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	<title>Espaço Alexandria</title>
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	<description>Um projeto acadêmico-científico</description>
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	<title>Espaço Alexandria</title>
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		<title>Heloisa Teixeira (Heloisa Buarque de Hollanda): cultura, literatura e pensamento crítico na UFRJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ABL]]></category>
		<category><![CDATA[Heloisa Buarque de Hollanda]]></category>
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		<category><![CDATA[letras]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo analisa a contribuição de Heloisa Teixeira para os estudos culturais e literários no Brasil, com ênfase em suas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este artigo analisa a contribuição de Heloisa Teixeira para os estudos culturais e literários no Brasil, com ênfase em suas reflexões sobre cultura contemporânea, gênero, poesia e produção intelectual, destacando sua relação com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ao longo de sua trajetória acadêmica, Heloisa desempenhou papel central na renovação dos estudos literários e culturais brasileiros, articulando pesquisa acadêmica, curadoria cultural e intervenção no debate público. Sua atuação na UFRJ foi fundamental para a consolidação de abordagens interdisciplinares voltadas à compreensão da cultura brasileira contemporânea.</p>
<p><em>Para acessar o texto completo clique <a href="https://espacoalexandria.ufrj.br/wp-content/uploads/2026/06/Almeida_junho2026.pdf">aqui</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espaço Geográfico: Itália</title>
		<link>https://espacoalexandria.ufrj.br/espaco-geografico-italia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 21:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Coliseu]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
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					<description><![CDATA[Símbolo arquitetônico por excelência da posição central que Roma parecia ocupar em relação ao mundo antigo, grande parte dele já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Símbolo arquitetônico por excelência da posição central que Roma parecia ocupar em relação ao mundo antigo, grande parte dele já anexada ao seu Império, o Coliseu está entre as sete maravilhas do mundo moderno. Geograficamente falando, a Itália – país do qual Roma é capital – não deixa de ocupar certa centralidade, ao menos no que se refere ao Mar Mediterrâneo, chamado de <em>mare nostrum</em> nos tempos áureos do poderio romano (s. II d. C.).</p>
<p><em>Para acessar o texto completo clique <a href="https://espacoalexandria.ufrj.br/wp-content/uploads/2026/06/Oliveira_junho2026.pdf">aqui</a>.</em></p>
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		<title>O Fio da Meada Global: Como cabos de Fibra Ótica estão ditando a Nova Guerra Fria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 21:28:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cabos de Fibra Ótica]]></category>
		<category><![CDATA[cabos submarinos]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Guerra Fria]]></category>
		<category><![CDATA[telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo analisa a infraestrutura subaquática de telecomunicações como o principal epicentro geopolítico da Nova Guerra Fria entre os Estados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este artigo analisa a infraestrutura subaquática de telecomunicações como o principal epicentro geopolítico da Nova Guerra Fria entre os Estados Unidos e a República Popular da China. Longe da imaterialidade sugerida pelo termo &#8220;nuvem&#8221;, a arquitetura global da internet depende de uma malha física de cabos submarinos de fibra óptica responsáveis pelo tráfego de mais de 95% dos dados intercontinentais. Investigam-se as estratégias de controle físico, as pressões diplomáticas para exclusão de fornecedores asiáticos e os riscos de espionagem. Por fim, problematiza-se a posição do Brasil, defendendo a hipótese de que a tradicional neutralidade pragmática do país enfrenta um limite estrutural diante da dependência tecnológica externa.</p>
<p><em>Para acessar o texto completo clique <a href="https://espacoalexandria.ufrj.br/wp-content/uploads/2026/06/Coelho_junho2026.pdf">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Otávio Velho: Religião, Modernidade e Consolidação da Antropologia na UFRJ</title>
		<link>https://espacoalexandria.ufrj.br/otavio-velho-religiao-modernidade-e-consolidacao-da-antropologia-na-ufrj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 21:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Otávio Velho]]></category>
		<category><![CDATA[UFRJ]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo discute a trajetória e relevância acadêmica de Otávio Velho, referência da antropologia brasileira e professor de destaque no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este artigo discute a trajetória e relevância acadêmica de Otávio Velho, referência da antropologia brasileira e professor de destaque no Museu Nacional da UFRJ. Analisa-se sua formação intelectual, seus diálogos com temas como religião, modernidade, ruralidade e desenvolvimento, bem como sua participação fundamental na consolidação da antropologia como campo de excelência na universidade. O texto enfatiza a importância do autor no fortalecimento do pensamento social brasileiro e na articulação entre teoria e realidade sociopolítica.</p>
<p><em>Para acessar o texto completo clique <a href="https://espacoalexandria.ufrj.br/wp-content/uploads/2026/05/Almeida_maio2026_1.pdf">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Espaço Geográfico: Mundo Egeu</title>
		<link>https://espacoalexandria.ufrj.br/espaco-geografico-mundo-egeu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:57:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Creta]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Egeu]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem dúvida uma das culturas mais brilhantes de todo o mundo antigo, a cretense talvez seja a mais misteriosa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sem dúvida uma das culturas mais brilhantes de todo o mundo antigo, a cretense talvez seja a mais misteriosa de todas. De onde exatamente vieram os antigos habitantes da Ilha de Creta? A que raça pertenciam? Como soava a língua em que falavam? Qual foi a sua história? Quais os nomes dos seus reis? Nada disso sabemos ao certo, o que não nos impede de ver na Ilha de Creta a cultura-mãe da Grécia, visão essa comumente partilhada por aqueles que se interessam pela história e a geografia gregas.</p>
