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	<title>Estudos Bíblicos</title>
	
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	<description>Estudos Bíblicos, Pregações, Mensagens, Ilustrações, Videos</description>
	<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 08:12:24 +0000</pubDate>
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		<title>Corinto- Uma Igreja Fervorosa, mas não Espiritual</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 08:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Corinto era uma cidade cosmopolita, próspera, sincrética e devassa. Um lugar semelhante as metrópoles contemporâneas, como São Paulo, Londres, Nova Iorque ou Pequim. Corinto era a ponte entre o Ocidente e o Oriente, com uma rede de estradas que ligava dois importantes portos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span class="apple-style-span"><span style="color: black;"><span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">Subsídio das Lições Bíblicas “I Coríntios- Os problemas da Igreja e suas soluções” (CPAD).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span class="apple-style-span"><span style="color: black;">Corinto era uma cidade cosmopolita, próspera, sincrética e devassa. Um lugar semelhante as metrópoles contemporâneas, como São Paulo, Londres, Nova Iorque ou Pequim. Corinto era a ponte entre o Ocidente e o Oriente, com uma rede de estradas que ligava dois importantes portos. A localização privilegiada levava aos coríntios a prosperidade mercantil, pois nenhum importador e exportador estava livre de passar por essas terras. Militarmente era essencial para a manutenção do império. Também floresceu entre os coríntios a atividade bancária, o artesanato, a arquitetura, os banhos, os jogos ístmicos e o trabalho com o bronze. Corinto era a síntese da cultura greco-romana, sendo naqueles dias a terceira cidade mais importante, perdendo para a capital Roma e Alexandria. Composta de judeus, gregos e escravos, essa cidade era a mistura de várias filosofias e religiões, que convivam sob um mesmo terreno. Nesse espaço nasce mais tarde a comunidade cristã.</span></span></p>
<p class="MsoListParagraph" style="text-indent: -18pt;"><span class="apple-style-span"><strong><span style="color: black;"><span>1-<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"> </span></span></span></strong></span><span class="apple-style-span"><strong><span style="color: black;">O Contexto da Época</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span class="apple-style-span"><span style="color: black;">Corinto do primeiro século era imoral, como outras grandes cidades do Império Romano. A fama da imoralidade era tão grande, que Aristófanes (480-385 a.C.) criou a palavra <em>korinthiazesthai </em>(“agir como um coríntio”, isto é, “cometer adultério”). Platão usou a expressão “garota coríntia” para referir-se a uma prostituta. O historiador e filósofo grego Estrabão (63 a.C - 24 d.C) escreveu que no templo de Afrodite havia mil prostitutas cultuais, que entregavam seus corpos aos homens de Corinto como forma de adoração. É importante destacar que o eufemismo “corintianizar” reportava a Corinto grega, que foi destruída pelos romanos em 146 a.C. Paulo escreve para uma comunidade coríntia já romana, que foi reconstruída por Júlio César em 46 a. C. Tudo indica que a Corinto do primeiro século, portanto romana, manteve práticas imorais como todas as cidades portuárias daquele tempo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span class="apple-style-span"><span style="color: black;">Os membros da Igreja em Corinto estavam mergulhados na cultura coríntia, vivendo em meio a imoralidade e desfrutando das benesses comercias dessa cidade urbanizada. Agora, a Igreja em Corinto era composta por muitos pobres (cf. I Co 1.26-27) e alguns poucos crentes ricos, como a maioria das igrejas urbanas atuais.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span class="apple-style-span"><span style="color: black;">A epístola do apóstolo Paulo aos coríntios reflete bem a realidade do século XXI. Esse século é urbano na conjuntura social, relativista na moralidade e fluído nas relações familiares como religiosas, alimentando o sincretismo e o trânsito religioso, na clara demonstração de estrutura doutrinária irregular. </span></span></p>
<p class="MsoListParagraph" style="text-indent: -18pt;"><span class="apple-style-span"><strong><span><span>2-<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"> </span></span></span></strong></span><span class="apple-style-span"><strong><span style="color: black;">O Fervor Religioso e a Espiritualidade</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal">A igreja de Corinto sofria o mesmo mal do pentecostalismo contemporâneo: muito fervor, mas pouca espiritualidade; muito carisma, porém pouco caráter; abundância nos dons, todavia falta nos frutos do Espírito. É impressionante o número de eventos que conclamam sobre avivamento, mas poucos são os frutos desse suposto “mover”. O povo brasileiro é atualmente místico e emocional, quando crentes confundem o emocionalismo exacerbado com o “poder de Deus”.</p>
<p class="MsoNormal">Hoje, as pregações não igrejas pentecostais resumem-se a gritaria e vitória; histeria e ufanismo; bagunça e falta de reflexão. Congressos estão lotados de pessoas ávidas por novidades, como “cair no espírito”, “aviãozinho”, “cambalhotas”, “pula-pula” etc. E aí de quem contestar essas práticas bizarras, pois logo é taxado de fariseu, blasfemo e outros estereótipos. <span> </span>Pouco se fala em caráter nos púlpitos pentecostais. Muita aparência de religiosidade, pois enquanto gritam “aleluais” maquiam seus males.</p>
<p class="MsoNormal">Não adianta gritar nos cultos como se estivesse no Maracanã, se o coração não estiver disposto a obedecer a Deus. Já dizia o falecido pr. Estevam Ângelo de Sousa, ícone do pentecostalismo brasileiro, que “uma lata vazia faz muito barulho”.</p>
<p class="MsoListParagraph" style="text-indent: -18pt;"><strong><span><span>3-<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"> </span></span></span></strong><strong>A Missão Discipuladora da Igreja</strong></p>
<p class="MsoNormal">Eis o grande problema da igreja pentecostal: falta de discipulado. Inclusive muitas lideranças precisariam voltar a classe dos discipulados, pois não sabem o elementar da fé cristã, portanto não aprenderam a ser discípulos. Não adianta a igreja ser muito evangelizadora, se a mesma não tem uma forte equipe de discipuladores. Igreja que evangeliza e não discipula não está cumprindo a Grande Comissão. O problema maior é que muitas deixaram o discipulado e até a evangelização.</p>
<p class="MsoNormal">Ensinar é moldar caráter. Falta de ensino bíblico provoca distorções doutrinárias e morais. Imaturidade e fraqueza doutrinária estão casadas. Enquanto numa comunidade muitos praticam os dons espirituais a partir da ostentação, do orgulho, da falta de amor; muita confusão acontecerá. Tudo isso fruto de um discipulado inexistente ou deficiente.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Uma igreja sadia é possível mesmo diante dos desafias da vida urbana. A saúde da Eclésia está totalmente relacionada ao ensino e discipulado de cada crente, por meio de uma liderança madura. A maturidade está relacionada ao caráter, portanto ostentar dons não é, senão pura vaidade.</p>
<p>Fonte: http://teologiapentecostal.blogspot.com</p>
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		<title>Tem que dar certo?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 19:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Estudos Temáticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem que dar certo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já cantei “vai dar tudo certo, em nome de Jesus”. Em minhas palestras e sermões, antecipei grandes reviravoltas na vida de meus ouvintes. Mas, com o passar do tempo, percebi que apesar de toda a minha boa vontade, tais guinadas não aconteciam com a frequência que eu desejava. Nem tudo dava certo! Alguns amigos agonizaram, carcomidos de câncer. Outros foram à bancarrota. Não vou nem mencionar os casamentos que celebrei e que terminaram em divórcio. Confesso minha infantilidade: repeti jargões ufanistas, sem critério. Pior, capitalizei em cima de ilusões.</p>
<p>Percebo que não estou só. Políticos, conferencistas motivacionais, assim como líderes religiosos, adoram repetir frases de efeito - que, na verdade, só servem para fortalecê-los. Infelizmente, as consequências são desastrosas. Mulheres azedaram na vida porque alguém prometeu que Deus (ou Santo Antônio) traria um marido “no tempo certo”. Empresários se desesperaram porque alguém assegurou que “o Senhor não permite que seus filhos fracassem nos negócios”. Pais e mães perderam a fé porque jamais cogitaram que um câncer “seria permitido” em uma família piedosa e obediente.</p>
<p>É comum ver pessoas acorrentadas a promessas que “um dia vão chegar” - mas que não chegam nunca; ver pessoas atribuindo aos “paradoxos” e aos “mistérios insondáveis da eternidade”, os contratempos que a vida impõe. Nada como o dia a dia para arrasar com os discursos triunfalistas. Crianças agonizam com diarréia nas favelas; faltam ambulâncias nas periferias para salvar os infartados; professores de escola pública recebem uma ninharia no perpétuo ciclo <em>ignorância-desemprego-miséria</em>. Quem ganha? As revistas de fofoca com seus conselhos de auto-ajuda, os televangelistas e as religiões pequeno burguesas. Nos arroubos de vitória, as relações utilitárias com a Divindade prosseguem intocadas e os cantores gospel faturam bem.</p>
<p>Reconheçamos: a vida de muitos simplesmente não vai dar certo. A estrutura econômica assimétrica não permite que multidões subam a escadaria da inclusão social. Os oligarcas não vão abrir mão de seus benefícios (veja a miséria do Maranhão, feudo de uma família poderosa). Muitos não vão entrar na terra prometida; homens adoecerão sem conseguir recuperar suas empresas; mulheres não vão sair do lugarejo que lhes asfixia; rapazes, que sonhavam em jogar futebol na Europa, terão que se contentar com o saláro de balconista.</p>
<p>Não se deve desprezar a realidade em nome da esperança. Não se deve negligenciar as amarras sociais em nome das promessas de Deus. Não se deve perpetuar fantasias em nome do otimismo. Sou pastor, pregador e conferencista, mas não tenho o direito de me descolar da existência concreta que as pessoas enfrentam todos os dias.</p>
<p>Por isso, assumo um compromisso com a verdade. Obrigo-me não à verdade metafísica, absoluta, da religião ou da filosofia. Estou abraçado à verdade que o cotidiano impõe. Acredito que só promoverei a liberdade se ensinar o meu próximo a olhar a realidade sem enganos. – “<em>Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará</em>!”.</p>
<p>Autor:  Ricardo Gondim<br />
Fonte:  <a href="http://www.ricardogondim.com.br" title="http://www.ricardogondim.com.br" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.ricardogondim.com.br');">http://www.ricardogondim.com.br</a></p>
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		<title>O Cimento do Amor</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 07:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amor]]></category>

