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	<title>Termômetro Global</title>
	
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		<title>Exemplo brasileiro</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 12:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto o governo e autoridades brasileiras discutem a regulamentação de um sistema de metas de redução e o estabelecimento de um mercado formal de comércio de emissões no País, o mercado voluntário começa a responder às expectativas internacionais. A Associação &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/27/exemplo-brasileiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o governo e autoridades brasileiras discutem a regulamentação de um sistema de metas de redução e o estabelecimento de um mercado formal de comércio de emissões no País, o mercado voluntário começa a responder às expectativas internacionais.  A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) possui desde 2011 uma norma que regulamenta o mercado voluntário de carbono, a NBR 15.948:2011. </p>
<p>A norma pretende servir como ferramenta complementar a qualquer padrão que possa ser utilizado no Brasil, dentre eles o VCS, VER, Gold Standard e MDL, fornecendo orientações de boas práticas. Algumas das principais vantagens dessa norma para o mercado são a mitigação do risco aos potenciais compradores de certificados, reforço à credibilidade do mercado voluntário e servir como uma garantia adicional à integridade das transações.</p>
<p>No médio prazo, espera-se que a norma possa servir como referência para o estabelecimento de um esquema interno de comercialização de emissões no Brasil e também possa aumentar a participação do País em mercados regulados e voluntários ao redor do mundo.</p>
<p>*Colaboração da consultora Marcela Paranhos, da WayCarbon  (mparanhos@waycarbon.com)</p>
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		<title>México: lei geral para mudanças climáticas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 14:42:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última quinta-feira (19), o senado mexicano aprovou a lei geral para mudanças climáticas, que ainda precisa ser promulgada pelo presidente Felipe Calderón. Da forma como está, a nova legislação propõe metas de corte das emissões de GEE em 50% &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/26/mexico-lei-geral-para-mudancas-climaticas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (19), o senado mexicano aprovou a lei geral para mudanças climáticas, que ainda precisa ser promulgada pelo presidente Felipe Calderón. Da forma como está, a nova legislação propõe metas de corte das emissões de GEE em 50% até 2050, em relação aos níveis registrados no ano 2000.  A aprovação representa um importante passo do governo mexicano em direção ao estabelecimento de um mercado interno de cap-and-trade.</p>
<p>Além dos avanços internos para o país, a aprovação da nova legislação representa também um marco, já que será o primeiro país em desenvolvimento a colocar esse tipo de meta de forma clara em lei e fornecer autoridade regulatória explícita para suas agências.<br />
Internamente, a nova legislação irá ajudar o país a transformar seu setor energético, hoje fortemente baseado em combustíveis fósseis.</p>
<p>*Colaboração da consultora Marcela Paranhos, da WayCarbon (mparanhos@waycarbon.com).</p>
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		<title>MDL: já são 4 mil projetos registrados</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 13:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) tem por objetivo auxiliar as nações que fazem parte do Anexo I do Protocolo de Kyoto a reduzir suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) por meio da promoção do desenvolvimento sustentável em &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/25/mdl-ja-sao-4-mil-projetos-registrados/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) tem por objetivo auxiliar as nações que fazem parte do Anexo I do Protocolo de Kyoto a reduzir suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) por meio da promoção do desenvolvimento sustentável em nações signatárias que não fazem parte desse anexo.  No último dia 13, o site oficial da UNFCCC divulgou o registro do projeto de numero 4.000 dentro do MDL. </p>
<p>O responsável por atingir essa marca foi o projeto relativo a uma planta de energia eólica na Índia, que tem a expectativa de reduzir 21.807 toneladas de CO2eq por ano. Os 4.000 projetos registrados estão distribuídos em 74 países em desenvolvimento, sendo que 1.500 já foram capazes de emitir 900 milhões de certificados de redução de emissões. </p>
<p>*Colaboração da consultora Marcela Paranhos, da WayCarbon (mparanhos@waycarbon.com). </p>
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		<title>Dúvidas na Argentina</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 17:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O recente anúncio de reestatização de 57% do controle acionário da petrolífera YPF pelo governo argentino em detrimento da Repsol, atual detentora dessa fatia da empresa, trouxe aos mercados uma série de incertezas em relação ao posicionamento da presidenta Cristina &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/24/duvidas-na-argentina/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O recente anúncio de reestatização de 57% do controle acionário da petrolífera YPF pelo governo argentino em detrimento da Repsol, atual detentora dessa fatia da empresa, trouxe aos mercados uma série de incertezas em relação ao posicionamento da presidenta Cristina Kirchner. Além das consequências políticas e econômicas que estão sendo amplamente discutidas, está em jogo a propriedade dos créditos de carbono relativos a projetos de MDL que a Repsol desenvolveu em refinarias da YPF.</p>
