<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081</atom:id><lastBuildDate>Fri, 08 Nov 2024 15:16:04 +0000</lastBuildDate><category>Amazônia</category><category>Projetos</category><category>Aquecimento Global</category><category>Biodiversidade</category><category>Desmatamento</category><category>Educação Ambiental</category><category>Água</category><category>Cerrado</category><category>Crédito de Carbono</category><category>Gestão</category><category>A empresa</category><category>Ambiente Urbano</category><category>Mata Atlântica</category><category>Fotos</category><category>Legislação</category><category>Parceria</category><category>Videos</category><title>ECO JIPA  ● Consultoria Ambiental ●</title><description>A empresa | Contato | Legislação | Fotos | Videos | Parceria |</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>59</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>A empresa | Contato | Legislação | Fotos | Videos | Parceria |</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-5957172113177005045</guid><pubDate>Sun, 03 Jul 2011 03:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-02T20:13:30.289-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amazônia</category><title>Sistema Deter aponta novamente aumento no desmatamento em Mato Grosso</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Estado do Mato Grosso é, pela terceira vez consecutiva este ano, e com  números alarmantes, o campeão do desmatamento na Amazônia. Levantamento  do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgado hoje  (30/6) mostra que foram desmatados 93 quilômetros quadrados de terras em  maio. No total, o desmatamento da Amazônia ficou em 268 quilômetros  quadrados no mesmo período. Pará e Rondônia foram os Estados que vieram  logo em seguida, com 67,9 e 65,5 quilômetros quadrados devastados,  respectivamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao comentar os dados em audiência pública no Senado Federal nesta manhã,  a ministra do Meio Ambiente informou aos senadores que dos 824  quilômetros quadrados de desmatamento identificados pelo sistema Deter  para o período de 1º de agosto de 2010 a 31 de maio de 2011, 112  quilômetros quadrados eram autorizados.&amp;nbsp; No Amazonas, foram registrados  193 quilômetros quadrados, dos quais apenas 11 quilômetros quadrados  foram autorizados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pode haver desmatamento legalizado. A lei permite isso. O nosso foco  aqui é o debate sobre o desmatamento ilegal”, afirmou a ministra ao se  referir à possibilidade de anistia aos desmatamentos prevista no projeto  de lei em discussão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tais números indicam que a importante tendência de redução do  desmatamento que vínhamos assistindo nos últimos anos se mostra agora  mais frágil que imaginada”, afirma Claudio Maretti, líder da Iniciativa  Amazônia Viva da Rede WWF. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na opinião de Maretti, é necessário consolidar os mecanismos de redução  do desmatamento, inclusive por meio de criação de mais&amp;nbsp; áreas  protegidas, maior controle e vigilância do desmatamento e eliminação dos  subsídios perversos que provocam degradação ambiental, muitas vezes  embutido em mecanismos de apoio à produção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É necessário fortalecer a produção florestal, favorecer a produção  agropecuária sustentável e promover o pagamento pelos serviços dos  ecossistemas, ou seja, implementar uma economia verde. Por outro lado, é  fundamental que a sociedade perceba que a pressão pelas mudanças  irresponsáveis e anistia aos desmatadores é produto de ação  irresponsável daqueles que preferem gerar fatos consumados, se  beneficiar, mesmo que de forma irregular, e deixar os custos para o  restante da sociedade”, explicou.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O sistema Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter) contempla os  desmatamentos com corte raso e degradação progressiva, ou seja, aponta  tanto as áreas novas devastadas quanto aqueles desmatamentos que avançam  floresta adentro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E o desmatamento não é o único problema ambiental do Mato Grosso. O Inpe  indicou, semana passada, que os focos de incêndio começaram a tomar  conta do Centro-Oeste por conta do início do período de seca. Somente na  sexta-feira passada, 24 de junho, foram identificados 182 focos de  incêndio em todo o País - 53 focos de incêndio no Mato Grosso.</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/07/sistema-deter-aponta-novamente-aumento.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-5433646208552487577</guid><pubDate>Sun, 03 Jul 2011 03:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-02T20:11:56.684-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amazônia</category><title>Começam debates sobre Código Florestal no Senado</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Audiência pública de mais de cinco horas com a ministra do Meio Ambiente  Izabella Teixeira deu início aos debates no Senado Federal sobre o  projeto de lei da Câmara dos Deputados, que propõe alterações ao Código  Florestal. Com o plenário lotado do início ao fim da sessão, os  senadores foram unânimes em destacar nos seus discursos a necessidade de  o Senado ‘tomar o tempo necessário para o aprofundamento das discussões  e análise profunda da matéria’.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A primeira audiência pública foi realizada em conjunto pelas comissões  de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Meio Ambiente, Defesa do  Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), que vão analisar a proposta  atual. A ministra do Meio Ambiente iniciou sua apresentação enfatizando a  oportunidade de o Senado Federal olhar para o futuro e ressaltou os  desafios que o Brasil viverá nos próximos 50 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A nossa biodiversidade é um ativo econômico. Produtos como madeira,  pescado, serviços ambientais como água e solo e os recursos genéticos,  tudo isso está no guarda-chuva da biodiversidade. Detemos 25% da  biodiversidade do Planeta. Isso não pode ser visto como&amp;nbsp; um empecilho;  ao contrário, é uma oportunidade a mais para o desenvolvimento deste  País,&amp;nbsp; um fator de competitividade para a agricultura brasileira que  poucos países têm. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Izabella Teixeira também foi enfática ao lembrar aos senadores que o  Brasil foi protagonista em três convenções internacionais - de Mudanças  Climáticas, de Diversidade Biológica e de Desertificação – estabelecendo  compromissos. “Quando as convenções foram assinadas - e esta Casa  reconheceu as convenções&amp;nbsp; , o que foi dito internacionalmente? Que toda  discussão sobre biodiversidade era de soberania nacional, ou seja, as  nações definiriam como iriam conduzir o seu processo de biodiversidade”,  completou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A ministra criticou o tratamento dado às áreas de preservação permanente  no projeto de lei aprovada na Câmara dos Deputados, agora em análise no  Senado. “A proposta enseja o fim das áreas de preservação permanente  nas áreas rurais. Isso é inaceitável. APP (área de preservação  permanente) é que assegura a água, o solo, a proteção da fauna. E sem  isso, não há serviços ambientais que são estratégicos para a produção  sustentável da agricultura brasileira. APP é vida”, defendeu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sobre outro ponto polêmico da proposta, a anistia a desmatamentos, ela  destacou que é necessário reconhecer duas situações distintas: quem  cumpriu a lei e quem não cumpriu a lei. “Quem não cumpriu a lei tem que  ter os caminhos para se regularizar. Agora, quem cumpriu a lei não pode  ser colocado no mesmo patamar de quem não a cumpriu”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Senadores&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cerca de 15 senadores pediram a palavra e questionaram aspectos da  política ambiental brasileira e as posições do governo. Os discursos, no  entanto, independente de interesses, foi conciliatório, destacando a  valorização da agricultura brasileira e também a necessidade de  conservação ambiental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O relator da matéria na Comissão do Meio Ambiente, senador Jorge Vianna,  ex-governador do Estado do Acre, lembrou que o país leva o nome de uma  árvore e disse que, neste momento, seu papel é muito mais de ouvinte,  para que possa colher todos os anseios de maneira imparcial. Vianna  destacou no seu discurso o passivo de insegurança jurídica que deve ser  solucionado nas discussões do Senado. “É importante dar segurança  jurídica aos agricultores, mas garantir que o meio ambiente não seja  prejudicado”, disse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eduardo Braga, senador pelo PMDB-AM e ex-governador do Estado, destacou  que o Brasil está entre os maiores produtores do mundo porque temos um  bom clima e uma diversidade de ambientes favorável. “O código florestal  não pode ser apenas o Código Florestal do agronegócio. Tem que ser o  Código Florestal dos brasileiros. Para isso, deve contemplar esses três  elementos: o econômico, o social e o ambiental. É preciso incluir  mecanismos de compensação financeira dos serviços ambientais na lei, que  remunerem reserva legal e áreas de preservação permanente como ativo do  bem”, defendeu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Projeto de Lei vai passar ainda por uma série de debates no Senado. A  próxima audiência pública está marcada para o dia 6 de Julho, na  Comissão de Ciência e Tecnologia. O debate contará com representantes da  Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), ministérios da  Ciência e Tecnologia, do Meio Ambiente, da Agricultura e Instituto de  Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), que publicou recentemente um  estudo sobre reserva legal e desmatamento. O estudo estimou a área de  vegetação nativa que deixará de ser recuperada se for mantida a anistia  ao desmatamento das parcelas de reserva legal nas propriedades de até  quatro módulos fiscais. Segundo o estudo, pelo menos 29 milhões de  hectares de mata nativa deixarão de ser recuperados.</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/07/audiencia-publica-de-mais-de-cinco.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-5723904041894612860</guid><pubDate>Sun, 03 Jul 2011 03:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-02T20:04:55.441-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ambiente Urbano</category><title>A Paisagem Urbana</title><description>&lt;div class="pic"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://ambientes.ambientebrasil.com.br/urbano/arborizacao_urbana/midia/imagens/1559.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="q" border="0" src="http://ambientes.ambientebrasil.com.br/urbano/arborizacao_urbana/midia/imagens/1559.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A vegetação, como um todo, tem sido de  grande importância na melhoria das condições de vida nos centros  urbanos. Com o crescimento populacional das cidades, depara-se com a  falta de um planejamento urbano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O clima urbano difere consideravelmente  do ambiente natural. A amplitude térmica, o regime pluviométrico, o  balanço hídrico, a umidade do ar, a ocorrência de geadas, granizos e  vendavais precisam ser considerados.