		<category><![CDATA[Ilustrações]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o salão do prédio onde a igreja se reúne foi construído foram usados centenas de tijolos. Um em cima do outro. Sem estes tijolos não teríamos este salão. Podemos até dizer que o tijolo é a matéria prima da construção numa edificação como esta. Mas, para levantar estas parede, só é preciso de tijolos? Pode imaginar dezenas de tijolos um em cima do outro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Trebuchet MS;"><span> Quando o salão do prédio onde a igreja se reúne foi construído foram usados centenas de tijolos. Um em cima do outro. Sem estes tijolos não teríamos este salão. Podemos até dizer que o tijolo é a matéria prima da construção numa edificação como esta. Mas, para levantar estas parede, só é preciso de tijolos? Pode imaginar dezenas de tijolos um em cima do outro.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Trebuchet MS;"><span> O que mais é preciso? Cimento. Pode imaginar estas paredes aqui, um tijolo em cima do outro, centenas de tijolos ao seu redor, mas sem cimento? Ou com cimento de má qualidade?</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Trebuchet MS;"><span> Nós somos os tijolos que Jesus usa para construir sua igreja. A palavra até nos chama de &#8220;pedras&#8221;. 1 Pedro 2:5 diz &#8220;também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual… &#8221; Cada um de nós somos a matéria prima da edificação da Igreja de Jesus. Mas, há um material fundamental que nos mantém juntos - o amor. Este amor é o que? É a paciência, a consideração, a confiança um no outro. Sem o cimento do amor, todas estas pedras um dia caem. Basta o inimigo bater um pouco na parede que ela cede. Ele bate um pouco mais e ela cai para o chão.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Trebuchet MS;"><span> Na verdade, o cimento que liga dois tijolos aqui em baixo na parede, é tão importante quanto o cimento e os tijolos ligados ali em cima. De fato, todos os tijolos desta parede estão de certa forma em contato com todos os outros. Todos dependem, uns dos outros - como nós dependemos uns dos outros.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Trebuchet MS;"><span> Quando nós começamos a brigar, a discutir, a medir ou até retirar nosso amor uns dos outros, o que é que acontece? A parede começa a ceder. Alguns tijolos começam a cair. Basta uma rachadura aqui, e outro ali, e outro ali, e em pouco tempo, a casa toda cai. Por outro lado, basta que o cimento que segura os tijolos seja bem feito, bem forte, e todos ficam juntos. Podem resistir qualquer investida do inimigo.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Trebuchet MS;"><span> Você não tem que segurar todos os irmãos na igreja. Você não tem que visitar todos.<br />
Mas, você tem que amar pessoalmente aqueles que Deus colocou próximo de você.<br />
Tem que tratar todos com a mesma consideração. Tem que amar igualmente todos.<br />
Mas, haverão alguns, bem próximos de você que você terá que ter um amor muito forte para eles.<br />
</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Trebuchet MS;"><span> Elas podem ser próximos porque são da sua casa, ou do seu pequeno grupo, ou da sua área de serviço na igreja. Ou, pode ser que é com eles que você se acha em constante atrito. Seja qual for o motivo, são os tijolos que Jesus, o grande construtor desta casa, colocou próximo de você. Ame eles, com o mesmo amor que você ama a Jesus. E, a igreja dEle ficará bem forte para sempre. Quando falamos uns com os outros, vamos falar como quem está falando com o próprio Senhor Jesus.</span></span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span style="font-family: Trebuchet MS;"><span> – Dennis Downing www.hermeneutica.com.br</span></span></span></p>
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		<title>Era Maria Madalena, uma Prostituta?</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 06:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Perguntas Bíblicas]]></category>

