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	<title>Ensinando a aprender&#8230; A arte da música&#8230;</title>
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		<title>Ensinando a aprender&#8230; A arte da música&#8230;</title>
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		<title>Desespero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 00:04:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[A depressão tem&#8230; O poder de fazer com que nada faça sentido. O poder de fazer com que as pessoas não consigam entender aquilo que você fragilmente tenta explicar. O poder de tirar toda e qualquer cor da sua vida, por mais colorida que ela seja. O poder de ferir as pessoas pela suas tentativas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A depressão tem&#8230;</p>
<p>O poder de fazer com que nada faça sentido.<br />
O poder de fazer com que as pessoas não consigam entender aquilo que você fragilmente tenta explicar.<br />
O poder de tirar toda e qualquer cor da sua vida, por mais colorida que ela seja.<br />
O poder de ferir as pessoas pela suas tentativas em colorir nossas vidas novamente.<br />
O poder de te verem como ingrato, insensível, demasiadamente sensível, fraco&#8230; tudo de uma vez só.</p>
<p>Mas o pior de tudo é a força que se faz tentando enxergar um futuro completamente no escuro&#8230; sem a mínima capacidade de enxerga-lo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A culpa e a cura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Feb 2018 00:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em muitos momentos a culpa não é sua (Em muitos momentos a culpa não é minha)&#8230; Em vários outros, sim&#8230; Em vários momentos sentir culpa não serve para absolutamente nada&#8230; Em outros, serve pra te fazer olhar na direção correta (Em outros, serve para me fazer olhar na direção correta)&#8230; para o alto&#8230; Em algum [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em muitos momentos a culpa não é sua (Em muitos momentos a culpa não é minha)&#8230; Em vários outros, sim&#8230;<br />
Em vários momentos sentir culpa não serve para absolutamente nada&#8230; Em outros, serve pra te fazer olhar na direção correta (Em outros, serve para me fazer olhar na direção correta)&#8230; para o alto&#8230;</p>
<p>Em algum momento você deve olhar pra si e se satisfazer com sua evolução e crescimento (Em algum momento eu devo olhar para mim e me satisfazer com minha evolução e crescimento)&#8230; Em vários outros a insatisfação com seu (meu) senso de humanidade e hombridade é o único combustível que te (me) leva para o lugar certo.</p>
<p>Meus dias tem sido regados de auto análise e reflexões que me levam a enxergar meu próprio potencial destrutivo e, paralelamente, uma irracional e constante busca por culpados de tudo que sinto dentro de mim&#8230; mas no fim das contas&#8230; não existem culpados&#8230; Existem atores de uma peça sem ensaio&#8230; Existem pessoas que fazem escolhas diárias sem saber como e quando aquilo repercute internamente no outro&#8230; Existem organismos que vivem e sobrevivem a mercê de um futuro incerto e definitivamente não devem ser culpados de absolutamente nada do que acontece.</p>
<p>Olhar pra dentro&#8230; e pra dentro somente&#8230; Evitar fazer com o próximo aquilo que não gostaria que fizessem conosco&#8230; Julgar o outro com o mesmo peso que gostaria que nos julgassem&#8230; Não construirmos para nós mesmos a frágil bengala que é culpar o próximo por nossos problemas e mazelas&#8230;</p>
<p>Olhar para o alto&#8230; Abrir os braços ao próximo&#8230; Soltar as pedras&#8230; Amar incondicionalmente&#8230; Mostrar os calos das mãos&#8230; Esconder o rosto&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Dívidas&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 09:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem dívidas impossíveis de serem quitadas&#8230; Destas, só é possível depositar parte dos juros&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem dívidas impossíveis de serem quitadas&#8230;</p>
<p>Destas, só é possível depositar parte dos juros&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Rabisco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2017 03:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[Meditando no quão profundo um rabisco pode ser&#8230; Meditando em quão irreversível um rabisco pode ser&#8230; Meditando em qual a porção do rabisco pode ser coberta&#8230; Meditando em como o rabisco pode se embrenhar na história futura ou o quão perturbador ele é a ponto de desviar as linhas que seriam escritas&#8230; Meditando em como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Meditando no quão profundo um rabisco pode ser&#8230;</p>
<p>Meditando em quão irreversível um rabisco pode ser&#8230;</p>
<p>Meditando em qual a porção do rabisco pode ser coberta&#8230;</p>
<p>Meditando em como o rabisco pode se embrenhar na história futura ou o quão perturbador ele é a ponto de desviar as linhas que seriam escritas&#8230;</p>
<p>Meditando em como um rabisco marca e rasga a alma&#8230;</p>