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os solos, por sua vez, responsáveis  pelo suporte físico das árvores e pelo substrato nutritivo do qual  depende seu desenvolvimento, apresentam-se compactados nas cidades  devido ao grande número de pavimentações que não permitem o escoamento  das águas. Resíduos sólidos, despejos residenciais e industriais poluem e  comprometem o solo urbano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quanto à qualidade do ar, esta fica  comprometida pela combustão de veículos automotores e pela emissão de  poluentes advindos de atividades industriais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além da função paisagística, a arborização urbana proporciona benefícios à população como:&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-left: 30px; text-align: justify;"&gt;a. Proteção contra ventos&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-left: 30px; text-align: justify;"&gt;b. Diminuição da poluição sonora&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-left: 30px; text-align: justify;"&gt;c. Absorção de parte dos raios solares&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-left: 30px; text-align: justify;"&gt;d. Sombreamento&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-left: 30px; text-align: justify;"&gt;e. Ambientação à pássaros&lt;/div&gt;&lt;div style="padding-left: 30px; text-align: justify;"&gt;f. Absorção da poluição atmosférica, neutralizando os seus efeitos na população&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td colspan="5" style="background-color: #cccccc; border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Organograma dos Principais Benefícios das Áreas Verdes Urbanas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td colspan="2" style="background-color: #cccccc; border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Fatores Urbanos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" style="background-color: #cccccc; border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Principais Formas de Degradação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="background-color: #cccccc; border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Principais Benefícios das Áreas Verdes Urbanas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td rowspan="3" style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Físico&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Clima/ar&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Alterações micro climáticas&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Deterioração da qualidade do ar&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Poluição Sonora&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Conforto micro climático&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Controle da poluição atmosférica&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Controle da poluição sonora&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Água&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Alterações da quantidade de água&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Deterioração da qualidade hídrica&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Regularização hídrica&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Controle da poluição edáfica&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Solo/subsolo&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Alterações físicas do solo&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Alterações químicas e biológicas do solo&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Estabilidade do solo&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Controle da poluição edáfica&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td rowspan="2" style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Biológicos&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Flora&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Redução da cobertura vegetal&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Redução da biodiversidade&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Controle da reduçãoi da biodiversidade&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Fauna&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Proliferação de vetores&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Destruição de habitats naurais&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Controle de vetores&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td rowspan="2" style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Territorial&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Uso/ocupação do solo&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Desconforto ambienteal das edificações&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Poluição visual&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Alterações micro climáticas&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Conforto ambienta nas edificações&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Controle da poluiçãoi visual&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Infra-estrutura/serviços&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Dificuldade no deslocamento&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Aumento da necessidade de saneamento&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Redução da sociabilidade&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Despercício de energia&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Racionalização do transporte&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Saneamento ambiental&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Conservação de energia&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Sociais&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Demografia&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Equipamentos e serviço social&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Concentração populacional&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Crescimento das necessidades sociais&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Conscientização ambiental&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Atendimento das necessidades sociais.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Econômicos&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Setores produtivos&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Renda/Ocupação&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Valor e desvalorização da atividade/propriedade&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Concentração de pobreza e desemprego&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-bottom-color: #000000; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: #000000; border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: #000000; border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: #000000; border-top-style: solid; border-top-width: 1px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;x&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Valorização das atividades e propriedades&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Amenizações dos bolsões da pobreza&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Instituição&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Setor Público&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Instrumentos Normativos&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Redução da capacidade de gestão urbana&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Instrumental insuficiente&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;x&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border: 1px solid #000000; text-align: center;"&gt; &lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Apoio à capacidade de gestão urbana&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: left;"&gt;Instrumento de regulamentação específica.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/07/paisagem-urbana.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-7152666563518365812</guid><pubDate>Sun, 03 Jul 2011 03:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-02T20:02:24.881-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ambiente Urbano</category><title>A arquitetura e a questão ambiental nas cidades</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://ambientes.ambientebrasil.com.br/urbano/artigos_urbano/midia/imagens/1546.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="q" border="0" src="http://ambientes.ambientebrasil.com.br/urbano/artigos_urbano/midia/imagens/1546.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O tema da ecologia geralmente aparece  na grande mídia relacionado à preservação e à recuperação da natureza  selvagem. No entanto, as reais possibilidades de preservação e  recuperação dessa natureza selvagem estão intimamente relacionadas à  questão ambiental nas cidades.&lt;/div&gt;&lt;div class="pic" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A degradação e o comprometimento da  natureza selvagem foram intensificados pelo crescimento descontrolado  das cidades e de suas atividades &lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; industriais de alto impacto ambiental,  especialmente a partir de meados do Século 19. A reversão da alarmante  crise ambiental contemporânea depende de iniciativas que reavaliem o  papel da cidade e a participação de cada cidadão como pólo decisivo na  educação ambiental e na transformação de comportamentos.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atualmente o ambiente urbano é o  hábitat de mais de 50% da população mundial. E esse percentual deve  aumentar consideravelmente nos próximos anos. As projeções da ONU  estimam que em torno de 2025 a população urbana mundial, que hoje é de  aproximadamente 2,5 bilhões, pode chegar aos 5 bilhões de pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Todos os dias vivenciamos nas cidades  alguns dos mais graves problemas ambientais contemporâneos: as questões  da água, do lixo, da poluição e do alto consumo de energia. É certo que a  solução desses problemas depende de vontade política, práticas públicas  e planejamento urbano, mas depende também, e essencialmente, da  colaboração ativa de cada um dos cidadãos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns exemplos de “casas ecológicas”  são divulgados com freqüência na grande mídia. Essas casas, quase sem  exceção, estão localizadas em ambientes não-urbanizados: pequenas  comunidades, fazendas, praias e montanhas, e são vistas com curiosidade e  interesse pelo público como experiências excêntricas com um certo tom  futurista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um dos desafios da arquitetura  contemporânea é o de conseguir desmistificar esse assunto e desenvolver  projetos residenciais no interior das cidades, em lotes comuns,  valendo-se dos conceitos de arquitetura sustentável e de “casa  ecológica” adaptados ao ambiente urbano e às condições locais de  disponibilidade de materiais e mão-de-obra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hoje já é possível construir no Brasil  casas e edifícios “ecológicos” com projetos personalizados, valendo-se  de sistemas e materiais alternativos disponíveis no mercado da  construção civil. Não se trata de alta tecnologia, sofisticada e cara,  mas sim de soluções técnicas simples e acessíveis articuladas em  projetos de arquitetura que têm como premissa conceitos de ecologia  urbana e de planejamento ambiental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A arquitetura residencial projetada com  princípios ecológicos também significa economia para a municipalidade,  afinal é possível reduzir em até 60% o volume de entulho retirado da  obra, reduzir o volume de águas pluviais destinado ao sistema público em  pelo menos 80%; reduzir o volume de esgoto despejado no sistema  coletivo em pelo menos 50%, além de contribuir com até 80% da área do  terreno em área verde para a cidade, considerando soluções paisagísticas  como tetos-jardim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não há dúvidas de que uma arquitetura  responsável e sintonizada com as questões urbanas contemporâneas pode  contribuir de forma efetiva para a melhoria das condições de vida nas  cidades e a solução de sérios problemas ambientais como a  impermeabilização crescente do solo; a redução progressiva da vegetação  urbana, especialmente nos lotes privados; o alto consumo energético  necessário para minimizar o desconforto de soluções arquitetônicas  inadequadas às condições climáticas reais (como, por exemplo, os  “indispensáveis” aparelhos de ar condicionado); o alto custo do  tratamento público da água e dos esgotos; o desperdício e o lançamento  de entulhos e sobras de canteiros de obras na periferia das cidades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As arquiteturas sustentáveis oferecem  grandes vantagens para a sociedade, e em escala ampliada, para todo o  meio ambiente. Se as vantagens ambientais são nítidas, as vantagens  econômicas são capazes de convencer os mais céticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com projetos arquitetônicos  alternativos é possível construir residências que proporcionem uma  economia de energia elétrica de, pelo menos, 40% e uma economia de água  que pode chegar a 50%. E o que é melhor, com um custo médio de cerca de  10% menor do que o de uma residência convencional. Isso significa  economia imediata na obra e economia ao longo de anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A inserção de casas e edifícios  sustentáveis ou “ecológicos” nas cidades brasileiras nos próximos anos  pode ter um efeito multiplicador de grande importância, sugerindo novos  comportamentos, e sinalizando para a sociedade outros caminhos possíveis  na ocupação do solo urbano com grandes vantagens econômicas e  ambientais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/07/arquitetura-e-questao-ambiental-nas.