<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:creativeCommons="http://backend.userland.com/creativeCommonsRssModule" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856</atom:id><lastBuildDate>Wed, 11 Jan 2012 20:55:36 +0000</lastBuildDate><category>tosquice</category><category>criação</category><category>Especial</category><category>download</category><category>softhouse</category><category>pessoal</category><category>interessante</category><category>favoritos</category><category>Notinha</category><category>RM</category><category>off-game</category><category>matéria</category><category>design</category><category>wii</category><category>Análise</category><category>programação</category><category>jogos</category><title>EdKnight Blog</title><description>O blog do Cavaleiro Maker</description><link>http://edknightblog.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Ed)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>22</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/EdknightBlog" /><feedburner:info uri="edknightblog" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-8276837197719155149</guid><pubDate>Thu, 28 Jul 2011 00:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-27T22:05:18.331-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">wii</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Donkey Kong Country Returns (WII)</title><description>Mais uma vez eu estou escrevendo aqui (e dessa vez nem precisou passar mais de um mês \o/ ) e agora para falar de um jogo saudosista (Eu curto essas paradas de jogo antigo que vira jogo novo e talz, então tava louco para comprar esse...) Estou falando do Donkey Kong, o gorila mais querido da Nintendo. Enjoy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZWNx3JXaqYw/Ti9O-nBi-YI/AAAAAAAAAKI/RcMar2JDjQU/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="184" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZWNx3JXaqYw/Ti9O-nBi-YI/AAAAAAAAAKI/RcMar2JDjQU/s320/1.jpg" width="320" /&gt;&lt;span id="goog_1947348004"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1947348005"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Imagens via &lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;Gamerankings.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
O jogo tem uma história simples: A ilha de Donkey Kong é invadida por Tikis, que hipnotizam os animais do local, e roubam um estoque enorme de bananas. Enquanto o pequeno Diddy vai em busca dos ladrões, DK é atacado por um Tiki. No entanto, o inimigo não consegue hipnotizar o macaco porque aparentemente a limitada inteligência do protagonista não permite que ele seja&amp;nbsp; hipnotizado. Ele espanca o tiki e sai em busca do que está acontecendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dSpvklvgevU/TjCvE9ia7WI/AAAAAAAAAKs/tRvipORk5-Q/s1600/9.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://1.bp.blogspot.com/-dSpvklvgevU/TjCvE9ia7WI/AAAAAAAAAKs/tRvipORk5-Q/s320/9.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Cw04AWQHMLc/TjCvDZ0BG7I/AAAAAAAAAKo/tFUHx-XtEQw/s1600/8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;O tal do Tiki, pronto para &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Equipe_Rocket_(anime)"&gt;decolar de novo...&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A parte mais triste desse jogo vem logo no começo, e é notar que basicamente não há personagens ou resquícios da história dos jogos antigos. Os únicos personagens conhecidos são DK, Diddy e o velho Cranky &amp;nbsp;vendendo itens numa lojinha, e dos animais só restaram o jogável Rambi, o rino, e o papagaio Squawk como um item que ajuda a achar objetos escondidos no cenário. Nem mesmo os vilões foram poupados do facão, então você não irá enfrentar o Capitão K. Rool e sua trupe de jacarés.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DSLQjkl0cUg/TjCvBOVZLHI/AAAAAAAAAKk/mfrEz5Va_7A/s1600/7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://4.bp.blogspot.com/-DSLQjkl0cUg/TjCvBOVZLHI/AAAAAAAAAKk/mfrEz5Va_7A/s320/7.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;O esquema do mapa do jogo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A jogabilidade é do tipo side-scrolling, como os clássicos DK do Snes. Mas não é só isso. Você não controla os personagens limitado à esquerda e direita, em certos momentos eles serão jogados para o fundo da tela, outras bem mais para a frente. Há uma fase com canhões que irão ficar arremessando os primatas de uma forma louca para ambas as direções, enquanto você avança pelo cenário. Há também estágios onde o fundo (ou algo no fundo) da fase irá interagir com os personagens, como por exemplo ondas, um Kraken, um navio voador que atira bombas, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8mhNCmaq-3Y/TjCu1Kd7doI/AAAAAAAAAKQ/CuEnkJV5CLM/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://3.bp.blogspot.com/-8mhNCmaq-3Y/TjCu1Kd7doI/AAAAAAAAAKQ/CuEnkJV5CLM/s320/2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;O ataque do Kraken.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O game pode ser jogado com o Mote e Nunchuk, ou só com o primeiro, jogando verticalmente. Os personagens podem ser controlados para os dois lados ou se abaixar, A pula e B segura objetos/agarra paredes e cordas. Balançar o WiiMote pode ter vários efeitos: Se estiver parado, faz o Kong bater no chão (quebra o chão, ou deixa alguns inimigos tontos); se estiver correndo, os personagens rolam no chão, como no ataque clássico dos jogos mais antigos; por fim, ao movimentar dessa forma abaixado, eles sopram, que serve para achar itens escondidos no cenário ou apagar o fogo de inimigos flamejantes. Ao vencer um boss, DK salta para cima do inimigo, e "batendo" alternadamente com ambos os controles (ou fazendo um movimento cima-baixo com o Mote) faz com que o protagonista espanque (!?!) o Tiki que controlava o chefão. O que não dá nenhum bônus, é algo "just for fun" e para aliviar o stress.&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-No2Nap43i6o/TjCu-C_FY1I/AAAAAAAAAKg/wV6AWLqUMEk/s1600/6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://4.bp.blogspot.com/-No2Nap43i6o/TjCu-C_FY1I/AAAAAAAAAKg/wV6AWLqUMEk/s320/6.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;Primeiro boss (é, realmente tosco)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Agora os símios tem vida, podendo sofrer dois golpes antes de morrer, que facilita a vida se comparar com os clássicos. Uma coisa que está um pouco estranho no jogo é o controle sobre o Diddy. Quando você encontra um barril DK, o gorila-menor apenas sobe nas costas do amigo (sem trocadilhos, hein), adicionando dois corações de energia e um tempo maior no ar a cada pulo. Não tem mais aquele lance de controlar os Kongs separados (arremessar o parceiro em outra plataforma, ou em um inimigo forte, etc). Só podem ser separados no modo de dois jogadores, onde cada um controla um dos personagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5FmQNKDisHs/TjCu38blCZI/AAAAAAAAAKU/gvo2g15xhvU/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://3.bp.blogspot.com/-5FmQNKDisHs/TjCu38blCZI/AAAAAAAAAKU/gvo2g15xhvU/s320/3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Fase de vôo num... barril?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Falando em dificuldade, o jogo é bem equilibrado. Se você apenas quer passar de fase, o jogo chega a ser ridiculamente fácil (principalmente com a adição das vidas e poder usar itens que aumentam o life ou tornam o Kong invencível por um tempo). As peças de quebra-cabeça (liberam bonus na galeria) são fáceis de pegar, mas geralmente estão bem escondidas, ou necessitam de um gatilho para aparecerem, como pegar todas as bananas de um certo trecho onde você deve passar rápido. Já as letras KONG dão dor de cabeça, na maioria das vezes localizadas em locais onde apenas espartanos conseguem chegar. E a parte realmente oldschool é quado você coleta as letras citadas em todas as fases de um certo mundo, surge um cenário secreto, um templo Kong que me fez perder em média 30 lives cada (Levando em conta que eu também ganhava muitos lives, o saldo geralmente era 10~15 lives a menos do que eu entrei nessa fase). Esses templos requerem agilidade, reflexos e raciocínio que gamers novatos não provavelmente não conseguirão ter. No entanto, se você morrer muitas vezes numa mesma fase, o jogo te ajuda, ativando a opção de usar o Super-Kong, um guia de como avançar no progresso do estágio, para ajudar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8Ua-jbpjbDI/TjCu6B8xz8I/AAAAAAAAAKY/ARgJV1m72dI/s1600/4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://2.bp.blogspot.com/-8Ua-jbpjbDI/TjCu6B8xz8I/AAAAAAAAAKY/ARgJV1m72dI/s320/4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;Ainda tenho pesadelos com essas fases...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O gráfico continua sendo bem simples, mas é belo e não aparecem falhas como serrilhados e personagens quadrados, desmontando ou atravessando superfícies. Os cénários são uma obra de arte à parte, e é bacana notar a quantidade de detalhamento que há, geralmente com o background da fase bem animado. Um estágio que me chamou a atenção de cara da primeira vez que eu joguei foi no primeiro mundo, após comprar uma&amp;nbsp; chave na loja de Cranky, é na floresta, durante o pôr-do-sol. Atrás há um céu alaranjado, mas no primeiro plano você só consegue enxergar as silhuetas da fase, dos itens, dos personagens e inimigos (Exceto detalhes em vermelho vivo, como a gravata do DK e o boné do Diddy). Embora seja uma experiência complicada de jogar da primeira vez, há de se concordar que é um conceito muito criativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ceegE8sfdTU/TjCu7sRLjkI/AAAAAAAAAKc/7gREE9ubq14/s1600/5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://1.bp.blogspot.com/-ceegE8sfdTU/TjCu7sRLjkI/AAAAAAAAAKc/7gREE9ubq14/s320/5.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Desse jeito, ó...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Outro ponto bacana é o som. Basicamente não tem nada inédito, mas as antigas musicas foram remixadas, para encaixar melhor no clima. No mundo da fábrica, por exemplo, temos um dos temas conhecidos do jogo, a música do bônus, mas em ritmo de jazz (na levada das máquinas da fase). O cenário parece dançar junto com o som, e se você não se cuidar, logo vai estar dançando junto. Sério, é aquele tipo de música que gruda na mente e que você vai ficar assobiando no trabalho (não fiz isso porque meu assobio é péssimo) e batucando na mesa da escola. O som dos macacos, bem, é o som de macacos. Não há falas no jogo, já que são apenas animais e Tikis, mas o trabalho convence bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Cw04AWQHMLc/TjCvDZ0BG7I/AAAAAAAAAKo/tFUHx-XtEQw/s1600/8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://2.bp.blogspot.com/-Cw04AWQHMLc/TjCvDZ0BG7I/AAAAAAAAAKo/tFUHx-XtEQw/s320/8.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fase clássica, música conhecida.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
No geral é um jogo agradável, fácil (mas você pode complicar se quiser), com bom humor, gráficos suaves e música viciante, e mais importante, embora muitos quase todos personagens antigos tenham sumido, esse jogo conseguiu resgatar o espírito da série Donkey Kong Country, coisa que, na minha opinião, havia perdido com jogos como o Donkey Konk 64 (jogo de livre-exploração) e vários outros jogos que usaram o macacão e sua turma como ferramentas de merchan. Bom, espero que vocês curtam mais um post que eu escrevi no blog, e até a próxima. SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-8276837197719155149?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/mgOf3XhB4UI/analise-donkey-kong-country-returns-wii.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-ZWNx3JXaqYw/Ti9O-nBi-YI/AAAAAAAAAKI/RcMar2JDjQU/s72-c/1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2011/07/analise-donkey-kong-country-returns-wii.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-4488998562450530437</guid><pubDate>Tue, 19 Jul 2011 00:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-18T21:43:12.730-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">wii</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Resident Evil - The Umbrella Chronicles &amp; Resident Evil - Darkside Chronicles (WII)</title><description>HHHMMMM...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prometi um post já faz um tempão, e cá estou eu, um tempo enorme desde a última postagem. Então decidi fazer um promessa importante: A partir de hoje, não farei promessas. Para purgar o erro de não ter feito posts recentemente, vou escrever sobre dois jogos ligados, e de uma série que eu gosto muito, Resident Evil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QXQoER3olNQ/TiS2gHPX72I/AAAAAAAAAJM/4AbGxiNpRHY/s1600/958780_20091117_screen005.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://3.bp.blogspot.com/-QXQoER3olNQ/TiS2gHPX72I/AAAAAAAAAJM/4AbGxiNpRHY/s320/958780_20091117_screen005.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;BRRRAAAAAIIIIINNNSSSS!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Retirado do &lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;Gamerankings.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;RESIDENT EVIL: THE UMBRELLA CHRONICLES:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Se você é um fã de RE, ou se já jogou e não consegue entender o que aconteceu com alguns personagens, ou como o vlão Wesker consegue morrer e reviver uma &amp;nbsp;porção de vezes, este jogo é recomendado.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Darkside Chronicles começa com um relatório da Red Queen, o mega computador da corporação Umbrella. Após isso, Albert Wesker, o principal vilão da saga, começa a narrar algumas coisas importantes do que ele chama a ascenção e a queda da Umbrella.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;DC é uma releitura dos jogos da série RE contada pelo próprio Wesker, começando pelo Resident Evil Zero, que conta a história da S.T.A.R.S. Rebecca &amp;nbsp;Chambers e de um prisioneiro, Billy Cohen, em seu caminho para se reunir ao Team Bravo. O capítulo seguinte mostra o Team Alpha, e a investida de Jill, Chris e Albert à mansão do primeiro jogo, a descoberta da traição deste último e sua morte nas mão de uma das criaturas que controlava. Ele continua narrando a história (?!?) a partir do RE3, ou seja, a aniquilação total de Racoon City e a luta de Jill e do mercenário contratado pela Umbrella, Carlos Oliveira, para fugir da cidade. Terminando num capítulo exclusivo para esse jogo, que conta a última investida de Jill e Chris para derrubar a Umbrella, agora estabelecida numa base russa.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Cada um dos capítulos possui três fases, e algumas fases extras que mostram acontecimentos de outros personagens naquele mesmo momento, como no primeiro capítulo, as fases bonus mostram Wesker, que já tinha contatos com a Umbrella, e seu desentendimento com o chefão da corporação. No segundo capítulo, uma das fases se inicia logo após a morte dele, e é nesse momento que ele explica como voltou à vida, graças ao T-Virus. Outros personagens, como Ada e Hunk (o quarto sobrevivente) aparecem nos estágios bonus, mas uma boa parte desses cenários é voltada para Wesker.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-KYGhpt812YM/TiTEOpUwAPI/AAAAAAAAAJU/-OG3u-sy8q0/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://2.bp.blogspot.com/-KYGhpt812YM/TiTEOpUwAPI/AAAAAAAAAJU/-OG3u-sy8q0/s320/3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Esquema do jogo...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;O jogo se distancia muito dos outros da série por não ser mais um survival, e sim um Rail Shooter, parecido com o clássico Virtua Cop dos arcades, ou melhor ainda, The House of the Dead. Os personagens se movem sozinhos, numa trilha pré-determinada, com visão em primeira pessoa. Você pode virar levemente a câmera para alguma direção, mas a ação principal aqui é apontar e atirar. Um shake no WiiMote faz o personagem recarregar a arma. Você começa com uma pistola simples com munição infinita e pega outras armas,com munição limitada, no decorrer do jogo. Conforme sua pontuação (matar mais inimigos, Head-Shots, sofrer pouco dano, etc.) você ganha pontos para fazer upgrades nas armas, desde aumentar a força e recarregar mais rápido, até o impacto que causa no inimigo, podendo empurrá-lo ou arremessá-lo longe. Além das armas convencionais, há uma faca para atacar inimigos pequenos e frágeis, porém numerosos, bastando segurar B e "cortar" a tela com o Mote. E também há uma granada, segurando B e apertando o botão de tiro laça uma granada que faz um estrago enorme (mas as granadas são escassas, sendo recomendável guardar para os chefes).&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-RgQC8CYXy2U/TiTDhjqk9eI/AAAAAAAAAJQ/uTwcxu7D5nI/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://1.bp.blogspot.com/-RgQC8CYXy2U/TiTDhjqk9eI/AAAAAAAAAJQ/uTwcxu7D5nI/s320/2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Jill, Carlos e a tela de checkpoint/pontuação do meio da fase&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Graficamente o jogo é excelente, com CG's realistas, sangue, zumbis e tudo mais. Os cenários são bem interativos e tem muita coisa para quebrar e explodir. Os chefes são enormes e extremamente detalhados, de uma forma que chega a ser meio nojento. O som é bem bacana, mas não há muita variedade nos som dos zumbis, apenas nos diálogos, e na voz de galã de filme do Wesker. Algumas vozes foram mudadas dos jogos originais.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Apesar de contar quase toda a história da saga, alguns trechos do jogo são diferentes dos jogos originais. Como este jogo é uma releitura, a história canonica é a dos jogos originais, sendo a deste jogo uma versão dos fatos do ponto de vista de Wesker. Mas os personagens Leon e Claire não aparecem em parte alguma, e é aí que entra o outro jogo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;RESIDENT EVIL: THE DARKSIDE CHRONICLES:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Diferentemente do jogo anterior, este praticamente não tem a participação de Wesker, e é voltado para as histórias não contadas no jogo anterior. Ele começa com uma história original, quando dois agentes são enviados para caçar um traficante na América do Sul, Javier Hidalgo. Um deles é Jack Krauser, veterano de guerra que aparece em RE4, e o outro é Leon S. Kennedy, o herói de RE2. Esta missão é onde os dois personagens se &amp;nbsp;encontram, pois se você jogou RE4, pela primeira vez que os dois personagens se encontram, pelo dialogo que ocorre supõe-se que já se conhecem, e esta história explica porque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gS_Q0QOoPR8/TiTM9qbdjoI/AAAAAAAAAJc/QVJtDFSchlc/s1600/5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://4.bp.blogspot.com/-gS_Q0QOoPR8/TiTM9qbdjoI/AAAAAAAAAJc/QVJtDFSchlc/s320/5.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Krauser em Amparo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Quando ambos chegam na cidade de Amparo &lt;b&gt;(&lt;/b&gt;que não é a cidade brasileira do interior de São Paulo), a cidade está infestada de zumbis, o que é estranho para Krauser e comum para Leon. Ao fim da primeira fase, Krauser pergunta se o companheiro já tinha visto aquelas coisas antes, e ele responde que sim, começando a contar a história de RE2, coma companhia de Claire Redfield, irmã do protagonista do RE original, Chris. Após isso, o jogo volta para a narração dos dois agentes, e uma sobrevivente que eles encontram, a jovem Manuela. Logo descobrem que ela é filha de Hidalgo, e que o vilão infectou a garota com o Veronica-Virus. Logo a narrativa passa ao RE Code: Veronica, a história de Claire e Steve Burnside numa ilha pertencente à Umbrella, a luta contra a família Ashford (com direito a um rápido aparecimento de Wesker, e Chris chegando ao final para salvar a irmã). Por fim, a história retorna mais uma vez ao caso de Hidalgo, e prossegue sem interrupções até o fim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cmN8z4iqFNE/TiTM_fL5uII/AAAAAAAAAJg/SmwJwA_VFXI/s1600/6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://4.bp.blogspot.com/-cmN8z4iqFNE/TiTM_fL5uII/AAAAAAAAAJg/SmwJwA_VFXI/s320/6.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Like a Boss!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A jogabilidade é basicamente a mesma, com menores alterações: agora a granada é uma arma convencional. Os botões direcionais agora não movem mais a câmera, apenas servem para mudar de arma (agora limitadas a 3 mais a pistola). Os upgrades não são feitos pela pontuação no fim da fase, mas por dinheiro, que pode ser ganho tanto pela pontuação quanto coletado durante a fase ao destruir objetos. O nivel de dificuldade de alguns chefes é simplesmente espartano, as vezes nem pela dificuldade de sobreviver, mas pela dificuldade de atingí-los com uma arma que fora usada no jogo original.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UrwZfQ9ebpc/TiTM7FMxLVI/AAAAAAAAAJY/yDIXUsjhVLM/s1600/4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://4.bp.blogspot.com/-UrwZfQ9ebpc/TiTM7FMxLVI/AAAAAAAAAJY/yDIXUsjhVLM/s320/4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Cenários escuros são os melhores: Sustos garantidos!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
