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		<title>Engenharia Civil</title>
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		<title>China irá construir o maior edifício do Mundo em 90 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jun 2013 19:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;O maior edifício do Mundo é, hoje, o Burj Khalifa, no Dubai, com uns impressionantes 829 metros. Mas a China, não querendo ficar atrás, vai construir um arranha-céus que irá suplantar este recorde em 9 metros. E irá fazê-lo nuns inacreditáveis 90 dias. O Sky City, assim se irá chamar este ‘monstro’ arquitetónico com 838 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&#8220;O maior edifício do Mundo é, hoje, o Burj Khalifa, no Dubai, com uns impressionantes 829 metros. Mas a China, não querendo ficar atrás, vai construir um arranha-céus que irá suplantar este recorde em 9 metros. E irá fazê-lo nuns inacreditáveis 90 dias.</p>
<p align="justify"><img alt="" src="https://i0.wp.com/imgs.cmjornal.xl.pt/2013-05/2013-05-30125304_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67%24%24738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20%24%24c0b46682-8331-49c8-87e3-f887a998b092%24%24odia_imagem_grande%24%24pt%24%241.jpg" /></p>
<p align="justify">O Sky City, assim se irá chamar este ‘monstro’ arquitetónico com 838 metros, será edificado na cidade de Changsha, no sul da China, e terá 220 andares. Cada andar foi desenhado para permitir, no total, habitação a 30 mil pessoas, ao contrário do Burj Khalifa que nem possui um sistema de esgotos funcional.</p>
<p align="justify">Apesar de já ter sofrido várias mudanças de prazos devido às complicações com licenças governamentais, a construção do Sky City deverá iniciar já no próximo mês, devendo todo o processo, incluindo acabamento de interiores, estar finalizado no final deste ano ou em janeiro de 2014.</p>
<p align="justify">Os responsáveis pelo projeto dizem que esta obra é o futuro para fazer face às necessidades do país mais populoso do mundo, e a crescer 1,8% ao ano, e que a verticalidade dos edifícios será cada vez mais importante.</p>
<p align="justify">Apostando na altura dos edifícios e não na área que estes ocupam em solo, os construtores do Sky City respondem às preocupações ambientais que o processo de urbanização chinês acarreta.</p>
<p align="justify">Toda esta rapidez será conseguida com o menor uso de aço e cimento nas fundações e em cada andar, mas sim na aposta em pré-fabricados que, segundo a firma responsável pelo projeto, sendo feito com material mais leve e maleável, tornam este edifício mais resistente a terramotos, conseguindo aguentar um sismo de magnitude 9. </p>
<p>As emissões de dióxido de carbono também serão reduzidas, o que irá permitir uma maior poupança de energia.</p>
<p align="justify">Não é bonito, mas é eficiente.</p>
<p align="justify">Para além de apartamentos capazes de acolher 30 mil pessoas, aquele que será o maior edifício do Mundo terá também lojas, empresas e serviços, tal como uma escola e um hospital. Vários moradores nem terão de sair do complexo para cumprir a sua rotina diária.</p>
<p align="justify">A estimativa dos 90 dias não tem, no entanto, em conta todo o tempo necessário para a produção dos pré-fabricados que serão usados para a edificação deste verdadeiro arranha-céus. Uma pequena “finta” que não torna menos impressionante a ambição destes construtores.</p>
<p align="justify">A firma responsável pela construção do Sky City é a mesma que levou a cabo o projeto de um construir um hotel de 30 andares em 15 dias. Conseguiu-o e o hotel mantém-se de pé, aparentando funcionar em perfeitas condições.&#8221;</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">&#8211; Noticia no Correio da Manha por J.D</p>
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		<title>Construção aprova “manifestação de desespero”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 11:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[O iminente colapso do sector da construção e a escalada dos índices de desemprego no País para números que podem chegar aos 20% estão no centro da manifestação que se espera que junte milhares de empresários de toda a fileira em Lisboa, no próximo dia 5 de Junho. Em declarações à agência Lusa, o presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O iminente colapso do sector da construção e a escalada dos índices de desemprego no País para números que podem chegar aos 20% estão no centro da manifestação que se espera que junte milhares de empresários de toda a fileira em Lisboa, no próximo dia 5 de Junho.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, o presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) disse ter sido esta a principal decisão tomada esta segunda-feira numa reunião entre os presidentes das 21 associações que integram aquela estrutura, perante a “situação dramática” atualmente vivida no setor.</p>
<p>“O que esteve em cima da mesa foi o desespero das empresas do sector, que chegaram a uma situação limite, não conseguem manter os seus postos de trabalho e entendem que o colapso está eminente”, afirmou Reis Campos.</p>
<p>Segundo adiantou, no dia 5 de Junho, são esperados “milhares” de empresários no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, no que será uma “manifestação de desespero” face à situação do sector e um momento “histórico” de união da fileira.</p>
<p>“Será a primeira vez em Portugal que se juntam todos os empresários da fileira da construção que, até agora, não estava unida, mas agora está completamente, desde os projectistas aos condomínios, passando pelos promotores, construtores, indústria e comercialização de materiais, promotores e mediadores imobiliários, abrangendo um total de 200 mil empresas”, destacou Reis Campos.</p>
<p>Salientando que a fileira “vale um quinto do PIB [produto interno bruto]“, o presidente da CPCI criticou a “indefinição total quanto ao futuro” do sector em Portugal, o que contrasta com a atitude em muitos outros países europeus, “onde se considera que a construção e imobiliário tem de ser um sector atendível dado o seu peso”.</p>
<p>Reclamando medidas urgentes na área da reabilitação urbana e do arrendamento, por exemplo, como alternativas ao corte radical no investimento público, a CPCI lamenta que o sector não tenha “a atenção que merece do Governo” e defende uma “mobilização nacional” face à actual situação de “desespero absoluto”.</p>
<p>Fonte: por Ricardo Batista in  <a href="http://www.construir.pt/2012/05/07/construcao-aprova-manifestacao-de-desespero-para-dia-5-de-junho-em-lisboa/">Construir </a></p>
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		<item>
		<title>Concursos públicos urgentes? Para quem?</title>
		<link>https://engenhariacivil.wordpress.com/2010/09/24/concursos-publicos-urgentes-para-quem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 09:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Viana do Castelo lançou em Agosto um concurso público para a construção do Centro de Alto Rendimento de Surf, com um valor-base de um milhão de euros e prazo de entrega de propostas de 24 horas. Um mês depois, a autarquia de Vila Verde lançou dois concursos públicos para a construção de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A <span style="text-decoration:underline;"><strong>Câmara de Viana do Castelo</strong></span> lançou em Agosto um concurso público para a  construção do Centro de Alto Rendimento de Surf, com um valor-base de  <strong>um milhão de euros</strong> e <strong>prazo de entrega de propostas de 24 horas</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Um mês depois, a <span style="text-decoration:underline;"><strong>autarquia de Vila Verde</strong></span> lançou <strong>dois concursos públicos  para a construção de escolas</strong> com preços-base a rondar os <strong>dois milhões de  euros</strong> com <strong>prazo de entrega de propostas de 48 horas</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-853"></span></p>
<p style="text-align:justify;">O município de  Alcanena lançou dois concursos públicos com prazo de entrega de  propostas de 15 dias para a construção de duas estradas nacionais. Neste  caso, os valores-base eram de dois e 1,9 milhões de euros.</p>