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-1784639247491036992</guid><pubDate>Sun, 03 Jul 2011 02:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-02T19:33:08.464-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Parceria</category><title>Parceria</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="color: #38761d;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Regras de Parceria&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pesquisas realizadas com diferentes  públicos - professores universitários e de ensino fundamental, alunos  universitários e empregados de grandes empresas brasileiras revelam que a  maioria dos entrevistados considera meio ambiente importante. A maioria  também se interessa pelo tema e considera que a qualidade ambiental é  fundamental para a sobrevivência – nossa e do planeta, concluindo ser  possível conciliar meio ambiente com desenvolvimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="pic"&gt;&lt;img alt="q" src="http://ambientes.ambientebrasil.com.br/gestao/artigos/midia/imagens/1283.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Embora seja lugar comum dizer que a  abordagem ambiental deva ser holística e que devemos pensar globalmente e  agir localmente, o que percebemos muitas vezes é uma práxis que reforça  o ambientalmente incorreto dito popular que diz que em casa de ferreiro  o espeto é de pau. Apesar dos avanços, a gestão ambiental continua,  ainda hoje, centrada, na maioria das vezes, na aquisição de equipamentos  de controle ambiental, não levando em consideração aspectos importantes  relacionados à cultura das pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De fato a degradação ambiental põe em  risco a saúde do planeta e de seus habitantes. As medidas mitigadoras  colocadas em práticas não resolvem de todo a questão, apenas – como o  próprio nome anuncia, atenuam um quadro ascendente de problemas  socioambientais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As práticas de controle ambiental são  recentes e ainda não foram totalmente incorporadas pelas empresas, seja  pelo seu alto custo ou pela falta de conscientização. Existe toda uma  cultura que precisa ser estimulada para uma nova concepção na relação do  homem com o meio ambiente. Percebe-se que pouco adiantarão tecnologias  de controle ambiental de última geração se as pessoas não refletirem  sobre o seu comportamento no que se refere ao consumo e ao uso  insustentável dos recursos naturais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Este cenário coloca à mesa uma  discussão que passa pela revisão de conceitos e será necessário que cada  indivíduo compreenda a importância de estar comprometido com a  qualidade ambiental da sua cidade, do seu bairro, da sua casa e do seu  posto de trabalho. Parafraseando o imperador romano, não basta apenas  estarmos comprometidos, temos que demonstrar este comprometimento  colocando em prática os princípios básicos de sustentabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No entanto, existe uma cultura  arraigada em pressupostos que acredita de fato que em casa de ferreiro o  espeto é de pau, quando na verdade deveria ser estimulada a refletir e  perceber que em casa de ferreiro na maioria das vezes o que temos é  sucata de sobra e que cada um de nós é na verdade um ferreiro a produzir  diariamente uma quantidade enorme de sucatas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As pessoas de um modo em geral não  percebem que a degradação ambiental é resultado do modelo que escolhemos  para sobreviver, não reconhecendo nas suas relações com o meio os  impactos produzidos por este modelo. De fato é pouco usual a conjugação  do verbo poluir na 1a pessoa. Quando o sujeito não é indefinido (alguém  polui), se encontra na 3a pessoa do plural: eles poluem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ações de controle ambiental são  fundamentais na busca de uma melhor qualidade de vida, pensar  globalmente e agir localmente também. No entanto, atuamos muitas vezes  desconsiderando fatores fundamentais relacionados à cultura das pessoas e  das instituições que as abrigam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nem sempre estabelecemos afinidades com  o público alvo de nossas ações ambientais. Informamos ao invés de nos  comunicar. De uma hora para outra meio ambiente passa a ser uma coisa  importante e todos devem zelar por ele. No entanto, pode ocorrer das  pessoas sequer saberem o que é meio ambiente e neste caso, incorremos no  velho modus operandi de controle ambiental no final da linha, quando na  verdade deveríamos estar atuando na causa e não somente na  conseqüência. A formação de uma consciência crítica em relação a este  processo é fundamental para a busca de soluções que não sejam somente  mitigadoras, passando a ter um caráter mais preventivo e educativo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, para que uma gestão  ambiental seja bem sucedida é necessário que ocorram mudanças nas  atitudes, nos padrões de comportamento e na própria cultura das  instituições.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para alcançar o compromisso das pessoas  com a melhoria da qualidade ambiental é preciso, em primeiro lugar, que  elas se percebam como parte integrante deste processo, tendo acesso a  conhecimentos básicos sobre meio ambiente que as auxiliem na  identificação das principais fontes geradoras de impactos ambientais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao motivar e capacitar as pessoas para a  adoção de ações preventivas a Educação Ambiental tem-se revelado um  importante instrumento da Gestão Ambiental, permitindo que as pessoas  conheçam, compreendam e participem das atividades de gestão ambiental,  assumindo postura pró-ativa em relação à problemática ambiental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dentro da perspectiva de otimizar seus  investimentos e de se manter dentro dos padrões ambientais exigidos pela  sociedade e pelo mercado, algumas empresas estão implantando programas  de Educação Ambiental como instrumentos do seu Sistema de Gestão  Ambiental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para que as empresas obtenham o  compromisso dos empregados com a gestão ambiental é necessário que ela  disponibilize, além de recursos e equipamentos de controle ambiental,  conhecimentos básicos sobre meio ambiente e gestão ambiental,  auxiliando-os na identificação e controle das principais fontes  geradoras de impactos ambientais da sua atividade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Neste sentido, para que a educação  ambiental se transforme em um instrumento eficiente da gestão ambiental é  necessário que as atividades propostas estejam sintonizadas com a  cultura da empresa e potencializem os aspectos positivos desta cultura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Concebidos desta forma, esses programas  permitem às empresas alcançar bons resultados, pois incentivam os  empregados a agir de forma preventiva, identificando, controlando e  minimizando os impactos ambientais da sua atividade.&lt;/div&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/05/o-tema-meio-ambiente-entrou.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-713075600964016050</guid><pubDate>Mon, 09 May 2011 20:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-09T13:16:05.435-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><title>A Gestão Ambiental na Empresa</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Há algumas décadas as pessoas  perceberam que a preservação do planeta Terra significa também a  preservação da própria vida. Inicialmente, a preocupação era pela  extinção dos animais, mais tarde a questão da derrubada das florestas, a  poluição do ar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em seguida, a poluição industrial e  agrícola e também a preocupação com a poluição gerada nos países em  desenvolvimento, pela falta de infra-estrutura urbana. Finalmente foram  identificadas as grandes conseqüências da poluição mundial e seus  riscos, como o efeito estufa e&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt; a camada de ozônio.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se inicialmente tínhamos alguns  idealistas alertando para problemas que pareciam surreais, mais tarde  passou-se a contar com organizações especialistas na questão ambiental,  organizações internacionais e alguns poucos governos comprometidos com a  preservação do Planeta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hoje, milhões de pessoas em todo o  mundo lutam por esta nobre causa, tentando mostrar os perigos iminentes  de uma postura agressiva ao meio em que vivemos, e os riscos concretos  que corremos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta consciência coletiva vem crescendo  dia-a-dia, transformando culturas, quebrando velhos paradigmas e  obrigando todos a darem sua colaboração por uma justa causa, a saúde do  nosso Planeta. Um dos últimos grupos a integrar esta  luta, e talvez o que traga resultados mais diretos em menos tempo, é o  setor empresarial. Movidos pela exigência de seus consumidores,  inicialmente europeus, as empresas começaram a perceber que seus  clientes estavam dispostos a pagar mais por produtos ambientalmente  corretos, e mais, deixar de comprar aqueles que contribuíam para a  degradação do Planeta. &lt;/div&gt;&lt;div class="pic"&gt;&lt;img alt="q" src="http://ambientes.ambientebrasil.com.br/gestao/artigos/midia/imagens/1294.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Além disto, esta pressão popular  atingiu também os governos, os quais passaram a estabelecer legislações  ambientais cada vez mais rígidas, fazendo com que as empresas tivessem  que adequar seus processos industriais, utilizando-se de tecnologias  mais limpas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta mudança na percepção da questão  ambiental obrigou o setor industrial, a desenvolver e implantar sistemas  de gestão de seus processos de maneira que atendessem a demanda vinda  de seus clientes e cumprissem com a legislação ambiental vigente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A estes sistemas denominaram Sistema de  Gestão Ambiental (SGA). Com estes sistemas, os empresários começaram a  verificar que uma postura ambientalmente correta na gestão dos seus  processos refletia diretamente em produtividade, qualidade e  conseqüentemente melhores resultados econômico-financeiros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disto, como uma forma de verificar  e divulgar quais as empresas que realmente apresentam uma postura  ambientalmente correta, estabeleceu-se sistemas de avaliação de  desempenho ambiental, com normas e critérios padronizados para o mundo  todo. O conjunto de normas mais conhecido é o da série ISO 14000.