<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731</id><updated>2024-09-13T00:56:47.701-03:00</updated><category term="Barão do Rio Branco"/><category term="Janary Nunes"/><title type='text'>Equipe Constantine</title><subtitle type='html'>Divulgação de Trabalhos Academicos e outros assuntos relacionados com a educação e História do Amapá</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-3794497873872535704</id><published>2017-06-20T16:18:00.002-03:00</published><updated>2017-06-20T16:18:49.490-03:00</updated><title type='text'>POLUIÇÃO DOS RECURSOS HIDRICOS</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
INTRODUÇÃO&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Recentemente muito vem sendo discutido sobre a importância da água para
manutenção da vida, as mudanças de paradigmas quanto à gratuidade da água e a
necessidade urgente de medidas que reverta o seu atual quadro de degradação.
Quadro esse que exige do poder publico e da sociedade um melhoramento da gestão
dos recursos hídricos, isto é, adotando medidas adequadas de planejamento e
gestão, conforme a lei das águas (Lei 9433/97).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
A água é uma substância notável por apresentar-se no estado liquido nas
condições normais de temperatura e pressão, sendo uma das poucas substancias
inorgânicas a possuir&amp;nbsp; tal
característica. Porém, conseqüentemente, sua densidade atinge valores
relativamente elevados, existindo uma interface bem definida entre o meio aquático
superficial e a atmosfera, pois a densidade da água é de cerca de oitocentas
vezes superior á densidade do ar. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Estudam apontam que mais de um bilhão de pessoas não tem acesso a água e
que a população mundial aumentou mais de três vezes, enquanto isso, o consumo
de água aumentou em noves vezes, estimando-se que num período de 25 anos, 2/3
da população mundial estará vivendo com escassez de água portável apropriada
para consumo, comprometendo a saúde humana, pela falta de tratamento adequado
da água (BARLOW e CLARK, 2003).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Segundo Brown et al (2000), regiões como países da África e Oriente Médio
serão os mais atingidos por possuírem grande faixa de pobreza, e essa escassez
de água, gerará a escassez de alimentos pois segundo estudo é necessário em
média 1000 toneladas de água para produzir uma tonelada de grãos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
A água além de fundamental para a vida, influencia em nossa história,
cultura , formas de viver e cotidiano, compõem 70% do nosso corpo, sendo um
reflexo do que somos. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
País mais rico em recursos hídricos, o Brasil contém 13,7% da água doce
disponível do planeta, ale, de possuir a enorme biodiversidade unida como o
Pantanal, mas, esses recursos hídricos do nosso país não estão sendo utilizados
de forma correta e responsável, sua exploração, despreocupação com os
mananciais, má distribuição, poluição, desmatamento e desperdício demonstram a
falta de cuidado com esse bem.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Portanto, averiguar se uma boa gestão dos recursos hídricos através de
leis e através de projetos de conscientização da água é uma solução para não
sofremos da falta desse precioso liquido.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Sendo assim, compreender de que formas a poluição pode agravar sua falta
no futuro, analisando a quantidade que o planeta tem de água, assim como,
interpretar com a sua falta pois problemas poderão surgir.&lt;br clear=&quot;all&quot; style=&quot;mso-special-character: line-break; page-break-before: always;&quot; /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
POLUIÇÃO DOS
RECURSOS HIDRICOS&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
1.1 A água no
mundo&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Disponível sob várias formas, a água cobre cerca de 70% da superfície do
planeta tornando-se&amp;nbsp; uma das substâncias
mais comuns existentes na natureza, mantém a vida no planeta Terra, sustenta a biodiversidade
e a produção de alimentos e suporta todos os ciclos naturais, portanto, possui
uma importância ecológica, econômica e social. Lembrando que as antigas
civilizações como as futuras, dependeram da água para sua sobrevivência
econômica, biológica e cultural.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Entretanto, apesar de sua abundância, nem toda água é aproveitada pelo
homem&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Por exemplo, a água salgada
dos oceanos não pode ser diretamente utilizada para abastecimento humano, pois
as tecnologias atualmente disponíveis para dessalinização são ainda um processo
bastante caro quando comparado com os processos normalmente utilizados para o
tratamento de água para uso doméstico (TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL, 2014).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Com cerca de 13,7% da água doce disponível do planeta, abrigar enorme biodiversidade
como o Pantanal (possuidora da maior área úmida continental do mundo) e a
Várzea Amazônica (a floresta mais extensa alagada da terra), o Brasil não vem
sendo utilizados de forma correta e responsável. Exploração, despreocupação com
os mananciais, má distribuição, poluição, desmatamento e desperdício são
fatores que demonstram a falta de conscientização com esse bem, pondo em risco
a vida de todos os seres vivos e afeta diretamente as diversas atividades
humanas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
As águas dos rios, lagos e represas, representa é apenas uma pequena
parcela do total de água doce disponível, contudo isso não significa se um
produto potável para o consumo, já que para isso, ela precisa ser de boa
qualidade, estar livre de contaminação e de qualquer substancia tóxica. Outro
problema é a&amp;nbsp; quantidade de água doce
utilizando para outros usos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Só a agricultura consome 70%
da água doce mundial. A irrigação sem tecnologia gera grandes desperdícios e,
considerando-se a pecuária, os pastos e a água para os rebanhos, o consumo é
ainda maior. Essas atividades, juntas, também geram outros impactos, como a
remoção de grandes áreas de vegetação e das matas ciliares, que protegem os
rios e o solo, e causam a poluição das águas pelo despejo dos agrotóxicos (WWF
BRASIL, 2006).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Esse quadro exige do poder público e da sociedade em geral, uma adequada
gestão dos recursos hídricos, de modo a democratizar seu acesso. Para isto, é
essencial que o gerenciamento seja organizado de modo descentralizado e
participativo, adotando unidades espaciais adequadas de planejamento e gestão,
conforme apregoa a Lei das Águas (Lei 9433/97).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
A cobrança pelo uso da água, cujos pressupostos possuem raízes na
experiência francesa, desponta neste contexto como um valioso, porém polêmico,
instrumento de gestão incumbido de promover o uso racional dos recursos
hídricos, em termos consumptivos e como corpo receptor de efluentes, e gerar
receitas para os comitês de bacia hidrográfica. Polêmico devido ao seu caráter
ainda experimental no país, cuja carga tributária já é bem elevada e onde o
conhecimento e as informações nem sempre são adequadamente difundidos na
sociedade. Ainda há muitas incertezas, desconfianças e falta de conhecimento
acerca deste instrumento.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
1.2 Poluição
Hidrica&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Com avanço da tecnologia, uma grande quantidade &amp;nbsp;populacional se deslocaram do campo para as
áreas industriais, causando ocupação desordenadas dos centros urbanos, gerando
um problema urbano relacionado a poluição.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Com o passar do tempo, os
contingentes populacionais se deslocaram do campo para as áreas industriais,
incentivados pela promessa de empregos mais rentáveis. Em virtude desse
fenômeno, as zonas urbanas, desprovidas de uma infraestrutura adequadamente
planejada, se viram cada vez mais às voltas com problemas relacionados à poluição
(problemas relacionados à destinação incorreta do lixo orgânico e de dejetos –
despejados nas ruas e em esgotos a céu aberto ou em terrenos sem qualquer tipo
de preparação para o recebimento de rejeitos - , a ocupação residenciais em
áreas irregulares etc) (KLUCZKOVSKI, 2015).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
A agricultura com uso extensivo de queimadas e pesticidas, derrubadas de
grandes áreas florestais para a pecuária, a mineração continuam sendo uma das
principais fontes de poluição dos recursos naturais hídricos, assim como, a
poluição domestica que são lançados nas águas grande quantidade de poluentes
através dos esgotos afetando as águas subterrâneas e o solo. Além, de afetar os
cursos de água, também pode comprometer a sua qualidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
A poluição marinha é a introdução de poluentes sólidos e líquidos nas
águas dos mares e oceanos, os quais são oriundos da atividade direta ou
indiretamente humana, provocando desequilíbrio ecológico e danos ao meio
ambiente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;[...] a introdução pelo
homem, direta ou indiretamente, de substancias ou de energia no meio marinho,
incluindo os estuários, sempre que a mesma provoque ou possa vir a provocar
efeitos nocivos, tais como danos aos recursos vivos e à vida marinha, riscos à
saúde do homem, entrave às atividades marítimas, incluindo a pesca e as outras
utilizações legitimas do mar, alterações da qualidade da água do mar, no que se
refere à sua utilização; e deterioração dos locais de recreio (ONU, 1997).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Segundo Rolim (1998, p.128 – 129) as regras que delimitam o conceito de
poluição marinha:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Ao se qualificar uma
situação fática como poluição marinha, o que realmente deve ser levado em
consideração é a relação causal entre a introdução da substância nociva ao
ecossistema marinho e a efetiva degradação deste meio. Neste campo, o direito,
ao formular a regra jurídica, auxilia-se das ciências naturais: o fato é visto
não só numa perspectiva jurídica como também ecológica e biológica&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Ate há algum tempo o descartes de lixos nos mares era considerado normal
e a grande maioria desse material são jogados em regiões costeira, e a
velocidade com que se dispersa e se dilui nos mares e oceanos varia de local
para local. No Brasil essas zonas costeiras poluídas deve-se pela grande
concentração urbanas em cidades litorâneas, o que ocorre em toda área litorânea
do Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;A situação das zonas
costeiras brasileiras atuais é de conflitos entre a ocupação desordenada e
irracional, industrial, portuária, turística e de lazer, pois o Brasil possui
7.048km de costa e 15 de suas capitais são praianas ou próximas a regiões
litorâneas. Essa situação cria uma desordem na utilização da região e dos
recursos naturais do meio ambiente local, que acaba por ser degradado mesmo
após a ratificação da Convenção de criação da ZEE (Zonas econômicas exclusiva)
(ONU, 1997).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Outro problema são os esgotos domésticos que são lançados nos mares e
rios, pois, milhões de pessoas ainda não possuem rede de coleta de esgoto e
água potável em suas residências provocando problemas de saúde e degradação dos
recursos locais. Até o ano de 1998, informações sobre a qualidade da água era
considerada sigilosa pelas autoridades. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
No Brasil, a maioria das grandes cidade brasileiras estão localizadas no
domínio da Mata Atlântica, da qual resta apenas 8%, conforme estudos da
Fundação SOS Mata Atlântica. O solo sem vegetação é facilmente carregado pelas
chuvas, junto como o lixo, o esgoto, o entulho e embalagens de agrotóxicos para
dentro dos cursos d’água, além dos aglomeradas&amp;nbsp;
invasões nas áreas de preservação, produzindo mais lixo. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;O censo
realizado pelo IBGE, em 2000, registra quase 170 milhões de brasileiros
habitando 5507&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;distritos
(municípios e povoados). Destes, cerca de 59% não possuem rede coletora de
esgoto.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Assim,
podemos imaginar por que quase 7% das mortes, em 1998, de crianças menores de
cinco&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;anos,
foram causadas por diarréia aguda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Segundo dados da
Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, o Brasil teve, de 2001&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;até julho de 2003,
relatadas e identificadas, cerca de 780 mil internações devido a várias doenças&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;causadas pela água,
gastando quase 152 milhões de reais. Das regiões do País, a Bahia teve o&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;maior índice de
internações, com 124.484 casos, seguida de Pernambuco, com 75.889 casos.&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;A forma mais comum de
contrair doenças contagiosas é a ingestão de água e de alimentos&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;contaminados, mas algumas
podem ser transmitidas por vetores animais ou contato direto com a&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;água contaminada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
2 Áreas de
água úmidas&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Além das fontes
de águas do Planeta temos ainda áreas úmidas, ou seja, áreas onde a água
aparece na superfície, próxima dela, ou cobre parte dos solos, temporária ou permanentemente.
Os pântanos e charcos, as zonas ribeirinhas e os mangues são alguns exemplos.
São áreas onde a água é fator determinante das condições ambientais e da fauna
e da flora local.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;As áreas úmidas
do Planeta têm grande importância ecológica e social por seu valor científico,
econômico, cultural e recreativo. A Convenção de Ramsar, realizada em
Ramsar/Irã, às margens do mar Cáspio, em 2 de fevereiro de 1971, originou um
tratado inter-governamental cujo objetivo é a cooperação internacional para a
conservação e preservação de zonas úmidas ou áreas alagáveis do Planeta. Cerca
de 119 países do mundo assinaram a Convenção, totalizando mais de mil zonas de
preservação espalhadas pelos continentes. Em 24 de setembro de 1993, o Brasil é
considerado o quarto país do mundo em superfície de áreas úmidas, validou sua
participação na convenção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 13.5pt;&quot;&gt;3 &lt;/span&gt;O Código das Águas
Minerais&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Em 1945, com a necessidade de padronizar o aproveitamento das águas
minerais brasileiras utilizadas em balneários ou para comercialização através
do engarrafamento, o Presidente da República, Getúlio Vargas, exatamente em 8
de agosto de 1945, assinou o Decreto Lei nº 7.841, publicado no DOU de 20 de
agosto de 1945, conhecido como o “Código de Águas Minerais”. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O artigo 1º define as águas minerais como sendo “aquelas provenientes de
fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possuam composição
química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns,
com características que confiram uma ação medicamentosa”. O artigo 3º define as
águas potáveis de mesa aquelas artificialmente captadas que preencham tão
somente as condições de potabilidade para a região.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Ainda, segundo o Código de Águas Minerais, uma água pode ser considerada
água mineral através da sua composição química, quando for predominante a
presença de um determinado elemento ou substância (§ 1º do artigo 35); quando
possuírem comprovada ação medicamentosa (§ 2º do artigo 1º).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Na fonte (artigo 36): quando houver uma vazão gasosa de radônio igual ou
superior a 5 Maches; quando houver uma vazão gasosa de torônio igual a 2
unidades Maches; quando possuírem desprendimento definido de gás sulfídrico e;
quando a temperatura for igual ou superior a 25ºC, sendo predominante, os
aspectos físicos e químicos serão considerados como água mineral com ação
medicamentosa.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Portanto, temos dois tipos de classificação das águas minerais: uma da
água mesmo distante da fonte, que é a composição química e as características
medicamentosas; e outra que é dada pelas propriedades da água na fonte, ou
seja, pelas características da água mineral que normalmente não se mantém até a
casa do consumidor final, como gases e a temperatura.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
De acordo com o Art. 26, do Código de Águas Minerais, permite que
qualquer água subterrânea considerável potável e protegida da influência das
águas superficiais seja engarrafada e/ou vendida desde que sejam obedecidos os
preceitos da legislação em vigor.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O órgão responsável pela autorização e fiscalização dessa indústria de
explotação de águas minerais é o Departamento Nacional da Produção Mineral -
DNPM, que apesar de ter perdido uma parte de sua competência para o Ministério
da Saúde mantém diferentemente do que ocorreu em relação ás águas superficiais,
uma grande atuação em todo o setor de águas minerais. E, compete ao Ministério
da Saúde a parte de fiscalização da comercialização e a definição de padrões de
potabilidade (resolução 27/76 da Comissão Nacional de Normas e Padrões para
Alimentos). Portanto, tanto as indústrias engarrafadoras e os balneários
dependem de autorização do DNPM para iniciarem suas atividades.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
3.1 A Lei
Federal dos Recursos Hídricos e a Gestão da Águas&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
No início de 1997, foi instituída a Política Nacional dos Recursos
Hídricos e foi criado o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos,
através da Lei nº 9.433, 8 de janeiro de 1997, publicada no DOU de 09/01/97.
Esta Lei, diferentemente do Código das Águas de 1934 e do Código das Águas
Minerais de 1945, ambos muito mais voltados para atividades que utilizam a água
superficial ou subterrânea com a intenção única de gerar lucros, como exemplo:
as centrais hidrelétricas e mineração conferem à água a importância de um bem
de domínio público, limitado, dotado de valor econômico, cujo uso prioritário é
o consumo humano e dessedentação de animais. Deve-se sempre que possível ter
uso múltiplo, assim como define a bacia hidrográfica, como unidade territorial
de gestão dos recursos hídricos e determina que, além do poder público, haja a
participação de usuários, comunidades e entidades civis, de forma que a gestão
seja descentralizada.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
E o que vem a ser Gestão dos Recursos Hídricos?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Podemos perceber que não difere da gestão de outras atividades
produtivas: é prover a água na quantidade necessária, com qualidade compatível
com os seus usos, no local em que se faz necessária, com distribuição temporal
adequada aos usos, com garantias compatíveis com seu uso, em condições
economicamente viáveis e, de forma sustentável.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O desafio maior é melhorar a qualidade e aumentar a disponibilidade
hídrica, isso nos leva a traçar um parâmetro de disponibilidade e demanda,
levando em consideração a quantidade, qualidade, tempo, espaço e incertezas. É
um contexto de muitos usos e usuários com uma demanda crescente e qualidade
cada vez mais degradada podendo gerar muitos conflitos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Um sistema de gerenciamento de recursos hídricos não aparece
espontaneamente. Devem ser criados para facilitar o processo de tomada de
decisão pelos gestores da água, e essas decisões são de usos prioritários,
alocação entre diversos usos e investimentos na bacia. Porém, sua efetividade
se dá pelos gestores, tais como, poder público, usuários e a sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Os pontos comuns de sistemas de gerenciamento de recursos hídricos são: a
bacia hidrográfica é a unidade de gestão; reconhecimento do valor econômico da
água; descentralização para comitês de bacia; participação pública, usuários
e/ou sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
No Brasil, da mesma forma que em outras partes do mundo, a utilização das
águas subterrâneas tem crescido de forma acelerada nas últimas décadas, e já
estão de uma forma contínua. Fato é esse que pode ser comprovado pelo
crescimento das empresas privadas e, órgãos públicos com atuação na pesquisa e
captação dos recursos hídricos subterrâneos. Também é crescente o número de
pessoas interessadas pelas águas subterrâneas, tanto nos aspectos técnico -
científico e sócio-econômico como no administrativo legal.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
As águas subterrâneas mais do que uma reserva de água deve ser
considerada como um meio de acelerar o desenvolvimento econômico e social de
regiões extremamente carentes, e do Brasil como um todo. Essa afirmação é
apoiada na sua distribuição generalizada, na maior proteção às ações antrópicas
e nos reduzidos recursos financeiros exigidos para sua explotação. Conhecer a
disponibilidade dos sistemas aqüíferos e a qualidade de suas águas é primordial
ao estabelecimento de política de gestão das águas subterrâneas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O que podemos perceber é que não está tão claro uma política de proteção
das águas subterrâneas, pois não está orientada a prever todo tipo de poluição.
