<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079</id><updated>2026-07-23T23:06:07.564-07:00</updated><category term="Direito Constitucional"/><category term="Direito Administrativo"/><category term="Direito Tributário"/><category term="Princípios Constitucionais"/><category term="Auditoria"/><category term="Constituição no STF"/><category term="Princípios de Direito Administrativo"/><category term="Direitos e Deveres Individuais e Coletivos"/><category term="Espécies Tributárias"/><category term="Controle de Constitucionalidade"/><category term="Economia"/><category term="Leitura Obrigatória"/><category term="Direito Civil"/><category term="Direito Previdenciário"/><category term="Efeitos no Parecer de auditoria"/><category term="Administração Geral e Pública"/><category term="Atos Administrativos"/><category term="Regime Jurídico do Servidor Público"/><category term="Processo Legislativo"/><category term="Teoria da Inflação"/><category term="Administração Financeira e Orçamentária"/><category term="Administração Pública"/><category term="Controladoria-Geral da União"/><category term="Controle Difuso"/><category term="Direito do Trabalho"/><category term="Nacionalidade"/><category term="Normas Constitucionais"/><category term="Parecer do Auditor Independente"/><category term="Princípios de Direito Tributário"/><category term="Serviços Públicos"/><category term="Teoria Geral da Administração"/><category term="Tributos Municipais"/><title type='text'>Estudos Elementares  e Resumos</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>101</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-1347546653424380406</id><published>2011-07-24T19:32:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T19:33:15.322-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Civil"/><title type='text'>A revogação de uma norma jurídica</title><content type='html'>A revogação de uma norma jurídica pode ser feita de duas formas: &lt;UL&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;a) REVOGAÇÃO EXPRESSA: um novo comando normativo dispõe expressamente a respeito da perda da eficácia da norma anterior;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;b) REVOGAÇÃO TÁCITA: a nova norma jurídica se torna incompatível com a norma anterior, ficando esta última revogada &lt;/UL&gt;.&lt;br /&gt; Essas duas modalidades de revogação podem se dar por ab-rogação ou derrogação:  &lt;UL&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;a) AB-ROGAÇÃO: é a revogação total da norma, ou seja, a norma antiga perde sua eficácia na totalidade;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;b) DERROGAÇÃO: é a revogação parcial da norma, ou seja, a norma antiga continua vigorando com alguns pontos revogados pela nova lei. &lt;/UL&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/1347546653424380406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/1347546653424380406' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/1347546653424380406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/1347546653424380406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2011/07/revogacao-de-uma-norma-juridica.html' title='A revogação de uma norma jurídica'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-7102141880354108796</id><published>2011-07-24T19:30:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T19:31:24.688-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Civil"/><title type='text'>Revogação da Normal</title><content type='html'>CONCEITO  É a hipótese em que a norma jurídica perde a vigência porque outra norma veio modificá-la ou revogá-la. A norma jurídica é permanente e só poderá deixar de surtir efeitos se a ela sobrevier outra norma que a revogue. O desuso não implica a perda da vigência da norma, e sim, a perda de sua efetividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;§ 3o  Se, antes de entrar a lei em vigor, ocorrer nova publicação de seu texto, destinada a correção, o prazo deste artigo e dos parágrafos anteriores começará a correr da nova publicação.&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;§ 4o  As correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei nova. &lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Art. 2o  Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue.  &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE - uma norma permanente só perderá a eficácia se outra, de mesma ou superior hierarquia, vier modificá-la ou revogá-la. Portanto, a norma jurídica não perde vigência pelo mero decurso do tempo.&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;§ 1o  A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior. &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/7102141880354108796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/7102141880354108796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/7102141880354108796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/7102141880354108796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2011/07/revogacao-da-normal.html' title='Revogação da Normal'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-5947025306862589174</id><published>2011-04-25T20:55:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T20:56:06.077-07:00</updated><title type='text'>Sistemas de Vacation Legis</title><content type='html'>Segundo o art. 8º da LC 95 /98, toda norma terá prazo de vacatio legis. Dessa forma, só poderão entrar em vigor imediatamente as leis de pequena repercussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;LC 95/2008, Art. 8o A vigência da lei será indicada de forma expressa e de modo a contemplar prazo razoável para que dela se tenha amplo conhecimento, reservada a cláusula &quot;entra em vigor na data de sua publicação&quot; para as leis de pequena repercussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;        § 1o A contagem do prazo para entrada em vigor das leis que estabeleçam período de vacância far-se-á com a inclusão da data da publicação e do último dia do prazo, entrando em vigor no dia subseqüente à sua consumação integral. (Parágrafo incluído pela Lei Complementar nº 107, de 26.4.2001)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;        § 2o As leis que estabeleçam período de vacância deverão utilizar a cláusula ‘esta lei entra em vigor após decorridos (o número de) dias de sua publicação oficial’ .(Parágrafo incluído pela Lei Complementar nº 107, de 26.4.2001)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Exitem três sistemas distintos de vacatio legis, quais sejam: &lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;SISTEMA SIMULTÂNEIO OU SINCRÔNO: é o sistema brasileiro, a lei sempre entra em vigor na mesma data em todo o território nacional. Há, portanto, uma sincronia na entrada em vigor da lei.&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;SISTEMA PROGRESSIVO: era o sistema da Lei de Introdução ao Código Civil anterior, no qual a vigência era distinta para locais distintos do território nacional. Substituído por gerar insegurança jurídica. &lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;SISTEMA OMISSO: segundo esse sistema, não existe vacatio legis e toda lei entra em vigor na data de sua publicação.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/5947025306862589174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/5947025306862589174' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/5947025306862589174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/5947025306862589174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2011/04/sistemas-de-vacation-legis.html' title='Sistemas de Vacation Legis'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-6863084461972958662</id><published>2011-04-25T20:54:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T20:55:00.380-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Civil"/><title type='text'>Vigência da Lei no Tempo</title><content type='html'>Os princípios que regem a eficácia da lei no tempo são os seguintes: Princípio da obrigatoriedade, da continuidade, e da irretroatividade.&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Art. 1o  Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país quarenta e cinco dias depois de oficialmente publicada.