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	<title>Estratégia e Consultoria » Artigos</title>
	
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	<description>Opinião e análise política com base no conceito de estratégia</description>
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		<title>De nada adianta e beleza das peças…</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 07:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Agentes Políticos]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gonzalez]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Civil]]></category>

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		<description><![CDATA[O resultado de uma eleição é o reflexo da soma correta de dois fatores: ações políticas e comunicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ImWUTI7YLJQ?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/ImWUTI7YLJQ?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Quando os times perdem jogos, os técnicos perdem os empregos e o fato dá tranquilidade aos jogadores em suas relações com os técnicos que eles não gostam.</p>
<p>Nas campanhas eleitorais que andam mal das pernas, o profissional de marketing é o primeiro a apanhar. Ele não perde de imediato o emprego, porque as campanhas só avisam que não andam bem em cima do laço, quando não se pode mais trocá-lo.</p>
<p>Luiz Gonzalez é o Judas do momento, por conta dos percalços que a campanha do José  Serra enfrenta. Mas, o Lucas Pacheco já esteve na mesma berlinda, quando o Geraldo Alckmin cismou que por conta do moço a sua campanha para a prefeitura  de São Paulo caminhava para o precipício.</p>
<p>Quem joga pedra no marketing desconhece que o resultado de uma eleição é a soma de dois fatores: ações políticas e comunicação, campo em que entra o marketing.</p>
<p>Os acordos com os agentes políticos e as alianças com os segmentos da sociedade civil se somam à escolha dos temas a serem utilizados na campanha eleitoral e ao histórico do candidato, para formarem o que eu chamo de ações políticas. A comunicação é o trabalho de divulgação dos temas e de convencimento do eleitor, para conquista do voto.</p>
<p>Temos, então, que numa campanha eleitoral, o marketing tem participação relevante, mas altamente dependente das ações políticas, que são desenvolvidas pelos candidatos e partidos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-692" href="http://estrategiaeconsultoria.com.br/de-nada-adianta-e-beleza-das-pecas/thumb-de-nada-adianta-e-beleza-das-pecas/" target="_blank"><img style="margin: 0 0 5px 15px; float: right; border: 0;" title="thumb-de-nada-adianta-e-beleza-das-pecas" src="http://estrategiaeconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/thumb-de-nada-adianta-e-beleza-das-pecas.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a>É verdade, que o Luiz Gonzalez não faz um bom trabalho de marketing eleitoral na campanha do José Serra e esta situação ficou evidente na abertura dos programas eleitorais de TV e rádio. Mas, a velocidade da queda nos índices de intenções de votos do candidato tem motivos mais profundos: o candidato e o seu partido pecam, há muito tempo, nas ações políticas que hoje sustentam a sua campanha.</p>
<p>O problema presente na campanha do Serra serve como lição para qualquer campanha eleitoral, seja para presidente da república, vereador ou síndico de prédio.</p>
<p>Quem conduz uma campanha eleitoral precisa ter exata compreensão do peso que tem cada um dos fatores que definem o resultado. De nada adiantam ações políticas perfeitas para uma campanha com comunicação ruim, do mesmo modo que o marketing não consegue milagres para campanhas de fracas ações políticas.</p>
<p>Ora, para vencer um campeonato de xadrez de nada adiante possuir um belo tabuleiro e peças bem desenhadas. É preciso saber jogar.</p>
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		<title>Se e somente se…</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 07:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Caruso]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[PSDB]]></category>

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		<description><![CDATA[A charge do Chico Caruso levanta uma questão: com o Aécio a situação do PSDB seria diferente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-684" href="http://estrategiaeconsultoria.com.br/se-e-somente-se/thumb-se-e-somente-se/"><img style="margin: 0 0 5px 15px; float: right; border: 0;" title="thumb-se-e-somente-se" src="http://estrategiaeconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/thumb-se-e-somente-se.jpg" alt="" width="300" height="301" /></a>As pesquisas de intenção de votos para Presidente da República sinalizam a derrota do José Serra no primeiro turno. Evidentemente, que isso pode não acontecer, mas as indicações são de possibilidade real.</p>
<p>Diante do fato, a charge do Chico Caruso na capa do jornal O  Globo deste domingo, 29 de agosto, apresenta a caricatura do José Serra a falar com o Aécio Neves por telefone: “-Alô, Aécio&#8230; quer trocar?”.</p>
<p>Como o jornal O Globo não disponibiliza cópia da charge e ela ainda não está reproduzida em outros veículos, não posso demonstrá-la.</p>
