<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' gd:etag='W/&quot;DkEEQXc5eip7ImA9Wx5aFUs.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775</id><updated>2010-11-12T04:23:20.922-08:00</updated><title>ELETROTÉCNICA APLICADA</title><subtitle type='html'>ELETROTÉCNICA APLICADA
Obrigado por acessar, este blog.
Mas vamos ao assunto que quero abordar no blog extremamente técnico e simples, uma fonte de consulta para leigos, iniciantes e profissionais da área de eletricidade que é uma profissão que felizmente, nunca vai ser obsoleta ou ultrapassada mais sim vai sempre se modernizando e avançando junto com a tecnologia por isso o profissional desta área nunca podem ficar simplesmente parado no tempo.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default?redirect=false&amp;v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry gd:etag='W/&quot;DkEEQXc4fCp7ImA9Wx5aFUs.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775.post-5017455376641309374</id><published>2010-11-12T04:23:00.000-08:00</published><updated>2010-11-12T04:23:20.934-08:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2010-11-12T04:23:20.934-08:00</app:edited><title>Fator de Potência</title><content type='html'>&lt;div class="entry-content" sizcache="0" sizset="18"&gt;&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt" sizcache="0" sizset="18"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;taghw&gt;O Fator de Potência é um elemento de extrema importância para uma boa rede elétrica. É muito comum um profissional da eletricidade que tem &lt;a href="http://www.eletrica.info/definicao-de-fator-de-potencia/#" onclick="Pal25938193hw.hwClqnaj(&amp;quot;experiência&amp;quot;);return false;" oncontextmenu="return false;" onmouseout="Pal25938193hw.hideMaybe(this, &amp;quot;experiência&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;dotted 1px&amp;quot;; " onmouseover="Pal25938193hw.hwShow(event, this, &amp;quot;experiência&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;solid&amp;quot;;" style="border-bottom: 1px dotted; color: black; cursor: hand; text-decoration: underline;"&gt;experiência&lt;/a&gt; de sobra em corrigir fator de potência mas não sabe o que realmente significa este termo. Por isso resolvi montar este artigo tentando explica o que é o fator de potência de forma bem ilustrada e didática.&lt;/taghw&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A rede elétrica no Brasil é alimentada com tensão alternada (AC) de 127 volts RMS por fase e em 60 Hz. Alguns locais não são 127 volts, mas continuam sendo 60 Hz. O que quer dizer isso?&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_684" sizcache="0" sizset="18" style="width: 543px;"&gt;&lt;a href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/07/Ondas.jpg"&gt;&lt;img alt="Tensão da Rede" class="size-full wp-image-684 " height="204" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/07/Ondas.jpg" title="Tensão da Rede" width="533" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="wp-caption-text"&gt;Tensão da Rede&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tensão da nossa rede varia de 179,6 V a -179,6 V a cada 0,008 segundos, o que nos dá um ciclo (sair de zero, ir a 179,6 V, voltar a zero volts, ir a -179,6 V e novamente ir para zero volts) e para executar um ciclo desse se leva 0,016 segundos. Em 1 segundo ocorrem 60 ciclos desse, por isso 60 Hz. Mas a nossa rede não é 127 V? Por que 179,6 V? Os 127 V são RMS. Seria o equivalente ao dizer que uma tensão alternada, na forma de senóide, que varia entre 179,6 V e -179,6 V causa o mesmo efeito, por exemplo em uma lapada, do que uma tensão contínua (como em uma bateria) em 127 V. Outra forma, mais genérica, do que falar que um ciclo tem 0,016 segundo (apenas em 60 Hz) é dizer que ele tem 360º que é valido essa afirmação para qualquer freqüência. Então vamos ao fator de potência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Fator de Potência é um parâmetro de medição da defasagem entre a tensão e a corrente que circulam por uma rede. Ele é o cosseno do ângulo dessa defasagem. Se a defasagem for de um oitavo de ciclo, 45º, o fator de potência é de cosseno de 45º que é 0,71. A maior defasagem que se pode ter, tanto a corrente estando à frente da tensão quanto estando atrás, é de 90º, sendo assim o fator de potência sempre estará entre zero e 1.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;taghw&gt;Existem basicamente 3 tipos de cargas que podem ser ligadas em uma rede elétrica: cargas resistivas (ex.: ferros de passar roupa, lâmpadas incandescentes, chuveiros), cargas indutivas (ex.: motores, transformadores) e cargas capacitivas (ex.: banco de capacitores, lâmpadas fluorescentes, &lt;a href="http://www.eletrica.info/definicao-de-fator-de-potencia/#" onclick="Pal25938193hw.hwClqnaj(&amp;quot;computadores&amp;quot;);return false;" oncontextmenu="return false;" onmouseout="Pal25938193hw.hideMaybe(this, &amp;quot;computadores&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;dotted 1px&amp;quot;; " onmouseover="Pal25938193hw.hwShow(event, this, &amp;quot;computadores&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;solid&amp;quot;;" style="border-bottom: 1px dotted; color: black; cursor: hand; text-decoration: underline;"&gt;computadores&lt;/a&gt;).&lt;/taghw&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se liga em uma rede uma carga resistiva, a corrente que se circula por essa carga também é alternada e acompanha exatamente a tensão aplicada. Quando se é pico na tensão é pico na corrente e quando é vale na tensão é vale na corrente. Quando isso ocorre diz-se que a tensão e a corrente estão em fase, ou seja, sincronizadas. Logo a defasagem é de zero graus e cosseno de zero é 1. Fator de Potência é 1. &lt;strong&gt;Toda carga puramente resistiva possui Fator de Potência 1&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_690" sizcache="0" sizset="19" style="width: 412px;"&gt;&lt;a href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/11/Resistivo.jpg"&gt;&lt;img alt="Puramete Resistivo" class="size-full wp-image-690  " height="401" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/11/Resistivo.jpg" title="Puramete Resistivo" width="402" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="wp-caption-text"&gt;Puramete Resistivo&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já uma carga indutiva, ela provoca um atraso da corrente. Ela faz com que, ao ser ligada, a corrente comece a circular apenas quando se completa ¼ de ciclo, 90º, da tensão. Isso ocorre devido a campos magnéticos criados pelos enrolamentos de fios (bobinas) existentes nas cargas indutivas. Nesse caso o cosseno de 90º é zero. Fator de potência é zero. &lt;strong&gt;Toda carga puramente indutiva possui Fator de Potência zero&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_687" sizcache="0" sizset="20" style="width: 412px;"&gt;&lt;a href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/06/Indutivo.jpg"&gt;&lt;img alt="Puramente Indutivo" class="size-full wp-image-687   " height="398" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/06/Indutivo.jpg" title="Puramente Indutivo" width="402" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="wp-caption-text"&gt;Puramente Indutivo&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em contrapartida, uma carga capacitiva provoca um atraso na tensão. Ela faz com que, ao ser ligada, a tensão só começa a aparecer apenas quando se completa ¼ de ciclo, 90º, da corrente. Isso ocorre devido a campos elétricos criados pelos capacitores existentes nessas cargas. Nesse caso o cosseno de 90º é zero. Fator de potência é zero. &lt;strong&gt;Toda carga puramente capacitiva possui Fator de Potência zero&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_686" sizcache="0" sizset="21" style="width: 412px;"&gt;&lt;a href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/06/Capacitivo.jpg"&gt;&lt;img alt="Puramente Capacitivo" class="size-full wp-image-686  " height="398" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/06/Capacitivo.jpg" title="Puramente Capacitivo" width="402" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="wp-caption-text"&gt;Puramente Capacitivo&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém isso só acontece quando a carga é puramente resistiva ou puramente indutiva ou puramente capacitiva. Mas o mais comum é a&amp;nbsp;mistura dessas cargas. Uma carga pode ter características resistivas e indutivas ao mesmo tempo, assim como resistivas e capacitivas, mas nunca indutivas e capacitivas, isso é impossível. Nesse caso, dependendo do grau dessas misturas, o ângulo da defasagem varia, podendo atingir qualquer valor entre zero graus e 90º.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_689" sizcache="0" sizset="22" style="width: 412px;"&gt;&lt;a href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/06/ResInd.jpg"&gt;&lt;img alt="Indutivo" class="size-full wp-image-689  " height="398" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2010/06/ResInd.jpg" title="Indutivo" width="402" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="wp-caption-text"&gt;Indutivo&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No caso acima, temos uma dessas mistura: metade indutivo e metade resistivo, provocando um atraso na corrente de 1/8 de ciclo, 45º. Logo o Fator de Potência é cosseno de 45º que é 0,71.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;taghw&gt;&lt;taghw&gt;Mas por que um fator de potência baixo é ruim? A potência de um &lt;a href="http://www.eletrica.info/definicao-de-fator-de-potencia/#" onclick="Pal25938193hw.hwClqnaj(&amp;quot;circuito&amp;quot;);return false;" oncontextmenu="return false;" onmouseout="Pal25938193hw.hideMaybe(this, &amp;quot;circuito&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;dotted 1px&amp;quot;; " onmouseover="Pal25938193hw.hwShow(event, this, &amp;quot;circuito&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;solid&amp;quot;;" style="border-bottom: 1px dotted; color: black; cursor: hand; text-decoration: underline;"&gt;circuito&lt;/a&gt; elétrico é dada por P = i x U, onde P é a potência, i é a corrente que circula e U é a tensão aplicada. É só multiplicar a corrente pela tensão que se tem a potência. Em uma carga resistiva isso é verdade, pois a tensão anda junto com a corrente. Em uma carga indutiva já não é assim. Quando a tensão está em zero volts, a corrente está no seu máximo e quando a tensão está em seu máximo, a corrente é zero ampéres. O mesmo acontece para a carga capacitiva. Sendo assim a potência de uma carga puramente capacitiva ou puramente indutiva é sempre zero. Com isso se tem corrente passando na rede e nenhuma potência sendo fornecida. É por essa razão que as concessionárias de energia exigem um fator de potência de no mínimo 0,92, caso contrário elas teriam que ter uma rede elétrica de capacidade muito grande, que suportaria correntes enormes, mas forneceriam pouca potência. Aumentando o Fator de Potência, pode-se até usar cabo mais finos, já que a corrente diminuiria,e assim &amp;nbsp;&lt;/taghw&gt;&lt;a href="http://www.eletrica.info/definicao-de-fator-de-potencia/#" onclick="Pal25938193hw.hwClqnaj(&amp;quot;economizando&amp;quot;);return false;" oncontextmenu="return false;" onmouseout="Pal25938193hw.hideMaybe(this, &amp;quot;economizando&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;dotted 1px&amp;quot;; " onmouseover="Pal25938193hw.hwShow(event, this, &amp;quot;economizando&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;solid&amp;quot;;" style="border-bottom: 1px dotted; color: black; cursor: hand; text-decoration: underline;"&gt;economizando&lt;/a&gt; muito dinheiro em cabos e transformadores. Essa potência é chamada &lt;/taghw&gt;&lt;strong&gt;potência ativa&lt;/strong&gt;. É essa potência que realiza trabalho nas indústrias. Então, para se calcular essa potência ativa se introduziu mais um termo na fórmula da potência: o fator de potência.