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	<title>Cabeça de líder</title>
	
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		<title>Um NÃO bem dito é bendito</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 10:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[lider]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[bendito]]></category>

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		<description><![CDATA[Líderes não existem para fazer o que as pessoas querem, como regra. Se assim fosse, sem o cotejar do público e do bem comunitário, terminaríamos na conclusão ditatorial, onde uma classe, ou facção, faz exatamente tudo o que quer, submetendo &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/24/um-nao-bem-dito-e-bendito/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Líderes não existem para fazer o que as pessoas querem, como regra. Se assim fosse, sem o cotejar do público e do bem comunitário, terminaríamos na conclusão ditatorial, onde uma classe, ou facção, faz exatamente tudo o que quer, submetendo a outra.</p>
<p>Daí as lutas pela liberdade, onde como antítese da ditadura de um segmento sobre o outro, terminamos assistindo o revés: o fazer o que quer dos ex-subjugados sobre os outros, agora submetidos.</p>
<p>E nessa pororoca de lutas vai caminhando a humanidade. Portanto, liderar representa saber usar o NÃO. Um NÃO bem dito, pode vir a ser bendito. Ou seja, corrigir, comunicar e demonstrar o bem ao longo e ao final de um processo, aparentemente difícil, mesmo inicialmente amargo, continua sendo uma arte suprema de líderes invencíveis.</p>
<p>A falsa esperança, a manipulação via ilusão, transforma-se em mortal veneno da resistência e da alma humana. Um NÃO bem dito é bendito. Um sim mal dito é maldito.</p>
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		<title>Por trás do fashion, prazeres e gostosuras, partes sólidas de diabruras.</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bangladesh]]></category>
		<category><![CDATA[diabruras]]></category>
		<category><![CDATA[gostosuras]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é nada novo descobrir que por trás de produtos de grife, high tech, prazeres, luxúrias, delícias e gostosuras, o mundo sempre os arrancou, de sólidas e diabólicas diabruras. As joias preciosas extraídas de mineiros moribundos, velhos e crianças das &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/22/por-tras-do-fashion-prazeres-e-gostosuras-partes-solidas-de-diabruras/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é nada novo descobrir que por trás de produtos de grife, high tech, prazeres, luxúrias, delícias e gostosuras, o mundo sempre os arrancou, de sólidas e diabólicas diabruras. As joias preciosas extraídas de mineiros moribundos, velhos e crianças das minas de ouro e prata. A riqueza dos canaviais e as gostosuras dos açúcares, a partir de negros escravos viajantes empaçocados em navios negreiros horripilantes; os bens industriais da era Chaplin, de trabalhadores de 12 horas por dia, incluindo sábados, sem excluir “adventistas”.  As máquinas mortíferas das guerras onde mulheres produziam bombas sem parar e seus maridos soltavam bombas sem contar. E, claro, morreu muito mais gente na produção e acabamento do Titanic, do que no seu fatídico naufrágio.</p>
<p>Portanto, nada de novo no por e ocaso solar. Agora em Bangladesh a notoriedade do prédio que desmorona sob o peso de trabalhadores semi-escravos e sobre os mesmos, os esmaga literalmente. Porém, os tempos vão mudando. Se a saga humana continua sendo resultado de uma dialética perene na luta das maldades versus as bondades, a interatividade e as redes sociais aceleraram a descoberta dos seus fenômenos, e o mundo agora os discute de maneira mais consciente e diferente.</p>
<p>Walmart, o maior varejo do planeta, já aderiu ao acordo que deverá fiscalizar todas as 279 fábricas instaladas em Bangladesh, por exemplo. Mas a coisa é universal. Zara foi pega aqui mesmo, no nosso cantinho do Adoniran, o Brás. Apple na China, e vai por aí, com Benetton, El Corte Inglés, Tesco, Carrefour, H&amp;M, etc. Ou seja, o luxo for all tem nas suas minas, e nos seus alicerces, a ganância de few sobre all, e o consumidor ainda não se preocupou suficientemente de saber de onde vem e como é feito aquilo que consome. A conta tem sim, sobre nós os consumidores, um peso gigantescamente maior do que achamos. Esse xisto betuminoso, esse piche, esse dark side sócio-econômico, começa a ser diluído, exatamente pelo poder das redes, das nuvens e da interatividade global.</p>