<p style="text-align:justify;">Não  foram apenas estas três câmaras que aproveitaram as alterações ao regime  de contratação pública que entraram em vigor no passado dia 18 de  Junho. As normas de execução do Orçamento do Estado para 2010 permitem a adopção do procedimento de concurso  público urgente para a celebração de contratos nos casos em que o valor  seja inferior a 4,8 milhões de euros e se trate de projectos  co-financiados por fundos comunitários. Numa consulta aos Diários da  República do <strong>último mês</strong>, podem ser encontrados, pelo menos, <strong>12 concursos  públicos urgentes</strong>, com prazos que oscilam entre as <strong>24 horas</strong> e os 15  dias. Os valores envolvidos chegam aos <strong>16 milhões de euros</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;Podem  chamar-lhe concursos públicos urgentes, mas, na prática, estamos a  falar de ajustes directos&#8221;</strong>, reclama o presidente da Associação dos  Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), que preside  também à Confederação da Construção e do Imobiliário. Manuel Reis Campos  recorda que, <strong>&#8220;numa obra de um milhão ou de dois milhões de euros, é  impensável exigir aos interessados que apresentem as suas propostas em  24 horas&#8221;</strong>. E considera &#8220;incompreensível que o Estado corra os riscos  inerentes a este procedimento&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o presidente da  Confederação da Construção, a natureza e <strong>a complexidade dos contratos de  empreitadas de obras públicas &#8220;não se compadece com a ligeireza  procedimental do concurso público urgente&#8221;</strong>. &#8220;Este tipo de procedimento  foi pensado para a adjudicação de contratos de locação, de aquisição de  bens móveis ou de serviços de uso corrente. Uma empreitada não é um bem  de &#8220;consumo diário&#8221;, e no Código dos Contratos Públicos o que estava  previsto para as empreitadas, em geral, é um prazo mínimo de  apresentação de propostas de 20 dias, que poderia ser reduzido para 11  em casos de manifesta simplicidade. Uma obra de 4,8 milhões de euros não  é simples. Mas agora, no limite, pode ser concursada em 24 horas. <strong>Não  faz sentido!</strong>&#8220;, protesta.</p>
<p style="text-align:justify;">Reis Campos frisa que <strong>a adjudicação de  obras públicas &#8220;deve sempre estar acima de qualquer suspeita&#8221;</strong> e que tal  só é possível quando há regras transparentes que sejam capazes de  potenciar a concorrência entre as empresas. &#8220;Só assim se garante a  obtenção da melhor proposta para um dado contrato&#8221;, reafirma.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O  PÚBLICO tentou contactar ontem, sem sucesso, a Câmara de Vila Verde para  perceber o procedimento adoptado no concurso para a construção de  centros educativos.</strong> Mas na página de Internet do município encontram-se  notícias relativas à adjudicação. O concurso foi publicado a 6 de  Setembro e a notícia da adjudicação ocorre a 17 de Setembro, com valores  inferiores ao das propostas: o centro educativo de Moure foi a concurso  por 1,94 milhões de euro e foi adjudicado por 1,513 milhões, e o centro  educativo de Prado foi concursado por 2,085 milhões e adjudicado por  1,605 milhões.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma das condições impostas pelas novas regras é a de que o critério de adjudicação das propostas seja o do mais baixo preço.</p>
<p style="text-align:justify;">Já  a Câmara de Viana do Castelo publicitava a 9 de Fevereiro a aprovação,  em reunião de executivo, da adjudicação da construção do Centro de Alto  Rendimento de Surf, a instalar na Praia do Cabedelo, na freguesia de  Darque. O empreendimento nasceu de uma candidatura conjunta entre a  autarquia e o Instituto do Desporto de Portugal.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://economia.publico.pt/noticia/lei-permite-concursos-de-24-horas-para-obras-de-48-milhoes_1457495" target="_blank">Público</a></p>
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		<title>Biblioteca Digital Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 19:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[UM PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE! Como se acede ao conteúdo? Embora seja apresentado oficialmente  na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio: www.wdl.org O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registrarem. Esta biblioteca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>UM PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE!</p>
<p>Como se acede ao conteúdo?</p>
<p>Embora seja apresentado oficialmente  na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio:</p>
<p><a href="http://www.wdl.org/" target="_blank">www.wdl.org</a></p>
<p>O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registrarem.<br />
Esta biblioteca reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.<span id="more-850"></span></p>
<p>Tem, sobre tudo, carácter patrimonial&#8221; , antecipou em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições. A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser &#8220;com valor de  património, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês,<br />
inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas&#8221;. Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562&#8243;, explicou Abid.</p>
<p>Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso dahistória; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.</p>
<p>Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS. A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.</p>
<p>Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português), embora os originas existam na sua língua original.</p>
<p>Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas de um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura cómoda e minuciosa.</p>
<p>Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das &#8220;Fábulas&#8221; de Lafontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.</p>
<p>Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:</p>
<p>América Latina e Médio Oriente. Isso deve-se à activa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.</p>
<p>A estrutura da BDM foi decalcada do projecto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e actualmente contém 11 milhões de documentos em linha.</p>
<p>Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste esse sítio vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audio-visual.</p>
<pre>(autor do texto desconhecido, chegou até nos através de e-mail, e apenas nos limitamos a publicar e reorganizar o conteúdo)
</pre>
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		<title>Passatempo Blog Engenharia Civil / Orzare</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 14:47:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitectura e Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Promoções]]></category>
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					<description><![CDATA[Este Blog e o portal Orzare estão a oferecer exemplares do livro Guia de Arquitectura Norte e Centro de Portugal. Temos 3 livros para oferecer. Para serem um dos 3 vencedores apenas têm que enviar para o email do blog (blog.eng.civil@gmail.com) artigos que se insiram no âmbito deste blog que possam ser publicados cá. Podem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Este Blog e o portal <a href="http://www.orzare.com/" target="_blank">Orzare</a> estão a oferecer exemplares do livro <strong>Guia de Arquitectura Norte e Centro de Portugal</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/06/guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal.jpg"><img data-attachment-id="845" data-permalink="https://engenhariacivil.wordpress.com/2010/06/27/passatempo-blog-engenharia-civil-orzare/guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal/" data-orig-file="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/06/guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal.jpg" data-orig-size="600,600" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/06/guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal.jpg?w=300" data-large-file="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/06/guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal.jpg?w=450" class="aligncenter size-full wp-image-845" title="guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal" src="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/06/guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal.jpg?w=450&#038;h=450" alt="" width="450" height="450" srcset="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/06/guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal.jpg?w=450&amp;h=450 