<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268</id><updated>2024-09-04T20:07:18.947-07:00</updated><category term="Meio Ambiente"/><category term="mudança climática"/><category term="preservação ambiental"/><category term="sustentabilidade ambiental"/><category term="Recursos Hídricos"/><category term="biodiversidade"/><category term="desenvolvimento sustentável"/><category term="efeito estufa"/><category term="energias renováveis"/><category term="fontes renováveis"/><category term="APP"/><category term="Agência Nacional de Águas"/><category term="Desmatamento"/><category term="aquecimento global"/><category term="biocombustíveis"/><category term="ecologicamente sustentável"/><category term="leis ambientais"/><category term="Água"/><category term="Amazônia Sustentável"/><category term="Código Ambiental Catarinense"/><category term="Código Florestal"/><category term="Protocolo de Kyoto"/><category term="Reserva Legal"/><category term="Rio São Francisco"/><category term="qualidade do ar"/><category term="transgênicos"/><title type='text'>Murer Assessoria Ambiental</title><subtitle type='html'>Edimilson Murer - Engenheiro Ambiental -&#xa;Fone:      (47) 2033-0938 / 9955-5943</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>33</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-2019327235044143138</id><published>2019-05-28T11:03:00.002-07:00</published><updated>2019-05-29T05:05:05.715-07:00</updated><title type='text'>Renda com Energia Solar</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O georreferenciamento de imóveis rurais consiste no levantamento da propriedade rural obtendo as coordenadas dos vértices, descrevendo seus limites e confrontações, georreferenciados ao sistema geodésico brasileiro, conforme normas do INCRA. Procedimento necessário para regularização do imóvel e certificação junto ao INCRA. &amp;nbsp;Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973, incluído pela Lei nº 10.267, de 28 de agosto de 2001.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/8824796717850460792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/8824796717850460792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2014/09/georreferenciamento-de-imoveis-rurais.html' title='Georreferenciamento de Imóveis Rurais'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-3507351740853230270</id><published>2010-08-10T06:42:00.000-07:00</published><updated>2010-08-10T06:44:06.903-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sustentabilidade ambiental"/><title type='text'>Sustentabilidade: Preparando a gestão sustentável</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUs1DCbrFIWMyyUBR2VW40gDqET5Iy5QhEyCnhEZRGGPr4SdU5ZXFDKD_lbeZePjJC58lsmEReRya7uAVJJGOw8qR2DnG-FUaXL8Xba0onu8IO_LDMjGOZSjmwSY2qlO7HSNP6LAICGIK-/s1600/79119.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 160px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUs1DCbrFIWMyyUBR2VW40gDqET5Iy5QhEyCnhEZRGGPr4SdU5ZXFDKD_lbeZePjJC58lsmEReRya7uAVJJGOw8qR2DnG-FUaXL8Xba0onu8IO_LDMjGOZSjmwSY2qlO7HSNP6LAICGIK-/s400/79119.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5503776368801107922&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sustentabilidade: Preparando a gestão sustentável &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por José Joaquim Ferreira do Amaral* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gestão sustentável nas empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sustentabilidade empresarial deve se basear em três aspectos básicos: o ambiental, o econômico e o social. A primeira variável diz respeito ao uso racional dos recursos naturais e maximização dos impactos ambientais positivos no ciclo de vida dos produtos, desde a extração da matéria-prima até a sua disposição final.  Mais ainda, a empresa tem de preocupar-se também com os impactos ambientais positivos e negativos de sua atividade produtiva.  O aspecto econômico trata da sustentabilidade dos negócios das empresas, que devem buscar o lucro e a remuneração do capital. Já o terceiro ponto leva em consideração as políticas de responsabilidade social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tripé é o que deve orientar os gestores das empresas, promovendo a interação com o meio ambiente, a fim de garantir o acesso das futuras gerações aos recursos naturais; com o mercado, para preservar a competitividade e continuidade da empresa; e com seus colaboradores, levando em conta a responsabilidade social. Temos de lembrar, no entanto, que, antes de mais nada, é necessário  montar um sistema de gestão, com objetivos claramente estabelecidos. No momento em se incorpora a sustentabilidade dentro da visão e missão da empresa, automaticamente, essas três vertentes devem ser contempladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, os modelos de gestão à disposição das empresas, que englobam esses três aspectos, são encontrados nas normas ISO 9001(Gestão da Qualidade), ISO 14001 (Gestão do Meio Ambiente), OHSAS, ISO 16001 e ISO 26001 (Gestão da Responsabilidade Social).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, apesar desses modelos de gestão serem bastante complexos e abrangentes, aderir às normas, por si só, não garante a sustentabilidade empresarial. Para que esses sistemas trabalhem de maneira integrada e eficiente é necessário uma diretriz única, que é a governança corporativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A governança corporativa é a capacidade das empresas de garantir uma gestão eficiente, estabelecendo padrões organizacionais para enfrentar os desafios internos e externos, com vistas a um bom desempenho financeiro, ambiental e social. Em resumo, significa consolidar as boas práticas de board, formando um conselho de administração competente, com controles externos eficazes (auditoria externa de terceira parte), que cooperem com o CEO a fim de obter uma gestão a mais isenta, transparente e eficiente possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa prevenir a adoção de práticas que podem levar as empresas a conduzir sua linha de atuação baseadas em políticas equivocadas. Exemplos  comuns são o da pequena empresa onde o proprietário confunda a pessoa jurídica com a pessoa física juntando as finanças num caixa único. Outro caso comum é o da empresas familiares que, em processos de sucessão, desagregam-se em grupos de acionistas que lutam pelo seu controle. Quando conduzidos por critérios não aderentes à governança corporativa, esses embates entre  grupos acabam quebrando a empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A governança corporativa é um conceito complexo, mas prepara as empresas para tratar de maneira integrada as restrições advindas do meio ambiente empresarial, das legislações vigentes em um país, das regras de comércio internacional, mercado financeiro, entre outras variáveis. E isso é necessário, pois, cada vez mais, os governos criam regulamentações sobre produtos, relações de consumo, comércio internacional, relações com o mercado e meio ambiente.  Isso sem falar nas crises econômicas, especulação financeira, mudanças nos cenários internacionais, competição com os países emergentes, fatores que podem abalar até as empresas mais sólidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas restrições contribuem para tornar mais difícil a tarefa de gerir as corporações com sustentabilidade, no sentido amplo do termo. O uso de modelos de gestão consagrados e normalizados ajudam o administrador a focar sua atenção nesses pontos críticos, que estão fora do controle da empresa. Com isso, ele consegue ter bases mais sólidas para enfrentar as crises e adversidades, pois conta com uma estruturada bem organizada e capaz de dar respostas eficientes às situações adversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí a importância da governança corporativa, estruturada nas boas práticas de gestão que geralmente evitam atitudes pouco recomendadas como a confusão entre pessoa física e pessoa jurídica, o nepotismo, conflito de interesses, entre outras. E incentiva a consideração aos acionistas e aos stakeholders, a ética na condução dos negócios e o respeito ao meio ambiente e às pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*José Joaquim Ferreira do Amaral é vice-presidente da Fundação Vanzolini ( formada por professores do Departamento de Engenharia de Produção POLI/USP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Pauta Social)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/3507351740853230270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/3507351740853230270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2010/08/sustentabilidade-preparando-gestao.html' title='Sustentabilidade: Preparando a gestão sustentável'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUs1DCbrFIWMyyUBR2VW40gDqET5Iy5QhEyCnhEZRGGPr4SdU5ZXFDKD_lbeZePjJC58lsmEReRya7uAVJJGOw8qR2DnG-FUaXL8Xba0onu8IO_LDMjGOZSjmwSY2qlO7HSNP6LAICGIK-/s72-c/79119.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-7373419371689396648</id><published>2010-06-14T10:04:00.001-07:00</published><updated>2010-06-14T10:04:43.978-07:00</updated><title type='text'>Especialista chama a atenção para risco de falta de água</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRXARO5R4FdMylxW4sN0d4xpYTkgDvOeBwOEGEWJ0MVlu8-4itvmf0YyE476seqdzMqePzbia3VGUHUFOuDv5UdTlOaEcJTJZapvv3BFeVq9H5rwyy1HFNganX6EHBGrrf0f9UjzV7iPf6/s1600/75750.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 146px; height: 220px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRXARO5R4FdMylxW4sN0d4xpYTkgDvOeBwOEGEWJ0MVlu8-4itvmf0YyE476seqdzMqePzbia3VGUHUFOuDv5UdTlOaEcJTJZapvv3BFeVq9H5rwyy1HFNganX6EHBGrrf0f9UjzV7iPf6/s400/75750.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5482676402067193410&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;07/06/2010 - 09h06&lt;br /&gt;Especialista chama a atenção para risco de falta de água&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Redação da Pauta Social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alerta é da H2C consultoria em uso racional da água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o Brasil seja o primeiro país em disponibilidade de água doce do mundo, a poluição e o uso inadequado comprometem o recurso em várias regiões do país. Com a proximidade dos três maiores eventos esportivos do mundo (Jogos Militares 2011, Copa do Mundo 2014 e Olimpíada 2016) e a visibilidade que o Brasil terá na mídia internacional, é hora da questão ambiental entrar na ordem do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o especialista em uso racional da água, Paulo Costa, diretor da empresa H2C, o Brasil precisa alcançar um padrão sustentável de consumo da água. Atualmente, o índice per capita é de 200 litros de água/dia em determinadas regiões, ou duas vezes mais do que o observado em Portugal, Bélgica, Alemanha e Republica Tcheca, que se destacam entre os mais responsáveis em relação ao uso do recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como justificar que o país que detém 13% doce do mundo não possui políticas ambientais consistentes para o tema e pode vivenciar racionamento de água durante os maiores eventos esportivos do planeta”, questiona Paulo. Ele complementa: “Devemos lembrar que a Copa e a Olimpíada ocorrem em meses de estiagem (junho e julho), o que gera preocupação a mais sobre possíveis problemas de abastecimento nos períodos dos eventos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para chamar a atenção para essas e outras questões relacionadas à água, a H2C promoveu no Dia Mundial do Meio Ambiente, 5, uma barqueata na Represa Billings, maior reservatório da Região Metropolitana de São Paulo. A ação aconteceu uma semana antes do início da Copa do Mundo da África do Sul, justamente para lembrar que o Brasil deve se preparar também na área ambiental para receber esses três grandes eventos esportivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A baqueata teve como condutores os jovens velejadores da ONG Vento em Popa. A instituição desenvolve, desde 2005, trabalhos com moradores da península do Cocaia, na Billings, situada na região do Grajaú, uma das mais pobres da zona sul paulistana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construídos pelos próprios velejadores, os barcos trazem nas velas mensagens com os dez mandamentos para uma Copa Verde no Brasil. Por exemplo: Vire o jogo, utilize a água da chuva; A regra é clara: fecha a torneira na hora de escovar os dentes; Não prorrogue o tempo do seu banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos jovens velejadores, participaram da regata ecológica estudantes de escolas públicas, com idades de 7 a 11 anos. Para essas crianças, foi programado um tour pela Billings em uma escuna: ao longo do passeio, monitores especializados mostraram alguns dos problemas (desmatamento, ocupação irregular, lançamento clandestino de esgotos, assoreamento, lixo) que causam a deterioração da represa a formas de resolvê-los.A H2C é uma consultoria especializada em uso racional da água. Ao todo, já realizou mais de mil projetos, que proporcionaram economia do recurso de até 67% em empresas brasileiras e multinacionais, como a construtora Hochtief, bancos Itaú, Unibanco e Real, Sodexho (catering), hospital Albert Einstein, condomínios residenciais e comerciais, entre outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Pauta Social)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/7373419371689396648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/7373419371689396648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2010/06/especialista-chama-atencao-para-risco.html' title='Especialista chama a atenção para risco de falta de água'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRXARO5R4FdMylxW4sN0d4xpYTkgDvOeBwOEGEWJ0MVlu8-4itvmf0YyE476seqdzMqePzbia3VGUHUFOuDv5UdTlOaEcJTJZapvv3BFeVq9H5rwyy1HFNganX6EHBGrrf0f9UjzV7iPf6/s72-c/75750.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-6141778821744364497</id><published>2010-06-14T10:00:00.000-07:00</published><updated>2010-06-14T10:01:50.444-07:00</updated><title type='text'>Consumo consciente</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje3BwXdawbPYfhgacNwSoDI_ImujzybYxCKaZhFNrsN2BhtAOTKuXCBu4P8JyFEpVj6mhaItYzsrt9_R7CVm0VFOmbkQNcwianCPW_s_UtQpfNC3ryjZ11vTQRzcFbTG0swxYdfujTZQa7/s1600/76013.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 220px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje3BwXdawbPYfhgacNwSoDI_ImujzybYxCKaZhFNrsN2BhtAOTKuXCBu4P8JyFEpVj6mhaItYzsrt9_R7CVm0VFOmbkQNcwianCPW_s_UtQpfNC3ryjZ11vTQRzcFbTG0swxYdfujTZQa7/s400/76013.