As maiores mudanças são gráficas. Este jogo supera o antecessor e é um dos mais belos gráficos do Wii ao lado de Zelda. A movimentação da câmera é menos mecânica, e dá uma impressão maior de que você incorpora o personagem, balançando ao correr, virar de surpresa, cair, etc. Durante a recarga de uma arma, as mãos e a arma do personagem aparecem na tela, tipo CounterStrike. Às vezes o parceiro de fase pode &amp;nbsp;aparecer na sua frente, e, embora você não consiga atingí-lo, ele pode ajudar raras vezes (ou atrapalhar, já que quase sempre um zumbi o agarra e você tem de salvá-lo rápido para não deixá-lo morrer e reiniciar a fase do último checkpoint). A atuação das vozes e a música são ainda melhores que o primeiro jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nohP56nkF2A/TiTNARKfAHI/AAAAAAAAAJk/UBJL_pn6s6s/s1600/7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://1.bp.blogspot.com/-nohP56nkF2A/TiTNARKfAHI/AAAAAAAAAJk/UBJL_pn6s6s/s320/7.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;A pequena Sheryl em uma CG&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Isso é apenas um basico de ambos os jogos. Ação, sustos, humor, tudo isso tem um lugar aqui na série que ampliou a febre zumbi aos limites. Mais que recomendado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-4488998562450530437?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/L5oUU6-1L00/analise-resident-evil-umbrella.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-QXQoER3olNQ/TiS2gHPX72I/AAAAAAAAAJM/4AbGxiNpRHY/s72-c/958780_20091117_screen005.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2011/07/analise-resident-evil-umbrella.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-7495812276936138821</guid><pubDate>Thu, 19 May 2011 23:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-20T22:51:57.367-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">wii</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] The Legend of Zelda - Twilight Princess (WII)</title><description>Finalmente decidi voltar com o blog. Mudei o visual, dei umas ajeitadas (mas ainda tem coisa pra mexer...), mas por enquanto está funcionando e isso é o que importa. Como tinha prometido &lt;a href="http://edknightblog.blogspot.com/2010/07/notinha-01.html"&gt;neste post de quase um ano atrás &lt;/a&gt;(LOL), vou postar jogos de Wii, começando pelo primeiro que eu comprei, e até o momento, um dos tops: The Legend of Zelda: Twilight Princess. Enjoy!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://image.com.com/gamespot/images/2006/329/928519_112206_screen011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="182" src="http://image.com.com/gamespot/images/2006/329/928519_112206_screen011.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Retirado de &lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;Gamerankings.com&lt;/a&gt;, como fazia antigamente...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Quem me conhece, sabe que sou hiper-fã de Final Fantasy. Desde pequeno aprendi que quem gosta de FF não deveria gostar de Zelda/Dragon Quest/Qualquer RPG que não os da Square. Mas aí eu resolvi quebrar esse preconceito, sempre procurei jogar vários jogos de empresas diferentes (nunca deixando de achar que o FF é o melhor). Assim que comprei o console da Nintendo, um dos primeiros jogos que tinha em mente para adquirir era o Zelda, pela fama do jogo, jogabilidade com o WiiMote, etc...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo alguns guias na netz, o jogo se passa um século após o Ocarina of Time (o mais aclamado da série). O herói (classicamente se chama Link, mas você pode alterá-lo para qualquer nome, como &lt;a href="http://www.mundorpgmaker.com/forum/index.php?PHPSESSID=23f54dd319cbb61c38716c07268bc4da&amp;amp;topic=41385.msg346310#msg346310"&gt;Ben&lt;/a&gt;), é um jovem camponês de Ordon, ajudando as pessoas com suas tarefas diárias, como cuidar dos animais. Um certo dia, enquanto cuida da égua Epona (da mesma forma, o nome pode ser selecionado) junto com sua amiga Ilia, a vila é atacada por monstros, que sequestram a moça e o deixam inconsciente. Ele é carregado para uma área escura, e ao despertar, se transforma em um lobo e é aprisionado no castelo de Hyrule. Lá, uma criatura chamada Midna o ajuda a escapar e encontrar com a princesa Zelda, que explica a situação: o mundo está sendo invadido por um ser chamado Zant, o rei do Mundo do Crepúsculo (sem referências a vampiros de purpurina...), que é um mundo alternativo, que fica nas sombras do mundo real. Agora Zant quer ser o imperador do mundo da luz e trazer as trevas para ele. Link deve achar uma forma de voltar a ser humano e libertar os quatro espíritos guardiões de Hyrule para parar o inimigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Esta história é o suficiente para prender um jogador por cerca de 6-8 horas, mas não para um RPG (geralmente são jogos muito grandes). É aí que entra em ação uma das maiores qualidades de Zelda: Saber dar várias reviravoltas na história, sem ficar um jogo enjoativo. Se no início, você deve libertar os 4 espíritos guardiões, mais para frente terá de buscar outros itens que irão ajudar na batalha contra Zant e seus aliados. A história consegue se estender para mais de 20 horas de jogo, e se você for uma pessoa que gosta de completar side-quests, no mínimo umas 60 horas (foi o tempo de jogo que eu terminei, mas nem cheguei a completar tudo, apesar de faltar pouca coisa...). As viagens no reino de Hyrule irão te fazer gastar muito tempo, isso sem contar as buscas por certos itens, e lugares bem no início do jogo que necessitam desses itens para serem alcançados. Há inclusive uma dungeon bem similar às que ocorrem nos Final Fantasy, com uma dificuldade horrorosa e que te faz perder a calma mais que o chefe final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jogo requer o uso do nunchuk junto com o WiiMote. Você controla &amp;nbsp;Link com o direcional do nunchuk, C muda para visão em 1ª pessoa, Z defende e mira (da mesma forma que nos anteriores), A e B para a maioria das ações, como ataques, tiros e agarrar itens. Os direcionais do Mote servem para uma troca rápida de itens (que serão muitos, por sinal) e para pedir a ajuda de Midna (que substitui a fadinha do Ocarina). Mas o bacana de jogar esses jogos no Wii é pelo movimento, e a grande maioria dos golpes e combos do herói se dá atraves do movimento do Mote (embora não seja tão realista, pois não usa o MotionPlus). Ao atirar com um estilingue/arco/similar, você mira apontando para a tela, o que facilita a concentração no controle do personagem ao mesmo tempo em que mira num alvo, especialmente durante os duelos cavalgados. Outros itens utilizam a capacidade de controlar os movimentos pelo Mote, como varas de pesca, e um mini-game onde você deve controlar uma mesinha de madeira, para rolar uma bolinha do ponto X ao ponto Y, sem deixá-la cair. Há também um único movmento de ataque que requer o movimento do Nunchuk, e um mini-game de pescaria em que deve usar os dois aparatos como uma vara de pescar (um deles ajusta a altura, e o outro serve como a bobina de enrolar a linha).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jogo não é muito difícil, mas às vezes é preciso quebrar a cabeça para passar certos puzzles (e adimito que é uma área onde Zelda é muito melhor que FF). O jogo começa bem simples, mas muitas áreas só podem ser acessadas depois de pegar um item-chave. Estes incluem um bumerangue com o poder do vento, um cetro que controla estátuas, bombas (não podiam faltar...), gancho e outros. Como lobo, Link não pode usar nenhum item, mas tem outros truques: Ampliar os sentidos (onde quase toda a tela fica preta, mas permite a ele ver de forma destacada coisas de outra dimensão, ou seguir o rastro de cheiro de alguém ou algo). Ele também pode cavar o chão, podendo encontrar itens, Rupee (o dinheiro do jogo), corações, passagens para prosseguir no jogo e até mesmo áreas secretas com excelentes itens/Rupee. O uivo dele pode, em certas pedras especiais, fazê-lo aprender uma técnica nova. Por fim, certas áreas ficarão com um buraco negro no céu, onde Midna pode teleportá-lo ( e em alguns momentos, teleportar uma grande estrutura que torne viável prosseguir no jogo.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graficamente o jogo é um show. Embora seja popular dizer que o Wii não tem capacidade para belos gráficos, este jogo não fica devendo em nada a muitos do PS3/XBox. Embora os personagens não sejam extremamente realistas, é uma característica da série os personagens serem estilizados (embora não seja tão exageradamente estilizado como o Wind Waker). Dos jogos que eu possuo, apenas um deles tem gráficos melhores que Zelda, que é o Resident Evil: The Umbrella Chronicles (e sua continuação, Darkside Chronicles, que irei escrever em breve).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O som do jogo também agrada muito, desde as músicas no field/dungeons, as batalhas contra bosses, e as partes onde o Link-Lobo encontra certas pedras mágicas, onde ele deve uivar um dos temas dos antigos Zelda (a maioria, senão todas, músicas de Ocarina of Time), para aprender um movimento novo. A única coisa chata é que Link ainda é mudo, e os demais personagens e vilões apenas dão um grunhido, ou risada, ou qualquer tipo de som curto. Ou seja, nada de vozes, exceto Midna que às vezes irá chamar sua atenção com um "Hey!" ou uma risada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concluindo, é um excelente jogo, cujas +60 horas de jogo que eu joguei, considero bem gastas. Divertido, em alguns momentos desafiador, intrigante, com todos os tipos de elementos que fazem um jogo ser considerado uma lenda. E só como um bônus, um video do próximo jogo da série, Skyward Sword, que promete ser mais belo, desafiador e com o extra de poder jogar com o MotionPlus, transformando o Mote numa verdadeira espada ao captar os movimentos em tempo real. Bye!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/2dYgrMz_XBI/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2dYgrMz_XBI&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/2dYgrMz_XBI&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-7495812276936138821?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/vcsH-IfY3pQ/analise-legend-of-zelda-twilight.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2011/05/analise-legend-of-zelda-twilight.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-5768977757248949768</guid><pubDate>Wed, 11 May 2011 04:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-11T01:41:20.251-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notinha</category><title>Notinha #02</title><description>Putz, faz muito tempo que eu não posto nada aqui, mas tô tentando voltar com o blog, como tinha prometido, fazer uns posts do WII (já tenho alguns jogos prontos pra fazer a resenha...) e mais alguns do PS2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Postarei algo aqui novamente até o fim de semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-5768977757248949768?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/k5Xq0mQqaXU/notinha-02.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2011/05/notinha-02.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-1320474985376851846</guid><pubDate>Sun, 10 Oct 2010 18:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T15:11:12.276-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">favoritos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Final Fantasy X - PS2</title><description>Salve galere! Depois de MUITO tempo (quase dois meses), resolvi postar algo novo por aqui. Como tinha falado antes, vou escrever sobre o Final Fantasy X, que terminei a algum tempo. Quem me conhece um pouco sabe que eu amo essa série de JRPG’s, então vamos ao que interessa. Belê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TLH_hDCSNfI/AAAAAAAAAIg/wh30JAELzMA/s1600/197344_front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TLH_hDCSNfI/AAAAAAAAAIg/wh30JAELzMA/s320/197344_front.jpg" width="225" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Mais uma imagem retirada do &lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;GameRankings.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(Tem muito mais de onde essa veio!)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
A história desse jogo gira em torno de Tidus, um grande astro do Blitzball (uma mistura de futebol, futebol americano e handebol, com poderes e habilidades especiais, jogado dentro de uma esfera de água…), que sofre ao sempre ser comparado com o melhor jogador de todos os tempos, seu pai Jecht, o qual ele odeia por ter ido embora, deixando-o sozinho com sua mãe. Durante uma das partidas, um enorme ser sai do mar e começa a destruir toda a cidade de Zanarkand (uma cidade bem futurística e tecnológica), então um amigo de Jecht, o samurai Auron, surge e ajuda Tidus a fugir. Mas o rapaz acaba sendo lançado em um tipo de buraco negro, e quando desperta, está num tipo de ruínas antigas. Depois de ser atacado sucessivas vezes por monstros, ele acaba encontrando seres humanos neste lugar. Mas estes parecem não entender sua linguagem, e acabam nocauteando ele. Já no navio dos estranhos, eles forçam Tidus a investigar ruínas submarinas (Já que é um jogador de Blitzball, consegue ficar muito tempo dentro da água sem respirar), junto com Rikku, uma moça do grupo e a única que consegue se comunicar com Tidus. Eles descobrem alguma coisa (lembrando que não dá para entender os diálogos, pelo menos não no primeiro jogo.) e quando voltam, o mesmo ser que atacou Zanarkand reaparece. Rikku explica que aquele é Sin, e Tidus acaba sendo jogado no mar revolto e desaparece. Quando acorda, está em um lugar completamente diferente (de novo… Confesso que já tava ficando chato ser jogado de um lado para o outro…) e leva uma bolada na cabeça (no bom sentido, mentes poluídas…). Quando ele vê que é um time de Blitz treinando, ele faz uma de suas jogadas para impressioná-los, e conhece Wakka, o capitão do time, que o leva para sua cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui a aventura realmente começa. Enquanto procura alguém que possa lhe indicar o caminho para Zanarkand, e faz amizade com algumas pessoas (como a feiticeira Lulu, uma versão moderna – e bem mais bonita – do clássico BlackMage), ele conhece um pouco da religião de Yevon, e aprende sobre o invocador que deverá destruir Sin, num ciclo Sin morre – período de paz chamado Calm - Sin renasce – Sin destrói tudo – Um novo invocador surge para destruir Sin. Esse invocador deve percorrer todo o mundo, para receber dos Faith (espíritos protetores) os Aeons (os Summons do jogo). O problema é que A invocadora é a bela Yuna, e Tidus meio que se apaixona pela moça, decidindo se tornar um de seus guardiões (pessoas que devem acompanhá-la e protegê-la durante sua peregrinação), apesar dos avisos de seu novo amigo Wakka, de que não deveria se envolver com ela. Por fim, antes de começar a peregrinação, &lt;strike&gt;ele leva uma surra&lt;/strike&gt; é apresentado a Kimahri, um Ronso, tipo de Homem-Leão-Unicórnio, o último dos guardiões de Yuna. Assim os cinco partem para a peregrinação, enquanto Tidus tenta dar um jeito de ir para sua casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das primeiras coisas a se notar neste jogo é que ele quebra vários tabus antigos da série, que são como tradições para os jogadores de longa data. O clássico menu de fundo azul; as músicas não são apenas versões remixadas e modificadas das mesmas músicas, são completamente novas; Os elementos básicos (fogo, gelo e trovão) recebem a adição de água; Personagens não sobem de nível; Apenas três personagens ativos no combate, mas você pode substituir um desses personagens por qualquer outro na reserva (exceto se o personagem ativo/reserva em questão estiver morto); Tocando no assunto personagem morto, ao acabar o combate, os personagens mortos revivem com 1HP; E o sistema de combate abandona totalmente o ATB (pra quem não conhece, o ATB – Active Time Battle - é aquela barrinha que vai enchendo, e quando está completa você pode escolher uma ação para o personagem.) e usa um novo sistema de combate chamado CTB, com uma barra lateral na tela, que mostra a ordem dos turnos dos personagens (podendo ser alterada por status como Haste/Slow/Delay e outros), e certos movimentos tem um tempo de recuperação mais rápido ou mais lento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também muitas tradições mantidas, como os Summons Clássicos Ifrit, Shiva e Bahamut; Chefes opcionais cinquenta vezes mais fortes que os chefes