Então surge uma dúvida: qual a quantidade de poluição que poderá ser tolerada?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Portanto, é relevante discutir de que maneira atuais se referem
diretamente às águas subterrâneas. Ao fazê-lo, é importante notar que as Guias
da Organização Mundial da Saúde, sobre a qualidade de água potável, baseia-se
em dois critérios diferentes: sua importância para a saúde (efeito tóxico,
carcinogênico, mutagênico), que é de primeira prioridade, e os aspectos
organolépticos ou estéticos (sabor, cor e cheiro), que são de importância
secundária, sempre que se garanta que o consumidor aceitará a água e não optará
por uma fonte aparentemente melhor, mas de maior risco para a saúde.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
A recuperação dos aqüíferos poluídos quase sempre resulta em uma operação
custosa, a qual se pode comparar à intenção de tratar e remover o último
vestígio de poluentes e contaminantes. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Isto pode, com freqüência, ser impraticável, conduzindo ao abandono dos
escassos recursos de águas subterrâneas com considerável custo econômico.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Em outra situação que podemos abordar nesta discussão é que, uma vez
poluída as águas minerais, o tratamento das fontes de abastecimento dessas
águas será dispendioso, porque cada uma das numerosas fontes dispersas
produzindo pequenos volumes tem de ser tratada individualmente. Contudo, por
infinidade de razões, a proteção das águas minerais ainda não recebeu a devida
consideração até mesmo na América Latina. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Devido às características ambientais de interconexão dos corpos hídricos
superficiais e subterrâneos, para que seja possível promover a gestão integrada
destes recursos é necessário que se tenha conhecimento da ocorrência e do
potencial hídrico dos aqüíferos do país. Mais ainda é necessário fomentar o
desenvolvimento do conhecimento das inter-relações entre os sistemas:
atmosférico, subterrâneo e superficial.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O reconhecimento de que a água é um bem finito oferece um vigoroso alerta
para a necessidade urgente de uma utilização planejada e racional deste bem
natural. O principal organismo da gestão descentralizada e, participativa são
os Comitês de Bacias Hidrográficas, deve ser considerado que as decisões vão
ser tomadas localmente. Isto é, o comitê discute os problemas e decide lá no
âmbito da bacia. Quanto à participação, deve ser salientado que dos comitês
farão parte representantes do setor público, representantes da sociedade civil
organizada(ONGs: voltadas para recursos hídricos), e representantes dos
usuários, entre os quais, os produtores rurais. A Legislação prevê uma
importante autonomia política e financeira para as tomadas locais de decisão.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
4 GESTÃO DOS
RECURSOS HIDRICOS&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Segundo o art.9 da declaração Universal dos Direitos da Água &lt;i&gt;A gestão da água impõe um equilíbrio entre
os imperativos de sua proteção e as necessidade de ordem econômica, sanitária e
social. &lt;/i&gt;Durante muito tempo, grupos ambientais preocupam-se com degradação
dos rios, nossa sociedade vem praticamente ignorando essa questão, contudo com
o surgimento de movimentos organizados para debater forma de os governos
gerenciarem tais recursos naturais, além de exigirem participação da própria
sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Mas como administrar um recurso que não estabelece fronteiras, que ocupa
todo o planeta Terra e que a sociedade se beneficia desse recursos em
diferentes formas, além da degradação da qualidade, uso ineficiente da água,
tornaram-se insustentáveis.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Nos primeiros debates resultou num projeto voltado à recuperação,
conservação, proteção e controle de rios de forma isolada, contudo, perceberam
que era algo muito limitado, pois, a água não existe sozinha, que ela faz parte
de um conjunto de elementos que se conectam para a vida, isto é, solo, flora,
fauna, minerais, relevo, elementos que influenciam na produção e na descarga de
água. Com avanço dos estudos sobre a água, criaram a gestão por bacias
hidrográficas, da qual co-relaciona as atividades naturais e humanas que vem
influenciar na qualidade e na preservação dos recursos hídricos em determinadas
regiões.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Sendo assim, compreenderam que as bacias hidrográficas são área de grande
superfície, formada por terra, rios, afluentes, essas bacias define o espaço
geográfico de atuação ajudando a promover o planejamento regional, vale
ressaltar que as bacias hidrográficas não são comparadas ao espaço físico e
muito menos político, já que, ultrapassam as fronteiras dos municípios, estados
e países.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Com a Lei Federal n.º 9.433, de 8 de janeiro de 1997, foi instituído a Política
Nacional de Recursos Hídricos (Brasil, 1997), com elaboração do Plano Nacional
de Recursos Hídricos (PNRH), objetivando em três itens essenciais:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Melhoria das disponibilidade hídricas,
superficiais e subterrâneas, em qualidade e quantidade;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Redução dos conflitos reais e potenciais de uso
da água, bem com dos eventos hidrológicos críticos;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Percepção da conservação da água como valor
socioambiental.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Segundo o PNRH (Brasil, 2006), apontam elementos que apontam as
oportunidades e ameaças à gestão e ao uso dos recursos hídricos no Brasil. Logo,
elaboraram uma estratégia que diminui-se as possibilidade de junção entre um
sistema de gestão ineficiente e uma grande expansão das atividades econômicas e
urbanas que demandam o uso da água, devendo investir no crescimento da
consciência ambiental assim como, o aumento da percepções de diversas
literaturas sobre a importância dos recursos hídricos para o desenvolvimento
econômico e o bem-estar social. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Assim, constituíram sete pontos em que uma estratégia pode incidir de
maneira operativa:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Consolidar o macro institucional (legislação e
organização) existente;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Fortalecer o sistema de gestão;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Concentrar a gestão também na demanda por
recursos hídricos;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Propor formas de integração das políticas
públicas;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Contribuir para a desconcentração econômica e a
equidade social;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Antecipar-se aos problemas nas regiões críticas;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 36.0pt; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-variant-numeric: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Fortalecer a política de capacitação em Ciência
e Tecnologia&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O PNRH contém:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Programas, metas e
diretrizes que vão balizar as políticas públicas para a melhoria da oferta e da
gestão da água, com base nas 12 grandes regiões hidrográficas: Amazônia,
Tocantins-Araguaia, Atlântico Nordeste Ocidental, Parnaíba, Atlântico Nordeste
Oriental, São Francisco, Atlântico Leste, Atlântico Sudeste, Atlântico Sul,
Uruguai, Paraná e Paraguai (Brasil, 2006).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
CONSIDERAÇÃO
FINAL&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/3794497873872535704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/3794497873872535704' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/3794497873872535704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/3794497873872535704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2017/06/poluicao-dos-recursos-hidricos.html' title='POLUIÇÃO DOS RECURSOS HIDRICOS'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-3184754112523262541</id><published>2012-01-19T16:09:00.003-03:00</published><updated>2012-01-19T16:09:48.742-03:00</updated><title type='text'>Indialismo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;Quem examina a historiografia brasileira oitocentista reconhece-lhe logo certa imbricação com a literatura. De fato, inicialmente subordinada como gênero literário, ela viu o seu nascimento coincidir com o processo de autonomização crescente de seus pressupostos e de sua poética. Assim, é na medida em que se constitui como discurso peculiar, que a historiografia produz a sua própria gênese moderna. (PUNTONI, 2003, p. 634)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Indianismo, com sua idealização, valorização e invenção do índio, esteve presente em obras produzidas desde o Brasil Colônia. Autores do Arcadismo, no século XVIII, como Basílio da Gama, que publicou em Lisboa Uraguai (1769) e Santa Rita Durão, com Caramuru (1781), já traziam à tona essas imagens sobre os índios. Contudo, “o Arcadismo realizou a representação do índio palatável ao gosto ocidental [...]. Descobria-se que a imagem domesticada substituía com vantagens a incômoda realidade étnica brasileira, selvagem e plural.” (AMOROSO; SÀEZ, 1998, p. 239).&lt;br /&gt;No século XIX, o Romantismo era um modelo predominante nos discursos do IHGB acerca da temática indígena. À imagem do nobre selvagem, seguia a política indigenista do Império, com o projeto de conduzir os índios, via catequese, ao ingresso gradual na sociedade nacional. Dessa forma, a literatura foi utilizada como instrumento de valorização do país, com um intuito patriótico, contribuindo, assim, para o engrandecimento da nação. Um dos exemplos desse pensamento está presente na poesia indianista de Gonçalves Dias (1823-1864), que se bacharelou em Direito em Coimbra e, no Brasil, dedicou-se ao jornalismo, também foi professor. Dias escreveu o poema O Índio, quando fazia o curso de Direito em Portugal. No Romantismo, sofreu influência de autores portugueses como Alexandre Herculano. Ao chegar ao Brasil, em 1846, foi nomeado para compor o IHGB. &lt;br /&gt;Em 1852, escreveu Brasil e Oceania, em que o autor buscava:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a comparação dos caracteres físicos, morais e intelectuais dos indígenas destas duas porções do mundo, considerados no tempo da descoberta, para deduzir desta comparação qual deles oferecia mais probabilidade à civilização. (DIAS apud AMOROSO; SAÈZ, 1998, p. 237)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1854, viajou à Europa, em uma comissão da Secretaria de Negócios Estrangeiros, onde trabalhava. Também viajou ao Ceará e Amazonas, em 1859, como chefe de uma sessão para estudos etnográficos. Foi o primeiro poeta do Romantismo brasileiro a discutir a cultura indígena. Gonçalves Dias consolidou o Romantismo, incorporando à nossa literatura temas e formas que serviram de modelo para as gerações posteriores. A sua poesia indianista expressou um ideal de homem brasileiro, um herói brasílico, representado por um índio mítico e lendário, inspirado no bom selvagem de Rousseau e associado a sentimentos de patriotismo que faziam desse índio um legítimo representante dessa nacionalidade. O Romantismo trouxe à tona a imagem do índio como extensão da natureza, pela harmonia&amp;nbsp; das formas, inocência dos atos e bravura na defesa da terra.&lt;br /&gt;Gonçalves de Magalhães (1811-1882) foi outro expoente desse pensamento. Nasceu no Rio de Janeiro, era médico de formação, foi diplomata e viveu quatro anos na Europa. Nesse contexto, entrou em contato, na França, com os escritos de Ferdinand Denis, que tinha como projeto literário o indianismo, temática que o impressionou desde a sua viagem ao Brasil, em 1816. Contudo, Magalhães, que também era membro do IHGB, e escreveu A Confederação dos Tamoios (1856), entre outras obras, passou a utilizar como discurso legitimador da brasilidade a temática indígena. &lt;br /&gt;Essa especificidade da nação construída na figura do índio também esteve presente nos textos de José de Alencar (1829-1877), que se formou em Direito mas dedicou-se ao jornalismo e à literatura. Nos seus escritos, os índios receberam tons míticos e lendários, a bondade, valentia e pureza eram marcas características desses povos. Os adjetivos serviam para qualificar essa personalidade que identificaria a nova nação. Essa figura foi fundida a partir do herói português, a exemplo de Peri, personagem de Alencar em O Guarani (1857). Peri “é o protótipo do ‘bom selvagem’, mas, ao mesmo tempo é um barão português. Tem heroísmo, nobreza, inteligência, beleza” (FIORIN, 2000, p. 39). Dentre suas obras, também destacamos Iracema (1865) e Ubirajara (1874).&lt;br /&gt;Nas obras dos autores desse gênero literário, percebemos tanto o discurso historiográfico dessa época quanto a imaginação literária, ambos com o intuito de enaltecer a nova nação. Esse projeto centralizador, idealizado por Martius, ganhou força no indianismo romântico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] o indianismo, funcionava, em parte, como um mecanismo de compensação para a auto-imagem da elite que se tinha por européia. O indígena (assim: abstrato e genérico) era preenchido com caracteres, traços, que mais os aproximavam dos ideais nobilitantes de nossa elite do que da crua descrição etnográfica dos povos indígenas (diversos, heterogêneos). (PUNTONI, 2003, P. 637)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No indianismo, o índio foi revestido de herói, os românticos preocuparam-se em “[...] equipará-lo qualitativamente ao conquistador, realçando ou inventando aspectos do seu comportamento que pudessem fazê-lo ombrear com este, no cavalheirismo, na generosidade, na poesia” (CÂNDIDO, 2000, p. 19), pois havia o intuito de se criar umpassado glorioso para o Brasil. Assim, o índio foi equiparado a um cavaleiro medieval, nobre e guerreiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A altivez, o culto da vindita, a destreza bélica, a generosidade, encontravam alguma ressonância nos costumes aborígines, como os descreveram cronistas nem sempre capazes de observar fora dos padrões europeus e, sobretudo, como os quiseram deliberadamente ver escritores animados do desejo patriótico de chancelar a independência política do país com o brilho de uma grandeza heróica especificamente brasileira. Deste modo, o indianismo serviu não apenas como passado mítico e lendário, mas como passado histórico. (CÂNDIDO, 2000, p. 20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no século XIX, uma outra interpretação indianista surgiu com as idéias de Capistrano de Abreu (1853-1927). Natural de Maranguape (CE), fez seus primeiros estudos em Fortaleza, posteriormente dirigiu-se ao Rio de Janeiro, onde foi professor do Colégio Pedro II e funcionário da Biblioteca Nacional. Capistrano opunha-se ao discurso assimilacionista do Império e buscava as explicações sobre a índole de um povo. Capistrano de Abreu qualificava o povo brasileiro como um mestiço de branco e índio, diferenciando-se de Varnhagen, que defendia um Brasil português e branco. Na sua obra Capítulos de História Colonial (1907), o seu principal personagem era o povo, e os índios ganharam destaque na formação do Brasil, ao serem descritos em seus hábitos, línguas, costumes. Enfim, a sua visão partia dos nativos, da terra brasileira, e não o contrário. Nesse período, século XIX, discutiam-se as teorias raciais, o determinismo, o evolucionismo e o positivismo e, nesse contexto, Capistrano de Abreu inovou na sua interpretação sobre o Brasil, ao incluir, em suas discussões, o social e o cultural, ao contrário da forma de fazer história praticamente política e administrativa, como era comum à época (REIS, 1999).&lt;br /&gt;Contudo, o Indianismo, no século XIX, elegeu o índio como símbolo da identidade nacional: o homem natural, o bom selvagem, de Rousseau, foi retomado pela literatura com o intuito de se forjar um novo herói para a nova nação que se edificava. Criou-se a imagem do índio nobre, um guerreiro de sentimentos puros e grandiosos, uma referência a ser seguida. Todo esse imaginário prevaleceu no ideário republicano que se alicerçou no indianismo para modelar essas sociedades. O índio foi resgatado para ser retratado como um símbolo, construído de forma imponente, como um cavaleiro medieval, cheio de qualidades, virtudes e valores europeus.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/3184754112523262541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/3184754112523262541' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/3184754112523262541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/3184754112523262541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2012/01/indialismo.html' title='Indialismo'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-7904098266086060951</id><published>2012-01-06T11:46:00.002-03:00</published><updated>2012-01-06T11:58:06.450-03:00</updated><title type='text'>Naufragio Novo Amapá</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt;Era noite de
 6 de janeiro de 1981, quando o barco ribeirinho Novo Amapá naufragou, 
na foz do rio Cajari, próximo ao município de Monte Dourado (PA), 
levando às águas mais de 600 pessoas. Trezentas destas perderam a vida e
 dezenas passaram horas de pânico e desespero, imersas na água e na 
escuridão. A embarcação, com suporte para transportar no máximo 400 
pessoas e meia tonelada de mercadoria, partiu do Porto de Santana com 
mais de 600 passageiros e quase uma tonelada de carga comercial. Seu 
destino era o município interiorano de Monte Dourado, com escala em 
Laranjal do Jarí. &lt;br /&gt;
                                                                    Como
 as viagens anteriores duravam em torno de um dia e meio, seu 
proprietário havia feito reformas na embarcação, instalando um motor 
hidráulico a mais, o que facilitaria uma maior velocidade para a 
embarcação. A lista de despacho, segundo a Capitania dos Portos na 
época, tinha registrado cerca de 150 pessoas licenciadas pelo 
despachante Osvaldo Nazaré Colares. Mas, na embarcação havia mais de 600
 vidas. O despachante (falecido em abril de 2001) afirmou que só foi 
informado da tal lista após ter partido há certas horas e que a lista 
foi deixada sob sua mesa, quando ele estava ausente. &lt;br /&gt;
                                                                    O 
comandante responsável pela viagem, Manoel Alvanir da Conceição Pinto, 
seguiu todas as instruções necessárias do proprietário, sobre a viagem. O
 proprietário era Alexandre Góes da Silva, que teve seu corpo encontrado
 no camarote da embarcação. Manoel Alvanir continua ainda seus serviços 
como marinheiro. Atualmente trabalha em algumas embarcações no Porto do 
Ver-O-Peso, em Belém. Poucas lembranças lhe vêm à memória quando o 
assunto é a tragédia do Novo Amapá. Seu único comentário volta-se para o
 comando do barco. Segundo versões de sobreviventes na época, a 
responsabilidade pela cabine de comando estava nas mãos de um garoto. 
&quot;Isso é mentira. Havia, sim, um garoto ao meu lado da cabine de comando,
 mas não deixei por nenhum momento ele pegar na direção do barco, como 
andaram dizendo&quot;, afirmou o ex-comandante que fez, da que seria uma 
simples viagem fluvial, o maior naufrágio da navegação brasileira até 
então. &lt;br /&gt;
                                                                    
Segundo a lista da Capitania dos Portos do extinto Território Federal do
 Amapá, cerca de 650 pessoas embarcaram no Novo Amapá e menos de 180 
puderam sobreviver. &quot;Muita gente diz que foram duzentas e poucas pessoas
 que sobreviveram. Isto não é verdade&quot;, contradiz dona Creuza Marques 
dos Reis, sobrevivente atualmente com quase 70 anos.  Dona Creuza 
embarcou com sua filha e a neta. Somente ela e a menina de um ano e meio
 sobreviveram. Atualmente morando em Santana, tem como sustento um 
pequeno estabelecimento comercial.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt;Outro 
sobrevivente, Armando da Silva Batista, hoje com mais de 40 anos, conta 
que uma das causas das inúmeras mortes que ocorreram foi o esquecimento 
do uso do salva-vidas. &quot;Essas pessoas que pegaram o salva-vidas morreram
 quase todas, porque dormiam e não sabiam, ao acordar, como colocar o 
salva-vidas, e isso atrapalhou, pois não sabiam o que, de fato, estava 
acontecendo&quot;, disse Batista. Funcionário de empresa que vendia 
utensílios de cozinha para toda a região do Amapá, Armando viajava 
frequentemente em época de pagamentos, para fazer cobranças, acompanhado
 do colega Edson. Momentos antes da tragédia ambos haviam se separado. 
