<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5744196373565000481</id><updated>2026-05-07T05:52:55.929-07:00</updated><title type='text'>ESQUIZOFRENIA TEM CURA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://esquizofreniatemcura.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5744196373565000481/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://esquizofreniatemcura.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>DEUS DE TODOS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01917090713853253319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWDk11gHoIAVrqbdKqONlwNdQ-hA2Lj6WlVjKo91g0VLL-2YTNnijHNRZ5Iv-6mI2wBA3KZ5sWLECWIhMz2ec_6UoWk7zi0Fjbjm6WdyQsvZja-483hRXupa8SrHlJy5Y/s113/565090_100000005946095_998830661_n+%281%29.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5744196373565000481.post-4418792491221926830</id><published>2010-01-07T22:00:00.000-08:00</published><updated>2010-01-07T22:10:53.565-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, verdana, sans-serif; line-height: 22px; &quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;color:#CC33CC;&quot;&gt;Psicoses&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Psicoses são distúrbios psiquiátricos graves onde o paciente perde contato com a realidade, emite juízos falsos (delírios), podendo também apresentar alucinações (ter percepções irreais quanto a audição, visão, tato), distúrbios de conduta levando à impossibilidade de convívio social, além de outras formas bizarras de comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo Psicose (e sintomas psicóticos) é empregado para se referir à perda do juízo da realidade e um comprometimento do funcionamento mental, social e pessoal, normalmente levando a um prejuízo no desempenho das tarefas e papéis habituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Psicoses podem ter várias origens: por lesões cerebrais, tumores cerebrais, esquizofrenia, tóxicos, álcool, infecções, traumas emocionais etc. Algumas Psicose são incuráveis, outras apresentam cura completa. Quase sempre requer tratamento à base de psicotrópicos. Nem sempre é necessária a internação. Nas Psicoses agudas, as psicoterapias são pouco indicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No DSM-IV, os Transtornos Psicóticos incluem os transtornos invasivos do desenvolvimento, esquizofrenia, transtorno esquizofreniforme, transtorno esquizoafetivo, transtorno delirante, transtorno psicótico breve, transtorno psicótico compartilhado, transtorno psicótico devido a uma condição médica geral, transtorno psicótico induzido por substância e transtorno psicótico sem outra especificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na CID.10 os Transtornos Psicóticos são classificados como (F20-F29) Esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e transtornos delirantes. Este agrupamento reúne a esquizofrenia, a categoria mais importante deste grupo de transtornos, o transtorno esquizotípico e os transtornos delirantes persistentes e um grupo maior de transtornos psicóticos agudos e transitórios. Os transtornos esquizoafetivos foram mantidos nesta seção, ainda que sua natureza permaneça controversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é Esquizofrenia?&lt;br /&gt;O termo &quot;esquizofrenia&quot; foi criado em 1911 pelo psiquiatra suíço Eugem Bleuler com o significado de mente dividida. Ao propor esse termo, Bleuler quis ressaltar a dissociação que às vezes o paciente percebia entre si mesmo e a pessoa que ocupa seu corpo. Hoje é o nome universalmente aceito para este transtorno mental psicótico, entretanto, no meio técnico e profissional se admite que o termo pode ser insuficiente para descrever a complexidade dessa condição patológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Esquizofrenia é uma doença da personalidade total que afeta a zona central do eu e altera toda estrutura vivencial. Culturalmente o esquizofrênico representa o estereotipo do &quot;louco&quot;, um indivíduo que produz grande estranheza social devido ao seu desprezo para com a realidade reconhecida. Agindo como alguém que rompeu as amarras da concordância cultural, o esquizofrênico menospreza a razão e perde a liberdade de escapar às suas fantasias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Kaplan, aproximadamente 1% da população é acometida pela doença, geralmente iniciada antes dos 25 anos e sem predileção por qualquer camada sócio-cultural. O diagnóstico se baseia exclusivamente na história psiquiátrica e no exame do estado mental. É extremamente raro o aparecimento de esquizofrenia antes dos 10 ou depois dos 50 anos de idade e parece não haver nenhuma diferença na prevalência entre homens e mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os transtornos esquizofrênicos se caracterizam, em geral, por distorções características do pensamento, da percepção e por inadequação dos afetos. Usualmente o paciente com esquizofrenia mantém clara sua consciência e sua capacidade inteleitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Esquizofrenia traz ao paciente um prejuízo tão severo que é capaz de interferir amplamente na capacidade de atender às exigências da vida e da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não é Esquizofrenia?