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;VACATION LEGIS é o período de tempo que se estabelece entre a publicação e a entrada em vigor da lei. A lei não produzirá efeitos durante a vacatio legis incidindo a lei anterior no sistema. Essa regra não é aplicável aos atos administrativos, que sempre entram em vigor na data de sua publicação (Decreto 572 /1890). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Existem dois motivos para sua existência: &lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;1. cognitivo: para que a lei seja levada ao conhecimento do destinatário antes de sua vigência;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;2. instrumental: para que os órgãos da administração se aparelhem, para que a norma ganhe efetividade.&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/6863084461972958662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/6863084461972958662' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/6863084461972958662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/6863084461972958662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2011/04/vigencia-da-lei-no-tempo.html' title='Vigência da Lei no Tempo'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-3331235015076214336</id><published>2011-03-18T08:58:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T08:59:59.376-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Administrativo"/><title type='text'>Poder Hierarquico</title><content type='html'>CONCEITO é o poder conferido ao administrador para distribuir e escalonar as funções dos seus órgãos , ordenar e reaver a atuação de seus agentes, estabelecendo uma relação de hierarquia, de subordinação. Neste poder estão ínsitas as faculdades de dar ordens e de fiscalizar, bem assim as de delegar e avocar as atribuições e de rever os atos dos que se encontrem em níveis inferiores da escala hierárquica.&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Podemos definir hierarquia como relação de subordinação entre órgãos e agentes dentro de uma mesma pessoa da Administração Pública.&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em Direito Administrativo, nunca confundam a palavra subordinação com a palavra vinculação. Subordinação é usada para explicitar existência de hierarquia e vinculação é usada para explicitar a inexistência de hierarquia.&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Decorrências do poder hierárquico: &lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;1) o poder de dar ordens, do superior para o subordinado; &lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;2) o poder de fiscalizar ou controlar a atividade dos órgãos inferiores, anulando os atos ilegais e revogando os inconvenientes;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;3) o poder de aplicar sanções disciplinares aos servidores públicos; (poder disciplinar decorre do poder hierárquico)&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;4) o poder de delegar competências, cabendo lembrar que, nos termos da Lei 9.784/1999, a delegação é possível, também, para órgãos não subordinados, ou seja, ela nem sempre decorre do poder hierárquico;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;5) o poder de avocar competências (esse sempre decorrente do poder hierárquico).&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/3331235015076214336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/3331235015076214336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/3331235015076214336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/3331235015076214336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2011/03/poder-hierarquico.html' title='Poder Hierarquico'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-1194738916724033497</id><published>2009-07-26T16:38:00.001-07:00</published><updated>2009-07-26T16:38:41.837-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Administrativo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Princípios de Direito Administrativo"/><title type='text'>Princípio da Impessoalidade</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;A segunda acepção do princípio da impessoalidade está ligada à idéia de vedação à pessoalização das realizações da Administração ou à promoção pessoal do agente público. não se veda que o agente público identifique-se ao praticar um ato administrativo, e não se afasta a possibilidade de ser ele pessoalmente responsabilizado quando por dolo ou culpa causar prejuízo à Administração ou a terceiros. Apenas se considera que o agente, ao atuar no desempenho de suas atribuições, tem a autoria de seus atos imputada não a ele, individualmente, mas à Administração, vedando-se, a partir disto, que o agente promova-se pessoalmente às custas dos atos praticados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Essa acepção está consagrada no § 1º do art. 37 da CF, segundo o qual:&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt; &quot;A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.&quot; &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;XIII: &quot;Art. 2º A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência.&lt;br /&gt;Parágrafo único. Nos processos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;III - objetividade no atendimento do interesse público, vedada a promoção pessoal de agentes ou autoridades;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;XIII - interpretação da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação.&quot;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/1194738916724033497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/1194738916724033497' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/1194738916724033497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/1194738916724033497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/07/principio-da-impessoalidade_26.html' title='Princípio da Impessoalidade'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-8628095732308689577</id><published>2009-07-26T16:36:00.000-07:00</published><updated>2009-07-26T16:37:41.799-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Administrativo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Princípios de Direito Administrativo"/><title type='text'>Princípio da Impessoalidade</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Impessoal é o que não pertence a uma pessoa em especial, ou seja, aquilo que não pode ser voltado especialmente a determinadas pessoas. O princípio objetiva a igualdade de tratamento.(princípio da isonomia) Por outro lado para que haja verdadeira impessoalidade é necessário que administração esteja voltada exclusivamente para o interesse público - aqui reflete a aplicação do princípio da finalidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Institutos que representam a aplicação do impessoalidade: &lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;(1) Concurso Públicos &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;(2) Licitação&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;(4) Precatórios - impõe o pagamento dos débitos decorrentes de decisão judicial pelo sistema de precatórios, na estrita ordem cronológica de sua apresentação, vedando-se a designação de pessoas ou situações específicas (Art. 100 da CF)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/ul&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/8628095732308689577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/8628095732308689577' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/8628095732308689577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/8628095732308689577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/07/principio-da-impessoalidade.html' title='Princípio da Impessoalidade'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-4813324546510627766</id><published>2009-07-24T02:19:00.000-07:00</published><updated>2009-07-24T02:21:41.438-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Tributário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Princípios de Direito Tributário"/><title type='text'>Princípio da não Concessão de Isenção Heterônomas</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Art. 151. É vedado à União: III - instituir isenções de tributos da competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Regra dirigida à União. &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;É vedado à União instituir isenções de tributos de competência de outros entes federados: Estados, Distrito Federal e Municípios.