<p>As catástrofes de gente morrendo, sendo suicidada, entregando sua máquina corporal e mental para satisfazer prazeres, luxúrias, gostos e criar diferenciais egosatisfeitos sempre insatisfeitos, não é novidade. Ocorre todo dia aos bilhões na verdade humana sobre a terra. Por trás da Boate Kiss, em Santa Maria, não apenas os donos da casa compraram espuma tóxica, não apenas o pessoal da banda consumiu um sinalizador quente&#8230; Alguém vendeu a espuma, outro alguém vendeu um sinalizador quente, e muitos compraram o show, e muitos no mundo, todos os dias, estão consumindo por conta de sonhos, ilusões, desejos e vontades, o que os outros nos entregam com o preço do próprio sangue. </p>
<p>Os novos líderes não podem mais ser anestesiados do processo e muito menos anestesiar essa cadeia de valor dantesca. A mudança está em andamento. O líder sustentável é aquele que cria, mas não destroi para criar. O consumidor sustentável é aquele que se satisfaz, mas não extermina para se satisfazer.</p>
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		<title>Sua falta de confiança me assusta</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:14:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim uma jovem analista se expressou para sua jovem gerente. A analista com 25 anos, a gerente com 32. Todos ainda jovens, inseguros, sem estrada suficiente, mas já demandados sobre questões de grande impacto nos resultados da empresa, ou daquela &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/20/sua-falta-de-confianca-me-assusta/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim uma jovem analista se expressou para sua jovem gerente. A analista com 25 anos, a gerente com 32. Todos ainda jovens, inseguros, sem estrada suficiente, mas já demandados sobre questões de grande impacto nos resultados da empresa, ou daquela categoria de marcas.</p>
<p>A jovem, da geração Y, quase “Millennial”, como toda boa jovem bem criada, formada, altiva e orgulhosa, não tem “papas na língua” para dizer o que pensa e sente. A outra, um pouco menos jovem, também Y, um pouco mais distante de ser “Millennial”, mas com a carga de ser uma “líder”, uma boa líder como manda o figurino de RH, não sabe como liderar os impetuosos, insatisfeitos, bem formados em escolas de Griffe, porém sem experiência alguma, e indignados por não existirem softwares suficientemente poderosos que ofereçam as soluções para as sutilezas de suas decisões em pricing, estoque, decisões promocionais, e estimativas de vendas.</p>
<p>Mas o que mais chamou minha atenção foi a frase “sua falta de confiança me assusta”. Mais do que coisa de Y’s, Millennials, ou Linksters, toda essa moda de “brand high value proposal” para vender serviços e consultorias; senti uma forte pegada existencial mesmo, humana e quase um pedido ardoroso para que sua chefe pudesse parar de ter medo, e exalar o poderoso elixir da “confiança”. </p>
<p>Pensei no ingrediente da confiança. Ingrediente vital na vida. E diga-se, ser desconfiado nada tem a ver com “falta de confiança”. Desconfiar faz parte de todo ser humano saudável. Porém não ter confiança é a desgraça de todo ser humano não saudável. </p>
<p>A contaminação da falta de confiança estimula no outro a percepção de não ser capaz. Instila medo. Instala paralisia. Conheço uma pessoa que tem picos e vales, altos e baixos com crises de falta de confiança. Passa períodos bem, segura, boa auto-estima. Porém, dadas algumas circunstâncias que ainda não compreendi, essa pessoa é tomada por uma crise abissal de falta de confiança. Claro que essa instalação ocorre primeiro e acima de tudo dentro dela mesma. E, para não sentir toda a dor da ausência da confiança, essa pessoa transporta para os que estão ao seu lado o veneno tenebroso da falta de confiança.</p>
<p>Uma solução, criação, vontade, autoconfiança. A aceleração da maturação de um jovem, a velocidade com a qual podemos aprender, e aprender a aprender, exige confiança. Confiança na vida, confiança nas possibilidades criadoras da vida, e confiança nos talentos e no potencial cooperador dos outros. A falta de confiança é o suicídio de si mesmo, e do caráter. Para não morrer e não sofrer, o ausente de confiança em seus momentos de stress, de provação, não duvida: transfere para subordinados, superiores, amigos, esposas, maridos e filhos a sombra assustadora da “falta de confiança”. Concordo com a jovem jovem. “Sua falta de confiança me assusta”. E como assusta, aterroriza.</p>
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		<title>Líder bom extrai valor, o ruim extrai horror.</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 10:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[lider]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[extratores]]></category>