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5482675648152880946&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;11/06/2010 - 05h06&lt;br /&gt;Consumo consciente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Redação Ideia Socioambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa Global mostra que brasileiro planeja gastar mais com produtos verdes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine saber o que 9.000 consumidores da Austrália, Estados Unidos, Reino Unido, China, Brasil, Índia, Alemanha e França pensam sobre empresas verdes? Para descobrir essas e outras informações valiosas a Penn, Schoen &amp; Berland Associates (PSB), com participação das agências da WPP (NASDAQ: WPPGY), Landor Associates e Cohn &amp; Wolfe (representada no Brasil pela G&amp;A Comunicação Empresarial) e a consultoria independente, Esty Environmental Partnersum, conduziram a pesquisa  ImagePower Green Brands pelo quinto ano consecutivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma amostra muito maior que nos anos anteriores, o estudo investigou como os consumidores percebem e se comportam em relação às iniciativas verdes das empresas de diversos segmentos. A pesquisa traz informações relevantes para o mercado e para empresas que desejam fazer negócios em algum dos países participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados apontam que o meio ambiente é a principal preocupação de brasileiros e indianos, enquanto que nos demais países, a economia é o tema de maior relevância no momento. Entre os brasileiros, 60% consideram as mudanças do clima e o desflorestamento as questões mais importantes. O Brasil ainda está entre os países que se consideram na direção errada em relação à forma de lidar com meio ambiente. Neste grupo também estão França, Índia e Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande surpresa deste ano é que, apesar de a maioria das nações acharem que produtos verdes custam mais que os outros, brasileiros e indianos consideram que o maior empecilho para a compra destes produtos é a falta de opções. Neste sentido, somente China, Índia e Brasil apresentaram números significativos: 82% dos chineses, 81% de indianos e 73% dos brasileiros dizem que gastarão mais consumindo produtos ecologicamente corretos. Outro dado interessante é que 83% dos brasileiros, juntamente com grande parte das nações, acreditam que as empresas usam muitos materiais para embalagem e outros 70% planejam comprar produtos que possam ser reciclados e reutilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os dados da pesquisa de 2010 apontam que, mesmo preocupados com a situação econômica de seus países, os consumidores estão conscientes sobre a importância de cobrar das empresas mais ações e produtos ecologicamente corretos”, afirma Heloísa Picos, Vice-Presidente da Gaspar &amp; Associados. “Além disso, os dados do Brasil mostram uma grande oportunidade para os fabricantes de linhas ecologicamente responsáveis, pois a população quer consumir mais produtos verdes, mas o preço e a falta de oferta ainda dificultam este processo”, complementa Picos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem e Produtos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a pesquisa aborda a questão da escolha das marcas, quase 95% dos brasileiros dizem que para eles é importante ou muito importante comprar produtos de uma empresa “verde”. A maioria dos consumidores dos oito países concordou que para uma companhia ser vista como ambientalmente responsável elas devem primeiramente reduzir a quantidade de substâncias tóxicas ou perigosas em seus produtos e na fabricação, terem processos de reciclagem e conservação da água. Mais de 80% dos brasileiros ainda afirmam que as empresas deveriam reciclar seus produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa explorou também o aspecto da comunicação das iniciativas verdes e constatou que a televisão e a internet são as principais fontes de informação sobre o meio ambiente. No Brasil não é diferente: os consumidores são mais influenciados por reportagens do que por certificações e experiências prévias, assim como nos demais países. “A Internet está sendo parte da formação da opinião dos brasileiros, porém a imprensa ainda é muito influente no processo de escolha dos consumidores, principalmente no quesito sustentabilidade, um tema freqüente nos dias de hoje”, finaliza a Vice-Presidente da Gaspar &amp; Associados. Os respondentes foram convidados a listar as marcas que mais possuem ações verdes. Abaixo, encontram-se as dez primeiras marcas listadas no Brasil:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ranking Empresa&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 Natura&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2 O Boticário&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3 Ipê&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4 Guaraná Antarctica&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5 Nestlé&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;6 Petrobras&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;7 Unilever&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;8 Johnson &amp; Johnson&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;9 Pão de Açúcar&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;10 Nivea&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Idéia Socioambiental)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/6141778821744364497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/6141778821744364497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2010/06/consumo-consciente.html' title='Consumo consciente'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje3BwXdawbPYfhgacNwSoDI_ImujzybYxCKaZhFNrsN2BhtAOTKuXCBu4P8JyFEpVj6mhaItYzsrt9_R7CVm0VFOmbkQNcwianCPW_s_UtQpfNC3ryjZ11vTQRzcFbTG0swxYdfujTZQa7/s72-c/76013.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-2824063619826716673</id><published>2010-06-14T09:56:00.000-07:00</published><updated>2010-06-14T09:57:58.515-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desenvolvimento sustentável"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sustentabilidade ambiental"/><title type='text'>Comida: É sustentável? De onde veio e como foi feita? É saudável?</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYeVl4Zz0jcBMFRqT-ZSJ-sVdN-A7MLgey0l5rQXcEPSaGn7HzCK1OcbjMw_JQdYM0WnHjH43ZFRwFRFHApQ1Xrc4HAk0cwPuR-wgZfIL-iSOcBJYZ7vd2MD6n_rql6owGwbKBlNiWOY2W/s1600/76019.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYeVl4Zz0jcBMFRqT-ZSJ-sVdN-A7MLgey0l5rQXcEPSaGn7HzCK1OcbjMw_JQdYM0WnHjH43ZFRwFRFHApQ1Xrc4HAk0cwPuR-wgZfIL-iSOcBJYZ7vd2MD6n_rql6owGwbKBlNiWOY2W/s400/76019.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5482674582152343154&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;11/06/2010 - 06h06&lt;br /&gt;Comida: É sustentável? De onde veio e como foi feita? É saudável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Redação Akatu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado de preço e qualidade, serão as perguntas do consumidor do século 21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais seus critérios de escolha no consumo de alimentos? E quais os critérios que serão mais incorporados pelos consumidores neste século 21 e, consequentemente, por produtos e empresas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preço, qualidade e marca ainda respondem à primeira questão, mas, como resposta da segunda despontam sustentabilidade, valor de origem e saudabilidade. Valores cuja importância tende a crescer a cada ano deste século de mudanças na sociedade mundial, transformações demográficas profundas, alterações no mundo do trabalho, preocupação crescente com a saúde e aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais: a responsabilização individual pelo consumo também tende a aumentar ao mesmo tempo em que o Estado tende a regular ainda mais o mercado de alimentos, o que pode tornar menos flexível a vida cotidiana e mesa sobretudo de nossos filhos e netos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico é da antropóloga Lívia Barbosa, diretora de pesquisa do Centro de Altos Estudos da Propaganda e Marketing da Escola Superior de Propaganda e Marketing (CAEPM/ESPM), doutora em antropologia social e integrante do Conselho Acadêmico do Instituto Akatu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lívia participou do painel de abertura do 1º Seminário &quot;Tendências do Consumo Contemporâneo&quot;, promovido pelo CAEPM/ESPM em parceria com a Toledo e Associados e Enzo Donna Food Service, nos dias 8 e 9 de junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A responsabilidade individual estará em alta, o que pode alterar até nossa relação com planos de saúde, que podem criar dificuldades na cobertura de doenças de origem alimentar, como obesidade e cardiovasculares. Também o Estado tende a regular mais fortemente o dia a dia, tanto do produtor e do distribuidor como do consumidor”, disse a antropóloga na palestra “O prato nosso de cada dia: tensões e inovações no comer contemporâneo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enzo Donna, diretor da ECD Consultoria, especializada em food service, e coordenador dos Distribuidores Especializados em Food Service (Diefs), dividiu o painel com Lívia e apresentou a palestra “Tendências na alimentação fora de casa e no Food Service”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele apontou que o setor dos serviços de alimentação (hotéis, bares, restaurantes, deliveries, lanchonetes, fast foods) é um dos mercados com maior potencial de crescimento no país e hoje já movimenta um negócio de R$ 443 milhões por dia, quase R$ 162 bilhões por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Donna, os estabelecimentos do setor têm procurado se adaptar aos imperativos da sustentabilidade e têm investido em embalagens recicláveis e biodegradáveis, de menor volume e com rótulos mais informativos para o consumidor. Este, por sua vez, pode acelerar esse processo de inovação optando por empresas mais comprometidas com a saudabilidade, a origem, a qualidade e os processos sustentáveis de produção, transformação e distribuição dos alimentos no momento do consumo e o descarte adequado das sobras eventuais e das embalagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As pessoas tendem a comer cada vez mais fora de casa. Cozinhar em casa será mais um ato social e menos uma atividade cotidiana. E os serviços, em geral, têm oferecido mais variedade de sabores, com redução de desperdício”, disse Donna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente não quer só comida&lt;br /&gt;Lívia discorreu sobre a divisão que faz em saudabilidade funcional e saudabilidade holística dos alimentos. Na primeira os consumidores valorizam o lado saudável contido nos elementos constitutivos da alimentação. “É a ênfase no alimento não na comida”, define Lívia. Uma abordagem impulsionada sobretudo pelo aumento da longevidade, das doenças cardiovasculares e da “globesidade” (o aumento global do número de obesos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na saudabilidade holística, “somos o que comemos”, destaca-se a relevância e a interdependência da comida, com destaque para a preocupação ambiental e a produção da agricultura familiar e agricultura orgânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a antropóloga, o mercado de orgânicos cresceu 200% nos últimos anos, mas o Brasil, os demais emergentes e o mundo pobre ainda engatinham nesse negócio. EUA, Canadá, Japão e Europa concentram 97% do consumo mundial de orgânicos. “Na Alemanha, 80% da ‘baby food’ é orgânica.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem dos alimentos será cada vez mais valorizada, seja por fruição do sabor do alimentos, por política e ética de sustentabilidade e comércio justo ou por preocupação com rastreabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comida engole a sala&lt;br /&gt;Como antropóloga, Lívia destacou que a tendência da mesa do século 21 também leva a uma ressignificação e estetização da cozinha. “A nova cozinha surge como espaço de lazer, com novos donos: os homens, que entram ‘armados’ para o espetáculo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O design e a tecnologia invadem pias, fornos e fogões; há uma diluição da separação entre sala e cozinha, que passa a ser o ambiente principal da casa. “O convidado não chega mais só para jantar, mas para ‘assistir’ à preparação.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No 1º Seminário &quot;Tendências do Consumo Contemporâneo&quot;, foram discutidas também “As transformações no Morar”, “Tendências no Agronegócio, na Gastronomia e nas Embalagens” e “Tendências do Consumo com o Uso das Novas Mídias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Instituto Akatu)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/2824063619826716673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/2824063619826716673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2010/06/comida-e-sustentavel-de-onde-veio-e.html' title='Comida: É sustentável? De onde veio e como foi feita? É saudável?'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYeVl4Zz0jcBMFRqT-ZSJ-sVdN-A7MLgey0l5rQXcEPSaGn7HzCK1OcbjMw_JQdYM0WnHjH43ZFRwFRFHApQ1Xrc4HAk0cwPuR-wgZfIL-iSOcBJYZ7vd2MD6n_rql6owGwbKBlNiWOY2W/s72-c/76019.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-1671153019711445824</id><published>2010-05-05T12:28:00.000-07:00</published><updated>2010-05-05T12:30:12.287-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="biodiversidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="preservação ambiental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Recursos Hídricos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sustentabilidade ambiental"/><title type='text'>Dano incalculável</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiY45rjRz8gJjDFeZRdW7sfddu_KfJsyW3-9Cq1nX4FlG6R8EbJerKBH2iAy_PfDE-nb2ieDfv93bGD8fpg3WPi5aR09tq2CH8jvlEoxOTM30U7mmPGZiQRecd1mGLOLz8689Oyu9anKO_c/s1600/73927.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 120px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiY45rjRz8gJjDFeZRdW7sfddu_KfJsyW3-9Cq1nX4FlG6R8EbJerKBH2iAy_PfDE-nb2ieDfv93bGD8fpg3WPi5aR09tq2CH8jvlEoxOTM30U7mmPGZiQRecd1mGLOLz8689Oyu9anKO_c/s400/73927.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5467870308468109282&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Redação Greenpeace&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óleo não para de vazar no Golfo do México e deixa governo americano incapaz de medir o alcance e o impacto do acidente. Greenpeace cobra moratória de exploração em alto mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doze dias depois do início de um derramamento de óleo no Golfo do México que não dá sinais de arrefecimento, o governo americano sinalizou claramente que não faz a menor ideia sobre qual é a extensão do acidente. Não há posição oficial sobre o tamanho da mancha, a proporção do vazamento, nem os meios mais eficazes de estancá-lo. O comandante da Guarda Costeira Thad Allen em entrevista à rede de televisão CNN, reconheceu que a impossibilidade de mensurar o problema só o torna mais complexo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das dúvidas, há pelo menos uma certeza. O acidente com a plataforma de petróleo da British Petroleum no Golfo do México é grande e suas consequências provevelmente serão devastadoras para a biodiversidade e para as economias de estados americanos em cujos litorais o óleo começa a chegar . O presidente Barack Obama, depois de visitar a região, qualificou o derramamento como “potencialmente sem precedentes”. O Greenpeace pediu o fim da exploração de petróleo em alto mar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados mais dois dias de vazamento, as estimativas são de que a mancha teria mais que triplicado de quantidade - de 3 mil quilômetros quadrados no fim da sexta-feira, dia 30, a quase 10 mil quilômetros quadrados, de acordo com imagens de satélites europeus. Dependendo de ventos e maré, o óleo rumará em direção à costa do Alabama e da Flórida . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acidente acontece um mês depois de Obama ter dado aval para a expansão de projetos de exploração em alto mar, com a justificativa de que as plataformas hoje estariam seguras e não causariam vazamentos. Os projetos estão agora suspensos, aguardando o fim das investigações sobre as causas do desastre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Á pergunta sobre se o que está sendo feito é suficiente, a resposta é que não há ‘suficiente’. Tudo está fora do controle. Não podemos remediar este acidente, apenas evitar que outros ocorram”, afirmou Mark Floegel, Diretor de Pesquisa do Greenpeace. “Precisamos que o presidente Obama tome posturas mais radicais para evitar que novos desastres aconteçam. O anúncio de que as operações ficarão suspensas é pouco. Queremos uma moratória completa de exploração de petróleo em alto mar nos Estados Unidos”, disse Mark.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Greenpeace)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/1671153019711445824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/1671153019711445824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2010/05/dano-incalculavel.html' title='Dano incalculável'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiY45rjRz8gJjDFeZRdW7sfddu_KfJsyW3-9Cq1nX4FlG6R8EbJerKBH2iAy_PfDE-nb2ieDfv93bGD8fpg3WPi5aR09tq2CH8jvlEoxOTM30U7mmPGZiQRecd1mGLOLz8689Oyu9anKO_c/s72-c/73927.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-5061433930176420483</id><published>2010-02-25T09:02:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T09:04:31.385-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="biodiversidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="preservação ambiental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="transgênicos"/><title type='text'>Brasil ocupa 2º lugar no cultivo de transgênicos no mundo</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgh6PlnclVtWcvxWEKNO4brhbrjyJHWUkbwauQ1SC-zW9zM0ASBd5Rcd2VpGjNiUbD-ucDPykBe9cbCW_1jaUG-n5ddHF7m8ipQQOUQWgwxpKNQ3nZrrm0lTxcxiniHFn_Ksv-tNc4fXeRU/s1600-h/70115.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 156px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgh6PlnclVtWcvxWEKNO4brhbrjyJHWUkbwauQ1SC-zW9zM0ASBd5Rcd2VpGjNiUbD-ucDPykBe9cbCW_1jaUG-n5ddHF7m8ipQQOUQWgwxpKNQ3nZrrm0lTxcxiniHFn_Ksv-tNc4fXeRU/s400/70115.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5442227813724867458&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil ultrapassou a Argentina e se tornou o segundo maior produtor mundial de transgênicos, &quot;perdendo&quot; apenas para os Estados Unidos. Segundo o ranking anual do Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA, na sigla em inglês), divulgado nesta terça-feira (23/2), o país cultivou 21,4 milhões de hectares de grãos geneticamente modificados em 2009, um crescimento de 35,4% e de 5,6 milhões de hectares em área plantada em relação a 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o estudo, é a maior expansão entre os 25 países produtores de transgênicos. O crescimento da lavoura de transgênicos foi encabeçado pelo milho Bt (resistente a insetos), cujo cultivo pelos agricultores teve início em 2008. No ano passado, o Brasil plantou 5 milhões de hectares do milho geneticamente modificado, sendo que a expansão da área cultivada foi de 3,7 milhões de hectares - 400% a mais que em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do milho, o Brasil cultivou no ano passado 16,2 milhões de hectares de soja geneticamente modificada e 145 mil hectares de algodão com essas características. Juntas, as três lavouras representam 16% dos 134 milhões de hectares cultivados com transgênicos em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Adital)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/5061433930176420483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/5061433930176420483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2010/02/brasil-ocupa-2-lugar-no-cultivo-de.html' title='Brasil ocupa 2º lugar no cultivo de transgênicos no mundo'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgh6PlnclVtWcvxWEKNO4brhbrjyJHWUkbwauQ1SC-zW9zM0ASBd5Rcd2VpGjNiUbD-ucDPykBe9cbCW_1jaUG-n5ddHF7m8ipQQOUQWgwxpKNQ3nZrrm0lTxcxiniHFn_Ksv-tNc4fXeRU/s72-c/70115.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-2561169317644686619</id><published>2010-02-25T06:39:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T06:43:20.013-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="biodiversidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mudança climática"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="preservação ambiental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sustentabilidade ambiental"/><title type='text'>Ambiente: Uma nova oportunidade</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCjF-9FmQSVq5up9k7m6CyU_DBUbajtM8vWsS_CteSgjvnvV06LSjyJH7iyzQkKlC-PvV2Bb_dI0Aw42kBGBFcod7xR6jtgAdCS6NJ8bXMeBp2F3Hp5wiMXK3uQ-lHVeNwfTyImkVZVIVM/s1600-h/70138.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 225px; height: 223px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCjF-9FmQSVq5up9k7m6CyU_DBUbajtM8vWsS_CteSgjvnvV06LSjyJH7iyzQkKlC-PvV2Bb_dI0Aw42kBGBFcod7xR6jtgAdCS6NJ8bXMeBp2F3Hp5wiMXK3uQ-lHVeNwfTyImkVZVIVM/s400/70138.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5442191614571834978&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Marcela Valente &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nusa Dua, Indonésia, 25/2/2010 – Dois meses depois da fracassada conferência sobre mudança climática em Copenhague, a comunidade internacional se reúne na Ilha de Bali, na Indonésia, para discutir sobre biodiversidade e ecossistemas, promover a economia ecológica e avançar em reformas institucionais. Representantes de mais de 130 países, em sua maioria ministros do Meio Ambiente, abriram ontem a XI Sessão Especial do Conselho de Administração do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e Fórum Ambiental Mundial em Nível Ministerial, para analisar as mudanças institucionais necessárias para facilitar acordos e alcançar mais efetividade diante dos desafios da agenda ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fórum e o Conselho estarão reunidos até amanhã no centro turístico de Nusa Dua, onde também foi convocada uma sessão simultânea e extraordinária da Conferência das Partes dos três convênios que regulam o manejo de químicos perigosos. A conferência simultânea, prévia ao fórum ministerial, terminou ontem com um acordo das secretarias dos convênios de Estocolmo, Basiléia e Roterdã para trabalhar de forma coordenada em nível internacional, regional e nacional. Para o Pnuma, foi um modelo de sinergia que deve ser seguido por todo o sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na abertura do Fórum o ministro do Meio Ambiente da Sérvia, Oliver Dulic, que atuou como presidente do Conselho, disse que a reunião “permitirá que se enfrente os desafios e a preparação para a Conferência de Desenvolvimento Sustentável de 2012, no Rio de Janeiro”. Essa cúpula, conhecida como Rio+20, em referência aos 20 anos do primeiro encontro no Brasil, deverá ser o ponto de chegada para o processo de reformas. “A janela da oportunidade se fecha”, disse aos ministros o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, em carta lida na abertura da sessão. Dulic, por sua vez, apelou para que “todos sejamos flexíveis, construtivos e apresentemos ideias inovadoras com resultados concretos que respondam às demandas dos cidadãos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, que participou como anfitrião da abertura do encontro, pediu aos ministros que dessem “um grande mandato ao Pnuma e aos fundos para sua realização. Temos de chegar ao Rio com uma ONU mais coerente, mais forte e efetiva”, afirmou. Antes do encontro de ministros, também houve o Fórum da Sociedade Civil, que convocou representantes de organizações de todas as regiões e de grupos como acadêmicos, científicos, camponeses, empresariais, sindicatos, organizações ambientais, de mulheres, de indígenas, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As organizações intercambiaram propostas e conseguiram o documento comum com iniciativas que levaram ao Conselho. “É um grande acordo, é a primeira vez em muito tempo que conseguimos isso”, disse à IPS a argentina Cecilia Iglesias, da Rede Ambiental e representante do grupo regional latino-americano. O fórum social expressou sua preocupação com as barreiras que travam sua participação, como falta de fundos ou o acesso tardio aos documentos discutidos pelos ministros. “Para poder incidir de verdade, não basta assistir ou participar de uma cúpula, é necessário discutir a agenda antes, e depois fazer o acompanhamento”, reclamou Iglesias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também pediram participação mais ativa na discussão sobre economia ecológica, conservação da biodiversidade e políticas de manejo dos ecossistemas, e reclamaram maior envolvimento nos preparativos da Rio+20 para garantirem que suas vozes sejam ouvidas. A economia ecológica é uma iniciativa do Pnuma para avançar rumo a um modelo de produção menos dependente dos combustíveis fósseis e mais vinculado às energias renováveis, com boas práticas no manejo da terra e maior valorização do “capital natural”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O economista indiano Pavan Sukhdev, que lidera o projeto de Economia Ecológica do Pnuma, explicou à IPS que capital natural não é apenas recursos para a produção. “É uma fonte de serviços proporcionados pelos ecossistemas limpando o ar ou regulando a água para evitar secas e inundações”, afirmou. A iniciativa foi lançada pelo Pnuma em 2008, em resposta à crise financeira internacional e está baseada na premissa de que os investimentos ambientais geram novos empregos e permitem alcançar múltiplos objetivos relacionados com a mudança climática e a preservação da biodiversidade. Os presentes em Bali analisarão os princípios desta nova economia, com vistas a incluir este modelo como novo paradigma de desenvolvimento na cúpula Rio+20. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(IPS/Envolverde)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/2561169317644686619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/2561169317644686619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2010/02/ambiente-uma-nova-oportunidade.html' title='Ambiente: Uma nova oportunidade'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCjF-9FmQSVq5up9k7m6CyU_DBUbajtM8vWsS_CteSgjvnvV06LSjyJH7iyzQkKlC-PvV2Bb_dI0Aw42kBGBFcod7xR6jtgAdCS6NJ8bXMeBp2F3Hp5wiMXK3uQ-lHVeNwfTyImkVZVIVM/s72-c/70138.gif" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-3170650322566452251</id><published>2010-02-19T03:32:00.000-08:00</published><updated>2010-02-19T03:36:19.847-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aquecimento global"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="biocombustíveis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ecologicamente sustentável"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="efeito estufa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="energias renováveis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fontes renováveis"/><title type='text'>Novas tecnologias podem virar o jogo da energia limpa </title><content type='html'>Escrito por DCOM     &lt;br /&gt;Ter, 20 de Outubro de 2009 01:17  &lt;br /&gt;Tradução do artigo de Michael Totty, The Wall Street Journal, de San Francisco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um objetivo muito difícil: nas próximas décadas o mundo terá que se libertar da sua dependência dos combustíveis fósseis e reduzir bem os gases de efeito estufa. As tecnologias atuais só podem nos levar até certo ponto; são necessários avanços revolucionários Eis um resumo de quatro tecnologias que, se derem certo, podem mudar radicalmente o cenário energético mundial Nada garante o sucesso, é claro. Essas tecnologias apresentam difíceis desafios de engenharia e algumas exigem grandes saltos científicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as inovações têm que ser implementadas a um custo que não torne a energia muito mais cara. Se der para conseguir tudo isso, qualquer uma destas tecnologias pode virar o jogo. Energia solar baseada no espaço  Há mais de três décadas, visionários já imaginam captar a energia solar onde o sol sempre brilha - no espaço. Se desse para colocar painéis solares gigantes em órbita em torno da Terra, e enviar para a Terra até mesmo uma fração da energia disponível, eles poderiam abastecer qualquer lugar do planeta, ininterruptamente. Essa tecnologia pode parecer ficção científica, mas é simples: painéis solares em órbita, a cerca de 35.000 quilômetros da Terra, enviam energia sob a forma de microondas para o solo, onde ela é transformada em eletricidade e conectada à rede elétrica. (Esses raios de baixa potência são considerados seguros.) Uma estação receptora em terra, com 1.600 metros de diâmetro, poderia produzir cerca de 1.000 megawatts - o suficiente para alimentar cerca de 1.000 residências nos Estados Unidos O custo de enviar esses coletores solares ao espaço é o maior obstáculo; assim, é necessário projetar um sistema leve o bastante para exigir apenas alguns lançamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um punhado de países e empresas tenciona implementar a energia solar baseada no espaço dentro de cerca de dez anos. Baterias melhores para veículos  Carros elétricos podem reduzir radicalmente o uso do petróleo e ajudar na despoluição do ar (se a energia elétrica adotar combustíveis de baixa emissão de carbono, como o vento ou a energia nuclear). Mas é necessário haver baterias melhores. As baterias de íon de lítio, comuns nos laptops, são as favoritas para os veículos elétricos e híbridos do tipo &quot;plug in&quot;, que podem ser carregados numa tomada comum. Elas têm mais potência do que as baterias comuns, mas são caras e ainda não conseguem muita quilometragem por carga; o Chevy Volt, híbrido plug-in da GM que chega ao mercado no próximo ano, pode rodar cerca de 65 quilômetros só com a bateria. O ideal é que o carro elétrico alcance perto de 650 quilômetros por carga. Embora as melhorias sejam possíveis, o potencial das baterias de íon de lítio é limitado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma alternativa, a bateria de lítio e ar, promete um desempenho dez vezes superior às de íon de lítio e poderia gerar a mesma quantidade de energia que a gasolina em relação ao seu peso. Como a bateria de lítio-ar suga oxigênio do ar para se carregar, ela pode ser menor e mais leve. Há um punhado de laboratórios trabalhando nessa tecnologia, mas os cientistas crêem que sem uma descoberta revolucionária, ainda podem se passar dez anos até a comercialização. Armazenamento de eletricidade  Todo mundo está torcendo pelo sucesso da energia eólica e solar. Mas para o vento e o sol fazerem diferença, eles precisam de melhor armazenamento. Uma maneira em estudo utiliza a energia produzida quando o vento está soprando para comprimir o ar em câmeras subterrâneas; o ar então vai para turbinas movidas a gás, fazendo-as funcionar com mais eficiência. Um dos obstáculos: encontrar grandes cavernas utilizáveis. Ou então, baterias gigantes podem armazenar a energia do vento, mas algumas tecnologias já existentes são caras, e outras não são eficientes. Embora novos materiais para melhorar o desempenho estejam em estudo, grandes saltos tecnológicos