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Isenção autonômica = só pode isentar quem pode tributar; A CF elimina de vez com as interferências da União em assuntos de interesse estadual e municipal, proibindo que isenções de tributos estaduais ou municipais sejam concedidas por leis federais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;A vedação é garantia do pacto federativo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Para fortalecer essa ordem a CF determinou no seu &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Artigo 150 § 6º Qualquer subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito presumido, anistia ou remissão, relativos a impostos, taxas ou contribuições, só poderá ser concedido mediante lei específica, federal, estadual ou municipal, que regule exclusivamente as matérias acima enumeradas ou o correspondente tributo ou contribuição, sem prejuízo do disposto no art. 155, § 2.º, XII, g. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;A lei específica que conceda o benefício fiscal deverá tratar somente do benefício como uma lei que tratasse de isenções para diversos tributos - ou versar sobre um determinado tributo, como uma lei sobre imposto de renda que estabelecesse isenções, remissões e anistias relativas a esse imposto. O descumprimento dessa exigência acarreta a inconstitucionalidade formal do dispositivo legal que trate do benefício fiscal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;As imunidades são sempre heterônomas, uma vez que são concedidas diretamente pelo texto constitucional, não havendo autonomia do ente competente para cobrança do tributo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Atenção!!!!!!!! Não confundir com moratória, dilatação do prazo para pagamento de tributo (Art. 152 CTN)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color:green;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;EXCEÇÕES AO PRINCÍPIO DA NÃO CONCESSÃO DE ISENÇÕES HETERÔNOMAS &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;1. ICMS na exportação (art. 155, § 2º, XII, &quot;e&quot;) são efetivadas por Lei Complementar Federal (nacional).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;color:green;&quot;&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;2. ISS na exportação de serviços (art. 156, § 3º, II). são efetivadas por Lei Complementar Federal (nacional).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;STF E STJ &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Segundo o STF (ADIN 1600), a concessão de isenção por tratado internacional não esta sujeito a essa vedação. A União está exercendo ato de soberania externa, como Estado Brasileiro, não estando portanto sujeita a essa limitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Custas judiciais são tributos da espécie tx pagos pela prestação de serviço público específico e divisível da jurisdição, sujeitando-se às limitações tributarias e às não concessão de isenção heterônomas. Mas existem leis federias concedendo isenções de custas judiciais na esfera estadual. Há forte indício de inconstitucionalidade, mas o STF ainda não se posicionou. No STJ, apesar de não se ferir diretamente ao princípio existe súmula que parece caminhar no sentido da impossibilidade de a União conceder isenção de custas judiciais relativos a processos no âmbito da justiça estadual&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Segundo o STJ (Súmula 178), o INSS não goza de isenção do pagamento de custas e emolumentos, nas ações acidentatórias e de benefícios propostos na justiça Estadual.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/4813324546510627766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/4813324546510627766' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/4813324546510627766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/4813324546510627766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/07/principio-da-nao-concessao-de-isencao.html' title='Princípio da não Concessão de Isenção Heterônomas'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-2720047805154774196</id><published>2009-07-24T02:15:00.000-07:00</published><updated>2009-07-24T02:17:27.710-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Constitucional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Princípios Constitucionais"/><title type='text'>Direito à intimidade, à vida privada, à hora e à imagem</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Art.5º, X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;SIGILO FISCAL, BANCÁRIO E TELEFÔNICO&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;I - OPONIBILIDADE À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&quot;Art. 6º, Decreto Nº 3724/01 As autoridades e os agentes fiscais tributários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios somente poderão examinar documentos, livros e registros de instituições financeiras, inclusive os referentes a contas de depósitos e aplicações financeiras, quando houver processo administrativo instaurado ou procedimento fiscal em curso e tais exames sejam considerados indispensáveis pela autoridade administrativa competente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Parágrafo único. O resultado dos exames, as informações e os documentos a que se refere este artigo serão conservados em sigilo, observada a legislação tributária.&quot;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;II - OPONIBILIDADE AO MINISTÉRIO PÚBLICO : &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;MP pode requisitar diretamente dados bancários de investigado, baseada no art. 129, VI, CF. Porém, o STF só tem admitido esse tipo de requisição nos casos em que há emprego de dinheiro ou verbas públicas pela instituição financeira (STF, MS 21.729/DF)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;III - OPONIBILIDADE À C.P.I. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;segundo o STF, pode a CPI quebrar os sigilos bancário, fiscal e telefônico, este entendido como sendo os dados/registros telefônicos. Mas atenção!!! Tal dispositivo não se confunde com a inviolabilidade das comunicações telefônicas (&#39;grampo&#39;) que continua vedada sem autorização judicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;STF &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&quot;a mera publicação não consentida de fotografias gera o direito à indenização por dano moral, não se exigindo a ocorrência de ofensa à reputação da pessoa, porquanto o uso indevido da imagem, de regra, causa desconforto, aborrecimento ou constrangimento ao fotografado, que deve ser reparado&lt;br /&gt;(...) não importando o tamanho desse desconforto, desse aborrecimento ou desse constrangimento. Desde que ele exista, há o dano moral, que deve ser reparado (STF, RE 215.984/RJ).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;A indenização por danos morais não se limita às hipóteses de ofensa à reputação, dignidade e imagem da pessoa, incluindo também a perda de ente da família (STF, RE 222.795/RJ) em face de ato estatal, como a morte de soldado dentro do quartel&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;A pessoa jurídica terá igual tratamento, se tiver sua honra violada (STF, AgRg 244.072/SP).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&quot;o Estado responde pelos atos ofensivos praticados por autoridade judiciária no exercício de suas funções, assegurado o direito de regresso nas hipóteses de dolo ou culpa&quot; (STF, RE 228.977/SP), com base no Art. 37, § 6º.