<p>De acordo com informações da agência Thomson Reuters, caso seja concretizada, a reestatização deixará a espanhola Repsol com um déficit de 300 mil toneladas de CERs. A Repsol participa de dois projetos que promovem a redução de emissões de GEE por meio da recuperação de gases residuais de queima.</p>
<p>*Colaboração da consultora Marcela Paranhos, da WayCarbon (mparanhos@waycarbon.com).</p>
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		<title>NAMA Database</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 14:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi relançado o banco de dados de NAMA (http://namadatabase.org), que visa acompanhar o desenvolvimento Ações de Mitigação Apropriadas. Essas ações são as metas voluntárias dos países não-anexo I do Protocolo de Quioto!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi relançado o banco de dados de NAMA (http://namadatabase.org), que visa acompanhar o desenvolvimento Ações de Mitigação Apropriadas. Essas ações são as metas voluntárias dos países não-anexo I do Protocolo de Quioto!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>252 milhões de créditos de carbono</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 14:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia 30 de abril é a data em que as empresas que participam do comércio de carbono na Europa (EU-ETS) precisam entregar seus créditos para cobrir suas emissões. Para este ano, a expectativa é que sejam entregues cerca de &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/19/252-milhoes-de-creditos-de-carbono/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 30 de abril é a data em que as empresas que participam do comércio de carbono na Europa (EU-ETS) precisam entregar seus créditos para cobrir suas emissões. Para este ano, a expectativa é que sejam entregues cerca de 252 milhões de créditos, representando 84% a mais do que no ano passado. Um dos motivos para o grande volume é o atrativo valor e o fato de os créditos de gases industriais não serão aceitos a partir de 2013.</p>
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		<title>Hidrelétrica no mar?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 13:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para que os sistemas de eletricidade se tornem mais limpos e eficientes, existe a necessidade de melhorarmos nossos estoques de energia. Segundo o Electric Power Research Institute (EPRI), empresa independente de pesquisa no setor energético, reservatórios de água são a &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/17/hidreletrica-no-mar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para que os sistemas de eletricidade se tornem mais limpos e eficientes, existe a necessidade de melhorarmos nossos estoques de energia. Segundo o Electric Power Research Institute (EPRI), empresa independente de pesquisa no setor energético, reservatórios de água são a principal forma de se armazenar energia, contando com cerca de 99% desse insumo armazenado no mundo. </p>
<p>Novas idéias estão surgindo nessa linha. Uma que me chamou a atenção foi a de Gottlieb Paludan, de uma empresa de arquitetura holandesa. Ele sugere a construção de ilhas energéticas, as chamadas Green Power Island. Seriam ilhas com torres de energia eólica e um profundo reservatório de água. A energia eólica seria utilizada para bombear água do reservatório de volta para o mar. Para se utilizar a energia, bastaria deixar a água do mar entrar novamente no reservatório por gravidade e utilizar turbinas para a geração de eletricidade. </p>
<p>Essa solução pode ser um caminho para países que já consumiram seus principais potenciais hidrelétricos e que possuam uma grande costa marítima, como é o caso de Brasil.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>2011 entre os anos mais quentes da história</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 17:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Organização Meteorológica Mundial (OMM) anunciou que o ano de 2011 foi um dos mais quentes já registrados na história. Mesmo tendo ficado abaixo do ano de 2010, o ano de 2011 teve temperatura média 0,4 graus acima da média &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/13/2011-entre-os-anos-mais-quentes-da-historia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Meteorológica Mundial (OMM) anunciou que o ano de 2011 foi um dos mais quentes já registrados na história. Mesmo tendo ficado abaixo do ano de 2010, o ano de 2011 teve temperatura média 0,4 graus acima da média entre 1961-1990. É importante lembrar que o mundo luta hoje contra o aquecimento global devido às atividades antrópicas e que a meta é limitar o aquecimento em no máximo até 2oC até o final do século. </p>