<p>Para quem não lembra, o Aécio Neves tentou ser o candidato do PSDB à Presidência da República, mas não passou pelo José  Serra que entendeu a vaga de candidato a presidente como um direito seu inalienável. E, nada me tira da cabeça, que os problemas do Serra com a campanha presidencial começaram ali.</p>
<p>Ainda governador de Minas Gerais, Aécio Neves saiu pelo Brasil em campanha para ser candidato a Presidente e, de cara, conseguiu a atenção simpática do também candidato Ciro Gomes e do Geraldo Alckmin, isolado e mordido com o PSDB e com o José Serra em razão das circunstâncias difíceis que os dois lhe impuseram na eleição anterior.</p>
<p>No Rio de Janeiro, Aécio Neves conseguiu, por laços familiares, a boa vontade do governador Sérgio Cabral e do Senador Francisco Dornelles. E, até dos rabugentos Maias, ele obteve algum aceno.</p>
<p>Mas, José Serra não gostou do que fez o Aécio Neves, por entender que a vaga do PSDB de candidato a presidente era sua por direito histórico e, com o jeito que lhe é próprio de fazer política, exigiu do partido a rendição incondicional do seu colega.</p>
<p>O Aécio Neves tentou uma saída honrosa: a realização de uma prévia no PSDB que ele, com a experiência que tem, sabia perdida.</p>
<p>No entanto, o José Serra, que não é de composições nem de conciliações, resolveu engrossar a voz e cooptou o Geraldo Alckmin com um cargo no governo de São Paulo e os Maias com a decisão de interferir no PV e no PSDB do Rio de Janeiro para fazer do Fernando Gabeira candidato ao governo estadual, situação que, pensam os Maias, facilita-lhes a vida na disputa pela Prefeitura do Rio em 2012.</p>
<p>Desse modo, o José Serra deixou claro: quero a rendição incondicional do Aécio Neves e nada mais me interessa.</p>
<p>Como não se pode engrossar a voz com o Governador de Minas Gerais – pelo menos é o que diz a História do Brasil – Aécio deu uma banana para o Serra e para o PSDB e voltou os seus olhos para o seu estado e por lá poderá fazer a proeza de eleger o sucessor.</p>
<p>O Aécio Neves seria melhor candidato que o Serra?</p>
<p>Acredito que sim. Ele é conciliador, tem a imagem de um jovem determinado e que acumula sucessos na vida pública. Ele representa para os mais velhos, em razão dos seus laços familiares e políticos, a lembrança do Presidente Tancredo Neves e, para os mais velhos ainda, a do Presidente Getúlio Vargas, dois fatos que seriam mel na boca dos publicitários que operam campanhas eleitorais.</p>
<p>Mas, mesmo não sendo candidato, o Aécio poderia ser hoje um coordenador político de qualidade excepcional na campanha do José  Serra, não fosse a situação humilhante promovida pela exigência de rendição incondicional que o PSDB lhe impôs.</p>
<p>O Aécio compensaria o Serra naquilo que ele é pior: a qualidade de agregar e conciliar. Ele é habilidoso e tem vantagens adicionais, como é o caso de sua aproximação pessoal com o Governador do Rio, Sérgio Cabral e com o Senador Francisco Dornelles que, diante dele, teriam, no mínimo, algum constrangimento em operar a pleno  campanha da Dilma Rousseff.</p>
<p>Como São Paulo votaria de qualquer modo contra o PT e Minas Gerais seguiria unido com o Aécio Neves, o José Serra estaria, neste momento, numa situação mais confortável.</p>
<p>Mas, como o PSDB e o Serra são como são e a expressão se, somente se, não tem valor político, a sorte está lançada.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3vJIUuoa174?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/3vJIUuoa174?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Serra, um avião em queda livre</title>
		<link>http://estrategiaeconsultoria.com.br/serra-um-aviao-em-queda-livre/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 18:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Coligações]]></category>
		<category><![CDATA[Discurso]]></category>
		<category><![CDATA[Propaganda eleitoral]]></category>

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		<description><![CDATA[O José Serra é um case de sucesso no rol de campanhas organizadas para perder.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/oauJfQ04EHk?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/oauJfQ04EHk?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>As pesquisas, tanto as mais sérias como as encomendadas para endereços certos, indicam que o José Serra segue ladeira abaixo na disputa pela Presidência da República.</p>
<p>Fato interessante e curioso, porque ele liderou a corrida durante todo o período definido pela legislação como de pré-campanha; chegou à campanha numa situação de empate técnico com a sua principal adversária, Dilma Rousseff e, depois do primeiro programa eleitoral veiculado na TV e no rádio, desce ladeira abaixo.</p>
<p>Tem gente atribuindo ao fato explicações as mais diversas e desencontradas e como os resultados piores acontecem depois da entrada do período de programas eleitorais na TV e no rádio, os mais desavisados acreditam que a qualidade dos programas seja motivo exclusivo.</p>