não são prováveis. A tecnologia de íon de lítio pode ser a mais promissora para o armazenamento na rede elétrica, onde não enfrenta tantas limitações como nas baterias para carros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À medida que o desempenho melhora e os preços baixam, as elétricas poderiam distribuir baterias de íon de lítio na periferia da rede elétrica, mais perto dos consumidores. Ali poderiam armazenar o excesso de potência gerado pelas fontes renováveis e ajudar a compensar as pequenas flutuações de potência, reduzindo a necessidade de usinas de reserva movidas a combustíveis fósseis. Biocombustíveis do futuro Uma maneira de acabar com a dependência do petróleo é utilizar fontes renováveis de combustível para o transporte. Isso significa uma nova geração de biocombustíveis feitos a partir de fontes não-alimentícias. Os pesquisadores estão projetando novas maneiras de transformar restos de madeira e de várias colheitas, lixo e plantas não-comestíveis em combustíveis de preço competitivo. Porém a maior promessa vem das algas. As algas crescem depressa, consomem dióxido de carbono e podem gerar mais de 19.000 litros anuais por 4.000 m2 de biocombustível, comparados com 1.320 litros anuais provindos do etanol de milho. O combustível baseado em algas pode ser acrescentado diretamente aos sistemas já existentes de refino e distribuição; em tese, os EUA poderiam produzir o suficiente para atender a toda a necessidade de transporte do país. Mas ainda é cedo. Dezenas de empresas já iniciaram projetos pilotos e produção em pequena escala. Mas produzir biocombustíveis de algas em quantidade significa encontrar fontes garantidas de água e nutrientes a preço acessível, controlar os agentes patogênicos capazes de reduzir a produção e desenvolver e cultivar as cepas de algas mais produtivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal Valor Econômico</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/3170650322566452251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/3170650322566452251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2010/02/novas-tecnologias-podem-virar-o-jogo-da.html' title='&lt;strong&gt;Novas tecnologias podem virar o jogo da energia limpa &lt;/strong&gt;'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-3905888703520892547</id><published>2010-01-20T03:11:00.000-08:00</published><updated>2010-01-20T03:13:27.260-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="qualidade do ar"/><title type='text'>SP e os padrões inaceitáveis de qualidade de ar</title><content type='html'>Por Leticia Freire, do Mercado Ético &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No total, foram 271 ultrapassagens do padrão aceitável para a saúde provocadas pelo poluente ozônio em 2009 - em 54 casos o nível de poluição foi tão alto que levou ao estado de atenção. No ano anterior, foram 202 ultrapassagens causadas pelo ozônio - sendo que em 45 vezes se chegou ao estado de atenção. O número de ultrapassagens cresceu 34%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma relação se observa ao avaliar o número de dias com qualidade do ar ruim. A capital paulista, por exemplo, teve 51 dias com ar inaceitável em 2009 e 43 dias em 2008 - um aumento de 18% - também por causa do ozônio. Os dados foram obtidos pelo Estado no Sistema de Informação de Qualidade do Ar, da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CTESB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Lacava, gerente do departamento de Desenvolvimento Tecnológico e Sustentabilidade da CETESB, ressalta que os níveis de poluição estão, em geral, mais estabilizados e que, para melhorá-los, é preciso investir principalmente em transporte sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma solução meramente tecnológica não vai ser suficiente para resolver. É necessário tirar carros das ruas”, disse. Ele alerta que, enquanto o transporte público não for “mais barato, mais confortável e mais rápido”, isso não acontecerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Mercado Ético)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/3905888703520892547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/3905888703520892547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2010/01/sp-e-os-padroes-inaceitaveis-de.html' title='SP e os padrões inaceitáveis de qualidade de ar'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-1045975419020599962</id><published>2009-12-16T08:18:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T08:28:26.799-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="APP"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Código Ambiental Catarinense"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="leis ambientais"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="preservação ambiental"/><title type='text'>Simplificando o Código Ambiental Catarinense</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Código Ambiental Catarinense pode ser lido na íntegra no menu ao lado direito, no que diz respeito a fórmula para o cálculo da APP, existe uma maneira mais simples de efetuar os cálculos, sem interferir nos resultados, veja o Art. 114. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 114. São consideradas áreas de preservação permanente, pelo simples efeito desta Lei, as florestas e demais formas de cobertura vegetal situadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - ao longo dos rios ou de qualquer curso de água desde o seu nível mais alto em faixa marginal cuja largura mínima seja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) para propriedades com até 50 (cinquenta) ha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. 5 (cinco) metros para os cursos de água inferiores a 5 (cinco) metros de largura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. 10 (dez) metros para os cursos de água que tenham de 5 (cinco) até 10 (dez) metros de largura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. 10 (dez) metros acrescidos de 50% (cinquenta por cento) da medida excedente a 10 (dez) metros, para cursos de água que tenham largura superior a 10 (dez) metros;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;A fórmula proposta pelo código 10+(L-10)/2, que seria largura do rio menos 10 metros, divido por 2, mais 10 metros, póde ser simplificada facilitando o cálculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplificando a fórmula:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10+(L-10)/2&lt;br /&gt;10+L/2-10/2&lt;br /&gt;10+L/2-5&lt;br /&gt;10-5+L/2&lt;br /&gt;5+L/2&lt;br /&gt;L/2+5 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo APP é: (L/2+5) a largura do rio divido por 2 mais 5m.&lt;br /&gt;Simples como água, aplique esta fórmula e obtenha a largura da APP. &lt;br /&gt;Esta mesma fórmula pode ser usada em propriedades acima de 50ha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edimilson Cezar Murer&lt;br /&gt;Eng. Ambiental&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/1045975419020599962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/1045975419020599962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/12/simplificando-o-codigo-ambiental.html' title='Simplificando o Código Ambiental Catarinense'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-9101367380846282104</id><published>2009-12-16T04:39:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T04:42:22.667-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="efeito estufa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="energias renováveis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fontes renováveis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><title type='text'>COP-15 – Eliminar subsídios sem prejudicar a população</title><content type='html'>16/12/2009 - 10h12&lt;br /&gt;COP-15 – Eliminar subsídios sem prejudicar a população&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Claudia Ciobanu, da IPS &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copenhague, 16/12/2009 – A eliminação dos subsídios aos combustíveis fósseis reduziria em até 10% a emissão de gases-estufa até 2050, mas os governos deverão compensar a população pobre pela alta de preços e perda de empregos resultantes, afirmou-se na capital dinamarquesa. A cifra equivale a 20% do compromisso máximo mundial de redução de emissões pretendido pelos negociadores na 15ª Conferência das Partes da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP-15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados sobre a eliminação dos subsídios aos combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) surgem de recente estudo da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico que manejam os negociadores na Dinamarca. O fim destes subsídios poderia ser um fator importante para que o aquecimento global não supere os dois graus acima dos níveis pré-era industrial. Os governos de todo o mundo gastam atualmente entre US$ 500 bilhões e US$ 700 bilhões anuais em subsídios para os combustíveis orgânicos. Isso representa cinco vezes o dinheiro destinado à ajuda para as nações em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte destes subsídios é distribuída por países em desenvolvimento. segundo cálculos da organização ecologista Environmental Law Institute, com sede em Washington, entre 2002 e 2008 o governo dos Estados Unidos destinou mais de US$ 72 bilhões a subsídios para a produção de energia fóssil. Apesar disso, em setembro de 2009 os governantes das 20 maiores economias industrializadas e em desenvolvimento se comprometeram a reduzir gradualmente esses subsídios no médio prazo, durante a cúpula do Grupo dos 20 na cidade de Pittsburg (EUA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrar a forma de cumprir esse compromisso pode ser um desafio “tão importante” como o das negociações da COP-15, disse Per Callesen, subsecretário permanente do Ministério das Finanças dinamarquês. “Estamos pisando no acelerador dos subsídios para energias fósseis, e essa aceleração é muito maior do que o freio”, disse em um encontro sobre o tema em um hotel próximo ao Bella Center, sede da COP-15. Do ponto de vista ecológico, tem sentido eliminar os subsídios a esse tipo de combustível, mas os governos são reticentes e isso porque a alta resultante dos preços dos combustíveis poderia fazê-los perder capital político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos temem as consequências que causará a eliminação dos subsídios nas famílias pobres e nos empregados das firmas do setor de energias fósseis. Fatih Birol, economista-chefe da Agência Internacional da Energia, disse que estes subsídios, na realidade, não beneficiam os pobres, mas a classe media, por isso não é preciso se preocupar com as consequências. Os pobres não têm automóveis e em muitos casos nem mesmo acesso à eletricidade, explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A opinião de Birol foi apoiada pelo ex-presidente da Costa Rica, José María Figueres, conhecido por romper com a linha social-democrata de seu Partido Libertação Nacional para impulsionar reformas econômicas liberais. Figueres compartilhou com o público o custo político que teve de pagar por reduzir os subsídios, e argumentou que o “problema da redução de 80% nas emissões até 2050 pode ser resolvido apenas com a eliminação gradual dos subsídios para as energias fósseis e o melhoramento da eficiência energética”. O ex-presidente fez um apaixonado discurso contra os subsídios em geral, mas não abordou a questão das possíveis consequências sociais negativas que teriam os custos dos combustíveis para os pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, devem ser estabelecidas políticas claras para garantir que parte desse dinheiro se canalize diretamente aos setores mais vulneráveis da sociedade, argumentaram Callesen e William Pizer, funcionário de Meio Ambiente e Energia do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos. “É evidente que os países em processo de eliminar os subsídios aos combustíveis fósseis devem adotar medidas de compensação da renda”, disse Callesen à IPS. “Como substituição, deve-se criar um sistema capaz de administrar o apoio estatal às famílias de baixa renda”, explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As medidas de apoio à renda dos setores mais vulneráveis, para compensar as consequências negativas da alta dos custos do combustível, custariam aos governos muito menos do que gastam agora em subsídios, acrescentou o subsecretário permanente do Ministério das Finanças dinamarquês. “Para cada dólar economizado com o fim dos subsídios, seriam necessários apenas 20 ou 30 centavos para medidas eficientes de compensação da renda”, calculou Callesen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pizer citou como exemplo as políticas adotadas pelo governo dos Estados Unidos de Barack Obama para ajudar as famílias pobres a adaptarem-se à redução dos subsídios aos combustíveis fósseis, que Washington pretende instumentar. As famílias pobres recebem ajuda financeira para pagar a calefação e o Estado apoia as pessoas com baixos recursos no isolamento térmico de suas casas. O custo total do programa chega a US$ 5 bilhões, explicou Pizer. “Seria melhor e mais econômico se os governos apenas compensassem os pobres, e não todos. E para os pobres é melhor receber um dólar de forma direta do que se este for dado às indústrias de combustíveis fósseis”, disse Pizer à IPS. (IPS/Envolverde)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/IPS/TerraViva)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/9101367380846282104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/9101367380846282104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/12/cop-15-eliminar-subsidios-sem.html' title='COP-15 – Eliminar subsídios sem prejudicar a população'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-2945898818151248467</id><published>2009-12-16T04:35:00.001-08:00</published><updated>2009-12-16T04:38:51.801-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="biocombustíveis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Desmatamento"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="efeito estufa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mudança climática"/><title type='text'>Recuperação de pastos pode cumprir 12% das metas de reduções do Brasil</title><content type='html'>16/12/2009 - 01h12&lt;br /&gt;Recuperação de pastos pode cumprir 12% das metas de reduções do Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Clarissa Lima Paes, da Embrapa &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de gerar baixo desempenho econômico para o pecuarista, as pastagens degradadas se tornaram elemento-chave em um mundo preocupado com as mudanças climáticas. A recuperação delas e a integração lavoura-pecuária (ILP) – duas tecnologias disponíveis que contribuem para a resolução do problema – vão, juntas, responder por cerca de 12% do compromisso voluntário do governo brasileiro de reduzir em até 38,9% a emissão de gases de efeito estufa até 2020, segundo proposta do Ministério do Meio Ambiente (MMA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, a contribuição dessas ações deverá ser ainda maior. É o que avalia o pesquisador Geraldo Martha, da Embrapa Cerrados – unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como atualmente a abertura de novas áreas para pastagens é uma das causas do desmatamento na Amazônia e no Cerrado, a