<p>Na velocidade atual, será difícil conseguirmos esse resultado e teremos eventos climáticos extremos, com perdas econômicas e sociais cada vez maiores.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ceará eólico e autossuficiente</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 11:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu já postei várias informações sobre o mercado e projetos eólicos no Brasil, mas o que o me chama mesmo a atenção é o que acontece no Ceará. Até 2007, ele dependia totalmente de fornecedores de outros estados, mas, atualmente, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/12/ceara-eolico-e-autossuficiente/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já postei várias informações sobre o mercado e projetos eólicos no Brasil, mas o que o me chama mesmo a atenção é o que acontece no Ceará. Até 2007, ele dependia totalmente de fornecedores de outros estados, mas, atualmente, já possui 18 parques eólicos, que totalizam 519 MW. Isso representa 56% da produção eólica nacional. O Ceará também já possui outras 69 usinas contratadas, ou seja, mais 1818 MW até 2016. Com essa energia, o estado caminha para ser autossuficiente!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Projeto solar de 50 MW!</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 21:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem achava que o momento da energia solar não havia chegado e que só existiam pequenos projetos se surpreendeu com o pedido da MPX para ampliação da Usina Solar de Tauá. Esse é o único projeto solar ligado à rede &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/11/projeto-solar-de-50-mw/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem achava que o momento da energia solar não havia chegado e que só existiam pequenos projetos se surpreendeu com o pedido da MPX para ampliação da Usina Solar de Tauá. Esse é o único projeto solar ligado à rede brasileira (SIN) e possui 1 MW de potência. O pedido feito junto à Secretaria de Meio Ambiente do Ceará é para uma ampliação para 50 MW. </p>
<p>Projetos solares possuem grande potencial para projetos de carbono, seja no MDL ou no mercado voluntário. Essa tecnologia ainda é cara e, portanto, o incentivo financeiro dos créditos de carbono é ainda mais importante para que projetos desse tipo saiam do papel, fortalecendo, assim, sua adicionalidade.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto REDD por caminhonetes</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/10/projeto-redd-por-caminhonetes/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 21:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 9 de abril, foi veiculada uma notícia de que o cacique Marcelo, da tribo cinta-larga, trocou o compromisso de venda de créditos de carbono do tipo REDD (referente à redução de emissão do desmatamento e da degradação florestal) &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/10/projeto-redd-por-caminhonetes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 9 de abril, foi veiculada uma notícia de que o cacique Marcelo, da tribo cinta-larga, trocou o compromisso de venda de créditos de carbono do tipo REDD (referente à redução de emissão do desmatamento e da degradação florestal) por duas caminhonetes. É importante entender que projetos REDD não são elegíveis no âmbito do Protocolo de Quioto, sendo então desenvolvidos somente no mercado voluntário, especialmente no Voluntary Carbon Standard (VCS). </p>
<p>Os projetos voluntários não necessitam de uma carta de aprovação do governo brasileiro como acontece nos projetos MDL. Contudo, o governo está atento, principalmente a FUNAI. Esses projetos dificilmente irão para frente dado o complexo e sensível mundo das terras indígenas. A FUNAI não permitirá que empresas privadas tirem direitos dos índios. Vale ressaltar que a empresa que deu os carros para o cacique Marcelo, a ViridorCarbon Services, não é brasileira e está procurando investidores no projeto, desde que sua comissão seja de 19,5% do volume financeiro dos créditos de carbono.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Financiamento sustentável</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/09/financiamento-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 13:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa Ecofrotas lançou uma linha de financiamento sustentável voltada para que pequenas e médias empresas renovem suas frotas de veículos. Com boas taxas de juros (0,41% + IPC-Fipe), prazo de até 60 meses e carência de 12 meses, a &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/09/financiamento-sustentavel/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa Ecofrotas lançou uma linha de financiamento sustentável voltada para que pequenas e médias empresas renovem suas frotas de veículos. Com boas taxas de juros (0,41% + IPC-Fipe), prazo de até 60 meses e carência de 12 meses, a linha visa reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) no do setor de transporte. Vale lembrar que só no Estado de São Paulo esse setor contribui com 40,5% das emissões. Para mim, é um exemplo de iniciativa ganha-ganha, as empresas ganharão e o meio ambiente ainda mais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Panamá: índios x UHE Barro Blanco</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 15:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Há poucos dias, postei uma notícia sobre a contestação do projetos de carbono da Usina Hidroelétrica de Santo Antônio, em Rondônia. Pelo visto, isso não está acontecendo só aqui. No Panamá, a população indígena Ngöbe-Buglé está contestando o registro do &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/05/panama-indios-x-uhe-barro-blanco/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias, postei uma notícia sobre a contestação do projetos de carbono da Usina Hidroelétrica de Santo Antônio, em Rondônia. Pelo visto, isso não está acontecendo só aqui. No Panamá, a população indígena Ngöbe-Buglé está contestando o registro do projeto da Hidroelétrica de Barro Blanco. Novamente, sem nenhum tipo de julgamento de quem está certo, vale ressaltar algumas das regras ONU para essa questão: </p>