<p>Entretanto, os desastres eleitorais são como os desastres aéreos, que somam fatores diversos para derrubarem os aviões. E, alguns deles acontecem com os aparelhos ainda em terra firme.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-676" href="http://estrategiaeconsultoria.com.br/serra-um-aviao-em-queda-livre/thumb-serra-um-aviao-em-queda-livre/" target="_blank"><img style="margin-top: 0px; margin-right: 15px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; float: left; border-style: initial; border-color: initial;" title="thumb-serra-um-aviao-em-queda-livre" src="http://estrategiaeconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/thumb-serra-um-aviao-em-queda-livre.jpg" alt="" width="424" height="271" /></a>Como resta mais do que provado com as inúmeras e inesperadas viradas já conhecidas no ambiente sagrado da aplicação do voto, a eleição para presidente, assim como todas as demais, não está decidida e há tempo suficiente para evoluções.</p>
<p>Mas, seja como for, a campanha do José Serra, em toda a sua extensão, representa um case de sucesso, quando a decisão é pela derrota.</p>
<p>Alguns fatores que para ela contribuem aconteceram ainda no tempo da organização da campanha ou, no paralelo com os desastres aéreos, no momento em que o “avião” ainda estava no chão.</p>
<p>E, neste momento da queda, já tem gente com o pára-quedas nas costas.</p>
<p>Vamos a eles, com a clareza de que, neste momento da campanha presidencial ou da viagem, com o avião em queda, já tem passageiro com os pára-quedas nas costas e tem gente que já caiu fora. A turma do DEM deixou claro que entendeu o recado, quando impôs o Índio da  Costa na vaga de vice.</p>
<p>Para perder? É simples assim:</p>
<ol>
<li>Esquecer que é quase impossível vencer um governo bem avaliado.</li>
<li>Desconhecer que um governo é mais bem avaliado, quando não enfrenta oposição consistente antes do período da campanha eleitoral.</li>
<li>Ser durante quatro anos candidato da oposição sem, contudo, incomodar o governo.</li>
<li>Dizer que será o melhor do mesmo, sendo contrário ao mesmo.</li>
<li>Imaginar que o eleitor vota pensando no futuro, sem olhar o passado.</li>
<li>Incomodar o governo quando as pesquisas indicam queda na preferência do eleitor.</li>
<li>Ser desagregador.</li>
<li>Não ter discurso definido.</li>
<li>Humilhar os companheiros que se julguem também no direito de, internamente, disputar a vaga de candidato.</li>
<li> Subestimar os adversários.</li>
<li>Organizar alianças só com o interesse no tempo de TV e rádio, sem avaliar as consequências políticas e perceber que há casos em que, para cada minuto a mais na TV e no rádio, se perde uma eternidade para explicar as decisões.</li>
<li>Esquecer que TV é imagem e que o povo abomina a imagem do político profissional.</li>
<li>Andar de ônibus e de metrô e comer sanduiche em padaria só nos tempos de campanha, quando há necessidade de produzir imagens para a TV e para a mídia.</li>
</ol>
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		</item>
		<item>
		<title>Senhores, a internet é espaço interativo!</title>
		<link>http://estrategiaeconsultoria.com.br/senhores-a-internet-e-espaco-interativo/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 07:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Debates]]></category>
		<category><![CDATA[Folha UOL]]></category>
		<category><![CDATA[Vice-Presidentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Os debates promovidos pela Folha UOL compravam que falta pouco para que as mídias sociais substituam, nas campanhas, as mídias tradicionais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zT6b6pIStFk?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/zT6b6pIStFk?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>As campanhas deste ano não deixam dúvidas:</p>
<ol>
<li>A internet chegou às campanhas eleitorais para ficar e será decisiva para alguns candidatos, principalmente pela qualidade de ser um veículo de divulgação rápida e direta dos currículos e dos compromissos de cada um.</li>
<li>Por muito tempo ainda, as propagandas eleitorais na TV e rádio serão decisivas, mas a importância dos debates migrará para as mídias oferecidas pela internet.</li>
<li>O novo Congresso Nacional, assustado com os resultados, tentará criar regras rígidas para utilização das mídias sociais nas campanhas eleitorais, mas enfrentará a terceira e indiscutível situação:</li>
<li>Não conseguirá, porque a internet é espaço democrático por sentença universal. Quem o utiliza pode entrar nele por qualquer janela em qualquer lugar do mundo, sem depender da autorização ou estar sujeito ao controle das máquinas oficiais.</li>
</ol>
<p><a rel="attachment wp-att-666" href="http://estrategiaeconsultoria.com.br/senhores-a-internet-e-espaco-interativo/thumb-senhores-a-internet-e-espaco-interativo/" target="_blank"><img style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 15px; float: right; border: 0px initial initial;" title="thumb-senhores-a-internet-e-espaco-interativo" src="http://estrategiaeconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/thumb-senhores-a-internet-e-espaco-interativo.jpg" alt="" width="365" height="251" /></a>Por reconhecer a importância da internet o portal Folha UOL marcou ponto positivo com a decisão de patrocinar um debate com os candidatos à Presidência e depois entre os candidatos à Vice-Presidência da República, função que passou a ser relevante depois que o José Serra escolheu, aos sopapos e sem pensar muito, o seu colega de chapa. O susto lembrou ao mundo consciente que os vice-presidentes podem ser, um dia, sem voto, presidentes e o Índio  da Costa não seria a pessoa ideal para suceder o Serra.</p>
