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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915</id><updated>2009-10-15T04:17:58.478-03:00</updated><title type="text">Ecologia Digital</title><subtitle type="html">Sobre a promoção e preservação do equilíbrio saudável nas relações interpessoais e institucionais no ambiente digital.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ecodigital.blogspot.com/" /><link rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>184</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><link rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/EcoDigital" type="application/atom+xml" /><feedburner:emailServiceId>EcoDigital</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><feedburner:browserFriendly>This is an XML content feed. It is intended to be viewed in a newsreader or syndicated to another site. Este conteúdo está em XML, formatado para ser visualizado em newsreader ou sindicado para outro site</feedburner:browserFriendly><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-822211268559964964</id><published>2009-08-17T14:13:00.001-03:00</published><updated>2009-08-21T14:21:43.093-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cultura digital" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="global voices" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="política cultural" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="culturadigitalbr" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bridgeblogging" /><title type="text">#culturadigitalbr: Juca Ferreira fala sobre a importância dos blogs para o MinC</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.culturadigital.br/josemurilo/files/2009/08/20090817151846.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 210px; height: 137px;" src="http://www.culturadigital.br/josemurilo/files/2009/08/20090817151846.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;O ‘Fórum da Cultura Digital Brasileira’&lt;/strong&gt; foi lançado no 10º FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, em São Paulo. Na oportunidade, o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, destacou o papel desempenhado pelos blogs na qualificação do debate no processo de consulta pública do projeto de reforma da Lei Rouanet, e reforçou a importância estratégica de um maior aprofundamento no debate sobre a cultura digital, e suas possibilidades de inclusão e aperfeiçoamento da democracia.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.culturadigital.br/josemurilo/files/2009/08/forumculturadigital5-300x224.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 300px; height: 224px;" src="http://www.culturadigital.br/josemurilo/files/2009/08/forumculturadigital5-300x224.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O evento de lançamento do ‘Fórum’ contou uma roda de conversa com cerca de 30 blogueiros no saguão do prédio da Fiesp em São Paulo, acompanhada por mais de 120 internautas em streaming de vídeo com canal de retorno ao vivo. Além do ministro, estavam presentes o Secretário Executivo do Ministério da Cultura,  Alfredo Manevy, o Secretário de Políticas Culturais do Ministério,  José Luiz Herencia, o Coordenador de Cultura Digital do MinC, José Murilo, e Claudio Prado, do Observatório Internacional de Cultura Digital.  (31/07/2009, 02:24PM)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5uAHYyYVldU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5uAHYyYVldU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O site Global Voices, que agrega a opinião das blogosferas locais, dedicou matéria ao lançamento do ‘Fórum’.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;[abaixo, trecho do post '&lt;a title="Link para este post" rel="bookmark" href="http://pt.globalvoicesonline.org/2009/08/14/brasil-o-forum-da-cultura-digital-brasileira-e-a-blogosfera/"&gt;Brasil: O Fórum da Cultura Digital Brasileira e a blogosfera&lt;/a&gt;']&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Essa iniciativa foi muito bem aceita pelos blogueiros e usuários do Twitter que pensam ter o governo finalmente realizado um esforço para alcançar as pessoas e incluí-las na criação de políticas públicas através da Internet, uma ferramenta de comunicação direta e sem burocracia. A rede foi inicialmente limitada a 300 usuários, mas após seu lançamento foi aberta a qualquer pessoa que se interesse pelo #culturadigitalbr, como tem sido referenciado no Twitter.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ladybugbrazil.com/"&gt;Lady Bug Brasil&lt;/a&gt; foi convidada para o evento de lançamento. Ela &lt;a href="http://www.ladybugbrazil.com/2009/07/29/forum-de-cultura-digital-brasileira/"&gt;comentou em seu blog&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Em tempos de luta, censura e políticas públicas que precisam de retoques, é um alívio saber que há esperança e iniciativas democráticas que abrem espaço para as muitas vozes que habitam a rede.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Gilberto Jr&lt;/em&gt; do blog &lt;em&gt;&lt;a href="http://startupi.com.br/"&gt;startupi&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;também foi convidado para a abertura do Fórum, e postou  as &lt;a href="http://startupi.com.br/2009/culturadigitalbr-governo-lanca-rede-social-para-cidadao-sugerir-politica-publica/"&gt;suas considerações&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Já é altamente louvável o “simples” fato de o governo federal iniciar um movimento de abrir discussões com a comunidade, usando a web como base para estimular e mapear conversações num tipo de democracia digital (não apenas da informática, mas do Brasil).&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Filipe Saraiva&lt;/em&gt; do blog &lt;em&gt;&lt;a href="http://liberdadenafronteira.blogspot.com/"&gt;Liberdade na Fronteira&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; reflete sobre este caso. Ele parabeniza a atitude do governo &lt;a href="http://liberdadenafronteira.blogspot.com/2009/07/forum-da-cultura-digital-brasileira.html"&gt;e diz&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Penso ser uma iniciativa bastante louvável por parte do governo. Em tempos de repressão ao compartilhamento na rede, vistos nos recentes casos do julgamento do The Pirate Bay ou no Projeto de Lei Azeredo, fomentar um espaço de discussão pública sobre um tema ainda bastante controverso mostra disposição e abertura para novas práticas e idéias que surgem no ciberespaço.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://twitter.com/raquelcamargo"&gt;@raquelcamargo&lt;/a&gt; evidenciou, através do Twitter,  um possível problema no Fórum. Ela &lt;a href="http://twitter.com/raquelcamargo/statuses/3113094277"&gt;afirma&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;As discussões no Fórum da Cultura Digital acabam rápido, sempre com poucas mensagens.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Destaco também o ótimo post de Ana Soul, ‘ &lt;a title="Permanent Link: Os blogueiros e o ministro – notas sobre a roda de conversa em torno da #culturadigitalbr" rel="bookmark" href="http://aunidademovel.wordpress.com/2009/08/03/os-blogueiros-e-o-ministro-notas-sobre-a-roda-de-conversa-em-torno-da-culturadigitalbr/"&gt;Os blogueiros e o ministro – notas sobre a roda de conversa em torno da #culturadigitalbr&lt;/a&gt;, que traz destaques interessantes das falas dos representantes do MinC, como o comentário do ministro sobre a importância do debate sobre a comunicação no país.&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;“A sociedade brasileira já se acostumou com um padrão de comunicação, que moldou a cultura brasileira a tal ponto que os horários das pessoas são regulados pelos programas que são oferecidos há décadas. O monopólio da comunicação é um escândalo, do ponto de vista de pluraridade. Talvez a grande tarefa social dos blogs e redes sociais seja abrir uma brecha no monopólio de comunicação no Brasil”.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Agradecemos aos blogueiros pela participação. Que possamos seguir aperfeiçoando nossas instâncias de conversa.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-822211268559964964?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/822211268559964964/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=822211268559964964&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/822211268559964964" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/822211268559964964" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/w0ibEuyicDA/culturadigitalbr-juca-ferreira-fala.html" title="#culturadigitalbr: Juca Ferreira fala sobre a importância dos blogs para o MinC" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2009/08/culturadigitalbr-juca-ferreira-fala.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-7181215895126551955</id><published>2009-06-30T16:11:00.007-03:00</published><updated>2009-06-30T16:32:40.810-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="openness" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="yochai benkler" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="open video" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="culturadigitalbr" /><title type="text">Yochai Benkler na Open Video Conference em NY - Imperdível</title><content type="html">&lt;img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNDYzODY4OTI*NjAmcHQ9MTI*NjM4OTA3ODIyOSZwPTE5ODY4MSZkPTFpODNwcXZrdjQmZz*yJnQ9Jm89YTZkYTM5NDVkZTgzNDc1ZTlhMjI4NTE4YjIwYmIxMWYmb2Y9MA==.gif" border="0" width="0" height="0" /&gt;&lt;object align="center" name="kaltura_player_1246386936" id="kaltura_player_1246386936" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allownetworking="all" allowfullscreen="true" data="http://www.kaltura.com/index.php/kwidget/wid/9oz4klbjpk/uiconf_id/1000678" width="510" height="400"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="allowNetworking" value="all"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#000000"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.kaltura.com/index.php/kwidget/wid/9oz4klbjpk/uiconf_id/1000678"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="flashVars" value=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://corp.kaltura.com/"&gt;video platform&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://corp.kaltura.com/technology/video_management"&gt;video management&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://corp.kaltura.com/solutions/overview"&gt;video solutions&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://corp.kaltura.com/technology/video_player"&gt;free video player&lt;/a&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O video na web não pode se tornar uma simples 'TV na Internet', ou um super sistema de vídeo on-demand.  Para que o potencial da linguagem audiovisual possa se realizar plenamente, o video online tem que se transformar em uma mídia dinâmica, que convida os usuários a realizar recortes, arquivamentos, remixes, colagens, reedições, paródias e outros processos de transformação que hoje são inibidos por marcos regulatórios ou pela ausência de ferramentas apropriadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como mídia, o video online será mais poderoso quando se tornar fluido, como uma conversa. Assim como o restante da Internet, o video online tem que ser implementado para encorajar a participação, e não o consumo passivo. É crucial que o video online seja apoiado por uma sólida fundamentação baseada em tecnologias e padrões abertos."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-7181215895126551955?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/7181215895126551955/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=7181215895126551955&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7181215895126551955" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7181215895126551955" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/HEMWxfqc8JE/yochai-benkler-na-open-video-conference.html" title="Yochai Benkler na Open Video Conference em NY - Imperdível" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2009/06/yochai-benkler-na-open-video-conference.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-7073982265848565715</id><published>2009-04-28T16:29:00.005-03:00</published><updated>2009-04-28T16:42:13.077-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="video" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="evento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="open video" /><title type="text">O que é 'Open Video'?</title><content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;iframe src="http://dotsub.com/media/a9ab5204-e948-4232-97f6-7a4bc396d979/e/l/por_br" width="480" frameborder="0" height="392"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;'Open video' é mais do que apenas codecs abertos (livres). Estamos falando de um crescente movimento de transparência, interoperabilidade e maior descentralização no contexto de criação, produção e distribuição do audiovisual na rede. Estes princípios e conceitos oferecem um ambiente mais fértil para os produtores independentes e viabiliza processos inovadores emergentes, além de conferir maior proteção à liberdade de expressão on-line. A conferência irá apresentar interessantes produções culturais, palestras inspiradoras, e demos tecnológicos de última geração.&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://openvideoconference.org/"&gt;Open Video Converence - New York - June 19-20&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-7073982265848565715?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/7073982265848565715/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=7073982265848565715&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7073982265848565715" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7073982265848565715" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/5rOi_Hz6-CQ/o-que-e-open-video.html" title="O que é 'Open Video'?" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2009/04/o-que-e-open-video.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-7032297719230988742</id><published>2009-04-18T16:21:00.000-03:00</published><updated>2009-04-28T16:28:28.026-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crowdsourcing" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="obama" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="participação remota" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="redes sociais" /><title type="text">Rede debate ‘gafe’ de Obama em sua primeira rodada de crowdsourcing</title><content type="html">&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=KtBl0KNKha4"&gt;&lt;img src="http://www.trezentos.blog.br/wp-content/uploads/cm_capture_1.png" align="left" height="183" hspace="10" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;via &lt;a href="http://ecognitiva.blogspot.com/2009/04/usuario-de-canabis-saindo-do-armario.html"&gt;Ecognitiva&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e publicado originalmente &lt;a href="http://www.trezentos.blog.br/?p=821"&gt;no Trezentos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;No primeiro encontro&lt;/strong&gt; direto e oficial de Barack Obama com o público da Internet após eleito, evento que ele chamou de ‘&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=YPPT9pWhivM"&gt;&lt;span&gt;online town hall&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;‘, cerca de 93 mil pessoas submeteram 105 mil perguntas sobre o tema da vez: a economia. Para selecionar as questões a serem respondidas pelo presidente, o &lt;a href="http://www.whitehouse.gov/openforquestions/"&gt;site do evento&lt;/a&gt; recebeu mais de 3.6 milhões de votos, e &lt;a href="http://www.mercurynews.com/breakingnews/ci_12004274?nclick_check=1"&gt;grande parte destes votos&lt;/a&gt; estavam relacionados à legalização da canabis.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A questão formatada para ser respondida por Obama no tema foi se a legalização da canabis poderia se tornar um &lt;a href="http://www.time.com/time/nation/article/0,8599,1884956,00.html"&gt;elemento de auxílio na recuperação da economia&lt;/a&gt; do país. Não passou desapercebido na rede o comentário inadequado do presidente, que com um sorriso irônico disse não saber ‘&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=KtBl0KNKha4"&gt;o que a pergunta poderia revelar sobre a audiência online&lt;/a&gt;‘. A gracinha provocou risos contidos no público presente (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=KtBl0KNKha4"&gt;veja vídeo&lt;/a&gt;), e na sequência Obama foi categórico ao dizer que não acredita ser a legalização da canabis uma boa estratégia para a recuperação da economia norte-americana.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A postura irônica de Obama frente à surpreendente mobilização dos ativistas da legalização da canabis logo no seu primeiro experimento de diálogo aberto na rede gerou reações interessantes na mídia e nos blogs. Alguns chegaram a indicar uma ‘captura indevida’ do processo colaborativo pelos grupos anti-proibicionistas, mas vozes influentes da web como Andrew Sullivan, do ‘&lt;a href="http://andrewsullivan.theatlantic.com/the_daily_dish/"&gt;Daily Dish&lt;/a&gt;‘, &lt;a href="http://andrewsullivan.theatlantic.com/the_daily_dish/2009/03/obamas-pathetic.html"&gt;criticaram o presidente&lt;/a&gt; por tratar o tema da proibição como se uma brincadeira fosse.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um artigo na revista Time (”&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.time.com/time/nation/article/0,8599,1889021,00.html"&gt;Why Legalizing Marijuana Makes Sense&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;“) chama a atenção para o fato de Obama ter alimentado, com sua ironia, a hipocrisia que domina o debate.  O sentimento geral é de que foi desperdiçada uma boa oportunidade de dialogar criativamente sobre uma política pública que precisa ser reformulada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Jeff Howe, da ‘&lt;em&gt;Wired&lt;/em&gt;‘, destacou em post (’&lt;em&gt;&lt;a href="http://crowdsourcing.typepad.com/cs/2009/04/crowdsourcing-and-the-president-a-failed-marriage.html"&gt;Crowdsourcing and the President: A Failed Marriage?&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;‘) a reverberação negativa do ocorrido na rede, e chamou a atenção para a inadequação do modelo de interatividade proposto (’&lt;a href="http://ideajam.net/"&gt;&lt;em&gt;idea jam&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;‘) para esta primeira experiência. Segundo ele, ‘&lt;em&gt;idea jams&lt;/em&gt;‘ são realizadas para prospectar questões (idéias, soluções) marginais ou periféricas, que então são tornadas visíveis e dessa forma discutidas e processadas pela rede.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Trata-se de uma estratégia utilizada por empresas, e um caso lembrado foi o ‘&lt;a href="http://www.ideastorm.com/"&gt;&lt;em&gt;Idea Storm&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;‘ da Dell, que em suas primeiras edições foi devidamente ‘capturado’ pela comunidade open source que sugeria (insistia) no lançamento de uma linha de computadores com Linux. Howe conta que estes ‘hackers’ foram à princípio tratados com desdém pela empresa, mas hoje a Dell produz um linha de máquinas Linux com destaque no mercado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que parece ter faltado a Obama é capacidade de processar devidamente as revelações de sua primeira rodada de ‘&lt;em&gt;crowdsourcing&lt;/em&gt;‘. Se a idéia era apenas permitir a livre expressão dos cidadãos, então ok. Mas se a proposta é envolver este público em um debate nacional, que possa influenciar na formulação de políticas públicas, o presidente terá que evoluir bastante em seu entendimento de como o conhecimento, as opiniões, e a sabedoria popular podem ser coletadas na rede. Deveria, por exemplo, reativar a possibilidade dos usuários comentarem as idéias dos outros, recurso fundamental do modelo de ‘&lt;em&gt;Idea Jam&lt;/em&gt;‘.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para o movimento anti-proibicionista, fica a impressão de que presidentes investidos em seus mandatos parecem responder a motivações superiores quando o tema é a legalização das drogas. Neste sentido, o Aaron Houston, do Marihuana Policy Project (MPP), mandou bem (veja &lt;a rel="nofollow" href="http://www.youtube.com/watch?v=rV6lmnxm9mI"&gt;vídeo&lt;/a&gt;) ao declarar que os bilhões de dólares que circulam no tráfico da canabis estão diretamente ligados à ’surdez’ das autoridades constituídas frente às demandas pela legalização.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A realidade tem demonstrado que presidentes nunca são favoráveis a uma mudança na leis que criminalizam usuários de drogas durante seus mandatos. Mesmo aqueles que fumaram e tragaram (ou não), e ainda outros que se mostraram favoráveis à legalização &lt;a href="http://www.psicotropicus.org/carta-publica-a-kofi-annan-por-ocasiao-da-ungass-1998_294"&gt;enquanto candidatos&lt;/a&gt;. De fato, aqui na América Latina, a onda é &lt;a href="http://online.wsj.com/article/SB123535114271444981.html"&gt;ex-presidente&lt;/a&gt; vir à público para se manifestar sobre a óbvia necessidade de mudança na abordagem do tema.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-7032297719230988742?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/7032297719230988742/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=7032297719230988742&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7032297719230988742" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7032297719230988742" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/riXCCGhtDfw/rede-debate-gafe-de-obama-em-sua.html" title="Rede debate ‘gafe’ de Obama em sua primeira rodada de crowdsourcing" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2009/04/rede-debate-gafe-de-obama-em-sua.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-1856354131442689716</id><published>2009-01-19T14:59:00.005-02:00</published><updated>2009-01-19T16:00:27.313-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="livro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mídia social" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="redes sociais" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="clay shirky" /><title type="text">Clay Shirky acertou na mosca: "Aí Vem Todo Mundo!!"</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://thezimmermannnote.com/wp-content/uploads/2008/05/here_comes_everybody.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 300px; height: 450px;" src="http://thezimmermannnote.com/wp-content/uploads/2008/05/here_comes_everybody.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dos livros que consegui ler&lt;/span&gt; durante as férias, o "&lt;a href="http://www.herecomeseverybody.org/"&gt;Here Comes Everybody&lt;/a&gt;" do Clay Shirky ganhou destaque. Não porque ele esteja falando algo de novo para a turma que acompanha de perto os desenvolvimentos da '&lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/cultura-digital-3/"&gt;cultura digital&lt;/a&gt;', e sim porque os argumentos que ilustram as descrições das transformações no livro são extremamente criativos e efetivos. Como bem &lt;a href="http://www.boingboing.net/2008/02/28/clay-shirkys-masterp.html"&gt;dito pelo Cory Doctorow&lt;/a&gt;,  o Clay é um daqueles caras capazes de cristalizar idéias ainda não totalmente formuladas transformando-as em imagens marcantes, daquelas que nos fazem pensar: 'sim, claro, é assim que funciona!'