		<category><![CDATA[Maria Madalena]]></category>

		<category><![CDATA[Prostitutas]]></category>

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		<description><![CDATA[Era Maria Madalena, uma Prostituta?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span>Maria Madalena, aquela mulher que acompanhava Jesus e o servia, que esteve junto da cruz e foi a primeira a vê-lo ressuscitado e que o anunciou aos ou tros irmãos, tem recebido, durante séculos de cristianis mo, uma pecha desagradável que jamais mereceu.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Apesar de Jesus ter expulsado dela 7 demô nios (Lucas 8:2), não existe qualquer referência que afirme que a pobre mulher, antes de conhecer a Je sus, tenha sido uma PROSTITUTA!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Talvez a confundam com a mulher PECADO RA, que regou os pés de Jesus com lágrimas e enxugou -os com seus próprios cabelos. (Lucas 7:36-50).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Madalena significa: Natural de Magdala, povoado situado às margens do mar da Galiléia. (Não há nenhuma indicação de que esta Maria seja a pecadora mencionada no cap. 7).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Fonte: </span><a title="www.estudosnovotempo.com.br" href="www.estudosnovotempo.com.br" target="_blank">www.estudosnovotempo.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Os três conselhos</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 17:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ilustrações]]></category>

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		<description><![CDATA[Os três conselhos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de<br />
favores num sitio do interior.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent">Um dia o marido fez a seguinte proposta a esposa: -<br />
Querida eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e<br />
trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e<br />
confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você<br />
me espere e, enquanto estiver fora, seja fiel a mim, pois eu serei fiel a você.</p>
<p class="MsoNormal">Assim sendo o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que<br />
encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua<br />
fazenda.</p>
<p class="MsoNormal">O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi<br />
aceito.</p>
<p class="MsoNormal">Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi<br />
aceito.</p>
<p class="MsoNormal">O pacto seria o seguinte: - Me deixe trabalhar pelo tempo<br />
que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o Senhor me dispensa das minhas<br />
obrigações. Eu não quero receber o meu salário. Peço que o Senhor o coloque na<br />
poupança, até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair o Senhor me dá<br />
o dinheiro e eu sigo o meu caminho.</p>
<p class="MsoNormal">Tudo combinado.</p>
<p class="MsoNormal">Aquele jovem trabalhou durante vinte anos, sem férias e sem<br />
descanso.</p>
<p class="MsoNormal">Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse: - Patrão,<br />
eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.</p>
<p class="MsoNormal">O patrão então lhe respondeu: - Tudo bem, afinal, fizemos um<br />
pacto e vou cumpri-lo, só que antes, quero lhe fazer uma proposta, tudo bem? Eu<br />
lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora ou eu lhe dou três conselhos e<br />
não lhe dou o dinheiro e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe<br />
dou os conselhos e se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro. Vá<br />
para o seu quarto, pense e depois me de a resposta.</p>
<p class="MsoNormal">Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe:<br />
- Quero os três conselhos.</p>
<p class="MsoNormal">O patrão novamente frisou: - Se lhe der os conselhos, não<br />
lhe dou o dinheiro.</p>
<p class="MsoNormal">E o empregado respondeu:- Quero os conselhos.</p>
<p class="MsoNormal">O patrão então lhe falou: 01) Nunca tome atalhos em sua<br />
vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida; 02) Nunca<br />
seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal pode ser mortal;<br />
03) Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois você pode se<br />
arrepender e ser tarde demais.</p>
<p class="MsoNormal">Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não<br />
era tão jovem assim:- Aqui você tem três pães, dois para você comer durante a<br />
viagem e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar a sua casa.</p>
<p class="MsoNormal">O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte<br />
anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava.</p>
<p class="MsoNormal">Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o<br />
cumprimentou e lhe perguntou: - Pra onde você vai?</p>
<p class="MsoNormal">Ele respondeu: - Vou para um lugar muito distante que fica a<br />
mais de vinte dias de caminhada por esta estrada.</p>
<p class="MsoNormal">O andarilho disse-lhe então: - Rapaz, este caminho é muito<br />
longo, eu conheço um atalho que “é dez” e você chega em poucos dias.</p>
<p class="MsoNormal">O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando<br />
lembrou-se do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal.</p>
<p class="MsoNormal">Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.</p>
<p class="MsoNormal">Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou<br />
uma pensão à beira da estrada, onde pôde hospedar-se.</p>
<p class="MsoNormal">Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.</p>
<p class="MsoNormal">De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor.</p>
<p class="MsoNormal">Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até<br />
o local do grito. Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo<br />
conselho. Voltou, deitou-se e dormiu.</p>
<p class="MsoNormal">Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe<br />
perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido. O<br />
hospedeiro disse: E você não ficou curioso? ele disse que não. No que o<br />
hospedeiro respondeu: - Você é o primeiro hóspede a sair vivo daqui, pois meu<br />
filho tem crises de loucura; grita durante a noite e quando o hospede sai,<br />
mata-o e enterra-o no quintal.</p>
<p class="MsoNormal">O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar<br />
a sua casa.</p>
<p class="MsoNormal">Depois de muitos dias e noites de caminhada… Já ao<br />
entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu<br />
entre os arbustos a silhueta de sua esposa.</p>
<p class="MsoNormal">Estava anoitecendo, mas ele pôde ver que ela não estava só.<br />
Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre as pernas, um homem a quem estava<br />
acariciando os cabelos.</p>
<p class="MsoNormal">Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e<br />
amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade.</p>
<p class="MsoNormal">Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do<br />
terceiro conselho. Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali<br />
mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.</p>
<p class="MsoNormal">Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse: - Não vou<br />
matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que<br />
ele me aceite de volta.</p>
<p class="MsoNormal">Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre fui<br />
fiel a ela.</p>
<p class="MsoNormal">Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a<br />
porta e o reconhece, se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente.</p>
<p class="MsoNormal">Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então com lágrimas<br />
nos olhos, lhe diz: - Eu fui fiel a você e você me traiu. . .</p>
<p class="MsoNormal">Ela espantada lhe responde: - Como? Eu nunca te trai,<br />
esperei durante esses vinte anos.</p>
<p class="MsoNormal">Ele então lhe perguntou:- E aquele homem que você estava<br />
acariciando ontem ao entardecer?</p>
<p class="MsoNormal">E ela lhe disse: - Aquele homem é nosso filho. - Quando você<br />
foi embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade.</p>
<p class="MsoNormal">Então o marido entrou, conheceu, abraçou seu filho e<br />
contou-lhes toda a sua historia, enquanto a esposa preparava o café.</p>
<p class="MsoNormal">Sentaram-se para tomá-lo e comer juntos o último pão. Após a<br />
oração de agradecimento, com lagrimas de emoção, ele parte o pão e ao abri-lo,<br />
encontra todo o seu dinheiro, o pagamento por seus vinte anos de dedicação.</p>
<p class="MsoNormal">Muitas vezes achamos que o atalho “queima etapas”<br />
e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade…</p>
<p class="MsoNormal">Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que<br />
nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará…</p>
<p class="MsoNormal">Outras vezes, agimos por impulso sem refletir sobre nossos<br />
atos e suas conseqüências e fatalmente nos arrependemos depois…</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Fonte: Autor Desconhecido</p>
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		<title>Tito - Esboço e Introdução</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 05:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novo Testamento]]></category>