<p>Meditando em como rabiscos específicos tem poderes destrutivos específicos em cada um&#8230;</p>
<p>Meditando em como seguir do rabisco&#8230; Meditando em como seguir do rabisco.. Meditando em como seguir do rabisco.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Prato de lentilhas</title>
		<link>https://alfredoribeiro.wordpress.com/2016/12/30/prato-de-lentilhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Dec 2016 20:53:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[Como é seu prato de lentilhas? Ele tem formato de que? Quantos anos? Qual cor? Quanto custou? Você o aprecia a quanto tempo?&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como é seu prato de lentilhas? Ele tem formato de que? Quantos anos? Qual cor? Quanto custou? Você o aprecia a quanto tempo?&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ha um ano atrás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2016 21:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[Há um ano atrás em João Pessoa O tempo passa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há um ano atrás em João Pessoa</p>
<p><img width="792" height="593" data-attachment-id="858" data-permalink="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-1469308851339-jpg/" data-orig-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/wp-1469308851339.jpg" data-orig-size="259,194" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="wp-1469308851339.jpg" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/wp-1469308851339.jpg?w=259" data-large-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/wp-1469308851339.jpg?w=259" src="https://i0.wp.com/alfredoribeiro.files.wordpress.com/2016/07/wp-1469308851339.jpg?w=792" class="wp-image-858 alignnone size-full" srcset="https://i0.wp.com/alfredoribeiro.files.wordpress.com/2016/07/wp-1469308851339.jpg 259w, https://i0.wp.com/alfredoribeiro.files.wordpress.com/2016/07/wp-1469308851339.jpg?w=150 150w" sizes="(max-width: 792px) 100vw, 792px"><br />
O tempo passa</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Escravidão em Liberdade</title>
		<link>https://alfredoribeiro.wordpress.com/2016/07/12/escravidao-em-liberdade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2016 23:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[Escravidão em Liberdade &#160; A pior escravidão é aquela que se cumpre em liberdade. Ser escravo da culpa é não possuir a própria alma. Olhar para o futuro e não ver a cor do passado é como uma águia se sentiria se de repente só pudesse alçar voos de poucos centímetros. A culpa dos erros&#8230; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;color:#000000;">Escravidão em Liberdade</p>
<p></span></h1>
<p><img data-attachment-id="853" data-permalink="https://alfredoribeiro.wordpress.com/2016/07/12/escravidao-em-liberdade/slavery-today/" data-orig-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/slavery-today.jpg" data-orig-size="2048,1536" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Slavery-Today" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/slavery-today.jpg?w=300" data-large-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/slavery-today.jpg?w=500" class="alignnone size-full wp-image-853" src="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/slavery-today.jpg?w=500" alt="Slavery-Today"   srcset="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/slavery-today.jpg 2048w, https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/slavery-today.jpg?w=150&amp;h=113 150w, https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/slavery-today.jpg?w=300&amp;h=225 300w, https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/slavery-today.jpg?w=768&amp;h=576 768w, https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/slavery-today.jpg?w=1024&amp;h=768 1024w, https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/slavery-today.jpg?w=1440&amp;h=1080 1440w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">A pior escravidão é aquela que se cumpre em liberdade. Ser escravo da culpa é não possuir a própria alma. Olhar para o futuro e não ver a cor do passado é como uma águia se sentiria se de repente só pudesse alçar voos de poucos centímetros. A culpa dos erros&#8230; Assumi-la e tê-la como única companheira fiel&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Só a arte me amparou</title>
