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<title>Economia Administrativa</title>
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<description>O conhecimento de como as grandes empresas funcionam é um requisito essencial para entender e prever a economia moderna. Muito mudou desde que Adam Smith estudou fábricas de alfinetes e açougues. Hoje a Riqueza das Empresas substituiu a Riqueza das Nações como fonte de conhecimento. </description>
<language>pt</language>
<lastBuildDate>Thu, 15 Jan 2009 11:00:00 -0200</lastBuildDate>
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<title>Keynes e a  Crise de 2008</title>
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<description>Muitos economistas brasileiros se proclamaram novamente keynesianos, e sugeriram as medidas keynesianas de investimentos e gastos públicos para conter a redução da demanda causada pelo panico de desemprego em massa. Só que Keynes viveu em outra época, e por isto...</description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Muitos economistas brasileiros se proclamaram novamente keynesianos, e sugeriram as medidas keynesianas de investimentos e gastos públicos para conter a redução da demanda causada pelo panico de desemprego em massa. <br /><br />Só que Keynes viveu em outra época, e por isto sugeriu as medidas apropriadas, o que não significa que faria o mesmo hoje. <br /><br />Na época de Keynes.<br /><br />1. O estado não controlava mais do que 15% do PIB.<br />2. As margens de lucro sobre vendas das empresas era de 25% ou mais do custo do produto. Ou seja, numa recessão as empresas não conseguiam vender porque não havia demanda para cobrir os custos mais este exorbitante lucro. <br />3. Pouca poupança mundial, 85% do PIB vinha de rendimentos do trabalho, só 15% de juros e dividendos. Hoje somente 60% do PIB americano vem dos rendimentos do trabalho, desemprego não afeta a economia nas mesmas proporções de 1929. Uma das razões, que prevíamos em 2008 que a Crise não era tão séria quanto os neo-keynesianos previam.<br /><br />Antes de Keynes, o dogma econômico é que a <strong>oferta gerava a sua própria demanda</strong>. Antes que uma TV chegasse à loja, os trabalhadores, os fornecedores, os transportadores já tinham recebido pelos seus serviços, com a única exceção dos capitalistas que dependiam da venda efetiva para obter o lucro.<br /><br />Portanto, segundo o economista Say, recessões deveriam ser combatidas com mais produção, e estímulos a produção, e não com mais estímulos ao consumo, a tese que seria defendida por Keynes,&#0160; que corriam o risco de serem inflacionários, como de fato foram.<br /><br /><strong>Acontece que ambos Say e Keynes estavam corretos</strong>. Como na época de Keynes e Say a margem de lucro embutida nas empresas era de 25% ou mais, sempre faltava 25% de renda para fazer a produção ser escoada. Nem sempre as empresas conseguiam contornar este problema. A oferta só gerava num primeiro momento 75% do consumo, contra 97,5% como atualmente. <br /><br />Hoje, estes 2,5% que faltam é facilmente contornado pelas empresas, sem a necessidade de intervenção do governo.<br /><br />Say estaria certo hoje, mas não estava totalmente correto em 1929, daí o surgimento e sucesso de Keynes na época. As margens enxugaram com a concorrência e os novos métodos de produção. <br /><br />Keynes propunha suplementar os 25% de demanda que faltava com dinheiro do Estado. <br /><br />Apesar de ser considerado hoje de esquerda, a politica Keynesiana gera benefícios eminentemente para direita, ao privilegiar os capitalistas a realizarem suas&#0160;elevadas margens de lucro embutidas nos preços.<br /><br />Hoje, políticas Keynesianas muitas vezes são inflacionárias, porque a margem de lucro que falta na demanda global é de somente 2,5%, em média. O mundo mudou, mas a teoria não.&#0160;</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EconomiaAdministrativa/~4/l-7uf4hyi6g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>



<dc:creator>Stephen Kanitz</dc:creator>
<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 11:00:00 -0200</pubDate>

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<title>Aquecimento Global</title>
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<description>Como é possivel ecologistas, climatologistas e ambientalistas preverem que a temperatura estará 1grau mais alta em 2100 e ninguém previu a recessão de 2009, e uma queda na bolsa de 50% um ano na frente. Ambas as previsões são complexas,...</description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como é possivel ecologistas, climatologistas e ambientalistas preverem que a temperatura estará 1grau mais alta em 2100 e ninguém previu a recessão de 2009, e uma queda na bolsa de 50% um ano na frente.</p>
<p>Ambas as previsões são complexas, exigem centenas de variáveis dependentes, desde comportamento humano,&#0160;níveis de consumo, etc.</p>
<p>O que salta aos olhos são a disparidade de valores.</p>
<p>Previsão de&#0160;1 ano versus 100 anos.</p>
<p>Variação de 1 grau centígrados versus 50%&#0160; queda na Bolsa.</p>
<p>Ou os cálculos dos ecologistas são questionáveis ou os previsores de consultorias têm algo a aprender com os climatologistas.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EconomiaAdministrativa/~4/0GXkZ-R-LSQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>