450w, https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/06/guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal.jpg?w=150&amp;h=150 150w, https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/06/guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal.jpg?w=300&amp;h=300 300w, https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/06/guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal.jpg 600w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></a>Temos <strong>3 livros para oferecer</strong>. Para serem um dos 3 vencedores apenas têm que enviar para o email do blog (<a href="mailto:blog.eng.civil@gmail.com">blog.eng.civil@gmail.com</a>) artigos que se insiram no âmbito deste blog que possam ser publicados cá. Podem escrever um texto sobre qualquer coisa, enviar uma imagem, um vídeo, etc. Apenas interessa que esteja relacionado com o âmbito do blog e que possa cá ser publicado (com os devidos créditos ao autor). No final, os artigos enviados serão avaliados por membros da equipa do blog e os 3 melhores serão premiados com o livro <strong>Guia de Arquitectura Norte e Centro de Portugal.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Os emails enviados para concorrer têm que ter escrito no assunto &#8220;Passatempo Guia de Arquitectura&#8221;.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Podem <strong>enviar os artigos até ao dia 23 de Julho</strong>. Até ao dia 31 de Julho serão conhecidos os resultados.</p>
<p style="text-align:justify;">PS: Para quem preferir comprar o livro em vez de concorrer a este passatempo, aqui fica o respectivo <a href="http://livraria.vidaeconomica.pt/5-livros/234-guia-de-arquitectura-norte-e-centro-de-portugal.html" target="_blank">link</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Prémios Construir 2010</title>
		<link>https://engenhariacivil.wordpress.com/2010/06/16/premios-construir-2010/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 17:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitectura e Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidades]]></category>
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					<description><![CDATA[Começaram as votações para os Prémios Construir 2010. Os interessados em votar, podem-no fazer até ao dia 24 de Junho. Para isso basta ser subscritor do site do Jornal Construir, visitar a página do evento para ler as informações do mesmo e clicar no separador &#8220;Votação&#8221;. Estes prémios pretendem distinguir as empresas e personalidades que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Começaram as votações para os Prémios Construir 2010. Os interessados em votar, podem-no fazer até ao dia 24 de Junho. Para isso basta ser subscritor do site do Jornal Construir, visitar a <a href="http://premios.construir.pt/index.html" target="_blank">página</a> do evento para ler as informações do mesmo e clicar no separador &#8220;Votação&#8221;. Estes prémios pretendem distinguir as empresas e personalidades que mais se destacaram no último ano nas áreas da Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliária.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">De seguida deixamos a referência a todos os nomeados:</span></p>
<h2 style="text-align:left;"><span style="color:#0000ff;">Arquitectura</span></h2>
<h3 style="text-align:left;">Melhor Projecto Público:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Casa das Histórias Museu Paula Rego – Eduardo Souto de Moura<br />
&#8211; Museu de Arquitectura Fundação Insel Hombroich – Álvaro Siza  Vieira + Rudolf Finsterwalder<br />
&#8211; Museu de Arte e Arqueologia de Foz Côa &#8211; Camilo Rebelo + Tiago  Pimentel<br />
&#8211; Praça Diogo Menezes – Miguel Arruda<br />
&#8211; Ponte Pedonal na Covilhã – João Luís Carrilho da Graça<br />
&#8211; Pavilhão em Aventura Park &#8211; Paratelier<br />
&#8211; Capela dos Netos – Pedro Maurício Borges<br />
&#8211; Campo de Futebol de Custóias – Guilherme Machado Vaz<br />
&#8211; Café + Estrutura de Sombreamento em Sacavém &#8211; Ateliermob</p>
<h3 style="text-align:left;">Melhor Projecto Privado:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Casa da Torre Winery -Castanheira &amp; Bastai Arquitectos  Associado<br />
&#8211; 07CMM &#8211; Spaceworkers<br />
&#8211; Casa em Carnide &#8211; Luis Santiago Baptista + Tiago Leite de  Araújo<br />
&#8211; Casa em Santarém &#8211; Nuno Piedade Alexandre<br />
&#8211; TreeHouse &#8211; Appleton e Domingos Arquitectos<br />
&#8211; Casa no Alto da Ajuda &#8211; Extrastudio</p>
<h3 style="text-align:left;">Melhor Atelier:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Miguel Arruda Arquitectos<br />
&#8211; Bak Gordon Arquitectos<br />
&#8211; Eduardo Souto de Moura</p>
<h3 style="text-align:left;">Prémio Personalidade:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Armando Rabaça (Prémio Távora)<br />
&#8211; José Mateus (Trienal de Lisboa)<br />
&#8211; João Maria Trindade (Prémio FAD)</p>
<h2 style="text-align:left;"><span style="color:#0000ff;">Engenharia</span></h2>
<h3 style="text-align:left;">Melhor Gabinete:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; DHV<br />
&#8211; Coba<br />
&#8211; AfaConsult<br />
&#8211; Consulmar</p>
<h3 style="text-align:left;">Prémio Fiscalização e Coordenação</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Afaplan<br />
&#8211; Cinclus<br />
&#8211; DHV<br />
&#8211; TPF Planege</p>
<h3 style="text-align:left;">Melhor Projecto:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Molhe Norte da Barra do Douro (Consulmar)<br />
&#8211; Casa das Histórias de Paula Rêgo (Afaconsult)<br />
&#8211; Ponte pedonal na Covilhã (AFA Associados)</p>
<h3 style="text-align:left;">Prémio Personalidade:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Fernando Silveira Ramos (Consulmar)<br />
&#8211; Fernando Santo (Ordem dos Engenheiros)<br />
&#8211; Teresa Ponce de Leão (INETI)</p>
<h2 style="text-align:left;"><span style="color:#0000ff;">Construção</span></h2>
<h3 style="text-align:left;">Construtora do Ano:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Mota-Engil<br />
&#8211; Soares da Costa<br />
&#8211; Somague<br />
&#8211; Teixeira Duarte<br />
&#8211; Edifer<br />
&#8211; Opway</p>
<h3 style="text-align:left;">Prémio Internacionalização:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Soares da Costa<br />
&#8211; Mota-Engil<br />
&#8211; Somague</p>
<h3 style="text-align:left;">Prémio Diversificação:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; DST<br />
&#8211; Martifer<br />
&#8211; Lena Construções</p>
<h3 style="text-align:left;">Prémio Sustentabilidade:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Somague<br />
&#8211; Edifer<br />
&#8211; OPWAY</p>
<h3 style="text-align:left;">Personalidade:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Manuel Agria (ANEOP)<br />
&#8211; Pedro Gonçalves (Soares da Costa)<br />
&#8211; Vera Pires Coelho (Edifer)</p>
<h3 style="text-align:left;">Prémio Reabilitação:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Casais<br />
&#8211; Ramos Catarino<br />
&#8211; Novopca</p>
<h2 style="text-align:left;"><span style="color:#0000ff;">Imobiliário</span></h2>
<h3 style="text-align:left;">Melhor edifício de escritórios:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Torre Oriente (Sonae Sierra)<br />
&#8211; Panoramic (Esphera Imobiliária)<br />
&#8211; Boavista Prime (Adicais)</p>
<h3 style="text-align:left;">Melhor edifício comercial:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Dolce Vita Tejo (Chamartin)<br />
&#8211; Ria Shopping (Sans Frontieres)<br />
&#8211; Espaço Guimarães (Bouygues Imobiliária)</p>
<h3 style="text-align:left;">Melhor edifício residencial:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Portas da Rocha (Grupo Fozpalace)<br />
&#8211; River Houses Restelo (Leirimundo)<br />
&#8211; Santa Catarina (Inland)<br />
&#8211; Ancoradouro (Mota-Engil Real Estate)</p>
<h3 style="text-align:left;">Melhor empreendimento turístico:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Altis Belém (Grupo Altis)<br />
&#8211; Tivoli Vitória (Hotéis Tivoli)<br />
&#8211; Vila Galé Lagos (Grupo Vila Galé)<br />
&#8211; Hotel The Vine (Hotel The Vine)</p>
