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Uma descoberta em cada estágio do curso.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://estudandoodireito.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://estudandoodireito.blogspot.com/search/label/Direito%20Processual%20Civil" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23455004/posts/default/-/Direito+Processual+Civil/-/Direito+Processual+Civil?start-index=8&amp;max-results=7" /><author><name>Raphael Simões Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05028571447516995415</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="26" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/175/2076/320/Foto3x4_Raphael3_128.jpg" /></author><generator version="7.00" 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src="http://www.correioforense.com.br/gerencia/uploads/imagens/7f40a1a40020120306031524.jpg" class="left margemDireita margemTopo" /&gt;                &lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou nula a decisão da Justiça de São Paulo que havia condenado o ex-prefeito de Avanhandava Antônio Calixto Portella e o empresário Helder Rodrigues Zebral por licitação fraudulenta, com desvio de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). A Seção decidiu que a competência para julgar o caso é da Justiça Federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os ministros que integram o colegiado, acompanhando o voto do relator, desembargador convocado Adilson Macabu, entenderam que a Justiça Federal é competente para o julgamento de casos que envolvem desvio de verbas públicas oriundas de recursos repassados pelo Fundef, mesmo quando não há complementação da verba por parte da União.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a decisão – tomada no exame de conflito de competência entre a Justiça Federal e a Justiça paulista –, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) deverá remeter o caso a uma das seções judiciárias vinculadas ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O caso de Avanhandava foi um entre vários episódios de fraude com recursos do Fundef, que ocorreram em diversos municípios. A sentença de primeiro grau reconheceu o crime previsto no artigo 1º, inciso I, do Decreto-Lei 201/67, bem como a infração ao artigo 89, caput, da Lei 8.666/93, condenando o ex-prefeito e o empresário pelo desvio de verba pública. Eles apelaram para o TJSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após parecer do Ministério Público estadual sustentando a incompetência da Justiça estadual para o exame do caso, o tribunal paulista declinou de sua competência, sob o fundamento de haver interesse da União. Em seguida, remeteu o processo ao TRF3, que entendeu que não poderia julgar apelação contra sentença proferida por juiz estadual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Ministério Público Federal, em parecer dirigido ao STJ, opinou pela incompetência do TJSP, manifestando-se no sentido de que o tribunal estadual deveria anular os atos decisórios e encaminhar o processo à Justiça Federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Política nacional&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O Fundef atende a uma política nacional de educação”, afirmou o desembargador convocado Adilson Macabu, relator do caso. Ele citou o disposto no artigo 212 da Constituição Federal, que prevê que a União aplicará, anualmente, pelo menos 18%, e os estados, o Distrito Federal e os municípios, pelo menos 25% da receita de impostos (compreendida a proveniente de transferências) na manutenção e no desenvolvimento do ensino.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o relator, o interesse da União no caso decorre de sua missão constitucional na coordenação de ações relativas ao direito fundamental da educação, “principalmente por se tratar de fiscalização concorrente entre entes federativos”, e portanto a competência é da Justiça Federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, Adilson Macabu assinalou que a aplicação de verbas de fundos como o Fundef é fiscalizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), e o STJ já fixou o entendimento de que “compete à Justiça Federal processar e julgar prefeito municipal por desvio de verba sujeita à prestação de contas perante órgão federal" (Súmula 208).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A malversação de verbas decorrentes do Fundef, no âmbito penal, ainda que não haja complementação por parte da União, vincula a competência do Ministério Público Federal para a propositura de ação penal, atraindo, nessa hipótese, a da Justiça Federal, bem como o controle a ser exercido pelo TCU, conforme dispõe o artigo 71 da Constituição”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até o ano passado, o STJ adotava a tese de que processos sobre fraudes no Fundef competiam à Justiça dos estados, mas essa posição foi revista depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) se manifestou pela competência da Justiça Federal. Antes mesmo da mudança na jurisprudência, o desembargador Macabu sustentava que, havendo ou não complementação do Fundef com recursos federais, a matéria deveria caber à Justiça Federal, “por força de dispositivos constitucionais que regulam o tema”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;                                &lt;div id="autorFonte" class=""&gt;				&lt;p class="font11"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; STJ&lt;/p&gt;                &lt;/div&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;                                &lt;p class="font11"&gt;&lt;em&gt;A Justiça do Direito Online&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/67803/titulo/Incompetencia_da_Justica_estadual_torna_nula_condenacao_de_prefeito_por_desvio_de_verba_do_Fundef.html"&gt;Correio Forense - Incompetência da Justiça estadual torna nula condenação de prefeito por desvio de verba do Fundef - Direito Processual Civil&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;Technorati Marcas: : &lt;a href="http://technorati.com/tags/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;BlogBlogs Marcas: : &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;script&gt;var partnership_width = 468;var partnership_height = 60;var partnership_mtype = 'smt';var partnership_mid = 1183;var partnership_mgroup = 0;var partnership_partner = '197A_E839_FED9';var partnership_popUp = 0;&lt;/script&gt;&lt;script src='http://images.americanas.com.br/parceria_com/pre_proxy/preproxy.js'&gt;&lt;/script&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23455004-6971586188021441424?l=estudandoodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EstudandoODireito/ProcessoCivil/~4/ajwiHz7VbXU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://estudandoodireito.blogspot.com/feeds/6971586188021441424/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://estudandoodireito.blogspot.com/2012/03/correio-forense-incompetencia-da.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23455004/posts/default/6971586188021441424" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23455004/posts/default/6971586188021441424" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EstudandoODireito/ProcessoCivil/~3/ajwiHz7VbXU/correio-forense-incompetencia-da.html" title="Correio Forense - Incompetência da Justiça estadual torna nula condenação de prefeito por desvio de verba do Fundef - Direito Processual Civil" /><author><name>Raphael Simões Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03599671517603681483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="26" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/175/2076/320/Foto3x4_Raphael3_128.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://estudandoodireito.blogspot.com/2012/03/correio-forense-incompetencia-da.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23455004.post-5890181642304599737</id><published>2012-02-25T14:23:00.007-03:00</published><updated>2012-02-25T14:23:59.697-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Processual Civil" /><title type="text">Correio Forense - Falta de provas impede indenização - Direito Processual Civil</title><content type="html">&lt;blockquote&gt;&lt;div id="noticias"&gt;            	22-02-2012 07:00                &lt;h3&gt;Falta de provas impede indenização&lt;/h3&gt;                &lt;img src="http://www.correioforense.com.br/gerencia/uploads/imagens/bb1e6dca4e20120217122526.jpg" class="left margemDireita margemTopo" /&gt;                &lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou, por falta de provas, o pedido de indenização, por danos morais e materiais, requerido por um menor que alegou ter sido abandonado pelo pai.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O menor, nascido em fevereiro de 1996, representado por sua mãe, alega que seu pai “nunca teve interesse em cuidar e educar o filho, abandonando-o à própria míngua de recursos morais e materiais, jogado à própria sorte”. E, solicita ainda à Justiça que o pai desocupe o imóvel deixado ao filho pela avó materna, alegando que foi expulso de sua própria casa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A juíza da comarca de Juiz de Fora, Maria Lúcia Cabral Caruso, julgou improcedente a ação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O menor recorreu ao Tribunal, mas os desembargadores também negaram o pedido porque entenderam que os danos alegados pelo filho não foram provados nos autos e ainda afirmaram que o menor recebe pensão alimentícia requerida junto à Justiça da Infância e Juventude.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relator do recurso, desembargador Osmando Almeida, afirmou que “o abandono afetivo do pai não implica ato ilícito nem dano injusto, principalmente pelo fato de o filho não se encontrar em estado de perigo, estando amparado emocional e materialmente pela mãe, estando o pai prestando os alimentos que lhe foram impostos judicialmente”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relator ainda explica que “estando o pai residindo em casa que pertence ao menor e o pedido de sua retomada, não pode ser apreciada no seio da presente ação”. E afirma que este pedido “demanda discussão em procedimento próprio”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Entretanto, em que pese a possibilidade, em tese, de os genitores serem condenados pelo danos causados a seu(s) filho(s) por abandono moral e material, tenho que, no presente caso, as provas produzidas nos autos não foram suficientes a demonstrar as condutas descritas pelo filho na inicial, nem tampouco restou provado o dano, o que afasta o dever de indenizar”, afirma o revisor, desembargador Pedro Bernardes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também o vogal, desembargador Tarcisio Martins Costa, concordando com os anteriores, escreveu “quero deixar bem claro, que admito a possibilidade de os genitores serem condenados pelos danos causados aos filhos, por abandono moral e material, o que