<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" version="2.0">

<channel>
	<title>Blog do Rio</title>
	
	<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio</link>
	<description />
	<lastBuildDate>Fri, 25 May 2012 20:40:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/EXAME-blog-do-rio" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="exame-blog-do-rio" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item>
		<title>Limpeza de fachadas no Rio deve evitar marketing de emboscada nas Olimpíadas</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/25/limpeza-de-fachadas-no-rio-deve-evitar-marketing-de-emboscada-nas-olimpiadas/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/25/limpeza-de-fachadas-no-rio-deve-evitar-marketing-de-emboscada-nas-olimpiadas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 May 2012 20:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Paduan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de guerrilha]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/?p=6811</guid>
		<description><![CDATA[Há três semanas, o prefeito Eduardo Paes baixou um decreto que acaba com a propaganda feita em outdoors e fachadas de prédios. A medida funcionou como uma declaração de guerra para as empresas de publicidade, que questionam a constitucionalidade do decreto &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/25/limpeza-de-fachadas-no-rio-deve-evitar-marketing-de-emboscada-nas-olimpiadas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há três semanas, o prefeito Eduardo Paes baixou um decreto que acaba com a propaganda feita em outdoors e fachadas de prédios. A medida funcionou como uma declaração de guerra para as empresas de publicidade, que questionam a constitucionalidade do decreto na Justiça. Batizada como Rio Limpo, a iniciativa, tomada repentinamente, pode estar ligada a exigências dos organizadores das Olimpíadas de 2016. A limpeza de fachadas e a retirada de outdoors podem ajudar a prevenir o chamado “marketing de emboscada” – aquelas ações de marketing de empresas que não são patrocinadoras oficiais do evento, mas procuram brechas para mostrar suas marcas durante os jogos.</p>
<p>Como se sabe, é preciso ter muito cacife para se tornar patrocinador oficial de uma Copa ou Olimpíada. Em troca, esses patrocinadores ganham o direito de exibir suas marcas nos locais de competição, além de ter a preferência nos anúncios de TV na transmissão de jogos, por exemplo. O Comitê Olímpico Internacional (COI) já vem impondo o controle da publicidade em todo espaço urbano das cidades-sede para evitar as tais &#8220;emboscadas&#8221;. No Rio, o plano é estender em breve os efeitos da lei para as regiões da Tijuca (zona norte) e Barra (zona oeste).</p>
<p>No dossiê de candidatura, a cidade prometeu ao COI ampla proteção da prefeitura contra o marketing de emboscada, com a reserva dos espaços publicitários remanescentes para os patrocinadores oficiais. Agora, sem as fachadas e outdoors, muito pouco restará. Além disso, antes e durante os jogos, até 20% de todo o mobiliário urbano será oferecido gratuitamente para que o COI faça a promoção dos jogos. A publicidade em transportes públicos também fará parte desse pacote à disposição do COI e dos patrocinadores da Rio 2016, que têm preferência. Por fim, um acordo com a Infraero garante controle do comitê organizador sobre a publicidade nas áreas interna e externa dos aeroportos Santos Dumont e do Galeão.</p>
<p>Em conversa com o blog, o secretário municipal da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho, negou que o decreto tenha ligação com as Olimpíadas, mas admitiu que ajuda a cumprir obrigações com o COI, embora a entidade ainda não tenha feito nenhum pedido nesse sentido para a prefeitura. “O que queremos mesmo é preservar um ativo da cidade, que é a sua paisagem. Por isso começamos pelas áreas mais nobres e turísticas, onde o interesse comercial por esse tipo de propaganda é maior”, disse o secretário. De qualquer forma, os adeptos do marketing de emboscada terão de exercitar basante a criatividade para exibir suas marcas na paisagem do Rio em 2016.(<em><strong>Alexandre Rodrigues</strong></em>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/25/limpeza-de-fachadas-no-rio-deve-evitar-marketing-de-emboscada-nas-olimpiadas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O investimento é a melhor propaganda</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/18/o-investimento-e-a-melhor-propaganda/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/18/o-investimento-e-a-melhor-propaganda/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 02:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Paduan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/?p=6761</guid>