recuperação das áreas de pecuária de baixa produtividade já usadas atualmente vai ser fator fundamental na liberação de  áreas para acomodar a expansão de alimentos, fibras e biocombustíveis sem a necessidade de novos desmatamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a redução de desmatamento na proposta do MMA vai ser responsável por 63,59% do compromisso de redução na emissão de gases de efeito estufa, a intensificação da produção animal em pastagens pode ser, direta ou indiretamente, responsável por 76% das ações de mitigação (NAMAs) propostas pelo governo brasileiro para 2020. “Isso demonstra a importância e urgência de investimentos em pesquisa agrícola e em transferência de tecnologia para dar suporte a essas estratégias de mitigação de gases de efeito estufa, por um lado, e em linhas de financiamento adequadas e outros incentivos para a adoção de boas práticas de manejo em larga escala pelos produtores rurais, por outro”, ressalta Geraldo Martha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com uma pesquisa realizada pela Embrapa Cerrados, se um pasto de baixa produtividade e com taxa de lotação de 0,4 cabeça por hectare passa a abrigar cinco animais na mesma unidade de área, cada hectare com essa taxa de lotação que é recuperado pela integração lavoura-pecuária libera outros oito para outros usos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de contribuir na redução do desmatamento, o crescimento de produtividade em si redunda em benefícios para o meio ambiente. “Um pasto produtivo pode ser tão eficiente na conservação do solo e da água quanto uma floresta”, explica Geraldo Martha. Segundo o pesquisador, a grande quantidade de raízes no solo contribui para o aumento da matéria orgânica, o que incrementa também a captura carbono da atmosfera e melhora a eficiência de uso da água e de nutrientes no sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro grande problema da pecuária relacionado ao efeito estufa é a emissão de metano pela digestão dos bovinos, que também é diminuída pela melhor qualidade das forragens. Estudos da Embrapa apontam que a emissão do gás pelos animais pode cair pela metade quando eles são criados em sistemas com elevada disponibilidade e valor nutritivo de forragem, como em sistemas de integração lavoura-pecuária bem manejados. “E a boa notícia é que o aumento no desempenho animal em pastagens, além de reduzir o impacto ambiental negativo da pecuária, geralmente aumenta o retorno econômico do empreendimento”, acrescenta Martha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o pesquisador da Embrapa Cerrados Lourival Vilela, que coordena os estudos de pesquisa em integração lavoura-pecuária na Embrapa (Prodesilp), pelo menos metade das pastagens brasileiras estão em algum grau de degradação. Nessas condições, o solo é geralmente de baixa fertilidade e assim há menor produtividade , o que aumenta o custo de produção, especialmente em pequenas propriedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse quadro de baixa produtividade das pastagens causa perda de matéria orgânica, erosão e compactação do solo. Por outro lado, a integração lavoura-pecuária, além de beneficiar o meio ambiente, permite maior eficiência no uso de fertilizantes, redução de plantas invasoras e ganhos de produtividade tanto nas lavouras quanto na pecuária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Embrapa)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/2945898818151248467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/2945898818151248467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/12/recuperacao-de-pastos-pode-cumprir-12.html' title='Recuperação de pastos pode cumprir 12% das metas de reduções do Brasil'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-7842736791783847988</id><published>2009-12-04T11:37:00.000-08:00</published><updated>2009-12-04T11:39:20.199-08:00</updated><title type='text'>Papai Noel quer sua ajuda...</title><content type='html'>Papai Noel quer sua ajuda... &lt;br /&gt;...para fazer o Natal de 3,1 mil crianças mais feliz. Elas enviaram cartinhas com pedidos aos Correios, mas 2,3 mil ainda aguardam para ser adotadas  BLUMENAU - Na parede do refeitório da empresa onde trabalha, Lilian de Oliveira, 30 anos, pregou um mural de cartolina com 30 botinhas de Natal. Cada sapatinho, confeccionado com ajuda de colegas, representa um pedido de presente feito por uma criança e enviado aos Correios de Blumenau. Dessa forma, ela incentivou outros 29 funcionários da empresa a adotar as cartinhas e realizar os desejos dos pequenos. Graças à iniciativa de pessoas como Lilian, 800 pedidos enviados para a Promoção Natal dos Correios haviam sido adotados até ontem. No entanto, ainda restam 2,3 mil à espera de pessoas com bom coração na agência do Centro. O prazo para adoção encerra sábado. A maioria dos pedidos é de bonecas Barbie, material escolar, bicicletas e pista de carrinhos Hot Wheels.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Cada vez mais o Natal tem um apelo comercial. Muitos pais não têm condições de presentear os filhos, por isso ajudamos – explica Lilian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como ela, este é o terceiro ano que a analista de sistemas Ana Lúcia Engel Volles, 36, convoca os amigos para ajudar. Este ano, selecionou 20 cartinhas. Ana Lúcia arrecada dinheiro com os amigos, compra os presentes, embrulha e depois entrega os pacotes nos Correios, para chegarem às mãos das crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Escolho as cartas das crianças que parecem ter mais necessidade. Tem criança que pede cesta básica. Isso corta o coração – conta Ana Lúcia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correios recebeu o dobro de cartas do ano passado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incentivado por Lilian, Ismael Fernando Schubert, 28, adotou uma carta pela primeira vez este ano. O analista de sistemas recomenda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– É um gesto nobre. Tem criança que pede material escolar. O que para nós é algo mínimo e relativamente barato, para ela é um presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expectativa da gerente da agência do Centro dos Correios, Gabriela Eufrázio Dorow, é superar o número de cartas adotadas em 2008, quando 800 pedidos foram atendidos. No entanto, este ano os Correios de Blumenau receberam 3,1 mil cartas, praticamente o dobro dos anos anteriores. A demanda fora do comum estaria relacionada ao fato de os Correios terem envolvido as escolas na confecção das cartas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;daiane.costa@santa.com.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vinicius.bastista@santa.com.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAIANE COSTA E VINICIUS BATISTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,186,2736184,13646&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/7842736791783847988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/7842736791783847988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/12/papai-noel-quer-sua-ajuda.html' title='Papai Noel quer sua ajuda...'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-3125483178216190704</id><published>2009-11-24T10:10:00.001-08:00</published><updated>2009-11-24T10:15:18.553-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aquecimento global"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desenvolvimento sustentável"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mudança climática"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="preservação ambiental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Recursos Hídricos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sustentabilidade ambiental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Água"/><title type='text'>TCU elege Programa Água Doce como exemplo de boa prática</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhp3TbxXHnAf-WxeM4WLNUPvTEDwhRjc0IpBzmnwD7Rku8JHNjistSzZAvJOSfOBL5MJQNs8vrDCk1qsGPsJGWTedZf6m5pbtTpv5bFxgRUENjQRRvdgvTqMe30V-AnZWuWPuDVXJZueoW8/s1600/Agua.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 236px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhp3TbxXHnAf-WxeM4WLNUPvTEDwhRjc0IpBzmnwD7Rku8JHNjistSzZAvJOSfOBL5MJQNs8vrDCk1qsGPsJGWTedZf6m5pbtTpv5bFxgRUENjQRRvdgvTqMe30V-AnZWuWPuDVXJZueoW8/s400/Agua.bmp&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5407734366026715154&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;TCU elege Programa Água Doce como exemplo de boa prática&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Redação do MMA &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima seco e a falta de chuva fazem com que o semiárido brasileiro sofra com a escassez de água. E o aquecimento global só piora a situação. Atento à questão, o Programa Água Doce do Ministério do Meio Ambiente está levando à população daquela região uma alternativa para conseguir água potável: aproveitar de forma sustentável a água presente no subsolo, por meio de sistemas de dessalinização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal iniciativa foi destacada na publicação  Segurança Hídrica no Semiárido , lançada recentemente pelo Tribunal de Contas da União. O livro faz parte da série  Auditorias de natureza operacional sobre políticas públicas e mudanças climáticas  do TCU e recomenda que o Programa Água Doce seja ampliado como uma ação do governo federal que visa  assegurar à população meios para enfrentar as vulnerabilidades a que estão sujeitas, em decorrência da variação climática .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o coordenador nacional do programa Água Doce, da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Renato Ferreira, esse reconhecimento do TCU é muito importante para o desenvolvimento do programa, que no momento encontra-se em fase de elaboração de seus planos estaduais. De acordo com o coordenador, o programa visa o estabelecimento de uma política pública de acesso à água de qualidade para o consumo humano, contribuindo para a melhoraria da qualidade de vida da população rural da região do semiárido, com os devidos cuidados ambientais e sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirada a cerca de 50 metros de profundidade, por meio de poços tubulares, a água subterrânea apresenta características salobras ou salinas o que a deixa imprópria para consumo humano. Para tornar essa água potável são utilizados sistemas de dessalinização. Até o momento, o MMA aplicou a metodologia do programa, com o foco na sustentabilidade ambiental e controle social, em 65 sistemas de dessalinização, em 7 estados do semiárido, garantindo pelo menos cinco litros de água potável, por dia, para cada pessoa beneficiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unidade Demonstrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fazer com que a água salobra tenha condição de consumo humano ela passa por uma filtragem de alta potência. Assim, metade do que passa pelo dessalinizador está pronta para o consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra metade, chamada de concentrado, tem duas destinações. Caso o poço tenha pouca vazão, o concentrado é colocado em um tanque para evaporar. Já nos lugares em que a vazão do poço é maior que três mil litros por hora, o programa Água Doce consegue implantar as Unidades Demonstrativas, que é um sistema de produção sustentável, desenvolvido pela Embrapa, dentro do conceito de convivência com o semiárido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema é simples. Após a filtragem, o concentrado é colocado em tanques para criação de peixes, ampliando assim a segurança alimentar nas comunidades. Posteriormente a água proveniente destes tanques é aproveitada para irrigação de erva-sal, que será utilizada para a produção de feno. No período de seca, o feno serve de alimento para engorda de caprinos e ovinos da região, fechando o ciclo de produção integrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MMA já implantou 6 Unidades Demonstrativas e prevê implantação de mais 11 até o final de 2010. O trabalho é realizado em parceria com os governos estaduais, Embrapa, Universidade Federal de Campina Grande, Atecel, entre outros parceiros nacionais e estaduais e conta com o apoio do BNDES e Fundação Banco do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participação Social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a aplicação do programa em 65 comunidades, cerca de 50 mil pessoas do semiárido passaram a ter acesso à água potável. Para Ferreira, a participação social na gestão dos sistemas de dessalinização e das unidades demonstrativas é fundamental para a sua sustentabilidade. Ele explica que o processo tem a participação dos governos federal, estadual, municipal e das comunidades locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da instalação dos sistemas, são realizas reuniões pelos técnicos capacitados pelo programa com a comunidade local, explicando o passo a passo do programa e definindo as responsabilidades dos que serão beneficiados pela água. Por fim são firmados acordos de gestão. Depois dos treinamentos, a comunidade é estimulada a escolher as pessoas que ficarão responsáveis pela operação do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para escolher o local que será beneficiado pelo programa Água Doce, o MMA leva como base os  índices pluviométricos, de mortalidade infantil, de desenvolvimento humano, e a ausência ou dificuldade de acesso a outras fontes de abastecimento de água potável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias 26 e 27 de novembro, as coordenações nacional e estaduais se reúnem em João Pessoa (PB), para definir a estratégia de implementação dos planos estaduais do Água Doce. Alagoas e Pernambuco deverão lançar seus planos, com o apoio do MMA. Na reunião, será realizada uma avaliação das atividades e o planejamento das ações para 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/MMA)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/3125483178216190704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/3125483178216190704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/11/tcu-elege-programa-agua-doce-como.html' title='TCU elege Programa Água Doce como exemplo de boa prática'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhp3TbxXHnAf-WxeM4WLNUPvTEDwhRjc0IpBzmnwD7Rku8JHNjistSzZAvJOSfOBL5MJQNs8vrDCk1qsGPsJGWTedZf6m5pbtTpv5bFxgRUENjQRRvdgvTqMe30V-AnZWuWPuDVXJZueoW8/s72-c/Agua.bmp" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-91225878869713381</id><published>2009-11-24T10:03:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T10:07:01.527-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ecologicamente sustentável"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fontes renováveis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mudança climática"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sustentabilidade ambiental"/><title type='text'>Engenheiros civis discutem edificações sustentáveis na Soeaa</title><content type='html'>Engenheiros civis discutem edificações sustentáveis na Soeaa    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 18 de novembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em dezembro, membros de 193 países devem assinar um acordo global de controle das mudanças climáticas e de garantia de sobrevivência das futuras gerações. Enquanto