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;P = i x U x f.p. –&amp;gt; Potência ativa (unidade Watts)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para corrigir esse fator de potência baixo, basta instalar os dois tipos de carga ao mesmo tempo. Se você tem muita carga indutiva, instala-se carga capacitiva, se tem carga capacitiva , instala carga indutiva. Como um atrasa e o outro adianta, a soma dos dois é uma carga neutra, que nem atrasa nem adianta, ou seja, uma carga puramente resistiva. É como se fosse um cabo de guerra: uma pessoa de cada lado puxando o cabo.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_685" sizcache="0" sizset="23" style="width: 536px;"&gt;&lt;a href="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/07/Cabo-de-guerra.jpg"&gt;&lt;img alt="Cabo de guerra" class="size-full wp-image-685" height="134" src="http://www.eletrica.info/wp-content/uploads/2009/07/Cabo-de-guerra.jpg" title="Cabo de guerra" width="526" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="wp-caption-text"&gt;Cabo de guerra&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se as duas pessoas tiverem a mesma força, a corda fica no meio (carga resistiva). Se a indutiva for mais forte que a capacitiva, o fator de potência diminui, então se instala bancos de capacitores a fim de se igualar as duas. Nessa analogia, é como se chamasse mais uma pessoa para ajudar a puxar a corda do lado mais fraco para equilibrar com o lado mais forte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6047831878320861775-5017455376641309374?l=eletrotcnicaaplicada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/5017455376641309374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/fator-de-potencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/5017455376641309374?v=2'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/5017455376641309374?v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/fator-de-potencia.html' title='Fator de Potência'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email><gd:extendedProperty name='OpenSocialUserId' value='12625472257732800449'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag='W/&quot;C08HQ3Y_eCp7ImA9Wx5bGEo.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775.post-1406638738013198720</id><published>2010-11-04T04:57:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T04:57:12.840-07:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2010-11-04T04:57:12.840-07:00</app:edited><title>APRENDA O PRINCIPIOS DOS MOTORES ELÉTRICOS</title><content type='html'>&lt;div align="center" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="color: maroon; font-family: Nadianne; font-size: x-large;"&gt;Motores elétricos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A rotação inerente aos &lt;span style="color: purple;"&gt;motores elétricos&lt;/span&gt; é a base do funcionamento de muitos eletrodomésticos. Por vezes, esse movimento de rotação é óbvio, como nos ventiladores ou batedeiras de bolos, mas freqüentemente permanece um tanto disfarçado, como nos agitadores das máquinas de lavar roupas ou nos 'vidros elétricos' das janelas de certos automóveis.&lt;br /&gt;
Motores elétricos são encontrados nas mais variadas formas e tamanhos, cada qual apropriado á sua tarefa. Não importa quanto torque ou potência um motor deva desenvolver, com certeza, você encontrará no mercado aquele que lhe é mais satisfatório.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" height="259" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_01.jpg" width="613" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Alguns motores operam com &lt;span style="color: maroon;"&gt;corrente contínua&lt;/span&gt; (&lt;b&gt;CC&lt;/b&gt; / &lt;b&gt;DC&lt;/b&gt;) e podem ser alimentados quer por pilhas/baterias quer por fontes de alimentação adequadas, outros requerem &lt;span style="color: maroon;"&gt;corrente alternada&lt;/span&gt; (&lt;b&gt;CA&lt;/b&gt; / &lt;b&gt;AC&lt;/b&gt;) e podem ser alimentados diretamente pela rede elétrica domiciliar. Há até mesmo motores que trabalham, indiferentemente, com esses dois tipos de correntes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;Princípio de funcionamento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Aqui pretendemos examinar os componentes básicos dos motores elétricos; ver '&lt;span style="color: maroon;"&gt;o que faz um motor girar&lt;/span&gt;' e como os motores diferem um dos outros. Para fazer isso iremos nos aproveitar de conceitos já conhecidos sobre os ímãs, forças magnéticas entre ímãs, ação dos campos magnéticos sobre as correntes etc., e, quando se fizer necessário, revisaremos algumas dessas importantes relações que existem entre eletricidade e magnetismo.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: green;"&gt;Nota&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;: Nessa primeira parte, mais elementar, usaremos apenas o conceito de "&lt;span style="color: maroon;"&gt;repulsão/atração entre pólos magnéticos&lt;/span&gt;"; numa segunda parte, mais avançada, usaremos do conceito da "&lt;span style="color: purple;"&gt;ação dos campos magnéticos sobre as correntes&lt;/span&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Enquanto não avançamos no assunto, vá pensando: Como as forças magnéticas podem fazer algo girar? Se as forças magnéticas são as causas do 'por que o motor gira', por que não podemos fazer um motor construído exclusivamente com ímãs permanentes? O que é que determina 'para que lado' o motor vai girar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple; font-family: Arial; font-size: small;"&gt;O que faz girar o rotor do motor elétrico?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;O rotor do motor precisa de um torque para iniciar o seu giro. Este torque (momento) normalmente é produzido por forças magnéticas desenvolvidas entre os pólos magnéticos do rotor e aqueles do estator. Forças de atração ou de repulsão, desenvolvidas entre estator e rotor, 'puxam' ou 'empurram' os pólos móveis do rotor, produzindo torques, que fazem o rotor girar mais e mais rapidamente, até que os atritos ou cargas ligadas ao eixo reduzam o torque resultante ao valor 'zero'. Após esse ponto, o rotor passa a girar com velocidade angular constante. Tanto o rotor como o estator do motor devem ser 'magnéticos', pois são essas forças entre pólos que produzem o torque necessário para fazer o rotor girar.&lt;br /&gt;
Todavia, mesmo que ímãs permanentes sejam freqüentemente usados, principalmente em pequenos motores, pelo menos alguns dos 'ímãs' de um motor devem ser 'eletroímãs'.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: teal;"&gt;&lt;b&gt;Um motor não pode funcionar se for construído exclusivamente com ímãs permanentes!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;Isso é fácil de perceber pois, não só não haverá o torque inicial para 'disparar' o movimento, se eles já estiverem em suas posições de equilíbrio, como apenas oscilarão, em torno dessa posição, se receberem um 'empurrão' externo inicial. Muitos 'inventores de motos contínuos' não percebem isso e se envolvem em 'desenhos' de "motores magnéticos" os quais, obviamente, não saem da fase de 'desenho'. Quando saem, tais protótipos só dá alguns giros devido à energia inicial do 'empurrão' e assumem suas posições de equilíbrio. Outros alardeiam:--- ... mas, os japoneses construíram uma motocicleta com motor puramente magnético! Até o Youtube mostra isso! E tal motocicleta nunca aparece para ser examinada por um grupo de físicos ou engenheiros!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;É &lt;u&gt;condição necessária&lt;/u&gt; que algum 'pólo' altere sua polaridade para garantir a rotação do rotor. Vamos entender melhor isso, através da ilustração abaixo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img border="0" height="334" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_02.gif" width="502" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="color: purple; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Um motor simples consiste de uma bobina que gira entre dois ímãs permanentes. (a) Os pólos magnéticos da bobina (representados como ímã) são atraídos pelos pólos opostos dos ímãs fixos. (b) A bobina gira para levar esses pólos magnéticos o mais perto possível um do outro mas, (c) ao chegar nessa posição o sentido da corrente é invertido e (d) agora os pólos que se defrontam se repelem, continuando a impulsionar o rotor.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Acima esquematizamos um motor simples onde o estator é constituído por ímãs permanentes e o rotor é uma bobina de fio de cobre esmaltado por onde circula uma corrente elétrica. Uma vez que as correntes elétricas produzem campo magnéticos essa bobina &lt;span style="color: maroon;"&gt;se comporta como um ímã permanente&lt;/span&gt;, com seus pólos N (norte) e S (sul) como mostrados na figura.&lt;br /&gt;
Comecemos a descrição pela situação ilustrada em (&lt;b&gt;a&lt;/b&gt;) onde a bobina apresenta-se horizontal. Como os pólos opostos se atraem, a bobina experimenta um torque que age no sentido de girar a bobina 'para a esquerda'. A bobina sofre aceleração angular e continua seu giro para a esquerda, como se ilustra em (&lt;b&gt;b&lt;/b&gt;). Esse torque continua até que os pólos da bobina alcance os pólos opostos dos ímãs fixos (estator). Nessa situação (&lt;b&gt;c&lt;/b&gt;) -- a bobina girou de 90&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; -- não há torque algum, uma vez que os braços de alavanca são nulos (a direção das forças passa pelo centro de rotação); o rotor está em equilíbrio estável (força resultante nula e torque resultante nulo). Esse é o instante adequado para inverter o sentido da corrente na bobina. Agora os pólos de mesmo nome estão muito próximos e a força de repulsão é intensa. Como a bobina já apresenta um momento angular 'para a esquerda', ela continua girando 'para a esquerda' (algo como uma 'inércia de rotação') e o novo torque (agora propiciado por forças de repulsão), como em (&lt;b&gt;d&lt;/b&gt;), colabora para a manutenção e aceleração do movimento de rotação.&lt;br /&gt;
Mas, mesmo após a bobina ter sido girada de 180&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; -- não ilustrada na figura --, o movimento continua, a bobina chega na 'vertical' -- giro de 270&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; --, o torque novamente se anula, a corrente novamente inverte seu sentido, novo torque e a bobina chega novamente á situação (&lt;b&gt;a&lt;/b&gt;) -- giro de 360&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; --. E o ciclo se repete.&lt;br /&gt;