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/2720047805154774196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/2720047805154774196' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/2720047805154774196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/2720047805154774196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/07/direito-intimidade-vida-privada-hora-e.html' title='Direito à intimidade, à vida privada, à hora e à imagem'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-8607289917501195635</id><published>2009-07-24T02:10:00.000-07:00</published><updated>2009-07-24T02:13:11.383-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Administrativo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Princípios de Direito Administrativo"/><title type='text'>Princípio da Razoabilidade e da Proporcionalidade</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;STF &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;hr /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Segundo o STF, os princípios da razoabilidade e proporcionalidade encontram-se implícitos no princípio do devido processo legal (CF, art. 5º, LIV), em seu aspecto material, ou substantivo (substantive due process of law). São princípios constitucionais implícitos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;RAZOABILIDADE - agir de forma coerente/lógica/congruente/sensata&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;PROPORCIONALIDADE - equilíbrio entre benefício X e o prejuízo causado; exige ainda o ato praticado x medida aplicada sejam equilibradas&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;SE ESTE ATO NÃO É RAZOAVEL É CONTROLE DE LEGALIDADE? SIM É CONTROLE DE LEGALIDADE&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;A RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADE RESTRINGE A DISCRICIONARIEDADE DO ATO ADMINISTRATIVO. - É unanimemente considerado o mais rigoroso limite às competências discricionárias da Administração, e possibilita ao Poder Judiciário a anulação dos atos que o afrontem, quando os mesmos são considerados desnecessários, inadequados ou desproporcionais, a partir do &quot;critério do homem médio&quot;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;São princípios implícitos na CF salvo uma peculiaridades trazida pela EC 45/04 alterando Art. 5º , 78, OS processo administrativos e judiciais devem durar o prazo razoável.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;São princípios expressos na Lei 9.784/1999 (art. 2º, caput). &quot;adequação entre meios e fins, vedada a imposição de obrigações, restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse público&quot; (art. 2º, parágrafo único, VI).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:green;&quot;&gt;Normalmente, quando a questão tratar de controle de atos de polícia, de atos sancionatórios em geral, falará em princípio da proporcionalidade; quando for mais genérica, mencionar controle da discricionariedade em geral, é mais provável que fale em princípio da razoabilidade. Mas isso não é uma regra rígida. Esses princípios também podem aparecer como sinônimos sem problema algum. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/8607289917501195635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/8607289917501195635' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/8607289917501195635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/8607289917501195635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/07/principio-da-razoabilidade-e-da.html' title='Princípio da Razoabilidade e da Proporcionalidade'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-90268530945822585</id><published>2009-06-19T06:59:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T07:00:31.545-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Auditoria"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Efeitos no Parecer de auditoria"/><title type='text'>Efeitos no Parecer - Eventos Subsequentes</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;PARECER Quando a administração alterar as demonstrações contábeis, o auditor deve executar os procedimentos necessários nas circunstâncias e fornecer a ela um novo parecer sobre as demonstrações contábeis ajustadas. A data do novo parecer do auditor não deve ser anterior àquela em que as demonstrações ajustadas foram assinadas ou aprovadas pela administração e, conseqüentemente, os procedimentos mencionados nos itens anteriores devem ser estendidos até a data do novo parecer do auditor. Contudo, o auditor pode decidir por &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;emitir seu parecer com dupla data&lt;/span&gt;, como explicado na Interpretação Técnica NBC T 11 - IT - 05 - Parecer dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Quando a administração não alterar as demonstrações contábeis, nos casos em que o auditor decidir pela necessidade de sua alteração e o seu parecer não tiver sido liberado para a entidade, ele deve revisá-lo e, se for o caso, expressar opinião com &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;ressalva ou adversa&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Quando o parecer do auditor tiver sido entregue à administração, o auditor deve solicitar a esta que não divulgue as demonstrações contábeis e o respectivo parecer. Se as demonstrações contábeis forem posteriormente divulgadas, o auditor deve avaliar a adoção de medidas a serem tomadas em função dos seus direitos e obrigações legais. Entre essas medidas inclui-se, como mínimo, comunicação formal à administração, no sentido de que o parecer anteriormente emitido não mais deve ser associado às demonstrações contábeis não retificadas; a necessidade de comunicação aos órgãos reguladores dependerá das normas aplicáveis em cada caso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/90268530945822585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/90268530945822585' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/90268530945822585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/90268530945822585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/06/efeitos-no-parecer-eventos-subsequentes.html' title='Efeitos no Parecer - Eventos Subsequentes'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-6990692253531984356</id><published>2009-06-19T06:58:00.001-07:00</published><updated>2009-06-19T06:59:18.667-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Auditoria"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Efeitos no Parecer de auditoria"/><title type='text'>Efeitos no Parecer - Fraudes e Erros</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Quando o auditor informa, em seu parecer, que as demonstrações traduzem a situação da entidade nos seus aspectos mais relevantes, isto não significa que elas estão livres, na sua opinião, de erros ou fraudes, e sim que &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;não contêm erros ou fraudes de efeitos relevantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Se o auditor concluir que a &lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;fraude e/ou erro têm efeito relevante &lt;/span&gt;sobre as demonstrações contábeis, e que isso não foi apropriadamente refletido ou corrigido, ele deve emitir seu &lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;parecer com ressalva ou com opinião adversa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Se o auditor &lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;não puder determinar se houve fraude e/ou erro, devido a limitações impostas pelas circunstâncias&lt;/span&gt; , e não pela entidade, ele deve &lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;avaliar o tipo de parecer a emitir&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/6990692253531984356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/6990692253531984356' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/6990692253531984356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/6990692253531984356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/06/efeitos-no-parecer-fraudes-e-erros.html' title='Efeitos no Parecer - Fraudes e Erros'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-6385399437246641647</id><published>2009-06-19T06:56:00.001-07:00</published><updated>2009-06-19T06:57:52.662-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Auditoria"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Efeitos no Parecer de auditoria"/><title type='text'>Efeitos no Parecer - Continuidade Normal das Atividade</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;Se, no julgamento do auditor, &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;tiver sido obtida evidência de auditoria suficiente e apropriada para dar suporte ao pressuposto de continuidade &lt;/span&gt;operacional da entidade, o auditor &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;não deve modificar seu parecer&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;Se, no julgamento do auditor, o pressuposto de continuidade operacional for apropriado devido a fatores mitigantes, particularmente devido aos planos da administração para medidas futuras, o auditor deve considerar se tais planos ou outros fatores precisam ser divulgados nas demonstrações contábeis. Na hipótese de tal divulgação, em nota explicativa da administração, ter sido considerada necessária e essa &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;divulgação (planos mitigantes) não ter sido feita de forma apropriada&lt;/span&gt; , o auditor deve expressar sua opinião em &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;parecer com ressalva ou adverso &lt;/span&gt;, como apropriado, em decorrência da falta ou insuficiência da informação.