		<description><![CDATA[“O Rio vai ficar pronto a tempo?”. Essa foi a pergunta mais ouvida pela secretária municipal de Fazenda do Rio de Janeiro, Eduarda La Rocque, durante a recente viagem aos Estados Unidos para convidar investidores para o Rio Investors Day. &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/18/o-investimento-e-a-melhor-propaganda/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O Rio vai ficar pronto a tempo?”. Essa foi a pergunta mais ouvida pela secretária municipal de Fazenda do Rio de Janeiro, Eduarda La Rocque, durante a recente viagem aos Estados Unidos para convidar investidores para o Rio Investors Day. Durante as reuniões promovidas pelo banco Goldman Sachs, Eduarda respondeu à pergunta mostrando o gráfico com a evolução dos investimentos feitos pela prefeitura. Aliás, Eduarda acaba de refazer as contas, e viu que deverá ultrapassar a marca de 4 bilhões de reais em investimentos este ano. A cifra equivale a cerca de 17% do total da receita do município e ficará 500 milhões de reais acima do previsto no orçamento. Em 2009, essa taxa foi de magros 4,5%. Tudo bem: em ano eleitoral todo governo investe mais. Mas, no caso do Rio, a taxa do ano passado também foi de 17% . Nem poderia ser diferente. Boa parte dos recursos tem de ser aplicada em obras de infraestrutura, obrigatórias para que a cidade receba jogos da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.</p>
<p>O Rio Investors Day acontece segunda e terça (21 e 22/5) no Copacabana Palace. Executivos de cerca de 50 empresas vão se revezar em 12 painéis que apresentarão oportunidades de negócios no Rio, da cadeia de petróleo e gás e do turismo aos mercados imobiliário e de telecom.<strong><em>(Alexandre Rodrigues)</em></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/18/o-investimento-e-a-melhor-propaganda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em busca da química olímpica</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/08/em-busca-da-quimica-olimpica/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/08/em-busca-da-quimica-olimpica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 20:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Paduan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Dow Chemical]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos verdes]]></category>
		<category><![CDATA[Química e petroquímica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/?p=6711</guid>
		<description><![CDATA[A Olimpíada de Londres ainda nem começou, mas a Dow Chemical já está trabalhando para os Jogos de 2016, que acontecerão no Rio. A multinacional americana, com 54 bilhões de dólares de faturamento, estreia como patrocinadora oficial em Londres, mas &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/08/em-busca-da-quimica-olimpica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Olimpíada de Londres ainda nem começou, mas a Dow Chemical já está trabalhando para os Jogos de 2016, que acontecerão no Rio. A multinacional americana, com 54 bilhões de dólares de faturamento, estreia como patrocinadora oficial em Londres, mas permanecerá no posto por mais duas edições dos jogos, até 2020. A estratégia da companhia é fazer da Olimpíada uma vitrine de suas inovações &#8212; em áreas distantes do consumidor, como insumos para indústrias de plásticos. O negócio está sendo levado tão a sério, que a companhia criou uma vice-presidência de Operações Olímpicas. Para o cargo, foi escalado o americano George Hamilton, que já passou pelas áreas de marketing e foi vice-presidente de vendas governamentais.</p>
<p>Na semana passada, Hamilton esteve no Rio em busca de informações sobre a preparação da infraestrutura das competições na cidades. Em conversa com o Blog, explicou que tanta antecedência é importante porque a empresa tem o objetivo de desenvolver produtos que possam ser usados durante os Jogos – de preferência, com baixo impacto ambiental. A ideia, segundo ele, não é expor a marca Dow numa placa, mas criar um produto que funcione como um enredo favorável à marca. Em Londres, os banners que decoram os locais de provas ou exibem a marca dos patrocinadores serão confeccionados com um material plástico que se decompõe mais facilmente. O material foi desenvolvido pela Dow especialmente para as Olimpíadas. Para o Rio, a Dow quer apresentar novidades geradas no Brasil, como aplicações do plástico de etanol, que a empresa está desenvolvendo em parceria com a Mitsui, no interior de Minas Gerais. (<strong><em>Alexandre Rodrigues</em></strong>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/08/em-busca-da-quimica-olimpica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Prefeitura do Rio quer formar servidores de elite</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/07/prefeitura-do-rio-quer-formar-servidores-de-elite/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/07/prefeitura-do-rio-quer-formar-servidores-de-elite/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 19:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Paduan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/?p=6681</guid>