		<category><![CDATA[lideres]]></category>

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		<description><![CDATA[Um bom extrator extrai a essência, o melhor do extrato. Um mau extrator, ao contrário, acentua e recolhe o pior do extrato. Com seres humanos acontece a mesma coisa. Um bom líder conseguirá focar e extrair as fortalezas do colaborador, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/17/lider-bom-extrai-valor-o-ruim-extrai-horror/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um bom extrator extrai a essência, o melhor do extrato. Um mau extrator, ao contrário, acentua e recolhe o pior do extrato. Com seres humanos acontece a mesma coisa. Um bom líder conseguirá focar e extrair as fortalezas do colaborador, de cada membro da equipe. Um mau líder irá desenvolver a culpa e transformar todo potencial positivo humano em carga negativa destruidora. Pergunto: você já se sentiu culpado, alucinadamente infeliz, acusado, flagelado, e sem conseguir saber direito por quê?</p>
<p>No convívio com esse diabólico líder ou personalidade inquisidora ao seu lado, essa pessoa demonstrava uma segurança tão grande, uma certeza tão imperial e uma convicção tão verdadeira, sobre o quão errado você é, que você mesmo começou a achar que era de fato uma péssima companhia, ou um péssimo funcionário, um zero a esquerda, e humilhado e com seu sentimento de estima detonado você pedia perdão e me desculpe sem mais saber o que estava fazendo? Eu já senti isso.</p>
<p>Passado o tempo, revendo a situação de longe, vi que estava, em quase todas as vezes, sendo alvo de um poderoso algoz, que insatisfeito consigo mesmo e com seu quadro de mundo, transferia para os outros suas angústias, medos, vergonhas e fracassos. A melhor maneira de alguém se esconder dos seus fracassos será revelá-los nos outros.</p>
<p>Por isso, podemos criar valor, extrair preciosidades de seres humanos dependendo do nosso olhar e do poder íntimo de nossas intenções. Mas podemos destruir outros seres humanos amplificando e captando erros verdadeiros, e principalmente não erros, mas falsos erros transformados em grandes pecados, dominando-os pela culpa íntima e assustadora. Livre-se dos extratores do horror. E, se eles usam você, lembre-se: você está permitindo&#8230;ou, quem sabe, atraindo.</p>
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		<title>A desliderização do mundo e das empresas</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 11:29:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[patchworking]]></category>
		<category><![CDATA[retalhos]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos nos novos tempos. E nestes tempos assistimos ao fim de líderes clássicos e de personalidades condutoras da liderança de forma presencial, física e tangível. Não há mais um país líder sozinho, não existe mais um bloco, a palavra de ordem na nova ordem global é a fragmentação e aglutinação pela lei de interesses situacionais. A hegemonia virou paralisia. Agora temos a heterogenia, a celularização.</p>
<p>Se isso é verdade para a governança pública e da política, na área das corporações empresariais da mesma forma. Estava numa grande companhia global e líder mundial na sua área. O executivo responsável por “efectiveness” mostrava o organograma da estrutura, e nele havia uma caixa em cima de todos. Porém, acrescentou, não existe esse vice-presidente já faz seis meses. E o último não ficou nesse cargo mais do que um ano. E como vocês trabalham, perguntei?</p>
<p>Como uma colcha de retalhos, a pessoa respondeu. Cada área tem seu gestor, e eles precisam atuar em comitês, grupos, e se comunicarem extremamente bem. São processos, sistemas e um olhar muito atento à missão, visão, valores e princípios da organização. Quer dizer, entramos definitivamente na era da liderança invisível. Não existem mais líderes como antigamente, pois não há ambiente mais para esse personagem.</p>
<p>O mundo é uma coleção de retalhos, e maior inteligência terá aquela organização que conseguir costurar esses retalhos com criatividade, disciplina de conjunto, modelos interativos e fortalecimento da cooperação, num cenário individualista e hiper veloz. Se você não enxerga mais o seu líder, alvíssaras. O líder agora é você, é o outro, e o outro, e o próximo. Qual o modelo? Liberdade e “learning organizations”. E boa sorte, aprendam a fazer lindas colchas de retalhos, modernamente batizadas de “patchworking”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As três tentações dos líderes no poder</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 11:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[inquisidor]]></category>
