<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;D0QDSHk-eyp7ImA9WhRbGUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194</id><updated>2012-02-11T14:02:59.753+01:00</updated><title>Equitação Clássica - Modernos Clássicos</title><subtitle type="html">A Equitação Clássica é o Conhecimento que desenvolve o Sentimento de Bem Estar a Cavalo</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>37</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/EquitaoClssicaModernosClssicos" /><feedburner:info uri="equitaoclssicamodernosclssicos" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;C0QMRXw9eip7ImA9WxFbFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-113414018551853329</id><published>2007-07-17T11:47:00.009+01:00</published><updated>2010-07-08T18:49:44.262+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-08T18:49:44.262+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1252/1933/1600/Mestre%20Nuno%20Oliveira.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1252/1933/320/Mestre%20Nuno%20Oliveira.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;span style="font-family: webdings;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mestre Nuno de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nuno Waldemar Nunez Marques Cardoso Pery de Linde Abreu Oliveira, nasceu a 23 de Junho de 1925 e faleceu a 2 de Fevereiro de 1989 com sessenta e quatro anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nuno de Oliveira começou a montar no picadeiro do seu parente Joaquim Miranda tinha cinco anos de idade, em 1940 morre Mestre Miranda e Nuno de Oliveira deixa de estudar e decide seguir a vida equestre começando a montar cavalos de antigos clientes do Mestre Miranda entre os quais os das filhas de Henry Chtlanaz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1950 Exibe-se no Coliseu dos Recreios, começa a trabalhar os cavalos de Manuel de Barros e a dar-lhe lições de equitação, na quinta dos Arcos em Azeitão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Manuel de Barros compra uma biblioteca hípica e obriga Nuno de Oliveira a estudar a teoria daquilo que ele tão bem pratica para assim lhe poder explicar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O Engº Rodrigo de Castro Pereira, convida-o para trabalhar no picadeiro da Lança da Legião Portuguesa de que era comandante, na Alameda das Linhas Torres em Lisboa e aí mexer não só os seus cavalos como também de outros clientes e também ensinar alguns alunos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foram os seus primeiros alunos, Júlio e Guilherme Borba, D. Diogo Bragança (Lafões), Pureza de S. Lourenço, Ana Maria Avilez e Maria José Lupi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1956 um grupo de amigos instalou-lhe um picadeiro na quinta do Chafariz na Póvoa de Stº Adrião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1973 compra a quinta do Brejo, em Avessada na Malveira onde instala o seu picadeiro por onde passam centos ou mesmo milhares de alunos de todas as partidas do mundo e onde ele passou a viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Perfil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Educado em ambiente culto e artístico apreciava o belo em todas as suas facetas, principalmente a arte lírica e a opera, sendo amigo de grandes artistas de nomeada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dotado de grande sensibilidade artística, sentia as mais ténues vibrações dos cavalos que trabalhava o que lhe permitia adaptar-se aos cavalos de forma assombrosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Percurso&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No ínicio foi um seguidor fiel de Baucher e de Fillis, depressa cria a sua própria filosofia equestre e o seu método pessoal, cria uma verdadeira escola Oliveirista, sendo imensos os seus discípulos disseminados por todo o mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nuno de Oliveira é o grande arauto do cavalo lusitano e da cultura hípica Portuguesa, de dois em dois meses saía fronteiras para manter contacto com os seus alunos e ministrar os seus ensinamentos a quantos recorriam a ele para resolver problemas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Percorreu o mundo começando pela Suíça pela mão de Auguste Baumeister seu mecenas graças ao cavalo Euclides.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1958 exibiu-se em Genéve e Lucerne onde criou centros de ensino, tornou-se conhecido em França, tendo começado a receber alunos na Póvoa de Stº Adrião como (Bacharat e Michel Henriquet).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1964 exibiu-se em Paris onde já tinha alguns alunos, em 1965 em Wembley na Inglaterra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na Bélgica criou um numeroso grupo de adeptos e alunos, em 1968 esteve em Itália mais propriamente em Milão, seguindo-se Madrid em Espanha, em 1969 esteve em Lima no Peru e Costa Rica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1972 nos Estados Unidos nomeadamente em Maryland e Massachusset, também nas Filipinas em Manila, em 1973 Espanha em Bilbau, começando a ter alunos da Ásia, África, América incluindo Canadá, Oceânia e Europa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1975 Saumur abre-lhe a porta e em 1976 o seu mérito é finalmente e oficialmente reconhecido em Mafra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1979 Canadá e Estados Unidos da América, em Nova Yorque e Miami e também na Costa Rica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1980 Austrália, Tailândia e Filipinas, foram os principais palcos das suas actuações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1989 faleceu na Austrália numa das suas visitas periódicas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Reconhecimento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Agraciado com o grau de Oficial da Ordem do Infante Dom Henrique pela expansão da cultura Portuguesa pelo mundo além.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Medalha de mérito da Associação central da agricultura Portuguesa pela disseminação do conhecimento e abertura de mercados para o cavalo Lusitano, sócio honorário da Federação Equestre Portuguesa e sócio honorário do clube El Rey Dom Duarte I.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Deixou vários trabalhos escritos em Português, Francês e Inglês expondo o seu método equestre e reflexões não somente sobre equitação como sobre questões de moral, arte e religião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Hábitos e Paixões&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De génio instável dado a arrebatamentos e a depressões, depressa passando do entusiasmo e da afabilidade à melancolia e à agressividade, fez imensas amizades profundas e criou não poucas antipatias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Teve alguns amigos que o auxiliaram na sua carreira sendo de destacar Auguste Baumeister de nacionalidade Suíça, Michel Henriquet, Francês entre outros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Era intolerante com os medíocres e feroz para com os convencidos, desregrado na alimentação e criou uma figura própria que o caracterizava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cabelo negro rebelde domado a poder de brilhantina, as negras e espessas sobrancelhas sombreavam uns olhos negros que mostravam generosamente o branco quando os esbugalhava, elevando as sobrancelhas ou sobrancelha, gesto muito característico, onde os seus amigos aprenderam a ler os sentimentos que reflectiam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O pescoço era longo e dele pendia a cabeça para olhar as orelhas da sua montada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De corpo delgado na mocidade, vestia vestes negras ou muito escuras, com casaco e gravata, calça justa, por vezes usava botas de montar, outras vezes espora de mola para salto de prateleira, também usava polaina afivelada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Porque era entusiasta seguidor de Fillis, porque era esguio como um fio de azeite porque vivia em Azeitão alcunharam-no de o Fillis de Azeitão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com a idade criou algum cachaço era uma figura de perfil compacto, o cabelo rareou com grandes entradas, a cabeça pendeu cada vez mais graças ao aumentar do arqueado das costas e à posição mais recostada a que o abdómen mais volumoso conduziu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tornou-se mais internacional no vestir mas ficou sempre fiel às esporas de mola e as calças justas mas sempre caídas da cintura em harmónica pelas pernas abaixo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Também escreveu três livros sobre pensamentos seus, que foram, Elucubrações, Amalgama, Anseios e Recordações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-113414018551853329?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8rN4_eBivD77VWfmXeJ_Azw43Rw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8rN4_eBivD77VWfmXeJ_Azw43Rw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8rN4_eBivD77VWfmXeJ_Azw43Rw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8rN4_eBivD77VWfmXeJ_Azw43Rw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/Hq6MppeRrBk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/113414018551853329/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=113414018551853329&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/113414018551853329?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/113414018551853329?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/Hq6MppeRrBk/nuno-waldemar-nunez-marques-cardoso.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2005/12/nuno-waldemar-nunez-marques-cardoso.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0IEQXk9cCp7ImA9WxFbFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-1255033123452479279</id><published>2007-07-16T12:05:00.004+01:00</published><updated>2010-07-08T18:51:40.768+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-08T18:51:40.768+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RnkKErfvoHI/AAAAAAAAABw/ccLfu6FmqS4/s1600-h/Podhajsky.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078101130348568690" src="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RnkKErfvoHI/AAAAAAAAABw/ccLfu6FmqS4/s400/Podhajsky.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: 180%;"&gt;Alois Podhajsky&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nasceu em Viena de Áustria tendo vivido entre 1898 e 1973 foi nomeado como director da Escola de Equitação Espanhola de Viena de Áustria no ano de 1939, tendo referido que estava completamente consciente que começava a tarefa mais dura da sua vida, pois a grande dificuldade para dirigir uma escola deste tipo consistia em manter o padrão e o alto nível da escola, preservando a tradição que é uma das partes mais importante da escola.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Podhajsky foi considerado como uma escolha excelente para dirigir a escola de Equitação Espanhola de Viena, pois ele tinha a vontade de salvar os cavalos Lipizzaners, mas também por ser um grande defensor do ensino clássico. « Nós temos que viver para a escola e oferecer as nossas vidas a tudo isto, então talvez, a luz crescerá pouco a pouco e a vela minúscula que nós aqui mantemos a iluminar a grande arte de alta escola, não será inalado de fora ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O ensino do cavalo tem raízes antigas, aparecendo os princípios básicos descritos com mais de 2400 anos pelo grego Xenophon.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os antigos gregos foram os primeiros a praticar o ensino do cavalo para preparação da guerra, era uma cultura em que acreditavam em que nada poderia ser obtido correctamente ou harmoniosamente sem a aderência rígida às leis do universo, isto é o que verdadeiramente define o ensino clássico, o cavalo deveria se submeter, estando feliz e orgulhosamente à vontade do cavaleiro, sem perturbações e de um modo natural.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Após a idade média, foi só no Renascimento que se começou a verificar uma mudança completa no ensino do cavalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi em 1580 que o império austríaco começou a importar cavalos de Espanha e se iniciou a fundação do cavalo de Lipizzan, desta acção foi desenvolvida a Escola Espanhola de Equitação e concluída por Carlos VI em 1735, este foi o começo de uma instituição que treinou cavalos e cavaleiros até os dias presentes, e por onde passou Alois Podhajsky.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nos dias finais da segunda guerra mundial, com a chegada do exército Vermelho aos portões de Viena o Coronel Podhajsky confrontou-se com uma situação desesperada, Podhajsky estava preocupado com a segurança dos seus cavalos e especialmente dos garanhões da escola, foi então que transferiu muitos dos garanhões para fora da cidade para o refúgio de St.Martin que também se situa na Áustria e como todas as éguas Lipizzaner estavam na Checoslováquia ele também temeu muito com a segurança das éguas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi em St. Martin que um oficial americano reconheceu Podhajsky dos Jogos Olímpicos de 1936 tendo referido isso ao general George Patton.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Patton e Podhajsky tinham sido velhos amigos, pois ambos competiram juntos em eventos equestres e nos Jogos Olímpicos, quando Patton chegou, Podhajsky organizou um especial evento para ele, tendo Podhajsky montado o seu garanhão favorito para depois saudar o General Patton com o seu chapéu especial e formalmente pedir a Patton que colocasse a escola debaixo da sua protecção e do exército americano. Patton consultou Patterson e estabeleceram o acordo de protecção, o general Patton também concordou em ajudar Podhajsky a salvar as éguas que se encontravam na Checoslováquia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os Lipizzaners voltaram finalmente para casaou seja para Viena pelo outono de 1955 depois da guerra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma das razões porque que os Lipizzaners se comportaram tão bem, assim como os cavaleiros foi para Podhajsky a grande generosidade com que eles sempre foram tratados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando está no estábulo com os seus cavalos, Podhajsky tinha sempre açúcar e muitas carícias para lhes oferecer, dizia Podhajsky que os cavalos gostam de conversa e que eles sabem que são importantes e conhecem isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando educava os cavalos ele também mostrou grande compaixão para com eles, « se temos sucesso ele será obtido pelo alto padrão de compreensão e deve ser alcançado entre as duas criaturas que se entreajudam ». Podhajsky foi um verdadeiro amigo e cavaleiro respeitando sempre o cavalo, foi assim que Poshajsky descreveu e tentou viver os seus ideais de ser treinador e cavaleiro de ensino clássico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-1255033123452479279?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AxtDbWWQnmJOE6s7Kb5D7DSnIz4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AxtDbWWQnmJOE6s7Kb5D7DSnIz4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AxtDbWWQnmJOE6s7Kb5D7DSnIz4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AxtDbWWQnmJOE6s7Kb5D7DSnIz4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/gAxFXRN4TBk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/1255033123452479279/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=1255033123452479279&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/1255033123452479279?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/1255033123452479279?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/gAxFXRN4TBk/alois-podhajsky-nasceu-em-viena-de.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RnkKErfvoHI/AAAAAAAAABw/ccLfu6FmqS4/s72-c/Podhajsky.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2007/06/alois-podhajsky-nasceu-em-viena-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEIFQnY6cSp7ImA9Wx5SFkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-113353424011527044</id><published>2007-07-15T11:58:00.007+01:00</published><updated>2010-08-13T10:41:53.819+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-13T10:41:53.819+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/TGUTK7qKF1I/AAAAAAAAAho/M1aGV4Uu5dQ/s1600/Decarpentry.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/TGUTK7qKF1I/AAAAAAAAAho/M1aGV4Uu5dQ/s320/Decarpentry.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: verdana; font-size: 180%;"&gt;Général Decarpentry&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: 180%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nasceu em 22 Janeiro 1878 Albert-Eugène Edouard Decarpentry entrou para Saumur em 1904 como sub comandante do comandante de Montjou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cavaleiro do cadre Noir ao mesmo tempo que Pierre Danloux, Jean-Charles-Emond Wattel e de Saint Phalle, ele será instrutor de Xavier Lesage, futuro campeão olímpico e cavaleiro chefe que vai dizer « ele trabalha tranquilamente, sem dar nas vistas, sem surpreender a galeria » magoou-se no cotovelo em 1916, o cirurgião que o devia operar advertiu-o que o seu cotovelo corria o risco de ficar ancilosado, Decarpentry pede então para ficar com a posição de “ a mão no bridão ”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Após a guerra ele foi nomeado segundo comandante da escola de cavalaria (1925-1931) sendo um cavaleiro de grande talento e um excelente pedagogo, ele foi igualmente um teórico de primeira ordem e será qualificado por Wattel como « o maior conhecedor » da sua geração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A sua equitação baseada sobre a « conquista da impulsão » e o abaixamento das ancas, sendo hoje considerado como um cavaleiro do modelo clássico, a sua obra mais célebre foi a “ Equitation Académique ” e diversas compilações de autores clássicos, onde juntou as suas próprias reflexões sobre as dificuldades encontradas, tendo se qualificado a ele próprio, modestamente no seu livro « recettes de cuisine équestre »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As suas principais obras são:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;1932 Piaffer et passage&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;1946 l'Ecole Espagnole de Vienne&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;1948 Baucher et son école&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;1949 Equitation Académique&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;1954 Les Maîtres écuyers du manège de Saumur&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;1956 L'essentiel de la méthode de haute Ecole de Raabe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi juiz internacional de dressage de 1930 a 1939, o Général Decarpentry vai presidir até à sua morte em 1956 como júri da Federação Equestre Internacional para as provas de dressage&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Algumas citações&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« A impulsão deve ter para o cavalo ensinado a intensidade lancinante de uma necessidade física imperiosa e permanente ». &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Não é a subida do pescoço que é importante mas sim o abaixamento das ancas que devemos ter como objectivo principal ».&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-113353424011527044?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/o2rp2idJOMUymiEwM6KQ8tkE5VU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/o2rp2idJOMUymiEwM6KQ8tkE5VU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/o2rp2idJOMUymiEwM6KQ8tkE5VU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/o2rp2idJOMUymiEwM6KQ8tkE5VU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/sU_-m3aDs_o" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/113353424011527044/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=113353424011527044&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/113353424011527044?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/113353424011527044?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/sU_-m3aDs_o/equitao-clssica-os-novos-clssicos.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/TGUTK7qKF1I/AAAAAAAAAho/M1aGV4Uu5dQ/s72-c/Decarpentry.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2005/12/equitao-clssica-os-novos-clssicos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08DR3g4eSp7ImA9WxFbFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-8195556937994985479</id><published>2007-07-14T11:53:00.005+01:00</published><updated>2010-07-08T18:57:56.631+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-08T18:57:56.631+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Ri-spoO2XVI/AAAAAAAAABI/ImpgfiKaTe0/s1600-h/Frederico+Caprilli+1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5057450737734671698" src="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Ri-spoO2XVI/AAAAAAAAABI/ImpgfiKaTe0/s400/Frederico+Caprilli+1.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Ri-sloO2XUI/AAAAAAAAABA/6PyyoD-EvPA/s1600-h/Frederico+Caprilli.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: 180%;"&gt;Frederico Caprilli&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nasceu em 1868 começou o seu percurso profissional, como um jovem cadete da Cavalaria italiana. Nesta altura começaram a surgir as primeiras máquinas de guerra e a utilização na guerra das carga de pólvora e a utilização de meios mecânicos na guerra, começando assim a decadência da cavalaria na guerra e dos homens armados a cavalo, pois um par de armas e máquinas de guerra podiam terminar rapidamente com um ataque montado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Isto significou encontrar um novo uso da cavalaria, a ideia era criar um regimento a cavalo especialmente treinado e unidades de combate de cavaleiros que poderiam atravessar terrenos difíceis, locais que o inimigo consideraria impossível de atravessar (como bancos verticais e fossos enormes), dando assim para a cavalaria a vantagem de um ataque surpresa, como também sendo útil para levar a informações a grandes distâncias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nesta época, os cavalos com facilidade para os saltos e a saltarem por cima de obstáculos eram muito poucos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi acreditando que a forma e a flexibilidade dos posteriores e do postmão do cavalo, podiam melhorar a chegada ao solo após o salto, conseguindo por isso mais suavidade e assim terem as mãos do cavalo mais direitas, foram ensinados os cavaleiros a puxar as rédeas e a se apoiarem no salto ficando para atrás para terem a certeza que seria o quarto traseiro do cavalo a chegar primeiro ao solo, ou pelo menos chegarem com mais suavidade no impacto e protegerem assim a « frágil parte dianteira do cavalo... ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi assistindo aos cavalos a saltar em liberdade e até mesmo com o uso de habilidades fotográficas que Frederico Caprilli conseguiu documentar o movimento dos cavalos em voo enquanto saltando livremente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi então que ele notou que TODOS os cavalos SEMPRE e naturalmente chegavam ao solo com os anteriores e sem complicações, começou então a desenvolver a ideia de que o cavaleiro se deveria tornar num simples passageiro e fazendo somente uma pequena interferência na abordagem do cavalo ao salto, nunca puxando nas rédeas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ele acreditava que os cavalos podiam ser ensinados a ser independentes, conseguindo serem eles a pensar, significando isso que se deveria mostrar ao cavalo a sua tarefa, neste caso o obstáculo e depois permitir que ele a executasse sem qualquer interferência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As novas ideias de Caprilli foram uma aparente rebelião para os ensinamentos aceites na época, foi por isso punido na sua carreira, tendo sido destacado para o sul de Itália como castigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois de vários anos, um Chefe Militar italiano notou e experimentou os métodos de Caprilli e foi então que as suas novas ideias foram reconhecidas e finalmente foram postas em uso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Frederico Caprilli regressou para as escolas de cavalaria no norte de Itália e depois de um ano de treino o seu progresso e resultados não deixaram de ser simplesmente incríveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De facto, os cavalos começaram a serem capazes de feitos até à data impensáveis, começaram até alguns cavaleiros a treinar o salto sem rédeas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Seguindo esta inovação, Caprilli foi feito por fim Chefe Instrutor da Cavalaria italiana, soldados de todas as partes do mundo foram enviados para a sua escola para aprenderem o seu sistema de treino, baseado num ensino de independência dos cavalos e da não interferência do cavaleiro em cima dos saltos e obstáculos naturais, usando uma posição avançada que ele tinha desenvolvido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este estilo de equitação depressa se espalhou à volta do mundo e pôde ser visto nas Olimpíadas do ano de 1900 e o próprio Caprilli demonstrou a sua técnica saltando nos jogos Olímpicos de 1906 tendo tido um sucesso enorme. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As pessoas começaram divertir-se com os cavalos e a modalidade de salto de obstáculos começou a tornar-se um desporto popular como também um exercício militar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Federico Caprilli teve um acidente em 1907 tendo falecido quando o seu cavalo deslizou e caiu, porém este revolucionário do seu tempo, de uma nova posição de saltar obstáculos a cavalo, posição essa que ainda hoje pode ser vista e que trouxe indubitavelmente uma grande alegria e cooperação para quem salta a cavalo e para os cavalos que saltam obstáculos ao longo do mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-8195556937994985479?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GEwax6Q5Sm9GXk1kZFB3aiMwWtQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GEwax6Q5Sm9GXk1kZFB3aiMwWtQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GEwax6Q5Sm9GXk1kZFB3aiMwWtQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GEwax6Q5Sm9GXk1kZFB3aiMwWtQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/vzVMV7fw9Wo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/8195556937994985479/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=8195556937994985479&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/8195556937994985479?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/8195556937994985479?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/vzVMV7fw9Wo/frederico-caprilli-federico-caprilli.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Ri-spoO2XVI/AAAAAAAAABI/ImpgfiKaTe0/s72-c/Frederico+Caprilli+1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2007/04/frederico-caprilli-federico-caprilli.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU4CQ306fip7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-7360899261776938323</id><published>2007-07-13T11:42:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:46:02.316+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:46:02.316+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RhzsSzcOyYI/AAAAAAAAAAY/QGzd146XWxE/s1600-h/Etienne+Beudant.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="266" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5052172689793272194" src="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RhzsSzcOyYI/AAAAAAAAAAY/QGzd146XWxE/s400/Etienne+Beudant.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 210px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 223px;" width="317" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="top"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: 180%;"&gt;Etienne Beudant &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Etienne Beudant viveu entre 1863 e 1949 foi um cavaleiro que causou uma grande admiração, pois ele foi o mais completo de todos os cavaleiros célebres, ele praticou magistralmente a alta escola, os saltos de obstáculos a endurance, entre outras actividades equestres…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Cavaleiro mirabolante » como lhe chamou o general Decarpentery, realizou verdadeiras proezas equestres sobre pequenos cavalos comprados a preços muito baixos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Homem azarado, sem fortuna, o capitão Beudant não fazia parte dos privilegiados oficiais superiores, explicando por isso a razão de não ter sido mais célebre no seu tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Beudant tinha uma posição magnífica a cavalo com aprumos imperturbáveis e uma suavidade que lhe permitia um emprego das ajudas muito finas e correctas, tinha uma inteligência equestre superior e uma grande bondade, uma vontade sem falhas, de grande humildade, estas características conferiram-lhe uma imagem mágica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Etienne Beudant, tirou grande proveito do reconhecido e famoso procedimento « mãos sem pernas, pernas sem mãos » de Baucher que lhe foi transmitido pelo general Faverot de Kerbrech, ele simplificou a expressão pois para ele bastava « mãos sem pernas ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com a mão ele conseguia obter um equilíbrio que lhe dava grande ligeireza e as pernas como agentes de impulsão, dizendo que as pernas perdem a sua importância com o aumento de atenção do cavalo e do seu equilíbrio, ou seja quando o cavalo perde a tendência para pesar sobre a mão e ficando mais atento e como tal mais impulsionado, diminuindo por isso a necessidade da ajuda das pernas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A abertura excessiva do ângulo cabeça / pescoço pode parecer excessiva no início do trabalho assim como esmagar o dorso do cavalo, isto somente acontece no inicio do exercício, pois o próprio cavalo vai descobrir o seu bem estar e vai começar por se arredondar no pescoço e a descontrair a mandíbula, as espáduas começam a ficar mais ligeiras, os posteriores vão abrir e aumentar a propulsão naturalmente, sem que os anteriores os dificultem de avançar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Beudant foi reconhecido pelos seus contemporâneos célebres como um cavaleiro fora de série, praticou o “ Baucherismo da 2ª maneira ou 2ª fase ” mais tempo que o próprio Baucher.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As últimas ideias equestres de Beudant:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A mão fixa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A " Passage natural "&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- As mudanças de pé no galope a tempo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Inutilidade da flexibilização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os dois grandes princípios sobre os quais tudo se apoia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que pensavam os seus contemporâneos :&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;General Decarpentery : « Beudant é o cavaleiro mais mirabolante que eu jamais encontrei – nunca conheci um executante que lhe possa ser comparado – eu vi Mabrouk e o seu trabalho de alta escola fantástico ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Passagem de uma carta que o general Decarpentery escreveu a Beudant em 1920.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« … Permita-me de bem precisar dois sentidos diferentes da mesma palavra : Cavaleiro – no seu verdadeiro sentido, cavaleiro é um virtuoso da arte equestre, um artista utilizando todos os seus conhecimentos teóricos da sua arte com uma técnica impecável e de " maestria " na sua execução. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Eu vos considero como um cavaleiro eminentemente, raro, para seguir o vosso protesto, isto trata-se de uma definição e não de um lisonjeio. Eu estou cheio de admiração por tudo aquilo que consegue obter dos seus cavalos e que eu jamais ousarei pedir aos meus de executar. – No sentido de Escola de Cavalaria, cavaleiro quer dizer «instrutor de equitação » sendo neste sentido, aquilo que eu somente sou, cavaleiro. Eu sou por isso um « peão » do ensino equestre, uma forma de « frère ignorantin » da equitação. Eu tenho o maior sofrimento do mundo, em obter dos meus cavalos a ligeireza nos três andamentos e creio que sou forte, só consigo lá chegar passando por todos os movimentos de flexão localizados, metodicamente executados e pacientemente seguidos. A vossa virtuosidade permite-vos estar à frente disso e eu muito vos admiro. Por exemplo, eu acredito que será extremamente perigoso para a maioria dos cavaleiros executar aquilo que para vós parece ser uma possibilidade… »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Coronel - Veterinário Monod (Director do Serviço Veterinário das Tropas e Chefe de criação em Marrocos) :&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Uma mestre absoluto, uma paciência a toda a prova a firmeza aliada à doçura, uma observação sustentada, um julgamento certo, uma posição impecável, todas as qualidades, Beudant possui um grau tal, que no ensino dos seus cavalos, os enganos não existem. »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Général Henrys (comandante chefe em Marrocos de 1915-1916) :&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Eu já vi trabalhar todos os grandes cavaleiros da minha geração, entre muitos o general l’Hotte. Nenhum me deixou a impressão de perfeição ideal como Beudant. »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Três cavaleiros « en chef » da escola de cavalaria de Saumur : - De Contades : « …faz prova da equitação de um verdadeiro talento. »- Danloux : « Que felicidade eu tenho… em ser criticado por um mestre como vós. »- Lesage : « foi um admirável seguidor dos grandes princípios, tendo os aplicado tão bem quanto o general Faverot. »- Margot : (numa fotografia com dedicatória) : « Ao capitão Beudant, nosso mestre e de todos, o comandante Margot, cavaleiro «en chef» da escola de cavalaria, com toda a humildade. »- Général Donnio : « não podemos falar da equitação de Beudant, ele é um feiticeiro !. »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-7360899261776938323?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xlMKDFRP3nqFVGKdu81kwJQrqOc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xlMKDFRP3nqFVGKdu81kwJQrqOc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xlMKDFRP3nqFVGKdu81kwJQrqOc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xlMKDFRP3nqFVGKdu81kwJQrqOc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/RAGaxfacwHA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/7360899261776938323/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=7360899261776938323&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/7360899261776938323?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/7360899261776938323?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/RAGaxfacwHA/etienne-beudantetienne-beudant-1863.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RhzsSzcOyYI/AAAAAAAAAAY/QGzd146XWxE/s72-c/Etienne+Beudant.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2007/04/etienne-beudantetienne-beudant-1863.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU4NRXgzfSp7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-959750582568496954</id><published>2007-07-12T00:46:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:46:34.685+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:46:34.685+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/SYjXuAfIWKI/AAAAAAAAAMM/a9kx9Y8hDGI/s1600-h/Kerbrech01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298722147005913250" src="http://3.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/SYjXuAfIWKI/AAAAAAAAAMM/a9kx9Y8hDGI/s400/Kerbrech01.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 238px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 206px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;Faverot De Kerbrech&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nasceu em 24 de Fevereiro de 1837 e viveu até ao ano 1905 foi oficial de cavalaria, cavaleiro do imperador Napoleão III, e inspector general permanente das remontas, foi um dos alunos de François Baucher, ele expõe principalmente a segunda maneira na sua célebre obra « Dressage Méthodique Du Cheval De Selle » também foi um admirador incondicional de do general Alexis L´Hotte, foi também um dos instrutores de Etienne Beudant.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O seu primeiro mestre foi o seu pai, general baron Faverot, depois também vai trabalhar com um antigo picador do picadeiro de Versailles. Em Saint-Cyr vai ter como professores alunos do Conde D'Aure, mas acabará por seguir Baucher vindo mesmo a ser um dos seus alunos preferidos. Homem de cavalos com grande reputação foi responsável pelo estudo das grandes escolas de equitação da europa, autor de várias obras, mas ficará sempre como um importante continuador da obra de Baucher. No seu livro " Dressage Méthodique du Cheval de Selle, D' Aprés Les Derniers Enseignements de F.Baucher, Recueillis Par Un de Ses Élèves " ele completou os últimos ensinamentos e maneiras de ensino de Baucher relativamente à preocupação de substituir a força pelo emprego simultâneo das mãos e das pernas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Publicações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;1882 : Les chevaux de l’Amérique du Nord&lt;br /&gt;
1891 : Dressage méthodique du cheval de selle d’après les derniers enseignements de Baucher&lt;br /&gt;
1903 : L’Art de conduire et d’atteler: autrefois, aujourd’hui.&lt;br /&gt;
1905 : Mes souvenirs. La guerre contre l’Allemagne (1870-1871)&lt;br /&gt;
1907 : Dressage du cheval de dehors, conseils donnés aux membres de l’Étrier (recueil posthume par le général de Lagarenne). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Citações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Se é fácil fazer um epílogo de um tratado de equitação ou de dressage, será sempre ingrato de o redigir, vamo-nos sempre lembrar que a mais pequena demonstração a cavalo vai ser frequentemente clara no seu instante e obscura quando escrita, apesar de longas e minuciosas explicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Todo o cavalo de sela deve estar fácil e agradável de montar, regular nos seus andamentos, suave e franco, também brilhante no seu conjunto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/SYjXku2BXlI/AAAAAAAAAME/acU5C8hDJNQ/s1600-h/FAVEROTt.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-959750582568496954?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/17GnU7zxudG9Fn9GxJSjahi1y6w/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/17GnU7zxudG9Fn9GxJSjahi1y6w/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/17GnU7zxudG9Fn9GxJSjahi1y6w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/17GnU7zxudG9Fn9GxJSjahi1y6w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/dG96YgLfVFM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/959750582568496954/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=959750582568496954&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/959750582568496954?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/959750582568496954?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/dG96YgLfVFM/faverot-de-kerbrech-oficial-de.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/SYjXuAfIWKI/AAAAAAAAAMM/a9kx9Y8hDGI/s72-c/Kerbrech01.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2009/02/faverot-de-kerbrech-oficial-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcGRnk8eip7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-1849828487437665801</id><published>2007-07-11T21:14:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:47:07.772+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:47:07.772+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RnwuH7fvoKI/AAAAAAAAACM/nvg9QRHx_gc/s1600-h/fillis.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="223" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078985193531875490" src="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RnwuH7fvoKI/AAAAAAAAACM/nvg9QRHx_gc/s400/fillis.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="317" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;James Fillis&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nasceu em Londres filho de uma família de cavaleiros de circo tendo vivido entre 1834 e 1913 desenvolveu o seu talento junto de Victor Franconi e depois com François Caron, tendo tido como seu opositor o capitão Saint Phalle.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi mestre e amigo de Georges Clémenceau que teve uma parte muito importante na redacção das suas obras principalmente na obra com o título « Principes de dressage et d'équitation » (1890).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para François Caron, James Fillis recebeu ensinamentos indirectos de Baucher, mesmo existindo alguns pontos em que estava distante do método de mestre Baucher, ele será um dos seus continuadores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Montava principalmente cavalos puro-sangue e também fazia muito equitação de exterior, dizia ser um adepto da escola francesa, a sua posição a cavalo era muito pouco ortodoxa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cavaleiro com originalidade e inovador, James Fillis assim como François Baucher, tiveram muita influência no meio equestre no meio do espectáculo como no meio do exército e competição, será testemunha disso a equitação russa contemporânea.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No seu livro, « le Journal de dressage » (1903) , James Fillis coloca-se numa posição diferente, pois ele explica como foi que idealizou os seus próprios princípios que o levaram a escrever « Principes de dressage et d'équitation » com uma sinceridade surpreendente, ele vai comentar dia após dia todos os maus e bons momentos que passou na educação dos seus cavalos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Aborda as inumeráveis dificuldades que lhe apareceram na prática diária, nos problemas e no esforço que teve de fazer assim como os métodos que aplicou para endireitar, ensinar e tornar obedientes os seus cavalos para depois poder ter o prazer de os montar com ajudas muito finas, dentro de uma grande suavidade e ligeireza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os seus princípios fundamentais baseavam-se na procura do equilíbrio e na ligeireza com o cavalo em impulsão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pretendia chegar ao equilíbrio pela altura do pescoço com flexão na nuca e não no garrote, com uma impulsão resultante da entrada dos posteriores e ligeireza resultante da flexão da mandíbula.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Eis a minha equitação... quando sabemos é isto, sabemos tudo e não sabemos nada. »&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Um cavalo trabalhado pela boca pode estar ao dispor do cavaleiro através de um ligeiro contacto da ponta dos dedos do cavaleiro, um cavalo trabalhado pela nuca necessita de rédeas e braços do cavaleiro sempre em tensão. Sendo por isso que o primeiro tipo de equitação se baseia na delicadeza e o segundo tipo se baseia na força » &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-1849828487437665801?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_NGGFGagjU38OPv6CaGLavK8VRQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_NGGFGagjU38OPv6CaGLavK8VRQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_NGGFGagjU38OPv6CaGLavK8VRQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_NGGFGagjU38OPv6CaGLavK8VRQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/eS41xhAJbLo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/1849828487437665801/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=1849828487437665801&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/1849828487437665801?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/1849828487437665801?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/eS41xhAJbLo/blog-post.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RnwuH7fvoKI/AAAAAAAAACM/nvg9QRHx_gc/s72-c/fillis.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2007/06/blog-post.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcBSH48cSp7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-116490346356083975</id><published>2007-07-10T17:16:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:47:39.079+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:47:39.079+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/SZ9BSS7catI/AAAAAAAAAOA/vGurgOLFvoc/s1600-h/L"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5305030668640348882" src="http://3.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/SZ9BSS7catI/AAAAAAAAAOA/vGurgOLFvoc/s400/L%27hotte.bmp" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 309px;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;Alexis l'Hotte&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nasceu em Lunéville em 25 Março de 1825, filho de um oficial de cavalaria, Alexis l'Hotte cresceu “ dentro do odor dos cavalo ”até aos seus 15 anos de idade, ele passou a maior parte do tempo com o comandante Dupuis, cavaleiro da escola de Versailles, entrou para a escola de cavalaria de Saumur aos dezassete anos, como oficial de cavalaria, ficando sob as ordens do comandante Delherm de Novital e trabalhando com o comandante Rousselet, tendo sido depois destacado e encarregue de diversas missões de manutenção da ordem, foi então que tomou consciência do afastamento que existe entre a equitação do conhecimento e a equitação de campanha, foi o primeiro a recomendar a prática do trote levantado ( trote à inglesa ) para os cavaleiros de fileira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mais tarde Regressou a Saumur, onde encontra o conde d’Aure que era cavaleiro chefe de Saumur à mais de um ano, mais tarde chamado a reprimir a revolta de Canuts, ele é enviado para Lyon, onde vai encontrar por sorte François Baucher, vindo a ser seu aluno e amigo, começou então com a síntese entre as duas escolas rivais, concluindo que o método Baucherista não se podia adaptar a uma equitação militar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Regressa a Saumur como tenente de instrução em 1850 tendo os seus termos ficado como uma recordação inesquecível, depois foi promovido a capitão instrutor em Lille, onde montava cerca de 12 cavalos por dia, chegando a ficar em cima dos cavalos 13 a 14 horas por dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nomeado como comandante da secção de cavalaria de Saint-Cyr, ele é observado e notado pelo imperador Napoléon III o que lhe vai proporcionar em 1864 a sua nomeação para o posto de cavaleiro chefe de Saumur.