo, é possível medir quanto vale a sua rede social ou, em outras palavras, quanto valem os &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/11/04/o-valor-da-sua-rede-social/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_211" class="wp-caption alignleft" style="width: 110px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2010/11/553356_pencils.jpg"><img class="size-full wp-image-211" title="553356_pencils" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2010/11/553356_pencils.jpg" alt="" width="100" height="66" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Daino</p></div>
<p>Einstein dizia que nem tudo o que pode ser medido é importante, e nem tudo o que é importante pode ser medido. Por exemplo, é possível medir quanto vale a sua rede social ou, em outras palavras, quanto valem os amigos, seguidores ou fãs que você tem?</p>
<p>Na verdade, o que é relevante não é o número em si. Seria muito simplista interpretar “audiência” como sinônimo de “valor” de uma rede social. O que de fato importa é o grau de interação e a intensidade dos laços que você cria, a confiança que as pessoas depositam em você, o poder de influência que você exerce sobre essas pessoas que reconhecem a sua expertise em alguma coisa, e a capacidade que você tem de mobilizar a sua audiência em torno de um tema. É parecido com o que em sociologia se chama de “capital social”.<span id="more-210"></span></p>
<p>O canadense John Paul Hatala, PhD em recursos humanos, desenvolveu uma linha de pensamento interessante sobre esse assunto, que ele compartilhou comigo em conversas no Twitter. Segundo sua teoria, o capital social é uma ocorrência natural da vida em sociedade, na medida em que nos relacionamos com as pessoas mesmo sem ter uma intenção por trás, mas é algo que está “dormente”.</p>
<p>Somente quando ligamos o capital social a algum objetivo é que ele gera uma “receita social” (receita do ponto de vista financeiro, por oposição a despesa, mas com sentido figurado). Porém, para gerar essa receita social, o indivíduo deve primeiro ter <strong>conhecimento</strong> sobre si mesmo e seu network, depois <strong>acessar</strong> as oportunidades dentro dessa rede e finalmente <strong>utilizar</strong> os relacionamentos para alcançar seus objetivos. </p>
<p>É esse o real valor de uma rede social. Transformar os seus contatos em pessoas de verdade, com as quais você pode trocar experiências, aprender, compartilhar. Não pense nas redes das quais você participa como audiências estáticas, passivas. Muito menos como números, ou quantidade de comentários no seu blog ou de links para seus posts.</p>
<p>Pense nas suas redes como pontos de interação, como nós de uma tecido maior, capaz de oferecer oportunidades ímpares de crescimento e enriquecimento pessoal e profissional. Considere os seus objetivos e procure aproveitar ao máximo as possibilidades que o seu network – online e offline – proporciona.</p>
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		<title>Dize-me como usas a internet e te direi quem és</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 13:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[compras online]]></category>
		<category><![CDATA[digital lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento com marcas]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho certeza de que a maioria de vocês, assim como eu, não consegue mais imaginar o mundo sem internet. Nossa vida está hoje tão interligada à possibilidade de conexão com o mundo num piscar de olhos que ficamos desesperados se &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/10/29/dize-me-como-usas-a-internet-e-te-direi-quem-es/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_206" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2010/10/1180239_internet_and_future_CLUC.jpg"><img class="size-full wp-image-206 " title="1180239_internet_and_future_CLUC" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2010/10/1180239_internet_and_future_CLUC.jpg" alt="" width="240" height="134" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: CLUC</p></div>
<p>Tenho certeza de que a maioria de vocês, assim como eu, não consegue mais imaginar o mundo sem internet. Nossa vida está hoje tão interligada à possibilidade de conexão com o mundo num piscar de olhos que ficamos desesperados se há uma pane de algumas horas no provedor  ou se esquecemos o celular em casa.</p>