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O subtítulo do livro, 'O poder de organizar sem organizações', remete ao conceito que está subjacente à reflexão que proponho como central aqui no EcoDigital desde o seu lançamento em 2002: 'sobre a promoção e preservação do equilíbrio saudável nas relações entre indivíduos e instituições no ambiente digital'. O grande plus do livro é a clareza na exposição do raciocínio e a extrema felicidade na seleção e apresentação dos exemplos que ilustram as argumentações. De fato, a rede deu uma nivelada geral (democratizou?) nas capacidades de expressão de diferentes vozes, borrando consideravelmente a distinção marcante que havia entre pessoas e instituições no que diz respeito à participação direta no cenário da comunicação e da cultura na era da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dos meus capítulos favoritos ('&lt;span style="font-style: italic;"&gt;3 - Everyone is a media outlet&lt;/span&gt;'), o autor acerta em cheio na argumentação sobre a premissa de que as possibilidades trazidas pela rede irão fatalmente gerar o colapso de algumas estruturas sociais criadas com base em limitações tecnológicas. Shirky compara a turbulência que observamos hoje no cenário da mídia com a forma como a invenção da imprensa impactou a classe social dos escribas -- grupo extremamente poderoso durante todo o período da idade média. A ilustração é eficaz em transmitir a mensagem, e sugere que todos os setores associados com o controle dos meios de produção de mídia tendem ao mesmo destino reservado aos escribas de então, que em pouco tempo viram seu valioso expertise de ler e escrever tornar-se irrelevante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugiro a leitura do livro a todos os interessados, mas para quem quer dar uma sacada no cara e no discurso do cara, segue abaixo um vídeo que achei no &lt;a href="http://dotsub.com/"&gt;dotsub&lt;/a&gt; e traduzi para o português. Vale reservar 3 minutinhos para ver qual é...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://dotsub.com/media/589ff77b-2c26-4c98-a25f-4650b0b3e12e/e/l/por_br" frameborder="0" height="392" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-1856354131442689716?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/1856354131442689716/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=1856354131442689716&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/1856354131442689716" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/1856354131442689716" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/1obmHGCTuHo/clay-shirky-acertou-na-mosca-vem-todo.html" title="Clay Shirky acertou na mosca: &quot;Aí Vem Todo Mundo!!&quot;" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2009/01/clay-shirky-acertou-na-mosca-vem-todo.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-8484419363845933551</id><published>2009-01-13T23:26:00.003-02:00</published><updated>2009-01-14T00:39:17.529-02:00</updated><title type="text">Participação no IGF em Hyderabad, India</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://docs.google.com/File?id=ajg8x8ckvqvh_361hs3r3hg4_b"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 300px; height: 148px;" src="http://docs.google.com/File?id=ajg8x8ckvqvh_361hs3r3hg4_b" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Com algum atraso&lt;/span&gt; publico texto e slides da apresentação que fiz no dia 05/12 na sessão da Coalizão Dinâmica de Acesso ao Conhecimento (A2K), representando o Ministério da Cultura, por ocasião da 3a. edição do &lt;a href="http://www.intgovforum.org/"&gt;Internet Governance Forum (IGF)&lt;/a&gt;, em Hyderabad na India.&lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outras informações sobre a participação brasileira no IGF em Hyderabad estão disponíveis em: &lt;a href="http://blogs.cultura.gov.br/igf/" target="_blank"&gt;http://blogs.cultura.gov.br/igf/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tem também alguns vídeos que &lt;a href="http://www.youtube.com/josemurilo"&gt;publiquei no YouTube&lt;/a&gt; documentando a viagem e a passagem por Dubai. :-)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cultura Digital Brasileira&lt;/strong&gt; - Ministério da Cultura&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Um caso de exercício público da cultura como instrumento para a progressiva mudança na sociedade global em rede&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blogs.cultura.gov.br/igf/files/2008/12/cm-capture-4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 100px;" src="http://blogs.cultura.gov.br/igf/files/2008/12/cm-capture-4.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cultura Digital é um termo que surgiu a partir da passagem do Sr. Gilberto Gil como Ministro da Cultura brasileiro. Ele gerou sensação na mídia brasileira invocando-se um “ministro hacker”, no sentido de estudar os mecanismos de governo a fim de operá-los de acordo com uma dinâmica nova, mais sintonizada com os tempos atuais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blogs.cultura.gov.br/igf/files/2008/12/cm-capture-6-150x150.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 150px; height: 150px;" src="http://blogs.cultura.gov.br/igf/files/2008/12/cm-capture-6-150x150.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Suas reflexões sobre a utilização das novas possibilidades radicais oferecidas pela Internet foram rapidamente traduzidas em ações concretas através do programa “Pontos de Cultura”. A idéia do programa foi capacitar os grupos ou iniciativas culturais para digitalizar os seus conteúdos através de programas em software livre para edição de áudio e vídeo, e também fomentar o intercâmbio dos conteúdos na rede de pontos de cultura. O programa também incentiva o uso de licenças alternativas como o Creative Commons e Copyleft, permitindo que o remix e a colaboração aberta sobre o conteúdo com os outros Pontos e toda a sociedade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pontos de Cultura: Abertura (Openness) sobre produção cultural&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blogs.cultura.gov.br/igf/files/2008/12/cm-capture-7-150x150.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 150px; height: 150px;" src="http://blogs.cultura.gov.br/igf/files/2008/12/cm-capture-7-150x150.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O sucesso do programa Pontos de Cultura no sentido de facilitar a compreensão da nova dinâmica cultural oferecida pela rede mundial foi uma importante contribuição para as políticas e ações do ministério a partir de então. Tornou-se claro que uma importante e poderosa funcionalidade do ambiente de rede é justamente a possibilidade de colaboração aberta. Nesse modelo, as ideias são publicadas muito mais cedo e menos acabadas, e por isso outros têm a possibilidade de acessar e participar de outros desenvolvimentos em suas próprias maneiras.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Num certo sentido, estamos a falar do mesmo princípio “libere logo [os resultados do trabalho] e libere com freqüência” (release early, release often), que está presente em todos os movimentos derivados do open source. Mas o verdadeiro hack proposto por Gil foi introduzir estes conceitos em políticas públicas e programas, depois de devidamente traduzido em perspectivas culturais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span id="more-94"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Políticas públicas ‘open source’&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blogs.cultura.gov.br/igf/files/2008/12/cm-capture-8-150x150.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 150px; height: 150px;" src="http://blogs.cultura.gov.br/igf/files/2008/12/cm-capture-8-150x150.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Outro elemento importante é o desenvolvimento de uma “cultura de uso” da internet pelo governo. Aqui estamos falando de explorar o pleno uso das possibilidades interactivas para fomentar a colaboração e participação dos cidadãos no desenvolvimento de políticas públicas. Esta visão impacta em uma maneira radical os padrões de comunicação entre governos e cidadãos, que pode agora se transformar em uma conversa em tempo real.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esta perspectiva é demonstrada na execução do website institucional do Ministério da Cultura brasileiro, que é desenvolvido como um agregador de blogs. A idéia é usar os blogs, para facilitar a compreensão dos agentes públicos sobre a forma de participar em um fluxo livre de conversa com seu público, bem como explorar as funcionalidades da web 2.0 que encorajam colaboração participativa. Também neste caso, o princípio da “libere logo, libere com frequência” trata de ação, mas agora em termos do desenvolvimento de políticas públicas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apresentação dos Blogs do MinC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.cultura.gov.br/igf/"&gt;&lt;img src="http://docs.google.com/File?id=ajg8x8ckvqvh_363hmwpgnfj_b" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" &gt;Blog do IGF - delegados brasileiros relatam sobre sua participação na 3 ª edição do IGF, em Hyderabad&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/"&gt;&lt;img src="http://docs.google.com/File?id=ajg8x8ckvqvh_364gmqp4zdr_b" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" &gt;Lei Rouanet Reforma Blog - Debater sobre as Alterações na Lei Nacional de Incentivo Cultural&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cultura.gov.br/blogs/direito_autoral/"&gt;&lt;img src="http://docs.google.com/File?id=ajg8x8ckvqvh_365wj856pfx_b" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" &gt;Blog do Fórum Nacional sobre Direitos Autorais - Segurando o debate para a evolução dos quadros jurídicos da Propriedade Intelectual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Participação Remota no IGF-Rio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É importante também mencionar que o Ministério da Cultura empreendeu esforço para proporcionar ferramentas interativas e eventos de fomento à participação remota na edição 2007 da IGF, no Rio de Janeiro. Foi oferecido apoio técnico para o Secretariado do IGF a fim de estabelecer canais interativos para as discussões e, em uma tentativa de trazer novos públicos para o debate sobre a governação da Internet, foi produzido um espaço alternativo IGF no centro da cidade, em um local popular conhecido como “Circo Voador” (Flying Circus).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blogs.cultura.gov.br/igf/files/2008/12/cm-capture-9-150x150.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 150px; height: 150px;" src="http://blogs.cultura.gov.br/igf/files/2008/12/cm-capture-9-150x150.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A idéia era reunir artistas, políticos, e todas as pessoas interessadas em conhcer mais sobre governança da Internet desde uma perspectiva cultural, e permitir-lhes a oportunidade de participar no processo. Embora não tenha funcionado como planejado, estamos felizes em ver que um modelo semelhante está a funcionar bem aqui, em Hyderabad, e ficamos especialmente orgulhosos que brasileiros estejam novamente patrocinando a iniciativa de transformar o IGF em um debate mais abrangente sobre a governança global dos recursos da rede.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desenvolvendo a Participação no Uso Público da Rede Global&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em um discurso feito alguns dias antes de deixar o ministério, Gilberto Gil afirmou que as iniciativas de Cultura Digital apresentam um dispositivo revolucionário interno, e são capazes de desempenhar um papel fundamental em sacudir inércia da política tradicional, que tem excluído grande parte da sociedade da vida pública.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ele falou sobre um agitação emergente que começa a acontecer em todo lugar, que ele considera como um sinal muito positivo de surgimento de um movimento político não-governamental que ele considera ser uma consequência directa da evolução de forças culturais e contra-culturais que têm vindo a aumentar sua capacidade de influenciar políticas públicas. Ele falou sobre “Peer-Acy”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;(Sendo músico e ex-ministro, Gil é, de fato, um poeta. Ele gosta de brincar com as palavras, seus sons e significados. Embora o conceito “peer-acy” leve muitos a lembrar de ‘piracy’ (pirataria), é muito possível que esta formulação indica que Gil estava pensando em ‘hackear a democracia’ (hacking democracy).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O importante a sublinhar aqui é que o exercício de explorar o uso de possibilidades avançadas de rede ensina os governos sobre o valor do livre e aberto acesso ao conhecimento. Tal como qualquer outro “usuário”, a máquina estatal deve criar uma ‘cultura de uso’ da Internet. Esta deve ser a melhor forma de envolver governos na promoção da agenda A2K (Acesso ao Conhecimento), e fazê-los compreender realmente o precioso valor de manter a Internet livre, aberta e neutra.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Obrigado!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;img src="http://docs.google.com/File?id=ajg8x8ckvqvh_366fxqz7ncr_b" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="nfakPe"&gt;2K&lt;/span&gt;@IGF Dynamic Coalition Session&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div&gt;Date:&lt;span&gt; &lt;/span&gt;5 December 2008 (Friday)&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Time: 16:00 – 17:30&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Location: Room 4, Hyderabad International Conference Center (HICC)&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Panel Session Title:&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Access to Knowledge and Freedom of Expression Policies for the Development of a Global Information Economy”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Moderator:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Ms. Lea SHAVER&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Yale Law School Information Society Project&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Panel Speakers:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ms. Geidy Lung, Senior Legal Adviser in the Copyright Law Division&lt;br /&gt;World Intellectual Property Organization (WIPO), Director&lt;br /&gt;Presentation Topic: WIPO Development Agenda progress update&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ms. Gitanjli DUGGAL&lt;br /&gt;Google India, Attorney&lt;br /&gt;Presentation Topic: Role of limitations and exceptions to exclusive rights in information economy&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Mr. Bassem AWAD&lt;br /&gt;African Copyright and Access to Knowledge (ACA2K) Project&lt;br /&gt;Chief Judge, Egyptian Ministry of Justice&lt;br /&gt;Presentation Topic: A2K Initiatives in Africa (lessons learned)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Mr. Eddan KATZ&lt;br /&gt;Electronic Frontier Foundation, International Affairs Director&lt;br /&gt;Presentation Topic: Threat to IPR Multilateralism Norm-Setting from the Anti-Counterfeiting Trade Agreement (ACTA)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Mr. Jose MURILO&lt;br /&gt;Brazilian Ministry of Culture, Advisor&lt;br /&gt;Presentation Topic: The Brazilian Digital Culture Experience &amp;amp; Democratizing Knowledge&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Mr. Stuart HAMILTON&lt;br /&gt;International Federation of Library Associations and Institutions (IFLA), Senior Policy Advisor&lt;br /&gt;Presentation Topic:  Needs of libraries in an electronic information society&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Outras informações sobre a participação brasileira no IGF em Hyderabad estão disponíveis em: &lt;a href="http://blogs.cultura.gov.br/igf/" target="_blank"&gt;http://blogs.cultura.gov.br/igf/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-8484419363845933551?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/8484419363845933551/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=8484419363845933551&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/8484419363845933551" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/8484419363845933551" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/XJ-S1mcoIno/participao-no-igf-em-hyderabad-india.html" title="Participação no IGF em Hyderabad, India" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2009/01/participao-no-igf-em-hyderabad-india.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-3559806171224695209</id><published>2009-01-09T20:31:00.008-02:00</published><updated>2009-01-11T00:39:28.768-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="copyright" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="política cultural" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bibliotecas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito autoral" /><title type="text">Em busca de uma nova política cultural para o digital</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.thepublicdomain.org/"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 208px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SWfSLzYgWaI/AAAAAAAABp4/tc00OaWxbxU/s320/publicdomaincover1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5289427387583322530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com as férias, surge o tempo para livros... e traduções. O &lt;a href="http://www.thepublicdomain.org/"&gt;último livro do Boyle&lt;/a&gt; (o pai da Ecologia Digital) é absolutamente 'necessário'. E o &lt;a href="http://www.ft.com/cms/s/0/c36c21c6-c534-11dd-b516-000077b07658.html"&gt;artigo&lt;/a&gt; publicado mês passado no Financial Times, provocador. Segue a tradução livre abaixo, como alimento para o pensamento neste ano em que nos preparamos para 'fazer a diferença'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Queimando livros, legalmente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por James Boyle&lt;br /&gt;Publicado no Financial Times em 8 dez. 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa noite eu estava pesquisando o catálogo online da &lt;a href="http://www.loc.gov/index.html"&gt;Library of Congress&lt;/a&gt; (Biblioteca do Congresso dos EUA), buscando um livro de mais de 70 anos sobre política e mercado, quando meu filho se aproximou para observar. Ele tinha 8 anos de idade na época, mas cresceu como uma criança da era da Internet. Ele perguntou o que eu estava fazendo e então expliquei que eu estava pesquisando sobre o livro de modo que eu pudesse encontrá-lo na biblioteca de minha universidade. "Por que você não pode lê-lo on-line?" Disse ele, chegando por cima do meu ombro e dando um duplo clique no título. Fez careta quando o link o levou apenas à outra página de informação sobre o livro. "Como é que você começa a ler o livro real?" Sorri ante seu pressuposto de que todas as obras de literatura estavam não apenas na Biblioteca do Congresso, mas disponibilizadas na net: disponíveis para qualquer pessoa com uma conexão à Internet em qualquer lugar do mudo. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Imagine o significado disso! Imagine o pequeno sublinhado azul sob cada título levando à íntegra do livro. Para meu filho isto faria perfeito sentido. O título do livro no catálogo e quando você clica no link, certamente estaria pronto para começar a lê-lo. Isso é o que ele aprendeu em sua experiência de clicar links. Porque não aqui? Era um velho livro, afinal, há muito sem qualquer chance de ser reeditado. Imagine ser capaz de ler os livros, ouvir a música, assistir os filmes - ou pelo menos a produção comercialmente indisponível que a Biblioteca decidisse que valia à pena digitalizar. Evidentemente esse é o tipo de coisa que a lei, em sua pujança, proíbe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei explicar isso. Eu mostrei a ele que havia algumas obras que podiam ser vistas online. Eu levei ele à seção de fotografias, para mostrar-lhe a riqueza histórica das imagens, mas ao invés disso me perdi na longa lista de restrições legais sobre as imagens, de tal forma que em muitos casos, somente pequenos e indistintos thumbnails eram mostrados àqueles que pesquisavam de fora da Biblioteca. Tudo por causa de "potenciais considerações legais". O mesmo aconteceu com as canções folclóricas dos anos 20, e também com as primeiras experiências filmográficas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte do material disponível on-line vem de tempo longínquo, antigo o bastante para estar livre das restrições de acesso estabelecidas na lei. Mas, na medida em que o direito exclusivo dura 70 anos após a morte do autor, (95 anos caso a obra tenha sido contratada comercialmente), tal período pode significar muito, muito tempo mesmo. Tempo suficiente, de fato, para manter inacessível quase toda a história do cinema. Tempo suficiente para bloquear quase a totalidade da cultura do século 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não seria exatamente isto que a lei de direito autoral deveria fazer? Garantir o direito de restringir o acesso, de modo a permitir que autores possam cobrar pelo privilégio de sua concessão? Sim, de fato. O objetivo do sistema deveria ser o de prover o monopólio somente durante o tempo necessário para fornecer um incentivo à criação, e depois deixar a obra cair em domínio público, onde todos nós poderíamos então usá-lo, transformá-lo, construir sobre ele, republicá-lo como desejássemos. Na maioria dos casos, todo o dinheiro recuperado pelos proprietários em uma obra específica é realizado com apenas cinco ou 10 anos de direitos exclusivos. O restante do prazo é de muito pouca utilidade, exceto como uma espécie de bilhete de loteria, no caso da obra se revelar uma entre um milhão, e se estabelecer como favorita perene. O vencedor da loteria, dentre o milhão de outros autores, irá obviamente se beneficiar com  o seu bilhete premiado. E se o bilhete em última instância é "grátis", quem não iria aceitar? Mas o 'bilhete' não sai de graça para o público. Eles se acostumaram a pagar preços altos pelas obras que continuam a ser exploradas comercialmente e, freqüentemente, pagam também o preço de indisponibilidade no caso das obras que não o são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos em um caso de favorito perene; Harry Potter, por exemplo. Muito tempo depois de J.K. Rowling já ter virado poeira, vamos todos estar proibidos de criar trabalhos derivados ou publicar edições baratas, ou simplesmente reproduzi-lo por prazer. Eu sou um grande admirador do trabalho da Sra. Rowling, mas o meu palpite é que pouco incentivo adicional foi fornecido pelo fato de que o seu direito exclusivo de autor irá se extender por 70, ao invés de apenas 50 anos após sua morte. Alguns custos consideráveis são impostos aqui, em troca de uma pequena vantagem. E os altos custos recaem ainda mais fortemente em todas as outras obras, que não estão disponíveis em nenhuma parte, ou apenas em algumas pilhas de livros abandonados em alguma biblioteca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, existem algumas obras que ainda estão sendo exploradas comercialmente muito tempo após a sua publicação. É óbvio que os proprietários destas obras não gostariam de vê-los disponíveis gratuitamente on-line, mas mesmo para estas obras o direito exclusivo irá expirar eventualmente. Seria importante lembrar que no acervo da Biblioteca do Congresso (Library of Congress), ou no da British Library, existe um vasto e maravilhoso bolo de músicas e imagens e filmes e livros e revistas e jornais. Deve haver talvez um punhado de obras a partir das quais alguém ainda está a fazer algum dinheiro, e a grande maioria destas obras foram produzidas nos últimos  10 anos. Se pesquisamos as produzidas 20 anos atrás, talvez uma ou outra ainda demonstre algum valor comercial. Cinquenta anos? Já fica mais difícil de achar qualquer uma. Nós restringimos o acesso a todo o bolo, a fim de dar aos proprietários destas exceções suas devidas recompensas. Mas não podemos esquecer que este bolo significa quase a totalidade da cultura do século 20, e estamos a restringir o acesso a ele quando quase tudo poderia estar disponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você não conhece muito sobre direito autoral, você pode pensar que estou exagerando. Afinal, se ninguém tem qualquer interesse financeiro na execução das obras ou nós não sabemos quem é o proprietário dos direitos autorais, certamente a biblioteca seria livre para disponibilizar essas obras on-line. Não se aplicaria a máxima "se não há prejuizo, não há falta" ('no harm, no foul') no mundo dos direitos autorais? Em uma palavra, não. O direito autoral é o que os advogados chamam um "regime de responsabilidade estrito" (“strict liability system”). Na medida em que é tão difícil saber exatamente quem é o proprietário dos direitos autorais (ou copyright) da obra, muitas bibliotecas simplesmente não irão reproduzir o conteúdo ou disponibilizá-lo on-line até que possam ter certeza de que o direito do autor tenha expirado - o que pode significar esperar por mais de um século. Eles não podem se dar ao luxo de assumir o risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está errado com este cenário? O direito autoral tem feito o seu trabalho incentivando a criação da obra. Mas agora atua como obstáculo, restringindo o acesso ao conteúdo àqueles que têm o tempo e os recursos para debruçarem-se sobre as pilhas de arquivos da nação. E o que nós estamos pensando em fazer? Estender os direitos de autor novamente?  