isso, em cada país, empresas, ONGs e diversas entidades lançam novos projetos a fim de preservar o meio ambiente. Na Semana Oficial da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia (Soeaa), realizada entre os dias 2 e 5 de dezembro, em Manaus, o painel “Criação de uma certificação para uma edificação ecologicamente sustentável” vai provocar a discussão sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia é defendida pelo coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Civil do Confea, Antônio Carlos Aragão, para quem a certificação deve ser emitida por uma unidade formada pelas diversas entidades que compõe o Sistema Confea/Crea. A emissão do selo deve funcionar da seguinte forma: a empresa interessada entra em contato com a unidade do Sistema Confea/Crea para que ela analise os projetos da obra e verifique se estão dentro das normas de sustentabilidade ambiental. As normas, por sua vez, devem levar em consideração os compromissos assumidos em Copenhague e o Protocolo de Quioto, caso ele seja renovado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aragão explica que a obra só recebe o selo se constar no projeto o conjunto de iniciativas sustentáveis que vão da obra em si até os fornecedores da matéria-prima. “Não adianta nada uma edificação com material de demolição, reuso de água, grama do telhado, se o cimento utilizado é de uma empresa que polui o meio ambiente”, acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As técnicas sustentáveis começam a dominar o cenário da construção civil por todo o mundo. Arquitetos e engenheiros começam a estudar maneiras de reduzir o consumo de energia. Na palestra, Aragão pretende mostrar exatamente isso, exemplos de iniciativas bem-sucedidas, como o do condomínio BedZed  ou Beddington Zero Energy Development (Empreendimento de Energia Zero), em Sutton, Londres (Inglaterra). Mesmo com o inverno rigoroso do Reino Unido, as casas do BedZed consomem apenas 10% de energia com aquecimento em relação a uma casa normal. Tudo que se usa lá vem de fontes renováveis, proporcionando energia de “neutro-carbono”. Além disso, enquanto um inglês de uma residência normal consome 150 litros de água/dia, no BedZed o consumo cai para 60 litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à preparação do país para esse novo mercado, Aragão afirma que só depende da vontade do empresariado em mudar a forma de produção. Em relação à conscientização, o Sistema pode contribuir de forma muito efetiva por meio de campanhas e convênios. “Esse processo deve ser iniciado no Sistema e disseminado por meio de campanhas educativas, cursos para os profissionais, convênio com as entidades e universidades”, completa ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os presentes na palestra, que faz parte das atividades do painel “Inovação Tecnológica e Estado da Arte das Profissões”, podem opinar, tirar dúvidas e emitir sugestões e críticas sobre a proposta apresentada pelo coordenador. Na Soeaa, esse tema será debatido no dia 3 de dezembro, às 16h30. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aryana Aragão&lt;br /&gt;Assessoria de Comunicação do Confea</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/91225878869713381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/91225878869713381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/11/engenheiros-civis-discutem-edificacoes.html' title='Engenheiros civis discutem edificações sustentáveis na Soeaa'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-7501037309788137122</id><published>2009-11-24T09:58:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T10:02:51.040-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desenvolvimento sustentável"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="leis ambientais"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="preservação ambiental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Recursos Hídricos"/><title type='text'>Brasil precisa aperfeiçoar legislação ambiental</title><content type='html'>Brasil precisa aperfeiçoar legislação ambiental    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 20 de novembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Brasil foi o primeiro país do mundo a ter leis de proteção ao meio ambiente, leis essas que precisam ser aperfeiçoadas”, constata Rogério Bigio, engenheiro civil consultor ambientalista do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e da Organização dos Estados Americanos (OEA), entre outros órgãos. Especializado em recursos hídricos, ele fará uma palestra no próximo dia 30 de novembro, durante seminário promovido pelo Colégio de Entidades Nacionais (Cden), do Confea, em um dos eventos que antecedem a 66ª Semana Oficial da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia (Soeaa), em Manaus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O meio ambiente é um tema interdisciplinar e o Sistema Confea/Crea pode agir institucionalmente, porque reúne profissionais direta e indiretamente envolvidos com a questão ambiental. Portanto, são eles que podem criar meios para diminuir e evitar danos irreversíveis à natureza”, defende Bigio, que enfocará a legislação pertinente ao meio ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bigio adianta que apresentará um histórico das leis ambientais do Brasil, abordará as mudanças de mentalidade e de comportamento da sociedade com relação ao meio ambiente e reunirá as propostas para que o Sistema possa influir tanto no trâmite de projetos de lei no Congresso Nacional, quanto na defesa de projetos que deem maior transparência à legislação. “Temos que aproveitar a capilaridade dos Creas e despertar a consciência dos profissionais de que é preciso preservar; e esse trabalho é feito dia a dia, no exercício de suas atividades”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É importante observarmos nossa evolução frente a um Código de Águas, que data de 1930, e à Lei de Recursos Hídricos de 1997”, diz o consultor, preocupado com o emaranhado de leis que se fundem e confundem, “como  as leis dos recursos hídricos e a do parcelamento do solo, por exemplo”. Para Bigio, outro aspecto a ser modificado é o fato de que aos Estados e à União cabe a gestão do meio ambiente, enquanto que aos Municípios cabe a responsabilidade do parcelamento do solo. “Isso gera conflitos”, constata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consultor defende a criação de uma política de Estado e campanhas de conscientização para que a sociedade incorpore hábitos que tenham reflexos positivos na preservação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Bigio, a defasagem da legislação não é tão preocupante desde que exista a disposição de melhorá-la, “o importante é que a lei não seja um empecilho para o progresso, mas seja indutora de um desenvolvimento sustentável e harmonize o descompasso entre discurso, ação e preservação ambiental.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à meta brasileira de até 2020 reduzir entre 36 e 38% as emissões de gás carbônico, Bigio classifica como “um desafio e tanto”, mas considera que é uma meta a ser atingida. “Melhor assim do que se omitir ou adiar soluções, o  que pode resultar num custo alto demais a se pagar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Helena de Carvalho&lt;br /&gt;Assessoria de Comunicação do Confea</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/7501037309788137122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/7501037309788137122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/11/brasil-precisa-aperfeicoar-legislacao.html' title='Brasil precisa aperfeiçoar legislação ambiental'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-7542259394594253151</id><published>2009-11-09T02:53:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T02:56:17.006-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="APP"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Código Florestal"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Desmatamento"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reserva Legal"/><title type='text'>Minc apresenta propostas de alteração do Código Florestal</title><content type='html'>06/11/2009 - 11h11&lt;br /&gt;Minc apresenta propostas de alteração do Código Florestal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Redação da Envolverde &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de esvaziada a tentativa da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados de, pela terceira semana consecutiva, votar o substitutivo do deputado Marcos Montes (DEM-MG) ao Projeto de Lei (PL) nº. 6424/05, que propõe a atualização do Código Florestal, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, apresenta uma nova proposta, que inclui algumas das principais reivindicações dos ruralistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova proposta mantém a exigência de desmatamento zero nos biomas Amazônico e da Mata Atlântica, medida que nem a senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), consegue mais rebater. Para a entidade, trata-se de “medida extrema, porém necessária para proteger tais biomas, em função da sua excepcional biodiversidade, abundância de biomassa e elevados estoques de CO2”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a tentativa do substitutivo de conceder uma espécie de anistia para os agricultores que desmataram áreas de reserva legal, antes de 2006, cai por terra. Segundo o ministro, chegou-se a um acordo que permite o cumprimento das exigências através a aquisição de cotas de reserva legal de pequenos agricultores que tiverem preservado áreas acima daquelas que são determinadas por lei, desde que no mesmo bioma e na mesma bacia hidrográfica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada cota corresponderá a um hectare de área preservada. O preço das cotas será definido entre compradores e vendedores, sem interferência do governo. &quot;Dessa maneira, ninguém é obrigado a parar de produzir em uma área para manutenção da reserva legal, bastando comprar uma cota de quem preservou&quot;, afirma o documento divulgado pelo ministério. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Minc, a averbação das reservas legais também foi facilitada para a agricultura familiar. A reclamação desses agricultores era de que a apresentação dos documentos necessários, que deveria ser de forma detalhada, com as coordenadas exatas das reservas da propriedade, através de georreferenciamento, exigia recursos muito elevados. Pela nova proposta, ela poderá ser feita pelo órgão ambiental responsável a partir de um desenho da propriedade rural entregue pelo próprio agricultor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo admite também que as culturas perenes como maçã, café, uva e mate, em encostas e topos de morros, sejam mantidas, e permite que as áreas de proteção permanente (APPs) integrem a reserva legal, no caso dos agricultores familiares ou com propriedades de até 150 hectares. Além disso, será permitido que os grandes proprietários façam o manejo florestal na área da reserva legal, inclusive com exploração madeireira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minc insiste na criação do programa Mais Ambiente, embora admita o aumento do prazo para a regularização, além de assistência técnica e acesso a mudas e sementes para quem aderir à iniciativa. De acordo com o ministro, o conjunto de propostas deve resolver pendências legais de 95% dos agricultores do país, entre pequenos e médios produtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro explicou que vários desses pontos foram acordados com representantes da agricultura familiar e dos grandes agricultores. &quot;Há entendimento em muita coisa e a gente quer que tenha mais ainda. Sem entendimento, não há resolução nem no meio ambiente nem na produção&quot;, afirmou.  “Acabou a guerra. Estou otimista de que vamos chegar a um bom entendimento. Não acho que a CNA [Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil] e o Greenpeace vão sair juntos dançando reggae na Chapada dos Veadeiros, mas houve muitos avanços [na negociação]”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima segunda-feira (9) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve definir que posições o governo vai adotar em reunião com Minc e os ministros da Agricultura, Reinhold Stephanes, e do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. (Envolverde)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Envolverde/Agencias de Notícias)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/7542259394594253151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/7542259394594253151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/11/minc-apresenta-propostas-de-alteracao.html' title='Minc apresenta propostas de alteração do Código Florestal'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-4679295789403188702</id><published>2009-11-05T09:54:00.000-08:00</published><updated>2009-11-05T09:55:40.789-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Agência Nacional de Águas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Recursos Hídricos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Água"/><title type='text'>Teoria sobre cristais de água</title><content type='html'>19/10/2009 - 07h10&lt;br /&gt;Pesquisador japonês explica teoria sobre cristais de água e lança livro infantil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Raylton Alves, da ANA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pesquisador japonês Masaru Emoto esteve na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília na tarde desta segunda-feira (19/10), para expor sua teoria sobre o os diferentes formatos tomados pela água durante o processo de congelamento. Segundo experimentos de Emoto, os microscópicos cristais de água fotografados adotaram formatos distintos quando submetidos a músicas clássicas, frases positivas e frases negativas. Quanto mais poluída a água e quanto mais negativa a palavra mencionada próxima à amostra de água coletada, menos harmoniosa se tornaram os cristais esteticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro objetivo da visita do pesquisador japonês ao Brasil foi o lançamento do livro infantil “A Mensagem da Água”, que visa à conscientização principalmente de crianças para a importância da água para a humanidade, por meio das seguintes mensagens: água é vida, eu sou água, pacificar a água é pacificar a mim mesmo e pacificar o mundo. A publicação faz parte do projeto mundial Emoto para a Paz, que pretende distribuir o livro gratuitamente a todas as crianças do planeta. O lançamento ocorreu no Parque Olhos D’Água, na capital federal, na manhã de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Emoto, a humanidade enfim percebeu que não é mais possível dar um “jeitinho” para o tema da conservação da água. “O mundo está começando a admitir a real importância da água para a vida”, afirma. O pesquisador japonês ainda se colocou à disposição para difundir sua técnica a brasileiros e explicou os recursos materiais e humanos necessários para se obter as imagens dos cristais de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o diretor da ANA, Dalvino Franca, a técnica de Emoto é um novo caminho de pesquisa cultural que se utiliza da fotografia e pode vir a ser mais uma forma de identificação da qualidade da água para consumo humano. “Este tipo de experimento contribui para trazer uma nova dimensão cultural do conhecimento da química da água e merece ser aprofundada”, destaca o diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de representantes da ANA, participaram da reunião instituições componentes do Centro de Estudo Transdisciplinar da Água (CET-Água) – que conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) –, entre as quais: o WWF-Brasil, a Universidade de Brasília, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e a Organização para a Paz Mundial (Ararazul).