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A sua primeira decisão foi banir o trabalho de alta escola ficando este somente destinado a cavalos de cariz “ pessoal ”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma aparente infidelidade a Baucher mostra que ele deve ter sido o primeiro a compreender a unidade fundamental da equitação, com os seus diversos meios “A equitação d'Aure é simples, prática, facilmente transmissível, mas os seus horizontes são demarcados, a equitação de Baucher é artística, apresenta perspectivas mais extensas mas ela tem os seus obstáculos...ela não é acessível a todo mundo, a Corynthe…a poesia da equitação (falando de Baucher)...formar bons prosadores (A propósito de d'Aure)”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Participou no picadeiro de Saumur no primeiro concurso da Sociedade Hípica Francesa de Paris no ano de 1866 onde alcançou um verdadeiro triunfo, durante seis anos fica em Saumur como cavaleiro chefe, ele é verdadeiramente adorado pelos seus alunos, mesmo aqueles que o reprovam o facto de ser avarento nos seus conselhos e ensino, o que lhe vai dar o sobre nome de « sublime mudo ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Efectivamente na sua obra ele mostra as suas qualidades de pedagogo, mesmo sendo ele um silencioso observador, em 1870, o picadeiro de Saumur é dissolvido e l'Hotte, promovido Coronel e transferido para Paris.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vai continuar a fazer regulares visitas a Baucher que se encontra doente, participa em algumas batalhas sangrentas e por fim consegue impor o trote levantado nas escolas militares de equitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Regressa pela quarta vez a Saumur, agora como general comandante da escola de Saumur, vai terminar a sua carreira militar coberto de honras militares, inspector-geral de cavalaria, presidente do conselho de cavalaria até se reformar em 1880.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Montando todas as manhãs os seus três cavalos até aos seus 77 anos, redige as obras “ Un officier de cavalerie ”, onde ele faz o retrato dos grandes cavaleiros do seu tempo e principalmente na obra “ Questions Equestres ” que é síntese do ensinamento dos grandes rivais da época, tendo sido aluno de um e amigo de outro, junta no livro também a sua imensa experiência equestre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estes dois livros somente aparecem em 1905 e 1906, após a sua morte a 3 Fevereiro de 1904, em Lunéville, no seu testamento, ele ordena « eu quero evitar a decadência dos meus três cavalos, Glorieux, Domfront et Insensé. Que sejam imediatamente abatidos com uma bala de revolver ». Decisão cruel e de grande orgulho, ou a sincera vontade de um apaixonado dos cavalos, preocupado em evitar uma má sorte aos seus companheiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Algumas citações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Calmo, para a frente e direito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É na ligeireza que repousa a equitação do conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A verdadeira ligeireza é ter o cavalo ligeiro nas pernas assim como na mão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A arte não se aprende nos livros, quem não se cultiva será somente quem já sabe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-116490346356083975?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eceFgH_B46ylC0K5OQ3214jPAS4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eceFgH_B46ylC0K5OQ3214jPAS4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eceFgH_B46ylC0K5OQ3214jPAS4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eceFgH_B46ylC0K5OQ3214jPAS4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/BFh6WO_VZxo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/116490346356083975/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=116490346356083975&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/116490346356083975?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/116490346356083975?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/BFh6WO_VZxo/alexis-lhotte-nasceu-em-lunville-em-25.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/SZ9BSS7catI/AAAAAAAAAOA/vGurgOLFvoc/s72-c/L%27hotte.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2006/11/alexis-lhotte-nasceu-em-lunville-em-25.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcNRHoyfCp7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-4488628003285883837</id><published>2007-07-09T12:01:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:48:15.494+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:48:15.494+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Rm0pM7fvoDI/AAAAAAAAABQ/OYnNOHUJ11Y/s1600-h/Gustav+Steinbrecht.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="294" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5074757657222422578" src="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Rm0pM7fvoDI/AAAAAAAAABQ/OYnNOHUJ11Y/s400/Gustav+Steinbrecht.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 265px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 210px;" width="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: verdana; font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;Gustav Steinbrecht&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Filho de um pastor, nasceu em 1808 em Amfurth próximo de Seehausen, foi aluno de veterinária em Berlim tendo seguido o curso de equitação no picadeiro de Seeger, que desde à muito tempo tinha grande reputação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ao fim de oito anos de formação com a idade de 26 anos tomou a direcção de um picadeiro criado em Magdebourg.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Oito anos após em 1844 casou com uma sobrinha de Seeger e regressa para Berlim, onde o seu antigo mestre dirigia na época o institudo equestre « Seegershof ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Steinbrecht era já um nome conhecido devido ao seu talento de ensino de cavalos como também de instrutor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1849 tomou conta da direcção do Seegershof e em 1859 perante uma situação favorável que lhe permitiu adquirir um instituto em Dessau, tendo se instalado nesta cidade durante 7 anos, tendo se dedicado quase que exclusivamente na sua especialidade que era ensinar cavalos para escolas, incansável relaciona-se com os circos de Renz, Herzog, Carré, entre outros, mesmo até com circos americanos e ingleses sem contar com os cavaleiros particulares de todos os países que praticavam a sua arte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não vai procurar a satisfação imediata do circo mas ficará estritamente ligado à equitação académica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ele para além do trabalho montado não se repetiu nem se baseou em instrumentos inertes, tendo sido da sua escola que saiu na época a célebre cavaleira Elisa Petzold, estrela inigualável do circo Renz, tendo-lhe ficado para sempre muito grata e reconhecida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As primeiras notas de Steinbrecht sobre o seu sistema de equitação datam dos anos que precederam imediatamente a sua partida de Berlim para Dessau, tendo ele aproximadamente cinquenta anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Infelizmente essas notas ficaram inacabadas na sua secretaria, em 1865 por solicitação da sua mulher decide deixar a pequena cidade de Dessau para regressar a Berlim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não se sentindo com força para acabar a sua obra de equitação ele encarrega os seus melhores alunos nomeadamente Plinzner, para acabarem a obra por serem aqueles que melhor compreenderam os seus ensinamentos e conselhos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Faleceu em Fevereiro de 1885 e a obra foi imprimida com o título « Gymnase du cheval » sendo a primeira edição de 1885 seguindo-se depois várias edições.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É um método de equitação que podemos sem medo afirmar que não existe outro igual na Alemanha nem fora ou outro assim tão coerente e completo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-4488628003285883837?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zoXM4QaGSZLB85UDoG3F9U87p08/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zoXM4QaGSZLB85UDoG3F9U87p08/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zoXM4QaGSZLB85UDoG3F9U87p08/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zoXM4QaGSZLB85UDoG3F9U87p08/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/wZKkj-Bk0Iw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/4488628003285883837/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=4488628003285883837&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/4488628003285883837?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/4488628003285883837?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/wZKkj-Bk0Iw/gustav-steinbrecht-nasceu-em-1808-1885.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Rm0pM7fvoDI/AAAAAAAAABQ/OYnNOHUJ11Y/s72-c/Gustav+Steinbrecht.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2007/06/gustav-steinbrecht-nasceu-em-1808-1885.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMMRn89fyp7ImA9Wx5SFkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-116533060507814992</id><published>2007-07-08T15:55:00.001+01:00</published><updated>2010-08-13T10:58:07.167+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-13T10:58:07.167+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/TGUXJuQiomI/AAAAAAAAAhw/rBcn1q3bDkM/s1600/dAure.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/TGUXJuQiomI/AAAAAAAAAhw/rBcn1q3bDkM/s320/dAure.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: 180%;"&gt;Comandante d'Aure&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nasceu em Toulouse a 2 Junho de 1799 Antoine Philippe Henry Cartier d'Aure, passou com sucesso aos 15 anos no exame de entrada para Saint-Cyr, tendo entrado em 1821 para a Escola de Versailles debaixo da direcção de Pierre-Marie d'Abzac, mostrou qualidades de “ assiette ” posição, destreza e audácia a cavalo, tendo por isso várias vezes sido elogiado pelo seu mestre, sendo ele mesmo que o vai substituir após a sua morte em 1827 na chefia do picadeiro de Versailles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Brilhante como homem e brilhante como cavaleiro, foi a coqueluche da corte Luís XVIII e depois de Carlos X, publicou numerosos trabalhos (sobre a situação da criação do cavalo em França, sobre as coudelarias e sobre a sua concepção de uma escola de equitação modelo) vai ser um inovador no picadeiro de Versailles, sendo ele por vezes a fazer o desbaste dos cavalos novos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com grandes princípios da escola clássica, foi sempre a sua intenção de a simplificar e adaptar à equitação de exterior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No fim do reinado de Carlos X, em 1830 a escola de Versailles foi suprimida e d'Aure vai criar sucessivamente três picadeiros com grande sucesso, no entanto o seu picadeiro da Duphot, exageradamente luxuoso, foi um grande fiasco financeiro “ um d'Aure não se interessa com detalhes sórdidos..” chegando a uma situação de falência, depois graças à ajuda do Lorde Seymour, vai abrir o seu terceiro picadeiro na rua de la chaussée d'Antin.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi na sua época que surgiu o grande debate ou disputa com Baucher que foi motivo de grandes movimentos de apoio para ambos os lados, em resposta a esta rivalidade ambos escreveram livros e depoimentos que em muito contribuíram para o estudo da equitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vai tentar durante muito tempo ser cavaleiro chefe de Saumur, mas um desentendimento que teve com o marechal Soult, ministro de Guerra na época, somente em 1847 consegue isso graças à reforma do marechal e à ajuda do duque de Nemours, que era um d'Aurista fervoroso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nomeado para Saumur, desenvolve uma equitação de exterior, sendo exigente com os seus alunos, considerado um mestre e de grande conhecimento do cavalo, como civil que era, vai ter alguns desentendimentos com alguns militares, principalmente com o coronel Jacquemin, segundo comandante da escola.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dos seus alunos destaca-se o jovem tenente, L’Hotte, ficará em Saumur até 1855, cansado e doente, publicou em 1853 “ Cours d'équitation ”, obra considerada como superior ao seu tratado de 1834, tendo falecido em 1863&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Algumas Citações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Devemos pensar no movimento que queremos executar, depois disso tudo vai só ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Sempre contrabalançar os efeitos da mão pela acção das pernas, tentar mudar as resistências sem nunca abandonar o contacto com a boca do cavalo ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Para possuir um cavalo, o acordo das mãos e das pernas é indispensável »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« um cavalo é como um barco, conduz-se pelas extremidades »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« quanto menos se faz, melhor se faz » &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As princioais obras que publicou foram as seguintes :&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Traité d'équitation (1834)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Réflexions sur une nouvelle méthode d'équitation (1842)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cours d'équitation (1853) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-116533060507814992?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lkWnArsonH0X457J0lGDAb9yAzQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lkWnArsonH0X457J0lGDAb9yAzQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lkWnArsonH0X457J0lGDAb9yAzQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lkWnArsonH0X457J0lGDAb9yAzQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/7fAUKq8Ca94" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/116533060507814992/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=116533060507814992&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/116533060507814992?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/116533060507814992?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/7fAUKq8Ca94/comandante-daure-nasceu-em-toulouse-2.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/TGUXJuQiomI/AAAAAAAAAhw/rBcn1q3bDkM/s72-c/dAure.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2006/12/comandante-daure-nasceu-em-toulouse-2.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYBQn8zeyp7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-116542075684087871</id><published>2007-07-06T16:58:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:49:13.183+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:49:13.183+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/SZ9CIoXtCcI/AAAAAAAAAOI/SfOic2mmrUY/s1600-h/Bucher.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5305031602108959170" src="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/SZ9CIoXtCcI/AAAAAAAAAOI/SfOic2mmrUY/s400/Bucher.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 254px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 288px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: 180%;"&gt;François Baucher&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nascido em Versailles, viveu entre 1796 - 1873 com 14 anos vai para Itália trabalhar com o seu tio, tendo por isso tido também um relacionamento com o mestre equitador Italiano Mazzuchelli.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Regressa a França, Versailles com a idade de 18 anos, em 1820, trabalha no Havre como cavaleiro e professor de equitação, também passa a ser mestre do picadeiro em Rouen.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1833, publica o livro Dictionnaire raisonné d'équitation.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1834 abre em Paris o picadeiro, Pellier e publica igualmente nesse ano a obra « Dialogues sur l'équitation » e uma outra obra em 1837, « Résumé complet des principes d'équitation ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Alguns anos mais tarde, para impor o seu método, ele entra para o circo com os seus cavalos : Partisan, Buridan, Neptune e Capitaine, foi um sucesso e toda a gente começa a considerar Baucher como um professor de equitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1840 publica, « Les passe-temps equestre », em 1842, ele formula a base do seu método, defendendo um dos seus princípios « é necessário destruir as forças instintivas e substituí-las pelas forças transmitidas » sendo assim, ele entende que deve ser feita a destruição no cavalo da possibilidade de ele resistir, actuando através de uma intervenção sobre o sistema muscular do cavalo e flexibilização parcial, como sejam as flexões isoladas de todas as partes do corpo, tanto a pé como montando a cavalo, resultando deste princípio, acabar com esse tipo de resistências.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1842 publica, « Méthode d'équitation » que foi um êxito, mas foi esta obra que veio dividir os cavaleiros da época em duas partes, os adeptos de Baucher e os adeptos do comandante d'Aure.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Resumindo em poucas palavras, este método vai ter como principal objectivo a decomposição do cavalo, isto traduz-se pela ajuda de um tempo de mãos com vibrações, juntamente com o encerramento do cavalo nas pernas do cavaleiro, juntando os ataques das esporas e da vara, impondo assim um equilíbrio artificial onde o cavaleiro “ não leva nada com as mãos, mas leva o cavalo com as pernas ” ( General L’Hotte ).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“ O cavalo flexionado, colocado, ligeiro e suportando os ataques, concentrado na ajuda do efeito conjunto prolongado, em que todas as forças do animal se situam entre as pernas do cavaleiro, tendo todas as forças transmissíveis à sua disposição, conseguindo por isso regular o jogo à sua vontade ” foi esta uma das formulas que fez a sua reputação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi em 1842 que foi feita a tentativa de experimentação do seu método no exército, por várias razões, entre elas mais razões políticas do que técnicas, foi por isso um insucesso a tentativa de utilização do seu método no exército.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A grande parte dos discípulos de Baucher, que eram numerosos, obtiveram resultados inegáveis com o seu método, aqueles que já tinham um certo nome e reconhecimento afastaram-se dos seus métodos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1843, esteve em Saumur, no entanto o comandante d'Aure afasta as suas ideias, desanimado abandona a França e viaja pela Alemanha, Áustria e Itália, regressando a França anos mais tarde, teve um acidente em 1855, que o vai privar de uma grande parte dos seus recursos físicos, Baucher começa então a utilizar uma segunda maneira, os objectivos e os princípios continuam os mesmos, os meios evoluem para uma maior delicadeza e utilização mais reduzida das forças do cavaleiro:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Elevação do pescoço pela sustentação dos punhos, que descontraem a mandíbula, provocando ao mesmo tempo o “ ramener ”, com transporte do peso para trás.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Mãos sem pernas e pernas sem mãos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Apoio progressivo das pernas e das esporas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Decomposição da força e do movimento (paragem e descontracção em resistência).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Procura da ligeireza nas pernas e nas mãos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Estabelecer a ligeireza, pelas meios paragens e pelas vibrações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Resumindo, ele preconizava “ a posse completa das forças do cavalo, para assim o cavaleiro poder ter à sua disposição e à sua vontade qualquer jogo que queira praticar com essas forças ” flexões da mandíbula, da nuca e das extremidades, tudo com uma grande impulsão, sempre dentro de uma procura da liberdade total.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A inspiração da sua segunda maneira apareceu quando ele declarou:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;«Vejam um cavalo correndo na pastagem, que suavidade e que ligeireza no movimento!»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No entanto jamais o mestre esteve perto desta sua verdade, ou seja, de encontrar o equilíbrio do cavalo livre, após o seu acidente Baucher deixou de apresentar cavalos em público, sendo este entusiasmo da sua segunda maneira testemunhado por dois dos seus principais alunos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O General Faverot de Kerbrech&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O General L'Hotte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É preciso reconhecer que os seus novos meios marcaram um enorme progresso sobre a primeira maneira, no entanto eles não permitem por completo chegar ao objectivo fixado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Agora não pretende a oposição constante das mãos com as pernas para criar com pressão um equilíbrio artificial, mas situa-se longe dessa concepção, ele pretende o equilíbrio do cavalo pelo próprio cavalo, um cavaleiro com a preocupação de não intervir e de se fazer sentir com uma maior discrição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A novidade do Baucherismo a sua precisão didáctica e de aparência cientifica, tem por finalidade seduzir o pensamento do século XIX, sendo pela aplicação das ajudas até por vezes violentas e habilidosas, que Baucher vai obter as atitudes pretendidas, montando cavalos na sua maior parte de sangue Inglês, que ele constrói dentro de um equilíbrio artificial, mais adequado a estender o cavalo que a reuni-lo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As “ Baucherizações ” aplicadas pelo autor eram verdadeiras prisões às quais os cavalos deveriam ceder, de qualquer forma, dentro de todo o arsenal “ Baucherista ” não é possível obter uma encurvação harmoniosa do conjunto, que flexibiliza e leva o cavalo a se equilibrar sozinho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O “ Baucherismo ” foi incapaz de sobreviver aos seus excessos e às suas contradições, no entanto deixou alguns princípios válidos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• A utilização progressiva da espora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Ausência de oposição entre as mãos e as pernas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• As flexões a pé nos cavalos contraídos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• Um “ rassembler ” aplicável aos cavalos rígidos e desequilibrados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;• O balancear da mão que corrige o antemão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-116542075684087871?