Pelo menos estes são os planos da União Europeia, que está propondo a prorrogação do prazo de proteção do autor para o caso de gravações de som. A marcha de extensão retroativa continua, e cada extensão é tão destrutiva a uma faixa cronológica de nossa herança cultural, que é como se estivéssemos queimando todas estas pilhas de conteúdo entesourado. Isto não é uma política cultural. Trata-se de uma anti-política cultural, da qual precisamos nos livrar o quanto antes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-3559806171224695209?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/3559806171224695209/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=3559806171224695209&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/3559806171224695209" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/3559806171224695209" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/hdWi-7r9o-k/em-busca-de-uma-nova-poltica-cultural.html" title="Em busca de uma nova política cultural para o digital" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SWfSLzYgWaI/AAAAAAAABp4/tc00OaWxbxU/s72-c/publicdomaincover1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2009/01/em-busca-de-uma-nova-poltica-cultural.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-8167338322854038813</id><published>2008-12-02T20:48:00.007-02:00</published><updated>2009-03-23T11:14:36.750-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="wordpress" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cms" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apresentação" /><title type="text">Falando de WordPress no Debate dos CMSs Livres</title><content type="html">&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_811001"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/josemurilo/debate-dos-cmss-livres-presentation?type=powerpoint" title="Debate dos CMSs Livres"&gt;Debate dos CMSs Livres&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=debate-dos-cmss-livres-1228253880728113-8&amp;stripped_title=debate-dos-cmss-livres-presentation" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=debate-dos-cmss-livres-1228253880728113-8&amp;stripped_title=debate-dos-cmss-livres-presentation" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/josemurilo"&gt;josemurilo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fui convidado&lt;/span&gt; pelo pessoal da &lt;a href="http://www.arteccom.com.br/"&gt;Artecom&lt;/a&gt; para participar do &lt;a href="http://www.encontrodeti.com.br/site/"&gt;Encontro de Tecnologia da Informação&lt;/a&gt; semana passada em São Paulo. A proposta era participar de um Debate dos CMSs Livres, que reuniria especialistas no uso das mais populares ferramentas de publicação web livres, no caso: Joomla, Drupal e WordPress.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/STXSXTIKTnI/AAAAAAAABgM/fs14mBcsK7A/s1600-h/cheer_leader.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/STXSXTIKTnI/AAAAAAAABgM/fs14mBcsK7A/s320/cheer_leader.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275353836247731826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O fato do WordPress entrar no ranking da categoria CMS é significativo. Talvez tenha sido este o principal estímulo para eu participar, pois não vejo muito sentido nesta guerra santa fundamentalista que se forma em torno de plataformas, e acho que o título do painel tinha um certo apelo emocional (ou emocionante?). Até cheer-leader tinha (foto do &lt;a href="http://twitter.com/blagus"&gt;Blagus&lt;/a&gt;, gente fina).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que pude experimentar, o evento foi bem legal - a produção está de parabéns. Foi uma boa oportunidade para conhecer pessoas interessantes, e também para falar um pouco do porquê faz sentido utilizar uma ferramenta de blog num contexto onde você precisa fomentar o entendimento sobre as possibilidades da interatividade web em uma instituição pública. Veja (ouça) aí. Se gostar, ou não gostar, comente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora estou na Índia, em Hyderabad, e o blog da vez é o do &lt;a href="http://blogs.cultura.gov.br/igf/"&gt;Internet Governance Forum (IGF)&lt;/a&gt;. Confere lá, pois o tema é da maior importância para quem vê importância nas inúmeras coisas que se tornaram possíveis com a rede. Você acha que as liberdades conquistadas estão garantidas? &lt;a href="http://cidade2.ig.com.br/category/igf-2008/"&gt;Se liga&lt;/a&gt;...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-8167338322854038813?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/8167338322854038813/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=8167338322854038813&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/8167338322854038813" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/8167338322854038813" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/JnTESmXhV6Y/falando-de-wordpress-no-debate-dos-cmss.html" title="Falando de WordPress no Debate dos CMSs Livres" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/STXSXTIKTnI/AAAAAAAABgM/fs14mBcsK7A/s72-c/cheer_leader.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/12/falando-de-wordpress-no-debate-dos-cmss.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-3634528634483349018</id><published>2008-11-08T13:37:00.005-02:00</published><updated>2008-11-10T01:11:29.131-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="unb" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cultura digital" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="xemelê" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fam08" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="minc" /><title type="text">1º Festival Internacional de Arte e Mídia – FAM, na UnB</title><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fui convidado pelo colega&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/programa/index.php?p=31444&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;pb=1"&gt;Daniel Hora&lt;/a&gt; para participar da mesa de debates &lt;i&gt;Arte, Educação e Tecnologia,&lt;/i&gt; no tema Cibercultura, do &lt;a href="http://www.u303.com/fam/"&gt;1º Festival Internacional de Arte e Mídia&lt;/a&gt;, na UnB. Faz algum tempo que não tenho a oportunidade de falar para público acadêmico, e particularmente neste momento, senti necessidade de exercitar a reflexão sobre Cultura Digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei que fazia sentido começar falando do Xemelê enquanto iniciativa de utiização prática dos conceitos, ilustrando a abordagem focada no fomento a uma "cultura de uso" das possibilidades da convergência digital e do uso interativo da rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aí me pareceu fundamental introduzir o que considero ser as premissas da Cultura Digital enquanto conceito de referência para a formulação de políticas públicas de inclusão digital: (1) o impacto inegável da Internet na cultura, em variados sentidos; (2) a grande vantagem que iniciativas de caráter público tem ao fazer uso da web como plataforma; (3) o uso das tecnologias digitais e da comunicação via rede sobre temas da cultura acelera a apropriação e a compreensão das transformações em curso na era da informação; e (4) é estratégico que sejam exploradas as possibilidades de usos inovadores e novas modalidades de participação na rede antes que sejam criados constrangimentos penais para os usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre apresentações como "Arte Hacker e o Ciberfeminismo" da Profª Maria de Fátima Burgos, e "Ruído, Desvio e Produção Colaborativa: Estética Relacional e Hacktivismo" do Daniel Hora, me senti à vontade para contar do que estamos fazendo no MinC em relação a este tema tão virtual, e ao mesmo tempo tão presente e concreto que é o ambiente digital. E a resposta da audiência também foi muito positiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Foi importante poder lembrar&lt;/span&gt; os presentes do ativismo necessário à manutenção das possibilidades abertas e das liberdades e direitos civis no ambiente digital. Deve acontecer nesta próxima semana a audiência pública na Câmara dos Deputados sobre o substitutivo ao PL 89/2003, mais conhecido como 'Lei Azeredo'.  O projeto pretende tipificar condutas ilícitas na rede, mas tem causado enorme controvérsia na medida em que inúmeros especialistas têm listado exemplos de ações triviais que estariam sob risco de serem enquadradas como crimes caso a lei seja aprovada. Será que vamos conseguir mobilizar os interessados em manter a rede aberta e neutra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue abaixo os slides da apresentação realizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://docs.google.com/EmbedSlideshow?docid=ajg8x8ckvqvh_332p8ntkxc7&amp;amp;size=m" width="555" frameborder="0" height="451"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Participação na mesa &lt;i&gt;Arte, Educação e Tecnologia,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; tema Cibercultura&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-3634528634483349018?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/3634528634483349018/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=3634528634483349018&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/3634528634483349018" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/3634528634483349018" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/BnnL1h8KE5U/1-festival-internacional-de-arte-e-mdia.html" title="1º Festival Internacional de Arte e Mídia – FAM, na UnB" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/11/1-festival-internacional-de-arte-e-mdia.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-5014468006508321897</id><published>2008-11-04T23:57:00.004-02:00</published><updated>2008-11-09T20:47:25.852-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="xemelê" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="wordpress" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="softaware livre" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="latinoware2008" /><title type="text">Latinoware 2008 em Foz do Iguaçu, e Matt Mullenweg</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SRdMPRd-KrI/AAAAAAAABf8/XW1Ns45_r1E/s1600-h/banner_latinoware.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 70px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SRdMPRd-KrI/AAAAAAAABf8/XW1Ns45_r1E/s320/banner_latinoware.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266762114503944882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Depois de muitos anos&lt;/span&gt; -- havia visitado quando criança -- retornei a Foz do Iguaçu, desta vez para apresentar o "&lt;a href="http://xemele.cultura.gov.br/"&gt;Xemelê&lt;/a&gt;" no LatinoWare 2008.  Evento impressionante, tanto pela quantidade e qualidade do público presente (4.000 entusiastas do software livre de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) quanto pela &lt;a href="http://lapsi.latinoware.org/index.php?page=grade.GradeEvento&amp;amp;id=1"&gt;extensa programação&lt;/a&gt; -- 12 horas diárias ininterruptas de apresentações, mini-cursos e reuniões dos coletivos.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É notável que tal empreendimento seja realizado pela Itaipu Binacional, e aconteça no Parque Tecnológico que fica dentro da usina, em território binacional. A articulação da organização, tocada pelo incansável Frank Alcântara 2.o, me pareceu bastante consciente e sensível, e teve papel importante no sucesso do evento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só não deu para entender aquela palestra de encerramento, da Novel com a Microsoft, falando sobre 'bridges'. Nada &lt;a href="http://boycottnovell.com/"&gt;contra a Novel&lt;/a&gt; com &lt;a href="http://www.microsoft.com/presspass/press/2006/nov06/11-02MSNovellPR.mspx"&gt;a Microsoft&lt;/a&gt; vir falar sobre '&lt;a href="http://www.moreinterop.com/"&gt;bridges&lt;/a&gt;' em um evento de software livre. Absolutamente tudo contra deixar a platéia de simpatizantes do SL impossibilitados de sair do evento antes da realização da mesma. E com fome, pois a dita cuja começou às nove da noite (terminou depois das 10) e o único local de lanche no PTI havia fechado às 5 por absoluta falência do respectivo estoque. Isto para uma jornada acontecida em um sábado que começou no ônibus do hotel para a usina às 8 da manhã... Francamente, não entendi a proposta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Matt Mullenweg e a galera WordPress&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://eco-rama.net/wp-content/uploads/2008/11/dsc03100.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; " src="http://eco-rama.net/wp-content/uploads/2008/11/dsc03100.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Para nós do MinC, uma atração à parte&lt;/span&gt; no evento era a presença do &lt;a href="http://ma.tt/"&gt;Matt Mullenweg&lt;/a&gt;, fundador do WordPress, e um dos caras que tem barbarizado na implementação do &lt;a href="http://www.pagethinker.com/wordpress"&gt;modelo de negócio&lt;/a&gt; do open source. E também a reunião da galera que ativa a formação da &lt;a href="http://groups.google.com/group/wordpress_br"&gt;comunidade WordPress.br&lt;/a&gt;, Cátia Kitahara e turma (foto) [Vamos fazer o WordCamp, galera!!]. Vale também registrar a grata presença, em Foz, do &lt;a href="http://imaginarios.net/dpadua/"&gt;dPádua&lt;/a&gt; -- um dos responsáveis pela gestação do conceito Xemelê no MinC.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://eco-rama.net/wp-content/uploads/2008/11/dsc03095.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; " src="http://eco-rama.net/wp-content/uploads/2008/11/dsc03095.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Foi bem legal ter a oportunidade de conversar com o Matt, ver ele mostrar todo animado &lt;a href="http://www.pblog.com.br/2008/10/06/matt-mullenweg-apresenta-as-novidades-do-wordpress-27/"&gt;os features da versão 2.7&lt;/a&gt; que está no forno, e também poder &lt;a href="http://dotsub.com/view/e5415275-a3e7-401c-b0f8-f8a780dc497f"&gt;falar do Xemelê&lt;/a&gt; e da &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2008/10/promovendo-interatividade-web-em.html"&gt;experiência que estamos tocando&lt;/a&gt; com WordPress no ministério. A deixa para o assunto foi quando Matt dizia da percepção dele sobre a evolução do foco do desenvolvimento da comunidade rumando dos '&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;plugins&lt;/span&gt;' para os '&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;themes&lt;/span&gt;', o que de certa forma descreve o que estamos compartilhando no Xemelê. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;O &lt;a href="http://www.webdf.com.br/"&gt;Guilherme Aguiar&lt;/a&gt; filmou&lt;/span&gt; (e tirou as fotos acima) e eu legendei lá no dotsub, para quem quiser conferir abaixo, vai o vídeo em que tento explicar para o Matt o que WordPress tem a ver com Xemelê.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://dotsub.com/media/e5415275-a3e7-401c-b0f8-f8a780dc497f/e/l/por_br" frameborder="0" width="480" height="392"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-5014468006508321897?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/5014468006508321897/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=5014468006508321897&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/5014468006508321897" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/5014468006508321897" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/1UKAS3GkrhA/latinoware-2008-em-foz-do-iguau-e-matt.html" title="Latinoware 2008 em Foz do Iguaçu, e Matt Mullenweg" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SRdMPRd-KrI/AAAAAAAABf8/XW1Ns45_r1E/s72-c/banner_latinoware.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/11/latinoware-2008-em-foz-do-iguau-e-matt.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-6086306138614711436</id><published>2008-10-15T16:33:00.006-03:00</published><updated>2008-10-15T18:21:46.389-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="xemelê" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="wordpress" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="software livre" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="software público" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="interatividade" /><title type="text">Promovendo a interatividade web em instituições públicas</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.sgeier.net/fractals/index02.php"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SPZeVCpZydI/AAAAAAAABf0/GrQEmZdmIeE/s400/interaction.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257493330582424018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O advento da Web 2.0&lt;/span&gt; é na verdade a afirmação do diferencial comunicativo na Internet: &lt;b&gt;a interatividade&lt;/b&gt;. O manejo das ferramentas de interação está cada vez mais disseminado e facilitado para usuários comuns da web, e a crescente participação destas novas audiências nas inovadoras e diversificadas instâncias de debate público da Internet -- das páginas de comentários dos blogs aos fóruns do Orkut, e hoje o Twitter -- colocam novos desafios para os responsáveis pela concepção e implementação de projetos web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as instituições públicas, o processo de compreensão e posterior apropriação destes conceitos que evoluem na velocidade da luz não é ação trivial, principalmente pelo fato da gestão de projetos web não dispor de locus institucional específico, pois em geral, tais empreitadas são compartilhadas entre as assessorias de comunicação e as áreas de TI. Tal situação remete à contratação de serviços terceirizados especializados, que em geral não contemplam a devida capacitação da instituição para apropriação da web como plataforma de interação (diálogo) com seu público usuário, o que resulta em estagnação dos projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, o desafio recorrente é: potencializar o pleno uso da rede para a comunicação institucional, promovendo a apropriação das ferramentas de comunicação (publicação e interatividade web) pelas equipes de comunicação, produção de conteúdo e relacionamento / atendimento a públicos usuários. Tal processo implica na descentralização da produção de conteúdo web na instituição, e na capacitação dos interlocutores internos para a conversa online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para enfrentar este desafio de maneira adequada, propomos recorrer a princípios motores da própria Web 2.0: ferramentas open source (software livre) / interfaces óbvias / modelos DiY (faça você mesmo) / uso intensivo de RSS e tags. A idéia é prover maior autonomia aos responsáveis pela criação do conteúdo, localizados nas áreas finalísticas, para que possam colaborar efetivamente na evolução das interfaces com os públicos usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo dessas referências conceituais, a idéia é utilizar plataformas que potencializem os efeitos participativos da rede, através de ferramentas da web 2.0. Tais ferramentas evoluem na medida em que são utilizadas e customizadas diretamente por quem domina os temas da instituição e, de acordo com o modelo proposto, se coloca em condição de operar a interatividade com o público da web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, a estratégia de comunicação web pode ser apropriada pela instituição, assim respondendo às demandas específicas de cada órgão e evoluindo de forma sustentável como principal sistema de documentação institucional, comunicação e prestação de serviços e informações a públicos usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;b&gt;Wordpress como CMS - Blogs para disseminação da Web 2.0 em instituições públicas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ferramentas para publicação de blog, em geral, tem como pontos de destaque: (1) facilidade de uso, (2) arquitetura modular e dinâmica, (3) facilidade de configuração e gerenciamento pelos editores de conteúdo, (4) funcionalidades interativas nativas (ex: comentários nas páginas) (5) escalabilidade modular (novas funcionalidades / plugins) (6) uso intensivo de rss e tags.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas características atendem ao modelo que propõe a promoção da interatividade como princípio de utilização da web na comunicação institucional do órgão. Facilitando a capacitação dos colaboradores para operar a interatividade através destas ferramentas de publicação web, promove-se o alargamento da superfície de contato do órgão com seu público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as plataformas open source de blogs, o WordPress e sua ativa e competente comunidade de desenvolvimento chamou nossa atenção. A possibilidade de desenvolver funcionalidades em módulos, no formato de plugins, viabilizou os 'hacks' desenvolvidos pela equipe web do MinC para adaptar a plataforma WordPress ao funcionamento como um sistema de gerenciamento de portais. Estes plugins desenvolvidos pelo MinC, que transformam o WordPress em gerenciador de portais, estão sendo disponibilizados na comunidade Xemelê no Portal do Software Público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pleno êxito na utilização do WordPress para o gerenciamento do site institucional do MinC indicou que a opção era adequada. A dinâmica interna gerada pela flexibilidade de customização para os usuários que publicam os conteúdos surpreendeu. A possibilidade de criar novas áreas com layout e funcionalidades (plugins) específicos, e evoluir a arquitetura de informação de acordo com as demandas dos colaboradores, viabilizou um processo de descentralização adequado. Provendo autonomia e escalabilidade, facilitou a apropriação do website institucional para a promoção da interatividade com os públicos usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ChatCast para Interatividade na Internet&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra ferramenta desenvolvida pela equipe web do MinC, e também disponibilizada na comunidade Xemelê no Portal do Software Público, é o ChatCast. Trata-se basicamente de uma interface integrada do streaming de vídeo com o chat. Ao mesmo tempo em que o usuário remoto tem acesso ao audiovisual da conferência / apresentação em tempo real pela web, pode também acompanhar / participar da 'desconferência' -- debate entre membros da audiência online -- via chat. Em termos de tecnologia, a aplicação é bastante simples, e o chat poderá funcionar aberto ou com algum tipo de inscrição prévia. Uma forma de utilização interessante deste modelo é a projeção da 'desconferência*' (o chat) em uma tela no ambiente do evento transmitido, criando um 'loop' de feedback em tempo real, entre o evento presencial e a audiência online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;A comunidade Xemelê no Portal do Sofware Público&lt;/b&gt; tem como objetivo inicial compartilhar as ferramentas para interatividade web desenvolvidas pelo Ministério da Cultura. A partir dos bons resultados colhidos com o modelo de implementação, propõe-se a difundir e evoluir colaborativamente os conceitos / aplicações / estratégicas de uso da interatividade para comunicação institucional de órgãos governamentais na rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo tem se mostrado especialmente favorável para o uso da Internet em ações de integração interministerial / projetos compartilhados / ações público-privadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-6086306138614711436?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/6086306138614711436/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=6086306138614711436&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/6086306138614711436" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/6086306138614711436" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/Dz2ZAuKr9PE/promovendo-interatividade-web-em.html" title="Promovendo a interatividade web em instituições públicas" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SPZeVCpZydI/AAAAAAAABf0/GrQEmZdmIeE/s72-c/interaction.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/10/promovendo-interatividade-web-em.