<p>1) O projeto tem que trazer desenvolvimento sustentável para o país e o mesmo recebeu uma carta do governo dizendo exatamente isso.<br />
2) O projeto precisa seguir todos os requerimentos legais do país.<br />
3) A divisão entre potência instalada e área alagada deve ser superior a 4 W/m2. </p>
<p>O projeto foi registrado como 28,8 MW de potência instalada, tornando essa divisão bem superior a 4 W/m2. Contudo, os críticos dizem que o estudo de impacto ambiental apresentado foi para um projeto preliminar no qual a hidroelétrica teria somente 19 MW.  Se isso for verdade, o projeto não passaria pelos critérios 2 e 3 e não poderia ter sido registrado.</p>
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		<title>Clima, oportunidades e riscos</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 17:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[A Unidade de Inteligência da UK Trade &#38;Investment (UKTI) publicou recentemente um relatório sobre como o mundo dos negócios estão se adaptando às mudanças antecipadas no clima global e as potenciais oportunidades e riscos associados às mesmas. O que mais &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/04/clima-oportunidades-e-riscos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Unidade de Inteligência da UK Trade &amp;Investment (UKTI) publicou recentemente um relatório sobre como o mundo dos negócios estão se adaptando às mudanças antecipadas no clima global e as potenciais oportunidades e riscos associados às mesmas. O que mais me chamou a atenção foi o fato nove em cada dez empresas sofreram impactos climáticos nos últimos três anos. Quem tiver interesse em se aprofundar, procure pelo relatório “Adapting to an uncertain climate: a world of commercial opportunities”. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Créditos na UHE Santo Antônio</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/03/creditos-na-uhe-santo-antonio/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 17:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[A Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, localizada em Rondônia, está buscando o registro de seu projeto de carbono no MDL. Caso seja aprovado, esse projeto irá gerar cerca de 51 milhões de créditos de carbono. Diversos órgãos, ONGs e outras &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/04/03/creditos-na-uhe-santo-antonio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, localizada em Rondônia, está buscando o registro de seu projeto de carbono no MDL. Caso seja aprovado, esse projeto irá gerar cerca de 51 milhões de créditos de carbono. </p>
<p>Diversos órgãos, ONGs e outras organizações são contra a usina e estão discutindo se ela deveria poder ou não receber esses créditos de carbono. Contudo, olhando só a parte técnica e não tendendo a lado algum, é certo que ela possui todas as licenças ambientais e está dentro dos critérios de elegibilidade para projetos de carbono da ONU. Existe emissão na degradação da biomassa que ficará alagada? Sim, contudo, a ONU sabe disso e tem critérios específicos para essa questão. Assim, não há nada errado da hidrelétrica requerer os créditos. Podemos sim discutir a adicionalidade financeira do projeto de carbono. </p>
<p>O projeto sairia do papel se não fosse o incentivo financeiro dos créditos de carbono? Se a resposta for sim, então o projeto não poderia receber esses créditos. Contudo, a prova da adicionalidade é muito discutida, inclusive na própria ONU. Ela está atualmente definindo linhas de base setoriais, onde certos investimentos já seriam adicionais automaticamente.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MDL mais rápido?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/30/mdl-mais-rapido/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 12:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[É o sonho de desenvolvedores de projetos, consultores e certificadores e, finalmente, pode ser tornar realidade. O Comitê Executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) aprovou padrões para setores industriais, o que tende a agilizar o tempo de registro de &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/30/mdl-mais-rapido/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É o sonho de desenvolvedores de projetos, consultores e certificadores e, finalmente, pode ser tornar realidade. O Comitê Executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) aprovou padrões para setores industriais, o que tende a agilizar o tempo de registro de um projeto de carbono na ONU. Uma das grandes dificuldades na aprovação de um projeto é a comprovação de uma linha de base de emissão. Essa era específica projeto a projeto. </p>
<p>Agora, a tendência é utilizar as novas linhas de base de emissão padronizadas por setor. Assim, passa a não ser necessário descrever, justificar e validar cada linha de base de projeto individualmente.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Frotas sustentáveis</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/29/frotas-sustentaveis/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 12:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[A redução de emissão da frota de veículos é um desafio constante, mas não fácil. Usar biocombustível em maior quantidade é sempre ótimo, mas muitas vezes surgem dúvidas quanto à tecnologia. Exemplo: utilizar um diesel com uma maior fração de &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/29/frotas-sustentaveis/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A redução de emissão da frota de veículos é um desafio constante, mas não fácil. Usar biocombustível em maior quantidade é sempre ótimo, mas muitas vezes surgem dúvidas quanto à tecnologia. Exemplo: utilizar um diesel com uma maior fração de biodiesel (atualmente utilizamos 5%) iria prejudicar o motor do meu veículo? </p>