&quot;Como a área das redes estava muito quente, disse pro meu colega que ia 
pro andar de cima e quem sabe só retornar de manhã&quot;, relatou.&lt;br /&gt;
Ao ser perguntado sobre o momento em que o barco tombou, Armando contou 
com detalhes: &quot;Levei uns 15 minutos pra chegar na ca-bine. Quando 
cheguei lá, ele (comandante) mandou servir um café pra mim, pro Roberto 
(amigo) e duas meninas do Jari. Nos 15 minutos que cheguei lá, o barco 
deu um tombo para um lado e um tombo para o outro. Eu ainda perguntei 
pro Alvanir: &#39;Alvanir, isso é maresia?&#39;. Ele disse: &#39;Rapaz, por incrível
 que pareça, nessa região não dá maresia&#39;. Quando ele terminou de falar,
 o barco tombou de uma vez. Foi como uma virada de carro. Inevitável.&quot; 
Buscando até mesmo com precisão a hora em que o barco tombou, foi o que 
aconteceu com o sobrevivente Enoque Magave da Silva, hoje com 42 anos, 
policial militar que, minutos antes do trágico tombo, conseguiu ver as 
horas em seu relógio de pulso: eram 20h45min. &quot;Eu estava com relógio no 
braço e vi as horas normalmente. Quando de repente senti o barco virar 
lentamente. Como estava deitado numa rede de frente para uma senhora, 
fui um dos primeiros a parar logo dentro d&#39;água na hora do tombo&quot;, 
contou Magave, que no mesmo ano do desastre casou-se com sua atual 
esposa e ingressou na Polícia Militar. &lt;br /&gt;
Kátia Isabel Andrade, hoje com mais de 40 anos, era amiga pessoal da 
tripulação, principalmente do comandante Manoel Alvanir e do 
proprietário Alexandre Góes da Silva. &quot;Tinha feito outras viagens no 
barco e já conhecia o pessoal&quot;, disse Kátia, que ironizou a tragédia 
momentos antes de acontecer, na hora da jantar. &quot;Eu terminei de jantar e
 disse pro pessoal na mesa que ia me banhar e minhas colegas disseram: 
&#39;Tu vai morrer&#39;, daí eu falei: &#39;Não vou não. Se não morrer agora, não 
morro mais&#39;. Daí fui pro banheiro, tomei banho e voltei pro camarote 
(...)&quot;. Segundo Kátia, foi tão rápida a virada do barco que ela só 
percebeu o que estava se passando quando as luzes do camarote se 
apagaram e que água circulava ao seu redor.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/7904098266086060951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/7904098266086060951' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/7904098266086060951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/7904098266086060951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2012/01/era-noite-de-6-de-janeiro-de-1981.html' title='Naufragio Novo Amapá'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-6873464625754514764</id><published>2011-11-01T11:36:00.000-03:00</published><updated>2011-11-01T11:36:30.890-03:00</updated><title type='text'>O Lazer no Brasil e no bairro do Beirol-AP</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpFirst&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O artigo faz um panorama a respeito da evolução das práticas
de lazer e suas reflexões teóricas na política e economia do Brasil,
priorizando autores e tendências mais relevantes, buscando assim, atinge o
objetivo de expor a evolução das práticas de lazer no contexto nacional, como
os principais autores estrangeiros que influenciaram a produção teórica local.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
No período de 1946 à 1964, foi aplicado o projeto
nacional-desenvolvimentista,&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;caracterizado pelo populismo político, como o surgimento da industria
automobilística, construção de estradas por todo o Território Nacional,
construção e inauguração de Brasília, criação de industrias de bases. Na
cultura e arte encontra a valorização de temáticas, justificado pela
preservação dos valores nacionais, da qual, estaria ameaçado pela cultura
estrangeira. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
Com o desenvolvimento econômico e industrial impulsiona um
maior acesso ao lazer através do desenvolvimento das artes e espetáculos,
valorização do lazer do trabalhador por meio da construção dos clubes –
empresa, assim como a produção teórica sobre o lazer popular e o folclore são
escritos inúmeros estudos de antropólogos e sociólogos como Darcy Ribeiro,
Sergio Buarque de Holanda e Gilberto Freire, neste período vermos a passagem
entre o lazer como manifestação popular e comunitária, isto é, mantinha a
tradição do lazer de rua, circo e as festas típicas católicas e o lazer como
mercadoria de consumo disponível no mercado. Outro ponto relevante é o
desenvolvimento do esporte de elite e a criação de teatros que acompanhou o
clima político nacionalista, que através da reorientação de uma produção
cultural e a busca do contato com os setores populares por meio de
apresentações, com preços acessíveis, e os musicais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
Na década de 1960, fortalecem-se duas vertentes que são
decorrentes da situação política do país e herdeiras do processo específico de
luta por uma procura de bens culturais brasileiros, como a busca dos valores
nacionais e a incorporação de influencias estrangeiras, porém grande partes
dessas manifestações de lazer passarão por transformações, depois do golpe
militar de 64, por motivos do crescimento urbano, censura e repressão policial
ás práticas de ruas. O desenvolvimento dos meios de comunicação como por
exemplo a televisão, ajudou a desintegrar as manifestações artísticas que
buscavam atingir os setores populares.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
O modelo político militar apóia-se numa aliança entre,
censura e repressão política e desenvolvimento e controle da industria
cultural, com o Ato Institucional n.º (AI-5), de dezembro de 1968, centenas de
cidadãos e lideres políticos tiveram seus direitos cassados, as organizações
estudantis foram postas na ilegalidade, assim como, os partidos políticos foram
dissolvidos, impondo um sistema bipartidário com a Aliança Renovadora Nacional
(ARENA) e a oposição Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Com a repressão a
qualquer oposição ao regime militar, favoreceu o esgotamento do interesse pelas
questões políticas, o refluxo dos movimentos de massas, a censura e a ausência
de canais par ao debate e a divulgação de qualquer proposta contestadora,
surgimento de uma resistência de esquerda armada e a redução das expressões
artísticas, ou seja, todas as expressões populares e as festas típicas passam a
ser controladas, assim como todas as expressões artísticas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
O governo militar tendo a iniciativa de criar uma propaganda
política criar ‘Esporte Para Todos”, que buscava investir na área esportiva,
divulgado e incentivando a participação em jogos olímpicos e campeonatos
mundiais de futebol, construção de estádios, campos de várzea e parques
públicos, mas, o desenvolvimento desigual também foi uma marca desse governo,
pois os setores populares tiveram suas manifestações controladas e suprimidas,
ou seja, tiveram seu espaço de lazer, como a rua e manifestações populares
diminuído, o refúgio era a casa e as telenovelas, da qual obteve um alto
investimento do governo pois, serviam como propagandas políticas do regime,
contudo a classe media teve a formação de um lazer próximo a elites
internacionais como (viagens para o exterior, hotéis, acessos a filmes,
desenvolvimento dos museus, da musica da industria cultural, expansão e criação
de clubes.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
O SESC, SESI serão o palco de formação dos acontecimentos
políticos, pois, autores terão visibilidade na década de 1980, período da
redemocratização, ou do afastamento planejado dos militares do poder, com a
volta da preocupação como o popular e o engajamento político, produções a respeito
de lazer, como temas populares e da cultura, tentando superar duas décadas de
censura e repressão.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
Na década de 1970, começa a ser sistematizada a reflexão a
respeito do lazer no Brasil, através da incorporação das discussões de Joffre
Dumazedier e Stanley Parker, que procurava-se associar as indagações do período
de recuperação dos valores populares com a idéia da dicotomia lazer-trabalho,
servindo inclusive de referencia para Dumazedier (1979), a obra de Parker
serviu para pensar a relação entre lazer e trabalho, buscando dar
características do povo brasileiro e uma postura antiamericana. A entidade SESC
que antes prestavam apenas serviços aos comerciários agora amplia para a
população em geral, trazendo Dumazedier para proferir palestras no Brasil, representando
o marco inicial da pesquisa nacional sobre o tema Lazer.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Os autores mais
utilizados eras Dumazedier e Parker pela função da proximidade com a
valorização do popular e a crítica da sociedade do trabalho e, por outro lado,
pela barreira da língua, somente no final da década de 1980 que textos norte –
americanos, franceses e ingleses terão influencia no Brasil. A discussão no
campo do lazer, durante quase duas décadas, vai fazer alusão ao tempo de
trabalho. O tempo disponível nestes termos é utilizado para as diferentes
obrigações sociais (família, escola, cursos, religião), assim definiram o lazer
como&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;um tempo estanque dentro do tempo
disponível “O tempo de não obrigação social”, um discurso político das idéias
de um lazer funcionalista que poderia ser útil, para auxiliar a conter a
violência urbana.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
Foram levantados outros temas de preservação e transformação
de áreas urbanas para facilitar o acesso ao lazer, como a criação e preservação
de parques, reservas florestais e áreas livres, tornando o lazer como um
conjunto de atividades individuais ou coletivas voltadas para a satisfação de
uma série de interesses no plano da formação de quadros, definição de
atividades e aprimoramento pessoal.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
No final do século XX importantes mudanças no âmbito econômico
aconteceram a partir de 1980, com a liberação financeira dos fluxos de capital,
abertura da pauta comercial com baixa tarifaria ou livre comércio e
reestruturação das relações produtivas, ou seja, com a liberdade na circulação
de dinheiro e mercadorias as empresas encontraram novas formas de gerenciamento
da produção, circulação, financiamento e acumulação de capitais. A abertura
política, na década de 1980, propiciou a globalização e o fim da censura,
desenvolvendo um vertiginoso da indústria cultural, em função dos investimentos
que já tinham sido realizados durante o regime militar na área das
comunicações.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
Com a globalização e a alta da taxa de desemprego as
discussões do lazer agora refere-se à dicotomia lazer/trabalho, discussões
cientificas, debates entre diferentes grupos apoiar-se na leitura de autores
clássicos, como pós-modernos, contemporâneo se insere na globalização e suas
contradições na construção de novos paradigmas do lazer com um maior acesso aos
autores estrangeiros.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
O Brasil globalizando&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;a partir da década de 1990, adota uma política neoliberal caracterizada
pelas privatizações e a diminuição da atuação do Estado nas diferentes esferas
da vida, obrigando os governos a gerarem sucessivos superávits fiscais,
limitando qualquer possibilidade de intervenção, com isso o país passa pelo um
aumento da expectativa de vida, diminuição do crescimento vegetativo e do
analfabetismo e uma melhora na distribuição de renda. Assim, o lazer das
classes alta e média, não se diferencia muito das outras grandes metrópoles do
mundo, existindo um&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;lazer globalizado
como os parques temáticos, estruturas de turismo, academias de ginásticas e
escolas de esportes, espetáculos de teatro, cinemas, apresentações nacionais e internacionais
de música, bares e restaurantes finos com &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;chefes&lt;/i&gt;
da cozinha internacional.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
Contudo a população de baixa renda ainda sofre com essa forma
de exclusão que fica cada vez mais restritas pela falta de espaço nas ruas que
viraram palcos de violência urbana, e as praticas esportivas limitadas ao jogos
de futebol de final de semana, isso se dar pela falta de investimentos e da
ausência de uma política de coordenação com os demais órgãos públicos, contudo
notar-se três novas tendências de pesquisa na área como, uma tentativa de
redefinir o lazer através de recuperação dos autores, clássicos das ciências
humanas à luz dos acontecimentos atuais; uma apropriação das reflexões dos
autores chamados de pós-modernos e uma tentativa de sistematizar uma reflexão
do campo do lazer voltado especificamente à implementação de políticas públicas
e iniciativas do terceiro setor.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpLast&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
Assim, o lazer passou a ser encarado como a busca de um
descontrole medido, dentro das regras que constituem a sociedade, autores que
pesquisam temas de políticas publicas procurando dialogar com as diferentes
manifestações da sociedade civil organizada, com os representantes dos vários
níveis da administração pública, principalmente como caráter educativo como
eficiente instrumento de auxilio no vasto esquema educacional, que visualiza a
promoção humana e o progresso da sociedade nos processos pedagógicos. Cabendo
destaca o lazer como uma importante arma no controle da criminalidade e a
qualidade de vida, incentivo à atividade física e valorização da cultura.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpLast&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
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PROPORCIONAM LAZER NO BAIRRO DO BEIROL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Quantificações e Classificações:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;1) Locais Públicos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;3 Quadra Poliesportiva de Escola Publica&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;2) Clubes e Associações&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;02 Associações&lt;/div&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;01 Quartel da Policia Militar&lt;/div&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;1 Clube&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;3) Locais Particulares&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 36.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-list: Ignore;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;02 Casa de Show&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 36.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-list: Ignore;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;03 Casas de Programa&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 36.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l1 level1 lfo3; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-list: Ignore;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;01 Uma Boite&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
Três Moteis. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
O Bairros do Beirol é um exemplo que busca diminuir a
criminalidade e valorizar o lazer e que possuem locais públicos como Escolas
com quadras poliesportivas, praças com parque para as crianças e campo de
futebol, museu, o quartel da Policia Militar que possui piscina, campo e quadra
poliesportiva, pista de atletismo e academia clubes e associações como&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;três associações recreativas, SESC e SESI e
locais particulares como duas casas de show, uma boite e três motéis.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpLast&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
Pode percebe, que por mais que haja locais públicos existem ainda
uma enorme abismo entre pessoas de baixa renda com relação a classe média que
além de usufruírem dos locais públicos podem usufruírem também de locais
privados com o SESC, casas de show e eventos, cinemas e entre outros. Portanto,
com o aumento da população urbana, criou-se uma série de descompassos, com o
crescimento de nossa cidade, isto é, nossos gestores não criaram políticas e
muito menos projetos para atender a população, gerando esse grande
diferenciado, devemos realizar uma reflexão sobre o lazer aqui em nosso Estado,
incentivar o intercâmbio e o dialogo entre os pesquisadores e gestores
municipais e governamentais, para que possam criar políticas publicas que
agreguem toda população.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpLast&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 49.65pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/6873464625754514764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/6873464625754514764' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/6873464625754514764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/6873464625754514764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2011/11/o-lazer-no-brasil-e-no-bairro-do-beirol.html' title='O Lazer no Brasil e no bairro do Beirol-AP'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-5800632520207923588</id><published>2011-10-18T17:36:00.002-03:00</published><updated>2021-02-26T12:08:16.304-03:00</updated><title type='text'>Monografias e trabalhos academicos</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
Orientações de Trabalhos Acadêmicos, Digitação e Formatação nas normas da ABNT e VAN COUVER.&lt;br /&gt;
E-mail: josiellot@hotmail.com&lt;/div&gt;&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&amp;nbsp;entre em contato 96 - 981113302&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/5800632520207923588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/5800632520207923588' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/5800632520207923588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/5800632520207923588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2011/10/monografias-e-trabalhos-academicos.html' title='Monografias e trabalhos academicos'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-5735817742057291762</id><published>2011-10-18T17:14:00.004-03:00</published><updated>2011-10-18T17:14:42.293-03:00</updated><title type='text'>História das Catástrofes</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;Texto não elaborado pela Equipe &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;RESUMO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&amp;nbsp;Autores&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 11cm; text-align: right;&quot;&gt;
Maria
Fátima&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=7224071546310331731#_ftn1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn1;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 11cm; text-align: right;&quot;&gt;
Francinete
Machado&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=7224071546310331731#_ftn2&quot; name=&quot;_ftnref2&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn2;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Este artigo ressalta
a história das catástrofes ocorridas na humanidade durante a passagem do século
XIX, XX para as incertezas, as crises e principalmente as perplexidades sobre
os acontecimentos que ao longo do percurso historiográfico chocaram a
humanidade e fizeram com que ela sofresse com essas mudanças. O que ocorreu
nesta passagem mudou a história principalmente a crise econômica, com a queda
do socialismo soviético, responsável pelo crescimento do capitalismo e o
descrédito da democracia que nasce como uma proposta mundial. Contudo essas
transformações sociais surgem com as perplexidades que assombraram este século.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot;&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot;&gt;
Palavras-chave: Incertezas, Conflitos, Política
e Mudanças.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;INTRODUÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O século XX foi marcado por diversos problemas que mudaram o
mundo, pois este estava a beira de um colapso internacional, havia acontecido
guerras ocorridas por potenciais com um cenário de destruição em massa. As
incertezas deixaram claro que o mundo poderia enfraquecer de uma vez ou se
estabelecer mundialmente, esta trouxe ao mundo medo e dúvidas de que este
talvez se saísse da grande crise social e econômica que internacionalmente
passara o planeta a incerteza de que o mundo mudaria e voltaria ser o mesmo antes
e depois da Primeira Guerra Mundial ou se transformaria em um fracasso se
tornando um colapso total. Foi neste período que muitos Estados e Regiões
procuravam a demarcação de seus territórios, mas o que aparecia era somente uma
forma de incentivar os conflitos que por muitos anos durariam.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; style=&quot;mso-break-type: section-break; page-break-before: always;&quot; /&gt;
&lt;/span&gt;

&lt;div class=&quot;Section2&quot;&gt;


&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 19.5pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -19.5pt;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-list: Ignore;&quot;&gt;1&lt;span style=&quot;font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;O BREVE SÉCULO XX: SEUS PRINCIPAIS
PROBLEMAS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 19.5pt; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 19.5pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -19.5pt;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-list: Ignore;&quot;&gt;1.1&lt;span style=&quot;font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Os Conflitos deste século&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O tão chamado breve século XX iniciou-se com o final de
diversas guerras como a Primeira Guerra Mundial que causou rivalidades
políticas que expressavam a competição econômica, refletida por problemas
criados pela industrialização entre Inglaterra, Alemanha, França e Rússia.
Essas potenciais lutavam para obter a liderança das industrias mundialmente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Marcada
como o primeiro grande conflito internacional da Era Contemporânea, a Primeira
Guerra Mundial, foi responsável por uma grande reviravolta. Os valores de
racionalistas tão celebrados pelo Século XIX, entraram em crise mediante o
clima de contendas fomentadas pela intensa disputa econômica da fase concorrencial
e financeira do capitalismo (FONTANA, 2010, p.13).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Estas guerras acabaram por conseqüências causando o
holocausto nuclear das mesmas que gradativamente fora evitado. Mais apesar de
todos esses episódios há hipóteses de uma terceira Guerra Mundial, pois os
países que participavam da guerra foram sumindo e somente um permaneceu. Foi
então que parecia que este século iria entrar em paz, mas em 1980 com a guerra
Britânica – Argentina ocorrida em 1983 e a do Irã – Iraque de 1980 – 1988. Na
Europa; Ásia e África ficaram cada vez mais freqüentes os conflitos religiosos
e política, que até então não se sabia ao certo o motivo por tanta rivalidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Em
1980 eclodiu a Guerra Irá - Iraque cujo objetivo era disputar o direito de
navegação do canal chalt-el – Arab que dá acesso ao Golfo Pérsico. O Irá
invadiu o Iraque, EUA apoio Sadam Husseim (Iraque) (AJAC, 2007, p.2).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Diante disto, estes conflitos gerados nestas regiões quase
sempre eram por richas de algo mal resolvido e essa insegurança levava a
inúmeras carnificina que ocorreu por muito tempo no ex – mundo socialista.