&lt;br /&gt;Há alguns mitos sobre a esquizofrenia bastante enraizados na opinião popular. Boa parte desses mitos se originou na mídia, através de filmes e romances sobre “loucos” e psicóticos que, além da qualidade literária e artística, não guardam, obrigatoriamente, uma coerente relação com a verdade científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Esquizofrenia não é a dupla pessoalidade. Apesar do termo esquizofrenia cunhado por Bleuler em 1911 significar mente partida, hoje sabemos que a síndrome de esquizofrenia é muito mais ampla que isso e não tem por que incluir nela os Transtornos de Personalidade Múltipla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Esquizofrenia não é uma violência sem sentido. O mito da violência psicótica provavelmente se deve, em boa parte, à midia, como o grande diretor Alfred Hitchcock e afins, cujo trabalho consiste em dirigir e vender filmes de agrado popular mas não, necessariamente, com bases científicas e reais. Também é possível que este mito se deva ao tratamento da Esquizofrenia com medicamentos sedativos. Mas, na maioria das vezes, a sonolência é um efeito secundário da medicação antipsicótica mais do que uma imperiosa necessidade de “dopar” o paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A porcentagem de pacientes psicóticos esquizofrênicos que pode ser violenta é, felizmente, pequena. A agressividade dos psicóticos costuma ocorrer em proporção igual a que acontece com a população em geral. Aliás, podemos dizer, de maneira geral, que quem mais agride é a sociedade ao “louco” do que o contrário; é a sociedade das pessoas normais quem prende, agride, amarra, interna sem consentimento, seda, dopa, exclui e estigmatiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Esquizofrenia não acomete pessoas pouco inteligentes, como pode se acreditar erroneamente. A Esquizofrenia afeta tanto as pessoas com alto quanto baixo nível inteleitual, atinge igualmente os ricos e pobres, os mais cultos e os mais simplórios. Não é monopólio de quem tem a mente fraca e nem depende da pessoa ser “esclarecida e inteligente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tipos de Esquizofrenia?&lt;br /&gt;A esquizofrenia paranóide&lt;br /&gt;Este tipo de Esquizofrenia é o mais comum e também o que responde melhor ao tratamento. Diz-se, por causa disso, que tem prognóstico melhor. O paciente que sofre esta condição pode pensar que o mundo inteiro o persegue, que as pessoas falam mal dele, têm inveja, ridicularizam-no, pensam mal dele, elas têm intenções de fazer-lhe mal, de prejudicá-lo, de matá-lo, etc. Trata-se dos delírios de perseguição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é raro que este tipo de paciente tenha também delírios de grandeza, idéias além de suas possibilidades: &quot;Eu sou o melhor cantor do mundo. Nada me supera. Nem Frank Sinatra é melhor&quot;. Esses pensamentos podem vir acompanhados de alucinações, aparição de pessoas mortas, diabos, deuses, alienígenas e outros elementos sobrenaturais. Algumas vezes esses pacientes chegam a ter idéias religiosas e/o políticas, proclamando-se salvadores da terra ou da raça humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esquizofrenia hebefrênica ou desorganizada&lt;br /&gt;Neste grupo se incluem os pacientes que têm problemas de concentração, pouca coerência de pensamento, pobreza do raciocínio, discurso infantil. Às vezes, fazem comentários fora do contexto e se desviam totalmente do tema da conversação. Expressam uma falta de emoção ou emoções pouco apropriadas, rindo-se a gargalhadas em ocasiões solenes, rompendo a chorar por nenhuma razão em particular, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste grupo também é freqüente a aparição de delírios (crenças falsas), por exemplo que o vento move na direção que eles querem, que se comunicam com outras pessoas por telepatia, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esquizofrenia catatônica&lt;br /&gt;É o tipo menos freqüente de esquizofrenia. Apresenta como característica transtornos psicomotores, tornando difícil ou impossível ao paciente mover-se. Talvez passe horas sentado na mesma posição. A falta da fala também é freqüente neste grupo, assim como alguma atividade física sem propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esquizofrenia