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A implantação de um sistema de gestão  ambiental, por uma empresa, pressupõem e exige um forte comprometimento  de sua direção e colaboradores com o meio ambiente. Não basta apenas  anunciar que seus processos não causam danos ambientais, é preciso  provar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A implantação de um SGA e a obtenção de  um certificado ISO 14001 jamais pode ser simplesmente uma jogada de  marketing ou o cumprimento de uma cláusula comercial, pois mais cedo ou  mais tarde, esta verdade será mostrada, com prejuízos ainda maiores para  a empresa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esta decisão deve ser baseada em uma  análise criteriosa dos benefícios a serem obtidos e dos recursos a serem  utilizados. É fundamental lembrar que uma vez obtida a certificação,  este compromisso passa a ser permanente, exigindo uma mudança definitiva  da antiga cultura e das velhas práticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, o gerenciamento de um  processo, por meio das ferramentas de um Sistema de Gerenciamento  Ambiental (SGA) possibilita inúmeros ganhos de produtividade e  qualidade, além da satisfação das pessoas envolvidas diretamente naquele  processo, pois estes aprendem que sempre é possível fazer melhor e  percebem a evolução da qualidade de seus serviços.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E o mais importante neste processo: o cliente passa a confiar muito mais na empresa e em seus produtos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atuar de maneira ambientalmente  responsável é ainda hoje um diferencial entre as empresas, destacando-as  neste competitivo mercado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, em breve, este diferencial se  transformará em um pré-requisito e quanto antes as empresas perceberem  esta nova realidade maior será a chance de se manterem no mercado.&lt;/div&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/05/gestao-ambiental-na-empresa.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-9004917702838708953</guid><pubDate>Mon, 09 May 2011 20:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-09T13:14:09.939-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><title>A Importância da consciência Ambiental para o Brasil e para o Mundo</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Durante o período da chamada Revolução  Industrial não havia preocupação com a questão ambiental. Os recursos  naturais eram abundantes, e a poluição não era foco da atenção da  sociedade industrial e intelectual da época.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir da escassez dos recursos  naturais, somado ao crescimento desordenado da população mundial e  intensidade dos impactos ambientais, surge o conflito da  sustentabilidade dos sistemas econômico e natural, e faz do meio  ambiente um tema literalmente estratégico e urgente. O homem começa a  entender a impossibilidade de transformar as regras da natureza e a  importância da reformulação de suas práticas ambientais.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Os limites:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A humanidade está usando 20% a mais de  recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. Com isso, está  avançando sobre os estoques naturais da Terra, comprometendo as gerações  atual e futuras segundo o Relatório Planeta Vivo 2002, elaborado pelo  WWF e lançado este ano em Genebra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o relatório, o planeta  tem 11,4 bilhões de hectares de terra e espaço marinho produtivos - ou  1,9 hectares de área produtiva per capita. Mas a humanidade está usando o  equivalente a 13,7 bilhões de hectares para produzir os grãos, peixes e  crustáceos, carne e derivados, água e energia que consome. Cada um dos 6  bilhões de habitantes da Terra, portanto, usa uma área de 2,3 hectares.  Essa área é a Pegada Ecológica de cada um. O fator de maior peso na  composição da Pegada Ecológica hoje é a energia, sobretudo nos países  mais desenvolvidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Pegada Ecológica de 2,3 hectares é  uma média. Mas há grandes diferenças entre as nações mais e menos  desenvolvidas, como mostra o Relatório Planeta Vivo, que calculou a  Pegada de 146 países com população acima de um milhão de habitantes. Os  dados mais recentes (de 1999) mostram que enquanto a Pegada média do  consumidor da África e da Ásia não chega 1,4 hectares por pessoa, a do  consumidor da Europa Ocidental é de cerca de 5,0 hectares e a dos  norte-americanos de 9,6 hectares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora a Pegada brasileira seja de 2,3  hectares – dentro da média mundial, mas cerca de 20% acima da capacidade  biológica produtiva do planeta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto falamos em emissões de  poluentes, as diferenças dos índices emitidos pelos países desenvolvidos  e em desenvolvimento também são significativas: Um cidadão médio  norte-americano, por exemplo, responde pela emissão anual de 20  toneladas anuais de dióxido de carbono; um britânico, por 9,2 toneladas;  um chinês, por 2,5; um brasileiro, por 1,8; já um ganês ou um  nicaragüense, só por 0,2; e um tanzaniano, por 0,1 tonelada anual. A  China e o Leste da Ásia aumentaram em 100% o consumo de combustíveis  fósseis em apenas cinco anos (1990/95). (Wolfgang Sachs, do Wuppertal  Institute)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos países industrializados cresce cada  vez mais o consumo de recursos naturais provindos dos países em  desenvolvimento - a ponto de aqueles países já responderem por mais de  80% do consumo total no mundo. Segundo Sachs, 30% dos recursos naturais  consumidos na Alemanha vêm de outros países; no Japão, 50%; nos países  Baixos, 70%.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O desafio:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O grande desafio da humanidade é promover o desenvolvimento sustentável de forma rápida e eficiente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é o paradoxo: sabemos que o tempo  está se esgotando, mas não agimos para mudar completamente as coisas  antes que seja demasiado tarde. Diz-se que uma rã posta na água fervente  saltará rapidamente para fora, mas se a água for aquecida gradualmente,  ela não se dará conta do aumento da temperatura e tranqüilamente se  deixará ferver até morrer. Situação semelhante pode estar ocorrendo  conosco em relação à gradual destruição do ambiente natural. Hoje,  grande parte da sociedade se posiciona como mero espectador dos fatos,  esquecendo-se de que somos todos responsáveis pelo futuro que estamos  modelando. Devemos exercer a cidadania planetária, e rapidamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;A luz no fim do túnel:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A conscientização ambiental de massa,  só será possível com percepção e entendimento do real valor do meio  ambiente natural em nossas vidas. O meio ambiente natural é o fundamento  invisível das diferenças sócio econômicas entre países desenvolvidos e  em desenvolvimento. O dia em que cada brasileiro entender como esta  questão afeta sua vida de forma direta e irreversível, o meio ambiente  não precisará mais de defensores. A sociedade já terá entendido que  preservar o meio ambiente é preservar a própria pele, e fragilizar o  meio ambiente, é fragilizar a economia, o emprego, a saúde, e tudo mais.  Esta falta de entendimento compromete a adequada utilização de nossa  maior vantagem competitiva frente ao mundo: recursos hídricos, matriz  energética limpa e renovável, biodiversidade, a maior floresta do mundo,  e tantas outras vantagens ambientais que nós brasileiros temos e que  atrai o olhar do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, se nada for feito de forma rápida e  efetiva, as próximas gerações serão prejudicadas duplamente, pelos  impactos ambientais e pela falta de visão de nossa geração em não  explorar adequadamente a vantagem competitiva de nossos recursos  naturais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sei, que somos a primeira geração a  dispor de ferramentas para compreender as mudanças causadas pelo homem  no ambiente da Terra, mas não gostaria de ser uma das últimas com a  oportunidade de mudar o curso da história ambiental do planeta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Marilena Lino de Almeida Lavorato:  Publicitária (PUCC), Pós graduada em Gestão Ambiental (IETEC),  Sociologia e Política (EPGSP-SP), Gestão de Negócios (FGV), Marketing  (ESPM). Mais de 20 anos de experiência na condução de equipes  multidisciplinares, parcerias estratégicas, e novos negócios de grandes  empresas. Criou e desenvolveu diversas ações macroeducativas na temática  ambiental. Atualmente é Diretora da MAIS Projetos (gestão e educação  sócio-ambiental) e coordenadora do Grupo Multidisciplinar de Gestão  Ambiental da APARH-SP (Associação Paulista de Administradores de  Recursos Humanos de São Paulo).&lt;/div&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/05/importancia-da-consciencia-ambiental.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-3390391485773811452</guid><pubDate>Mon, 09 May 2011 20:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-09T13:08:33.501-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amazônia</category><title>A Amazônia não é o Pulmão do Mundo</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não se sabe quem utilizou esta expressão pela primeira vez, mas o  sentido dela é que na Amazônia haveria uma enorme produção de oxigênio, o  que na verdade não corresponde a realidade, segundo especialistas.  Descobertas científicas demonstram que a floresta amazônica encontra-se  em estado de “clímax ecológico”: toda a biomassa (o conjunto de matéria  viva da região) acaba sendo utilizada por outros organismos para seu  metabolismo, produzindo dióxido de carbono. É verdade que a floresta  produz uma imensa quantidade de oxigênio mediante a fotossíntese durante  o dia. porém, as plantas superiores e outros &lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;organismos associados  vivendo nessa mesma floresta respiram 24 por dia, ou seja o oxigênio que  a floresta produz acaba sendo utilizado na respiração dela mesma. É  importante salientar que a floresta amazônica constitui um enorme  reservatório de carbono e, quando queimada, produz dióxido de carbono,  aumentando assim o “efeito estufa”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A Amazônia não é o “pulmão do  mundo” no sentido comum do termo. No entanto, o sistema florestal da  região, alem de evitar a erosão, funciona como uma “esponja”, absorvendo  substâncias trazidas pelos ventos e pelas chuvas, sob a forma de poeira  e partículas, da África e do Atlântico. Amazônia não é o 'pulmão do  mundo', aponta pesquisador. Na capa de muitos jornais, sites,  comunidades virtuais e blogs a Amazônia ainda é encarada como o grande  “pulmão do mundo”. A idéia de que a floresta seria uma grande  purificadora do ar, transformando gás carbônico em oxigênio, já foi  desmentida por muitos cientistas, mas ainda sobrevive por aí. Apenas em  dois textos do Blog da Amazônia, há 16 comentários que tratam a floresta  dessa forma. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Apesar de haver muitas provas de que a  Amazônia não exerce esse papel, é consenso entre os pesquisadores que as  extensas áreas de floresta do Norte do Brasil têm grande influência no  clima do planeta. Mesmo não sendo o tal pulmão, a Amazônia ainda seria  um órgão vital. Floresta em equilíbrio&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pesquisador  do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e um dos  cientistas mais respeitados no mundo quando se fala de aquecimento  global, o erro já começa no próprio apelido que se deu à Amazônia: “O  pulmão não supre o oxigênio, ele tira.” O pesquisador explica que a  floresta está em equilíbrio. Todo o gás carbônico capturado por meio da  fotossíntese é liberado novamente à atmosfera quando as plantas respiram  e quando as árvores morrem e entram em decomposição. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Feranside  ressalta, contudo, que o fato de a Amazônia não funcionar como o tal  “pulmão do mundo” não significa que ela possa ser destruída. O  desmatamento de milhões de quilômetros quadrados de floresta poderia  desregular o regime de chuvas e acentuar o aquecimento global.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Círculo vicioso&amp;nbsp; a  floresta está em equilíbrio apenas quando está em pé. Se ocorre uma  queimada ou desmate, grandes quantidades de gás carbônico são liberadas  na atmosfera, contribuindo para o efeito estufa. Hoje, o Brasil ocupa o  quarto lugar entre os maiores emissores de gases que causam esse  problema, sendo que cerca de três quartos dessa poluição provêm da  destruição da mata. De acordo com Fearnside, o desmatamento é um péssimo  negócio para o Brasil. “Além de emitir muito mais carbono do que o  combustível fóssil, ele também traz muito pouco benefício para a  economia do país, gera muito pouco emprego”, avalia. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com o  aquecimento do planeta, a floresta corre o risco de entrar em um círculo  vicioso de destruição e emissão de gases de efeito estufa, revela o  cientista: “Na medida em que se começa a esquentar na Amazônia, morrem  muitas as árvores. Com o aumento da temperatura, as árvores também  precisam de mais água, e aí aumentam os problemas de incêndio. Além  disso, esquenta-se o solo, que começa a liberar carbono. As grandes  secas que houve na Amazônia, como a que aconteceu em 2005, tendem a  aumentar.” &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Falta de água ainda que o desmatamento e as  queimadas não liberassem gases de efeito estufa, a transformação da  floresta em pastos ou plantações poderia mudar radicalmente o regime de  chuvas. Fearnside explica que grande parte das chuvas do Centro-sul do  Brasil são causadas por ventos que trazem vapores da mata no Norte. “Se  transformarmos a floresta em pastagens, as chuvas cairão lá (na  Amazônia) e irão direto para o oceano. A água não será mais evaporada”,  revela. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Além da falta de água potável – problema que já  afeta periodicamente a cidade de São Paulo – a diminuição das chuvas  também acarretaria na falta de energia. “No Centro-sul há muitas  barragens, que geram energia para o Brasil. Essas hidrelétricas enchem  em poucas semanas. Se falharem as chuvas nessas semanas críticas, as  represas não enchem pelo resto do ano.”, alerta o pesquisador.</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/05/amazonia-nao-e-o-pulmao-do-mundo.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-1647075419789709472</guid><pubDate>Fri, 08 Apr 2011 19:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-08T12:21:07.018-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquecimento Global</category><title>Rio: pesquisa mostra que obras precisam estar preparadas para mudanças climáticas clipping</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Megaempreendimentos governamentais e da iniciativa privada no Rio de Janeiro precisam com urgência investir na prevenção aos efeitos das mudanças climáticas. É o alerta do estudo divulgado na quinta-feira (7) Vulnerabilidade das MegaCidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A pesquisa aponta que investimentos como o Arco Rodoviário Metropolitano (obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que interliga a orla oriental da Baía da Guanabara), o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), o Porto de Itaguaí e as grandes implantações minero-siderúrgicas da Baía de Sepetiba estimularam e vêm estimulando a expansão de loteamentos e o crescimento populacional em áreas com risco de inundações pela elevação do nível do mar.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um dos coordenadores da pesquisa, o economista Sergio Besserman, do Instituto Pereira Passos, explicou que a presença desses projetos é importante economicamente para o Estado e que pode ser muito positiva para o Rio, se houver um plano de adaptação às mudanças climáticas, “Estamos falando de empresas com grande capacidade logística, e os recursos de compensação ambiental são vultosos. Basta que parte dos recursos das empresas seja destinada à adaptação dos impactos das mudanças climáticas, sobretudo à proteção dos manguezais.”&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O estudo mostra que a instalação do Comperj e a construção do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro podem prejudicar severamente os manguezais da zona oeste, na Bahia de Sepetiba, e de Guapimirim, sobretudo por causa das ocupações do solo de forma desordenada e irregular. “Sem a manutenção dos mangues e o desenvolvimento sustentável a vida e a competitividade das próprias empresas serão prejudicadas”, completou o pesquisador.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os municípios localizados na parte leste da bacia da Baía de Guanabara combinam, simultaneamente áreas situadas na zona de risco de alagamentos (abaixo de 10 metros em relação ao nível médio atual do mar); com taxas de crescimento econômico e populacional acima da média dos municípios metropolitanos; e que abrigam o megainvestimento Comperj (com um orçamento de cerca de U$ 8,7 bilhões).</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/rio-pesquisa-mostra-que-obras-precisam.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-7500160997871142193</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 02:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T19:47:48.804-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos</category><title>Perícia Ambiental</title><description>&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; A perícia ambiental é utilizada quando se faz necessário avaliar  se houve realmente alguma degradação ambiental causado pela ação antrópica ou qualquer outra atividade  devem ser apurados e quantificados as provas dos danos cometidos ao meio ambiente, tais como ao solo,  aos lençóis freáticos, à fauna, à flora, à paisagem, à saúde, à cultura, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/pericia-ambiental.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-3806217997946751370</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 02:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T19:44:59.174-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos</category><title>Educação Ambiental</title><description>&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As  empresas que desejam manter-se no mercado atual precisam perceber a  necessidade de adotar medidas de educação ambiental, pois, além de ser  imprescindível para a preservação do ambiente do nosso futuro, a  sustentabilidade se tornou um requisito legal e argumento de venda para  empreendimentos de todo tipo e porte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="csc-textpic-text" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
O  objetivo dos nossos cursos/treinamentos de Educação Ambiental é  conscientizar e sensibilizar os integrantes da sua empresa, em todo  nível hierárquico, da necessidade e possibilidade de contribuir para a  sustentabilidade ambiental, propondo mudanças de comportamento que  melhoram a qualidade de vida dos colaboradores, reduzem os impactos  ambientais e levam até a uma redução de custos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
Além  disso, os seus colaboradores saberão reconhecer o valor das ações de  responsabilidade sócio-ambiental no seu empreendimento, aumentando sua  identificação com a empresa e como conseqüência melhora a imagem da sua  marca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Confira as vantagens que a implantação de Projetos de Educação Ambiental oferece a sua empresa:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Conscientizar e sensibilizar os colaboradores para uma postura pró-ativa com a questão ambiental;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cumprimento da Lei 9795 - Educação Ambiental;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Redução do custo da empresa;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Melhoria da qualidade de vida de todos envolvidos dentro da empresa;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Redução de riscos de multas;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Facilidade de empréstimo com os bancos e financiadoras;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Melhoria da imagem da empresa perante seus colaboradores, consumidores, fornecedores e autoridades públicas;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Racionalização do consumo de energia, água, matérias-primas e insumos;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Redução de perda no processo produtivo.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;C&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;ursos e Treinamentos:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Conscientização e sensibilização na percepção ambiental empresarial;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Iniciativas ambientais relacionadas com a proteção ambiental; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Educação ambiental voltada para reciclagem de resíduos sólidos; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Formação de &lt;b&gt;Agentes Multiplicadores Ambientais &lt;/b&gt;para fiscalização      e controle ambiental dentro do ambiente de trabalho; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Conscientização e sensibilização dos colaboradores sobre a importância      da racionalização do uso de energia e da água; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Orientar os trabalhadores quanto às práticas operacionais para o      gerenciamento de efluentes e resíduos; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A atividade produtiva e seus efeitos no meio físico e natural; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Introdução à problemática ambiental: causas e conseqüências da      degradação ambiental; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Desenvolvimento Sustentável e qualidade de vida (com ênfase em saúde,      segurança e meio ambiente); &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Definição, princípios e objetivos da Educação Ambiental dentro da      organização; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="line-height: 150%; margin-bottom: 8.25pt; margin-right: 13.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Sustentação do entendimento dos princípios de Saneamento Ambiental.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/educacao-ambiental.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-8962440361582944832</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 02:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T19:44:25.169-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos</category><title>Projetos Florestais</title><description>&lt;div class="tituloP" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="csc-textpic-text" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;Averbação de Reserva Legal&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Reserva  Legal é a área particular equivalente a 20%, no mínimo, (depende da  localização da propriedade pode chegar até 80%) do total da propriedade  ou posse rural, destinada ao uso sustentável dos recursos naturais, com o  propósito de conservar a biodiversidade e a proteção da fauna e flora  nativas e reabilitação dos processos ecológicos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;.&lt;br /&gt;