<h3 style="text-align:left;">Melhor consultora:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; CB Richard Ellis<br />
&#8211; Jones Lang LaSalle<br />
&#8211; Aguirre Newman<br />
&#8211; Cushman&amp;Wakefield</p>
<h3 style="text-align:left;">Melhor Promotor:</h3>
<p style="text-align:left;">&#8211; Mota-Engil Real Estate<br />
&#8211; Chamartín<br />
&#8211; Sonae Sierra<br />
&#8211; Bouygues</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Casas empilhadas tornam-se hotel</title>
		<link>https://engenhariacivil.wordpress.com/2010/05/23/casas-empilhadas-tornam-se-hotel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 14:45:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitectura e Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
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					<description><![CDATA[Um hotel com uma arquitectura muito original tornou-se ponto de atracção turística na cidade holandesa de Zaandam, avança o jornal «Globo». A construção não passa despercebida a quem vagueia no centro da cidade e muitos vão de propósito para observar o edifício do designer Wilfried van Winden, que imita 70 casas tradicionais empilhadas na vertical [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um hotel com uma arquitectura muito original tornou-se ponto de atracção  turística na cidade holandesa de Zaandam, avança                   o jornal «Globo».</p>
<p>A construção não passa  despercebida a quem vagueia no centro da cidade e muitos vão de  propósito                   para observar o edifício do designer Wilfried van  Winden, que imita 70 casas tradicionais empilhadas na vertical umas  sobre                   as outras.</p>
<p>O Inntel Hotel de 11 andares acaba  de abrir as portas e oferece aos interessados 160 quartos temáticos  bastante                   coloridos.</p>
<p><a href="http://diario.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13264548/400x400"><img class="alignnone" title="hotem" src="http://diario.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13264548/400x400" alt="s" width="300" height="400" /></a></p>
<p>Fonte: Iol Diário</p>
]]></content:encoded>
					
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Ranking das melhores empresas de construção para trabalhar</title>
		<link>https://engenhariacivil.wordpress.com/2010/01/27/ranking-das-melhores-empresas-de-construcao-para-trabalhar/</link>
					<comments>https://engenhariacivil.wordpress.com/2010/01/27/ranking-das-melhores-empresas-de-construcao-para-trabalhar/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 10:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://engenhariacivil.wordpress.com/?p=824</guid>

					<description><![CDATA[Um estudo da Exame/Heidrick &#38; Struggles revelou quais as melhores empresas para trabalhar em Portugal em 2010. Nas 100 melhores encontram-se 14 empresas de construção: 4º &#8211; Ramos Catarino (ME) 11º &#8211; Conduril (GE) 14º &#8211; Grupo Lena (GE) 18º &#8211; Ferrovias e Construções (ME) 26º &#8211; Lúcio da Silva Azevedo e Filhos (ME) 33º [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Um estudo da Exame/Heidrick &amp; Struggles revelou quais as melhores empresas para trabalhar em Portugal em 2010. Nas 100 melhores encontram-se 14 empresas de construção:<strong> </strong></p>
<div style="text-align:justify;">4º &#8211; Ramos Catarino (ME)</div>
<div style="text-align:justify;">11º &#8211; Conduril (GE)<br />
14º &#8211; Grupo Lena (GE)</div>
<div style="text-align:justify;">
<div>18º &#8211; Ferrovias e Construções (ME)</div>
<div>26º &#8211; Lúcio da Silva Azevedo e Filhos (ME)</div>
<div>33º &#8211; Procme (GE)</div>
<div>35º &#8211; Grupo Soares da Costa (GE)</div>
<div>40º &#8211; Zagope (GE)</div>
<div>41º &#8211; Alberto Couto Alves (GE)</div>
<div>45º &#8211; Construções Europa Ar-Lindo (ME)</div>
<div>46º &#8211; Grupo Domingos da Silva Teixeira (GE)</div>
<div>49º &#8211; Tecnovia Açores (GE)</div>
</div>
<div style="text-align:justify;">59º &#8211; FDO Construções (GE)</div>
<div style="text-align:justify;">74º &#8211; Opway (GE)</div>
<div style="text-align:justify;">
<p>Para saberem quais as empresas de outros sectores presentes nas 100 melhores empresas para trabalhar, vejam o artigo da <a href="http://www.sabado.pt/Multimedia/FOTOS/-span--b-Sociedade-b---span--%281%29/As-melhores-empresas-por-sector.aspx" target="_blank">Sábado</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Ramos Catarino é a melhor empresa de construção para trabalhar</title>
		<link>https://engenhariacivil.wordpress.com/2010/01/27/ramos-catarino-e-a-melhor-empresa-de-construcao-para-trabalhar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 09:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://engenhariacivil.wordpress.com/?p=822</guid>

					<description><![CDATA[A Ramos Catarino é a melhor empresa para trabalhar no sector da construção em Portugal, concluiu um estudo promovido pela revista Exame e pela consultora Heidrick &#38; Struggles. Conforme o mesmo estudo, a empresa portuguesa é a segunda melhor, atrás da Urbanos, entre as médias empresas de todos os sectores, e foi considerada a quarta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ramos Catarino é a melhor empresa para trabalhar no sector da construção em Portugal, concluiu um estudo promovido pela revista Exame e pela consultora Heidrick &amp; Struggles.</p>
<p>Conforme o mesmo estudo, a empresa portuguesa é a segunda melhor, atrás da Urbanos, entre as médias empresas de todos os sectores, e foi considerada a quarta melhor entre todas as empresas nacionais avaliadas.</p>
<p>Sublinhe-se que 16 % das empresas que surgem neste estudo independente são do sector da construção, o que torna ainda mais relevante a primeira posição neste sector alcançada pela empresa liderada por Vítor Catarino.</p>
<p><span id="more-822"></span></p>
<p>Segundo revelou o presidente do Conselho de Administração da Ramos Catarino, “a motivação dos colaboradores deve ser valorizada, procurando que participem activamente na definição de valores da empresa, e apostando na sua formação contínua, numa busca permanente da excelência.”</p>
<p>Entre as várias <strong>regalias</strong>, os colaboradores da Ramos Catarino destacam a <strong>distribuição de lucros pelos funcionários</strong>, a <strong>assistência médica</strong>, <strong>um refeitório</strong> com uma oferta variada e de elevada qualidade a preços muito acessíveis, a <strong>pós-graduação em gestão dirigida aos quadros da empresa</strong>, <strong>os estímulos ao voluntariado, a defesa de práticas amigas do ambiente, a possibilidade de usufruírem com os seus filhos de uma piscina vigiada, a organização de convívios e actividades desportivas.</strong></p>
<p>A empresa está integrada no Grupo Catarino, agora a comemorar 60 anos, que engloba 16 pequenas e médias empresas que actuam em nove sectores de actividade: Construção, Interiores, Imobiliário, Hotelaria, Paisagismo, Fileira Florestal, Ourivesaria e Joalharia, Alimentação Biológica, Trading e Montagem de Negócios.</p>
<p>Este estudo tem por base inquéritos feitos a todos os colaboradores das empresas, para apurar o seu grau de satisfação e as práticas de gestão de recursos humanos, com respostas dadas anonimamente, para maior fiabilidade.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.construir.pt/2010/01/27/ramos-catarino-considerada-a-melhor-empresa-para-trabalhar-no-sector-da-construcao-em-portugal/" target="_blank">Construir</a></p>
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		<title>Estradas portuguesas – Limites abaixo do que deviam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 14:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Vias de Comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadora defende que metade das estradas portuguesas têm limites abaixo do que deviam Mais de metade das estradas portuguesas têm limites de velocidade abaixo do aconselhável, levando ao descrédito das regras e à transgressão, disse uma investigadora da Universidade de Coimbra que está a estudar os limites adequados a cada troço.&#8221;Mais de metade dos troços [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Investigadora defende que metade das estradas portuguesas têm limites abaixo do que deviam</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Mais de metade das estradas portuguesas têm limites de velocidade abaixo do aconselhável, levando ao descrédito das regras e à transgressão, disse uma investigadora da Universidade de Coimbra que está a estudar os limites adequados a cada troço.&#8221;Mais de metade dos troços rodoviários em Portugal estão com limites de velocidade abaixo do que deviam. É muito recorrente o limite de 50 Km/hora em zonas onde não há casas nem outros conflitos laterais&#8221;, disse hoje à Lusa Ana Bastos, com base em conclusões preliminares de vários estudos que a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) tem desenvolvido.</p>