		<category><![CDATA[Esboçoes Bíblicos]]></category>

		<category><![CDATA[Panorama Bíblico]]></category>

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		<description><![CDATA[Tito (Tt)
Autor: Paulo
Data: Cerca de 64 dC
Antecedentes

É estranho que uma pessoa cujo nome esteja listado entre os livros do NT seja tão pouco conhecida. Mesmo que Tito fosse companheiro e um valioso colaborador de Paulo, não existe nenhuma menção a seu respeito em Atos.
Tito era grego e evidentemente um convertido de Paulo. O fato de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="background: #e6dcb4 none repeat scroll 0% 0%; font-size: 13.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Tito (Tt)</span></strong><strong><span style="font-size: 13.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><strong><span style="font-size: 7.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Autor: </span></strong><span style="font-size: 7.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Paulo<br />
<strong>Data: </strong>Cerca de 64 dC</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Antecedentes</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">É estranho que uma pessoa cujo nome esteja listado entre os livros do NT seja tão pouco conhecida. Mesmo que Tito fosse companheiro e um valioso colaborador de Paulo, não existe nenhuma menção a seu respeito em Atos.<br />
Tito era grego e evidentemente um convertido de Paulo. O fato de Tito não ser circuncidado (Gl 2.3) indica que ele não foi criado no judaísmo, nem tornou-se um prosélito. Paulo tinha muita estima por Tito e o apostolo se inquietava quando havia pouco ou nenhuma notícia sobre as atividades e o paradeiro do jovem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Ocasião e Data<br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Embora o NT não registre um ministério de Paulo em Creta, passagens como 1.5 indicam claramente que ele e Tito conduziram uma missão lá. Ess campanha provavelmente tenha acontecido em alguns momentos durante 63-64 dC, após a libertação de Paulo de sua primeira prisão em Roma. Como tinha pouco tempo, Paulo deixou Tito em Creta para cuidar de novas igrejas. Então o apóstolo partiu para outras´áreas de trabalho. Em algum momento a caminho de Nicópolis, na Grécia (3.12), ele escreveu para Tito. A carta dá indicações de ter sido escrita durante o outono, provavelmente por volta de 64 dC (3.12).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Conteúdo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A carta a Tito tem uma afinidade com 1Tm. Ambas as epistolas são endereçadas a jovens homens aos quais tinham sido designados de liderança responsável em sua respectivas igrejas durante a ausência de Paulo. Ambas as epístolas ocupam-se com as qualificações daqueles que devem liderar a ensinar as igrejas. Tito tinha três grandes temas– a organização da igreja, a doutrina correta e a vida santa. Tito tinha de ordenar os presbíteros em cada cidade onde existia o núcleo de uma congregação. Eles devia ser homens de alto caráter moral, e deveriam ser inflexíveis em questões de princípio, mantendo a verdadeira doutrina apostólica e sendo capazes de reprovar os opositores.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Cristo Revelado</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Fundamentando as instruções de Paulo está o tema de que Cristo está construindo sua igreja, escolhendo cuidadosamente as pedras que formam essa habitação para Deus. Paulo também enfatiza Cristo como nosso redentor (2.14; 3.4-7) e apresenta sua segunda vinda como um incentivo à vida sagrada (2.12,13).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O Espírito Santo em Ação</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O ministério do ES é compreendido por toda a epístola. Os cretenses não podem mudar a si mesmo (1.12-13), e a regeneração só pode ser obra do ES (3.5). A pessoa que experimenta um novo nascimento recebe o ES a fim de manter um estilo de vida vitorioso seguindo os moldes do de Cristo (3.6-8).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Esboço de Tito</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">I. Introdução 1.1-5</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Declaração do ofício, esperança e funções de Paulo 1.1-3<br />
Saudação 1.4<br />
Encargo de Tito 1.5</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">II. Instruções em relação aos presbíteros 1.6-16</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Sua qualificações 1.6-9<br />
A necessidade de administração adequada 1.10—16</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">III. Instruções em relação à conduta cristã 2.1-3-7</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Entre eles mesmos 2.1-15<br />
Em relação ao mundo todo 3.1-7</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">IV. Instruções finais 3.8-11</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Para ensinar verdades espirituais 3.9-11<br />
Pra evitar dissensões 3.9-11</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">V. Instruções e saudações 3.12-15</span></p>
<p><a href="http://www.vivos.com.br/" title="http://www.vivos.com.br" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.vivos.com.br');">Fonte: Bíblia Plenitude &amp; Site Vivos</a></p>
<p><a href="http://www.sosgospel.com.br" title="Teologia, Vida e coisas do Dia-a dia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.sosgospel.com.br');">Visite o site www.sosgospel.com.br e veja mais artigos e vídeos!</a></p>
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		<title>Quem era Melquisedeque?</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 16:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Perguntas Bíblicas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pergunta:  &#8220;Quem era Melquisedeque?&#8221;
Resposta:  Melquisedeque, cujo nome significa “rei de justiça”, foi um rei de Salém (Jerusalém) e sacerdote do Deus Altíssimo (Gênesis 14:18-20; Salmo 110:4; Hebreus 5:6-11; 6:20-7:28). O aparecimento e desaparecimento repentinos de Melquisedeque no livro de Gênesis são misteriosos. Melquisedeque e Abraão se conheceram pela primeira vez depois da vitória [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- Content Title Here --></p>
<p><strong>Pergunta:  &#8220;Quem era Melquisedeque?&#8221;</p>
<p>Resposta: </strong> Melquisedeque, cujo nome significa “rei de justiça”, foi um rei de Salém (Jerusalém) e sacerdote do Deus Altíssimo (Gênesis 14:18-20; Salmo 110:4; Hebreus 5:6-11; 6:20-7:28). O aparecimento e desaparecimento repentinos de Melquisedeque no livro de Gênesis são misteriosos. Melquisedeque e Abraão se conheceram pela primeira vez depois da vitória de Abrão contra Quedorlaomer e seus três aliados. Melquisedeque ofereceu pão e vinho a Abraão e aos seus homens que estavam muito cansados, demonstrando amizade. Ele abençoou Abraão no nome de El Elyon (&#8221;Deus Altíssimo&#8221;) e louvou a Deus por ter dado a Abraão vitória na batalha (Gênesis 14:18-20).</p>
<p>Abraão ofereceu a Melquisedeque um dízimo de tudo que tinha conquistado. Ao fazer isso Abraão indicou que ele reconhecia que Melquisedeque acreditava no Deus verdadeiro e era Seu seguidor, assim como um sacerdote de posição mais elevada que o próprio Abraão. A existência de Melquisedeque mostra que outras pessoas além de Abraão e sua família também serviam ao Deus verdadeiro.</p>
<p>Em Salmo 110, um salmo messiânico escrito por Davi (Mateus 22:43), Melquisedeque é visto como um tipo de Cristo (modelo ou figura de Cristo). O tema é repetido no livro de Hebreus, onde Melquisedeque e Cristo são considerados reis da justiça e da paz. Ao citar Melquisedeque e seu sacerdócio especial como um tipo, o autor mostra que o novo sacerdócio de Cristo é superior à ordem levítica e ao sacerdócio de Arão (Hebreus 7:1-10).</p>
<p>Alguns acreditam que Melquisedeque era uma aparição do Cristo pré-encarnado. Isso é possível mas pouco provável. Melquisedeque era o rei de Salém. Será que Cristo teria vindo à terra e reinado em uma cidade? Melquisedeque é semelhante a Cristo porque os dois são sacerdotes e reis; por isso Melquisedeque pode ser chamado de um “tipo” de Cristo, mas os dois não são as mesmas pessoas.</p>
<p>Fonte: http://www.gotquestions.org</p>
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		<title>As três peneiras</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 04:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ilustrações]]></category>