<p>Há iniciativas na área de gestão de frotas que merecem a nossa atenção. Existem hoje no mercado dispositivos que permitem saber, em tempo real, o quanto cada veículo está emitindo e o momento certo de realizar o serviço de manutenção.  </p>
<p>Há também um novo conceito, o EcoDriving, que busca a capacitação de motoristas para que estes reduzam suas emissões.  Mas funciona? Sim. A AES Eletropaulo não só conseguiu uma redução de emissão como também economia financeira de 13% com a gestão sustentável de frota.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mercado nacional de carbono</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/28/mercado-nacional-de-carbono/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 12:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre 1997 e 2009, sete países ou governos subnacionais implementaram programas que criaram demandas ou ofereceram guias para o mercado voluntário de compensação de emissão de carbono. Em quatro anos, entre 2009 e 2013, outros nove programas surgiram ou devem &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/28/mercado-nacional-de-carbono/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 1997 e 2009, sete países ou governos subnacionais implementaram programas que criaram demandas ou ofereceram guias para o mercado voluntário de compensação de emissão de carbono. Em quatro anos, entre 2009 e 2013, outros nove programas surgiram ou devem ser lançados. </p>
<p>Analisando os programas existentes, o preço médio reportado foi de US$ 11,00 /tCO2e. Em outra palavras, as empresas estão dispostas a pagar o dobro do valor médio (US$ 6,00/tCO2e) dos créditos voluntários existentes mundiais como os do Voluntary Carbon Standard (VCS), desde que esses sejam créditos de programas governamentais domésticos. Por quê?  Isso se deve ao fato de que seus benefícios estão associados a clientes e funcionários locais; as compras conectam com as metas governamentais e as compensações dentro de programas governamentais são consideradas de menor risco quando comparadas ao simples fato de se compensar comprando créditos do mercado global. </p>
<p>Um mercado brasileiro vai surgir nos próximos anos. Já está em discussão no governo federal e na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Estamos no rumo certo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dinheiro para projetos verdes</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/26/dinheiro-para-projetos-verdes/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 13:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) cedeu um empréstimo de US$ 100 milhões para o Banco Itaú BBA para financiar projetos verdes no Brasil e em alguns outros países da América do Sul. Projetos que visem a redução de emissão &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/26/dinheiro-para-projetos-verdes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) cedeu um empréstimo de US$ 100 milhões para o Banco Itaú BBA para financiar projetos verdes no Brasil e em alguns outros países da América do Sul. Projetos que visem a redução de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) podem tirar proveito desse tipo de financiamento, que possui excelentes taxas de juros. </p>
<p>Creio que esse é o caminho certo. Temos, de um lado, o braço financeiro, dando incentivos a projetos verdes e levando em conta variáveis ambientais nas análises de risco. Do outro, a sociedade, investindo em projetos diferenciados e alterando nosso rumo para um futuro de baixo carbono. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Emissões em trânsito</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/23/emissoes-em-transito/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 12:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[O cálculo de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é uma tarefa que requer conhecimento e uso de ferramentas e fatores de emissão apropriados. Aqui no Brasil, são usadas com frequência as metodologias do IPCC, o GHG Protocol e, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/23/emissoes-em-transito/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cálculo de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é uma tarefa que requer conhecimento e uso de ferramentas e fatores de emissão apropriados. Aqui no Brasil, são usadas com frequência as metodologias do IPCC, o GHG Protocol e, claro, a ISO 14064-1. Outra fonte muito confiável é o Departamento de Meio Ambiental, Alimento e Assuntos Rurais (DEFRA) da Inglaterra. </p>