<dc:creator>Stephen Kanitz</dc:creator>
<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 14:00:00 -0200</pubDate>

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<title>Retirando Liquidez Do Sistema</title>
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<description>Com a Bolsa Brasileira despencando na crise de 2008, o governo brasileiro retirava ainda mais liquidez da Bolsa. Quem sacou de um fundo de investimento em açoes ou vendeu ações e se arrependeu no dia seguinte, não pode recomprar as...</description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Com a Bolsa Brasileira despencando na crise de 2008, o governo brasileiro retirava ainda mais liquidez da Bolsa. </p><p>Quem
sacou de um fundo de investimento em açoes ou vendeu ações e se
arrependeu no dia seguinte, não pode recomprar as mesmas ações no dia
seguinte.</p><p>O imposto de ganhos de capital no Brasil é cobrado no
ato. Se você vendeu por R$ 100.000 você só poderia comprar de volta
R$&#0160; 90.000 , dependendo do lucro e do imposto. </p><p>Por isto nossas bolsas derretem rapidamente no inicio de cada crise.&#0160; </p><p>Ganhos de bolsa deveriam ser pagos como ganhos de imóveis,&#0160; na declaração de fim de ano e não no ato. É uma receita não recorrente do governo, e portanto menos estratégica, e ajudaria a evitar o circulo vicioso de queda de Bolsa que muitas vezes inicia uma recessão. </p><p></p><p>. </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EconomiaAdministrativa/~4/itK1agFHWdE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>


<category>Combate a Recessão</category>

<dc:creator>Stephen Kanitz</dc:creator>
<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 06:04:12 -0200</pubDate>

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<title> Retirando Liquidez do Sistema </title>
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<description>Empresas deveriam poder atrasar impostos numa crise econômica, já que manter empregos é mais prioritário do que pagar por exemplo, os 30% do valor do salário, do INSS, para financiar uma aposentadoria daqui 30 anos. É o que a maioria...</description>
<content:encoded><![CDATA[<p><br />Empresas deveriam poder atrasar impostos numa crise econômica,
já que manter empregos é mais prioritário do&#0160; que pagar por exemplo, os
30% do valor do salário, do INSS,&#0160; para financiar uma aposentadoria
daqui 30 anos.</p><p>É o que a maioria das empresas faziam antigamente, entre despedir funcionários e atrasar empregos a maioria das empresas optava pela segunda opção. </p><p>Hoje economista ou administrador que fizer isto&#0160; pode ser condenados a prisão por apropriação indébita, além de pagar uma multa de 20% qualquer que seja o período de atraso. </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EconomiaAdministrativa/~4/eEfDq4bg9_U" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>


<category>Impostos</category>

<dc:creator>Stephen Kanitz</dc:creator>
<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 05:57:00 -0200</pubDate>

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<title>Porque Empresas Não Tem Reservas Financeiras ? </title>
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<description>Porque empresas brasileiras, especialmente as pequenas, não tem reservas financeiras para serem usados em momentos de crise ? Porque são obrigados a mandar gente embora e suspender compras por falta de caixa que poderia ter sido acumulada ao longo dos...</description>
<content:encoded><![CDATA[<p><br />Porque empresas brasileiras, especialmente as pequenas,&#0160; não tem reservas financeiras para serem usados em momentos de crise ? Porque são obrigados a mandar gente embora e suspender compras por falta de caixa que poderia ter sido acumulada ao longo dos anos ? </p>
<p>Porque a taxação de&#0160; aplicações em&#0160; renda fixa na pessoa jurídica é de 32%&#0160; enquanto na pessoas física do sócio é de somente 20 %.&#0160;&#0160; </p>
<p>Por isto todo empresario é praticamente obrigado a distribuir&#0160; as reservas da empresa para a pessoa física, descapitalizando a empresa desnecessariamente. </p>
<p>O correto seria&#0160;a&#0160;equiparação &#0160;desta taxação a uma mesma alíquota comum. Mais um exemplo de viés anti-empresarial.&#0160; <br /></p>

<p>Economistas Administrativos teriam criado isonomia fiscal tributando igualmente rendimento financeira na física e na jurídica. </p>
<p>Nossa visão eh fortalecer a empresa e não seus acionistas, ao contrário desta visão que prevalece no Brasil nos últimos 60 anos. </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EconomiaAdministrativa/~4/u-xAFmvLBwY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>