Embora aparentemente mostrasse que o mundo estava em “paz” foi com o atentado
ao Word Trade Center em 1993 nos (EUA) que Irã e Grã – Bretanha tentara
explodir. Além disso essas atividades conflituosas geraram cada vez mais
rivalidades entre os países, pois agora cada um tinha seu interesse, embora
mesmo antes já houvesse, agora estava cada vez mais o egoísmo econômico.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Devido a toda essa situação, cabe ressaltar que foram muitas
as conseqüências nestes países que se fechavam para estrangeiros com o objetivo
de impedir a imigração.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;São
muitas e diversas as razões que motivaram a emigração de quase 80 milhões de
pessoas; um dos principais motivos, levado a emigração foram as condições
econômicas (LOURENÇO; 2010, p.01).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Com a Guerra do Golfo em (1991), ficava cada vez mais claro
que os Estados do Norte eram muito mais fortes devidos sua riqueza e suas
armas, seus mísseis nucleares, a superioridade industrial ficara visivelmente e
assegurava o controle de tais territórios, este é o chamado Imperialismo a luta
pelo “império industrial” e econômico entre os países. Após a Guerra do Golfo
os EUA enfrentou o seu vizinho Haiti, travando uma imensa batalha.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Entre
1991 e 1994 mais de 68 mil pessoas deixaram o Haiti na tentativa de chegar aos
Estados Unidos, grande parte terminou na Guanalâmano em Cuba. Por outro lado os
conflitos internos tinham deslocados mais de 300 mil pessoas para fora de suas
cidades (CORRÊA; 2010, p02).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 10.0pt; margin-left: 19.5pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -19.5pt;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-list: Ignore;&quot;&gt;1.2&lt;span style=&quot;font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;A Era do Capitalismo.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Com o capitalismo a falência do comunismo universal com a
URSS que baseava a economia na produção planejada, onde tudo tinha mecanismos
de preço, a qual a propriedade social de todos os meios de produção era a troca
e a distribuição igual dos cidadãos. Estes socialismo iria beneficiar, trazer
felicidades, a liberdade sem qualquer restrição em condição de competência
ilimitada, esse fracasso repassou ao capitalismo que qualquer economia poderia
funcionar sem bolsa de valores. Este paradigma é ressaltado.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;A
URSS serve como exemplo da tentativa de substituir o capitalismo por um
“terceiro” sistema, apesar do objetivo inicial ter sido a criação do socialismo
(MIGLIOLO; 2008, p.08).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Foi no século XX que as religiões tradicionais mudaram,
tomando rumos diferentes com as Ocidentais que achavam-se em desordem, os EUA
preocupado com este problema acelerou a queda de várias seitas protestantes,
muitas instituições religiosas fecharam e foram vendidas para outro propósito,
mesmo a igreja católica Romana sofreu queda, muitos religiosos deixavam de
segui-las, o mundo estava a beira de um problema como comenta:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;O
declínio e queda das religiões tradicionais não era compensa pelo menos na sociedade
urbana do mundo desenvolvido, pelo crescimento da religião sectária militante
ou pelo surgimento de novos cultos e comunidade (ROBSBAUM, 1994, p.544).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Este século mostrou que nem forças eram capaz de produzir
movimentos em massa, e ficava claro que mesmo com a organização destes
movimentos houvera mudanças, a qual se destemia a luta pela economia. Estes
problemas geraram desconforto ambiental e ecológicos e as pessoas sentiram este
mundialmente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Atualmente nota-se que há pouca diferença do capitalismo do
passado, pois o que é demonstrado que são bem parecidas um com o outro, hoje
assim como antes o mundo vive de lucro, hoje assim como antes o mundo vive de
lucro, concorrência e mercados consumidores, e principal a luta em busca da
liderança mundial, a livre concorrência é notada em todo o planeta. Deste modo
tampouco é sua diferença neste século XXI os países tem mais alianças, formação
de grupos entre as potências, um desenvolvimento maior e um maior capital.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
A
riqueza das sociedades onde rege a produção capitalista configura-se em “imensa
acumulação de mercadoria, e a mercadorias isoladamente considerada é a forma
elementar dessa riqueza (MARX; 1998, p.57).&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; style=&quot;mso-break-type: section-break; page-break-before: always;&quot; /&gt;
&lt;/span&gt;

&lt;div class=&quot;Section3&quot;&gt;


&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;2 ECONOMIA MUNDIAL: O GRANDE PROBLEMA.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;2.1 A grande crise.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O socialismo soviético deu impasses para que a crise
econômica crescesse, já que o mundo passava por problemas conflituosos, pois
este momento era a conseqüência, onde a crise iniciava a crescer e a preocupar
o mundo, este entrava em um abismo econômico, o socialismo soviético e sua
desintegração pelo colapso de partes do mundo na anarquia e na guerra, e quem
sabe a dedicação excessiva ao livre comércio global. No fim do século XX a
economia mundial se dá em três aspectos, onde o primeiro se dá a partir da tecnologia
que continuava a forçar a mão-de-obra continuara sendo forçada e também um
fator político, enquanto que a industria se transferia de seus antigos centros
para os países ricos com a mão-de-obra mais valorizada.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 4.0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;As classes sociais de capitalismo ficavam cada vez
mais claras, de um lado o dono de meios de produção que objetivaram lucros
maiores, através da exploração da mão-de-obra (SÃO FRANCISCO; 2011, p.02).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Diferente da Era do Ouro que se baseava na economia de
mercado, a economia de consumo em massa necessitava de consumidores para bens
de consumo duráveis com alta tecnologia, e a constante deste consumo foi
conquistada com salários, como agora de mão-de-obra de elevados salários, mas
como neste momento estava a procura pelo consumidores que suprissem a
necessidade de mercado, a corrida da economia era driblar o colapso econômico,
pois a produção aumentou e a luta por consumidores diminuiu, este século foi
cercado de problemas que pareciam não ter fim. Fica evidente ressaltar que a
crise de 1929 nos EUA com a queda da bolsa de valores é bem diferente de 1987,
pois a mesma não estimulou como a de 1929.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 120.5pt; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Empresas,
bancos faliram os proprietários de terra perderam suas propriedades
hipotecadas, e portanto, não poderão dar seqüência a produção agrícola; o
desemprego se espalhou por todos os Estados Unidos, e a crise refletiu no mundo
todo (ARRUDA; 1974, p.35)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Este fato parecia estar sem controle, a crise econômica
ficava maior, e a economia de livre mercado irrestrita e incontrolada com
rumores de fatos com o grande crescimento de mercado e subdesemprego, os
empresários só reduziam o número de empregados, pensavam na redução de impostos
ou qualquer outro motivo que salvassem suas empresas diferentes do século XIX,
muitos países cresceram e se desenvolveram com a ajuda do protecionismo, onde
está foi quase a causa principal para o desenvolvimento que alguns países tem
hoje. O que evidencia a crise maior é o desastre do modelo soviético que
fracassou.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Todas
as formas de manifestações contra o governo e seu regime político era
repreendido pelo uso da força ordenados, pelos lideres dos governos dos países.
(FREITAS, 2011).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;2.2 Enfraquecimento do Estado Nação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;enfraquecimento do
Estado – nação que perdia seu poder em uma era de anarquia internacional, e perdia
principalmente seu poder de privilégios e seu monopólio de poder afetivo pela
crise econômica. No século XVIII com a metade do século XX, o Estado era uma
forma de autoridade ao interesse publico, era indispensável, pois a base
relativa aos países desenvolvidos cuja a economia se assegurava em uma grande
relativa decrescente de ganhadores de renda. Diante disto foi a distribuição
social e não o crescimento que doutrinaria a política do novo milênio, mas o
futuro do novo milênio iria necessitar da restauração das autoridades publicas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;O
crescimento econômico, nos dias atuais é avaliados pela sua capacidade
qualitativa de gerar riquezas e não mais qualitativa, como pesava-se no inicio
do século&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;XX. Todo crescimento econômico
especifico de um país apresenta origens enraizadas (INFO ESCOLA, 2009).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Este enfraquecimento nesta década mexeram com o consenso
político e as verdades sobre questões intelectuais principalmente quando se
tratava de política. A visualização dentro dos sistemas democráticos é um pouco
complexo principalmente as decisões, aos poucos os governos souberam lidar os
eleitores, dando aos eleitores o que ele queriam ouvir, no fim do século um
grande numero de homens e mulheres saiam da política abandonando e repassando
as questões de Estado sobre a política, talvez isso deixaria as autoridades
mais livre para dirigir decisões. O povo passou a ser critico pois o governo
não viveria sem o povo e nem o povo sem o governo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 4.0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;A
democracia compreendida como um regime no qual se observa a progressiva
ampliação da competição e da participação, uma poliorquia (PAIVA; 2004, p371).&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Na verdade o voto passa a ser uma opção de recriar o tipo de
consenso que a política tem de seu eleitorado. No entanto, viver na democracia
é algo difícil, então só para a política de um modo geral, mas também para o
cidadão, pois tanto o governo necessita do povo para obter o controle como o
povo necessita deste para o governo do país. A eleição democrática de algum
modo ajudou no crescimento global, apesar de existirem alguns contra-tempos.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; style=&quot;mso-break-type: section-break; page-break-before: always;&quot; /&gt;
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&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Este artigo teve por finalidade retratar o século XX, as suas
diversas transformações e mudanças que ocorreram ao longo do processo
historiográfico. Deste modo, cabe analisar que o século tratado sofreu muitos
conflitos não tão somente sangrentos mais, alguns que envolveram desde a
política, a economia e a religiosidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
Este século trouxe para a história da humanidade diversas
questões como o homem e a mulher tomando decisões sobre a política democrática,
o fim do comunismo soviético, as Guerras que trouxeram muitos problemas não só
ambientais e ecológicos como também problemas ligados a economia. As crises que
ocorreram na política, o enfraquecimento do Estado nação, o enfraquecimento do
consenso políticos, porém, muitos foram os fatores que geraram os conflitos e
os problemas do século XX.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpLast&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;&quot;&gt;
O novo milênio trouxe com ele a esperança de uma nova vida e
uma nova era que restabelecera as políticas os cidadãos e a humanidade de uma
forma geral. Contudo o século acabou em uma desordem global, o qual não estava
claro e sem mecanismos para obter o controle da situação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;mso-element: footnote-list;&quot;&gt;
&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;

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Acadêmica do VI Semestre de Licenciatura em História da Universidade Vale do
Acaraú – UVA/AP&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoFootnoteTextCxSpLast&quot;&gt;
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Acadêmica do VI Semestre de Licenciatura em História da Universidade Vale do
Acaraú – UVA/AP&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/5735817742057291762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/5735817742057291762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/5735817742057291762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/5735817742057291762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2011/10/historia-das-catastrofes.html' title='História das Catástrofes'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-6764066487889335664</id><published>2011-10-10T15:22:00.000-03:00</published><updated>2011-10-10T15:22:58.326-03:00</updated><title type='text'>Resenha do Filme &quot;Tempos Modernos</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;style&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpFirst&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 63.8pt;&quot;&gt;
O que séria lazer, senão, um conjunto de ocupações das quais
os indivíduos podem entregar-se de livre vontade, seja ela, para repoudar,
divertir-se, recrear, entreter-se, ou ainda, desenvolver informações ou
formação desinteressada, ou participação social voluntária ou sua livre
capacidade criadora após livrar-se ou desembaraçar-se das obrigações
profissionais, familiares e sociais. Também pode-se definir ela como uma forma
de utilizar nosso tempo dedicando-se a uma atividade que gostamos de fazer, o
que não significa que seja sempre uma &lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;mesma atividade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 63.8pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;No
filme &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Tempos Modernos de Charles Chaplin (1936)Os Tempos
Modernos de Charles Chaplin &amp;amp; ndash; 70 anos de um clássico do cinema. Por:
Cesar Dutra Inácio*O anti-herói tragicômico Carlitos, em sua faceta trabalhador
industrial foi quem melhor traduziu a Grande Depressão (1929-1941) nos Estados
Unidos. Tempos Modernos sintetizou como ninguém o período histórico marcado pelo
desemprego em massa, queda acentuada do produto interno bruto em decorrência do
declínio da produção industrial e dos preços das ações subseqüente à Quebra da
Bolsa de Nova Iorque em 1929.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 63.8pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Reportando-se às péssimas condições de trabalho, as
árduas horas de trabalho e o desempenhar repetitivos movimentos, decorrente da
especialização da linha de produção fordista. A divisão de tarefas não é mais permitida
ao trabalhador saber o que está produzido: como trabalhador não participa das
demais etapas do processo produtivo ele perde a noção total de produto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 63.8pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Deste modo, o trabalhador esquecer de sua vida
social, o onde o trabalhador não possui uma vida social, isto é, o sofrimento
físico ou mental, é fruto do processo de industrialização frenético em que o
trabalhador de várias atribuições, é na verdade a própria figura atormentada do
filme. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Em
uma cena do filme, em que o protagonista canta e dança ao som da música é o
mais próximo momento em que o funcionário pode, gozar da liberdade plena de sua
vontade, onde poderíamos identificar um momento de lazer do funcionário da
fábrica. Portanto, as pessoas acabavam sobrevivendo como se fossem máquinas, em
um cotidiano sem esperança, criatividade ou alegria, donde a única atividade
era a repetição de um par de gestos mecânicos simples.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacingCxSpLast&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 70.9pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Conclui-se &lt;span style=&quot;color: black; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;O que poderia ser considerado como mais um dos vários momentos cômicos
do longa-metragem é mais uma crítica social, relacionada a sujeição do homem
contemporâneo a escravidão do relógio, com seus horários todos
pré-estabelecidos, com seu almoço ou seu jantar atrelados a determinados
momentos específicos do dia, mesmo que em alguns dias, não estejamos com fome;
com seu lazer estipulado para os finais de semana ou para as folgas alternadas
das escalas e turnos estabelecidos pelas empresas; com suas férias tendo que
ser vividas no prazo que for dado pelas companhias e assim vai, com os
ponteiros oprimindo a espontaneidade e a criatividade dos homens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/6764066487889335664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/6764066487889335664' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/6764066487889335664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/6764066487889335664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2011/10/resenha-do-filme-tempos-modernos.html' title='Resenha do Filme &quot;Tempos Modernos'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-3091340794868183117</id><published>2011-10-10T15:16:00.000-03:00</published><updated>2011-10-10T15:16:43.312-03:00</updated><title type='text'>Resenha do Filme &quot;Filhos do Silêncio&quot;.</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No filme filhos do silêncio pude fazer algumas observações com relação ao processo educacional a primeira coisa que me chamou a atenção, foi a separação do surdos em sala diferenciada dos demais alunos, a trama se deu da seguinte forma, um professor foi chamado para dar aulas de oralização para surdos foi quando ele começou a analisar a servente da escola que era surda pois ela parecia bem inteligente, ele acreditava que se ela conseguisse fazer leitura labial é falar seria melhor para a socialização dela com o mundo.
Então começou um dilema porque ela já sabia oralizar mas não contava para o professor, pelo fato de quando ela era criança foi muito descriminada quando tentava falar achava sua voz feia a verdade é que ela teria sofrido muito durante sua vida por conta da surdez, então preferiu ficar no seu silêncio.
A atriz protagonista do filme, que era a servente da escola foi criada até os seus sete anos de idade como se fosse louca, ou seja, nessa época acreditava que a surdez era doença. O objetivo do professor era os de ensinar os seus alunos à aprender a fazer leitura labial, apresentação de danças, representação do mundo e falar. Entretanto o preconceito era muito forte na sociedade, as famílias não aceitavam o fato de ter um de seus membros surdo os pais achavam que tinham errado em alguma coisa, como foi no caso a atriz protagonista é o espaço no mercado de trabalho era restrito limitado a atividades com pouca representação intelectual e conseguintemente pouco prestigio na sociedade.
Todas essas questões que foram tratadas no filme, foram esclarecidos e tiveram melhor entendimento com a leitura da apostila à qual aborda a historia da língua de sinais e como se deu o processo educacional e outros temas relevantes aos surdos. Em 11 de Setembro de 1880, houve uma conferencia entre vários países onde foi decidido que a partir daquele dia seria proibida a língua de sinais nas escolas. Essa proibição foi um marco trágico para os surdos por serem obrigados a oralizar.
Atrasando assim seu processo natural de aprendizagem por cem anos. Apenas em dois países que não aceitaram a proibição da língua de sinais, que foram: Grã-Bretanha e Estados Unidos, foi onde a educação conseguiu se desenvolver para os surdos, os quais alcançaram lugares privilegiado na sociedade. Nos dias atuais teria que haver uma espécie de consenso entre ouvintes e surdos buscando sempre a melhor solução, para quebrar esse paradigma hegemônico que sempre esteve presente na história do surdo, entretanto, valorizando em primeiro lugar a subjetividade do surdo, então encontraremos os processos metodológicos didáticos necessários para a facilitação da construção do conhecimento, contudo o surdo conseguirá conquistar seu espaço na sociedade que é de direito.