<p>Positivo como decisão pioneira, o formato dos debates pecou pela semelhança que se quis com o adotado pelos canais de TV. Nem a informalidade oferecida aos candidatos à Vice-Presidência impediu o paralelo, porque os organizadores não levaram em consideração o fato de ser a internet um veículo de plenitude interativa entre os “navegantes”, sem privilégio para os jornalistas presentes na cena. O Plínio de Arruda Sampaio, candidato à Presidência deixado fora do cenário, foi alertado para o fato por um dos internautas participantes e, imediatamente, furou o bloqueio e entrou na conversa entre os candidatos à Presidência. Para a mídia tradicional, o fato não teve relevo, mas para as mídias interativas foi uma situação histórica.</p>
<p>O debate entre os candidatos à Presidência reforçou uma tendência que a campanha já identificara: o José Serra e a Marina Silva, tanto mais se mexem mais afundam, por falta de discursos consistentes e de imagens capazes de emocionar o eleitor. O debate entre os candidatos à Vice-Presidência reforçou os conceitos. Os vices da Marina e do Serra são desastres de comunicação política e como o candidato à vice da Dilma, para o público externo, não fede nem cheira, para ela o debate entre os vices não aconteceu.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Prestígio transfere votos?</title>
		<link>http://estrategiaeconsultoria.com.br/prestigio-transfere-votos/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 19:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[2006]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>

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		<description><![CDATA[A experiência de transferência de votos do Lula para Dilma e da Denise Frossard para André Correa demonstra que o tema não é pacifico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Njhdx0S9I0o?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/Njhdx0S9I0o?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Com a candidatura improvisada da Dilma Rousseff um tema renasceu: Prestígio transfere votos?</p>
<p>Como os exemplos variam, há os que acreditam que sim e os que acreditam que não, assim como tem gente a dizer que a transferência sem restrições depende do grau de cultura política que tem o eleitor.</p>
<p>Seja como for, ninguém conseguiu até aqui, explicar com convicção e argumentos infalíveis, o fenômeno da transferência ou da não transferência.</p>
<p>Certo é que o Lula, sem dificuldades, na campanha deste ano, transfere o seu prestígio para a Dilma com força suficiente a justificar a tentativa do José Serra de também se apropriar do fato, conforme demonstram as suas peças de campanha na TV e no rádio.</p>
<p>Em 2008, os resultados das eleições para prefeitos e vereadores serviram para os dois lados: houve quem vencesse com o apoio do Lula e quem perdesse fragorosamente.</p>
<p>O deputado estadual pelo PPS do Rio de Janeiro, André Corrêa deve acreditar na tese de transferência de prestígios, apesar da péssima experiência que viveu em 2004, quando foi candidato à Prefeitura do Rio e em 2006, quando disputou a reeleição para a Assembléia Legislativa.</p>
<p>Ele está nas ruas do Rio de Janeiro, principalmente, na Orla Marítima, do Leme ao Pontal; nos principais jornais da cidade, na internet e na campanha de TV e rádio, com as imagens da Denise Frossard e do Zico. Vez, por outra, junto aos dois, a foto do seu colega de partido, Stepan Nercessian, candidato a deputado federal.</p>
<p>O André Corrêa se aproximou da Denise em 2004, quando foi candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro e naquele momento fez uma campanha casada com ela. Depois, em 2006, repetiu a dose, para conseguir votos no Rio para deputado estadual. Nas duas vezes, ele deu com “os burros n’água”.</p>
<p>Em 1998, depois de derrotada na intenção de ser Senadora e desiludida com a política, a Denise partiu para Chicago. A desilusão era fruto da inexperiência, porque o resultado obtido por ela não deixou dúvidas de estarmos diante de um fenômeno eleitoral.</p>
<p>A Denise só voltou ao Brasil no finalzinho de 2001, com a intenção de ser deputada federal.</p>
<p>Deixou os maluquinhos do PPS a falar sozinhos, assinou a ficha de filiação no PSDB, não se deixou levar pela armadilha do César Maia que queria fazê-la candidata ao governo em 2002 e venceu a eleição para a Câmara dos Deputados com um caminhão de votos (385.111), fruto do seu prestígio pessoal e de uma bem organizada, mas paupérrima, campanha eleitoral.</p>
<p>A vaidade dos votos cresceu e embalou a Denise em direção ao sonho de alguns de seus amigos e admiradores de fazê-la Prefeita do Rio, numa disputa com o César Maia, que queria a reeleição.</p>
<p>O PSDB fingiu apoiar. Mais afeito a conveniências políticas do que a lealdades, o grupo do Marcello Alencar usou a Denise para empurrar no César, goela a baixo, a presença de um dos seus na chapa dele como candidato a vice-prefeito.</p>
<p>No momento certo, o PSDB fincou a “faca nas costas”, como a própria Denise declarou na entrevista que concedeu ao jornalista Jan Theóphilo, na época a serviço do Globo.</p>