finais; Porções de side-quests e mini-games; e os limit breakers (que aqui são chamados de Overdrive). A barra de Overdrive enche conforme o personagem sofre dano, mas cumprindo certas metas você destrava novos modos de Overdrive, que variam, como encher um pouco a cada ataque bem sucedido, ao lançar magias, curar parceiros, encher bastante ao matar um monstro ou ao morrer, etc. Os Aeons também tem esse Overdrive, mas ele enche de qualquer forma, seja atacando, esquivando ou sofrendo dano, podendo usar dois comandos extras – Boost, sofre mais dano e enche bem mais rápido; ou Shield, reduz o dano a uma piada, mas não enche o Overdrive. Aeons só tem um Overdrive; os demais personagens podem aprender novos Overdrives, cada um de sua maneira: Wakka aprende Overdrives ganhando campeonatos de Blitz, Tidus ao usar seus Overdrives determinada quantidade de vezes, Yuna e Lulu ganham automaticamente ao receber novos Aeons ou novos BlackMages, respectivamente. Outros personagens receberão ao misturar certos itens, ao achar certos KeyItens, ou usando certas habilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu disse lá em cima que os personagens não sobem de nível, então como é que eu deixo os personagens mais fortes? Ao derrotar inimigos, você ganha experiência, que viram pontos. Esses pontos servem para fazer o personagem andar casar num tabuleiro, onde estão dispostas todas as habilidades, melhorias e etc que os personagens podem adquirir durante o jogo (exceto Overdrives). Certos inimigos irão derrubar esferas, e cada casa desse tabuleiro pede certas esferas para aumentar atributos ou dar habilidades aos personagens. Por exemplo, uma certa casa aumenta seu ataque em x pontos, mas para destravar essa melhoria, você precisa estar nessa casa do tabuleiro (ou nas casas adjacentes) e gastar uma esfera de Força. Para aumentar a chance de ganhar essas esferas, há o Overkill, que acontece toda vez quando você mata um monstro com uma quantidade absurda de dano (por exemplo, matar um inimigo de 70HP com um ataque de 5400 de dano). Na verdade, o sistema permite que você customize bem os personagens. Na prática, isso quer dizer que posso fazer com que Tidus (que se encaixa bem como um Fighter, como todos os personagens principais de quase todo RPG) aprenda feitiços de cura ou de ataque. Todos os personagens usam todas as habilidades do mesmo jeito, exceto Lancet, uma habilidade que suga HP e MP do inimigo, mas tem um efeito especial se usada por Kimahri, aprender novos Overdrives caso seja usada em inimigos específicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os gráficos do jogo as vezes parecem um pouco estranhos, mas devemos lembrar que foi um dos primeiros jogos da Square para o novo sistema, portanto não sabiam bem a capacidade do Ps2. Ainda assim, certas sequncias, magias e os Overdrives e invocações exageradas continuam naquele alto padrão da empresa. Sem falar que as CG’s são ainda melhores que as do FFIX,&amp;nbsp; e com uma grande novidade: com vozes. Todos os FF anteriores pecavam em não ter vozes, deixando os personagens um pouco “sem alma”. Este tem todos os personagens com vozes, o que torna o jogo um pouco mais dramático e divertido. E já que estou falando da parte sonora, essa ficou demais, com a trilha sendo produzida pelo mestre Nobuo Uematsu (se não me engano, foi o último FF em que ele ficou a encargo do som…). Com músicas como o rock Otherworld e o Hymn of the Faith, a música te prende e depois você fica cantarolando. Mas a música principal é a que me fez ter vontade de aprender piano exclusivamente para poder tocar essa música, que é The Skies Above.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="left"&gt;Acho que isso era tudo que tinha para falar sobre o jogo. Embora tenha demorado para engatar, com Tidus sendo um personagem pouco carismático, e sendo jogado de um lado para o outro, e seguindo uma comitiva com uma missão que não é seu objetivo principal, mais no meio do jogo ele fica mais cativante, divertido e viciante, e aos poucos você descobre que ele não está ali por acaso. Infelizmente, tenho de dizer que o final é bem triste, mas a Square lançou o FF X-2 (não é o XII!), a continuação do X, e quando eu conseguir uma cópia, analiso e posto aqui. E deixo vocês com um bônus. SeeYa!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/86aGDavDloM?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-1320474985376851846?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/bE8nh0Om0Vs/analise-final-fantasy-x-ps2.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TLH_hDCSNfI/AAAAAAAAAIg/wh30JAELzMA/s72-c/197344_front.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/10/analise-final-fantasy-x-ps2.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-2502284821659273574</guid><pubDate>Thu, 12 Aug 2010 14:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-12T11:53:25.918-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">jogos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">favoritos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Tenchu: Fatal Shadows - PS2</title><description>Bom, estive bem ausente do blog, porque queria terminar alguns jogos antes de voltar às aulas na faculdade. Agora que voltamos, e meu tempo de jogar se resume a finais de semana, posso voltar a escrever essa bagaça aqui. Irei escrever sobre esses dois jogos que estava terminando: Tenchu e Final Fantasy X. Essa análise vai especialmente a todos os que ainda acham que o Naruto é ninja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TGKXpy6TOzI/AAAAAAAAAIQ/3C8g7dnfClA/s1600/presunto.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TGKXpy6TOzI/AAAAAAAAAIQ/3C8g7dnfClA/s320/presunto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Um futuro presunto na mira de Ayame...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Retirado de &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;GameRankings.com&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
O jogo se inicia com a kunoichi (feminino de ninja) Azuma Ayame, que está a serviço de Lord Gohda. Não vou entrar muito em detalhes, porque senão teria de falar dos dois primeiros jogos, lançados para PSOne. Ao atravessar as terras de seu senhor, ela se depara com o vilarejo de Beniya, invadido por assassinos e mercenários. Ao investigar o que está acontecendo, ela acaba entrando numa luta que não deveria. Paralelamente, temos Rin, de Beniya, que chega ao seu vilarejo e encontra todos os amigos, familiares e todo o seu clã morto. Ao se deparar com Ayame, ela deduz que a kunoichi seja a culpada, e parte para a ofensiva. Facilmente Ayame derrota a novata, mas poupa sua vida. Então Rin, envergonhada pela derrota e ferida pela morte de seus entes queridos, parte em busca de vingança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É interessante notar que as personagens tem objetivos e personalidades bem distintas. Ayame é calma, analisa e investiga, partindo para o combate direto apenas em casos extremos. Já Rin é emotiva e destemperada, e extremamente impetuosa, sendo esses pequenos erros que um ninja não deve cometer. Geralmente, quando Rin está num diálogo/batalha contra qualquer outro personagem, sempre há algum ninja oculto, mas ela nunca consegue perceber; sempre o outro personagem da cena nota a respiração ou sente a presença (ki) do inimigo. Inclusive, ela lembra muito a própria Ayame, quando era uma aprendiz de ninja no Tenchu 2, segundo a própria kunoichi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ambas as personagens procuram investigar o que aconteceu com o vilarejo, e chegam à mesma resposta: Quem atacou Beniya foi um clã de assassinos chamado Kuroya, liderados por Jyuzou, antigo membro do clã que destruiu. Seus motivos são desconhecidos. Mas a cada missão iremos descobrir um pouco sobre ele e seus aliados. O clã Kuroya, de alguma forma, me lembrou Metal Gear, onde sempre há um grupo de inimigos, e cada membro tem uma habilidade em especial: Shinogi luta com espadas de samurai, mas num estilo diferente, com três espadas, uma em cada mão e a terceira na boca (!?!), seu objetivo na vida é matar 1000 pessoas; Futaba, uma ninja de Beniya, especialista em venenos, e seu irmão Hitoha, com uma luva especial, que lança fogo; Ranzo, o mais sinistro dos Kuroya, tem um prazer em torturar e assassinar mulheres, e luta num estilo vicioso com sua lança e poderes das trevas; Shou, um rapaz que se veste e age como uma gueixa (WTF?!), exímio instrumentista, seu Shamisen se torna uma metralhadora enquanto ele dedilha; e Jyuzou,o líder, que luta como um monstro, com ataques que tiram mais da metade da energia, e uma defesa quase impenetrável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O esquema de jogo é semelhante aos antigos Tenchu do Play 1. Esconder se nas sombras, andar agachado, fazer pouco barulho, matar sem ser notado. Você pode simplesmente encarar seus inimigos, deixando-lhes a chance de se defenderem e contra-atacarem, ou chegar silenciosamente e, com uma certa distância, pressionando o botão de ataque, executar um Stealth Kill, um movimento único que mata instantaneamente o oponente, sem dó nem piedade. A quantidade de inimigos mortos aumenta sua pontuação no final da fase, Stealth Kills dão pontos bonus, e cada vez que for notado pelos inimigos, perde pontos. Dependendo da pontuação, ganhará um rank, que varia de Bandido e Ninja Novato até Assassino e Grande Mestre. A pontuação é importante, entre outras coisas, para liberar novos acessórios. Você vai começar com Shuriken (pouco dano) e caltrops (espinhos jogados no chão para atrasar perseguidores), e pode ganhar itens como explosivos, bombas de fumaça, feitiços de invisibilidade e de fogo, disfarce de inimigo e armaduras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao conseguir Stealth Kills, também fará com que seus inimigos derrubem pergaminhos. Ao coletar uma certa quantidade de scrolls, ganhará habilidades, que vão desde técnicas de combate, arremessos, matar inimigos com uma única shuriken, invisibilidade temporária, entre outros. Para ajudar na missão de matar sem ser percebido, volta o círculo de KI. Os ninjas tem a capacidade de sentir as energias vitais dos inimigos, e essa barra de Ki mostra a distância entre você e um oponente, numa escala de 1 a 100 (quando o Ki chega a 100, significa que você tocou o inimigo). O círculo também muda de cor e de símbolo: Verde "(?)" significa que ninguém sabe de sua presença, Amarelo "(!)" significa que viu algo, mas não tem certeza do que é - provavelmente ele abandone seu posto para ver do que se trata - geralmente quando você passa correndo, ele te vê, mas não te reconheceu como ameaça; Roxo "(?!)" quando ele sabe que você está presente e é uma ameaça, mas não sabe onde está, o que geralmente acontece quando você faz barulho ou quando um soldado está fazendo patrulha e encontra o cadáver de um companheiro; e vermelho "(!!)" onde ele te localizou e já se preparou para o combate. Nestes dois últimos modos, é impossível usar Stealth Kill, então você pode lutar, ou se esconder e esperar ele se acalmar e voltar ao "(?)" verde. Sempre os chefes estarão no estado "(!!)" vermelho, mas para alguns deles, há uma alternativa de morte rápida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os gráficos e o som são muito agradáveis para o PS2. A música num estilo "clássico japonês" inclusive uma Boss Battle ao som de um Shamisen (tipo de guitarra japonesa) é épica. Sem contar os detalhes de efeitos sonoros de superfície (claro, se os inimigos do jogo detectam o som, tem que fazer sons diferentes ao correr sobre a terra, agua rasa ou madeira.). Ao conseguir a habilidade Hawk Eye (disponível para ambas as personagens), você pode dar zoom, e observar cada detalhe do cenário, e até mesmo dos inimigos, sem ser percebido. Sem contar as sequencias de CG (sério, quase chorei no final, feito que só foi efetivamente alcançado por VagrantStory e FrontMission no PS1, e que Final Fantasy X, Silent Hill: SM e Metal Gear Solid 3 também chegaram perto). Os controles respondem muito bem aos seus comandos, sem delays, e dão muita liberdade na movimentacão das personagens, o que seria necessário para não ser percebido pelos inimigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, é uma pequena resenha, mas é um jogo mais do que recomendado. Aliás, se você conseguir os Tenchu anteriores (Tenchu 2: Birth of the Stealth Assassins, o primeiro na ordem cronológica, e Tenchu: Stealth Assassins, que é a história anterior a esta), também são jogos muito acima da média para o PS One, e vale a pena se você quiser entender um pouco mais da história de Ayame, e seu outro companheiro, Azuma Rikimaru (que não aparece neste jogo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa Later!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-2502284821659273574?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/Bm8GtZffg7c/analise-tenchu-fatal-shadows-ps2_12.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TGKXpy6TOzI/AAAAAAAAAIQ/3C8g7dnfClA/s72-c/presunto.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/08/analise-tenchu-fatal-shadows-ps2_12.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-2719799160842548618</guid><pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-29T11:21:14.107-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Bully - PS2</title><description>Bom, estou de volta para mais uma análise. Desta vez eu quis falar sobre um jogo que me lembrasse &lt;strike&gt;as vezes que eu apanhei &lt;/strike&gt;bons tempos de escola. Logo, fui jogar Bully, da polêmica Rockstar (a série GTA, o perturbador Manhunt, e mais recentemente, RedDead: Redemption). Lembrando apenas que o jogo foi PROIBIDO no Brasil...(mas como eu já joguei...) Enjoy!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TE7bvc4K7dI/AAAAAAAAAH8/XgkyNib3qz4/s1600/928128_20061018_screen047.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TE7bvc4K7dI/AAAAAAAAAH8/XgkyNib3qz4/s320/928128_20061018_screen047.jpg" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Imagem retirada de &lt;a href="http://gamespot.com/"&gt;Gamespot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Para começar, eu vou falar sobre o título do jogo, que foi algo que eu aprendi depois de ter jogado pela primeira vez. Bully, numa interpretação livre, é o valentão. Aquele carinha que, na escola, é burro feito uma porta, mas ninguém fala isso porque ele pode bater em você e em toda a sua turma. Sozinho. Além desses, há os &lt;i&gt;bullies &lt;/i&gt;que agem em grupos. Aqueles que ninguém mexe, porque sabem que mexendo com um, a turma toda cai matando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois dessa breve explicação, vamos ao jogo. Como em GTA, ele tem uma história, embora a maioria das pessoas que jogam nem prestem atenção. Eu, particularmente, gosto especialmente de um jogo por causa da história. Neste jogo, a narrativa começa mostrando Jimmy Hopkins, um garoto problemático, que já foi expulso de diversas escolas. Pelo primeiro diálogo, dá pra perceber que as relações familiares não são das melhores: Jimmy é revoltado, seu padrasto parece um retardado e sua mãe parece odiá-lo do fundo de sua alma, enquanto todo o amor dela se volta para seu companheiro. Ao chegar na escola (que segundo o protagonista, é a pior escola do mundo) é recebido pela secretária, que também parece louca, e trata ele de uma forma desprezível, enquanto louva a "maravilhosa instituição", o colégio Bullworth. A partir daí começa o jogo, com um tipo de tutorial, onde você deve levar o aluno novato até a sala do Diretor. Este parece um grandioso orador, dizendo que sua missão no mundo é consertar garotos problemáticos como Jimmy ("Mantenha seu nariz limpo, ou nós iremos limpá-lo com as próprias mãos". Bela metáfora.). E pra finalizar o tutorial, você será apresentado a dois personagens importantes no jogo: Petey, "a mocinha" do dormitório masculino, um garoto inocente, bom, não faria mal a uma mosca, e por isso (e também por usar roupa rosa) é humilhado por todos os colegas de escola; e Gary, conhecido como "O Sociopata", é inteligente, velhaco, malicioso, e, sobretudo, ganancioso, pois tem planos de dominar &lt;strike&gt;o mundo&lt;/strike&gt; a escola, e encontra em Jimmy o grande parceiro para alcançar suas realizações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os personagens são bastante cativantes. Cada um deles tem personalidade própria. Dificilmente um nerd irá lutar com você; se ele te insultar, e você responder à altura, ele irá pedir desculpas. Com bullies, você vai ter que desembolsar grana, ou meter a porrada. O seu professor de inglês é um bêbado, o de biologia cria espécies de plantas que põem o Alien no chinelo, a professora de artes tem um caso com o mendigo que mora atrás da escola, o diretor se acha "o salvador da pátria" (e aparentemente tem um caso com a secretária). O treinador do time da escola é um ser irracional que acredita na guerra e na força (e nas revistas suspeitas que compra escondido...), e a cozinheira da escola costuma fumar, espirrar e cuspir na comida que prepara para as crianças ("Só estou adicionando um pouco de 'tempero' aos alimentos...") é a personagem mais nojenta do jogo...