residual&lt;br /&gt;Este termo é usado para se referir a uma esquizofrenia que já tem muitos anos e com muitas seqüelas. O prejuízo que existe na personalidade desses pacientes já não depende mais dos surtos agudos. Na Esquizofrenia assim cronificada podem predominar sintomas como o isolamento social, o comportamento excêntrico, emoções pouco apropriadas e pensamentos ilógicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esquizofrenia simples&lt;br /&gt;Também é pouco freqüente. Aparece lentamente, normalmente começa na adolescência com emoções irregulares ou pouco apropriadas, pode ser seguida de um paulatino isolamento social, perda de amigos, poucas relações reais com a família e mudança de caráter, passando de sociável a anti-social e terminando em depressão. Nesta forma da esquizofrenia não se observam muitos surtos agudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desta classificação, é bom destacar que os pacientes esquizofrênicos nem sempre se encaixam perfeitamente numa de estas categorias. Também existem pacientes que não se podem classificar em nenhum de os grupos mencionados. A estes pacientes se pode dar o diagnóstico de Esquizofrenia Indiferenciada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Esquizofrenia tem cura?&lt;br /&gt;Até bem pouco tempo se pensava que a esquizofrenia era sempre incurável e que se convertia, obrigatoriamente, numa doença crônica e por vida. Hoje em dia, entretanto, sabemos que este não é necessariamente o caso e uma porcentagem de pessoas que sofrem deste transtorno pode recuperar-se por completo e lavar uma vida normal como qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras pessoas, com quadros mais graves, apesar de dependerem de medicação, chegam a melhorar até o ponto de poderem desempenhar o trabalho, casar-se e ter família. Embora não se possa falar em cura, tal como se conceitua a cura total na medicina, a reabilitação psicossocial da expressiva maioria desses pacientes tem sido bastante evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da Esquizofrenia tender à deixar mais seqüelas a cada novo surto, o importante é saber que estas pessoas podem chegar a ter funções na sociedade e podem chegar a ser muito produtivas, mais ou menos sócio-cupacionalmente normais e dentro de suas possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família pode causar a esquizofrenia?&lt;br /&gt;Não, não e não! Esta é a resposta mais simples. Apesar das infinitas investigações, a origem da Esquizofrenia ainda não está clara. O que está claro, entretanto, é que não é causada por um trauma infantil, nem por um mau comportamento por parte dos pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos 60 e 70 muitas investigações se realizaram no campo da terapia familiar, sobre o comportamento de as famílias e transtornos mentais. Encontraram vários patrões de conduta comuns a famílias com problemas de saúde mental, o qual conduz a alguns profissionais a concluir, erroneamente, que a família poderia ser culpada pelos transtornos mentais de seus filhos. Nada mais falso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas da Esquizofrenia resultam de desequilíbrios de substâncias neuroquímicas no cérebro, tias como a dopamina, serotonina, e noradrenalina. As últimas investigações indicam que estes desequilíbrios podem estar presentes no cérebro, inclusive antes do nascimento da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o comportamento da família influi fortemente na reabilitação do individuo com esquizofrenia. Os estudos demonstram que a intervenção da família é de grande importância na prevenção das recaídas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esquizofrenia é herdada?&lt;br /&gt;Em primeiro lugar convém fazer uma distinção entre o que é genético e o que é hereditário:&lt;br /&gt;1) Se uma doença é genética, isso quer dizer que antes de nascer uma pessoa pode ter um gene ou uma programação que a conduza em direção à doença, mas em forma de probabilidade e não de certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um de nós carrega genes de diferentes doenças mas não as desenvolvemos obrigatoriamente. Um exemplo claro disso é o câncer de pulmão, identificado em genes de pessoas sadias não fumantes. Uma pessoa que tenha este gene teria uma predisposição genética a desenvolver a doença, mas isso não quer dizer que esta pessoa vá desenvolvê-la obrigatoriamente. De fato, se não fumar, levar uma vida não estressante, enfim, se não cumprir os requisitos necessários ao desenvolvimento da doença não terá câncer de pulmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Uma doença hereditária é uma doença genética que se transmitirá, com certeza, de uma geração a outra e, além disso, terá uma porcentagem