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 19h desta segunda-feira, no Anfiteatro do Museu da República, em Brasília, Masaru Emoto falará para cerca de 700 pessoas sobre “A Mensagem da Água para o Futuro”. A entrada para a conferência é gratuita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/ANA)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/4679295789403188702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/4679295789403188702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/11/teoria-sobre-cristais-de-agua.html' title='Teoria sobre cristais de água'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-8574109339886774059</id><published>2009-11-05T09:41:00.000-08:00</published><updated>2009-11-05T09:43:58.068-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Agência Nacional de Águas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Recursos Hídricos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rio São Francisco"/><title type='text'>A verdade única da transposição</title><content type='html'>RIO SÃO FRANCISCO&lt;br /&gt;A verdade única da transposição&lt;br /&gt;Teme-se que leve a graves conflitos institucionais. Ou ao ridículo&lt;br /&gt;-  A  A  +&lt;br /&gt;Washington Novaes*&lt;br /&gt;O Estado de S. Paulo - 30/10/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os recentes despautérios do presidente da República, em sua viagem às obras de transposição de águas do Rio São Francisco - atirando ao fogo dos infernos, de cambulhada, o Judiciário, o Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério Público, organizações sociais, científicas e religiosas, até bispos -, levam a temer que tanta pretensão à verdade única e incontestável possa conduzir a conflitos institucionais muito graves. Ou ao ridículo, já configurado em charge do cartunista Jorge Braga, do jornal O Popular (25/8) de Goiânia, que retratou o chefe da Nação ouvindo o preço de Judas por seu apoio: &quot;Trinta dinheiros do mensalão.&quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repercussão das falas presidenciais, entretanto, parece haver deixado em segundo plano a questão específica do projeto de transposição, já executado em cerca de 15%, apesar dos argumentos alinhavados há mais de dez anos por muitos especialistas, que apontaram alternativas mais adequadas para os problemas que a transposição supostamente resolveria - argumentos desqualificados pelo presidente e por alguns de seus ministros e ex-ministros como fruto de &quot;má-fé&quot;, &quot;ignorância&quot;, &quot;irresponsabilidade&quot; e por aí afora. Ao longo dos 12 anos em que ocupa este espaço, e mais alguns antes, o autor destas linhas apontou - sem resposta - muitas dessas questões, desde que projeto semelhante, do ex-ministro Aluizio Alves, no início da década de 1990, foi inviabilizado por um parecer do TCU. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, voltou à cena logo no primeiro ano do atual governo. Especialistas do porte dos professores Aldo Rebouças, Aziz Ab&quot;Saber, João Suassuna, João Abner e muitos outros mostraram que se tratava de um mau caminho, já que o problema de água nas regiões a serem beneficiadas não era de escassez, e sim de má gestão - pois existem ali, em 70 mil açudes, nada menos que 37 bilhões de metros cúbicos (m3) de água (sem redes que os distribuam), quando a transposição levará 2,1 bilhões de m3, mas também sem redes de distribuição para as áreas isoladas, mais carentes. Nada menos que 70% da água se destinará a projetos de irrigação e 26% ao abastecimento de cidades. Além do mais, a disponibilidade de água no Nordeste setentrional é de 220 m3 por segundo, para um consumo humano e industrial de 22 m3/segundo; e será de 131 m3/segundo o consumo na irrigação previsto no projeto (226 mil hectares). Não bastasse, o Comitê de Gestão da Bacia do São Francisco - que conhece de perto a área -, por 44 votos a 2, condenou o projeto, que considerou &quot;centrado em grandes obras, desconectadas de uma visão mais ampla e adequada do semiárido&quot; e que se destinariam a beneficiar essencialmente grandes projetos de exportação de grãos e frutas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem mais. Embora o projeto ainda tivesse de ser aprovado pelo Ibama, a então ministra do Meio Ambiente, em pronunciamento público, deu-lhe o seu aval. E o Ibama, ao examinar o estudo de impacto ambiental, observou que os açudes para os quais a água transposta seria encaminhada perdiam, por evaporação, em média 75% do que acumulavam; nos solos que seriam beneficiados com irrigação, 20% tinham &quot;limitação para usos agrícolas&quot;; somados os &quot;solos litólicos, notadamente impróprios para esse uso&quot;, chegava-se a mais de 50%; e &quot;62% precisam de controle, por causa da forte tendência à erosão&quot;; sem falar que o desmatamento no Cerrado já comprometia o fluxo dos rios formadores do São Francisco. Ainda assim, o Ibama concedeu licença prévia, condicionada ao cumprimento de 31 exigências (que até hoje não se sabe se foram cumpridas). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguida, o bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, fez greve de fome contra o projeto; o TCU apontou sobrepreços de R$ 460 milhões; a Sociedade Brasileira o Progresso da Ciência (SBPC) e a Sociedade Brasileira de Limnologia pediram ao governo uma reavaliação; o ex-ministro do Meio Ambiente e secretário dessa pasta em Minas Gerais, José Carlos Carvalho, considerou-o &quot;um projeto nocivo ao Brasil&quot;. Novo parecer do TCU trouxe outros e mais graves questionamentos. A Agência Nacional de Águas propôs como alternativa, pela metade do custo da transposição, obras para 530 municípios. Nada mudou o curso e o Exército iniciou as obras - o que o bispo dom Luiz Flávio Cappio considerou &quot;um desrespeito para o Brasil&quot;, partido do presidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os obstáculos criados pelo Comitê de Gestão da Bacia foram superados submetendo o projeto ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos, no qual o governo federal, sozinho, tem maioria absoluta. E o Ibama concedeu licença de instalação, mas com 51 condicionantes (que também não se sabe se foram cumpridas). A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal a suspensão da licença, mas não teve êxito - como não o tiveram 11 outras ações propostas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), pelo Ministério Público e outras instituições. O Fórum Nacional da Reforma Agrária ofereceu 140 tecnologias alternativas que considera mais adequadas que a transposição - não adiantou. O Comitê de Gestão voltou à carga: a transposição atenderá a menos de 20% da população do Semiárido e 40% continuarão sem água. Para esses milhões de pessoas em áreas isoladas, a alternativa ideal está nas cisternas de placa, das quais já se construíram mais de 200 mil, a custo muito menor. Argumentos não ouvidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, com o &quot;tour&quot; do presidente e de seus ministros nas obras, dom Luiz Cappio voltou à carga: &quot;O governo Lula se tornou refém dos grandes projetos transnacionais (...); o projeto é um tsunami e a revitalização do rio, uma marolinha (...); é um computador cheio de vírus, chega um momento em que ele para.&quot; Por isso tudo, mandou soar na igreja de sua cidade o dobre de finados. E o bispo dom Tomás Balduíno sentenciou: &quot;O dobre de finados dos sinos e o jejum do bispo têm o peso de uma profecia, a transposição não se concluirá.&quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da história do projeto, cabe perguntar: será? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Washington Novaes é jornalista &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo originalmente publicado no jornal O Estado de S. Paulo, na seção Espaço Aberto</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/8574109339886774059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/8574109339886774059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/11/verdade-unica-da-transposicao.html' title='A verdade única da transposição'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-4698225214750940949</id><published>2009-11-05T09:27:00.000-08:00</published><updated>2009-11-05T09:31:08.866-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amazônia Sustentável"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="biodiversidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mudança climática"/><title type='text'>A Amazônia é que torna o Brasil protagonista global</title><content type='html'>A Amazônia é que torna o Brasil protagonista global&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Dal Marcondes, da Envolverde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunião do Fórum Amazônia Sustentável, em Belém, reforça a necessidade de participação das empresas e da sociedade civil na definição de um modelo para o desenvolvimento da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Amazônia é a principal responsável pelo protagonismo global do Brasil. Sem ela o país seria como muitos outros no cenário internacional, com capacidade industrial média e um bom desempenho no quesito exportação de insumos primários. No entanto, a Amazônia catapulta o Brasil para o centro das decisões globais quando o assunto é o futuro. O Brasil é visto como o país detentor da maior riqueza global em biodiversidade e fiel depositário da maior floresta tropical do planeta. Desde que o governo militar acabou e deixou como herança a expansão da pecuária na Amazônia, governo, empresas e sociedade civil debatem, discutem, discordam e pouco concordam sobre o modelo de desenvolvimento ideal para um território que corresponde a 53% do país e tem uma população de 25 milhões de habitantes, entre povos indígenas, populações tradicionais, quilombolas, ribeirinhos e centros urbanos com alto grau de sofisticação, como as capitais Manaus (AM) e Belém (PA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das organizações mais ativas na busca de políticas públicas integradas para a Amazônia é o Fórum Amazônia Sustentável, que realizou no final de outubro, em Belém, seu terceiro encontro anual. Fundado por empresas e organizações não governamentais em outubro de 2007, o Fórum tem se mantido como um espaço privilegiando de debates e de proposições para a transformação do cenário de abandono da região e na busca de soluções permanentes para problemas estruturais, como a ocupação desordenada do solo, a falta de regularização fundiária, a exploração predatória de recursos naturais, como a madeira e minerais, e a existência, ainda, de formas degradantes de trabalho. Desde que começou a atuar, o Fórum conseguiu avançar em compromissos das empresas com a legalidade das cadeias de valor relacionadas à Amazônia. Foi assim com pactos assinados relativos à soja, que embarga o produto de áreas desmatadas, à madeira, que embarga produtos sem origem legal, e à pecuária, que inibe a expansão da produção sobre a floresta e combate o trabalho escravo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fórum avançou, também, na discussão de mecanismos de financiamento para a manutenção da floresta, como o da Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD). Em parceria com o jornal Valor Econômico e com a GloboNews, construiu um dos mais importantes debates sobre o assunto já travados no Brasil. Mas qual é a contribuição que o Fórum, em sua terceira plenária, pode oferecer ao debate, num momento em que já atinge a maturidade como organização protagonista, próximo à Conferência do Clima (COP-15), em Copenhague, na qual as discussões vão projetar as políticas públicas globais contra as mudanças climáticas, e às vésperas, também, da sucessão do presidente Lula no Planalto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do otimismo maduro de Ignacy Sachs ao ceticismo ponderado de José Eli da Veiga, a sessão de abertura do III Encontro Anual do Fórum Amazônia Sustentável mostrou que existem modelos de desenvolvimento plausíveis para a região, inclusive com empresas e organizações já caminhando nessa direção. Contudo, ainda não existe um plano de desenvolvimento para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do alto de mais de 80 anos de observação privilegiada da inventividade humana, o economista Ignacy Sachs voltou a bater forte na tecla a biocivilização, um desenvolvimento baseado em valores humanos, com grande conteúdo de ciência, conhecimentos tradicionais e baixas emissões de carbono. Sachs também afirmou que é preciso haver uma revolução tecnológica a partir de investimentos maciços e estímulo à educação científica. &quot;Ao discutir o futuro da Amazônia, temos que olhar todo o leque de tecnologias, desde as mais simples até as mais futuristas”, disse. Ele apontou ainda para a necessidade de investimentos em pesquisa sobre a biodiversidade, a implementação efetiva do zoneamento econômico ecológico e a exigência de certificação para os produtos florestais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Ely da Veiga apontou como o principal obstáculo para o desenvolvimento sustentável da Amazônia a falta de um projeto de governo para a região. Para ele o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) da Amazônia nada mais é do que uma série de projetos sem uma integração sistêmica. “Não carregam dentro de si uma visão integrada da região”, disse. Esta é uma visão compartilhada pelas lideranças do Fórum Amazônia, que questionam principalmente a falta do Estado na região. “O modelo de desenvolvimento baseado na ilegalidade, no crédito farto e na impunidade acabou”, diz Adalberto Veríssimo, pesquisador do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e um dos membros da Comissão Executiva do Fórum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sessão de abertura contou também com Rubens Gomes, do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), Yuri Feres, do Walmart, Caio Magri, do Instituto Ethos, e Fábio Abdala, da Alcoa, uma representação bastante apropriada da diversidade presente no Fórum. Esta reunião mostrou, também, a vitalidade da organização e que sua capacidade de mobilização e representatividade de seus membros é uma poderosa ferramenta de pressão para levar à Amazônia as mudanças necessárias para sua preservação e manejo voltados para a construção de futuros possíveis e sustentáveis. Afinal, um dos consensos é justamente o papel relevante que a região tem e sempre terá para o planeta e para a manutenção da qualidade de vida das populações humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após dois dias de reuniões e debates, o Fórum decidiu que deverá estruturar uma pauta de propostas para os candidatos à Presidência da República em 2010, temas que deverão ocupar espaço nos palanques nacionais e da Amazônia. Para isso, um grupo de trabalho deverá se reunir nos próximos meses. Também será preparado um documento, subscrito pelos