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na parte de jogabilidade, é praticamente um GTA, salvo poucas diferenças. Você controla o personagem por um extenso mapa, andando, saltando, correndo, a pé ou em veículos, e luta com vários adversários. Neste jogo, o ambiente é limitado, no primeiro capítulo, à escola. Os combates são diferentes, porque GTA geralmente é focado em armas de fogo, e aqui não são permitidas (afinal, são estudantes de 15 anos de idade, e ninguém nessa idade porta armas. Entendam isso como quiserem...). Aqui, os combates são mais focados na porradaria, e grupinhos de alunos sempre irão ajudar os semelhantes. As únicas armas serão do tipo "bomba de fedor", "bombinha" (também conhecidos em algumas regiões como "Estalos" ou "Traques"), "bolinhas de gude" e o seu melhor amigo, o Estilingue. Cada "coisa errada" que você fizer (tipo vandalismo, violência, entrar em locais proibidos, passar a mão nas meninas e ameaçar crianças menores), vai enchendo uma barrinha, no início amarela. Essa barra serve para mostrar o quão procurado você é pelos monitores, professores e funcionários em geral (e policiais, quando sair da escola). Se eles te pegarem, você leva uma detenção, que geralmente é uma tarefa do tipo cortar a grama de um jardim. Bem fácil, mas enche o saco (o que o incentiva a não fazer mais coisas erradas. Ou correr mais rápido da próxima vez)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aliás, é bom tocar no assunto "grupinhos". Em GTA: San Andreas, há diversas gangs pela cidade. Em Bully acontece do mesmo jeito, e nas primeiras missões, Gary irá apresentar a você cada uma das divisões: os &lt;i&gt;bullies&lt;/i&gt;, um bando de zé-ninguém que sempre irá querer briga com você (liderados por Russel, um gorila - sem querer ofender os primatas, é claro - sem cérebro, mas com uma força bruta no estilo "Hulk esmagaaaa!"); Os &lt;i&gt;greasers&lt;/i&gt;, uma versão estudantil das gangues de motoqueiros (com bicicletas, pois eles não tem idade para habilitação.); Há os &lt;i&gt;Props&lt;/i&gt;, os "mauricinhos" da escola, que apesar de tudo, são ótimos lutadores, já que além da Bullworth, seus pais pagam um clube de boxe; também os &lt;i&gt;Jocks&lt;/i&gt;, os típicos atletas populares fortões, que ninguém se atreve a desafiar (e que dominam a escola); e por fim, mas não menos importante, os &lt;i&gt;Nerds&lt;/i&gt;, carinhas gordinhos (ou magricelos), viciados em tecnologia, RPG, CardGames, e livros, são os mais fáceis de lidar em combate, mas perto do final do jogo se revelam verdadeiros DEMÔNIOS. Cada uma das suas ações irá influenciar o quanto cada facção te respeita ou não. Por exemplo, numa missão você deve ajudar um nerd a pegar seu livro no armário, do outro lado da escola, enquanto ele é perseguido por bullies. Completando a missão, ganhará mais respeito dos nerds (fazendo com que eles evitem iniciar combates, ao mesmo tempo que podem vir a ajudar caso você se encrenque), mas perderá o respeito dos bullies, que irão partir pra porrada quando te verem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra coisa interesante de se dizer é que há muitos mini-games. As missões são variadas, desde lutas com regras oficiais, corridas, missões de &lt;i&gt;camper&lt;/i&gt; com o estilingue, etc. Fora das missões há trabalhos, como de jornaleiro, jardineiro, etc. Crianças da escola irão te pagar para fazer certas coisas para eles, como pregar algumas peças em outros alunos, arrombar armários, e outras coisas. Pela cidade há muitas máquinas de fliperama espalhadas, o que vai garantir pelo menos uma hora de diversão extra. E por fim, há aulas. Isso mesmo, aulas. Ou você achou que a escola era só pra fazer novos amigos? (ou inimigos, o que será mais frequente...). Bem, duas vezes por dia, todos os dias, há horários de aula, onde há um mini-jogo, e caso seja completado, você ganha alguma coisa útil. São cinco aulas para cada matéria (Química, Educação Física, Inglês e Artes, no primeiro capítulo, sendo acrescentados depois Fotografia e Oficina).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a jogabilidade é bem parecida com os antecessores, a parte gráfica arrasa e deixa todos os jogos anteriores da Rockstar no chinelo. Os movimentos são bem mais suaves e bonitos do que costumam ser em GTA's da vida, e o principal, gráficos grandes e detalhados. A escola é um show a parte, e certos momentos você vai parar para ficar reparando detalhes, como cartazes para candidatura de presidente do grêmio estudantil, ou a sujeira e pichação dos banheiros. O lixão que é o dormitório masculino, um cafofo mixuruca, em contraste com o enorme dormitório feminino (gozado é que, para cada garota, deve haver cerca de 3-5 rapazes, #MathFail, mas tudo bem...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O som também é fera. Você irá dialogar a todo tempo com os alunos, seja para se desculpar (eu nem perco tempo fazendo isso) ou para insultar (ae sim!). Com as aulas de inglês e artes, irá melhorar seu dialogo. E a música é boa, faz você se sentir numa escola mesmo. Um sentimento estranho, mas de qualquer forma, é uma música bacana. Quando subitamente, a música muda, você sabe que pode estar sendo perseguido, e dá pra saber quem te persegue, já que em combate, cada "gang" tem sua trilha sonora própria (os &lt;i&gt;bullies&lt;/i&gt; tem uma música mais intimidativa, os nerds tem uma mais &lt;i&gt;Techno&lt;/i&gt;, e assim por diante.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Well, basicamente é essa a resenha que eu tinha para fazer. Desculpem a demora, mas é que eu tive alguns probleminhas enquanto editava o texto, mas agora consegui terminar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obs:. Claro que NÃO seria um game da Rockstar sem polêmicas. E aqui vai uma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam se tiverem coragem (se for preconceituoso, nem abra o vídeo...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GE0mX3k5j3c&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/GE0mX3k5j3c&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-2719799160842548618?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/WpUym_66XIE/analise-bully-ps2.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TE7bvc4K7dI/AAAAAAAAAH8/XgkyNib3qz4/s72-c/928128_20061018_screen047.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/07/analise-bully-ps2.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-7271086596705625321</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 13:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-17T10:17:35.932-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Shadow of the Colossus - PS2</title><description>Bom, depois de uma longa (e rotineira) ausência, tô de volta com as análises de jogos. Para amenizar o clima violento deste blog, que só falou de Survival Horror's e do massacre romano de SoR, hoje vai um jogo mais leve, um conto de fantasia, Shadow of the Colossus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TEBclZ2CdZI/AAAAAAAAAHQ/19qATYnM0PE/s1600/shadow.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TEBclZ2CdZI/AAAAAAAAAHQ/19qATYnM0PE/s320/shadow.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Retirado de &lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;Gamerankings.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Um jogo considerado muitas vezes incomum. Por ser um &lt;i&gt;adventure, &lt;/i&gt;causa estranheza por não possuir cidades, pessoas ou inimigos simples, tendo apenas a participação do personagem principal, seu fiel cavalo Agro, e os chefes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história mostra o personagem principal (o jogo, em nenhuma parte, cita o nome dele, mas de outras fontes, consegui descobrir que seu nome é Wander), carregando um cadáver em seu cavalo. Chega a um lugar completamente deserto, com uma paisagem maravilhosa, e cruza uma ponte que o leva a um templo enorme, que se destaca na região. Ao chegar dentro do templo, ele coloca o cadáver, que é uma moça, num altar, e sombras surgem para atacá-lo, mas quando ele ergue a espada (uma espécie de espada especial, mágica), os raios solares criam uma luz que dissipa essas criaturas. Logo, uma voz começa a conversar com o rapaz, e se apresenta como Dormin &lt;strike&gt;acorda!&lt;/strike&gt;, que é dito que tem o poder de ressuscitar os mortos. Dormin avisa das consequencias para o rapaz, e ele concorda. O que Wander tem de fazer é simples: Destruir 16 estátuas que se encontram no templo. Mas essas estátuas não podem ser sequer arranhadas por ferramentas humanas, e aí é que vem a parte difícil (tava demorando...): Para as estátuas serem destruídas, Wander terá de procurar os 16 Colossi, gigantes vivos de pedra, e matá-los. Para cada Colossus morto, uma estátua é destruída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A base da história é essa. Simples. Sem reviravoltas (só no final). A própria progressão do jog não deixa surpresas, e é a seguinte: Wander procura o Colossus, Wander enfrenta o Colossus, Wander mata o Colossus, Wander desmaia, e então Wander acorda de volta no templo, aparece uma animação de uma das estátuas sendo destruída, e então o ciclo se repete. Há poucas alterações, apenas perto do fim irão surgir algumas CG's, que mostram um sacerdote, liderando um pequeno exército, e contando uma história, que mostra que o misterioso Dormin não é uma boa entidade...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jogabilidade, como a progressão da história, é bem linear. Você segura o botão Círculo, num lugar banhado pelo Sol, e Wander ergue a espada, refletindo raios solares em várias direções. Gire um pouco, e quando os raios convergirem para um ponto único, você descobriu a direção que deve tomar. Monte seu cavalo e prepare-se para uma longa e solitária jornada. Às vezes, poderá encontrar lagartos ou frutas brilhantes. Acerte-os com seu arco e você terá um upgrade na energia/stamina. Em certos momentos, terá de cruzar rios, ou escalar montes, locais inacessíveis para Agro. Nessas batalhas, estará sozinho. Mas em outras, com chefes de velocidade surpreendente, a ajuda de seu fiel companheiro será indispensável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A luta contra os Colossi é um show à parte. Cada inimigo tem sua personalidade, padrões de movimento e habilidades especiais. Alguns, mais rápidos. Outros, lentos, mas fortes. Certos Colossi tem forma humanóide, bípede, outros são quadrúpedes, uns voam, outros são aquáticos, outros subterrâneos, uns sobem pelas paredes, enfim, variedade é o que não falta. Ao entrar na batalha, enquanto no alcance dos raios solares, ao erguer a espada, da mesma forma que anteriormente, vários raios serão refletidos, e, apontados para certos lugares, eles podem convergir num único raio. Se esse raio apontar alguma parte do Colossus, significa que você achou um dos pontos fracos dele. O problema é que apenas saber isso, às vezes, não é o bastante. Geralmente dá muito trabalho alcançar o ponto fraco, e permanecer lá até matar o inimigo, quase impossível. E muitos deles tem mais de um ponto em locais diferentes, o que vai dar muito trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O gráfico do jogo é soberbo. Imagine um vasto universo intocado pelo ser humano. A beleza da paisagem é tanta que às vezes dá vontade de ficar cavalgando sem rumo, apenas para observar o cenário. A geografia é perfeita, e mostra desde precipícios, montanhas, vales, desertos até florestas, rios, lagos e cavernas. Os monumentos erguidos por mãos de homens são alguns templos pequenos, e o grandioso templo do início do jogo. Esses tem um nível de detalhamento que nos permite compará-los às civilizações antigas, como Maias, Astecas e Egípcios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para complementar o ambiente, nada melhor que boa música. E isso é o que não falta aqui. A música orquestrada de SotC é digna de ser citada como uma das tops do PS2, assim como a de DMC3. A música acompanha o sentimento do jogador: Durante as explorações, silêncio pleno, para dar um clima de solidão; quando o Colossus aparece, uma música tenebrosa e, quando você começa a bater nele, músicas de vitória de herói em filme medieval. Eu, inclusive, baixei a trilha sonora para ficar ouvindo em casa, quando não tem mais o que fazer (e quando tem também, às vezes)...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande único defeito desse jogo é a rejogabilidade (ou falta dela). O jogo é bem curto, talvez demore cerca de 5 horas para terminá-lo (eu explorava cada pedacinho do mapa, às vezes me perdia, e levei mais ou menos 7 horas para terminar, sem contar as vezes que eu morri, umas 3.). Depois disso, você pode rejogá-lo, com a stamina e energia que você terminou o jogo, se pressionar Círculo próximo às estátuas dos Colossi, pode jogar o Time Trial, onde o objetivo é derrotar o Colossus dentro do tempo limite (ganhando um item especial a cada 2 Colossi derrotados.). Ou jogar no modo Hard, o qual será um pouco mais difícil, mas pelo fato de já conhecer os padrões de movimento e pontos fracos dos Colossi, não é tão atrativo assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um jogo indispensável para quem possui o PS2, mas pela curta vida do jogo, talvez você queira alugar, em vez de comprar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até a próxima...&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-7271086596705625321?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/B2qshrHF6n4/analise-shadow-of-colossus-ps2.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TEBclZ2CdZI/AAAAAAAAAHQ/19qATYnM0PE/s72-c/shadow.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/07/analise-shadow-of-colossus-ps2.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-5030740468815712091</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 13:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-13T10:42:02.931-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notinha</category><title>Notinha #01</title><description>Eu poderia estar postando hoje sobre um dos vários jogos que estou jogando, e tentando terminar, mas o post de hoje é apenas esta notinha: &amp;nbsp;Depois de um belo tempo de blog parado, eu voltei! E não só isso, mas essa nota é para avisar que talvez este blog deixe de ser tão sonysta, principalmente agora que eu adquiri um Nintendo Wii!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não será tão frequente o número de posts do Nintendo, já que não poderei ficar comprando muitos jogos, nem frequentemente (preciso guardar dinheiro para tirar minha habilitação...). Mas quando houver, terá posts aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-5030740468815712091?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/aAHs2ZwA9lA/notinha-01.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/07/notinha-01.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-8657025053039745984</guid><pubDate>Fri, 02 Jul 2010 01:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-01T22:19:03.418-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">jogos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Shadow of Rome - PS2</title><description>Aff... O tempo está corrido, e tá meio difícil conseguir postar aqui neste blog, mas vamo lá, vou editando este texto aos poucos, e quando estiver pronto, eu publico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jogo de hoje é para quem gosta de jogos violentos, realistas, ou melhor ainda, os dois juntos. Um jogo com forte fundamento histórico. Pão e circo para vocês!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TCzExwVAfgI/AAAAAAAAAGw/iyjZx3ITg_o/s1600/shadow.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TCzExwVAfgI/AAAAAAAAAGw/iyjZx3ITg_o/s320/shadow.jpg" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Imagem retirada de &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://gamespot.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Gamespot.com&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;e sim, aquilo no alto é um braço...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
O jogo começa contando um pouco da história romana, que vivia o caos e a desordem, graças à rápida expansão, e incompetência dos governantes. Até que se levanta o maior herói romano: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Julio_cesar"&gt;Caio Júlio César&lt;/a&gt;, que trouxe ordem ao governo, conquistou terras como general, e saciou as necessidades do povo romano, trazendo-lhes, conforto e segurança, a chamada Pax Romana. Mas por pouco tempo. Então mostra uma cena onde o grande guerreiro é covardemente esfaqueado, e diz a famosa frase: "Et tu Brute" (traduzida como "Também tú, Brutus").&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jogo em si é focado em dois personagens. Agrippa, o centurião romano, que está em uma campanha contra os povos germanicos, nas fronteiras de Roma, no momento do incidente; e Octavianus, sobrinho-neto do Imperador (não do Adriano...). Logo após vencer os bárbaros e resgatar os soldados que foram feitos reféns, um dos quais portava a mensagem da morte do supracitado, Agrippa retorna para sua terra, junto com seus soldados, e é recebido por Octavianus. O mesmo lhe diz que seu pai Vipsanius, outrora um dos guardas pessoais de César, fora acusado de ser o assassino, mesmo sem nenhuma prova concreta, e sua mãe Vipsania (santa criatividade romana!) seria executada em praça pública. Agrippa parte desesperado para salvar sua mãe, e consegue derrotar vários soldados romanos (o que é lógico, senão ele não seria um alto cargo do exército), mas vê a mãe sendo assassinada em sua frente, por Décius, que depois aproveita para te dar uma surra suprema. O centurião e o jovem Octavianus são salvos por uma mulher morena, que os ajuda a se infiltrar na prisão onde Vipsanius está encarcerado, e este revela tudo o que sabe sobre o assassinato. A moça misteriosa se apresenta como Cláudia, uma Gladiadora, e dá a chance a Agrippa para que este também se torne um. Sua recompensa: Ser o executor do assassino (claro que é um plano para salvar seu pai, ele não quer matá-lo...), e na final dos Jogos Gladiatoriais, enfrentar o próprio Décius, e ter a chance de se vingar por sua mãe. Enquanto isso, o herdeiro de Júlio César promete investigar o que está acontecendo, para provar a inocência de Vipsanius.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto que as partes do jogo onde se controla Octavianus são mais de investigação, onde você anda pela cidade, conversa com as pessoas, descobre coisas e se infiltra nos locais proibidos, no melhor estilo Stealth de Tenchu e Metal Gear, na parte que cabe ao ex-centurião, você terá muita ação e combate (e claro, sangue e tripas...). Octavianus não pode ser notado, porque é bem fraco e com um único golpe é YOU FAIL. Mas você terá muitos recursos para evitar isso, desde o próprio ambiente (que parece ter sido feito especialmente para entrar sem ser percebido...) disfarces de cidadão romano, senador, guarda e mesmo de mulher (cá entre nós, é o disfarce que ele consegue enganar melhor... CHÉÉÉ!). Já com Agrippa, as coisas são o oposto. Quanto mais atenção você chamar, melhor!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema de combate do jogo merece um parágrafo inteiro dedicado a ele, e é sem sombra de dúvida a parte mais legal do jogo. Nas campanhas contra os bárbaros, é só um treinamento, mas na Arena é que o bicho pega! O jogo definitivamente não foi feito para criancinhas, e essa parte é a prova disso. Além de golpear seu inimigo com violência usando armas variadas, você deve chamar a atenção do público, proporcionando um bom espetáculo. Como? Causando fraturas, desmembramentos, decapitações, queimaduras e todo tipo de crueldade com seus inimigos (ou inimigas, provando que Roma realmente era um "república"). Que tal arrancar a cabeça de seu inimigo, e dar de presente para seu público? Ou apenas amassar sua cabeça, deixando um rio de sangue que o jogo intitula de "Tomate Suculento", numa tradução livre? Mas a arena não é feita só de massacres, há vários tipos de confronto. Num deles, ganha o último que ficar vivo. Em outro, você deve trabalhar em equipe para destruir as estátuas do time adversário, antes que eles destruam as suas (arrancar cabeças é secundário). Em outro tipo de jogo, deve resgatar um refém, não importando quantos morram para isso. Há também um estilo 1x1, onde você compete com um gladiador qualquer, onde cada pessoa que se mata conta como um ponto. E também há as corridas de carruagem, onde o jeito mais fácil de se vencer é matar todo mundo antes do fim da competição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema de Salvos contribui para uma experiência mais rica (e psicopata). Cada movimento especial, combo ou condição alcançada vale uma certa quantia extra de pontos, ou Salvos. Os combos multiplicam esse valor ainda mais, e agradando o público, eles podem dar armas ainda mais poderosas, do tipo "Cada ataque o inimigo perde uma parte do corpo". Algumas arenas pedem uma quantia minima de Salvos, então não adianta apenas matar todo mundo, deve fazer com estilo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jogabilidade é boa, tirando alguns pequenos delays nos controles (o que irrita principalmente quando você está quase morrendo e os controles não respondem). Cada arma possui sua forma de utilizar, e o peso delas influi diretamente na velocidade de Agrippa e de seus golpes. Armas grandes, menos velocidade. As exceções parecem ser a Lança, uma arma grande e relativamente rápida, e a zarabatana (sling), arma pequena, pouco dano, e extremamente lenta. Com Octavianus, raramente terá do que reclamar, já que a IA é muito burra, e você consegue se disfarçar facilmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história segue uma progressão muito boa, e para todos que dizem "ah, mas eu já conheço a história" (como eu fiz...), bem, se você acha que o que te ensinaram no ensino médio é tudo, esse jogo mostra que talvez você esteja enganado. Algumas reviravoltas mostram algo que é surpresa para leigos, embora qualquer aspirante a historiador deva saber... Apesar de toda a realidade da história, devemos nos lembrar que é uma ficção, logo nem tudo é tão fiel como deveria...