		<category><![CDATA[libertador]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada poderia ser mais sensacional do que a passagem do Sermão do Grande Inquisidor na obra Irmãos Karamázov de Fiódor Dostoiévski. Se você ainda não leu, leia. Se já leu, releia, e releia. Ali, o personagem Ivan Fiódorovich apresenta para &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/13/as-tres-tentacoes-dos-lideres-no-poder/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada poderia ser mais sensacional do que a passagem do Sermão do Grande Inquisidor na obra Irmãos Karamázov de Fiódor Dostoiévski. Se você ainda não leu, leia. Se já leu, releia, e releia. Ali, o personagem Ivan Fiódorovich apresenta para seu irmão Aliocha a essência do grande líder e as três tentações do poder, tomando por fundamento o encontro de Cristo com o diabo no deserto.</p>
<p>A primeira tentação foi o desafio do diabo para que Cristo transformasse pedra em pão. Com isso terminaria com a angústia da fome e do prover, libertando a humanidade do trabalho. Cristo negou e disse: nem só de pão vive o homem. A segunda tentação foi para que provasse ser filho de Deus, atirando-se no abismo, onde seria suspenso por anjos. Com isso eliminaria a dúvida nos homens &#8211; sem a necessidade da fé individual, e por outro lado desafiaria Deus, o pai, a realizar uma prova. E a terceira tentação foi a de tomar a espada de Cesar e construir um reino universal, libertando o homem do mal, sem que essa liberdade fosse conquistada por ele próprio.</p>
<p>A moral dessa passagem foi a de revelar que o grande líder, e o grande poder não está na dimensão dos egos pequenos, que imaginam virar deuses, ou semideuses; proclamar a esperança , a qualidade de vida, o sucesso e a felicidade a partir de legiões ou deste comandante ou daquele líder, por mais poderoso que circunstancialmente possa estar.</p>
<p>Assistimos essas tentações repetidas e repetidas vezes ao longo da marcha da história, tanto em governantes, quanto em empresários, acionistas, ricos em fortuna e na fama. E, mesmo, podemos ver isso nas gerências médias, pequenas chefias, em pais, mães e filhos. Trazendo para o âmbito corporativo, os sinais do fracasso anunciado de grandes corporações são visíveis quando sua governança cede às três tentações:</p>
<p>1 &#8211; Promessas impossíveis de serem cumpridas onde uma sonhada e falsa qualidade de vida é proposta em supressão ao desafio cada vez mais intenso de trabalho dedicado; </p>
<p>2 &#8211; Ausência de uma liderança invisível, solidamente formada por valores ascensionais, com o surgimento de candidatos ao trono maior, trazendo o inimigo para o lado de dentro da empresa. A luta egocida perspassa e envenena a longevidade do ambiente; </p>
<p>3 &#8211; Imaginar tomar a liderança de mercados sem a consciência da sustentabilidade e da criação de redes, flexibilidade e autocrítica permanente e constante da própria autoestima. A espada de Cesar nunca será domada no mundo, por uma só mão.</p>
<p>Grandes líderes prometem trabalho, muito trabalho, e ambiente justo para o trabalho. Grandes líderes se transformam em vigilantes da liderança invisível, feita por valores ascensionais. Grandes líderes não prometem o domínio do reino do mundo, da espada de Cesar, e sim a capilaridade das relações éticas e da amizade, sempre mais doadores do que tomadores.</p>
<p>E, se você quiser, traga o mesmo raciocínio para toda e qualquer dimensão da liderança; a passagem do Grande Inquisidor é simplesmente universal. Libertar o outro não é se transformar no seu libertador, é fazê-lo livre por livre arbítrio.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Por que políticos e empresários não são admirados pelo povo?</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 10:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Empresários]]></category>
		<category><![CDATA[políticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Realizamos uma pesquisa, na Escola Superior de Propaganda &#38; Marketing (ESPM) ao lado da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), onde perguntamos nas 12 cidades mais populosas do Brasil, entre outras coisas, quais seriam as profissões mais importantes para a vida &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/10/por-que-politicos-e-empresarios-nao-sao-admirados-pelo-povo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realizamos uma pesquisa, na Escola Superior de Propaganda &amp; Marketing (ESPM) ao lado da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), onde perguntamos nas 12 cidades mais populosas do Brasil, entre outras coisas, quais seriam as profissões mais importantes para a vida do brasileiro. As cinco primeiras foram: médico, professor, bombeiro, policial e agricultor. Plenamente justificável, envolve saúde, educação, salvamento, segurança e alimento. E, nessas profissões não dá para se esconder, os profissionais entram com a pele no jogo, entram com a vida, ou sabem fazer ou não perduram, não ficam.</p>