<p>Outro global, Merval Pereira, narrou o fato com detalhes que deixaram o Serra mal com a Denise. A coluna do Merval dizia tudo deste o título: “Sai Frossard, entra Maia”.</p>
<p><a href="http://www.al.rs.gov.br/Dep/site/materia_antiga.asp?txtIDMateria=65184&amp;txtIdDep=94">http://www.al.rs.gov.br/Dep/site/materia_antiga.asp?txtIDMateria=65184&amp;txtIdDep=94</a></p>
<p>Expulsa de campo, a Denise foi, imediatamente, procurada com insistência pelo deputado estadual André Corrêa.</p>
<p>Ela, no início, resistiu às “cantadas” do moço, que buscou socorro no prestígio que o sociólogo Luiz Eduardo Soares tinha. A Denise dizia não gostar da imagem do André, pela antipatia que tinha com o Garotinho, a quem o  André servira com a qualidade de Secretário Estadual do Meio-Ambiente.</p>
<p>Conversa vai, conversa vem, o André e a Denise terminaram por se acertar e nasceu a campanha “Sou Denise Frossard, vou votar André Correa”.</p>
<p>Resultado: a campanha do André para a Prefeitura do Rio foi um fiasco supremo. Ele obteve 26 mil votos, quando precisaria de dois milhões para ser prefeito do Rio. Um sujeito com nome Lenine obteve o dobro. O Stepan, candidato do PPS à Câmara Municipal obteve 10 votos a mais que o André, seu candidato a Prefeito.</p>
<p>Depois, tivemos 2006. O André Corrêa grudou na Denise no Rio. No interior, não. Por lá, fez outros acordos. No final, ele obteve 17 mil votos, contra 1 milhão e 116 mil votos dados a Denise, que, no primeiro turno, teve, na Capital, mais votos que o vitorioso Cabral.</p>
<p>Nesta eleição, o  André voltou à carga, mas agora ao lado do Cabral e do Picciani, apesar do PPS estar com Gabeira, com César Maia e Marcelo Cerqueira. Na Capital, ele carrega a Denise e o Zico.</p>
<p><object width="600" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QSjwlVdJq64?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QSjwlVdJq64?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="400"></embed></object></p>
<p>Como dizem que a história de uma tragédia costuma voltar como farsa e que também não é aconselhável fazer previsões em política, aguardemos o resultado da eleição do André  Corrêa na Capital para firmar ou desfazer opiniões.</p>
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		<item>
		<title>Sinto falta dos bons discursos</title>
		<link>http://estrategiaeconsultoria.com.br/sinto-falta-dos-bons-discursos/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 02:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Discurso Político]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Ulysses Guimarães]]></category>

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		<description><![CDATA[O que houve com o Brasil?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IOjHv4QpF-o?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/IOjHv4QpF-o?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a rel="attachment wp-att-647" href="http://estrategiaeconsultoria.com.br/sinto-falta-dos-bons-discursos/thumb-sinto-falta-dos-bons-discursos/" target="_blank"><img style="margin: 0 15px 5px 0; float: left; border: 0;" title="thumb-sinto-falta-dos-bons-discursos" src="http://estrategiaeconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/thumb-sinto-falta-dos-bons-discursos.jpg" alt="" width="300" height="356" /></a>Estamos vivendo um tempo de escuridão política, por falta de bons discursos e da ausência de grandes líderes. Quando olho para os candidatos à Presidência da República, que se apresentam para receber o voto do povo e olho para a nossa história recente, me pergunto: o que houve com o Brasil? Estamos a pagar o preço alto da falta de motivação que a ditadura produzia? Faltam-nos causas de relevo para construirmos novos líderes e poderosos discursos?</p>
<p>Será que em algum tempo daqui por diante, teremos o prazer de ouvir, novamente, peças como a que eu reproduzo aqui?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Propaganda eleitoral na TV e no rádio</title>
		<link>http://estrategiaeconsultoria.com.br/propaganda-eleitoral-na-tv-e-no-radio/</link>
		<comments>http://estrategiaeconsultoria.com.br/propaganda-eleitoral-na-tv-e-no-radio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 21:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Plínio de Arruda Sampaio]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Se a disputa fosse para escolher o melhor programa de TV, o povo, com certeza, votaria na Dilma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-634" href="http://estrategiaeconsultoria.com.br/propaganda-eleitoral-na-tv-e-no-radio/thumb-propaganda-eleitoral-na-tv-e-no-radio/"></a>Ontem, terça-feira, a TV e o rádio iniciaram a veiculação da propaganda eleitoral. Até o dia 30 de setembro, diariamente, os candidatos, que pleiteiam a Presidência da República, o Governo dos estados, uma das duas vagas no Senado Federal por estado e uma vaga na Câmara dos Deputados e nas Assembléias Legislativas, estarão no vídeo e no áudio dos televisores e das rádios em  todo o Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="line-height: 19px; font-size: 13px; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><img class="size-full wp-image-634 aligncenter" title="thumb-propaganda-eleitoral-na-tv-e-no-radio" src="http://estrategiaeconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/thumb-propaganda-eleitoral-na-tv-e-no-radio.jpg" alt="" width="500" height="238" /></span></p>