<category>Finanças das Empresas</category>

<dc:creator>Stephen Kanitz</dc:creator>
<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 05:51:10 -0200</pubDate>

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<title>Paraguai vai auditar dívida externa</title>
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<description>A auditoria da Dívida Externa também foi uma tese muito discutida no Brasil, e discutida por muitos economistas brasileiros na época. Infelizmente isto mostra enorme desconhecimento de como empresas e o fisco operam. Documentos precisam ser mantidos para auditoria posterior...</description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.typepad.com/site/blogs/6a0105357d1a47970b010535978b81970c/post/6a0105357d1a47970b0105363472b0970c/edit?saved=1" title="TypePad - Edit Post"></a>A auditoria da Dívida Externa também foi uma tese muito discutida no Brasil, e discutida por muitos economistas brasileiros na época.</p><p>Infelizmente isto mostra enorme desconhecimento de como empresas e o fisco operam. Documentos precisam ser mantidos para auditoria posterior por 5 a 10 anos somente. </p><p>Torna-se impossível &quot;auditar&quot; eventos que ocorreram 20 anos atrás.&#0160; Não há como saber onde o dinheiro foi depositado, não há mais extratos bancários para verificar, por exemplo. Nem você saberia dizer que contrato você assinou, e se aquela assinatura era realmente sua. </p><p>Auditoria tem de ser pontual, e &quot;just in time&quot;. Economistas administrativos lutam para que a fiscalização, da Receita Federal&#0160; por exemplo,&#0160; seja sempre realizada no próprio ano ou ano seguinte, e não no quinto ano como muitas vezes acontecia.&#0160; </p><p>Isto permite uma auditoria mais eficiente, e reduz custos de estocagem de toda aquela papelada nas sedes das empresas para estarem disponíveis a fiscalização. &#0160;</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EconomiaAdministrativa/~4/GKKz6EN2nm8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>



<dc:creator>Stephen Kanitz</dc:creator>
<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 09:45:15 -0200</pubDate>

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<title>Retirando Liquidez do Sistema II</title>
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<description>Enquanto os Estados Unidos injetavam recursos no sistema no meio da Crise Global de 2008, o governo brasileiro retirava liquidez de várias maneiras. Enquanto o objetivo do economista administrativo é manter o emprego, o governo exige o pagamento de 8%...</description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os Estados Unidos injetavam recursos no sistema no meio da Crise Global de 2008, o governo brasileiro retirava liquidez de várias maneiras.</p><p>Enquanto o objetivo do economista administrativo é manter o emprego,&#0160; o governo exige o pagamento de 8% do valor dos salários para financiar o fundo de garantia por tempo de serviço, o fundo desemprego.Agrava-se o problema de liquidez a curto prazo, para financiar um problema que faltalmente ocorrerá a longo prazo numa recessão. </p><p>Um economista administrativo teria dispensado o pagamento do FGTS por 6 meses, de toda empresa que se comprometer a manter o nível de emprego durante a recessão.</p><p>Ganha o trabalhador,&#0160; a empresa e o próprio FGTS, que evita ter de pagar os futuros desempregados. </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EconomiaAdministrativa/~4/tUnC9VAsO3A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>


<category>Combate a Recessão</category>

<dc:creator>Stephen Kanitz</dc:creator>
<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 12:51:35 -0200</pubDate>

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<title>A Riqueza das Empresas</title>
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<description>Hoje temos 2.000 empresas que são maiores do que 80 países. A"Riqueza das Nações" como vetor do sucesso de um pais depende hoje da "Riqueza das Empresas". Ou seja as técnicas administrativas podem e precisam ser aplicadas para tornar países...</description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje temos 2.000 empresas que são maiores do que 80 países. A&quot;Riqueza das Nações&quot; como vetor do sucesso de um pais depende hoje da &quot;Riqueza das Empresas&quot;. Ou seja as técnicas administrativas podem e precisam ser aplicadas para tornar países maiores e mais justas.</p><p>Mudar este paradigma perante a opinião pública, perante nossos partidos políticos e o povo brasileiro será uma luta lenta mas necessária. </p><p>Contamos com o apoio de todos os administradores deste país para usar a metodologia, a ética, e os conhecimentos administrativos para a solução dos varios problemas deste pais. </p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EconomiaAdministrativa/~4/AAS8aGjBKFM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>


<category>Empresas Bem Sucedidas</category>

<dc:creator>Stephen Kanitz</dc:creator>
<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 18:23:46 -0200</pubDate>

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