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	<title>Ethymos</title>
	
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	<description>Agência brasileira de internet</description>
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		<title>Reinventando a empresa</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2012 12:04:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillipe Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do blog do Leo Germani. Na luta constante de tornar esse planeta um lugar mais decente, vários esforçam se somam: há os ativistas, governos, ongs, coletivos e, também, empresas. Apesar dessa última ser normalmente vista como a vilã da história, há cada vez mais exemplos de empresas que estão reinventando o sentido normalmente atribuído a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do blog do <strong><a title="Reinventando a empresa" href="http://leogermani.com.br/2012/10/02/reinventando-a-empresa/" target="_blank">Leo Germani</a></strong>.</p>
<p>Na luta constante de tornar esse planeta um lugar mais decente, vários esforçam se somam: há os ativistas, governos, ongs, coletivos e, também, empresas.</p>
<p>Apesar dessa última ser normalmente vista como a vilã da história, há cada vez mais exemplos de empresas que estão reinventando o sentido normalmente atribuído a uma instituição desse tipo. Tanto do ponto de vista da sua relação com a sociedade quanto da sua gestão interna, existem cada vez mais exemplos de empresas que se preocupam em fazer, através do seu trabalho, uma contribuição que ajude a melhorar a sociedade e, ao mesmo tempo, promovam um ambiente de trabalho justo e saudável.</p>
<p>Diferente das grandes empresas, em que a “responsabilidade social” se baseia em políticas de compensação – eu destruo aqui, mas replanto ali; eu exploro aqui, mas mantenho um projeto social ali – essas novas empresas procuram manter coerência entre seus valores e suas práticas e colocam a sua ação social no centro de sua atividade principal.</p>
<p>Mas será que é mesmo possível promover alguma mudança através de uma empresa? A empresa não é intrinsecamente direcionada ao lucro, e qualquer coisa que a desvie disso será deixado de lado?</p>
<p>Na minha opinião: É possível. Não só é possível mas, dentro do arranjo burocrático que temos hoje no Brasil, é uma excelente opção. Uma empresa não precisa ter como principal objetivo, acima de todos os outros, o lucro. Ela tem que pagar suas contas – mas isso todos nós temos.</p>
<p>Me interessa muito estudar exemplos dessas empresas que vem reinventando a maneira de se trabalhar e de se relacionar com seus clientes, com outras empresas, com os funcionários e com a sociedade.</p>
<p><strong>Para esse novo mundo que começa a dar as caras (com mais colaboração ao invés de competição, com menos desperdício, com mais qualidade de vida, com mais preocupação pelo comum), reinventar a empresa – e por consequência, o trabalho – é fundamental.</strong></p>
<p>Vamos comparar a empresa com algumas outras alternativas:</p>
<h3>ONGs</h3>
<p>Há um tempo atrás eu escrevi um texto, com tom irônico, sobre uma possível <a href="http://leogermani.com.br/2008/01/23/uma-receita-de-ong/">receita de ONG</a>, que normalmente começa com um idealista, passa por uma crise de gestão e sustentabilidade e termina como uma máquina de captação e execução de projetos, emprestando o que há de pior no modelo empresarial.</p>
<p>Via de regra, nas ONGs pequenas luta-se o tempo todo para sobreviver e para conseguir fazer o que se propõe. Os financiamentos são escassos e, quando vem, recusam-se a bancar itens de infra-estrutura (aluguel, telefone, etc) e demandam um grande trabalho administrativo de prestação de contas. Gastar os recursos é complicado, há que se justificar cada centavo para o financiador e, com a energia que resta, finalmente pode-se executar o projeto.</p>
<p>Nesse ambiente de trabalho altamente instável, as pessoas aguentam até o limite da paixão, fazendo com que a rotatividade da equipe seja relativamente alta.</p>
<p>Nas ONGs grandes, a máquina está montada de tal maneira que funciona como uma empresa tradicional. Há o setor administrativo, o setor de captação de recursos, o setor de comunicação… Muitas pessoas, funcionárias, estão ali descoladas de qualquer ideal, mas apenas trabalhando como trabalhariam em qualquer lugar, os setores não se conversam direito e a ONG executa projetos mais ou menos como uma empresa de prestação de serviços – com a diferença que, ao invés de um cliente, tem um financiador que mete o bedelho em cada detalhe e em como o dinheiro é gasto.</p>
<p>Claro que não são todas, grandes ou pequenas, que são assim. Mas esse relato ilustra as dificuldades que existem ao se gerir uma ONG e em como seus gestores ficam rendidos na mão dos financiadores: sem autonomia para gastar o próprio dinheiro e, eventualmente, sem autonomia na elaboração e execução dos projetos.</p>