<p>Nessa mesma pesquisa, terminamos por obter outras duas profissões consideradas as menos importantes pela população dessas 12 maiores cidades do País: em último lugar ficaram os políticos e, em penúltimo, empresários. Quer dizer, a dobradinha políticos &amp; empresários conjugam uma percepção, no mínimo inadequada, se imaginarmos que ambos deveriam representar, e serem assim percebidos, como a fundamental arte da política, e a do empreendedorismo, do empresariar, do realizar a obra capitalista, econômica e social.</p>
<p>E ao conjugar políticos e empresários na mesma caixa, e ao vê-los muitas vezes misturados, assumindo facções de partidos políticos, quando deveriam simplesmente representar a defesa do empreendedorismo, quando vemos a invasão e a mistura de políticos nos órgãos representativos das classes empresariais, e, por outro lado, quando a população fica vítima da incapacidade da governança pública, tanto nos órgãos quanto nas empresas públicas, seja por desastres da incompetência ou por decisões de colocar esses órgãos a serviço de interesses facciosos; a mistura se locupleta e se completa.</p>
<p>Líderes do empresariado, e líderes dos políticos, vocês têm uma dura realidade a ser enfrentada: a de uma percepção de não serem nada importantes para a vida do brasileiro, quando, na verdade, são de ímpar fundamentalidade.</p>
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		<title>Líder inteligente cria percepção de sucesso. Líder burro faz o oposto.</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 11:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[lider]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[burros]]></category>
		<category><![CDATA[inteligentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Os estudos sobre a nobre arte de liderar revelam que os dias considerados mais felizes pelos funcionários nas empresas são aqueles onde sentiram, vivenciaram e perceberam sucesso. Portanto, líderes inteligentes utilizam as métricas e as mensurações de performance para estimular &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/08/lider-inteligente-cria-percepcao-de-sucesso-lider-burro-faz-o-oposto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudos sobre a nobre arte de liderar revelam que os dias considerados mais felizes pelos funcionários nas empresas são aqueles onde sentiram, vivenciaram e perceberam sucesso. Portanto, líderes inteligentes utilizam as métricas e as mensurações de performance para estimular e incentivar o sucesso. Quer dizer ampliar a percepção dos êxitos, dos avanços e, muitas vezes, de sutis melhorias nas métricas performadas, para fortalecer o ânimo e a motivação, a vontade e a ação. Isso representa construir seres humanos orientados para a capacidade.</p>
<p>Líderes burros, ou então mal intencionados, ao contrário. Utilizam o lado destrutivo das métricas, os indicadores decadentes, e amplificando-os aos olhos, sentidos e sentimentos de membros da equipe, terminam por reforçar e enfatizar a horrorosa percepção do fracasso. Um fracasso permanente, constante e intensamente dramatizado sob a tirania dos dados diários e explicitados.</p>
<p>Devemos negar os indicadores com tendência negativa para um colaborador ou para a equipe? Jamais. Porém o progresso humano dar-se-á a partir do querer. Esse querer canaliza a vontade para o acerto, o desafio e a superação; e isso só irá ocorrer se a motivação e a percepção do sucesso, e do ser capaz, ou do vir a ser capaz, estiver presente na relação líderes e liderados.</p>
<p>Mostrar o retrocesso, o que precisa ser corrigido faz parte. Porém, um líder saudável e inteligente irá sempre encontrar algo digno, algo belo e estético, além de ético para motivar e apontar a possibilidade, a viabilidade da competência e ativar a fome do querer, que orienta a vontade, e busca a ação realizadora e evolutiva.</p>
<p>O sol nasce todo dia, querendo ou não. Essa decisão já foi tomada pela regra natural das forças do universo. Um ser humano pode não querer nascer todo dia, e pode, com sua decisão íntima obrigar a vontade de suas forças naturais a se esconder numa noite eterna. Seres humanos optam a partir do querer. Líderes inteligentes são humanos, humildes e dignos consigo mesmos e com suas pessoas. Líderes inteligentes colocam luz sobre os pequenos sucessos diários de suas equipes, pares, superiores, filhos e amores. E os burros? Bem, esses obedecem a monótona lei da entropia.</p>