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/3091340794868183117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/3091340794868183117' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/3091340794868183117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/3091340794868183117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2011/10/resenha-do-filme-filhos-do-silencio.html' title='Resenha do Filme &quot;Filhos do Silêncio&quot;.'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-4685205642737567588</id><published>2011-04-25T17:31:00.000-03:00</published><updated>2011-04-26T18:23:02.975-03:00</updated><title type='text'>Bullying</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1r-1aBrS-3EOl5GF4WJLc4M3tJ75JkFC7CMyA-0w6XVv4UsbKF40EceztNPSY1cCMUTQB00h5i5nYgSoqDuku_JOORByoInNf5Fx3M90XLa5ozYRAjCTPQcVP62haSYcESCIVMiKLSwxg/s1600/imagesCA7DMGSU.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 196px; height: 132px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1r-1aBrS-3EOl5GF4WJLc4M3tJ75JkFC7CMyA-0w6XVv4UsbKF40EceztNPSY1cCMUTQB00h5i5nYgSoqDuku_JOORByoInNf5Fx3M90XLa5ozYRAjCTPQcVP62haSYcESCIVMiKLSwxg/s320/imagesCA7DMGSU.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5600005836001457010&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de tantas transformações que ocorrem no mundo globalizado que vivemos, junto a essas mudanças encontramos problemas sérios que necessitam de solução imediata. Dentre esses problemas temos o comportamento bullying, que é fato não só no âmbito escolar bem como em todas as esferas sociais. Diante disso, nosso anteprojeto de pesquisa tem como objetivo geral investigar com base em alguns pressupostos teóricos dentre eles SILVA, se a arte tem papel importante no desenvolvimento cognitivo e social dos que são vítimas do bullying na escola. Para isso propomos uma metodologia inicial, onde a investigação se dará em cinco escolas de Macapá o que possibilitará a confirmação ou o falseamente das hipóteses levantadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARCO TEÓRICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bullying é um fenômeno tão antigo quanto a própria instituição denominada escola. No entanto, o tema só passou a ser objeto de estudo cientifico no início dos anos 70. Começou na Suécia onde grande parte da sociedade demonstrou preocupações com a violência entre estudantes e suas conseqüências no âmbito escolar. Em pouco tempo, a mesma onda de interesses contagiou todos os demais países escandinavos.&lt;br /&gt;De origem inglesa, o termo foi adotado por diversos países para conceituar alguns comportamentos agressivos e anti-sociais e é um termo utilizado nos estudos realizados sobre a problemática da violência em seu sentido mais amplo dentro da escola. Assim, temos uma definição universal trazida por alguns autores:&lt;br /&gt;[...] Bullying é um conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas que ocorrem sem motivação evidente, adotado por um ou mais alunos contra outro(s), causando dor, angústia e sofrimento. Insultos, intimidações, apelidos cruéis, gozações que magoam profundamente, acusações injustas, atuação de grupos que hostilizam, ridicualizam e infernizam a vida de outros alunos, levando-os à exclusão, além de danos físicos, morais e materiais, são algumas das manifestações do “comportamento bullying” (FANTE, 2005, p.28 – 29).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso nos remete a um quadro social conturbado onde vivenciamos uma época cheia de “incertezas, tensões, falta de valores, com a perda da noção de limite entre o bem e o mal, conceitos esses que regem justamente o nosso comportamento em âmbito social” (ARRIETA, 2000, p.84).&lt;br /&gt;Fante (2005, p.20), relata que para se prevenir atos violentos nas escolas, estão sendo tomadas medidas preventivas de segurança como muros, grades altas,detectores de metais e câmeras de vídeo para monitoramento dos alunos. Esse tipo de violência descrita pela autora é a violência explícita que todos conhecemos e até certo ponto combatemos. No entanto, existe outro tipo de violência que vem sendo estudada por profissionais da educação. Trata-se segundo SILVA(2010, p.64) da violência que “expõe não somente a intolerância às diferenças, como também dissemina os mais diversos preconceitos e a covardia nas relações interpessoais dentro e fora dos muros escolares”.&lt;br /&gt;A autora faz referência ao bullying, que há muito tempo já é um comportamento comum, e que muitas vezes por falta de orientação é encarado como uma “brincadeira boba”. Em face disso, com o crescimento da violência no âmbito escolar, é necessário que os profissionais de educação estejam mais atentos aos comportamentos de sua clientela, a fim de evitar a proliferação.&lt;br /&gt;Nesse sentido, Pereira (2002, p.11) acrescenta que: &lt;br /&gt;A educação e a cultura deveriam tender a eliminar as formas agressivas de resolução de tesões que provocam as diferenças individuais. A educação deveria valorizar e promover os comportamentos de empatia, a negociação verbal, o intercambio de idéias, a cedência de ambas as partes na procura da justiça, no direito à igualdade de oportunidades para todos e no direito às diferenças de cada um. Educar para a liberdade com igualdade de direitos e obrigações, em que os direitos de um determinam onde começam os direitos dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendemos assim, que a escola tem um papel importantíssimo no que se refere ao ensino de valores e respeito às diferenças de cada um para que o ambiente escolar se torne saudável e tranqüilo para os educandos. &lt;br /&gt;Silva (2010, p.63) afirma que: as escolas mais sensíveis e atentas às mudanças globais de nosso tempo já estão procurando dar conta dos novos desafios e reforça afirmando que é necessário modificar não somente a organização escolar, os conteúdos programáticos, os métodos de ensino e estudo, mas sobre tudo a mentalidade da educação formal.&lt;br /&gt;Dentre dessas modificações estão as estratégias nas quais a escola deve se valer para diagnosticar e ajudar as vítimas desse fenômeno na escola.&lt;br /&gt;Partindo do pressuposto de que cada um tem a capacidade de ser resiliente, que segundo Silva (2010, p. 76) referindo-se ao comportamento humano afirma ser: a capacidade que um individuo possui de transmutar sofrimento, dor, rancor, magoa ou raiva em aprendizado. Este por sua vez, é capaz de gerar soluções que o fazem superar problemas e traumas surgidos pela agressões do bullying, a escola pode é deve tanto quanto a família dar apoio e incentivo para que os afetados desenvolvam seus talentos numa ação conjunta e salvaguardem a sua alta-estima, despertando assim seu poder de resiliência para que possam acionar os mecanismos de defesa positivos que o levem a superação dos obstáculos. Nesse sentido, nosso anteprojeto de pesquisa tem como objetivo geral investigar a importância da Arte no desenvolvimento cognitivo e social das crianças, adolescentes e jovens que conseguiram ou estão na tentativa de superar as conseqüências do bullying. &lt;br /&gt;Autor Desconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARRIETA, Gricelda Azevedo. A violência na Escola: a violência na contemporaneidade e seus reflexos na escola. Canoas: Ed. UPBRA, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FANTE, Cleo. Fenômeno Bullying. Como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. 25°Edição. Campus-SP. Veros Editora, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEREIRA, Beatriz Oliveira. Para Escola sem violência: estudo e prevenção das práticas agressivas entre crianças. Fundação Calouste Gulbenkiam, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVA, Ana Beatriz B. Bullying: Mentes perigosas nas escolas. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/4685205642737567588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/4685205642737567588' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/4685205642737567588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/4685205642737567588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2011/04/bullying.html' title='Bullying'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1r-1aBrS-3EOl5GF4WJLc4M3tJ75JkFC7CMyA-0w6XVv4UsbKF40EceztNPSY1cCMUTQB00h5i5nYgSoqDuku_JOORByoInNf5Fx3M90XLa5ozYRAjCTPQcVP62haSYcESCIVMiKLSwxg/s72-c/imagesCA7DMGSU.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-5457934491059717364</id><published>2008-05-20T17:06:00.000-03:00</published><updated>2008-07-01T12:55:55.509-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Barão do Rio Branco"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Janary Nunes"/><title type='text'>Praça Barão do Rio Branco</title><content type='html'>&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5218074441307447714&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyZC8V9p3XMrhl29__6xTq9qtC65mz5WqUM57hAefCzrnuX00ZLB5tQTaqUMqv_Lxpbu90FKO7xqOifOJMRr6Jq2ZmkoXAv5obiZwR7XnRiTU7CcrX7MwN4K8CIHxkkzA0OZzt3_1CvFnH/s320/DSCN0725.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CONTEXTO DA VIDA DO BARÃO DO RIO BRANCO.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;José Maria da Silva Paranhos Junior, o Barão do Rio Branco, nasceu em 20 de abril de 1845. cresceu admirando intensamente o pai, o também diplomata e senador Visconde do Rio Branco, uma das figuras mais importantes do II Império – negociou o fim da Guerra do Paraguai em 1869 e, dois anos mais tarde, nomeado presidente do Conselho de Ministros, promulgou a Lei do Ventre Livre, que dava liberdade aos filhos de escravos. Em casa, assistia à elaboração dos discursos do pai político. Sentia-se plenamente identificado, sofria com ele, aplaudia sua retórica brilhante. Ainda adolescente, acompanhou o Visconde em suas viagens ao Sul do país e passou a se interessar pelas disputas fronteiriças, tão comuns na época.&lt;br /&gt;Depois de estudar no tradicional Colégio de Dom Pedro II, no Rio de Janeiro, aos 17 anos o futuro Barão do Rio Branco transferiu-se para São Paulo a fim de ingressar na Faculdade de Direito, curso que completaria no Recife. Antes de se formar em 1866, dera vazão a seu talento de historiador precoce ao publicar na “Revista Popular” a biografia do comandante do navio Imperatriz, Barroso Pereira, além de Episódios da Guerra do Prata,sob o pseudônimo X, na Revista do Instituto Cientifico.&lt;br /&gt;O pai já havia falecido quando, em 1883, Rio Branco foi encarregado de representar o País na Feira de São Petersburgo, na Rússia. Ao fim da missão, recebeu o titulo de conselheiro e, em 1888, o titulo de barão, no ano de 1900, o Laudo Suíço é assinado por Brasil e França, solucionando o Contestado Franco-Brasileiro com ganho de causa para o Amapá defendido por ele, na cidade de Berna na Suíça que de forma neutra definiu o Rio Oiapoque como limite entre os dois países. Em 1901, o Barão do Rio Branco voltou ao País para, então, se transformar na figura central da diplomacia brasileira, assumindo o Ministério das Relações Exteriores.&lt;br /&gt;A partir daí, em pouco tempo, tornou-se figura popular a ponto de ter sua candidatura cogitava para a Presidência da Republica,em 1909,na sucessão de Afonso Pena. No fim da vida, provou mais uma vez seu caráter justo e correto ao devolver espontaneamente ao Uruguai o direito de condomínio e jurisdição sobre a Lagoa Mirim e o rio Jaguarão, em gesto inédito na historia das relações internacionais. Morreu a 10 de fevereiro de 1912, aos 66 anos, sendo sepultado ao lado do pai.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;0 Janarismo no Amapá&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Desde a época do Império, já cogitava a defesa de áreas fronteiriças, da qual séria administradas pelo Poder Central, isto é, deveria ser criados áreas, “províncias” em zonas pouco ou nada povoadas, onde seriam subordinado a província, da qual, se originariam e ganhariam autonomia logo que tivessem população regular. Destacamos Macapá que 4 de Fevereiro de 1758 é elevada a categoria de Vila de São José de Macapá, onde seu primeiro plano urbanístico foi implantado por Mendonça Furtado (em anexo), nesse plano urbanístico o local onde hoje encontra-se a praça do Barão do Rio Branco era conhecido como Largo de São João, as ruas eram estreitas de forma que circula-se transporte de tração animal.&lt;br /&gt;Contudo as manifestações diante da Capitania do Cabo do Norte foram ignoradas, mas, é só no período republicano, que o Poder Central volta à olhar para as áreas de fronteira, com objetivo de desenvolver essas áreas para manter-se brasileira.&lt;br /&gt;Porém, os governantes da Republica Velha, apenas criaram núcleos coloniais reduzindo assim o vazio demográfico da região, principalmente na região do Clevelândia, mas, vale ressalta que a região do Clevelândia era uma área isolada para desterro de presos políticos. Também, será na revolução de 30, que Poder Publico terá mais clareza em seus propósitos, retomando-se na preocupação pela reafirmação da soberania brasileira sobre áreas devolutas e limítrofes, assim, era preciso desmembrar algum Estado para defesa do Estado Nacional, dando autonomias territoriais, sem que esse ato viesse a se contrapor ao centralismo do Estado.&lt;br /&gt;Ao eclodir a Segunda Guerra Mundial, o governo brasileiro diante da nova conjuntura política internacional, com a necessidade de melhor estruturar a Nação para enfrentar as adversidades decorrentes da situação de beligerância, implementava a militarização de regiões fronteiriças, com anuncio de Getúlio Vargas de integrar ao contexto nacionais, áreas longínquas, inóspitas, criou o Território Federal do Amapá, com o propósito da preservação da integridade nacional, e ajudando também a defesa do Atlântico Norte, já que a Amazônia estava sobre a ameaça de invasões alemãs. A forma de governo do Território, foi através do sistema de interventoria, como forma de administração dos estados, nomeado militares de patente intermediaria e superior, que tivesse conhecimento sobre a região para administração dos Territórios recém-criados.&lt;br /&gt;Janary Nunes, possuía requisitos suficientes para Getulio Vargas, assim, Janary Gentil Nunes, torna-se governador do Território do Amapá em 27 de dezembro de 1943, porém, este recebeu uma região com 1.286 habitantes, um vilarejo decadente sem serviços e atendimentos imprescindíveis ao bem-estar coletivo e ao progresso, onde instalava o governo amapaense, sob a indiferença de parte da população, isto é, Janary Nunes, recebeu um Estado sem nada, tudo tinha que construir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Praça Barão do Rio Branco&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Janary deu inicio as transformações na cidade de Macapá, com intuído de caracterizara como uma capital, criando órgãos públicos para atender as necessidades da população, dentro dessas obras destacamos a praça do Barão do Rio Branco, que recebe este nome em homenagem ao defensor do Amapá nas questões de fronteira, construída em função da Escola que receber o mesmo nome, a praça está localizada no centro da cidade de Macapá, sito as Avenidas FAB e Coriolano Jucá e as ruas Candido Mendes e São José, sendo a mesma cortada ao meio pela avenida Iracema Carvão Nunes, conforme mostrar a planta baixa no anexo.&lt;br /&gt;Inaugurada em 01 de Dezembro de 1950 em comemoração aos 50 anos da assinatura do Laudo Suíço, segundo informações de populares, durante a construção da praça, teria sido encontrada peças arqueológicas, já que o local serviu de cemitério indígena, supostamente pela tribo Tucuju. Ao redores da praça, além da escola foram erguidas residências para os funcionários do governo do novo Território Federal (deputados, secretários etc.), inclusive a Residência Oficial do Governador.&lt;br /&gt;Para o governo daquela época, o urbanismo da cidade era de grande importância, como de hoje, já que os espaços livres estão ligados à vida das Cidades; estas são sentidas através de suas ruas, praças e parques, que caracterizam a paisagem urbana e promovendo o reencontro do homem com a natureza, onde se desenvolvem atividades urbanas das mais variadas, entre as quais está o lazer e o convívio social. Deste modo, pode-se notar a utilização das praças para os indivíduos daquela época, pois, foram criadas com estruturas que diversificam as atividades de lazer e atividades ligadas ao turismo, assim, os projetos tem os seguintes objetivos:&lt;br /&gt;Acentuar a função paisagística e recreativa da área;&lt;br /&gt;Proporcionar grandes áreas verdes com gramados, arbustos e árvores para obtenção de sombras e beleza paisagística.&lt;br /&gt;Concentrar atividades esportivas em um mesmo local, na medida do possível, a área de esporte contem quadras de basketer-ball, volley-ball, quadra polivalente, campo de pelada e local para ginástica.&lt;br /&gt;Segundo o Decreto-Lei n.ª 25, de 30 de Novembro de 1937, patrimônio histórico pode se definido como um bem material, natural ou imóvel que possui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para sociedade, pois, representam uma importante fonte de pesquisa e preservação cultural, já que, estes patrimônios foram construídos ou produzidos pelas sociedades passadas. Atualmente há uma preocupação mundial em preserva os patrimônios históricos da humanidade. A UNESCO é responsável pela proteção desses patrimônios, para isso os patrimônios devem ser tombados por algum órgão governamental do patrimônio histórico.&lt;br /&gt;O tombamento é um ato administrativo realizado pelo Poder Publico com o objetivo de preservar, o intermédio de aplicação de legislação especifica, mas, não é necessário que seja o objeto tombado para seja considerado um patrimônio, percebe-se que há vários patrimônios não tombados, exemplo, em respeito à Macapá, a Praça do Barão é um desses patrimônios não tombados, por isso, no decorrer do tempo sofreu e está propícia a sofrer alterações.&lt;br /&gt;De sua construção até hoje, ela é vista com diversas funções, a principio serviu de palco para eventos da Escola Barão do Rio Branco, praticas de esportes, como futebol entre outras, também no decorrer do tempo sua paisagem foi recebendo árvores. Sua primeira reforma foi no de 1980 no governo de Annibal Barcelos, onde possuía uma palmeira imperial de frente a escola, porém por motivos de segurança, foi retirada esta palmeira, por está oferecendo riscos aos visitantes da praça, em lugar plantaram uma arvore silvestre. Atualmente, foi feita outra reforma de modificaram arquitetonicamente a praça, os bancos atuais são diferentes dos das décadas 70 e 80.&lt;br /&gt;A Praça do Barão está subdividida em dois blocos, área de passeio e descanso que se encontram nas: área de descanso, avenidas FAB e Iracema Carvão Nunes e ruas Candido Mendes e São José, área de esporte, avenidas Iracema Carvão Nunes e Coriolano Jucá e ruas Candido Mendes e São José, está área possuem dois de campos de areia para a pratica de futebol, 4 quadras, duas de voleibol e duas de basquete. Quando os adolescentes desejam jogar futebol da salão improvisam traves (utilizando pedras, pedaços de concretos, etc), nas quadras de basquetes e voleibol.&lt;br /&gt;A praça possui área de alimentação, lanchonetes que funcionam basicamente no horário noturno (localizados na avenida Coriolano Juca), lanchonetes moveis (Avenida Iracema Carvão Nunes), lanchonetes que funcionam durante o dia além de brancas de revistas e ponto de ônibus (localizados na avenida São José).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Durante a pesquisa sobre a praça Barão pouco se encontrou, mas o que se tinha (fotos, textos e depoimentos de antigo moradores) dava uma noção de que a praça era utilizada para eventos da Escola, Cívicos como desfiles, culturais, praticas de esporte e lazer. Ao redor foram construídas prédios importantes (a escola Barão existente antes da praça, residência do governador, correios e as casas dos funcionários mais importantes do governo da época). Então a praça era o centro do Poder Político do Estado neste período, no decorrer dos anos as casas foram vendidas a membros da elite amapaense, posteriormente algumas das casas cederam lugar à prédios (agencia do Banco do Brasil, Mercado dos Produtos da Floresta e recentemente prédio de quatro andares, etc).&lt;br /&gt;De sua construção até hoje, a praça Barão do Rio Branco, foi tendo sua importância alterada, porém, duas funções da praça ainda permanecem, a utilização para pratica esportiva e lazer, sendo acrescentada uma terceira, sua utilização como praça de alimentação. Infelizmente a educação patrimonial não é trabalhada com a população, hoje a praça encontra-se suja, lá há garrafas vazias e quebradas, copos descartáveis, bancos pixados, etc. O monumento erguido na época de sua construção encontra-se ofuscado entre as lanchonetes, a garita que era para ser utilizada pela guarda municipal, está depedrada e abandonada, a praça não é vista como patrimônio histórico pela população.