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/E8TY4UXRNJXazfieNH9vuuUu3KQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/E8TY4UXRNJXazfieNH9vuuUu3KQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/E8TY4UXRNJXazfieNH9vuuUu3KQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/E8TY4UXRNJXazfieNH9vuuUu3KQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/pIxWZQCqYgg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/116542075684087871/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=116542075684087871&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/116542075684087871?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/116542075684087871?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/pIxWZQCqYgg/franois-baucher-nascido-em-versailles.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/SZ9CIoXtCcI/AAAAAAAAAOI/SfOic2mmrUY/s72-c/Bucher.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2006/12/franois-baucher-nascido-em-versailles.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYMQng4fCp7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-117086749673267159</id><published>2007-07-05T17:56:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:49:43.634+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:49:43.634+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Rnjw7rfvoGI/AAAAAAAAABo/regFXhajSGE/s1600-h/Gueriniere+epaulededans1736.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078073487939051618" src="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Rnjw7rfvoGI/AAAAAAAAABo/regFXhajSGE/s400/Gueriniere+epaulededans1736.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;La Guérinière&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nasceu em Maio de 1688 em Essay na Normandie, François Robichon de la Guérinière, teve a patente de ser o cavaleiro do Rei em 1715 e instala-se em Paris onde vai dirigir o picadeiro da rua de Vaugirard, segue os ensinamentos de Vendeuil que foi quem lhe ortografou o prefácio do seu livro “ Ecole de Cavalerie ” possivelmente Anne-François de Vandeuil dirigia uma academia equestre na rua das Canettes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Graças à protecção do principe Charles de Lorraine, grande cavaleiro do Rei, ele é nomeado cavaleiro das grandes cavalariças do Rei no picadeiro das Tuileries em 1730.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na sua obra ele cita como os seus principais inspiradores Plessis (1620-1696, mestre de Louis XIV) e Vallée que não deixou obra escrita e reconhece somente dois autores, Broue, que foi aluno do ilustre Jean-Baptiste Pignatel (ou Pignatelli) e do Duque de Newcastle, fidalgo inglês, “ 0 mais conhecedor homem de cavalos do seu tempo”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Somente consagrou algumas linhas a Pluvinel, sobre o trabalho nos pilões, no primeiro capítulo do seu livro, ele expõe a sua ambição de clarificar a equitação devido a existir uma grande confusão e desordem nos conceitos equestres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A sua obra considerada como uma bíblia da equitação, permite não somente codificar e clarificar os princípios dos seus predecessores, mas sobretudo elaborar as bases de uma nova escola mais simples e mais natural, mais adaptada à utilização habitual do cavalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi o primeiro a defender que todos os cavalos não são capazes de executar o mesmo trabalho e que as exigências devem ser adaptadas às capacidades do cavalo. “...aqueles a que a natureza deu uma boca excelente, ancas sólidas com ligamentos unidos e flexíveis...” como também os que ele chamava “ bravos cavalos ”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Deram-lhe a paternidade da espádua a dentro, e da descida de mão “ uma ajuda mais subtil e das mais eficazes ” ele vai inovar igualmente na posição do cavaleiro, contrariando a rigidez até então existente, passando a ter o estribo menos longo e o cavaleiro mais sentado à frente na sela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por volta de 1740 fez um segundo livro « Les éléments de cavalerie » que é um resumo do primeiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sabe-se pouco sobre a sua morte que ocorreu no dia 2 de Julho de 1751 em Versailles ou nas Tuileries, não se sabendo também o local onde foi sepultado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Algumas Citações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os imitadores do equilíbrio tão desejado, amortecem a coragem de um bravo cavalo e lhe retiram toda a beleza que a natureza lhe deu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O conhecimento da natureza do cavalo é um dos primeiros fundamentos da arte de montar a cavalo, por isso todos os homens de cavalos devem fazer esse importante estudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A boa mão encerra três qualidades que servem para ter a ligeireza a suavidade e o cavalo reunido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-117086749673267159?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4Ni9okhhJjuwmmv5xiVuYa03BM8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4Ni9okhhJjuwmmv5xiVuYa03BM8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4Ni9okhhJjuwmmv5xiVuYa03BM8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4Ni9okhhJjuwmmv5xiVuYa03BM8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/fjyuGo9s8Xk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/117086749673267159/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=117086749673267159&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/117086749673267159?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/117086749673267159?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/fjyuGo9s8Xk/la-gurinire-nasceu-em-maio-de-1688-em.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Rnjw7rfvoGI/AAAAAAAAABo/regFXhajSGE/s72-c/Gueriniere+epaulededans1736.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2007/02/la-gurinire-nasceu-em-maio-de-1688-em.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUFQn07cSp7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-8738183315172069526</id><published>2007-07-04T10:04:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:50:13.309+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:50:13.309+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Rnjt6rfvoFI/AAAAAAAAABg/uV90G2FjEWQ/s1600-h/pluvinel+1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078070172224299090" src="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Rnjt6rfvoFI/AAAAAAAAABg/uV90G2FjEWQ/s400/pluvinel+1.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;Antoine de Pluvinel&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="Biographie"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Antoine de Pluvinel nasceu em França na localidade de Crest tendo vivido entre 1552 e 1620 com dez anos de idade é enviado por seu pai, Jean de Pluvinel, para Itália para cidade de Nápoles, onde vai trabalhar na academia fundada por Frederico Grisone, debaixo da direcção de Gioanni Pignatelli, por volta de 1571 ou 1572 regressa a França sendo apresentado ao rei Carlos IX, pelo cavaleiro, M. de Sourdis.&lt;br /&gt;
Em 1594, vai ser escolhido como cavaleiro principal de Henri III e depois de Henrique IV, tendo também Pluvinel sido autorizado a fundar em Paris uma academia destinada a aperfeiçoar a equitação destinada à nobreza francesa no exercício de montar a cavalo.&lt;br /&gt;
Nesta época com efeito toda a nobreza devia saber montar bem a cavalo, sendo a destreza desse exercício uma marca de nobreza, mas a equitação na época tinha principalmente como finalidade a destreza na guerra conforme a tradição da época.&lt;br /&gt;
Foi o verdadeiro percursor da escola de equitação francesa, Antoine de Pluvinel foi ele quem fez evoluir as técnicas equestres utilizadas em Itália no fim do século XVI.&lt;br /&gt;
A sua obra escrita e em ele trabalhou e desenvolveu os seus métodos, será publicada após o seu desaparecimento com o título « le maneige royal » depois foi refeita e revista pelo seu amigo e aluno Menou de Charnizay, como sendo um agradecimento e fidelidade ao mestre, mas com o título « l'instruction du roi en l'exercice de monter à cheval ».&lt;br /&gt;
Este celebre tratado de equitação, escrito sob a forma de manual de ensino do jovem Louis XIII para o iniciar na arte de montar a cavalo e ensinando como « se deve fazer para que os cavalos em pouco tempo fiquem obedientes » no entanto a principal atitude de Antoine de Pluvinel vai ser o suavizar dos ensinamentos que recebeu em Itália.&lt;br /&gt;
Os seus ensinamentos distinguem-se com efeito daqueles que os seus mestres italianos lhe transmitiram em dois princípios fundamentais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;· A psicologia do cavalo não deve ser desprezada,&lt;br /&gt;
· O cavalo deve ser considerado como um ser sensível e inteligente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vai constatar que cada cavalo possui as suas próprias características, defeitos e qualidades, numa só palavra possuem uma personalidade, a sua principal preocupação é o bem-estar do cavalo, Pluvinel teve a iniciativa de rejeitar certos métodos e procedimentos brutais da escola Italiana, elaborou ensinamentos que ainda são as linhas mestras da actualidade, com efeito ele preconizou a discrição das ajudas e os métodos suaves, a utilização de freios simples e recomendou a flexibilização do cavalo e o trabalho em duas pistas, sendo somente utilizados os meios artificiais como complemento, Pluvinel também recomendou principalmente de nunca se servirem nem recorrerem aos maus tratos no cavalo, mas tratar o cavalo com rigor e disciplina, sem nunca perderem a confiança na superioridade técnica do homem.&lt;br /&gt;
Pluvinel põe em prática os pilões de ensino que permitem flexibilizar o cavalo sem que para isso seja necessário o cavaleiro estar montado, também desenvolve o abaixamento das ancas do cavalo como ainda hoje se faz em Viena de Áustria na célebre Escola de equitação.&lt;br /&gt;
Pluvinel pode ser considerado o pai da equitação moderna, ou então o último cavaleiro tradicional, foi ele que fez a passagem de uma escola de guerra para uma escola de prazer e encanto.&lt;br /&gt;
Os ensinamentos de Antoine de Pluvinel serão depois retomados e aperfeiçoados e suavizados, por François Robichon de la Guérinière.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-8738183315172069526?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mkCUeoOxG4TZPqJcaTnFAphciW0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mkCUeoOxG4TZPqJcaTnFAphciW0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mkCUeoOxG4TZPqJcaTnFAphciW0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mkCUeoOxG4TZPqJcaTnFAphciW0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/kemipvL3oC8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/8738183315172069526/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=8738183315172069526&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/8738183315172069526?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/8738183315172069526?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/kemipvL3oC8/antoine-de-pluvinel-antoine-de-pluvinel.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Rnjt6rfvoFI/AAAAAAAAABg/uV90G2FjEWQ/s72-c/pluvinel+1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2007/06/antoine-de-pluvinel-antoine-de-pluvinel.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUHSHc-fCp7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-7520097216200932428</id><published>2007-07-03T14:01:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:50:39.954+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:50:39.954+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RnkldrfvoII/AAAAAAAAAB4/SCaktLQKpr4/s1600-h/Frederico+Grisone.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="209" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078131246659248258" src="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RnkldrfvoII/AAAAAAAAAB4/SCaktLQKpr4/s400/Frederico+Grisone.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 187px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 258px;" width="312" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: 180%;"&gt;Frederico Grisone&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Frederico Grisone, cavaleiro da academia de Nápoles, publicou em 1550, em italiano a obra “ Gli Ordini di Cavalcare ”, que foi um tratado de equitação que obteve um sucesso prodigioso tendo por isso sido feitas inúmeras reedições e traduções. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Encontramos na sua obra, princípios muito diferentes e que até por vezes dão a ideia de serem contraditórios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Frederico Grisone concilia no cavalo uma inteligência capaz de desenvolver raciocínios assim como também, uma vontade e sentido de reflexão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Atribui as resistências do cavalo à sua má vontade, nesse pressuposto cada fase do ensino do cavalo deve ser iniciada com a maior suavidade, com muita paciência e evolução progressiva, no entanto se o cavalo resiste ou se defende mais tempo que o previsto, Grisone não aceita a má compreensão do cavalo, dizendo que o cavalo está “ lascivo, obstinado, furioso, maldoso... ”, então para isso ele preconiza castigos de uma extrema violência sendo de tal forma violentos que se tornam pitorescos, conforme se pode ver nas gravuras da época. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para Grisone que começou pela iniciação da progressão do ensino do cavalo, ele conserva no entanto a força e o castigo como meio de atingir os fins pretendidos no ensino do cavalo, se Grisone era muito suave com os cavalos obedientes, ele punia com extrema ferocidade sem qualquer tipo de disfarce os cavalos com mais complicados e difíceis, dizendo que eram cavalos do tipo “ vagabundos, patifes ” cavalos indomáveis “ Se o cavalo, ou por medo ou por obstinação, etc.. não quer se aproximar do cavaleiro para se deixar encaminhar, então vamos dar-lhe uma pancada com a vara entre as orelhas e sobre a cabeça, tendo atenção aos olhos, mas sobre todas as partes do corpo onde ele está a menos …., etc. ”&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="rnote114"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="rnote113"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; A escola Italiana antecede e prefigura amplamente a escola Francesa e as suas futuras formulas “ é preciso que o corpo do cavaleiro esteja justo ao cavalo, para assim ele poder responder às ordens do cavaleiro ” e também dizia que “ devemos cavalgar e permanecer em cima do cavalo longo tempo e com grande coragem, sem ter receio dele, mas ambos tendo uma vontade comum ” A voz para os mestres de equitação Italianos será um trunfo importante na influência do cavalo, Grisone para encorajar o cavalo dizia " Hap ! Hap !" ou "Hep ! Hep ! " e quando ele queria fazer o cavalo saltar ou avançar ou atirar lançando-se dizia " Hop ! Hop ! " e se o cavalo resistia, ele dava um grito violento, com uma voz terrível, conforme as atitudes do cavalo dizia frases ou sons mais ou menos divertidos " li, ou lá ! Ha, ha traidor ! Ha arisco ! volta, volta, para ! volta aqui, volta lá !" entre outras frases do tipo de interjeições.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="rnote115"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Grisone continua, a sua explicação dizendo “ Mas também quando o cavalo é vencido e se torna obediente é preciso imediatamente darmos-lhe o prazer de o acariciar no pescoço, dizendo em voz baixa, ho, ho, ho, ho ! ” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-7520097216200932428?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DFpWqOU1BE7xou7NbG_AkzI7XOY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DFpWqOU1BE7xou7NbG_AkzI7XOY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DFpWqOU1BE7xou7NbG_AkzI7XOY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DFpWqOU1BE7xou7NbG_AkzI7XOY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/fuemly4CAjU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/7520097216200932428/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=7520097216200932428&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/7520097216200932428?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/7520097216200932428?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/fuemly4CAjU/frederico-grisone-frederico-grisone.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/RnkldrfvoII/AAAAAAAAAB4/SCaktLQKpr4/s72-c/Frederico+Grisone.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2007/06/frederico-grisone-frederico-grisone.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcBQHw7fip7ImA9WhZRGUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-7981539112520674809</id><published>2006-12-28T20:46:00.001+01:00</published><updated>2011-04-16T19:54:11.206+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-16T19:54:11.206+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Bertalan Nemethy&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/TC5BkI4HuSI/AAAAAAAAAeg/iclUH4omP6Y/s1600/Bertalan+de+Nemethy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" rw="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/TC5BkI4HuSI/AAAAAAAAAeg/iclUH4omP6Y/s320/Bertalan+de+Nemethy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Bertalan Nemethy foi treinador da equipa de salto de obstáculos dos EUA entre 1955 a 1980 tendo falecido16 de Janeiro de 2002 com a idade de 90 anos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Debaixo da sua direcção os EUA ganharam diversas medalhas, nomeadamente de prata em 1960 nas Olimpíadas de Roma e em 1972 nas Olimpíadas de Munique, nos jogos Pan americanos ganhou também várias medalhas de ouro nos anos de 1959, 1963, 1975 e 1979, individualmente como treinador &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos jogos Pan Americanos ganhou medalhas com Mary Mairs Chapot em 1963 e com Michael Matz em 1979, como treinador Nemethy participou em 144 Taças das Nações e ganhou quase metade pois ganhou 71 vezes essa competição, os seus cavaleiros individualmente ganharam grandes prémios tanto nos EUA como internacionalmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As mais notáveis vitórias individuais foram a Medalha de Ouro de Bill Steinkraus em 1968 na cidade do México nos Jogos Olímpicos e com Neal Shapiro a medalha de Bronze em 1972 nas olimpíadas de Munique, também a sua equipa ganhou da Federação Equestre Internacional (FEI) o President's Trophy em 1966 e 1968.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nemethy atingiu a sua grande notoriedade e reconhecimento no salto de obstáculos em 1987, tendo sido feito membro “ Charter Class ” juntamente com Bill Steinkraus e o lendário saltador Idle Dice.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tendo sido oficial de cavalaria Húngaro e instrutor na Real Escola de Cavalaria húngara, Nemethy foi para os E.U.A. em 1952 tendo se tornado famoso por ter um regime de treino rígido para os cavaleiros americanos dando principal ênfase no ensino e na ginástica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adicionalmente, Nemethy foi quem desenhou o percurso notável para as Olimpíadas de Los Angeles em 1984 e em 1989 para a final da taça das Nações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele também ministrou muitas clínicas de treino em Inglaterra, Irlanda, Suíça, Holanda, Hungria, Canadá, México, Argentina, Venezuela e Colômbia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-7981539112520674809?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JQ_K6JbMzMV3FZ6z_xy_6daONG0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JQ_K6JbMzMV3FZ6z_xy_6daONG0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JQ_K6JbMzMV3FZ6z_xy_6daONG0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JQ_K6JbMzMV3FZ6z_xy_6daONG0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/5lHHKQNg0wE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/7981539112520674809/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=7981539112520674809&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/7981539112520674809?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/7981539112520674809?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/5lHHKQNg0wE/bertalan-nemethy-foi-treinador-da.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/TC5BkI4HuSI/AAAAAAAAAeg/iclUH4omP6Y/s72-c/Bertalan+de+Nemethy.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2010/07/bertalan-nemethy-foi-treinador-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEIEQ3g-cCp7ImA9WhZQEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-5617218962323419236</id><published>2006-12-25T18:59:00.000+01:00</published><updated>2011-04-17T13:15:02.658+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-17T13:15:02.658+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;MÉTODO DE BAUCHER&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O método de Baucher veio alterar os conceitos de ensino do cavalo, « o cavalo após o nascimento de Baucher&amp;nbsp;jamais será o mesmo » François Baucher foi o responsável pelo aparecimento de uma nova época e revolução no ensino do cavalo.. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;O MÉTODO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: large;"&gt;A PRIMEIRA MANEIRA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: large;"&gt;Forças Instintivas&amp;nbsp;E Forças Transmitidas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;1 -O princípio de base da flexibilização, transmissão e Flexão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Flexões - Recuar - Rotações&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;2 - O efeito conjunto e o « Rassembler »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Reunião da todas as partes do cavalo que se desviam »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;3 - A espora&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« O cavalo que não esteja submisso estará imperfeitamente ensinado »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Flexões da Mandíbula e do Pescoço&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A - Flexão lateral da mandíbula&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;B - Flexibilização do pescoço e a flexão directa da mandíbula&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;C - Flexão lateral do Pescoço&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;D - Flexão directa da mandíbula e do pescoço&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E - Flexões laterais do pescoço estando a cavalo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;F - Flexão directa da cabeça e do pescoço&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;G - Flexão directa da mandíbula a pé com o pescoço do cavalo elevado e a cabeça horizontal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;A SEGUNDA MANEIRA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Posição do Cavaleiro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Mãos Sem Pernas e Pernas Sem Mãos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Os Diferentes Estados de Equilíbrio &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;« Se neste momento você montasse os meus antigos cavalos Partisan, Capitaine, Neptune e Buridan, tão admirados outrora, não os acharia ensinados, pois muito grande é a distância que os separa dos meus cavalos de agora. » &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-5617218962323419236?