<p>Serão veiculados dois blocos de 50 minutos, de segunda-feira a sábado, com início às 7h e término às 21:30. Os candidatos e candidatas à Presidência da República e à Câmara dos Deputados serão apresentados as terças, quintas e sábados. Os candidatos aos governos estaduais, às Assembléias Legislativas e ao Senado ficaram com as segundas, quartas e sextas.</p>
<p><span style="line-height: 19px; font-size: 13px; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DWGkLNgpv3A&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=fr_FR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/DWGkLNgpv3A&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=fr_FR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></span></p>
<p>A propaganda do Serra não dividiu a cena com outros personagens políticos. Ela apresentou novamente a história de vida do candidato, mas com foco na saúde, situação já utilizada nos programas eleitorais dos partidos. Tentou-se passar alguma emoção para o eleitor, principalmente quando conversou com uma senhora que operou os olhos.Mas, a tarefa de passar emoção é árdua demais para ele.</p>
<p><span style="line-height: 19px; font-size: 13px; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/T43lKJV6gYU&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=fr_FR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/T43lKJV6gYU&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=fr_FR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></span>Melhor assim, do que a declaração forçada que ele utilizou no debate da BAND com a lembrança da filha e na entrevista no Jornal Nacional com a história dos pais, que, diariamente, assistiam ao Jornal Nacional sem imaginar que um dia, ele, menino de família modesta, seria ali entrevistado como candidato a presidente da republica. Como propaganda eleitoral, o programa preencheu as expectativas.</p>
<p><span style="line-height: 19px; font-size: 13px; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/udsYH8xgobg&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=fr_FR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/udsYH8xgobg&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=fr_FR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></span></p>
<p>A propaganda da Marina Silva perdeu a oportunidade de apresentar a candidata ao povo brasileiro. Marina Silva leu um texto com música e imagens de fundo. Lindo para quem tem a compreensão do problema ambiental, situação que fica longe da maioria do povo brasileiro, que ela precisaria convencer. Como peça de propaganda política para uma campanha majoritária, o filme nada acrescentou. Para quem tem o pouco tempo de exposição que ela tem, foi um desperdício.</p>
<p>O Plínio de Arruda Sampaio utilizou muito bem o curto tempo de exposição que tem. A música, o texto, a fotografia e as imagens somaram o quadro perfeito para, em pouco tempo, apresentar o candidato com forte impacto.</p>
<p>Das quatro peças, eu ficaria com o trabalho da equipe do Plínio. Dez em “produtividade”.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A Mensagem correta, para quem é líder</title>
		<link>http://estrategiaeconsultoria.com.br/a-mensagem-correta-para-quem-e-lider/</link>
		<comments>http://estrategiaeconsultoria.com.br/a-mensagem-correta-para-quem-e-lider/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Fluminense]]></category>
		<category><![CDATA[Flusócio]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Político]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Siemsen]]></category>

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		<description><![CDATA[A Flusócio construiu a mensagem perfeita correta de convite para o lançamento da candidatura de Peter Siemsen.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-625" href="http://estrategiaeconsultoria.com.br/a-mensagem-correta-para-quem-e-lider/thumb-a-mensagem-correta-para-quem-e-lider/"><img class="size-full wp-image-625 aligncenter" title="thumb-a-mensagem-correta-para-quem-e-lider" src="http://estrategiaeconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/thumb-a-mensagem-correta-para-quem-e-lider.jpg" alt="" width="568" height="365" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-625" href="http://estrategiaeconsultoria.com.br/a-mensagem-correta-para-quem-e-lider/thumb-a-mensagem-correta-para-quem-e-lider/"></a>Tenho sido insistente, porque é, rigorosamente, verdade. Uma campanha eleitoral é uma campanha de comunicação, que dá vitória ao comunicador que convencer mais eleitores. Neste campo, vale conhecer a mensagem que recebi na abertura do domingo, do grupo de comunicação do candidato Peter Siemsen, que disputa a presidência do Fluminense Futebol Clube.</p>
<p>A mensagem tem a dose certa de emoção, considerado o fato de estar a lidar com corações torcedores, e traduz fatos reais. E, antes de prosseguir, cabe uma pequena explicação.</p>