<p style="text-align:justify;">A especialista em transportes e segurança rodoviárias, docente na FCTUC, frisou que a desadequação do limite de velocidade às características da estrada &#8220;viola as naturais expectativas do condutor, que acaba por transgredir&#8221; e tem como efeito &#8220;o descrédito total&#8221; das regras de trânsito.<span id="more-820"></span></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;O que se tem feito em Portugal, em estradas que atravessam localidades, é colocar um semáforo de limite de velocidade. O efeito é instantâneo, mas a reacção do condutor imediatamente a seguir será aumentar de novo a velocidade&#8221;, alerta Ana Bastos.</p>
<p style="text-align:justify;">As situações &#8220;completamente desajustadas da realidade&#8221; resultam de em Portugal &#8220;não existirem critérios técnicos para estabelecer os limites de velocidade&#8221;, observou.</p>
<p style="text-align:justify;">A investigadora falava à Lusa a propósito de um projecto, denominado &#8220;Safespeed &#8211; Estratégias de Gestão de Velocidade&#8221;, que arrancou há um ano e visa criar um sistema que permita adaptar o limite de velocidade legal às características da via, obrigando o condutor a respeitar esse limite, através de ferramentas de &#8220;coacção física e psicológica&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A definição dos critérios técnicos deverá estar concluída dentro de dois anos, com a finalização de um modelo informático &#8220;capaz de estimar, para cada situação, a velocidade expectável face às características da estrada e do seu ambiente envolvente&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Para obrigar o condutor a respeitar a velocidade legal estabelecida, induzindo-o a adoptar comportamentos compatíveis com o ambiente rodoviário que atravessa, serão definidas &#8220;medidas de acalmia de tráfego&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Rotundas, gincanas, alteração de pavimento ou reforço da iluminação pública são algumas das soluções, que actuam &#8220;quer fisicamente quer por coação psicológica sobre o condutor, impedindo-o de adoptar comportamentos desajustados à velocidade pretendida&#8221;, refere a FCTUC numa nota de imprensa hoje divulgada.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo, que tem o apoio da Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária, abrange a zona Norte do país, nomeadamente Famalicão, Guimarães, Braga e Felgueiras, mas o objectivo é que as conclusões sejam aplicadas em todo o país.</p>
<p style="text-align:justify;">Além da FCTUC, participam no projecto a Faculdade de Engenharia do Porto (FEUP) e a Universidade do Minho, num total de oito investigadores.</p>
<p style="text-align:justify;">Autor/Fonte: Ricardo Batista in Construir &#8211; o site da industria da construção</p>
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		<title>Construtoras Portuguesas crescem acima da média europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 21:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[As construtoras portuguesas apresentam um crescimento do volume de negócios muito superior à média europeia. Por cá, as empresas do sector crescem acima dos 40%, mas no restante continente europeu a média global aponta para 2% ano. Há 10 anos que o sector da construção em Portugal está em contracção, mas mesmo assim o desempenho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="NewsSummary">As construtoras portuguesas apresentam um crescimento do volume de negócios muito superior à média europeia. Por cá, as empresas do sector crescem acima dos 40%, mas no restante continente europeu a média global aponta para 2% ano.</p>
<div>
<p>Há 10 anos que o sector da construção em Portugal está em contracção, mas mesmo assim o desempenho das empresas nacionais destaca-se das pares europeias. &#8220;A dinâmica das empresas portuguesas de construção é assinalável, quando comparada com as 100 maiores empresas do sector na Europa, com taxas de crescimento do volume de negócios muito superiores à média global&#8221;, afirmou ontem Manuel Agria, vice-presidente da ANEOP, durante a apresentação de um estudo da Deloitte sobre o sector da construção.<span id="more-818"></span></p>
<p>A média europeia aponta para crescimentos de 2% ano, enquanto que a Soares da Costa registou um crescimento do volume de negócios de 51% de 2007 para 2008, a Teixeira Duarte cresceu 41% e a Mota Engil subiu 40%, avançou o mesmo responsável. Aliás, apesar de as construtoras portuguesas terem uma dimensão inferior, apenas uma empresa europeia conseguiu superar o crescimento das portuguesas.</p>
<p>Ainda as receitas das cinco maiores construtoras portuguesas &#8211; Mota-Engil, Teixeira Duarte, Soares da Costa, Somague e Opway &#8211; aumentaram 37% para 4,30 mil milhões de euros durante o ano passado. Apesar de ter sido um dos sectores mais afectados pela crise, este &#8220;crescimento é substancialmente superior à média europeia&#8221;, sublinhou Miguel Eiras Antunes, da Deloitte.</p>
<p>A impulsionar o crescimento das empresas portuguesas esteve a aposta crescente na internacionalização e a na diversificação. O volume de negócios internacional já representa mais de 30% do total das 50 maiores empresas e a maioria destas desenvolve negócios fora do sector da construção, nomeadamente em concessões, imobiliários, indústria, ambiente, turismo energia.</p>
<p>Em posição de destaque surge então a Mota Engil, a Teixeira Duarte e Soares da Costa, que integram agora o ranking das 100 maiores empresas europeias. A empresa francesa Vinci continua a liderar o pelotão do top 100 das maiores empresas europeias de construção, com receitas de construção de cerca de 30 mil milhões de euros (comparado com 26 mil milhões de euros em 2007), no ano fiscal de 2008. A França domina o top 10, com três empresas, seguida pela Alemanha, com duas.</p>
<p>A nível doméstico, 2008 foi um ano de contracção no segmento residencial, com ligeiro crescimento nas obras públicas. O crescimento do sector foi nulo, com um volume de construção na ordem dos 20 mil milhões de euros, o que representa 5,6% do Produto Interno Bruto do país. O segmento residencial, que representa 39% do sector, caiu 9% e estima-se que venha a contrair 3 a 5% em 2009. Já o segmento das obras públicas cresceu 2,1% e a tendência é para continuar. Entre 6 a 8% é o crescimento esperado.</p>
<p>Para este ano, as construtoras não esperam por uma recuperação do sector, mas antevêem que o que irá dinamizar a construção em Portugal será o avanço dos investimentos público, que poderão criar 140 mil novos postos de trabalho.</p>
<p>Fonte/Autora: Jornal de Noticias por Catarina Craveiro</p>
</div>
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		<title>Burj Dubai – Burj Khalifa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 23:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitectura e Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em complemento ao post anterior aproveitamos para colocar aqui uma foto do aspecto final e informar o site oficial desta maravilha do mundo moderno, onde podem encontrar todos os dados referentes à construção deste edificio. Vale a pena uma pesquisa atenta pois esta site está realmente muito completo. Burj Dubai Skyscraper &#8211; Burj Khalifa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Em complemento ao post anterior aproveitamos para colocar aqui uma foto do aspecto final e informar o site oficial desta maravilha do mundo moderno, onde podem encontrar todos os dados referentes à construção deste edificio. Vale a pena uma pesquisa atenta pois esta site está realmente muito completo.</p>
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<div style="text-align:justify;"><a href="http://www.burjdubaiskyscraper.com/index.html" target="_blank">Burj Dubai Skyscraper &#8211; Burj Khalifa</a></div>