não é o caso, ante a ausência de prova a convencer, tal como ressaltado nos votos proferidos”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com estes entendimentos, a turma julgadora negou provimento ao recurso interposto pelo menor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assessoria de Comunicação Institucional - Ascom&lt;/p&gt;&lt;p&gt;TJMG - Unidade Raja Gabaglia&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tel.: (31) 3299-4622&lt;/p&gt;&lt;p&gt;ascom.raja@tjmg.jus.br&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;                                &lt;div id="autorFonte" class=""&gt;				&lt;p class="font11"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; TJMG&lt;/p&gt;                &lt;/div&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;                                &lt;p class="font11"&gt;&lt;em&gt;A Justiça do Direito Online&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/67548/titulo/Falta_de_provas_impede_indenizacao.html"&gt;Correio Forense - Falta de provas impede indenização - Direito Processual Civil&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;Technorati Marcas: : &lt;a href="http://technorati.com/tags/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;BlogBlogs Marcas: : &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;script&gt;var partnership_width = 468;var partnership_height = 60;var partnership_mtype = 'smt';var partnership_mid = 1183;var partnership_mgroup = 0;var partnership_partner = '197A_E839_FED9';var partnership_popUp = 0;&lt;/script&gt;&lt;script src='http://images.americanas.com.br/parceria_com/pre_proxy/preproxy.js'&gt;&lt;/script&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23455004-5890181642304599737?l=estudandoodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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Esta é a pacificação contida na Súmula nº 421 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e também o entendimento unânime da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (de Direito Público), que negou acolhimento à Apelação Cível nº 42503/2011, proposta por defensora pública que pretendia receber honorários em ação contra o Estado de Mato Grosso. A defensora ainda solicitou a majoração dos valores, o que também foi negado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O recurso de apelação cível com reexame necessário de sentença foi interposto em desfavor de sentença proferida pelo Juízo da Segunda Vara Especializada da Fazenda Pública da Comarca de Rondonópolis (212km a sul de Cuiabá), que julgara procedente o pedido da ação de obrigação de fazer cumulada com tutela antecipada, confirmando a liminar que determinou a realização de exames médicos de alto custo e ainda condenou o Estado de Mato Grosso a prestar assistência à saúde da parte, de forma gratuita, enquanto houver prescrição médica nesse sentido e a enferma não tenha condições de custear outros exames. A sentença condenou ainda ao pagamento de honorários advocatícios, arbitrados em R$500,00, e custas processuais, isentando-o do recolhimento por força do artigo 3º da Lei nº 7.603/2001. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A apelante argumentou que os honorários foram arbitrados em valor irrisório, não sendo observado o mínimo estabelecido pela tabela da OAB para a espécie de ação em comento, que seria de 8 URH (Unidade Referencial de Honorários), correspondentes a R$3.040,00, e que a fixação de honorários em favor do fundo da Defensoria Pública do Estado estaria expressa no artigo 4º, XXI, da Lei Complementar nº 132/2009. Solicitou a majoração dos honorários para o referido valor. Já o Estado sustentou a ocorrência de confusão. Disse que não caberia tal condenação em decorrência de demandas movidas pela Defensoria Pública, uma vez que este órgão integra o Poder Executivo. Requereu, assim, reforma parcial da sentença, com o fim de excluir a condenação em honorários advocatícios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A relatora do recurso, desembargadora Maria Erotides Kneip Baranjak, discorreu sobre o teor da Súmula nº 421 do STJ, que cita claramente que os honorários advocatícios não são devidos à Defensoria Pública quando ela atua contra a pessoa jurídica de direito público à qual pertença. Em relação à majoração dos honorários advocatícios, a magistrada considerou prejudicada em decorrência do primeiro entendimento. Decisão unânime formada pelos votos do desembargador Juracy Persiani, vogal convocado, e do juiz substituto de Segundo Grau Antônio Horácio da Silva Neto, revisor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;                                &lt;div id="autorFonte" class=""&gt;				&lt;p class="font11"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; TJMT&lt;/p&gt;                &lt;/div&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;                                &lt;p class="font11"&gt;&lt;em&gt;A Justiça do Direito Online&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/67552/titulo/Nao_cabem_honorarios_em_atuacao_contra_o_Estado.html"&gt;Correio Forense - Não cabem honorários em atuação contra o Estado - Direito Processual Civil&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;Technorati Marcas: : &lt;a href="http://technorati.com/tags/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;BlogBlogs Marcas: : &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;script&gt;var partnership_width = 468;var partnership_height = 60;var partnership_mtype = 