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		<description><![CDATA[As três peneiras]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:</p>
<p>- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele… Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, o interrompeu:</p>
<p>- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?</p>
<p>- Peneiras? Que peneiras?</p>
<p>- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?</p>
<p>- Não, não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram, mas eu acho que… E novamente Olavo é interrompido pelo chefe:</p>
<p>- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?</p>
<p>- Claro que não! Deus me livre, Chefe! - disse Olavo, assustado.</p>
<p>- Então, continua o chefe - sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?</p>
<p>- Não chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar; - fala Olavo, surpreendido.</p>
<p>- Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras- disse o chefe sorrindo e continuou:</p>
<p>- Da próxima vez antes de obedecer ao impulso de passar uma história adiante, submeta-o ao crivo das TRÊS PENEIRAS:</p>
<p>VERDADE - BONDADE - NECESSIDADE</p>
<p align="left">Autor: Desconhecido</p>
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		<item>
		<title>Filemon, Hebreus &amp; Tiago</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 16:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novo Testamento]]></category>

		<category><![CDATA[Esboço Bíblico]]></category>

		<category><![CDATA[Panorama Bíblico]]></category>

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		<description><![CDATA[Filemom (Fm)
Autor: Paulo
Data: Cerca de 60-61 dC
Antecedentes