Essas atrações e repulsões bem coordenadas é que fazem o rotor girar, embora o modo como tais torques sejam obtidos possam variar entre os vários tipos de motores. A inversão do sentido da corrente, no momento oportuno, é condição indispensável para a manutenção dos torques 'favoráveis', os quais garantem o funcionamento dos motores. É por isso que um motor não pode ser feito exclusivamente com ímãs permanentes!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;A seguir, vamos examinar como essa '&lt;span style="color: maroon;"&gt;condição indispensável para a manutenção dos torques favoráveis&lt;/span&gt;' é implementada nos diferentes tipos de motores. Perceba, por exemplo, que nas explicações acima, nada foi dito sobre '&lt;span style="color: purple;"&gt;como inverter o sentido da corrente&lt;/span&gt;'.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;Motores CC&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Fazer um motor elétrico que possa ser acionado por pilhas ou baterias não é tão fácil como parece. Não basta apenas colocar ímãs permanentes fixos e uma bobina, pela qual circule corrente elétrica, de modo que possa girar entre os pólos desses ímãs.&lt;br /&gt;
Uma corrente contínua, como o é a fornecida por pilhas ou baterias, é muito boa para fazer eletroímãs com pólos imutáveis mas, como para o funcionamento do motor é preciso periódicas mudanças de polaridade, algo tem que ser feito para inverter o sentido da corrente nos momentos apropriados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Na maioria dos motores elétricos CC, o rotor é um '&lt;span style="color: purple;"&gt;eletroímã&lt;/span&gt;' que gira entre os pólos de ímãs permanentes estacionários. Para tornar esse eletroímã mais eficiente o rotor contém um núcleo de ferro, que torna-se fortemente magnetizado, quando a corrente flui pela bobina. O rotor girará desde que essa corrente inverta seu sentido de percurso cada vez que seus pólos alcançam os pólos opostos do estator.&lt;br /&gt;
O modo mais comum para produzir essas reversões é usar um &lt;span style="color: maroon;"&gt;comutador&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 405px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td width="251"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_03a.gif" width="173" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="297"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border="0" height="191" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_03b.gif" width="180" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" width="671"&gt;&lt;span style="color: purple; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;A corrente flui ora num sentido ora no outro, no rotor desse motor CC, graças às escovas de metal (esquerda da ilustração). Essas escovas tocam o comutador do rotor de forma que a corrente inverte seu sentido a cada meia volta do rotor.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Em sua forma mais simples, um comutador apresenta duas placas de cobre encurvadas e fixadas (isoladamente) no eixo do rotor; os terminais do enrolamento da bobina são soldados nessas placas. A corrente elétrica 'chega' por uma das escovas (+), 'entra' pela placa do comutador, 'passa' pela bobina do rotor, 'sai' pela outra placa do comutador e 'retorna' á fonte pela outra escova (-). Nessa etapa o rotor realiza sua primeira meia-volta. Eis um visual completo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_04.gif" width="338" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Nessa meia-volta, as placas do comutador trocam seus contatos com as escovas e a corrente inverte seu sentido de percurso na bobina do rotor. E o motor CC continua girando, sempre com o mesmo sentido de rotação.&lt;br /&gt;
Mas, o motor CC acima descrito tem seus problemas. Primeiro não há nada que determine qual será o sentido de sua rotação na partida, tanto poderá iniciar girando para a 'esquerda' como para a 'direita'. Segundo, é que por vezes, as escovas pode iniciar tocando ambas as placas ou eventualmente nenhuma; o motor 'não dá partida'! Para que a partida se dê com total confiança e no sentido certo é preciso que as escovas sempre 'enviem' corrente para o rotor e que não ocorra nenhum curto circuito entre as placas devido às escovas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Na maioria dos motores CC consegue-se tais exigências colocando-se várias bobinas no rotor, cada uma com seu par de placas no comutador. Conforme o rotor gira, as escovas suprem a corrente para as bobinas, uma de cada vez, uma após a outra. A 'largura' das escovas também deve ser bem planejada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;O rotor de um motor CC gira com velocidade angular que é proporcional à tensão aplicada em suas bobinas. Tais bobinas têm pequena resistência elétrica e conseqüentemente seriam percorrida por intensas correntes elétricas se o rotor permanecesse em repouso. Todavia, uma vez em movimento, as alterações do fluxo magnético sobre tais bobinas, geram uma &lt;span style="color: purple;"&gt;força contra-eletromotriz&lt;/span&gt; (f.c.e.m.), extraem energia daquela corrente e baixa as tensões elétricas sobre tais bobinas. O torque resultante se anulará quando essa f.c.e.m. se igualar á tensão elétrica aplicada; a velocidade angular passa a ser constante.&lt;br /&gt;
Em geral, 'carregando-se' o motor (ligando seu eixo a algo que deve ser movimentado) sua rotação não varia acentuadamente, mas, uma maior potência será solicitada da fonte de alimentação (aumenta a intensidade de corrente de alimentação). Para alterar a velocidade angular devemos alterar a tensão aplicada ao motor.&lt;br /&gt;
O sentido de rotação do rotor depende das assimetrias do motor e também do sentido da corrente elétrica; invertendo-se o sentido da corrente o motor começará a girar 'para trás'. É assim que fazemos um trenzinho de brinquedo 'andar para trás'; invertemos o sentido da corrente em seu rotor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Motores universais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Antes de comentarmos sobre os verdadeiros motores elétricos AC, vejamos um tipo intermediário de motor denominado &lt;span style="color: maroon;"&gt;motor universal&lt;/span&gt;. Esse motor pode funcionar tanto com alimentação DC como AC. Um verdadeiro motor elétrico DC não aceita alimentação AC (essa inverte o sentido da corrente a cada meio ciclo e isso apenas causaria trepidações); do mesmo modo, um verdadeiro motor AC (como veremos) não aceita alimentação DC (essa não oferecerá as convenientes alterações do sentido da corrente para o correto funcionamento do motor).&lt;br /&gt;
Porém, se substituirmos os ímãs permanentes dos estatores dos motores DC por eletroímãs e ligarmos (em série) esses eletroímãs no mesmo circuito do rotor e comutador, teremos um motor universal. Eis a ilustração dessa 'engenhoca':&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" height="328" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_05.gif" width="339" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: purple; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Nos motores universais, tanto estator como rotor são&lt;br /&gt;
eletroímãs com bobinas em série e concordância.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Este motor 'girará' corretamente quer seja alimentado por corrente contínua ou corrente alternada. A diferença notável entre motor universal e motor DC é que se você alimentar o motor universal com fonte DC, ele não inverterá o sentido de rotação se você inverter a polaridade da fonte (como acontece com o motor DC), continuará a girar sempre no mesmo sentido. Se você quiser realmente inverter o sentido de rotação de um motor universal deverá inverter as ligações nos eletroímãs dos estatores para inverter seus pólos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 687px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td width="567"&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Motores universais são usados, por exemplo, em batedeiras elétricas, aspiradores de pó etc. Em tais motores, com o tempo de uso, haverá desgastes nas escovas de carvão e deverão ser substituídas. Basta você levar um pedacinho da escova velha até uma loja de ferragens, comprar o par de escovas novas adequadas e repor no motor; uma operação bastante simples.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="185"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" height="119" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_06.gif" width="172" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Motores AC síncronos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Alguns motores são projetados para operar exclusivamente com corrente alternada. Um&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;tal motor é esquematizado a seguir:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" height="184" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_07.gif" width="389" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: purple; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;O motor síncrono AC usa eletroímãs como estatores para fazer&lt;br /&gt;
girar o rotor que é um ímã permanente. O rotor gira com fre-&lt;br /&gt;
qüência igual ou múltipla daquela da AC aplicada.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; Este motor é essencialmente idêntico a um gerador elétrico; realmente, geradores e motores têm configuração bastante próximas. Um gerador usa do trabalho mecânico para produzir a energia elétrica enquanto que um motor usa a energia elétrica para produzir trabalho mecânico. O rotor, na ilustração acima, é um ímã permanente que gira entre dois eletroímãs estacionários. Como os eletroímãs são alimentados por corrente alternada, seus pólos invertem suas polaridades conforme o sentido da corrente inverte. O rotor gira enquanto seu pólo norte é 'puxado' primeiramente para o eletroímã esquerdo e 'empurrado' pelo eletroímã direito. Cada vez que o pólo norte do rotor está a ponto de alcançar o pólo sul de um eletroímã estacionário, a corrente inverte e esse pólo sul transforma-se um pólo norte. O rotor gira continuamente, terminando uma volta para cada ciclo da corrente alternada. Como sua rotação é perfeitamente sincronizada com as reversões da C.A, este motor é denominado '&lt;span style="color: purple;"&gt;motor elétrico síncrono da C. A.&lt;/span&gt;'. O motor da bomba d'água de máquinas de lavar roupa, por exemplo, são desse tipo.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Os motores de C.A síncronos são usados somente quando uma velocidade angular constante é essencial para o projeto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Entretanto, os motores síncronos ilustram um ponto importante sobre motores e geradores:&amp;nbsp; são, essencialmente, os mesmos dispositivos. Se você conectar um motor C.A síncrono à rede elétrica domiciliar e o deixar girar, extrairá energia do circuito elétrico e fornecerá trabalho mecânico. Mas, se você ligar uma lâmpada incandescente no cordão de força que sai desse mesmo motor e girar bem rapidamente seu rotor (com um sistema de rodas acopladas e manivela), gerará 'eletricidade' e a lâmpada acenderá.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Motores A.C. de indução&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Alguns motores de corrente alternada têm rotores que não são quer imãs permanentes&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;quer eletroímãs convencionais. Estes rotores são feitos de metais não-magnéticos&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;como o alumínio, e não têm nenhuma conexão elétrica. Todavia, o isolamento elétrico deles&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;não os impede de ficarem 'magnetizados' ou 'imantados'. Quando um rotor feito de alumínio é&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;exposto a campos magnéticos alternados, correntes elétricas começam a fluir por ele e estas&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;correntes induzidas tornam o rotor magnético. Esse é um fenômeno básico do eletromagnetismo denominado indução eletromagnética. Tais motores, que usam desse fenômeno para tornarem seus rotores magnetizados, são chamados de '&lt;span style="color: purple;"&gt;motores A.C de indução&lt;/span&gt;'.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Os motores de indução são provavelmente o tipo o mais comum de motor de C. A., comparecendo em muitos eletrodomésticos (ventiladores, motores de toca-discos etc.) e aplicações industriais. Fornecem bom torque, começam facilmente a girar, e são baratos. Um motor de indução trabalha ' movendo' um campo magnético em torno do rotor --- o denominado '&lt;span style="color: maroon;"&gt;campo magnético girante&lt;/span&gt;'.&lt;br /&gt;