		<description><![CDATA[A prefeitura do Rio contratou a multinacional de recursos humanos HayGroup para identificar &#8212; entre seus servidores &#8212; líderes com potencial para assumir cargos gerenciais na administração municipal. O secretário da Casa Civil, Pedro Paulo, disse ao Blog que a &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/07/prefeitura-do-rio-quer-formar-servidores-de-elite/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A prefeitura do Rio contratou a multinacional de recursos humanos HayGroup para identificar &#8212; entre seus servidores &#8212; líderes com potencial para assumir cargos gerenciais na administração municipal. O secretário da Casa Civil, Pedro Paulo, disse ao Blog que a ideia surgiu, em parte, por causa da dificuldade de atrair executivos do setor privado para a gestão pública. Na iniciativa privada, os profissionais mais qualificados conseguem salários mais altos. Por isso, a prefeitura decidiu formar em casa um time de servidores elite. A HayGroup fez uma seleção em três etapas. Iniciou com 1.330 servidores inscritos no programa Líderes Cariocas e chegou a 150 escolhidos, que vão cursar uma pós-graduação em gestão na Coppead, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O curso começa amanhã (8/5). A meta da prefeitura é atingir 90% de servidores entre os 200 postos-chave da administração – geralmente, esses cargos são ocupados por pessoas nomeadas. Segundo o secretário, promover os próprios servidores a gestores é uma forma de melhorar a produtividade dos serviços públicos e aumentar a continuidade das políticas com menor rotatividade. Faz sentido. (<em><strong>Alexandre Rodrigues</strong></em>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/07/prefeitura-do-rio-quer-formar-servidores-de-elite/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O constrangimento de Cabral abre chances a Lindbergh Farias</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/03/o-constrangimento-de-cabral-abre-chances-a-lindbergh-farias/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/03/o-constrangimento-de-cabral-abre-chances-a-lindbergh-farias/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 15:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Paduan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/?p=6591</guid>
		<description><![CDATA[Já era conhecida a intimidade entre o governador do Rio, Sergio Cabral (PMDB), e o dono da Delta, Fernando Cavendish. Mas, como diz o ditado, uma imagem vale mais do que mil palavras. Aproveitando o envolvimento da construtora com a &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/03/o-constrangimento-de-cabral-abre-chances-a-lindbergh-farias/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já era conhecida a intimidade entre o governador do Rio, Sergio Cabral (PMDB), e o dono da Delta, Fernando Cavendish. Mas, como diz o ditado, uma imagem vale mais do que mil palavras. Aproveitando o envolvimento da construtora com a máfia do bicheiro Carlinhos Cachoeira, alvo da Polícia Federal e da CPI instalada no Congresso, o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) mirou artilharia pesada contra Cabral, seu mais amargo desafeto.</p>
<p>Em seu blog, Garotinho divulgou fotos e vídeos da convivência de Cabral e Cavendish. Brincadeiras juvenis, com dancinhas e guardanapos na cabeça surpreendem. Mas o que incomoda mesmo é a dúvida sobre quem realmente pagou as contas das excentricidades em restaurantes e hotéis de luxo em Mônaco e em Paris. Cabral soltou nota dizendo que pagou por suas despesas pessoais. Tomara que ele e seus secretários (que também aparecem nas fotos) tenham pago mesmo. Todos sabem que presentes de empresários a políticos geralmente representam pagamentos de favores feitos com o dinheiro do contribuinte.</p>
<p>No ano passado, Cabral já havia sido constrangido pelo acidente de helicóptero que matou a namorada de seu filho e a mulher de Cavendish. O episódio revelou que o governador iria à festa de aniversário de Cavendish com o filho e a nora. Parte do caminho até a Bahia, onde aconteceria a festa, foi feita a bordo de um jatinho emprestado pelo empresário Eike Batista. O acidente ocorreu na segunda etapa do trajeto, que seria feita em duas viagens de helicóptero. As mulheres seguiram na primeira viagem, na qual houve a queda da aeronave. A relação imprópria com empresários que prestam serviços ou dependem de órgãos do governo estadual levou Cabral a prometer que seguiria as regras de um código de ética, mas acabou revivida agora por obra de Garotinho em imagens que datam de 2009.</p>