<p>Tive a oportunidade de conhecer o Peter Siemsen, quando convidado para coordenar a comunicação de sua campanha, no final do ano passado. Não fiquei muito tempo, por diversos motivos, mas o pouco tempo foi suficiente para perceber no Peter  Siemsen a capacidade de liderança e as convicções que a mensagem da Flusócio transmite como motivadores para a sobrevivência do grupo.</p>
<p>A Flusócio Por conta do convite, eu convivi com os movimentos iniciais da campanha e conheci as dificuldades iniciais, que a mensagem retrata muito bem. A Flusócio, diz o blog que grupo mantém, é um grupo de torcedores do Fluminense indignado com o modo como o clube é administrado. Se transportada para o ambiente eleitoral, a campanha do Peter Siemsen teria na Flusócio a configuração de um partido político.</p>
<p>Mas, vamos à mensagem que recebi, exemplo de como devem ser as mensagens políticas: cheias de emoção, um grito de guerra, que não mente nem exagera, mas reproduz a verdade inteira da campanha:</p>
<p><cite>A história que vamos narrar é real. Aparentemente, não tem nada a ver com Fluminense, mas para quem conhece os bastidores, talvez seja possível notar uma certa coincidência… No oeste dos EUA às vezes caem tempestades pesadas. Elas começam de repente, com chuvas congelantes, e a temperatura despenca abaixo de zero. Terríveis ventos frios começam a trazer enormes pedras de gelo. A maioria dos bisões que está no campo aberto vira de costas para as rajadas de vento e gelo. Com a força do vento, eles não resistem e começam a ser empurrados até serem jogados contra a cerca de arame farpado e não conseguirem mais sair. Muitos morrem por causa dos ferimentos, mas uma raça sempre sobrevive. O que eles fazem durante as tempestades? Simplesmente não se viram de costas para as rajadas. Eles enfrentam o vento forte! Vários bisões se juntam, ombro a ombro, e ficam de frente para a tempestade. Assim, juntos, conseguem suportar por horas. Segundo os criadores, nas tempestades em que a maioria dos bisões morre, eles são quase sempre encontrados vivos e saudáveis. Aprendemos duas lições básicas com isso: que a união de forças pode nos ajudar decisivamente nos momentos mais difíceis e que a única forma de vencer as dificuldades é encará-las de frente quando elas surgem em nossas vidas.</cite></p>
<p><cite>Desde 2007, quando o nome de Peter Siemsen foi lançado para a presidência do Fluminense, não faltaram dificuldades em nossa trajetória. Como qualquer candidatura de oposição, fomos sempre os últimos a receber a lista de sócios do clube. Como qualquer pessoa nova na política, o nome de Peter não era muito conhecido. Isso para ficar só em dois exemplos. Os anos se passaram e outros problemas surgiram. Alguns companheiros mudaram de lado, por diversos motivos, muitas vezes por questões pessoais pequenas. Felizmente, porém, outros bravos guerreiros vieram. E não foram poucos. Uma grande força surgiu inflada pela histórica campanha de apelo à associação em massa de tricolores. Toda ela, diga-se de passagem, idealizada pela oposição. Hoje, temos uma base fortíssima, que tem tudo para construir o Novo Fluminense que esperamos. Já fomos vítimas de boatos, agressões, ameaças, de jogo sujo, mas nada que nos fizesse desistir. Como os bisões, estamos juntos, encarando a realidade de frente, e vamos enfrentar mais uma eleição, agora mais experientes, mais fortalecidos.</cite></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lJ_IELpXBzY?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/lJ_IELpXBzY?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><cite>Por isso, amigo tricolor, sócio do clube, você está convidado para o lançamento oficial da candidatura Peter Siemsen. O evento será dia 19 de agosto, próxima quinta, a partir de 19h, no Salão Nobre do FFC. Compareça!</cite></p>
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		</item>
		<item>
		<title>José, o Sorridente. Serra, o Presidente</title>
		<link>http://estrategiaeconsultoria.com.br/jose-o-sorridente-serra-o-presidente/</link>
		<comments>http://estrategiaeconsultoria.com.br/jose-o-sorridente-serra-o-presidente/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 11:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[BAND]]></category>
		<category><![CDATA[Bonner]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Fátima Bernardes]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[José Serra se apresentou bem e agora apela para a emoção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pY-tM8Jcwjg?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://www.youtube.com/v/pY-tM8Jcwjg?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Na quarta-feira, José Serra participou da série que o Jornal Nacional promoveu com os candidatos e candidatas à Presidência da República. Mais experiente que os demais, José Serra utilizou bem os recursos de imagem que o telejornal ofereceu, mas cometeu um pequeno deslize no final, quando esticou demais as últimas considerações e, em razão do corte dado pelo Wiliam Bonner, ficou com o texto pela metade.</p>
<p>Comparando-se os desempenhos dele no Jornal Nacional e no debate promovido pela BAND, nenhuma diferença significativa na imagem nem no conteúdo. Até a situação forçada para emocionar o público se repetiu com outro enredo e sempre nas considerações finais.</p>