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/S2Zb4hwGPYruvYJpnPUKThdp7AM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/S2Zb4hwGPYruvYJpnPUKThdp7AM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/S2Zb4hwGPYruvYJpnPUKThdp7AM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/S2Zb4hwGPYruvYJpnPUKThdp7AM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/QyEU5ndFy_w" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/5617218962323419236/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=5617218962323419236&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/5617218962323419236?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/5617218962323419236?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/QyEU5ndFy_w/o-baucherismo.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2008/10/o-baucherismo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkUNQHg4eCp7ImA9WhZRGUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-691037762961405935</id><published>2006-12-25T14:35:00.000+01:00</published><updated>2011-04-16T19:58:11.630+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-16T19:58:11.630+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Análise da obra de Steinbrecht pelo General Decarpentry&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: large;"&gt;« Le Gymnase du Cheval » &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi sem dúvida nenhuma o poder dos processos de Baucher que conduziram grande parte dos cavaleiros franceses a preferi-los às práticas da escola antiga, negligenciando esses anteriores estudos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sempre que a nova doutrina do « inovador » foi analisada ou remexida por uma boa dúzia de autores hípicos e em particular pelos mestres tais como, o capitão Raabe, ou o General Faverot de Kerbrech, o método de La Guérinière, não foi para nós objecto de um estudo aprofundado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na Europa central a influência de Baucher teve sempre algo de falível tendo ele rapidamente e completamente desaparecido. Os cavaleiros germânicos tiveram perseverança na prática da arte equestre, paciência, aplicação e engenhosa tenacidade que caracteriza a sua raça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ficaram fiéis aos princípios e aos processos dos antigos, eles consideraram que a melhor expressão tinha sido formulada por La Guérinière na obra « L’Ecole de Cavalerie » tendo sido qualificada pelos grandes artistas alemães como a « Bíblia Equestre ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Longe de se agarrarem ao texto desta obra, eles analisaram o espírito do método que ele expõe, aprofundaram as ideias e os seus princípios decompondo o mecanismo do seu processo acabando na técnica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Entre as obras que eles consagraram a este estudo, a obra « Gymnase du Cheval » de Steinbrecht é certamente o tratado de alta escola mais completo que alguma vez foi escrito, podemos dizer que é um verdadeiro monumento da arte equestre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nasceu em 1808 Gustav Steinbrecht tendo feito os seus estudos de medicina veterinária em Berlim, durante o curso aprendeu a montar a cavalo no picadeiro de Seeger, que não tardou a descobrir os dons excepcionais do seu aluno para a equitação, após a saída da escola de medicina veterinária, Steinbrecht decidiu seguir a carreira de cavaleiro. Após oito anos num picadeiro em Magdebourg regressa a Berlim em 1849 para suceder a Seeger tendo casado com a sua sobrinha, e com a fobia anti baucherista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dez anos mais tarde toma a direcção do picadeiro de Dessau para regressar definitivamente a Berlim em 1865 tendo falecido em 1885.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As notas de Steinbrecht foram redigidas dia após dia e serviram de base à sua obra, foram escritas no decurso dos seus últimos vinte e cinco anos não tendo sido ele infelizmente a finalizar e compilar a totalidade da sua obra, sendo a redacção a partir do trabalho a galope feita por um seu aluno, Plinzner que foi acusado de ter um pouco mais de seu no que escreveu, que do seu mestre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em 1935 o coronel von Heydebreck que tinha sido colocado nas cavalariças do imperador local onde Plinzner tinha estado na direcção durante os seus últimos anos, publicou uma nova edição do Gymnase, esforçando-se por distinguir entre a interpretação de Plinzner e a interpretação de Steinbrecht, teve como objectivo principal em não modificar nem deformar o espírito da obra magistral que constitui a obra mais completa exposta sobre o « antigo testamento » equestre em face do « novo evangelho » que se deve a Baucher.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O princípio do método de La Guérinière, fielmente exposto e sabiamente desenvolvido por Steinbrecht é exactamente o oposto do método de Baucher.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Baucher aplica os seus procedimentos de ginástica a cada uma das partes do cavalo separadamente, localizando os seus efeitos numa região perfeitamente delimitada, dedicando-se simplesmente a essa parte do cavalo, através de uma atitude imposta ao cavalo, isolando por assim dizer as partes do corpo do cavalo e também evitando a propagação dos efeitos a outras regiões do cavalo, dizia « combater somente uma resistência de cada vez » ensinava Baucher.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Steinbrecht ao contrário dizia que se devia constantemente e simultaneamente participar em todas as partes do corpo do cavalo fazendo isso através da execução de exercícios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Será sempre a totalidade do organismo que age como resistência geral e será ao seu conjunto que se deve combater, o princípio fundamental dos seus ensinamentos são bastante bem expressos na frase que ele partilha com o seu mestre Seeger « é pelo todo, dentro de um conjunto, que devemos constantemente trabalhar o cavalo ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Existem diferenças entre os processos das duas escolas relativamente ao treino e progressão de cada uma delas e entre os princípios que lhes servem de base.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Baucher tem como esforço desde o princípio e durante todo o período do seu ensino de dar ao cavalo uma mobilidade em todos os sentidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Steinbrecht pretende exactamente o contrário, impondo um esforço ao motor do cavalo num sentido único que é de trás para a frente, onde a massa do cavalo como um todo tomba pouco a pouco para debaixo do seu completo domínio, entre as barreiras e as paredes do corredor das suas ajudas, sempre numa direcção o mais rectilínea possível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vai ser somente quando todas as forças do cavalo são bem captadas e canalizadas que ele vai transformar a direcção rectilínea numa imposição de encurvação progressiva, até chegar ao círculo através de uma evolução gradual, sem perder um só instante o controle absoluto no dispêndio das forças do motor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enquanto a flexibilização do conjunto cavalo é iniciado pelo mínimo de encurvação da lateral da « raquis », o que Baucher contradiz em absoluto e fala muito pouco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vai ser partindo dos resultados adquiridos na encurvação lateral progressiva da espinha dorsal do cavalo que se vai comandar todas as partes do corpo do cavalo, sendo por isso que Steinbrecht passa insensível à flexibilização do plano vertical, enquanto Baucher vai proceder directamente da frente para trás através do recuar e de trás para diante pelo « rassembler através do ataques ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Encontrámos em cada passo se seguirmos paralelamente as duas progressões, as mesmas diferenças de concepção e de execução, na finalidade a que se propõe cada um dos mestres : Steinbrecht procura a ligeireza através do « rassembler » para ele estes dois estados confundem-se.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Baucher esforça-se por obter dentro de todas as atitudes um aprumo regular tanto fora de um estado de « rassembler » como dentro desse estado, para Baucher a ligeireza e o « rassembler » são estados de estudo distintos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É extremamente difícil de analisar a obra de Steinbrecht « Le Gymnase du Cheval » e quase que impossível de a resumir, todas as partes estão intimamente ligadas sem as podermos estudar separadamente, pois corremos o risco de romper a continuidade do seu desenvolvimento, por isso a progressão efectua-se por graus aos quais não podemos perder a sequência, podemos traçar um esboço da « Gymnase » seguindo os grandes traços e a linha que conduz desde o ponto de partida até a sua conclusão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O cavalo estando francamente decidido no movimento para diante pelo desenvolvimento do seu post-mão e pela prática de andamentos activos e procurando confiança no apoio da mão, Steinbrecht vai esforçar-se por modificar a sua atitude de conjunto pelo cruzamento progressivo e entrada dos posteriores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O único processo que ele emprega com esta finalidade é a flexão lateral alternada de um lado e do outro da raquis, que treina o avanço relativo para debaixo da massa do posterior interno, isto é aquele que está colocado do lado concavo da flexão, para depois chegar à linha direita pelo exercício a que ele chamou « espádua à frente ».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O afastamento dos anteriores vai ser menor que o dos posteriores devido à sua conformação, Steinbrecht leva um dos anteriores para a frente do posterior do mesmo lado e mantém o cavalo nessa atitude que ele só consegue conservar com o cavalo encurvado na sua linha dorsal com a ajuda da perna do cavaleiro, impedindo ao posterior externo escapar do lado oposto da flexão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A duração do exercício para cada um dos posteriores alternadamente é muito curta e progressivo aumento, será enquanto o cavalo conserva uma atitude franca e com impulsão e facilidade nos movimentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O sentido do jogo dos posteriores não é modificado, eles tem uma progressão na linha direita, dentro de uma atitude natural do cavalo, será o tronco que vem repousar sobre o posterior interno mais pesadamente que sobre o oposto, ficando o posterior interno com uma sobrecarga, impondo-lhe assim uma maior actividade tanto na flexão como na sua distensão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pela acentuação da flexão lateral do corpo do cavalo, Steinbrecht passa facilmente da « espádua à frente » à « espádua a dentro » o anterior interno não é mais levado sozinho para a pista do posterior do mesmo lado, mas levado de fora para dentro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O primeiro grau da espádua a dentro vai surgir quando o anterior externo se desloque na mesma pista que o posterior interno, vamos dizer que é a espádua a dentro mínima, caso seja possível dizer isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O cavalo desloca-se agora em duas pistas mas é o antemão que está mais contíguo do post-mão a pista do anterior externo e do posterior interno confundem-se, o anterior interno e o posterior externo são separados por duas espessura do cavalo, a progressão efectua-se ligeiramente em viés de um lado para o outro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Então sendo a espádua a dentro um exercício especial que se distingue pela sua finalidade e pelos meios que a precedem e que a sucedem, para os nossos vizinhos é uma das milhares de imagens instantâneas de um filme sem eclipses, um momento na progressão ininterrupta de um trabalho de flexibilização continuo da raquis, começado sobre um única pista rectilínea para depois ser encurvada, seguindo em duas pistas até chegar à pirueta sobre as ancas inclusivamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estas duas interpretações de um texto claro são as características das diferenças de forma entre o espírito alemão e o latino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As consequências do afastamento desta divergência e dos métodos aplicados mostram isso ainda mais nitidamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A espádua a dentro escrita por Guérinière é um movimento « oblíquo e circular » mas a sua obliquidade é o elemento novo do exercício na progressão do ensino, enquanto que a encurvação é a sequência da flexão prévia do cavalo sobre a linha curva, a espádua a dentro é para Guérinière inseparável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para nós o elemento novo é o passo que é contínuo, sobre a permanência, a obliquidade foi levada à encurvação até à exaustão por alguns dos nossos cavaleiros do século XIX.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Eles colocaram o essencial da espádua a dentro na obliquidade, obtida pela oposição das espáduas às ancas, pelo efeito lateral de ajudas internas, de tal maneira que muitos de entre eles tem por equivalência a expressão de espádua a dentro e garupa para fora que definem como exercícios radicalmente opostos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este desvio do sentido que deram à espádua a dentro e no seu inventor, não se produziu nos cavaleiros para além do Reno, mas a deformação inversa não foi poupada, foi também o cavaleiro Schmidt que numa brochura remarcou o trabalho em duas pistas, tendo rejeitado a espádua a dentro após a confirmação do cavalo no passo de lado, por receio em alterar a sua encurvação no decurso da procura da obliquidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por estar dirigido em sentido inverso da nossa espádua a dentro esta alteração do pensamento de La Guérinière não foi menos flagrante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Steinbrecht soube evitar um e outro e por conseguinte no seu trabalho obteve simultaneamente e incontestavelmente a vontade de La Guérinière, a obliquidade do cavalo por proveito no sentido do seu percurso e da sua encurvação do lado oposto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ele expõe com luxo os detalhes que podem parecer excessivos numa primeira abordagem, mas quando os comparamos com as 20 ou 25 páginas do seu texto fechado, depois de alguns parágrafos de ler La Guérinière reconhecemos que se após a leitura meditarmos nenhum dos detalhes é inútil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Após ter cuidadosamente especificado a finalidade do exercício numa série de flexibilizações de que ele é inseparável e das disposições que convém dar ao cavalo para conseguirmos alcançar o que pretendemos, ele junta à sua enumeração um pouco seca das « vantagens » atribuídas por La Guérinière aos efeitos do movimento em que « como » e o « porquê » de cada uma destas « vantagens » vai ser o que o autor de « L’ecole de Cavalerie » indica na sua obra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois Steinbrecht passa à prática e execução do exercício e o resto fica confuso perante a « plenitude » dos seus ensinamentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A regra de cada ajuda é no entanto exposta não somente no sentido do jogo que lhe é própria mas por consequência de todas as outras e dentro de uma acção comum, a submissão do cavalo é então admitida por hipótese.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Escusando-se de cair ele mesmo em defeitos de corte, acreditamos poder dar uma ideia da perfeição dos seus estudos sucessivos enumerando todas as partes que concernem ás regras da rédea exterior direita por exemplo na espádua a dentro à esquerda, será que por efeitos judiciosamente diferenciados que asseguram a condução do cavalo no seu percurso, regulando em conformidade com a outra rédea, a flexão lateral e a altura do pescoço, determinando com a perna interior, o « rassembler » por oposição com a perna exterior, segurando a fuga lateral do post-mão, sem falar bem entendido, na sua participação permanente na regulação da velocidade e na variação da cada um dos efeitos particulares e descritos com muita minúcia e precisão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Podemos com um pouco de má vontade dizer que Steinbrecht não finalizou a sua obra, mas os eminentes valores dos seus ensinamentos aparecem sem serem contestados e com uma clareza de interpretação e de estudo, que o personificam inteiramente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nesta sequência ele relata uma a uma, todas as formas de resistência, abertas ou dissimuladas, que o cavalo pode opor às acções do cavaleiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Da revolta declarada à obediência falsa, todos os modos de insubmissão, de fraude, de evasão dissimulada, de obediência fictícia, são denunciadas com a indicação precisa das disposições físicas que levam o cavalo a este tipo de atitudes, pois para cada uma das resistências, Steinbrecht prescreve um remédio apropriado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ele indica que as modificações que convém fazer para as reduzir e o jogo teórico das ajudas e o ajustamento das disposições especiais para caso em particular, a precisão das descrições que ele menciona fazem a admiração do talento do seu autor, Steinbrecht era mesmo um mestre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tendo cuidadosamente assegurado às suas ajudas impulsivas um poder irresistível antes de começar com a flexibilização geral e o « aperfeiçoamento » do conjunto que resultam da série de flexões da coluna vertebral do cavalo, Steinbrecht encontra-se após a sua conclusão em condições de impor ao seu aluno as medidas da « acção » e a « posição » que determina a natureza e a forma dos seus movimentos e andamentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Virtualmente o cavalo é ensinado e o resto da sua educação não incluí mais do que exercícios e aplicações de treino de ginástica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Steinbrecht continua a sua exposição com uma minuciosa progressão habitual bem entendida e indicando a solução para cada uma das dificuldades que se pode encontrar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não podemos folhear nem percorrer o « Gymnase » é pois necessário ler do princípio ao fim sem saltar uma única frase é um verdadeiro trabalho pouco familiar para alguns cavaleiros mais acostumados ao esforço físico do que ao esforço intelectual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas como rapidamente pagamos este esforço da perseveração da leitura, enquanto ganhamos pela pertinência das observações do autor e seduzidos pela subtileza do encadeamento que as une, principalmente quando temos a sua própria experiência de ensino, sentindo a satisfação de encontrar a cada instante metodicamente formulado, uma das suas observações quase inconscientes que sugerem alguma confusão e que na prática quando aparecem repentinamente são como a luz de um feixe de projector.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não saberemos testemunhar a grande gratidão do tradutor de uma obra que está até ao presente quase desconhecida em França apesar do seu valor capital.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para efectuar com perfeita fidelidade a tradução para o francês um germanista também distinguido como ele foi não é suficiente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Faltava ainda que seja dobrado por um homem de cavalos experiente e dotado de uma perseverança a toda a prova como o comandante Edouard Dupond que tem a cultura equestre e por sua vez de cavaleiro, permitindo concluir a perfeição de um trabalho esmagador.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O comandante guardou bem a vontade de vestir em francês o pensamento alemão é uma obra irrealizável quando se trata de uma obra propriamente técnica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O vestido que talhamos na língua francesa é sempre apertado pois as mangas serão sempre curtas para este tipo colete justo ao corpo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O comandante Edouard Dupond deixou à versão francesa do « Gymnase » um amplo casaco e por isso o mestre Steinbrecht veste a sua obra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os privilégios que disputam os exemplares desta edição não serão para manifestar o grande agradecimento ao autor mas sim a fiel reconstituição em francês dos ensinamentos de funcionamento germânico de Steinbrecht. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-691037762961405935?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HQhjHo23WxIQI978hB97CXtoIgA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HQhjHo23WxIQI978hB97CXtoIgA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HQhjHo23WxIQI978hB97CXtoIgA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HQhjHo23WxIQI978hB97CXtoIgA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/PsapuNk84V0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/691037762961405935/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=691037762961405935&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/691037762961405935?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/691037762961405935?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/PsapuNk84V0/analise-da-obra-de-steinbrecht-le.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2009/04/analise-da-obra-de-steinbrecht-le.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU4FRnw9fyp7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-932253948874630657</id><published>2001-01-03T18:39:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:45:17.267+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:45:17.267+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/S-WEqcCJOCI/AAAAAAAAAW4/yjN3dt4Uptw/s1600/tegels.