Esta carta é o apelo pessoal de Paulo a Filemom, um cristão rico e dono de escravos. Parece que Filemom tinha se convertido sob o ministério de Paulo (v.10), que morava em Colossos, e que a igreja colosense se reunião em sua casa (v.2). Onésimo, um de seus escravos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="background: #e6dcb4 none repeat scroll 0% 0%; font-size: 13.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Filemom (Fm)</span></strong><strong><span style="font-size: 13.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><strong><span style="font-size: 7.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Autor: </span></strong><span style="font-size: 7.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Paulo<br />
<strong>Data: </strong>Cerca de 60-61 dC</span><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Antecedentes</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Esta carta é o apelo pessoal de Paulo a Filemom, um cristão rico e dono de escravos. Parece que Filemom tinha se convertido sob o ministério de Paulo (v.10), que morava em Colossos, e que a igreja colosense se reunião em sua casa (v.2). Onésimo, um de seus escravos tinha fugido para Roma, aparentemente depois de danificar ou roubar a propriedade do mestre (vs. 11,18). Em Roma, Onésimo entrou em contato com o preso Paulo, que o levou a Cristo (10).<br />
Paulo escreveu para a igreja em Colossos e evidentemente incluiu esta carta a favor de Onésimo. Tíquico e Onésimo aparentemente entregaram as duas cartas (Cl 4.7-9; Fm 12). O relacionamento próximo de Paulo e Filemom é evidenciado através de suas orações mútuas (vs 4 e 22) e de uma hospitalidade de “portas abertas” (v.22). Amor, confiança e respeito caracterizavam a amizade deles (vs. 1, 14,21)<br />
A escravidão era uma realidade econômica e social aceita no mundo romano. Um escravo era propriedade de seu mestre, e não tinha direitos. De acordo com a lei romana, os escravos fugitivos poderiam ser severamente punidos e mesmo condenados à morte. Às revoltas dos escravos no séc. I resultaram em proprietários temerosos e suspeitos. Mesmo a igreja Primitiva não tendo atacado diretamente a instituição da escravidão, ela reorganizou o relacionamento entre o mestre e o escravo. Ambos eram iguais perante Deus (Gl 3.28), e ambos eram responsáveis por seu comportamento (Ef 6.5-9).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Ocasião e Data</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Paulo escreveu esta carta durante sua prisão romana por volta de 61 dC. Ele desejava uma verdadeira reconciliação cristã entre o proprietário de escravos lesado e o escravo perdoado. Paulo, com delicadeza, mas com urgência, intercedeu por Onésimo e expressou total confiança de que a fé e amor de Filemom resultariam na restauração (vs 5,21)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Características</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Mesmo sendo a mais curta das epístola de Paulo, Fm é uma profunda revelação de Cristo operando na vida de Paulo e daqueles à sua volta. O tom é de amizade calorosa e pessoal ao invés de autoridade apostólica. Ela revela como Paulo endereçou com educação porém firmeza o assunto central da vida cristã, isto é, o amor através do perdão, em uma situação muito sensível. Apresenta a persuasão de Paulo em ação.<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Conteúdo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A epístola é uma expressão autêntica dos verdadeiros relacionamentos cristãos. Depois de agradecer pessoalmente a Filemom e seus companheiros crentes, Paulo expressa ação de graças por seu amor e fé em relação a Cristo e a seus companheiros crentes.<br />
O amor fraternal normalmente exige graça e misericórdia práticas, e Paulo logo chega a esse tópico. Ele explica a conversão de Onésimo e o novo valor do escravo no ministério e família de Jesus Cristo (12-16). Essa transformação, junto com a profunda amizade de Paulo com os dois homens, é a base de um novo começo.<br />
Não se trata de um apelo superficial de Paulo, pois ele preenche um “cheque em branco” em nome de Onésimo para quaisquer dívidas a pagar (vs 17-19). Ele faz a petição já sabendo que o amor e caráter de Filemom prevalecerão. Como ele conclui, as pessoas podem ver a unidade do Espírito entre todos os santos envolvidos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Cristo Revelado</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Essa epístola aplica poderosamente a mensagem do evangelho. Antes um escravo alienado, Onésimo agora também é um “querido Irmão” em Cristo (v.16). Filemom é desafiado a mostrar o mesmo perdão incondicional que ele recebeu através da graça e amor de Jesus. A oferta de Paulo em pagar uma dúvida que não era sua em nome de um escravo arrependido é um quadro claro da obra do Calvário. A intercessão de Paulo é, além disso, análoga à intercessão contínua de Cristo junto ao Pai em nosso nome.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O Espírito Santo em Ação</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Mesmo não mencionando especificamente o ES, foi ativo no ministério de Paulo e na vida da igreja. È o ES que batiza todos os crentes, seja escravo ou livre, no corpo de Cristo (1Co 12.13); e Paulo aplica essa verdade à vida de Filemom e de Onésimo. O amor, fruto do Espírito, é evidente por toda a carta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Esboço de Filemom</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">I. Saudação 1-3<br />
II. Ação de graças em relação a Filemom 4-7</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Louvor pessoal 4<br />
Características dignas de louvor 5-7</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">III. Petição de Paulo por Onésimo 8-21</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Um pedido de aceitação 8-16<br />
Um garantia de reembolso 17.19<br />
Uma confiança na obediência 20-21</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">IV. Preocupações pessoais 22-25</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Esperança de libertação 22<br />
Saudações 23-24<br />
Bênção 25</span></p>
<p>Fonte: Bíblia Plenitude</p>
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 5pt; line-height: normal; text-align: center;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"></p>
<hr style="color: black;" size="2" noshade="65535" /></span></div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="background: #e6dcb4 none repeat scroll 0% 0%; font-size: 13.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Hebreus (Hb)</span></strong><strong><span style="font-size: 13.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><strong><span style="font-size: 7.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Autor: </span></strong><span style="font-size: 7.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">desconhecido<br />
<strong>Data: </strong>Cerca de 70 dC</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Autor</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Hebreus não designa seu autor, e não existe unanimidade de tradição em relação à sua identidade. Alguns sábios destacam algumas evidências que podem indicar uma autoria paulina, enquanto outros sugerem que um dos colaboradores de Paulo, como Barnabé ou Apolo, podem ter escrito o livro. A especulação provou-se infrutífera, e a melhor conclusão pode ser a de Orígenes, no séc. III, que declarava que só Deus sabe ao certo quem o escreveu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Data e Localização</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O conteúdo de Hb indica que foi escrito antes da destruição do Templo em 70 dC (10.11; 13.11). A única evidência em relação ao local em que o livro foi escrito é a saudação enviada pelos “da Itália” (13.24), indicando talvez que o autor estivessem em Roma ou escrevendo para os cristãos de Roma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Conteúdo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Uma palavra importante da epístola é “melhor”, usada para descrever a Cristo e os benefícios do evangelho (1.4; 7.19,22; 8.6; 9.23; 10.34; 11.16,35,40).<br />