&lt;br /&gt;Acreditamos que a praça, assim como todas as outras da cidade e do Estado e todos os outros patrimônios amapaenses, só terão reconhecimento quando nós historiadores, trabalhamos essa educação patrimonial com nossos alunos, para que eles entendam a importância dos nossos patrimônios para nós cidadãos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;REFERENCIAL BIBLIOGRAFICO&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;COELHO,&lt;/strong&gt; Mauro Cezar. As viagens filosóficas de Charles-Marie de La Condamine e Alexandre Rodrigues Ferreira – Ensaio Comparativo. In: Flávio dos Santos Gomes. (Org). Nas terras do Cabo Norte: fronteira, colonização e escravidão na Guiana Brasileira (séculos XVIII-XIX). Belém: Editora Universitária;UFPA, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GRUNBERG,&lt;/strong&gt; Evelina &amp;amp; MONTEIRO, Adriane Queiroz. Guia Básico de Educação Patrimonial. Ministério da Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GOVERNO DO TERRITORIO FEDERAL DO AMAPÁ.&lt;/strong&gt; Amapá: Projeto de restauração e preservação ambiental. Macapá, 1974. p.41.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SANTO,&lt;/strong&gt; Fernando Rodrigues dos. História do Amapá: da Autonomia Territorial ao fim do Janarismo 1943 - 1970. Belém. Grafinorte Ind. e Comércio. 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SOUZA JUNIOR,&lt;/strong&gt; José Alves e MAIA NETO, José. Pontos de história da Amazônia. Vol.1. Belém. Ed. Paka-Tatu, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SOUZA JUNIOR,&lt;/strong&gt; José Alves e MAIA NETO, José. Pontos de história da Amazônia. Vol.2. Belém. Ed. Paka-Tatu, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Relatos Orais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CHAVES&lt;/strong&gt;, José Maria. Funcionário Publico e Sapateiro, foi ajudante de ordens na residência oficial no governo de Terencio Furtado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Professora Luzia.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SILVA,&lt;/strong&gt; Pedro Pantoja da. Funcionário Publico do antigo Território. &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/5457934491059717364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/5457934491059717364' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/5457934491059717364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/5457934491059717364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2008/05/praa-baro-do-rio-branco.html' title='Praça Barão do Rio Branco'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyZC8V9p3XMrhl29__6xTq9qtC65mz5WqUM57hAefCzrnuX00ZLB5tQTaqUMqv_Lxpbu90FKO7xqOifOJMRr6Jq2ZmkoXAv5obiZwR7XnRiTU7CcrX7MwN4K8CIHxkkzA0OZzt3_1CvFnH/s72-c/DSCN0725.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-3153070594909109532</id><published>2008-03-20T10:41:00.000-03:00</published><updated>2008-03-20T10:59:57.940-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhscScgPGpV0URoRecZuDueDTQzr3f3bhH22KaCmeuMTDq1v6GX4dTpjajC_OaFFgyVVCEtZHGDQeqgoxZ8QtbnuPiLDq47ZqGm5_3rEroNoFWHlqtdLQwJgz-Ghv6_B_I7uJ0Q9tlV6Yfv/s1600-h/fort_fim_01.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5179820585801136626&quot; style=&quot;FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhscScgPGpV0URoRecZuDueDTQzr3f3bhH22KaCmeuMTDq1v6GX4dTpjajC_OaFFgyVVCEtZHGDQeqgoxZ8QtbnuPiLDq47ZqGm5_3rEroNoFWHlqtdLQwJgz-Ghv6_B_I7uJ0Q9tlV6Yfv/s320/fort_fim_01.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Meio Ambiente - Ocupação das áreas de ressaca&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;        O Estado do Amapá, é uma das mais recentes unidades federativas do Brasil. Situado na Amazônia Oriental, possui uma área de 143.453,7 Km². Apesar de sua extensão territorial conta com apenas dezesseis municípios Faz fronteira com o Estado do Pará, Suriname, Guiana Francesa e Oceano Atlântico. Impulsionado pela transformação de Território em Estado, através da Constituição de 1988, bem como pela implantação da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana, o Amapá é considerado como o novo pólo de migração da Amazônia. Destes migrantes destacam-se os provenientes dos estados do Pará, Maranhão e Ceará.&lt;br /&gt;Sua capital, Macapá, é banhada pelo maior rio de água doce do planeta e abriga metade da população do Estado, fica estrategicamente situada na margem esquerda do Estuário Amazônico. É Porta de entrada de inúmeras rotas de navegação que ligam o Atlântico à floresta, à Venezuela e à Colômbia.&lt;br /&gt;A ocupação desordenada e acelerada das ressacas em Macapá, tem produzido crescente e rápida degradação do bioma dessas áreas inundáveis, bem como o aviltamento da qualidade de vida da população que ali reside. O despejo de dejetos e de lixo não tratados, tem provocado profundas alterações no regime hidrológico e na morfologia hidrográfica, de grande impacto sobre o meio ambiente e nas comunidades locais.&lt;br /&gt;Atualmente o município conta com oito áreas de ressaca abastecidas pelas bacias hidrográficas do Igarapé da Fortaleza e do Rio Curiaú. Estes ecossistemas, hábitat de espécies nativas da fauna e da flora, desempenham importantes funções no que se refere ao equilíbrio ambiental, na razão direta em que funcionam como corredores naturais de ventilação, amenizando o clima quente da capital. São bacias naturais de acumulação hídrica para onde se destinam as drenagens pluviais.&lt;br /&gt;A sua degradação compromete seriamente o escoamento das águas das chuvas, ocasionando os velhos problemas de alagamento. Bastam as chuvas do inverno amazônico começarem a cair para que uma parcela da cidade fique alagada.&lt;br /&gt;A ocupação e poluição destas áreas, mesmo que pontual, compromete os recursos hídricos, não isoladamente, mas toda a qualidade da água da bacia hidrográfica. Além disso, existem também a possibilidade da contaminação dos lençóis freáticos. Não se pode negar que o acúmulo de lixo doméstico, excremento de animais e fezes humanas em locais densamente ocupados são responsáveis pela descaracterização natural da água.&lt;br /&gt;Apesar da falta de infra-estrutura básica, as ressacas continuam sendo muito atrativas, pois muitas delas estão próximas aos equipamentos e serviços urbanos, como hospitais, escolas e transporte coletivos. È natural que a população resista a idéias de se instalar em loteamentos distantes do centro da cidade.&lt;br /&gt;A degradação ambiental das ressacas é um perigo para todos nós, especialmente para quem as habita. Sem as mínimas condições de higiene, devido à inexistência de saneamento básico e ao acúmulo de lixo, os moradores estão sujeitos à doenças como leptospirose, dengue e malária.&lt;br /&gt;Estudos demonstram que a ocupação nessas áreas é recente. Segundo diagnóstico elaborado no ano de 2003 pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente – SEMA, observa-se que a utilização de áreas de ressaca, como moradias intensificaram-se com a migração de pessoas de outros estados ocorridos entre as décadas de 80 e 90. Conforme (AGUIAR E SILVA 2003) estas pessoas foram atraídas possivelmente pela perspectiva de novas oportunidades de trabalho decorrentes da transformação do então Território Federal para Estado do Amapá no ano de 1988 e a criação da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;Estes artigo faz parte de um capitulo de TCC; caso queira ler o resto e-mail: &lt;a href=&quot;mailto:josiellot@hotmail.com&quot;&gt;josiellot@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/3153070594909109532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/3153070594909109532' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/3153070594909109532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/3153070594909109532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2008/03/meio-ambiente-ocupao-das-reas-de.html' title=''/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhscScgPGpV0URoRecZuDueDTQzr3f3bhH22KaCmeuMTDq1v6GX4dTpjajC_OaFFgyVVCEtZHGDQeqgoxZ8QtbnuPiLDq47ZqGm5_3rEroNoFWHlqtdLQwJgz-Ghv6_B_I7uJ0Q9tlV6Yfv/s72-c/fort_fim_01.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-7672181927663550555</id><published>2007-10-06T08:51:00.000-03:00</published><updated>2007-10-06T09:13:19.748-03:00</updated><title type='text'>Imperialismo norte americano</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;1.0 Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado no tópico A Estrutura Contemporânea da Espoliação contido no capítulo cinco do livro As Veias Abertas da América Latina do autor Galeano, que expressa em doze sub-tópicos toda a tática de espoliação que os norte americanos utilizam para com a América Latina na atualidade, que foi criado este artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos após ter acumulado capital durante varias décadas principalmente o período da segunda guerra mundial voltou seus olhos para a América, pois as grandes potências da Europa estavam preocupadas em reerguer-se após a guerra, que deixaram de lado o continente americano, dando certa vantagem aos norte americanos na dominação da América Latina, primeiramente essa dominação imperialista ocorreu através dos bancos norte americanos com seus investimentos, onde possibilitava empréstimos de dinheiro a esses países, que com grande subdesenvolvimento aceitavam como uma benção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo veio a implantação de multinacionais, que cobravam pela sua instalação e ainda compravam maquinários de suas próprias industrias, as quais estavam localizadas na metrópole norte americana, e vale ressaltar que essas máquinas eram obsoletas, ou seja, para a América Latina só vinham “o resto”. Surgiram acordos comerciais de diversas formas, porém havia uma coisa em comum, todos beneficiavam os norte-americanos, que para os produtos latino-americanos barreiras, como por exemplo, se o produto for industrializado custará mais caro para entrar nos Estados Unidos do que a matéria-prima, dessa forma os norte-americanos garantem empregos para seus operários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os norte-americanos possuem o salário mais alto do continente americano e isso é uma forma de medir se um país é subdesenvolvido ou não, porém não podemos esquecer que o custo de vida do norte-americano é maior e pago em dólar, para a América Latina resta o subdesenvolvimento já que seus governantes não estão nem um pouco interessados nos problemas de seu país, mas sim em se manter no poder e garantir seus altos salários, por isso é fácil serem manipulados pelas políticas imperialistas. Outra jogada dos Estados Unidos é garantir o monopólio dos transportes dos produtos latinos para o resto do mundo, utilizando empresas norte-americanas para isso, dessa forma transportadoras dos paises latinos quebram e o que é pior esse dinheiro pago as transportadoras estrangeiras vai para seu país de origem e os estados latinos ficam “a ver navios”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente a população não percebe que a América Latina está sendo prejudicada pelas políticas imperialistas implantadas em seus paises, pois as grandes potências interferem nas necessidades básicas desses paises, já que elas determinam em que e como, inclusive a porcentagem de investimento que os paises devem investir, do dinheiro emprestado por seus bancos, influenciando nas relações políticas e econômicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma a um controle, estabelecido pelos sistemas monetários internacionais, quando o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o BIRD (Banco Interamericano de Desenvolvimento) emprestam em forma de investimento está da mesma forma interferindo nas políticas públicas sobre a educação, a saúde e saneamento básico e etc. Como devem aplicar esse investimento em cada setor da sociedade e ainda tem como seus colaboradores governos corruptos que se entregam as políticas monetárias internacionais apenas para se manterem no poder e acabam instaurando o caos na vida social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente os países de primeiro mundo estão comprando o lixo dos países dos em desenvolvimento, mas por trás desta política de “limpeza do mundo” há uma incoerência destrutiva ao meio ambiente, onde esses mesmos países que compram este lixo recebem a liberdade de liberar gases poluentes na atmosfera, isso é apenas um exemplo atual dessa política imperialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma vez Galeano confirma e também nos incita a ponto de nos revoltar-nos, principalmente, onde essas políticas não são preocupações dos governantes latino-americanos, que apenas querem manter-se no poder e que controlam essas relações mascaradas com discursos meramente populares, onde promovem a idéia de dessa forma estão aumentando as ofertas de emprego, garantindo mais poder de compra, e contribuindo para uma sociedade mais vigorosa no futuro.&lt;br /&gt;2.0 O novo imperialismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.1 Novas acumulações de capitais:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como falar de novas acumulações de capitais sem falar de imperialismo que define-se, como várias táticas de dominação de uma potencia econômica, em relação aos países menos desenvolvidos: perante a isto, a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) busca de mercados mundiais para a exportação de suas mercadorias mundiais para a exportação de suas mercadorias; a febre pela captura de todas as fontes possíveis de matérias – primas, (...) o domínio das áreas submetidas, os empréstimos vorazes dos monopólios financeiros. (LENIN, Apud; AZEVEDO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, através desse conceito, demonstra-se a necessidade das colônias perante as metrópoles, portanto, sendo maiores que suas próprias necessidades, ou seja, os países dominados tinham “sorte”, por essa dominação. Pois, as sociedades dos séculos XVI, XVII e XVIII consideravam o imperialismo como uma verdadeira benção aos países colonizados que poderiam, então usufruir do progresso político, econômico e cultural. (AZEVEDO, 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente o conceito de imperialismo, segundo Kalina e Maciel (2006), é constituído de práticas militares e culturais desenvolvidas por potências para exercer o domínio sobre outros estados politicamente independentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acúmulo primitivo de capital permite o investimento em diversas áreas da economia e o surgimento de novas áreas e novos acúmulos de capital, no caso dos norte-americanos, o que de certa forma ajudou no seu acumulo foi as duas guerras mundiais, principalmente a segunda. Pois, é através do financiamento das duas guerras, o seu investimento aumentou.&lt;br /&gt;A partir da Primeira Guerra Mundial, o capitalismo passou por várias mudanças, primeiramente os &lt;a title=&quot;Estados Unidos&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos&quot;&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;, com enriquecimento alcançado com a venda de armas ao países combatentes da Guerra, passam a ocupar um lugar de destaque no mercado capitalista. Em alguns ramos de atividade, o capitalismo deixou de ser competitivo para ser capitalismo monopolista de fato, essa transformação deu-se através de dois processos principais: (TOTA e BASTOS, 1994).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o fim da primeira guerra mundial os países como Itália, França e Inglaterra, estavam endividados com os Estados Unidos, pois essas potências fizeram empréstimos e financiamento para compras de armas e de alimentos, o pagamento dessas divida gerou um alto índice de acumulação de capital na qual foi investida na indústria e agricultura, de certa forma a Europa deixou a América livre para que os nortes-americanos podessem utilizar práticas imperialistas dentro do território de seus vizinhos, principalmente na América Central, logo o investimento americano proporciona que as filiais das grandes indústriais quebrem as barreiras impostas pelos países da América látina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.2 Industrias como satélites&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A satelitização da indústria em termos gerais tem as seguintes características, funciona como um dinamismo das grandes empresas em regiões menos desenvolvidas, são instaladas com uma idéias de desenvolver centros industriais, mas que na verdade não defendem o crescimento do local no qual estão estalados, além disso provocam a falta de consciência das indústria locais (GAZEANO, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia dessa satelitização pode ser entendida pela mesma dada em relação das geográficas de satélite planeta, a lua em relação a terra, na qual o sol seria a empresa matriz e a lua as empresas filiais, que apenas refletem a luz do sol na terra (GAZEANO, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebe-se isso ao analisar a grande influência das corporações norte-americanas, num espaço latino americano, assim como outras regiões do globo até mesmo no espaço europeu, que influenciada com problemas interno e principalmente as duas grandes guerras que acabaram atrasando a maturação de suas empresas, em conseqüência disso tendo seu espaço invadido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os países da Europa quiseram se defender da invasão de mercadorias americanas, fazendo as pagar altos impostos alfandegários, os capitalistas dos EUA passaram a se associar às empresas européias burlando o protecionismo (TOTA e BASTOS, 1994).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse impulso das corporações multinacionais só foram um pouco prejudicadas pela situação desfiguradas que as nações que participaram das duas guerras ficaram e do abalo que sofreram com a crise de 1929, a qual provocou uma certa estatização das empresas, mas que em termos gerais nada disso desestimulou o desenvolvimento das empresas que se defenderam por trás dos interesses particulares das elites locais. O mais importante e observável nesse processo é que para cada momento a corporação internacional foram as estratégias usufrutos para cada momento para perder espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.3 “O Brasil é nosso”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A partir da ditadura militar começa uma chamada desnacionalização das empresas, os governantes militares alegando que isso era uma maneira de garantir que tais empresas não quebrassem, com isso diversas empresas e associações poderiam adquirir de forma direta ou indireta estatais brasileiras isso possibilitou o ingresso do capital no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do princípio do capitalismo, quando se acreditava que a redução de custos com recursos humanos e sua conseqüente exploração, traria o maior lucro possível, passou a vigorar a tese de que seria desejável atrair os melhores profissionais do mercado e mantê-los tão motivados quanto possível e isto tornaria a empresa mais lucrativa. No entanto, o número de funcionários que se enquadram neste modelo é insignificante diante de toda a massa trabalhista mundial, que em sua maioria ainda trabalha em condições muito precárias (TOTA e BASTOS, 1994).