<p>Geralmente, utilizam-se os fatores DEFRA aqui no Brasil quando se quer calcular a emissão do transporte de uma carga em um caminhão ou navio que também está transportando outras cargas. Os valores de fatores de emissão DEFRA foram atualizados recentemente. Acesse: http://www.defra.gov.uk/environment/economy/business-efficiency/reporting/</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Redução voluntária</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/22/reducao-voluntaria/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 12:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de GEE]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 29, em São Paulo, acontece a 1a reunião da comissão da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para estudo especial de mercado voluntário de carbono. O tema do evento será a Redução de Emissão do Desmatamento e &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/22/reducao-voluntaria/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 29, em São Paulo, acontece a 1a reunião da comissão da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para estudo especial de mercado voluntário de carbono. O tema do evento será a Redução de Emissão do Desmatamento e da Degradação Florestal (REDD+). O mercado voluntário já existe no Brasil, mas carece de regulamentação para dar mais segurança aos compradores de crédito.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Energia solar e os números além das urnas</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 21:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>
		<category><![CDATA[Energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A variável mais importante para impulsionar qualquer tecnologia no mercado é seu custo, sua capacidade de entregar o mesmo produto ou serviço por preço menor ou igual aos valores de mercado. No setor energético, a geração fotovoltaica (PV) vinha derrapando &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/21/energia-solar-e-os-numeros-alem-das-urnas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A variável mais importante para impulsionar qualquer tecnologia no mercado é seu custo, sua capacidade de entregar o mesmo produto ou serviço por preço menor ou igual aos valores de mercado. No setor energético, a geração fotovoltaica (PV) vinha derrapando por não conseguir atingir níveis competitivos econômicos de produção e performance. Sim, o verbo fica no passado porque o mercado norte- americano nos apresenta um cenário bem diferente.</p>
<p>Os painéis atingiram valores recorde de 0,70 US$/W e a performance das plantas vem aumentando surpreendentemente, o que tem atraído grandes investidores para o setor. As receitas da indústria solar atingiram US$ 93 bilhões em 2011, levantando US$ 8 bilhões em investimentos via equity e dívida. Observamos também o aumento de instalações de maior porte. Em 2011, 28 novas instalações nos Estados Unidos tinham mais de 10 MW. Em 2009, apenas duas plantas possuíam essa potência.</p>
<p>O que explica tal cenário? Bem, incentivos, e aqui entra a política na história. O governo criou em 2009 um programa de empréstimos, facilitando acesso e reduzindo o custo de financiamento desses projetos. Os incentivos expiraram no final do ano passado. O outro programa foi o de garantias de empréstimos, que caiu no discurso republicano após a quebra da Solyndra e de algumas outras empresas de tecnologia limpa.</p>
<p>Uma avaliação do Congresso aponta que o programa custará US$ 2 bilhões a menos do que quando originalmente aprovado. Por outro lado, o candidato republicano à presidência da República, Mitt Romney, afirmou que a administração atual não encorajou o desenvolvimento solar, pelo contrário.</p>
<p>Outro recente relatório do Congresso americano, preparado pelo deputado republicano Darrell Issa e divulgado ontem (20), chega a afirmar que o programa de garantias “roubou contribuintes no genuíno investimento para energias renováveis”. Neste caso, é melhor esquecer a política e focar nos números, que mostram que o crescimento da indústria solar nos Estados Unidos foi de 109% em 2011.</p>
<p>*Colaboração de Henrique Pereira, consultor da WayCarbon<br />
(www.waycarbon.com)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Exemplo que vem do Rio</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 12:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
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		<category><![CDATA[emissões de GEE]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[A cada dia vemos novas leis, novas políticas públicas e mais e mais empresas empenhadas na mitigação dos efeitos danosos ao clima. O estado do Rio de Janeiro instituiu a Resolução INEA No43, que obriga a apresentação de questionário declaratório &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/21/exemplo-que-vem-do-rio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada dia vemos novas leis, novas políticas públicas e mais e mais empresas empenhadas na mitigação dos efeitos danosos ao clima. O estado do Rio de Janeiro instituiu a Resolução INEA No43, que obriga a apresentação de questionário declaratório de Gases de Efeito Estufa (GEE) para fins de licenciamento ambiental no estado. Em breve, certamente isso se tornará padrão no restante do País. </p>
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		<title>NAMAS e o mercado de carbono pós 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 17:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de GEE]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Ecológico de Berlim (Alemanha) lançou este ano um relatório discutindo se as Ações Nacionais Apropriadas de Mitigação (NAMAs, em inglês) são realmente o caminho certo. É um assunto difícil e confuso, visto que a construção dessas ações é &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/20/namas-e-o-mercado-de-carbono-pos-2012/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Ecológico de Berlim (Alemanha) lançou este ano um relatório discutindo se as Ações Nacionais Apropriadas de Mitigação (NAMAs, em inglês) são realmente o caminho certo.  É um assunto difícil e confuso, visto que a construção dessas ações é própria de cada país e não se sabe como o mercado de carbono poderia utilizá-las. </p>