fixa e calculada de novos casos da doença na geração seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo de uma doença hereditária é a Coréia de Huntington. Esta doença crônica supõe um degeneração corporal e mental que se passa de uma geração a outra, desenvolvendo-se em 50% dos filhos. Quer dizer que um paciente de Huntingtom que decide ter um filho sabe, de antemão, que a cada dois filhos que nascerem, no mínimo um desenvolverá a enfermidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o momento têm sido inconclusivos os estudos que afirmam, indubitavelmente, se a esquizofrenia é genética ou hereditária, embora já se tenha certeza absoluta de que a probabilidade de filhos esquizofrênicos é maior se um dos pais for esquizofrênico e, muito maior, se ambos forem.&lt;br /&gt;Na população geral a esquizofrenia aparece numa de cada cem pessoas (fator de risco de 1%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se tiver um avô com a esquizofrenia o fator risco sobe para 3%&lt;br /&gt;- Se um dos pais ou um irmão sofre de esquizofrenia o risco é de 10-20%&lt;br /&gt;- Se ambos pais sofrem de esquizofrenia o risco é de 40-50%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são os efeitos secundários da medicação?&lt;br /&gt;Todos os medicamentos produzem efeitos secundários e a medicação prescrita em casos de esquizofrenia não é uma exceção. A medicação que se prescreve aos pacientes com esquizofrenia se chama antipsicótico (antes chamados neuroléptico). Os efeitos secundários nem sempre são evidentes e são de menor gravidade que os próprios sintomas da esquizofrenia. Muitos pacientes cometem o erro de deixar de tomar a medicação quando aparecem estes efeitos ou quando algum conhecido “alerta” para os perigos de tais medicamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade o que tem que ser feito é informar-se com o psiquiatra sobre as dúvidas e sobre o que está sentindo. É muito importante saber diferenciar entre os efeitos secundários da medicação e os próprios sintomas da esquizofrenia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeitos Colaterais mais comuns:&lt;br /&gt;Sonolência&lt;br /&gt;A sonolência é um aumento no sono do paciente. Talvez seja difícil levantar-se da cama de manhã, dorme mais que o normal, tem vontade de dormir durante o dia, etc. Por outro lado não são raros os comentários como &quot;Estou dopado&quot;, &quot;Sinto-me como um zumbi&quot;, ou outros, também de teor culturalmente pejorativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeitos extrapiramidais ou parkinsonismo&lt;br /&gt;Esses sintomas são assim chamados pela semelhança com os sintomas da Doença de Parkinson. O paciente que manifesta estes efeitos não sofre de Doença de Parkinsom, simplesmente a dose da medicação deve de ser melhor ajustada. Esses efeitos se podem corrigir com medicamentos anti-parkinsonianos, tipo akineton®, artane®.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos parkinsonianos se manifestam na forma de movimentos ou posturas involuntárias: o tremor das mãos, flexões ou fixações dos músculos. Assim sendo, não é raro que o paciente usando antipsicóticos tenha a boca ou os músculos da face numa postura entranha, talvez a boca permaneça aberta ou semi-aberta. Também é possível que a língua se força para um lado, dificultando a fala ou fazendo com que a saliva escorra da boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeitos anticolinérgicos&lt;br /&gt;Esses efeitos secundários se referem a visão borrada, secura da boca, retenção urinária, hipotensão arterial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificuldades sexuais&lt;br /&gt;Poucas vezes se encontram citadas como efeitos secundários dessa medicação. Também pode ser provável que os sintomas sexuais se devam a sintomas da depressão que a vezes acompanha a esquizofrenia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acatisia&lt;br /&gt;Consiste numa inquietação constante. O paciente é incapaz de sentar-se no mesmo lugar durante muito tempo. Ele se levanta e muda de assento várias vezes em poucos minutos ou se ajusta muitas vezes no sofá. Este é um efeito secundário bastante desconfortável porque os que estão próximos podem pensar erroneamente que o paciente está nervoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A acatisia é um efeito secundário que pode chegar a ser muito molesto para o paciente e tem solução fácil; com pequenas modificações do tratamento. Alguns benefícios do tratamento medicamentoso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elimina vozes, visões e o falar consigo mesmo&lt;br /&gt;Elimina as crenças entranhas e falsas (delírios).&lt;br /&gt;Diminui a tensão e agitação.&lt;br /&gt;Ajuda a pensar com clareza e a concentrar-se melhor.