<p>No debate, a presença da filha: “Agora no intervalo, veio aqui a minha filha, queridíssima – eu adoro ela. Ela disse, “papai você sorriu pouco, durante o debate. Sorria mais”. Eu disse, eu to muito feliz&#8230;” . E, na entrevista, os pais modestos: “Meus pais eram muito modestos. Acho que eles nunca sonharam que um dia eu estaria aqui no Jornal Nacional que eles assistiam todos diariamente&#8230;”</p>
<p><a rel="attachment wp-att-614" href="http://estrategiaeconsultoria.com.br/jose-o-sorridente-serra-o-presidente/thumb-jose-o-sorridente-serra-o-presidente/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-614" style="margin: 0 15px 5px 0; float: left; border: 0;" title="thumb-jose-o-sorridente-serra-o-presidente" src="http://estrategiaeconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/thumb-jose-o-sorridente-serra-o-presidente.jpg" alt="" width="360" height="426" /></a>A rotineira saia-justa que William Bonner e Fátima Bernardes gostam de vestir nos candidatos ficou por conta da insistente pergunta que lhe fez o Bonner sobre a presença do ex-deputado Roberto Jefferson na campanha, representado pela aliança do PSDB com o PTB. Em seguida, a polêmica escolha do vice.</p>
<p>Nas duas situações, o José Serra poderia ter sido sincero e a população entenderia. Afinal, sabe-se por demais que as composições políticas para as campanhas respondem ao modelo das campanhas eleitorais adotado pelo Brasil, que dá relevante importância ao tempo de veiculação das propagandas no rádio e na TV e o distribui de modo desigual entre os partidos. Tanto maior a aliança, tanto maior o tempo de exposição. Esta é a lógica dos acordos.  Qual seria o problema de ele admitir que os acordos políticas tenham com o tempo de TV e rádio, instrumentos essenciais para vencer a eleição?</p>
<p>No entanto, televisão é quase exclusivamente imagem e neste quesito o Serra se saiu bem. E, quando se fala de debates e imagem de presidente, é bom recuperar um trecho do debate que houve entre o Serra e Lula em 2002. A memória serve também para que a gente compare o desempenho Lula/Serra e Lula/Dilma e com a presença do William Bonner.</p>
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		<title>Ontem, a Marina Silva, a imagem perfeita</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 00:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[BAND]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelente o desempenho da Senadora Marina Silva na série de entrevistas do Jornal Nacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#E8EBED" /><param name="flashvars" value="config=http%3A%2F%2Fwww.movmarina.com.br%2Fvideo%2Fvideo%2FshowPlayerConfig%3Fid%3D3228169%253AVideo%253A230263%26ck%3D-&amp;video_smoothing=on&amp;autoplay=off&amp;hideShareLink=1&amp;isEmbedCode=1" /><param name="src" value="http://static.ning.com/socialnetworkmain/widgets/video/flvplayer/flvplayer.swf?v=201008041543" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400" src="http://static.ning.com/socialnetworkmain/widgets/video/flvplayer/flvplayer.swf?v=201008041543" allowfullscreen="true" wmode="opaque" flashvars="config=http%3A%2F%2Fwww.movmarina.com.br%2Fvideo%2Fvideo%2FshowPlayerConfig%3Fid%3D3228169%253AVideo%253A230263%26ck%3D-&amp;video_smoothing=on&amp;autoplay=off&amp;hideShareLink=1&amp;isEmbedCode=1" bgcolor="#E8EBED"></embed></object></p>
<p>Na terça-feira, o Jornal Nacional recebeu a Senadora Marina Silva na série de entrevistas que faz com as candidatas e com os candidatos à Presidência da República.</p>
<p>Recuperando a questão de ser a TV um veículo de imagem, mais do que de conteúdo, a senadora teve um desempenho bem melhor, quando consideramos o debate na BAND. E, com a vantagem adicional de apresentar um conteúdo excelente. Ela esteve sóbria e firme; dominou a cena, principalmente, quando, com simpática autoridade, não permitiu que os apresentadores impusessem o ritmo. Não fugiu dos temas que foram colocados e, em um em especial, marcou a diferença dela com os dois principais adversários: a criticada composição política que, na cabeça do povo, produz corrupção e clientela.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-603" href="http://estrategiaeconsultoria.com.br/ontem-a-marina-silva-a-imagem-perfeita/thumb-ontem-a-marina-silva-a-imagem-perfeita/" target="_blank"><img style="margin: 0 15px 5px 0; float: left; border: 0;" title="thumb-ontem-a-marina-silva-a-imagem-perfeita" src="http://estrategiaeconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/thumb-ontem-a-marina-silva-a-imagem-perfeita.jpg" alt="" width="321" height="213" /></a>Bem posicionada na cadeira, a senadora Marina Silva desta vez não quicou. Conseguiu se livrar do vício corporal que apresentou durante o debate. Pode ser que o fato de estar sentada a tenha ajudado, mas seja qual for o motivo, a verdade é que o vício desapareceu. Ela combinou roupa e penteado e os óculos foram dispensados em boa hora.</p>
<p>Diz o César Maia, crítico de tudo e de todos, que a senadora cometeu o erro de olhar para as câmeras apenas duas vezes. Uma bobagem. Claramente, quando olhou para a câmera no meio da entrevista, a senadora o fez para enfatizar que a mensagem era específica para o eleitor. Na segunda vez, do mesmo modo, para as considerações finais.</p>
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