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		<title>Maior arranha-céus do mundo – Burj Dubai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 12:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grandes Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[E eis que, apesar das notícias recentes de um choque financeiro no Dubai, o emirado se prepara para celebrar o seu mais recente e mirabolante ícone: hoje é inaugurado oficialmente o Burj Dubai (Torre Dubai), declarado já o mais alto edifício do mundo (e a mais alta estrutura construída por mão humana), com os seus [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper11222.jpg"></a><a href="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper112221.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="811" data-permalink="https://engenhariacivil.wordpress.com/2010/01/04/maior-arranha-ceus-do-mundo-burj-dubai/burj_dubai-skyscraper11222-2/" data-orig-file="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper112221.jpg" data-orig-size="1229,922" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Burj Dubai" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper112221.jpg?w=300" data-large-file="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper112221.jpg?w=450" class="aligncenter size-full wp-image-811" title="Burj Dubai" src="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper112221.jpg?w=450&#038;h=337" alt="" width="450" height="337" srcset="https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper112221.jpg?w=450&amp;h=338 450w, https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper112221.jpg?w=900&amp;h=675 900w, https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper112221.jpg?w=150&amp;h=113 150w, https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper112221.jpg?w=300&amp;h=225 300w, https://engenhariacivil.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/01/burj_dubai-skyscraper112221.jpg?w=768&amp;h=576 768w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">E eis que, apesar das notícias recentes de um choque financeiro no Dubai, o emirado se prepara para celebrar o seu mais recente e mirabolante ícone: hoje é inaugurado oficialmente o Burj Dubai (Torre Dubai), declarado já o mais alto edifício do mundo (e a mais alta estrutura construída por mão humana), com os seus mais de 800 metros (a altitude exacta é… secreta — rumores correm que deverá andar pelos 816/818m).</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-809"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Mas, 800m bastam, já que, até agora, o campeão era o Taipei 101 de Taiwan com “apenas” 508m. O Burj Dubai é parte de um imenso complexo comercial e é composto por “mais de” 160 andares, incluindo parte residencial (mais de mil apartamentos), parte escritórios (meia centena de pisos) e comercial, e, claro, hotéis de luxo extremo. Neste capítulo, não se faz mesmo por menos: tem direito ao primeiro hotel (e residências) Armani do mundo — a unidade hoteleira, projecto orientado pelo próprio Giorgio Armani, ocupa os primeiros oitos pisos e os 38.º e 39.º andares, oferecendo 160 quartos e suites, spa, restaurantes e lojas com a chancela daquela casa de moda italiana.</p>
<p>Mais para cima, o piso 122 oferece o elevado restaurante At.mosphere e o piso 124 é um real observatório, aberto a visitantes, com uma vertiginosa vista de 360º (é vidro do chão ao tecto e tudo em volta, a 442m do solo – com céu limpo, diz-se que se vê a mais de 80km…).</p>
<p>A Torre, cercada por um “oásis verde” de 11 hectares, lago, espelhos de água e monumentos aquáticos (até a maior fonte luminosa do mundo), é o ponto central da nova baixa do Dubai (Downtown Burj Dubai), descrita como uma “obra-prima urbana”, que integra hotéis, restauração e entretenimento topo de gama e, mais um recorde, o “maior centro comercial do mundo” (Dubai Mal, 1200 lojas).</p>
<p>O desenho do complexo, desenvolvido pela Emaar Properties e projectado por arquitectos da Skidmore Owings &amp; Merrill (EUA), são simetrias da Hymenocallis, a flor do deserto, e motivos culturais islâmicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://www.publico.pt/Mundo/dubai-inaugura-o-maior-arranhaceus-do-mundo-e-primeiro-hotel-armani_1416197" target="_blank">Público</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Possibilidade de novas pontes entre Gaia e Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 01:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[As câmaras de Gaia e do Porto estão a constituir uma equipa comum que apresente propostas tecnicamente sustentadas para a construção de pontes sobre o Douro. Da parte de Gaia, há interesse em avançar com uma ponte paralela à da Arrábida e outra pedonal. Os vice-presidentes de cada município ficaram encarregados da missão de reunir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="NewsSummary" style="text-align:justify;">As câmaras de Gaia e do Porto estão a constituir uma equipa comum que apresente propostas tecnicamente sustentadas para a construção de pontes sobre o Douro. Da parte de Gaia, há interesse em avançar com uma ponte paralela à da Arrábida e outra pedonal.</p>
<div style="text-align:justify;">
<p>Os vice-presidentes de cada município ficaram encarregados da missão de reunir as pessoas que entendam necessárias, disse ao JN o presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes. &#8220;Existe já trabalho de casa&#8221;, afirmou, empenhado em avançar com duas pontes para as quais existem já projectos de Adão da Fonseca, catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).</p>
<p><span id="more-807"></span></p>
<p>Uma delas é a ponte do Gólgota, concebida por Adão da Fonseca e pelo arquitecto Siza Vieira, para ser implantada 500 metros a montante da ponte da Arrábida, para trânsito rodoviário e metro. Outra é uma ponte pedonal entre a Praça da Ribeira e a Avenida Diogo Leite. Menezes gostaria ainda de lançar uma terceira travessia, para tráfego rodoviário e pedonal, à cota média, entre D. Pedro V (Porto) e o Candal (Gaia).</p>
<p>O essencial é chegar a acordo com o Porto, já que pagar as pontes não inquieta o presidente da Câmara de Gaia. &#8220;Não haverá dificuldade em encontrar, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), soluções para este financiamento&#8221;, acredita. &#8220;Estamos a falar de pontes baratas. Uma ponte no Porto não custa mais que 50 ou 60 milhões de euros. A ponte pedonal custaria 7,5 milhões de euros. Com o QREN e o orçamento das Câmaras poderia ser feito&#8221;, salienta.</p>
<p>Descongestionar a Arrábida, cujos acidentes paralisam em pouco tempo entradas e saídas do Porto, é uma das prioridades. A ponte da A41 poderá atrair trânsito pesado e de longo curso, mas Adão da Fonseca advoga que &#8220;é importante ter mais pontes com características urbanas&#8221;. Actualmente, só existe a do Infante.</p>
<p>A ponte do Gólgota &#8220;permitiria um movimento intercidades, ia aliviar a ponte da Arrábida&#8221;, defende o engenheiro. Carregaria ainda o canal do metro da segunda linha de Gaia (Campo Alegre &#8211; -Laborim), o que poderá ser, dentro da negociação das pontes, a ponte que é preciso fazer com a Autarquia de Rui Rio.</p>
<p>&#8220;A existirem novas pontes no futuro, estas terão de estar ligadas a outros projectos relacionados, por exemplo, com A Metro ou a CP&#8221;, disse ao JN a porta-voz da Câmara do Porto. &#8220;Tendo em conta a configuração do rio Douro, a existência de novas travessias só deve ser colocada em casos de extrema necessidade, sob pena de agredirem a paisagem e o enquadramento do rio, prejudicando a sua atractividade&#8221;, é a posição da Autarquia portuense.</p>
<p>Um arquitecto, dois engenheiros e um geógrafo consultados pelo JN a este respeito foram unânimes em considerar que os movimentos urbanos estão a pedir novas ligações pelo rio à cota baixa, de automóvel mas principalmente a pé, algures entre as ribeiras e a zona da Alfândega do Porto/Cais de Gaia. Tal ideia foi defendida tanto por Adão da Fonseca e Paulo Pinho, ambos especialistas em Planeamento da FEUP, como pelo arquitecto Gomes Fernandes e pelo geógrafo Rio Fernandes.</p>
<p>&#8220;Amarrar as margens&#8221;</p>
<p>&#8220;É preciso amarrar melhor as duas margens, que estão muito separadas&#8221;, afirma Paulo Pinho, para quem a melhor solução será a construção de uma ponte entre a Alfândega e o Cais de Gaia, rodoviária e pedonal, que funcionasse &#8220;como uma grande rotunda&#8221; com a Luís I. Tal implicaria criar sentidos únicos em ambas as pontes, permitindo alargar os passeios da ponte antiga.</p>