signatários do Fórum Amazônia Sustentável, para ser entregue ao próximo presidente da República, com sugestões e contribuições que o ajudem a olhar para a Amazônia com a perspectiva da modernidade e da perenidade de um desenvolvimento baseado em valores humanos e serviços ambientais vitais para o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência Envolverde)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/4698225214750940949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/4698225214750940949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/11/amazonia-e-que-torna-o-brasil.html' title='A Amazônia é que torna o Brasil protagonista global'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-5449034817368984093</id><published>2009-11-05T09:21:00.000-08:00</published><updated>2009-11-05T09:26:26.555-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="energias renováveis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mudança climática"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Protocolo de Kyoto"/><title type='text'>A hora da ação contra a mudança climática</title><content type='html'>05/11/2009 - 11h11&lt;br /&gt;A hora da ação contra a mudança climática&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Gustavo Capdevila, da IPS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Genebra, 05/11/2009 – O preço de salvar a Terra dos efeitos da mudança climática é ínfimo ou, em alguns casos, inexistente, disse Rajendra K. Pachauiri, presidente do Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre Mudança Climática (IPCC), com a aparente intenção de convencer os países industrializados a aderirem ao esforço da comunidade internacional para deter o aquecimento global. “Agora precisamos nos concentrar em nossa responsabilidade, não em um contexto estreito e míope, mas no mundo em seu conjunto porque é totalmente claro que a mitigação dos consequências dos gases causadores do efeito estufa não é uma proposta cara, inclusive pode ser livre de custos”, afirmou o cientista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alerta foi dirigido aos delegados de países que integram a Conferência das Partes da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática que discutem até amanhã, em Barcelona, a sorte do Protocolo de Kyoto, um instrumento desse tratado que estabeleceu as porcentagens de redução das emissões dos gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. Em particular, interpretou-se que Pachauri interpelava os representantes das nações industriais, sobre as quais recai o compromisso de efetuar as maiores reduções e compensa o mundo em desenvolvimento pelos efeitos daninhos que lhes causa a deterioração ambiental, pela qual não é responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pachauri advertiu que é a ciência que deverá determinar as posições dos delegados quando decidirem o destino do Protocolo de Kyoto, durante as negociações de dezembro em Copenhague. A ciência é que deverá dizer que, para beneficio do planeta e de todas as espécies que o habitam, as conclusões do quarto informe de avaliação do IPCC são totalmente validas e deverão ser levadas em conta para se chegar a um bom acordo na capital dinamarquesa, ressaltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, o chefe do IPCC desaconselhou a intenção, atribuída aos países industrializados, de prescindir do Protocolo de Kyoto e propor em Copenhague um novo acordo que lhes exija menores reduções de emissões. Como um eco das palavras de Pachauri, a representante do Quênia, Grace Ukambu, comentou que quando perguntam às nações industriais por que não colocam na mesa seus números sobre redução de emissões, estas respondem que isso “é difícil econômica e politicamente”. Os países em desenvolvimento, em particular os do Grupo Africano, afirmaram esta semana em Barcelona, no começo das sessões, terem a convicção de que a União Européia pretende abandonar o Protocolo de Kyoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A queixa das nações do Sul não inclui os Estados Unidos, porque este país nunca ratificou o Protocolo, embora seja um dos membros da convenção da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática. Os delegados africanos pressionaram para que as deliberações de Barcelona se concentrem em estabelecer acordos sobre os níveis de redução de emissões por parte das nações industrializadas. “Não lhes daremos um cheque em branco nos outros temas enquanto eles não se comprometerem com os valores individuais e agregados das reduções das emissões que farão”, disse o coordenador do Grupo Africano, Osman Jarju. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua mensagem aos delegados, Pachauri ressaltou as vantagens de adotar os acordos de imediato. Os custos da mitigação dos efeitos do aquecimento global são muito baixos e, em alguns casos, até negativos. É como ter os frutos à mão, insistiu. Um compromisso na matéria daria maiores níveis de segurança energética, ar mais puro e seus benefícios associados à saúde, taxas maiores de emprego derivadas das oportunidades da mitigação, como a transferência para fontes de energias renováveis. O IPCC impulsionou o debate sobre mudança climática com a divulgação de seu quarto informe de avaliação em 2007, mesmo ano em que o Grupo recebeu o Nobel da Paz, compartilhado, por suas pesquisas na matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse informe dizia que o aquecimento do sistema climático é inequívoco, de acordo com evidencias como o aumento global das temperaturas médias do ar e dos oceanos, o derretimento das neves e dos gelos e a elevação do nível global dos mares. Caso não sejam tomadas ações para estabilizar a concentração na atmosfera de gases de efeito estufa, no final deste século a temperatura média aumentará em qualquer parte do mundo entre 1,1 e 6,4 graus, embora uma estimativa mais apropriada fixe os dois extremos em 1,8 e quatro graus, segundo o informe do IPCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IPCC prepara seu quinto informe, com a intenção de divulgar uma síntese em setembro de 2014. Durante a reunião de Barcelona, cientistas da organização adiantaram algumas conclusões obtidas nos últimos anos, que serão desenvolvidas no próximo estudo. Por exemplo, a combinação de observações e informações paleo-climáticas demonstram que no planeta houve mudanças sem precedentes no sistema climático, tanto em amplitude como em frequência de centenas a vários milhares de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mesmas fontes disseram que o derretimento amplamente estendido de margens de gelos se observa na Groenlândia e na Antártida, com efeitos no aumento do nível dos mares. As emissões de dióxido de carbono permanecem na atmosfera durante milhares de anos, causando mudanças irreversíveis no clima e na composição química dos oceanos, afirmaram. Pachauri ressaltou que por essa razão agora a ciência não nos deixa outra opção além da ação. (IPS/Envolverde)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/IPS)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/5449034817368984093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/5449034817368984093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/11/hora-da-acao-contra-mudanca-climatica.html' title='A hora da ação contra a mudança climática'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-8976326548500133816</id><published>2009-11-05T09:20:00.000-08:00</published><updated>2009-11-05T09:21:18.095-08:00</updated><title type='text'>Informações ambientais com a marca Serasa</title><content type='html'>5/11/2009 - 11h11&lt;br /&gt;Informações ambientais com a marca Serasa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Celso Dobes Bacarji, da Envolverde - especial para o Instituto Ethos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo serviço de consulta, batizado de Conformidade Ambiental, pretende auxiliar instituições financeiras na tomada de decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das desculpas usuais entre empresas flagradas com problemas na gestão ambiental de sua cadeia de valor pode estar chegando ao fim. É comum as empresas utilizarem como escudo para inconformidades ambientais o famoso “eu não sabia”. A multiplicidade de bancos de dados e a demora em sua atualização, principalmente os públicos, eram a deixa para empresas que violam legislações e normas ambientais continuarem a atuar no mercado. No entanto, a organização que cuida para que maus pagadores permaneçam fora dos negócios aposta agora em sua expertise em controle de informações para oferecer dados sobre o desempenho socioambiental das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma palestra da senadora Marina Silva, a Serasa Experian lançou na semana passada o produto Conformidade Ambiental, que complementa um conjunto de ferramentas direcionadas para a gestão de sustentabilidade nos negócios. O novo serviço oferece aos clientes uma base de dados com informações sobre as empresas causadoras de impactos ambientais registrados pelos órgãos oficiais controladores do meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o diretor de produtos da empresa, Franklin Mendes Thame, o Conformidade Ambiental “identifica as empresas causadoras de impacto ambiental por meio de um confronto com itens da legislação, entre os quais as resoluções 001/86 e 237/97, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), e suas exigências legais, como a necessidade de licenciamentos ambientais, outorgas, atendimento ao código florestal e outras autorizações necessárias para o desenvolvimento da atividade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas informações, que atualmente estão disponíveis de forma esparsa nos vários sites dos órgãos governamentais, foram “estruturadas, organizadas e padronizadas, facilitando a consulta por parte do usuário”. Foram reunidas pelo serviço informações sobre sanções, autuações, infrações, acordos conciliatórios, certificações de regularidade com o Sistema de Cadastro, Arrecadação e Fiscalização (Sicafi), áreas contaminadas e interditadas, além de informações sobre trabalho, disponíveis no Ministério do Trabalho e Emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Thame, a primeira grande contribuição do novo serviço é ajudar na formação de uma consciência ambiental, por meio da disponibilização da informação. “Outra contribuição importantíssima do serviço é ajudar as instituições financeiras a cumprir as exigências da Lei 6.938/81, que trata da Política Nacional do Meio Ambiente e obriga essas instituições a examinar a conformidade ambiental dos tomadores de empréstimo”, disse o diretor da Serasa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, “ao tomarem essas medidas, os bancos evitam que diversos riscos se materializem, entre os quais os riscos de reputação, de inadimplência, operacional e de corresponsabilidade como financiadores de atividades ilegais. Além disso, cumprem com uma obrigação moral, pois nem o dinheiro público nem o dinheiro privado podem financiar a degradação da natureza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thame explicou que o Conformidade Ambiental atende a uma crescente demanda por esse tipo de informação por parte de diversas organizações, além das instituições financeiras que adotaram o conceito de finanças sustentáveis. Citou entre elas os fundos de pensão que alinham suas aplicações com os interesses da sociedade, os fundos de investimentos que se adequaram aos conceitos de investimento socialmente responsável (ISR), as seguradoras que qualificam seus segurados e estipulam o valor do prêmio considerando também aspectos sociais e ambientais e, por fim, as empresas que querem implantar os conceitos de sustentabilidade em toda a sua cadeia produtiva e, para isso, introduzem variáveis ambientais e sociais na gestão de fornecedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência Envolverde)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/8976326548500133816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/8976326548500133816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/11/informacoes-ambientais-com-marca-serasa.html' title='Informações ambientais com a marca Serasa'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8245621236358269268.post-9062875440637587288</id><published>2009-11-03T04:33:00.000-08:00</published><updated>2009-11-03T04:39:48.286-08:00</updated><title type='text'>Governo deve decidir hoje (03/11) proposta brasileira para Copenhague</title><content type='html'>Por Luana Lourenço , da Agência Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo brasileiro deve decidir hoje (03/11) quanto o país está disposto a reduzir das emissões nacionais de gases de efeito estufa. O número será apresentado pela delegação brasileira na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague, em dezembro. A primeira reunião, em meados de outubro, terminou sem consenso após apresentação de três propostas, uma do Ministério do Meio Ambiente, uma do Ministério de Ciência e Tecnologia e outra do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única meta definida até agora é a de redução do desmatamento em 80% até 2020. O Ministério do Meio Ambiente defende defende ainda a redução de 40% das emissões até 2020. Os ministérios da Ciência e Tecnologia e das Relações Exteriores – este encarregado da negociação diplomática – têm ressalvas a compromissos mais ousados sem que haja contrapartida à altura por parte dos países desenvolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, considera um cenário de crescimento do PIB brasileiro de 4% ao ano. A pedido da ministra Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil, Minc deve apresentar duas opções com crescimento de 5% e 6%, o que deve exigir esforços maiores de setores como energia e indústria para garantir queda na emissões da ordem de 40%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizações ambientalistas, representantes da sociedade civil e até empresários têm insistido que o governo leve uma proposta ambiciosa a Copenhague como forma de pressionar países ricos a assumirem compromissos maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na conferência, os países signatários do Protocolo de Quioto terão que chegar a um consenso sobre o novo acordo global pós-2012. A negociação – que anda travada – é para ampliar metas obrigatórias para os países ricos, incluir os Estados Unidos no regime de controle de emissões de gases estufa e definir compromissos mais efetivos para grandes emissores em desenvolvimento, como Brasil, China e Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Minc e Dilma, participam da reunião com o presidente Lula os ministros da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e das Relações Exteriores, Celso Amorim, e representantes do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Agência Brasil)</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/9062875440637587288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8245621236358269268/posts/default/9062875440637587288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edimilsonmurer.blogspot.com/2009/11/governo-deve-decidir-hoje-0311-proposta.html' title='Governo deve decidir hoje (03/11) proposta brasileira para Copenhague'/><author><name>Edimilson</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01877952538976482054</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>