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468923187125893154" src="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/S-WEqcCJOCI/AAAAAAAAAW4/yjN3dt4Uptw/s400/tegels.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 265px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 197px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;PENSAMENTOS SOBRE EQUITAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- "O verdadeiro paraíso terrestre reside sobre o dorso de um bom cavalo." (Máxima Árabe).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Andar a cavalo é estar em contacto com um ser cheio de vida e de energia, sensível e delicado, que responde aos nossos mais ligeiros movimentos, quando somos capazes de o compreender.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A prática da equitação não exige da parte do cavaleiro meios físicos excepcionais, nem a má conformação, nem o temperamento constituem um obstáculo para impedir a sua prática, como ginástica física e mental, tem utilidade manifesta para todos os homens e mulheres, velhos e novos, magros e gordos, altos e baixos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A equitação é sem dúvida, uma autêntica arte e não uma ciência exacta, como a matemática, é por isso um verdadeiro absurdo pretender demonstrar por meio de fórmulas algébricas ou de cálculos de mecânica, os problemas equestres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O conhecimento da locomoção, das leis da psicologia e da fisiologia animal ajudam muito todos os que se dedicam ao ensino do cavalo ou à sua utilização, mas não pode, por si só, resolver todas as dificuldades equestres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É necessário evitar aos novos as indigestões da literatura equestre, há indivíduos que lêem tudo, mesmo o que está fora do seu alcance, a sua falta de prática não lhes permite tirar proveito dessa ciência, de modo que essa literatura lhes é mais prejudicial do que útil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Em equitação, os bons princípios, bem como os melhores métodos, não tem valor senão pela forma como são postos em prática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Em equitação, muitas vezes as explicações que se dão, são um amontoado de argumentos sem lógica, que ninguém entende, nem mesmo aqueles que as dão, mas que todos fingem compreender.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Manejar um cavalo é incomparavelmente mais difícil e mais interessante do que guiar um automóvel ou um avião, o cavalo é um ser vivo, dotado de vontade própria, de personalidade e de iniciativa e não uma simples máquina passiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Em equitação começa-se a saber alguma coisa quando já se é demasiadamente velho para se poder aproveitar ou tirar proveito disso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Na arte equestre, nunca se acaba de aprender.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;ENSINO E APRENDIZAGEM&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Na aprendizagem da equitação, o cavalo bem ensinado representa um papel tão importante, senão maior, do que o professor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavaleiro não está ligado ao cavalo como um centauro, o cavaleiro deve ligar-se aos movimentos do cavalo pelo amortecimento dos seus ângulos articulares, o peso do cavaleiro nunca deve estar em atraso sobre o movimento do cavalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A solidez a cavalo não é mais do que o equilíbrio e a flexibilidade, isto é a boa colocação, habilidade e sangue-frio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O bom mestre de equitação possui uma doutrina, segue um método e tem o sentimento das suas possibilidades, sabe o que está a fazer e por que o faz, nas suas exigências emprega tanto a paciência como a firmeza, inspira confiança aos alunos, sabe dar-lhes o gosto do cavalo, evitando com o maior cuidado os acidentes e as causas de indisponibilidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O bom mestre sabe dar um carácter atraente à instrução, rectifica as faltas dos alunos sem aspereza nem com maus modos, a instrução da equitação é mais um recreio do que uma formatura militar, em que o aluno está na posição de sentido, a sua principal preocupação no princípio é evitar as quedas que desmoralizam o principiante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O trabalho sem estribos contribui muito para a solidez dos cavaleiros, mas só deve começar a ser empregado, primeiro a passo e depois nos andamentos vivos, depois de os cavaleiros demonstrarem, pela sua atitude, que já não tem medo de cair.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É conveniente fazer abandonar as rédeas sobre o pescoço com bastante frequência, para que os principiantes não tomem o mau hábito de se servir delas para se aguentarem em cima dos cavalos, as rédeas servem para dirigir o cavalo, não são meios de firmeza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A instrução equestre dos jovens, na sua função educativa, não deve ter a pretensão de formar mestres ou académicos, o seu fim é fazer cavaleiros enérgicos e desembaraçados, sendo pela prática da equitação de exterior e pela equitação desportiva que se desempenha a missão educadora de cultivar o desembaraço físico e moral da juventude.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O CAVALEIRO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O trabalho de picadeiro dá ao cavaleiro mais correcção na sua posição, mais precisão nas suas ajudas e reflexão sobre o emprego das forças do cavalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- As esporas nunca devem ter as rosetas afiadas, de forma a poderem ferir os flancos do cavalo e enchê-los de sangue, como fazem alguns dos nossos cavaleiros tauromáquicos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os estribos muito curtos, embora dêem fixidez às pernas do cavaleiro, comprometem a sua solidez, em paragens bruscas, corre-se o risco de sair pelas orelhas, os estribos muito compridos comprometem a fixidez das pernas e abrem demasiadamente os ângulos do tornozelo e do joelho, tirando-lhes a elasticidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É sempre preferível pressentir e prevenir as resistências do cavalo do que ter necessidade de as combater, mas isto só é possível ao cavaleiro com tacto apurado obtido à custa duma longa prática no ensino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O grande mal das opiniões dos cavaleiros categorizados é eles julgarem que são os únicos detentores da verdade e que os seus métodos e os seus processos são os únicos bons e os outros todos são ignorantes e desajeitados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Todos aqueles que praticam uma equitação muito complicada não têm probabilidade de triunfar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Há muitos cavaleiros que em cima dos cavalos procedem muito mais irracionalmente do que as suas cavalgaduras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A posição do cavaleiro deve ser natural e fácil, isenta de pretensão de dureza e de rigidez, a colocação a cavalo deve ser caracterizada por uma grande flexibilidade geral e pela elástica adaptação aos movimentos do cavalo, a rigidez do cavaleiro só pode causar prejuízos à sua solidez e lesar o próprio cavalo, fatigando-o e ferindo-o.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Para chegar a ser um verdadeiro cavaleiro ou um autêntico académico é necessário não só ter muita aptidão natural, mas também muito amor ao trabalho e tenacidade, muitos anos de meditação e de observação, sabendo escutar aquilo que nos ensinam os mestres, as pessoas com mais experiência e mais prática do que nós é necessário também não se entusiasmar ou envaidecer com os elogios que nos dirigem os ignorantes ou os sabichões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Na equitação académica, as deslocações do assento são proscritas em todas as circunstâncias, o cavaleiro deve manter-se sempre ligado ao cavalo, as operações das mãos e das pernas devem ser bastante serenas de modo a não serem vistas por quem observa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavaleiro que se dedica ao ensino do cavalo tem absoluta necessidade de ser firme sem violência, de ser enérgico sem rudeza, de ser paciente e perseverante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O homem que ensina cavalos tem necessidade de ser paciente e por vezes proceder com vigor, sem nunca ser brutal, de possuir um grande domínio sobre si próprio, tão comedido nas suas exigências como nas correcções que aplica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O tacto equestre é o sentimento seguro do propósito e da medida no emprego das ajudas que se adquire apenas à custa duma grande prática sem ser a estudar nos livros ou nas doutrinas científicas é uma qualidade feita de finura e de percepção das sensações, que revelam tanto o começo das resistências do cavalo como a sua submissão, só o tacto permite pressentir ou adivinhar as resistências e pôr em prática o grande princípio do ensino “ ceder sempre que o cavalo cede ”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A melhor qualidade física do cavaleiro é a sua flexibilidade ou descontracção geral, pois só isso lhe pode assegurar uma completa independência das ajudas e lhe dá o tacto necessário para combater as reacções do cavalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="faculdades"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;FACULDADES DO CAVALO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavalo é tímido por natureza, talvez um pouco em consequência por ter má visão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavalo tem medo de tudo quanto lhe seja desconhecido, o poldro que acompanha a mãe nunca se espanta e passa por todos os pontos por onde passa a mãe sem se espantar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os cavalos árabes, educados junto das famílias, compartilham da sua tenda e das suas crianças, que brincam entre as suas pernas, recebendo dos donos somente carícias e boas palavras, são por isso duma inexcedível mansidão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavalo não é naturalmente mal intencionado, quando se torna agressivo para o homem é sempre por este o ter tratado com brutalidade e violência desnecessária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavalo, contrariamente ao homem, não reflecte, pelo contrário procede por associação de sensações recebidas, isto em função da prodigiosa memória de que é dotado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Qualquer que seja a raça, o cavalo não está normalmente feito antes de completar 6 anos de idade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavalo é um animal pacífico, nada voluntarioso, que se engana muito facilmente, se algumas vezes chega a comportar-se como herói é sempre por medo, como alguns homens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;DESBASTE E ENSINO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Mau humor, azedume, importância, falta de domínio de si próprio torna impossíveis todos os professores no ensino do cavalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os meios de que pode dispor o cavaleiro para sentir as forças do cavalo são numerosos, daqui resulta que os métodos de ensino são também em grande número, os processos próprios de cada um dos métodos de ensino variam na sua aplicação, segundo o grau de submissão que se pretende atingir e são determinados pelas exigências do serviço ao qual o cavalo se destina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavalo bem ensinado tem sempre os seus movimentos elásticos e suaves.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavalo bem alimentado desde tenra idade pode ser bem cedo submetido ao trabalho, mesmo antes mesmo de ter adquirido o seu completo desenvolvimento, os músculos do antebraço alargam-se, a articulação do joelho desenvolve-se, o osso da canela torna-se mais denso e mais volumoso, mas é sobretudo o tendão que se alarga e se destaca em notável proporção, o boleto e a quartela tornam-se mais fortes e mais bem articulados, o cavalo que trabalha todos os dias acostuma-se a grandes fadigas, tem os membros mais fortes do que aquele que trabalha levemente, que está abandonado na pastagem ou fechado dentro da cavalariça, a cavalariça mata mais cavalos do que o trabalho, o repouso é a pior condição para a criação de cavalos, os exercícios e a boa alimentação, são o meio de fazer bons cavalos, nunca um cavalo novo trabalha demais, quando o trabalho a que se submete é proporcional às suas forças e ao seu desenvolvimento físico, sempre com uma alimentação conveniente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O antemão do cavalo está sempre subordinado ao post-mão, o pescoço não impõe a direcção da mesma forma que o leme não impõe a direcção a um barco parado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- As ancas do cavalo são o foco da impulsão, ao mesmo tempo que constituem um autêntico leme, que preside as mudanças de direcção, no post-mão reside o foco de todas as resistências importantes, por isso mesmo a submissão das ancas, deve ser pronta e absoluta e deve manifestar-se por uma estrita obediência às pernas do cavaleiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- As ancas do cavalo são o foco da impulsão e de muitas resistências que se apresentam ao cavaleiro é pois indispensável podermos com facilidade provocar e regular a impulsão, como alcançar o fácil e completo domínio das ancas, seja qual for o fim a que o cavalo de desporto se destina, passeio, caça, concursos hípicos ou ensino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A utilização das pernas do cavaleiro como agente de direcção ou de disposição do corpo impõe-se no princípio do ensino e durante o decorrer deste, mas a substituição progressiva dos efeitos das rédeas aos efeitos das pernas, com este fim deve ser uma preocupação constante do cavaleiro, de modo a que as mãos sirvam para canalizar o esforço impulsivo e as pernas tenham apenas a manutenção ou desenvolvimento da impulsão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O desbaste de um cavalo novo deve ser feito em bridão, por mais suave que seja o freio, pois este castiga sempre muito mais a boca do poldro do que um simples bridão, o bridão é muito melhor para que o animal se habitue ao contacto do ferro na boca e aos movimentos da mão do cavaleiro, para que se encoste, como se diz em linguagem equestre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A curvatura do pescoço do cavalo é tanto mais fácil quanto mais baixo este estiver, acontece que quando o pescoço está elevado as saliências ósseas de cada vértebra cervical embatem contra a vértebra seguinte e por isso impedem a encurvação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Fazer incidir o peso do corpo sobre o lateral esquerdo, pesando sobre a anca esquerda, favorece as saídas a galope para a direita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Todas as combinações de ajudas que retardam o jogo do lateral esquerdo aliviam o lateral direito e acentuam o seu movimento para a frente são por isso próprias para determinar as saídas a galope.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Diz um velho ditado que as palavras suaves e directas abrandam a ira e a cólera, foi naturalmente por esta razão que Plutarco, o célebre historiador grego, afirmou que os cavalos se governam com o freio, a ira e as paixões dos homens abrandam-se com as boas palavras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Desde que se obtém do cavalo uma prova de obediência, devemos transmitir ao cavalo o nosso contentamento afagando-o e dando-lhe um momento de repouso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O ensino de um animal como o cavalo, que é simultaneamente tão vigoroso como pouco inteligente, não constitui uma questão de força, pois é sobretudo um problema de observação de reflexão, paciência e de método.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É um disparate pretender elevar à força o pescoço e a cabeça do cavalo antes de este ser capaz de fazer avançar os posteriores para debaixo da massa, a elevação correcta do pescoço e cabeça é a capacidade da post-mão suportar o peso do cavalo, o antemão é aligeirado pela post-mão, isto é pelo avanço dos posteriores, a elevação do pescoço deve fazer-se progressivamente no decorrer do ensino, à medida que a post-mão se torna apto a flectir e portanto a esticar e a baixar, não é portanto a elevação do pescoço que se pretende é o abaixamento das ancas que constitui o fim a atingir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Não confundir dominar com brutalizar, pode-se dominar um cavalo sem nenhum acto de brutalidade, ao passo que se pode actuar brutalmente sem por isso o dominar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Não há cavalos com a boca dura, o que há é cavaleiros com a mão pesada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É sempre o absurdo da mão que provoca as resistências ou defesas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Com um cavalo que não conhece ainda a acção das pernas, podemos levá-lo para diante com a chibata e com a voz, para forçar o movimento para diante em caso de hesitação e para corrigir uma falta ou uma defesa, é preferível utilizar a chibata que não provoca o efeito irritante da espora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Numa certa altura convém utilizar no trabalho de picadeiro quase simultaneamente as rédeas de oposição, especialmente a rédea contrária que equilibra o cavalo sobre o post-mão e facilita a volta atirando a cabeça do cavalo para o lado oposto (gesto natural do cavalo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Preceito fundamental do ensino é pedir muitas vezes, contentar-se com pouco, recompensar muito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É indispensável dar ao cavalo o refluxo do movimento para a frente, isto é a obediência imediata à acção simultânea das duas pernas, a preocupação do movimento para a frente durante todo o ensino e particularmente no princípio deve ser constante, há necessidade de criar no cavalo o reflexo instantâneo que permitirá a verdadeira impulsão e eliminará o espírito de revolta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Se um cavalo pesa na mão, o remédio não é exercer tracção sobre as rédeas mas sim recusar em todos os casos ao cavalo o apoio exagerado que ele solicita, efectuando rupturas de contacto sucessivas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os vícios da boca do cavalo estão sempre nas mãos de quem o monta ou de quem o montou antes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Para que o cavalo perceba claramente as indicações ou ordens do cavaleiro e para que este possa sentir o movimento e possa actuar no momento conveniente é indispensável que o cavalo aceite francamente a acção da mão do cavaleiro, isto é que se encoste.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- No ensino do cavalo é indispensável haver uma sábia progressão muito gradual, para atingir sem lutas o fim que se pretende é sempre preferível prevenir as faltas a ter de combatê-las e quando necessário corrigi-las, a correcção deve ser aplicada com peso, conta e medida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- As lições de picadeiro devem ser de curta duração, o cavalo deve entrar na cavalariça tão alegre como saiu, o trabalho exterior deve, porém, prolongar-se com vantagem para as forças do cavalo e para a sua saúde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;ANDAMENTOS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Não é possível obter um passo largo sem deixar ao cavalo uma grande liberdade de pescoço, de modo que o possa colocar baixo e estendido permitindo assim ter uma oscilação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Para forçar o cavalo a alargar o passo, o cavaleiro deve permitir-lhe uma completa extensão de pescoço.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Ao passo, o abaixamento do pescoço corresponde à elevação de um músculo anterior a elevação corresponde à elevação de um posterior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Descer e subir rampas ásperas a passo é um exercício magnífico para muscular e equilibrar um cavalo novo, nas descidas praticar paragens frequentes e prolongadas, descidas e paragens obrigam o cavalo a entrar fortemente com os curvilhões para debaixo da massa e a aguentar-se com os anteriores sobre o antemão, produzindo um esforço muscular sobre os posteriores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os andamentos verdadeiramente úteis dos bons cavalos de sela são o passo naturalmente largo, o trote curto e o galope corrente, fácil e amplo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os andamentos de escola são os andamentos naturais concentrados, portanto curtos, com acentuada flexão das ancas e sobrecarga do post-mão no equilíbrio sobre as pernas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;EQUILÍBRIO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Há uma diferença muito grande entre o equilíbrio estático do cavalo parado ou imóvel e o equilíbrio dinâmico do cavalo em movimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O equilíbrio é para o cavalo em movimento o domínio da sua massa, que lhe dá a possibilidade de acelerar ou diminuir o andamento, de fazer uma volta apertada ou larga, dispondo de passadas justas ou óptimas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A estabilidade é permanente, o equilíbrio é um estado sem cessar, variável e que não vale senão na medida e para a duração da entrada dos posteriores debaixo da massa, esta entrada dos posteriores é pois o ponto crucial do cavalo em todas as modalidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O equilíbrio do galope é a entrada dos posteriores para debaixo da massa um cavalo com boas espáduas pode ser um bom saltador, mas com curvilhões fracos que não permitam a fácil entrada dos posteriores, nunca o poderá ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O trabalho exterior, sobretudo a passo e a galope e através de terreno acidentado, obrigando o animal a mudanças de equilíbrio contínuas, é uma magnífica escola para muscular e equilibrar um cavalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Quando o cavalo tropeça ou põe uma mão mal posta, é necessário soltar-lhe as rédeas, permitindo que se equilibre com os movimentos do pescoço e não aguenta-lo ou levantá-lo com o emprego das rédeas, pois isto só pode contribuir para que ele caia mais depressa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Obrigar o cavalo a trabalhar em bases curtas e em bases compridas é um dos melhores processos para o equilibrar, alongar e aumentar alternadamente e frequentemente os andamentos é a melhor ginástica para conseguir a flexibilidade da coluna vertebral no sentido longitudinal e para o confirmar na obediência às ajudas e cadenciar os andamentos, nos encurtamentos dos andamentos deve-se procurar obter uma diminuição da passada sem diminuir a cadência nem a impulsão, nos alargamentos deve-se procurar o alargamento da passada e não a sua precipitação, a aceleração e o encurtamento dos andamentos devem ser sempre feitos progressivamente e suavemente, sem esticões, com graça e elasticidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O ensino do cavalo tem por objecto principal o restabelecimento das proporções naturais de peso entre a antemão e a post-mão, este resultado não se pode obter senão pela entrada dos posteriores para debaixo da massa e pela elevação da base dos pescoço, duas coisas que jogam ou estão a par.