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-3266737478068228024</id><published>2008-08-02T01:17:00.005-03:00</published><updated>2008-11-18T03:04:15.803-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="isummit08" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="japão" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direitos na internet" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sapporo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="minc" /><title type="text">Workshop do 'Internet Bill of Rights' no iSummit08 em Sapporo</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://farm4.static.flickr.com/3008/2735127486_55d237659f_m.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 203px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3008/2735127486_55d237659f_m.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para representar o Min. Gil&lt;/span&gt; em mais um colóquio da &lt;a href="http://www.internet-bill-of-rights.org/en/"&gt;coalizão dinâmica&lt;/a&gt; para a formulação da '&lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/2006/10/19/sobre-a-carta-dos-direitos-da-internet/"&gt;Carta dos Direitos da Internet&lt;/a&gt;', fui enviado pelo MinC para participar do iSummit08 em Sapporo, no Japão. Recapitulando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ak6f"  style="font-size:100%;"&gt;Desde o seu lançamento, por ocasião da &lt;a id="hg7h2" href="http://www.cultura.gov.br/site/2005/11/28/tunis-2005-por-gustavo-gindre/" target="_blank"&gt;Cúpula da Sociedade da Informação em Tunis (2005)&lt;/a&gt;, a iniciativa para a formulação de uma "&lt;a id="hg7h3" href="http://www.cultura.gov.br/site/2006/10/19/sobre-a-carta-dos-direitos-da-internet/" target="_blank"&gt;Carta dos Direitos da Internet&lt;/a&gt;" tem no Ministro Gilberto Gil um de seus principais articuladores. Durante o '&lt;a id="hg7h4" href="http://www.intgovforum.org/" target="_blank"&gt;Internet Governance Forum&lt;/a&gt;' (IGF-ONU) ocorrido em &lt;a id="hg7h5" href="http://www.cultura.gov.br/site/2006/11/06/igf-atenas-2006-relatorio-de-viagem/" target="_blank"&gt;Atenas em 2006&lt;/a&gt;, foi lançada uma &lt;a id="hg7h6" href="http://governanca.cgi.br/coalizoes-dinamicas/" target="_blank"&gt;coalizão dinâmica&lt;/a&gt; para formalizar as &lt;a id="hg7h7" href="http://www.internet-bill-of-rights.org/en/" target="_blank"&gt;articulações no tema&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://farm1.static.flickr.com/114/290875555_89f5843ae9_m.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: right; cursor: pointer; width: 240px; height: 181px;" src="http://farm1.static.flickr.com/114/290875555_89f5843ae9_m.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;Naquela oportunidade, representei o Gil no workshop e &lt;a id="y0_b9" href="http://docs.google.com/Doc?id=ajg8x8ckvqvh_219mkjhggfp" target="_blank"&gt;a abordagem&lt;/a&gt; foi em cima da demanda por 'remixar cultura', que empiricamente surgia na dinâmica das atividades nos pontos de cultura. Neste caso, falávamos de algo mais do que apenas direito de acesso: novos proto-direitos que surgiam como consequência de situações inusitadas proporcionadas pelo ambiente digital, e que precisam reconhecimento e suporte tanto por serem novos, como por constituir ameaça direta ao modelo de negócio sustentado pelo marco regulatório vigente - direitos assegurados.&lt;br /&gt;&lt;span id="ak6f"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Na &lt;a id="hg7h8" href="http://www.cultura.gov.br/blogs/igf/" target="_blank"&gt;segunda edição do IGF&lt;/a&gt;, que &lt;a id="hg7h9" href="http://www.igfbrazil2007.br/" target="_blank"&gt;aconteceu no Rio&lt;/a&gt; em novembro do ano passado, o Gil reafirmou a necessidade de um documento que pudesse estabelecer princípios sobre direitos fundamentais no ambiente da Internet, que devem incluir questões relativas a privacidade, proteção de dados, liberdade de expressão, acesso universal, neutralidade da rede, interoperabilidade, uso de padrões abertos, acesso público ao conhecimento, entre outros. Na ocasião &lt;a id="hg7h10" href="http://www.cultura.gov.br/site/2007/11/15/brasil-e-italia-apoiam-%e2%80%9ccarta-de-direitos-da-internet%e2%80%9d/" target="_blank"&gt;foi assinada&lt;/a&gt; uma Declaração Conjunta sobre Direitos da Internet  junto com o Subsecretário de Estado para Comunicações do Governo da Itália, Luigi Vimercati.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ak6f"  style="font-size:100%;"&gt;O &lt;a id="hg7h13" href="http://wiki.icommons.org/index.php/ISummit_2008/IBR" target="_blank"&gt;workshop sobre o IBR&lt;/a&gt; que aconteceu no &lt;a id="hg7h14" href="http://icommonssummit.org/" target="_blank"&gt;iSummit no Japão&lt;/a&gt; foi um evento promovido pela &lt;a id="hg7h15" href="http://www.internet-bill-of-rights.org/en/" target="_blank"&gt;coalizão dinâmica / IGF-ONU&lt;/a&gt;, e contou com apoio do &lt;a id="hg7h16" href="http://www.direitorio.fgv.br/cts/index.html" target="_blank"&gt;Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV-Rio&lt;/a&gt;. O workshop apresentou uma tentativa de &lt;a id="hg7h17" href="http://www.socialtext.net/internet-bill-of-rights/index.cgi?statement_for_the_geneva_consultations_26_feb_2008" target="_blank"&gt;reformatação da abordagem&lt;/a&gt; que prevaleceu até agora, muito focada na idéia de formulação de um documento (carta / bill), e que não logrou avanços significativos. A despeito da atenção que o 'meme' &lt;i id="hg7h18"&gt;Internet Bill of Rights&lt;/i&gt; &lt;a id="hg7h19" href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/technology/6106452.stm" target="_blank"&gt;é capaz de atrair na mídia&lt;/a&gt;, está claro que o debate sobre a governança global da Internet demanda não um documento mas uma uma plataforma que facilite a colaboração entre as inúmeras partes, promovendo processos e instrumentos que possam então definir e garantir o respeito universal a direitos na Internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="iuek"  style="font-size:100%;"&gt;Devo dizer que todos os presentes que estavam tomando um primeiro contato com o tema do 'Internet Bill of Rights' e se manifestavam com perguntas ou comentários, levantavam as mesmas questões que vem sendo levantadas desde o workshop em Atenas, em 2006. (1) Porque não implementar os direitos já consagrados na declaração universal? (2) Como legislar efetivamente em meio a tantas variáveis nacionais sobre a interpretação dos direitos em relação à rede? (3) Como regulamentar sobre variáveis tecnológicas que se alteram diariamente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://farm4.static.flickr.com/3026/2716369095_839784ff99_m.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 240px; height: 146px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3026/2716369095_839784ff99_m.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span id="ztel"  style="font-size:100%;"&gt;Em conversa com integrantes da coalizão dinâmica, registrei um consenso no sentido de que o nome 'Internet Bill of Rights' tem mais atrapalhado do que ajudado a evolução do debate sobre direitos na Internet, e será encaminhada moção com este objetivo. O próximo encontro da coalizão está marcado para acontecer na próxima edição do Internet Governance Forum em Hiderabad, na Índia, em dezembro de 2008.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pitoresco foi que, no dia da apresentação no workshop em Sapporo (Bill of Rights &amp;amp; Brazil's Ministry of Culture, &lt;a href="http://blip.tv/file/1425716/"&gt;veja o vídeo&lt;/a&gt;), Gil já não era mais ministro... No dia 31 de julho ele anuniou seu retorno à música, o que acabou sendo tema de um papo com o &lt;a href="http://www.opendemocracy.net/openblogs/blog/od/"&gt;Tony Curzon Price&lt;/a&gt; do &lt;a href="http://www.opendemocracy.net/"&gt;Open Democracy&lt;/a&gt; no Starbucks da esquina da rua do hotel. Da conversa surgiu o convite para o &lt;a href="http://www.opendemocracy.net/article/gilberto-gill-open-minister"&gt;artigo sobre a gestão Gil no MinC para o OD&lt;/a&gt;, o qual tive o maior prazer em fazer, e que está também &lt;a href="http://eco-rama.net/2008/08/09/gilberto-gil-the-tropicalist-voice-for-an-open-digital-culture/"&gt;no eco-rama&lt;/a&gt; (com fotos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oportunidade de viajar ao Japão é extraordinária. Em Sapporo fiz alguns registros que reuní no vídeo abaixo, com trilha do &lt;a href="http://cdbaby.com/cd/ccasiaband/"&gt;CD CC-Asia&lt;/a&gt; e do &lt;a href="http://www.myspace.com/sansajam"&gt;Miguel&lt;/a&gt;, meu filho (olha o coruja :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/P2M_Eb10jCc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/P2M_Eb10jCc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-3266737478068228024?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/3266737478068228024/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=3266737478068228024&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/3266737478068228024" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/3266737478068228024" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/-ropEAU1GDA/workshop-do-internet-bill-of-rights-no.html" title="Workshop do 'Internet Bill of Rights' no iSummit08 em Sapporo" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/08/workshop-do-internet-bill-of-rights-no.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-7002173918374465708</id><published>2008-07-15T17:26:00.003-03:00</published><updated>2008-11-18T02:43:07.821-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="global voices" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="rising voices" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="gvsummit08" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="budapeste" /><title type="text">Aprendendo com as Vozes Globais</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://farm4.static.flickr.com/3172/2629298650_248d8cfa6e.jpg?v=0"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3172/2629298650_248d8cfa6e.jpg?v=0" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O &lt;a href="http://summit08.globalvoicesonline.org/"&gt;Global Voices Summit em Budapeste&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; foi um evento memorável. Cabe aqui um reconhecimento solene ao excelente planejamento e execução de toda a equipe de apoio, e também&lt;br /&gt;muitos 'vivas' a esta extraordinária comunidade global de blogueiros reunida pelo projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro dia (26/06) contou com um &lt;a href="http://www.coveritlive.com/index2.php?option=com_altcaster&amp;amp;task=viewaltcast&amp;amp;altcast_code=272e720506&amp;amp;height=550&amp;amp;width=470"&gt;workshop&lt;/a&gt; mais reservado, promovido pelo &lt;a href="http://advocacy.globalvoicesonline.org/"&gt;GV Advocacy&lt;/a&gt;, destinado a debater aspectos da liberdade de expressão na rede. Especialistas em filtragem de conteúdos na rede como  &lt;a href="http://cyber.law.harvard.edu/people/rfaris"&gt;Rob Faris&lt;/a&gt;, da &lt;a href="http://opennet.net/"&gt;Open Net Initiative&lt;/a&gt;, discutiram os 4 principais tipos: policial (bloqueio a sites de oposição ou noticiosos independentes), social (bloqueio de pornografia, jogos de azar e/ou apologia a álcool e drogas), segurança (bloqueio a movimentos separatistas e terroristas violentos) e aplicações web (ferramentas de circunvenção como o &lt;a href="http://www.torproject.org/"&gt;Tor&lt;/a&gt; ou servidores de proxy). Para a equipe GV, dois novos tipos de filtragem merecem atenção: o bloqueio a conteúdo para celulares, e o bloqueio a sites de mídia social -- o qual é &lt;a href="http://advocacy.globalvoicesonline.org/projects/maps/"&gt;mapeado pelo GV Advocacy&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir tivemos dois dias do evento aberto ao público, contando com a participação de inúmeros jornalistas, blogueiros, ativistas da liberdade de expressão, e demais interessados em novas mídias. No primeiro dia os painéis contaram com relatos de blogueiros que sofrem censura em países como Belarus, Japão, Egito e Paquistão, e como os ativistas respondem a estas limitações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://misrdigital.blogspirit.com/"&gt;Wael Abbas&lt;/a&gt; apresentou alguns &lt;a href="http://youtube.com/user/waelabbas"&gt;vídeos indigestos&lt;/a&gt; que ilustram o desrespeito a direitos humanos no Egito, enquanto &lt;a href="http://kenyanpundit.com/"&gt;Ory Okolloh&lt;/a&gt; (grávida) compartilhou sua &lt;a href="http://www.ethanzuckerman.com/blog/2008/06/20/kenya-citizen-media-in-a-time-of-crisis/"&gt;experiência&lt;/a&gt; pessoal no valoroso movimento de blogueiros em resposta à crise política que se seguiu à eleição presidencial de dezembro último no Quênia. Ao relato das ameaças sofridas por Okolloh, que certamente podem induzir certo grau de auto-censura, seguiu-se a exposição de &lt;a href="http://yawningbread.org/"&gt;Alex Au&lt;/a&gt; sobre o "lado psicológico da repressão" que parece ocorrer em &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Censorship_in_Singapore#Internet"&gt;Cingapura&lt;/a&gt;. Neste país, a apatia pela busca da liberdade de expressão parece estar embotada por 20 anos de um impressionante desenvolvimento econômico local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://farm4.static.flickr.com/3108/2629507416_5a365c1d6b_m.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 240px; height: 176px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3108/2629507416_5a365c1d6b_m.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O segundo dia do evento público foi marcado pela apresentação dos projetos '&lt;a href="http://rising.globalvoicesonline.org/blog/2008/06/28/rising-voices-trailer/"&gt;Rising Voices&lt;/a&gt;' (Vozes Emergentes), e também pelo anúncio dos &lt;a href="http://rising.globalvoicesonline.org/projects/"&gt;novos projetos&lt;/a&gt; relacionados à saúde pública. É enorme a satisfação em fazer parte desta comunidade, e sempre agradeço a oportunidade do convite do brother David Sasaki, coordenador do Rising Voices. Georgia Popplewell, agora nossa Managing Director é quem divide a foto comigo e David em Budapeste.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-7002173918374465708?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/7002173918374465708/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=7002173918374465708&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7002173918374465708" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7002173918374465708" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/4FOiJOC7j2s/aprendendo-com-as-vozes-globais.html" title="Aprendendo com as Vozes Globais" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/07/aprendendo-com-as-vozes-globais.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-7477519306392851412</id><published>2008-06-26T16:16:00.011-03:00</published><updated>2008-06-28T20:33:46.508-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="wordpress" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="global voices" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="gvsummit08" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mercosur" /><title type="text">Em Budapeste para o Global Voices Summit 2008</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SGbKQ_I8A1I/AAAAAAAAA7k/4HTOV238t64/s1600-h/palacio_visto_da_ponte%282%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SGbKQ_I8A1I/AAAAAAAAA7k/4HTOV238t64/s320/palacio_visto_da_ponte%282%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217079611530937170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cá estou em Budapeste&lt;/span&gt;, cidade interessante, povoada por gente bonita que fala uma língua bem diferente. Todo o ambiente é meio impregnado de história, mas as pessoas nas ruas são jovens e parecem bem ligadas, sintonizadas eu diria. Vários aspectos de semelhança com os brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aqui que vai rolar o &lt;a href="http://summit08.globalvoicesonline.org/"&gt;GV Summit 2008&lt;/a&gt;, encontro que reúne editores, autores, coordenadores de &lt;a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/"&gt;sites 'Lingua'&lt;/a&gt;, colaboradores e comunidades agregadas do projeto Global Voices Online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei hoje em Budapest, e pensei que seria importante fazer alguns registros pessoais &lt;a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/04/17/entrevista-com-jose-murilo-jr-do-global-voices-online/"&gt;em relação ao GVO&lt;/a&gt; antes do início do evento. Isto porque a falta de tempo resultante do meu envolvimento com tantos projetos simultâneos impede que eu documente devidamente as referências do que venho desenvolvendo e implementando, principalmente as 'referências cruzadas'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A colaboração desenvolvida&lt;/span&gt; junto à comunidade GVO tem sido inestimável para mim, e alguns aspectos estão bastante presentes no que venho fazendo. O uso do &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2007/12/wordpress-no-minc-equipe-antenada.html"&gt;Wordpress no MinC&lt;/a&gt;, por exemplo, é uma influência forte do que vi acontecer na comunidade Global Voices. Afinal, são colaboradores de todas as partes do mundo, contactados remotamente, capacitados à distância, e que passam a usar a ferramenta de publicação com desenvoltura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo percebi que com uma ferramenta assim ficaria bem mais fácil fomentar ambientes de colaboração para produção de conteúdo web, mesmo contando com usuários em diferentes níveis de conhecimento. O resultado desta 'adptação' do conceito GV de uso da plataforma Wordpress para gerenciamento de um portal colaborativo cresceu e prosperou... Devemos estar lançando esta semana o &lt;a href="http://xemele.cultura.gov.br/web/"&gt;primeiro tema (theme) wp&lt;/a&gt; com os plugins Xemelê pré-instalados. Trata-se de um bom adianto para quem deseja trilhar o mesmo caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto importante apreendido nesta experiência como editor do Global Voices foi o bom uso da articulação remota. Compreendi que é possível fazer com que pessoas que nunca se viram antes possam trabalhar de forma integrada e harmônica -- trata-se de algo difícil de crer antes de ver acontecer. Com base nesta experiência tenho concebido e ajudado a implementar alguns projetos interessantes no âmbito do MinC, entre eles o site da &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/mercosur/"&gt;Rede Web Mercosur&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, existe uma mágica por trás de toda comunidade online bem sucedida, e o GVO não é diferente. A propósito, o GV Summit é bárbaro exatamente por isso: demonstra (e ilustra) como manter viva a centelha que une blogueiros do mundo todo em torno da frase forte '&lt;a href="http://pt.globalvoicesonline.org/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Mundo está falando. Você está ouvindo?&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;'. Sim, porque a mágica pode inspirar à participação, mas fazer funcionar esta estrutura dinâmica global 24 X 7 depende de muito trabalho -- transpiração no mais concreto sentido da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SGQEdbFNLUI/AAAAAAAAA7c/Cp5-xUiNubo/s1600-h/meninas_no_parque.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SGQEdbFNLUI/AAAAAAAAA7c/Cp5-xUiNubo/s400/meninas_no_parque.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216299171934186818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Já está sendo muito bom&lt;/span&gt; reencontrar colegas queridos como o &lt;a href="http://el-oso.net/blog/en/"&gt;David Sasaki&lt;/a&gt;, a nossa fantástica co-manager &lt;a href="http://www.caribbeanfreeradio.com/blog/"&gt;Georgia Popplewell&lt;/a&gt;, e um precioso professor: &lt;a href="http://www.ethanzuckerman.com/blog/"&gt;Ethan Zuckerman&lt;/a&gt;. Passeando hoje à tarde com o &lt;a href="http://newalriadaexpress.blogspot.com/"&gt;brother Duende&lt;/a&gt; pelas ruas de Budapest, flagrei um momento (acima) que considero ilustrativo deste clima de verão europeu que irá aquecer as conversas dos GVOers no Novotel Centrum. Fica também como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;homenagem à &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://luizap.spawdin.net/blog/"&gt;Luiza 'Peixe'&lt;/a&gt;, minha filha mais 'experiente', que faz 21 anos hoje e não mais admite que eu faça uma viagem assim sem trazê-la na bagabem. VIVA A LU!!&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://summit08.globalvoicesonline.org/" title="Global Voices Citizen Media Summit 2008 in Budapest"&gt;&lt;img src="http://globalvoicesonline.org/_p/img/special/summit-banner-460.gif" style="margin-top: 10px;" alt="Website for our Summit in Budapest" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Espero&lt;/span&gt; poder reportar o que de mais interessante acontecer por aqui. Fiquem ligados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;UPDATE (27/06) - Para acompanhar o GV Summit remotamente:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;Dear All,&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;The Global Voices Summit 2008 is now officially underway. Within 10 minutes you will be able to see a &lt;b&gt;video stream&lt;/b&gt; of the conference here:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://summit08.globalvoicesonline.org/stream/" target="_blank"&gt;http://summit08.globalvoicesonl&lt;wbr&gt;ine.org/stream/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A &lt;b&gt;liveblog&lt;/b&gt; of the day's sessions is available here:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://summit08.globalvoicesonline.org/category/updates/" target="_blank"&gt;http://summit08.globalvoicesonl&lt;wbr&gt;ine.org/category/updates/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;You can participate in the conference discussions using &lt;b&gt;IRC chat&lt;/b&gt;. In order to connect to the summit chat please go to:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.mibbit.com/" target="_blank"&gt;http://www.mibbit.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;And select the option "Connect to IRC: Freenode.net".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;You can choose any nickname that you would like (please make yourself identifiable) and for channel, enter "#globalvoices".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A screenshot is attached. We will try to submit your questions from the IRC chat to the speakers at the end of each of the sessions.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-7477519306392851412?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/7477519306392851412/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=7477519306392851412&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7477519306392851412" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7477519306392851412" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/-lEqAYyBl6o/em-budapeste-para-o-global-voices.html" title="Em Budapeste para o Global Voices Summit 2008" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SGbKQ_I8A1I/AAAAAAAAA7k/4HTOV238t64/s72-c/palacio_visto_da_ponte%282%29.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/06/em-budapeste-para-o-global-voices.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-2734028231046288920</id><published>2008-06-06T15:51:00.011-03:00</published><updated>2008-06-06T18:10:32.097-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="wordpress" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="website" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="minc" /><title type="text">Wordpress no MinC: Xemelê e Software Público</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Até para justificar&lt;/span&gt; o porque deste blog ser atualizado tão raramente, vale destacar o trabalho que estamos realizando na &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2007/12/wordpress-no-minc-equipe-antenada.html"&gt;'gloriosa' Gerência de Informações Estratégicas&lt;/a&gt; do Ministério da Cultura. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://xemele.cultura.gov.br/web/"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SEmazh08YOI/AAAAAAAAA4U/M3jRyRvZa0g/s320/xemele.GIF" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208864654075125986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os plugins que habilitam&lt;/span&gt; o Wordpress a gerenciar portais, os mesmos utilizados no &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/"&gt;site do MinC&lt;/a&gt;, começam a ser compartilhados no blog &lt;a href="http://xemele.cultura.gov.br/web/a-origem-do-xemele/"&gt;Xemelê&lt;/a&gt;. O primeiro foi o '&lt;a href="http://xemele.cultura.gov.br/web/gerenciador-de-capas/"&gt;Gerenciador de Capas&lt;/a&gt;', e em contato direto com os usuários a equipe está 'arredondando' o &lt;a href="http://www.koojoo.com.br/site/?p=46"&gt;tema 'Xemelê'&lt;/a&gt;, que trará este e outros plugins (gerenciador de regras, limitador de categorias, etc.) já instalados. A publicação do tema completo deverá facilitar o entendimento da instalação e customização da solução wp para portais. Com o objetivo de disseminar o uso desta plataforma como ferramenta web para as instituições públicas em geral, lançaremos em breve a &lt;a href="http://xemele.cultura.gov.br/web/plugins-xemele-no-portal-do-software-publico/"&gt;Comunidade Xemelê&lt;/a&gt; no &lt;a href="http://www.softwarepublico.gov.br/spb/"&gt;Portal do Software Público&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Esta semana lançamos também&lt;/span&gt; a segunda versão do site do MinC em Wordpress, que incorpora os desenvolvimentos realizados desde o lançamento da primeira versão, em novembro de 2007. O &lt;a href="http://www.koojoo.com.br/site/"&gt;Fabiano Rangel&lt;/a&gt;, 'teleiro' da equipe, &lt;a href="http://www.koojoo.com.br/site/?p=57"&gt;apresentou bem&lt;/a&gt; os destaques do lançamento (trechos selecionados abaixo).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/"&gt;&lt;img src="http://www.koojoo.com.br/site/wp-content/uploads/2008/05/minc-v2.jpg" alt="MinC Versão 2.0" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Visual desenvolvido para usuários com 1024×768 pixels&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma modificação importantíssima, não só pelo aspecto visual do portal.. mas por ampliar todas as áreas de informação do site. A arquitetura de informação ficou agradável seguindo o padrão anterior e permanece com uma boa navegabilidade.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Theme validado pela W3C (XHTML 1.0 - CSS)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Visual seguiu todos os padrões web atuais, ou seja, foi contruido integralmente seguindo todas as normas e características da W3C.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Mais interatividade com os usuários do portal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pode-se perceber a presença dos últimos comentários de usuários do portal em diversas páginas do site, tanto na capa do portal como em outras páginas internas do mesmo. Isso com certeza é um diferencial bastante atrativo para quem gosta de ver o que as pessoas discutem sobre os assuntos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Função experimental de customização da interface&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi incorporada uma função de “&lt;em&gt;Drag and Drop&lt;/em&gt;” ou seja, você pode arrastar as caixas de conteúdos e deixar o visual do portal ao seu modo. Uma funcionalidade bastante atrativa para quem gosta de um estilo próprio de visualização.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Mais espaço para o &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.cultura.gov.br/site/cultura-em-movimento" title="Cultura em Movimento"&gt;Cultura em Movimento&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;que é um espaço para publicação de imagens de artistas, designers, fotógrafos foi ampliada e pode-se observar as imagens de uma forma mais integra no novo topo do site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Busca via Google Coop&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Busca interna no portal mais eficiente, selecionando corretamente os artigos e páginas relacionadas a palavra escolhida. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Menus de Navegação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Os dois menus mais importantes do site foram modificados. Foi desenvolvido um menu estilo “tree-view” de exibição das categorias, subcategorias e páginas. Agora é possivel visualizar todas categorias de um assunto “X” sem precisar ficar se movimentando pelo portal.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Relacionamento entre páginas &amp;amp; tags&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Outra funcionalidade bastante interessante, pode-se ler notícias que se relacionam através das palavras chaves. As páginas linkam-se umas as outras para auxiliar os visitantes a ver conteúdos no mesmo tema.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Observações Gerais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Quem diria que um simples “sistema de blogs” seria capaz de tanta funcionalidade e um visual como este… Parabéns à &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2007/12/wordpress-no-minc-equipe-antenada.html"&gt;Equipe Web MinC&lt;/a&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-2734028231046288920?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/2734028231046288920/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=2734028231046288920&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/2734028231046288920" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/2734028231046288920" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/0_f69RpocyQ/wordpress-no-minc-xemel-e-software.html" title="Wordpress no MinC: Xemelê e Software Público" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SEmazh08YOI/AAAAAAAAA4U/M3jRyRvZa0g/s72-c/xemele.GIF" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/06/wordpress-no-minc-xemel-e-software.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-5797591142615496603</id><published>2008-05-26T16:09:00.009-03:00</published><updated>2008-05-26T18:09:53.299-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conectividade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="obama" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="eleições" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="redes sociais" /><title type="text">A Conexão Obama</title><content type="html">&lt;img src="http://ecologiadigital.net/images/hyperball-computer-network-invented-by-philip-emeagwali-300.jpg" alt="" align="left" border="0" hspace="10" width="200" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fui convidado&lt;/span&gt; para participar de um debate sobre &lt;b&gt;Mídias Sociais e eleições -&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Uso das ferramentas de mídias sociais para mobilização, autopromoção e propaganda&lt;/b&gt; &lt;b&gt;política.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei ainda se poderei participar, mas estava refletindo sobre o tema hoje, e me deparei com um &lt;a href="http://www.nytimes.com/2008/05/26/opinion/26cohen.html?hp"&gt;op-ed no NYTimes do Roger Cohen&lt;/a&gt; que me pareceu absolutamente pertinente. Estando em uma apresentação pouco interessante, e com um bom wi-fi disponível, achei que valia traduzir e registrar aqui a íntegra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;A Conexão Obama&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Roger Cohen - NYTimes (26/05/2008)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a rede, estúpido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que qualquer outro fator, foi a sacação de Obama sobre o papel central das redes sociais na Internet que impulsionou sua campanha pela indicação do partido democrata a obter uma vantagem insuperável sobre Hillary Clinton. A campanha da senadora é totalmente século XX, enquanto que Obama funciona em acordo com as referências do século corrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é verdadeiramente uma surpresa. Obama passou apenas 10 anos de sua vida adulta no mundo partido da guerra fria, e o dobro disto na crescente inter-conectividade típica do mundo pós-muro de Berlim. Neste período, 'MAC' -- sigla para conectividade assegurada mutuamente (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"mutually assured connectivity"&lt;/span&gt;) -- tomou o lugar do 'MAD' -- destruição assegurada mutuamente (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"muttually assured destruction"&lt;/span&gt;) -- dos tempos da guerra fria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Clinton, nascida em 1947, a equação é diferente. Seu paradigma mental é a divisão. Quando seu marido concorreu pela última vez para presidente em 1996, a Internet ainda era um fenômeno marginal. O pensamento e as pessoas daquela campanha provaram sua inaptidão em acompanhar o que aconteceu nos últimos 12 anos. Ficaram como que ofuscados pelas luzes de webcam do fenômeno Obama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta falha cultural foi devastadora para Clinton. Como muito bem comentado por Joshua Green em um artigo importante no The Atlantic ("&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.theatlantic.com/doc/200806/obama-finance"&gt;The Amazing Money Machine&lt;/a&gt;"), Obama utilizou as redes sociais e seu website amigável para desenvolver sua máquina de dinheiro e o engajamento dos jovens, aspectos fundamentais para a sua dianteira hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Green observa que, "o registro de 1.276.000 doadores na campanha de Obama é tal que Clinton nem mesmo se preocupa em competir neste quesito". Ele fornece alguns outros números da campanha de Obama: 750.000 voluntários ativos e 8.000 grupos de afinidade. Em fevereiro, quando a campanha arrecadou 55 milhões de dólares (45 milhões via Internet), 94% das doações apresentaram valores menores que 200 dólares, um resultado também incomparável com as campanhas de Clinton e McCain.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama tem funcionado como um start-up clássico da Internet, um movimento que se espalha com intensidade viral e é impulsionado por algumas das mentes mais criativas do Vale do Silício. Tal como qualquer fenômeno online, ultrapassou as fronteiras nacionais, chamando atenção em Berlim tanto quanto nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais condições não teriam sido realizadas sem uma percepção apurada do momento histórico, como a convicção de que a natureza do mundo pós-11 de setembro -- este que está além da 'guerra sem fim'-- será determinado pela sociabilidade e pela conectividade. No mundo globalizado do MySpace, LinkedIn e outros, a sociabilidade é tão importante quanto a soberania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho pesquisado, em vão, por esta percepção histórica na campanha de Clinton. Sua ameaça de 'aniquilar totalmente' o Irã, sua referência repugnante ao assassinato de Robert Kennedy em 1968 como um motivo para seguir na campanha, e suas invenções sobre o que aconteceu na Bósnia, tudo isto reflete a história como conteúdo a ser utilizado para fins políticos, e não como fonte de inspiração e reflexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se da história como referência pessoal: "Eu, eu, eu". Uma postura que pode ofuscar a percepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cegueira mais séria da campanha de Clinton tem sido em relação às redes, nacionais e globais, e às conversas que vem gerando novas agregações e têm transformado a sociedade. Como diz David Singh Grewal em seu novo e excelente livro, "&lt;a style="font-style: italic;" href="http://memex.naughtons.org/archives/2008/05/25/5141"&gt;Network Power&lt;/a&gt;", uma tensão fundamental no mundo é que: "Tudo está sendo globalizado, menos a política".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grewal diz ainda que "nós vivemos em um mundo no qual nossas relações de sociabilidade -- comércio, cultura, idéias, estilos -- são cada vez mais compartilhados, influenciados por conversas globais inovadoras que acontecem nestes domínios. Enquanto isso, a nossa política permanece inapelavelmente nacional, centrada nos estados-nações que constituem o locus do processo decisório soberano."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A administração Bush tem acentuado a percepção global deste descompasso. As pessoas conectadas mundo afora ficaram chocadas com algumas das políticas de Bush -- desde o ataque ao habeas corpus até as transferências de prisioneiros ('&lt;a style="font-style: italic;" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Extraordinary_rendition_by_the_United_States"&gt;renditions&lt;/a&gt;') -- mas se viram impotentes em fazer algo à respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O enorme interesse global no processo eleitoral norte americano está ligado em parte a uma crença de que o presidente dos EUA pode ser tão importante para a vida dos franceses, por exemplo, como o presidente da França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A turma do Obama conhece bem tudo isso. A conectividade nos ensina que seguir sozinho é um erro: esta é uma lição básica aprendida no Iraque. Se Obama prometeu designar um coordenador geral de tecnologia com o objetivo de promover uma abertura no governo via web, e para desenvolver o diálogo ao invés de uma política centralizada, é porque ele sabe que precisa falar para o século 21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grewal diz que "a política é o único poder de contraposição efetivo disponível para redesenhar as estruturas que emergem através dos novos padrões de sociabilidade. O acúmulo de escolhas pessoais expressadas através das redes sociais desenham estes novos padrões de sociabilidade. Na falta de uma governança global, somente a soberania nacional pode canalizar estas tendências."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clinton jamais enxergou estes aspectos. McCain, cuja arrecadação de recursos na web foi ridícula, também demonstra muito pouca compreensão do MAC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, conexão não é uma panacéia, e também não é uma garantia contra atentados violentos: afinal, a Al Qaeda utiliza a web de forma eficiente. Mas sem entender a conectividade e seus efeitos, hoje não é mais possível vencer o terrorismo ou ganhar uma eleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a rede, estúpido, e as gerações que seguem com ela.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Tradução: José Murilo Junior&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-5797591142615496603?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/5797591142615496603/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=5797591142615496603&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/5797591142615496603" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/5797591142615496603" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/zh0VYWmUw14/conexo-obama.html" title="A Conexão Obama" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/05/conexo-obama.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-256418955836995086</id><published>2008-05-20T11:09:00.007-03:00</published><updated>2008-05-20T15:32:21.020-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="openness" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="copyright" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ecologia digital" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="boyle" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="google" /><title type="text">Conferência de James Boyle, o pai da Ecologia Digital, no evento europeu do Google</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.law.duke.edu/magazine/2006fall/features"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SDLcJaIIWeI/AAAAAAAAA2Q/tXGwVo_rnis/s320/boundbylaw.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202462573756701154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;James Boyle, o pai da Ecologia Digital&lt;/span&gt;, realizou uma &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FzsjRuRO9As&amp;amp;feature=user"&gt;conferência&lt;/a&gt; no &lt;a href="http://youtube.com/user/eurozeitgeist08"&gt;EuroZeitgeist08&lt;/a&gt; do Google, e foi brilhante como sempre. Entre o material distribuído para os participantes do evento -- gente de alto calibre entre empresários, acadêmicos, artistas e representates de governos (o &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/?p=11939"&gt;ministro Gil lá estava&lt;/a&gt;) -- figurava o 'comic book' de sua autoria, '&lt;a href="http://www.law.duke.edu/magazine/2006fall/features"&gt;Bound by Law?&lt;/a&gt;' (ao lado), que apresenta o tema da necessidade de revisão conceitual das leis de copyright na era da informação para novos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua apresentação, Boyle falou basicamente de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;dois aspectos sutis&lt;/span&gt; que em geral não são percebidos quando tratamos da revisão dos marcos regulatórios ligados aos direitos autorais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(1)&lt;/span&gt; Somos extremamente incompetentes em compreender 'openness' -- nem ao menos temos uma palavra específica em português, pois 'abertura' não traduz o sendido, talvez 'aberturidade' ; somos muito ruins em prever como irão funcionar e quais serão os resultados de sistemas abertos e distribuídos, particularmente as experiências online; e somos péssimos na compreensão das virtudes da criatividade distribuída, como no caso dos coletivos que trabalham em novos contextos de trabalho colaborativo conectado e não hierarquizados. Por outro lado, somos extremamente competentes em detectar os perigos criados pela abertura ('openness').&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boyle menciona a natural 'aversão à riscos' da humanidade e argumenta que, se durante o desenvolvimento da Internet estivéssemos avaliando, decidindo e regulando sobre como a rede deveria ser, para o nosso total prejuízo jamais teríamos o ambiente digital do qual desfrutamos hoje. Ele está certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SDLd5qIIWfI/AAAAAAAAA2Y/umaXgmGdt-A/s1600-h/comic2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SDLd5qIIWfI/AAAAAAAAA2Y/umaXgmGdt-A/s320/comic2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202464502197017074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;"- então quer dizer que a lei de copyright não é somente uma forma de trancafiar os conteúdos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;- de forma alguma. o copyright também proteje os direitos dos usuários e futuros criadores.  para&lt;br /&gt;encorajar a criatividade, o marco legal do copyright deve atingir um equilíbrio delicado."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(2)&lt;/span&gt; Nos últimos 20 anos os seres humanos vêm se tornando objeto (e sujeito) das leis de copyright, de uma forma que nunca havia acontecido antes. As pessoas comuns, interagindo com conteúdos, nunca antes estiveram em posição de cometer atos pelos quais pudessem ser punidas pelas leis de copyright, da forma como empresas e piratas sempre estiveram. As diferenças de escala criavam distinções naturais entre personalidades físicas e jurídicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As leis de copyright sempre foram regulações intra-industriais, regulando horizontalmente as relações entre os proprietários de infra-estruturas de broadcast, impressoras de grande escala, e estúdios de cinema. Ou seja, redes de produção e distribuição altamente capitalizadas, cujos interesses precisaram ser acomodados e regulados. Também a proteção aos criadores e autores em sua relação com esta indústria, compôs o quadro para a construção do marco regulatório que temos hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias de hoje, não passamos nenhum dia sem copiar e distribuir em escalas variáveis, ou seja, estamos sempre realizando todas estas coisas que as leis de copyright nos dizem que não podemos fazer. Temos que admitir qua a vida moderna seria impossível se estívessemos cumprindo todas estas leis à risca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A combinação destes dois temas&lt;/span&gt; traz implicações para os debates que precisamos ter, em particular na questão de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;como&lt;/span&gt; devemos pensar sobre as novas perspectivas trazidas pelo mundo online, e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;como&lt;/span&gt; tudo isto transforma o ambiente para distribuição, criação e incentivo à cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boyle, no final de sua apresentação, alerta para o risco de retrocesso que corremos enquanto cultura em função de nossa aversão à abertura ('openness'), nossa agorafobia. Pelo fato de enxergarmos muito melhor os riscos do que as possibilidades, podemos chegar ao ponto em que estejamos limitados nas funções que podemos utilizar em nossos aparelhos de conexão à rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale à pena conferir a palestra...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="padding-left: 0px; display: none;" ontop="true"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-left: 0px; display: none;" ontop="true"&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FzsjRuRO9As&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FzsjRuRO9As&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-256418955836995086?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/256418955836995086/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=256418955836995086&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/256418955836995086" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/256418955836995086" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/rSWsocEMzMg/conferncia-de-james-boyle-o-pai-da.html" title="Conferência de James Boyle, o pai da Ecologia Digital, no evento europeu do Google" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/SDLcJaIIWeI/AAAAAAAAA2Q/tXGwVo_rnis/s72-c/boundbylaw.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/05/conferncia-de-james-boyle-o-pai-da.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-5222382307590088252</id><published>2008-03-08T19:02:00.012-03:00</published><updated>2008-03-10T18:16:08.123-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="campus party" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ativismo digital" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="partido pirata" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="p2p" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cparty" /><title type="text">Campus Party Brasil, e a mobilização para o ativismo digital</title><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Campus Party foi um ótimo evento&lt;/span&gt;. '&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kudos"&gt;Kudos&lt;/a&gt;' para o &lt;a href="http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/Blogs/MarceloBranco"&gt;Marcelo Branco&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://samadeu.blogspot.com/"&gt;Sérgio Amadeu&lt;/a&gt;, e toda a galera que trabalhou na concepção e organização da parada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R9VHRy3T9-I/AAAAAAAAAuY/4gerHCJlYuY/s1600-h/cparty_family.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R9VHRy3T9-I/AAAAAAAAAuY/4gerHCJlYuY/s320/cparty_family.