&lt;/span&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;Se, no julgamento do auditor, a dúvida sobre a continuidade operacional da entidade não for resolvida satisfatoriamente, o auditor deve considerar se as demonstrações contábeis evidenciam a situação de incerteza existente quanto a entidade continuar operando, assim como, quanto ao fato de que tais demonstrações contábeis não incluem ajustes relacionados com a recuperabilidade, os valores e a classificação dos ativos ou com os valores e classificação dos passivos, os quais poderiam ser necessários, caso a entidade não tivesse condições de continuar em regime operacional. Se a divulgação for considerada adequada, o auditor não deve expressar um parecer com ressalva ou com opinião adversa, devendo considerar o procedimento do parágrafo 21. Se a divulgação não for considerada adequada, o auditor deve considerar o parágrafo 22.&lt;/span&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;SE INCERTEZA ESTIVER DIVULGA ADEQUADAMENTE 21.Se a divulgação nas demonstrações contábeis for adequada, o auditor deve emitir um &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;parecer sem ressalva&lt;/span&gt;, adicionando um &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;parágrafo de ênfase&lt;/span&gt; que destaque o problema da continuidade operacional da entidade, fazendo referência à nota explicativa nas demonstrações contábeis que divulgue os aspectos apresentados no parágrafo 22.&lt;/span&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;SE INCERTEZA NÃO ESTIVER DIVULGA ADEQUADAMENTE 22. Se não for feita divulgação adequada nas demonstrações contábeis, o auditor deve expressar um parecer &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;com ressalva ou com opinião adversa&lt;/span&gt;, como for apropriado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;Se, com base nos procedimentos adicionais executados e nas informações obtidas, incluindo o efeito de circunstâncias mitigantes, o julgamento do auditor for que a entidade não terá condições de continuar em operação em futuro previsível, o auditor deve concluir que o pressuposto de continuidade operacional da entidade usado na preparação das demonstrações contábeis é impróprio. Se o resultado do pressuposto impróprio usado na preparação das demonstrações contábeis for tão relevante e amplo que torne as demonstrações contábeis enganosas, o auditor deve emitir um parecer adverso. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;CONTINUIDADE E PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PÚBLICO INTERNO A propriedade do pressuposto de continuidade operacional, geralmente,não está presente quando se trata de auditoria de uma pessoa jurídica de direito público interno. Entretanto, quando não existirem essas circunstâncias, ou quando o financiamento da entidade pelo governo puder ser retirado, e a existência da entidade puder estar em risco, esta Interpretação Técnica deverá ser adotada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;LIMITE DO PARECER O parecer do auditor independente tem por limite os próprios objetivos da auditoria das demonstrações contábeis e não representa, pois, garantia de viabilidade futura da entidade ou algum tipo de atestado de eficácia da administração na gestão dos negócios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/6385399437246641647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/6385399437246641647' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/6385399437246641647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/6385399437246641647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/06/se-no-julgamento-do-auditor-tiver-sido.html' title='Efeitos no Parecer - Continuidade Normal das Atividade'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-6833193929045051258</id><published>2009-06-19T06:53:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T06:55:06.676-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Auditoria"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Efeitos no Parecer de auditoria"/><title type='text'>Efeitos no Parecer - Erro de Detecção</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Quando o auditor determinar que o &lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;&lt;b&gt;risco de detecção&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; relativo a uma asserção contida nas demonstrações contábeis para o saldo de uma conta ou classe de transações relevantes, &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;não poder ser reduzido a um nível aceitavelmente&lt;/span&gt; baixo, o auditor deve expressar um &lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;parecer com ressalva ou abstenção de opinião&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/6833193929045051258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/6833193929045051258' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/6833193929045051258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/6833193929045051258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/06/efeitos-no-parecer-erro-de-deteccao.html' title='Efeitos no Parecer - Erro de Detecção'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-1921441458689625094</id><published>2009-06-09T06:31:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T06:32:44.355-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Auditoria"/><title type='text'>Avaliação do Sistema Contábil e do Controle Interno</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;O auditor deverá avaliar criticamente o sistema contábil, incluindo o controle interno, tanto em termos de concepção quanto de funcionamento efetivo, concedendo especial atenção às condições ou eventos que representem aumento de risco de fraude ou erro, que incluem: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;estrutura ou atuação inadequada da administração da entidade auditada ou de algum dos seus membros; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;pressões internas e externas; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;transações que pareçam anormais; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;problemas internos no cumprimento dos trabalhos de auditoria; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; fatores específicos no ambiente de sistemas de informação computadorizados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Exemplos dessas condições ou eventos são apresentados a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) &lt;strong&gt;Estrutura ou atuação inadequada da administração&lt;/strong&gt; a) a alta administração é controlada por pessoa ou pequeno grupo, não existindo estrutura de supervisão eficaz; b) existe uma estrutura empresarial complexa aparentemente não justificada; c) as deficiências importantes de controle interno não são corrigidas, mesmo quando isso é praticável; d) existe uma alta rotação do pessoal-chave das áreas financeira, contábil e de auditoria interna; e) a área de contabilidade apresenta insuficiência, significativa e prolongada, de pessoal e condições de trabalho inadequadas; f) há mudanças freqüentes de auditores e/ou advogados; e g) a reputação da administração é duvidosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) &lt;strong&gt;Pressões internas e externas&lt;/strong&gt; a) o setor econômico no qual a entidade se insere está em declínio, e as falências estão aumentando; b) o capital de giro é insuficiente, devido à diminuição de lucros ou à expansão muito rápida; c) os lucros estão se deteriorando, e a administração da