Vários  aspectos técnicos e jurídicos estão envolvidos nesta averbação,  portanto é prudente este trabalho ser realizado por profissionais  competentes e habilitados.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Autorização de Supressão de Vegetação (ASV) e Dispensa de      Autorização de Supressão de Vegetação (DASV)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Supressão  da Vegetação Nativa é a retirada de uma parcela de vegetação dentro de  uma área de um imóvel rural destinada a diversos uso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;As  atividades que envolvam a supressão de vegetação nativa dependem sempre  de uma autorização (ASV), ou da dispensa de autorização (DASV) pelo  órgão ambiental responsável, seja qual for o tipo da vegetação (mata  atlântica, floresta estacional, cerrado, floresta mista de araucária,  campos naturais, vegetação de restinga, manguezais, e outras) em  qualquer &lt;/span&gt;estágio de desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;Plano de Manejo Florestal&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O Plano de Manejo Florestal &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;descreve  os objetivos, as responsabilidades, os recursos disponíveis e as  estratégias para a adoção de práticas de manejo sustentável, adaptado-as  às condições da floresta e aos objetivos sociais e econômicos do seu  aproveitamento.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;Projetos de Reflorestamento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Projetos  de Reflorestamento são reconhecidos como Projetos de Compensação  Ambiental geralmente estabelecidos em documentos oficiais como o Termo  de Ajustamento de Conduta Ambiental (TAC), no Licenciamento Ambiental de  projetos através da análise de EIA/RIMA, Planos de Recuperação de Áreas  Degradadas (PRAD) ou em determinações do Ministério Público.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;Levantamento Florístico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um Levantamento Florístico consiste em listar todas as espécies vegetais existentes em uma determinada área,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;  revelando a importância da área para a conservação da biodiversidade e  preservação de espécies ameaçadas. Ele serve como base fundamental para o  manejo adequado de áreas verdes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/projetos-florestais.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-4519897113718252178</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 02:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T21:40:38.395-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos</category><title>Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD)</title><description>&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Recuperação  de área degradada é a atividade que tem por objetivo o retorno do sítio  degradado a uma forma de utilização, de acordo com um plano  pré-estabelecido para o uso do solo, visando a obtenção de uma  estabilidade do meio ambiente (Decreto 97.632/89).&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Ela verifica-se com as seguintes características: &lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A vegetação e, por consequência, a fauna, são destruídas, removidas ou expulsas.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A  camada de solo fértil é perdida, removida ou coberta, afetando a vazão e  qualidade ambiental dos corpos superficiais e/ou subterrâneos da água.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quando  isso ocorre, reflete-se na alteração das características físicas,  químicas e biológicas da área, afetando seu potencial sócio-econômico.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Os serviços de Recuperação de Áreas Degradadas incluem:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A análise do grau de alteração;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Análise das condições das áreas em termos de solo;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Análise da drenagem e recomposição vegetal natural;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Indicação  das medidas a serem tomadas para a sua recuperação ambiental,  incluindo-se as correções físicas e químicas necessárias;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,Arial,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;Implantação de espécies nativas pertencentes aos ambientes naturais da região.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/programa-de-recuperacao-de-areas.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-5331725451791399185</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 02:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T19:35:36.766-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos</category><title>Gestão Ambiental</title><description>&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com  a conscientização ambiental da sociedade cada vez mais forte, aumentou  também a pressão sobre as empresas de que os padrões de produção e o  fluxo cada vez mais acelerado de consumo são insustentáveis.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Atendendo  a estas mudanças, as empresas precisam, para continuarem funcionando,  integrar cada vez mais componentes ambientais às suas estratégias  comerciais e seu planejamento estratégico, utilizando os recursos  naturais de maneira racional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A  Gestão Ambiental tem como objetivo a busca de melhoria constante dos  produtos, serviços e ambiente de trabalho em toda a organização para  reduzir custos diretos, como desperdícios com água, energia e matérias  primas, e indiretos, como indenizações por danos ambientais ou multas.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Quais os benefícios que um Sistemas de Gestão Ambiental traz para a sua empresa?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Melhoria da imagem da empresa e as relações com acionistas, fornecedores e consumidores;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A sua empresa fica na conformidade legal;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Menores despesas com processos jurídicos e pagamento de multas;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Maior competitividade, adequando-se também às normas do comércio internacional;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Redução de custos através de minimização de desperdícios de matéria prima e insumos;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Menor geração de resíduos e com isto menores custos para sua disposição;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ambiente de trabalho mais agradável, limpo, organizado e seguro;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Adequação às exigências dos clientes.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Temas que podem ser abordados pela Gestão Ambiental:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O desenvolvimento de produtos que possam ser reciclados;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pensar o descarte de um produto após seu consumo;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Separação do lixo;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Adoção de tecnologias limpas;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Programas de reciclagem e reaproveitamento de resíduos;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Abordagem dos 4Rs (reduzir, reutilizar, reciclar e recuperar);&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Adotar uma postura de responsabilidade ambiental, buscando a não-contaminação de qualquer tipo de ambiente natural;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,Arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;Medidas de economia de energia, água e outros materiais de consumo.&lt;/span&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/gestao-ambiental.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-3683467930523074377</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 02:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T19:33:06.595-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos</category><title>Estudos Ambientais</title><description>&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nos  últimos anos o Brasil desenvolveu significativamente na área  sócio-ambiental, principalmente relacionado à implementação de grandes  projetos de geração de energia, mineração, transporte e plantas  industriais, sobretudo devido à necessidade de adequação às normas  ambientais que estão marcados cada vez mais pela necessidade de  participação da população, instituições ambientais e das pessoas  diretamente afetadas pelo projeto (stake holders).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para  que o desenvolvimento de projetos seja sustentável e eles possam ser  considerados um êxito, é também imprescindível prevenir riscos  ambientais e manter sob controle possíveis responsabilidades por danos  nesse campo. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Como  consequência, estudos sobre estas problemáticas devem ser levado a cabo  em todas as fases dos projetos, com um detalhamento compatível com o  desenvolvimento do projeto.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Principais Estudos Ambientais necessários para o Licenciamento Ambiental:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;h1 class="align-justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Estudo de Impacto Ambiental (EIA):&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O  Estudo de Impacto Ambiental é um estudo prévio, servindo de instrumento  de planejamento e subsídio à tomada de decisões políticas na  implantação de uma obra. Ele é interdisciplinar e deve levar em conta os  segmentos básicos do meio ambiente, ou seja, os meios físico, biológico  e sócio-econômico. O EIA apresenta uma abrangência maior que o  Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) englobando este em seu conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Relatório de Impacto Ambiental (Rima):&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É  o relatório que reflete todas as conclusões apresentadas no Estudo de  Impacto Ambiental (EIA). Deve ser elaborado de forma objetiva e possível  de se compreender, ilustrado por mapas, quadros, gráficos, enfim, por  todos os recursos de comunicação visual.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Avaliação de Impacto Ambiental&amp;nbsp;(AIA):&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É  um instrumento preventivo com o intuito de analisar um determinado  projeto pelos potenciais danos e impactos ao meio ambiente que poderá  causar para posterior consideração no seu processo de aprovação. A  elaboração de um AIA é apoiada em estudos ambientais elaborados por  equipes multidisciplinares, os quais apresentam diagnósticos,  descrições, analises e avaliações sobre os impactos ambientais efetivos e  potenciais do projecto.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;li&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Relatório de Controle Ambiental (RCA):&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na  hipótese da dispensa do EIA e do RIMA, existe a possibilidade de  recomendar por parte do órgão ambiental a realização do RCA para  obtenção de Licença Prévia. O RCA contém informações que permitam  caracterizar o empreendimento a ser licenciado e os resultados dos  levantamentos e estudos realizados pelo empreendedor para identificação  das não-conformidades legais referentes ao meio ambiente. Em síntese, o  RCA norteia ações mitigadoras recomendadas pelo Plano de Controle  Ambiental (PCA), que visa a solucionar os problemas detectados.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;h1 style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Plano de Controle Ambiental (PCA):&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,Arial,sans-serif; font-size: small;"&gt;O  Plano de Controle Ambiental reúne, em programas específicos, todas as  ações e medidas minimizadoras, compensatórias e potencializadoras aos  impactos ambientais prognosticados pelo Estudo de Impacto Ambiental  (EIA).&lt;/span&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/estudos-ambientais.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-5435734750249354205</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 02:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T19:30:40.886-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos</category><title>Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS)</title><description>&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="indent" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Praticamente toda atividade econômica tem impacto ambiental negativo, gerando resíduos sólidos de diversas formas. Por isto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;, a empresa deve pensar nas formas de amenizar esses impactos onde for possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="indent" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com a exi&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;gênci&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;a no Art. 138 do Re-gulam&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;ento  da Lei Estadual nº 7.799, de 07/02/2001, aprovado pelo Decreto  Estadual nº 7.967, de 05/06/2001, as empre-sas passam a se preocupar em  atender as legislações promovendo a contratação de empresas de  consultoria, para elabora-ção e implementação de um Programa de  Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), documento que aponta e  descre-ve as ações relativas ao manejo de resíduos sólidos.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