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O som colabora, nos momentos de tensão ele cresce, nos momentos de suspense, ele abaixa. A música comum te faz sentir um cidadão romano (seja lá como for a música de Roma...). Mas na Arena, provavelmente a música será abafada pela multidão que grita, e quanto mais Salvos você conseguir, mais eles vão vibrar. Provavelmente, você nem vai conseguir ouvir que seu inimigo está implorando misericórdia, depois de perder o controle sobre a bexiga...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente, é isso. No mais você tem que pegar o controle para sentir a emoção de ter uma platéia enorme, gritando seu nome, enquanto parte seus inimigos ao meio com sua alabarda. Pode parecer cruel às vezes (e é), mas o mundo é injusto. Aproveite para descarregar a ira de seus inimigos (mas cuidado para não quebrar seu joystick!)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-8657025053039745984?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/ZfHlN2lXTxI/analise-shadow-of-rome-ps2.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TCzExwVAfgI/AAAAAAAAAGw/iyjZx3ITg_o/s72-c/shadow.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/07/analise-shadow-of-rome-ps2.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-2840619323178848518</guid><pubDate>Thu, 17 Jun 2010 14:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-17T11:30:42.880-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">matéria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">interessante</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">jogos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">off-game</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Especial</category><title>Games Quebrando Barreiras</title><description>Well, aqui estou de novo, e desta vez para falar de algo interessante, talvez não muito para gamers viciados, mas para um público geral: Os jogos de hoje em dia não são apenas jogos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TBoo2XTezDI/AAAAAAAAAGg/6teAlolm51M/s1600/bully.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TBoo2XTezDI/AAAAAAAAAGg/6teAlolm51M/s320/bully.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;É o que o professor diz...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Antigamente, jogos eram um lazer, um passatempo. Hoje, ainda são, mas tem algo a mais. Alguns tem um toque de filme, aquela sensação de cinema. Outros podem ser considerados como uma arte à parte de tudo o que já existe. Por fim, há jogos educativos, o que não quer dizer que sejam chatos, já que ensinam de formas diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como exemplo de cinema &lt;strike&gt;em casa&lt;/strike&gt;, há o famigerado game Metal Gear. Por toda a série, há momentos onde o jogador pode simplesmente largar o controle de lado, preparar uma grande panela de pipoca, comprar um refrigerante (tudo isso durante a cena) e assistir às longas CG's. Quer mais semelhança com filmes do que isso? Mas Kojima, criador da saga, ainda foi além, colocando no início do jogo os "atores" que interpretam cada personagem (David Hayter deve sua fama a ele...), e elaborando tramas que deixam muitos sucessos da telona no chinelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas se copiar uma arte existente não te agrada, tenho a solução: &lt;strike&gt;KIBATOR PLUS TABAJARA&lt;/strike&gt; Jogos que criam um novo conceito de arte, a arte digital. Basta ver os belíssimos (e enormes) cenários de jogos como Final Fantasy XII e a música e o mundo cativantes de Shadow of The Colossus. Este último é um show digno de ser aprecidado. Jogue lentamente. Perceba os detalhes, a flora e fauna do ambiente. Voe, mergulhe, corra, cavalgue, escale. Tudo ao som de uma orquestra maravilhosa, e que cresce nos momentos de tensão, causa tristeza e medo, mas inspira a coragem do herói, e dá&amp;nbsp;alegria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, os jogos educativos eram vistos com maus olhos pelos jogadores hardcore, mas atualmente (embora não sejam realmente jogos educativos, mas podem ter algum conteúdo desse tipo) são amados. Aprendi muito sobre a hisória romana jogando Shadow of Rome. Aprendi alguma coisa com Bully (não me refiro às travessuras, brigas e vandalismo, e sim às aulas de inglês, onde descobri palavras que antes não conhecia). Outro jogo que eu recomendo é o Scribblenauts (Nintendo DS). Sua característica de puzzle força o jogador a pensar de forma criativa para resolver certo problema numa fase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem., no mais é isso. Só pra terminar a matéria, e comprovar que os jogos não são apenas joguinhos, uma matéria no &lt;a href="http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Basquete/0,,MUL1555690-15060,00.html"&gt;GloboEsporte.com&lt;/a&gt; diz que muitos atletas da vida real usam videogame como treino (assim como eu tentava usar o Guitar Hero para treinar minhas habilidades musicais, mas não deu certo porque eu preciso de uma guitarra primeiro...). Ou seja, você que é um mestre em PES/FIFA ainda pode se tornar um astro do futebol (ah, tá...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-2840619323178848518?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/BB2p9c2lgUs/games-quebrando-barreiras.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TBoo2XTezDI/AAAAAAAAAGg/6teAlolm51M/s72-c/bully.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/06/games-quebrando-barreiras.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-6328595918105038435</guid><pubDate>Fri, 11 Jun 2010 14:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-11T11:45:07.616-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">matéria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">interessante</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">off-game</category><title>Idade Certa Para Jogar.</title><description>Ufa. Depois de algum (muito) tempo sem postar, eu resolvi aparecer por aqui novamente pra balançar essa bodega (acho que nenhum ser humano normal diz isso...). Mas hoje, diferente dos outros posts, eu vou escrever sobre um assunto relacionado aos jogos, mas não necessariamente será uma análise ou matéria especial (ou coisa do tipo). Não, crianças. Hoje vou escrever sobre a classificação etária dos jogos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TA5a2JNsWuI/AAAAAAAAAF4/MKsY-T4VKJ4/s1600/postal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="271" src="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TA5a2JNsWuI/AAAAAAAAAF4/MKsY-T4VKJ4/s400/postal.jpg" width="400" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Ainda não tenho certeza se há necessidade de classificação...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
A questão da violência nos jogos é algo bem polêmico, pois (supostamente) um filme não influencia tanto quanto um game pelo fato de, neste último, o jogador interagir com o ambiente (sendo assim, ele mesmo, o causador da violência dentro da história.). Atualmente, a questão é ainda mais debatida, por que não se limita mais a assassinatos, mas também ao palavreado e insinuação sexual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, há uma &amp;nbsp;certa influência. Mas será que apenas jogar First-Person Shooter me transforma num serial killer? Não. Um caso que ganhou muito destaque na mídia foi (há um bom tempo atrás) o do garoto norte americano que matou várias pessoas (sorry, mas não encontrei o artigo...) e o culpado foi o game Quake.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão é: Se um jogo influencia um garoto a pegar uma metralhadora e fuzilar seus companheiros em um cinema, por que não o Rambo? (que foi o herói de uma geração... Qual garoto nunca se imaginou sendo ele?) Logo, filmes influenciam tanto quanto jogos (Novelas da poderosa rede de TV também, infelizmente, mas isso não vêm ao caso), apenas causando este efeito em pessoas com predisposição a cometer esses atos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A algum tempo atrás, um monge incentivou o uso de jogos violentos para "descarregar" as energias negativas (leia &lt;a href="http://www.omelete.com.br/games/lider-budista-usa-games-para-descarregar-energias-negativas/"&gt;AQUI&lt;/a&gt; a matéria do site Omelete.com). O que ajudou os fãs a terem mais um argumento para se defenderem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão da evolução desse tipo de coisas nos videogames obrigou alguns países a criarem mecanismos para classificar os jogos, de acordo com a idade, assim como programas de televisão/filmes. Os mais influentes são &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cero"&gt;CERO&lt;/a&gt;, &amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esrb"&gt;ESRB&lt;/a&gt;, e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pan_European_Game_Information"&gt;PEGI&lt;/a&gt; (respectivamente, Japão, América do Norte e Europa). Cada um deles tem sua maneira de classificar jogos, mas eu vou postar aqui a da ESRB, pois já conheço um pouco melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;EC (Early Childhood): Jogos livres para qualquer idade, mas duvido que crianças de 5 anos vão gostar desses jogos. São geralmente com conteúdo educativo, voltados às criancinhas mais novas, em fase de aprendizado.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&amp;nbsp;E (Everyone): Jogos livres para qualquer idade, mas que talvez requeiram mais habilidade do jogador, logo é recomendado para crianças e iniciantes nos games. Podem conter leve violência animada, como Sonic (se vocês me disserem qual a violência de um PORCO-ESPINHO AZUL PULANDO NA CABEÇA DE UNS BICHOS QUE NÃO EXISTEM!). Geralmente esportes também vem aqui.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&amp;nbsp;E10+ (Everyone 10+): Como o nome diz, jogos pra quem tem mais de 10 anos. Não tem desafio suficiente para os players grandes, mas pode ter referências um pouquinho mais pesadas a violência e sangue. Como Rampage (onde você é um monstro tipo GodZilla destruíndo cidades pelo mundo), jogos de aventura baseados em animações da Disney.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;T (Teen): Para maiores de 13 anos. Jogos que requerem mais maturidade, com sangue (real), e uma dose menor de violência. Podem ter referências a drogas, alcool, linguagem um pouco mais pesada, nudez parcial, simulação de jogatina. Exemplos: Prince of Persia, Transformers, The Sims.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&amp;nbsp;M (Mature): Para 17 anos e acima. Jogos com bastante linguagem pesada, violência, sangue, nudez, desmembramentos, sexo e drogas. Como exemplos, os FPS FarCry e Doom, The Godfather (O Poderoso Chefão), entre outros.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;AO (Adults Only): O nível mais alto dos jogos, alguns são até proibidos em alguns lugares. Jogos que alcançaram tal nível de insanidade: GTA: San Andreas (depois de descobrirem um código de GameShark para controlar o personagem na hora do Oba-Oba), Farenheit, Manhunt.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;Basicamente, é isso. Embora haja certo exagero em partes (Ainda acho que Sonic não é violento...), boa parte há de se concordar, como deixar GTA para maiores de idade (já que na cabeça dos pais, a criança pode roubar carros e cometer genocídios ao jogar "isso".).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Well, talvez no próximo post eu faça outra matéria sobre os jogos, pra poder então voltar a fazer análises (tenho que ganhar tempo para jogar um pouquinho mais...) Até lá,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-6328595918105038435?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/2xvw10WtG-c/idade-certa-para-jogar.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TA5a2JNsWuI/AAAAAAAAAF4/MKsY-T4VKJ4/s72-c/postal.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/06/idade-certa-para-jogar.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-2724296285892323573</guid><pubDate>Tue, 01 Jun 2010 18:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-01T15:37:11.744-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">favoritos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise]Silent Hill: Shattered Memories - PS2</title><description>Finalmente, decidi terminar a série especial sobre a série de terror psicológico, Silent Hill, com o jogo mais psicológico da série: Silent Hill: Shattered Memories, uma releitura do primeiro jogo (na verdade não, mas vocês sabem que eu não gosto de spoilers...). Só um alerta: Este jogo foi desenvolvido para Nintendo Wii, logo a mecânica do jogo é bem semelhante aos outros da mesma plataforma. Enjoy!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TAUQzGXUlRI/AAAAAAAAAFw/6LIzMu8fT4I/s1600/959241_123208_front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TAUQzGXUlRI/AAAAAAAAAFw/6LIzMu8fT4I/s320/959241_123208_front.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;Gamerankings.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Após uma breve introdução, onde Harry aparece brincando com sua filha Cheryl, num parque de diversões, o jogo nos mostra um psicólogo em seu consultório, onde ele analisa você (é, com a câmera em primeira pessoa, ele parece estar falando diretamente com o jogador..), e dá um pequeno formulário, para analisar seus pensamentos sobre assuntos diversos. Quando você termina, ele pede para você narrar os fatos acontecidos. Então você toma o controle sobre Harry Mason, que acabou de sofrer um acidente de carro. Como no primeiro jogo, ele olha em seu carro e não encontra sua filha, o que faz com que ele saia à sua procura. No início, já dá pra notar a grande diferença entre o Harry do primeiro e o deste jogo, principalmente o fato do protagonista estar usando óculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se SH:Ø tinha muita ação, este jogo tem muita FALTA dela. Grande parte do jogo é resolver puzzles e descobrir os mistérios de pessoas que viveram na cidade. As tramas psicológicas de cada morador parecem criar marcas na cidade, e resolver os mistérios é necessário para prosseguir. Desde conflitos entre amigos, famílias, casais, tudo deixa uma certa impressão, e aí entra o &lt;strike&gt;IPhone&lt;/strike&gt; celular ultra-moderno de Harry: Com o aparelho, você será capaz de ouvir sons de cada lugar onde há "pistas" para solver os enigmas. Não apenas isso, mas em certas partes, onde parece haver uma distorção no ar, Harry deve fotografar, e misteriosamente a foto mostra uma cena ocorrida há muito tempo atrás. Após tocar/fotografar essas distorções, ele receberá uma mensagem de voz/texto, explicando o fato, ou pelo menos parte dele. O celular de Harry tem várias outras funções, como GPS (quem precisa de mapa nos dias atuais?) e, é claro, fazer ligações. Estas podem vir bem a calhar quando você estiver preso numa parte do jogo e não souber o que fazer. Telefones estão espalhados por toda a cidade, e tudo o que você deve fazer é discar o número e ouvir a dica (embora nem todos os telefones sejam úteis, como a previsão do tempo, outros são essenciais.). Também devo dizer sobre o alto nível de interação com o ambiente. Em certos trechos, com uma visão First-Person, você pode mover o cursor pela tela, como um mouse, e quando chegar num objeto que pode ser manipulado, a seta muda para uma mão (perdoem o cacófato), permitindo pegar o objeto, puxar, arrastar, girar e tudo o mais que for necessário. Muitas vezes, da interação com esses objetos, irá conseguir itens chamados Mementos, que não tem nenhuma importância real no jogo, apenas servem para sua coleção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra coisa interessante é que a premissa do jogo é forçar o jogador a enfrentar seus maiores medos. O que isso significa? Você acha que o teste psicológico no início do jogo é um enfeite? Não, caro amigo. Dependendo de suas respostas, o jogo se comporta de maneiras diferentes. Isso é bem fácil de se notar ao ver os personagens com quem Harry se relaciona ao decorrer do jogo. Aliás, é interessante notar que todos os personagens estão bem diferentes: Cybil, Dahlia (numa versão adolescente, que diz ser a amante de Harry), Lisa, e uma personagem nova, Michelle, uma adolescente estudante que diz conhecer Cheryl.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto à parte de ação, em certos momentos no enredo, haverão os Ice Nightmares, "Pesadelos de Gelo", onde o tempo parece parar, e tudo à volta do personagem se congela. Nestes momentos, haverá dezenas de crianças deformadas possessas, caçando Harry, e aí você será forçado a... fugir! Não há armas, logo, não há combates no jogo, no máximo você irá acender um sinalizador vermelho que afugenta os monstros por um pouco de tempo. Os pesadelos só acabam quando você consegue correr do ponto x ao ponto y, às vezes, tendo de resolver um puzzle no meio do caminho. Caso os bichinhos consigam te pegar, é só apertar o botão correspondente para se esquivar, mas irá custar um pouco de stamina (que pode ser recuperada ficando parado, mas os seres estranhos vão te perseguir onde você for...). Ás vezes dois ou mais deles podem te pegar, aí ficando mais difícil de escapar. Mas caso você morra, não há problema, o jogo reinicia do último checkpoint e você não é penalizado por isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os gráficos estão bonitos, dá para passear na cidade, admirar várias coisinha menores que foram colocadas como detalhes a mais, como telefones discáveis, detalhes na paisagem, casas, escolas, cenários em geral. Certos momentos, alguns personagens irão te levar para um passeio de carro, onde você pode se mover nos bancos traseiros, ou observar a paisagem que fica para trás. O som é muito bom, com as vozes se encaixando bem nos personagens, principalmente a parte onde Michelle canta a música-tema de SH1, para uma platéia vazia. Fantástico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, quando vi o final, tomei um susto, já que é completamente surpreendente (apesar de o jogo fornecer dicas o tempo todo, você só vai perceber quando ver o final). O final vai depender de suas respostas em todos os testes psicológicos durante o jogo. Como de praxe, um Joke ending pode ser destravado, se durante um segundo gameplay, você ligar para uma agência de UFO's, onde alguém irá dizer que existem 13 discos voadores pela cidade. Se você fotografar todos eles, consegue ver o final bônus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Well, por aqui eu termino a série de análises especiais sobre Silent Hill. Talvez eu faça uma análise sobre SH2 quando conseguir adquirí-lo. Ou quem sabe, se ganhar meu PS3, posso falar do Homecoming. Por enquanto...