A maioria das bênçãos do judaísmo relacionava-se com as coisas terrenas: um tabernáculo ou templo terreno, sacerdotes terrenos, sacrifícios terrenos, um acordo que prometia a prosperidade terrena. Em contraste, Cristo está “à destra da Majestade, nas alturas” (1.3), onde distribui as bênçãos celestes (3.1; 6.4; 8.5; 11.16; 12.22-23).<br />
Um ponto importante desta epístola é a apresentação do ministério sumo sacerdotal do Senhor. Cristo é o sumo Sacerdote, não segundo a ordem de Aarão, mas sim de Melquisedeque, que não tinha antecessores nem sucessores no sacerdócio. Sendo assim, Melquisedeque era um tipo perfeito para Cristo, que recebeu o cargo do sumo sacerdote por invocação direta de Deus, e não por herança (5.5-6). Enquanto o sacerdote arônico tinha que oferecer sacrifícios continuamente por seus próprios pecados, bem como pelos pecados de outras pessoas, Cristo ofereceu de uma vez por todas sua própria pessoas sem pecados como o sacrifício perfeito. Ele experimentou na carne a provação que todos os crentes conhecem, e por isso ele é capaz de interceder compassivamente em nome deles.<br />
O cap. 11 enumera alguns dos grandes heróis da fé no AT. Os vs 4-35 registram bênçãos maravilhosas e notáveis vitórias alcançadas através da fé, enquanto os vs. 36-38 registram aqueles que resistiram a grandes provas, sofrimento e perseguição através da fé. Significativamente, não há menção dos pecados e defeitos daqueles enumerados. O motivo óbvio é que o sangue de Jesus tinha riscado os pecados e fracassos, de modo que suas iniqüidades não são mais lembradas contra eles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Cristo Revelado</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Falar de Cristo em Hb é descrever o livro inteiro. Ao tentar manter seus leitores distantes da apostasia, o escritor enfatiza a superioridade de Cristo perante tudo que o aconteceu antes no período do AT. Como nenhum outro livro da Bíblia, Hb salienta a importância e o ministério do Cristo pré-encarnado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O Espírito Santo em Ação</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O ministério do ES é visto de diversas maneiras, aplicando-se tanto ao período do AT quanto do NT: Os dons do ES para o ministério (2.4); testemunho à inspiração do AT (3.7; 10.15); descrição da experiência dos crentes (6.4); interpretação da verdade espiritual (9.8); assistência no ministério de Jesus (9.14); insultado pela apostasia (10.29).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Esboço de Hebreus</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">I. A superioridade da pessoa de Jesus 1.1-4.13</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Jesus: Melhor do que os profetas 1.1-3<br />
Jesus: Melhor do que os anjos 1.4-2.18<br />
Jesus: Melhor do que Moisés 3.1-19<br />
Jesus: Melhor do que Josué 4.1-13</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">II. A Superioridade do Ministério de Jesus 4.4-10.8</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Jesus: Melhor do que Arão 4.14-5.10<br />
O Sacerdócio de Melquisedeque, portanto Jesus, melhor do que o de Arão 7.1-8.5<br />
Jesus é mediador de uma melhor aliança 8.6-10.18</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">III. A superioridade da caminhada da fé 10.19-13.35</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Um chamado à segurança total da fé 10.19-11.40<br />
A persistência da fé 12.1-29<br />
Admoestações sobre o amor 13.1-17<br />
Conclusão 13.18-25</span></p>
<p>Fonte: Bíblia Plenitude</p>
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"></p>
<hr style="color: black;" size="2" noshade="65535" /></span></strong></div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; color: green; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><strong><span style="background: #e6dcb4 none repeat scroll 0% 0%; font-size: 13.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Tiago (Tg)</span></strong><strong><span style="font-size: 13.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><strong><span style="font-size: 7.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Autor: </span></strong><span style="font-size: 7.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Tiago, irmão de Jesus<br />
<strong>Data: </strong>Cerca de 48-62 dC</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Autor</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O autor identifica-se somente como Tiago. O nome era bastante comum; e o NT enumera pelo menos cinco homens com este nome, dois dos quais eram discípulos de Jesus e um era seu irmão. A tradição atribui o livro ao irmão do Senhor, e não há motivos para questionamentos. Evidentemente, o escritor era bastante conhecido, e Tiago, o irmão de Jesus, logo tornou-se líder da igreja em Jerusalém (At 12.17; 15.13-21; 21.18; Gl 1.19; 2.9,12). A linguagem da carta é semelhante à da fala de Jesus em At 15. Aparentemente, Tiago era um descrente durante o ministério de Jesus (Jo 7.3-5). Uma aparição de Cristo a ele após sua ressurreição (1Co 15.7) provavelmente o tenha levado a essa conversão; pois ele é enumerado com os crentes de At 1.14.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Data</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O historiador Judeu Josefo indica que Tiago foi apedrejado até a morte por volta de 62 dC; então, se ele é o autor, a carta foi escrita antes dessa data. O conteúdo do livro sugere que pode ter sido escrita um pouco antes do concílio da Igreja relatado em At 15, que se reunião por volta de 49 dC. Não podemos se dogmáticos, e só se pode concluir que a carta provavelmente tenha sido escrita entre 48 e 62 dC.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Conteúdo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Ao invés de especular ou debater sobre teorias religiosas, Tiago direciona seus leitores para uma vida piedosa. Do Início ao fim, o tom desta carta é imperativo. Em 108 versos, são dados 54 mandamentos evidentes, e 7 vezes Tiago chama a atenção para suas declarações usando termos de natureza imperativa. Esse “servo de Deus” (v.1) escreve como alguém supervisionando outros escravos. O resultado é uma declaração da ética cristã, que se iguala a ensinamentos semelhantes no NT.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Cristo Revelado</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Começando no primeiro verso e continuando por toda a carta, Tiago reconhece a autoridade de Jesus, referindo-se como “servo”, ou escravo, do Senhor. O termo é aplicável a todos os cristãos, pois todos os verdadeiros discípulos de Cristo reconhecem sua soberania sobre suas vidas e se comprometem espontaneamente a seus serviço. Cristo é o objeto de nossa fé (2.1), aquele que cujo nome e em cujo poder realizamos nosso ministério (5.14,15), o recompensador de todos aqueles que se mantém firmes em meio a julgamentos (1.12), e aquele que virá, por quem pacientemente esperamos (5.7-9). Tiago identifica Cristo como a “glória” (2.1), referindo-se ao <em>Shekinah</em>, a gloriosa manifestação da presença de Deus em meio a seu povo. Não somente glorioso por si mesmo, ele é a glória divina, a presença de Deus na terra (Lc 2.30-32; Jo 1.14; Hb 1.3).<br />
