<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463</id><updated>2024-10-24T01:20:20.003-07:00</updated><category term="outono"/><title type='text'>ESPERANÇA PARA VIVER</title><subtitle type='html'>CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ(João 8.32)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>63</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-6145728598136147219</id><published>2015-09-13T09:57:00.001-07:00</published><updated>2015-09-13T09:57:09.953-07:00</updated><title type='text'>O COMERCIO NA IGREJA CONTINUA - reflexão</title><content type='html'>
Que o SENHOR venha abrir nossos olhos dia após dia afim de chegarmos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo. (Ef 4:13)

Uma das coisas que se tem de mais comum dentro de uma congregação/templo, é o comércio. Seja este na forma de cantina, seja de livraria ou seja na forma de venda de cosméticos, a pratica do comércio na igreja é comum sem ser analisada ou revisada seus conceitos. Porém, há uma advertência quanto a isto. Vejamos: Mateus 21:12-13 “Tendo Jesus entrado no templo, expulsou todos os que ali vendiam e compravam; também derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores.”
Em João 2:16 é explícito “e disse (Jesus) aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio.”

A oposição de Jesus não era o fato de estarem vendendo animais para sacrifícios como muitos defendem, antes, por estarem vendendo. Não façais da casa de meu PAI casa de negócio é o motivo que levou o SENHOR a repreender todo aquele povo, o fato de estarem vendendo os animais era só mais um atributo para a repreensão e não o motivo isolado da história.
os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos. Isaías 56:7b

Amados, a casa do SENHOR DEUS não deve ser para outra coisa que não seja oração. Na casa do SENHOR só se deve cultuá-LO. Não é agradável aos olhos do PAI, que os filhos entrem em sua casa/presença e ao invés de adorá-lo/orarem/cultuá-LO, façam negócios. Isso é desprezado e repreendido pelo SENHOR JUSTO e FIEL. Isso é roubo perante os Seus olhos. Porque estão roubando o rebanho da presença do PAI para levá-los a presença do “negócio”. Por este motivo, Jesus chamou de “covil de salteadores”. Olha como é grave o simples comércio dentro do templo. Deus atribui tal prática como um pecado também e como todo pecado, passível de arrependimento da igreja.
Agora analisemos outro ponto, o ponto de vista físico.

Por diversas vezes, um morador de rua entrou na igreja onde congregava. E por diversas vezes ele saiu de lá faminto. Por que? Porque é a igreja, muitas vezes, somente mais um lugar economicamente capitalista; quem não tiver capital não tem lanche. Eu mesmo, já passei vontade diante da cantina da igreja. Eu tinha um trabalho onde ganhava muito pouco e ajudava em casa, era solteiro, porém tinha esse compromisso e não sobrava dinheiro para comer na cantina. No final do culto, todos se reuniam lá, inclusive eu que respondia “To legal. Vou jantar daqui a pouco.” Mas é claro que tinha vontade de comer lá, porém, era melhor evitar o desejo. Qual a solução? Comprar fiado pra pagar depois? E a bíblia? Ela diz em Romanos 13:8: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.”

Amados, se quiserem ter cantina na igreja, que esta seja então para alimentar os pobres e promover a comunhão entre os irmãos (Mt 25:35 e Sl 133:1). Se quiserem uma livraria/bazar, que seja para vestir a quem estiver nu. (Mt 25:36) Não usemos de base econômica para a congregação esse tipo de prática. Peguemos então o exemplo do rei Davi. Davi não era o homem segundo o coração de Deus somente pelo fato de cantar e tocar sua harpa ao SENHOR; ele era assim chamado por conhecer os conceitos que residem no coração do PAI, como por exemplo: para edificar o templo, Davi deu o que tinha do seu particular e chamou a congregação para darem ouro, prata e demais necessidades voluntariamente (1 Cr 29:5) e o resultado foi um povo motivado pelo próprio SENHOR de nossas vidas a darem em abundância e no fim, todos louvaram ao SENHOR Deus com grande alegria. Esse é o exemplo bíblico a ser seguido.
Vejo como um grande erro, congregações em que apelam por festas para conseguirem a verba necessária para comprar o que precisa para o prédio ou até mesmo pagar as contas. A igreja é do SENHOR, ELE é o administrador/dono de tudo e não nós. ELE é quem sabe o que precisa e o que não precisa na congregação. Fazer a festa da pizza, festa junina – que é idolatra, festa dos anos 60 é simplesmente cometer o erro que é fazer do nosso braço a nossa força e não a mão do SENHOR (Jr 17:5). Fazendo isso, estamos deixando de confiar no SENHOR. Ora, confiar é entrega. Se praticamos tais coisas para garantir o sustento que pregamos/acreditamos vir do SENHOR, é desempregá-LO de tal cargo para atribuir tal confiança no homem, confiando que ele comprará a pizza da festa e deste ato termos o dinheiro necessário para tal propósito. Isso é “homem confiar em homem”. E isso é maldição para a igreja (Jr 17:5).

Bendito o homem que confia no SENHOR e cuja esperança é o SENHOR. Jr 17:7 
A bíblia diz também, amados, que não devemos pedir a ninguém, antes, devemos dar a qualquer um (Rm 13:8 e Mt 5:42). Quando fazemos essas festas, vendendo marmitex para os membros e também para a comunidade, a igreja de Cristo que deveria dar, está pedindo esmolas. Estamos humilhando e rebaixando a igreja e dessa forma, o testemunho do poder de Cristo. Isso é muito grave, amados. Não vamos ler Mateus 6:25-34 e jogá-lo fora depois. Não preguemos que Jesus supre, cura, liberta e salva se depois vamos procurar jeitinhos brasileiro para resolvermos estas coisas nas nossas vidas. Sejamos sensatos e coerentes com a nossa palavra que diz somos chamados filhos de Deus e pregamos o seu evangelho.

Muitos pastores tomam essa atitude não porque são falsos mestres e etc, é por medo. Insegurança. “Mas irmão, se eu pedir pra igreja doar R$ X,00 para mandarmos almas para um retiro que é de Deus e transformará a vida deles pra sempre sem ter um atrativo para os membros, eles não doaram. Então usamos dessa estratégia para que eles abençoe e abençoando são abençoados.” Engano. Eles não estão abençoando, eles estão comprando. E a palavra do SENHOR não diz nada em ser abençoado comprando. Eles não estão ajudando a ganhar almas, estão comprando o produto vendido, tanto que se houver qualquer sorte de problema com o produto, reclamarão, pedirão o dinheiro de volta e etc. E um conceito quero deixar: Se convocardes a congregação para colaborar voluntariamente e ninguém contribuir, na verdade a congregação não se converteu ainda. Ela pode até ser convertida às promessas, mas não ao SENHOR destas promessas.

Precisamos nos arrependermos dessa mediocridade que nos cerca e vivermos a verdade do evangelho do Reino de Deus. Vivemos isso por vivermos numa nação de regime econômico capitalista. Pensamos dessa forma. Se nosso regime fosse comunista, faríamos estratégias comunistas e por aí vai. Mas amados, a igreja não vive o regime da Terra, ela tem de viver o regime do Céu. Se formos iguais a sociedade na qual nos encontramos, não faremos a diferença que devemos e pregamos fazer, pois pensamos e agimos iguais a ela, sem diferencial algum. Portanto, deixemos de estratégias capitalista, comunistas, socialistas, anarquistas, fascistas ou seja ela qual for, e nos enchamos dos conceitos do SENHOR através da Sua palavra e das revelações do Espírito Santo, para que não venhamos a resvalar nossos pés em conceitos humanos fazendo dos nossos braços a nossa força aparatando assim o nosso coração do SENHOR e perdendo a nossa salvação. Amém, amados?
Venha o Teu governo, SENHOR!
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/6145728598136147219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2015/09/o-comercio-na-igreja-continua-reflexao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/6145728598136147219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/6145728598136147219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2015/09/o-comercio-na-igreja-continua-reflexao.html' title='O COMERCIO NA IGREJA CONTINUA - reflexão'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-225759417469228382</id><published>2014-10-01T16:13:00.002-07:00</published><updated>2014-10-01T16:13:46.171-07:00</updated><title type='text'> ATUAÇÃO SOCIAL DA IGREJA  </title><content type='html'>Gostaria dever as igrejas com mais presença no campo do social, porém, não podemos negar que a igreja protestante no Brasil tem uma grande dívida para com a sociedade. Temos no Brasil diversos grupos protestantes que são detentores de um alto poder econômico, todavia, muito pouco desses recursos são investidos em obras sociais de notoriedade. Isso acontece porque existe uma preocupação transparente entre a maioria das denominações e ministérios nesse pais, a qual se traduz numa competição entre as grandes igrejas evangélicas que buscam tão somente a glorificação dos seus próprios sistemas, por meio de construções exuberantes, a conquista do status político com a eleição de candidatos que possam arvorar a bandeira da denominação e também uma corrida desenfreada pela apropriação dos espaços midiáticos, isto é, a compra de estações de rádios, canais de televisão, poderosos sites na internet que sejam eficazes na promoção denominacional e também a própria imagem das lideranças principais. As vultuosas somas de capital investidas nessas áreas parece desvanecer as motivações para os investimentos na área social. Talvez, porque o trabalho social não proporcione tanto reconhecimento e a visibilidade que a maioria está procurando. Algumas grandes igrejas mantém alguns trabalhos medíocres que usam como pretexto para apresentar como justificativa de que realmente desenvolvem uma obra social. Na verdade o que existe mesmo é um discurso por demais hipócrita que exige que cada cristão pratique solidariedade para com os necessitados, quando muitos líderes vivem como verdadeiros &quot;marajás do evangelho&quot; agindo de uma maneira a demonstrar que não tem a mínima preocupação com as necessidades de quem quer que seja. A maioria das igrejas evangélicas não só têm uma ação social muito pálida, como também não ajudam algumas instituições para-eclesiásticas que atuam na área social, tais como hospitais, casas de recuperação de drogados, assistência a menores abandonados e assim por diante. A maioria dessas instituições sobrevivem mais de ofertas oriundas de das pessoas de uma forma geral do que de ajuda de igrejas. Apesar da abordagem negativa, não estou afirmando que não existam igrejas e pessoas no meio evangélico que não estejam preocupados com o social, o que estou dizendo é que tais ações estão longe de traduzir o potencial da igreja evangélica no Brasil para a obra social. As chamadas ONGS parecem ser muito mais eficazes do que a igreja evangélica no tocante a obra social. Houve épocas em que muitas lideranças negligenciavam a obra social porque achavam que o trabalho exclusivo da igreja era apenas cuidar das almas dos homens, pensavam que a única coisa que importava para as pessoas era &quot;o pão espiritual&quot; pois só desse pão deveria o homem viver. Por outro lado, na atualidade poucos ainda preservam essa mentalidade, teóricamente todos têm conhecimento da obrigação social da igreja, pois tal ensino é patente em toda a bíblia, a qual recomenda em diversas passagens sobre as atenções e cuidados para com os necessitados, todavia, as ambições pessoais têm mudado o foco da igreja, canalizando os seus esforços para outras prioridades.

A BASE BÍBLICA PARA A RESPONSABILIDADE SOCIAL

A partir do livro de Gênesis já encontramos algumas referências sobre a responsabilidade social. Ao criar a mulher Deus estabeleceu responsabilidades que homem e mulher teriam um para com o outro. E posteriormente quando Caim matou Abel, Deus veio a Caim e lhe perguntou: &quot;Caim onde está o teu irmão ? Porém, Caim quis esquivar-se de sua responsabilidade, e por isso disse para Deus &quot;Sou eu porventura o guardador de meu irmão?&quot;. Deus estava cobrando de Caim o bem estar de Abel, exatamente pelo fato de que ele era responsável pelo bem estar do irmão. A situação não mudou muito, tem muita gente se negando em cumprir a sua missão social, porém, Deus estará sempre a nos perguntar &quot;Onde está o teu irmão? ou como está o teu irmão?. Ele espera da sua igreja uma resposta coerente com o Amor Dele que foi revelado na Cruz de Cristo. Sobre este aspecto quero compartilhar o belo texto de John Stott sobre responsabilidade social. Qual é, então, a base bíblica para responsabilidade social? Porque devem os cristãos se envolver? No final das contas, existem apenas duas atitudes que eles podem adotar com relação ao mundo. Uma é a fuga, outra o engajamento. &quot;Fugir&quot; significa voltar as costas ao mundo em rejeição, lavar as mãos das coisas do mundo (mesmo sabendo como Pôncios Pilatos , que nem assim desaparece a responsabilidade), e endurecer o coração aos agonizantes gritos de socorro. &quot;Engajar-se&quot;, por outro lado, significa voltar o rosto para o mundo em compaixão, sujar as mãos, sofrer e gastar-se a serviço deste e sentir no fundo do ser o comovente e incontido amor de Deus. Entre nós, os evangélicos, são muitos que se comportam como fujões irresponsáveis. Viver dentro da igreja em comunhão uns com os outros é mais conveniente do que servir em um ambiente externo apático ou mesmo hostil. Naturalmente, vez por outra fazemos investidas no território inimigo através de campanhas evangelísticas (aliás, como evangélicos somos especialistas nisso). Depois, contudo, nos recolhemos de novo, e após cruzarmos o fosso do nosso castelo cristão (segurança da nossa própria comunhão evangélica), suspendemos a ponte  levadiça e até fechamos os ouvidos aos gritos daqueles que esmurram nosso portão. Quanto às obras sociais, nossa tendência é dizer que isto é perda de tempo, já que o Senhor vai voltar logo. Afinal de contas, se a casa está em chamas, para que pendurar cortinas novas e dar uma ajeitada nos móveis? O que importa é salvar o que está perecendo. Dessa forma tentamos salvar nossa consciência com uma teologia espúria. Ao invés de tentarmos fugir à nossa responsabilidade social precisamos abrir os ouvidos e escutar a voz Daquele que conclama seu povo em todo tempo a sair (assim como Ele o fez) para o mundo perdido e solitário a fim de viver e amar, testificar e servir, como Ele e por Ele. Pois isto, sim, é &quot;missão&quot;. Missão é a nossa resposta humana à divina comissão . É todo um estilo de vida cristão, que tanto inclui evangelismo quanto responsabilidade social, sob a convicção de que Cristo nos envia ao mundo assim como o Pai a Ele o enviou, e que é para o mundo, portanto, que devemos ir, para viver e trabalhar para Ele. Ainda assim, no entanto, resta-nos a questão: &quot;Por que?&quot; Por que deveria o cristão envolver-se com o mundo e seus problemas? Em resposta, proponho que examinemos as grandes doutrinas da bíblia, nas quais todos já cremos em teoria, mas tendemos a podar e retocar a fim de adaptá-las à nossa teologia escapista. Meu apelo é no sentido de que tenhamos coragem suficiente para conservar a integridade bíblica dessas doutrinas. Qualquer uma delas já bastaria para nos convencer da nossa responsabilidade social cristã; pois tais doutrinas juntas nos deixam sem qualquer desculpa.&quot;.
A responsabilidade não é meramente proteger vidas inocentes: também inclui fazer o bem positivo em prol dos outros. Segundo Jesus, e o ensino do Antigo Testamento também que o homem é responsável por amar seu próximo como a si mesmo. Jesus disse que o amor é a essência da lei moral (Mt 22.39). Até mesmo disse que a totalidade da moralidade do Antigo Testamento podia ser reduzida à regra Áurea (Mt 7.12). Exemplos específicos daquilo que significa amar os outros não faltam nem na vida nem nos ensinos de Cristo. As curas que Jesus fez dos mancos, dos leprosos e dos cegos, ilustram Sua própria solicitude, e sua história acerca do Bom Samaritano demonstra o amor que todos os homens devem ter com os outros (lc 10.30ss). As Epístolas de Novo Testamento abundam de exortações para os cristãos cuidarem uns dos outros e dos de fora. Paulo escreveu: &quot;Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros&quot; (Fp 2.4). Outra vez: &quot;Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprires a lei de Cristo&quot; (Gl 6.2; 10). A Primeira Epístola de João é muito explícita no que diz respeito à responsabilidade do cristão no sentido de amar aos outros. (I Jo 3.17-18), como o é também a de Tiago (1.27). Em síntese, o homem é moralmente responsável pelos demais homens. Ele é o guardião do seu irmão.

PRECISAMOS DE UMA VISÃO HOLÍSTICA DO &quot;SER&quot;

A palavra hólos veio do grego e significa inteiro; composto. Segundo o dicionário, holismo é a tendência a sintetizar unidades em totalidades, que se supõe seja própria do universo. Sintetizar é reunir elementos em um todo; compor. Ter uma visão holística do homem é tratá-lo em todas as dimensões do seu &quot;Ser&quot;, corpo, alma e espírito, pois, é dessa forma que a palavra do Senhor o trata. O que os cristãos as vezes não percebem, é o fato de que a responsabilidade de amar às outras pessoas se estende à totalidade do &quot;Ser&quot;. Ou seja, o homem é mais do que uma alma destinada para outro mundo; é também um corpo que vive neste mundo. E como residente desta continuidade do tempo e do espaço o homem tem necessidades físicas e sociais que não podem ser isoladas das necessidades espirituais. Logo, a fim de amar ao homem conforme ele é - o homem total - é necessário ter um solicitude acerca das suas necessidades sociais, bem como das necessidades espirituais. Parte do descuido do &quot;homem total&quot; tem sua origem na ênfase platônica não-cristã sobre a dualidade do homem. Esta ênfase foi digerida pelos cristãos da Idade Média e tem sido transmitida para o presente. Em essência, argumenta que o homem é essencialmente um ser espiritual e que apenas tem conexão funcional com um corpo que, na melhor das hipóteses, é um impedimento, e na pior, um grande mal. A correção desse erro é achada no ensino bíblico acerca da unidade essencial do homem, e da qualidade boa da criação física e corpórea, feita por Deus (Gn 1.31). Tanto a unidade do homem quanto a bondade do corpo ficam evidentes na doutrina cristã da ressurreição, fato este que é repugnante à mente grega (At 17.32). A ressurreição do corpo não faria bom senso se os homens fossem completos sem seu corpo. Do outro lado, se o homem é essencial e permanentemente um corpo com alma, neste caso a negligência de qualquer aspecto é um erro sério. Se o homem deve ser amado como homem, deve-se amá-lo conforme ele é (e conforme ele será) como criatura física e social, bem como espiritual. Até mesmo se alguém rejeitar as doutrinas da unidade do homem e da imortalidade do corpo, é miopia demonstrar preocupação somente com as dimensões espirituais da vida. Os homens nesta vida, pois, têm mesmo corpos, e não podem viver aqui sem eles. Se, portanto, devemos alcançá-los para o mundo do porvir - se vamos salvar suas &quot;almas&quot; - então isto deve ser realizado através dos corpos deles. Os corpos que estão morrendo de fome dificilmente ficarão impressionados com a mensagem acerca do pão da vida, se nós lhes recusamos o alimento para esta vida. Jesus alimentou a multidão faminta com o pão físico antes de pregar-lhes acerca do pão espiritual (Jo 6.11ss). Os homens não têm muita probabilidade de sentirem sede pela água da vida enquanto estiverem assoberbados pela sede física. Noutras palavras, se os cristãos não mostrarem nenhuma solicitude para com as necessidades físicas e sociais básicas dos homens, neste caso não poderão esperar uma resposta muito positiva da parte deles para sua mensagem espiritual. 


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A Igreja tem uma ação a tomar.

A multiculturalização a par com a disseminação da tolerância que exige uma sociedade democrática, aberta a pensares diferentes sobre a crença, a vida e a moral mais do que como costume, como princípio, conduz a uma liberalização dos valores, ou deveria dizer, lassidão... que faz perigar o equilíbrio da própria sociedade e coloca em causa o futuro saudável da sua existência, uma vez que dessa mesma existência fazem parte integrante os valores. Aqui se encontra outro desafio. 

A Igreja tem uma palavra a dizer.

O papel social da Igreja como garantia da conservação e implementação de valores éticos e morais.

Na família. Pelo incentivo à construção de relacionamentos conjugais fortes, assentes no respeito mútuo e na mútua aceitação, no desenvolvimento de laços de amor e interdependência que privilegiem a partilha de um projeto de vida. Pelo ensino de uma paternidade responsável, encorajadora de uma geração que determina o futuro com solidez integridade e valor.

Na educação. No ensino dos valores morais e espirituais, na construção do caráter, como meio de encontrar resposta às grandes questões da vida e suporte na decisão. Através da dinamização de grupos de jovens e de crianças, que aprendem a relacionar-se consigo, com Deus e com o outro ao tempo em que crescem e se divertem.
Na intervenção. A Igreja tem uma palavra a dizer. Porque não tem apenas opinião, tem sólidas convicções, a Igreja não pode ficar calada quando assiste ao desmoronar do valor do indivíduo em si mesmo, pela perca dos seus valores e pela falta de conhecer o Criador, que tanto o valoriza, de uma forma pessoal. A Igreja tem de elevar a sua voz e gritar de todas as formas que a técnica já inventou a Sua mensagem, que é afinal, a mensagem de esperança e de amor que a sociedade necessita.

O papel da Igreja no apoio social, o rosto visível de uma fé invisível.

Aos desfavorecidos. As bolsas de pobreza num planeta em que a distribuição da riqueza é tão desigual, continuam a crescer. São vítimas da guerra (como em Angola), ou da falta de recursos naturais (como em Moçambique) mas morrem a cada segundo desidratados, desnutridos e doentes. O excesso de uns poderia acabar com a fome de outros. E os poderes político - econômicos poderiam fazer melhor redistribuirão, é verdade! Mas a falta de interesse destes não pode desculpar aqueles a quem Ele deu os recursos do Seu amor. 

A responsabilidade da Igreja neste campo é muito grande. A propósito de um episódio em que um discípulo sugeriu abençoar os pobres com o valor de um presente oferecido a Jesus, Este declarou: “Os pobres, sempre os tendes convosco...”. Esta é a verdade. Hoje temos muitos pobres conosco e muita oportunidade para abençoar alguns. Ministrar aos pobres é algo inerente à própria essência da igreja, porque é inerente ao amor e o amor é a razão de ser da igreja. E não é absolutamente necessário sair do nosso país, cidade, bairro, vila ou aldeia para encontrar desfavorecidos... basta abrir os olhos e o coração!

Os dependentes. A autonomia é um privilégio querido pelo ser humano. Alguns já a perderam (ex. idosos), outros ainda não a adquiriram (ex.crianças). Sempre que essa é a situação, encontram-se vulneráveis, diminuídos na sua capacidade de auto - suficiência física ou emocional. Numa sociedade em que a pirâmide etária aponta para o envelhecimento da população como a nossa, esta é uma área de grande carência. A prestação de cuidados e transmissão de afeto podem fazer sorrir outra vez lábios cerrados pela tristeza e fazer nascer um raio de esperança num coração embotado pelo desilusão de uma velhice que se sonhava diferente e mais feliz. Também aqui a Igreja tem uma palavra a dizer... e muitas acções a fazer. Basta tomar a iniciativa de cuidar daqueles que na comunidade em que se insere se encontrem na situação de dependência, pela idade ou pela doença, movidos pela paixão e (com)paixão.

Os delinquentes. São aqueles que preferíamos não ver mas que nos entram “pelos olhos a dentro” todos os dias, ao cruzarmos as ruas da terra em que habitamos. São aqueles que de uma ou de outra forma, por esta ou aquela razão, decidiram (ou talvez não!) desviar-se do caminho do comportamento esperado, saudável para si, para a família e para a sociedade. Revoltados e desesperançados arrastam-se pelos cantos do seu desespero em que, até parece, ás vezes a sociedade os quer manter. Gritam com vozes de silêncio no estender do braço que apodrece... Não se ouve, mas gritam e pedem socorro! A Igreja não pode ficar indiferente! Não pode simplesmente estender um dedo acusador por todas as más escolhas que fizeram vendendo-se ao álcool, á droga, ao sexo... A Igreja pode abrir a porta da confiança, o caminho da esperança para uma vida nova. A Igreja tem a resposta para o grito.

Os que sofrem. Na sociedade deste século os sofrimentos emocionais e espirituais crescem em virtude das expectativas não alcançadas e do ritmo alucinante da vida. E há pessoas que sofrem. Sofrem por relacionamentos quebrados, por não se encontrarem, não se realizarem, não serem tão bem sucedidas nem tão competitivas... Precisam da Igreja. É também essa a sua vocação. Oferecer um ouvido que ouve em empatai e compreensão e que não julga... mas ajuda a encontrar caminhos para fora do sofrimento.

</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/6601247749231777413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2014/10/a-missao-social-da-igreja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/6601247749231777413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/6601247749231777413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2014/10/a-missao-social-da-igreja.html' title='A Missão Social da Igreja'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-6390845414511555808</id><published>2014-02-05T17:32:00.002-08:00</published><updated>2014-02-05T17:59:15.434-08:00</updated><title type='text'>O MAU USO DA AUTORIDADE CONFERIDA</title><content type='html'>
SAUL FOI UNGIDO REI DO POVO DE ISRAEL (1Sm 10.1). Não obstante as perseguições, Davi o respeitou como autoridade (1º Sm 24.6). Davi reconhecia a unção de Deus sobre Saul (1º Sm 24.10). O rei Saul, fazendo mau uso da sua autoridade , perseguia a Davi e aos seus homens, sem se importar com as conseqüências de sua atitude (1º Sm 18.18 e 1º Sm 19.10). A autoridade delegada ao rei Saul foi tornada sem efeito no momento em que ele fazendo mau uso, no tocante às devidas limitações com relação à autoridade do profeta ao tentar tomar o lugar deste (1º Sm 15.26).

O REINADO DE ADONI-BEZEDEQUE
“Adoni-Bezeque, porém, fugiu; mas o perseguiram e, prendendo-o, lhe cortaram os polegares das mãos e dos pés. Então, disse Adoni-Bezeque: Setenta reis, a quem haviam sido cortados os polegares das mãos e dos pés, apanhavam migalhas debaixo da minha mesa; assim como eu fiz, assim Deus me pagou. E o levaram a Jerusalém, e morreu ali” (Jz 1.6-7).
A palavra Adoni é “Senhor” e Bezeque significa: “disseminação” ou “massificaçao”, podendo ser interpretada como uma distorção sutil e ao mesmo tempo grotesca do crescimento. Quando um líder, em nome do crescimento, idolatra um método de crescimento em detrimento dos princípios e da mensagem do Evangelho, ocorre-se o risco de engessar as pessoas dentro de um sistema ministerial rígido que boicota a singularidade, a diversidade e a convicção vocacional das pessoas, gerando um confinamento espiritual em massa.

No contexto de Adoni-Bezedeque, o crescimento pode ser definido como uma “robotização” da membresia, que acontece como conseqüência da disseminação do espírito de controle e idolatria de uma liderança, transformando uma visão em uma “viseira.”. Cada pessoa no corpo de Cristo precisa ter a liberdade de se expressar na sua legítima identidade através da diversidade de dons, ministérios e diversidades de operações, sabendo que o Espírito é o mesmo, o Senhor é o mesmo e também é o mesmo Deus que opera em todos (1º Co 12.4-6).

A mutilação do polegar.
 “... setenta reis, que tiveram seus polegares cortados....”
Pessoas que fora, induzidas a se anular. Desta forma, nunca poderão ameaçar a autoridade do líder ou comprometer com o “sucesso” dele. Foram impiedosamente decepadas na sua identidade pelo espírito de egocentrismo e controle reinante.
Abriram mão de quem elas são em Deus e se subordinaram a realizar uma outra pessoa sem também se sentirem realizadas. São chamados de filhos, mas não são tratados como filhos. Se viciaram numa mentalidade de escravos. Este padrão abusivo de liderança que opera pelo engano, produz frustração e esterelidade.

No oficio sacerdotal, os polegares tem um significado relevante. São os pontos de contato da redenção (sangue) e da unção (óleo). A mutilação do polegar estabelece as conseqüências espirituais deste perfil controlador de autoridade.

O dedo polegar da mão e o principal ícone da identidade. Todo líder controlador é traumatizador. O controle na liderança impede que as pessoas desenvolvam a sua identidade e convicções.
O relacionamento será marcado por situações de stress, choques traumáticos de personalidade e retaliações impiedosas aos que discordam de uma virgula sequer. Os resultados são destruidores e a área atingida acaba sendo a identidade da pessoa.

Sem o polegar dos pés, estes reis não podiam perseguir seus inimigos e muito menos fugir deles. Estavam literalmente imobilizados no campo da batalha. O dedo polegar é o dedo mais forte do pé, as pessoas passam a cambalear na vida. A capacidade de andar nos caminhos de Deus seguindo outros líderes que são autênticos seguidores de Cristo é mutilada. Esta mutilação produz ferida e marcas que alimentam uma rebelião crônica que desajusta as pessoas em relação a discernir e andar nas pegadas abertas pelo Filho de Deus.
Um rei, sem o polegar das mãos, estaria simplesmente incapacitado para entesar o arco e segurar sua espada. Sem a firmeza necessária para golpear com suas armas, estes reis estavam neutralizados. O polegar é o dedo mais forte da mão que nos possibilita agarrar as promessas de Deus, manejando a Palavra do Espírito, combatendo o bom combate da fé. O polegar superior é, também, um símbolo de firmeza e perseverança ministerial.
A mutilação do polegar se traduz espiritualmente numa debilidade ministerial crônica que pode aleijar o destino desta futura geração de líderes. Castrados na identidade e subtraídos da destreza de manejar a Palavra de Deus com integridade, revelação e coerência, muitos ministros tem perdido a mensagem pregando um evangelho cada vez mais humanista e inimigo da cruz de Cristo.
Os cães de Adono-Benezer.
“Então, ele, respondendo, disse: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Ela, contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos” (Mt 15.26-27).