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;AJUDAS LATERAIS E DIAGONAIS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- As ajudas diagonais são normalmente empregadas momentaneamente e tem como principal função submeter o cavalo e chegar a uma posição direita, as ajudas laterais são a maior parte das vezes ajudas determinantes, as ajudas diagonais mais raramente empregadas e apenas se devem utilizar depois do cavalo começar a concentrar-se, servem para obter efeitos de concentração, as ajudas laterais são ajudas de impulsão as ajudas diagonais são ajudas que mal aplicadas podem extinguir a impulsão sendo por isso necessário ter grande prudência na sua utilização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- As ajudas laterais, ampliam as ondulações vertebrais naturais, favorecem a propulsão e a tracção dos membros, extensão dos gestos e desenvolvem a amplitude dos andamentos, as ajudas diagonais pelo contrário contrariam as ondulações vertebrais naturais, prejudicam a extensão dos gestos e a propulsão dos andamentos simétricos (passo e trote) prolongam o apoio das diagonais, encurtam os andamentos, colocam o cavalo sobre as pernas, contribuem para a concentração das forças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- As acções diagonais tem como consequência os efeitos que produzem, pois contrariam a posição direita do corpo do cavalo e portanto não devem ter um emprego habitual, o seu emprego deve ser momentâneo e pode de facto contribuir para chegar à uma posição direita, mas desde que aparece uma resistência é necessário dominá-la, sendo indispensável o emprego da ajuda lateral rédea e perna do mesmo lado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;RECUAR&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Como ginástica, o exercício de recuar é quase tão importante como o exercício da “ espádua a dentro ” no entanto, oferece o perigo de predispor os animais para recuar e ensina-os a defenderem-se quando não é feito com o maior cuidado, durante o desbaste é preferível não o executar senão à mão, montado só deve ser exigido por cavaleiros experientes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- As vantagens do recuar não resultam do grande número de passos seguidos que se executam em marcha retrógrada, a magnífica ginástica que o recuar representa para o rim do cavalo e para o seu post-mão é dado principalmente pela frequência com que se alterna a marcha retrógrada com o movimento para a frente, reduzindo o número de passos que se dão para trás e para diante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavalo deve recuar pronto e passar instantaneamente ao movimento para a frente e os seus membros não devem arrastar-se.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O recuar por pequenos passos precipitados indica acuamento e apresenta dificuldades no retomar do movimento para a frente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O recuar mal executado traz quase sempre como consequência colocar o cavalo atrás da mão e predispô-lo para se defender, se no recuar o cavalo não se mostra sempre pronto a ir para diante à acção das pernas, está no melhor caminho para se defender.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O recuar correcto constitui um dos meios mais eficazes para o desenvolvimento da flexibilidade do rim e do post-mão no entanto o seu emprego quando praticado em más condições de execução é pelo contrário pernicioso para esse desenvolvimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Em geral, os cavalos saem mais facilmente ao trote do recuar do que da paragem, por isso quando o recuar é fácil e correcto faz-se por diagonais associadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- No recuar correcto ou em equilíbrio, o cavalo recua por passadas amplas e nitidamente em diagonal, quando recua assim, a saída para diante não tem dificuldades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;TRABALHO EM DUAS PISTAS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Trabalho de duas pistas, nos 3 andamentos, é o elemento básico da alta escola clássica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os exercícios de duas pistas devem fazer parte integrante da ginástica hípica, contribuem para o aperfeiçoamento no sentido do equilíbrio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A espádua a dentro, escreve La Gueriniere, é um movimento oblíquo e circular, mas a sua obliquidade é o elemento novo na progressão do ensino, ao passo que a encurvação ou curvatura é a consequência da ginástica prévia do cavalo sobre as curvas, de que a espádua a dentro é para La Gueriniere, inseparável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Desde que o cavalo no decorrer de qualquer trabalho, procura tomar um apoio exagerado sobre a mão, colocá-lo no movimento de “ espádua a dentro ” faz que fique ligeiro, porque a sua massa desloca-se de lado, isto é em sentido diferente da direcção do movimento, não podendo por isso utilizá-la para pesar sobre a mão, tornando-se por isso ligeiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O trabalho de duas pistas a galope, desde que o cavalo o execute facilmente a passo e a trote, não tem dificuldade alguma, visto que naquele andamento o cavalo se desloca lateralmente sem necessidade de cruzar os membros, que é a única dificuldade do trabalho de duas pistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- As espáduas a dentro correctas devem considerar-se a base do ensino do cavalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os andamentos livres e estendidos, no trabalho de duas pistas, constituem uma insensatez, porque não permitem a flexão necessária para este trabalho, na espádua a dentro correcta, o movimento, em vez de ser livre e estendido, deve ser levantado em função do grau de concentração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A utilidade prática dos andamentos de lado é tão grande que se pode avaliar completamente o ensino de um cavalo segundo o seu grau de perfeição, a correcção da sua execução permite considerar como terminado o trabalho da baixa escola, porque exige uma obediência completa à mão e à perna e um grau de flexão e de concentração suficiente para colocar o cavalo em equilíbrio sobre as pernas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A espádua a dentro correcta é a base do ensino, dá às espáduas e ao mesmo tempo a todos os membros do cavalo liberdade, mas não é em consequência do movimento lateral é em consequência da flexão e da concentração que ela comporta obrigatoriamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É necessário que a espádua a dentro constitua a lição inicial e fundamental não somente dos movimentos de duas pistas, mas em geral de todos os exercícios correctos de baixa e alta escola, por isso que é unicamente por ali que se estará seguro de obter, duma forma progressiva e perfeita, a flexão dos flancos e dos posteriores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A encurvação lateral sobre o círculo “ é a base de exercício da espádua a dentro ”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A espádua a dentro é não só o exercício de ginástica mais completo para obter a flexibilidade da espinha dorsal e dos posteriores, como o mais seguro processo de domínio sobre o cavalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É na verdade com a espádua a dentro que se realiza o supremo grau de flexão dos flancos e da flexibilidade do posterior interno, sem prejuízo algum para a correcção do movimento para a frente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Entre os efeitos desse precioso exercício que é “ a espádua a dentro ”, deve considerar-se como principal a aproximação dos membros do lado em que o cavalo está curvando e que conduz à concentração (rassembler) e a flexão da sua espinha dorsal desenvolvendo a flexibilidade lateral do seu corpo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O SALTO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Muito garanhões saltadores transmitem frequentemente aos seus filhos a aptidão para obstáculos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Sem dúvida alguma, consultando as listas dos ganhadores em obstáculos nos últimos anos, nós constatamos que entre eles, figuram em larga escala os cavalos anglo-árabe ou os que tenham essa ascendência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Entre os cavalos de concurso é frequente encontrar bastantes que correm loucamente sobre os obstáculos, o que é consequência duma preparação apressada e pouco cuidada e muitas vezes também dos animais começarem a fazer percursos antes do tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Para corrigir ou atenuar este defeito é necessário saltar obstáculos pequenos, sobretudo ao trote, parando entre cada obstáculo, não saltando senão quando o animal estiver calmo e equilibrado, sempre que ele procurar apoderar-se da mão é necessário parar diante do obstáculo, recuar, até que se acalme e se descontraia, habituar o cavalo entre dois obstáculos a aceitar demoras no andamento ou paragens progressivas sem exercer grandes brutalidades com a mão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Saltar em galope curto dá confiança ao cavalo novo, saltar em galope largo em cavalos novos e inexperientes, provoca-lhes uma grande excitação e nervosismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Todo cavalo que cede à pressão, acaba por correr sobre os obstáculos com o tempo e com a prática, ter cavalos a querer engolir os obstáculos é fácil, o que é difícil é tê-los a saltar em galope curto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Não se deve entrar num concurso com um cavalo prematuramente preparado, se não está ainda em boas condições, não deve entrar, de contrário isso só serve para o prejudicar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavalo de obstáculos necessita possuir, em obstáculos complicados, um poder de apreciação e um sentimento da distância acima do vulgar, percursos que comportem muitos duplos e triplos exigem cavalos superiormente experientes, não basta ter um grande poder a saltar, é necessário possuir uma grande dose de calma e sangue-frio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Antes de entrar na pista, o cavalo de concurso, sobretudo quando é novo e excitável, tem de ser bastante aquecido, sobretudo com trabalho de obediência e de flexibilidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Exactamente como os atletas humanos, os cavalos de concursos necessitam possuir uma grande flexibilidade é essencial dar-lhes um trabalho aturado para que se tornem compreensivos, obedientes e elásticos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Saltar a trote obriga o cavalo a levantar as espáduas e a fazer um movimento de báscula, ao mesmo tempo contribui para acalmar os animais ardentes e violentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- No ensino do cavalo de obstáculos, tem uma importância fundamental as extensões do pescoço, os alargamentos e encurtamentos de andamentos e o trabalho das voltas com a rédea contrária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O trabalho de picadeiro é indispensável ao cavalo de obstáculos, para lhe dar flexibilidade e submissão, mas só o trabalho sobre obstáculos fixos (em liberdade e à guia sobretudo) com todos os inconvenientes que comporta, lhe podem dar o respeito do obstáculo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É um axioma elementar afirmar-se que o cavalo salta melhor qualquer obstáculo sem ter nada sobre o seu dorso, do que quando suporta o peso do cavaleiro, mesmo que este seja um autêntico virtuoso do hipismo, por isso mesmo, há sempre conveniência em começar a instrução do cavalo destinado a concursos hípicos com saltos em liberdade ou à guia, sem o cavaleiro em cima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Ao cavalo de obstáculos não basta conhecer bem o mecanismo do salto é necessário adquirir as qualidades morais indispensáveis a todo o cavalo de concurso, a calma, a impulsão, a franqueza, o respeito ao obstáculo, desenvolvendo ao mesmo tempo a sua agilidade e a faculdade de dispor em todas as circunstâncias do seu peso e do seu cavaleiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O ensino do cavalo não é mais do que fazer ginástica destinada a temperar a sua força, fortalecendo as suas articulações e as suas partes fracas, para assim obter uma perfeita harmonia no esforço, desenvolvendo as suas faculdades morais de forma a obter com prontidão e ligeireza uma obediência absoluta às menores indicações do cavaleiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É a repetição dos esforços insignificantes, mas múltiplos, que se muscula o cavalo e se cria os reflexos úteis, únicos e capazes da instantaneidade e por consequência da destreza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Nos concursos hípicos, as dificuldades acumuladas desde o início até ao fim das provas obrigam o cavalo a estar constantemente em equilíbrio, para realizar verdadeiras acrobacias, que impõem ao cavaleiro uma suprema tensão de espírito e de músculos, exigindo tenacidade, espírito de decisão e saber.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A prática dos obstáculos exige não somente um equilíbrio permanente em todos os andamentos, mas um grande poder sobre os obstáculos, indispensável para afirmar as boas qualidades do cavalo de desporto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O jogo do balanceiro cervical tem uma importância capital.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A dureza da mão do cavaleiro provoca sempre uma rigidez geral, a utilização das embocaduras violentas ou sistemas de rédeas muito severas, bem como intervenções brutais da mão do cavaleiro, prejudicam os gestos do balanceiro, contrariam os seus movimentos de extensão e provocam psiquicamente a criação de reflexos instintivos do cavalo para se servir do pescoço.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Sobretudo quando o cavalo aborda um obstáculo na passada justa ou óptima, se o gesto de extensão do pescoço não é nele um reflexo instantâneo, o salto é sem dúvida prejudicado gravemente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O objectivo fundamental do ensino do salto de obstáculos é conseguir do cavalo montado o equilíbrio do cavalo em liberdade, o exercício de saltar em terreno acidentado pequenos obstáculos dá magníficos resultados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os cavalos não nasceram acrobatas nem contorcionistas, se alguns chegam a ser saltadores magníficos e outros a executar brilhantes exercícios de equitação de fantasia, nem todos podem atingir essa craveira, por falta de qualidades naturais, assim como nem todos os homens podem ser poetas, doutores, músicos ou campeões olímpicos, há cavalos muito bem conformados sem qualquer aptidão para saltar, como há alguns de conformação pouco perfeita que se saem maravilhosamente bem de todas as dificuldades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- No princípio do ensino dos cavalos destinados a concursos, deve o início ser sobre obstáculos fáceis e com anteparas, de modo a evitar recusas, ou negas, causas sempre de desordens e de lutas, no princípio é sempre conveniente com cavalos novos mostrar-lhes primeiro os obstáculos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A teoria de saltar regularmente obstáculos grandes é má e fatiga os cavalos e não lhes ensina nada, uma vez por outra sim, para se habituarem a ver um obstáculo maior e não se impressionarem quando lhes aparecer um no percurso é conveniente saltarem de longe a longe um obstáculo de 1,50m a 1,60m.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A primeira qualidade de um cavalo de obstáculos é a franqueza, por isso o melhor é nunca lhe dar ocasiões para fazer fintas ou recusas, há pois vantagem nos primeiros tempos só saltar obstáculos com anteparas e também mostrar-lhes os obstáculos antes de saltar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os fossos e valas de treino devem ser pequenos, não devem ser largos nem ter grande profundidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É impossível empurrar bem um cavalo com as pernas tendo o assento levantado do selim e o corpo muito inclinado para diante, o cavaleiro deve abordar o obstáculo com o corpo apenas ligeiramente inclinado para a frente, para poder empregar as suas pernas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A maior parte dos cavalos que se param, fazem-no com medo do obstáculo, tanto assim que em geral são limpos e não querem tocar, vendo-se em dificuldades, o cavalo prefere parar, a primeira coisa a fazer é não abordar o salto em desequilíbrio, demorando ao abordar o obstáculo, mantendo as pernas e impulsão e dando às mãos um apoio fixo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Cada cavalo tem uma velocidade normal acima da qual ele se desequilibra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="direito"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;CAVALO DIREITO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Exactamente como sucede com os homens, há cavalos direitos e cavalos esquerdos, isto quer dizer que alguns animais tem a sua coluna vertebral com uma inflexão para a esquerda e outros com essa inflexão para a direita é normalmente, um defeito congénito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- No entanto, convém saber que entre os cavalos predominam os esquerdos, como entre os homens predominam os direitos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A posição rigorosamente direita é indispensável para que os movimentos sejam igualmente fáceis para os dois lados, para que a impulsão seja igualmente repartida pelos dois posteriores, para que o peso da massa seja igualmente distribuído e para que o jogo recíproco das espáduas e ancas seja harmónico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A curvatura da coluna vertebral tem por efeito sobrecarregar uma espádua e fazer descair a garupa para o lado contrário, esta disposição da espinha favorece as resistências do cavalo e acção das ajudas do cavaleiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Se na equitação corrente ou utilitária, uma pequena desigualdade não tem importância maior, na equitação académica ou de escola esse defeito assume um aspecto grave, porque prejudica imensamente a simetria dos andamentos naturais, pois esta só é possível quando o cavalo está rigorosamente direito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Pode-se no entanto, afirmar que ter um cavalo rigorosamente direito é uma das maiores dificuldades da equitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O caso mais frequente é o cavalo estar encurvando para a esquerda, isto é com a cabeça e a garupa para a esquerda e as espáduas descaindo para a direita, um animal nestas condições volta facilmente para a direita, resiste à perna esquerda e à rédea direita de oposição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Para o corrigir, convém insistir com o trabalho de espádua a dentro para a direita, trabalho este que coloca a cabeça do cavalo para a direita, obriga as espáduas a descaírem para a esquerda, elevando a garupa para a direita, isto é coloca o cavalo numa curvatura contrária à que apresenta normalmente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A correcção dos defeitos de encurvação deve ser feita com o emprego da acção das rédeas, procurando obter a translação do peso de uma para a outra espádua, a acção das pernas deve ser apenas para manter a impulsão e levar o animal francamente sobre a mão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavaleiro deve evitar o mais possível a intervenção das pernas para endireitar o cavalo, só deve empregar a sua acção simétrica para conservar a impulsão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;LEMBRETES EQUESTRES&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Deve-se distinguir a impulsão da propulsão, a impulsão é a essência do movimento é o influxo nervoso a energia que acciona a máquina animal, a propulsão é o movimento para a frente produzido por esta energia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Dá muito trabalho e leva bastante tempo ensinar bem um cavalo, tanto para simples passeios, como para concursos hípicos ou alta escola, escangalhá-lo é extremamente fácil, basta por vezes 5 minutos de mau trabalho para o desafinar completa e definitivamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O trabalho de picadeiro não constitui um fim em si próprio é apenas um meio de que nos servimos para preparar o cavalo para a sua melhor aplicação prática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Os cavaleiros velhos e experimentados os verdadeiros cavaleiros, preferem trabalhar na solidão, sem público que os possa arrastar com os seus aplausos e incitamentos, exigindo dos seus cavalos coisas que não devem nem querem fazer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Escolher cavalos apenas pelo seu modelo é um autêntico disparate, as teorias sobre conformação são verdadeiramente enganadoras, há cavalos muito bem conformados teoricamente e que na prática são inaptos para obstáculos ou para trabalhos de escola, outros pelo contrário, com imperfeições de conformação saem-se maravilhosamente bem em todas as dificuldades, com os homens acontece exactamente a mesma coisa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A boca do cavalo é um agente de transmissão das ordens do cavaleiro, quando a boca está contraída, não é possível ter grande acção sobre a massa do cavalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Em equitação, fixidez não significa imobilidade, significa apenas ausência de movimentos inúteis e involuntários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Quaisquer que sejam as resistências e o centro delas é pela contracção do maxilar que elas se manifestam, a boca do cavalo é sempre o centro delas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É preferível dar duas lições por dia de trinta a trinta e cinco minutos a dar uma de uma hora, os progressos são mais rápidos e o cavalo trabalha mais alegremente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Ter um cavalo verdadeiramente direito constitui uma das maiores dificuldades da equitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O cavalo é fisicamente muito mais forte do que o homem e numa luta de tracção sai sempre vencedor, se o cavalo se apoia fortemente na mão, não é exercendo tracção para a retaguarda com as rédeas que se o domina, o que é preciso é saber engana-lo através do contacto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Todos os problemas físicos do cavalo reconhecem-se mais facilmente a trote do que a galope, pois como o trote é um andamento com os movimentos simétricos, encontramos melhor as desigualdades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- A imobilidade e o repouso excessivo são tão prejudiciais para a saúde e rendimento do cavalo como o trabalho exagerado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Sem boas pernas não há bons cavaleiros, mas sem boa mão não há cavaleiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Em equitação, como em todas as artes, há indivíduos que nascem dotados de uma habilidade rara e com uma intuição maravilhosa, com a prática se tiverem pouca cultura, tornam-se virtuosos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-932253948874630657?