Ele  contempla aspectos relativos à geração, volume, quantidade,  características físico-químicas e biológicas, segregação,  acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e  disposição final, bem como a proteção à saúde pública.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="indent" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O  PGRS e o correto gerenciamento dos resíduos deverão ser acompanhados  através de responsável técnico, devida-mente registrado no Conselho  Profissio-nal, em conformidade com o inciso IV do §2º, art. 138 do  Regulamento da Lei nº 7799/01.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="indent" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Uma empresa que adota a um PGRS pode esperar uma série de benefícios econômicos, sociais e ambientais, entre eles:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="indent" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="indent"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Geração de menos resíduos sólidos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Redução de gastos com o transporte de resí-duos por causa da redução de volume dos re-síduos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Melhor eficiência na utilização de material nos processos de fabricação e com isto economia na compra de material.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ganhos através da venda de materiais recicláveis.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Apoio para indústrias ambientais emergentes com benefícios econômicos e de empregos associados.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Redução de lixo nos aterros sanitários.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Contribuição para a melhoria da imagem da empresa como ambientalmente responsável.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Evitar multas com altos valores pelo excesso de resíduos enviados ao aterro sanitário.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O  PGRS deverá ser atualizado sempre que ocorram modificações  operacionais, que resultem na ocorrência de novos resíduos ou na  eliminação destes, e deverá ter parâmetros de a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; valiação visando ao seu aperfeiçoamento contínuo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/plano-de-gerenciamento-de-residuos.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-3400492076805978454</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 02:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T19:30:06.988-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Projetos</category><title>Licenciamento Ambiental</title><description>&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As  prefeituras e órgãos ambientais estão cada vez mais rigorosos e  eficientes no controle de licenciamentos de empreendimentos da indústria  Baiana.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="indent align-justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Entretanto, os custos e o prazo para a obtenção do devido licenciamento não se contrapõem aos requisitos de agilidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;racionalização de custos de p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;rodução, inerentes à atividade econômica. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="indent align-justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ao  contrário, atender à legislação do licenciamento implica racionalidade.  Isso porque, ao agir conforme a lei, o empreendedor tem a segurança de  que pode gerenciar o planejamento da sua empresa no atendimento às  demandas de sua clientela, sem os possíveis problemas de embargos e  paralisações, a par de garantir que os impactos ambientais prováveis do  empreendimento serão mitigados e compensados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="indent" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Além  disso, o empreendedor evita incorrer em crime ambiental ou comprometer o  desempenho da empresa em termos de capacidade produtiva, em razão de  retardar o início da operação de novos empreendimentos, com prejuízo da  imagem da organização junto à clientela nacional e internacional, que  valoriza a “produção limpa” e “ambientalmente correta”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O  Licenciamento Ambiental deve ser elaborado e assinado por profissionais  legalmente habilitados e devidamente credenciados nos respectivos  Conselhos de Classe, p.ex. CREA, CRBIO.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/licenciamento-ambiental.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-2906210323749575116</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 02:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T19:02:55.721-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A empresa</category><title>Seja Bem Vindo(a) !</title><description>Você está acessando o website de ECOJIPA Consultoria Ambiental, empresa de consultoria sediada no municipio de Ji-Paraná-RO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso conteúdo está voltado a atender as necessidades dos internautas, clientes ou não, que tenham interesse pela área ambiental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agimos para que nossos clientes estejam seguros de suas ações, evitando multas, atendendo a legislação e protegendo nosso bem maior, o meio ambiente.</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/seja-bem-vindoa_03.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-1047972278468935638</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 01:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T19:02:14.091-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A empresa</category><title>Quem Somos</title><description>A empresa foi criada com o objetivo de atender às necessidades do  mercado globalizado e altamente competitivo, garantindo a excelência  empresarial, através da melhoria contínua da qualidade de seus  processos, produtos e serviços, evitando passivos de qualquer ordem,  tais como: ambientais, trabalhistas e ocupacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A parceria  com a AMBIENTAÇÃO não visa somente a redução de custos, mas otimização  constante do processo, proporcionando ao empresário moderno, a  oportunidade de focar maior atenção ao seu produto principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A empresa dispõe de uma equipe multidisciplinar composta de  profissionais com experiência de longos anos de atuação em vários  segmentos de mercado.</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/seja-bem-vindoa.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-109971322522885727</guid><pubDate>Sat, 02 Apr 2011 05:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T20:04:46.632-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotos</category><title/><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;a href="http://downloads.open4group.com/wallpapers/floresta-amazonica-a8f06.jpg"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJ2W659I7MYlT2KWSAI_wdpIlHKAJFQTE6qz0D0dQrqPKgizZeOoFp-qmmntQZXKWcpdvg4gzGOiRich5P31cqL5sDxcz42I6Sk4SYw80SnTY1Ku63eK3BCcf1C7FN_KLHnO9u-EmMszE/s200/floresta-amazonica-a8f06.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgkD7mlfJCoyBynl3P1FGXUFGsm8SVco5lf2dCFEMk69Vk3Q9rbJwJMnMXwtrJZNuXDT_s1fGU28b0rpJrD5eFJBCvBMJLPTbllDsrDgduP_4ejHPBEc1EEqbo0AthmaYYYQ3ppRwkoqY0/s1600/nuvens_ceu_azul.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgkD7mlfJCoyBynl3P1FGXUFGsm8SVco5lf2dCFEMk69Vk3Q9rbJwJMnMXwtrJZNuXDT_s1fGU28b0rpJrD5eFJBCvBMJLPTbllDsrDgduP_4ejHPBEc1EEqbo0AthmaYYYQ3ppRwkoqY0/s200/nuvens_ceu_azul.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisHccSKn89NGC-bwO7OBKtpGdbcQGIlJVrdd3Qr338U-ymir5LUaDd8wTxwYIhh0wa1nzBVT-ks8hSFvbX5HQgPXwhnAUDp6JwvDA6FmqWowHcF9UyLE_O4e6grLkknTpQq7UANC7GhTI/s1600/floresta_iluminada.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisHccSKn89NGC-bwO7OBKtpGdbcQGIlJVrdd3Qr338U-ymir5LUaDd8wTxwYIhh0wa1nzBVT-ks8hSFvbX5HQgPXwhnAUDp6JwvDA6FmqWowHcF9UyLE_O4e6grLkknTpQq7UANC7GhTI/s200/floresta_iluminada.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaOpkD6K6T5GFiIZ1ygcZl58HbivvES929RWPAdQNUzb1VRrDF4e8UkVpo5kHHBgv_5SZBifjbzZnLBkm5uiieWgIXRBKy-sKlgI5yEP5TFyqIo2wodvEkUW8IGZ4Xarz2kod4nm0i_iQ/s1600/floresta-36273.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaOpkD6K6T5GFiIZ1ygcZl58HbivvES929RWPAdQNUzb1VRrDF4e8UkVpo5kHHBgv_5SZBifjbzZnLBkm5uiieWgIXRBKy-sKlgI5yEP5TFyqIo2wodvEkUW8IGZ4Xarz2kod4nm0i_iQ/s200/floresta-36273.jpg" width="200" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSYKWvUPZFo2_GrPtbW1M8JQlvYfO1X3qiKGJYkBC3P35LAOrBCphzGnuy_fsX0s7GRno9clGTmeMPGhyphenhyphensR1hP2bzcmfDaj1dstaWfCMoPLLCbeUC2Eq4L25nk1rj2SENX005ICycnMCE/s1600/aterro%252Bsanitario%252Bporto%252Buniao%252Bsc+%25286%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSYKWvUPZFo2_GrPtbW1M8JQlvYfO1X3qiKGJYkBC3P35LAOrBCphzGnuy_fsX0s7GRno9clGTmeMPGhyphenhyphensR1hP2bzcmfDaj1dstaWfCMoPLLCbeUC2Eq4L25nk1rj2SENX005ICycnMCE/s200/aterro%252Bsanitario%252Bporto%252Buniao%252Bsc+%25286%2529.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgipHFtk-iZZkZPU2bXrFY-7-BCB1fb6uwmIzxJmX1a_GFUYfo0DS_8l8rZwXNN6-BtCr8uSJs9sUO-sTqToc38UaG9C6eUjAQeZJ3g09752giJAHYtTcuvLQSprXApIlqvuDwbP81t6vo/s1600/desmatamento_amazonia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="139" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgipHFtk-iZZkZPU2bXrFY-7-BCB1fb6uwmIzxJmX1a_GFUYfo0DS_8l8rZwXNN6-BtCr8uSJs9sUO-sTqToc38UaG9C6eUjAQeZJ3g09752giJAHYtTcuvLQSprXApIlqvuDwbP81t6vo/s200/desmatamento_amazonia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7le768U4OZAPoJdkQyqmuOMkIpZ3t83sFQZdEsNjzbnIuk8majQUmgsbcBnHsw4LGSFhov9wqAuz0RSNJHMdr7NB0RFgtRr-djQzpmk3vnEXzY76ITekqN_iQ2peQF1_yfmWR8D_8f9k/s1600/e381e4ca8cd79fd7ce8b3dc9a7be18d8.wix_mp.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7le768U4OZAPoJdkQyqmuOMkIpZ3t83sFQZdEsNjzbnIuk8majQUmgsbcBnHsw4LGSFhov9wqAuz0RSNJHMdr7NB0RFgtRr-djQzpmk3vnEXzY76ITekqN_iQ2peQF1_yfmWR8D_8f9k/s200/e381e4ca8cd79fd7ce8b3dc9a7be18d8.wix_mp.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhWGGmXkIu6tPoeUzSONc7FT48pgaL7Y6pWh_gsTuDmSjLG4fupedybm99_GMv-ZmMSK5nM8dDxoj_AQQIH5EF_tnJk5C4J10vTg2ZW5m4Td3-QOmN9hs9AxGcKDn2uq7l1kPpMQGeAeHE/s1600/image_not_132.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="131" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhWGGmXkIu6tPoeUzSONc7FT48pgaL7Y6pWh_gsTuDmSjLG4fupedybm99_GMv-ZmMSK5nM8dDxoj_AQQIH5EF_tnJk5C4J10vTg2ZW5m4Td3-QOmN9hs9AxGcKDn2uq7l1kPpMQGeAeHE/s200/image_not_132.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjs7IPnmMrGjzHVW94ZQemY93k20y1GHP_LUZmt-XnRsj2ric8zkUFNAz1h-QTS2VZ8l6qvhZFuH9htRTuv0wdWep-7gUU3GXW0dof3w7WfYoQeoTgdBYku3OWoAADUu1Kb4iLSDGqzD3s/s1600/Arvore-no-por-do-sol_1406_1024x768.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjs7IPnmMrGjzHVW94ZQemY93k20y1GHP_LUZmt-XnRsj2ric8zkUFNAz1h-QTS2VZ8l6qvhZFuH9htRTuv0wdWep-7gUU3GXW0dof3w7WfYoQeoTgdBYku3OWoAADUu1Kb4iLSDGqzD3s/s200/Arvore-no-por-do-sol_1406_1024x768.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwDu6Fq1pmoZjveZagVdoLFedJsipuz301-IU3iK8pKkKjsEb-EolnLVfAGhwReMgb9tKzGJ-u4_1mnLYU7L3DqIVC_9ZouHmLc0-QDxMaeTRAnUAI8NV1Xn-vobr1210cDTA3oJEHkdE/s1600/Aterro+sanitario+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwDu6Fq1pmoZjveZagVdoLFedJsipuz301-IU3iK8pKkKjsEb-EolnLVfAGhwReMgb9tKzGJ-u4_1mnLYU7L3DqIVC_9ZouHmLc0-QDxMaeTRAnUAI8NV1Xn-vobr1210cDTA3oJEHkdE/s200/Aterro+sanitario+1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisHccSKn89NGC-bwO7OBKtpGdbcQGIlJVrdd3Qr338U-ymir5LUaDd8wTxwYIhh0wa1nzBVT-ks8hSFvbX5HQgPXwhnAUDp6JwvDA6FmqWowHcF9UyLE_O4e6grLkknTpQq7UANC7GhTI/s1600/floresta_iluminada.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJ2W659I7MYlT2KWSAI_wdpIlHKAJFQTE6qz0D0dQrqPKgizZeOoFp-qmmntQZXKWcpdvg4gzGOiRich5P31cqL5sDxcz42I6Sk4SYw80SnTY1Ku63eK3BCcf1C7FN_KLHnO9u-EmMszE/s72-c/floresta-amazonica-a8f06.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-881394628922828861</guid><pubDate>Sat, 02 Apr 2011 04:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-04T21:13:25.432-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Videos</category><title/><description>&lt;center&gt; &lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="210" src="http://www.youtube.com/embed/U0p8qQY-kY4" title="YouTube video player" width="210"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="210" src="http://www.youtube.com/embed/yN82YPEsQtk" title="YouTube video player" width="210"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="210" src="http://www.youtube.com/embed/P5O31B2yFXw" title="YouTube video player" width="210"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="210" src="http://www.youtube.com/embed/fdag6XewW3w" title="YouTube video player" width="210"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="210" src="http://www.youtube.com/embed/PiuOp7Vzmuk" title="YouTube video player" width="210"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/youtube-video-player.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/U0p8qQY-kY4/default.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-532866584981197614</guid><pubDate>Sat, 02 Apr 2011 02:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-01T20:38:08.391-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Legislação</category><title>O que é o CONAMA?</title><description>&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;O Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA é o órgão consultivo e deliberativo do Sistema Nacional do Meio Ambiente-SISNAMA, foi instituído pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O CONAMA é composto por Plenário, CIPAM, Grupos Assessores, Câmaras Técnicas e Grupos de Trabalho. O Conselho é presidido pelo Ministro do Meio Ambiente e sua Secretaria Executiva é exercida pelo Secretário-Executivo do MMA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Conselho é um colegiado representativo de cinco setores, a saber: órgãos federais, estaduais e municipais, setor empresarial e sociedade civil. Compõem o Plenário:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o Ministro de Estado do Meio Ambiente, que o presidirá;&lt;br /&gt;