<p>Uma ponte para peões também agrada ao geógrafo Rio Fernandes, que sugere, inclusive, a criação de alas exteriores na Luís I para circulação pedonal, como já viu noutras cidades. &#8220;Temos de começar a pensar na fluidez dos peões e não só do automóvel&#8221;, justifica. Adão da Fonseca corrobora, já que nas ribeiras &#8220;há uma intensa vida social e de lazer&#8221;. &#8220;É uma zona absolutamente especial também em termos turísticos&#8221; carente de &#8220;condições mais fáceis de travessia e de passeio&#8221;.</p>
<p>Já uma ponte entre o Gólgota (Porto) e o Candal (Gaia) suscita reacções diversas. E pelo menos uma adversa &#8211; Paulo Pinho desfia vários argumentos contra uma nova travessia a 500 metros da ponte concebida por Edgar Cardoso. Há uma razão estética &#8211; &#8220;vai prejudicar a percepção da ponte da Arrábida, que é uma notável obra de arte&#8221; &#8211; e outra que tem a ver com planeamento.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Tudo o que contribua para pôr mais carros no centro da cidade não faz sentido. Com a Circular Regional Externa do Porto [A41] e incentivo para que tráfego pesado passe por lá, era possível libertar duas faixas na Arrábida e pôr lá o metro&#8221;, defende Pinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&amp;Concelho=Porto&amp;Option=Interior&amp;content_id=1461170" target="_blank">Jornal de Notícias</a></p>
</div>
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		<title>Que esperar de 2010?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 10:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas obra públicas ultimamente o volume de concursos diminuiu significativamente, após período de grande intensidade antes das eleições . Sendo o número de concursos reduzidos, as margens com que as empresas concorrem são ainda mais suicidas do que já eram, o que deixa poucas hipóteses de sustentabilidade a parte delas. Nas obras privadas, cada vez [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Nas obra públicas ultimamente o volume de concursos diminuiu significativamente, após período de grande intensidade antes das eleições . Sendo o número de concursos reduzidos, as margens com que as empresas concorrem são ainda mais suicidas do que já eram, o que deixa poucas hipóteses de sustentabilidade a parte delas.</p>
<p style="text-align:justify;">Nas obras privadas, cada vez mais as empresas se queixam dos donos de obra que pagam tarde e mal (quando pagam).</p>
<p style="text-align:justify;">Como é óbvio há nichos do mercado que ainda rendem e não deixam as empresas aflitas, mas como se sabe isso não é para todos (nem poderia ser).</p>
<p style="text-align:justify;">2010 afigura-se como um ano mais complicado para as empresas de construção do que foi 2009. E todos sabemos o que isso significa&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Esquecendo isso tudo e passando ao que interessa, bom ano novo para todos os que acompanham este blog!</p>
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		<title>Ikea investe 200 ME em complexo de Loulé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 19:55:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo Ikea vai investir 200 milhões de euros no futuro complexo comercial de Loulé, no Algarve, que incluirá uma loja Ikea e um centro comercial Inter Ikea Centre Portugal, adiantou a empresa.Conforme adiantou fonte da empresa à Lusa, &#8220;todo o processo relativo a este projecto está ainda numa fase inicial, razão pela qual é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Ikea vai investir 200 milhões de euros no futuro complexo comercial de Loulé, no Algarve, que incluirá uma loja Ikea e um centro comercial Inter Ikea Centre Portugal, adiantou a empresa.Conforme adiantou fonte da empresa à Lusa, &#8220;todo o processo relativo a este projecto está ainda numa fase inicial, razão pela qual é prematuro adiantar quaisquer outras informações sobre o mesmo&#8221;.</p>
<p>A estratégia da cadeia sueca, que, em Portugal, já possui as lojas de Alfragide e Matosinhos, passa por conquistar os consumidores algarvios e chegar ainda ao outro lado da fronteira, a Espanha.</p>
<p>No total, o plano de expansão da Ikea para o nosso país prevê um investimento superior a 660 milhões de euros, passando pela instalação de sete lojas Ikea (três na região da Grande Lisboa, duas na região do Grande Porto, uma na zona sul e outra a centro), dois centros comerciais Inter Ikea Centre Group e três fábricas Swedwood Group, em Paços de Ferreira.</p>
<p>Recorde-se que, para 2010, está prevista a entrada em funcionamento da Ikea Loures, a terceira loja da cadeia sueca em Portugal e que se baseia num espaço comercial de 38 mil metros quadrados e num investimento de 70 milhões de euros.</p>
<p>Fonte: <a href="mailto:pvieira@construir.workmedia.pt">Pedro Luis Vieira</a> in Construir &#8211; O site da Industria da Construção</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Construção do novo Savoy a cargo da “Casais”</title>
		<link>https://engenhariacivil.wordpress.com/2009/12/03/construcao-do-novo-savoy-a-cargo-da-casais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:18:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação e Conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[A demolição do antigo hotel irá demorar dez meses e será feito sem implosão As obras que projecto do novo hotel Savoy arrancam já em Janeiro. altura em que começa a ser demolido o antigo edifício. A demolição da antiga unidade irá demorar cerca de dez meses e será feito sem recurso a implosões, como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A demolição do antigo hotel irá demorar dez meses e será feito sem implosão</strong></p>
<p>As obras que projecto do novo hotel Savoy arrancam já em Janeiro. altura em que começa a ser demolido o antigo edifício. A demolição da antiga unidade irá demorar cerca de dez meses e será feito sem recurso a implosões, como chegou a ser equacionado. A notícia foi ontem avançada ao DIÁRIO pelo presidente do Conselho de Administração do Grupo Savoy SIET, Horácio Roque, que adiantou que o contrato com vista à construção da nova unidade foi ontem assinado com a construtora CASAIS.</p>
<p>De acordo com as informações avançadas por Horácio Roque, o contrato assinado inclui todos os trabalhos de demolição e construção da nova unidade. O projecto, que se &#8220;mantém inalterado e está de acordo com o que foi negociado em devida altura com a Câmara&#8221; está neste momento &#8220;todo aprovado e nós pensamos arrancar com as obras já em Janeiro de 2010&#8221;. Quanto ao valor global do projecto este está orçado em &#8220;cerca de 120 milhões de euros&#8221;. O valor que estava previsto inicialmente.<span id="more-799"></span></p>
<p>O processo de demolição e de contenção será feita com recurso aos métodos tradicionais, ou seja, sem qualquer implosão. Horácio Roque garante, no entanto, que tudo será feito de forma a não perturbar o trânsito nem causar incómodos às zonas circundantes. &#8220;Nós vamos respeitar todas regras que nos impuseram e vamos fazer a obra perturbando o mínimo possível&#8221;. Horácio Roque reconhece que é impossível evitar perturbações, mas garante &#8220;que tudo será feito para perturbar o mínimo possível. Aquela é uma zona nobre da cidade e, obviamente, iremos tomar todos os cuidados para perturbar o mínimo possível a vida dos cidadãos e dos próprios turistas&#8221;.</p>
<p>Para Horácio Roque, o avanço desta obra representa a concretização de um ambicioso projecto. &#8220;Estamos muito entusiasmados com esta obra porque achamos que é uma obra de grande dimensão e pensamos que será um marco importante para a cidade do Funchal&#8221;.</p>
<p>Relativamente a &#8216;timings&#8217; para conclusão desta obra, Horácio Roque diz apenas que &#8220;gostava que a festa de fim-de-ano de 2012 fosse realizada já no novo Savoy&#8221;.</p>
<p>Fonte: Diário de Noticias e Portal Net Madeira</p>
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		<item>