<p>A CPI do Cachoeira não prevê, por enquanto, a convocação de Cabral, mas o abalo à sua imagem é grande. Como a política de alianças do governador fluminense nos últimos anos tem sido a de abraçar o maior número possível de aliados, aniquilando adversários antes mesmo das eleições, o seu desgaste embute o risco de um vazio político no Rio.</p>
<p>Curiosamente, Cabral foi eleito ao primeiro mandato com o apoio de Garotinho. Foi ele, Garotinho, que indicou o vice-governador Luiz Fernando Pezão à chapa de Cabral. Pezão foi secretário de Rosinha Garotinho. Logo após a posse, Cabral tratou de renegar os antecessores Garotinhos, e Pezão ficou ao seu lado. É bom lembrar que os contratos da Delta começaram a engordar na gestão dos Garotinhos e que Pezão foi secretário de Obras duranto os primeiros quatro anos do governo Cabral.</p>
<p>Mesmo sabendo que tem poucas chances de se reabilitar no papel de denunciante, Garotinho segue disposto a provocar danos à imagem de Cabral. Além da vingança pessoal, Garotinho sabe que Cabral é um forte avalista da reeleição do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB) este ano. E Garotinho e o ex-prefeito Cesar Maia (DEM) &#8212; ex-inimigos que o ostracismo uniu &#8212; lançaram uma chapa formada pelos filhos Rodrigo Maia e Clarissa Garotinho. A dupla, no entanto, não parece ter força para vencer Paes.</p>
<p>A sorte de Paes &#8212; que não apareceu em imagens comprometedoras, pelo menos até agora &#8212; é a ausência de adversários fortes. O prefeito do Rio costurou uma aliança com mais de dez partidos, que vai do PP ao PT. Desafiantes fracos, os deputados federal Otávio Leite (PSDB) e estadual Marcelo Freixo (PSOL) tentam usar os apuros de Cabral, mas têm poucas chances de influenciar na convocação dele na CPI em Brasília ou na criação de uma outra na Assembleia do Rio, onde o governo estadual tem ampla maioria.</p>
<p>O governador assumiu a difícil tarefa de eleger Pezão seu sucessor. O vice-governador ainda é pouco conhecido e muito dependente do capital político de Cabral para se eleger. Se as relações perigosas do governador deixarem esse espaço político vazio, um dos nomes mais habilitados a preenchê-lo é o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), pupilo de Lula e de Dilma Rousseff, que vem aguardando ansiosamente essa oportunidade. Ele nunca escondeu que trabalha para suceder Cabral no Palácio Guanabara. <em><strong>(Alexandre Rodrigues</strong></em>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/05/03/o-constrangimento-de-cabral-abre-chances-a-lindbergh-farias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um atraso para futuro: quase 40% dos jovens no ócio</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/30/um-atraso-para-futuro-quase-40-dos-jovens-no-ocio/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/30/um-atraso-para-futuro-quase-40-dos-jovens-no-ocio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 12:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Paduan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/?p=6551</guid>
		<description><![CDATA[O percentual de jovens entre 15 e 24 anos que não trabalha nem estuda chega a 36,5% nas comunidades atendidas por Unidades de Polícia Pacificadora, as UPPs, no Rio de Janeiro. A informação foi revelada por um estudo feito pelo &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/30/um-atraso-para-futuro-quase-40-dos-jovens-no-ocio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O percentual de jovens entre 15 e 24 anos que não trabalha nem estuda chega a 36,5% nas comunidades atendidas por Unidades de Polícia Pacificadora, as UPPs, no Rio de Janeiro. A informação foi revelada por um estudo feito pelo Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS) em parceria com a Federação da Indústria do Rio de Janeiro (Firjan). O percentual mais elevado, de 36,5%, foi identificado na comunidade do Batan, na Zona Oeste, e uma das primeiras a serem pacificadas.</p>
<p>O estudo também revelou que a renda média dos trabalhadores da maioria dessas comunidades está abaixo do salário mínimo, e que muitos dos jovens que trabalham não estudam. No morro do Pavão Pavãozinho, em Copacabana, 69% dos jovens com idade para estar no ensino médio e na faculdade não estão estudando. Em nenhuma das nove comunidades pacificadas da pesquisa esse percentual é menor que 50% – número alarmante para um país que precisa urgentemente de mão de obra qualificada.(<em><strong>com Daniel Barros</strong></em>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/30/um-atraso-para-futuro-quase-40-dos-jovens-no-ocio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma lei para aliviar as micro e pequenas empresas</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/20/uma-lei-para-aliviar-as-micro-e-pequenas-empresas/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/20/uma-lei-para-aliviar-as-micro-e-pequenas-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 14:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Paduan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de impostos para PME]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/?p=6481</guid>