'smt';var partnership_mid = 1183;var partnership_mgroup = 0;var partnership_partner = '197A_E839_FED9';var partnership_popUp = 0;&lt;/script&gt;&lt;script src='http://images.americanas.com.br/parceria_com/pre_proxy/preproxy.js'&gt;&lt;/script&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23455004-2525497403184301108?l=estudandoodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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O recurso especial, uma de suas principais atribuições, tem regras rígidas e, em respeito a elas, o Tribunal logo editou a Súmula 7: A pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial. O enunciado passou a ser largamente aplicado pelos ministros na análise de variadas causas, impossibilitando o conhecimento do recurso  isto é, o julgamento do mérito da questão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No entanto, os magistrados observaram que há casos em que a revaloração da prova ou de dados explicitamente admitidos e delineados na decisão da qual se recorre não implica o reexame de fatos e provas, proibido pela súmula. São diversos os recursos em que as partes conseguiram demonstrar a desnecessidade de reanálise de fatos e provas e, com isso, afastando a aplicação da Súmula 7. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em precedente recente, julgado em dezembro do ano passado, a Quarta Turma confirmou decisão individual do ministro Marco Buzzi que debateu a revaloração da prova. No recurso, uma transportadora de São Paulo conseguiu o reconhecimento da impossibilidade de uma seguradora acioná-la regressivamente para o ressarcimento de prejuízos em decorrência de roubo da carga (REsp 1.036.178). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A seguradora protestou contra a decisão, levando o caso à Turma. Disse que haveria desobedecido a Súmula 7, porque o ministro teria reexaminado a prova produzida nos autos. Entretanto, o ministro Buzzi explicou que a decisão apenas deu definição jurídica diversa aos fatos expressamente mencionados no acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O ministro esclareceu que o reexame de prova é uma reincursão no acervo fático probatório mediante a análise detalhada de documentos, testemunhos, contratos, perícias, dentre outros. Nestes casos, o relator não pode examinar mera questão de fato ou alegação de error facti in judicando (julgamento errôneo da prova). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Porém, o ministro acrescentou que o error in judicando (inclusive o proveniente de equívoco na valoração das provas) e o error in procedendo (erro no proceder, cometido pelo juiz) podem ser objeto de recurso especial. A revaloração da prova constitui em atribuir o devido valor jurídico a fato incontroverso sobejamente reconhecido nas instâncias ordinárias, prática francamente aceita em sede de recurso especial, ressaltou o ministro Buzzi. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Dados admitidos &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em 2005, a Quinta Turma reconheceu que a revaloração da prova ou de dados explicitamente admitidos e delineados no decisório recorrido não implica o vedado reexame do material de conhecimento. Porém, ao julgar o recurso, os ministros decidiram aplicar a Súmula 7 ao caso. O ministro Felix Fischer, atual vice-presidente do STJ, foi o relator (REsp 683.702). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Naquela hipótese, as instâncias ordinárias condenaram um administrador por ter deixado de recolher contribuições previdenciárias de uma empresa. Ele recorreu, pedindo a absolvição por presunção de inocência, já que entendia não haver prova suficiente de que estaria à frente da empresa à época do delito. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Quinta Turma não conheceu do recurso, aplicando a Súmula 7. O ministro Fischer constatou que o tribunal de segunda instância reconheceu de forma cabal, por documentos e testemunhos, da mesma forma que o juiz de primeiro de grau, que o administrador efetivamente, à época dos fatos descritos na denúncia, figurava como sócio-gerente da empresa. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Na ocasião, o ministro Fischer teceu algumas considerações acerca da diferença entre reexame e revaloração de prova. Ele explicou que a revaloração de elementos aceitos pelo acórdão do tribunal de origem é questão jurídica e que não se pode negar às instâncias superiores a faculdade de examinar se o direito à prova foi malferido ou se os juízes negaram o direito que as partes têm de produzi-la. Isto é, não é só em consequência do erro de direito que pode haver má valoração da prova. Ela pode decorrer também do arbítrio do magistrado ao negar-se a admiti-la. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Livre convencimento&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Um dos precedentes que inauguraram a tese de revaloração da prova no STJ é de 1998. A Quinta Turma, em recurso especial interposto pelo assistente de acusação, restabeleceu a sentença que condenou um motorista por homicídio culposo ao volante (REsp 184.156). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Testemunhas foram uníssonas ao afirmar que o veículo era conduzido em alta velocidade. Porém, como duas perícias de universidades renomadas foram divergentes quanto à velocidade, os desembargadores, por maioria, adotaram a presunção de inocência para absolver o motorista no julgamento de apelação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O relator do recurso no STJ, ministro Felix Fischer, baseou-se no amplo debate ocorrido na segunda instância, para concluir que não se poderia negar a prova testemunhal (admitida e especificada em segundo grau) em proveito de especulações teóricas para chegar a uma suposta dúvida fundada, a ponto de absolver o réu. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O relator destacou em seu voto que o princípio do livre convencimento, que exige fundamentação concreta vinculada à prova dos autos, não se confunde com o princípio da convicção íntima. De acordo com o ministro Fischer, a convicção pessoal, subjetiva, do magistrado, alicerçada em outros aspectos que não a prova dos autos, não se presta para basear uma decisão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O princípio do livre convencimento, asseverou, não afastou o magistrado do dever de decidir segundo os ditames do bom senso, da lógica e da experiência. A apreciação da prova não pode ser imotivável e incontrolável, do contrário seria arbitrária, explicou o ministro. E sempre que tais limites se mostrem violados, a matéria é suscetível de recurso ao STJ. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Prova já delineada&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Primeira Turma também já considerou possível a revaloração da prova delineada nos autos. Num dos recursos que discutiu a tese, em 2006, o então ministro do STJ Luiz Fux, atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), baseou-se em passagens do voto-condutor do julgamento no Tribunal de Justiça de São Paulo para atender a recurso interposto por uma contribuinte (REsp 734.541). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O debate foi sobre a prescindibilidade ou não da existência de sintomas de câncer para que uma servidora pública aposentada, que sofreu extirpação da mama esquerda em decorrência da doença, em 1984, continuasse isenta do Imposto de Renda. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O ministro Fux considerou possível revalorar a prova e restabelecer a sentença, em que o perito afirma, sem possibilidade de qualquer dúvida, que a autora é portadora da doença. Na decisão, a própria assistente técnica do município de São Paulo (réu na ação) afirma que existem chances de cura, após o período preconizado de acompanhamento e tratamento, caso não surjam recidivas e metástase, isto é, o paciente pode ser considerado curado, desde que a doença não volte". &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; De acordo com o ministro, a revaloração da prova delineada na decisão recorrida, suficiente para a solução do caso, é, ao contrário do reexame, permitida no recurso especial. No caso, o próprio acórdão do TJSP, em algumas passagens, reconheceu que "a cura, em doenças com alto grau de retorno, nunca é total, e mais: "O que se pode dizer é que, no momento, em face, de seu histórico pessoal, não apresenta ela sintomas da doença. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Valor de indenização&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em 2009, ao julgar um recurso, o então desembargador convocado Paulo Furtado afirmou, na Terceira Turma, que o STJ havia alguns anos começava a afastar o rigor da técnica do recurso especial para controlar o montante arbitrado pela instância ordinária a título de dano moral (REsp 785.777). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O objetivo era impedir o estabelecimento de uma "indústria do dano moral" Assim, destacava o magistrado, o STJ, em situações especialíssimas, como a de arbitramento de valores por dano moral ínfimos ou exorbitantes, se pronuncia nos casos concretos para aferir a razoabilidade do valor destinado à amenização do abalo moral. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Não se tem dúvida de que esta Corte, ao reexaminar o montante arbitrado pelo tribunal a quo nesta situação, mergulha nas particularidades soberanamente delineadas pela instância ordinária para aferir a justiça da indenização (se ínfima, equitativa ou exorbitante), afastando-se do rigor da técnica do recurso especial, consubstanciada, na hipótese em tela, pela Súmula7/STJ, observou o desembargador convocado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Posição semelhante adotou a Quarta Turma, em julgamento que tratou de ação de reconhecimento de tempo de serviço ajuizadas contra o INSS. Os ministros entenderam que não ofende o princípio da Súmula 7 emprestar, no julgamento do recurso especial, significado diverso aos fatos estabelecidos pelo acórdão da segunda instância (REsp 461.539). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O relator, ministro Hélio Quaglia Barbosa, esclareceu: Inviável é ter como ocorridos fatos cuja existência o acórdão negou ou negar fatos que se tiveram como verificados. De acordo com o ministro, o voto proferido em recurso especial em momento algum negou os elementos fáticos reconhecidos no acórdão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), apenas, com base neles, chegou a entendimento diverso, restabelecendo decisão de primeiro grau. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;                                &lt;div id="autorFonte" class=""&gt;				&lt;p class="font11"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; STJ&lt;/p&gt;                &lt;/div&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;                                &lt;p class="font11"&gt;&lt;em&gt;A Justiça do Direito Online&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/67585/titulo/Sumula_7_como_o_STJ_distingue_reexame_e_revaloracao_da_prova_.html"&gt;Correio Forense - Súmula 7: como o STJ distingue reexame e revaloração da prova  - Direito Processual Civil&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;Technorati Marcas: : &lt;a href="http://technorati.com/tags/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;BlogBlogs Marcas: : &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;script&gt;var partnership_width = 468;var partnership_height = 60;var partnership_mtype = 'smt';var partnership_mid = 1183;var partnership_mgroup = 0;var partnership_partner = '197A_E839_FED9';var partnership_popUp = 0;&lt;/script&gt;&lt;script src='http://images.americanas.com.br/parceria_com/pre_proxy/preproxy.js'&gt;&lt;/script&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23455004-8590039820905954505?l=estudandoodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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O ex-marido integrava o quadro societário durante o casamento em regime de comunhão parcial de bens. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A decisão segue o voto do relator do recurso interposto pelo ex-marido, ministro Luis Felipe Salomão. Ele considerou o fato de ser o pagamento da indenização irreversível, de a mulher ter direito à meação dos valores e o alto valor do patrimônio construído pelo casal, suficientemente expressivo para cobrir qualquer diferença que possa ser apurada em favor de um dos ex-cônjuges. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O casamento durou de 1992 a 2000, quando houve a separação de corpos, e em 2004 houve o divórcio. Durante a união em regime de comunhão parcial de bens, o homem integrava a sociedade. A indenização pela dissolução parcial da sociedade, no valor total de R$ 16 milhões, integrou os bens objeto do inventário e foi bloqueada para assegurar a divisão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O homem requereu em juízo o levantamento de 50% do valor da indenização, parte que era sua por direito, o que lhe foi concedido em decisão proferida em agravo de instrumento. A mulher também conseguiu o levantamento da outra metade do valor. Em medida cautelar proposta pelo ex-marido, o ministro Luis Felipe Salomão concedeu liminar condicionando o saque pela ex-esposa à prestação de caução. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No presente recurso especial, o homem contestou o direito de levantamento dado à ex-esposa. Argumentou que o inventário ainda estava em fase de perícia e que não havia decisão sobre a meação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O relator observou que houve sentença no processo de inventário e partilha reconhecendo o direto de cada uma das partes a 50% do valor da indenização fixada em processo já transitado em julgado. Por essas razões, a Turma negou provimento ao recurso e cassou a liminar anteriormente concedida, conforme o voto do relator, que concluiu que a caução não era mais necessária. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;                                &lt;div id="autorFonte" class=""&gt;				&lt;p class="font11"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; STJ&lt;/p&gt;                &lt;/div&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;                                &lt;p class="font11"&gt;&lt;em&gt;A Justiça do Direito Online&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/67591/titulo/Exesposa_pode_sacar_sem_caucao_R_8_milhoes_em_indenizacao_devida_ao_exmarido_.html"&gt;Correio Forense - Ex-esposa pode sacar sem caução R$ 8 milhões em indenização devida ao ex-marido  - Direito Processual Civil&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;Technorati Marcas: : &lt;a href="http://technorati.com/tags/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;BlogBlogs Marcas: : &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;script&gt;var partnership_width = 468;var partnership_height = 60;var partnership_mtype = 'smt';var partnership_mid = 1183;var partnership_mgroup = 0;var partnership_partner = '197A_E839_FED9';var partnership_popUp = 0;&lt;/script&gt;&lt;script src='http://images.americanas.com.br/parceria_com/pre_proxy/preproxy.js'&gt;&lt;/script&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23455004-8703977920434762947?l=estudandoodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EstudandoODireito/ProcessoCivil/~4/dQgyvJTCBqE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://estudandoodireito.blogspot.com/feeds/8703977920434762947/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://estudandoodireito.blogspot.com/2012/02/correio-forense-ex-esposa-pode-sacar.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23455004/posts/default/8703977920434762947" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23455004/posts/default/8703977920434762947" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EstudandoODireito/ProcessoCivil/~3/dQgyvJTCBqE/correio-forense-ex-esposa-pode-sacar.html" title="Correio Forense - Ex-esposa pode sacar sem caução R$ 8 milhões em indenização devida ao ex-marido  - Direito Processual Civil" /><author><name>Raphael Simões Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03599671517603681483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="26" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/175/2076/320/Foto3x4_Raphael3_128.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://estudandoodireito.blogspot.com/2012/02/correio-forense-ex-esposa-pode-sacar.