Gostaria de traduzir, resumidamente, o terrível legado dos cananeus que foi de maneira interessante e muito sabiá confrontado por Jesus no famoso episódio da mulher siro-finícia (cananéia). Os cananeus eram descendentes de Canaã, filho de Cão, o qual descobriu a nudez de seu pai Noé quando este estava bêbado. Sendo desonrado pelo seu filho Cão, Noé amaldiçoa o filho deste, que era Canaã. Ou seja, o mesmo desprezo que Noé sentiu em relação ao seu filho Cão, Cão também sentiria em relação ao seu próprio filho Canaã. Portanto, a essência da maldição dos cananeus é uma disjunção geracional do princípio da autoridade.
Este estigma de desonra e desprezo passou a seguir as sucessivas gerações de Canaã. O famoso ditado hebraico advertindo sobre não lançar pérolas aos cães e aos porcos estava contextualizando com a constante insubmissão e dureza dos povos cananeus em relação ao governo do Deus de Israel.
Sob esta ótica, podemos ter uma perspectiva melhor acerca de Adoni-Bezeque que foi um dos mais terríveis reis da terra de Canaã, que por fim foi tratado da mesma forma como tratou aqueles reis que viviam debaixo da sua mesa. Ele mesmo disse: “.... assim como eu fiz, assim Deus me pagou” (Jz 1.6-7).
Inspirado pela forma como Israel julgou Adoni-Bezeque, Jesus, estranhamente, tratou a mulher cananéia, confrontando este mesmo principado maligno que agia entre os cananeus, promovendo um relacionamento com o principado de autoridade do tipo “dono e cachorro”. Era exatamente desta maneira arrogante e controladora, que o famoso rei cananeu Adoni-Bezeque tratava aqueles setenta reis.
Isto pode parecer um pouco forte, mas reflete a verdade sobre a forma como alguns líderes relacionam-se com seus discípulos.
O sintoma da infiltração deste espírito pode ser discernido quando o sucesso do líder baseia-se no rebaixamento dos libertados. Na verdade alguns Adoni-Bezedeque cortam os dedos de seus liderados interpretando uma ameaça. A insegurança e o ciúme privam o líder de formar um outro líder que o supere, comprometendo gravemente a nova safra de líderes e o futuro da igreja.
Pessoas rebaixadas na sua suficiência e autonomia.
“... apanhavam migalhas...”.
São pessoas que, também, nunca poderão estar espiritualmente á altura do seu líder. Jamais estarão à mesa em pé de igualdade sendo respeitadas na sua maturidade ou expostos à grandes oportunidades. São privados e até impedidos de aprender de outras fontes. Sempre terão que viver das migalhas.
Pessoas rebaixadas na sua dignidade.
“... debaixo da minha mesa...”.
A mesa do líder, ou seja, seu sucesso medíocre e egocêntrico é o teto que nunca poderá ser ultrapassado pelos discípulos.
Uma atitude franca de superioridade serve para que se intimidem e permaneçam numa postura ministerial de dependência e inferioridade. Sendo tratados com inferioridade, são inspirados a desenvolver o mesmo espírito mutilador de liderança.
Identificando o espírito de Adoni-Bezeque.
Na verdade, Adonai-Bezeque e uma tipologia de um espírito de liderança tirano e controlador. Toda pessoa controladora é essencialmente insegura e usa a posição de liderança para compensar suas feridas e frustrações. Inspirados nestes textos podemos alistar algumas características deste perfil maligno de autoridade:
É o líder que quer todos aos seus pés como cachorrinhos e anões. Ele não investe na liderança das pessoas. Ele prende as pessoas a ele limitando e até mesmo cortando o polegar, ou seja, o potencial delas. Ele não compartilha o que ele tem recebido com as pessoas. Na verdade, as pessoas passam a viver das migalhas que caem da sua mesa. Sua motivação não é abençoar, mas estar por cima.
É o líder que se coloca com “rei” e não como servo. Sua motivação é apenas ser servido. Frequentemente usa a posição e o título que possuí como arma para se impor.
É o líder que faz seus discípulos súditos e não amigos. Exige dos discípulos uma submissão doentia e possessiva que desrespeita a individualidade, agride a liberdade e abate a auto-estima.
É importante pensar nestes setentas reis mutilados em contraste com os setentas discípulos que Jesus enviou para o campo. Adonai-Bezeque é um principado que se levanta para mutilar a vida ministerial da emergente geração de líderes. Entra a miséria espiritual. Estes reis vivem de migalhas. Pessoas mutiladas na identidade, perdem o equilíbrio, a firmeza e o espírito empreendedor.
Ao invés de serem liderados para o seu destino em Deus, ficam debaixo da mesa, postados numa situação espiritual de subjugamento. Tudo isto, muitas vezes em nome da “submissão”, que servem de pretexto para a imposição deste principado.
Audição mutilada.
No contexto eclesiástico existe uma certa tendência do líder assumir a posição do Espírito Santo na vida das pessoas. Esta tem sido uma terrível herança imposta pela igreja Católica Romana onde “a voz do Papa é a voz de Deus”, visto que este é tido como infalível.
O aspecto que desejo enfatizar é que este tipo de conduta no discipulado conspira contra a responsabilidade pessoal e vital de conhecer a Deus e aprender dEle. Na ditadura evangélica, atônica na propagação do Evangelho não é buscar o conselho de Deus, mas se fundamenta na opinião irredutível do líder. É quando a voz do pastor está acima da voz de Deus. Neste caso cria-se na cadeia de comando uma ligação espiritual entre almas baseadas na superioridade do líder e não na dependência divina.
Isto é muito sutil e pode acontecer com líderes bem intencionados, porem mal orientados. Quando o líder sonega ao discípulo o direito e o dever de discernir pessoalmente a voz de Deus, a liberdade em Cristo é abafada por espírito de controle. O aspecto mais relevante do espírito de Jezabel é que ele não apenas odeia o ministério profético, mas odeia, na verdade, a voz de Deus.
Este tipo de distorção castra a audição espiritual da Igreja, produzindo surdez na vida dos discípulos. Uma deficiência na audição tem como efeito colateral uma deficiência na fala, inibindo a fé, emudecendo o ministério profético, decepando a criatividade e as novas iniciativas do ministério apostólico.
Desta forma, multiplicamos uma igreja formada por surdos-mudos, sujeita a todo tipo de corrupção, onde a voz de Deus não é ouvida e nem proferida. “Não havendo profecia (Palavra profética) o povo se corrompe” (Pr 29.18).
Nesta brecha entra um espírito de religiosidade sacramentando ritos e práticas que aparentam espiritualidade, mas que na verdade renegam a intimidade com Deus. Sem a voz de Deus inspirando e dirigindo a vida devocional de cada pessoa, celebra-se o funeral da Igreja.
O ESQUEMA JEZABEL
 “Fez Acabe, filho de Onri, o que era mau perante o SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele. Como se fora coisa de somenos andar ele nos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, tomou por mulher a Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; e foi, e serviu a Baal, e o adorou. Levantou um altar a Baal, na casa de Baal que edificara em Samaria” (1º Rs 16.30-32).
A história de Jesabel na Bíblia começa quando um rei de Israel chamado Acabe, num ato de jugo desigual a desposa. Jezabel era filha de Etbaal, rei de Sidom, uma nação considerada inimiga de Israel. Jezabel não só era adoradora de Baal, como também tornou-se a maior responsável pela expansão do seu culto na sua geração.
Acabe era um líder espiritual volúvel e de caráter fraco. Influenciado por sua esposa, começou também a adorar a Baal, levando a nação à idolatria. De posse de uma posição estratégica (esposa do rei), procurando manter-se no controle, Jezabel investe contra a única coisa que poderia ameaçá-la: a voz de Deus. Assim sendo, começou a perseguir os verdadeiros profetas. Muitos foram literalmente mortos e mais de sete mil refugiam-se.
Assim como Adoni Bezeque se levanta contra o ministério apostólico, Jezabel ataca o ministério profético. Quando as pessoas não têm mais liberdade de ouvir a voz de Deus é sinal que Jezabel está por perto.
Discernindo o perfil de Jezabel.
 “Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos. Dei-lhe tempo para que se arrependesse; ela, todavia, não quer arrepender-se da sua prostituição. Eis que a prostro de cama, bem como em grande tribulação os que com ela adulteram, caso não se arrependam das obras que ela incita. Matarei os seus filhos, e todas as igrejas conhecerão que eu sou aquele que sonda mentes e corações, e vos darei a cada um segundo as vossas obras” (Ap 2.20-23).
Como vemos, o próprio Jesus confrontou este espírito que residia na igreja em Taitira. No V. T., Jezabel era literalmente uma mulher, de carne e sangue, mas no N. T., primeiramente ela é revelada nosso Evangelhos através dos Herodias, um título imperial que demonstra seu poder de imposição e intimidação e depois no livro de Apocalipse ela aparece como um espírito infiltrado na igreja, usando técnica que iam desde o misticismo (falsas profecias até a imoralidade).
O objetivo é seduzir impiedosamente líderes e leigos a ficar a disposição de seus interesse. Lógico que ela não vai revelar isto claramente, antes vai ensinar que eles estão fazendo a “vontade de Deus” para as pessoas através de seus ensinos sedutores e suas profecias controladoras. Sua principal estratégia de manipulação é a religiosidade.
Ela defende ferozmente seu pequeno reino e fomenta uma dependência extremada nos seus seguidores. Uma das principais características de Jezabel é que quando ela é confrontada desenvolve um ódio destruidor da pessoa que a confrontou.
Suas reuniões são, na verdade, encontros de manipulação e “feitiçaria religiosa”, mas naturalmente, Jezabel vai disfarçando a verdadeira natureza destas reuniões, e disseminado seus ensinos.