entidade vem assumindo maiores riscos em suas vendas a prazo; está alterando suas praxes comerciais ou escolhendo alternativas de práticas contábeis com o intuito de melhorar o resultado; d) a entidade necessita de uma tendência de lucro crescente para suportar o preço de mercado de suas ações, devido à oferta pública, transferência de controle ou outra razão; e) a entidade tem um investimento significativo em um setor ou linha de produto conhecido por estar sujeito a mudanças rápidas; f) a entidade depende muito de um ou de uns poucos produtos, clientes ou fornecedores; g) a alta administração está sofrendo pressão financeira; h) o pessoal da área contábil está sendo pressionado para concluir a elaboração das demonstrações contábeis em período demasiadamente curto; i) existem questões internas e/ou externas que provocam dúvidas quanto à continuidade normal das atividades da entidade; e j) há desentendimentos entre os acionistas, os quotistas e a administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;strong&gt;Transações que pareçam anormais&lt;/strong&gt; a) especialmente as que tenham efeitos significativos sobre os resultados, realizadas em datas próximas do fim do exercício; b) aquelas de natureza complexa, com os decorrentes tratamentos contábeis; c) realizadas com partes relacionadas; e d) pagamentos que pareçam excessivos em relação aos serviços prestados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;strong&gt;Problemas internos no cumprimento dos trabalhos de auditoria&lt;/strong&gt; a) registros inadequados, arquivos incompletos, ajustes excessivos nos livros e contas, transações não registradas de acordo com os procedimentos usuais e contas não conciliadas com os registros; b) documentação inadequada de transações, com falta de autorização, sem documento de apoio e/ou alterado. Quaisquer desses problemas de documentação assumem significância maior quando relacionados a transações não usuais ou de valor relevante; c) diferenças excessivas entre os registros contábeis e as confirmações de terceiros; d) conflitos na evidência de auditoria; e) mudanças inexplicáveis nos indicadores econômicos, financeiros e operacionais; f) respostas evasivas ou ilógicas da administração às indagações do auditor; g) experiência anterior com fraude e/ou erro; e h) cliente novo sem auditoria anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. &lt;strong&gt;Fatores específicos no ambiente de sistemas de informação computadorizados&lt;/strong&gt; a) incapacidade ou dificuldade para extrair informações dos arquivos de computador, devido à falta de documentação, ou à documentação desatualizada, de programas ou conteúdos de registros; b) grande quantidade de alterações nos programas, que não foram documentadas, aprovadas e testadas; e c) falta de conciliação geral entre as transações processadas em forma computadorizada e as bases de dados, de um lado; e os registros contábeis, de outro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/1921441458689625094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/1921441458689625094' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/1921441458689625094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/1921441458689625094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/06/avaliacao-do-sistema-contabil-e-do.html' title='Avaliação do Sistema Contábil e do Controle Interno'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-5224312187146772882</id><published>2009-06-08T10:36:00.000-07:00</published><updated>2009-06-08T10:38:23.036-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Tributário"/><title type='text'>Presuñção Relativa</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;b&gt;20.2. Presunção relativa de certeza e liquidez&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Art. 204. A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez e tem o efeito de prova pré-constituída. &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Parágrafo único. A presunção a que se refere este artigo é relativa e pode ser ilidida por prova inequívoca, a cargo do sujeito passivo ou do terceiro a que aproveite.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;A dívida regularmente inscrita goza da presunção RELATIVA de certeza e liquidez e tem o efeito de prova pré-constituída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Art. 201, Parágrafo único. A fluência de juros de mora não exclui, para os efeitos deste artigo, a liquidez do crédito.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Quer dizer que o fato da Fazenda Pública estar cobrando juros de mora pelo atraso do pagamento não faz com que seja impedido de inscrever o título com o dívida ativa e executá-lo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/5224312187146772882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/5224312187146772882' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/5224312187146772882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/5224312187146772882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/06/presuncao-relativa.html' title='Presuñção Relativa'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-7033284451472995865</id><published>2009-05-19T03:22:00.000-07:00</published><updated>2009-05-19T03:23:44.340-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Tributário"/><title type='text'>Época do Lançamento</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Art. 143. Salvo disposição de lei em contrário, quando o valor tributário esteja expresso em moeda estrangeira, no lançamento far-se-á sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador da obrigação. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;O preceito não é imperativo, pois dele consta a fórmula &quot;salvo disposição de lei em contrário&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Art. 144. O lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então vigente, ainda que posteriormente modificada ou revogada.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Trata-se do princípio da ultratividade da lei tributária. Assim, a lei tributária material (aquela que diz respeito essencialmente ao fato gerador e ao montante do tributo devido) é ultrativa, ou seja, é ela que rege os fatos geradores ocorridos durante sua vigência e será ela a lei aplicada, mesmo que, no momento de sua aplicação, não mais seja vigente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;A regra é aplicação da legislação vigente à data do FATO GERADOR. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/7033284451472995865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/7033284451472995865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/7033284451472995865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/7033284451472995865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/05/epoca-do-lancamento.html' title='Época do Lançamento'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-4022144284428488965</id><published>2009-05-19T03:18:00.001-07:00</published><updated>2009-05-19T03:22:43.864-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Tributário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Espécies Tributárias"/><title type='text'>CIDE</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;COMPETÊNCIA todas são de competência exclusiva da União, sem qualquer exceção. Seu exercício pode se dar por lei ordinário ou MP.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color:green;&quot;&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;EXCEÇÃO AOS PRINCÍPIOS da legalidade e do anterioridade do exercício financeiro somente a CIDE-combustíveis, e nenhuma outra, exclusivamente no caso de &quot;restabelecimento&quot; das alíquotas que tenham sido reduzidas por ato do Poder Executivo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;FUNÇÃO EXTRAFISCAL, as CIDES são instrumentos de atuação da União na ordem econômica e financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/4022144284428488965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/4022144284428488965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/4022144284428488965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/4022144284428488965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/05/cide.html' title='CIDE'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-3769486602500341185</id><published>2009-05-18T16:51:00.001-07:00</published><updated>2009-05-18T16:51:36.837-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Constitucional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Processo Legislativo"/><title type='text'>Leis</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;LEI COMPLEMENTAR, LEI ORDINÁRIA, LEI DELEGADA E MEDIDA&lt;br /&gt;PROVISÓRIA. Essas quatro normas jurídicas estão no mesmo nível hierárquico. Não há subordinação entre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;LEI COMPLEMENTAR trata de matérias especificamente previstas na Constituição Federal e que exige um maior rigor no formalismo do processo legislativo, através do quorum mínimo de aprovação da maioria absoluta. (Art. 69 – CF).