<p>A própria meta de redução de emissão brasileira, presente no Plano Nacional de Mudanças Climáticas é um NAMA. Nela, há previsão de uma grande redução de emissão do desmatamento, principalmente na Amazônia. Vamos então receber bilhões em créditos REDD+? Para quem quiser se aprofundar no assunto, segue o link para o relatório:</p>
<p>http://ecologic.eu/files/attachments/Publications/2011/avh_ecologic_report_pra_final_jan2012.pdf.</p>
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		<title>Eólica começa a decolar</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 17:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de GEE]]></category>
		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há dúvidas que estamos vivendo o boom da energia eólica no Brasil. Vários parques estão em construção e o preço médio do MW instalado vem caindo, já sendo mais barato do que hidroelétricas. Isso é visível nos últimos leilões &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/19/eolica-comeca-a-decolar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há dúvidas que estamos vivendo o boom da energia eólica no Brasil. Vários parques estão em construção e o preço médio do MW instalado vem caindo, já sendo mais barato do que hidroelétricas. Isso é visível nos últimos leilões de energia, onde gigawatts de energia eólica foram comercializados. </p>
<p>Vários motivos justificam esse fato, sendo o principal deles a redução do preço da tecnologia e plantas cada vez mais eficientes. Não é à toa que a maioria dos projetos de carbono validados no MDL atualmente são projetos eólicos. É a energia eólica reduzindo emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) e buscando créditos de carbono para se tornarem ainda mais viáveis! </p>
<p>Vale ressaltar que o BNDES aprovou um crédito de R$ 1,8 bilhão para a instalação de 26 parques eólicos só no Rio Grande do Norte, totalizando 628,8 MW em potencia instalada. E podem ter certeza: muito mais dinheiro será investido nesse setor.</p>
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		<title>Exemplo português</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 14:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>

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		<description><![CDATA[Bons exemplos precisam ser compartilhados. A Caixa Geral de Depósitos (CGD) de Portugal criou o programa Caixa Carbono Zero. O primeiro passo foi a realização do inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE). Em seguida, ela instalou uma central solar &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/16/exemplo-portugues/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bons exemplos precisam ser compartilhados. A Caixa Geral de Depósitos (CGD) de Portugal criou o programa Caixa Carbono Zero. O primeiro passo foi a realização do inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE). Em seguida, ela instalou uma central solar em seu edifício-sede e painéis fotovoltaicos em mais de 80 agências de sua rede comercial. </p>
<p>Os equipamentos, como fotocopiadores e impressoras, foram trocados por outros mais eficientes e um sistema para desligar os computadores automaticamente foi implementado. O que mais me chamou a atenção foi um programa de mobilidade. Para reduzir as emissões dos  veículos de seus colaboradores, a empresa comprou veículos próprios e criou um programa de uso eficiente dos mesmos, onde os funcionários possuem benefícios nas tarifas. </p>
<p>Claro, usar o transporte público seria melhor, mas essa visão também é interessante e gera redução de emissão. No final, as emissões que eles não conseguiram reduzir foram compensadas e se tornou o primeiro banco carbono neutro de Portugal.</p>
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		<title>Smart Grid vem aí</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 14:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Bittencourt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias limpas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mitigar as mudanças climáticas passa por soluções inteligentes. Uma dessas soluções é a geração descentralizada de energia renovável. O Brasil ainda está se preparando para isso, mas o chamado Smart Grid vai chegar, mais cedo ou mais tarde. Será possível &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/15/smart-grid-vem-ai/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mitigar as mudanças climáticas passa por soluções inteligentes. Uma dessas soluções é a geração descentralizada de energia renovável. O Brasil ainda está se preparando para isso, mas o chamado Smart Grid vai chegar, mais cedo ou mais tarde. Será possível não só consumir energia da rede elétrica, mas também fornecê-la para a mesma rede com as sobras, por exemplo, da energia solar produzida em uma casa ou prédio comercial. É uma solução espetacular e ela será discutida no Smart Grid Brasil 2012, dia 27 de março em São Paulo.</p>