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A descrição das dores de Jesus feita por um grande estudioso francês, o médico Dr. Barbet : dando a possibilidade de compreender realmente as dores de Jesus durante a sua paixão. &quot;Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei a fundo anatomia. Posso portanto escrever sem presunção.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus entrou em agonia no Getsemani - escreve o evangelista Lucas - orava mais intensamente. &quot;E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra&quot;. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas . E o faz com a precisão dum clínico. O suar sangue, ou &quot;hematidrose&quot;, é um fenômeno raríssimo. Se produz em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que aqueles da acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la é atroz. Alguma vez vocês tiraram uma atadura de gaze de uma grande chaga? Não sofreram vocês mesmos esta experiência, que muitas vezes precisa de anestesia? Podem agora vos dar conta do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram asterminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como aquela dor atroz não provoca uma síncope?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício! Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), o apoiam sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. No mesmo instante o seu pólice, com um movimento violento se posicionou opostamente na palma da mão; o nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se, como uma língua de fogo, pelos ombros, lhe atingindo o cérebro. Uma dor mais insuportável que um homem possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos. De sólido provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; consequentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos o laceraram o crânio. A pobre cabeça de Jesus inclinou-se para frente, uma vez que a espessura do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;capacete o impedia de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudíssimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. As feições são impressas, o vulto é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. Se diria um ferido atingido de tétano, presa de uma horrível crise que não se pode descrever. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus atingido pela asfixia, sufoca. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Que dores atrozes devem ter martelado o seu crânio! Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus tomou um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforçando-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração se torna mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque este esforço? Porque Jesus quer falar: &quot;Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem&quot;. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés, inimaginável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enxames de moscas, grandes moscas verdes e azuis, zunem ao redor do seu corpo; irritam sobre o seu rosto, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura se abaixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo serão três da tarde. Jesus luta sempre: de vez em quando se eleve para respirar. A asfixia periódica do infeliz que está destroçado. Uma torturaque dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancaram um lamento: &quot;Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?&quot;. Jesus grita: &quot;Tudo está consumado!&quot;. Em seguida num grande brado disse: &quot;Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito&quot;. E morre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BATISMO DE &quot;SANGUE&quot; DOS SEUS APÓSTOLOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simão Pedro: segundo a tradição foi crucificado de cabeça para baixo; André: segundo a tradição crucificado numa cruz em &quot;X&quot;, que a partir daí levou o nome de &quot;cruz de Santo André&quot;; Tiago, irmão de João: decapitado (At 12:2); Tiago: segundo a tradição crucificado no Egito; Judas Tadeu: segundo a tradição martirizado na Pérsia; Felipe: segundo a tradição morreu na Frígia; Bartolomeu: segundo a tradição morreu esfolado; Mateus Levi: segundo a tradição martirizado na Etiópia; Tomé Dídimo: segundo a tradição transpassado por flechas; Simão Zelote: crucificado; Judas Iscariotes: suicidou-se após trair o seu Mestre (Mt 27:50); João: segundo a tradição o único a morrer por morte natural depois de tentarem mata-lo mergulhando-o em óleo fervente; &quot;Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar a vida pelos irmãos&quot; (IJo 3:16).</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/5348750718382026913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2012/03/morte-de-jesus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/5348750718382026913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/5348750718382026913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2012/03/morte-de-jesus.html' title='A MORTE DE JESUS'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-2282383673949594380</id><published>2012-03-08T08:08:00.014-08:00</published><updated>2012-03-08T10:09:17.663-08:00</updated><title type='text'>Um obreiro para ser pastor precisa ser casado, ou pode ser solteiro?</title><content type='html'>&quot;É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível,esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar...&quot;1Tm 3.2&quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Contudo queria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um deste modo, e outro daquele. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu&quot;. (1 Cor. 7:7,8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não acredito, nem encontro base bíblica, que diga, que para fazer a obra de Deus, tenha necessidade de ser casado. Muito pelo contrário, vejo que, motivados por certa pressa, alguns ministérios forçam muitos a se casarem preciptadamente, na esperança de serem pastores, e seus ministérios tem sido naufragados mediante separações, consequências de casamentos cegos, frutos da preciptação em unir-se em uma só carne, mal orientados numa velha conversa que &quot;obreiro bom é obreiro casado&quot;. Os inúmeros casos de adultérios e traições têem jogado essa heresia por terra. &lt;br /&gt;Mas depende de cada ministério... Depende da seriedade do pastor... Depende de várias questões, vejamos  o que A Bíblia diz. &lt;br /&gt;Confesso que, o começo para um pastor solteiro, na Obra de Deus, no exercer do seu ministério muitas das vezes como missionário, para percorrer o Brasil, será melhor que permanessa solteiro, pois o início de um ministério é muito difícil pra quem é solteiro, imagina pra quem é casado, com filhos, etc... É até melhor que seja solteiro, digo isto não como se fosse um mandamento, ou uma regra, mas como se fosse um conselho de quem já passou por isto, pois o homem sozinho é mais fácil de se virar, e até mesmo para que ele tenha um início de aprendizado exclusivo e tranquilo, sem preocupações próprias e oriundas de um casamento. Mas como diz as Escrituras Sagradas: &quot;Contudo queria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um deste modo, e outro daquele. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu&quot;.(1Cor 7.7,8)                                                                                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como alguém pode tornar-se um pastor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os discípulos de Jesus dificilmente discutiam sobre quem seria o maior no reino. Muitas vezes Jesus ensinou-lhes que o povo do seu reino não está em busca de posição, &quot;status&quot;, honra. Ele ensinou que o maior é aquele que se humilha (Mateus 18:1-4; 20:20-28; Marcos 9:33-37; João 13:1-20). Jesus advertiu contra o uso de títulos especiais e o desejo de lugares especiais (Mateus 23:5-12). Não há hierarquia entre os verdadeiros filhos de Deus, mas simplesmente várias maneiras de servir. &lt;br /&gt;No Novo Testamento, homens eram indicados como pastores em cada congregação, depois que ela tivesse tido tempo suficiente para desenvolver, homens que satisfizessem as qualificações (Atos 14:23; Tito 1:5-9; 1 Timóteo 3:1-7). Esses homens eram também chamados bispos e anciãos. Nenhuma destas palavras era para ser título para elevar esses homens a uma posição de glória especial, mas simplesmente para descrever o trabalho que lhes competia. Pastores têm que cuidar do crescimento e desenvolvimento espiritual do rebanho do Senhor (Atos 20:28; 1 Pedro 5:2-3). Em 1Pedro 5, a advertência é feita sobre o perigo de pastores se tornarem ditadores sobre o rebanho. Deus não queria que as igrejas imitassem as pirâmides da organização das empresas e dos governos (Marcos 10:35-45). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As qualificações para os pastores dadas na Bíblia (Tito 1:5-7; 1 Timóteo 3:1-7) mostram que se eles fossem casados deveriam ser maridos de uma esposa e ter filhos que servem ao Senhor. Eles têm que ser homens espirituais, devotos, honestos, que conhecem e podem ensinar a palavra de Deus. É interessante notar que entre essas qualificações do pastor não há menção a preparação em seminários, habilidade para negócios ou ordenação por alguma organização religiosa. Em vez disso, estas exigências pedem homens humildes, justos, que possam guiar outros cristãos a crescerem para serem como Cristo. &lt;br /&gt;Mesmo quando homens qualificados de acordo com as Escrituras são escolhidos e servem bem como pastores, temos que nos lembrar de dar a Deus o crédito pelo crescimento (1Coríntios 3:4-8). Pastores são simplesmente servos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pastor deve ser Casado??? &lt;br /&gt;O Apostolo Paulo aconselha a permanecer como Ele: Solteiro, mas por causa do pecado cada um tenha a sua esposa: &quot;Contudo queria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um deste modo, e outro daquele. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu&quot;. (1 Cor. 7:7,8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casamento é uma exigência para o ministério pastoral? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não creio, não acredito nessa postura, e não acho base bíblica para tanto, isso tem sido foco de debates em momentos importantes da história da igreja, mas ela está sendo feita novamente.&lt;br /&gt;Mas que a lógica das Escrituras e a centralidade do casamento na sociedade, ele disse, justificam “a forte inclinação das congregações a convocar um homem que não apenas seja casado, mas fielmente casado”.&lt;br /&gt;Muitos aprendem em seu seminário que “se permanecerem solteiros, eles precisam entender que haverá uma significante limitação em suas habilidades para servir como pastor”. &lt;br /&gt;Bem, a realidade é que o próprio fato do enunciado aqui  indica que estou certo em advertir aos obreiros  que permanecer solteiro será uma limitação significativa em suas futuras atuações como pastores.  Em um primeiro nível, isso é simplesmente um fato – um fato atestado pelo escrito e as estatísticas apresentadas por todas as denominações. Comitês de busca de pastores, refletindo os sentimentos das congregações, claramente preferem um pastor casado com uma esposa e filhos.&lt;br /&gt;E, entretanto, além do fato incontestável que essa é, de fato, a realidade, ainda jaz a questão de que se tal coisa deve ser assim.&lt;br /&gt;Eu fiz uma afirmação acerca disto também, dizendo que a lógica da Bíblia e a centralidade do casamento na sociedade, de fato, justificam a forte inclinação de assegurar-se de ter um pastor que não seja apenas casado, mas que também seja feliz no casamento.&lt;br /&gt;Eu embaso meu argumento nos textos mais normativos do Novo Testamento que descrevem o pastor. Em 1Timóteo 3.1-7 o apóstolo Paulo apresenta Timóteo, e, por conseguinte, a igreja, com esta instrução:&lt;br /&gt;Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?); Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.&lt;br /&gt;Este texto sugere claramente que o ministro se for casado que tenha uma só mulher, de fato, “marido de uma mulher”. Agora, o texto não afirma explicitamente que um ministro tem que ser casado ou não pode ser solteiro, mas apresenta o casamento como estado normal, como algo que poderá ajudar o ministro de Deus a não cair nas garras do inimigo..&lt;br /&gt;A preocupação do texto, significativamente, não termina aí. Se o  pastor for casado deve “governar bem sua própria casa com toda a dignidade e mantendo seus filhos em submissão”. Mais uma vez o texto não afirma uma impossibilidade de se ter um ministro solteiro, mas persiste na expectativa de um pastor casado com uma esposa e filhos, incluindo filhos obedientes.&lt;br /&gt;Por que isto é assim? Paulo deixa claro que tudo isso faz parte da credibilidade do ministro, “porque se se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?” Evidentemente a habilidade de liderar uma família é um sinal importante da habilidade de cuidar da família da fé.&lt;br /&gt;Um ensino semelhante é encontrado em Tito 1.5-9: Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei: Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes. Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante; Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.&lt;br /&gt;Mais uma vez a expectativa normativa é a de que o pastor seja um homem casado com uma esposa e com filhos cristãos. Isso não significa que um ministro solteiro não seja “irrepreensível”, mas enfatiza uma posição padrão de casamento dentro do contexto que não apenas afirma o fato, mas também o coloca dentro do contexto macro das qualificações do pastor.&lt;br /&gt;Por que isso? Além do que já foi afirmado, o pastor casado tem a proteção de uma esposa, o status de um líder no lar, a realização da relação marital, e, assim, a liberdade de se relacionar com a congregação como alguém que já está comprometido dentro do pacto do casamento e que é capaz de servir como um modelo para outros homens dentro da congregação e da comunidade que observa.&lt;br /&gt;Então, o que dizer do ensinamento de Paulo em 1 Coríntios 7 acerca do celibato? Há duas passagens importantes dentro deste capítulo que abordam diretamente a questão: Digo, porém, isto como que por permissão e não por mandamento. Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira e outro de outra. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu. Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se. (1 Co 7.6-9)&lt;br /&gt;E bem quisera eu que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; Mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher. Há diferença entre a mulher casada e a virgem. A solteira cuida das coisas do Senhor para ser santa, tanto no corpo como no espírito; porém, a casada cuida das coisas do mundo, em como há de agradar ao marido. E digo isto para proveito vosso; não para vos enlaçar, mas para o que é decente e conveniente, para vos unirdes ao Senhor sem distração alguma.(1 Cor 7.32-35).&lt;br /&gt;Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus. (Mt19.12)&lt;br /&gt;Há naturalmente grande honra direcionada aqui para aqueles que conseguem viver sem esposa pelo amor do evangelho. Paulo descreve o serviço deles, assim como o seu, indivisível em interesse. Um homem casado deve estar preocupado acerca de como agradar sua esposa, ao passo que o homem solteiro não possui tal preocupação, tendo, portanto, mais liberdade para servir ao Senhor naquilo, conforme Jesus deixou claro, que é o serviço por amor do reino do céu.&lt;br /&gt;Mas isso não é uma frase generalizada afirmando a prioridade do solteirismo, mas em vez disso, afirma um estado de celibato inflexível (não abrasar) pelo amor do serviço ao reino.&lt;br /&gt;Note que esta passagem é endereçada a todos os cristãos, não especificamente para ministros. Indubitavelmente, um cristão solteiro com o dom do celibato é mais livre para o serviço do evangelho e posicionamento na Grande Comissão do que um pastor casado. Mas Paulo não está se contradizendo, e seu conselho acerca dos pastores permanece.&lt;br /&gt;Eu não tenho o direito nem autoridade textual para afirmar inequivocamente que um pastor não possa ser solteiro (no sentido de nunca ter sido casado), mas eu posso aconselhar que a lógica de 1 Timóteo 3.1-7 e Tito 1.5-9 levará a maioria das congregações a ter uma expectativa bastante clara, e esta expectativa também refletirá nas intuições das congregações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PASTOR PODE SER SOLTEIRO?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho objetivo de fazer apologia ao celibato, e creio que se o obreiro for casado terá ao seu lado uma ajudadora, uma companheira que irá abençoar a sua vida, se for solteiro cuide da obra de Deus. 1Cor 7.32.35. Como diz as Escrituras os casados cuidam em agradar a carne e os solteiros cuidam da Obra de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, não acredito, nem encontro base bíblica, que, para fazer a obra de Deus, tenha necessidade da urgência do matrimônio. Muito pelo contrário, vejo que, motivados por certa pressa, muitos tem se casado preciptadamente, na esperança de ser obreiro, e seus ministérios tem sido naufragados mediante separações, consequências de casamentos cegos, frutos da preciptação em unir-se em uma só carne, mal orientados numa velha conversa que &quot;obreiro bom é obreiro casado&quot;. Os inúmeros casos de adultérios e traições tem jogado essa heresia por terra. O Apostolo Paulo em uma de suas cartas aos Corintios aconselhou-os a ficarem como ele solteiros, mas também faz uma advertência, que se alguem n agüentar ficar solteiro que se case por causa das siladas do inimigo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O QUE SIGNIFICA UMA SÓ MULHER. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto bíblico que destaca a necessidade do matrimônio é 1Timóteo 3.1,2. Vamos analisar a passagem: &quot;Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, MARIDO DE UMA MULHER, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar, näo dado ao vinho, näo espancador, näo cobiçoso de torpe ganáncia, mas moderado, näo contencioso, näo avarento&quot;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo está exortando a que seja &quot;marido de uma só mulher&quot;, assim como exorta a ser honesto, não espancador, etc. Ora, então quem não é pastor pode ser desonesto? Espancador? Cobiçoso? Claro que não! Logo, a passagem não exige que o pastor seja casado, mas que se for casado, que seja marido de uma só mulher. Fiel em seu matrimônio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BISPO E PASTOR. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto bíblico de 1 Timóteo 3:1,2 dirige-se a &quot;bispos&quot;. O episcopado é um cargo acima do ministério pastoral. Como o leitor sabe, na escada ministerial, diácono não é o mesmo que missionário; presbítero não é o mesmo que evangelista; bispo também não é o mesmo que pastor. O bispo é um superintendente da igreja que cuida de muitos assuntos delicados, inclusive visitas aos membros da igreja, etc. Um casamento torna-se evidente, pois visitar casas, onde uma mulher poderia estar sozinha, sem estar acompanhado da esposa, não seria ético. Mas esta função também não caberia ao pastor solteiro? Sim, desde que acompanhado de mais irmãos. Ou Jesus não poderia fazer a obra por ser homem e ser o Filho de Deus? O que entra em questão tanto para os casados como para os solteiros é a &quot;vigilância&quot;! Jesus ordenou aos discípulos ir de casa em casa, mas ordenou ir de dois em dois. (Marcos 6:7) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus, que não era casado, afirmou: &quot;Eu sou o bom pastor&quot;. (João 10:11) Mas alguém ainda poderá dizer: &quot;-Ah, mas Jesus não casou e era pastor porque Jesus era Jesus...&quot; Se formos levar em consideração essa desculpa de &quot;Jesus era Jesus&quot; então não faremos nada na obra de Deus! Ele mesmo afirmou: &quot;Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai&quot;. (João 14:12) Somos imitadores de Cristo. Paulo aos Coríntios recomendou: &quot;Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo&quot;. (1 Cor. 11:1) Enquanto Ele estava na terra, era o &quot;pastor&quot; que deu a vida pelas suas ovelhas. E, depois que ressuscitou, não nos deixou órfãos, mas enviou o Consolador. (João 14:18) Assim, se tornou não só pastor, mas também bispo, nos visitando através do Espírito Santo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&quot;Porque éreis desgarrados, como ovelhas, mas agora tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas&quot;. (1Pedro 2:25)&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Muitos ainda alegam o fator &quot;aconselhamento&quot;. Como um pastor solteiro iria dar conselhos aos casados, se ele mesmo é solteiro, e não tem experiência?! Sem dúvida que a experiência tem um valor fundamental para o obreiro. Mas por outro lado não há necessidade de se entrar na intimidade de um casal, em assuntos delicados, que chegam a constranger os cônjuges. Muitas vezes isso parte mais da curiosidade de alguns líderes, do que propriamente um interesse sincero em aconselhar. Também nunca ouvi dizer que para se aconselhar um ex-presidiário, eu tivesse que ser um deles. Que para aconselhar uma prostituta, teria que ter passado pelo mundo da prostituição. O apóstolo Paulo, que era solteiro, citou vários conselhos aos casados. (1 Cor 7:1-40)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inúmeras passagens da Bíblia se referem ao ser humano de uma forma singular. Independente da posição que ocupa, as Escrituras se dirige aos humanos com o termo &quot;homem&quot;.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&quot;Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus&quot;. (Mateus 4:4)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&quot;Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele&quot;. (Romanos 3:20)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&quot;Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice&quot;. (1 Cor 11:28)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Qual seria o cargo ministerial deste &quot;homem&quot; que a Bíblia se refere?! Não há especificações de posições! Se dirige a todo homem de um modo geral. Seja um membro leigo, obreiro, diácono, presbítero, evangelista, pastor, etc. Em outra passagem, o apóstolo Paulo aconselha: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&quot;Ora, quanto às coisas de que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher&quot;. (1 Cor 7:1)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;E Paulo ainda diz mais claro:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&quot;Contudo queria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um deste modo, e outro daquele. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu&quot;. (1 Cor. 7:7,8)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O apóstolo não dita regras. Nem que deve, nem que não se deve casar. Ele mesmo aconselha também que se não consegue conter-se, que se case, por causa da prostituição. Mas se refere ao &quot;homem&quot;, e ainda diz mais claro, a &quot;todos os homens&quot;. Independente de ser pastor ou não. Como alguns ainda tem a ousadia de dizer, que nestes casos, não pode ser pastor? Por ser solteiro?? Em qual passagem bíblica isso é especificado??? Porque se houver algum &quot;porém&quot; nas passagens que Paulo diz que queria que o homem não tocasse em mulher, que &quot;porém&quot; haverá para o &quot;homem&quot; que examina a si próprio em 1 Cor. 11:28? Isenta pastores ou algum cargo ministerial de examinar-se antes da ceia?! Se não isenta, então fica evidente que homens que ainda não tocaram em mulheres não estão isentos de serem pastores!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Dou graças àquele que me fortaleceu, a Cristo Jesus nosso Senhor,  porque me julgou fiel, pondo-me no seu ministério&quot;. (1Timóteo 1:12). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&quot;Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno&quot;. (1 João 2:14)&lt;br /&gt;&quot;Entäo eu disse: Ah, Senhor Deus! Eis que näo sei falar, porque ainda sou uma criança. Mas o Senhor me disse: Näo digas: Eu sou uma criança, porque a todos a quem eu te enviar, irás, e tudo quanto te mandar, falarás&quot;. (Jeremias 1:6,7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Então disse o Senhor a Samuel:...Enche o teu vaso de azeite, e vem; enviar-te-ei a Jessé o belemita, porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei. Disse mais Samuel a Jessé: São estes todos os teus filhos? Respondeu Jessé: Ainda falta o menor, que está apascentando as ovelhas. Então disse o Senhor: Levanta-te, e unge-o, porque é este mesmo&quot;. (1Sam 16:1,11,12)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quando Davi foi enfrentar Golias, o filisteu, Saul lhe deu uma palavra nào muito animadora pra quem ia enfrentar um gigante: &quot;Saul, porém, disse a Davi: Não poderás ir contra esse filisteu para pelejar com ele, pois tu ainda és moço&quot;. (1 Sam  17:33)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A vitória de Davi contra Golias não dependia do seu estado civil. Ter uma esposa é uma bênção! Ela pode ajudar e muito ao seu esposo que está a frente das batalhas que há no ministério pastoral. Mas esta não é a razão de seu ministério ser vitorioso ou não. Quando Jesus afirmou: &quot;Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas&quot;. (João 10:11)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ele não disse: &quot;O bom pastor é aquele que é casado...que tem uma esposa...&quot; Mas que o bom pastor, ou seja, o verdadeiro pastor, é aquele que se compromete com as suas ovelhas, que dá a vida pelas ovelhas. Acerca de casar ou não, Paulo é bem claro: &quot;Ora, quanto às coisas de que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher&quot;. (1 Cor. 7:1)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como lemos mais a cima, o termo &quot;homem&quot; na Bíblia se refere a todos os homens, independente de ter ou não cargo ministerial. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No livro de êxodo, apesar de Moisés ter casado com Zípora, que diferença fazia uma esposa em sua jornada pelo deserto? Na travessia do Mar Vermelho?? Moisés ficava até 40 dias no monte, como nos relata as Escrituras. Haveria maior dificulade para um solteiro?! Ou muito mais para um casado???&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas se analisarmos bem, a grande maioria dos que criticam os pastores solteiros, sofrem de uma insegurança muito grande. Principalmente se o pastor tiver uma boa aparência, surge um medo muito grande da esposa o &quot;trair com o pastor&quot;. Mas esse já é um outro motivo para a rejeição a um pastor solteiro. Para o azar destes apologistas do matrimônio, os inúmeros casos de adultério com pastores casados tem decepcionado suas teorias. Uma pena! Quando o apóstolo Paulo aconselha: &quot;Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu&quot;.&lt;br /&gt;(1 Cor. 7:8)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ele não dita isso como uma regra moral coletiva, mas pela disponibilidade para a obra de Deus. quanto mais tempo para a Seara, melhor. Ele mesmo completa mais abaixo: &quot;Mas, se não podem conter-se, casem-se&quot;. (1 Cor. 7:9)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ele não diz: &quot;Mas se quiser ser PASTOR, que se case&quot;. Não! O fator é: &quot;se não podem conter-se, casem-se&quot;. Alguns talvez questionem: &quot;-Mas como um pastor consegue ficar solteiro?&quot; Ora, se eu &quot;posso todas as coisas naquele que me fortalece&quot; (Filipenses 4:13), porque questiono o fortalecimento na vida de um pastor que é solteiro?! Ou os jovens da mocidade também não podem aguardar o casamento e vivem caindo uns com os outros durante o namoro e noivado?? Não é uma situação que também requer vigilância?!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Será que um pastor que por acaso vier a ficar viúvo, tem que ser imediatamente retirado do cargo??? Ora, afinal ele vai ficar como um solteiro. Deve ser &quot;desconsagrado&quot; do ministério pastoral?! Assim como o jovem solteiro, o pastor viúvo não teria graça, unção e fortalecimento do Senhor para pastorear?! Alguns acham pecado um pastor ser solteiro, mas não acham pecado sair de casa para a igreja brigados com a esposa, e ainda ministrar a Santa Ceia. Uma realidade que acontece todos os dias, em todos os lugares, em qualquer igreja. Seria isso menos pior que um pastor ser solteiro?!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se Davi foi ungido Rei ainda mancebo, se venceu Golias ainda moço, detonando a sabedoria de Saul, se Samuel foi chamado aos doze anos de idade, se Jeremias se achava uma criança e recebeu as ordens do Senhor, se Paulo viveu sozinho e cumpriu seu ministério, então está claro que um pastor pode ser solteiro sim, e ser um excelente pastor, um vitorioso, mais que vencedor, em nome de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&quot;Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor, mas quem é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a sua mulher, e está dividido&quot;.(1 Cor.&lt;br /&gt; 7:32-34)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Divorciados podem ser Pastores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é o esposo de uma só mulher? Há três interpretações possíveis para “esposo de uma só mulher” em 1 Timóteo 3:2 – “Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) Talvez essa passagem esteja dizendo apenas que um polígamo não é qualificado para ser um pastor/ presbítero/ diácono. Essa é a interpretação mais literal da frase, mas aparenta ser improvável já que poligamia era bem rara durante a época que Paulo estava escrevendo. &lt;br /&gt;(2) A frase também pode ser traduzida como “homem de uma mulher só”. Isso indicaria que um bispo deve ser completamente leal à mulher com quem é casado. Essa interpretação se focaliza mais em pureza moral do que em estado civil. &lt;br /&gt;(3) Essa frase também pode estar declarando que para ser um pastor/presbítero/diácono, um homem só pode ter sido casado uma vez, com exceção do caso de um viúvo que se casou de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As interpretações (2) e (3) são as mais prevalentes hoje. Eu tenho a tendência de aceitar a interpretação número 2, primeiramente porque a Bíblia aparenta permitir o divórcio em circunstâncias excepcionais (Mateus 19:9; 1 Coríntios 7:12-16). Também é importante diferenciar entre um homem que era divorciado e casou de novo antes de se converter de um homem que se divorciou e casou de novo depois de se converter. Eu não acho que um homem que seja qualificado em todas as outras áreas não pode exercer liderança na igreja por causa das ações que cometeu antes de vir a Cristo como Salvador. Apesar de não acreditar que 1 Timóteo 3:2 exclua necessariamente um homem divorciado ou casado de novo de ser um pastor/presbítero/diácono, há outros problemas a serem considerados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira qualificação de um pastor/presbítero/diácono é que ele seja irrepreensível,(1 Timóteo 3:2). Se divórcio/ novo casamento resulta em um pobre testemunho para aquele homem em sua igreja ou comunidade, talvez a qualificação de ser “irrepreensível” o exclua, ao invés da exigência de “esposo de uma só mulher”. Um pastor/presbítero/diácono é para ser um homem do qual a igreja e comunidade podem se orgulhar e ter como exemplo de um líder que é como a Cristo e tem liderança religiosa. Se seu divórcio/ novo casamento detrata desse objetivo, talvez ele não deva exercer a posição de pastor/ presbítero/diácono. É importante lembrar, no entanto, que só porque um homem é desqualificado de servir como um pastor/presbítero/diácono, que isso não significa que ele não é um membro valioso do Corpo de Cristo. Todo Cristão possui dons espirituais (1 Coríntios 12:4-7) e é chamado para edificar outros crentes com seus dons (1 Coríntios 12:7). Um homem que é desqualificado da posição de pastor/ presbítero/diácono ainda pode ensinar, pregar, servir, orar, louvar e fazer uma parte importante da liderança da igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perfil de um homem de Deus &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Samuel foi o último dos juízes e o primeiro dos profetas. Era homem de profunda piedade e discernimento espiritual, inteiramente dedicado à realização dos propósitos de Deus referentes a Israel (...) Foi chamado para guiar a Israel em algumas das maiores crises de sua história, e chega quase à estatura do próprio Moisés. Sem qualquer vontade de sua parte, viu-se no papel de ‘fabricante de reis’, pois foi comissionado a ungir a Saul, o primeiro rei, então a Davi, o maior dos reis de Israel.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É justamente dessa vida de que vamos pintar alguns traços para compor o perfil de um homem de Deus.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1. Chamada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém pode se apresentar onde quer que seja como homem de Deus a não ser que tenha sido chamado. E quem chama é o próprio Deus: &quot;Rogai, pois ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara&quot;.(Mat 9.38). Foi assim com Abraão:&quot;Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei&quot;.(Gn 12.1); foi assim com Moisés:&quot;Agora, pois, vem e eu te enviarei a Faraó, para que tires do Egito o meu povo, os filhos de Israel&quot;.(Êxodo 3.10); foi assim com Paulo: &quot;mas levanta-te e entra na cidade, e lá te será dito o que te cumpre fazer&quot;.(Atos 9.6). O homem de Deus tem uma inequívoca chamada de Deus&quot; Samuel! Samuel! Ao que respondeu Samuel: Fala, porque o teu servo ouve&quot;(1Samuel 3.10). Você se lembra do dia em que Deus o chamou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Preparo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Deus chama alguém para uma tarefa específica na sua seara, Ele mesmo provê o preparo necessário. Às vezes, antes da própria chamada, como ocorreu com Moisés (na casa de Faraó), com Paulo (aos pés de Gamaliel). O homem de Deus precisa de preparo, e na vida de Samuel percebemos esse traço bem delineado:&quot;Samuel, porém, ministrava perante o Senhor, sendo ainda menino...&quot; (1Samuel 2.18);&quot;Entrementes, o menino Samuel crescia diante do Senhor, como também diante dos homens&quot;(1Samuel 2.26). É interessante notar que Lucas, ao descrever o crescimento de Jesus, praticamente copia este último verso (Lucas 2.52). O preparo de Samuel foi integral: compreendeu teoria e prática. E o seu preparo, como tem sido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Trabalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este traço na vida de Samuel extrapola o seu tempo:&quot;Samuel julgou a Israel todos os dias da sua vida. De ano em ano rodeava por Betel, Gilbal e Mizpá, julgando a Israel em todos esses lugares. Depois voltava a Ramá, onde estava a sua casa, e ali julgava a Israel; e edificou ali um altar ao Senhor&quot;(1Samuel 7.15-17). Nestes tempos de ativismo é bom prestar atenção a essas palavras. O texto deixa claro que Samuel, embora trabalhasse todos os dias, era um homem organizado. Seu trabalho submetia-se a um planejamento anual. Será que temos conseguido planejar nosso trabalho pelo menos pra uma semana? O homem de Deus precisa ser devotado ao trabalho:&quot;Importa que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; vem a noite, quando ninguém pode trabalhar&quot;.(Josué 9.4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Fé &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto traço que pretendo avivar neste perfil do homem de Deus é a fé. Sem fé a chamada perde todo o seu sentido; sem fé, o preparo é incompleto; sem fé, o trabalho é infrutífero:&quot;Ora, sem fé é impossível agradar a Deus&quot;(Hebreus 11.6). O homem de Deus precisar ser, necessariamente, um homem de fé. Samuel o foi. A casa de Israel estava afastada de Deus e entregue a toda a sorte de idolatria. Os filisteus eram ameaça iminente. Diante dessa situação caótica Samuel reúne o povo para dizer que a esperança está em Deus. Começa com uma condição:&quot;Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor” e conclui com uma promessa: “ele vos livrará da mão dos filisteus&quot; (1Samuel 7.3). O povo aceitou o desafio, voltou-se para Deus, confessando seu pecado e livrando-se dos ídolos. O inimigo veio com toda a sua fúria, enquanto o povo mais se aproximava de Samuel:&quot;Não cesses de clamar ao Senhor nosso Deus por nós para que nos livre da mão dos filisteus (1Samuel 7.9). Indiferente ao ataque do inimigo, Samuel ofereceu um cordeiro em holocausto, clamou ao Senhor, e o Senhor honrou a sua fé:&quot;Enquanto Samuel oferecia o holocausto, os filisteus chegavam para pelejar contra Israel; mas o Senhor trovejou naquele dia com grande estrondo sobre os filisteus, e os aterrou; de modo que foram derrotados diante dos filhos de Israel&quot;(1Samuel 7.10). O homem de Deus precisa não somente de fé; é necessário que ele viva a sua fé, diante do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Transparência &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que em qualquer outra época o ministério precisa de transparência. Vivemos numa época de golpes, de falcatruas; estamos no tempo em que a lei é levar vantagem em tudo. Nunca a figura do pastor foi tão aviltada, até porque está muito difícil estabelecer a diferença que existe entre pastor e pastor. Na vida de Samuel o texto fala por si só:&quot;Eis-me aqui! Testificai contra mim perante o Senhor, e perante o seu ungido. De quem tomei o boi? ou de quem tomei o jumento? ou a quem defraudei? ou a quem tenho oprimido? ou da mão de Deus tenho recebido suborno para encobrir com ele os meus olhos? E eu vo-lo restituirei. Responderam eles: Em nada nos defraudaste, nem nos oprimiste, nem tomaste coisa alguma da mão de ninguém. Ele lhes disse: O senhor é testemunha contra vós, e o seu ungido é hoje testemunha de que nada tendes achado na minha mão. Ao que respondeu o povo: Ele é testemunha&quot;(1Samuel 12.3-5). A vida do homem de Deus deve ser marcada pela transparência: ampla; geral; irrestrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Amor — Na composição do perfil de um homem de Deus, sem dúvida, o amor é um traço de todo indispensável. Aliás, o traço do amor, de tão importante que é, não sobressai, justamente porque, estando presente em todos os demais, confunde-se com eles. A vida de um homem de Deus é uma vida de amor. Assim é que, na vida de Samuel, não vou destacar um momento caracterizado pelo amor. A sua vida inteira foi uma vida permeada pelo amor.&quot;Samuel julgou a Israel todos os dias da sua vida&quot;(1Samuel 7.15). Se você quer ser um verdadeiro homem de Deus, comece por amar o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Humildade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar este perfil em que estamos trabalhando, vamos pinçar o sétimo e último traço, característico da vida de Samuel —  a humildade. Se o homem aceita o desafio da chamada, adquire o preparo necessário e se dedica ao trabalho com fé, transparência e amor, com certeza Deus vai atuar grandemente em seu ministério, e é aí que ele vai ter que demonstrar toda a sua humildade. Embora seja tentado, a cada momento, a achar que é ele quem está realizando uma grande obra, não pode perder de vista o fato de que é Deus quem realiza, através da sua instrumentalidade. Se porventura há honra, glória, louvor, tudo deve ser dirigido única e exclusivamente a Deus. A postura do homem de Deus é aquela recomendada pelo Mestre: “Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somo servos inúteis; fizemos somente o que devíamos fazer&quot;(Lucas 17.10). Foi a atitude de Samuel. Embora a sua atuação tenha sido decisiva na derrota dos filisteus, ele fez questão de deixar bem claro para o povo que todo o mérito pertencia ao Senhor. “Então Samuel tomou uma pedra, e a pôs entre Mizpá e Sem, e lhe chamou Ebenézer; e disse:&quot;Até aqui nos ajudou o Senhor&quot;(1Samuel 7.12). Você é um homem de Deus? Como está hoje o seu perfil? A minha oração neste seu dia é que o povo tenha condição de dizer a seu respeito:&lt;br /&gt;&quot;Eis que há nesta cidade um homem de Deus, e ele é muito considerado; tudo quanto diz, sucede infalivelmente. Vamos, pois, até lá; porventura nos mostrará o caminho que devemos seguir&quot;(1Samuel 9.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pastores Aprovados por Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pastores na maioria das igrejas. Muitas pessoas almejam o cargo de pastor. Biblicamente, a função dos pastores é cuidar do rebanho (igreja) de Deus (veja 1 Pedro 5:1-2; Atos 20:28). Como servos de Deus, os verdadeiros pastores mostrarão a sua preocupação com a vontade do Senhor, fazendo e ensinando o que ele diz.&lt;br /&gt;Este estudo, necessariamente, se baseia na Bíblia. O referido estudo é para ajudar pessoas honestas a servirem melhor ao Senhor Deus de Israel. como a única fonte de informações sobre a vontade dele. Não tenho nenhum motivo para defender nem atacar qualquer pessoa ou organização religiosa. Meu propósito é bem simples: servir a Deus e ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo.&lt;br /&gt;Sem dúvida, este estudo não agradará a todos. Da mesma maneira que o ensinamento de Jesus desafiou os líderes religiosos de sua época, a palavra dele exige mudanças radicais por parte dos líderes de muitas igrejas hoje. Não podemos forçar ninguém a mudar, mas podemos e devemos avisar sobre o perigo de seguir a sabedoria humana (leia Provérbios 14:12; Isaías 55:6-9; Jeremias 10:23; Ezequiel 3:18-21). Eu sei, de antemão, que este estudo vai contrariar os ensinamentos e as práticas de muitos pastores e de muitas igrejas. Mas, eu não posso servir a Deus e agradar a todos os homens (Gálatas 1:10). Peço que você aborde o assunto com mansidão e o desejo de aprender a aplicar a palavra do Senhor. &quot;Portanto, despojando_vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma. Tornai_vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando_vos a vós mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha_se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem_aventurado no que realizar&quot; (Tiago 1:21-25).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pastores/anciãos no Velho Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Novo Testamento, o evangelho de Cristo, fornece o padrão para a igreja de hoje (João 12:48-50; Hebreus 8:6-13; 2 João 9; Colossenses 3:17). Mas o Antigo Testamento contém exemplos instrutivos que ajudam para entender a vontade de Deus (1 Cor. 10:1-13; Romanos 15:4). No Velho Testamento, encontramos líderes entre o povo de Israel chamados, às vezes, anciãos (o sentido da palavra presbítero no Novo Testamento). Os anciãos das cidades israelitas resolveram problemas que surgiram entre as pessoas (Deuteronômio 21:2,19; 22:15-17; Rute 4:1-11). Quando não conduziram o povo no caminho de Deus, ele cobrou: &quot;O Senhor entra em juízo contra os anciãos do seu povo e contra os seus príncipes. Vós sois os que consumistes esta vinha; o que roubastes do pobre está em vossa casa. Que há convosco que esmagais o meu povo e moeis a face dos pobres? —diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos&quot; (Isaías 3:14-15). Deus condenou os pastores gananciosos que não compreenderam a vontade dele e conduziram o povo ao pecado (Isaías 56:9-12). Jeremias transmitiu as palavras do Senhor sobre pastores maus: &quot;Porque os pastores se tornaram estúpidos e não buscaram ao Senhor; por isso, não prosperaram, e todos os seus rebanhos se acham dispersos&quot; (Jeremias 10:21). &quot;Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! —diz o Senhor. Portanto, assim diz o Senhor, o Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e delas não cuidastes; mas eu cuidarei em vos castigar a maldade das vossas ações, diz o Senhor&quot; (Jeremias 23:1-2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pastores nas igrejas do Novo Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Novo Testamento, encontramos muitas referências aos pastores/presbíteros/ bispos. Descobrimos em Atos 20:17 e 28 que esses três termos se referem aos mesmos homens (veja, também, 1 Pedro 5:1-2, onde os presbíteros pastoreiam). Não temos nenhuma base bíblica para usar o termo &quot;bispo&quot; para descrever um cargo, &quot;pastor&quot; para outro e &quot;presbítero&quot; para ainda outro. Pastores, bispos e presbíteros são os mesmos servos. Lendo o livro de Atos, achamos vários versículos que mencionam presbíteros: na Judéia (11:30); em cada igreja na Ásia Menor (14:23); em Jerusalém (15:2,4,6,22,23; 16:4); da igreja em Éfeso (20:17,28) e, mais uma vez, em Jerusalém (21:18). As epístolas, também, se referem aos homens que pastoreavam as igrejas: &quot;pastores e mestres&quot; (Efésios 4:11); &quot;bispos&quot; em Filipos (Filipenses 1:1); &quot;o presbitério&quot; (1 Timóteo 4:14); &quot;presbíteros que há entre vós&quot; (1 Pedro 5:1; aqui aprendemos que Pedro era presbítero, um dos dois apóstolos assim identificados (2 João 1 e 3 João 1).&lt;br /&gt;O trabalho dos presbíteros inclui várias funções importantes: pastorear (Atos 20:28; 1 Pedro 5:2); ensinar (Efésios 4:11-16; Tito 1:9); ser modelos (1 Pedro 5:3); presidir (1 Timóteo 5:17); vigiar (Atos 20:31); velar por almas (Hebreus 13:17); guiar (Hebreus 13:17); cuidar/governar (1 Timóteo 3:5); ser despenseiro de Deus (Tito 1:7); exortar (Tito 1:9); calar os enganadores (Tito 1:9-11); etc.&lt;br /&gt;Observamos em todos os exemplos bíblicos que as igrejas que tinham presbíteros sempre tinham mais de um. Seja em Jerusalém, Éfeso, Filipos ou outro lugar, sempre fala dos presbíteros no plural. A prática comum nas igrejas de hoje, de ter um só pastor numa congregação, não tem nenhum fundamento bíblico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As qualificações bíblicas de pastores/presbíteros/bispos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo cita as qualificações dos bispos/presbíteros em duas cartas (1 Timóteo 3:1-7; Tito 1:5-9). A linguagem dele deixa bem claro que ele não está dando meras sugestões, e sim requerimentos. Em 1 Timóteo 3:2 ele diz: &quot;É necessário, portanto, que o bispo seja....&quot; Tito 1:7 diz: &quot;Porque é indispensável que o bispo seja....&quot; Antes de examinar as qualificações em si, vamos entender bem esse ponto. Os requerimentos que encontramos nesses dois trechos são qualidades que o Espírito Santo revelou, através de Paulo, como exigências. Para servir como presbítero, um homem precisa de todas essas qualidades. Ninguém tem direito de apagar nenhum &quot;i&quot; ou &quot;til&quot; do que Deus falou aqui.&lt;br /&gt;Agora, vamos ler o que o Espírito falou nessas duas listas paralelas (bem semelhantes, mas não exatamente iguais).&lt;br /&gt;&quot;Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo&quot; (1 Timóteo 3:1-7).&lt;br /&gt;&quot;Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados. Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem&quot; (Tito 1:5-9).&lt;br /&gt;Leia esses trechos com bastante atenção. Os pastores na sua igreja têm todas essas qualificações? São homens? Casados? Pais de famílias? Com filhos crentes? Conhecedores da palavra? Hospitaleiros? Respeitados por todos? Irrepreensíveis? Professores capazes? Amigos do bem? Têm todas as outras qualidades citadas aqui? Homens com todas essas qualificações são uma grande bênção ao povo de Deus, e serão extremamente úteis nas igrejas locais onde servem como presbíteros. Mas, pessoas que não têm essas qualificações não são autorizadas por Deus a serem pastores. A igreja que escolhe pessoas não-qualificadas como bispos está desrespeitando a palavra de Deus. Pessoas não-qualificadas que aceitam o cargo de pastor estão agindo contra o Supremo Pastor. Presbíteros não-qualificados que continuam nesse papel estão violando a palavra de Deus.&lt;br /&gt;É notável que essas passagens não falam nada sobre escolaridade, cursos superiores, cursos de teologia, diplomas, certificados de seminários, etc. Muitas igrejas têm colocado tais coisas como seus próprios requerimentos, deixando de lado as exigências de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafios atuais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O propósito é desafiar cada leitor a estudar mais, procurando entender bem o que Deus revelou sobre liderança na igreja. Mas, não é o bastante ouvir a palavra. Tem que praticá-la (Tiago 1:22-25). Se você, ou a igreja onde você congrega, esteja agindo de forma errada, há uma solução só: arrepender-se e começar a obedecer ao Senhor. Pastores não-qualificados devem renunciar ou serem removidos do cargo, para não trazer a ira de Deus sobre a igreja. E se sua igreja insiste em manter pastor(es) não aprovado(s) de Deus, você terá que escolher entre Deus e os homens (Mateus 15:9; Josué 24:15). Tal igreja está desordenada (Tito 1:5) e não procede como deve (1 Timóteo 3:15). Igrejas que ainda não têm presbíteros devem encorajar todos os homens a se desenvolverem espiritualmente para serem qualificados, se possível, no futuro.&lt;br /&gt;É bem provável que alguns leitores, especialmente os que fazem parte da liderança de algumas denominações, não gostarão deste artigo. Não aceite nada que vem de mim ou de qualquer outro homem; mas não rejeite nada que vem de Deus. &quot;Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo&quot; (Gálatas 1:10).</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/2282383673949594380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2012/03/um-obreiro-para-ser-pastor-precisa-ser.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/2282383673949594380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/2282383673949594380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2012/03/um-obreiro-para-ser-pastor-precisa-ser.html' title='Um obreiro para ser pastor precisa ser casado, ou pode ser solteiro?'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-8644511984450783560</id><published>2011-11-26T21:22:00.001-08:00</published><updated>2011-11-26T21:25:15.388-08:00</updated><title type='text'>ANTIGO TESTAMENTO I</title><content type='html'>TEXTO E FORMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigo Testamento é o nome dado, desde os primórdios do Cristianismo, às escrituras sagradas do povo de Israel, formadas por um conjunto de livros muito diferentes uns dos outros em caráter e gênero literário e pertencentes a diversas épocas e autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Antigo Testamento ocupa, sem dúvida, um lugar preeminente no quadro geral da importante literatura surgida no Antigo Oriente Médio. No decorrer da sua longa história, egípcios, sumérios, assírios, babilônicos, fenícios, hititas, persas e outros povos da região produziram um importante tesouro de obras literárias porém nenhuma delas se compara ao Antigo Testamento quanto à riqueza dos temas e beleza de expressão e, muito menos, quanto ao valor religioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gêneros literários do Antigo Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em termos gerais, todos os escritos do Antigo Testamento podem ser incluídos em um ou outro dos dois grandes gêneros literários que são a prosa e a poesia em tudo, uma segunda aproximação permite apreciar a grande diversidade de classes e estilos que, muitas vezes misturados entre si, configuram ambos os gêneros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à prosa, é o gênero no qual estão escritos textos como os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) relatos históricos, presentes sobretudo nos livros de caráter narrativo e que, a partir de Abraão (Gn 11.27-25.11), referem-se ou diretamente ao povo de Israel e aos seus personagens mais significativos ou indiretamente aos povos e nações cuja história está relacionada muito de perto com Israel;&lt;br /&gt;b) o relato de Gn 1-3 sobre as origens do mundo e da humanidade, o qual, do ponto de vista literário, merece referência à parte;&lt;br /&gt;c) passagens especiais (p. ex., a história dos patriarcas), narrações épicas (p. ex., o êxodo do Egito e a conquista de Canaã), quadros familiares (p. ex., o livro de Rute), profecias (em parte), visões, crônicas oficiais, diálogos, discursos, instruções, exortações e genealogias;&lt;br /&gt;d) textos legais e normas de conduta e regulamentação da prática religiosa coletiva e pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à poesia, o Antigo Testamento oferece vários modelos literários, que podem ser resumidos em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) cúlticos (p. ex., Salmos e Lamentações);&lt;br /&gt;b) proféticos (uma parte muito importante dos textos dos profetas de Israel);&lt;br /&gt;c) sapienciais, os quais recolhem reflexões e ensinamentos relativos à vida diária (Provérbios e Eclesiastes) ou que giram em torno de algum problema de caráter teológico (Jó).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores e tradição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a sua origem, os livros do Antigo Testamento podem ser classificados em dois grandes grupos. O primeiro é formado pelos escritos que deixam transparecer a atividade criadora do autor e parecem ser marcados pelo selo da sua personalidade. Tal é o caso de boa parte dos textos proféticos, cuja mensagem inicial foi, às vezes, ampliada, chegando, posteriormente, ao seu pleno desenvolvimento em âmbitos onde a inspiração do profeta original se deixava sentir com intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo grupo são incluídos os livros nos quais, não tendo permanecido marcas próprias do autor, foram as tradições que se encarregaram de transmitir a mensagem preservada pelo povo, proclamando-a e aplicando-a às circunstâncias próprias de cada tempo novo. A esse grupo pertence uma boa parte da narrativa histórica e da literatura cúltica e sapiencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transmissão do texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A passagem da tradição oral para a escrita chega ao Antigo Testamento num tempo em que o papiro e o pergaminho já estavam em uso como materiais de escrita. Deles se faziam longas tiras que, convenientemente unidas, formavam os chamados &quot;rolos&quot;, uma espécie de cilindros de peso e volume às vezes consideráveis. Assim, chegaram até nós os textos do Antigo Testamento (cf. Jr 36), ainda que não nos seus manuscritos hebraicos originais, porque com o tempo todos desapareceram, mas graças à grande quantidade de cópias feitas ao longo de muitos séculos. Dentre elas, as mais antigas que temos pertencem ao séc. I a.C. Foram descobertas em lugares como Qumran, a oeste do mar Morto, algumas em muito bom estado de conservação e outras, muito deterioradas e reduzidas a fragmentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das cópias que contêm o texto integral da Bíblia Hebraica, a mais antiga é o Códice de Alepo, que data do séc. X d.C. e é o reflexo da tradição tiberiense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema alfabético utilizado nos primitivos manuscritos hebraicos carecia de vogais: na sua época e de acordo com um uso comum de diversas línguas semíticas, somente as consoantes tinham representação gráfica. Essa peculiaridade era, obviamente, uma fonte de sérios problemas de leitura e interpretação dos escritos bíblicos, cuja unificação realizaram os especialistas judeus do final do séc. I d.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho daqueles sábios foi favorecido na última parte do séc. V a.C. pelo desenvolvimento, sobretudo em Tiberíades e Babilônia, de um sistema de leitura que culminou entre os séculos VIII e XI d.C. com a composição do texto chamado &quot;massorético&quot;. Nele, fruto do intenso trabalho realizado pelos &quot;massoretas&quot; (ou &quot;transmissores da tradição&quot;), ficou definitivamente fixada a leitura da Bíblia Hebraica através de um complicado conjunto de sinais vocálicos e entonação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do excelente cuidado que os copistas tiveram para fazer e conservar as cópias do texto bíblico, nem sempre puderam evitar que aqui e ali fossem introduzidas pequenas variantes na escrita. Por isso, a fim de descobrir e avaliar tais variantes, o estudo dos antigos manuscritos implica uma minuciosa tarefa de comparação de textos, não somente entre umas ou outras cópias hebraicas, mas também em antigas traduções para outras línguas:&lt;br /&gt;o texto samaritano do Pentateuco (escrita samaritana)&lt;br /&gt;as versões gregas, especialmente a LXX (feita em Alexandria entre os séculos III e II a.C. e utilizada freqüentemente pelos escritores do Novo Testamento)&lt;br /&gt;as aramaicas (os targumim, versões parafrásticas)&lt;br /&gt;as latinas, em especial a Vulgata&lt;br /&gt;as siríacas, as coptas ou a armênia. Os resultados desse trabalho de fixação do texto se encontram sintetizados nas edições críticas da Bíblia Hebraica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GEOGRAFIA E RELIGIÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palestina do Antigo Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região onde se desenrolaram os acontecimentos mais importantes registrados no Antigo Testamento está situada na zona imediatamente a leste da bacia do Mediterrâneo. O nome mais antigo dela registrado na Bíblia é &quot;terra de Canaã&quot; (Gn 11.31), substituído posteriormente, entre os israelitas, por &quot;terra de Israel&quot; (1Sm 13.19 Ez 11.17 Mt 2.20). Os gregos e romanos preferiram chamá-la de &quot;Palestina&quot;, termo derivado do apelativo &quot;filisteu&quot;, pelo qual era conhecido o povo que habitava a costa do Mediterrâneo. No tempo em que o Império Romano dominou o país, pelo menos uma região deste recebeu o nome de &quot;Judéia&quot;. Durante a maior parte do período monárquico (931-586 a.C.), a terra de Israel esteve dividida em duas: ao sul, o reino de Judá, sendo Jerusalém sua capital e ao norte, o reino de Israel, tendo a cidade de Samaria como capital. As grandes diferenças políticas que separavam ambos os reinos aumentaram ainda mais quando, em 721 a.C., o reino do Norte foi conquistado pelo exército assírio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O território palestino é formado por três grandes faixas paralelas que se estendem do Norte ao Sul. A ocidental, uma planície banhada pelo Mediterrâneo, estreita-se em direção ao Norte, na Galiléia, e depois fica cercada pelo monte Carmelo. Nessa planície se encontravam as antigas cidades de Gaza, Asquelom, Asdode e Jope (atualmente um subúrbio de Tel Aviv) e a Cesaréia romana, de construção mais recente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faixa central é formada por uma série de montanhas que, desde o Norte, como que se desprendendo da cordilheira do Líbano, descem paralelas pela costa até penetrar no Sul, no deserto de Neguebe. O vale de Jezreel (ou de Esdrelom), entre a Galiléia e Samaria, cortava a cadeia montanhosa, cujas duas alturas máximas estão uma (1.208 m) na Galiléia e a outra (1.020 m), na Judéia. Nessa faixa central do país, encontra-se a cidade de Jerusalém (cerca de 800 m acima do nível do mar) e outras importantes da Judéia, Samaria e Galiléia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oriente da região montanhosa serpenteia o rio Jordão, o maior rio da Palestina, o qual nasce ao norte da Galiléi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a, no monte Hermom, e caminha em direção ao sul ao longo de 300 km, (pouco mais de 100 km, em linha reta). No seu curso, atravessa o lago Merom e depois o mar ou lago da Galiléia (ou ainda &quot;mar de Tiberíades&quot;) e corre por uma depressão que se torna cada vez mais profunda, até desembocar no mar Morto, a 392 m abaixo do nível do Mediterrâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais além da depressão do Jordão, no seu lado oriental, o terreno torna a elevar-se. Sobretudo na região norte há cumes importantes, como, já fora da Palestina, o monte Hermom, com até 2.758 m de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palestina é predominantemente seca, desértica em extensas regiões do Leste e Sul do país, com montanhas muito pedregosas e poucos espaços com condições favoráveis para o cultivo. Os terrenos férteis, próprios para a agricultura, encontram-se, sobretudo, na planície de Jezreel, ao norte, no vale do Jordão e nas terras baixas que, ao ocidente, acompanham a costa. As altas temperaturas predominantes se atenuam nas partes elevadas, onde as noites podem chegar a ser frias. As duas estações mais importantes são o inverno e o verão (cf. Gn 8.22 Mt 24.20,32), mas, quanto ao clima, o essencial para os trabalhos agrícolas é a regularidade na chegada das chuvas: as temporãs (entre outubro e novembro) e as serôdias (entre dezembro e janeiro). Armazena-se, então, a água em algibes (ou cisternas), para poder tê-la durante os outros meses do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valorização religiosa do Antigo Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Antigo Testamento, como em toda a Bíblia, é reconhecida, em sua origem, uma autêntica experiência religiosa. Deus se revelou ao povo de Israel na realidade da sua história e fez isso como o único Deus, Criador e Senhor do universo e da história, não se assemelhando a nenhuma outra experiência humana, nem identificando-se com alguma imagem feita pelos homens. Deus é o Autor da vida, o Criador da existência de todos os seres e é um Deus salvador, que está sempre ao lado do seu povo, mas que não se deixa manipular por ele que impõe obrigações morais e sociais, que não se deixa subornar, que protege os fracos e ama a justiça. É um Deus que se achega ao povo, especialmente no culto um Deus perdoador, que quer que o pecador viva, porém julga com justiça e castiga a maldade. As idéias e a linguagem do Antigo Testamento transparecem nos escritos do Novo Testamento, em cujo pano de fundo está sempre presente o Deus do Antigo Testamento, o Pai de Jesus Cristo, em quem é revelado, definitivamente, o seu amor e a sua vontade salvadora para todo aquele que o recebe pela fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Antigo Testamento dá especial atenção ao relacionamento de Deus com Israel, o seu povo escolhido. Um dos mais importantes aspectos desse relacionamento é a Aliança com Israel, mediante a qual Javé se compromete a ser o Deus daquele povo que tomou como a sua possessão particular e dele exige o cumprimento religioso dos mandamentos e das leis divinas. Assim, a fé comum, as celebrações cúlticas e a observância da Lei são os elementos que configuram a unidade de Israel, uma unidade que se rompe quando se torna infiel ao Deus ao qual pertence. A história de Israel como povo escolhido revela que o mais importante é manter a sua identidade religiosa em meio ao mundo ao seu redor, passo necessário que será dado em direção à mensagem universal que depois, em Jesus Cristo, será proclamada pelo Novo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todos os aspectos do Antigo Testamento mantêm igual vigência para o cristão. O Antigo Testamento deve ser interpretado à luz da sua máxima instância, que é Jesus Cristo. A projeção histórica e profética do povo de Israel no Antigo Testamento é uma etapa precursora no caminho que conduz à plena revelação divina em Cristo (Hb 1.1-2). Por outro lado, o Novo Testamento é o testemunho de fé de que as promessas feitas por Deus a Israel são cumpridas com a vinda do Messias (cf., p. ex., Mt 1.23 Lc 3.4-6 At 2.16-21 Rm 15.9-12). Por isso, certas instruções absolutamente válidas para o povo judeu deixam de ser igualmente vigentes para o novo povo de Deus, que é a Igreja (cf. At 15 Gl 3.23-29 Cl 2.16-17 Hb 7.11-10.18) e alguns aspectos da lei de Moisés, do culto do Antigo Testamento e da doutrina sobre o destino do ser humano, pessoal e comunitariamente considerado, devem ser interpretados à luz do evangelho de Jesus Cristo, o Filho de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA E CULTURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A existência de Israel como povo remonta, provavelmente, ao último período do séc. XI a.C. Era o tempo do nascimento da monarquia e da unificação das diversas tribos, que viviam separadas entre si até que, sob o governo do rei Davi, constituiu-se o Estado nacional, com Jerusalém por capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até chegar a esse momento, a formação do povo havia sido lenta e difícil, mesclada freqüentemente com a história das mais antigas civilizações que floresceram no Egito, às margens do Nilo e na Mesopotâmia, nas terras regadas pelo Tigre e o Eufrates. As fontes extrabíblicas da história de Israel naquela época são muito limitadas, carentes da base documental necessária para se estabelecerem com precisão as origens do povo hebreu. Nesse aspecto, o livro de Gênesis proporciona alguns dados de valor inestimável, pois o estudo dos relatos patriarcais permite descobrir alguns aspectos fundamentais da origem do povo israelita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A época dos patriarcas Os personagens do Antigo Testamento, habitualmente denominadas &quot;patriarcas&quot;, eram chefes de grupos familiares seminômades que iam de um lugar a outro em busca de comida e água para os seus rebanhos. Não havendo chegado ainda à fase cultural do sedentarismo e dos trabalhos agrícolas, os seus assentamentos eram, em geral, eventuais: duravam o tempo em que os seus gados demoravam para consumir os pastos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gênesis oferece uma visão particular do começo da história de Israel, que é mais propriamente a história de uma família. Procedentes da cidade mesopotâmica de Ur dos caldeus, situada junto ao Eufrates, Abraão e a sua esposa chegaram ao país de Canaã. Deus havia prometido a Abraão que faria dele uma grande nação (Gn 12.1-3 cf. 15.1-21 17.1-4) e, conforme essa promessa, nasceu o seu filho Isaque, que, por sua vez, foi o pai de Jacó. Durante a sua longa viagem, primeiro na direção norte e depois na direção sul, Abraão deteve-se em diversos lugares mencionados na Bíblia: Harã, Siquém, Ai e Betel (Gn 11.31-12.9) atravessou a região desértica do Neguebe e chegou até o Egito, de onde, mais tarde, regressou para, finalmente, estabelecer-se em um lugar conhecido como &quot;os carvalhais de Manre&quot;, junto a Hebrom (Gn 13.1-3,18). Ao morrer Abraão (Gn 25.7-11 cf. 23.2,17-20), Isaque converte-se no protagonista do relato bíblico, que o apresenta como habitante de Gerar e Berseba (Gn 26.6,23), lugares do Neguebe (Gn 24.62), na região meridional da Palestina. Isaque, herdeiro das promessas de Deus a Abraão, aparece no meio de um quadro descritivo da vida seminômade do segundo milênio a.C.: busca de campos de pastoreio, assentamentos provisórios, ocasionais trabalhos agrícolas nos limites de povoados fronteiriços e discussões por causa dos poços de água onde se dava de beber ao gado (Gn 26).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de Isaque, a atenção do relato concentra-se nos conflitos pessoais surgidos entre Jacó e o seu irmão Esaú, que são como que uma visão antecipada dos graves problemas que, posteriormente, haveriam de acontecer entre os israelitas, descendentes de Jacó, e os edomitas, descendentes de Esaú. A história de Jacó é mais longa e complicada que as anteriores. Consta de uma série de relatos entrelaçados: a fuga do patriarca para a região mesopotâmica de Padã-Arã a inteligência e a riqueza de Jacó o regresso a Canaã o episódio de Peniel, onde Deus mudou o nome de Jacó para Israel (Gn 32.28) a revelação de Deus e a renovação das suas promessas (Gn 35.1-15) a história de José e a morte de Jacó no Egito (Gn 37.1-50.14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saída do Egito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação política e social das tribos israelitas, do Egito e dos países do Oriente Médio, no período que vai da morte de José à época de Moisés, sofreu mudanças consideráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Egito viveu um tempo de prosperidade depois de expulsar do país os invasores hicsos. Este povo oriundo da Mesopotâmia, depois de passar por Canaã, havia se apropriado, no início do séc. XVIII a.C., da fértil região egípcia do delta do Nilo. Os hicsos dominaram no Egito cerca de um século e meio, e, provavelmente, foi nesse tempo que Jacó se instalou ali com toda a sua família. Esta poderia ser a explicação da acolhida favorável que foi dispensada ao patriarca, e de que alguns dos seus descendentes, como aconteceu com José (Gn 41.37-43), chegaram a ocupar postos importantes no governo do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação mudou quando os hicsos foram finalmente expulsos do Egito. Os estrangeiros residentes, entre os quais encontravam-se os israelitas, foram submetidos a uma dura opressão. Essa mudança na situação política está registrada em Êx 1.8, que diz que subiu ao trono do Egito um novo rei &quot;que não conhecera a José.&quot; Durante o mandato daquele faraó, os israelitas foram obrigados a trabalhar em condições subumanas na edificação das cidades egípcias de Pitom e Ramessés (Êx 1.11). Porém, em tais circunstâncias, teve lugar um acontecimento que haveria de permanecer gravado, para sempre, nos anais de Israel: Deus levantou um homem, Moisés, para constituí-lo libertador do seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés, apesar de hebreu por nascimento, recebeu uma educação esmerada na própria corte do faraó. Certo dia, Moisés viu-se obrigado a fugir para o deserto, e ali Javé (nome explicado em Êx 3.14 como &quot;EU SOU O QUE SOU&quot;) revelou-se a ele e lhe deu a missão de libertar os israelitas da escravidão a que estavam submetidos no Egito (Êx 3.1-4.17). Regressou Moisés ao Egito e, depois de vencer com palavras e ações maravilhosas a resistência do faraó, conseguiu que a multidão dos israelitas se colocasse em marcha em direção ao deserto do Sinai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse capítulo da história de Israel, a libertação do jugo egípcio, marcou indelevelmente a vida e a religião do povo. A data precisa desse acontecimento não pode ser determinada. Têm-se sugerido duas possibilidades: até meados do séc. XV e até meados do séc. XIII. (Neste último caso seria durante o reinado de Ramsés II ou do seu filho Meneptá.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os anos de permanência no deserto do Sinai, enquanto os israelitas dirigiam-se para Canaã, produziu-se um acontecimento de importância capital: Deus instituiu a sua Aliança com o seu povo escolhido (Êx 19). Essa Aliança significou o estabelecimento de um relacionamento singular entre Javé e Israel, com estipulações fundamentais que ficaram fixadas na lei mosaica, cuja síntese é o Decálogo (Êx 20.1-17). A conquista de Canaã e o período dos juízes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da morte de Moisés (Dt 34), a direção do povo foi colocada nas mãos de Josué, a quem coube guiá-lo ao país de Canaã, a Terra Prometida. A entrada naqueles territórios iniciou-se com a passagem do Jordão, fato de grande significação histórica, porque com ela inaugurava-se um período decisivo para a constituição da futura nação israelita (Js 1-3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conquistar e assentar-se em Canaã não se tornou empresa fácil. Foi um longo e duro processo (cf. Jz 1), às vezes, de avanço pacífico, mas, às vezes, de inflamados choques com os hostis povos cananeus (cf. Jz 4-5), formados por populações diferentes entre si, ainda que todas pertencentes ao comum tronco semítico muitas delas terminaram absorvidas por Israel (cf. Js 9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele tempo da chegada e conquista de Canaã, os grandes impérios do Egito e da Mesopotâmia já haviam iniciado a sua decadência. Destes eram vassalos os pequenos Estados cananeus, de economia agrícola e cuja administração política limitava-se, geralmente, a uma cidade de relativa importância nos limites das suas terras. Em relação à religião, caracterizava-se sobretudo pelos ritos em honra a Baal, Aserá e Astarote, e a deuses secundários, geralmente divindades da fecundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A etapa conhecida como &quot;período dos juízes de Israel&quot; sucedeu à morte de Josué (Js 24.29-32). Desenvolveu-se entre os anos 1200 e 1050 a.C., e a sua característica mais evidente foi, talvez, a distribuição dos israelitas em grupos tribais, mais ou menos independentes e sem um governo central que lhes desse um mínimo sentido de organização política. Naquelas circunstâncias surgiram alguns personagens que assumiram a direção de Israel e que, ocasionalmente, atuaram como estrategistas e o guiaram nas suas ações de guerra (ver, p. ex., em Jz 5, o Cântico de Débora, que celebra o triunfo de grupos israelitas aliados contra as forças cananéias). Entre todos os povos vizinhos, foram, provavelmente, os filisteus que representaram para Israel a mais grave ameaça. Procedentes de Creta e de outras ilhas do Mediterrâneo oriental, os filisteus, conhecidos também como &quot;os povos do mar&quot;, que primeiramente haviam intentado sem êxito penetrar no Egito, apoderaram-se depois (por volta de 1175 a.C.) das planícies costeiras da Palestina meridional. Ali estabeleceram-se e constituíram a &quot;Pentápolis&quot;, o grupo das cinco cidades filistéias: Asdode, Gaza, Asquelom, Gate e Ecrom (1Sm 6.17), cujo poder reforçou-se com a sua aliança e também com o monopólio da manufatura do ferro, utilizado tanto nos seus trabalhos agrícolas quanto nas suas ações militares (1Sm 13.19-22).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O início da monarquia de Israel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura política dos &quot;juízes&quot;, apta para resolver assuntos de caráter tribal, mostrou-se ineficaz ante os problemas que, mais tarde, haveriam de ameaçar a sobrevivência do conjunto de Israel no mundo palestino. Assim, pouco a pouco, veio a implantação da monarquia e, com ela, uma forma de governo unificado, dotado da autoridade necessária para manter uma administração nacional estável. Ainda que a monarquia tenha enfrentado, no início, fortes resistências internas (1Sm 8), paulatinamente chegou a impor-se e consolidar-se. Samuel, o último dos juízes de Israel, foi sucedido por Saul, que em 1040 a.C. iniciou o período da monarquia, que se prolongou até 586 a.C., quando, durante o reinado de Zedequias, os babilônios sitiaram e destruíram Jerusalém, tendo Nabucodonosor à frente. Saul, que começou a reinar depois de ter obtido uma vitória militar (1Sm 11) e de ter triunfado em outras ocasiões, todavia, nunca conseguiu acabar com os filisteus, e foi lutando contra eles no monte Gilboa que morreram os seus três filhos e ele próprio (1Sm 31.1-6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saul foi sucedido por Davi, proclamado rei pelos homens de Judá na cidade de Hebrom (2Sm 2.4-5). O seu reinado iniciou-se, pois, na região meridional da Palestina, mas depois estendeu-se em direção ao norte. Reconhecido como rei por todas as tribos israelitas, conseguiu unificá-las sob o seu governo. Durante o tempo em que Davi viveu, produziram-se acontecimentos de grande importância: a anexação à nova entidade nacional de algumas cidades cananéias antes independentes, a submissão de povos vizinhos e a conquista de Jerusalém, convertida desde então na capital do reino e centro religioso por excelência. Próximo já da sua morte, Davi designou por sucessor o seu filho Salomão, sob cujo governo alcançou o reino as mais altas cotas de esplendor. Salomão soube estabelecer importantes relacionamentos políticos e comerciais, geradores de grandes benefícios para Israel. As riquezas acumuladas sob o seu governo permitiram realizar em Jerusalém construções de enorme envergadura, como o Templo e o palácio real. O prestígio de Salomão fez-se proverbial, e a fama da sua prudência e sabedoria nunca tiveram paralelo na história dos reis de Israel (1Rs 5-10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ruptura da unidade nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A despeito de todas as circunstâncias favoráveis que rodearam o reinado de Salomão, foi precisamente aí que a unidade do reino começou a fender-se. Por um e outro lado do país, surgiam vozes de protesto pelos abusos de autoridade, pelos maus tratos infligidos à classe trabalhadora e pelo agravamento dos tributos destinados a cobrir os gastos que originavam as grandes construções. Tudo isso, fomentando atitudes de descontentamento e rebeldia, foi causa do ressurgimento de antigas rivalidades entre as tribos do Norte e do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas chegaram ao extremo quando, morto Salomão, ocupou o trono o seu filho Roboã</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/8644511984450783560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/11/antigo-testamento-i.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/8644511984450783560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/8644511984450783560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/11/antigo-testamento-i.html' title='ANTIGO TESTAMENTO I'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-394781792593406300</id><published>2011-11-26T21:09:00.000-08:00</published><updated>2011-11-26T21:13:28.807-08:00</updated><title type='text'>INTRODUÇÃO AO ANTIGO TESTAMENTO</title><content type='html'>Antigo testamento (AT) é o nome que os cristãos dão ao conjunto das Escrituras Sagradas do povo de Israel. Esses livros, originalmente escrito em hebraico, fazem parte também da Bíblia Sagrada dos cristãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Antigo Testamento fala sobre a antiga aliança de Deus, por meio dos patriarcas e de Moisés, fez com o seu povo. Já o Novo Testamento trata da nova aliança que Deus, por meio de Jesus Cristo, fez com o seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os israelitas agrupam os livros do antigo Testamento em três divisões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Lei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei agrupa os primeiros cinco livros do AT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Profetas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profetas têm duas divisões: Os Profetas Anteriores (de Josué a 2Reis), e os Posteriores (Isaias a Malaquias). Os profetas de Oséias a Malaquias recebem dos israelitas o nome de “O Livro dos Doze”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Escritos:&lt;br /&gt;fazem parte desta divisão os seguintes livros: Salmos, Jó, Provérbios, Rute, Cântico dos Cânticos, Eclesiastes, Lamentações, Ester, Daniel, Esdras, Neemias e Crônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As três divisões correspondem à ordem histórica em que os seus livros foram aceitos como autorizados a fazerem parte do cânon dos israelitas. “Cânon” é a coleção de livros aceitos como Escrituras Sagradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Igrejas Cristãs seguem, em geral, um arranjo diferente do dos israelitas, mas os livros são os mesmos, em número de trinta e nove. Essa ordem se encontra nas antigas versões gregas e latinas usadas pela igreja primitiva.&lt;br /&gt;Os primeiros cinco livros do AT são chamados de “Pentateuco” ou “Os Livros da Lei”. A palavra “Pentateuco” quer dizer “cinco volumes”. Eles falam sobre a criação do mundo e da humanidade e contam a história dos hebreus, começando com a chamada de Abraão e continuando até a morte de Moisés, que aconteceu quando o povo de Israel estava para entrar em Canaã, a Terra Prometida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os doze livros seguintes, de Josué até Ester, são livros históricos, que narram os principais acontecimentos da história de Israel desde a sua entrada na Terra Prometida até o tempo em que as muralhas de Jerusalém foram reconstruídas, depois da volta dos israelitas do cativeiro. Isso aconteceu uns quatrocentos e quarenta e cinco anos antes do nascimento de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os livros de Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos e Lamentações de Jeremias são chamados de Livros Poéticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os últimos dezessete livros do AT contêm mensagens de Deus anunciadas ao povo de Israel pelos profetas. Esses mensageiros de Deus condenavam os pecados do povo, exigiam o arrependimento e prometiam as bênçãos divinas para as pessoas que confiassem em Deus e vivessem de acordo com a vontade dele. Es livros estão divididos em dois grupos: Profetas Maiores (Isaias a Daniel) e Profetas Menores (Oséias a Malaquias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas versões antigas, tais como a Septuaginta, em grego, e a Vulgata, em latim, incluem no AT alguns livros que não se encontram na Bíblia Hebraica de Israel. Esses livros foram escritos no período intertestamentário. A Igreja Romana os aceita e os chama de “Deuterocanônicos”, isto é, pertencem a um “segundo cânon”. São eles: Tobias, Judite, Ester Grego, 1 e 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico, Baruque, Carta de Jeremias e os acréscimos a Daniel, que são a Oração de Azarias e as histórias de Suzana, de Bel e do Dragão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação do Antigo Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trinta e nove livros que compõem o AT foram escritos durante um período de mais de mil anos. As histórias, os hinos, as mensagens dos profetas e as palavras de sabedoria foram agrupadas em coleções, que, com o tempo foram juntadas e aceitas como escritura sagrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns livros de história que são mencionados no AT se perderam. São eles: Livro do Justo (Js 10.13), a História de Salomão (1Rs 11.41), a História dos Reis de Israel (1Rs 14.19) e a História dos Reis de Judá (1Rs 14.29).