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23455004.post-907011750439383062</id><published>2012-02-18T14:28:00.005-03:00</published><updated>2012-02-18T14:28:29.693-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Processual Civil" /><title type="text">Correio Forense - TJDF declara falsidade de documento em processo contra médico - Direito Processual Civil</title><content type="html">&lt;blockquote&gt;&lt;div id="noticias"&gt;            	15-02-2012 06:01                &lt;h3&gt;TJDF declara falsidade de documento em processo contra médico&lt;/h3&gt;                &lt;img src="http://www.correioforense.com.br/gerencia/uploads/imagens/386afbf14c20120214050343.jpg" class="left margemDireita margemTopo" /&gt;                &lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A 2ª Turma Criminal do TJDFT, em grau de recurso, reconheceu a falsidade material do prontuário médico juntado no processo que apura a morte da paciente do Dr. Lucas Docas Seixas Júnior, Fernanda Wendling, após se submeter à cirurgia bariátrica. O documento foi assinado pela médica Ângela Beatriz Zappalá e traz informações sobre índice de massa corporal - IMC e peso da paciente. Com a declaração de falsidade, o prontuário deverá ser desentranhado dos autos e não serve como prova.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O incidente de declaração de falsidade foi ajuizado pelo MPDFT no bojo da ação penal contra o médico Lucas Seixas, que tramita na vara do Tribunal do Júri de Brasília. Na sentença de 1ª Instância, o juiz considerou que a falsidade material alegada pelo órgão ministerial não foi devidamente demonstrada e julgou improcedente o pedido de declaração de falsidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O MPDFT recorreu da decisão e obteve a reforma da decisão. O relator do recurso destacou que no tocante à alegada falsidade ideológica, não há como afirmar que os dados inseridos no prontuário original, ainda que cerca de 4 anos depois, não são condizentes com a verdade. Entretanto, incontestável a falsidade material do documento. "Ocorre que, confrontando-se as cópias acostadas com o documento original, fica evidente o acréscimo de dados clínicos importantíssimos no prontuário médico original da paciente, após ter sido solicitada sua apreensão pela d. autoridade judicial, quase 5 anos depois da data da efetiva consulta médica", afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além de declarar a falsidade material do documento, a Turma determinou, à unanimidade, que o juiz de 1ª Instância proceda às determinações do art. 15 da Lei de Introdução ao Código de Processo Penal, que dispõe: "o documento reconhecido como falso será, antes de desentranhado dos autos (retirado), rubricado pelo juiz e pelo escrivão em cada uma de suas folhas".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não cabe mais recurso no TJDFT.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nº do processo: 2011011029631-3&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;                                &lt;div id="autorFonte" class=""&gt;				&lt;p class="font11"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; TJDF&lt;/p&gt;                &lt;/div&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;                                &lt;p class="font11"&gt;&lt;em&gt;A Justiça do Direito Online&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/67458/titulo/TJDF_declara_falsidade_de_documento_em_processo_contra_medico.html"&gt;Correio Forense - TJDF declara falsidade de documento em processo contra médico - Direito Processual Civil&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;Technorati Marcas: : &lt;a href="http://technorati.com/tags/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;BlogBlogs Marcas: : &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;script&gt;var partnership_width = 468;var partnership_height = 60;var partnership_mtype = 'smt';var partnership_mid = 1183;var partnership_mgroup = 0;var partnership_partner = '197A_E839_FED9';var partnership_popUp = 0;&lt;/script&gt;&lt;script src='http://images.americanas.com.br/parceria_com/pre_proxy/preproxy.js'&gt;&lt;/script&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23455004-907011750439383062?l=estudandoodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EstudandoODireito/ProcessoCivil/~4/bC6rxURMR_A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://estudandoodireito.blogspot.com/feeds/907011750439383062/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://estudandoodireito.blogspot.com/2012/02/correio-forense-tjdf-declara-falsidade.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23455004/posts/default/907011750439383062" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23455004/posts/default/907011750439383062" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/EstudandoODireito/ProcessoCivil/~3/bC6rxURMR_A/correio-forense-tjdf-declara-falsidade.html" title="Correio Forense - TJDF declara falsidade de documento em processo contra médico - Direito Processual Civil" /><author><name>Raphael Simões Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03599671517603681483</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="26" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/175/2076/320/Foto3x4_Raphael3_128.