&lt;br /&gt;Reduz os medos, a confusão e a insônia.&lt;br /&gt;Ajuda a falar de forma coerente.&lt;br /&gt;Ajuda a sentir-se mais feliz, mais expansivo e mais sadio.&lt;br /&gt;Ajuda a se comportar de forma mais apropriada.&lt;br /&gt;Os pensamentos hostis, estanhos ou agressivos desaparecem.&lt;br /&gt;Diminuem muito as recidivas e a necessidade de internação hospitalar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja mais 11 dúvidas de Esquizofrenia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O esquizofrênico é violento?&lt;br /&gt;Em geral o esquizofrênico não é violento ou perigoso. Fora da crise é uma pessoa como qualquer outra. Alguns, quando em crise, se tornam agressivos, verbal ou fisicamente, pois os delírios ou as alucinações podem fazê-los sentir-se ameaçados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses momentos, é importante conversar com a pessoa sem provocá-la, mantendo um diálogo franco e tranqüilo. Na hipótese de ser necessário conter um ato agressivo, é preciso contar com mais pessoas para evitar que o paciente ou terceiros se machuquem. Episódios de agressividade, a depender da intensidade, são situações que indicam a necessidade de eventual internação para garantir a integridade do paciente ou terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Todos os esquizofrênicos são violentos quando em crise?&lt;br /&gt;Não. Mesmo durante crises intensas, a maioria dos portadores de Esquizofrenia não manifesta agressividade importante. O comportamento agressivo depende, como indicado na resposta anterior, da natureza dos delírios e das alucinações que a pessoa apresenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. O que fazer quando, ao obter melhora com a medicação, o portador de esquizofrenia abandona seu uso, diminui as dosagens necessárias e não quer mais saber de remédios? Como a família pode agir nesses casos, para evitar novo surto?&lt;br /&gt;Deve-se tentar dialogar, expor as evidências de que a medicação evita a recaída. Infelizmente, muitas vezes são necessárias várias recaídas até que o doente se conscientize da gravidade da doença, de seu curso com recaídas e da necessidade do tratamento contínuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas recaídas pode ser necessário internar a pessoa até que ela volte à normalidade. Pela legislação em vigor, a família e o médico têm o direito de internar o portador quando em crise mesmo contra sua vontade. Por crise, entende-se que o portador está delirando, fora da realidade, inadequado, sem controle de si mesmo e de seus atos. Nesse momento, a internação é uma medida de proteção e tratamento. Cabe à família e ao médico, diante de uma situação de crise, avaliar a real necessidade de internação. Há recaídas que não exigem necessariamente internação, principalmente quando tratadas precocemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Em que situações a internação é necessária? Quanto tempo deve durar? Existem internações &quot;para sempre&quot;?&lt;br /&gt;A internação é indicada nos momentos de crise ou de surto agudo, quando então o esquizofrênico não tem controle sobre si mesmo. Deve ser a mais curta possível e, com os atuais antipsicóticos, são suficientes um mês ou mês e meio dias para controlar as manifestações mais graves da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se recomendam internações prolongadas ou &quot;para sempre&quot;. Para os crônicos, são indicadas pensões e/ou oficinas protegidas que os capacitem a voltar viver independentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. A família deve manter total observação ou supervisão em relação ao paciente como, por exemplo, arrumando seu quarto, examinando seus objetos, acompanhando-o quando sai à rua?&lt;br /&gt;A ajuda deve ser no sentido de promover a maior independência possível do paciente. Ele deve ser incentivado a cuidar de suas coisas e de sua higiene. Tão logo quanto possível ele deve voltar a caminhar pela cidade independentemente. Essas atitudes visam preservar a auto-estima do paciente, evitando constrangimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Considerando-se a rotina familiar, o que pode ser solicitado ao portador de esquizofrenia em termos de colaboração, participação, coisas tais como, cuidar de seu quarto, lavar o quintal, lavar a louça, fazer compras, ir ao banco?&lt;br /&gt;No início, ele deve ser acompanhado, até recuperar as habilidades perdidas. Aos poucos, deve ir assumindo responsabilidades como qualquer membro da família, de acordo com suas possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Como orientar o portador de esquizofrenia em termos de administrar o dinheiro, valor das coisas, preços, trocos, economia?