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os livros de Salmos e de Provérbios são obra de vários autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o povo de Israel conhecer o autor de determinado livro das  Escrituras não era tão importante como reconhecer que se tratava de livro que tinha sido escrito por inspiração divina e que continha mensagem ou mensagens de valor permanente a respeito de Deus e de seus relacionamentos com o povo de Israel em particular e com os povos do mundo em geral. São variadas e divididas as opiniões dos estudiosos das Escrituras quanto à autoria de cada livro em particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prosa e Poesia no Antigo Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa parte do AT está escrita em prosa. Estão escritos em prosa os relatos da vida de pessoas, como se pode ver em Gênesis e Rute. Outros livros narram a história de Israel, por exemplo, Êxodo 1-19, partes de Números, Josué, Juizes, Samuel, Reis, Crônicas, Esdras, Neemias e Ester. Estão em prosa os registros das leis dadas por Deus a Israel, bem como os assuntos relacionados ao culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Livro de Deuteronômio consta principalmente de discurso pronunciados por Moisés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há livros de profetas escritos em prosa, como, por exemplo, Jeremias (boa parte), Ezequiel, Daniel e os profetas menores, menos Naum e Habacuque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos livros de Provérbios e Eclesiastes, aparece uma forma especial de prosa apropriada à literatura de sabedoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há vários livros e partes de livros que foram escritos em forma de poesia. A poesia hebraica se expressa de uma forma especial chamada de paralelismo. As características desse tipo de poesia são tratadas em Salmos, ela se chama litúrgica, porque os Salmos forma escritos para serem usados no culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro de Jó também é poético. Há livros proféticos que empregam a linguagem poética, como Isaías, partes de Jeremias, Lamentações, Naum e Habacuque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geografia de Israel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incluindo-se os territórios dos dois lados do rio Jordão, o Israel antigo ocupava uma área de mais ou menos 16.000 km quadrados. De norte a sul, isto é, de Dã até Berseba, a distância era de 240 km. De leste a oeste, isto é, de Gaza até o mar Morto, a distância é de 86 km. Mas é impressionante o fato de que um país tão pequeno tenha exercido uma influência religiosa tão poderosa que se estende pelo mundo inteiro até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vizinhos mais próximos de Israel eram, no litoral, os filisteus e os fenícios; ao norte, estavam os heteus e os arameus (sírios); a leste do Jordão, habitavam os amonitas e os moabitas; e, ao sul, os edomitas. Os vizinhos mais distantes eram o Egito e a Assíria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o período da conquista dos Juízes, o país foi dividido pelas tribos de Israel. No período do Reino unido, a capital era Jerusalém. Após a divisão a capital de Judá (Reino do Sul), era Jerusalém e capital de Israel (Reino do Norte), era Samaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terra de Israel, observam-se quatro zonas paralelas, na direção norte-sul. A primeira zona é a planície costeira. A segunda, no centro, é a região montanhosa. A terceira é o vale do Jordão, rio que desemboca no mar Morto. E a quarta é o planalto onde hoje está a Jordânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Israelitas dividiam o ano em duas estações. No verão, fazia calor e se colhiam frutas; no inverno, terminavam as colheitas, chovia e fazia frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Períodos da História de Israel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história do povo de Deus no AT divide-se em oito períodos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º Período: De mais ou menos 1900 a 1700 aC, e nele viveram os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º Período: Escravidão no Egito e êxodo, mais ou menos de 1250 a 1030 aC. O líder nesse período é Moisés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º Período: Conquista e posse de Canaã, mais ou menos de 1250 a 1030 aC. O povo é comandado por Josué e pelos Juízes. O último juiz foi Samuel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º Período: O Reino unido, mais ou menos de 1030 a 932 aC. O povo é governado por três reis: Saul, Davi e Salomão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5º Período: O Reino dividido, de 931 a 586 aC. O Reino de Israel, ao norte, durou 200 anos. Samaria, sua capital, caiu em 722 aC. Conquistada pelos assírios. O Reino de Judá, ao sul, durou 345 anos, tendo chegado ao fim com a conquista de Jerusalém pelos babilônios em 587 ou 586 aC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6º Período: O período do cativeiro, também chamado de exílio, começou em 722, com a conquista de Samaria. Os moradores do Reino do norte foram levados como prisioneiros para a Assíria. 136 anos depois, em 587 ou 586, Jerusalém foi conquistada, e os moradores do Reino do sul foram levados para a Babilônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7º Período: A volta do povo de Deus à Terra Prometida começou em 538 aC, por ordem de Ciro, rei da Pérsia, que havia dominado a Babilônia. Vários grupos de judeus voltaram para a terra de Israel, ficaram morando nela e reconstruíram o templo (520 aC) e as muralhas de Jerusalém (445-443 aC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8º Período: É o intertestamentário, isto é, o que fica entre o fim do Antigo Testamento e o começo do Novo Testamento. Ele vai de Malaquias, o último profeta, que profetizou entre 500 e 450 aC, até o nascimento de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este período é chamado de helenístico por causa do domínio e da cultura grega. O rei grego Alexandre, o Grande, começou a governar Israel em 333 aC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 323 a 198, o governo foi exercido pelos ptolomeus, descendentes de um general de Alexandre. De 198 a 166, o domínio foi dos selêucidas, descendentes de um general de Alexandre que havia governado a Síria. De 166 a 63, Israel viveu 123 anos de independência, sendo o país governado pelos asmoneus, que eram descendentes de Judas Macabeu, o líder da libertação de Israel. Em 63 aC, Jerusalém caiu em poder dos romanos e passou a fazer parte do Império Romano. O governo em Israel era exercido por reis nomeados pelo Imperador de Roma. Um desses reis foi Herodes, o Grande, que governou de 37 a 4 aC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valores Religiosos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Antigo Testamento registra a experiência que os seus autores e o povo de Israel tiveram com Javé, o verdadeiro Deus. As nações vizinhas tinham vários deuses e deusas, que eram adorados na forma de imagens (ídolos). A crença de Israel era diferente. Javé era o único Deus de Israel, e dele não se faziam imagens. Javé era o Deus único, Criador e Senhor do Universo. Ele era um Deus vivo e salvador, sempre vivendo com o seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse Deus impunha aos seus adoradores leis e normas morais que tinha em vista um procedimento correto nos relacionamentos da vida. E havia leis sociais que protegiam interesses das outras pessoas, inclusive as marginalizadas, e do povo como um todo. Javé perdoava as pessoas que quebravam suas leis. Mas o perdão era somente concedido na condição de as pessoas se arrependerem, confessarem os seus erro e se disporem a corrigir-se. As pessoas que permaneciam em pecado, eram julgadas por Deus e castigadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Javé fez com o povo de Israel uma aliança, pela qual ele prometeu ser o Deus de Israel; e o povo, por sua vez, prometeu ser fiel a Deus, disposto a seguir e obedecer às suas leis. Essa doutrina fundamental da crença do povo de Israel é complementada por estas palavras que Jesus pronunciou na ocasião da instituição da Ceia: “Este cálice é a nova aliança feita por Deus com o seu povo, aliança que é garantida pelo meu sangue, derramado em favor de vocês” (Lc 22.20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio de símbolos e de profecias, o AT preparou o povo de Deus para a vinda do Messias, aquele que Deus iria enviar a fim de trazer a salvação completa para as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se entender bem o Novo Testamento, é necessário recorrer ao AT, porque este forma a base para os ensinamentos encontrados no Novo Testamento. Mas nem todo os ensinamentos encontrados no AT têm validade para os cristãos. O cristão lê o AT com a luz que vem da maneira de Jesus interpretá-lo e completá-lo. Jesus disse: “Não pensem que eu vim acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo” (Mt 5.17). E, logo adiante Jesus afirmou algo que é totalmente novo: “Vocês sabem o que foi dito: ‘Ame os seus amigos e odeie os seus inimigos.’ Mas eu lhes digo: ‘Ame os seus inimigos e amem os que perseguem vocês’” (Mt 5.43,44). Essas palavras de Jesus sobre inimigos vão muito além dos ensinamentos do AT sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ensinamentos do AT sobre a lei, o culto, a conduta das pessoas, a sua vida, a sua morte e a sua vida após a morte são entendidos e vividos pelos cristãos à luz da revelação completa e final que se encontra no Novo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo  NTLH</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/394781792593406300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/11/introducao-ao-antigo-testamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/394781792593406300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/394781792593406300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/11/introducao-ao-antigo-testamento.html' title='INTRODUÇÃO AO ANTIGO TESTAMENTO'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-6526573799399076101</id><published>2011-09-23T21:31:00.000-07:00</published><updated>2011-09-23T21:33:29.800-07:00</updated><title type='text'>JESUS ERA RICO ???</title><content type='html'>Não, o Senhor apesar de ser o filho do dono do ouro e da prata, era pobre, nasceu em uma família humilde. Pelo menos é o que diz a Palavra de Deus quando se refere a Ele: (2Co 8:9) - &quot;Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; para que pela sua pobreza enriquecêsseis.&quot; É claro que o significado exato dessa passagem não é exatamente material, mas espiritual, já que as riquezas das quais os que crêem puderam usufruir são (Ef 1.3) - &quot;todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo&quot;, as mesmas que Cristo têm e de Quem somos co-herdeiros. Mas em termos materiais Ele  não foi rico quando caminhou aqui, ao contrário dos absurdos que ouvimos por ai  em programas religiosos. Uma certa mulher que pregava — que pertence a uma  igreja milionária — tentava de todas as formas convencer o público de que o Senhor era muito rico. Disse que Ele andava de Rolls Royce, já que jumentos tinham esse status na época porque eram transporte de reis. Errado. Reis, quando não eram carregados em liteiras por escravos ou viajavam em carros puxados por cavalos, como fazia o nobre mordomo da rainha de Candace quando abordado por Filipe na estrada que vinha de Jerusalém. &quot;E levantou-se, e foi; e eis que um homem etíope, eunuco, mordomo-mor de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todos os seus tesouros, e tinha ido a Jerusalém para adoração, Regressava e, assentado no seu carro, lia o profeta Isaías.&quot; (At 8:27:28) Este sim, era o Rolls Royce da época, que permitia viajar, ler e tinha até espaço para Filipe ter sido convidado para sentar. E se ainda permaneciam os costumes do Antigo Testamento, é interessante lembrar que os ricos não cavalgavam jumentos, mas mulas. E quando Isaías escreve profeticamente sobre aqueles que transportarão o remanescente fiel a Jerusalém no futuro, são mencionados os melhores meios de transporte da época, e o jumento não está entre eles (IS 66:20) - E trarão a todos os vossos irmãos, dentre todas as nações, por oferta ao SENHOR, sobre cavalos, e em carros, e em liteiras, e sobre mulas, e sobre dromedários, trarão ao meu santo monte, a Jerusalém, diz o SENHOR; como quando os filhos de Israel trazem as suas ofertas em vasos limpos à casa do SENHOR. Portanto, andar de jumento na época em que o Senhor viveu aqui não era sinal de riqueza. E se nos lembrarmos de que o jumento que Ele monta para entrar em Jerusalém era emprestado, o assunto se encerra aqui. Mas a pregadora não parecia querer encerrar o assunto no jumento e continuou insistindo que carpinteiros eram ricos — tentando avaliar o status de uma profissão há dois mil anos comparando-a ao status atual. Não há subsídios para isso e você encontra carpinteiros ricos e pobres ainda hoje. Tentou também dizer que suas roupas eram caras — só faltou dizer que eram de griffe — quando se referiu aos soldados que dividiram suas vestes em quatro partes. Segundo ela, eram tão boas que os soldados nem se importavam de ficar com apenas um pedaço delas. O que faltou dizer foi que era só o que tinha. As vestes e a túnica. Essas eram suas posses materiais quando morreu, muito menos do que pessoas consideradas pobres hoje possuem. Enfim, a mulher fazia um esforço hercúleo, mas dava para perceber que não era tanto para provar que o Senhor era rico, como era para justificar a riqueza dos líderes religiosos que professam a teologia da prosperidade. Foi assim mesmo que o movimento começou nos EUA em medos do século 20, quando muitos pregadores começaram a enriquecer e acharam um jeito de mudar o discurso. Se eram ricos era porque eram abençoados por Deus. O resto da história a gente já conhece. Ao lançar perguntas no ar, algo mais ou menos assim, &quot;Se um dono de revistas pornográficas tem o direito de ter jato particular para aliciar suas garotas, os cristãos não podem ter esse direito?&quot;, ela queria dizer que podemos reivindicar as mesmas regalias de um dono da Playboy, por exemplo. Deu outros exemplos, de outras atividades do mesmo nível, das riquezas que usufruem. Baixou o nível. Antes que desse vontade de vomitar, achei melhor mudar de canal. &lt;br /&gt;               A mulher não tem nem idéia do lugar do cristão neste mundo. Um estrangeiro, a caminho de sua pátria celestial, peregrino como foi nosso senhor JESUS cujo reino não era deste mundo. Poderia citar muitas passagens, mas uma ou duas bastam para entendermos como devemos ser e viver em relação às riquezas materiais: (MT 6:25) - Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? (1TM 6:8) - Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Sim, vamos encontrar cristãos ricos e pobres. A alguns Deus deu mais para poderem compartilhar com os outros. Mas não é esse o foco e a fonte de nosso contentamento.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/6526573799399076101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/09/jesus-era-rico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/6526573799399076101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/6526573799399076101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/09/jesus-era-rico.html' title='JESUS ERA RICO ???'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-405493328506164022</id><published>2011-08-14T20:38:00.000-07:00</published><updated>2011-08-14T20:40:05.957-07:00</updated><title type='text'>FIEL OBEDIÊNCIA ÀS LEIS</title><content type='html'>         No presente século, observamos lamentáveis desrespeito as leis, nas mais variadas esferas da sociedade. Referimo-nos não somente às ações claramente marginais aos códigos legais, mas também aos atos de menor expressão, muitas vezes sutilmente justificados por uma suposta nobreza quanto aos seus fins: Sonegação de impostos, desrespeito aos estatutos sociais, trabalho informal, cópias ilegais, desprezo às normas éticas, ofensas à moral e danos ao patrimônio, estão entre os atos censuráveis comuns.&lt;br /&gt;        Os cristãos, jamais deverão se postar a imagem da lei, sob qualquer pretexto, ainda que esteja ao açodar das injustiças e penúria. Urge nunca assentar o Cristianismo na marginalidade legal, em tempo algum.&lt;br /&gt;         Como usual, Jesus apresenta-se como probo exemplo de obediência aos códigos legalísticos.&lt;br /&gt;         Conquanto importantes pesquisadores tenham defendido a tese de que o Jesus da historia teria assumido uma postura revolucionária, sabe-se que – ao contrario – Ele foi o modelo e guia da integral observância das leis sociais.&lt;br /&gt;        Paulo de Tarso, considerado como um dos maiores interpretes do Evangelho em toda a historia cristã, em sua carta aos Filipenses assevera que Ele, “tornando-se semelhante aos homens e reconhecido em seu aspecto como um homem, abaixou-se, tornando-se obediente até a morte, a morte sobre uma cruz.” (Fel 2.8)&lt;br /&gt;        Nessa impar exegese, o apostolo dos gentios estabelece três conceitos essenciais para o entendimento da missão do Cristo na Terra: a humanidade de Jesus, Sua humildade e sua obediência as leis vigentes. Esta idéia reveste - se de sublime comprobação ao observarmos a integral obediência e a absoluta resignação com que Jesus vivencia as arbitrariedades de Seu processo de prisão, julgamento e execução.&lt;br /&gt;        Renomados pesquisadores têm demonstrado as inúmeras ilegalidades dos julgamentos sofridos por Jesus, não apenas na corte suprema Judaica daquele tempo, o Sinédrio, como também na aplicação do Direito Romano exercido por Pôncios Pilatos. Dentre as ilicitudes cometidas pelo Tribunal Judaico no Seu processo de prisão e julgamento, uma se nos apresenta com especial gravidade: a inexistência de – no mínimo – duas testemunhas de acusação, verazes. Em verdade, essa VIOLAÇÃO fora extremamente elementar, posto que o livro de Moisés – o Deuteronômio (Dt.  17.6; 19.15- 19) – assim determinava: “Somente pela deposição de duas ou três testemunhas poder – se - a condenar alguém à morte: ninguém será morto pela deposição de uma só testemunha. Uma única testemunha não é suficiente contra alguém, em qualquer caso de iniqüidade ou de pecado que haja cometido. Se a testemunha for uma testemunha falsa e tiver caluniado seu irmão, então vós a tratareis conforme ela própria maquinava tratar o seu próximo”&lt;br /&gt;         Á luz dessas chaves para o entendimento, contidas no Antigo Testamento, podemos  aprender  em Mateus, a seriedade das ilicitudes cometidas pelo referido tribunal hebreu: Ora, os chefes dos sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam  um testemunho contra Jesus para matá-lo, mas nada encontravam. Pois muitos davam falso testemunho contra Ele, mas os testemunhos não eram congruentes. Alguns levantando-se davam falso testemunho contra Ele”. (Mc 14.54-55) ”O Sumo Sacerdote, então, rasgando as suas túnicas disse: Que necessidades temos ainda de testemunhas? Ouvistes a blasfêmia. Que nos parece? E todos julgaram-no réu de morte”.&lt;br /&gt;         Dessa forma, houvera uma inequívoca e voluntaria transgressão da lei Mosaica por parte do próprio Sinédrio, o qual seria passível da mesma punição imputada ao Humilde Réu. Para agravar a injustiça da condenação do Carpinteiro de Nazaré, Ele ainda estivera sob o julgamento de outras duas instâncias, a de Herodes Antipas e a de Pôncio Pilatos, que também não encontraram peças judiciais condenatórias robustas e, por conseguinte, reconheceram Sua inocência, mesmo assim, Jesus foi conduzido à pena de morte.&lt;br /&gt;        Não obstante Jesus fosse o único puro entre tos os homens nesta terra, o mais inocente homem da historia, Ele aceitara todos os ajuizamentos – arbitrários incoerentes e ilegais – sem indignar-se e nem ao menos protestar, mas, ao contrario, sendo obediente até o limite de suas forças, tendo com conseqüência a própria morte por crucificação, vergonhosa e com dores excruciantes, a fim de exemplificar a mais excelente manifestação de fidelidade a Deus, aos amigos, à causa, assim como às leis da sociedade.&lt;br /&gt;        Nunca esqueçamos, pois, que o Cristão deverá ser, sobretudo, um exemplar partidário da boa cidadania, observando fielmente as legislações e as disposições judiciais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/405493328506164022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/08/fiel-obediencia-as-leis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/405493328506164022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/405493328506164022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/08/fiel-obediencia-as-leis.html' title='FIEL OBEDIÊNCIA ÀS LEIS'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-6766777464384893872</id><published>2011-07-22T23:01:00.000-07:00</published><updated>2011-07-22T23:03:15.482-07:00</updated><title type='text'>ORAÇÃO</title><content type='html'>&quot;Remindo o tempo, porque os dias são maus.&quot; (Efésios 5.16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           É contraditório o que vemos hoje em dia: o homem moderno luta com o tempo e se queixa da falta de tempo, embora possa abreviar muitas coisas com o auxílio de máquinas. Tempo é um conceito relativo. Um produz muito mais em poucos minutos e outro leva horas para fazer a mesma coisa. &lt;br /&gt;Quando Paulo diz que devemos remir o tempo, ele quer enfatizar que devemos transformar nosso tempo limitado em valor eterno. &lt;br /&gt;           Como acontece isso? Primeiramente por meio de uma vida fiel de oração. Não devemos orar ocasionalmente, mas de maneira fiel e regular. Daniel, em sua época, remia seu tempo de maneira extraordinária. O valor eterno em sua vida salta aos olhos. Por quê? Porque ele era um homem de oração. Ele orava três vezes ao dia, e isso em horários determinados. Por isso, as coisas eternas e infinitas brotavam e aconteciam em sua vida.&lt;br /&gt;           Uma pessoa que ora também tem condições de se aquietar. Isso o inimigo teme muito, porque Paulo diz: &quot;...e a diligenciardes por viver tranqüilamente.&quot; No silêncio, o Espírito de Deus fala a nós, nos convence e nos disciplina, e nos leva a buscar a purificação dos pecados do passado, através do sangue de Jesus.&lt;br /&gt;             Não andeis ansiosos de coisa alguma. Em tudo, porém sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições pela oração e pela súplica com ações de graças. (Fp 4.6) &lt;br /&gt;              Deus tem um propósito a realizar, mas ele precisa que o homem esteja disposto a orar, para que se estabeleça Sua vontade aqui na Terra, está é a função da oração, preparar um caminho para que Deus realize Sua vontade, assim como uma locomotiva necessita dos trilhos para andar, Deus necessita da oração do homem para levar adiante Sua vontade, sendo assim o homem deve fazer com que sua vontade seja unida com a vontade de Deus para que se estabeleçam seus designos, como podemos ver em 1Jo 5.14-15 &quot;E esta é a confiança que temos para com ele, que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito.&quot;, a oração tem como objetivo que nós venhamos a fazer com que a vontade de Deus se estabeleça aqui na terra, desta forma, devemos conhecer melhor a sua  vontade, para que nossas orações sejam agradáveis  e nossos propósitos sejam cumpridos.&lt;br /&gt;     A oração é o estabelecimento de um diálogo do homem com Deus, sendo que, devemos estar atentos a sua resposta, que vem através de nosso espírito ou através das circunstâncias exteriores. É através da oração que nós colocamos nossas ansiedades nas mãos de Deus, crendo que Ele é poderoso para nos dar paz interior, e resolver nossos problemas da melhor maneira possível para nosso crescimento espiritual. Quando somos iluminados por Deus, em nossa consciência, de nossos pecados, nós devemos imediatamente pedir perdão,  através da oração, pedindo para sermos lavados pelo  sangue de Nosso Senhor Jesus, e nossos pecados serão perdoados. &lt;br /&gt;     Devemos estar sempre orando, para sermos guardados das tentativas de satanás de nos levar ao pecado. Podemos dizer que a oração é o nosso termômetro espiritual, quando nós não conseguimos orar, indica que não estamos bem espiritualmente. Devemos aprender a observar o falar divino, em nosso espírito, enquanto estamos orando, pois Deus se comunica conosco através de nossa intuição, que é uma das partes do nosso espírito, mas cabe a nós, utilizando o nosso conhecimento bíblico, discernirmos se é ou não de Deus este falar, pois o inimigo pode também tentar nos enganar, lançando pensamentos em nossa mente que sutilmente nos induziram ao pecado.&lt;br /&gt;     Vamos analisar o trecho da Bíblia mais importante sobre a oração, que se encontra no livro segundo escreveu Mateus, no capitulo 6 e versículo 5 à 13:&lt;br /&gt;5 E, quando orardes, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa.&lt;br /&gt;6 Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.&lt;br /&gt;7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos.&lt;br /&gt;8 Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais.&lt;br /&gt;9 Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;&lt;br /&gt;10 venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;&lt;br /&gt;11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;&lt;br /&gt;12 e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;&lt;br /&gt;13 e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!&lt;br /&gt;     A oração não é algo formal, para atrair a atenção dos homens, como faziam os fariseus, e por isso foram condenados (v. 5). Eles estavam acostumados a orar formalmente 18 vezes ao dia, segundo as leis herdadas dos antepassados, e observavam com rigor pontual os horários destinados à oração, onde quer que estivessem. Por isso, com freqüência eram obrigados a orar em público, e os judeus, admirados, sempre os surpreendiam em sua prática nas esquinas das ruas. A oração passou a ter, então, caráter de mero ritualismo, sem consistência espiritual, onde o que contava era a exterioridade sofisticada de palavras vazias para receber o louvor humano.&lt;br /&gt;      A oração também não é como a reza, uma repetição interminável de enunciados que não traduzem os sentimentos do coração (v. 7). Este era o costume dos gentios, adeptos das religiões politeístas, que horas a fio repetiam mecanicamente as mesmas palavras diante de seus deuses, o que mereceu a veemente reprovação do Senhor Jesus, pois o mesmo estava ocorrendo com os praticantes da religião judaica.&lt;br /&gt;     Afinal o que é a oração? &lt;br /&gt;     A melhor definição encontra-se,  é claro, na Bíblia. Nenhum conceito teológico expressa com a mesma clareza e simplicidade o que ela significa. A oração é segundo as Escrituras, uma via de mão dupla através da qual o cristão, com seu clamor, chega à presença de Deus, e este vem ao seu encontro, com as respostas (Jr 33.3 &quot; Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes.&quot;). &lt;br /&gt;    A oração é fruto espontâneo da consciência de um relacionamento pessoal com o Todo-Poderoso, onde não há espaço para o monólogo, pois quem ora não apenas fala, mas também precisa estar disposto a ouvir. É um diálogo onde o cristão aprofunda sua comunhão com o Guerreiro de Israel e ambos conversam numa linguagem que tem como intérprete o Espírito Santo , Romanos  8.26-27 &quot;Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos&quot;. &lt;br /&gt;A Bíblia é o livro da oração. Suas páginas evocam grandes momentos da história humana que foram vividos em oração. Leia Js 10.12-15 &quot;e os sidônios, e os amalequitas, e os maonitas vos oprimiam, e vós clamáveis a mim, não vos livrei eu das suas mãos? Contudo, vós me deixastes a mim e servistes a outros deuses, pelo que não vos livrarei mais. Ide e clamai aos deuses que escolhestes; eles que vos livrem no tempo do vosso aperto. Mas os filhos de Israel disseram ao SENHOR: Temos pecado; faze-nos tudo quanto te parecer bem; porém livra-nos ainda esta vez, te rogamos.;&quot; e 2 Rs 6:17 &quot;Orou Eliseu e disse: SENHOR, peço-te que lhe abras os olhos para que veja. O SENHOR abriu os olhos do moço, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu.&quot;. &lt;br /&gt;     Desde Gênesis, até Apocalipse, fica claro que orar é parte da natureza espiritual do cristão, assim como a nutrição é parte do seu sistema fisiológico. Os grandes fatos escatológicos, como previstos no último livro da Bíblia, serão resultado das orações dos santos, que clamam a Deus ao longo dos séculos pelo cumprimento de sua justiça (Ap 5:8 &quot;e, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos,&quot;; Ap 8:3-4 &quot;Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos.&quot;).&lt;br /&gt;    Orar não pode ser visto como ato de penitência para meramente subjugar a carne. Em nenhum momento a Bíblia traz esta ênfase. Oração não é castigo, assim como a leitura das Escrituras, idéia que alguns pais equivocadamente passam para os filhos, quando os ordena a orar como disciplina por alguma desobediência. Eles acabam criando uma verdadeira repulsa à vida de oração, desconhecendo o verdadeiro valor que ela representa para as suas vidas, por terem aprendido pela prática a reconhecê-la apenas como meio de castigo pessoal. Ao contrário, se aprenderem que orar é ato que eleva o espírito e brota de maneira espontânea do coração consciente de sua indispensabilidade, como ensina a Bíblia, saberam cultivar a oração como exercício de profunda amizade com Deus que resulta em crescimento espiritual (Cl 1:9 &quot; Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual;&quot;). De igual modo, o mesmo acontecerá conosco.&lt;br /&gt;     Podemos observar o valor da oração, observando os heróis da fé, descritos em Hebreus 11, que exercitam sua fé através da oração. Não só eles, mas outros personagens da Bíblia tiveram igual experiência. Abraão subiu ao monte Moriá, para o sacrifício de Isaque, porque seu nível de comunhão com Deus através da oração era tal que ele sabia tratar-se de uma prova de fé (Gn 22:5-8 &quot;Então, disse a seus servos: Esperai aqui, com o jumento; eu e o rapaz iremos até lá e, havendo adorado, voltaremos para junto de vós. Tomou Abraão a lenha do holocausto e a colocou sobre Isaque, seu filho; ele, porém, levava nas mãos o fogo e o cutelo. Assim, caminhavam ambos juntos. Quando Isaque disse a Abraão, seu pai: Meu pai! Respondeu Abraão: Eis-me aqui, meu filho! Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? Respondeu Abraão: Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto; e seguiam ambos juntos.&quot;). É o exemplo da oração que persevera e confia. Enoque vivênciou a oração de maneira tão intensa que a Bíblia o denomina como aquele que andava com Deus (Gn 5:24 &quot;Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si.&quot;). É o exemplo da oração em todo o tempo. &lt;br /&gt;     Moisés trocou a honra e a opulência dos palácios egípcios porque teve o privilégio de falar com o Senhor face a face e com ele manter íntima comunhão por toda a vida, ver Êx 3:1-22 e Ex 4:1-17, ele é o exemplo da oração que muda as circunstâncias. Entre os profetas destaca-se, Elias, cujo exemplo Tiago aproveita para ensinar que o crtstão sujeito às mesmas fraquezas, pode diante de Deus (Tg 5:17-18 &quot;Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra fez germinar seus frutos.&quot;). É o exemplo da oração que supera as deficiências humanas. &lt;br /&gt;     Esses heróis são as testemunhas mencionadas em Hb 12:1 &quot;Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta,&quot;. Ou seja, se eles, que não viveram na dispensação do Espírito Santo, tiveram condições de viver de modo tão intenso na presença de Deus, quanto mais o cristão, hoje, que conta com o auxílio permanente e direto do Espírito Santo, movendo-o para uma vida de oração. Todos os crentes necessitam, devem e podem ter mesma vida de oração que os santos da Bíblia e tantos outros que a história eclesiástica registra.&lt;br /&gt;     O maior exemplo de oração, no entanto, foi o próprio Mestre. Sendo ele o Filho de Deus, cujos atributos divinos lhes asseguravam o direito de agir sobrenaturalmente, podia dispensar a oração como prática regular de sua vida. No entanto, ao humanizar-se, esvaziou-se de todas as prerrogativas da divindade e assumiu em plenitude a natureza humana (Fp 2:5-8 &quot;Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.&quot;) experimentando todas as circunstâncias inerentes ao homem, inclusive a tentação (Hb 4:15 &quot;Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.&quot;; Mt 4:1-11 &quot;A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto. Com isto, o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram.&quot;). &lt;br /&gt;      Isto significa que o Senhor dependeu tanto da oração como qualquer outra pessoa que se proponha a servir integralmente a Deus. Ela foi o instrumento pelo qual pôde suportar as afrontas, não dar lugar ao pecado, tomar sobre si o peso da cruz e vencer o maligno (Mt 26:36-46 &quot;Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres. E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados. Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras. Então, voltou para os discípulos e lhes disse: Ainda dormis e repousais! Eis que é chegada a hora, e o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos de pecadores. Levantai-vos, vamos! Eis que o traidor se aproxima.&quot;).&lt;br /&gt;      Os evangelhos registram a vida de oração do Mestre. &lt;br /&gt;      Ele orava pela manhã (Mc 1:35 &quot;Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava.&quot;), à tarde (Mt 14:23 &quot;E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só.&quot;) e passava noites inteiras em comunhão com Deus (Lc 6:12 &quot;Naqueles dias, retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus.&quot;). Se Ele viveu esse tipo de experiência 24 horas por dia, de igual modo Deus espera a mesma atitude de cada crtstão. Não apenas uns poucos minutos, com palavras rebuscadas de falsa espiritualidade, para receber as honras dos homens, mas em todo o tempo, como oferta de um coração que se dispõe a permanecer humildemente no altar de oração.&lt;br /&gt;     A oração modelo, registrada em Mt 6.9-13, não é simplesmente uma fórmula para ser repetida. Se assim fosse, o Mestre não teria condenado as &quot;vãs repetições&quot; dos gentios. Seria uma incongruência. O seu propósito é revelar os pontos principais que dão forma ao conteúdo da oração cristã. Ela não é uma oração universal, mas se destina exclusivamente àqueles que podem reconhecer a Deus como Pai, por intermédio de Jesus Cristo. A oração do cristão, sincera e completa em seu objetivo, traz em si estes aspectos:&lt;br /&gt;- Reconhecimento da soberania divina (Pai nosso, que estás nos céus,);&lt;br /&gt;- Reconhecimento da santidade divina (santificado seja o teu nome;);&lt;br /&gt;- Reconhecimento da vinda do reino no presente e sua implantação no futuro (venha o teu reino;);&lt;br /&gt;- Submissão sincera à vontade divina (faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;)&lt;br /&gt;- Reconhecimento que Deus supre as nossas necessidades pessoais (11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;);&lt;br /&gt;- Disposição de perdoar para receber perdão (e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;);&lt;br /&gt;- Proteção contra a tentação e as ações malignas (e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal); &lt;br /&gt;- Desprendimento para adorar a Deus em sua glória (pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!). &lt;br /&gt;     Os requisitos para que uma oração seja eficaz são:&lt;br /&gt;- Nossas orações não serão atendidas se não tivermos fé genuína, verdadeira (Mc 11:24 &quot;Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco.&quot;; Mc 9:23 &quot;Ao que lhe respondeu Jesus: Se podes! Tudo é possível ao que crê.&quot;; Hb 10:22 &quot;aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.&quot;, Tg 1:17 &quot; Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.&quot;; Tg 5:15 &quot;E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.&quot;).&lt;br /&gt;- Nossas orações devem ser feitas em nome de Jesus, ou seja, devem estar em harmonia com a pessoa, caráter e vontade de nosso Senhor (Jo 14:13-14 &quot;E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.&quot;).&lt;br /&gt;- A nossa oração deve ser feita segundo a vontade de Deus que muitas vezes nos é revelada pela sua palavra, que por sua vez deve ser lida com oração (Ef 6:17-18 &quot;Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos&quot;, 1 Jo 5:14 &quot; E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve.&quot;, Mt 6:10 &quot;venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;&quot;; Lc 11:2 &quot;Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino;&quot;; Mt 26:42 &quot;Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.&quot;) .&lt;br /&gt;- Devemos andar segundo a vontade de Deus, amá-lo e agradá-lo para que Ele atenda as nossas orações (Mt 6:33 &quot;33 buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.&quot;; 1 Jo 3:22 &quot;e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável.&quot;, Jo 15:7 &quot;Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito.&quot;; Tg 5:16-18 &quot;Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.&quot;, Sl 66:18 &quot;Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido.&quot;, Pv 15:8 &quot;O sacrifício dos perversos é abominável ao SENHOR, mas a oração dos retos é o seu contentamento.&quot;).&lt;br /&gt;- Finalmente, para uma oração eficaz, precisamos ser perseverantes (Mt 7:7-8 &quot;Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á.&quot;; Cl 4:2 &quot;Perseverai na oração, vigiando com ações de graças.&quot;; 1 Ts 5:17 &quot;Orai sem cessar.&quot;; Sl 40:1 &quot;Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro.&quot;).&lt;br /&gt;     Em princípio, o crente deve orar em todo o tempo (1Ts 5:17 &quot;Orai sem cessar.&quot;; Ef 6:18 &quot;com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos&quot;). É um estado permanente de comunhão com Deus, onde o seu pensar está ligado as coisas que são do alto (Cl 3:2 &quot;Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra;&quot;). É uma condição que não dá lugar para ser atingido pelos dardos inflamados do inimigo, pois seu espírito está sempre alerta, através da oração. Ele deve, no entanto, ter momentos específicos de oração pela manhã, à tarde ou à noite, como fez o nosso Senhor Jesus. Orações públicas, como as que se fazem nos cultos, são também uma prática bíblica, desde que não repitam o formalismo, a exterioridade e a hipocrisia dos fariseus. O Senhor Jesus mesmo, por diversas vezes, orou publicamente (Jo 11:41-42 &quot;Tiraram, então, a pedra. E Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai, graças te dou porque me ouviste. Aliás, eu sabia que sempre me ouves, mas assim falei por causa da multidão presente, para que creiam que tu me enviaste.&quot;).&lt;br /&gt;     O lugar onde se mede a intensidade da comunhão do crente com Deus é no seu &quot;lugar secreto&quot; (Mt 6:6 &quot;Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.&quot;) para estar a sós com o Senhor. É ali, sozinho, com as portas fechadas para as coisas que o cercam e abertas para o Senhor, que ele de fato revela se a oração é para si mera formalidade ou meio que o conduz à presença de Deus para um diálogo íntimo, pessoal e restaurador com Aquele que deseja estar lado a lado com seus filhos. &quot;A menos que exista tal lugar, a oração pessoal não se manterá por muito tempo nem de maneira persistente&quot;. A oração do cristão não tem como propósito atrair a atenção dos homens, mas é o meio por excelência de seu encontro pessoal com Deus, para que cresçamos em fé e vivamos uma vida cheia do Espírito Santo, guardando-nos do maligno. “Ouve, pois, as súplicas do teu servo, e do teu povo Israel, que fizerem neste lugar; e ouve tu do lugar da tua habitação, desde os céus; ouve, pois, e perdoa”. 2Crônicas 6.22&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Quando iniciamos a leitura de todo o capitulo, encontramos um homem determinado a agradar a Deus, pois se apresenta como intercessor do povo, humilde e reconhecedor de seus erros e falhas, contudo sabedor de que Deus pode suprir todas as suas necessidades e consertar todas as suas falhas.&lt;br /&gt;Percorremos a bíblia e vemos muitas orações, porém a questão é, qual Deus realmente ouve?&lt;br /&gt;        Oração de Davi: Arrependimento - SL 53.2-3 “Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado, Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.”&lt;br /&gt;Temos neste Salmo uma confissão de um pecador arrependido, se olharmos para o livro de 2 Samuel 11, iremos entender o porquê desta oração, ele havia cometido dois pecados contra Deus (Assassinato e Adultério), porém quando ele ora desta forma Deus o perdoa, a bíblia diz “Que Deus joga no mar do esquecimento os nossos pecados e deles não se lembra mais.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Oração de Daniel: Reconhecimento – Dan.  9.5 “Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos.” Toda esta oração é um reconhecimento de alguém que teve uma revelação divina dos tempos, sabendo ele, as deficiências do seu povo começa a orar num ato de humilhação, reconhecimento e suplica por todo o seu povo, Deus com certeza ouviu e atendeu a esta oração, vemos isto com o grande livramento que Deus concedeu aquele povo.  &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;         A bíblia tem um versículo que gostaria de compartilhar com vocês: Isaias 59.1 “Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Oração de Cornelio: Ação – Atos 10.2 “piedoso e temente a Deus com toda a sua casa, o qual fazia muitas esmolas ao povo, e de CONTINUO orava a Deus.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Oração do Fariseu: Prepotência e Orgulho – Lc 18.11-1 “O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: O Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.” Esta oração quando se ler, podemos até pensar que já não existe mais, e é ai que nos enganamos, pois ainda hoje a pessoas que se portam como os fariseus querendo com todo orgulho e prepotência alcançar os céus porem Deus, não se atenta para uma oração assim, muitos hoje tem colocado o seu EGO, achando que conseguem alcançar o Céu com seus atos, a bíblia nos ensina que não é por nossas obras e sim pela graça que somos salvos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A oração que agrada a Deus com certeza tem: Humildade, Sinceridade, Intercessão, Reconhecimento dos erros e pecados, Pedido de perdão e Suplica. Quando alcançamos este nível de oração pode ter certeza que Deus vai ouvi-lo e responde-lo, No texto de Crônicas vemos a resposta imediata à oração de Salomão: 2 Crônicas 7.14 “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.”