		<description><![CDATA[As micro e pequenas empresas não deveriam pagar impostos nos primeiros quatro anos de vida. Essa é a ideia central de um projeto de lei complementar que está tramitando na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/20/uma-lei-para-aliviar-as-micro-e-pequenas-empresas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As micro e pequenas empresas não deveriam pagar impostos nos primeiros quatro anos de vida. Essa é a ideia central de um projeto de lei complementar que está tramitando na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados. O projeto nasceu quando o deputado Alfredo Sirkis, do PV do Rio de Janeiro, leu um artigo do engenheiro Ricardo Negreiros, especialista em reestruturar empresas e contratado por Sirkis para reestruturar o PV em 2008. No artigo, publicado em O Globo, Negreiros abordava o que considera uma injustiça: a taxação de pequenos negócios durante os primeiros anos de vida, quando ainda lutam para conquistar mercado. Sirkis se interessou pela ideia, procurou Negreiros e elaborou o PLC 113/2011. A proposta é que o Fisco deixe de cobrar impostos das empresas optantes pelo Simples Nacional durante os primeiros quatro anos de existência do negócio. “Quando o governo cobra impostos de uma empresa que nem sequer deu lucro, está tributando o próprio patrimônio do empreendedor, que está investido naquele negócio”, argumenta Negreiros.</p>
<p>Se o projeto for aprovado, pode ajudar a reduzir a mortandade de micro e pequenas empresas. O estudo mais recente do Sebrae mostra que 27% das empresas constituídas em 2006 fecharam as portas nos dois anos seguintes. Negreiros e Sirkis acreditam que se os empreendedores tiverem a carga tributária aliviada no período proposto pelo projeto, o percentual de falências será reduzido. O Simples Nacional chega a cobrar até 23% do faturamento mensal de uma empresa considerada pequena (com receita bruta entre 2,4 e 3,6 milhões por mês). Uma microempresa – com faturamento de 120.000 a 240.000 reais mensais &#8212; paga quase 9% do faturamento em impostos. Juntas, micro e pequenas empresas criaram 6,1 milhões de empregos entre 2000 e 2010.</p>
<p>O projeto de lei ainda vai passar por três comissões e pelo plenário da Câmara antes de ir para o Senado, mas a discussão está esquentando. O deputado do PV-RJ propôs uma audiência pública para ajudar a formar opiniões na comissão em que o projeto está sendo analisado atualmente. (<em><strong>com Daniel Barros</strong></em>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/20/uma-lei-para-aliviar-as-micro-e-pequenas-empresas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>BNDES amplia sociedades no setor de petróleo</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/17/bndes-amplia-sociedades-no-setor-de-petroleo/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/17/bndes-amplia-sociedades-no-setor-de-petroleo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 17:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Paduan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria de petróleo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/?p=6441</guid>
		<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pode aprovar ainda hoje a primeira operação de compra de participação do Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural, batizado de BNDES &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/17/bndes-amplia-sociedades-no-setor-de-petroleo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pode aprovar ainda hoje a primeira operação de compra de participação do Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural, batizado de BNDES P&amp;G. O programa, lançado em 2011, tem orçamento de 4 bilhões de reais a serem investidos até 2015. A análise da empresa já foi feita. Só falta a diretoria bater o martelo, o que deve acontecer na reunião de hoje. O negócio deve ficar em torno de 200 milhões de reais, conforme apurou o Blog do Rio. Outras duas empresas estão na fila de operações semelhantes com análises adiantadas.</p>