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia uma espécie de comprometimento do estado em uma co-responsabilidade para pagamento de dividas adquiridas por essa injeção de capital isso ocorria na década de 50 ainda com JK, a maior parte do capital injetado no Brasil provinha dos bancos estrangeiros, que provocaram o aumento da divida externa brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desnacionalização das empresas brasileiras principalmente as comandada pelo governo ocasionava um descontentamento de muitos e até hoje ocasiona isso até porque o pensamento nacionalista introduzido no Brasil, principalmente durante a era Vargas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nacionalismo consistia no movimento ocorrido na Europa no século XIX, que também era chamado movimento das nacionalidades, segundo Barrington, 1983. “O nacionalismo é um movimento que envolve os sentimentos nacionais que consistia uma nação priorizar o seu interesse próprio como se a nação fosse soberana e por isso não devia abrir portas para outras nações”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal sentimento foi de certa forma “quebrado, com a injeção de capital estrangeiro em diversos países, exemplo disso, foi as medidas que o governo de Castelo Branco tomou. As empresas estrangeiras obtinham empréstimos a 7% ou 8%, enquanto as empresas brasileiras tinham empréstimos a juros de mais de 50%, deixando estas inferiores diante das multinacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As medidas adotadas no governo de Castelo Branco, para permitir o fluxo direto do crédito externo às empresas, deixaram em inferioridade de condições as fábricas de capital nacional. Ambos se referiam à celebre Instrução n. 289 (GAZEANO, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta maneira, percebe-se que tais medidas foram essenciais para os investidores estrangeiros derrubarem o poder aquisitivo do mercado interno, isto é, faz as industrias nacionais quebrarem para que logo em seguida as corporações imperialistas as absorvam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, para que isso ocorram segue-se através de um processo, o FMI (Fundo Monetário Internacional), impõe políticas que desequilibram a economia do país latino-americano, proibir câmbios, obrigar a contrair créditos, congela salários. Através dessas regras o país fica sufocado, filias de empresas internacionais baixam preços de seus produtos, propiciando a vendas das industriais nacionais para as multinacionais. Gazeano (2007), cita um exemplo dessa concorrência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) A Scoth, conhecida empresa (...) começou a vender a preços cada vez mais baixos suas próprias fitas adesivas no mercado brasileiro. As vendas da Adesite começaram a decair. Os bancos lhe cortaram os créditos. A Scotch continuava baixando seus preços: caíram em 30%, depois em 40%. E entrou, então a Union Carbide (...) comprou a fábrica brasileira a preço de desespero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas empresas se instalam nos paises subdesenvolvidos, como lobos, isto é, chegam com uma política de desenvolvimento econômico local, porém, usufruem da política econômica do país, com por exemplo a exceção de impostos, exploram a população e as matérias-primas locais, fazem concorrências desleais com as empresas nacionais e investes seus lucros nos seus países de origem. O progresso tecnológico que elas trazem, são muitas das vezes equipamentos que já cumpriram seu tempo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imaginação das empresas faz outro tanto com as próprias inversões. De fato, como a vertigem do progresso tecnológico abrevia cada vez mais os prazos de renovação do capital fixo nas economias avançadas, a grande maioria das instalações e dos equipamentos fabris exportados aos países da América Latina cumpriram anteriormente um ciclo de vida útil em seus lugares de origem (GAZEANO, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.4 O capitalismo de nosso dias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente os Estados Unidos utiliza-se de uma tática ardilosa para recuperar seus dólares investidos na América Latina, através de seus bancos e do FMI, financia países latinos através de parceria com o governo desses países. Este atrelados a dividas ou necessitado de dinheiro (investimento), são de certa forma forçados a aprovar leis e projetos determinados pelos bancos, e tais bancos tem acesso as contas, investimentos internos, potenciais tecnológicos, e criando mecanismos que protegem os Estados Unidos, dessa forma os norte-americanos protegem-se caso algum país ofereçam perigo a sua economia como potencia das Américas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nortes-americanos são tão espertos que através de suas políticas imperialistas saem ganhando de todas as formas, pois, oferecem transporte para os produtos dos países latinos, cobrando mais valores superfaturados, financiam esses países cobrando juro altos, e controlam esses países para não crescerem tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indiretamente ocasiona vários problemas sociais, já que os bancos internacionais junto com o FMI determinam qual o orçamento para a educação, saúde, etc., dos países dependentes deles, e se o país estiver aferido pela corrupção o problema acaba agravando-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtos norte-americanos quase não tem barreiras na América latina, já as barreiras alfandegárias norte-americanas são pesadas em relação aos produtos estrangeiros, os investimentos norte-americanos viraram peça de barganha pra ONU, pois, em troca de cartaz os países latinos, votam com os Estados Unidos. Os norte-americanos são como o filho da Europa na América, e utilizam a mesma tática de discriminação e desigualdade utilizada pela Europa na colonização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se a relação entre a Europa e os outros continentes tomaram diversas formas, desenvolver se nos planos políticos, econômico, intelectual, cultural, todas tem como ponto comum a desigualdade” (AUTOR DESCONHECIDO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.5 Oprimidos contra a firma.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o autor os países da América Latina concorrem entre si. Com a venda de seus produtos para as grandes potenciais européias e os Estados Unidos, os grandes países industrializados usando se de “acordos comerciais” conseguem comprar produtos mais baratos dos chamados “terceiro mundo”, e vendem o seus produtos mais caros, podemos utilizar como exemplo, a frase do próprio autor, que afirma isso no seguinte trecho “com produtos de vendas de 22 milhões, o Uruguai podia comprar um trafor ford masor em 1954, hoje, necessita mais do que o dobro”. (GAZEANO, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor destaca que um dos motivos dos preços dos produtos da América latina serem baixos são os salários quanto mais baixos mais baratos o produtos, se comprado com salário dos norte-americanos que agem de alto, e pago em dólar, que atualmente só não e a moeda mais forte do mundo porque pede para o Euro, e isso e reforçado quando o autor cita Emanuer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maldição dos preços baixos não pesa sobre determinados prontos, mas sim sobre determinados países (...). Na troca de mais libras de trabalho de países pobres por menos ora de trabalho de países ricos; A chave da exploração reside em que existe uma enorme diferença nos níveis de salário de uns e outros países (Emanuel Apud, GAZEANO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também explica que para garantir o salário de sua gente os norte-americanos utilizam-se das taxas alfandegárias, se a matéria-prima entrar no país, sem nenhum estágio de industrialização ela custa mais barato que a que foi pré-industrializada, devido os impostos, forçando assim os países da América latina a não industrializar a maioria dos produtos que vende para os Estados Unidos, e este por suaves garante o salário dos que industrializar os produtos detido dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.6 Os proprietários estrangeiros da tecnologia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o autor algumas empresas da América Latina, principalmente os que falam, conseguiram ou conseguem manter o controle de suas empresas, como os estrangeiros são arenas sócios minoritárias dessas empresas, porém esses estrangeiros são detentores de tecnologia e se utilizam dessas tecnologias tanto para obter sociedade nessas empresas quanto para influenciar nas decisões de negociações de venda, ou seja, tentar decidir com quem deve negociar a venda dos produtos e geralmente e uma empresa estrangeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, as empresas Latino americanas elaboram projetos baseados em acordos, contra isso a América Latina investe pouco ou não aplicam em seus benefícios os resultados de pesquisas cientificas realizada em seu país e/ou ainda nem possuem tecnologia ficando a mercê das potenciais que possuem como afirma Gazeano. “A América Latina não aplica em seu próprio beneficio os resultados de pesquisas cientificas, pela simples razão que não tem nenhuma e, em conseqüência condena-se aparecer a tecnologia dos poderosos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traz dependência tecnológica afirma Gazeano, além de causar uma subordinação econômica, causa uma cultura dos países latinos americanos em relação as grandes potenciais, os países da América Latina deixam seus melhores técnicos recém formados escaparem por entre os dedos feito água, e as grandes potenciais que não são bobas (GAZEANO, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oferecem empregos a altos salários para esses técnicos, que ficam exilados de sua pátria, porém conseguem sustentar sua família que fica para trás. Enquanto as grandes potenciais sofreram varias etapas no caminho do desenvolvimento, o subdesenvolvimento dos países da América Latina não e uma etapa mais uma conseqüência do desenvolvimento das potencias. “Ocorre-nos o que acontece. “Quando um relógio se atrasa e não é consertado, ainda que seus ponteiros continuam avançado para frente, a diferença entre a hora que marca e a hora verdadeira e crescente” ( Gazeano, apud, Jadosky).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos que vem confirmar isso segundo Galeano e o ato de que grande parte da tecnologia, ou seja, só envia para cá as sucatas e ainda cobram caro por isso, deixando os países subdesenvolvidos dependentes e atrasados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.7 Evadindo-se clandestinamente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O colonialismo como política de dominação absoluta perdurou no mundo “periférico” até o último pós-guerra, montado ainda pelas então ex-potencias (Espanha e Portugal). Ele tanto foi responsável pelo progresso e enriquecimento dos grandes impérios posteriores (Inglaterra e Estados Unidos) como, em contra partida, pelo atraso e miséria dos continentes onde exerceram um domínio predatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje ele pode ser compreendido como uma mascara das grandes empresas multinacionais e classificado de neocolonial, como é conhecido, com uma economia voltada para o exterior, em detrimento do mercado interno, sendo subsidiada e controlada crescentemente pelo capital industrial e financeiro transnacional, daí resultando, como conseqüência, na transferência do excedente econômico para fora do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O colonialismo europeu conseguiu substituir essa globalização com novos métodos de produção e estruturação das sociedades. A ação missionária cristã que acompanhou este processo participou ativamente na vertente social e cultural da reestruturação das sociedades colonizadas. A criação duma secção da sociedade nativa afeta aos colonizadores e dependente deles para o seu melhoramento social era uma peça fundamental da estratégia de colonização, especialmente quando a exploração colonial se fazia a partir de um país muito distante e com poucos recursos humanos. (SOUZA, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil hoje é uma economia forte mundialmente e respeitada, mas ainda é controlada por investidores e burocratas que são em sua maioria banqueiros que representam as grandes multinacionais que se instalam nas economias subdesenvolvidas como investimentos e que posteriormente evadem, como se evadem a tempos em forma de serviços e também com perdas em remessas clandestinas. Isso necessariamente tem que ser compreendido levando-se em consideração a relação das empresas brasileiras e latino-americanas, as quais são sufocadas e até mesmo absorvidas pelas empresas internacionais para a sustentação do capitalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pré-capitalismo: Período da economia mercantil, em que a produção se destina a trocas e não apenas a uso imediato. Não se generalizou o trabalho assalariado; trabalhadores independentes que vendiam o produto de seu trabalho, mas não seu trabalho. os artesãos eram donos de suas oficias, ferramentas e matéria-prima.&lt;br /&gt;Capitalismo Comercial: Apesar de predominar o produtor independente (artesão), generaliza-se o trabalho assalariado. A maior parte do lucro concentrava-se na mão dos comerciantes, intermediários, não nas mãos dos produtores. Lucrava mais quem comprava e vendia a mercadoria, não quem produzia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe que, o que isso significa dizer que os maquinários utilizados das industrias brasileiras são produtos tecnológicos das empresas internacionais assim como o próprio investimento para suas instalações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.8 Integrar para desenvolver&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contribuição britânica para o reinado norte-americano foi decisiva para o sistema atual, as treze colônias um grande arquipélago de países desconectados uniram-se e estabeleceram seu papel de superpotência mundial invertendo forma sua característica de colônia para conquistador, desbravador e aventureiro com um rápida construção de uma nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países latino-americanos configuravam-se nesse momento como domínios espoliados pelo que se aproveitaram da luta de braços promovidas pelos débeis (elite) e provocaram o padecimento conjunto de ilhas que compreende a America Latina, que só na origem da língua tem unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se constituir como grupo ou país forte na atual conjuntura, onde não existem barreiras, fronteiras comerciais, é necessário haver unidade e isso é um tanto incompossível para os países latino-americanos porque cada um se vê como o centro das atenções, até mesmo para os heróis latinos as tentativas foram em vão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes países hoje preferem receber ajuda de grandes empreendimentos mundiais que colaborarem com o crescimento da região e essa preferência foi construída culturalmente a muito tempo atrás, as linhas de transporte de mercadorias que circulam por essa região são controlados pelas grandes corporações internacionais, justamente porque esse processo cultural fez-nos como os países da região latino-americana que não vão “reencontrar a nossa origem nem nos aproxima de nossas metas”.&lt;br /&gt;3.0 Considerações Finais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Norte Americanos e as grandes potencias Européias aprenderam uns com os outros no que diz respeito a essa nova forma do Imperialismo, onde não se precisa, mais invadir e tomar conta de territórios estrangeiros com exércitos, no lugar dos exércitos se coloca multinacionais que se moldam de acordo com as regras de cada País ( leis trabalhistas, etc...), Bancos que oferecem empréstimos, paises Subdesenvolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os paises da América Latina fazem parte do “Império Norte Americano” e junto com outros paises do chamado “Terceiro Mundo” são comprados por grandes potencias , que agora através de interferências econômicas conseguem controlar toda a política dos paises, com os Norte Americanos não e diferente, exercendo seu domínio comercial sobre as Américas, primeiro controlam a entrada dos produtos latinos nas suas fronteiras com taxas alfandegárias, dificultando a entrada de produtos industrializados, estrangeiros montam suas empresas nos paises latinos. Para manter o controle dos paises da América Latina os Norte Americanos usam o FMI (Fundo Monetário Internacional) e os seus Bancos Internacionais, com empréstimo a esses paises, porem a um controle de como e onde esses paises vem investir o dinheiro emprestado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Subdesenvolvimento dos paises latinos ocorrem por calça das interferências imposta pelos Estados Unidos, mas esses só conseguem porque de sertã forma os governantes a ate a elite desses paises (América Latina) permitem esse mecanismo de opressão, pois, preocupando-se em esquecer ou com seus interesse pessoal deixar de lado o interesse da nação, o pensamento de viver no luxo e ganhar cada vez mais pode ter como que corrompeu essa elite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade o que ocorre e que existe um “sistema” que foi criado para substituir o anterior. E esse “sistema” trabalha em prou de seus criadores (As Grandes Potencias) e quem tenta ir contra ele acabace dando mal como por exemplo Cuba que e pelos Estados Unidos, e esses são tão espertos que esperam que Cuba enfraqueça e ceda a seus caprichos, porque nos Estados Unidos podem mudar os presidentes mais sua economia nunca muda.&lt;br /&gt;A América após as Grandes Navegações sempre foi dominada por alguém primeiro foram Portugueses, Espanhoes e Ingleses, posteriormente apenas os Ingleses usavam as Américas como área de influencia, e finalizando atualmente os Norte Americanos dominam as Américas como se fossem o seu quintal, e os dominados acreditam que os Norte Americanos são bonzinhos a América Latina, muitos acreditam, uns dependentes, outros sabem e são contra mas não fazem nada para mudar, por acreditar que não tem jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O controle da América esta nas mãos dos Norte Americanos, e essa não e invisível, ela esta lá mas precisa de olhos de águia para olhar, não e atoa que o símbolo deles e uma águia para enxergar bem e agarrar os paises da América Latina, com suas garras a poderosa ave de capina, segura a educação, a saúde, o saneamento básico etc..., para que as outras nações produzam e excluídos, para que pensem que a solução do “sistema” esteja em ganhar dinheiro e que se deva fazer tudo para isso, como já foi dito antes nossos governantes abarrotados de dinheiro ajudam esse “sistema” por acreditar que ele os ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode negar que os Norte Americanos aproveitaram um momento de fraqueza nas potencias Européias para garantir-se como uma nova grande potencia. Ao nosso vez a globalização existe desde a expansão marítima e ate hoje ela vem beneficiando as potencias mundiais, o que ouve foi simplesmente que umas (Portugal e Espanha) e outras nasceram (Estados Unidos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi pregado que os paises socialistas eram os vilões e os capitalistas depois mais quando o vilão foi, notou-se que o herói tornou-se vilão e ditador que interfere na política, economia e sociedade Latino Americana. Galeano através de seu livro, principalmente no capitulo cinco o que realmente esta por trás dos acordos comercial, empréstimo dos bancos Americanos e suas multinacionais, todo o jogo de interesse toda a munciosidade com que os Norte Americanos tratam os paises latinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade os Estados Unidos e como um garoto e a América Latina e sua fazenda de formigas, cada formiga um país e o garoto decide quando a formiga deve morrer. Grande parte da culpa da imposição dos Norte Americanos e dos povos latinos, pois, copiam apenas o que não presta dos Americanos, como sua idéia de moda, de beleza, e deixam de lado o que imposta que e seu pensamento o moderno sua política sua econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Sabino que não e facio mudar gerações de descaso e iguinorancia, mas, precisa-se de um começo. Acreditamos que com educação da pra começar a mudar essa situação, porem não basta a vontade do professor, mas também a do aluno de mudar seu contexto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;REFERENCIAL BIBLIOGRAFICO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ANDRADE&lt;/strong&gt;, Manuel Correia. Imperialismo e fragmentação do espaço. 6º Ed. São Paulo; Contexto, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BARBOSA&lt;/strong&gt;, Alexandre de Freitas. O mundo globalizado; política, sociedade e economia. 2ª ed. São Paulo; Contexto, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GAZEANO&lt;/strong&gt;, Eduardo. As veias abertas da América Latina, tradução de Gazeano de Freitas. Rio de Janeiro; Paz e terra. 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HOBSBAWM&lt;/strong&gt;, Eric. A era dos impérios: 1875 – 1914. São Paulo; Paz e terra, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MARQUES&lt;/strong&gt;, Amadeu. Basic English. São Paulo: Ática. 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NERY&lt;/strong&gt;, José Reinaldo Cardoso. BORGES, Maria Lúcia Teixeira. Orientações técnicas para elaboração de Trabalhos Acadêmicos. Macapá: UNIFAP. 2005. 104p. IL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PRADO&lt;/strong&gt;, Maria Lígia. Formação das nações latino-americanas. São Paulo; Atual, 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SAID&lt;/strong&gt;, Edward. Cultura e imperialismo. São Paulo; Companhia das Letras, 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SILVA&lt;/strong&gt;, Kalina Vanderlei e SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos histórico. 2º ed. São Paulo; Contexto.2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TOTA&lt;/strong&gt;, Antonio Pedro e BASTOS, Pedro Ira de Assis. História Geral. São Paulo; Nova Cultura. 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VICENTINO&lt;/strong&gt;, Cláudio. História Geral: Volume único. São Paulo; Scipione, 2000.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/7672181927663550555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/7672181927663550555' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/7672181927663550555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/7672181927663550555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2007/10/imperialismo.html' title='Imperialismo norte americano'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-3651700490438427845</id><published>2007-09-08T09:38:00.000-03:00</published><updated>2011-10-18T17:16:06.038-03:00</updated><title type='text'>O Índio Americano na Época da Colonização</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgshfijHwfzpKKS541kSlJMRDsFq2PRHWUuX0agWjflzrG0Q_XbkQpLTMIEm2bpV44wC-SFxoQdvoWgh1ScTW0kZMDXSKJv99lrKTXUfzX2mHqK6hktTU8bYQml1tmr1m7Qna-4hVfUU3c6/s1600-h/indios1+005.jpg&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;181&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5107812257328988482&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgshfijHwfzpKKS541kSlJMRDsFq2PRHWUuX0agWjflzrG0Q_XbkQpLTMIEm2bpV44wC-SFxoQdvoWgh1ScTW0kZMDXSKJv99lrKTXUfzX2mHqK6hktTU8bYQml1tmr1m7Qna-4hVfUU3c6/s320/indios1+005.jpg&quot; style=&quot;cursor: hand; float: right; margin: 0px 0px 10px 10px;&quot; width=&quot;231&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