</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/6766777464384893872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/07/oracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/6766777464384893872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/6766777464384893872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/07/oracao.html' title='ORAÇÃO'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-2965659511050334467</id><published>2011-05-16T16:59:00.000-07:00</published><updated>2011-05-16T17:02:18.575-07:00</updated><title type='text'>A BÍBLIA</title><content type='html'>A BÍBLIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sábio examinou minuciosamente a Bíblia e faz a seguinte indagação: De onde será que ela procede&lt;br /&gt;Em princípio ele obteve quatro alternativas: de homens maus, de homens bons, de Deus ou do diabo. Prosseguindo em seu raciocínio, concluiu que de homens maus não procedia, afinal eles têm aversão ao bem, conseqüentemente, odeiam a Deus. Continuando, inferiu que de homens bons também não se originava, pois os bons não costumam mentir. Como poderiam então escrever: “Assim diz o Senhor”? Dando seguimento às suas ponderações, o sábio considerou que, pelo fato da Bíblia registrar sempre a supremacia do bem, seria inconcebível a idéia de que um ser maligno a escrevesse. Ademais, o diabo jamais escreveria sobre seu destino final no “lago de fogo e enxofre.” O sábio chegou então a seguinte conclusão: a Bíblia, embora escrita por mãos humanas, era realmente de procedência divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MORAL DA HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais o homem examina as verdades bíblicas, mais ele descobre que seu conteúdo é verdadeiramente divino. Como afirmou  Isaac Newton: “Todas as descobertas humanas parecem ter sido feita com o único propósito de confirmar cada vez mais fortemente as verdades contidas nas Sagradas Escrituras.”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“QUE MEU DEUS, O SENHOR DOS EXERCITOS, O GUERREIRO DE ISRAEL, PAI DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, DERRAME BENÇÃOS SEM MEDIDAS EM SUA VIDA”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                                                  BPO. MOISÉS GOMES</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/2965659511050334467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/05/biblia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/2965659511050334467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/2965659511050334467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/05/biblia.html' title='A BÍBLIA'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-4628932731046993310</id><published>2011-05-01T18:43:00.000-07:00</published><updated>2011-05-01T18:45:22.748-07:00</updated><title type='text'>PROJETO CELESTIAL, FAÇA PARTE</title><content type='html'>Texto: Neemias 1&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O projeto Celestial, é um projeto divino que tem como objetivo, segundo a profecia de Jeremias, trazer o povo de volta à Jerusalém após 70 anos de cativeiro. &lt;br /&gt;Para tanto, levantou homens dedicados, que liderariam o povo, entre eles estava Neemias. &lt;br /&gt;O livro de Neemias nos mostra um homem capacitado, responsável, que ama seu povo e temente ao Senhor. Foi este homem que o Senhor usou para RESTAURAR vidas e levantar muros, vencer inimigos e glorificar o Nome do Senhor. Veja algumas qualidades do homem que Deus usou para o Seu projeto Celestial: Compaixão, Cooperação, Confiança e Coragem.  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;COMPAIXÃO – Demonstrou interesse pelo seu povo (vs 3) e suas raízes (Jerusalém). Mesmo longe de Jerusalém não esquece de seus irmãos e o local da adoração.&lt;br /&gt;O crente em Jesus deve ser conhecido por um coração que é movido por compaixão. Como seria possível crentes indiferentes a necessidade de seus irmãos e da sua igreja(onde começou sua verdadeira historia)?&lt;br /&gt;Tal indiferença vem quando já temos nos afastado de Deus.&lt;br /&gt;O crente em Jesus vive o Projeto de Deus que é RESTAURAR nossas vidas e nos usar na restauração de outros.&lt;br /&gt;A pessoa que Deus usa é capaz de se arrepender: “...eu e a casa de meu pai temos pecado”(vs 6 e 7), temos abandonado o Projeto de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COOPERAÇÃO – Só Deus pode realizar a Sua própria obra, somos apenas cooperadores (1Cor 3.9). Na obra de Deus somos cooperadores e não expectadores. O negligente se esconde, só vê defeitos, difama,  dá desculpas absurdas, fica de longe e indiferente. “O Senhor fará diferença entre quem o serve e quem não O serve” (Mal. 3.18).&lt;br /&gt;Atos 2.44 Diz que havia profunda convivência e cooperação entre os irmãos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você tem sido um cooperador (a) de Deus ou apenas um membro sem responsabilidade com a obra de Deus? Cooperar é considerar que o Projeto de Deus é o meu principal projeto de vida (Fil 1.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. CONFIANÇA – É a fé inabalável de que o Senhor cumprirá o que tem prometido. Neemias demonstrou ser homem de fé: “...chorei, lamentei, jejuei e orei”(vs4); Temor de Deus e amor à Palavra e à Aliança (vs 5); homem de oração e capaz de confessar seu pecado (vs 6) Aquele que confia tem medo e temor de sair fora da vontade de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. CORAGEM – Neemias, coopeiro do Rei, colocou a vontade de Deus acima de sua posição. O funcionário do Rei deveria ter rosto alegre e vestir-se impecavelmente, caso contrario seria castigado com a morte. A compaixão de Neemias o denuncia perante o Rei e declara: “Amo meu povo e não posso estar feliz diante da necessidade deles (vs 3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha a convicção de estar fazendo a vontade do verdadeiro REI,  daí a sua coragem. Existem pessoas que insistem em fazer sua própria vontade, mesmo contrariando a vontade do PAI. Deus permite que encontrem o que desejam e ai dizem: “ah, Senhor se não for da Tua vontade...” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ter coragem de esperar pela vontade do Senhor nos trará prejuízos. Espere por ELE, o Senhor tem o melhor para sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa de sua coragem, Neemias não comprometeu o Projeto de Deus.&lt;br /&gt;Tenha coragem! O lugar em que Deus te colocou é onde sua historia está sendo escrita. Frutifique neste lugar. Os corajosos dependem de Deus, enquanto os fracos vivem procurando outros caminhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RESTAURAÇÃO de vidas não é algo fácil para nós, porém o Senhor entende muito bem. O interesse dele é nos usar, porém teremos que ser RESTAURADO  primeiro e isso as vezes dói... você está disposto? Neste caminho teremos que viver a Compaixão, a Cooperação, a Confiança e a Coragem.&lt;br /&gt;Fomos alcançados para uma aventura de fé e vitória em nome de JESUS.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/4628932731046993310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/05/projeto-celestial-faca-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/4628932731046993310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/4628932731046993310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/05/projeto-celestial-faca-parte.html' title='PROJETO CELESTIAL, FAÇA PARTE'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-5781916578396413191</id><published>2011-04-27T19:31:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T19:34:00.687-07:00</updated><title type='text'>O AMOR, A MARCA DA IGREJA DE CRISTO</title><content type='html'>1Co 1.1-9 “Paulo, chamado para ser apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus, e o irmão Sóstenes, à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para serem santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso. Graça seja convosco, e paz, da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Sempre dou graças a Deus por vós, pela graça de Deus que vos foi dada em Cristo Jesus; porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda palavra e em todo o conhecimento, assim como o testemunho de Cristo foi confirmado entre vós; de maneira que nenhum dom vos falta, enquanto aguardais a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual também vos confirmará até o fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse texto inicial da carta à Igreja de Corinto, parece que Paulo encontrou a igreja ideal, a igreja perfeita - se é que existe aqui na terra. Paulo diz que, eles foram chamados para serem santos, foram enriquecidos por Deus em tudo. Na igreja de Corinto, não falta nenhum dom. Veja bem, nessa igreja, Paulo identificou os nove dons, inclusive o dom de maravilhas, que é raro de ser visto nas igrejas. Então, pelo início da carta os membros dessa igreja se aperfeiçoaram em tudo o que deve ser feito para que uma igreja viva segunda a vontade de Deus. Mas será que é assim que funciona? Vamos verificar na segunda parta do primeiro capítulo da carta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1Co 1.10-12 “Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que sejais concordes no falar, e que não haja dissensões entre vós; antes sejais unidos no mesmo pensamento e no mesmo parecer. Pois a respeito de vós, irmãos meus, fui informado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo; ou, Eu de Apolo; ou Eu sou de Cefas; ou, Eu de Cristo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, na igreja que no início da carta parecia perfeita, há contendas e divisões entre os irmãos. E esta informação, Paulo recebeu de pessoas que não pediram segredo, pessoas da confiança do apóstolo, como ele citou: a família de Cloé. As divisões eram grandes, existiam várias “igrejas” dentro da Igreja. Exista dentro da Igreja de Corinto a “igreja de Paulo”, a “igreja de Apolo”, a “igreja de Pedro” e a “igreja de Jesus”. E se continuarmos na leitura desta carta, veremos que existem problemas de todo tipo, como por exemplo, filho que namora com a esposa do pai (1Co 5.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas porque então Paulo inicia a carta elogiando os irmãos, se havia tantos problemas? Que podemos tirar de lição nos pontos iniciais dessa carta? Nesta carta nós podemos aprender uma grande lição, lição que deve nortear nosso comportamento. A lição é esta: se eu quero amar alguém, tenho que ver primeiro nele às qualidades. Temos que conhecer o que cada pessoa tem de positivo. Se Paulo iniciasse a carta, falando dos problemas da igreja, os elogios seriam colocados como coisa menor, ou nem seriam notados. Sempre, devemos colocar em primeiro lugar o que é mais importante, e para Paulo o mais importante eram as qualidades dos membros da igreja. Podemos aprender também que não existe igreja perfeita. Mesmo numa igreja que a presença de Deus seja abundante, mesmo com tantas pessoas cheias do Espírito Santo, os problemas também estarão lá. Se estivermos procurando uma igreja sem defeitos, onde tudo seja dentro de uma perfeição milimétrica, só a encontraremos na Glória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ao conhecer alguém, procurarmos ver logo seus pontos negativos - que todo mundo tem, será difícil nascer amor em nós por essa pessoa. O que aprendemos na carta é que os defeitos dos nossos irmãos devem ser vistos e soluções devem ser apresentadas para eles, mas que em primeiro lugar, devem ser vistas as qualidades. Agindo dessa maneira o amor que deve haver entre os membros da Igreja de Cristo, será uma realidade e não uma falsidade. E este amor vai fazer com que nossa Igreja tenha crescimento, porque o Senhor Deus - que é quem acrescenta pessoas a seu Reino através da Igreja, não teria prazer em enviar pessoas para uma comunidade onde não reine o amor. Porque Deus é amor, e uma das marcas da Igreja de Cristo, deve ser o amor.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/5781916578396413191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/04/o-amor-marca-da-igreja-de-cristo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/5781916578396413191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/5781916578396413191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/04/o-amor-marca-da-igreja-de-cristo.html' title='O AMOR, A MARCA DA IGREJA DE CRISTO'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-5809802980195271506</id><published>2011-04-17T19:32:00.000-07:00</published><updated>2011-04-18T17:41:26.845-07:00</updated><title type='text'>O Sacerdote</title><content type='html'>O pastor é apenas um dos cargos eclesiásticos que existem no cristianismo. Além dele, existem também o bispo, o apóstolo, o reverendo, etc. Mas será que existe diferença entre os quatro? E em relação a hierarquia, quem está acima? No início do cristianismo, era a igualdade. Na vida andarilha, à margem das regras religiosas, os seguidores de Jesus viam a autoridade fluir naturalmente do carisma do Mestre e aquilo era o bastante. Quando “dois ou três” se reuniam em seu nome, qualquer conflito ou divergência podia ser resolvido por um membro da comunidade, fosse ele homem ou mulher. Como lembra o historiador e teólogo luterano Martin Dreher, em A Igreja no Império Romano, “Jesus não é patriarcal, e as tradições evangélicas também não”. Naquela atividade missionária que encarnava a esperança da transformação do mundo, onde eram eliminadas as diferenças raciais, sociais e de gênero – não havia dominadores nem dominados –, Dreher encontra a base para a aceitação da mulher “como discípula, apóstola, teóloga e presbítera”. Só depois, o apóstolo Paulo, tentando adaptar a fé cristã ao patriarcado vigente na cultura greco-romana, sugeriu que a mulher entrasse em submissão, recebendo como compensação o amor do marido. Estava lançado o “patriarcado do amor” e o homem tornou-se a primeira autoridade religiosa do cristianismo.&lt;br /&gt;Os sistemas de um governo religioso foram se sofisticando com a institucionalização da igreja. Surgiram as autoridades eclesiásticas, numa hierarquização crescente que desaguou no episcopado monárquico por volta do ano 140, ou seja, a liderança da comunidade centrada em uma só pessoa, o bispo. O título de bispo, que permaneceu muito ativo entre os católicos romanos, tornou-se raro na Reforma. Na passagem para o século 20, apenas a Igreja Anglicana e sua dissidente, a Metodista, incorporavam o bispado, enquanto que outras igrejas jamais viriam a adotá-lo. Se os evangélicos parecem ter se acostumado com os bispos, agora é a vez dos apóstolos se multiplicarem nos púlpitos e nos meios de comunicação. Em Efésios 2, está registrado que a família de Deus é edificada sobre “o fundamento dos apóstolos e profetas”, dons que encabeçam a lista dos serviços ministeriais citados na mesma epístola. Se para alguns teólogo, isto significa que “os ensinos doutrinários dos apóstolos estão ligados ao momento de fundação da igreja” e que “apóstolos são somente aqueles que estiveram com Jesus (incluindo Paulo)”, para outros, “o apóstolo continua sendo a função mais importante da vida da igreja”. Para eles, que acumulam este ministério com o cargo de bispo primaz da Igreja, “assim como foi necessário ungir no passado apóstolos e profetas, Deus o faz de novo por uma urgente necessidade de expansão do Reino, trazendo revelações às nações, porque os tempos do fim se aproximam”. O termo “pastor”, como significando uma função nas igrejas protestantes e evangélicas dos nossos dias, não me parece que haja boa base bíblica neotestamentária para definir o termo. Essa palavra aparece várias vezes no Novo Testamento, quase sempre referindo-se ao pastor das ovelhas. Algumas vezes, Cristo serve-se dessa alegoria para expressar o que deve ser o crente com responsabilidade nas igrejas. Não vamos mencionar as passagens que se referem aos pastores do campo, sem nenhum outro significado, como no caso dos vulgares pastores a quem os anjos apareceram quando Jesus nasceu. Mas vejamos as seguintes passagens.&lt;br /&gt;Mateus 9:36 É uma alegoria em que se compara o pastor das ovelhas à ação do pastor na igreja.&lt;br /&gt;João 10:1/16 Esta é a principal passagem, em que Cristo se identifica como o Pastor das ovelhas e a Porta do aprisco das ovelhas. Enquanto o verdadeiro pastor dá a sua vida pelas ovelhas, o mercenário foge quando há perigo, ou como diríamos nos nossos dias, quando o dinheiro da igreja se acaba, ou outra igreja que lhe oferece melhor salário.&lt;br /&gt;Mateus 25:32, Mateus 26:31, Hebreus 13:20, I Pedro 2:25, I Pedro 5:4 Onde vemos Cristo como o Pastor da IgrejaEfésios 4:11 Esta passagem refere-se nitidamente ao cargo de pastor na Igreja&lt;br /&gt;Judas 1:12 Refere-se aos falsos pastores.&lt;br /&gt;Podemos também examinar o que as Escrituras nos dizem sobre “pastorear” ou “apascentar”.&lt;br /&gt;Mateus 2:6 Refere-se a Cristo como Pastor do povo de Israel.&lt;br /&gt;I Pedro 5:1/2 Pedro incentiva os anciãos como ele, a apascentar o rebanho do Senhor. Podemos concluir, que não há uma definição com rigor jurídico, do que seja um “pastor” numa igreja cristã. Inicialmente, era uma simples alegoria, em que Cristo se comparou a Ele próprio com um pastor.&lt;br /&gt;Já durante época dos apóstolos, o termo “pastor”, foi aplicado aos dirigentes das igrejas, mas certamente sem a pesada carga teológica que adquiriu através dos tempos.&lt;br /&gt;O apóstolo Pedro, na última passagem que mencionámos (I Pedro 5:1/2), é bem claro ao afirmar:&lt;br /&gt;1. Aos anciãos, pois, que há entre vós, rogo eu, que sou ancião com eles e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e participante da glória que se há de revelar:&lt;br /&gt;2. Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade;&lt;br /&gt;Pedro não se apresenta com qualquer privilégio da sua parte, mas ele se identifica como simples ancião (ou presbítero), assim como muitos outros que havia certamente em todas as igrejas do primitivo cristianismo. Ele incentiva os anciãos, ou idosos, ou pessoas experientes a apascentar, ou pastorear o rebanho de Deus. Assim, Pedro considera todos os crentes, experientes e aptos para o ensino, como pastores. O dom ministerial de apóstolo tem sido motivo de algumas interpretações. Vamos tomar conhecimento do que dizem os dicionários a respeito desse assunto polêmico. (01) &quot;Apóstolo (do grego apóstolos, enviado). Originário do grego, este vocábulo pode ser encontrado 79 vezes no Novo Testamento. Literalmente, significa: enviado. A princípio, era considerado apóstolo somente aquele que pertencia ao grupo dos doze. Mais tarde, com o desenvolvimento da Igreja, vemos Paulo defender, diante dos gálatas, sua autoridade apostólica. Em suas cartas, ele assim identifica-se: &quot;Paulo, apóstolo de nosso Senhor Jesus Cristo&quot;. Além de Paulo, outros obreiros foram considerados como tais. E, hoje, temos apóstolos? Sendo um dom ministerial, segundo lemos em Efésios 4.8, podemos afirmar com segurança que os apóstolos jamais estiveram ausentes da Igreja. Embora não mais recebam o mesmo título, continuam a realizar o mesmo trabalho daqueles campeões que espalharam, de Jerusalém, a mensagem do Cristo. Como não considerar apóstolos a William Carey, ou a Daniel Berg e Gunnar Vingrem? Missionários, ou apóstolos, estes heróis de Deus continuam ativos na expansão do Reino&quot; (Dicionário Teológico, Claudionor C. de Andrade). (02) &quot;APÓSTOLO - Nome dos homens escolhidos por Jesus para serem testemunhas de vista dos acontecimentos de sua vida, para vê-lo depois de Sua ressurreição e dar testemunho dele à humanidade (Mt 10.2-42; At 1.21-22; 1 Co 9.1. Foram escolhidos sucessivamente, logo no princípio da vida pública do Salvador. Os apóstolos eram tidos como homens iletrados pelas altas dignidades judaicas, que tiveram diante de si a Pedro e a João (At 4.13). Nenhum deles possuía grau elevado de cultura. Jesus deu grande atenção ao seu preparo espiritual; ainda assim, até aos últimos dias, não tinham compreendido a missão de Cristo, acreditando que Ele dia estabelecer um reino temporal (Mt 20.20-28; Mc 10.35-45; At 1.6), dormiam na hora de sua angústia no Jardim (Mt 26.40) e o abandonaram no momento de Sua morte (Mt 26.56); Mc 14.50). Também eram chamados discípulos (Mt 11.1); 14.26; 20.17; Jo 20.2). Pedro, Tiago, filhos de Zebedeu, e João, possuíam compreensão mais clara das instruções do Mestre e o apreciavam melhor. Em três ocasiões diferentes se destacaram dos outros em privilégios especiais... As medidas tomadas para preencher o lugar vago no apostolado indicam que o número dos apóstolos fixados originariamente em doze, devia ser conservado, pelo motivo que este número correspondia ao número das doze tribos de Israel. Havia dois homens que possuíam as qualidades necessárias para serem eleitos, eram José, chamado Barsabás, que tinha por sobrenome o Justo, e Matias. A sorte caiu sobre este que foi eleito em lugar de Judas (At 1.15-26; comp.com o v. 20 e Salmo 109.8). A descida do Espírito Santo no dia de Pentecoste produziu transformação espiritual nos apóstolos, habilitando-os para a grande obra para a qual haviam sido chamados - a evangelização do mundo (At 2.1-47). Paulo foi divinamente escolhido e chamado para a árdua tarefa de pregar o Evangelho aos gentios (At 9.1-31; 26.1-20). Não andou com Jesus enquanto esteve na terra, mas alcançou as qualidades apostólicas por tê-lo visto depois da sua ressurreição. Ele podia dizer como disse em sua carta aos Coríntios: Não sou eu apóstolo? Não vi eu a Nosso Senhor Jesus Cristo? (1 Co 9.11). Todos foram fiéis até à morte, e alguns, pelo menos, senão a maioria, selaram o seu testemunho de Jesus com o sacrifício de seu próprio sangue. A palavra apóstolo é aplicada, em sentido menos restrito em o Novo Testamento, a homens que possuíam dons apostólicos. Neste caso está, por exemplo, Barnabé, que foi companheiro de Paulo (At 13.3; 14.4-14). Este nome também é aplicado a Jesus, em Hebreus 3.1&quot; (Dicionário da Bíblia, John D. Davis). Um bispo (do grego antigo επίσκοπος, &quot;inspetor&quot;, &quot;supervisor&quot;) é um título religioso presente em diversas confissões cristãs, tendo cada uma o seu conceito e suas tradições específicas. Antes do Cristianismo, o termo era utilizado para designar todo tipo de administrador (melhor tradução) nos domínios civil, financeiro, militar e judiciário. A Igreja Metodista, assim como as Igrejas Anglicanas, também é Episcopal em sua forma de governo. No entanto os bispos não são uma ordem especial ou diferente da ordem presbiteral. O bispo é apenas &quot;primus inter pares&quot;. No metodismo, o episcopado surgiu na Conferência de Natal de 1784, que Fundou a Igreja Episcopal Metodista, em Baltimore, nos Estados Unidos. No Brasil, o primeiro bispo só foi eleito em 1930, ano da autonomia da Igreja Metodista do Brasil e em 1934 foi eleito o primeiro bispo metodista brasileiro, Rev. Cesar Dacorso Filho. Atualmente, os bispos compõem o chamado Colégio Episcopal. O episcopado na Igreja Metodista brasileira não é vitalício. E as tendências de Roma? Ah, essas me preocupam muito mais porque vêm sendo disseminadas como um rolo compressor e encontram terreno fértil para prosperar na ambição pelo poder que nossa alma costuma manifestar. A supervalorização dos títulos e das hierarquias é impressionante! Hoje no Brasil, termos como “bispo” e “apóstolo” deixaram de ter a conotação bíblica de ofício e ministério específico que Deus distribui soberanamente a alguns homens para se tornar uma espécie de condecoração, de honra ao mérito ou reconhecimento de poder (nem sempre espiritual, às vezes, meramente político). No começo não era assim. Quando a igreja nasceu em Jerusalém e enquanto durou a geração dos primeiros apóstolos, títulos não recebiam nenhuma ênfase. Em nenhum lugar na sua Bíblia você vai encontrar termos como “pastor”, “bispo”, “apóstolo”, “reverendo” precedendo o nome de quem quer que seja. Procure em sua chave bíblica a expressão “Apóstolo Paulo” ou “Bispo Timóteo”. Não encontrará! Não é que esses termos não fossem usados. É que não tinham a conotação de hierarquia e muito menos de pronome de tratamento que a eles se dá hoje. Eram simplesmente designações de função no meio do povo de Deus. Quando lemos: “Paulo, apóstolo de Jesus Cristo...”, estamos simplesmente vendo um homem definir seu ministério no corpo, sua função itinerante de implantador de igrejas e consolidador das obras nascidas sob seu serviço. Não envolvia pompa ou direito a “carteiradas”. Aliás, é chocante comparar a descrição de Paulo sobre esse ministério e o que se vê hoje como padrão. Tente: “Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens. Nós somos loucos por causa de Cristo, e vós, sábios em Cristo; nós, fracos, e vós, fortes; vós, nobres, e nós, desprezíveis.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/5809802980195271506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/04/o-sacerdote.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/5809802980195271506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/5809802980195271506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/04/o-sacerdote.html' title='O Sacerdote'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-6295993425849437623</id><published>2011-04-17T16:10:00.000-07:00</published><updated>2011-04-17T16:12:47.247-07:00</updated><title type='text'>OS PERIGOS QUE UM LIDER DEVE VIGIAR</title><content type='html'>TRÊS PERIGOS QUE &quot;RONDAM&quot; UM LÍDER...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Uma grande demonstração de amudurecimento é quando passamos a aprender com o erro de outros. E neste aspecto podemos aprender muitas coisas com Saul, o primeiro rei de Israel. Estudando a vida daquele rei, veremos três fatos que provocaram sua queda, e estes fatos continuam sendo os mesmos que, ainda hoje, têm sido os fatores responsáveis pela queda de muitos líderes.&lt;br /&gt;    Vamos fazer um pequeno retrospecto sobre a vida daquele rei.&lt;br /&gt;    Da tribo de Benjamim, foi escolhido por Deus para ser o primeiro rei de Israel. Era um homem de grande estatura e de grande presença no meio do povo. Dentro dos padrões que normalmente usamos para escolher um líder, podemos ver nele o homem perfeito. E, com certeza, foi assim com Israel.&lt;br /&gt;    Em seguida vemos Saul sendo divinamente designado para três coisas, podemos dizer que recebeu de Deus três ministérios: governar o povo(administrar as coisas do reino), liderar o povo nas guerras e profetizar, sendo que destes ministérios, o principal deles era governar.&lt;br /&gt;    Tudo ia bem, até o período em que os filisteus começaram a guerrear contra Israel. O texto que vamos analisar encontra-se em I Samuel, capítulo 13. Neste texto nos são reveladas as causas da queda de Saul. E toda liderança deveria estar atenta a estas causas!&lt;br /&gt;    Comecemos nossa análise pelo versículo 7; aqui vemos o povo indo até Saul em busca de socorro, de amparo, de uma decisão corajosa e encorajadora. Afinal de contas ele era o rei, e era natural que pelo fato do povo estar em apuros, todos esperavam que o rei pudesse ajudá-los. O líder não pode fracassar num momento de crise! Em Provérbios 24:10 está escrito: &quot;Se te mostrares fraco no dia da angústia é que a tua força é pequena&quot;.&lt;br /&gt;    Isto é o que acontece ainda hoje, as pessoas, quase sempre, esperam grandes decisões de seus líderes; esperam soluções inovadoras e corajosas. Esperam que seus líderes sejam capazes de apresentar &quot;qualidades para o governo&quot;; esperam liderança firme para o combate, mas, sobretudo, que TENHAM UMA PALAVRA QUE VENHA DE DEUS, capaz de acalmar os seus corações, trazendo orientação e discernimento. O líder em que faltam estas qualidades, corre o risco de acabar cometendo os erros que Saul cometeu e que foram as causas de sua queda.&lt;br /&gt;    Os TRÊS PERIGOS QUE RONDAM UM LÍDER, são na verdade, três erros que um grande número de líderes cometem. Vamos então aos erros cometidos por Saul:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O primeiro erro de Saul foi NÃO TER UMA PALAVRA QUE VIESSE DE DEUS. Naquele tempo o profeta representava exatamente isto, a Palavra de Deus! Vemos no versículo 8 que Samuel não estava por perto. Samuel representava a presença e a voz de Deus, e todo líder cristão precisa ter em si, a Palavra que vem de Deus para refrigerar a alma do povo.&lt;br /&gt;    O texto de Provérbios 29: 18 diz que &quot;não havendo profecia o povo se corrompe&quot;. Estamos falando aqui da Palavra inspirada por Deus, uma palavra capaz de trazer quietude ao coração mais atribulado. Uma palavra capaz de acalmar os mais terríveis ventos das contendas ou do medo ou da dor ou ainda qualquer aflição que perturbe o povo. Vemos no livro de I SM 13: 6, que o povo estava angustiado. Ao ponto daqueles homens refugiarem-se entre os espinheiros... Oh! Mas a que situação somos levados quando não temos a orientação de Deus!...&lt;br /&gt;    No versículo 7, lemos que o povo foi até Saul tremendo... Eles precisavam de orientação e principalmente de uma direção, e para isto precisavam da Palavra de Deus! (Como hoje)!&lt;br /&gt;    Quando falta esta Palavra, ou quando esta Palavra é substituída por meras palavras desprovidas de poder, ou por &quot;chavões engenhosamente argumentados&quot;, o líder corre o risco de que comecem a questionar sua comunhão com Deus e isto representa um grande perigo, pois, fatalmente esta situação provocará um segundo erro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O segundo erro cometido por Saul foi PERDER O CONTROLE DA SITUAÇÃO. Vemos no versículo 8 que o povo começou a se dispersar... Imaginemos a cena: milhares de pessoas se dispersando... os comentários que corriam entre o povo. Quantas murmurações não devem ter acontecido! Quantos não saíram desiludidos e feridos daquela situação... Saul tornara-se um rei que não governava!&lt;br /&gt;    No versículo 11, Saul, de maneira covarde e desesperada, tenta por a culpa no povo ou mesmo em Samuel; ou quem sabe nos seus adversários. Comportamento típico de quem perdeu o controle da situação.&lt;br /&gt;    É muito perigoso quando um líder começa a perder o controle da situação. Quando as murmurações e controvérsias não são cortadas. Percebe-se o iminente descontrole quando o povo começa a se dispersar. É como em uma reunião onde as conversas paralelas tornam-se mais importantes que o assunto principal. O versículo 2 diz que, no início, dois mil homens estavam com Saul; depois desta dispersão, ficaram apenas cerca de seiscentos (v.15)! Pouco mais de 25 por cento!&lt;br /&gt;    E o lamentável nisto, é que a perda do controle da situação por parte de um líder cristão, quase sempre leva-o a cometer um terceiro erro. Foi exatamente isto o que aconteceu com Saul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O terceiro erro cometido por Saul foi USURPAR O SEU MINISTÉRIO, foi exercer indevidamente o chamado divino. Como isto é perigoso! Oferecer sacrifícios era atribuição apenas dos sacerdotes e levitas. Porém Saul, numa atitude desesperada, numa demonstração tola de autoridade ou de espiritualidade, resolveu, ele mesmo, oferecer os sacrifícios!&lt;br /&gt;    É perigoso quando um líder toma nas próprias mãos um chamado divino que não lhe pertence... Foi o que aconteceu com Saul. Oferecer os holocaustos não era atribuição dele; aquela atitude significava tratar com irreverência o altar e as ofertas de Deus. Como é triste ver isto acontecer...&lt;br /&gt;    É muito triste ver um líder, muitas vezes aos berros, numa atitude desesperada, empenhando-se para permanecer num cargo do qual já tenha sido deposto pelo próprio Deus... O povo continua se dispersando pelas regiões montanhosas e pelos vales; &quot;mas ele está lá&quot;... Continua a oferecer sacrifícios inutilmente, amaldiçoando o povo enquanto o inimigo se agiganta! Seu ministério passa a ser exercido no sentido de tentar conter o povo ao invés de ser para glorificar a Deus. Suas ações são provenientes muito mais do medo do inimigo que do temor a Deus! Suas decisões são em função das circunstâncias e não da causa ou do planejado! Seu ministério passa a ser em função de si mesmo e não de engrandecer o reino de Deus! &lt;br /&gt;    Nos dias de hoje, estes perigos continuam a &quot;rondar&quot; os líderes. Vemos que aquele rei desperdiçou uma grande oportunidade; desperdiçou a oportunidade de constituir uma grande nação.&lt;br /&gt;    Ao contrário, o que lemos no v. 13, é a dura exortação do profeta: &quot;Então disse Samuel a Saul: Procedeste nesciamente, e não guardaste o mandamento que o SENHOR teu Deus te ordenou; porque agora o SENHOR teria confirmado o teu reino sobre Israel para sempre;&quot;. Deste episódio em diante o governo de Saul foi uma sucessão de erros!&lt;br /&gt;    E vimos que as causas de sua reprovação por Deus foram:&lt;br /&gt;- NÃO ter uma Palavra que viesse de Deus,&lt;br /&gt;- Perder o controle da situação,&lt;br /&gt;- Usurpar o seu ministério.&lt;br /&gt;    Vimos mais, vimos que estas causas continuam sendo &quot;perigos que rondam&quot; a vida de toda liderança cristã! PV 8:15 contém a seguinte mensagem: &quot;Por mim reinam os reis e os príncipes decretam justiça.&quot; O contexto nos fala da excelência da Sabedoria que vem de Deus! E esta sabedoria está revelada na Palavra de Deus, na Bíblia, a qual sempre deve ser o manual de toda liderança cristã!</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/6295993425849437623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/04/os-perigos-que-um-lider-deve-vigiar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/6295993425849437623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/6295993425849437623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/04/os-perigos-que-um-lider-deve-vigiar.html' title='OS PERIGOS QUE UM LIDER DEVE VIGIAR'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-1101344781939343133</id><published>2011-04-14T17:22:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T17:23:31.651-07:00</updated><title type='text'>A Dimensão Da Comunicação</title><content type='html'>UFPA – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESPOSTA DA AT. 04 - ANÁLISE DO DISCURSO (AD)&lt;br /&gt;Aluno: Moisés Leão Gomes&lt;br /&gt;Prof. Dra. Marília&lt;br /&gt;e - mail: mariliaferreira1@hotmail.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Dimensão Da Comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                 É do conhecimento de todos a importância da comunicação, desde  as primeiras formas de sociedades até os dias atuais, percebemos que ela é a forma mais humana de sociabilidade, talvez sem a qual a vida social nem seria possível.&lt;br /&gt;                 Ao longo dos vinte e um séculos de existência da espécie humana, os homens desenvolveram e desenvolvem diferentes modelos de comunicação com objetivo principal de reproduzirem-se social, cultural e historicamente.&lt;br /&gt;                 Tomamos como exemplo de trabalho a proposta B, para   compararmos as mudanças sóciocomunicativas decorrentes da mudança nos suportes atuais de comunicação, ao organizarmos nossos discursos para interagirmos. As velhas oposições entre o oral e o escrito, ou entre o escrito manuscrito e o escrito impresso, não mais subsistem atualmente em sua forma tradicional. Com as técnicas cada vez mais sofisticadas no mundo contemporâneo caracteriza-se pelo surgimento de novas formas de oralidades que diferem totalmente da oralidade tradicional o que tem modificado os dispositivos de comunicação e portanto o estatuto dos enunciados. Com a invenção do telefone que deu uma nova configuração ao diálogo, que pode ser mais informal, com ou sem uma sequência lógica, entretanto cada um fala por sua vez, o que torna completo o diálogo, as palavras são ditas de forma que ambos ( locutores ) possam entender e com a chegada do telefone celular com serviços de melhor qualidade e comodidade acabam por custar mais caro e com isso o discurso passa a ser mais curto, de mais privacidade já que,  com o convencional muitas das vezes você era obrigado a compartilhar seu discurso com toda a casa, hoje você fala do espaço que lhe conven, melhorou os serviços de SMS ( mensagens de texto ), mensagens que acabam por incluir “novos” códigos de linguagem ,  com as mensagens reduzidas as palavras do discurso também se encurtam, exemplo, vc em vez de você, pq em vez de por que, Ksa em vez de casa, entre outros códigos socialmente aceitos dentro do discurso formal, e com isso configuram - se novos  modelos de indivíduos que legitimam esses modelos discursivos que apresentam códigos observados em formas de palavras, desenhos, gráficos e/ou sinais que padronizam o mídium da sociedade atual.&lt;br /&gt;          Através das cartas escritas cada assunto é organizado  ao seu tempo e só um  interlocutor fala, em uma espécie de monólogo, mas com uma seqüência lógica, sistemática e formal. Um texto escrito possui propriedades evidentes: ele pode circular longe de sua origem, encontrar públicos imprevisiveis sem precisar ser modificado a cada vez como quem escreve não pode controlar a recepção de seu enunciado, é obrigado a estruturá-lo de maneira a torná-lo compreensível, ou seja, é obrigado a fazer de seu enunciado um texto, no sentido  mais pleno do termo. Enquanto que interagir por e-mail é muito mais rápido, econômico e seguro, uma comunicação (carta )  pessoal  leva dias para que haja a comunicação aconteça, enquanto que pelo e-mail e questão de segundos para que a comunicação aconteça. Quanto ao jornal escrito e o jornal on line estruturalmente com os mesmos padrões ( escritos, impressos e ilustrativos), entretanto, com acesso à públicos diferentes, o escrito por exemplo, por ser um meio de comunicação de massa tem uma maior abrangência e desse modo a tipologia textual  é menos rigorosa e mais fácil de entendimento pelos interlocutores do discurso; enquanto que o jornal on-line trata-se de uma linguagem mais rebuscada e percebe-se que por questões sociais, culturais e econômicas, acabam sendo voltadas para uma pequena parte dos interlocutores, aqueles mais elitizados  culturalmente e por isso a linguagem é mais culta.  &lt;br /&gt;                    Com relação ao ensino a distância, novas possibilidades, desafios no processo de ensino-aprendizagem. Não podemos esperar da Internet  a solução mágica para modificar profundamente a relação pedagógica. Ela abriu as portas para a operacionalização do ensino à distância com maior interatividade e cooperação,   facilita a pesquisa individual e grupal, intercâmbio alunos com alunos,  de professores com professores, professores com alunos, tornando – se uma ferramenta de comunicação. O grande avanço neste campo de aula está na possibilidade de consulta, colegas conhecidos e desconhecidos , especialistas, que poderão  interagir, tirando suas dúvidas. O  professor passa a não ser  somente coletador de informação, mas de trabalhá-la, de escolhê-la, confrontando visões, metodologias e resultados. O ambiente de ensino-aprendizagem apoiado por computador requer preparação de recursos humanos, auto-instrução, cooperação e interatividade, a chave da qualidade.&lt;br /&gt;           Educação à Distância envolve interatividade entre professores e alunos, entre alunos e o ambiente de aprendizado, e entre os estudantes, propiciando alcançar objetivos educacionais de mais alto nível. Há Interações no ambiente de ensino à distância, interatividade e fedback com o computador. Educar através da rede não é transpor para outro ambiente modelo já existentes de Educação e cognição colocar informação do WWW é relativamente fácil mas isto pouco pode ter a ver com educar. O mais deslumbrante site WWW pode ser completamente inefetivo, sob o ponto de vista educacional, se não for construído com o embasamento teórico apropriado. &lt;br /&gt;             No Aspecto pedagógicos Novas abordagens e estratégias pedagógicas que somente podem ocorrer no ambientem de educação à distância, modos enriquecidos de usar as abordagens pedagógicas atuais, Um novo tempo enquanto os alunos fazem pesquisa, o professor pode ser localizado eletronicamente, para consultas, dúvidas, as aulas não se desenvolvem mais apenas no período regulamentar.  Um novo cenário, a aula se converte num espaço real de interação, de troca de resultados, de comparação de fontes, de enriquecimento de perspectivas, de discussão das contradições, de adaptação dos dados à realidade dos alunos. O professor passa a exercer um novo papel, não é o &quot;informador&quot;, mas o coordenador do processo de ensino-aprendizagem que Estimula,  acompanha a pesquisa, debate os resultados. A tecnologia está evoluindo e tornando viável contexto que até bem pouco pareciam  ficção científica. A aplicação destas tecnologias na educação está inclusive impulsionando a Internet para um patamar acima em termos de arquitetura de rede Ciência cognitiva busca novos paradigmas para o processo de formação da memória Novas releituras das  teorias  de aprendizagem Educação à distância é um  processo que requer uma abordagem multidisciplinar. a comunicação toma outro rumo, mas nada que interfira  na qualidade estabelecida a aprendizagem, a diferença a meu ver &lt;br /&gt;encontra-se nos aparatos tecnológicos que assessoram o ensino à distância, principalmente a informática que atravessa barreiras e acaba criando nova&lt;br /&gt;oportunidades, inclusive para professores que devido diferentes fatores não podem freqüentar um ensino em período integral , mas precisam  atualizar-se vez que o mercado de trabalho exige e as novas formas de comunicação avançam cada vez mais, para acompanhar a competitividade exigida pelo mercado as pessoas buscam cada vez mais adequar-se as novas condições criadas pelo mercado.&lt;br /&gt;                   É claro que no ensino presencial a mediação é mais direta, mas os meios&lt;br /&gt;oferecidos, principalmente pela escola pública, são obsoletos e oferecem poucas&lt;br /&gt;oportunidades de ingresso, enquanto que o ensino ministrado à distância é mediado, alem do professor, por aparatos tecnológicos supracitados.