De considerável interesse é o paralelo próximo entre o conteúdo dessa carta e a doutrina de Jesus, especialmente o Sermão da Montanha. Embora Tiago não cite exatamente nenhuma declaração de Jesus, há mais reminiscências verbais da doutrina do Senhor nesta carta do que em todo o resto das epístolas combinadas no NT. Essas alusões indicam uma associação próxima entre Tiago e Jesus e evidenciam a forte influência do Senhor na vida do autor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O Espírito Santo em Ação</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A carta menciona especificamente o ES somente em 4.5, onde se declara que o Espírito que habita em nós deseja a nossa lealdade completa, não suportando rivalidade.<br />
A Atividade do ES pode ser vista no ministério aos doentes descritos em 5.14-16. À luz de outra terminologia bíblica que liga unção com o Espírito ( Is 61.1; Lc 4.18; 1Jo 2.20-27), o ungir com o óleo é melhor compreendido como símbolo do ES. Além do mais, no grego, o artigo definido usado com a palavra “fé” em 5.15 particulariza essa fé, sugerindo que Tiago está se referindo à manifestação do dom da fé (1Co 12.9).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Esboço de Tiago</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">I. Saudação 1.1<br />
II. Religião prática e julgamentos 1.2-18</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Adversidades externas 1.2-12<br />
Tentações internas 1.13-18</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">III. Religião prática e a palavra de Deus 1.19-27</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Escutar a Palavra 1.19-20<br />
Receber a Palavra 1.21<br />
Obedecer à Palavra 1.22-27</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">IV. Religião prática e relacionamentos humanos 2.1-26<br />
Parcialidade negativa 2.1-13<br />
Compaixão positiva 2.14-26</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">V. Religião prática e discurso 3.1-18<br />
VI. Religião prática é mundanismo 4.1-12<br />
VII. Religião prática e negócios 4.13-5.6<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">VIII. Apelos finais 5.7-11</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Por paciência 5.7-11<br />
Por um falar puro 5.12<br />
Por oração 5.13-18<br />
Por compaixão 5.19-20</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><br />
<a href="http://www.vivos.com.br/" title="http://www.vivos.com.br" target="_self" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.vivos.com.br');">Fonte: Bíblia Plenitude &amp; Site Vivos</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><a href="http://www.sosgospel.com.br" title="Teologia, Vida e coisas do Dia-a dia" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.sosgospel.com.br');">Para mais estudos e Vídeos visite o site www.sosgospel.com.br</a><br />
</span></p>
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		<title>Jesus no meu barco</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 04:36:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jesus]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Mateus 14:22-27Jesus havia acabado de operar um milagre. Enquanto esteve na terra, Ele realizou muitos milagres: curou, libertou, o paralítico andou, o cego enxergou… Ele também tinha o dom de maravilha. Jesus enviou os discípulos num barco. O mundo inteiro gostaria de estar no lugar deles. Estavam felizes e contentes, relembrando o milagre que Jesus fez ao alimentar a multidão.</p>
<p class="MsoNormal">Opa!!! Não foi Jesus Cristo que enviou seus discípulos? Ele enviou seus discípulos para uma tempestade? Sim. Ele preparou uma experiência diferente para eles. Foi Jesus quem permitiu que o vento soprasse. Se Jesus te enviou, Ele não vai deixar seu barquinho afundar, mesmo que você seja marinheiro de primeira viagem.</p>
<p class="MsoNormal">Deus te envia e o mar está calmo, depois começa a ficar turbulento. Tudo está calmo até que chega uma notícia, um fato, uma conversa. Aí o vento calmo vira uma tempestade. Aquela confiança que você tinha no Senhor fica abalada e sua vida começa a balançar como um barco.</p>
<p class="MsoNormal">Onde estava Jesus Cristo nessa hora? No momento em que os seus discípulos mais precisavam dele? Essa é a hora que você começa a duvidar de Deus.</p>
<p class="MsoNormal">Não seja um “cristão 333″, ou seja, meio besta!</p>
<p class="MsoNormal">Tem hora que nós procuramos Jesus e não o achamos, parece que as nossas orações não estão sendo ouvidas e no nosso interior você se pergunta: por quê?</p>
<p class="MsoNormal">No versículo 23, Jesus estava orando enquanto eles estavam no barco. Ele estava intercedendo enquanto estavam no barco e, hoje, Ele continua intercedendo por nós à destra de Deus. Ele intercede enquanto estamos na tempestade.</p>
<p class="MsoNormal">O que podemos aprender com uma tempestade?</p>
<p class="MsoNormal">Nenhuma luta e nenhuma tempestade é sem propósito — Jesus está no controle. Ele tem propósito até nas tempestades. Jesus opera milagres, ama os pecadores, dá salvação pra nós, tem poder, provê tudo aquilo de que precisamos e tem as palavras de vida eterna. Nós o conhecemos assim.</p>
<p class="MsoNormal">Os discípulos o conheciam como mestre, só que eles não o conheciam na tempestade como nós o conhecemos. É muito fácil conhecer Jesus nos milagres, é fácil confiar em Jesus para a salvação, mas, e quando chega a tempestade?</p>
<p class="MsoNormal">Nós não conseguimos entender que aprendemos com as tempestades. Quando uma tempestade acontece na vida de alguém todo mundo acha que a pessoa já está em pecado e dizem: “Isso não é uma brecha, é uma avenida!</p>
<p class="MsoNormal">Isso é coisa do diabo! É retaliação!”</p>
<p class="MsoNormal">Os discípulos começaram a ver fantasmas. Isso acontece quando não confiamos em Deus nas tempestades. Se Deus tivesse de nos dar o que merecemos, nosso barco teria afundado faz tempo. Não conseguimos ver Jesus nas tempestades, só os fantasmas. Se nós temos fantasmas, vamos dar cabo deles!</p>
<p class="MsoNormal">A maior lição que Jesus ensinou aos discípulos foi tirá-los do ambiente dos milagres e colocá-los em um barquinho e agitar bastante para eles entenderem que Deus era com eles. Conserve o seu ânimo, mantenha-se fiel, seja perseverante por maior que sejam as ondas e os ventos — permaneça firme.</p>
<p class="MsoNormal">Jesus disse: tende bom ânimo, sou Eu! Não deixe nenhuma luta ou tempestade te enfraquecer, acabar com a tua fé, não tenha medo! Jesus é aquele que te pega pela mão e diz: não tema porque eu sou contigo por onde andares! A história da tua vida é minha! O barco não vai afundar, não pule dele!</p>
<p class="MsoNormal">No versículo 32 quando Jesus entrou no barco o vento cessou e os discípulos disseram: verdadeiramente esse é JESUS CRISTO!</p>
<p class="MsoNormal">Deixe Jesus tomar o leme do teu barco!</p>
<p class="MsoNormal">Deus abençoe.</p>
<p class="MsoNormal">Ap. Rina</p>
<p class="MsoNormal"><span>Este estudo encontra-se no site <a href="http://www.boladeneve.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.boladeneve.com');"><span>www.boladeneve.com</span></a> no menu mensagens. Usado com Permissão.</span></p>
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