Resenhado por: &lt;b&gt;AGUIAR&lt;/b&gt;, Saulo Ramon Morais de.;&lt;b&gt;CRUZ&lt;/b&gt;, Ligia Trindade da.;&lt;b&gt;LIMA&lt;/b&gt;, Rodrigo Pacheco de.;&lt;b&gt;NETO&lt;/b&gt;, Nivaldo da trindade Monteiro.;&lt;b&gt;SILVA&lt;/b&gt;, João Paulo Costa da.;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;SILVA&lt;/b&gt;, Josiel P. da Silva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A origem da palavra “&lt;i&gt;Índios&lt;/i&gt;”, foi dada pelos europeus por imaginaram estarem próximo as Índias, isto é, não existia nenhum conceito sobre os habitantes ocidental dos seres humanos de fora, e por esses povos estarem isolados do continente europeu, os europeus gostavam de dividir o mundo em dois ocidentes, os dos “não índios” e dos “&lt;i&gt;índios&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;
Contudo, o que devemos enfocar, é que o sistema de vida dos índios, havia passado por longos processos de evolução independentes, da qual apresentava as própria força, integridade e causa. E em geral, pode-se se afirma que os europeus se concertaram de forma desproporcional em áreas com população indígenas sedentárias, é os semi-sedentários, tinham interesses apenas secundários.&lt;br /&gt;
Assim, existiam quatro estilos de vida diferente na América, coexistindo entre si, classificados em: povos sedentários imperiais, sedentários não imperiais, semi-sedentários e povos não sedentários.&lt;br /&gt;
Quanto aos povos sedentários imperiais se caracterizam pela presença de um governante, uma espécie de divisão em classes e possuíam postos ou tributos que podiam ser pagos em espécie, podemos destacar algumas civilizações conhecidas como: Incas, Astecas, Maias e Mexícas.&lt;br /&gt;
Nem todos os povos sedentários precisavam passar pela forma imperial, pois para ser considerado sedentário bastava que se fixassem em um único local e praticassem agricultura intensiva, infelizmente a poucos registros desses povos que passaram quase que imperceptivelmente ao contrário das grandes civilizações da América.&lt;br /&gt;
Os semi-sedentárias da América caracterizavam, por possuírem uma cultura diferente dos sedentários em alguns aspectos, podemos citar, a forma de trabalho na terra, pois usavam uma técnica de rotatividade no seu plantio, que consistia em sempre trocar de local de plantio chegando a mudar-se também suas moradas, viviam da caça e da pesca.&lt;br /&gt;
Apesar das características que lhes faltavam, e que foram decisivas para seu declínio, mas possuíam grande poder de resistência, devido grande manejo com arco e flecha, proporcionado pela prática na caça e na guerra.&lt;br /&gt;
Já os povos não sedentários, eram povos que não possuíam moradia, ou qualquer tipo de fixação a terra e os outros povos ameríndios os identificavam como caçadores e coletores, pois dependiam totalmente da natureza para sua sobrevivência. Essa característica, ao contrário do que venham se pensa dificultavam sua dominação pelos europeus, como não armazenavam comida, ou possuíam casas, quando o conquistador entrava no seu território não tinham o que pregar, como alimentos.&lt;br /&gt;
Porém, a visão dos colonizadores espanhóis das Américas em relação aos índios, mostrando que essa visão é erronia. Essa idéia se dá pelo fato de fazer que os europeus se considerares-se os heróis dessa colonização, os índios usaram formas de desistência mal interpretadas, levando os a serem taxados de preguiçosos, e brutais, valentes e atrasados ou fracos e pobres coitados.&lt;br /&gt;
Essa visão errônea foi passada a nos culturalmente e historicamente, porém, estudos mais recentes proporcionaram a quebra desses paradigmas, mostrando que o fato do índio não trabalhar, conversar e ate fugir, era uma reação a opressão do colonizador.&lt;br /&gt;
O principio da colonização, devido ao fato de os europeus chegarem matando e estopando, dizimando tribos inteiras, fez com que os índios, reagissem, porém os europeus com armas mais modernas venceram, não pelo fato dos índios serem inferiores mais por possuírem culturas diferentes.&lt;br /&gt;
Os índios utilizaram artimanhas para evitar a dizimação total, que foi, trabalhar lentamente e principalmente não falar a língua do colonizador, isso foi bem destacado no texto.&lt;br /&gt;
Segundo alguns autores que estudaram essas tribos dos ameríndios nas entrelinhas, houve uma mudança de comportamento em relação ao conquistador, pois o índio, considerados atrasados desenvolveram uma técnica de resistência sem luta, porque o fato de que o índio não falar o idioma era uma maneira de preservar sua cultura, pois, podia ser totalmente perdida nesse choque de cultura.&lt;br /&gt;
No quesito religiosidade os povos indígenas das Américas possivelmente absorveram as características similares a suas crenças, no caso dos índios das missões para passar um imagem de novo cristão, e que estava absorvendo a cultura européia.&lt;br /&gt;
Alguns povos ameríndios tinham leis extremamente rigorosas quanto bebida, pois, muitos passaram a adquirir esse habito após a conquista, tanto que o autor relata que alguns índios passaram a beber vinte e quatro horas por dia, outros aspectos intrigante relatados pelos autores e o caso das mentiras principalmente sobre lugares cheios de ouro como o “El dourado”, utilizando-se da ganância dos colonizadores, os indicavam lugares de difícil acesso com muito ouro, devido o caminho serem perigosos, muitos morreram atrás desses lugares, portanto pode-se dizer que isso era uma tática para resistir a colonização.&lt;br /&gt;
Por mais que os autores tivessem diversos pontos de vistas, todos chegaram a essas conclusões sobre os povos ameríndios. Pelo fato de os europeus virem atrás de explorar as riquezas não perceberam tais aspectos tão peculiares dos indígenas, e os interpretou de forma erronia.&lt;br /&gt;
Pelo fato dessa colonização ter sido tão mal feita, de certa forma, muitos objetos de estudos foram perdidos.&lt;br /&gt;
Portanto, a colonização do continente americano (Novo Mundo), se caracteriza pelo fato do grande numero de ameríndios mortos, destruição de monumentos ou outros tipos de materiais que serviram como material de pesquisa hoje, e que o colonizador, buscou de algum forma, apagar o índio da história desse novo mundo, dando características de preguiçoso, de selvagem, e por desconhecerem aqueles seres humanos, dão o nome de índios, não por apresentarem alguma característica para receberem esse nome, mas pelo simples fato, de que os europeus estavam nas Índias. &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
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&lt;b&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;b&gt;BRUIT&lt;/b&gt;, Héctor. &lt;i&gt;América em tempo de Conquista&lt;/i&gt;. O&lt;i&gt; visível e o invisível na conquista hispânica da América&lt;/i&gt;. p. 75-99.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CSHWARTE, Stuarts &amp;amp; LOCKHART, James. &lt;i&gt;A América latina na época colonial, Os modos Indígenas&lt;/i&gt;. p.51-79. &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/3651700490438427845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/3651700490438427845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/3651700490438427845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/3651700490438427845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2007/09/resenhado-por-aguiar-saulo-ramon-morais.html' title='O Índio Americano na Época da Colonização'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgshfijHwfzpKKS541kSlJMRDsFq2PRHWUuX0agWjflzrG0Q_XbkQpLTMIEm2bpV44wC-SFxoQdvoWgh1ScTW0kZMDXSKJv99lrKTXUfzX2mHqK6hktTU8bYQml1tmr1m7Qna-4hVfUU3c6/s72-c/indios1+005.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-4184990756073441358</id><published>2007-09-08T09:15:00.000-03:00</published><updated>2007-09-08T09:30:18.213-03:00</updated><title type='text'>Pombal e o Índio Cidadão</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTY-0GcsQSpKo6eN_q6NX_E_WRrdBKMnqE0fiXkqFmBiZD1hjQLJNLH8Z8bsb-K7gkeWHHIhlDoptTolftM1uiXQJJGsNO_onq0na3vBMO63i2ML-8uQ_PUMXbg5p6-Y5DX4YzzI51N9nN/s1600-h/indios1.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5107808009606332722&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; height=&quot;198&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTY-0GcsQSpKo6eN_q6NX_E_WRrdBKMnqE0fiXkqFmBiZD1hjQLJNLH8Z8bsb-K7gkeWHHIhlDoptTolftM1uiXQJJGsNO_onq0na3vBMO63i2ML-8uQ_PUMXbg5p6-Y5DX4YzzI51N9nN/s320/indios1.jpg&quot; width=&quot;165&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;strong&gt;2.0 POMBAL E O ÍNDIO CIDADÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;         Com fim da União Ibérica – Portugal e Espanha se separaram e deixaram de ser uma única nação, devido um movimento chamado restauração, que trouxe de volta a autonomia política. “Agora sobre a dinastia dos Bragança sendo seu primeiro rei D. João IV” (Paulo Suess, 2001)&lt;br /&gt;            Os portugueses precisavam de aliados nessa luta contra a Espanha, que foi chamada República das Províncias. Neste contexto foi preciso fazer outro tratado chamado de Tratado de Madri, que consistia, pelo princípio uti possidetis, em as terras ao norte da América do Sul, ou seja, a região amazônica pertenceria a Portugal, enquanto que mais ao sul do continente ficaria com a Espanha, isso foi um acordo amistoso entre os reis dos dois países.&lt;br /&gt; “O novo tratado se tornou possível por que o soberano espanhol reconheceu que dominava ilegalmente as ilhas Filipinas no Mar do Sul, enquanto o rei português admitia que ocupava também ilegalmente varias áreas do sul” (DESCONHECIDO, 2000)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Tal fato ocasionou o fim de muitas missões jesuítas que ficaram no meio da fronteira entre as duas colônias causando o Breve de Clemente (Tominus ac Redemptor Noster), de 1773 que era a esticão da Companhia de Jesus no Brasil, deixando muitos índios e jesuítas desamparados, foram mais de 600 inacianos expulsos por Pombal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No ano de 1756 assinalou uma profunda alteração na política interna de Portugal, com reflexo em todo o seu império colonial. Naquele ano no reinado de D. José I, Sebastião de Carvalho o conde de Oueiras, mais tarde Marquês de Pombal, tornou-se secretario de estado dos negocios do reino de Portugal, equivalente hoje a uma espécie de primeiro ministro” (SCHILLING, 2005)&lt;br /&gt;                                                                      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            No entanto Pombal criou diversas políticas, mas iremos destacar apenas uma, que é o repovoamento e a urbanização do Brasil, que ocorreu no século XVIII onde Portugal ordenava que as aldeias fossem elevadas para as seguinte categorias, as maiores seriam denominadas de vilas, quanto as menores seriam lugares ou povoações, onde ficariam sob a administração dos próprios índios. “O objetivo na pratica, era civilizar, educar e obrigar os índios a falarem a língua portuguesa e integrá-los na sociedade dos brancos” (FLEXOR, 2002)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.1 Objetivos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Seu objetivo era criar e defender uma América Portuguesa, que consistia em integrar os povos indígenas aos povos portugueses formando uma nova nação na colônia, e em 28 de setembro de 1758 foi estipulada diligencias para as aldeias além da a ajuda das leis de 06 e 07 de julho de 1755 que dava liberdade aos índios e com o alvará redigido por Francisco Xavier de Mendonça Furtado em 08 de maio de 1758, que estendia a medida de liberdade aos índios em todo o Brasil. Porém essa liberdade não era total tendo em vista que os índios precisavam de uma espécie de tutores até inserissem na sociedade, esse tutor era chamado de diretor, que ficava em cada aldeia que agora era vila, para dar orientação e instrução. Os índios tinham liberdade de comércio, principalmente de bens individuais. Quanto aos brancos que casassem com índias ou vice-versa teriam algumas vantagens e prêmios, sendo que seus herdeiros ou filhos não podiam ser chamados de caboclos e isso os igualava com os brancos em todos os quesitos. E havia uma obrigatoriedade de se falar a língua portuguesa.&lt;br /&gt;            Vale ressaltar que a população africana filhos de escravas com brancos não possuíam o mesmo direito, pelo fato de que o Brasil era escravista e isso criaria uma contradição ao regime da época.&lt;br /&gt;            Em 03 de março de 1755 foi criada a Capitania de São José do Rio Negro, que dependia do estado do Grão-Pará, só que as medidas ali tomadas foram tardias causando graves prejuízos as partes interessadas, houve uma necessidade de uma política socioeconômica junto as colônias Espanholas, até pelo fato de facilitar a civilização do índio e claro precisava-se de garantias da soberania portuguesa, pois este pedaço do Brasil sofria a cobiça de holandeses e espanhóis, além disso esse local sofria a influência de desertores e criminosos.&lt;br /&gt;“A carta régia de 03 de março de 1755 atendeu às considerações de Mendonça Furtado, criando a Capitania de São José de Rio Negro com capital na aldeia, que passava na vila, fundada pelos jesuítas perto de Boca do Javari. A instalação do novo governo não se efetuou imediatamente“. (DESCONHECIDO. 1998)&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;A região do Grão-Pará, onde atualmente é Manaus e Roraima era uma região de difícil acesso devido a floresta amazônica e alguns lugares só serem acessados por rios por isso a necessidade de um governo presente no local para manter a ordem e vigia os habitantes do local.“A contradição desse sistema residia na vontade férrea de Pombal de reformar a mente humana sem arcar com as conseqüências civilizando uma nação e tentando, ao mesmo tempo, fazê-la escrava” (STRUMINSKI, 2005)&lt;br /&gt;            Pombal tinha uma política etnocêntrica por que queria “civilizar” os índios, tornando-os na sua visão índios cidadãos, porém obrigando-os a falar o português, deixando de lado a cultura dos indígenas, que com o tempo iam, e muitos acabaram, esquecendo seus costumes que eram entendidos como primitivos, e na verdade eram culturas diferentes e mal entendidas ou interpretadas pelos europeus durante todo o período colonial das Américas. Historicamente na questão do Brasil houveram três épocas distintas em que foram construídos processos que determinaram as relações com os índios, das missões (1549-1759/1760), da educação (1841/42) e a libertação (apartir de 1965). No decorrer desses processos, e até antes dele, ocorreram o que podemos chamar de estupro dos ameríndios. Infelizmente muito do que se sabe sobre as culturas indígenas é baseado em muita especulação por falta de material e até documentos, pois foram destruídos ou perdidos durante a colonização. Embora ainda estejamos culturalmente entrelaçados as “histórias dos vencedores sob a dos vencidos” ousamos descobrir as grandes facetas desta história que não cabe a nós a absorção cômoda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resenhado por:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AGUIAR&lt;/strong&gt;, Saulo Ramon M. de.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CRUZ,&lt;/strong&gt; Ligia Trindade da.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LIMA,&lt;/strong&gt; Rodrigo Pacheco de.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NETO&lt;/strong&gt;, Nivaldo da t. Monteiro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SILVA,&lt;/strong&gt; João Paulo Costa da.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SILVA,&lt;/strong&gt; Josiel P.  da.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;DESCONHECIDO, 2000. Da América Portuguesa ao Brasil. O Tratado de Madri. Retirado da internet em 16 /05 / 2007, no endereço &gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://multirio.rj.gov.br/historia/modulo01/tratado_madri.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;http://multirio.rj.gov.br/historia/modulo01/tratado_madri.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;&lt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESCONHECIDO,. Capitania do Rio Negro. Retirado da internet em 16 /05 / 2007, no endereço &gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Captania_de_S%C3%A39_do_Rio_Negro&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Captania_de_S%C3%A39_do_Rio_Negro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;&lt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FLEXOR, Maria Helena Ochi. O Diretório dos Índios do Grão-Pará e Maranhão e o Direito Indiano. Retirado da internet em 16 /05 / 2007, no endereço &gt;&gt;http://www.uesb.br/politeia/v2/artigo09.pdf&lt;&lt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SCHILLING. Voltaire. A era Pombal. Retirado da internet em 16 /05 / 2007, no endereço &gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/500/era_pombal.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/500/era_pombal.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;&lt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUESS, Paulo. Assessor Teológico do Cimi. da internet em 16 /05 / 2007, no endereço &gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cimi.or.br/?.system=news&amp;action=read&amp;amp;id=1463&amp;eid=259&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;http://www.cimi.or.br/?.system=news&amp;amp;action=read&amp;id=1463&amp;amp;eid=259&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;&lt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STRUMINSKI, Edsoon. Retirado da internet em 16 /05 / 2007, no endereço http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=9786&amp;amp;op=all.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/4184990756073441358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/4184990756073441358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/4184990756073441358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/4184990756073441358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2007/09/pombal-e-o-ndio-cidado.html' title='Pombal e o Índio Cidadão'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTY-0GcsQSpKo6eN_q6NX_E_WRrdBKMnqE0fiXkqFmBiZD1hjQLJNLH8Z8bsb-K7gkeWHHIhlDoptTolftM1uiXQJJGsNO_onq0na3vBMO63i2ML-8uQ_PUMXbg5p6-Y5DX4YzzI51N9nN/s72-c/indios1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7224071546310331731.post-1803494869139094119</id><published>2007-09-05T10:25:00.000-03:00</published><updated>2011-10-20T16:20:39.191-03:00</updated><title type='text'>Equipe Constantine: Faça parte dessa equipe</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIryDRlA3TsLX05kziGgM5f2ZiQZpnlhuDNbigAf0k83iw5zcMUhuhm4LAQzrx4anYUqc5chvw1VlfEytiAnZcWMXDAhDcz3GXRYAYG24FireSh_5Cb_ldPEZZigk2F8vu4SlIw3_XtJPF/s1600-h/joao+paulo.jpg&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5106711800808407234&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIryDRlA3TsLX05kziGgM5f2ZiQZpnlhuDNbigAf0k83iw5zcMUhuhm4LAQzrx4anYUqc5chvw1VlfEytiAnZcWMXDAhDcz3GXRYAYG24FireSh_5Cb_ldPEZZigk2F8vu4SlIw3_XtJPF/s320/joao+paulo.jpg&quot; style=&quot;float: left; height: 87px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 76px;&quot; width=&quot;137&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor João Paulo.&lt;br /&gt;
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&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyUbYLSH7No68IUSE5TRCV4lvUwn4Tsaf-mGMaROkuMw4p-CZNPk2yFM8LBzbqPy9c6z1yGTf25XDQZpvEH9kGFM-04EY_ii7mMpjnWvaILHa1ut35tkBavLlo6QPqEjjF0zj2wJRCWtdM/s1600-h/Imagem+1.jpg&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;111&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5106713166608007394&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyUbYLSH7No68IUSE5TRCV4lvUwn4Tsaf-mGMaROkuMw4p-CZNPk2yFM8LBzbqPy9c6z1yGTf25XDQZpvEH9kGFM-04EY_ii7mMpjnWvaILHa1ut35tkBavLlo6QPqEjjF0zj2wJRCWtdM/s320/Imagem+1.jpg&quot; style=&quot;float: left; height: 72px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 89px;&quot; width=&quot;124&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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Professor Josiel Silva.&lt;br /&gt;
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Professora Ligia.&lt;br /&gt;
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Professor Rodrigo.&lt;br /&gt;
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Professor Saulo.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
este são alguns da equipe constantine, existentes outros academicos que colaboram com a equipe.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/feeds/1803494869139094119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7224071546310331731/1803494869139094119' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/1803494869139094119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7224071546310331731/posts/default/1803494869139094119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://equipeconstantine.blogspot.com/2007/09/equipe-constantine-faa-parte-dessa.html' title='Equipe Constantine: Faça parte dessa equipe'/><author><name>Equipe Constantine</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15508010512213281867</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIryDRlA3TsLX05kziGgM5f2ZiQZpnlhuDNbigAf0k83iw5zcMUhuhm4LAQzrx4anYUqc5chvw1VlfEytiAnZcWMXDAhDcz3GXRYAYG24FireSh_5Cb_ldPEZZigk2F8vu4SlIw3_XtJPF/s72-c/joao+paulo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>