&lt;br /&gt;                    Considerando as afirmações citadas anteriormente, pode-se concluir que&lt;br /&gt;o discurso vem tomando vários rumos ao longo da história, sem contudo esquecermos que o próprio homem cria e recria sua própria história, e que os códigos de linguagem oral e depois a escrita  sempre foram importante para a comunicação, e que os homens das cavernas desenvolveram uma linguagem baseada em gravuras e códigos de linguagem e hoje em plena época da informatização e revolução científica, eles passam a ter importância dentro de diversos discursos, legitimados e aceitos por diferentes atares sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOISES – PA,&lt;br /&gt;                                                                                                                                    moiseslgomes@yahoo.com.br</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/1101344781939343133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/04/dimensao-da-comunicacao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/1101344781939343133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/1101344781939343133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/04/dimensao-da-comunicacao.html' title='A Dimensão Da Comunicação'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-8992096586292665268</id><published>2011-01-14T17:57:00.000-08:00</published><updated>2011-01-14T18:01:26.468-08:00</updated><title type='text'>ENSINA A PALAVRA, A ESPADA DO ESPIRITO,  A TEMPO E FORA DE TEMPO</title><content type='html'>“Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus”(Efésios 6:17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sacerdotes devem ensinar a verdade a meu respeito, e todos devem pedir conselho a eles para saber o que é direito, pois os sacerdotes são os mensageiros do Senhor Todo Poderoso. (Ml 2:7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra ensino é derivada do hebraico towrah, ou Torah, Torá, תּוֹרָה que significa lei, orientação, instrução. Em Malaquias 2:7, ensino refere-se a um conjunto de orientações ou instruções dadas por Deus aos sacerdotes. O sacerdócio não é um trabalho, mas um chamado divino. Hoje, essa função importantíssima é exercida pelos pastores. O pastor, para realizar essa tarefa santa com fidelidade, precisa ter uma experiência real de salvação pela fé em Cristo, um chamado ministerial real de Cristo, um amor genuíno e um conhecimento profundo da palavra de Deus. A verdadeira instrução sai da boca do sacerdote fiel a Deus. A Bíblia nos diz que Esdras “ensinou fielmente a lei de Moisés durante a Festa dos Tabernáculos no outono, de acordo com as determinações deuteronômicas (Dt 31.9-11; Ed 8.1). Como Esdras, há muitos exemplos na Bíblia. Todavia, nem sempre é assim. Houve muitos sacerdotes infiéis a Deus, que ensinaram mentiras por dinheiro, conforme declara Miquéias: Os seus cabeças dão a sentença por suborno, os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro (3:11). Para combater esse abominável pecado, Malaquias 2:7 nos oferece as seguintes instruções: O sacerdote tem o dever de ensinar a palavra de Deus ao povo adequadamente. Malaquias denunciou o relaxo dos sacerdotes de seu tempo, que estavam ensinando perversidade, que profanavam a lei do Senhor em palavras e atos, e assim, roubavam do povo a esperança em Deus. “Eram anjos (mensageiros) de Deus e de Sua luz, mas tornaram-se agentes da escuridão” Tais sacerdotes perverteram “o conhecimento da lei, transformando o positivo em negativo, e o negativo em positivo. Lev. 10.10,11; Deu.24.8; Jer.18.18”. Perderam o temor e a reverência a Deus (Ml 1:10-16). A Bíblia declara que todos os salvos são sacerdotes (Ap 1:6, 5:10), todavia, o pastor é o sacerdote maior. É por ele que o povo conhece os ensinos divinos. Para tanto, além de orar e jejuar, o pastor precisa estudar e examinar acuradamente a palavra de Deus, pois não pode dizer qualquer coisa “em nome do Senhor”. Ele tem que conhecer bem a verdade para poder ensiná-la ao povo. E mais: antes de ensinar a verdade de Deus, ele tem que internalizá-la, ter experiência com ela, caso contrário, o povo perceberá que tal ensino lhe é estranho, desconhecido, e, portanto, sua instrução é incoerente e ineficaz. Há de ser diferente! De seus lábios deve fluir a verdade divina (Dt 17:9-11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ensinar em Israel, o sacerdote tinha que conhecer a lei (Dt 33:8-10). Se o sacerdote não sabe a Palavra, o povo se perde (Os 4:6). Mas, se ele conhece a lei do Senhor e a explica com clareza, o povo aprende a obedecer a Deus (II Cr 17:7-10; Ne 8:7-11). “Malaquias concede ao sacerdote o papel de conselheiro, procurado por pessoas que precisam de orientação em situações especiais, e para isso era essencial ter uma experiência pessoal com Deus e conhecimento da sua lei.”. O sacerdote é procurado porque é um mensageiro de Deus, e como tal, tem sempre uma orientação divina a dar. Ao ser procurado, o pastor não pode negligenciar a palavra de Deus e a verdade de Deus. Deve estar com ela na “ponta da língua”. Não deve ter medo de se “queimar”, de se “desgastar”. Há de proferi-la com educação, com sabedoria, com respeito, mas, sobretudo, com firmeza e convicção. A Palavra é a única chance de cura da ovelha. E o pastor a tem dentro de si, pois vive na presença de Deus. É seu dever ensinar. De seus lábios, em vez de iniqüidade, sai à palavra de Deus. A ovelha ouve, se edifica e se alegra. Assim fizeram Judas e Silas, que eram também profetas, consolaram os irmãos com muitos conselhos e os fortaleceram. (At 15:32)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a pregação de Malaquias pode ser considerada como uma mensagem forte, grave e contundente. Ocorre que o profeta sabe que o povo perdeu a noção do que é certo e reto, a nação israelita está em franca desobediência e ainda pergunta a Deus em que o desobedece, o aborrece, o rouba. Um cinismo tomou conta do povo eleito. Como isso pôde acontecer? Os sacerdotes se tornaram desonestos no ensino e na prática da lei de Moisés, destruíram “a aliança divina com Levi” e por isso, “o povo transgredia mais generalizadamente através do casamento com pagãos, abandonando suas esposas para poderem se casar novamente”. Malaquias afirma que o povo de Deus só sabe o que é certo quando os sacerdotes são fiéis. Estes foram designados para apresentar o conhecimento e a vontade de Deus. Que honra! É por isso que o profeta declara: da sua boca devem os homens procurar a instrução. Apesar do fracasso da maioria dos docentes (professores), o povo não deveria deixar de buscar o conhecimento divino, pois sempre há verdadeiros e fiéis sacerdotes no meio dos falsos. Haverá sempre aqueles que andam com Deus (Gn 5:22,24; 6:9). E quando o povo encontra um fiel pastor, até mesmo os murmuradores hão de aceitar a instrução. (Is 29:24)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a desobediência e o mau exemplo vêm de cima, isto é, da liderança, o povo perde a referência espiritual e se perde. Com o tempo, aqueles que foram separados para ensinar a sabedoria e a vontade de Deus, deixam de ser vistos como homens de Deus e passam a ser percebidos como pessoas comuns, mercenarios. Em alguns casos, até inferiores a líderes seculares. Ao ver esse declínio do sacerdócio em Israel, Malaquias profetizou afirmativamente: “O sacerdote é mensageiro do Senhor dos Exércitos. E todos deveriam saber isto: a função principal do sacerdote é instruir conforme a lei moral que é fundamentada na verdade de Deus. O povo, porém, reconhece o sacerdote como legítimo mensageiro de Deus, muito mais pelo viver dele de acordo com a lei que ensina e por sua real comunhão com Deus. Isto quer dizer que o pastor de hoje deve viver a palavra e ter o Senhor Jesus Cristo como modelo de fé e conduta cristã. Jamais o povo deve confundir o pastor com um empresário, um profissional liberal, um funcionário público. Não! O pastor fiel é mensageiro divino, é transmissor do pacto eterno, e como Malaquias, é capaz de esquadrinhar “profundamente os problemas de hipocrisia, infidelidade, casamentos mistos, divórcio, falso culto e arrogância.”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo exposto acima, se vê que o quanto é importante o ensino verdadeiro das Escrituras Sagradas para o povo de Deus, o quanto é fundamental que aqueles que ensinam sejam fiéis a aliança feita por Deus com seu povo. Se o sacerdote for infiel, o povo o será. “Tal sacerdote, tal povo!” (Os 4:4 e 9). Por tudo isso, a função sacerdotal ou pastoral é incrivelmente influente, seja para o bem, seja para o mal. Se o sacerdote for infiel no ensino da palavra, o povo se perderá; se for fiel, o povo se achará e será salvo, pois o próprio Deus é quem falará e se revelará por intermédio do ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento bíblico precisa ser guardado - Malaquias profetizou: Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento. Quantos sermões bíblicos você já ouviu? Quantas Lições Bíblicas já estudou? Quantas palestras bíblicas já escutou? Quantas vezes você já leu a Bíblia? Seguramente, o Espírito Santo tem ensinado a você os caminhos de Cristo. Você é um sacerdote (Ap. 1:6; 5:10). Quanto ensinamento já recebeu não é verdade? Nessa condição, é seu dever guardar esse conhecimento, ou seja, você deve praticá-lo, vivenciá-lo, aplicá-lo em sua vida diária. É pecado conhecer e não praticar (Tg 1:22-25). Guarde o ensino e seja um crente maduro, em nome de Jesus (Ef 4:11-14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orientação correta precisa ser oferecida - Malaquias profetizou: ... da sua boca devem os homens procurar a instrução. De fato, na boca do pastor fiel os salvos acham direção, caminho seguro. Depois de ter pregado muitos sermões bíblicos, depois de já ter ministrado muitas Lições Bíblicas, depois de já ter ensinado muitos temas espirituais, que balanço você faz? De sua boca, saiu mais ensino que conduzirá os fiéis à vida ou à morte? Lembre-se: é da língua dos mestres que saem os ensinos certos que levarão à obediência e às bênçãos ou os ensinos errados que conduzirão à desobediência e às maldições divinas (Tg 3:1-12; Dt 28). Portanto, se você prega, ensina ou ministra a palavra, faça-o com fidelidade e verdade (II Tm 2:5; Tt 1:1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem divina precisa ser anunciada - Malaquias profetizou: ... porque ele é mensageiro do Senhor dos Exércitos. Paulo costumava repetir: “Estou certo!” Ele tinha segurança no que cria e ensinava. Sabia de quem o tinha recebido. Era um mensageiro do Senhor. Sofreu. Mas se dispôs. Atenção: a verdade de Cristo precisa ser anunciada. Mas como ouvirão, se não há quem pregue? (Rm 10:14). Você, que há muito tempo conhece a aliança eterna, por que se calou? Cansou de ensinar? Levante-se, em nome de Jesus! Disponha-se outra vez. Volte à docência. Você é um mensageiro do Senhor! Coloque a mensagem de novo em ação, ao alcance dos crentes, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado (Mt 28:20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está na hora de os verdadeiros sacerdotes, os verdadeiros pastores, os verdadeiros mestres, os verdadeiros professores do evangelho de Cristo entrarem em ação, tendo como arma a espada do Espírito, que é a palavra de Deus (Ef 6:17). A hora é agora! Os ouvintes estão sedentos e precisam receber a verdadeira instrução, os verdadeiros conselhos divinos, para que, finalmente, saibam viver de forma que agrade a Deus. A verdadeira guerra espiritual é esta: a luta da verdade contra a mentira. Cujo alicerce da verdade encontra-se numa das promessas mais robusta de Jesus: ... “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32).</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/8992096586292665268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/01/ensina-palavra-espada-do-espirito-tempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/8992096586292665268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/8992096586292665268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/01/ensina-palavra-espada-do-espirito-tempo.html' title='ENSINA A PALAVRA, A ESPADA DO ESPIRITO,  A TEMPO E FORA DE TEMPO'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-2872224556074539565</id><published>2011-01-05T17:34:00.000-08:00</published><updated>2011-01-05T17:40:16.569-08:00</updated><title type='text'>REBECA, UMA MULHER DE DEUS</title><content type='html'>&quot;E disse: Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, dá-me hoje bom encontro, e faze beneficência ao meu senhor Abraão! Eis que eu estou em pé junto à fonte de água e as filhas dos homens desta cidade saem para tirar água; Seja, pois, que a donzela, a quem eu disser: Abaixa agora o seu cântaro para que eu beba; e ela disser: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; esta seja a quem designaste ao teu servo Isaque, e que eu conheça nisso que usaste de benevolência com meu senhor&quot; (Gênesis 24:12-14).&lt;br /&gt;Esta foi a oração do servo de Abraão, Eliezer, quando já se encontrava nos arredores da cidade de Naor. Esta era uma oração de quem estava necessitando da ajuda de Deus. Era uma oração onde ele não pedia que o Senhor mostrasse a ele uma mulher perfeita, bonita mas uma mulher que fosse piedosa e que Ele (Deus) estivesse preparando para Isaque, filho do seu senhor Abraão.&lt;br /&gt;Esta é a oração que deveríamos fazer em favor de nossos filhos. Que o Senhor coloque na vida deles pessoas crentes, piedosas, bondosas, compassivas, fiéis e de beleza interior sem igual. Que os atributos de uma mulher ou de um homem de Deus, encontrados em 1 Pedro 3:3-4, façam parte da vida daqueles que almejamos para nossos filhos... &quot;O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos; Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus.&quot;&lt;br /&gt;Ah, irmã, é este tipo de mulher que queremos para nossos filhos!&lt;br /&gt;O Senhor ouviu a oração de Eliezer e encaminhou Rebeca para junto dele. Ele viu que o Senhor respondeu a sua oração quando...&lt;br /&gt;1- Ele viu Rebeca &quot;... com seu cântaro sobre o seu ombro&quot; (Gênesis 24:15) vindo em direção ao poço para apanhar água. Certamente, ele percebeu que ela era uma jovem trabalhadodra e que não media esforços para abastecer a sua casa da água que todos precisavam.&lt;br /&gt;Você é o tipo de mulher que arregaça as mangas e pega no pesado? Ou você acha que este tipo de trabalho não é para você?&lt;br /&gt;Sabe de uma coisa, irmã? Deus elogia a mulher que &quot;cinge os seus lombos de força e fortalece os seus braços&quot; (Provérbios 31:17) e Ele ainda diz que &quot;a força e a honra são seu vestido...&quot; (Provérbios 31:25).&lt;br /&gt;Rebeca era trabalhadora e, portanto admirada por Deus.&lt;br /&gt;Eliezer percebeu esta qualidade nela quando...&lt;br /&gt;2- Ele pediu água a Rebeca &quot;e ela disse: Bebe, meu Senhor&quot; (Gênesis 24:18). E vendo ela os dez camelos que estavam com ele, ainda disse: &quot;Tirarei também água para os teus camelos até que acabem de beber&quot; (Gênesis 24:19).&lt;br /&gt;Certamente, naquele momento, o servo de Abraão percebeu uma outra qualidade desta bela mulher de Deus... ela gostava de servir, era bondosa e tinha um coração cheio de amor pelo próximo.&lt;br /&gt;Que atributos perfeitos para uma mulher que deseja ser admirada pelo Senhor! Se voce quer ser admirada pelo Senhor, tem que começar &quot;agora&quot; a seguir os mesmos passos de Rebeca, tem que ser uma mulher sensível às necessidades do seu próximo e procurar fazer tudo além do que é preciso.&lt;br /&gt;3- Ele, então perguntou a ela: &quot;De quem és filha?&quot; (Provérbios 24:23) e ela respondeu: &quot;Eu sou a filha de Betuel, filho de Milca, o qual ela deu a Naor&quot; (Sara, mãe de Isaque, era tia-avó de Rebeca).&lt;br /&gt;Tudo estava acontecendo dentro do plano perfeito de Deus para as vidas de Rebeca e Isaque.&lt;br /&gt;Amada irmã, quando estamos caminhando com Deus lado a lado, quando estamos tendo comunhão diária com Ele, lendo a Sua Palavra, orando e, principalmente, seguindo os ensinamentos da Bíblia, então o Seu plano para a nossa vida se realiza e sentimos que Ele está no controle de tudo, nos abençoando.&lt;br /&gt;4- Ele disse: &quot;... Há também em casa de teu pai lugar para nós pousarmos?&quot; E ela, amorosamente e com um espírito hospitaleiro (ele, certamente, percebeu este outro atributo que ela possuía) disse: &quot;Também temos palha e muito pasto, e lugar para passar a noite&quot; (Gênesis 24:25).&lt;br /&gt;E a Bíblia nos diz que depois de tudo isto, ele &quot;... inclinou-se... e adorou ao Senhor&quot; (Gênesis 24:26).&lt;br /&gt;&quot;Um lar cristão é o mais belo retrato terreno do céu e um refúgio para a nossa sociedade cansada e estressada&quot; (Elizabeth George).&lt;br /&gt;Quantas mulheres hospitaleiras o Senhor nos apresenta na Sua Palavra! Dentre tantas que abriram suas portas para acolher homens de Deus destacamos...&lt;br /&gt;1- Rebeca - amorosa e trabalhadora, hospedou em sua casa Eliezer, servo de Abraão.&lt;br /&gt;2- Sunamita - generosa e piedosa, hospedou em sua casa Eliseu, um profeta de Deus.&lt;br /&gt;3- A viúva de Sarepta - cheia de fé e muito hospitaleira, hospedou em sua casa Elias, um profeta de Deus.&lt;br /&gt;4- Marta - trabalhadora, ativa e determinada, hospedou em sua casa Jesus e Seus discípulos.&lt;br /&gt;5- Maria - cheia de fé e piedosa, hospedou em sua casa Jesus e Seus discípulos.&lt;br /&gt;6- Lídia - batalhadora, evangelista, hospedou em sua casa o apostolo Paulo.&lt;br /&gt;Que voce, como mulher de Deus, possa seguir os passos da hospitalidade que estas mulheres seguiram. Sejam hospitaleiras!&lt;br /&gt;Quantos homens ou mulheres de Deus você já hospedou em sua casa? Irmã, não espere que apareça um dinheirinho extra para você comprar toalhas novas, lençóis novos, mudar o conjunto da sala de visita... para você convidar alguém para a sua casa. Lembra da viúva que só tinha um pouco de azeite e um pouco de farinha para fazer o último bolo para ela e seu filho? E, mesmo assim, ela não se incomodou de ter em sua casa o profeta de Deus dando a ele aquela última porção de comida. Assim como Deus a abençoou, fazendo com que o azeite e a farinha se multiplicassem, Ele também a abençoará quando você tiver este mesmo espírito de hospitalidade.&lt;br /&gt;Pela fé, Rebeca viajou 800 km com o servo de Abraão para se encontrar com Isaque, aquele que ela nunca vira mas que iria ser tornar o seu esposo. Ela não o conhecia mas sabia que o Senhor o preparara para ela.&lt;br /&gt;Podemos imaginar o momento do encontro. Aqueles doces momentos do primeiro encontro com aquela pessoa especial que iria ser seu marido. Era um presente que o Senhor estava dando a ela. Ela estava feliz! A Bíblia nos diz que &quot;... Isaque trouxe-a para a tenda de sua mãe Sara, e tomou a Rebeca, e foi-lhe por mulher...&quot; (Gênesis 24:67).&lt;br /&gt;Assim como Rebeca que deixou a sua família para unir-se a Isaque, nós também devemos deixar nossa família e acompanhar nosso marido para onde quer que ele vá. Lembremos que, depois de Deus, a pessoa mais importante da nossa vida é nosso marido. Devemos continuar amando nossos pais, cuidando deles mas nunca devemos colocá-los (como prioridade) na frente do nosso esposo.&lt;br /&gt;Apesar de Rebeca ser feliz no casamento e ser uma verdadeira mulher de Deus, ela teve que enfrentar momentos difíceis em sua vida mas venceu a todos por causa da sua fé. Vários foram estes momentos mas destaquemos alguns...&lt;br /&gt;1- Ter que se separar das pessoas que amava quando partiu para Canaâ, foi muito difícil para ela.&lt;br /&gt;Ela partiu para esta terra distante sabendo que nunca mais veria nem seus pais nem seus irmãos mas, pela fé, ela conseguiu superar estes momentos.&lt;br /&gt;2- Rebeca sabia que o que existia de pior em um casamento era o período de adaptação. Também pela fé, ela conseguiu se adaptar à vida de casada e era muito feliz.&lt;br /&gt;3- Ela teve que passar vinte longos anos sem ter filhos. Ela era estéril e isto a deixava preocupada e angustiada. Mas ela decidiu levar as suas preocupações até o altar do Senhor e Ele ouviu a sua oração e, pela fé, ela ganhou do Senhor dois filhos gêmeos - Esaú e Jacó.&lt;br /&gt;Apesar de tantos momentos de tribulação, Rebeca sabia que o Senhor a amava e queria que ela fizesse parte do Seu povo e de Suas promessas.&lt;br /&gt;Ela confiou no Senhor e sabia que Ele estava com ela nos bons e maus momentos de sua vida.&lt;br /&gt;Rebeca foi uma mulher trabalhadora, generosa e usada por Deus para realizar Seus propósitos</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/2872224556074539565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/01/rebeca-uma-mulher-de-deus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/2872224556074539565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/2872224556074539565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/01/rebeca-uma-mulher-de-deus.html' title='REBECA, UMA MULHER DE DEUS'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-5143798407468604924</id><published>2011-01-05T14:16:00.000-08:00</published><updated>2011-09-06T19:56:14.041-07:00</updated><title type='text'>MULHER DE DEUS É UMA MULHER VIRTUOSA</title><content type='html'>No livro de Provérbios capitulo 31:10 está escrito: Mulher Virtuosa quem a achará?&lt;br /&gt;Este texto fala de uma mulher sadia, virtuosa, responsável e cheia do Espírito Santo de Deus. Trabalha de bom grado, tem prazer no que faz, uma mulher&lt;br /&gt;que luta, uma mulher cheia de esperança, é uma mulher sábia.&lt;br /&gt;Vamos entender melhor o que é uma Mulher Virtuosa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apoiadora- Os maridos se sentem respeitados e honrados, quando ela apóia sente-se mais disposto a enfrentar os desafios. Efésios 5: 22 e 24. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Auxiliadora- Em Hebraico significa &quot;Circundar&quot;. Ela circunda (cerca) o marido com apoio, exortação e conforto.&lt;br /&gt;Coloca a disposição dele, todas as boas qualidades que há dentro dela para ajudá-lo a se tornar o homem que foi chamado a ser. Gênesis 2:18&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- São Mulheres enfrentando com coragem as mudanças- Enfrenta drásticas com positividade e dignidade humana, e lança mão de todas as oportunidades de transformar o seu problema em possibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Administradora- uma mulher capaz de ações mais distantes , capaz de sair do âmbito imediato de uma cozinha,e seguir a orientação do Espírito Santo, e investe sabiamente aquilo que foi economizado. Prov. 31: 13 a 27&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Intercessora- é alguém que discerne. A sua intercessão pelo marido e família lhe dá a certeza de que a mão de Deus está operando na vida deles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mulher que perdoa- O perdão é ato da vontade e não um sentimento. O amor não mantém um registro de erros I corint.13:5&lt;br /&gt;Faça com que a sua vontade concorde com a vontade de Deus, e procure ser orientada pelo Espírito Santo . Salmos 103: 2-4&lt;br /&gt;Não há limites para o número de vezes que devemos perdoar. Mateus 18:22&lt;br /&gt;Devemos examinar a nós, e não o nosso conjugue Mateus 71:5 e Lucas 6:37&lt;br /&gt;Antes de perdoar aos outros frequemente precisamos perdoar a nós. Jesus nos perdoou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mulher de fé- A fé é ativada pela voz, e crer no coração . Rom.10:10- Eu cri, por isso, é que falei. II corint. 4:13&lt;br /&gt;Visão de fé não significa ignorar as circunstâncias, mas sim vencê-las&lt;br /&gt;Rm. 4:19-21&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher Virtuosa na Igreja- A nova mulher na Igreja, é uma mulher Sem limites. Ela não é condenada mas redimida. Ao invés de viver em tormento ela vive em paz. No lugar da confusão , ela tem a orientação divina. Sua enfermidade foi substituída pela saúde divina. Sua pobreza se transforma em prosperidade da parte de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mulher de Oração- Temos o exemplo de Ana (Estéril)- Ela cansou de ser motivos de risos para Penina (Fértil). Sua rival. Ambas mulheres de Elcana. Em I Sam.1:9-13, diz que a primeira  coisa que Ana fez foi ORAR!&lt;br /&gt;E quem Ora está subvertendo as coisas. Quem Ora está fazendo ruir as estruturas. Quem Ora está usando as armas mais secretas e invencíveis à disposição do ser humano.&lt;br /&gt;Ana ora, quando ela ora a força fica do lado dela.Diz a palavra que Ana chora, ela se curva , ela geme, ela derrama o coração perante o Senhor. Ela faz voto ao Senhor ela se compromete, o que ela diz é Tudo ou Nada:OH Deus intervenha! E Deus intervém e lhe dá um filho.&lt;br /&gt;E no cap. 18:1- Antes dela ter relação sexual com o marido da qual ela vem a ficar grávida diz a bíblia que: Ela se levanta, enxuga as lágrimas e já não era tão triste o seu semblante, ela muda a cara e reveste com outra fisionomia.&lt;br /&gt;Antes de estar grávida no ventre,&quot;ela está grávida na mente.. Disse ela &quot;Seu filho que está prometido virá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela oração e fé , pela nova atitude frente a vida , frente ao marido, frente a existência é que ela vence a luta desigual. E a palavra diz que Ana gerou um dos grandes profetas da Bíblia, O profeta Samuel. Este é o poder da mulher que Ora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher Virtuosa, a sua mente é a mente de Cristo.&lt;br /&gt;É uma mulher que não olha para as circunstâncias que a cercam.&lt;br /&gt;A força e a dignidade são os seus vestidos, e quanto ao dia de amanhã não tem preocupações. Os sentimentos que ela sente, são os de Cristo.&lt;br /&gt;A sua decisão, é a decisão de Cristo.&lt;br /&gt;Trabalho para ela é uma coisa boa. &lt;br /&gt;Ela tem prazer no que faz.&lt;br /&gt;Ela olha com os olhos de Cristo.&lt;br /&gt;Suas palavras, são as palavras de Cristo.&lt;br /&gt;A conclusão que ela tira, é a de Cristo.&lt;br /&gt;É ainda noite e já se levanta e dá mantimento à sua casa de madrugada e tarefa às suas servas, deixa o roteiro do dia preparado, Prov. 31:15&lt;br /&gt;Não é complicada, atrapalhada,egoísta, complexada, traumatizada.&lt;br /&gt;Ela não precisa ler revista de como segurar um homem, ou de como ser feliz.&lt;br /&gt;Ela não precisa assistir uma novela , para ter um referencial no seu casamento, na &lt;br /&gt;sua vida pessoal ou profissional.&lt;br /&gt;Seu referencial é Jesus!&lt;br /&gt;Mulher Virtuosa : é uma Mulher Ilimitada em Cristo Jesus. (Marc. 9:23)</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/5143798407468604924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/01/mulher-de-deus-e-uma-mulher-virtuosa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/5143798407468604924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/5143798407468604924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/01/mulher-de-deus-e-uma-mulher-virtuosa.html' title='MULHER DE DEUS É UMA MULHER VIRTUOSA'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-4706334086446322163</id><published>2011-01-03T18:11:00.000-08:00</published><updated>2011-01-03T18:14:47.194-08:00</updated><title type='text'>JESUS, ENSINAVA E VIVIA</title><content type='html'>Ele não exigia que seus discípulos acreditassem, mas, antes, que acreditassem nele, que acreditassem na realidade do amor de Deus e que aceitassem com plena confiança e convicção da certeza a filiação com o Pai celestial. Jesus desejava que todos os seus seguidores partilhassem plenamente de sua fé transcendental. Ele, de uma forma muito enternecedora, desafiou seus seguidores não apenas a acreditar no que ele acreditava mas também como ele acreditava. É esta a significação plena de seu requisito supremo: “Siga-me”. Seguir Jesus, significava partilhar pessoalmente sua fé e entrar no espírito da vida do Mestre, espírito de servir de forma abnegada ao homem. Uma das coisas mais importantes da vida humana é descobrir em que Jesus acreditava, quais eram seus ideais, e lutar para alcançar este propósito grandioso da vida. De todo o conhecimento humano, o que tem maior valor é conhecer a vida religiosa de Jesus e como ele a viveu. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O espírito divino não faz contato com o homem mortal por meio de sentimentos ou emoções mas sim no domínio dos pensamentos mais elevados e mais espiritualizados. São os vossos pensamentos e não as vossas emoções o que vos conduz a Deus. A natureza divina pode ser percebida somente com os olhos da mente mas a mente que verdadeiramente discerne a Deus, que escuta o Modelador interior, é a mente limpa. &quot;Sem santidade nenhum homem poderá ver Deus&quot;. Toda esta comunhão interior e espiritual é denominada de percepção espiritual. Tais experiências religiosas são o resultado da impressão que a atuação combinada do Modelador e do Espírito da Verdade produz sobre a mente do homem conforme eles atuam sobre e por entre idéias, ideais, percepções e esforços espirituais dos filhos evolutivos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única contribuição do homem para o crescimento é a mobilização do total de poderes de sua personalidade - a fé viva.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os hábitos que favorecem o crescimento religioso compreendem a sensibilidade cultivada em direção aos valores divinos, o reconhecimento da vida religiosa nos outros, a meditação ponderada sobre os significados cósmicos, a solução dos problemas dignos de louvor, o ato de compartilhar a vida espiritual com os semelhantes e de evitar o egoísmo, a recusa a presumir a misericórdia divina e de viver como na presença de Deus. Os fatores do crescimento religioso podem ser intencionais, mas o crescimento religioso em si é invariavelmente inconsciente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Jesus perguntava. Seus pais respondiam suas perguntas constantes durante sua infância: &quot;ele não fazia outra coisa senão perguntar. Mais tarde, ele prosseguiu fazendo muitas perguntas embaraçosas, tanto a respeito da ciência como da religião...&quot; Instituiu uma vida ativa na prece. Após suas preces de praxe, ele sempre tinha &quot;uma pequena conversa com meu Pai no céu.&quot;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sua vida caseira estava estruturada num sistema de envolvimento dos pais na educação dos filhos. Cuidava das plantas, desenhava mapas, estudava as estrelas e adquiriu fluência em três línguas. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Esteve em contato com muitos buscadores da verdade pois sua família possuía uma cópia rara das escrituras. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aprendeu, logo no começo, sobre a administração financeira feita de forma prudente ao gerir os fundos que provinham das vendas de pombos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mais tarde, após a morte de José, ele assumiu a responsabilidade pela direção dos assuntos familiares. Recebeu instrução moral e espiritual em casa e sua educação teológica e intelectual veio do Chazan, na Sinagoga de Nazaré. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cuidou do desenvolvimento da habilidade no trato social e gastou bastante tempo misturando-se com o povo, procurando conhecê-los.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estudou matemática, música, interagiu com os líderes religiosos: os escribas e os mestres no templo, fez cursos avançados de leitura e estava profundamente envolvido na educação espiritual e intelectual de seus irmãos e irmãos mais novos, desenvolveu várias habilidades vocacionais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um bom resumo das verdadeiras realizações de sua primeira educação pode ser encontrado em: Viagem ao mundo romano e seu ministério pessoal a mais de 500 pessoas. Viagem da caravana à região do mar Cáspio e as preleções do lago Urmia. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Onde viveu por mais de dois meses na Antióquia, trabalhando, observando, estudando, visitando, ministrando, aprendendo como o homem vive, pensa, sente e reage ao meio ambiente da existência humana, passava um tempo com Deus e avaliava criteriosamente sua situação e suas oportunidades e seu caráter aperfeiçoado, &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os objetivos básicos de seu ministério, objetivos que ele tinha quando instruindo seus discípulos e apóstolos em quatro meses de Instruções, usou Técnicas específicas de abordagens. Suas instruções, &quot;Instruções para os Mestres e para os Crentes&quot;:  &quot;Ao ensinar o evangelho do reino, estais simplesmente ensinando a amizade com Deus.&quot;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sua técnica usual nas relações sociais era a de encorajar as pessoas falar livremente, a fazerem perguntas quando conversavam com ele, usava parábolas construídas em torno de modelos e relações na natureza: a videira e os ramos, a semente da mostarda, o bom pastor. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Usava símbolos, particularmente aqueles que, na mente dos ouvintes, estavam associados às cerimônias religiosas: a luz do mundo, a água viva, o pão da vida. Ensinava &quot;conforme estava passando ...Seus ensinamentos eram adequados ao contexto no qual ele próprio se encontrava; ele não ensinava além da conta. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ele construía sobre o que seu ouvinte já havia entendido, aumentando e elevando seus ideais. Veja a história de Jonas. Ele não atacava os erros achados nas crenças de seus ouvintes; ele era habilidoso em realçar a verdade nas escrituras ou nas filosofias, onde quer que ele as encontrasse, seus ensinamentos eram &quot;dinâmicos de uma forma emocionante&quot;, ele &quot;fazia o bem&quot;. não &quot;se cansava&quot; de ensinar; quando, usando como meio uma certa ilustração, se ele falhava em chegar às mentes de todos os apóstolos, ele reformulava sua mensagem e tentava usar uma outra ilustração.  Por várias vezes ele advertiu seus apóstolos contra a formação de credos e o estabelecimento de tradições como meio de guiar e controlar os crentes...Trazei primeiro o povo para o reino; certifiquem-se de que eles conhecem Deus como seu Pai. Depois disto, pode ser apropriado discutir então os assuntos relacionados ao avanço progressivo da alma...Jesus não se preocupava com a vinculação de seu evangelho a outros ensinamentos. Quando João proibiu um estranho de ensinar em nome de Jesus, o mesmo Jesus disse &quot;Não o proíba ... como podes esperar que todos os que crêem neste evangelho estejam sujeitos à tua direção?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ele se recusou a usar o poder para manipular o povo ou as situações com fins espirituais.  &lt;br /&gt;Podemos participar da missão de Jesus, dedicando-nos à sua tarefa de atualizar o reino do céu em nosso mundo. O desafio religioso desta era pertence àqueles homens e mulheres de percepção espiritual, perspicazes e com visão de futuro, que ousam construir uma nova e atraente filosofia de viver o resto de seus dias nos conceitos modernos, ampliados e primorosamente integrados, de verdade, de beleza universal e de bondade divina. Esta visão nova e justa de moralidade atrairá a tudo o que é bom na mente do homem e estimulará ao melhor da alma humana. A verdade, a beleza e a bondade são realidades divinas e à medida que o homem ascende na escala da vida espiritual estas qualidades supremas do Eterno coordenam-se e unificam-se cada vez mais em Deus, que é amor.&quot;O chamado à aventura de construir uma sociedade humana nova e transformada por meio do renascimento espiritual do reino de Deus deveria comover a todos os que crêem nele. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Suas últimas palavras de admoestação, antes de partir do nosso mundo, ao final de sua efusão: &quot;...começai a nova proclamação do evangelho do reino... amai os homens com o amor com que vos tenho amado e servi vossos semelhantes tal como vos tenho servido... Lembrai tudo o que vos tenho ensinado e a vida que vivi entre vós... Meu amor vos agasalha, meu espírito morará convosco e minha paz permanecerá sobre vós...&quot;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/4706334086446322163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/01/jesus-ensinava-e-vivia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/4706334086446322163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/4706334086446322163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2011/01/jesus-ensinava-e-vivia.html' title='JESUS, ENSINAVA E VIVIA'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-3097575279685430017</id><published>2010-12-29T18:24:00.000-08:00</published><updated>2010-12-29T18:26:32.987-08:00</updated><title type='text'>A BIBLIA, A ESPADA DO ESPIRITO</title><content type='html'>A Bíblia, a Palavra de Deus, a Espada do Espírito! &lt;br /&gt;Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; (Efésios 6:17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sacerdotes devem ensinar a verdade a meu respeito, e todos devem pedir conselho a eles para saber o que é direito, pois os sacerdotes são os mensageiros do Senhor Todo Poderoso. (Ml 2:7 - NTLH)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A palavra ensino é derivada do hebraico towrah, ou Torah, Torá, תּוֹרָה que significa lei, orientação, instrução. Em Malaquias 2:7, ensino refere-se a um conjunto de orientações ou instruções dadas por Deus aos sacerdotes. O sacerdócio não é um trabalho, mas um chamado divino. Hoje, essa função importantíssima é exercida pelos pastores. O pastor cristão, para realizar essa tarefa santa com fidelidade, precisa ter uma experiência real de salvação pela fé em Cristo, um chamado ministerial real de Cristo, um amor genuíno e um conhecimento profundo da palavra de Deus. A verdadeira instrução sai da boca do sacerdote fiel a Deus. A Bíblia revela que Esdras “ensinou fielmente a lei de Moisés durante a Festa dos Tabernáculos no outono, de acordo com as determinações deuteronômicas (Dt 31.9-11; Ed 8.1). Como Esdras, há muitos exemplos na Bíblia. Todavia, nem sempre é assim. Houve muitos sacerdotes infiéis a Deus, que ensinaram mentiras por dinheiro, conforme declara Miquéias: Os seus cabeças dão a sentença por suborno, os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro (3:11). Para combater esse abominável pecado, Malaquias 2:7 nos oferece as seguintes instruções:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sacerdotes devem ensinar a verdade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sacerdote tem o dever de ensinar a palavra de Deus ao povo adequadamente. Malaquias denunciou o relaxo dos sacerdotes de seu tempo, que estavam ensinando perversidade, que profanavam a lei do Senhor em palavras e atos, e assim, roubavam do povo a esperança em Deus. “Eram anjos (mensageiros) de Deus e de Sua luz, mas tornaram-se agentes da escuridão” Tais sacerdotes perverteram “o conhecimento da lei, transformando o positivo em negativo, e o negativo em positivo. Cf. Lev. 10.10,11; Deu.24.8; Jer.18.18”. Perderam o temor e a reverência a Deus (cf. Ml 1:10-16). A Bíblia declara que todos os salvos são sacerdotes (Ap 1:6, 5:10), todavia, o pastor é o sacerdote maior. É por ele que o povo conhece os ensinos divinos. Para tanto, além de orar e jejuar, o pastor precisa estudar e examinar acuradamente a palavra de Deus, pois não pode dizer qualquer coisa “em nome do Senhor”. Ele tem que conhecer bem a verdade para poder ensiná-la ao povo. E mais: antes de ensinar a verdade de Deus, ele tem que internalizá-la, ter experiência com ela, caso contrário, o povo perceberá que tal ensino lhe é estranho, desconhecido, e, portanto, sua instrução é incoerente e ineficaz. Há de ser diferente! De seus lábios deve fluir a verdade divina (Dt 17:9-11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos devem pedir conselhos a eles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ensinar em Israel, o sacerdote tinha que conhecer a lei (Dt 33:8-10). Se o sacerdote não sabe a Palavra, o povo se perde (Os 4:6). Mas, se ele conhece a lei do Senhor e a explica com clareza, o povo aprende a obedecer a Deus (II Cr 17:7-10; Ne 8:7-11). “Malaquias concede ao sacerdote o papel de conselheiro, procurado por pessoas que precisam de orientação em situações especiais, e para isso era essencial ter uma experiência pessoal com Deus e conhecimento da sua lei.”. O sacerdote é procurado porque é um mensageiro de Deus, e como tal, tem sempre uma orientação divina a dar. Ao ser procurado, o pastor não pode negligenciar a palavra de Deus e a verdade de Deus. Deve estar com ela na “ponta da língua”. Não deve ter medo de se “queimar”, de se “desgastar”. Há de proferi-la com educação, com sabedoria, com respeito, mas, sobretudo, com firmeza e convicção. A Palavra é a única chance de cura da ovelha. E o pastor a tem dentro de si, pois vive na presença de Deus. É seu dever ensinar! De seus lábios, em vez de iniqüidade, sai à palavra de Deus. A ovelha ouve, se edifica e se alegra. Assim fizeram Judas e Silas, que eram também profetas, consolaram os irmãos com muitos conselhos e os fortaleceram. (At 15:32)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber o que é direito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a pregação de Malaquias pode ser considerada como uma mensagem forte, grave e contundente. Ocorre que o profeta sabe que o povo perdeu a noção do que é certo e reto, a nação israelita está em franca desobediência e ainda pergunta a Deus em que o desobedece, o aborrece, o rouba. Um cinismo tomou conta do povo eleito. Como isso pôde acontecer? Os sacerdotes se tornaram desonestos no ensino e na prática da lei de Moisés, destruíram “a aliança divina com Levi” e por isso, “o povo transgredia mais generalizadamente através do casamento com pagãos, abandonando suas esposas para poderem se casar novamente”. Malaquias afirma que o povo de Deus só sabe o que é certo quando os sacerdotes são fiéis. Estes foram designados para apresentar o conhecimento e a vontade de Deus. Que honra! É por isso que o profeta declara: da sua boca devem os homens procurar a instrução. Apesar do fracasso da maioria dos docentes (professores), o povo não deveria deixar de buscar o conhecimento divino, pois sempre há verdadeiros e fiéis sacerdotes no meio dos falsos. Haverá sempre aqueles que andam com Deus (Gn 5:22,24; 6:9). E quando o povo encontra um fiel pastor, até mesmo os murmuradores hão de aceitar [a] instrução. (Is 29:24)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sacerdotes são mensageiros De Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a desobediência e o mau exemplo vêm de cima, isto é, da liderança, o povo perde a referência espiritual e se perde. Com o tempo, aqueles que foram separados para ensinar a sabedoria e a vontade de Deus, deixam de ser vistos como homens de Deus e passam a ser percebidos como pessoas comuns, mercenarios. Em alguns casos, até inferiores a líderes seculares. Ao ver esse declínio do sacerdócio em Israel, Malaquias profetizou afirmativamente: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[O sacerdote] é mensageiro do Senhor dos Exércitos. E todos deveriam saber isto: a função principal do sacerdote é instruir conforme a lei moral que é fundamentada na verdade de Deus. O povo, porém, reconhece o sacerdote como legítimo mensageiro de Deus, muito mais pelo viver dele de acordo com a lei que ensina e por sua real comunhão com Deus. Isto quer dizer que o pastor de hoje deve viver a palavra e ter o Senhor Jesus Cristo como modelo de fé e conduta cristã. Jamais o povo deve confundir o pastor com um empresário, um profissional liberal, um funcionário público. Não! O pastor fiel é mensageiro divino, é transmissor do pacto eterno, e como Malaquias, é capaz de esquadrinhar “profundamente os problemas de hipocrisia, infidelidade, casamentos mistos, divórcio, falso culto e arrogância.”