O estator que cerca o rotor contem um eletroímã sofisticado. O estator não se movimenta, mas sim o campo magnético que ele produz! Com um uso inteligente de vários recursos eletromagnéticos (espiras de curto circuito, capacitores etc.), o estator pode criar pólos magnéticos de que se deslocam em um círculo e se movimenta em torno do rotor. Na ilustração abaixo, o pólo norte do estator 'gira' no sentido anti-horário em torno do rotor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" height="115" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_08.jpg" width="493" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;Motores de passo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Muitos dispositivos computadorizados (drives, CDRom etc.) usam motores especiais que controlam os ângulos de giro de seus rotores. Em vez de girar continuamente, estes rotores giram em etapas discretas; os motores que fazem isso são denominados '&lt;span style="color: purple;"&gt;motores de passo&lt;/span&gt;'. O rotor de um motor de passo é simplesmente um ímã permanente que é atraído, seqüencialmente, pelos pólos de diversos eletroímãs estacionários, como se ilustra:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align="center"&gt;&lt;img border="0" height="246" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_09.gif" width="280" /&gt;&lt;img border="0" height="246" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_10.gif" width="314" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: purple; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Num motor de passo, o rotor é atraído por um par de pólos do estator e a seguir, por outro. O&lt;br /&gt;
rotor movimenta-se por etapas discretas, pausando em cada orientação, até que novo coman-&lt;br /&gt;
do do computador ative um jogo diferente de eletroímãs.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; Estes eletroímãs são ligados/ desligados seguindo impulsos cuidadosamente controlados de modo que os pólos magnéticos do rotor se movam de um eletroímã para outro devidamente habilitado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;Eis algumas ilustrações (animadas) de motores de passo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;center&gt;&lt;table border="3" cellspacing="1"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border="0" height="144" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_13.gif" width="144" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img border="0" height="144" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_11.gif" width="144" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img border="0" height="144" src="http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/image22/teoria22_12.gif" width="144" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6047831878320861775-1406638738013198720?l=eletrotcnicaaplicada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/1406638738013198720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/aprenda-o-principios-dos-motores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/1406638738013198720?v=2'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/1406638738013198720?v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/aprenda-o-principios-dos-motores.html' title='APRENDA O PRINCIPIOS DOS MOTORES ELÉTRICOS'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email><gd:extendedProperty name='OpenSocialUserId' value='12625472257732800449'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag='W/&quot;C0UNR30_fSp7ImA9Wx5bF04.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775.post-4222756582180387836</id><published>2010-11-02T13:54:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T13:54:56.345-07:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2010-11-02T13:54:56.345-07:00</app:edited><title>Tipos de lampadas mais usuais</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;TIPOS&amp;nbsp;DE&amp;nbsp;LÂMPADAS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Incandescentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Funcionam através da passagem da corrente elétrica por um filamento de tungstênio que, com o aquecimento, gera a luz. Com temperatura de cor agradável, na faixa de 2.700K ("amarelada") e reprodução de cor de 100%, têm atualmente sua aplicação predominantemente residencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Halógenas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Funcionando em tensão de rede ou em baixa tensão, são também consideradas incandescentes por terem o mesmo princípio de funcionamento; porém, são incrementadas com gases halógenos que, dentro do bulbo, se combinam com as partículas de tungstênio despreendidas do filamento. Essa combinação, associada à corrente térmica dentro da lâmpada, faz com que as partículas se depositem de volta no filamento, criando assim o ciclo regenerativo do halogênio. Suas principais vantagens em relação às lâmpadas incandescentes são:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; • luz mais branca, brilhante e uniforme durante toda vida;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; • alta eficiência energética, ou seja, mais luz com potência igual ou menor;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; • vida útil mais longa (entre 2 e 4 mil horas);&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; • menores dimensões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Fluorescentes compactas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Possuem a tecnologia e as características de uma lâmpada fluorescente tubular, porém com tamanhos reduzidos. São utilizadas para as mais variadas atividades, seja comercial, institucional ou residencial, com as seguintes vantagens:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; • consumo de energia 80% menor;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; • durabilidade 10 vezes maior;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; • design moderno, leve e compacto;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; • aquecem menos o ambiente, representando forte redução na carga térmica das grandes instalações;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; • excelente reprodução de cores, com índice de 85%;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; • tonalidade de cor adequada para cada ambiente, com opções entre 2.700K (aparência de cor semelhante às incandescentes) a 4.000K (aparência de cor mais branca).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Fluorescentes tubulares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De alta eficiência e longa durabilidade, emitem luz pela passagem da corrente elétrica através de um gás, descarga essa quase que totalmente formada por radiação ultravioleta (invisível ao olho humano) que, por sua vez, será convertida em luz pelo pó fluorescente que reveste a superfície interna do bulbo. É da composição deste pó que resultam as mais diferentes alternativas de cor de luz adequadas a cada tipo de aplicação, além de determinar a qualidade e quantidade de luz e a eficiência na reprodução de cor. São encontradas nas versões Standard (com eficiência energética de até 70lm/W, temperatura de cor entre 4.100 e 6.100K e índice de reprodução de cor de 85%) e Trifósforo (eficiência energética de até 100lm/W, temperatura de cor entre 4.000 e 6.000K e índice de reprodução de cor de 85%). A performance dessas lâmpadas é otimizada através da instalação com reatores eletrônicos. São usadas em áreas comerciais e industriais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Descarga em alta pressão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Seu princípio de funcionamento completamente diferente das incandescentes: uma descarga elétrica entre os eletrodos leva os componentes internos do tubo de descarga a produzirem luz. Funcionam através do uso de reatores, e, em alguns casos, só partem com auxílio de ignitores. Dependendo do tipo, necessitam de 2 a 15 minutos entre a partida e a estabilização total do fluxo luminoso. São utilizadas em ambientes internos e externos e situações especiais. Seus tipos são:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;• multivapores metálicos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - são lâmpadas que combinam iodetos metálicos, com altíssima eficiência energética, excelente reprodução de cor, longa durabilidade e baixa carga térmica. Sua luz é muito branca e brilhante. Tem versões de alta potência (para grandes áreas, têm índice de reprodução de cor de até 90%, eficiência energética de até 100lm/W e temperatura de cor de 4.000 a 6.000K, em vários formatos) e de baixa potência (de 70 a 400W, formato tubular com diversas bases, apresentando alta eficiência, ótima reprodução de cor, vida útil longa e baixa carga térmica);&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;• vapor de sódio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - com eficiência energética de até 130lm/W, de longa durabilidade, é a mais econômica fonte de luz. Com formatos tubulares e elipsoidais, emitem luz branca dourada e são utilizadas em locais onde a reprodução de cor não é um fato importante, como em estradas, portos, ferrovias e estacionamentos;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;• vapor de sódio branca&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - seu diferencial é a emissão de luz branca, decorrente da combinação dos vapores de sódio e gás xênon, resultando numa luz brilhante como as halógenas ou com aparência de cor das incandescentes. Acionadas por reatores eletrônicos, podem ter, através de chaveamento, a temperatura de cor alterada de 2.600 para 3.000K ou vice versa. Com excelente reprodução de cor, são utilizadas em áreas comerciais, hotéis, exposições, edifícios históricos, teatros, stands, etc.;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;• vapor de mercúrio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - com aparência branca azulada, eficiência de até 55lm/W e potências de 80 a 1.000W, são normalmente utilizadas em vias públicas e áreas industriais;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;• lâmpadas mistas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - compostas por um filamento e um tubo de descarga, funcionam em tensão de rede de 220V, sem uso de reator. Via de regra, representam alternativa de maior eficiência para substituição de lâmpadas incandescentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6047831878320861775-4222756582180387836?l=eletrotcnicaaplicada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/4222756582180387836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/tipos-de-lampadas-mais-usuais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/4222756582180387836?v=2'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/4222756582180387836?v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/tipos-de-lampadas-mais-usuais.html' title='Tipos de lampadas mais usuais'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email><gd:extendedProperty name='OpenSocialUserId' value='12625472257732800449'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag='W/&quot;A0AMQnw8eSp7ImA9Wx5bF08.