		<title>Somague publica código de ética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 21:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;A Somague publicou o seu Código de Ética e Conduta, um instrumento de comunicação, usado em diversas organizações, que orienta, define, rege e reflecte a sua cultura empresarial. Neste caso, os valores e princípios do grupo são os pilares deste código, que estabelece as normas de actuação e relacionamento das suas empresas – Somague Engenharia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;A Somague publicou o seu Código de Ética e Conduta, um instrumento de comunicação, usado em diversas organizações, que orienta, define, rege e reflecte a sua cultura empresarial.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Neste caso, os valores e princípios do grupo são os pilares deste código, que estabelece as normas de actuação e relacionamento das suas empresas – Somague Engenharia, Somague Imobiliária e Somague Ambiente, bem como das respectivas delegações, sucursais e participadas – e colaboradores com os seus diferentes públicos, respeitando as leis e a ética cultural de cada um dos países onde operam.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Segundo o grupo, a «importância da conduta vai para além da normalização de critérios», sendo que o código deverá ser posto em prática «desde a gestão de topo, ao mais recente elemento da organização», para que desta forma possa «consolidar a imagem da Somague» e, ao mesmo tempo, «estimular a integração com os colaboradores».</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Ao criar referências dentro da organização, o código contribui ainda para criar um ambiente interno de «maior transparência e concórdia», segundo a mesma fonte.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><a title="somague" href="http://www.somague.pt/site2005/pt/sgps/Somague_Codigo_Etica_Conduta_20Fev.pdf" target="_blank">Visualizar código de ética</a></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Fonte: Construção Magazine<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Revista Ingenium</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 21:12:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem dos Engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos dos nossos visitantes, pelos mais variados motivos não conseguem aceder à leitura da revista da Ordem dos Engenheiros (&#8220;Ingenium&#8221;), contudo a Ordem abre portas à nova tecnologia e possibilita a sua consulta em formato digital, podendo-se dessa forma aceder a qualquer altura em qualquer lugar a todas as edições da referida revista, com especial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Muitos dos nossos visitantes, pelos mais variados motivos não conseguem aceder à leitura da revista da Ordem dos Engenheiros (&#8220;Ingenium&#8221;), contudo a Ordem abre portas à nova tecnologia e possibilita a sua consulta em formato digital, podendo-se dessa forma aceder a qualquer altura em qualquer lugar a todas as edições da referida revista, com especial interesse para a nossa área, a Engenharia Civil, onde destaco principalmente: as diversas noticias, artigos; e a legislação em vigor. Deixo aqui os links:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.ordemengenheiros.pt/LinkClick.aspx?link=2845&amp;mid=8634" target="_self">Revista Ingenium &#8211; 2004 (N.º 84)</a></li>
<li><a href="http://www.ordemengenheiros.pt/LinkClick.aspx?link=2846&amp;mid=8634" target="_self">Revista Ingenium &#8211; 2005 (N.º 85 a N.º 90)</a></li>
<li><a href="http://www.ordemengenheiros.pt/LinkClick.aspx?link=2847&amp;mid=8634" target="_self">Revista Ingenium &#8211; 2006 (N.º 91 a N.º 96)</a></li>
<li><a href="http://www.ordemengenheiros.pt/LinkClick.aspx?link=2902&amp;mid=8634" target="_self">Revista Ingenium &#8211; 2007 (N.º 97 a N.º 102)</a></li>
<li><a href="http://www.ordemengenheiros.pt/LinkClick.aspx?link=3082&amp;mid=8634" target="_self">Revista Ingenium &#8211; 2008 (N.º 103 a N.º 108)</a></li>
<li><a id="_ctl0__ctl12__ctl0_lstLeft__ctl4_Hyperlink13" href="http://www.ordemengenheiros.pt/LinkClick.aspx?link=http%3a%2f%2fwww.ordemengenheiros.pt%2foe%2fingenium%2fing109.pdf&amp;mid=9876">Número 109 &#8211; Janeiro/Fevereiro de 2009</a></li>
<li><a id="_ctl0__ctl12__ctl0_lstLeft__ctl3_Hyperlink13" href="http://www.ordemengenheiros.pt/LinkClick.aspx?link=http%3a%2f%2fwww.ordemengenheiros.pt%2foe%2fingenium%2fing110.pdf&amp;mid=9876">Número 110 &#8211; Março/Abril de 2009 </a></li>
<li><a id="_ctl0__ctl12__ctl0_lstLeft__ctl2_Hyperlink13" href="http://www.ordemengenheiros.pt/LinkClick.aspx?link=http%3a%2f%2fwww.ordemengenheiros.pt%2foe%2fingenium%2fing111.pdf&amp;mid=9876">Número 111 &#8211; Maio/Junho de 2009 </a></li>
<li><a id="_ctl0__ctl12__ctl0_lstLeft__ctl1_Hyperlink13" href="http://www.ordemengenheiros.pt/LinkClick.aspx?link=http%3a%2f%2fwww.ordemengenheiros.pt%2foe%2fingenium%2fing112.pdf&amp;mid=9876">Número 112 &#8211; Julho/Agosto de 2009 </a></li>
<li><a id="_ctl0__ctl12__ctl0_lstLeft__ctl0_Hyperlink13" href="http://www.ordemengenheiros.pt/LinkClick.aspx?link=http%3a%2f%2fwww.ordemengenheiros.pt%2foe%2fingenium%2fing113.pdf&amp;mid=9876">Número 113 &#8211; Setembro/Outubro de 2009</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">sccorpion</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Óscar das Estruturas para Igreja da Santíssima Trindade</title>
		<link>https://engenhariacivil.wordpress.com/2009/11/13/oscar-das-estruturas-para-igreja-da-santissima-trindade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jacinto Sepúlveda]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 21:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Igreja da Santíssima Trindade, com projecto de Estruturas realizado por uma equipa coordenada pelo Eng. José Mota Freitas, venceu o Prémio Outstanding Structure (OSTRAC), o mais prestigiado galardão internacional na área de estruturas. Este prémio foi recentemente divulgado pela Ordem dos Engenheiros à Comunicação Social, numa sessão que teve lugar na cidade do Porto. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A Igreja da Santíssima Trindade, com projecto de Estruturas realizado por uma equipa coordenada pelo Eng. José Mota Freitas, venceu o Prémio Outstanding Structure (OSTRAC), o mais prestigiado galardão internacional na área de estruturas. Este prémio foi recentemente divulgado pela Ordem dos Engenheiros à Comunicação Social, numa sessão que teve lugar na cidade do Porto. Na sua apresentação, o Eng.º José Mota Freitas sublinhou que a obra se distingue pelas suas dimensões, ocupando uma área de 230 por 155 metros. Os elementos mais marcantes são as duas vigas salientes que suportam a cobertura e que atravessam todo o corpo da estrutura.</p>
<p style="text-align:justify;">A Engenharia Civil portuguesa volta, assim, a ser distinguida no panorama internacional, depois de, em 2004, ter recebido este Prémio com a estrutura do Aeroporto do Funchal, um projecto da responsabilidade do Eng. António Segadães Tavares, denotando a elevada qualidade e o prestígio que os técnicos nacionais têm atingido internacionalmente com as suas realizações.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.ordemengenheiros.pt/Portals/0/PremioIABSE-IgrejaFatima.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter" title="santissima trindade" src="https://i0.wp.com/www.ordemengenheiros.pt/Portals/0/PremioIABSE-IgrejaFatima.jpg" alt="Santuario de Fátima" width="350" height="228" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Site da Ordem dos Engenheiros</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p style="color:#496a91;">A Igreja da Santíssima Trindade, com projecto de Estruturas realizado por uma equipa coordenada pelo Eng. José Mota Freitas, venceu o Prémio Outstanding Structure (OSTRAC), o mais prestigiado galardão internacional na área de estruturas. Este prémio foi recentemente divulgado pela Ordem dos Engenheiros à Comunicação Social, numa sessão que teve lugar na cidade do Porto. Na sua apresentação, o Eng.º José Mota Freitas sublinhou que a obra se distingue pelas suas dimensões, ocupando uma área de 230 por 155 metros. Os elementos mais marcantes são as duas vigas salientes que suportam a cobertura e que atravessam todo o corpo da estrutura.</p>
<p style="color:#496a91;">A Engenharia Civil portuguesa volta, assim, a ser distinguida no panorama internacional, depois de, em 2004, ter recebido este Prémio com a estrutura do Aeroporto do Funchal, um projecto da responsabilidade do Eng. António Segadães Tavares, denotando a elevada qualidade e o prestígio que os técnicos nacionais têm atingido internacionalmente com as suas realizações.</p>
</div>
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