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-2724296285892323573?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/mCrWGBDUTDs/analisesilent-hill-shattered-memories.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/TAUQzGXUlRI/AAAAAAAAAFw/6LIzMu8fT4I/s72-c/959241_123208_front.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/06/analisesilent-hill-shattered-memories.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-8384277303632357567</guid><pubDate>Fri, 28 May 2010 13:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-28T10:54:55.128-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">favoritos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Silent Hill: Origins - PS2</title><description>Tudo bem pessoal? Hoje eu vou fazer uma análise de mais um jogo da série Silent Hill. O jogo da vez será o Silent Hill: Origins (ou Silent Hill Ø / Zero), que conta uma história muito anterior à do primeiro jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S_-3IWpIV-I/AAAAAAAAAFU/ePoqPnFRU5Q/s1600/origins.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S_-3IWpIV-I/AAAAAAAAAFU/ePoqPnFRU5Q/s320/origins.jpg" width="230" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;como de costume, &lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;Gamerankings.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;A história de SH:Ø começa com uma conversa de rádio-amador entre um desconhecido qualquer e nosso protagonista, Travis Grady, um caminhoneiro. Travis diz que se atrasou para uma entrega, e vai ter que pegar um atalho... via Silent Hill.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao chegar na cidade, Travis atropela uma moça na estrada, da mesma forma que Harry em SH1. Ele para o caminhão para socorrer a vítima, mas não encontra ninguém. Quando vai voltar para seu veículo, ele vê no espelho retrovisor uma garota de aparência fantasmagórica, com a mesma roupa de Cheryl no primeiro jogo, mas quando se vira, não vê ninguém. Amedrontado, ele foge para dentro da cidade de Silent Hill, e vê uma casa incendiada, de onde se podem ouvir gritos de socorro. Não havendo ninguém nas proximidades para ajudar, ele resolve entrar e salvar a vítima. Lá dentro ele encontra uma garotinha totalmente carbonizada, mas ainda viva (!!!) sobre um círculo de ritual, e salva a garota. Quando ele sai da casa, perde a consciência por ter inalado muita fumaça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando acorda, está deitado num assento no meio da cidade, e decide procurar a garotinha para saber se ainda conseguiu sobreviver, e qual é o estado de saúde dela. Assim, ele se dirige para Alchemilla Hospital, que é onde o pesadelo irá começar...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história anterior à de Harry já é conhecida por grande parte dos fãs de SH. O sofrimento de Alessa, pormenores d'O Culto, o passado de Lisa Garland e Michael Kaufmann. Mas o fato de poder jogar, quase vivenciar essas situações, foi o grande charme desse jogo. Não bastasse isso, junto com as explicações de fatos mais antigos, temos uma história completamente nova, já que o enredo do Origins é mais voltado para Travis e seus demônios interiores do que para a história de Alessa/Cheryl em si. Às vezes, a procura pela garota parece apenas uma desculpa para explorar a cidade, e enfrentar o próprio passado. Mas ainda assim é bom ver essa mistura de personagens novos, como os pais de Travis, com os antigos, como Dahlia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jogabilidade veio bem alterada com relação aos três primeiros jogos da série, se aproximando mais do The Room, tirando a volta do inventário ilimitado. Os controles são 2D, pois é melhor para um console portátil (lembrando que esse SH foi lançado para PSP e depois adaptado para PS2). Travis é bem fácil de ser controlado. Outra mudança foi no sistema de energia do personagem. Novamente não há indicadores de energia, mas caso a situação fique crítica, a tela começará a ficar com bordas vermelhas, um som de batimentos cardíacos acelerados e o controle vibra no ritmo dos batimentos (quando estiver quase morrendo, o controle irá dançar na sua mão...). Mas sem dúvida as duas maiores (e melhores) alterações foram no sistema de combate e o Mundo Alternativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jogo agora é mais voltado para a ação. Ainda há muitos puzzles bacanas, que fazem o jogador pensar, anotar um monte de coisas no papel, e causam a frustração de ter que ir e voltar a um dado lugar várias vezes. Mas com o novo sistema de batalha, mais dinâmico, o jogo ficou um pouco mais divertido, não sendo necessário economizar tanto. Travis encontrará vários objetos, desde canivetes e pedaços de madeira até torradeiras e televisões portáteis, e poderá usar tudo isso como armas. Embora sejam muitas, todas elas são quebráveis, o que ajuda na tensão de se lutar contra um inimigo forte e a arma fica inutilizável. Essas armas são divididas em três seções: Armas de mão (combate corpo-a-corpo), Armas de fogo e Arremessáveis. Estas últimas são as mais fortes, mas só podem ser usadas uma única vez. Travis irá arremessá-las no inimigo, quebrando a arma (TV, Garrafas, etc.). Caso todas as suas armas se quebrem, e sua munição se acabe, não há problema, pois como todo bom caminhoneiro deve saber se defender sozinho, Grady pode "sair na mão" contra os inimigos, dando um combo de socos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já quanto ao Mundo Alternativo, com uma mudança que começou tímidamente com SH4, o herói pode escolher a qual hora ele viaja desra dimensão para a outra. Numa cena no hospital, Travis procura Alessa e chega numa sala com um grande espelho, que tem um reflexo distorcido da mesma sala. Ao se aproximar do espelho, ele vê a garota do outro lado, e quando ela põe a mão no vidro e ele a imita, a tela começa a chiar, como um canal de TV fora de sintonia, e quando reaparece, ele está no Mundo Alternativo. A partir daí, qualquer espelho poderá servir de portal para Travis, entre esse mundo e o outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história, como já foi falado, conta sobre Travis procurando Alessa. Enquanto procura, irá conhecer Lisa, Kaufmann e Dahlia, e aí a história toma um rumo mais pessoal, enfocando o relacionamento dele com seus pais, e outras experiências que ele viveu em Silent Hill. Irá conhecer um novo inimigo assassino, Butcher (ou O Açougueiro), um ser enorme que fatia os próprios monstros sem dó, mas que só aparece às vezes para dar um clima tenso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O gráfico é bacana, mas devemos lembrar que esta é uma adaptação de um jogo para portátil. Sim, os gráficos foram melhorados, mas não muito. Da mesma forma, o som ajuda a criar tensão, mas não é espetacular; os monstros não tem sons memoráveis e a música é... bem, ela é um pouco estranha...&lt;br /&gt;
E temos também a volta dos clássicos Lanterna (elemento gráfico) e Rádio (elemento sonoro), que sumiram em SH4:TR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, o mais do jogo é isso. Voltamos a ter um joke ending, apenas dois finais sérios, um jogo com mais pancadaria, mas ainda assim, é Silent Hill como os outros, e assim sendo, muito divertido. Suas grandes evoluções são a liberdade de transitar entre os dois mundos (fato que é de importancia não apenas para a progressão do jogo, mas para a história de Travis em si) e os combates melhorados. E sinto dizer-lhes que a matéria especial sobre a série Silent Hill termina no próximo post, com a matéria sobre o Shattered Memories.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-8384277303632357567?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/V9Us5Nh8Dwg/analise-silent-hill-origins-ps2.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S_-3IWpIV-I/AAAAAAAAAFU/ePoqPnFRU5Q/s72-c/origins.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/05/analise-silent-hill-origins-ps2.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-2537792674501687128</guid><pubDate>Sat, 22 May 2010 13:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-27T15:34:34.500-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">favoritos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Silent Hill 4: The Room - PS2</title><description>Well, aqui estou novamente para continuar as matérias sobre a série de games de terror mais bacana que existe (Opa! Lembre-se de ser imparcial...). A análise 3/5 (ou seja, a de hoje) vai falar sobre o jogo mais "diferente" da franquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só como curiosidade: The Room seria um jogo paralelo à serie principal, apenas mais tarde a Konami decidiu criar certas partes que ligassem o jogo aos demais. Por esse motivo, talvez, este jogo seja tão diferenciado dos demais. Dito isso...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S_aDweovbJI/AAAAAAAAAE8/4_lNEt5vFpg/s1600/919554_front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S_aDweovbJI/AAAAAAAAAE8/4_lNEt5vFpg/s320/919554_front.jpg" width="225" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;fonte: &lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;Gamerankings.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Ashfield. É onde a história se inicia (Não, você não leu errado. Esse Silent Hill não se passa em Silent Hill.) Num apartamento chamado South-Ashfield Heights, o personagem principal, Henry Townsend, observa que seu apartamento está "possesso". Ele ouve gritos, vê coisas e parece estar em outro mundo (semelhante ao mundo alternativo dos demais jogos). Depois de caminhar pela casa, ele se depara com um rosto na parede, mas ignora-o. Quando ele vira as costas, esse rosto começa a se mover, como se quisesse sair de lá, e depois de um grande esforço, a criatura realmente consegue surgir da parede, e ataca Henry. Como de costume, ele acorda (é, foi só um sonho), mas observa que se encontra completamente isolado do mundo real, já que todos os meios de comunicação, como rádio e televisão, estão sem sinal, as janelas estão completamente vedadas e a única porta que liga o 402 com o exterior foi misteriosamente acorrentada por dentro!!!. Seu único contato com o mundo real é olhar pela janela e pelo olho mágico da porta, e por um pequeno buraco que ele encontra na parede, onde ele consegue espiar a casa da vizinha Eileen Galvin (ele está isolado e correndo risco de vida, mas ainda é um homem, tchê!). Em certo momento, ele ouve um estrondo vindo do banheiro e decide ir lá para verificar. Quando chega, vê que surgiu um enorme buraco na parede, e sendo a única forma de fugir, ele entra lá e segue até o final, chegando à estação de metrô de Ashfield, onde encontra a "caliente" latina Cinthia Velásquez. Ela diz estar num sonho (mas espera aí, sou eu quem estou sonhando!!!), e promete "recompensar" Henry, caso ele a ajude a sair de lá. Mas algo fora dos planos vai atrapalhar essa tentativa...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com essa pequena introdução, inicia se a história mais estranha de Silent Hill. Desta vez, você não vai lutar contra um culto demoníaco, nem contra os pesadelos interiores do protagonista, mas sim contra um assassino serial, que quer cumprir um ritual para se encontrar com sua mãe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mecânica do jogo é completamente alterada, e a primeira coisa que se nota é que o jogo é que ele é em primeira pessoa (embora mais tarde se note que não é o jogo todo, apenas as partes onde você está no 402, o restante segue o padrão da série). Além disso, uma grande mudança, foi o inventário, que em toda a série é ilimitado, e agora tem um limite, o que o obriga a voltar constantemente para o apartamento para guardar seus itens numa caixa (Igual aos antigos Resident Evil). Voltar ao apartamento é necessário algumas vezes, para solucionar alguns puzzles, e é bom para recuperar a energia de Henry. Falando nisso, esse jogo possui uma HUD para mostrar para o jogador a quantidade de energia de Henry, e uma barrinha que se preenche conforme se carrega um ataque físico. Outra mudança é que há poucos quebra-cabeças, sendo que o jogo se foca mais na ação, embora não haja bosses, apenas Walter Sullivan, o antagonista do game.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto que fica bem diferente dos outros jogos é a progressão da história. O jogo em si não contém muita história, a grande parte da trama que você vai descobrir será lendo pequenas notas que surgem em seu apartamento, aparentemente de forma aleatória (no fim do jogo você vai descobrir que não é nem um pouco aleatório...). Também poderá observar a vida das pessoas pelo olho mágico da porta, pelo buraco na parede do quarto da vizinha (safadeeenho!) ou pela janela. No jogo mesmo, a história se limita a explorar um certo ambiente, conhecer um personagem novo, resolver alguns puzzles e então acontece algo interessante. Na próxima vez que você entrar pelo cano [Super Mario Mode On], você vai para um cenário diferente, mas a progressão continua a mesma. Depois do segundo cenário, você já sabe exatamente o que vai acontecer com cada personagem, só não sabe como... Depois da metade do jogo, você revisita todos os cenários, tornando-o um pouco repetitivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os combates, embora haja uma boa variedade de armas, tem poucos tipos de inimigos, e a ausência dos bosses deixa um pequeno vazio, mas agora existem os "fantasmas", que são as vítimas do serial killer Walter. Estes fantasmas são imortais (até porque já estão mortos), e tem a real capacidade de te perseguir, mesmo através de outras salas. Mesmo que não te toquem, ficar próximo a um deles já é o suficiente para machucar Henry. Se você golpeá-los muito, pode derrubá-los, mas até isso, já perdeu muita energia. No entanto, há armas especiais para eles: Um medalhão, que anula sua aura; uma vela, que te protege dentro de uma certa área de influência; balas de prata, que machucam os fantasmas por um bom tempo; e finalmente, a Espada da Obediência, da qual há apenas 5 exemplares. Esta última deve ser usada ao derrubar um fantasma, ela prende o fantasma no chão, deixando-o imóvel eternamente, ou até que você decida retirar a espada para usar em outro fantasma, ou seja, é como se eliminasse aquele inimigo para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O gráfico está bem melhor e mais detalhado em SH4 que em seus antecessores. Por estar aprisionado, Henry tem uma barba mal-feita, bem detalhada. A movimentação dos personagens é boa, e o design de certos inimigos é surpreendente (e assustador). Uma outra coisa que foi tirada dos jogos anteriores foi a lanterna, mas nem por isso os efeitos de iluminação são ruins.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O som faz bem seu trabalho. Não há mais o rádio (poxa, tiraram todos os itens tradicionais...), e nenhum monstro tem lá um barulho muito intrigante, mas quando um fantasma se aproximar, você vai saber, pelo ruído da imagem, a tela ficando vermelha e um som característico de TV pifando. As vozes se encaixam bem nos personagens. A música é boa, tanto a música da introdução quanto nos momentos de tensão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente, SH4 é isso: Se você procura um jogo igual aos anteriores, esqueça. Mas isso não tira a diversão do jogo. Pelo contrário, leva você a um novo nível de gameplay. Nem todas as mudanças foram boas, é claro. Mas continua sendo um jogo de altíssimo nível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PS: Há uma última mudança no jogo que não foi citada: O jogo possui 4 finais, mas não possui um Joke Ending, aquele que todos os outros jogos tem, envolvendo UFO's.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-2537792674501687128?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/S-129EqgFuo/analise-silent-hill-4-room-ps2.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S_aDweovbJI/AAAAAAAAAE8/4_lNEt5vFpg/s72-c/919554_front.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/05/analise-silent-hill-4-room-ps2.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-8197756586440209665</guid><pubDate>Mon, 17 May 2010 20:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-27T15:34:07.489-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">favoritos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise]Silent Hill 3 - PS2</title><description>Como já falei anteriormente, não vou estar comentando SH2, por falta de recursos (leia-se não tenho o jogo...), mas de certa forma, foi bom, já que eu posso escrever sobre SH3, que é uma sequência dos eventos do primeiro jogo, enquanto eu tento adquirir o famigerado segundo jogo. Assim sendo, vamos lá:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S-6w_4onzYI/AAAAAAAAAEs/Pe6BKRI9a9c/s1600/561292_front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S-6w_4onzYI/AAAAAAAAAEs/Pe6BKRI9a9c/s320/561292_front.jpg" width="226" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Como de praxe, retirada de &lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;Gamerankings.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;De prima, devo dizer: Odeio dar Spoilears, mas neste caso será necessário para se compreender um pouco da história...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final de Silent Hill (o final verdadeiro, também chamado Final Canônico), Harry Mason e Cybil Bennet conseguem fugir de Silent Hill, com Cheryl, que reencarnou como um bebê.