&lt;br /&gt;A orientação pedagógica é imprescindível. O portador deve ser orientado para que possa compreender o valorizar o preço das coisas e administrar seu dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. O que deve a família fazer para garantir a tranqüilidade futura do portador de esquizofrenia no que se refere a sua segurança social: pensão, aposentadoria, habitação, assistência médica, medicamentos?&lt;br /&gt;As alternativas de atuação familiar, nesses casos, são variadas e dependem da situação específica de cada família, não apenas no que se refere à variável sócio-econômica, mas também no acolhimento oferecido ao paciente pelos demais membros da família, quando há os casos em que apenas alguns membros da família assumem os cuidados necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casos crônicos, nos quais o portador não tenha mais condições de trabalhar, é importante que a família propicie condições para a segurança social futura do paciente, providenciando sua aposentadoria e/ou auxílio benefício. Condições de moradia, assistência médica e de defesa de seus direitos devem ser igualmente propiciadas, pois, como qualquer outra pessoa, os portadores de Esquizofrenia têm direito à cidadania plena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Um esquizofrênico pode dirigir veículos?&lt;br /&gt;Dirigir veículos é uma questão de bom senso. Se ele estiver controlado, fora de crise e tomando regularmente a dose de manutenção, tem condições de dirigir veículos, desde que tenha consciência de que a medicação pode eventualmente reduzir a rapidez de seus reflexos. Convém ser acompanhado inicialmente por familiares que avaliam suas habilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Quais são os sinais de recaída? O que a família pode fazer quando os perceber?&lt;br /&gt;Os principais sinais e sintomas de recaída são as alterações de comportamento. Irritabilidade, insônia, comportamento agitado ou de isolamento social podem ser os sintomas de recaída, assim como alucinações e delírios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo o familiar perceba ou suspeite de recaída, deve levar o paciente para uma avaliação médica, de modo que o psiquiatra possa intervir rapidamente, modificando a medicação ou a dose que o paciente recebe. Todo esforço deve ser feito para evitar uma nova recaída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. A dificuldade de contato social dos portadores de esquizofrenia dificulta que estabeleçam relações afetivas, tais como, namorar, encontrar companheiros(as), relacionar-se sexualmente? É possível ao familiar ajudá-los na busca desses objetivos?&lt;br /&gt;Apesar da dificuldade em manter contato social, alguns portadores da doença conseguem encontrar um(a) companheiro(a), estabelecer relacionamentos afetivos significativos e manter relacionamentos sexuais. Os familiares devem orientá-los na busca de um relacionamento que não venha a ser estressante e que possa desencadear recaídas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratando-se tais dificuldades, normalmente derivadas do isolamento social, a família pode ajudar incentivando a participação dos portadores nas mais diversas formas de atividades voltadas à ressocialização, tais como a freqüência a centros de convivência, lazer e cultura, grupos de auto-ajuda etc. Quanto ao relacionamento sexual, devem estar orientados sobre os cuidados para evitar doenças sexualmente transmissíveis (por exemplo, AIDS), principalmente o uso de camisinha. As mulheres devem ser acompanhadas também por ginecologista, que pode orientar quanto a métodos contraceptivos seguros, como remédios anticoncepcionais ou DIU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para referir:&lt;br /&gt;Ballone GJ - Perguntas mais freqüentes sobre Esquizofrenia - in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2005&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://esquizofreniatemcura.blogspot.com/feeds/4418792491221926830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://esquizofreniatemcura.blogspot.com/2010/01/psicoses-psicoses-sao-disturbios.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5744196373565000481/posts/default/4418792491221926830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5744196373565000481/posts/default/4418792491221926830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://esquizofreniatemcura.blogspot.com/2010/01/psicoses-psicoses-sao-disturbios.html' title=''/><author><name>DEUS DE TODOS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01917090713853253319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWDk11gHoIAVrqbdKqONlwNdQ-hA2Lj6WlVjKo91g0VLL-2YTNnijHNRZ5Iv-6mI2wBA3KZ5sWLECWIhMz2ec_6UoWk7zi0Fjbjm6WdyQsvZja-483hRXupa8SrHlJy5Y/s113/565090_100000005946095_998830661_n+%281%29.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>