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;LEI ORDINÁRIA trata de matéria não reservada pela Constituição Federal à Lei Complementar e exige um menor rigor no formalismo do processo legislativo, através do&lt;br /&gt;quorum mínimo de aprovação da maioria simples.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;LEI DELEGADA é elaborada pelo Presidente da República, mediante delegação do Congresso Nacional.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;MEDIDA PROVISÓRIA tem força de lei e é adotada pelo Presidente da República em caso de&lt;br /&gt;relevância e urgência, mas que tem a necessidade de submissão imediata à apreciação do Congresso Nacional (Art. 62 – CF).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Havendo um conflito entre tais leis há de se avaliar qual delas extrapolou os limites de competência previstos na Constituição Federal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/3769486602500341185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/3769486602500341185' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/3769486602500341185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/3769486602500341185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/05/leis.html' title='Leis'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-4532583854101762580</id><published>2009-05-18T03:11:00.001-07:00</published><updated>2009-05-18T03:11:37.324-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Constitucional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direitos e Deveres Individuais e Coletivos"/><title type='text'>Racismo</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Art. 5º, XLII - a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;A matéria é objeto de vários dispositivos: art. 4o, VIII, da CF; Lei no 1.802/53 (art. 11, b); Lei no 5.250/67 (art. 14); Código Penal Militar (art. 208) e, principalmente, a Lei no 7.716/89 (alterada pela Lei nº 9.459/97) que &quot;Define os Crimes Resultantes de Preconceitos de Raça ou de Cor&quot;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;Crimes de Racismo é inafiançável&lt;/b&gt; - Fiança é a prestação de uma garantia ao Juízo, normalmente em dinheiro, para assegurar que o réu não se irá evadir ao responder o processo criminal em liberdade. Esse tipo de crime é inafiançável, é dizer, não cabe fiança.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;Crimes de Racismo é imprescritível&lt;/b&gt; - A prescrição é uma das formas pelas quais se extingue a punibilidade de um fato, ou sejna, não mais se pode aplicar a pena por causa de um grande lapso temporal entre a prática do ato e o momento da punição. Ex. tentar punir alguém por ter furtado um relógio há dez anos. Mesmo delitos gravíssimos, como o homicídio, prescrevem. Mas o determinou o constituinte que a prática de racismo, mesmo que descoberta após o decurso de décadas, nunca prescreverá.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/4532583854101762580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/4532583854101762580' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/4532583854101762580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/4532583854101762580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/05/racismo_18.html' title='Racismo'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-2733212168049877886</id><published>2009-05-18T03:09:00.000-07:00</published><updated>2009-05-18T03:12:18.632-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Constitucional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direitos e Deveres Individuais e Coletivos"/><title type='text'>Discriminação</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Art. 5º, XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Discriminação é o tratamento diferenciado onde há prejuízo para uma das partes, em relação a indivíduos é definido como a classificação pejorativa em virtude de fatos de diversas naturezas a eles relacionados, trazendo-lhes prejuízos de ordem moral e/ ou material. &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Os atos discriminatórios de qualquer natureza são opostos à cidadania e à dignidade da pessoa humana, contrários aos princípios e objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/2733212168049877886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/2733212168049877886' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/2733212168049877886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/2733212168049877886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/05/racismo.html' title='Discriminação'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-3695358773336495911</id><published>2009-05-15T03:47:00.000-07:00</published><updated>2009-05-15T03:48:57.756-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito do Trabalho"/><title type='text'>Direito do Trabalho</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;CONCEITO DE PRINCÍPIOS são proposições fundamentais que se formam na consciência das pessoas e grupos sociais, a partir de certa realidade, e que, após formadas, direcionam-se à compreensão, reprodução ou recriação dessa realidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:78%;&quot;&gt;Veja quais são os princípios de Direito do Trabalho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio da proteção;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio da Norma mais Favorável;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio da Condição mais Benéfica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio da Irrenunciabilidade dos Direitos Trabalhistas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio da Imperatividade das Normas Trabalhistas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio da Inalterabilidade Contratual Lesiva;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio da Irredutibilidade Salarial;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio da Primazia da Realidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio da Continuidade da Relação de Emprego;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio “in dubio pro operario”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/3695358773336495911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/3695358773336495911' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/3695358773336495911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/3695358773336495911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/05/direito-do-trabalho.html' title='Direito do Trabalho'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-832328089991104332</id><published>2009-05-15T03:36:00.000-07:00</published><updated>2009-05-19T03:25:21.591-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Administração Geral e Pública"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Administrativo"/><title type='text'>Conceito de Adminstração Pública</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;ADM PUBLICA EM SENTIDO FORMAL, SUBJETIVO OU ORGÂNICO &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;é o conj. de agentes, órgãos e pessoas que tem a incumbência de executar as atividades administrativas do Estado. São os órgãos integrantes da Adm Direta e Ind. A trilogia fundamental que dá o perfil da Administração : órgãos, agentes e funções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;ADM PUBLICA SENTIDO MATERIAL, OBJETIVO, FUNCIONA &lt;/b&gt;é o conj. de atividades que são consideradas atividades administrativas. Ex. o Banco do Brasil ou a Petrobrás, por exercerem