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://estudandoodireito.blogspot.com/2012/02/correio-forense-tjdf-declara-falsidade.html</feedburner:origLink></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23455004.post-3097314889211870334</id><published>2012-02-18T14:28:00.003-03:00</published><updated>2012-02-18T14:28:15.426-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Processual Civil" /><title type="text">Correio Forense - TJDF mantém decisão que manda GDF devolver helicópteros - Direito Processual Civil</title><content type="html">&lt;blockquote&gt;&lt;div id="noticias"&gt;            	15-02-2012 07:30                &lt;h3&gt;TJDF mantém decisão que manda GDF devolver helicópteros&lt;/h3&gt;                &lt;img src="http://www.correioforense.com.br/gerencia/uploads/imagens/11619eb4bf20120214050839.jpg" class="left margemDireita margemTopo" /&gt;                &lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A 4ª Turma Cível negou provimento ao recurso do Distrito Federal e manteve, à unanimidade, decisão do juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública do DF, que declarou nulos os pregões nºs 540/2004 e 683/2004 e os contratos deles decorrentes n. 051/2004 CBMDF e 013/2005 Detran, celebrados entre os réus Distrito Federal, Detran e a empresa Helibrás, vencedora da licitação, para aquisição de dois helicópteros, um para o Corpo de Bombeiros do DF e outro para o Detran/DF.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Turma também negou provimento, por maioria, ao recurso interposto pela Helibrás, que pedia, no caso da nulidade, indenização do negócio, uma vez que as aeronaves foram entregues e estavam em uso. Com a decisão, confirmada pela 2ª Instância, os eventuais pagamentos deverão ser devolvidos, corrigidos monetariamente desde o efetivo desembolso pelo Estado, acrescido de juros de 1% ao mês desde a data da citação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O MPDFT moveu a Ação Civil Pública contra o DF, a Helibrás e o Detran alegando, em síntese, que o processo licitatório favoreceu indevidamente a Helibrás. Primeiro, porque incluiu cláusula que impediu participação de concorrentes estrangeiras, violando o art. 3º da Lei de Licitações, e em seguida, porque usou modalidade licitatória ilegal, classificando o objeto da aquisição como bem comum. Segundo o MPDFT, o Tribunal de Contas do Distrito Federal, já firmou parecer no qual esclarece que objeto comum, para licitação na modalidade pregão, é o objeto padronizado, fornecido por grande número de empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao julgar o mérito da questão, o magistrado de 1ª Instância destacou que a inserção no edital de restrição de só permitir a participação de empresas estrangeiras "que funcionem no país", atrai-se o regramento do artigo 1134 do Código Civil e revela à intenção de dar preferência à empresa nacional. O Termo afastou "subliminarmente dos dois pregões" a ampla participação de outras empresas. Segundo o juiz não há qualquer explicação plausível para a inserção do termo no edital, "aparentemente inofensivo" e que tem sim, "conseqüências legais muito mais amplas do que alegam os réus", afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2ª Instância, o relator destacou: "Constata-se que o termo 'funcionar no país' tem conotação específica, unívoca, na medida em que o Código Civil estipula a necessidade de empresas estrangeiras precisarem de autorização da administração pública para 'funcionar no país'. Portanto, a sentença não deve ser alterada".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nº do processo: 2005011064305-3&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;                                &lt;div id="autorFonte" class=""&gt;				&lt;p class="font11"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; TJDF&lt;/p&gt;                &lt;/div&gt;                &lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;                                &lt;p class="font11"&gt;&lt;em&gt;A Justiça do Direito Online&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/67460/titulo/TJDF_mantem_decisao_que_manda_GDF_devolver_helicopteros.html"&gt;Correio Forense - TJDF mantém decisão que manda GDF devolver helicópteros - Direito Processual Civil&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;Technorati Marcas: : &lt;a href="http://technorati.com/tags/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tags/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:e3ee6216-8dce-4caf-8cde-09f72649c165"  style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;BlogBlogs Marcas: : &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Correio+Forense" rel="tag"&gt;Correio Forense&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Not%c3%adcias" rel="tag"&gt;Notícias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Direito+Processual+Civil" rel="tag"&gt;Direito Processual Civil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://blogblogs.com.br/tag/Processo+Civil" rel="tag"&gt;Processo Civil&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;script&gt;var partnership_width = 468;var partnership_height = 60;var partnership_mtype = 'smt';var partnership_mid = 1183;var partnership_mgroup = 0;var partnership_partner = '197A_E839_FED9';var partnership_popUp = 0;&lt;/script&gt;&lt;script src='http://images.americanas.com.br/parceria_com/pre_proxy/preproxy.js'&gt;&lt;/script&gt;&lt;hr size='1'/&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23455004-3097314889211870334?l=estudandoodireito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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