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		<title>Professor, médico, bombeiro, policial e agricultor, por que são líderes na percepção popular?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 11:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[agricultor]]></category>
		<category><![CDATA[Profissões]]></category>

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		<description><![CDATA[Realizamos na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), junto com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), uma pesquisa nos grandes centros urbanos brasileiros, apresentada neste mês, e dentre os estudos investigados queríamos saber quais eram as atividades consideradas vitais &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/06/professor-medico-bombeiro-policial-e-agricultor-por-que-sao-lideres/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realizamos na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), junto com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), uma pesquisa nos grandes centros urbanos brasileiros, apresentada neste mês, e dentre os estudos investigados queríamos saber quais eram as atividades consideradas vitais para a vida do cidadão. Uma relação de profissões era apresentada aos pesquisados, e as cinco mais importantes são exatamente essas: Professor, Médico, Bombeiro, Policial e Agricultor.</p>
<p>Interessante observar que não se trata de nenhuma dessas atividades “glamourosas”, fashion, e muito menos que estejam nos estudos dos radares sobre as profissões do futuro. Mas, na voz do povo, na média de todas as classes sociais, níveis educacionais, homens e mulheres, faixas etárias, aí aparecem essas cinco e fundamentais atividades humanas.</p>
<p>Saúde, Educação, Alimento, Segurança e Salvamento. Fica a reflexão para os nossos “cabeças de líderes”, será o futuro das profissões algo tão distante assim das essências e fundamentos básicos ou, ao contrário? O que muda é o entorno, processos, mecatrônicas, interatividades, nuvens, fumaças, poeiras e “borrifos”; mas a base, o “core”, o núcleo duro continua e continuará sendo feito por gente que acima de tudo “pega na massa” e sabe fazer.</p>
<p>Médicos não viverão se não souberem intervir fisicamente, com robótica, sensores ou satélites, precisarão intervir. Agricultores não farão se não continuarem trabalhando de sol a sol e agora de lua a lua, pois a tecnologia numa fazenda não para de crescer, a cada instante. Professores, ah os benditos professores e professoras, sem a educação continuada, sem a formação e sem a provocação de descoberta de talentos não haverá competitividade campeã, e muito menos a cooperação sagrada para que alguém ou alguma coisa possa ser chamada de “campeã”. E as novas tecnologias da educação? Simplesmente vãs tecnologias, que exigirão cada vez mais neurônios vivos e inteligentes nas suas criações e distribuições pedagógicas.</p>
<p>Policiais? Esses então entrando com a própria vida na questão da volúpia do crime em si, num planeta que cresce a proporção de quatro novos nascimentos por segundo, e onde “bem e mal” continuarão embates “ad eternum”, como nas fábulas e sagas de Tolkien de Senhor dos Anéis e Hobbits. E ainda existe a “emergência”, o surpreendente, o salvamento, as catástrofes, os incêndios, enchentes e o descontrole dos acidentes que se sofisticam à medida em que mais aspectos descobrimos sobre suas prevenções.</p>
<p>Bombeiros, entrando com suas vidas na profissão, para a defesa na incertitude das leis do acaso, vistos e tidos como autênticos heróis do imprevisível, através do domínio das probabilidades. Pergunto, você já conversou com seu filho sobre as profissões? Algum deles disse querer ser agricultor, médico, bombeiro, professor ou policial? Talvez médico sim, agricultor meio difícil não? Mas policial, professor e bombeiro&#8230;sei não se o seu “teen filho” chegou um dia a cogitar? Ele talvez não, mas e você? O que está por trás da elevada percepção de dependência da sociedade sobre essas atividades e por que são líderes na percepção popular?</p>