<p>Mas qual é o seu “estilo de vida digital”? Buscar e compartilhar conhecimento, incrementar o networking, comprar online, divertir-se, tudo isso junto? As razões mais óbvias para usar a internet revelam a intensidade da nossa interação com o mundo no ambiente virtual e influenciam diretamente nossa existência também na vida offline.</p>
<p>É interessante observar que os diferentes perfis de usuários de internet também indicam nosso comportamento em relação a marcas e a compras online. Quanto maior o grau de envolvimento com as diferentes possibilidades e ferramentas oferecidas pela web 2.0, maior é a tendência de buscar informações sobre produtos, pesquisar preços, ouvir opiniões em fóruns e encher carrinhos de compras virtuais.</p>
<p>Maior, também, é a abertura a marcas, sem considerá-las “invasivas”. Maior a naturalidade com que se fala delas – bem ou mal.</p>
<p>O interessante estudo<a href="http://discoverdigitallife.com/downloads/pdf/The_Digital_Lifestyles.pdf" target="_blank"> Digital Lifestyles </a>resume em um documento curto os perfis mais comuns de usuários e que tipo de expectativa têm em relação à internet. São dados simples que podem ajudar as empresas a orientar melhor sua presença na web e incrementar seu relacionamento com os clientes, segmentando um pouco melhor suas ações em função disso.</p>
<p>Nem todo mundo que usa internet tem graus altos de consumo e envolvimento. Para o<em> light user</em>, a linguagem deve ser outra, mas que o cative da mesma maneira.</p>
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		<title>O que aprender em um evento sem mídia social</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 20:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariela Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[cana de açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[network]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive nos últimos dois dias em uma conferência internacional sobre açúcar e etanol, em São Paulo. Cerca de 500 pessoas estavam acompanhando palestras sobre o mercado e a safra de cana. Fez falta, para esse público de empresários do setor &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/2010/10/19/o-que-aprender-em-um-evento-sem-midia-social/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201" class="wp-caption alignleft" style="width: 69px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2010/10/Cana-close.jpg"><img class="size-medium wp-image-201" title="Cana close" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/midias-sociais/files/2010/10/Cana-close-59x300.jpg" alt="" width="59" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ismar Almeida</p></div>
<p>Estive nos últimos dois dias em uma conferência internacional sobre açúcar e etanol, em São Paulo. Cerca de 500 pessoas estavam acompanhando palestras sobre o mercado e a safra de cana.</p>
<p>Fez falta, para esse público de empresários do setor sucroalcooleiro, que a conferência não estivesse se valendo das mídias sociais para garantir público e repercussão? A enorme maioria dos participantes responderá que não. Por quê?</p>
<p><span id="more-200"></span>Porque, para quem estava lá, não eram tanto as palestras, mas o network que importava. Network só possível no tête-à-tête. Pouco faria diferença saber que as palestras estavam sendo transmitidas pelo YouTube ou que alguém estava tuitando oficialmente os conteúdos. Porque não era atrás disso que o público estava.</p>
<p>Esse interesse pelo pessoal, nesse caso, suplanta a amplitude das mídias sociais, simplesmente porque faz mais sentido nesse contexto. Com isso, temos mais uma vez a percepção de uma lição básica: mídia social é legal, mas não é uma fórmula mágica e infalível. Não é a única (e às vezes pode não ser a melhor) maneira de promover o relacionamento e a interação entre as pessoas.</p>
<p>O foco em network ao vivo no evento foi tão intenso que a vicepresidente de uma indústria sucroalcooleira foi abordada pela executiva de novos negócios de um banco de crédito&#8230; no banheiro! Sem conhecê-la!</p>
<p>Claro que a cobertura online do evento poderia dar uma dimensão maior. Mas certamente, para as pessoas interessadas no tema, ter os slides das palestras depois no Slideshare já seria suficiente. Quando você for programar a comunicação de um evento ou da sua empresa, pense no que faz sentido para cada público e não gaste energia e recursos no lugar errado.</p>
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