o Secretário-Executivo do Ministério do Meio Ambiente, que será o seu Secretário-Executivo;&lt;br /&gt;
um representante do IBAMA;&lt;br /&gt;
um representante da Agência Nacional de Águas-ANA;&lt;br /&gt;
um representante de cada um dos Ministérios, das Secretarias da Presidência da República e dos Comandos Militares do Ministério da Defesa, indicados pelos respectivos titulares;&lt;br /&gt;
um representante de cada um dos Governos Estaduais e do Distrito Federal, indicados pelos respectivos governadores;&lt;br /&gt;
oito representantes dos Governos Municipais que possuam órgão ambiental estruturado e Conselho de Meio Ambiente com caráter deliberativo, sendo:&lt;br /&gt;
um representante de cada região geográfica do País;&lt;br /&gt;
um representante da Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente-ANAMMA;&lt;br /&gt;
dois representantes de entidades municipalistas de âmbito nacional;&lt;br /&gt;
vinte e dois representantes de entidades de trabalhadores e da sociedade civil, sendo:&lt;br /&gt;
dois representantes de entidades ambientalistas de cada uma das Regiões Geográficas do País;&lt;br /&gt;
um representante de entidade ambientalista de âmbito nacional;&lt;br /&gt;
três representantes de associações legalmente constituídas para a defesa dos recursos naturais e do combate à poluição, de livre escolha do Presidente da República; (uma vaga não possui indicação)&lt;br /&gt;
um representante de entidades profissionais, de âmbito nacional, com atuação na área ambiental e de saneamento, indicado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental-ABES;&lt;br /&gt;
um representante de trabalhadores indicado pelas centrais sindicais e confederações de trabalhadores da área urbana (Central Única dos Trabalhadores-CUT, Força Sindical, Confederação Geral dos Trabalhadores-CGT, Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria-CNTI e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio-CNTC), escolhido em processo coordenado pela CNTI e CNTC;&lt;br /&gt;
um representante de trabalhadores da área rural, indicado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura-CONTAG;&lt;br /&gt;
um representante de populações tradicionais, escolhido em processo coordenado pelo Centro Nacional de Desenvolvimento Sustentável das Populações Tradicionais-CNPT/IBAMA;&lt;br /&gt;
um representante da comunidade indígena indicado pelo Conselho de Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Brasil-CAPOIB;&lt;br /&gt;
um representante da comunidade científica, indicado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência-SBPC;&lt;br /&gt;
um representante do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares-CNCG;&lt;br /&gt;
um representante da Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza-FBCN;&lt;br /&gt;
oito representantes de entidades empresariais; e&lt;br /&gt;
um membro honorário indicado pelo Plenário;&lt;br /&gt;
integram também o Plenário do CONAMA, na condição de Conselheiros Convidados, sem direito a voto:&lt;br /&gt;
um representante do Ministério Público Federal;&lt;br /&gt;
um representante dos Ministérios Públicos Estaduais, indicado pelo Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça; e&lt;br /&gt;
um representante da Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias da Câmara dos Deputados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As Câmaras Técnicas são instâncias encarregadas de desenvolver, examinar e relatar ao Plenário as matérias de sua competência. O Regimento Interno prevê a existência de 11 Câmaras Técnicas, compostas por 10 Conselheiros, que elegem um Presidente, um Vice-presidente e um Relator. Os Grupos de Trabalho são criados por tempo determinado para analisar, estudar e apresentar propostas sobre matérias de sua competência.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O CONAMA reúne-se ordinariamente a cada 3 meses no Distrito Federal, podendo realizar Reuniões Extraordinárias fora do Distrito Federal, sempre que convocada pelo seu Presidente, por iniciativa própria ou a requerimento de pelo menos 2/3 dos seus membros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É da competência do CONAMA:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estabelecer, mediante proposta do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-IBAMA, dos demais órgãos integrantes do SISNAMA e de Conselheiros do CONAMA, normas e critérios para o licenciamento de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras, a ser concedido pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal e Municípios e supervisionado pelo referido Instituto;&lt;br /&gt;
determinar, quando julgar necessário, a realização de estudos das alternativas e das possíveis conseqüências ambientais de projetos públicos ou privados, requisitando aos órgãos federais, estaduais e municipais, bem como às entidades privadas, informações, notadamente as indispensáveis à apreciação de Estudos Prévios de Impacto Ambiental e respectivos Relatórios, no caso de obras ou atividades de significativa degradação ambiental, em especial nas áreas consideradas patrimônio nacional;&lt;br /&gt;
decidir, após o parecer do Comitê de Integração de Políticas Ambientais, em última instância administrativa, em grau de recurso, mediante depósito prévio, sobre as multas e outras penalidades impostas pelo IBAMA;&lt;br /&gt;
determinar, mediante representação do IBAMA, a perda ou restrição de benefícios fiscais concedidos pelo Poder Público, em caráter geral ou condicional, e a perda ou suspensão de participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito;&lt;br /&gt;
estabelecer, privativamente, normas e padrões nacionais de controle da poluição causada por veículos automotores, aeronaves e embarcações, mediante audiência dos Ministérios competentes;&lt;br /&gt;
estabelecer normas, critérios e padrões relativos ao controle e à manutenção da qualidade do meio ambiente, com vistas ao uso racional dos recursos ambientais, principalmente os hídricos;&lt;br /&gt;
estabelecer os critérios técnicos para a declaração de áreas críticas, saturadas ou em vias de saturação;&lt;br /&gt;
acompanhar a implementação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza-SNUC conforme disposto no inciso I do art. 6 o da Lei 9.985, de 18 de julho de 2000;&lt;br /&gt;
estabelecer sistemática de monitoramento, avaliação e cumprimento das normas ambientais;&lt;br /&gt;
incentivar a criação, a estruturação e o fortalecimento institucional dos Conselhos Estaduais e Municipais de Meio Ambiente e gestão de recursos ambientais e dos Comitês de Bacia Hidrográfica;&lt;br /&gt;
avaliar regularmente a implementação e a execução da política e normas ambientais do País, estabelecendo sistemas de indicadores;&lt;br /&gt;
recomendar ao órgão ambiental competente a elaboração do Relatório de Qualidade Ambiental, previsto no inciso X do art. 9 o da Lei 6.938, de 1981;&lt;br /&gt;
estabelecer sistema de divulgação de seus trabalhos;&lt;br /&gt;
promover a integração dos órgãos colegiados de meio ambiente;&lt;br /&gt;
elaborar, aprovar e acompanhar a implementação da Agenda Nacional do Meio Ambiente, a ser proposta aos órgãos e às entidades do SISNAMA, sob a forma de recomendação;&lt;br /&gt;
deliberar, sob a forma de resoluções, proposições, recomendações e moções, visando o cumprimento dos objetivos da Política Nacional de Meio Ambiente;&lt;br /&gt;
elaborar o seu regimento interno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São atos do CONAMA:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Resoluções, quando se tratar de deliberação vinculada a diretrizes e normas técnicas, critérios e padrões relativos à proteção ambiental e ao uso sustentável dos recursos ambientais;&lt;br /&gt;
Moções, quando se tratar de manifestação, de qualquer natureza, relacionada com a temática ambiental;&lt;br /&gt;
Recomendações, quando se tratar de manifestação acerca da implementação de políticas, programas públicos e normas com repercussão na área ambiental, inclusive sobre os termos de parceria de que trata a Lei no 9.790, de 23 de março de 1999;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Proposições, quando se tratar de matéria ambiental a ser encaminhada ao Conselho de Governo ou às Comissões do Senado Federal e da Câmara dos Deputados;&lt;br /&gt;
Decisões, quando se tratar de multas e outras penalidades impostas pelo IBAMA, em última instância administrativa e grau de recurso, ouvido previamente o CIPAM&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As reuniões do CONAMA são públicas e abertas à toda a sociedade.</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/04/legislacao.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-7627979424566345863</guid><pubDate>Tue, 29 Mar 2011 22:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-02T19:09:04.698-07:00</atom:updated><title>Contato</title><description>&lt;script src="http://form.jotform.com/jsform/10904545531"&gt;
&lt;/script&gt;</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/03/contato.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6757153351892469081.post-7535856559978307931</guid><pubDate>Sun, 13 Mar 2011 01:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-28T19:51:23.826-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mata Atlântica</category><title>Convite para exposição: Mata Atlântica – Paisagens</title><description>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A Associação Preserve Amazônia tem o prazer de convidar para visitar a  exposição Mata Atlântica – Paisagens que chega à Brasília neste mês de  março, Vera Patury é artista plástica, arquiteta, e uma  ambientalista totalmente engajada na defesa das florestas e na promoção  da consciência ambiental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Seu trabalho mistura técnicas indígenas  com processos e formas contemporâneas. Já expôs em diversas cidades  brasileiras além de ter mostrado seu trabalho na Europa, Estados Unidos e  Japão. Em 2005 recebeu no “Palais des Festivals” em Cannes, França, e o  prêmio Arte e Criação pelo conjunto de suas obras.&lt;br /&gt;
A abertura da  exposição será nesta sexta-feira (05/03) às 19h, na Galeria de Arte da  Casa Thomas Jefferson, localizada na SEP Sul EQ 706/906 – conjunto B. &amp;nbsp;E  a exposição poderá ser visitada até o dia 27/03/2010.</description><link>http://ecojipa.blogspot.com/2011/03/convite-para-exposicao-mata-atlantica.html</link><author>noreply@blogger.com (-[K]-ae-[L]-)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>