<p>O chefe do Departamento da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás do banco, Ricardo Cunha da Costa, não revela os valores das operações nem o nome das candidatas a sócia do BNDESpar, braço de participações do banco. Ele explica que a compra de fatias do capital dessas empresas é apenas uma das modalidades de apoio financeiro do programa BNDES P&amp;G, lançado junto com o Plano Brasil Maior. O objetivo é aumentar a capacidade de investimentos das empresas da cadeia de óleo e gás sem aumentar seu endividamento. Cerca de 85% do setor é formado por pequenas e médias empresas com restrito acesso a crédito.</p>
<p>O BNDES quer ampliar sua atuação como sócio de empresas do setor para incentivar o aumento de capacidade e viabilizar o cumprimento das metas de conteúdo nacional que operadoras como a Petrobras têm que cumprir na compra de equipamentos e serviços para a exploração de óleo e gás. O banco é sócio da Lupatech, por exemplo, e foi o principal artífice do plano recente de aumento de capital para reequilibrar as contas da companhia, afogada em dívidas de curto prazo.</p>
<p>Segundo Costa, também tem sido grande o interesse das empresas do setor pelos financiamentos convencionais do programa. Até agora, cerca de 1,5 bilhão de reais já estão comprometidos em 19 pedidos de financiamento que estão em diferentes fases de análise no BNDES. A cifra vai compor um investimento total estimado em 2,6 bilhões no setor, que é prioridade da política industrial do governo. Por isso o BNDES já tem sinal verde para aumentar o orçamento inicial do programa.</p>
<p>Três operações já foram aprovadas e contratadas com as taxas reduzidas do BNDES P&amp;G, que podem variar de 4% a 11% ao ano. A Prysmian vai ampliar sua unidade de tubos flexíveis no Espírito Santo com 117 milhões de reais do BNDES. A Ruhrpumpen conseguiu  12,8 milhões de reais para a fábrica de bombas hidráulicas que constrói na Baixada Fluminense e começa a operar no segundo semestre.  Já a Georadar teve crédito aprovado de 143 milhões para capital de giro para sua prestação de serviços sísmicos e já negocia com o banco outro crédito para investir numa unidade de pesquisa e desenvolvimento no Rio. (<em><strong>Alexandre Rodrigues</strong></em>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/17/bndes-amplia-sociedades-no-setor-de-petroleo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Indústria do esporte: é bolha ou não é?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/16/industria-do-esporte-e-bolha-ou-nao-e/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/16/industria-do-esporte-e-bolha-ou-nao-e/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 11:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Paduan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/?p=6191</guid>
		<description><![CDATA[Um estudo da Sportpar, empresa de participação em negócios esportivos, prevê que a indústria do esporte no Brasil sairá dos atuais 3,2 bilhões de dólares ao ano para 5,5 bilhões em 2016. Por indústria do esporte, entenda-se patrocínio a atletas, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/16/industria-do-esporte-e-bolha-ou-nao-e/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo da Sportpar, empresa de participação em negócios esportivos, prevê que a indústria do esporte no Brasil sairá dos atuais 3,2 bilhões de dólares ao ano para 5,5 bilhões em 2016. Por indústria do esporte, entenda-se patrocínio a atletas, entidades, clubes, times, eventos, de direito de transmissão, venda de ingressos e produtos licenciados.Os investimentos em patrocínio e direitos de mídia devem crescer 10% ao ano, bem acima do crescimento dos últimos anos (entre 2006 e 2010, a média anual do crescimento de patrocínio foi de 3,8% e de direito de mídia, 4,7%). A aceleração prevista para o setor deve-se à aproximação dos dois maiores eventos esportivos do planeta, a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. A grande questão é o que acontecerá com a indústria do esporte depois que 2016 passar.</p>
<p>Há quem aposte na queda vertiginosa nos investimentos em esportes. O estudo da Sportpar, entretanto, sustenta o contrário. “Não estamos diante de uma bolha”, afirma Carlos Moreira Jr, sócio da Sportpar.“Claro que os investimentos vão diminuir após as Olimpíadas, mas não será uma redução drástica por causa do crescimento do mercado de televisão paga&#8221;. O mercado de televisão paga tem impacto direto na indústria esportiva. Boa parte das pessoas que assinam canais fechados o fazem por causa de conteúdo esportivo. O Sportv, da Globosat, foi o canal de maior audiência da tevê paga em 2011. Atualmente, só a Globosat já tem três emissoras voltadas totalmente para o segmento. A Fox Sports também chegou ao Brasil em 2011 com estardalhaço.</p>