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775.post-3099164232670097616</id><published>2010-11-02T13:29:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T13:29:43.271-07:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2010-11-02T13:29:43.271-07:00</app:edited><title>AUTOMATIZAÇÃO DE EDIFICIOS</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Domótica&lt;/h1&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="style9"&gt;A domótica é um conceito que visa a automatização de edifícios, através do controlo e monitorização integrados dos diferentes sistemas de apoio à sua exploração. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="style9"&gt;&lt;br /&gt;
Herdeira de boa parte da tecnologia de automação industrial, a domótica tem vindo a generalizar-se nos domínios da habitação doméstica e da hotelaria, sendo a sua presença cada vez mais comum também em superfícies comerciais e de serviços. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
A domótica é uma tecnologia recente que permite a gestão de todos os recursos habitacionais. O termo “Domótica” resulta da junção da palavra “Domus” (casa) com “Telemática” (electrónica + informática). São estes dois últimos elementos que, quando utilizados em conjunto, rentabilizam o sistema, simplificando a vida diária das pessoas satisfazendo as suas necessidades de comunicação, de conforto e segurança. Quando a domótica surgiu&amp;nbsp; pretendia-se controlar a iluminação, condições climáticas, a segurança e a interligação entre os vários elementos. Nos nossos dias com a evolução da domótica, existem circuitos que controlam, verificam, comparam as mais diversas funções todos com o objectivo de automatizar o ambiente doméstico. Na área da Home Automation, a interligação dos diversos circuitos, sensores ou automatismos estão quase sempre centralizados. Existem no entanto alguns circuitos que funcionam ou podem funcionar de forma autónoma . &lt;/div&gt;&lt;h2&gt;A automatização de edifícios envolve questões técnicas e de funcionalidade.&lt;/h2&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;Que tipo de sistemas de domótica devo adquirir ?&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em termos funcionais:&lt;br /&gt;
Os sistemas de automação residencial devem possuir capacidade de “inteligência” distribuída e interacção com os diversos sub-sistemas (Electrodomésticos, Ar Condicionados, Luzes, Segurança, Multimédia, ....). A integração de todos os dispositivos e seu controle, deve ser integrada num controlador único, possibilitando ao utilizador gerir, programar,&amp;nbsp; alterar e controlar os dispositivos&amp;nbsp; sempre que necessite de uma forma simples e eficaz. A compatibilização entre um sistema de uma casa inteligente e os diversos equipamentos deve ser uma prioridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Que funções necessito e em que medida essas funções podem ser implantadas ? &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Antes da aquisição de uma qualquer sistema há que ponderar as funções que se pretendem implantar e em função das necessidades verificar a possibilidade de implantação e execução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A automação de um espaço visa sobretudo o nosso conforto, nesta perspectiva, as duas funções mais importantes são: &lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Controlo e regulação de temperatura.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Controlo e regulação da iluminação. &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
Mas o conforto na utilização de um espaço está associado à dependência de equipamentos e do seu controle por parte dos utilizadores. Alguns automatismos permitem aumentar a funcionalidade e a não dependência do utilizador. &lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Controlo&amp;nbsp; remoto de dispositivos eléctricos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Temporização de equipamentos eléctricos e electrónicos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta função é de uma utilidade extrema, permite-nos usar e controlar dispositivos eléctrico-electrónicos remotamente (ex: ligar aquecimento antes de chegarmos, activar dispositivos remotamente, programar dispositivos para funcionarem durante determinado tempo). As funções de &lt;br /&gt;
temporização podem ser centralizadas não necessitando o utilizador de uma programação especifica em cada dispositivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A detecção e segurança do ambiente é outro factor a ter em consideração. Sensores e alarmes podem ser usados, não só para obter segurança em relação a acidentes (detecção de inundações, incêndio, gases nocivos) mas também sensores da nova geração que permitem verificar a qualidade ambiental e de resíduos o nível de humidade no ambiente e ou nas plantas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o nosso conforto aumenta se tivermos a possibilidade de interagir com o ambiente que nos rodeia abrir as cortinas de uma sala de estar sem sair do sofá, fechar ou abrir os estores, abrirmos a porta da garagem ou visualizarmos quem nos tocou à campainha no tv em que estamos a ver um filme que não podemos parar, ligarmos desligarmos as luzes, aumentar ou diminuir a sua intensidade, são funções de controle e automação muito úteis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O controlo remoto de dispositivos na área de domótica é executada por comandos sem fios utilizando-se diferenciados interfaces com os equipamentos, actualmente sem fios.&lt;br /&gt;
A utilização das novas tecnologias e protocolos de comunicação permitem um controle centralizado e simultaneamente um controle individual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso e se deseja implantar domótica e tornar um edifico inteligente pense primeiro nas funcionalidades que precisa, quase todas elas são possíveis de implantar.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;Áreas de domótica:&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Detecção de intrusão;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Controlo de iluminação;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Segurança e controlo de fugas água e gás;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Alarmes médicos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Controlo remoto;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Domoporteiro;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Monitorização remota alarmes;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Controlo de climatização;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ligação e controlo via Internet;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ligação e controlo via GSM;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Controlo de acessos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Controlo remoto de dispositivos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;h2&gt;Circuitos Domóticos&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vamos colocar alguns circuitos não só para funcionar directamente com o pc através das portas de comunicação mas também circuitos autonomos, este conceito de &lt;b&gt;casa inteligente&lt;/b&gt; varia em função do espaço que se pretende automatizar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O circuito de automação mais conhecido e mais divulgado é o &lt;a href="http://www.electronica-pt.com/index.php/content/view/67/43/index.php/content/view/70/" title="X10 - Casa Inteligente "&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;X10&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; , existindo um sem número de aplicações, software e hardware para este tipo de home automation. Existe no entanto um kit da velleman o &lt;a href="http://www.electronica-pt.com/index.php/content/view/67/43/index.php/content/view/69/" title="Kit electrónico de automação - PC Board"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;K8000&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que permite uma ligação directa ao pc, é por isso uma pc board. A vantagem deste circuito, é que permite a ligação a uma série de circuitos comuns, permitindo o controlo não só através de software&amp;nbsp; mais ou menos sofisticado ou apenas através de uma simples folha de Excel. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6047831878320861775-3099164232670097616?l=eletrotcnicaaplicada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/3099164232670097616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/automatizacao-de-edificios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/3099164232670097616?v=2'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/3099164232670097616?v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/automatizacao-de-edificios.html' title='AUTOMATIZAÇÃO DE EDIFICIOS'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email><gd:extendedProperty name='OpenSocialUserId' value='12625472257732800449'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag='W/&quot;DkMNQXg9eCp7ImA9Wx5bF08.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775.post-2271662969349652099</id><published>2010-11-02T12:01:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T12:01:30.660-07:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2010-11-02T12:01:30.660-07:00</app:edited><title>DR aplicação</title><content type='html'>&lt;h2 align="center"&gt;O dispositivos de segurança ! &lt;/h2&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.skoool.pt/content/los/physics/fuses_circuit_breakers/launch.html" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="349" src="http://www.fazfacil.com.br/images/ref_elet_distribuicao_3.jpg" width="116" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="sidebarHeader"&gt;&lt;h2&gt;Acerte na escolha do dispositivo DR&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A corrente nominal (In) do dispositivo DR deve ser maior ou igual à corrente do disjuntor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;span class="style1"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;fonte: schneider-electric&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="style1"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="sidebarHeader"&gt;&lt;h2&gt;O que é um DR? &lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="layerResposta_178"&gt;&lt;span align="justify"&gt;Este dispositivo detecta fugas de corrente, - quando ocorre vazamento de energia dos condutores - desarmando o disjuntor onde está ocorrendo o problema, evitando que uma pessoa possa levar um choque.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;O dispositivo DR (Diferencial Residual) protege as pessoas e os animais contra os efeitos do choque elétrico por contato direto ou indireto (causado por fuga de corrente). Ao detectar uma fuga de corrente na instalação, o Dispositivo DR desliga o circuito imediatamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="ad LeftAlign"&gt;&lt;!-- Inicio tag fazfacil_reforma_construcao_ret_med_central_esq_300x250   --&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;