<p>Fundamentalidade, necessidade concreta, voz legítima da maioria popular. Como estão os salários dos professores, policiais, bombeiros, médicos da base da pirâmide e riscos e ganhos dos micros, pequenos e médios agricultores do Brasil e do mundo? Baixos, inadequados, profissões e negócios de risco, e com a certeza de jamais aparecerem nas capas do “hall da fama”, ou nas letras “imbecilizadas” de 99% dos funks (existem raras exceções), e de nunca terem o prestígio de MC’s (music commanders), nos bailes constantes e permanentes do show da vida. Quem são os seus heróis e quem são os líderes dessas cinco categorias avaliadas como vitais para a vida das pessoas? Coisas a investigar. Agora quer saber qual a atividade considerada como “nada importante”? Adivinha? Políticos. Esses tendem à extinção, como categoria profissional claro, e não a política em si, pois essa é da raça humana.</p>
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		<title>Fama: o choque da faísca do acaso com a persistência presente.</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 11:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[lider]]></category>
		<category><![CDATA[Nishimura]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo famoso deveria ser gigantescamente humilde. Alguns são. Pelé, por exemplo, diz que se não fosse o Sabuzinho, o filho da cozinheira do Santos, na época, não teria sido Pelé. Steve Jobs também disse que se não fosse um professor &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/03/fama-o-choque-da-faisca-do-acaso-com-a-persistencia-presente/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo famoso deveria ser gigantescamente humilde. Alguns são. Pelé, por exemplo, diz que se não fosse o Sabuzinho, o filho da cozinheira do Santos, na época, não teria sido Pelé. Steve Jobs também disse que se não fosse um professor que praticamente o subornava para estudar e um vizinho que lhe dava kits eletrônicos na infância, jamais teria feito a Apple. Bill Gates só assinou contrato com a IBM para fazer o &#8220;DOS&#8221;, porque a esposa do Kindall, dono da Digital Research, a quem foi oferecido o trabalho não pode assinar um contrato de confidencialidade no momento.</p>
<p>Sunji Nishimura, fundador da Jacto S/A, uma empresa gigante de máquinas agrícolas, embalagens plásticas, sistemas de saneamento, equipamentos para academias e até carrinhos elétricos usados nos campos de futebol e golfe, estava presente com uma micro oficinazinha do tipo conserta-se tudo, na cidade de Pompeia, quando um agrônomo de uma empresa química passou e perguntou se ele poderia produzir uma polvilhadeira como aquela que ele havia trazido da Alemanha. E, Nishimura fez.</p>
<p>Antonio Secundino de São José aceitou ser secretário da Agricultura da Paraíba, no período da Segunda Guerra Mundial, fez amizade com Nelson Rockefeller, e fundou a  Agroceres em 1945. Ele também estava lá. Beatles devem suas carreiras a uma jovem anônima que pediu um disco deles numa loja em Liverpool, e o dono da loja se interessou em saber quem eram, Brian Samuel Epstein. Eles estavam lá.</p>
<p>Mas nessas e em todas as histórias, o acaso interfere e sempre vira personagem obrigatório da tal fama e do sucesso. Numa conspiração para matar Hitler, bem antes do final da guerra que terminou por assassinar milhões adicionalmente a partir daquela data, um pé de mesa e meio metro fizeram a diferença para mudar totalmente o destino da bomba que alteraria a história naquela circunstância.</p>
<p>Lula, não fosse seu irmão mudar o texto da carta que seu pai mandava escrever para sua mãe no Nordeste, jamais teria vindo para São Paulo, e o fio de seu destino não teria sido o mesmo. Quer dizer, quando ouço contar e ver as exposições dos casos de sucesso e da fama, fico impressionado com a ausência da necessária humildade. Claro, talento existia, muitas vezes uma assombrosa persistência, porém não fosse a faísca do acaso faiscar exatamente ali, naquele instante com aquela determinada pessoa, por melhor e mais competente que alguém possa ter sido, sua vaga no anonimato dos bilhões de humanos estaria garantida.</p>
<p>O que quero dizer é que um Roberto Carlos iria existir de qualquer forma, independente de ser esse ser humano faiscado pelo instante benfazejo. Um Marx, ou um Freud, ou um Monteiro Lobato, ou quem quer que seja, eles iriam existir de qualquer jeito. A humildade necessária significa saber que muito naturalmente poderia não ter sido você. Você pode e deve estar lá, persistente e presente, mas não se angustie se a faísca do acaso não o transformar no famoso da hora.</p>
<p>Por isso, fama e sucesso são coisas tão importantes que ninguém pode dizer a você o que isso representa exatamente para você. E qual o conselho? Presta atenção, presta atenção. A presença da persistência e a regra da probabilística ajudam, mas não determinam 100%. A lei do acaso, ou do nome que você queira dar, anda por aí, pelas esquinas e pelos cantos das passarelas da fama.</p>
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