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176121717769369570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O principal mérito para mim, e conforme já &lt;a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/02/17/campus-party-foi-o-maior-encontro-da-geracao-20-no-brasil/"&gt;bem dito&lt;/a&gt; por &lt;a href="http://www.naozero.com.br/download+campus+party"&gt;outros&lt;/a&gt;, foi o encontro das pessoas. Além do feature caloroso que é a re-união com familiares (foto), comunitários e chegados em imersão conectada à 5Gb, o grande plus foi a encarnação de avatares do ambiente digital no prédio da bienal em sampa. Que grande oportunidade para conhecer analógicamente nossos links e referências do ciberespaço! E que curtição sabê-los pessoas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além da curtição geral, alguns temas do &lt;a href="http://www.campus-party.com.br/blogoficial/"&gt;CParty-BR&lt;/a&gt; seguiram ecoando na blogosfera. Um deles é o &lt;a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2008/02/16/campus_party_blogueiros_x_jornalistas_o_/"&gt;já batido&lt;/a&gt; papo &lt;a href="http://www.viuisso.com.br/2008/02/15/quando-a-blogosfera-vira-ruido-e-a-tinta-vira-marrom-ou-rapidas-reflexoes-sobre-o-campus-party/"&gt;blogueiros&lt;/a&gt; x &lt;a href="http://colunas.g1.com.br/blogdoconvidado/2008/02/15/blogs-se-esforcam-para-aparecer-no-jornal/"&gt;jornalistas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/02/14/campus-party-dinossauro-invade-aquario-dos-jornalistas/"&gt;turbinado divertidamente&lt;/a&gt; pelo bizarro &lt;a href="http://www.savazoni.com.br/?p=97"&gt;aquário da mídia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reverberou bem menos um debate a meu ver muito mais relevante,  que envolve a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;necessária mobilização da rede para uma ação política em torno do ativismo digital&lt;/span&gt;. O clima do evento me parecia propício,  e neste sentido tentei levantar a bola incluíndo &lt;a href="http://barcampbrasil.pbwiki.com/Ecologia+Digital"&gt;um item sobre Ecologia Digital&lt;/a&gt; no &lt;a href="http://barcampbrasil.pbwiki.com/"&gt;BarCamp&lt;/a&gt; dos blogs proposto pelo &lt;a href="http://andreavorio.com/"&gt;Avório&lt;/a&gt;. A provocação era mais ou menos esta:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Além da questão da propriedade intelectual, outros aspectos como democratização do acesso à rede, promoção da digitalização dos acervos públicos, livre acesso ao conhecimento científico disponível, e a promoção de tecnologias livres para a coleta, organização, disponibilização, comunicação, agregação e uso colaborativo da informação também seriam aspectos importantes para um ativismo digital. O fato é que este conjunto de temas interconexos não encontra lugar no debate popular ou no entendimento político, e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;neste contexto é que surge a Ecologia Digital&lt;/span&gt;, exercitando uma analogia com o movimento ambientalista. Sob o conceito do "ambientalismo", nos anos 70, diferentes grupos com diferentes interesses (algumas vezes contraditórios) puderam se organizar de forma efetiva em torno de uma ampla coalizão política. É exatamente isto que precisamos agora na rede - uma abordagem que possa efetivamente apresentar as questões relevantes e promover o debate que irá ativar o movimento de defesa do domínio público e dos avanços e liberdades viabilizadas pelo surgimento da Internet.&lt;/blockquote&gt;Ao que parece, a proposta de &lt;a href="http://barcampbrasil.pbwiki.com/"&gt;desconferência via wiki&lt;/a&gt; do Avório era estruturada demais para o ritmo alucinante da galera presente, que se mostrou mais afeita ao fluxo emergente do &lt;a href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/campuspartybr2008"&gt;livestream&lt;/a&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;poweredby&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.interney.net/blogs/marmota/2008/02/17/o_melhor_da_campus_party_via_twitter/"&gt;twitter&lt;/a&gt;. Portanto o papo da ecologia digital não rolou no cparty, mas a &lt;a href="http://blogs.intel.com/brasildigital/2008/02/campuseros_protestam_com_robo.php"&gt;manifestação&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.softwarelivre.org/news/10838"&gt;contra&lt;/a&gt; a "&lt;a href="http://portal.softwarelivre.org/news/10675"&gt;lei azeredo&lt;/a&gt;" mostrou que a mobilização é viável. Outras intervenções como a do ministro Gil sobre a proibição do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Counter Strike&lt;/span&gt; ("&lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/?p=10124"&gt;vocês tem que reclamar!!&lt;/a&gt;"), e o comentário de &lt;a href="http://pedrodoria.com.br/"&gt;Pedro Doria&lt;/a&gt; registrado &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/blogs/cultura_digital/?p=101"&gt;na entrevista&lt;/a&gt; com o &lt;a href="http://imaginarios.net/dpadua/"&gt;Dpadua&lt;/a&gt; reforçam a tese de que a mobilização dos interessados é o primeiro passo:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“…articulação política não existe no vácuo… Se muito eleitor está cobrando uma coisa, a coisa acontece… a mobilização não tem que vir dos políticos, tem que vir de baixo.”&lt;br /&gt;&lt;div style="padding-left: 0px; display: none;" ontop="true"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-left: 0px; display: none;" ontop="true"&gt;&lt;/div&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Yzr86dTCsP4"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Yzr86dTCsP4" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R9WdGy3T9_I/AAAAAAAAAug/Hi6XbzLPIt8/s1600-h/pirateparty_us.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R9WdGy3T9_I/AAAAAAAAAug/Hi6XbzLPIt8/s400/pirateparty_us.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5176216086790797298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É certo que a mobilização tem que vir de baixo, afinal a rede é o ambiente nativo do ativismo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;grassroots&lt;/span&gt;.&lt;span&gt; Mas ainda assim estamos falando de uma mobilização que necessita se traduzir em atuação política, e aí sempre nos lembramos das articulações para a politização do ativismo digital que em geral desembocam na idéia do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://ecodigital.blogspot.com/2006/11/sobre-o-partido-pirata.html"&gt;Partido Pirata&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span&gt; Neste contexto vale destacar as recentes &lt;a href="http://benmetcalfe.com/blog/index.php/2008/03/09/some-thoughts-on-lawrence-lessig-and-a-possible-pirate-party-usa/"&gt;considerações do Lessig&lt;/a&gt; sobre a impropriedade geral de tal estratégia (nos EUA), e a infelicidade na escolha &lt;a href="http://torrentfreak.com/lessig-questions-pirate-party-existence-080308/"&gt;da denominação&lt;/a&gt;. Comentários?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ainda sobre mobilizações e princípios&lt;/span&gt;, vale registrar uma &lt;a href="http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/2008/02/20/campus_party_pessima_festa_para_a_inclus/"&gt;provocação pitoresca&lt;/a&gt; sobre o paradoxo entre os conceitos que norteiam um evento como o Campus Party e a atuação de mercado de sua principal patrocinadora, a Telefônica. Nem tanto pela contradição entre software livre / monopólio da telefonia fixa mencionada &lt;a href="http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/2008/02/20/campus_party_pessima_festa_para_a_inclus/"&gt;no post&lt;/a&gt;, mas certamente pela recente &lt;a href="http://www.publico.es/056455/telefonica/vodafone/orange/ono/alian/poner/puertas/emule"&gt;atuação da Telefônica na aliança contra o P2P na Espanha&lt;/a&gt;, o que compromete seriamente a posição da operadora no debate sobre a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neutralidade_da_rede"&gt;neutralidade da rede&lt;/a&gt;. Fica aqui a dúvida sobre as intenções e o &lt;a href="http://developers.pando.com/can-isp039s-and-p2p-work-together"&gt;escopo do p4p&lt;/a&gt; -- inciativa de &lt;a href="http://www.news.com/Harnessing-the-power-of-P2P/2100-1034_3-6227406.html?tag=nw.2"&gt;upgrade do p2p&lt;/a&gt; das gigantes AT&amp;amp;T e Verizon, acompanhada por gente do ramo como LimeWire e BitTorrent, e apoiado pela... Telefônica. Vamos acompanhar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-5222382307590088252?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/5222382307590088252/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=5222382307590088252&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/5222382307590088252" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/5222382307590088252" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/L1gdaREy6zY/campus-party-steven-johnson-poltica.html" title="Campus Party Brasil, e a mobilização para o ativismo digital" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R9VHRy3T9-I/AAAAAAAAAuY/4gerHCJlYuY/s72-c/cparty_family.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/03/campus-party-steven-johnson-poltica.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-5684728817849652742</id><published>2008-02-02T16:55:00.000-02:00</published><updated>2008-02-02T17:34:20.786-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="orkut" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="brasil" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="redes sociais" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="barlow" /><title type="text">John Barlow explica o fenômeno Orkut no Brasil</title><content type="html">&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Este vídeo estava guardado&lt;/span&gt; desde a época do &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/blogs/diversidade_cultural/"&gt;Seminário Interncional sobre Diversidade Cultural&lt;/a&gt;, promovido pelo MinC e pela OEA em setembro do ano passado. Foi quando tive a oportunidade de rever &lt;a href="http://homes.eff.org/~barlow/"&gt;John Barlow&lt;/a&gt;, um de meus heróis da rede e com quem tive o primeiro contato no &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2006/08/tv-digital-do-brasil-e-outras-tvs.html"&gt;iSummit no Rio&lt;/a&gt;, um ano antes. Barlow é um dos fundadores da &lt;a href="http://www.eff.org/"&gt;Electronic Frontier Foundation (EFF)&lt;/a&gt;, braço armado da proteção dos direitos civis na rede, e autor de um texto clássico para o ativismo digital: a &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/?p=7807"&gt;Declaração de Independência do Ciberespaço&lt;/a&gt;. Isto para não dizer que John é também um dos principais letristas da legendária banda &lt;a href="http://dead.net/"&gt;Grateful Dead&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei honrado em receber sua visita em minha casa, e poder compartilhar com ele momentos festivos de minha comunidade. Mas interessante mesmo foi quando, em uma conversa nos corredores do Seminário, ele revelou o que podemos chamar de 'marco zero' do fenômeno brasileiro no Orkut. Interessante também sacar a perspectiva que ele tem do Brasil como 'networked society'. Faz sentido para vocês? Segue o vídeo (por Adriano de Angelis), legendado e traduzido com algum atraso ;-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://dotsub.com/api/player.php?filmid=2605&amp;filminstance=2607&amp;language=br" frameborder="0" width="490" height="402"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-5684728817849652742?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/5684728817849652742/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=5684728817849652742&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/5684728817849652742" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/5684728817849652742" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/XkGu7_bKutw/john-barlow-explica-o-fenmeno-orkut-no.html" title="John Barlow explica o fenômeno Orkut no Brasil" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/02/john-barlow-explica-o-fenmeno-orkut-no.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-549964905370017956</id><published>2008-01-03T11:11:00.000-02:00</published><updated>2008-02-07T13:02:23.778-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="orkut" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="redes sociais" /><title type="text">Trocando facilidades por autonomia inteligente</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.blogpessoal.net/alguns-motivos-para-trocar-o-orkut-por-um-blog/"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R3zt5aJp7-I/AAAAAAAAAt4/oxeZLJbH65Y/s400/troqueseuorkut.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151253644333150178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O leitor Bruno Leal&lt;/span&gt; fez &lt;a href="http://www.haloscan.com/comments/josemurilo/1047918607957941898/#437378"&gt;uma crítica&lt;/a&gt; interessante ao &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2007/12/em-2008-redes-sociais-abertas-para.html"&gt;post em que requentei&lt;/a&gt; a campanha &lt;a href="http://www.blogpessoal.net/alguns-motivos-para-trocar-o-orkut-por-um-blog/"&gt;Troque Seu Orkut Por um Blog&lt;/a&gt;, lançada no ano passado pelo &lt;a href="http://rrtaddei.wordpress.com/"&gt;Roberto Taddei&lt;/a&gt;. Ele menciona um possível elitismo na proposta, e apesar de já haver &lt;a href="http://www.haloscan.com/comments/josemurilo/1047918607957941898/#437395"&gt;respondido&lt;/a&gt; ao comentário, algumas movimentações na blogosfera me fazem voltar ao assunto. Começando com o colega Ronaldo Lemos que, enquanto não tem um blog, continua refém da formatação que as editorias da mídia fazem de sua mensagem. O depoimento dele ao JB na matéria sobre &lt;a href="http://jbonline.terra.com.br/editorias/cienciaetecnologia/papel/2007/12/31/cienciaetecnologia20071231000.html"&gt;previsões tecnológicas para 2008&lt;/a&gt; diz assim:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Lemos cita o MySpace, que agora tem um portal em português, especialmente dedicado ao Brasil, e o Facebook, que, segundo ele, já começa a atrair um número significativo de brasileiros, como os principais adversários do Orkut em 2008. Com a demanda no setor ainda alta, também haverá espaço para novos projetos de redes sociais, com oportunidades, inclusive, para empresas nacionais que decidirem apostar no filão.&lt;/blockquote&gt;Será mesmo que a ameaça ao Orkut no Brasil vai ser alavancada por outros que tais como MySpace, Facebook, etc? Tenho para mim que a escala da experiência brasileira com o Orkut nos coloca à frente das tendências globais em termos de redes sociais. Explico: o que os norte-americanos experimentam como novidade hoje com o Facebook -- a sensação de que 'todo mundo está lá' -- já acontece entre nós com o Orkut há pelo menos 2 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, considero que estamos em melhores condições de enxergar como estes silos e 'jardins murados' (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;walled gardens&lt;/span&gt;) constituem uma enorme perda em termos de oportunidades na web,  e assim optar pelas possibilidades que certamente irão explodir em 2008. Os indícios do fenômeno de abertura das redes sociais aconteceram de forma clara no segundo semestre do ano passado, e definem as tendências para o ano que entra. Aqui vão &lt;a href="http://www.readwriteweb.com/archives/toolkit-08.php"&gt;algumas indicações&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Portabilidade de Dados - a turma das redes sociais irá cada vez mais enxergar o valor da possibilidade de levar arquivos e contatos de seu profile de um site / serviço / rede social para outro, ou de definir o que desejamos fazer com os dados interagindo com outros serviços da rede.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Portabilidade da Identidade - projetos como o &lt;a href="http://openid.net/"&gt;OpenID&lt;/a&gt; começam a mostrar como o mundo digital pode funcionar sem que tenhamos que ser novamente 'identificados' em cada um dos diferentes 'silos' da web.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2007/11/open-google-ser.html"&gt;lançamento do OpenSocial&lt;/a&gt; pelo Google.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O &lt;a href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_45.html#post_18994490"&gt;lançamento do Android&lt;/a&gt; como sistema operacional open source para celulares.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O surgimento de novas idéias na web (como o &lt;a href="http://www.dapper.net/"&gt;Dapper&lt;/a&gt;) especializadas em 'importar' (extrair?) a informação aprisionada nos 'silos' da web. Veja um &lt;a href="http://www.readwriteweb.com/images/dapperrww.swf"&gt;interessante tutorial&lt;/a&gt; demonstrando possibilidades.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Novas ferramentas de agregação pessoal e publicação de informações (Lifestreaming apps, ou blogs 2.0, ou sei lá o que...) como o  &lt;a href="http://tumblr.com/"&gt;Tumblr&lt;/a&gt;, e ainda os radicais &lt;a href="http://www.onaswarm.com/"&gt;Onaswarm&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://lifestrea.ms/"&gt;Lifestrea.ms&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.soup.io/"&gt;Soup&lt;/a&gt;, apresentam possibilidades inéditas na customização de espaços pessoais na web.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O lançamento de aplicações para registro pessoal de sua movimentação na rede, como o &lt;a href="http://labs.mozilla.com/2007/12/introducing-weave/"&gt;Weave&lt;/a&gt; da Mozilla, e o sucesso de padrões como o  &lt;a href="http://apml.org/"&gt;APML&lt;/a&gt; -- um OPML que registra &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2006/03/economia-da-ateno.html"&gt;dados de atenção&lt;/a&gt; para sites, blogs, palavras pesquisadas, etc. -- além de várias outras iniciativas sobre as quais você pode se informar melhor em sites como o &lt;a href="http://dataportability.org/"&gt;DataPortability.org&lt;/a&gt;. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R30TJqJp7_I/AAAAAAAAAuA/14bv0LVeh6E/s1600-h/techmemeG.GIF"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R30TJqJp7_I/AAAAAAAAAuA/14bv0LVeh6E/s200/techmemeG.GIF" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151294605436252146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hoje o &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.techmeme.com/080103/h1145"&gt;Techmeme&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (leitura obrigatória para blogueiros)&lt;/span&gt; relata em super destaque o fato do Facebook &lt;a href="http://scobleizer.com/2008/01/03/ive-been-kicked-off-of-facebook/"&gt;ter desabilitado&lt;/a&gt; a conta de &lt;a href="http://scobleizer.com/"&gt;Robert Scoble&lt;/a&gt; (uber blogger e grande entusiasta da rede social, até agora), e o motivo é ele haver rodado um script para captura de dados ligados ao seu perfil. O debate é interessante principalmente porque nos leva à &lt;a href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_36.html#post_18945773"&gt;Carta dos Direitos de usuários da Web Social&lt;/a&gt;, da qual Scoble é um dos principais promotores, e que em seus itens mais importantes afirma:&lt;br /&gt;&lt;span class="mensagem"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;Declaramos publicamente que todos os usuários da web social têm direito:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1) Propriedade da sua informação pessoal, incluindo:&lt;br /&gt;- os dados de seu perfil&lt;br /&gt;- a lista das pessoas a que estão ligados [lista de contatos]&lt;br /&gt;- o fluxo de conteúdo que ele criou&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2) Controle de quando e como essa informação pessoal é compartilhada com outros. E liberdade de conceder acesso a sua informação pessoal a sites externos de confiança.&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A pergunta é: tem alguém aí que discorda de tais direitos?&lt;/span&gt; As redes sociais como as conhecemos hoje tiveram um grande papel na disseminação das possibilidades de comunicação e publicação da web. Algo assim como a AOL, que nos primeiros tempos da rede tratou de 'ensinar' o usuário comum a utilizar e-mail e visitar websites (escolhidos pela AOL). Mas não levou muito tempo para que estes mesmos usuários percebessem que a verdadeira web pulsava além dos muros do portal, e se procurarmos pelo que restou da AOL hoje teremos a exata noção do que pode acontecer a um gigante de web que não acompanha o movimento de seu público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que em 2008 estamos no limiar de mais um salto qualitativo dos usuários da web, e talvez a campanha "Troque Seu Orkut Por Um Blog" precise mesmo de uma atualização. Algo assim como: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Troque as Facilidades em Espaço Restrito por uma Autonomia Inteligente na Web Aberta"&lt;/span&gt;. Mas aí não tem o mesmo apelo... ;-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;UPDATE&lt;/span&gt; (07/02/2008): O Bruno Leal acaba de lançar uma rede social voltada para estudantes, professores, pesquisadores e amantes de História, utilizando o Ning: &lt;a href="http://cafehistoria.ning.com/"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Visite o Café História&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-549964905370017956?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/549964905370017956/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=549964905370017956&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/549964905370017956" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/549964905370017956" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/yjybxf0FbDo/trocando-facilidades-por-autonomia.html" title="Trocando facilidades por autonomia inteligente" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R3zt5aJp7-I/AAAAAAAAAt4/oxeZLJbH65Y/s72-c/troqueseuorkut.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2008/01/trocando-facilidades-por-autonomia.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-7207365431377894181</id><published>2007-12-25T14:53:00.000-02:00</published><updated>2007-12-25T14:57:39.540-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="música" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="gravadoras" /><title type="text">David Byrne: estratégias de sobrevivência para artistas emergentes - e megastars</title><content type="html">&lt;p style="text-align: right;"&gt; &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/12/byrne.jpg" title="David Byrne - Wired"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/12/byrne.jpg" alt="David Byrne - Wired" align="left" hspace="10" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.wired.com/entertainment/music/magazine/16-01/ff_byrne"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;tradução de artigo de DAVID BYRNE na Wired&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Esclarecimento:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Eu já fui proprietário de um selo (gravadora). Este selo, Luaka Bop, ainda existe, mas eu não estou mais envolvido em sua administração. Meu último disco saiu pela Nonesuch, uma subsidiária do império Warner Music Group. Eu também já publiquei música através de gravadoras independentes como Thrill Jockey, e imprimi CDs para venda em tours. Eu faço tours regularmente, e não vejo isto como uma forma de promover a venda de CDs. Portanto, eu experimentei este negócio de ambos os lados. Ganhei dinheiro, e também fui explorado. Tive liberdade para criar, e também fui pressionado para gerar hits. Tive que lidar com ‘divas’ do mundo da música, e vi discos geniais de artistas maravilhosos serem completamente ignorados. Eu amo a música. Eu sempre amarei. A música salvou a minha vida, e eu aposto que não sou o único a dizer isto.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que chamamos de música hoje&lt;/strong&gt;, entretanto, não é o negócio da produção musical. Em um certo momento se tornou o negócio de vender CDs em estojos plásticos, e esta indústria estará acabada em breve. Mas isto não é uma má notícia para a música, e certamente não é má notícia para os músicos. De fato, com todas estas novas formas de acesso a audiências, nunca antes tantas oportunidades estiveram disponíveis para os artistas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Qual o fim disso? Bem, alguns mapas mostram tendências inexoráveis:&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/12/ff_bryne1_630.gif" title="Indústria da Música - Wired"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/12/ff_bryne1_630.gif" alt="Indústria da Música - Wired" width="450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O fato do Radiohead haver lançado seu último álbum online, e de Madonna debandar da Warner Bros. para a Live Nation, uma empresa que promove concertos, é visto como um sinal do fim do negócio da música como o conhecemos. De fato, estes são apenas dois exemplos de como os músicos estão cada vez mais em condições de trabalhar fora do tradicional relacionamento com as gravadoras. Não há um caminho único para se fazer negócio estes dias. Pelas minhas contas, existem pelo menos seis modelos viáveis. Esta variedade é positiva para os artistas, pois promove novas formas de recompensa ao trabalho dos músicos. E á bom também para os diversos públicos, que terão maior quantidade — e qualidade — musical disponível. Vamos dar um passo atrás para termos uma melhor perspectiva.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é música?