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&lt;/script&gt;&lt;div id="google_ads_div_fazfacil_reforma_construcao_ret_med_central_esq_300x250"&gt;&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Contato direto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A pessoa toca um condutor eletricamente carregado que está funcionando normalmente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Contato indireto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A pessoa toca algo que normalmente não conduz eletricidade, mas que se transformou em um condutor acidentalmente (por exemplo, devido a uma falha no isolamento).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
O dispositivo &lt;span style="font-size: small;"&gt;DR é um interruptor automático que desliga correntes elétricas de pequena intensidade&lt;/span&gt; (da ordem de centésimos de ampère), que um disjuntor comum não consegue detectar, mas que podem ser fatais se percorrerem o corpo humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, &lt;span style="font-size: small;"&gt;um completo e eficaz sistema de aterramento deve conter o fio terra e o dispositivo DR.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="sidebarHeader"&gt;&lt;h2&gt;Quando o uso do DR é obrigatório?&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="layerResposta_179"&gt;&lt;span align="justify"&gt;De acordo com o item 5.1.3.2.2 da norma NBR 5410, o dispositivo DR é obrigatório desde 1997 nos seguintes casos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Em circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em locais que contenham chuveiro ou banheira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Em circuitos que alimentam tomadas situadas em áreas externas à edificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Em circuitos que alimentam tomadas situadas em áreas internas que possam vir a alimentar equipamentos na área externa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Em circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em cozinhas, copas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e demais dependências internas normalmente molhadas ou sujeitas a lavagens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Observações:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  a exigência de proteção adicional por dispositivo DR de alta sensibilidade se aplica às tomadas de corrente nominal de até 32A;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  quanto ao item 4, admite-se a exclusão dos pontos que alimentem aparelhos de iluminação posicionados a pelo menos 2,50m do chão;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  o dispositivo DR pode ser utilizado por ponto, por circuito ou por grupo de circuitos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A NBR 5410/97, norma da ABNT sobre instalações elétricas de baixa tensão, prescreve a separação dos circuitos de iluminação e tomadas em todos os tipos de edificações e aplicações, independentemente do local (quarto, sala, etc).&lt;br /&gt;
Há dois motivos básicos para essa exigência. &lt;br /&gt;
O primeiro é que um circuito não deve ser afetado pela falha de outro, não permitindo que, por ocasião de um defeito em circuito, toda umaárea fique desprovida de alimentação elétrica.&lt;br /&gt;
O segundo é que a separação dos circuitos de iluminação e tomadas auxilia, de modo decisivo, na implementação das medidas de proteção adequadas contra choques elétricos.&lt;br /&gt;
Nesses casos, quase sempre é obrigatória a presença de um dispositivo DR nos circuitos de tomada, o que não acontece com os circuitos de iluminação. Ao contrário do que pode parecer, o aumento de custo de uma instalação é quase insignificante quando se separam os circuitos de iluminação e tomadas.&lt;br /&gt;
Além disso, a crescente presença de aparelhos eletrônicos (computadores, videocassete, DVDs, reatores eletrônicos, etc.) nas instalações provoca um aumento na presença de harmônicas nos circuitos, perturbando assim o funcionamento geral da instalação. &lt;br /&gt;
Uma das recomendações básicas quando se trata de reduzir a interferência provocada pelas harmônicas é separar as cargas perturbadoras em circuitos independentes dos demais.&lt;br /&gt;
A NBR 5410/97 exige ainda que a seção mínima dos circuitos de iluminação seja de 1,5 mm e a dos circuitos de força, que incluem as tomadas, de 2,5 mm.&lt;br /&gt;
Portanto, a exigência da norma de separar os circuitos de iluminação e força tem forte justificativa técnica, seja no que diz respeito ao funcionamento adequado da instalação, à segurança das pessoas ou à qualidade de energia no local.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6047831878320861775-8234662191491423822?l=eletrotcnicaaplicada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/8234662191491423822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/drs.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/8234662191491423822?v=2'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/8234662191491423822?v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/drs.html' title='DRs'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email><gd:extendedProperty name='OpenSocialUserId' value='12625472257732800449'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag='W/&quot;CUEMRHg7eip7ImA9Wx5bF08.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775.post-709922856931786672</id><published>2010-11-02T11:48:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T11:48:05.602-07:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2010-11-02T11:48:05.602-07:00</app:edited><title>Sensores de presença</title><content type='html'>&lt;div class="ad LeftAlign"&gt;&lt;!-- Inicio tag fazfacil_reforma_construcao_ret_med_central_esq_300x250   --&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;
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&lt;/script&gt;&lt;div id="google_ads_div_fazfacil_reforma_construcao_ret_med_central_esq_300x250"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;!-- Fim tag fazfacil_reforma_construcao_ret_med_central_esq_300x250   --&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img alt="sensor de presença esquema" height="386" src="http://www.fazfacil.com.br/images/elet_sensor.jpg" width="420" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="sidebarHeader"&gt;&lt;h2&gt;Como instalar corretamente o sensor de presença para teto? (Linha Flex) &lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="layerResposta_328"&gt;&lt;span align="justify"&gt;Basta seguir o esquema de instalação abaixo e observar as especificações técnicas: &lt;span id="layerResposta_329"&gt;&lt;span align="justify"&gt;&lt;span class="RightAlign"&gt;&lt;img alt="sensor esquema de ligaçao" height="343" src="http://www.fazfacil.com.br/images/elet_sensor_2.jpg" width="420" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;Tensão de operação: 90 a 230V~&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;Freqüência: 50 a 60Hz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;Potência máx.: 1000VA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;Área de detecção: Cone de 110º com 2,4m &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;de altura - raio 3,5m&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;Consumo: 0,7W&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="RightAlign"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="sidebarHeader"&gt;&lt;h2&gt;Como instalar corretamente o sensor de presença de sobrepor para parede (Linha Flex)? &lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="layerResposta_329"&gt;&lt;span align="justify"&gt;Basta seguir o esquema de instalação abaixo e verificar as especificações técnicas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;&lt;span class="RightAlign"&gt;&lt;img alt="esquema de ligaçao do sensor de presença" height="369" src="http://www.fazfacil.com.br/images/elet_sensor_3.jpg" width="420" /&gt;&lt;/span&gt; Tensão de operação: 90 a 230V~&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;Freqüência: 50 a 60Hz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;Potência máx.: 1000VA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;Área de detecção: Frontal 110º com &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;12m de raio - Lateral 70º &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;com 12m de raio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;&lt;span align="justify"&gt;Consumo: 0,7W&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6047831878320861775-709922856931786672?l=eletrotcnicaaplicada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/709922856931786672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/sensores-de-presenca_02.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/709922856931786672?v=2'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/709922856931786672?v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/sensores-de-presenca_02.html' title='Sensores de presença'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email><gd:extendedProperty name='OpenSocialUserId' value='12625472257732800449'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag='W/&quot;C0cMQX89cCp7ImA9Wx5bF08.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775.post-9118314702641694689</id><published>2010-11-02T11:04:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T11:04:40.168-07:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2010-11-02T11:04:40.168-07:00</app:edited><title>Sistema de Iliminação a LED</title><content type='html'>&lt;h1&gt;LED: a iluminação do futuro já disponível no presente&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="subtitle"&gt;Ele já existe há muito tempo, mas recentemente vem ganhando grande destaque entre as tecnologias que tendem a dominar no futuro. Confira um pouco sobre a evolução do LED.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;Você provavelmente já deve conhecer o LED, mas na certa nem dá muito valor para ele. Este componente teve suas primeiras aparições na década de 60 e surpreendeu a todos, porque até então não havia nenhum componente eletrônico que emitisse luz pró-pria. A princípio, o LED teve poucas aplicações, porque ele emitia pouca luz, fator que limitou o componente a função de indicador de energia — função que ele executa até hoje em muitos aparelhos eletrônicos.&lt;br /&gt;