atividade econômica típica, não são considerados administração pública (administração em sentido material). Por outro lado, as delegatárias (pessoas privadas que prestam serviços públicos por delegação) - concessionárias, permissionárias e autorizadas de serviços públicos - são consideradas administração em sentido material, embora não o sejam em sentido formal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;ATIVIDADES FINALÍSTICAS&lt;/b&gt; são as que justificam a existência da Administração, são elas: fomento (ex. ESAF); polícia administrativa; serviço público (prestoado direto ou indiretamente); intervenção adminsitrativa (ex. na propriedade privada, no domínio econômico Art. 173, Caput&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;file:///C:/sistemas/simulado/audio/Art&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;15&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.blogger.com/autofalante.jpg&quot; width=&quot;15&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;ATIVIDADES-MEIO&lt;/b&gt; - ex. concursos públicos, licitações, celebração de contratos, ect, com o objetivo de compor seu aparelhamento material e humano para o exercício da atividade finalística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;NATUREZA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA&lt;/b&gt; a natureza é de um &lt;i&gt;múnus&lt;/i&gt; público para que a exerce, ou seja, a de um encargo de defesa, conservação e melhoramento dos bens, serviços e interesse da coletividade. Ao ser investido em uma função ou cargo público, todo o agente assume para com a coletividade o compromisso / dever de bem servi-la.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;FINS DA ADMINISTRAÇÃO PUBLIÇÃO&lt;/b&gt; é sempre o interesse público. Todo e qualquer ato do administrador público que se desvia do fim será considerado ilícito, imoral, ilegal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/832328089991104332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/832328089991104332' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/832328089991104332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/832328089991104332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/05/conceito-de-adminstracao-publica.html' title='Conceito de Adminstração Pública'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-3345007348379562619</id><published>2009-05-14T03:08:00.000-07:00</published><updated>2009-05-14T03:11:15.042-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Constitucional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direitos e Deveres Individuais e Coletivos"/><title type='text'>Proteção à pequena propriedade Rural</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Art. 5º, XXVI - a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família, não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva, dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;A penhora é uma restrição judicial, feita sobre bens do possível devedor para que se garanta o pagamento do débito, se, ao final da ação, for julgado devedor. O constituinte procurou proteger a pequena propriedade rural da penhora.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;Para isso, é necessária a observância de três requisitos:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;que propriedade seja pequena: é uma definição legal, constante da legislação do Imposto Territorial Rural - ITR (Lei nº 9.393/96), que assim prevê: Art. 2º Nos termos do art. 153, § 4º, in fine, da Constituição, o imposto não incide sobre pequenas glebas rurais, quando as explore, só ou com sua família, o proprietário que não possua outro imóvel. Parágrafo único. Para os efeitos deste artigo, pequenas glebas rurais são os imóveis com área igual ou inferior a:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - 100 ha, se localizado em município compreendido na Amazônia Ocidental ou no Pantanal mato-grossense e sul-mato-grossense;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - 50 ha, se localizado em município compreendido no Polígono das Secas ou na Amazônia Oriental;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - 30 ha, se localizado em qualquer outro município.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;li&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;que a propriedade seja trabalhada somente pela família;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;li&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;que os débitos sejam decorrentes de sua atividade produtiva.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;OUTRA PROTEÇÃO DIRIGIDA À PEQUENA PROPRIEDADE :&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;(1) imunidade do ITR sobre a pequena propriedade rural àquele que as explore, só ou com sua família, e não possua outro imóvel (Art 153, § 4º).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;(2) São insuscetíveis de desapropriação para fins de reforma agrária a pequena e média propriedade rural, assim definidas em lei, desde que seu proprietário não possua outra (Art. 185, I).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/3345007348379562619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/3345007348379562619' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/3345007348379562619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/3345007348379562619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/05/protecao-pequena-propriedade-rural.html' title='Proteção à pequena propriedade Rural'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6965043332045886079.post-4632742371564587369</id><published>2009-05-14T02:59:00.000-07:00</published><updated>2009-05-14T03:00:06.269-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Economia"/><title type='text'>Estruturas de mercado</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;CONCORRÊNCIA PERFEITA : mercado com grande número de pequenos compradores e vendedores; o produto transacionado é homogêneo; há livre entrada de empresas no mercado; perfeita transparência para os vendedores e para os compradores; perfeita mobilidade dos insumos produtivos. Ex .Mercado de Arroz&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;MONOPÓLIO : mercado com um só produtor ou fornecedor de um bem ou serviço. O monipolista tem grande controle sobre os preços. Ex. fornecedoras de energia elétrica, algumas de telefonia e Petrobrás.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;MONOPSÔNIO: mercado com um só compradoro. Seu poder de estabelecer o preço é o mesmo do monopólio. Ex. pequenos e inúmeros produtores de leite da zona oeste de Minas Gerais e somente uma empresa pasteurizadora como compradora&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;OLIGOPÓLIO : mercado onde um grupo de empresas promove o domínio de determinada oferta de produtos e/ou serviços, como empresas de mineração, alumínio, aço, construtores automóveis, cimentos, laboratórios farmacêuticos, aviação, comunicação e bancos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;font-size:85%;&quot;&gt;CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICAS : mercado onde existem várias pequenas empresas disputando o mesmo tipo de cliente, caracterizando uma situação mais ou menos&lt;br /&gt;eqüidistante da concorrência perfeita e do monopólio. Cada empresa tem seu próprio produto , embora possa ser substituto próximo dos demais, apresenta característica diferenciadora de firma para&lt;br /&gt;firma; são todas firmas de porte e poder de concorrência&lt;br /&gt;relativamente semelhantes, o que limita bastante seu controle sobre seu preço; Ex. butiques, shopping, restaurantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pontoelementar.blogspot.com/feeds/4632742371564587369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6965043332045886079/4632742371564587369' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/4632742371564587369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6965043332045886079/posts/default/4632742371564587369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pontoelementar.blogspot.com/2009/05/estruturas-de-mercado.html' title='Estruturas de mercado'/><author><name>Ponto .....</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17608128160598001967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>