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Em dado momento da história, após SH, Harry e Cheryl seguem a vida normalmente, até que um dos cultistas de Samael tenta sequestrar Cheryl, para cumprir os planos do culto e trazer seu deus à vida. Harry acaba matando o cultista, e vai a julgamento, mas é inocentado ao alegar legítima defesa. No entanto, sentindo que ele e sua filha não então mais seguros, ele decide mudar a aparência e identidade dela; logo, Cheryl Mason se torna Heather, e seu penteado mais curto e loiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jogo realmente se inicia com Heather adolescente, num parque de diversões recheado de monstros. Ao ser atacada, ela perde a consciência, como acontecera com seu pai. Logo, ela acorda num restaurante de um shopping. Ela telefona para Harry, para dizer que está indo para casa, e quando termina, percebe que está sendo observada. Douglas Cartland se apresenta como investigador, e diz saber algo sobre o passado dela. Ao se sentir incomodada por ser seguida por esse completo estranho, ela foge por uma janela, mas acaba ficando presa no shopping vazio... e cheio de demônios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uma breve introdução, agora vamos falar do jogo em si. Sua história é simplesmente marcante, com reviravoltas, pessoas boas e más cruzam o caminho de Heather. Além de Douglas, somos apresentados, ainda no shopping, a Claudia, antiga amiga de Alessa, e sucessora de Dahlia como nova líder do culto. É simplesmente uma pessoa assusstadora, mas diferente de sua antecessora, ela deixa bem claros os seus objetivos. Também há o personagem Vincent, o qual é muito duvidoso, não sabendo-se se ele quer ajudar Heather ou Cláudia, até o fim do jogo, onde este revela suas intenções. É interessante notar como o jogo consegue construir uma história envolvente com poucos personagens (além dos ocasionais, como Leonard e o próprio Harry.). A história não apenas é assustadora, mas também emocionante, já que deve ser difícil para uma adolescente de 17 anos perceber que tudo ao seu redor é uma mentira, e se ver de uma hora para a outra envolvida com uma organização religiosa que quer criar um universo de caos, trevas e sangue, além de outras coisas que não vou spoilar, mas que quase fizeram este blogueiro frio e calculista chorar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mecânica de jogo é bem semelhante à do primeiro, com poucas alterações. Os controles mais sensíveis do PS2 ajudaram muito. Heather é mais habilidosa que seu pai no combate, apesar da menor idade e de ser uma mocinha. Cá entre nós, ela é quase tão mocinha quanto Leon do RE4. Há uma porção de armas novas para usar, incluindo uma maça enorme e um sabre de luz (mas é uma arma secreta...). O jogo ainda é um pouco pobre em armas de fogo, então é bom guardar para os chefes. Outra alteração é que agora não há mais aquela liberdade de exploração da cidade, pelo menos não até o meio do jogo, até por que o jogo não se passa em Silent Hill, mas só depois de um certo tempo a protagonista se dirige à cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os gráficos melhorados trouxeram um novo grau de realismo ao jogo. Os monstros tremem como uma pessoa com ataques epilépticos, ao serem derrubados. Os efeitos de iluminação (ou falta dela, em alguns momentos) são incríveis, desta vez tornando obrigatório o porte e uso da lanterna. Já o rádio, não faz tanta falta, já que você vai ver os monstros claramente se aproximando. Na verdade, há certas salas no jogo que não são mais do que um cubículo com um monstro enorme, e nesses momentos que o rádio viria bem a calhar, ele não identifica monstros através de portas...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O som é bacana, tanto como o antecessor, mas não chega a ser impressionante, principalmente se levarmos em conta que o PS2 é bem mais poderoso que o PSone em matéria de som. Na verdade, a única coisa memorável no som de SH3 são os barulhos dos seres, principalmente antes de sua morte *BANG*.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Uma outra coisa onde este jogo perde para o anterior é o fator replay. Apesar das variações de dificuldade e talz, o jogo possui apenas 3 finais, geralmente os outros games da franquia tem 4 ou 5. Aliás, tocando no assunto dificuldade, essa área foi trabalhada com maestria. No início do jogo, você pode escolher o nível de dificuldade entre fácil, médio e difícil, em duas categorias: a dificuldade da ação (ou seja, monstros, chefes, fugas, perda de vida, munições, remédios, etc) e a dificuldade dos puzzles (quebra-cabeças). No início, achei que a dificuldade dos quebra-cabeças seria algo do tipo ter que passar por mais inimigos para chegar num item chave, ou mudar a posição dos mesmos no mapa. Mas mesmo os puzzles de raciocínio ficam mais difíceis. A primeira vez que eu joguei, com ambos no normal (easy é para os fracos...), só travei no último puzzle do jogo, que passei após muitas tentativas. No Hard mode, não consegui passar do primeiro, que exige noções de literatura inglesa (Shakespeare, pra ser mais exato...) e conhecer superficialmente não basta (para nós brazukas, a situação ainda é um pouco pior por causa de linguagem, mas nada que um Google Translate ou Michaelis não resolva.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Well, aqui está uma visão básica do jogo, desde dia 15/05 escrevendo, finalmen te consegui publicar isso. O próximo será o mais distante dos irmãos: Silent Hill 4 - The Room.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-8197756586440209665?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/eUHWOe_mHXk/analisesilent-hill-3.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S-6w_4onzYI/AAAAAAAAAEs/Pe6BKRI9a9c/s72-c/561292_front.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/05/analisesilent-hill-3.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-3547077655972747626</guid><pubDate>Wed, 12 May 2010 20:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-17T17:22:55.807-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">favoritos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Silent Hill - PS</title><description>Como prometido, vou começar a escrever sobre essa série incrível, e nada melhor que começar pelo primeiro jogo, não apenas por ser o primeiro, mas também por influenciar grandemente quase todos os outros jogos da série. (exceto SH2, 4 e Homecoming)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S-q5hUmy1SI/AAAAAAAAAEk/gZDytk-2rys/s1600/198641_42896_front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S-q5hUmy1SI/AAAAAAAAAEk/gZDytk-2rys/s320/198641_42896_front.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;retirado do site &lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;Gamerankings.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O jogo conta a história de Harry Mason, um escritor, que viaja de férias com sua filha Cheryl (Só pra esclarecer: Cheryl não é filha biológica de Harry, mas não vou comentar muito esse ponto, senão vou "Spoilar" os outros jogos...). No trajeto, começam a acontecer coisas estranhas: Uma moto policial ultrapassa em alta velocidade; pouco tempo depois, Harry vê a mesma moto caida na estrada, e mais para a frente, vê um vulto de uma moça na estrada. Ao tentar se esquivar, acaba sofrendo um acidente e caindo na cidade de Silent Hill. Quando acorda, percebe que sua filha não está no carro, e sai para procurá-la. Quando encontra, a garotinha parece estar em transe, não ouvindo o chamado de seu pai. Desesperado, Harry corre atrás dela, até chegar a um beco sem saída, onde tudo o que ele encontra são CRIANCINHAS MUTANTES POSSESSAS ARMADAS (bem dramático, não?) e quando ele tenta fugir, percebe que todos os caminhos (inclusive o que ele usou para chegar ali) estão bloqueados... Ele é impiedosamente esfaqueado até perder a consciência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Logo ele acorda num bar, e descobre que tudo foi um sonho. Junto com ele, está a policial da moto à beira da estrada, Cybil Bennet. Ela explica que a cidade está louca, as pessoas sumiram, e para ajudar, uma neblina eterna cobre a cidade. Ela sai para investigar, dando a Harry uma arma. Quando ele vai sair do bar, um radinho começa a disparar uma espécie de alarme; é então que surge um pterodáctilo deformado. Depois de dar cabo dele, o protagonista deve correr contra o tempo para salvar sua filha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Misticismo, demonismo, tudo se confunde aqui. O jogo difere dos antecessores Resident Evil e Alone in the Dark por não causar sustos, e sim deixar o jogador com medo. Por isso, recebeu uma classificação um pouco diferente dos já citados, passando a ser o pioneiro no Terror Psicológico. As poucas pessoas humanas que aparecem, não passam confiança. O ambiente é sinistro, porque retrata locais conhecidos de nosso dia-a-dia, como escolas, hospitais e lojas, mas de uma forma distorcida. Inocentes crianças se tornam monstros, enfermeiras viram assassinas, e por todos os lados se vê cadeiras de rodas jogadas pelos cantos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A história é simplesmente fantástica, com uma porção de reviravoltas. Geralmente o jogo permite que o jogador se sinta seguro e protegido, e de repente BANG! te joga num mundo cheio de criaturas piores que as da cidade comum (Que é a cidade à noite, se tranforma numa outra realidade). Daí o nível de tensão tende a crescer, a ponto de certas vezes no jogo você ficar com medo de prosseguir. A tensão chega ao ápice quando há uma batalha contra um boss e então tudo volta ao "normal". Quando você começa a se acostumar com esse padrão, vem o Mundo Alternativo, onde a cidade flutua, o chão e as paredes são de grade, com luzes vermelhas que fazem pensar em fogo. E sempre você vai correr para achar Cheryl, mas ela foge, como se uma força maior estivesse puxando-a para mais profundo na cidade. E ninguém vê a garota ou sabe informar onde ela está...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O gráfico do jogo não é tão bom, às vezes parece até feito às pressas, mas se encaixou como uma luva no contexto. O ambiente sujo e escuro, extremamente poluído, passa certa tensão. Harry parece um pouco duro em seus movimentos, mas vamos dar um desconto, afinal, ele é um escritor, e não um atleta... &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Uma parte onde os gráficos do jogo se superam, é na CG de abertura, podendo ser citada como uma das melhores aberturas em CG do PS, junto com a de Soul Edge/Blade e a de Front Mission.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O som colabora o tempo todo para criar o ambiente de tensão, seja pelas músicas horripilantes, ou pela ausência delas em momentos chave. As vozes se encaixam muito bem nos personagens. Os gemidos dos monstros e das enfermeiras sendo fatiadas com uma serra elétrica... e claro a música da CG de abertura é perfeita para esse tipo de jogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os controles fazem sua parte, não te deixam perdido com um milhão de comandos, mas támbem permitem coisas mais avançadas do que correr/mirar/atirar. Você começa o jogo com uma lanterna, que te ajuda no escuro (sério?), e recebe um radinho velho que começa a chiar cada vez que você se aproxima de um monstro (tá, isso elimina a surpresa, mas você ainda não sabe de onde vem o ser, embora saiba que ele está lá e está se aproximando de você...). A munição para as armas de fogo é bem limitada, então você tem duas opções: &lt;strike&gt;Run to the Hills&lt;/strike&gt; Correr ou partir para o corpo-a-corpo (no bom sentido, é lógico), munido de canos, porretes e outros do tipo (Claro, você também pode usar cheat para conseguir mais ammo, mas cheat é para os fracos...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por fim, outro fator em SH que conta como ponto positivo é o replay. Dependendo de suas ações, pode chegar a até quatro finais diferentes, cada um deles libera novas armas secretas (katana, serra-elétrica, broca...) e fazendo o final bom, você pode adquirir uma pedra que se usada em vários lugares estratégicos, pode levar a um quinto final, ou joke ending.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por tudo isso, Silent Hill é um clássico que não pode faltar nas prateleiras dos fãs do PS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;SeeYa!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-3547077655972747626?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/roEX38q7ahY/analise-silent-hill.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S-q5hUmy1SI/AAAAAAAAAEk/gZDytk-2rys/s72-c/198641_42896_front.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/05/analise-silent-hill.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-9043748485594405675</guid><pubDate>Tue, 11 May 2010 14:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-13T11:29:40.635-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">favoritos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Especial</category><title>[Especial] Silent Hill</title><description>Desculpem pelo sumiço, mas estive sem tempo de estar escrevendo algo aqui.&lt;br /&gt;
Queria continuar as matérias sobre games de Terror, com o já citado Silent Hill, mas percebi que todos os jogos tem uma forte ligação, logo não poderia escrever sobre apenas um deles (minha intenção era usar o SH3, mas é completamente dependente do primeiro...) . Então resolvi fazer uma matéria especial sobre toda a saga, que (infelizamente) não será postada hoje, mas depois, e um após o outro (exceto SH2, considerado por muitos como o melhor, e o único que não joguei, então não tem como analisar...). Estarei em breve escrevendo sobre os jogos nesta ordem: SH, SH3, SH4, SH0 (ou Origins) e finalmente o mais recente, SH: Shattered Memories (que também tem forte ligação com SH e SH3). Apenas para deixar com aquele gostinho de água na boca, vou deixar um trecho da história de Silent Hill.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Origem&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;A origem de Silent Hill data do século XVII, antes da chegada dos colonizadores ingleses. A área era um lugar sagrado, onde os nativos indígenas americanos conduziam rituais religiosos e referenciavam a cidade como "O local dos espíritos silenciados". Por volta de 1607, começa a colonização dos EUA, mas, só em meados de 1600, os colonos ocupam o território de Silent Hill. No começo do século XVIII, acontece uma terrível epidemia na cidade e os habitantes a abandonam. Nesse século, os EUA declaram independência e George Washington é eleito o primeiro presidente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando estoura a Guerra de 1812, a cidade é repovoada como uma colônia de prisão, então a Prisão Silent Hill (um dos locais do segundo jogo) é construída e só então a cidade recebe o nome de Silent Hill. Muitas pessoas morreram nessa terra e por causa dos pensamentos e sentimentos dos prisioneiros, a energia original da cidade foi gradualmente aumentada e distorcida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma nova epidemia ocorre e o Hospital Brookhaven é construído para contê-la. Em 1830, começa a remoção forçada dos índios nativos. Por volta de 1840, a Prisão Silent Hill é fechada e, sobre esse terreno, é construído a Sociedade Histórica de Silent Hill, que reúne documentos e obras de artes da origem da cidade. Em torno de 1850, é descoberto uma mina de carvão, posteriormente chamada de Wiltse, revitalizando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1861, começa a Guerra Civil Americana (Guerra de Secessão). Patrick Chester (que é homenageado com uma estátua no Lago), participa na guerra junto com seu filho. Em 1862 o campo de prisão Toluca foi construído para prisioneiros de guerra. Entre 1865 e 1866 é o ponto máximo da Guerra Civil e o Campo de prisão é transformado na Prisão Toluca. Em torno de 1890 nos EUA, a resistência dos nativos americanos termina e em Silent Hill, pessoas começam a desaparecer. No começo do Século XX a Prisão Toluca fecha e a mina de carvão Wiltse pega fogo e com isso, Silent Hill se torna uma cidade turística, em decadência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Novembro de 1918, num dia nublado, um barco chamado Pequena Baronesa desaparece no lago e, desde então, nunca mais se teve pistas, nem da embarcação, nem dos catorze tripulantes e turistas. A partir de 1939, estranhos incidentes ocorreram no Lago Toluca e algumas pessoas diziam ver mãos esqueléticas saindo da água para tentar agarrar os barcos que passavam e depois voltando para o fundo do lago. Durante uma data desconhecida, o prefeito de Silent Hill morre de repente e os integrantes da equipe de desenvolvimento turístico da cidade morrem um a um de acidente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Silent_Hill#Origem"&gt;Wikipedia.org&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-9043748485594405675?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/-o9IQHeuIF0/especial-silent-hill.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/05/especial-silent-hill.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-1127053274764610560</guid><pubDate>Mon, 03 May 2010 15:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-03T12:10:49.098-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">favoritos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Resident Evil 4 - Ps2</title><description>Já que eu estive falando no meu&amp;nbsp;&lt;a href="http://edknightblog.blogspot.com/2010/04/analise-alone-in-dark-ps2.html"&gt;último post dia 28/04/10&lt;/a&gt; sobre Alone in the Dark, pensei em continuar falando sobre Survival Horror, e se o último me decepcionou, agora vou falar sobre um jogo que me surpreendeu. Se tinha boas expectativas sobre esse jogo, ele superou tudo o que eu imaginava...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S97P0YRzekI/AAAAAAAAAEU/TXjMdCQb-uI/s1600/resident_evil_4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S97P0YRzekI/AAAAAAAAAEU/TXjMdCQb-uI/s320/resident_evil_4.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Aviso: A seção contém fatos pessoais. Você pode ler para conhecer a vida do autor da análise, ou pular para a parte interessante...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro Survival que eu joguei foi RE3. Foi bacana para ver como são esses jogos (e viciar neles...). Mas a minha experiência foi pobre, ainda não tinha aquele "tchan" pra jogar aquilo, e era muito novo. Depois de alguns anos, eu e meu primo jogamos Silent Hill, e com 7:30 conseguimos terminar o nosso primeiro survival, com o final bom e tudo. A partir daí, joguei RE, RE2 (dual shock), RE3, AitD e a série SH (quase todos os jogos). Quando vi RE4, pensei: a franquia não é tão boa como SH (minha opinião...) mas eu gosto do jogo. Vamos experimentar...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaba a seção pessoal....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira coisa que notei foi, logo na capa, o personagem principal Leon. Pra quem não sabe, RE costuma invocar personagens antigos nos jogos novos (a saber, Jill de RE é personagem principal de RE3, Leon de RE2 volta em RE4, Chris de RE volta em RE5, e Claire de RE2 em Code:Veronica). A segunda coisa que notei é que esse Leon não é o mesmo de antes. Se em RE2, ele era um policial novato, agora ele é um agente secreto sobre ordens diretas do presidente. Isso é fácil de notar pelas CG's de tirar o fôlego, onde ele luta mais que o Jackie Chan, dá mortal, pirueta, voadora, salta de alturas insanas e chega ao final do jogo sem um arranhão, ao melhor estilo Chuck Norris. Claro que é brincadeira, porque ele apanha muito sim (principalmente na hora em que ele está se achando demais, batendo em todo mundo, e um chefão para ele com apenas uma mão...