&lt;div class="w625 fl border-r"&gt;&lt;div id="artigo"&gt;&lt;div id="divPagina_1"&gt;Evidentemente, o LED evoluiu muito nestes quase 50 anos de vida que já tem. Atualmente, ele está presente em tantos aparelhos que você nem imagina. Desde celulares, passando por câmeras digitais e chegando até os televisores. Isso mesmo, a mais recente conquista do LED foi a invasão no setor das televisões. Bom, saber que o LED é necessário em nossas vidas, todos já sabem, mas como será que ele funciona? Qual é o futuro deste pequenino componente? O Baixaki hoje vai lhe mostrar um pouco sobre a tendência que o LED deve seguir daqui para frente, acompanhe.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O que é um LED? Como ele funciona? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="LEDs antigos tinham somente uma cor" class="img_dir" height="112" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/45724973/41520.jpg" title="LEDs antigos tinham somente uma cor" width="153" /&gt;O LED é um componente eletrônico, mais precisamente, um diodo semicondutor. O funcionamento do LED é relativamente simples, sendo que ao receber energia ele emite luz. Diferente da maioria dos componentes eletrônicos, que liberam energia através do calor, o LED consegue liberar a energia excedente na forma de luz. Antigamente, os LEDs só emitiam luzes coloridas, porque tinham uma carcaça colorida, a qual quando iluminada pelo raio produzido pelo LED, fornecia uma cor específica.&lt;br /&gt;
Com a evolução do processo de construção do LED, estes componentes passaram a emitir luzes em cores diferentes, mesmo tendo uma carcaça transparente. Além disso, surgiram os LEDs capazes de reproduzir várias cores, sendo assim, um mesmo componente poderia criar centenas ou até milhares de cores diferentes. Claro que para isso, a tecnologia no componente evoluiu muito, mas o modo de funcionamento continuou quase o mesmo. Através de um controle de alta precisão na corrente elétrica, o LED consegue emitir tonalidades de cores diferentes, o que se tornou um fator muito importante para as novas tecnologias que têm aderido este pequenino item da eletrônica.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="LEDs estão presentes até nos carros" class="nada" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/45724973/82578.jpg" title="LEDs estão presentes até nos carros" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Televisores de LED&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;img alt="Televisores de LED da Samsung - Qualidade impressionante!" class="img_esq" height="142" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/2262/98075.jpg" title="Televisores de LED da Samsung - Qualidade impressionante!" width="185" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Foi graças à evolução do LED que as televisões puderam chegar a um novo nível de qualidade. As televisões de LED nada mais são do que as mesmas telas de LCD, mas com a iluminação do LED. Ao invés de uma única fonte de luz, os televisores de LED contam com uma iluminação mais precisa, de várias cores e de melhor qualidade. O LED possibilitou também uma taxa de contraste incrível nos televisores, além da qualidade de brilho imbatível. Se você quiser saber mais sobre os televisores LED, talvez &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.baixaki.com.br/info/2262-led-tv-a-sensacao-de-2010.htm" target="_blank" title="Clique aqui para acessar"&gt;nosso artigo sobre o assunto&lt;/a&gt; possa esclarecer algumas dúvidas e fornecer mais detalhes sobre estas telas fantásticas.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Iluminação através de LEDs &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Apesar dos diversos aparelhos em que os LEDs vêm ganhando presença, acredita-se que o verdadeiro triunfo desta tecnologia seja em outro setor: a iluminação. Por muito tempo os cientistas vêm pesquisando e trabalhando em diversos projetos para inovar e criar uma lâmpada que funcione através de LEDs. Até o presente momento, já existem algumas lâmpadas que funcionam através de LEDs e, aliás, funcionam muito bem. Contudo o grande problema não está na adaptação, ou na demora da tecnologia ser suficiente para prover uma boa iluminação, porém o problema consiste no elevado preço que é cobrado por essas lâmpadas.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Demonstração da iluminação de LEDs da Philips" class="nada" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/45724973/63823.jpg" title="Demonstração da iluminação de LEDs da Philips" /&gt;&lt;/div&gt;As atuais LED lights (lâmpadas de LED) proporcionam uma iluminação excelente e o melhor, funcionam em várias cores. Algumas empresas, como a Philips, vêm fabricando produtos desse tipo em larga escala, entretanto ainda não há um público definido para tais lâmpadas. Apesar de elas utilizarem os mesmos bocais que as lâmpadas incandescentes e fluorescentes, elas ainda não estão custando o mesmo preço para ser algo compensador. Confira o vídeo abaixo, que mostra um pouco do poder da iluminação por LED lights.&lt;br /&gt;
Um fator que tem feito as fabricantes investirem forte em pesquisas para iluminação com LEDs é a alta qualidade que elas proporcionam. Além de serem muito mais econômicas e iluminarem com maior eficiência, as lâmpadas de LED tendem a ter uma vida útil muito maior. Todavia, até que o processo de fabricação torne-se mais barato, estas lâmpadas não devem chegar ao público geral.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;LEDs terão seu modo de fabricação alterado &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O que torna a iluminação através de LEDs muito cara são os materiais utilizados no processo de fabricação. Os LEDs que emitem as cores verde e azul são os que custam mais caro, porque necessitam de um cristal de safira para reproduzir as cores na sua melhor qualidade. Contudo, com a nova descoberta de pesquisadores da Universidade de Purdue (nos EUA), há um meio de substituir o cristal de safira pelo bom e velho silício.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="LEDs mais baratos e de ótima qualidade" class="nada" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/45724973/68090.jpg" title="LEDs mais baratos e de ótima qualidade" /&gt;&lt;/div&gt;A nova técnica com o silício deve resolver o problema do cristal de safira, mas aí teria um problema com outro componente: o nitreto de zircônio. Este componente serve para refletir a luz produzida, todavia ele é muito instável junto com o silício. Claro que, os cientistas já resolveram o problema, graças ao nitreto de alumínio, que consegue deixar a relação entre silício e zircônio estável e funcional, o LED poderá custar muito mais barato e ser produzido em larga escala.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;img alt="Telas OLED irão dominar nos celulares e smartphones!" class="img_esq" height="148" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/materias/45724973/74110.jpg" title="Telas OLED irão dominar nos celulares e smartphones!" width="70" /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Aplicações do “novo” LED &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Evidentemente, a técnica de utilizar o silício como componente principal dos novos LEDs terá diversas aplicações. Além da redução no custo, esta nova técnica possibilitará o desenvolvimento de lâmpadas ainda mais frias, e possivelmente mais econômicas. Deste modo, as fabricantes de LED poderão investir mais na área dos LEDs e produzir produtos mais inteligentes, eficientes e baratos. Telas de OLED, televisores e muitos outros aparelhos eletrônicos devem ter seus custos reduzidos, uma vantagem que o consumidor sentirá no bolso.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6047831878320861775-9118314702641694689?l=eletrotcnicaaplicada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/9118314702641694689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/sistema-de-iliminacao-led.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/9118314702641694689?v=2'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/9118314702641694689?v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/sistema-de-iliminacao-led.html' title='Sistema de Iliminação a LED'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email><gd:extendedProperty name='OpenSocialUserId' value='12625472257732800449'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag='W/&quot;Ck8CSX47cSp7ImA9Wx5bF08.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775.post-6302617262361481549</id><published>2010-11-02T11:01:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T11:01:08.009-07:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2010-11-02T11:01:08.009-07:00</app:edited><title>Varias aplicações iluminação LED</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Criatividade e flexibilidade – luz inteligente e portátil&lt;/h3&gt;&lt;!-- E01 end --&gt;&lt;!-- oc_p_content_01 --&gt;&lt;!-- VIPINCLUDE:Internet_SAI:158 --&gt;&lt;!-- VIPINCLUDE:Internet_SAI:160 --&gt;&lt;!-- E03 --&gt;&lt;div class="mood"&gt;&lt;img alt="Picture" border="0" height="136" hspace="0" src="http://www.osram.com.br/_global/img/Consumer/Luminaires/E03_Mood_448x136/131-A-DOT-IT-Innenbel16-de.jpg" title="Picture" width="448" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;!-- E03 end --&gt;&lt;!-- /VIPINCLUDE:Internet_SAI:160 --&gt;&lt;!-- /VIPINCLUDE:Internet_SAI:158 --&gt;&lt;!-- oc_p_content_02 --&gt;&lt;!-- VIPINCLUDE:Internet_SAI:158 --&gt;&lt;!-- VIPINCLUDE:Internet_SAI:159 --&gt;&lt;!-- E02 --&gt;&lt;div class="copytext"&gt;Nada é mais característico do estilo de vida moderno do que um desejo por espontaneidade e individualidade. E é exatamente esse o motivo do desempenho triunfante das pequenas, coloridas e fascinantes luminárias de LEDs. Funcionam com pilhas AAA e possuem inteligentes opções de instalação: suporte adesivo, imã, anel ou velcro. Assim, podem ser facilmente utilizadas em qualquer lugar, especialmente onde não há energia elétrica ou onde passar fios de rede elétrica é complicado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6047831878320861775-6302617262361481549?l=eletrotcnicaaplicada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/6302617262361481549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/varias-aplicacoes-iluminacao-led.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/6302617262361481549?v=2'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/6302617262361481549?v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/varias-aplicacoes-iluminacao-led.html' title='Varias aplicações iluminação LED'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email><gd:extendedProperty name='OpenSocialUserId' value='12625472257732800449'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag='W/&quot;A0QHSH4zfyp7ImA9Wx5bF0w.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775.post-7097007148927873688</id><published>2010-11-02T10:35:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T10:35:39.087-07:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2010-11-02T10:35:39.087-07:00</app:edited><title>Como calcular o consumo de energia elétrica de uma forma bem simples</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Passo 1: Descobrir qual é o consumo do aparelho&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Todo fabricante apresenta, no manual do aparelho, a indicação de consumo elétrico em watts. Procure por esta informação no manual e anote. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para esta dica usaremos um consumo (máximo) de 500 watts de uma Logitech Z-5500 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Passo 2: Convertendo de watts para kilowatt-hora&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Kilowatt-hora é a medida utilizada pelas concessionárias de energia. Toda conta de energia elétrica traz a informação referente ao seu consumo indicada em kWh. Para sabermos o quanto o aparelho gasta em R$ é preciso converter a unidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem fácil: Divida a potência por mil. 500 watts / 1000 = 0,5 kW &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Passo 3: Calculando o consumo diário&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Também fácil: pegue o resultado da divisão anterior e multiplique pelo número de horas em que o aparelho é usado durante o dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