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo exposto acima, se vê que o quanto é importante o ensino verdadeiro das Escrituras Sagradas para o povo de Deus, o quanto é fundamental que aqueles que ensinam sejam fiéis a aliança feita por Deus com seu povo. Se o sacerdote for infiel, o povo o será. “Tal sacerdote, tal povo!” (Os 4:4 e 9). Por tudo isso, a função sacerdotal ou pastoral é incrivelmente influente, seja para o bem, seja para o mal. Se o sacerdote for infiel no ensino da palavra, o povo se perderá; se for fiel, o povo se achará e será salvo, pois o próprio Deus é quem falará e se revelará por intermédio do ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRATICANDO A PALAVRA DE DEUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento bíblico precisa ser guardado - Malaquias profetizou: Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento. Quantos sermões bíblicos você já ouviu? Quantas Lições Bíblicas já estudou? Quantas palestras bíblicas já escutou? Quantas vezes você já leu a Bíblia? Seguramente, o Espírito Santo tem ensinado a você os caminhos de Cristo. Você é um sacerdote (Ap. 1:6; 5:10). Quanto ensinamento já recebeu não é verdade? Nessa condição, é seu dever guardar esse conhecimento, ou seja, você deve praticá-lo, vivenciá-lo, aplicá-lo em sua vida diária. É pecado conhecer e não praticar (Tg 1:22-25). Guarde o ensino e seja um crente maduro, em nome de Jesus (Ef 4:11-14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orientação correta precisa ser oferecida - Malaquias profetizou: ... da sua boca devem os homens procurar a instrução. De fato, na boca do pastor fiel os salvos acham direção, caminho seguro. Depois de ter pregado muitos sermões bíblicos, depois de já ter ministrado muitas Lições Bíblicas, depois de já ter ensinado muitos temas espirituais, que balanço você faz? De sua boca, saiu mais ensino que conduzirá os fiéis à vida ou à morte? Lembre-se: é da língua dos mestres que saem os ensinos certos que levarão à obediência e às bênçãos ou os ensinos errados que conduzirão à desobediência e às maldições divinas (Tg 3:1-12; Dt 28). Portanto, se você prega, ensina ou ministra a palavra, faça-o com fidelidade e verdade (II Tm 2:5; Tt 1:1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem divina precisa ser anunciada - Malaquias profetizou: ... porque ele é mensageiro do Senhor dos Exércitos. Paulo costumava repetir: “Estou certo!” Ele tinha segurança no que cria e ensinava. Sabia de quem o tinha recebido. Era um mensageiro do Senhor! Como sofreu! Mas se dispôs. Atenção: a verdade de Cristo precisa ser anunciada. Mas como ouvirão, se não há quem pregue? (Rm 10:14). Você, que há muito tempo conhece a aliança eterna, por que se calou? Cansou de ensinar? Levante-se, em nome de Jesus! Disponha-se outra vez. Volte à docência. Você é um mensageiro do Senhor! Coloque a mensagem de novo em ação, ao alcance dos crentes, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado (Mt 28:20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está na hora de os verdadeiros sacerdotes, os verdadeiros pastores, os verdadeiros mestres, os verdadeiros professores do evangelho de Cristo entrarem em ação, tendo como arma a espada do Espírito, que é a palavra de Deus (Ef 6:17). A hora é agora! Os ouvintes estão sedentos e precisam receber a verdadeira instrução, os verdadeiros conselhos divinos, para que, finalmente, saibam viver de forma que agrade a Deus. A verdadeira guerra espiritual é esta: a luta da verdade contra a mentira. Cujo alicerce da verdade encontra-se numa das promessas mais robusta de Jesus: ... e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (Jo 8:32).</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/3097575279685430017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2010/12/biblia-espada-do-espirito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/3097575279685430017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/3097575279685430017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2010/12/biblia-espada-do-espirito.html' title='A BIBLIA, A ESPADA DO ESPIRITO'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-7086414894875070433</id><published>2010-12-27T17:57:00.000-08:00</published><updated>2010-12-27T17:59:27.903-08:00</updated><title type='text'>O QUE É UM LEVITA?</title><content type='html'>Muitas vezes os ministros de louvor e músicos evangélicos são chamados de &quot;levitas&quot;. Tal costume não é muito antigo, mas parece que já está se tornando tradição. No Novo Testamento não temos referência a ministros de louvor nem a instrumentistas na igreja. Jesus disse que o Pai procura adoradores (João 4.24). O ensino apostólico, por sua vez, incentiva todos os cristãos a prestarem culto ao Senhor, com salmos, hinos e cânticos espirituais (Ef.5.18-20; Col. 3.16). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde então vem o conceito de &quot;levita&quot;? Tomamos por empréstimo de Israel e do Velho Testamento. Originalmente, &quot;levita&quot; significa descendente de Levi, que era um dos 12 filhos de Jacó. Os levitas começaram a se destacar entre as 12 tribos de Israel por ocasião do episódio do bezerro de ouro. Quando Moisés desceu do monte e viu o povo entregue à idolatria, encheu-se de ira e cobrou um posicionamento dos israelitas. Naquele momento, os descendentes de Levi se manifestaram para servirem somente ao Senhor (Êx.32.26). Daí em diante, os levitas se tornaram ministros de Deus. Dentre eles, alguns eram sacerdotes (família de Aarão) e os outros, seus auxiliares. Embora os sacerdotes fossem levitas, tornou-se habitual separar os dois grupos. Então, muitas das vezes em que se fala sobre os levitas no Velho Testamento, a referência se aplica aos ajudantes dos sacerdotes. Seu serviço era cuidar do tabernáculo e de seus utensílios, inclusive carregando tudo isso durante a viagem pelo deserto (Núm. capítulos.3, 4, 8, 18). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele tempo, os levitas não eram responsáveis pela música no tabernáculo. Afinal, não havia uma parte musical no culto estabelecido pela lei de Moisés, embora as orações e sacrifícios incluíssem o sentido de louvor, adoração e ações de graças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito tempo depois, Davi inseriu a música como parte integrante do culto. Afinal, ele era músico e compositor desde a sua juventude (I Sm.16.23). Então, atribuiu a alguns levitas a responsabilidade musical. Em I Crônicas (9.14-33; 23.1-32; 25.1-7), vemos diversas atribuições dos levitas. Havia então entre eles porteiros, guardas, padeiros e também cantores e instrumentistas (II Crônicas 5.13; 34.12). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o paralelo existente entre Israel e a igreja de Jesus Cristo, podemos até utilizar o nome &quot;levita&quot;, embora não sejamos descendentes de Levi. Mas, se queremos assim considerar, então todos os que servem em qualquer ministério podem ser chamados &quot;levitas&quot;. O levita é aquele que executa qualquer serviço ligado ao culto. O levita é simplesmente um servo e não alguém que esteja na igreja para ser alvo da glória humana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles levitas, designados por Davi para o louvor, eram liderados por Asafe, Hemã e Jedutum, e tinham a tarefa de PROFETIZAR com harpas, alaúdes e saltérios (I Crônicas 25.1). Nessa época, surgiu a maior parte dos salmos de Israel. Hoje, podemos testificar que aqueles levitas eram mesmo profetas. Através deles o Espírito Santo falava ao povo. Além disso, eram mestres no que realizavam (I Crô.25.7). E nós? O que somos? Se queremos usar o nome de &quot;levitas&quot; precisamos nos dispor para o serviço e para caminhar em direção a um nível de qualidade excelente no ministério. &lt;br /&gt;O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos. (Oséias 4) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque eu quero misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos.(Oséias 4).&lt;br /&gt;Levitas na casa do Senhor</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/7086414894875070433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2010/12/o-que-e-um-levita.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/7086414894875070433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/7086414894875070433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2010/12/o-que-e-um-levita.html' title='O QUE É UM LEVITA?'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-4129992162218106529</id><published>2010-12-23T12:13:00.001-08:00</published><updated>2010-12-23T15:38:48.876-08:00</updated><title type='text'>Maria, mãe de Jesus</title><content type='html'>Maria, a virgem, mãe de Jesus. Todas as informações a seu respeito, somente as Escrituras é que no-las  dá. Diz ela que no sexto mês após a concepção de João Batista foi enviado o anjo Gabriel a Nazaré, cidade ou aldeia da Galiléia, a uma virgem chamada Maria, que ali morava, desposada com um carpinteiro de nome José, Lucas 1.26,27, reconhecido como descendente de Davi. Não se diz que a virgem também o fosse; muitos acreditam que também pertencia à mesma linhagem, porque, diz o anjo, que o filho que ia nascer dela receberia o “trono de seu pai Davi”, e que “foi feito da linhagem de Davi, segundo a carne”, Romanos 1.3; 2Timoteo 2.8 cp. Atos 2.30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a opinião de muitos doutores é que a genealogia de Cristo, como a dá em Lucas, Lucas 3.23-38, é pelo lado materno, vindo de Eli, que se supõe ser o pai dela. Como quer que seja, o anjo Gabriel saudou a Maria, dizendo: “Salve! Agraciada; o Senhor é contigo”, anunciando-lhe  que ela teria um filho a quem deveria chamar Jesus. “Este sra grande, será chamado Filho do Altíssimo; Deus o Senhor lhe dará o trono de Davi, seu pai, ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim”, Lucas 1.32,33. Quando Maria perguntou como se faria isso, visto não conhecer varão, o anjo lhe respondeu: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus”, Lucas 1.35. Estas declarações revelaram a Maria que ela foi escolhida para ser a mãe do Messias. Com humildade, aceitou a honra que Deus misteriosamente lhe concedia. Para seu conforto o anjo Gabriel a informou de que a sua parenta Isabel ia também ser mãe, pelo que Maria se apressou a caminhar para as montanhas a uma cidade de Judá, onde moravam Zacarias e sua mulher Isabel. À sua entrada Isabel cientificou-se da honra que ia receber e por uma inspiração de momento proferiu o cântico de louvor. Por sua vez, Maria entoou o hino de graças denominado “A Magnífica”, Lucas 1.46-55. Isto nos dá a entender a profunda piedade e a solene alegria com que estas santas mulheres contemplaram o poder e a graça de Deus que por seu intermédio ia realizar as antigas promessas feitas a Israel, e trazer a salvação ao mundo. Maria permaneceu em casa de Isabel até pouco antes do nascimento de João Batista, e voltou para Nazaré. Revelada que foi a origem de sua concepção, a José por meio de um sonho, quando ele pensava em deixá-la secretamente, Mateus 1.18-21. Deus ordenou-lhe que a recebesse por mulher, e que ela teria um filho que se chamaria Jesus, porque ele salvaria seu povo dos pecados deles, Mateus 1.24,25, em virtude do que havia dito o Senhor pelo profeta Isaías que ele nasceria da uma Virgem; José obedeceu reverentemente; recebeu-a por mulher, e não a conheceu enquanto não deu à luz ao seu primogênito, e lhe pôs por nome Jesus, Mateus 1.24,25. Pelo casamento, a Virgem ficou abrigada de más suspeitas e o filho que lhe nasceu foi tido como filho de José, segundo a lei, e como tal herdeiro de Davi. O nascimento deu-se em Belém. Um decreto de César Augusto ordenou que todo o mundo se alistasse, em virtude do qual, José teve de ir à cidade de Davi, como seu descendente, acompanhado de sua esposa Maria. Não encontrando lugar na hospedaria foram obrigados a abrigar-se em uma estrebaria. Ali nasceu Jesus; sua mãe o enfaixou e o deitou em uma manjedoura, Lucas 2.7. Com reverente e confiante assombro, Maria ouviu a narração dos pastores, relatando a visão dos anjos e o cântico que tinham ouvido, anunciando paz ao mundo pelo nascimento do Salvador. Portanto ela ainda não sabia que seu filho era Deus que se fez carne; apenas sabia que ele ia ser o Messias, e com verdadeira piedade esperava que Deus lhe desse luz sobre a missão de seu filho. No quadragésimo dia depois de nascido o menino, José e Maria o levaram a Jerusalém para o apresentarem diante do Senhor e oferecerem no templo o que a lei ordenava às mães, Levitico 11.2,6,8. Os animais oferecidos deviam ser um par de rolas, ou dois pombinhos, indicando as humildes condições da família. Ao apresentarem o menino no templo, encontraram o velho Simeão que se regozijou pelo nascimento do Messias, porém profetizou a sua mãe que ela teria grandes dores e tristezas pelo que a ele havia de acontecer, Lucas 2.35. Parece que, depois disto, José e Maria voltaram para Belém, Mateus 2.11. Ali foram ter os magos do oriente que vieram adorar a Jesus, Mateus 2.1-11. Em seguida o casal fugiu para o Egito levando o menino, regressando mais tarde para Nazaré em obediência a instruções divinas. Ali deveria ele dedicar-se à educação do filho da promessa que lhe havia sido confiado, e cujo futuro era objeto de constante cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos traços do caráter de Maria desenha-se quando o menino tinha doze anos. Piedosamente em companhia de seu esposo, ia anualmente a Jerusalém por ocasião da festa da páscoa, Lucas 2.41, se bem que as mulheres não estavam sujeitas a esta obrigação, Êxodo 23.17. Com igual piedade, José e Maria levaram consigo o menino, logo que ele atingiu a idade, quando era costume que as crianças deveriam comparecer ao templo. A sua demora na casa de Deus e as suas palavras na discussão com os doutores, foi motivo de causar maior espanto a seus pais. “E sua mãe conservava todas estas palavras no seu coração”, Lucas 2.51. Maria ainda não havia compreendido toda a grandeza real de seu filho, nem de que modo realizaria a sua missão. Com reverência e cheia de confiança ia cumprindo o seu dever, educando o menino para o serviço de Deus, o que ela realmente fez enquanto ele esteve debaixo de sua autoridade. Se os “Irmãos do Senhor” eram, como é provável, filhos de José e de Maria, nascidos depois que Jesus apareceu, Maria deveria ter sido mãe de grande família. O evangelho também fala das irmãs de Jesus, Marcos 6.3. Nada mais se diz a respeito te Maria até ao princípio do ministério público de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparece então nas bodas de Caná de Galiléia, João 2.1-10. Evidentemente regozijou-se  em ver que seu filho assumia as funções do oficio messiânico, e, sem reservas, creu nele. Imprudentemente, porém, ela pretendeu dirigir os seus atos, o que provocou da parte dele uma repreensão respeitosa. Maria devia compreender que, na sua obra, ela participava apenas como sua companheira. Na qualidade de filho, prestava-lhe reverência, porém na qualidade de Messias e Salvador ele só a poderia ter como discípula, precisando igualmente, com os demais, a salvação que ele veio trazer ao mundo. Verdade semelhante se repete em outra ocasião quando ela aparece, Mateus 12.46-50; Marcos 3.31-35; Lucas 8.19-21. No grande dia das parábolas, estando ele ensinando o povo, Maria e os irmãos de Jesus desejavam vê-lo, talvez com o intuito de afastá-lo dos perigos que a oposição lhe criava. Respondendo, fez notar que as relações espirituais entre ele e seus discípulos eram mais importantes do que os laços de família. “Todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, e irmã e mãe”, Mateus 12.50. Enquanto Cristo prosseguia em seu ministério, sua mãe e seus irmãos, parece que continuavam a morar em Nazaré. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ato da crucifixão, aparece Maria com outras mulheres, perto da cruz. Ao contrário dos irmãos de Jesus, João 7.5, ela sempre creu na missão salvadora de seu filho, e por isso não é de estranhar que o acompanhasse ate a última e fatal jornada a Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dominada pelo amor de mãe, e pelos afetos de um discípulo, contemplou-o pregado à cruz e nesta hora de suprema angústia, ele dirigiu-lhe a palavra entregando-a aos cuidados do amado discípulo João, que desde essa hora a levou para sua casa, João 19.25-27. Depois da assenção de Jesus, ela se encontra, na companhia dos apóstolos no quarto alto de Jerusalém, Atos 1.14, e nada mais nos diz a Escritura a seu respeito. Não se sabe, quando e de que modo morreu. O seu túmulo vê-se no vale de Cedrom, mas não se pode crer na sua legitimidade, por falta de bons testemunhos. Há muitas lendas a respeito de Maria, nenhuma, porém, digna de fé. A Escritura apresenta-a como simples modelo de fé e de piedade.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/4129992162218106529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2010/12/maria-mae-de-jesus.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/4129992162218106529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/4129992162218106529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2010/12/maria-mae-de-jesus.html' title='Maria, mãe de Jesus'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3959200768837357463.post-2893899614487149905</id><published>2010-12-23T12:07:00.000-08:00</published><updated>2010-12-23T12:09:25.431-08:00</updated><title type='text'>Historia da Igreja Primitiva</title><content type='html'>A palavra igreja vem do grego ekklesia, que tem origem em kaleo (&quot;chamo ou convoco&quot;). Na literatura secular, ekklesia referia-se a uma assembléia de pessoas, mas no Novo Testamento (NT) a palavra tem sentido mais especializado. A literatura secular podia usar a apalavra ekklesia para denotar um levante, um comício, uma orgia ou uma reunião para qualquer outra finalidade. Mas o NT emprega ekklesia com referência à reunião de crentes cristãos para adorar a Cristo.&lt;br /&gt;Que é a igreja? Que pessoas constituem esta &quot;reunião&quot;? Que é que Paulo pretende dizer quando chama a igreja de &quot;corpo de Cristo&quot;?&lt;br /&gt;Para responder plenamente a essas perguntas, precisamos entender o contexto social e histórico da igreja do NT. A igreja  primitiva surgiu no cruzamento das culturas hebraicas e helenística. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundada &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarenta dias depois de sua ressurreição, Jesus deu instruções finais aos discípulos e ascendeu ao céu (At 1.1-11). Os discípulos voltaram a Jerusalém e se recolheram durante alguns dias para jejum e oração, aguardando o ES, o qual Jesus disse que viria. Cerca de 120 pessoas seguidores de Jesus aguardavam.&lt;br /&gt;Cinqüenta dias após a Páscoa, no dia de Pentecoste, um som como um vento impetuoso encheu a casa onde o grupo se reunia. Línguas de fogo pousaram sobre cada um deles e começaram a falar em línguas diferente da sua conforme o Espírito Santo os capacitava. Os visitantes estrangeiros ficaram surpresos ao ouvir os discípulo falando em suas próprias línguas. Alguns zombaram, dizendo que deviam estar embriagados (At 2.13).&lt;br /&gt;Mas Pedro fez calar a multidão e explicou que estavam dando testemunho do derramamento do Espírito Santo predito pelos profetas do Antigo Testamento (AT) (At 2.16-21; Jl 2.28-32). Alguns dos observadores estrangeiros perguntaram o que deviam fazer para receber o Espírito Santo. Pedro disse: &quot; Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo &quot; (At 2.38). Cerca de 3 mil pessoas aceitaram a Cristo como seu Salvador naquele dia (Atos 2.41).&lt;br /&gt;Durante alguns anos Jerusalém foi o centro da igreja. Muitos judeus acreditavam que os seguidores de Jesus eram apenas outra seita do judaísmo. Suspeitavam que os cristãos estavam tentando começar um nova &quot;religião de mistério&quot; em torno  de Jesus de Nazaré.&lt;br /&gt;É verdade que muitos dos cristãos primitivos continuaram a cultuar no templo (At 3.1) e alguns insistiam em que os convertidos gentios deviam ser circuncidados (At 15). Mas os dirigentes judeus logo perceberam que os cristãos eram mais do que uma seita. Jesus havia dito aos judeus que Deus faria uma Nova Aliança com aqueles que lhe fossem fiéis (Mt 16.18);  ele havia selado esta aliança com seu próprio sangue (Lc 22.20). De modo que os cristãos primitivos proclamavam com ousadia haverem herdados os privilégios  que Israel conhecera outrora. Não eram simplesmente uma parte de Israel - eram o novo Israel (Ap 3.12; 21.2; Mt 26.28; Hb 8.8; 9.15). &quot;Os líderes judeus tinham um medo de arrepiar, porque este novo e estranho ensino não era um judaísmo estreito, mas fundia o privilégio de Israel na alta revelação de um só Pai de todos os homens.&quot; (Henry Melvill Gwatkin, Early Church History,  pag 18).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Comunidade de Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros cristãos formavam uma comunidade estreitamente unida em Jerusalém após o dia de Pentecoste. Esperavam que Cristo voltasse muito em breve.&lt;br /&gt;Os cristãos de Jerusalém repartiam todos os seus bens materiais (At 2.44-45). Muitos vendiam suas propriedades e davam à igreja o produto da venda, a qual distribuía esses recursos entre o grupo ( At  4.34-35).&lt;br /&gt;Os cristãos de Jerusalém ainda iam ao templo para orar (At 2.46), mas começaram a partilhar  a Ceia do Senhor em seus próprios lares (At 2.42-46). Esta refeição simbólica trazia-lhes à mente sua nova aliança com Deus, a qual Jesus havia feito sacrificando seu próprio corpo e sangue.&lt;br /&gt;Deus operava milagres de cura por intermédio desses primeiros cristãos. Pessoas enfermas reuniam-se no templo de sorte que os apóstolo pudessem tocá-las em seu caminho para a oração (At 5.12-16). Esses milagres convenceram muitos de que os cristãos estavam verdadeiramente servindo a Deus. As autoridades do templo, num esforço por suprimir o interesse das pessoas na nova religião, prenderam os apóstolos. Mas Deus enviou um anjo para libertá-los (At 5.17-20),  o que provocou mais excitação.&lt;br /&gt;A igreja crescia com tanta rapidez que os apóstolos tiveram de nomear sete homens para distribuir víveres às viúvas necessitadas. O dirigente desses homens era Estevão, &quot;homem cheio de fé e do  Espírito Santo&quot; (At 6.5). Aqui vemos o começo do governo eclesiástico. Os apóstolos tiveram de delegar alguns de seus deveres a outros dirigentes. À medida que o tempo passava, os ofícios da igreja foram dispostos numa estrutura um tanto complexa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Assassínio de Estevão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia um grupo de judeus apoderou-se de Estevão e, acusando-o de blasfêmia, o levou à presença do conselho do sumo sacerdote. Estevão fez uma eloqüente defesa da fé cristã, explicando como Jesus cumpriu as antigas profecias referentes ao Messias que libertaria seu povo da escravidão do pecado. Ele denunciou os judeus como &quot;traidores e assassinos&quot; do filho de Deus (At 7.52). Erguendo os olhos para o céu, ele exclamou que via a Jesus em pé à destra de Deus ( At 7.55). Isso enfureceu os judeus, que o levaram para fora da cidade e o apedrejaram (At 7.58-60).&lt;br /&gt;Esse fato deu início a uma onde de perseguição que levou muitos cristãos a abandonarem Jerusalém (At 8.1). Alguns desses cristãos estabeleceram-se entre os gentios de Samaria, onde fizeram muitos convertidos (At 8.5-8). Estabeleceram congregações em diversas cidades gentias, como Antioquia da Síria. A princípio os cristãos hesitavam em receber os gentios na igreja, porque eles viam a igreja como um cumprimento da profecia judaica. Não obstante, Cristo havia instruído seus seguidores a fazer &quot;discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo&quot; (Mt 28.19). Assim, a conversão dos gentios foi &quot;tão-somente o cumprimento da comissão do Senhor, e o resultado natural de tudo o que havia acontecido...&quot; (Gwatkin, Early Church History, p. 56). Por conseguinte, o assassínio de Estevão deu início a uma era de rápida expansão da igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividades Missionárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo havia estabelecido sua igreja na encruzilhada do mundo antigo. As rotas comerciais traziam mercadores e embaixadores através da Palestina, onde eles entravam em contato com o evangelho. Dessa maneira, no livro de Atos vemos a conversão de oficiais de Roma (At 10.1-48), da Etiópia ( At 8.26-40), e de outras terras.&lt;br /&gt;Logo depois da morte de Estevão, a igreja deu início a uma atividade sistemática para levar o evangelho a outras nações. Pedro visitou as principais cidades da Palestina, pregando tanto a judeus como aos gentios. Outros foram para a Fenícia, Chipre e Antioquia da Síria. Ouvindo que o evangelho era bem recebido nessas regiões, a igreja de Jerusalém enviou a Barnabé para incentivar os novos cristãos em Antioquia (At 11.22-23). Barnabé, a seguir, foi para Tarso em busca do jovem convertido Saulo (Paulo) e o levou para a Antioquia, onde ensinaram na igreja durante um ano (At 11.26).&lt;br /&gt;Um profeta por nome Ágabo predisse que o Império Romano sofreria uma grande fome sob o governo do Imperador Cláudio. Herodes Agripa estava perseguindo a igreja em Jerusalém; Ele já havia executado a Tiago, irmão de João, e tinha lançado Pedro na prisão (At 12.1-4). Assim os cristãos de Antioquia coletaram dinheiro para enviar a seus amigos em Jerusalém, e despacharam Barnabé e Paulo com o socorro. Os dois voltaram de Jerusalém levando um jovem chamado João Marcos (At 12.25). Por esta ocasião, diversos evangelistas haviam surgido no seio da igreja de Antioquia, de modo que a congregação enviou Barnabé e Paulo numa viagem missionária à Ásia Menor (At 13-14). Esta foi a primeira de três grandes viagens missionárias que Paulo  fez para levar o evangelho aos recantos longínquos do Império Romano. &lt;br /&gt;Os primeiros missionários cristãos concentraram seus ensinos na Pessoa e obra de Jesus Cristo. Declararam que ele era o servo impecável e Filho de Deus que havia dado sua vida para expiar os pecados de todas as pessoas que depositavam sua confiança nele (Rm 5.8-10). Ele era aquele a quem Deus ressuscitou dos mortos para derrotar o poder do pecado (Rm 4.24-25; 1Co 15.17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governo Eclesiástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio, os seguidores de Jesus não viram a necessidade de desenvolver um sistema de governo da Igreja. Esperavam que Cristo voltasse em breve, por isso tratavam os problemas internos à medida  que surgiam - geralmente de um modo muito informal.&lt;br /&gt;Mas o tempo em que Paulo escreveu suas cartas às igrejas, os cristãos reconheciam a necessidade de organizar o seu trabalho. O NT não nos dá um quadro pormenorizado deste governo da igreja primitiva. Evidentemente, um ou mais presbíteros presidiam os negócios de cada congregação (Rm 12.6-8; 1Ts 5.12; Hb 13.7,17,24), exatamente como os anciãos faziam nas sinagogas judaicas. Esses anciãos (ou presbíteros) eram escolhidos pelo Espírito Santo (At 20.28), mas os apóstolos os nomeavam (At 14.23). Por conseguinte, o Espírito Santo trabalhava por meio dos apóstolos ordenando líderes pra o ministério. Alguns  ministros chamados  evangelistas parecem ter viajado de uma congregação para outra, como faziam os apóstolos. Seu título significa &quot;homens que manuseiam o evangelho&quot;. Alguns têm achado que eram todos representantes pessoais dos apóstolos, como Timóteo o foi de Paulo; outros supõem que obtiveram esse nome por manifestarem  um dom especial de evangelização. Os anciãos assumiam os deveres pastorais normais entre as visitas desses evangelistas.&lt;br /&gt;Algumas cartas do NT referem-se a bispos na igreja primitiva. Isto é um bocado confuso, visto que esses &quot;bispos&quot; não formavam uma ordem superior da liderança eclesiástica como ocorre em algumas igrejas onde o título é usado hoje. Paulo lembrou aos presbíteros de Éfeso que eles eram bispos (At 20.28), e parece que ele usa os termos presbítero e bispo intercambiavelmente (Tt 1.5-9). Tanto os bispos como os presbíteros estavam encarregados de supervisar uma congregação. Evidentemente, ambos os termos se referem aos mesmos ministros  da igreja primitiva, a saber, os presbíteros.&lt;br /&gt;Paulo e os demais apóstolos reconheceram que o ES concedia habilidades especiais de liderança a certas pessoas (1Co 12.28). Assim, quando conferiam um título oficial a um irmão ou irmã em Cristo, estavam confirmando o que o Espírito Santo já havia feito.&lt;br /&gt;A igreja primitiva não possuía um centro terrenal de poder. Os cristãos entendiam que Cristo era o centro de todos os seus poderes (At 20.28). O ministério significava servir em humildade, em vez de governar de uma posição elevada (Mt 20.26-28). Ao tempo em que Paulo escreveu suas epístolas pastorais, os cristãos reconheciam a importância de preservar  os ensinos de Cristo por intermédio de ministros que se devotavam a estudo especial, &quot;que maneja bem a palavra da verdade&quot;  (2Tm 2.15). A igreja primitiva não oferecia poderes mágicos, por meio de rituais ou de qualquer outro modo. Os cristãos convidavam os incrédulos para fazer parte de seu grupo, o corpo de Cristo  (Ef 1.23),  que seria salvo como um todo. Os apóstolos e os evangelistas proclamavam que Cristo voltaria para o seu povo, a &quot;noiva&quot; de Cristo (Ap 21.2; 22.17). Negavam que indivíduos pudessem obter poderes especiais de Cristo para seus próprios fins egoístas (At 8.9-24; 13.7-12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padrões de Adoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto que os cristãos primitivos adoravam juntos, estabeleceram padrões de adoração que diferiam muito dos cultos da sinagoga. Não temos um quadro claro da adoração Cristã primitiva até 150 dC, quando Justino Mártir descreveu os cultos típicos de adoração. Sabemos que a igreja primitiva realizava seus serviços no domingo, o primeiro dia sa semana. Chamavam-no de &quot;o Dia do Senhor&quot; porque foi o dia em que Cristo ressurgiu dos mortos. Os primeiros cristãos reuniam-se no templo em Jerusalém, nas sinagogas, ou nos lares ( At 2.46; 13.14-16; 20.7-8). Alguns estudiosos crêem que a referência aos ensino de Paulo na escola de Tirano (At 19.9) indica que os primitivos cristãos às vezes alugavam prédios de escola ou outras instalações. Não temos prova alguma de que os cristãos tenham construído instalações especial para seus cultos de adoração durante mais de um século após o tempo de Cristo. Onde os cristãos eram perseguidos, reuniam-se em lugares secretos como as catacumbas (túmulos subterrâneos) de Roma.&lt;br /&gt;Crêem os eruditos que os primeiros cristãos adoravam nas noites de domingo, e que seu culto girava em torno da Ceia do Senhor. Mas nalgum  ponto os cristãos começavam a manter dois cultos de adoração no domingo, conforme descreve Justino Mártir - um bem cedo de manhã e outro ao entardecer. As horas eram escolhidas por questão de segredo e para atender às pessoas trabalhadoras que não podiam comparecer aos cultos de adoração durante o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ordem do Culto: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente o culto matutino era uma ocasião de louvor, oração e pregação. O serviço improvisado de adoração dos cristãos no Dia de Pentecoste sugere um padrão de adoração que podia ter sido geralmente adotado. Primeiro, Pedro leu as Escrituras. Depois pregou um sermão que aplicou as Escrituras à situação presente dos adoradores (At 2.14-36). As pessoas que aceitavam a Cristo eram batizadas, seguindo o exemplo do próprio Senhor.  Os adoradores participavam dos cânticos, dos testemunhos ou de palavras de exortação        (1Co 14.26).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ceia do Senhor: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primitivos cristãos tomavam a refeição para  comemorar a libertação do povo de Deus. A Última Ceia, na qual Jesus e seus discípulos comeram era a festa da Páscoa. Os temas dos dos eventos eram os mesmo. Na Páscoa os judeus regozijavam-se porque Deus os havia libertado de seus inimigos e aguardavam com expectação o futuro como filhos de Deus. Hoje a  Ceia do Senhor, e comemorada pelos cristãos, isto e celebra o modo como Jesus os havia libertado do pecado e expressavam sua esperança pelo dia quando Cristo voltaria   (1Co 11.26).  A Ceia do Senhor e uma refeição completa que os cristãos partilham em suas congregações. Cada convidado traz um prato para a mesa comum. A refeição começava  com oração e com o comer de pedacinhos de um único pão que representa o corpo partido de Cristo. Encerra-se a refeição com outra oração e a seguir participam de uma taça de vinho, que representava o sangue vertido de Cristo.&lt;br /&gt;Algumas pessoas conjeturam que os cristãos estão  participando de um rito secreto quando observam a Ceia do Senhor, e inventaram estranhas histórias a respeito desses cultos. O imperador Trajano proscreveu essas reuniões secretas por volta do ano 100 dC. Nesse tempo os cristãos começaram a observar a Ceia do Senhor durante o culto matutino de adoração, aberto ao público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Batismo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O batismo era um acontecimento comum da adoração cristã no templo de Paulo  (Ef 4.5). Contudo, os cristãos não foram os primeiros a celebrar o batismo. Os judeus batizavam seus convertidos gentios; algumas seitas judaicas praticavam o batismo como símbolo de purificação, e João Batista fez dele uma importante parte de seu ministério. O NT não diz se Jesus batizava regularmente seus convertidos, mas numa ocasião, pelo menos, antes da prisão de João, ele foi encontrado batizando. Em todo o caso, os primitivos cristãos eram batizados em nome de Jesus, seguindo o seu próprio exemplo (Mc 1.10; Gl 3.27).&lt;br /&gt;Parece que os primitivos cristãos interpretavam o significado do batismo de vários modos - como símbolo da morte de uma pessoa para o pecado (Rm 6.4; Gl 2.12), da purificação  de pecados (At 22.16; Ef 5.26), e da nova vida em Cristo (At 2.41; Rm 6.3). De quando em quando toda a família de um novo convertido era batizada (At 10.48; 16.33; 1Co 1.16), o que pode significar o desejo da pessoa de consagrar a Cristo tudo quanto tinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calendário Eclesiástico: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O NT não apresenta evidência alguma de que a igreja primitiva observava quaisquer dias santos, a não ser sua adoração no primeiro dia da semana (At 20.7; 1Co 16.2; Ap 1.10). Os cristãos não observam o domingo como dia de descanso até ao quarto século de nossa era, quando o imperador Constantino designou-o como um dia santo para todo o Império Romano. Os primitivos cristãos não confundiam o domingo com o sábado judaico, e não faziam tentativa alguma para aplicar a ele a legislação referente ao sábado.&lt;br /&gt;O historiador Eusébio diz-nos que os cristãos celebravam a Páscoa desde os tempos apostólicos; 1Co 5.6-8 talvez se refira a uma Páscoa cristã na mesma ocasião da Páscoa judaica. Por volta do ano 120 dC, a igreja de Roma mudou a celebração para o domingo após a Páscoa judaica enquanto a igreja Ortodoxa Oriental continuou a celebrá-la na Páscoa Judaica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conceito do NT sobre a Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante pesquisar vários conceitos de igreja no NT. A Bíblia refere-se aos primeiros cristãos como família e templo de Deus, como rebanho e noiva de Cristo, como sal, como fermento, como pescadores, como baluarte sustentador da verdade de Deus, de muitas outras maneiras. Pensava-se na igreja como uma comunidade mundial única de crentes, da qual cada congregação local era afloramento e amostra. Os primitivos escritores cristãos muitas vezes se referiam à igreja como o &quot;corpo de Cristo&quot; e o &quot;novo Israel&quot;.  Esses dois conceitos revelam muito da compreensão que os primitivos cristãos tinham da sua missão no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Corpo de Cristo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo descreve a igreja como &quot;um só corpo em Cristo&quot; (Rm 12.5) e &quot;seu corpo&quot; (Ef 1.23). Em outras palavras, a igreja encerra numa comunhão única de vida divina todos os que são unidos a Cristo pelo Espírito Santo mediante a fé. Esses participam da ressurreição  (Rm 6.8), e são a um tempo chamados e capacitados  para continuar seu ministério de servir e sofrer para abençoar a outros (1Co 12.14-26). Estão ligados numa comunidade que personifica o reino de Deus no mundo.&lt;br /&gt;Pelo fato de estarem ligados a outros cristãos, essas pessoas entendiam que o que faziam com seus próprios corpos e capacidades era muito importante (Rm 12.1; 1Co 6.13-19; 2Co 5.10). Entendiam que as várias raças e classes tornam-se uma em Cristo (1Co 12.3; Ef  2.14-22), e deviam aceitar-se e amar-se uns aos outros de um modo que revelasse tal realidade.&lt;br /&gt;Descrevendo a igreja com o corpo de Cristo, os primeiros cristãos acentuaram que Cristo era o cabeça da igreja (Ef 5.23). Ele orientava as ações da igreja e merecia todo o louvor que ela recebia. Todo o poder da igreja para adorar e servir era dom de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Novo Israel&lt;br /&gt;Os primitivos cristãos identificavam-se com Israel, povo escolhido de Deus. Acreditavam que a vinda e o ministério  de Jesus cumpriram a promessa de Deus aos patriarcas (Mt 2.6; Lc 1.68; At 5.31), e sustentavam que Deus havia estabelecido uma Nova Aliança com os seguidores de Jesus (2Co 3.6; Hb 7.22, 9.15).&lt;br /&gt;Deus, sustentavam eles, havia estabelecido seu novo Israel na base da salvação pessoal, e não  em linhagem de família. Sua igreja era uma nação espiritual que transcendia a todas as heranças culturais e nacionais. Quem quer que depositasse fé na Nova Aliança de Deus, rendesse a vida a Cristo, tornava-se descendente espiritual de Abraão e, como tal, passava a fazer parte do &quot;novo Israel&quot; (Mt 8.11; Lc 13.28-30; Rm 4.9-25; Gl 3-4; Hb 11-12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características Comuns&lt;br /&gt;Algumas qualidades comuns emergem das muitas imagens da igreja que encontramos no NT. Todas elas mostram que a igreja existe porque Deus trouxe à existência. Cristo comissionou seus seguidores a levar avante a sua obra, e essa é a razão da existência da igreja.&lt;br /&gt;As várias imagens que o NT apresenta da igreja acentuam que o Espírito Santo a dota de poder e determina a sua direção. Os membros da igreja participam de uma tarefa comum e de um destino comum sob a orientação do Espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja é uma entidade viva e ativa. Ela não participa dos negócios deste mundo; demonstra o modo de vida que Deus tenciona para todas as pessoas, e proclamam a Palavra de Deus para a era presente. A unidade e a pureza espirituais da igreja estão em nítido contraste com a inimizade e a corrupção do mundo. É responsabilidade da igreja em todas as congregações particulares mediante as quais ela se torna visível, praticar a unidade, o amor e  cuidado de um modo que mostre que Cristo vive verdadeiramente naqueles que são membros do seu corpo, de sorte que a vida deles é a vida de Cristo neles.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oaltar.blogspot.com/feeds/2893899614487149905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2010/12/historia-da-igreja-primitiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/2893899614487149905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3959200768837357463/posts/default/2893899614487149905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oaltar.blogspot.com/2010/12/historia-da-igreja-primitiva.html' title='Historia da Igreja Primitiva'/><author><name>Moisés Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05734650279514199862</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='11' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcRGnyTrVL1Y7066NnCT3ya8hM0GrkXss_5-a7fwtH9PFPWKDSQZAfY0DblLXbCpw8SEbjI8wS_8bTapUZoBZJZfedZ2BNok8YsgtD_-8kTkawcJqLkYctVlYeTBwUTA/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>