<p>A estimativa mais conservadora é de que o número de assinantes de televisão chegue a 22 milhões em 2015. Em 2011, quase 13 milhões de domicílios tinham acesso a tevê por assinatura, enquanto em 2006 eram 4,7 milhões. A lógica é que mais canais esportivos leva a mais espaço para transmissão de esportes, e, consequentemente, de patrocínio, de direito de transmissão, venda de ingressos e produtos licenciados. A entrada de operadoras de telefonia no setor de tevê paga deve dar uma ajuda a mais, diminuindo os preços dos pacotes e aumentando a base de assinantes. (<em><strong>com Daniel Barros</strong></em>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/16/industria-do-esporte-e-bolha-ou-nao-e/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Graça pede vazamento e acidente zero na Petrobras</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/12/graca-pede-vazamento-e-acidente-zero-na-petrobras/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/12/graca-pede-vazamento-e-acidente-zero-na-petrobras/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 20:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Paduan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Graça Foster]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/?p=6221</guid>
		<description><![CDATA[CORREÇÃO: A área de comunicação da Petrobras afirmou que o ex-presidente José Sérgio Gabrielli comparecia frequentemente aos eventos da área de segurança e saúde, e que a presidente Graça Foster não obrigou que diretores e gerentes executivos comparecessem à última &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/12/graca-pede-vazamento-e-acidente-zero-na-petrobras/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CORREÇÃO: A área de comunicação da Petrobras afirmou que o ex-presidente José Sérgio Gabrielli comparecia frequentemente aos eventos da área de segurança e saúde, e que a presidente Graça Foster não obrigou que diretores e gerentes executivos comparecessem à última edição do Congresso de Segurança, Meio Ambiente, Eficência Energética e Saúde. A companhia ainda corrige o Blog do Rio, afirmando que a Petrobras adota a sigla SMES (Segurança, Meio Ambiente, Eficência Energética e Saúde), em vez de SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde), como publicado no post original.</strong></p>
<p><strong><em>Post original</em></strong>:</p>
<p>A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, surpreendeu os funcionários da companhia ao participar de um evento interno da área de Saúde, Meio Ambiente e Segurança (SMS), realizado há duas semanas num hotel da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Graça não só fez questão de comparecer, como obrigou diretores e gerentes executivos de todas as áreas da Petrobras a fazerem o mesmo. Segundo funcionários da empresa, o ex-presidente José Sérgio Gabrielli não comparecia em eventos da área.</p>
<p>No cargo há dois meses, Graça foi enfática ao dizer que a companhia não pode ser vista como negligente com o meio ambiente e com a segurança de seus funcionários. Em seguida, enumerou incidentes recentes, como vazamentos e problemas no tratamento de efluentes de unidades da companhia. A presidente da Petrobras mostrou-se especialmente irritada ao mencionar a morte de um funcionário terceirizado do canteiro de obras da refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca (PE), ocorrida três dias antes do evento. Ele foi atropelado por um ônibus de transporte de trabalhadores. Segundo um funcionário que participou do evento, Graça classificou o incidente como “absurdo”, pelo fato de ser plenamente evitável. Ao final, a executiva frisou que não quer encontrar uma lista igual na próxima reunião da área.</p>
<p>A presença de Graça no congresso de SMS da Petrobras agradou a Federação Única dos Petroleiros (FUP), que vinha pedindo mudanças nas comissões que apuram acidentes de trabalho na companhia. O tema quase culminou numa greve no final do ano passado. Em 2011, a FUP contou 17 mortes de trabalhadores em operações da Petrobrás, sendo 14 terceirizados. Este ano, além do atropelamento em Pernambuco, um operário morreu ao cair de uma altura de 12 metros quando desmontava um forno desativado na refinaria de Cubatão (SP). Ainda segundo a FUP, foram registradas 155 mortes de petroleiros no sistema Petrobrás nos últimos dez anos, sendo mais de 85% deles terceirizados.</p>
<p>“Parece que a Petrobras começou a perceber que a questão ambiental e a segurança do trabalhador estão ligadas e são fundamentais para a continuidade da exploração do pré-sal”, avaliou João Antônio de Moraes, da FUP, que participou de uma reunião de Graça com integrantes da FUP na sede da estatal, na semana passada.(<em><strong>Alexandre Rodrigues</strong></em>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/04/12/graca-pede-vazamento-e-acidente-zero-na-petrobras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