0,5 kW * 8 horas = 4 kWh &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Passo 4: Calculando o consumo mensal&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Conte o número de dias em que o aparelho fica ligado durante o mês e multiplique: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 kWh * 20 dias = 80 kW &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Passo 5: Calculando em R$&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Pegue a sua conta de luz e procure pelo valor do kilowatt-hora. Segundo a conta de luz de nossa residência o valor do kilowatt-hora é de cerca de R$ 0,31. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
80 kW * 0,31 = R$ 24,8 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, o aparelho consome R$ 24,8 se permanecer ligado por 20 dias, 8 horas por dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Notas&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Existem outras formas de efetuar o mesmo cálculo. Você pode anotar a quantidade de horas usadas nos dias, totalizar a quantidade no mês e multiplicar isso pelo valor do kWh, por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certos aparelhos possuem um consumo variável (o consumo elétrico de aparelhos de som, p.ex., varia de acordo com o volume do som) e o consumo indicado no manual será referente ao consumo quando em uso máximo (exceto se indicado o contrário). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Calcular o consumo de um computador é mais complicado. A potência indicada pela fonte é a potência máxima fornecida por ela e o consumo real vai depender dos dispositivos conectados ao computador. No entanto se você calcular usando o consumo máximo, você terá uma boa margem de segurança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para saber o consumo de um notebook, veja a potência em watts indicada na fonte de energia. O notebook não usa mais potência do que aquela especificada na fonte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aparelhos em standby consomem uma minúscula quantia de energia, mas consomem. Se você quer interromper totalmente o consumo deve desligar o aparelho da tomada. O fato de um aparelho parecer estar desligado não significa que realmente está.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6047831878320861775-7097007148927873688?l=eletrotcnicaaplicada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/7097007148927873688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/como-calcular-o-consumo-de-energia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/7097007148927873688?v=2'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/7097007148927873688?v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/como-calcular-o-consumo-de-energia.html' title='Como calcular o consumo de energia elétrica de uma forma bem simples'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email><gd:extendedProperty name='OpenSocialUserId' value='12625472257732800449'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag='W/&quot;Ak8BR309eyp7ImA9Wx5bF0w.&quot;'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6047831878320861775.post-7558626183779664961</id><published>2010-11-02T10:27:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T10:27:36.363-07:00</updated><app:edited xmlns:app='http://www.w3.org/2007/app'>2010-11-02T10:27:36.363-07:00</app:edited><title>Dicas simples de como economizar energia e dinheiro é claro</title><content type='html'>&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_FormView1_dica_RespostaLabel" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span id="div2"&gt;&amp;nbsp;Acredite que existam muitas maneiras de reduzir o consumo de energia elétrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Algumas medidas simples garantem a economia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Para se ter uma idéia, um televisor de 29 polegadas que fica o tempo todo em &lt;i&gt;stand by&lt;/i&gt; (modo de espera) consome R$ 1,30 por mês, sem ser ligado. Por isso, caso você deixe este hábito de lado, estará economizando R$ 15,60 apenas com sua TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir, algumas dicas da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) que ajudarão a economizar na conta de energia elétrica e, de quebra, demonstrar seu cuidado com o meio-ambiente:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Limite o uso da máquina de lavar, de secar e do ferro elétrico:&lt;/b&gt; espere juntar uma quantidade razoável de roupa para usar a máquina de lavar, a de secar e o ferro de passar. O ideal é usá-los no máximo duas ou três vezes por semana. Aproveite também para passar as roupas que necessitam de menos calor depois de desligar o ferro.&lt;br /&gt;
Além disso, deixe a roupa acumular até o equivalente à capacidade máxima da máquina de lavar e secar, para reduzir o tempo de uso desses maquinários. Se possível, utilize a secadora apenas nos dias frios e úmidos e deixe para usar a água quente de sua máquina de lavar apenas nas roupas muito sujas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Limite o uso de torneiras elétricas e máquinas de lavar louça:&lt;/b&gt; na época de inverno, apesar da conveniência dessas utilidades, tente limitar o uso de torneiras elétricas ou máquinas de lavar louças, pois as contas crescem absurdamente com o uso freqüente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Limite o uso do microondas:&lt;/b&gt; sempre que possível, utilize o fogão a gás e evite usar a função &lt;i&gt;grill&lt;/i&gt; de seu forno, pois ela consome mais energia elétrica.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Deixe para acender as luzes mais tarde:&lt;/b&gt; basta um pouco de disciplina para estabelecer um horário antes de começar a acender as luzes da casa. Uma sugestão pode ser deixar as janelas abertas (no limite do seguro obviamente), de forma a deixar o ambiente claro por mais tempo.&lt;br /&gt;
Evite apagar e acender as lâmpadas toda hora e não utilize extensões e benjamins. Além disso, verifique se há fugas de energia e lembre-se de desligar os disjuntores quando for viajar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Reduza o número de luzes acesas:&lt;/b&gt; mantenha acesas apenas as lâmpadas do ambiente que estiver utilizando ou que for para a sua segurança. Adquira o hábito de apagar as luzes quando sair da sala, cozinha ou qualquer outro cômodo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Economize com luzes fluorescentes:&lt;/b&gt; apesar de mais caras, essas lâmpadas têm maior durabilidade e consomem menos energia, podendo ser boas alternativas como forma de racionamento.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Evite usar cores escuras nos ambientes:&lt;/b&gt; uma dica importante para quem está reformando ou construindo uma casa é optar sempre por cores mais claras na pintura das paredes, pois ambientes escuros tendem a exigir mais luz.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Evite dormir com o televisor ou rádio ligados:&lt;/b&gt; caso isso não seja possível, utilize o &lt;i&gt;timer&lt;/i&gt; do aparelho, para que ele desligue automaticamente após o tempo programado.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Reduza a duração e a temperatura dos banhos:&lt;/b&gt; evite também atividades como escovar os dentes embaixo do chuveiro ou simplesmente relaxar por longos minutos.&lt;br /&gt;
Limpe regularmente os orifícios por onde a água escoa, para possibilitar melhor vazão da água, o que fará você abrir menos o chuveiro para ter água quente. Evite ainda os remendos nos fios, pois eles aumentam o consumo de energia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Cheque o termostato do seu ar-condicionado:&lt;/b&gt; cheque se o termostato está numa temperatura satisfatória para o ambiente (o ideal são 4 ou 5 graus abaixo da temperatura externa) e mantenha as janelas e portas sempre fechadas, para que o consumo de energia seja menor.&lt;br /&gt;
Além disso, instale o aparelho no alto, em uma parede onde não bata sol, limpe os filtros periodicamente e troque o ar condicionado pelo ventilador sempre que possível.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Aprenda a usar seu computador:&lt;/b&gt; ao invés de usar descansos de tela, configure o monitor para desligar após algum tempo sem uso, evitando o &lt;i&gt;stand by&lt;/i&gt;. Evite também ligar acessórios como impressoras e &lt;i&gt;scanners&lt;/i&gt; sem necessidade.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Não use seu refrigerador como máquina de secar:&lt;/b&gt; nunca utilize a parte traseira da sua geladeira ou freezer para secar roupas ou objetos, pois além de causar danos ao aparelho, você também aumenta o consumo de energia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Cheque a vedação do seu refrigerador:&lt;/b&gt; a má vedação é responsável por grande parte do consumo do seu refrigerador, por isso cheque se a borracha da porta está em bom estado. Caso não esteja, contate um técnico para que o problema seja solucionado.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Evite o abre e fecha constante da geladeira e/ou do freezer:&lt;/b&gt; retire todos os alimentos que necessita de uma só vez, evitando o abre e fecha.&lt;br /&gt;
Por fim, não ponha a geladeira muito encostada na parede, não deixe formar muito gelo e não forre as prateleiras internas com plásticos ou outros materiais. Além disso, procure usar o freezer apenas em ocasiões necessárias, como festas&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6047831878320861775-7558626183779664961?l=eletrotcnicaaplicada.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/feeds/7558626183779664961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/dicas-simples-de-como-economizar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/7558626183779664961?v=2'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6047831878320861775/posts/default/7558626183779664961?v=2'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eletrotcnicaaplicada.blogspot.com/2010/11/dicas-simples-de-como-economizar.html' title='Dicas simples de como economizar energia e dinheiro é claro'/><author><name>Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13330201234103322023</uri><email>agfaustojr@ig.com.br</email><gd:extendedProperty name='OpenSocialUserId' value='12625472257732800449'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>