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira mudança &lt;strong&gt;relevante&lt;/strong&gt; do jogo é que mudou-se o sistema de câmera. Se antes as câmeras eram fixas devido às limitações de console, agora com os poderosos Wii/Ps2 e outros, isso não é problema. O jogo usa uma câmera em 3ª pessoa com perspectiva acima do ombro, dando visão perfeita do que vem pela frente, e facilmente podendo virar para ver o que está atrás. O combate continua "aperte um botão para mirar e ação para atirar" mas agora você mira como num game &lt;em&gt;shooter&lt;/em&gt;, e nada de mira manual... Munição não será problema, pois cada inimigo morto deixa dinheiro, itens e munição. Mesmo se acabarem todas as balas, Leon carrega uma faca, e pode usar o ambiente a seu favor. Mas com a introdução de novas armas, como rifles sniper e granadas de mão, acho que vai ser difícil ter necessidade de correr.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um agente "evoluído", agora ele pode também chutar zumbis. Pode não parecer muita coisa, mas chute um zumbi para armadilhas, como minas explosivas, e game over pra ele! Como Leon, os zumbis também estão evoluídos, portando desde facões e machados (que usam no corpo a corpo, mas podem arremessar) até balistas de fogo, serras-elétricas e granadas (e um zumbi enorme que eu apelidei de Rambo, com uma Gatling Gun maior que seu personagem). Sim, aqui eles pensam. Os primeiros zumbis podem ser meio burrinhos, atirando nos próprios parceiros, mas depois você vai vê-los cooperando para uma causa maior. Certos inimigos tem um ataque do tipo 1-Hit K.O. como o carinha da serra-elétrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O som ficou incrível. Os zumbis xingam em espanhol. Isso tira a surpresa e o susto às vezes, mas piora a sua situação quando você esta num cenário labiríntico e ele simplesmente dá um grito, e você não sabe de onde ele veio até que um machado acerte suas costas. A dublagem dos personagens principais e vilões ficou muito boa, e as vozes se encaixaram muito bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os gráficos dispensam comentários. Desde a movimentação dos personagens, efeitos de iluminação, até a atenção a pequenos detalhes, que provavelmente passariam despercebidos, como movimentos de cabelo, roupas, e penas que voam quando você mata aves. Sem contar as CG's, muito perto da realidade (e, creio eu, do limite do console)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez, a maior mancada tenha sido a repetitividade na história. A missão primária é resgatar a filha do presidente dos E.U.A., Ashley Graham, sequestrada por "terroristas espanhóis". Na verdade, em menos de 10% do jogo, você vai conseguir cumprir seu objetivo. O problema é que sempre aparece um chefe que coloca Leon inconsciente e leva a garota de novo. Não se preocupe, você ainda vai salvá-la novamente (pelo menos umas seis vezes) antes de finalizar o jogo. Claro que não dá pra jogar todo o jogo no lixo por causa disso, já que cada vez que você perde Ashley, ela é escondida num lugar mais secreto (forçando você a adentrar na base inimiga e descobrir os podres deles, até que você descobre que quem está por trás de tudo isso é ninguém menos que [&lt;strong&gt;SPOILER&lt;/strong&gt;]. Haha, vocês acharam mesmo que eu ia falar quem era...). Também há outras coisas interessantes que ocorem paralelamente à missão, como um novo amigo hispânico, um antigo inimigo da época do treinamento governamental, e uma paixão ainda mais antiga, sem falar num vilão paranóico e seus capangas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra finalizar, RE4 também tem uma boa re-jogabilidade, com novos modos de jogo, como Separate Ways, onde você joga a história normal como [&lt;strong&gt;SPOILER&lt;/strong&gt;], apresentando um modo de vista novo para os acontecimentos do jogo; outro modo onde essa mesma personagem deve coletar as amostras do maldito vírus; e o clássico The Mercenaries, onde você começa com Leon e habilita novos cenários/personagens, dependendo de sua pontuação. Você pode reiniciar o jogo com novas roupas para Leon e Ashley.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, RE4 não é o maior jogo da história, nem do Ps2, mas com certeza é um jogo obrigatório. Boa jogabilidade, sons e gráfico fazem desse jogo um dos Top-10 para o console.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-1127053274764610560?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/E9VGPD3hFi8/analise-resident-evil-4-ps2.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S97P0YRzekI/AAAAAAAAAEU/TXjMdCQb-uI/s72-c/resident_evil_4.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/05/analise-resident-evil-4-ps2.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-1186936622040530272</guid><pubDate>Wed, 28 Apr 2010 20:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-30T11:56:53.313-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Análise</category><title>[Análise] Alone in the Dark - PS2</title><description>Well, aqui estou de novo, dessa vez pra escrever alguma coisa que faça sentido. Como já disse em posts anteriores, as análises feitas aqui no blog tem como base unicamente a minha pequena experiência gamer. Caso queira reclamar, sugerir, discutir ou xingar a mãe, sinta-se a vontade, mas não use a minha inexperiência como desculpa, pois já avisei com antecedência. Ditos os fatos, vamos ao texto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://image.com.com/gamespot/images/bigboxshots/6/943986_97914_front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://image.com.com/gamespot/images/bigboxshots/6/943986_97914_front.jpg" tt="true" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Capa retirada do site &lt;a href="http://gamerankings.com/"&gt;Gamerankings.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Bem, eu gosto muito de games do estilo Survival Horror, que comecei a jogar com 12 anos, a primeira vez que peguei Resident Evil 3. E quem é um pouco informado sobre o gênero sabe que Alone in the Dark foi o jogo que "inaugurou" o gênero. Com o personagem principal Edward Carnby (meu chará), o jogo recebeu ótimas críticas para a época (1992, pra ser mais exato), e lançou a moda, seguida por RE e SH, entre outros. O grande sucesso veio com o terceiro jogo, AitD: The New Nightmare, com a possibilidade de escolher dois personagens distintos, gráficos e sons melhorados e uma ótima história, cheia de suspense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com esse histórico, não pensei duas vezes antes de buscar esse Alone; mas infelizmente, houve uma espetacular queda na qualidade do jogo. A engine Havok parece ter sido mal-aplicada, como se fosse um jogo feito às pressas para cumprir um cronograma (como o personagem caindo, e simplesmente atravessando o chão e vendo o cenário se afastar, enquanto segue numa velocidade incrível em direção a nada...). Algumas coisas ficaram muito bacanas, como poder apagar o fogo com o extintor de incêncio, arrombar portas com objetos pesados, fazer um carro funcionar com ligação direta ou criar um molotov com uma garrafa e um isqueiro. Mas no geral, a física é um pouco fraca, pricipalmente nos combates, onde é quase impossível vencer sem armas de fogo. O jogo conta com alguns mini-games, mas o mais visível (e irritante) é um de corrida, onde você controla um carro com físicas horríveis e tem que fugir de alguma coisa que você não sabe o que é. Depois de tentar mil vezes, você aprende todos os obstáculos pelo caminho, e apesar de não guiar muito bem,&amp;nbsp;consegue passar para o próximo capítulo.&amp;nbsp;No entanto, os efeitos de iluminação (e da falta dela, em alguns momentos), ficaram perto da perfeição, recriando um ambiente que merece ser chamado de Sozinho no Escuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alone in the Dark tem a pretensão de ser um jogo "DVD-like" ou seja, se você travar numa parte, pode simplesmente ir no menu e escolher a próxima cena. Enquanto que esse sistema é bacana, principalmente quando você não consegue &lt;em&gt;adivinhar&lt;/em&gt; o que deve fazer (e pode acreditar, haverão muitos momentos de pura adivinhação no jogo.), ele tira um pouco daquele sentimento de "passar de fase", o que deixa o jogo muito fácil (tanto que se você quiser "spoilar", pode começar o jogo da última cena).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os personagens são pouco carismáticos, e a ação ocorre bem "de repente", com personagens sendo introduzidos sem muita lógica na história, como tapa-buracos, e outros que conforme perdem importância são simplesmente descartados (aka assassinados). Por alguns momentos até nos esquecemos da existência de certos personagens, até que, sem razão aparente, eles voltam. (Ainda hoje tento descobrir o que aconteceu com os mafiosos que me seguiram um capítulo inteiro...). A desculpa para a falta de habilidade de Edward é que ele enfrentou um demônio e então perdeu a memória. Durante vários momentos no jogo, fala-se sobre quem seria Edward na realidade, mas até o final do jogo, só foram feitas suposições e filosofias. Já os outros personagens, pouco se sabe sobre eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já a parte musical, não se destaca como ótima trilha sonora, mas também não atrapalha. Apenas uma trilha mediana. Os sons estão na média, não fazendo mais do que o trabalho devido. Um coral de fundo participa nos momentos de tensão, principalmente perto do fim do jogo, aí sim, ajudando a dar um "tchan" no jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resumindo: AitD é um jogo mediano. Compre e jogue a seu próprio risco. Se você é fã, recomendo que empreste/alugue o jogo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-1186936622040530272?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/KVXp5uosn5o/analise-alone-in-dark-ps2.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/04/analise-alone-in-dark-ps2.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-6110571910603420446</guid><pubDate>Tue, 27 Apr 2010 13:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-30T11:57:24.343-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">jogos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">favoritos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pessoal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">softhouse</category><title>Games Tesão</title><description>Hoje eu vou postar aqui uma coisinha meio pessoal: Meus grandes amores virtuais (são jogos, não namoradas ou outras bobagens. Mentes poluídas.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;SquareEnix&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bch8YtQLI/AAAAAAAAAC4/fCadcrZUg0k/s1600/vagrant-story.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bch8YtQLI/AAAAAAAAAC4/fCadcrZUg0k/s200/vagrant-story.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bedeg9McI/AAAAAAAAADY/Uy7vb1DWmWw/s1600/ff7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bedeg9McI/AAAAAAAAADY/Uy7vb1DWmWw/s200/ff7.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Essa softhouse, na minha opinião, é a melhor de todas, com jogos cativantes, histórias bacanas, envolventes. Realmente sou fã de Final Fantasy (joguei todos do 1º ao 10º, o nº 12, além de Tactics, TacticsAdvance e Dirge of Cerberus, pretendo comprar o 13 assim que adquirir meu Ps3 e é claro, assisti o Advent Children, já que o primeiro filme de FF pra mim foi uma ofensa), e já joguei muitos jogos ótimos como Vagrant Story, Front Mission, Star Ocean (Nessa época eram duas empresas diferentes, a Enix e a SquareSoft, mas ambas já eram excelentes) e Kingdom Hearts.&lt;br /&gt;
Pra quem quiser saber mais sobre Final Fantasy, recomendo ler um tópico que um dos membros do fórum &lt;a href="http://www.projetorpgmaker.com/portal/"&gt;Projeto RPG Maker&lt;/a&gt;, o SaelindSnake, está fazendo sobre a saga. O endereço é &lt;a href="http://www.projetorpgmaker.com/forum/index.php?showtopic=381&amp;amp;st=0&amp;amp;#entry3093"&gt;http://www.projetorpgmaker.com/forum/index.php?showtopic=381&amp;amp;st=0&amp;amp;#entry3093&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Konami&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bjLKiC4rI/AAAAAAAAADo/7SZJyqPVNk8/s1600/silenthill3cover1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bjLKiC4rI/AAAAAAAAADo/7SZJyqPVNk8/s200/silenthill3cover1.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bjKONBQuI/AAAAAAAAADg/T4yuqb7_FMY/s1600/metal-gear-solid.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bjKONBQuI/AAAAAAAAADg/T4yuqb7_FMY/s200/metal-gear-solid.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Outra softhouse extremamente imponente. Se a Square consegue me cativar por ter os melhores RPG's, meu gênero predileto, a Konami consegue o mesmo feito através do gênero Terror (meu segundo predileto) com Silent Hill, e o jogo cinemático mais fantástico já produzido, Metal Gear. Há outros grandes jogos da empresa, como Castlevania (Fantástico!) e ProEvolutionSoccer (Há controvérsias...), mas ainda assim, é uma das melhores produtoras que há.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;Nintendo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bmqthQ81I/AAAAAAAAAD4/WwloCyl4CXs/s1600/Legend_of_Zelda-Twilight_Princess.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bmqthQ81I/AAAAAAAAAD4/WwloCyl4CXs/s200/Legend_of_Zelda-Twilight_Princess.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bmofs8rMI/AAAAAAAAADw/ehOeBvo5aY4/s1600/super-mario-bros.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bmofs8rMI/AAAAAAAAADw/ehOeBvo5aY4/s200/super-mario-bros.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Apesar de ser um pouco Sonysta, confesso que gosto muito da &lt;strike&gt;NãoIntendo&lt;/strike&gt; Nintendo. Ótimos jogos, clássicos, da época do Nes, SuperFamicom (ou SuperNes), Gameboy. Com certeza, ela influenciou a vida de muitas pessoas (inclusive há boatos de que Super Mario seja mais famoso que muitas celebridades da vida real, como Michael Jackson!!!). Quem não jogou um único jogo da Nintendo na vida, ou pelo menos não conhece um, não teve infância, ou teve uma infância deturpada, mutilada e com seríssimas restrições. Brincadeiras à parte,&amp;nbsp;a Nintendo já teve jogos que foram verdadeiras febres, como a saga Legend of Zelda, Pokemon&amp;nbsp;e Perfect Dark, além do supracitado italiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, de forma resumida, esses são os meus preferidos de todos os tempos. Às vezes eu gosto mais de um, às vezes de outro, mas esses são sempre os "especiais". Nos próximos post, talvez eu comente alguns jogos que eu já joguei (e terminei). Só lembrando que como não sou um profissional da área, estarei dando uma opinião não-técnica, baseada em minhas experiências e algumas coisas que aprendi lendo comentários de profissionais na net e em revistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-6110571910603420446?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/pwRdCfKFlaA/games-tesao.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_tLMSCuFk9WU/S9bch8YtQLI/AAAAAAAAAC4/fCadcrZUg0k/s72-c/vagrant-story.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/04/games-tesao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4197780204399023856.post-3323452304714980632</guid><pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-30T11:57:44.204-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">jogos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tosquice</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">download</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">RM</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">design</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pessoal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">programação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criação</category><title>Start Game...</title><description>Olá a todos. Meu nome é Eduardo, um pouco conhecido em fóruns como EdKnight. Resolvi criar este blog para compartilhar minha opinião acerca de jogos, sua criação, programação e design (e se Deus quiser, ainda faço o meu jogo...). Nesse primeiro post eu vou comentar de leve alguma experiência minha...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Bom, uma das coisas que eu mais gosto de fazer é jogar Videogames. Quando aprendi o básico de desenho (estilo Mangá/Anime), comecei a criar histórias e desenhar meus personagens. As histórias eram visivelmente cópias de cada jogo novo que eu jogava ou anime novo que estreava na TV. Já os desenhos eram bastante toscos (ainda são...). Alguns exemplos são Magic Warriors (Detalhe: Todos os títulos são em um inglês terrível), que eu copiei de Star Ocean; Armor Kings, chupado de Saint Seiya; e outros baseados em Pokémon, Bloody Roar, BioHazard, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois veio uma das fases mais importantes, embora não soubesse disso: Conhecer o RPG Maker 2000. Com ele eu tinha a possibilidade de criar todos aqueles jogos que eu tinha idealizado!!! Mas por algum motivo irônico, comecei a criar histórias novas em vez de usar aquelas idéias toscas (thanks God!). Uma das minhas idéias foi completamente abandonada, mas duas outras estão sendo maturadas, enquanto crio outras (atualmente, acho que tenho uns sete projetos na cabeça, mas estou trabalhando mais ativamente em apenas dois, embora ainda não estejam numa fase muito apresentável...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu comecei, no início do ano passado, a estudar no curso Técnico de Informática, tive uma grande surpresa: Apesar de não ter experiência alguma com programação, eu já conhecia a lógica de programar, tudo graças ao RPG Maker e seus eventos. Como já conhecia alguma coisa, resolvi baixar o último RPG Maker lançado, o RPG Maker VX, ou apenas RMVX, pois este tem suporte a linguagem de programação RGSS2, baseado no Ruby. Ainda não aprendi muito, mas conforme for aprendendo, devo ir postando alguns scripts.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso alguém tenha lido este post e ficou com vontade de baixar os programas, aqui você consegue baixar os programas:&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.projetorpgmaker.com/portal/index.php?v=c&amp;amp;i=23"&gt;http://www.projetorpgmaker.com/portal/index.php?v=c&amp;amp;i=23&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
E nesses na barra à direita você consegue suporte e ajuda para desenvolver seus jogos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por enquanto é só&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SeeYa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4197780204399023856-3323452304714980632?l=edknightblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/EdknightBlog/~3/mISGtxJ-4bQ/start-game.html</link><author>noreply@blogger.com (Ed)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://edknightblog.blogspot.com/2010/04/start-game.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