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		<title>Avanço do CCS</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 12:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Henrique Delpupo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[COP17]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das tecnologias mais discutidas devido ao potencial de redução de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) é a Captura e Armazenamento de Carbono, conhecida como CCS (sigla em inglês para Carbon Dioxide Capture and Storage). O CCS consiste &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/09/avanco-do-ccs/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das tecnologias mais discutidas devido ao potencial de redução de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) é a Captura e Armazenamento de Carbono, conhecida como CCS (sigla em inglês para Carbon Dioxide Capture and Storage). O CCS consiste na remoção do dióxido de carbono de fontes industriais, como termelétricas, e posterior compressão do gás e transporte para armazenamento em estruturas especiais.</p>
<p>Diversos projetos experimentais já estão sendo conduzidos nessa área, principalmente na América do Norte, Europa e Austrália. Pode-se imaginar a importância dessa tecnologia quando se observa que aproximadamente 80% da matriz energética global é proveniente de combustíveis fósseis e que o CCS é capaz de remover cerca de 90% das emissões de CO2.</p>
<p>Apesar de ainda existirem dúvidas em relação à aplicação dessa tecnologia em relação a seu alto custo, a inclusão do CCS no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) da ONU foi acordada durante a COP 17 em Durban, na África do Sul. Tal medida deve representar uma significativa transferência de recursos e tecnologia para países em desenvolvimento que possuem papel relevante de emissões devido ao ritmo acelerado de crescimento e, muitas vezes, com matriz energética intensiva em carbono.</p>
<p>*Colaboração do consultor Carlos Shiguematsu, da WayCarbon.</p>
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		<title>Mercado de Carbono em expansão</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 20:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Henrique Delpupo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de GEE]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com análise da agência Bloomberg New Energy Finance, o mercado de carbono passou de 84 bilhões de euros em 2010 para 92 bilhões de euros em 2011, o que mostra expansão de cerca de 10%. Segundo a agência, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/08/mercado-de-carbono-em-expansao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com análise da agência Bloomberg New Energy Finance, o mercado de carbono passou de 84 bilhões de euros em 2010 para 92 bilhões de euros em 2011, o que mostra expansão de cerca de 10%. Segundo a agência, tal crescimento foi fortemente impulsionado pelas atividades no 3<sup>o</sup> e 4<sup>o</sup> trimestres.</p>
<p>Os dados indicam que, apesar do ritmo lento de avanço das negociações internacionais de redução de Gases de Efeito Estufa (GEE), dificuldade de superação da crise econômica global e elevada volatilidade de preços, o mercado de carbono está se expandindo com a atuação de traders no mercado secundário e novas emissões de offsets.</p>
<p>Para 2012, a expectativa é de expansão do mercado. A Europa deve vender em leilão pelo menos 246 milhões de permissões, número bem maior que os 99 milhões vendidos no ano passado. Neste ano, as atenções deverão ser voltadas para o avanço do mercado de carbono norte- americano, que formará o segundo maior mercado de carbono no mundo, e nas negociações em torno de metas de redução de emissões, do prazo do segundo período de compromisso do Protocolo de Quioto e início das negociações do pós 2020.</p>
<p> *Colaboração do consultor Carlos Shiguematsu, da WayCarbon.</p>
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		<title>Califórnia e Quebec juntos em 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 19:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Henrique Delpupo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Termômetro Global]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de GEE]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Western Climate Initiative (WCI), colaboração de jurisdições independentes formada em 2007 para implementar ações de mudanças climáticas em nível regional, tem o objetivo de reduzir emissões em 15% em relação a 2005 até 2020 e alcançar uma redução de &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/termometro-global/2012/03/08/california-e-quebec-juntos-em-2012/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Western Climate Initiative (WCI), colaboração de jurisdições independentes formada em 2007 para implementar ações de mudanças climáticas em nível regional, tem o objetivo de reduzir emissões em 15% em relação a 2005 até 2020 e alcançar uma redução de 80% até 2050, através de um mecanismo de <em>cap-and-trade</em>.</p>
<p>Em novembro de 2011, a iniciativa sofreu um revés devido à saída de seis estados norte-americanos &#8211; Novo México, Arizona, Washington, Oregon, Montana e Utah. Eles formaram um grupo chamado North America 2050 para “esforços de desenhar, promover e implementar medidas custo efetivas de redução de emissões e criar oportunidades econômicas”.</p>
<p>Já na última reunião do WCI foi mencionado que negociações entre o estado da Califórnia e a província canadense do Quebec estão em andamento e são promissoras. Ambos querem estabelecer um acordo formal de união dos mercados para a participação conjunto no primeiro leilão de permissões de emissões já anunciado para agosto. O mercado também espera que outras províncias canadenses como Colúmbia Britânica e Ontário também entrem no mercado em breve.</p>
<p>*Colaboração do consultor Carlos Shiguematsu, da WayCarbon.</p>
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