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Primeiramente, uma definição dos termos. De que afinal estamos falando? O que exatamente está sendo comprado e vendido? No passado, música foi algo que você escutava e vivenciava — era um evento social além do puramente musical. Antes do advento da tecnologia de gravação, você não podia separar a música de seu contexto social. Canções e baladas épícas, trovadores, espetáculos para a corte, musica em igrejas, cantos xamânicos, cantorias em pubs, música ceremonial, música militar, música para dança  — estavam todas de alguma forma ligadas a funções sociais específicas. Era uma atividade comunitária, e quase sempre cumprindo uma função. Você não podia levar a música para casa, copiá-la, vendê-la como uma commodity (a não ser como partitura, mas isto não é música), ou mesmo ouvi-la novamente. Música era uma experiência, intimamente casada com a sua vida. Você poderia pagar para ouvir música, mas depois de pagar, já era, foi — tornou-se uma memória.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A tecnologia mudou tudo isto no século 20. A música — ou, pelo menos, seu artefato de gravação — tornou-se um produto, algo que poderia ser comprado, vendido, trocado, e tocado infinitamente em qualquer contexto. Isto transformou a economia da música, mas nossos instintos humanos permaneceram intactos. Eu passo muito tempo com fones nos ouvidos escutando música gravada, mas ainda curto poder estar no meio do público em um concerto. Eu canto para mim mesmo, e, sim, eu toco um instrumento (nem sempre bem).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sempre iremos querer utilizar a música como parte de nosso tecido social: para nos reunir em concertos e em bares, mesmo que o som esteja uma droga; para transmitir música de mão em mão (ou pela Internet) como uma forma de moeda social; para construir locais onde ‘a nossa gente’ possa escutar música (teatros para óperas e sinfonias); para saber mais sobre os nossos ‘bardos’ favoritos — sua vida amorosa, suas roupas, suas crenças políticas. Tais contextos revelam um impulso inato para um cenário além do artefato plástico. Pode-se dizer que este impulso faz parte de nossa estrutura genética.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-7207365431377894181?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/7207365431377894181/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=7207365431377894181&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7207365431377894181" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/7207365431377894181" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/42fwWhn08kM/david-byrne-estratgias-de-sobrevivncia.html" title="David Byrne: estratégias de sobrevivência para artistas emergentes - e megastars" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2007/12/david-byrne-estratgias-de-sobrevivncia.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-1047918607957941898</id><published>2007-12-24T10:48:00.000-02:00</published><updated>2007-12-24T13:27:05.486-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="redes" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="open social" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="openness" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="redes sociais" /><title type="text">Em 2008: redes sociais abertas para todos</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.economist.com/theworldin/leaders/displayStory.cfm?story_id=10125781&amp;amp;d=2008"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2-wdaJp78I/AAAAAAAAAto/4FfVTtUJLww/s320/ld7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147526918390280130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Muito se tem falado do choque de gerações&lt;/span&gt; que está acontecendo, entre a galera que está entrando no mercado de trabalho tendo convivido intimamente com a Internet e explorado as possibilidades das redes sociais durante toda a adolescência, e a turma mais velha, os que ainda se escandalizam com a "despudorada" exposição que enxergam nos perfis de seus filhos no orkut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho lidado com a capacitação para o uso corporativo das ferramentas web, e portanto venho observando o fenômeno. O resultado prático é que, hoje, fica muito mais fácil contratar uns 'meninos' para as funções que precisam ser desempenhadas do que 'convencer' os mais velhos a se apropriarem das ferramentas de comunicação e colaboração disponíveis. A &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/?p=2357"&gt;solução têm sido&lt;/a&gt; juntar um especialista experiente (curador) com um 'blogueiro', um 'menino' que saiba publicar e fazer uso das redes sociais e das múltiplas possibilidades de comunicação em tempo real. É bom frisar que estes desta galerinha se apresentam não só familiarizados com a tecnologia, mas também dispondo de uma habilidade de composição editorial multimídia 'em tempo real' que torna-se um diferencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje li um artigo -- '&lt;a href="http://www.economist.com/theworldin/leaders/displayStory.cfm?story_id=10125781&amp;amp;d=2008"&gt;The Rediscovery of Discretion&lt;/a&gt;', na ótima edição da Economist (&lt;a href="http://www.economist.com/theworldin/?d=2008"&gt;The World in 2008&lt;/a&gt;) -- que me chamou a atenção. Entre as previsões para o próximo ano está a aproximação desta turma dos mais velhos às possibilidades das redes sociais, e o autor afirma que isto será fruto de evoluções na tecnologia. Alguns trechos me pareceram bem interessantes:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Durante os primeiros 200 milênios das espécies, as redes sociais humanas permaneceram tecnologicamente estáveis. As pessoas se sentavam em círculo em torno a fogueiras, contavam estórias e cultivavam relações. A literatura e as cartas, e mais tarde o telefone, ajudaram a extender esta possibilidade à distância. Mas a questão mais complicada sempre foi encontrar o equilíbrio certo entre divulgar de mais ou de menos à rede, e entre ser demasiado arrojado ou tímido na busca de novas amizades, parcerias e alianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, durante a primeira década do século 21, a internet pareceu resolver temporariamente esta dificuldade ao gerar as várias redes sociais online -- trazendo nomes como MySpace e Facebook -- que tiveram forte apelo junto às psiques frágeis de uma geração, denominada "Y", e deixaram a geração precedente, chamada "X", perplexa e horrorizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que atraiu os "Y"s foi a trementa escalabilidade do meio (promovendo enormes ganhos de eficiência na busca de relacionamentos amorosos), sua vocação para a propaganda pessoal (com fotos 'selvagens' para, digamos, anunciar popularidade), e acima de tudo, a suspensão temporária das dificuldades que surgem no trato das relações sociais na vida real. Os velhos escrúpulos em questões de discreção pareceram tecnologicamente obsoletos. Entretanto, foi exatamente o uso relaxado destas 'funcionalidades' pelos "Y"s que deixaram os "X"s perplexos, e depois horrorizados, ao aterrisarem nestas redes no papel de 'pais e/ou responsáveis' realizando jornadas inquisidoras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Isto vai mudar em 2008, na medida em que a tecnologia das redes sociais se adapte à natureza humana, ao invés de forçar a natureza humana a se adaptar à tecnologia. Os líderes da indústria em 2007 foram estes antiquados 'walled gardens' (jardins murados). Eles surgiram com templates genéricos, com os aspectos sociais cruciais -- qual informação fornecer em um perfil, etc. -- pre-determinados por programadores. Sim, eles permitiram que os usuários customizasem suas páginas iniciais, mas isto já era possível nos 'walled gardens' do início dos anos 90, em serviços online como AOL ou Compuserve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes serviços fechados faliram e deram espaço, após a revolução do Netscape e seus emuladores, à Web aberta e polivalente. A mesma coisa irá acontecer em 2008 no mundo das redes sociais. No lugar dos 'jardim murados' para incapacitados, irão surgir kits de ferramentas abertas que permitirão a qualquer um, com alguns poucos e simples clicks, criar sua própria rede social,  que será uma extensão das relações existentes na vida real.&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;No final do artigo&lt;/span&gt; o autor menciona o &lt;a href="http://www.ning.com/"&gt;Ning&lt;/a&gt; como um exemplo destes kits de ferramentas, e nós poderíamos falar também que a iniciativa &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2007/11/open-google-ser.html"&gt;Open Social&lt;/a&gt; do Google vai na mesma direção, e talvez mencionar o &lt;a href="http://gigaom.com/2007/12/11/the-next-social-network-wordpress/"&gt;artigo no GigaOm&lt;/a&gt; que fala das possibilidades do Wordpress como plataforma para redes sociais. Ou seja, várias indicações de um movimento forte na direção das plataformas abertas 'centradas-na-pessoa', customizáveis para atender às perspectivas particulares de como interagir na rede e passíves de se conectar de variadas formas a outras redes e plataformas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Troque seu Orkut por um Blog&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste clima de otimismo para o próximo ano, e buscando traduzir estas tendências globais em uma mensagem pertinente para o público local, só posso relembrar a campanha lançada pelo meu amigo &lt;a href="http://rrtaddei.wordpress.com/"&gt;Roberto Taddei&lt;/a&gt; em abril de 2006, e que a cada dia se torna mais atual.&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2_LKaJp79I/AAAAAAAAAtw/595Heu-Hvdw/s1600-h/troqueseuorkutporumblog.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2_LKaJp79I/AAAAAAAAAtw/595Heu-Hvdw/s400/troqueseuorkutporumblog.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147556278786715602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;li&gt;Pelo uso inteligente do tempo online.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pela (re)afirmação da cultura.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pela interatividade real.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pela inteligência colaborativa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pela conquista do espaço virtual aberto e livre.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pela manutenção e recriação do português.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pelo não ao voyeurismo tímido.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pela cara a tapa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pela contribuição milionária de todos os pontos de vista.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pelo mundo ao contrário.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Participe você também da campanha “Troque seu orkut por um blog”.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-1047918607957941898?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/1047918607957941898/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=1047918607957941898&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/1047918607957941898" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/1047918607957941898" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/lB_Lci9XyXc/em-2008-redes-sociais-abertas-para.html" title="Em 2008: redes sociais abertas para todos" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2-wdaJp78I/AAAAAAAAAto/4FfVTtUJLww/s72-c/ld7.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2007/12/em-2008-redes-sociais-abertas-para.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-8305748061461987512</id><published>2007-12-17T14:53:00.000-02:00</published><updated>2007-12-17T19:58:28.406-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="wordpress" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="minc" /><title type="text">WordPress no MinC: "Equipe Antenada"</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2buL6Jp77I/AAAAAAAAAtg/3pHmYUITKpE/s1600-h/gie_mincweb.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2buL6Jp77I/AAAAAAAAAtg/3pHmYUITKpE/s400/gie_mincweb.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145061512673095602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Deu no WebInsider&lt;/span&gt; ("&lt;a style="font-style: italic;" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/12/04/ministerio-da-cultura-adota-o-wordpress/"&gt;Ministério da Cultura adota Wordpress&lt;/a&gt;"):&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Equipes antenadas podem fazer o governo economizar uma boa quantia de dinheiro público adotando soluções abertas nos casos em que elas se encaixam bem."&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;E a equipe (da Gerência de Informações Estratégicas - DGE / SE) é antenada mesmo: &lt;a href="http://www.webdf.com.br/blog/"&gt;Guilherme Aguiar&lt;/a&gt; (Coord. de Interface e Integração de Serviços), &lt;a href="http://marcelomesquita.com/"&gt;Marcelo Mesquita&lt;/a&gt; (Coord. de Suporte e Aplicações), Thatiana Dunice e Guilherme Barcellos (Relacionamento com Públicos), e &lt;a href="http://www.koojoo.com.br/"&gt;Fabiano Rangel&lt;/a&gt; (Layout e Interface), contanto ainda com participações muito especiais de &lt;a href="http://ruadastulipas.blogspot.com/"&gt;Hozielt Huston&lt;/a&gt; (Layout e Interface) e &lt;a href="http://www.rogeriopa.com/blog/"&gt;Rogério Pereira&lt;/a&gt; (Design e Arquitetura da Informação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso dizer que o grande mérito da equipe foi o arrojo e a competência em bancar a implementação de uma solução que atende radicalmente aos requisitos e conceitos que &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2007/12/trajetria-de-um-webmaster-governamental.html"&gt;alguns anos de experiência&lt;/a&gt; no ramo web governamental ajudaram a consolidar. A saber:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ferramenta open source, preferencialmente do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lamp"&gt;grupo LAMP&lt;/a&gt; (Linux, Apache, MySQL, PHP), e com uma comunidade de desenvolvimento já amadurecida;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Portfolio variado de funcionalidades implementáveis modularmente e facilmente customizáveis;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Facilidade de desenvolvimento de novas funcionalidades modulares (plugins);&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Grande portfolio de plugins e templates (temas) disponíveis para estudo e adaptações;&lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Facilidade no desenvolvimento de layouts e templates customizados; e&lt;br /&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Usabilidade intuitiva do      sistema por parte dos usuários publicadores.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2bHEqJp75I/AAAAAAAAAtQ/lPfxBD-eCjA/s1600-h/wordpress_logo.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2bHEqJp75I/AAAAAAAAAtQ/lPfxBD-eCjA/s320/wordpress_logo.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145018507165560722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="contenttext"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O fato do WordPress ter sido desenvolvido&lt;/span&gt; para gerenciar blogs -- o que caracteriza a presença online 'centrada na pessoa' -- confere à plataforma um alto grau de flexibilidade de customização para os usuários que publicam os conteúdos, seja em termos de layout e diferentes funcionalidades (plugins), seja na implementação de arquiteturas de informação específicas em seções secundárias. O conceito se encaixa perfeitamente na estratégia de descentralização da produção interna de conteúdo no órgão, e no movimento de apropriação da web como ferramenta de comunicação e prestação de serviços para com o público usuário da instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao facilitar a vida dos editores de conteúdo com interfaces simples (óbvias, eu diria), e disponibilizar um leque de opções de customização contando com os últimos '&lt;span style="font-style: italic;"&gt;features&lt;/span&gt;' da blogosfera, o WordPress se torna automaticamente um sucesso junto à crítica (usuários internos / publicadores), e conseqüentemente, o resultado em termos de conteúdo gerado agrada em cheio ao público final (usuários externos).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p&gt;Algumas adaptações tiveram que ser desenvolvidas para adequar o WordPress às demandas específicas do site institucional do MinC, entre elas a definição de privilégios de usuários para      áreas específicas, uso diferenciado das      categorias como áreas, e a possibilidade de dispor os posts de      forma não-linear e por ordem de importância (livre edição de capas). Tais questões foram resolvidas de forma satisfatória com o desenvolvimento de plugins específicos, e como resultado obtivemos uma plataforma com capacidade de atender tanto às demandas centrais de integração dinâmica do conteúdo e gerenciamento de usuários, como também às customizações solicitadas pelos programas e ações do MinC em suas diversificadas estratégias para a web.&lt;/p&gt;Em síntese, o que observamos no processo de implementação do WordPress como CMS do site institucional do Ministério da Cultura foi a vitória indiscutível da simplicidade, e isto tem chamado à atenção de muita gente. Desde o lançamento, temos recebido inúmeros contatos de outros órgãos de governo interessados em conhecer o modelo de implementação, e nossa idéia é compartilhar tudo o que desenvolvemos aqui no MinC -- temos todo o interesse em alavancar uma comunidade de desenvolvimento wordpress.gov.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, o fato da notícia sobre a implementação do WordPress no MinC ter &lt;a href="http://www.webdf.com.br/blog/?p=47"&gt;emplacado no dashboard do wp&lt;/a&gt; acabou gerando reações na blogosfera global. Não poderia deixar de registrar o movimento por aqui, não é mesmo? Afinal, no espírito do &lt;a href="http://www.globalvoicesonline.org/"&gt;Global Voices&lt;/a&gt;, '&lt;a href="http://pt.globalvoicesonline.org/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;o mundo está falando, você está ouvindo?&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;'.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Brazilian Ministry of Culture uses WordPress to manage their site. I really like the way they have put together various features and plugins to make the site more usable. Since I was introduced to &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://en.wikipedia.org/wiki/BRIC"&gt;BRIC&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, I have started to notice how the BRIC countries have started to become more involved in online media and publication.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[O Ministério da Cultura brasileiro utiliza WordPress para gereciar seu website. Gostei muito da forma como eles conseguiram reunir várias funcionalidades e plugins de forma a incrementar a usabilidade do site. Desde que fui introduzido ao  &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/BRIC"&gt;BRIC&lt;/a&gt;, tenho notado como estes países (Brasil, Rússia, Índia, China) têm evoluído em termos de mídia online e publicação web]&lt;br /&gt;&lt;a href="http://weblogtoolscollection.com/archives/2007/12/12/ministerio-da-cultura/"&gt;Ministério da Cultura&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://weblogtoolscollection.com/"&gt;Weblog Tools Collection&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Das brasilianische Kultusministerium hat seine Seite komplett mit Wordpress gestaltet. Diverse Plugins und Erweiterungen und ein spaltiger Aufbau lassen die Seite alles andere als ein Blog wirken.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[O Ministério da Cultura do Brasil lançou seu novo website completamente gerenciado em Wordpress. Com inúmeros novos plugins e extensões, e um layout em 3 colunas, o site parece tudo menos um blog.]&lt;br /&gt;&lt;span class="contenttext"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.weblogs-und-wikis.de/2007/das-brasilianische-kultusministerium-nutzt-wordpress/" rel="bookmark" title="Permanent Link: Das brasilianische Kultusministerium nutzt Wordpress"&gt;Das brasilianische Kultusministerium nutzt Wordpress&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.weblogs-und-wikis.de/"&gt;Weblogs und Wikis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mentre qui spendiamo carriolate di soldi per l’orribile portale italia.it, in Brasile il Ministero della Cultura, per fare il proprio sito, si affida a Wordpress. Stiamo vivendo in un paese in via di sottosviluppo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[Equanto por aqui gastamos caminhões de dinheiro para desenvolver o horrível portal &lt;a href="http://italia.it/"&gt;italia.it&lt;/a&gt;, no Brasil o Ministério da Cultura publica seu website em WordPress. Estamos mesmo vivendo em um país a caminho do subdesenvolvimento.]&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anonimo-italiano.webboys.org/2007/12/12/ministerio-da-cultura/"&gt;Ministério da Cultura&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://anonimo-italiano.webboys.org/"&gt;Anonimo Italiano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Non so quanto sia costato, ma non credo i milioni di euri… Per piacere, troviamo un musicista, magari un chitarrista e facciamogli fare il ministro della cultura e anche dell’innovazione!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[Eu não sei quanto custou (o site em WordPress), mas certamente não foram milhões de euros... Por favor, encontrem um músico, talvez um guitarrista, e façamo-lo Ministro da Cultura e da Inovação!]&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.manicalarga.net/2007/12/12/ministerio/"&gt;Ministério&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.manicalarga.net/"&gt;Manicalarga.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wiedzieli wy, że plebejskiego Wordpressa używają nawet takie zacne instytucje jak np. brazylijskie &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.cultura.gov.br/site/" target="_blank"&gt;Ministerstwo Kultury&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[não consegui traduzir... acho que é polonês]&lt;br /&gt;&lt;a href="http://slawek-wojcik.blogspot.com/2007/12/wordpressgov.html"&gt;wordpress.gov&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://slawek-wojcik.blogspot.com/"&gt;Off the Record&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Skillnaden mellan det svenska och brasilianska kulturdepartementet oroar. Ser vi skillnaden mellan dels ett piggt och vaket land, dels ett land som i fornstora dagar var en framträdande webbnation men som nu stagnerat?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[isto eu acho que é sueco... alguém sabe traduzir?]&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wpr.se/2007/12/webben-utvecklas-sverige-tittar-forvanat-pa/"&gt;Webben utvecklas - Sverige tittar förvånat på&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.wpr.se/"&gt;Webbrådgivaren Fredrik Wacka&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Come non rimanere affascinati da un progetto simile? Un blog che comunica tutta la vivacità di un paese caldo ed esuberante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[Como não ficar fascinado com um tal projeto? Um blog que comunica toda a vivacidade de um país quente e exuberante.]&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tommaso.tumblr.com/post/21708232"&gt;Il ministero della cultura brasiliano e l’esempio da seguire&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://tommaso.tumblr.com/"&gt;Questo non è un Blog&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Valeu equipe!!&lt;/span&gt; Vamos manter as antenas ligadas e seguir em frente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-8305748061461987512?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/8305748061461987512/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=8305748061461987512&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/8305748061461987512" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/8305748061461987512" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/J3gkcOL5r2c/wordpress-no-minc-equipe-antenada.html" title="WordPress no MinC: &quot;Equipe Antenada&quot;" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2buL6Jp77I/AAAAAAAAAtg/3pHmYUITKpE/s72-c/gie_mincweb.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2007/12/wordpress-no-minc-equipe-antenada.