<p><em>Para acessar o texto completo clique <a href="https://espacoalexandria.ufrj.br/wp-content/uploads/2026/05/Oliveira_maio2026_1.pdf">aqui</a>.</em></p>
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		<title>A Missão Artemis e o Novo Código da Humanidade: Direito, Design e Sustentabilidade no Espaço Profundo</title>
		<link>https://espacoalexandria.ufrj.br/a-missao-artemis-e-o-novo-codigo-da-humanidade-direito-design-e-sustentabilidade-no-espaco-profundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:39:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artemis]]></category>
		<category><![CDATA[conquista da lua]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Orion]]></category>
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					<description><![CDATA[O presente artigo analisa a Missão Artemis sob uma perspectiva transdisciplinar, investigando como o retorno consolidado à órbita lunar reconfigura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presente artigo analisa a Missão Artemis sob uma perspectiva transdisciplinar, investigando como o retorno consolidado à órbita lunar reconfigura os pilares da ciência, do direito e do design contemporâneos. A discussão percorre desde os marcos de engenharia da missão Artemis II até o impasse jurídico entre o Tratado do Espaço Exterior de 1967 e os novos Acordos Artemis, abordando a integração estética e funcional da parceria Prada e Axiom Space, além do papel do Projeto Espaço Alexandria na difusão do conhecimento.</p>
<p><em>Para acessar o texto completo clique <a href="https://espacoalexandria.ufrj.br/wp-content/uploads/2026/05/Souza_maio2026.pdf">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Celso Furtado: Desenvolvimentismo, Intelectualidade e Contribuições na UFRJ</title>
		<link>https://espacoalexandria.ufrj.br/celso-furtado-desenvolvimentismo-intelectualidade-e-contribuicoes-na-ufrj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 19:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Celso Furtado]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[UFRJ]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo discute a trajetória intelectual de Celso Furtado, destacando sua relevância para o pensamento econômico brasileiro e latino-americano, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este artigo discute a trajetória intelectual de Celso Furtado, destacando sua relevância para o pensamento econômico brasileiro e latino-americano, com ênfase em sua relação com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Aborda-se sua formação, suas principais contribuições teóricas, o papel que desempenhou na formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento e a forma como sua atuação acadêmica influenciou gerações. A UFRJ surge como ambiente fundamental de consolidação de seu legado, fortalecendo linhas de pesquisa sobre industrialização, subdesenvolvimento e desigualdade regional.</p>
<p><em>Para acessar o texto completo clique <a href="https://espacoalexandria.ufrj.br/wp-content/uploads/2026/05/Almeida_maio2026.pdf">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Espaço geográfico: França</title>
		<link>https://espacoalexandria.ufrj.br/espaco-geografico-franca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em nada espanta ser a França um país tão visitado e os franceses preferirem, durante suas férias, permanecer em casa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em nada espanta ser a França um país tão visitado e os franceses preferirem, durante suas férias, permanecer em casa a vagar pelo restante do mundo. Em termos geográficos e artísticos, a França tem tudo (ou quase tudo) que a Natureza e a arte podem oferecer em termos de beleza.</p>
<p><em>Para acessar o texto completo clique <a href="https://espacoalexandria.ufrj.br/wp-content/uploads/2026/04/Oliveira_maio2026.pdf">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Carlos Chagas Filho: Ciência, Instituição e Protagonismo na UFRJ</title>
		<link>https://espacoalexandria.ufrj.br/carlos-chagas-filho-ciencia-instituicao-e-protagonismo-na-ufrj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:13:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[biofísica]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Chagas Filho]]></category>
		<category><![CDATA[IBCCF]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo apresenta a trajetória de Carlos Chagas Filho, destacando suas contribuições para pesquisas em neurofisiologia, sua atuação central no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este artigo apresenta a trajetória de Carlos Chagas Filho, destacando suas contribuições para pesquisas em neurofisiologia, sua atuação central no desenvolvimento da biofísica no Brasil e na internacionalização da ciência no país. Evidencia-se a relevância de seu papel como fundador do Instituto de Biofísica da UFRJ, centro de referência nacional e internacional, demonstrando como sua presença ajudou a projetar a universidade como polo importante de pesquisa biomédica e formar gerações de cientistas.</p>
<p><em>Para acessar o texto completo clique <a href="https://espacoalexandria.ufrj.br/wp-content/uploads/2026/04/Almeida_abril2026.pdf">aqui</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espaço geográfico: Malta</title>
		<link>https://espacoalexandria.ufrj.br/espaco-geografico-malta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 21:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ilha de Gozo]]></category>
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					<description><![CDATA[Vista no mapa-múndi, Malta é uma manchinha no Mediterrâneo Central. Trata-se, na verdade, de um microarquipélago formado por Malta (a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vista no mapa-múndi, Malta é uma manchinha no Mediterrâneo Central. Trata-se, na verdade, de um microarquipélago formado por Malta (a ilha maior), Gozo, Comino e várias ilhotas menores e desabitadas. Durante a última Idade do Gelo (que durou mais de cem mil anos e terminou em c. 12.700 a. C.), Malta fazia parte da ponte terrestre que existiu entre a Sicília e o norte da África.</p>
<p><em>Para acessar o texto completo clique <a href="https://espacoalexandria.ufrj.br/wp-content/uploads/2026/04/Oliveira_abril-2026.pdf">aqui</a>.</em></p>
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