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/alhWg3J6hMleWd41pxi0aVwSs9U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/alhWg3J6hMleWd41pxi0aVwSs9U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/alhWg3J6hMleWd41pxi0aVwSs9U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/alhWg3J6hMleWd41pxi0aVwSs9U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/GUsvctaqQgA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/932253948874630657/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=932253948874630657&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/932253948874630657?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/932253948874630657?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/GUsvctaqQgA/pensamentos-sobre-equitacao-o.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/S-WEqcCJOCI/AAAAAAAAAW4/yjN3dt4Uptw/s72-c/tegels.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2010/02/pensamentos-sobre-equitacao-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkEDRng_cCp7ImA9WxFaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-970780935419018671</id><published>2001-01-03T15:32:00.000+01:00</published><updated>2010-07-17T15:57:57.648+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-17T15:57:57.648+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/S_GQpRrexbI/AAAAAAAAAZg/3vYvgSjYct8/s1600/Ornate.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472314061026674098" src="http://3.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/S_GQpRrexbI/AAAAAAAAAZg/3vYvgSjYct8/s400/Ornate.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 266px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;PERÍODOS DA EQUITAÇÂO CLÁSSICA&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Sd-_YzSMsXI/AAAAAAAAAQ4/r4hNlxqlf0Q/s1600-h/andrade01_bg.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A utilização do cavalo pelo homem tem sido ao longo dos tempos uma verdadeira constante, vários tem sido os serviços por ele prestados em seu benefício. Em diversas áreas tem sido feita a sua utilização, podemos destacar na guerra, no desporto, no trabalho agrícola, nos transportes, entre muitas outras funções, actualmente tem sido na equitação clássica, desportiva e de competição, onde o cavalo tem desenvolvido mais paixões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Conhecer a história do cavalo e a sua evolução, pode ajudar a compreender a razão desta paixão que a muitos fascina, a alteração e adaptação do cavalo, no seu aspecto físico e nas suas capacidades, como também o estudo de tradições, métodos e conceitos, assim como na arte que utiliza o cavalo como fonte de inspiração, tem sido desde sempre a razão de se tentar cada vez mais uma aproximação na relação do homem com esse belo animal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Podemos assumir que a equitação clássica teve o seu início com Xenofonte no século IV antes do nascimento Cristo. Os Gregos e os Romanos usaram o cavalo como um meio de guerra mas também como parte integrante dos seus jogos de diversão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na idade Média foram desenvolvidas várias técnicas e métodos com objectivos militares e de caça, neste tempo era praticada uma equitação brutal com o cavalo a ter importante função nas conquistas e nos torneios da época.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi com o renascimento no século xv que surgiram as primeiras academias de equitação, foi então que o cavalo para além das suas funções normais, começou também a fazer parte integrante da arte, quer seja aproveitando as suas qualidades físicas e os seus belos movimentos, como também na escultura na pintura, ou outras formas de arte, o cavalo começou a ser utilizado e visto como um animal que possuía excepcionais qualidades físicas e de uma beleza suprema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em Portugal a primeira obra de referência sobre equitação, foi o livro escrito por de D. Duarte em 1434 “ Ensinança de Bem Cavalgar Toda a Sela ” sendo referido como o primeiro tratado de equitação da literatura europeia. Mais tarde em 1678 António Galvão de Andrade publica o livro intitulado “ Arte de Cavalaria da Gineta e Estardioto, Bom Primor de Ferrar e Alveitaria ”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Manoel Carlos de Andrade, escreveu a célebre obra « Luz da Liberal e Nobre Arte de Cavalaria » tendo sido publicada em 1790 esta obra além dos textos, contém gravuras de grande beleza, algumas representando Marquês de Marialva, as excelentes gravuras mostram os métodos e ensino do cavalo que se praticavam na época, este tratado pode ser considerado como um dos melhores ou mesmo o melhor tratado de equitação da época. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Desde essa época até aos dias de hoje a equitação em Portugal teve grandes e distintos cavaleiros clássicos, tendo como expoente máximo no século XX mestre Nuno de Oliveira, mas de modo algum se pode ignorar José Martins Montenegro ( Minotes ), Mestre Joaquim Gonçalves Miranda, Visconde Paço Nespereira, D. José Manuel da Cunha e Menezes, General Júlio Oliveira, Prof Doutor Celestino da Costa, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A equitação clássica ao longo dos tempos tem tido diferentes formas de evolução, será no entanto sempre uma forma com princípios e uma maneira de comunicar e estar com o cavalo muito própria. O cavaleiro que pratica a equitação clássica, pode conseguir atingir uma maneira elevada de relacionamento entre o cavalo e o cavaleiro e assim obter a satisfação máxima que o cavalo pode proporcionar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Sa_is5zXk0I/AAAAAAAAAQI/Q5Xz5UtLVJI/s1600-h/Cannaletto_Vienna_Spanish_Riding_School_1773.png"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-970780935419018671?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4hvokm0NdveOG7YUdC-CzZ5Ic8E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4hvokm0NdveOG7YUdC-CzZ5Ic8E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4hvokm0NdveOG7YUdC-CzZ5Ic8E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4hvokm0NdveOG7YUdC-CzZ5Ic8E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/8V9y4jfIbts" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/970780935419018671/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=970780935419018671&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/970780935419018671?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/970780935419018671?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/8V9y4jfIbts/blog-post.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/S_GQpRrexbI/AAAAAAAAAZg/3vYvgSjYct8/s72-c/Ornate.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2009/03/blog-post.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcFSHkyfyp7ImA9WxBVFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-1576677931705669935</id><published>2001-01-02T12:13:00.005+01:00</published><updated>2010-02-17T12:43:39.797+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-02-17T12:43:39.797+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/R-FChNmnP9I/AAAAAAAAACg/Gh1Q8pqbw2w/s1600-h/IQ+-+Passo+Espanhol+1.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a name="ensino"&gt;&lt;/a&gt;FOTOGRAFIAS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Re6etp0ieWI/AAAAAAAAAAM/XWceA-bzc20/s1600-h/Digitalizar0009.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5039139540231682402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Re6etp0ieWI/AAAAAAAAAAM/XWceA-bzc20/s400/Digitalizar0009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Admirem a beleza destas duas Clássicas com um belo cavalo lusitano&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-1576677931705669935?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gba0Ffz1uPX4kiE9lndAzR6ITE4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gba0Ffz1uPX4kiE9lndAzR6ITE4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gba0Ffz1uPX4kiE9lndAzR6ITE4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gba0Ffz1uPX4kiE9lndAzR6ITE4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/2hzp_daGBoM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/1576677931705669935/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=1576677931705669935&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/1576677931705669935?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/1576677931705669935?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/2hzp_daGBoM/blog-post.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/Re6etp0ieWI/AAAAAAAAAAM/XWceA-bzc20/s72-c/Digitalizar0009.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2007/03/blog-post.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QNQ3wzfyp7ImA9WxdVGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-1282947759654432555</id><published>2000-03-30T17:53:00.000+01:00</published><updated>2008-07-23T16:03:12.287+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-07-23T16:03:12.287+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/R-FFk9mnP-I/AAAAAAAAACo/9aEAPezFc4o/s1600-h/IQ+-+Sport+3.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179497547766906850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/R-FFk9mnP-I/AAAAAAAAACo/9aEAPezFc4o/s400/IQ+-+Sport+3.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-1282947759654432555?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vSI_AhXG8Y9DXlju64nElUbK2QI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vSI_AhXG8Y9DXlju64nElUbK2QI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vSI_AhXG8Y9DXlju64nElUbK2QI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vSI_AhXG8Y9DXlju64nElUbK2QI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/qS4awsOSH4U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/1282947759654432555/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=1282947759654432555&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/1282947759654432555?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/1282947759654432555?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/qS4awsOSH4U/blog-post.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_KOwkE4aGHE4/R-FFk9mnP-I/AAAAAAAAACo/9aEAPezFc4o/s72-c/IQ+-+Sport+3.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2008/03/blog-post.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQDQ3k4eCp7ImA9WxFaFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-4490095359063076137</id><published>2000-03-21T18:43:00.003+01:00</published><updated>2010-07-18T08:16:12.730+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-18T08:16:12.730+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;FILMES DO " IQ " NO SPORT CLUBE DO PORTO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Liberdade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-8064b598f2124021" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;
&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;
&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;
&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D8064b598f2124021%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331115253%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D4F318ACB14E751973A5CCFE269E1AB22A881CB5C.563A67B3C89019CB48758826CF308A9917B143A9%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D8064b598f2124021%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DCUQiXCewZxj1MVrIL3wtL7tb3Zg&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;
&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"
width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"
flashvars="flvurl=http://v1.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D8064b598f2124021%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331115253%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D4F318ACB14E751973A5CCFE269E1AB22A881CB5C.563A67B3C89019CB48758826CF308A9917B143A9%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D8064b598f2124021%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DCUQiXCewZxj1MVrIL3wtL7tb3Zg&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"
allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-4490095359063076137?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bvoXUgQ33d16xuDaVzg-EICmFxU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bvoXUgQ33d16xuDaVzg-EICmFxU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bvoXUgQ33d16xuDaVzg-EICmFxU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bvoXUgQ33d16xuDaVzg-EICmFxU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/sSkhgS3sCi0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/4490095359063076137/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=4490095359063076137&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/4490095359063076137?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/4490095359063076137?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/sSkhgS3sCi0/iq-em-liberdade.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2009/01/iq-em-liberdade.html</feedburner:origLink><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="enclosure" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~5/o-nlIrqbJVs/video-play.mp4" length="0" type="video/mp4" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=8064b598f2124021&amp;type=video%2Fmp4</feedburner:origEnclosureLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMCSHw_eCp7ImA9WxFaFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-1897314367569557210</id><published>2000-03-20T13:11:00.001+01:00</published><updated>2010-07-18T08:17:49.240+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-18T08:17:49.240+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Aquecimento&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-224e53d8305f8bcf" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;
&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;
&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;
&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v8.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D224e53d8305f8bcf%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331115253%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5D014CEC417D72BCB0C86761CE27B0F82FBBC118.339842A2D25EEB40CEF7FC621ADB54AF03FD0828%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D224e53d8305f8bcf%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Df12skGOS5uTdyy0YJI6h3uLZTfU&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;
&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"
width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"
flashvars="flvurl=http://v8.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D224e53d8305f8bcf%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331115253%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5D014CEC417D72BCB0C86761CE27B0F82FBBC118.339842A2D25EEB40CEF7FC621ADB54AF03FD0828%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D224e53d8305f8bcf%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Df12skGOS5uTdyy0YJI6h3uLZTfU&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"
allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-1897314367569557210?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fr8Rs59kQjxjzRgeNbNZJ72N3rg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fr8Rs59kQjxjzRgeNbNZJ72N3rg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fr8Rs59kQjxjzRgeNbNZJ72N3rg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fr8Rs59kQjxjzRgeNbNZJ72N3rg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/rpajMhokCxI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/1897314367569557210/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=1897314367569557210&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/1897314367569557210?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/1897314367569557210?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/rpajMhokCxI/iq-aquecimento.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2008/10/iq-aquecimento.html</feedburner:origLink><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="enclosure" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~5/wlvm6GzcWxc/video-play.mp4" length="0" type="video/mp4" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=224e53d8305f8bcf&amp;type=video%2Fmp4</feedburner:origEnclosureLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUICQXw8eyp7ImA9WxFaFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-5602679553896767337</id><published>2000-03-19T15:37:00.004+01:00</published><updated>2010-07-18T08:19:20.273+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-18T08:19:20.273+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ladear Para a Direita&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f45bf8d643834386" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;
&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;
&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;
&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v13.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df45bf8d643834386%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331115253%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DDDBE40C1B90BA4714CEFB1706581BED05BD638E.57149AD8F0AB7BA94CA31B9B201C2F5C5F3C0CE7%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df45bf8d643834386%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DSY2AtbrX55AkiPxJvutlz0QYSQs&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;
&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"
width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"
flashvars="flvurl=http://v13.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df45bf8d643834386%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331115253%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DDDBE40C1B90BA4714CEFB1706581BED05BD638E.57149AD8F0AB7BA94CA31B9B201C2F5C5F3C0CE7%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df45bf8d643834386%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DSY2AtbrX55AkiPxJvutlz0QYSQs&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"
allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-5602679553896767337?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RHto7rLaHdla9UWxcbCAvnGsfW8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RHto7rLaHdla9UWxcbCAvnGsfW8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RHto7rLaHdla9UWxcbCAvnGsfW8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RHto7rLaHdla9UWxcbCAvnGsfW8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/fh-TeHH_SFU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/5602679553896767337/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=5602679553896767337&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/5602679553896767337?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/5602679553896767337?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/fh-TeHH_SFU/blog-post_23.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2008/07/blog-post_23.html</feedburner:origLink><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="enclosure" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~5/wixMpRNCc9M/video-play.mp4" length="0" type="video/mp4" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=f45bf8d643834386&amp;type=video%2Fmp4</feedburner:origEnclosureLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUINQHwzfSp7ImA9WxFaFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-19515194.post-745533468218246851</id><published>2000-03-18T12:46:00.002+01:00</published><updated>2010-07-18T08:19:51.285+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-18T08:19:51.285+01:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Passo Espanhol&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-a5135820bcd5ac0" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;
&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;
&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;
&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v13.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0a5135820bcd5ac0%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331115253%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5B72EAD4728D051D2D0C3EB84078D0A0F9BC2D6E.624EAE485359BBBF2792DC7108920FEFE0CD438B%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Da5135820bcd5ac0%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DGmfM9Zmtw6CJ5i9ZKYsazNbPxdQ&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;
&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"
width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"
flashvars="flvurl=http://v13.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0a5135820bcd5ac0%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331115253%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5B72EAD4728D051D2D0C3EB84078D0A0F9BC2D6E.624EAE485359BBBF2792DC7108920FEFE0CD438B%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Da5135820bcd5ac0%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DGmfM9Zmtw6CJ5i9ZKYsazNbPxdQ&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"
allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Todos os artigos são da responsabilidade de quem os escreve&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19515194-745533468218246851?l=equitacao-classica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wBIO671ThYgI90n8K-z2qhnF7pU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wBIO671ThYgI90n8K-z2qhnF7pU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wBIO671ThYgI90n8K-z2qhnF7pU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wBIO671ThYgI90n8K-z2qhnF7pU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~4/1otVKhE6OnU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://equitacao-classica.blogspot.com/feeds/745533468218246851/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19515194&amp;postID=745533468218246851&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/745533468218246851?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/19515194/posts/default/745533468218246851?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~3/1otVKhE6OnU/iq-passo-espanhol.html" title="" /><author><name>Equitação Clássica</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://equitacao-classica.blogspot.com/2008/08/iq-passo-espanhol.html</feedburner:origLink><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="enclosure" href="http://feedproxy.google.com/~r/EquitaoClssicaModernosClssicos/~5/BU0bbq1q18w/video-play.mp4" length="0" type="video/mp4" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=a5135820bcd5ac0&amp;type=video%2Fmp4</feedburner:origEnclosureLink></entry></feed>