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-3425125823423409614</id><published>2007-12-12T11:34:00.000-02:00</published><updated>2007-12-13T14:56:24.527-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="wordpress" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="website" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="webmaster" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="josemurilo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="minc" /><title type="text">A trajetória de um webmaster governamental</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/12/home_minc_nova4.jpg" mce_href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/12/home_minc_nova4.jpg"&gt;&lt;img src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/12/home_minc_nova4_p.JPG" mce_src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2007/12/home_minc_nova4_p.JPG" align="left" border="0" hspace="10" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Passadas duas semanas&lt;/span&gt; do lançamento da &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/site//" mce_href="http://www.cultura.gov.br/site//"&gt;nova versão do website do Ministério da Cultura&lt;/a&gt; em Wordpress (ao lado), creio que agora dá para falar com um pouco mais de calma sobre o projeto, a novidade que ele traz para o governo, e o significado que enxergo em tudo isso na perspectiva da Ecologia Digital.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas quero antes mencionar um pouco da minha bagagem como 'webmaster' governamental, que pode adicionar informação relevante para o que desejo comunicar. Ainda em 1996, no antigo MARE (Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado), tive a oportunidade de juntamente com Roberto Dantas, realizar o registro do domínio &lt;a href="http://www.brazil.gov.br/" mce_href="http://www.brazil.gov.br/"&gt;brasil.gov.br&lt;/a&gt; e publicar a primeira proposta de integração do conteúdo web governamental. Ou seja, sou jurássico no pedaço. Desde então aprendi a defender o conceito de que a Internet no governo merece ser pensada com dedicação exclusiva, por um setor específico na instituição que possa conceber e implementar o uso qualificado das possibilidades da web pelas diversas áreas fins.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na época, eu e Claudio Sato montamos a Assessoria Especial de Informações Institucionais do MARE, criada pelo então ministro &lt;a href="http://www.bresserpereira.org.br/" mce_href="http://www.bresserpereira.org.br/"&gt;Bresser Pereira&lt;/a&gt; para pensar a rede e propor usos estratégicos no âmbito do projeto de &lt;a href="http://www.bresserpereira.org.br/listar.asp?cat=7" mce_href="http://www.bresserpereira.org.br/listar.asp?cat=7"&gt;reforma do estado&lt;/a&gt;. O entusiasmo e a percepção do &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2004/08/bresser-na-unb-revendo-o-querido.html" mce_href="http://ecodigital.blogspot.com/2004/08/bresser-na-unb-revendo-o-querido.html"&gt;Bresser&lt;/a&gt; no tema era muito estimulante, e chegamos a realizar algo que até hoje ninguém repetiu no governo: um chat onde o ministro respondia diretamente às questões dos servidores sobre as mudanças no Regime Jurídico Único (RJU). Isto foi em fins de 1996!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Depois estive no Ministério da Ciência e Tecnologia, onde novamente trabalhei em um setor especializado em Internet que se chamava Coordenação Geral de Informação e Difusão Científica. Assim como aconteceu no MARE e novamente por influência direta do Bresser, a área não estava subordinada nem à Comunicação Social nem à Tecnologia da Informação, e sim ligada à Secretaria Executiva -- ou seja, próximo ao centro de decisão. No restante do governo a Internet seguiu seu destino incerto, ora tocada à base de releases burocráticos típicos das 'ascoms' da esplanada, ora subordinada às interfaces herméticas da turma dos 'CPDs'. Arrisco dizer que a situação permanece mais ou menos igual...&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Depois de alguns apuros após a entrada do Lula, naquele momento em que os técnicos de governo foram 'perseguidos' politicamente como se todos tucanos fossem, fui 'descoberto' pelo &lt;a href="http://culturadigitalcolombia.blogspot.com/2007/09/entrevista-con-claudio-prado.html" mce_href="http://culturadigitalcolombia.blogspot.com/2007/09/entrevista-con-claudio-prado.html"&gt;Claudio Prado&lt;/a&gt;, amigo de &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2004/11/no-ritmo-da-mquina-do-gil-pioneirismo.html" mce_href="http://ecodigital.blogspot.com/2004/11/no-ritmo-da-mquina-do-gil-pioneirismo.html"&gt;Gil&lt;/a&gt;, através deste blog (é isto que eu chamo de monetização). O encontro de Claudio com Letícia Schwarz, minha colega dos tempos do Bresser, viabilizou a &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2004/07/blogando-esplanada-fora-da-cincia-e-da.html" mce_href="http://ecodigital.blogspot.com/2004/07/blogando-esplanada-fora-da-cincia-e-da.html"&gt;minha ida para o Ministério da Cultura&lt;/a&gt;. A proposta era ser Gerente de Informações Estratégicas -- mais uma denominação criativa para disfarçar que nosso foco principal é a rede -- e estar localizado na Diretoria de Gestão Estratégica da Secretaria Executiva, trabalhando diretamente com a Letícia e com Juca Ferreira, o vice de Gil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Devo dizer que foi no MinC de Gil que os conceitos da Ecologia Digital embutidos na minha atuação dentro do governo encontraram respaldo e fruição total. E posso dizer também que a recente publicação do website institucional do ministério em Wordpress traduz a vitória de um conceito fundamental: o de que a utilização da web como ferramenta de comunicação pública pelos órgãos de governo é tão importante e estratégica que não pode ser terceirizada -- deve ser apropriada organicamente pela instituição. E também não pode ficar refém de concepções limitadoras, como em geral o são as visões clássicas da comunicação e da TI governamentais. É preciso estar preparado para inovar, e neste sentido o '&lt;i&gt;do it yourself&lt;/i&gt;' (DIY) proposto pelo movimento open source é o caminho a seguir.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a onblur="return true;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.slideshare.net/josemurilo/cg-sitios-apresentao-no-serpro" mce_href="http://www.slideshare.net/josemurilo/cg-sitios-apresentao-no-serpro"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2BXROgG0nI/AAAAAAAAAsg/OdPYcMKWB4A/s400/slide_serpro.GIF" mce_src="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2BXROgG0nI/AAAAAAAAAsg/OdPYcMKWB4A/s400/slide_serpro.GIF" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143206727919260274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Entretanto, é preciso fazer ressalvas. A experiência demonstrou que escolher uma solução open source qualquer não basta. No segundo semestre de 2003, recém chegado ao MinC e bastante influenciado pelas &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2003/10/bons-sinais-para-o-ambiente-digital.html" mce_href="http://ecodigital.blogspot.com/2003/10/bons-sinais-para-o-ambiente-digital.html"&gt;movimentações&lt;/a&gt; que o &lt;a href="http://samadeu.blogspot.com/" mce_href="http://samadeu.blogspot.com/"&gt;Sergio Amadeu&lt;/a&gt; realizava para a adoção de software livre no governo, me engagei no GT de Compartilhamento e Otimização de Recursos do Comitê Técnico de Gestão de Sítios e Serviços Online -- que foi uma tentativa da SECOM-PR em colocar alguma ordem nos sites governamentais. Me propus a realizar uma pesquisa entre os 'webmasters' da esplanada (dos ministérios) para saber o que cada um utilizava, e o objetivo era propor uma estratégia comum para adoção de rumos tecnológicos na questão da gestão de conteúdo web.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao cabo de minha pesquisa de campo, me dispus a apresentar os resultados obtidos em um evento promovido pelo Serpro, em dezembro de 2003. Mal sabia eu que o tal evento cumpria o objetivo de apresentar para o Comitê Técnico o Zope-Plone como o CMS (content manager system) ideal para o governo, e que os dados de &lt;a href="http://www.slideshare.net/josemurilo/cg-sitios-apresentao-no-serpro" mce_href="http://www.slideshare.net/josemurilo/cg-sitios-apresentao-no-serpro"&gt;minha apresentação&lt;/a&gt; eram absolutamente dissonantes com o hype promovido pelos donos da casa e seus poderosos parceiros naturais -- os Ministérios do Planejamento e da Fazenda. O argumento principal do &lt;a href="http://www.slideshare.net/josemurilo/cg-sitios-apresentao-no-serpro/" mce_href="http://www.slideshare.net/josemurilo/cg-sitios-apresentao-no-serpro/"&gt;meu discurso na ocasião&lt;/a&gt; era o de que todas as equipes de desenvolvimento dos órgãos eram formadas em asp, e a migração natural no emergente contexto do software livre no governo seria o php. Apresentar como solução geral uma aplicação (Zope) desenvolvida em Phyton, e com um banco de dados específico, levaria fatalmente ao seguinte cenário: manter os webmasters nas mãos de especialistas externos, o que praticamente inviabilizava o modelo '&lt;i&gt;do it yourself&lt;/i&gt;'. Conheço instituições governamentais que pagaram 1 milhão de reais(!) para terem seus websites desenvolvidos e implementados em Zope, e hoje não conseguem evoluir porque não têm mais como pagar a conta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas mesmo o '&lt;i&gt;do it yourself&lt;/i&gt;' tem suas ressalvas. Minha frustração em conseguir uma aliança de governo em torno de um CMS integrador viável me levou a buscar uma solução php/mysql simples que viabilizasse a formação de uma comunidade de desenvolvimento open source intencional -- de governo. Foi então que &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2005/03/novo-site-do-minc-no-ar-conceitos-em.html" mce_href="http://ecodigital.blogspot.com/2005/03/novo-site-do-minc-no-ar-conceitos-em.html"&gt;embarcamos no Waram&lt;/a&gt;, uma solução simples gerada pelo &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=611291098" mce_href="http://www.facebook.com/profile.php?id=611291098"&gt;Maratimba&lt;/a&gt; na prefeitura de sampa (Marta). Resultado: com as enormes restrições de equipe no MinC, e a mudança de governo em sampa, ficamos presos solitários em uma plataforma sem comunidade, sem condições de desenvolver e configurar novas possibilidades. Foram dois anos de ralação para entender o que havia dado errado no conceito, e o passo seguinte não poderia errar o alvo. Ou seja, '&lt;i&gt;do it yourself&lt;/i&gt;', mas nem tanto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Foi aí que chegamos ao Wordpress, mas isto já é assunto para outro post...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-3425125823423409614?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/3425125823423409614/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=3425125823423409614&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/3425125823423409614" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/3425125823423409614" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/iAE4mclSO5g/trajetria-de-um-webmaster-governamental.html" title="A trajetória de um webmaster governamental" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R2BXROgG0nI/AAAAAAAAAsg/OdPYcMKWB4A/s72-c/slide_serpro.GIF" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2007/12/trajetria-de-um-webmaster-governamental.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3689915.post-1670693289921300497</id><published>2007-11-25T01:17:00.000-02:00</published><updated>2007-11-25T16:54:14.931-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="igf" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="igf-rio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="participação remota" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="governança" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="icann" /><title type="text">Ainda sobre o IGF-Rio: a relevência está nas pontas</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R0jtTPQZ3gI/AAAAAAAAAro/7um2R6nDQ6g/s1600-h/igf-windsorbarra.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R0jtTPQZ3gI/AAAAAAAAAro/7um2R6nDQ6g/s200/igf-windsorbarra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136616289784684034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Depois de desabafar&lt;/b&gt; a minha frustração pessoal em relação ao IGF no post anterior, fica mais fácil avaliar os aspectos gerais do evento de maneira mais objetiva. É fato que não pude acompanhar os conteúdos, pois estava concentrado em fazer &lt;a href="http://ecodigital.blogspot.com/2007/11/hackeando-o-igf-rio-ou-quase.html"&gt;o hack&lt;/a&gt; funcionar. Mas ainda assim foi possível captar a movimentação geral, já que fiquei 4 dias internado no Windsor Barra -- ao lado, foto do lobby do hotel durante uma madrugada de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aspecto destacado por alguns blogs foi a marcante migração das ações relevantes do fórum para os eventos periféricos, como os workshops propostos por grupos organizados, as reuniões das coalizões dinâmicas, os fóruns de melhores práticas e outros. O resultado foi o esvaziamento das sessões principais, que disputavam a atenção dos participantes com até seis agendas simultâneas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Pior ainda, não há nenhum espaço comum para o processamento das idéias e para a deliberação sobre o que acontece nas pontas do processo. De fato, em função da verdadeira competição por atenção criada pelo agendamento de inúmeros workshops simultâneos às sessões plenárias, a programação dos eventos paralelos atraiu muito mais gente no segundo e terceiro dias. O resultado é um ambiente de 'trade-show' ou de conferência acadêmica. Tal situação gera um sentimento de frustração que pode ser facilmente detectado em inúmeras das partes interessadas. É ótimo, como sugeriu Jeanette Hofmann na sessão final,  que os workshops reflitam os interesses reais dos participantes. Mas estes temas fragmentados em processos de livre-associação necessitam algum tipo de integração.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blog.internetgovernance.org/blog/_archives/2007/11/15/3354879.html"&gt;The Rio IGF: The  Center Does Not Hold?&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://blog.internetgovernance.org/blog/"&gt;IGP Blog&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;b&gt;Observações semelhantes&lt;/b&gt; foram feitas por Everton Lucero, conselheiro do Itamaraty que foi a meu ver o brasileiro com atuação mais relevante em todo o evento, incluído aí todo o &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/blogs/igf/?p=33"&gt;processo preparatório em Genebra&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/blogs/igf/?p=40"&gt;a fase de articulação da presença governamental&lt;/a&gt;. Desde as primeiras ações conjuntas, Everton esteve sensível às 'provocações' aportadas pelo MinC para que o IGF não fosse um Forum exclusivo para engenheiros, diplomatas e advogados, o que resultou na criação do &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/blogs/igf/"&gt;blog  MinC / MRE para o IGF&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua percepção sobre as deficiências do processo, e a resiliência demonstrada ao colocar tais questões de forma clara, tanto no workshop que tratou do cumprimento do mandato do IGF definido em Tunis ('&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.intgovforum.org/wks_session_info.php?numes=37"&gt;Fulfilling the mandate of IGF&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;') como na plenária que avaliou o desempenho do IGF até agora ('&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.intgovforum.org/Rio_Meeting/IGF2-TakingStock-15NOV07.txt"&gt;Taking Stock and the Way Forward&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;'), não passaram despercebidas pelos comentaristas atentos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Um dos panelistas mais provocativos foi Everton Lucero, representante do governo brasileiro que apontou como um dos obstáculos [ao cumprimento do mandato do IGF] a falta de transparência do processo preparatório, o que contraria o parágrafo 33 da &lt;a href="http://www.google.com/url?sa=t&amp;amp;ct=res&amp;amp;cd=1&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fec.europa.eu%2Finformation_society%2Factivities%2Finternationalrel%2Fdocs%2Fwsis%2Ftunis_agenda.pdf&amp;amp;ei=YnZJR5jsHpa8epzqrZAN&amp;amp;usg=AFQjCNH14ZlOWZLi8h1Rdo7vzECzqEo0-A&amp;amp;sig2=OCmim9och03R83kqhouUGg"&gt;Agenda de Tunis&lt;/a&gt;. Como ele apontou, o Advisory Group (MAG) não possui procedimentos definidos, e atua com um grau de transparência muito limitado. Lucero também manifestou o sentimento de que o seu '&lt;a href="http://www.intgovforum.org/Summary.AG.05.09.07.rtf"&gt;perspicaz relatório&lt;/a&gt;', onde recomendava reformas ao Advisory Group, foi solenemente ignorado. Ele também destacou a ironia na existência de um Fórum  que se realiza sob os auspícios das Nações Unidas, mas que ainda assim não é contemplado com nenhum recurso de seu orçamento.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://igfwatch.org/discussion-board/day-4-of-rio-igf#gkrmgq8b8hKknyTAjc_tXw"&gt;Day 4 of IGF Rio&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://igfwatch.org/"&gt;IGFWatch news&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R0m2zPQZ3jI/AAAAAAAAAsA/oWO_DBdHobY/s1600-h/1807861462_2d39fbeb55.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R0m2zPQZ3jI/AAAAAAAAAsA/oWO_DBdHobY/s200/1807861462_2d39fbeb55.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136837841377680946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Como &lt;a href="http://blogs.metareciclagem.org/efeefe/blog/continuando-igf"&gt;bem assinalado pelo FF&lt;/a&gt;, &lt;/b&gt;uma das repercussões interessantes no ambiente do IGF-Rio foi &lt;a href="http://joi.ito.com/archives/2007/11/12/three_years_with_icann.html"&gt;o post do Joi Ito&lt;/a&gt; sobre sua saída do board da ICANN.  Ao mesmo tempo em que saúda o trabalho realizado pela instituição e desfaz alguns dos mitos que levam muitos a considerá-la 'o lado escuro da força', assinala também a dificuldade da instituição em escutar os verdadeiros usuários nas pontas da rede.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O problema da ICANN não é de ser injusta, e sim a dificuldade e o tempo requerido para se tentar alcançar consenso nas questões difíceis.  O outro problema é que a maioria das pessoas que são afetadas por suas decisões, os usuários em geral, não sabem ou se importam em saber sobre a ICANN e seu papel. Descobrir a melhor forma de captar os inputs destes usuários tem sido um questão recorrente, mas isto não é um problema da ICANN unicamente. Toda a política e o universo da ação coletiva compartilham esta dificuldade de fazer com que o público se importe com o debate sobre os temas que o afetam diretamente.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://joi.ito.com/archives/2007/11/12/three_years_with_icann.html"&gt;Three Years with ICANN&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://joi.ito.com/"&gt;Joi Ito&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;Minha tendência é concordar com o Joi Ito duplamente. Sempre achei um exagero esta ênfase total na internacionalização da ICANN como a grande questão da governança da rede. O fato é que uma das principais reivindicações do IGF-Atenas --  domínios top-level funcionando em códigos de caracteres internacionais além do  hoje mandatário alfabeto romano -- parece estar recebendo &lt;a href="http://www.icann.org/announcements/announcement-13nov07.htm"&gt;tratamento diferenciado&lt;/a&gt; por parte da ICANN. Pode até parecer um detalhe, mas trata-se neste momento da &lt;a href="http://www.australianit.news.com.au/story/0,24897,22587402-15306,00.html"&gt;iniciativa mais relevante&lt;/a&gt; no sentido de proteger a internet  dos &lt;a href="http://www.lightbluetouchpaper.org/2006/03/01/new-chinese-tlds/"&gt;riscos de fragmentação&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Se a ICANN estiver em condições de dar suporte a domínios top-level em chinês, arábico, persa e outras línguas, isto pode significar um passo fundamental no sentido de aplainar arestas, com alcance suficiente para prevenir um quadro de ruptura dramática  onde não poderíamos mais estar falando de "a Internet".... seria um mundo onde a competição entre nameservers de diferentes nações nos deixaria falando sobre diversas "Internets".&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ethanzuckerman.com/blog/2007/11/15/icann-takes-a-very-big-small-step/"&gt;Icann takes a very big small step&lt;/a&gt; -  &lt;a href="http://www.ethanzuckerman.com/blog/"&gt;My Heart's in Accra&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;Enfim, fico com a impressão de que o rescaldo sobre o IGF-Rio ainda pode render boas reflexões*. Em linhas gerais, penso ser lastimável que um processo que se propõe a debater a governança da Internet faça um uso tão pobre dos recursos da própria rede, a começar pelo &lt;a href="http://www.intgovforum.org/"&gt;site oficial&lt;/a&gt;(!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O IGF deveria privilegiar a interação em rede&lt;/b&gt;, retirando a ênfase no encontro presencial anual -- uma ostentação ridícula -- e ativando uma permanente colaboração online. Mas enquanto o custo de um coffe-break básico do IGF-Rio pode significar a sustentabilidade de um servidor web ativo na rede por um ano -- ou, quem sabe, uma tela extra para a projeção da participação remota no salão do evento, a &lt;a href="http://igf-online.net/wws/info/igf-ocdc"&gt;coalizão dinâmica de colaboração online&lt;/a&gt; (OCDC) teve a sua página wiki desativada por depender do bolso de um de seus membros para se manter online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R0m4rfQZ3kI/AAAAAAAAAsI/_mNebTgQ2Pc/s1600-h/igf-circo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R0m4rfQZ3kI/AAAAAAAAAsI/_mNebTgQ2Pc/s320/igf-circo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136839907256950338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Como última observação&lt;/b&gt;, confesso que fiquei espantado com a falta de visão de alguns dos nossos colegas, Skywalkers tardios e demodês que ainda acreditam na relevância dos fóruns restritos com seus bastidores mesquinhos. Perderam a oportunidade de se plugar na dinâmica e diversa cultura de uso da rede, que emerge a cada dia de suas pontas. Este é, a meu ver, o verdadeiro tema, objeto e finalidade de qualquer projeto internacional de governança da Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foto de Vitor Cheregati: Papo sobre internet, governança, propriedade intelectual, desenvolvimento e futuros possíveis durante o IGF Paralelo, no Circo Voador, Lapa, Rio de Janeiro. Presentes os Ministros de Estado Gilberto Gil e Mangabeira Unger, o Vice-Governador do Estado do Rio Luiz Pezão, Ronaldo Lemos do iSummit e FGV, moderados pelo animador de políticas digitais do MinC, o legendário Claudio Prado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) O &lt;a href="http://www.igfbrazil2007.br/videos-archive.htm"&gt;conteúdo de vídeo das 'main sessions' do IGF-Rio&lt;/a&gt; tem alguns bons trechos que mereciam destaque. Se alguém tiver a manha de baixar os arquivos, entro na colaboração para fazer uma edição legal para colocar no youtube. Interessados podem se manifestar nos comentários. Alô turma do Circo...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3689915-1670693289921300497?l=ecodigital.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ecodigital.blogspot.com/feeds/1670693289921300497/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3689915&amp;postID=1670693289921300497&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/1670693289921300497" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3689915/posts/default/1670693289921300497" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EcoDigital/~3/Mo4IzkVI2WM/ainda-sobre-o-igf-rio-relevncia-est-nas.html" title="Ainda sobre o IGF-Rio: a relevência está nas pontas" /><author><name>Jose Murilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08365901899202280865</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" name="OpenSocialUserId" value="03659202166641734037" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_6Zckd2CR87s/R0jtTPQZ3gI/AAAAAAAAAro/7um2R6nDQ6g/s72-c/igf-windsorbarra.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://ecodigital.blogspot.com/2007/11/ainda-sobre-o-igf-rio-relevncia-est-nas.html</feedburner:origLink></entry></feed>