		<link>https://alfredoribeiro.wordpress.com/2016/07/11/so-a-arte-me-amparou/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 16:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Devo viver como um exilado. Se me acerco de um grupo, sinto-me preso de uma pungente angústia, pelo receio que descubram meu triste estado. E assim vivi este meio ano em que passei no campo. Mas que humilhação quando ao meu lado alguém percebia o som longínquo de uma flauta e eu nada ouvia! Ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-attachment-id="829" data-permalink="https://alfredoribeiro.wordpress.com/2016/07/11/so-a-arte-me-amparou/beethoven/" data-orig-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/beethoven.jpg" data-orig-size="3812,4583" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Beethoven" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/beethoven.jpg?w=250" data-large-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/beethoven.jpg?w=500" class=" size-medium wp-image-829 aligncenter" src="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/beethoven.jpg?w=250&#038;h=300" alt="Beethoven" width="250" height="300" srcset="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/beethoven.jpg?w=250 250w, https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/beethoven.jpg?w=500 500w, https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/beethoven.jpg?w=125 125w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /></p>
<p><i>&#8220;Devo viver como um exilado. Se me acerco de um grupo, sinto-me preso de uma pungente angústia, pelo receio que descubram meu triste estado. E assim vivi este meio ano em que passei no campo. Mas que humilhação quando ao meu lado alguém percebia o som longínquo de uma flauta e eu nada ouvia! Ou escutava o canto de um pastor e eu nada escutava!</i> Esses incidentes levaram-me quase ao desespero e pouco faltou para que, por minhas próprias mãos, eu pusesse fim à minha existência. <strong>Só a arte me amparou!</strong>&#8221; Beethoven</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>O tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 23:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tempo &#160; O tempo&#8230; por vezes borracha&#8230; por vezes pincel. Apaga histórias deixando somente borrões, transformando o protagonista em um monstro feito de manchas&#8230; Também tem a capacidade de pintar heróis onde nada existiu de verdade. Ele me julgou, ele me apagou e ele irá escrever&#8230; Alfredo Ribeiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;color:#000000;"><b>O Tempo</b></span></h1>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" data-attachment-id="835" data-permalink="https://alfredoribeiro.wordpress.com/2016/07/08/o-tempo/time/" data-orig-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/time.jpg" data-orig-size="600,600" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="time" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/time.jpg?w=300" data-large-file="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/time.jpg?w=500" class=" size-medium wp-image-835 aligncenter" src="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/time.jpg?w=300&#038;h=300" alt="time" width="300" height="300" srcset="https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/time.jpg?w=300 300w, https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/time.jpg 600w, https://alfredoribeiro.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/time.jpg?w=150 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align:left;">O tempo&#8230; por vezes borracha&#8230; por vezes pincel.</p>
<p style="text-align:left;">Apaga histórias deixando somente borrões, transformando o protagonista em um monstro feito de manchas&#8230; Também tem a capacidade de pintar heróis onde nada existiu de verdade.</p>
<p style="text-align:left;">Ele me julgou, ele me apagou e ele irá escrever&#8230;</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Alfredo Ribeiro</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Um Ode a morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alfredo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 21:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
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					<description><![CDATA[Um Ode a morte &#160; O ápice da vida é a morte&#8230; Celebramos o nascimento de uma forma irresponsável e egoísta. A criança nasce e a partir desse ponto tem início sua jornada rumo a perda e destruição total, jornada esta que só é interrompida pela morte. Deveríamos celebrar a morte e não o nascimento. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;color:#000000;"><b>Um Ode a morte</b></span></h1>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ápice da vida é a morte&#8230; Celebramos o nascimento de uma forma irresponsável e egoísta. A criança nasce e a partir desse ponto tem início sua jornada rumo a perda e destruição total, jornada esta que só é interrompida pela morte.</p>
<p>Deveríamos celebrar a morte e não o nascimento. O findar de dias e noites de expectativa do inatingível em um sistema falido que te vende felicidade onde ela definitivamente não existe.</p>
<p>Quer viver uma vida feliz? Se contente com o medíocre, com pequenos eventos sociais&#8230; com dias de trabalho com pessoas suportáveis (ou não). Dias e noites com pessoas suportáveis (ou não)&#8230; Um deleite em filhos que geramos sem nos darmos conta de que somos os únicos culpados por cada segundo de dor e sofrimento de suas vidas. Enfim&#8230; A vida é perda e uma interminável concatenação de eventos ruins e medianos. Todo meu respeito á morte&#8230; Um Ode a ela&#8230;</p>
<p><strong>Alfredo Ribeiro</strong></p>
]]></content:encoded>
					
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