<h3>Governo</h3>
<p>Atuar no governo é ao mesmo tempo incrível e horrível.</p>
<p>Incrível porque te dá a possibilidade de executar (ou criar) um política pública de amplo alcance; porque você trabalha com a legitimidade do Estado; porque você tem a oportunidade de fazer com que o governo faça aquilo a que ele se propõe: trabalhar a serviço da sociedade.</p>
<p>Horrível porque você está sujeito a mudanças políticas no alto escalão que, da noite pro dia, podem acabar com o que você está fazendo; porque é muito complicado inovar, tudo o que você fizer tem que ser escalável para toda a extensão de atuação do órgão onde você trabalha – tudo tem que ser mega – e há pouco espaço para experimentação; porque você tem pouquíssima autonomia na execução do orçamento, fazendo a compra de qualquer produto ou serviço simples virar uma verdadeira novela. E, finalmente, porque você tem pouco tempo: até as próximas eleições.</p>
<h3>E a empresa?</h3>
<p>A empresa tem liberdade de atuação. Pode fazer o que quiser com seu superávit: acumular, reinvestir, distribuir, etc. A empresa não tem que prestar contas sobre suas compras ou contratações. A empresa pode executar os projetos da maneira que quiser. A empresa pode ser transparente, ou pode maquiar seus resultados para os funcionários e sua maneira de trabalhar para os clientes…</p>
<p>É possível fazer um paralelo com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Copyleft" target="_blank">copyleft</a>. Ele nasce como uma alternativa a proteção considerada abusiva do copyright tradicional. Mas para fazê-lo, o copyleft não depende de nenhuma mudança na legislação. No copyright, o autor tem o monopólio para explorar e fazer o que quiser com sua obra. O que o copyleft propõe é: “já que você pode fazer o que quiser, por que você não disponibiliza a sua obra de maneira livre pra que outras pessoas possam usar, desde que levem a liberdade adiante?”. Ao criar uma licença de uso que diz isso, o copyright é usado como meio para se atingir um modelo de livre distribuição, apesar de não ter sido projetado pra isso.</p>
<p>Da mesma maneira, o proprietário de uma empresa tem total autonomia na sua gestão. Como já disse, muito mais autonomia do que um gestor público ou um diretor de ONG. Ele pode seguir buscando o lucro como objetivo primário, fazendo isso explorando o trabalho de funcionários, ou pode propor um modelo de gestão completamente diferente, com outros objetivos e outra maneira de lidar com o superávit. Assim como no caso do autor com o copyleft e o copyright, é tudo uma questão de escolha.</p>
<p><strong>Importante:</strong> Não estou dizendo aqui que deveríamos todos abrir empresas ao invés de ongs ou de trabalhar no governo e nem que sou adepto da crença neo-liberal de que o mercado se auto-regula e bom mesmo seria se o governo largasse tudo na mão das empresas. Não! Só estou chamando a atenção para um modelo (a empresa) normalmente ignorado – ou até demonizado – pelos movimentos sociais e ativistas. Uma empresa pode ser, sim, um ótimo modelo de atuação.</p>
<p>Nesse sentido, só depende de nós reinventarmos como uma empresa deve funcionar e quais devem ser seus objetivos primários.</p>
<p>Eu venho experimentando isso na prática na minha empresa, o hacklab, e tenho muito interesse em pesquisar e discutir isso. Aqui  vai uma lista de alguns livros ou experiências. Está longe de ser uma lista completa, mas são coisas que chegaram até mim de alguma maneira e que me interessaram.</p>
<p><strong><a href="http://37signals.com/rework" target="_blank">Rework</a></strong> – livro do pessoal da 37Signals, que desenvolvem o Ruby on Rails e são responsáveis pelo serviço online BaseCamp. O livro é excelente e propõe muitas rupturas com ideias consolidadas de como uma empresa deve ser gerida e como as pessoas devem fazer o seu trabalho.</p>
<p><strong>Virando a propria mesa</strong> – Um incrível relato de como Ricardo Semler implantou, entre outras coisas, um modelo de gestão democrática dentro de uma indústria.</p>
<p><strong><a href="http://www.noded.biz/book" target="_blank">Noded</a></strong> – Uma proposta interessante de organização de freelancers e pequenas empresas para trabalho em rede.</p>
<p><strong><a href="http://automattic.com/" target="_blank">Automattic</a></strong> – A empresa por trás do WordPress.com, tem uma relação fortíssima com o software livre WordPress, responsável por quase 20% de todos os sites na internet, e com o trabalho descentralizado</p>
<p><strong><a href="http://developmentseed.org/" target="_blank">Development Seed</a></strong> – Empresa americana que trabalha com visualização de dados e mapas. Interessante por que publicam e mantem ferramentas livres e colocam no centro de seu objetivo o trabalho com questões humanitárias.</p>
<p><strong><a href="http://blog.esfera.mobi/" target="_blank">Esfera</a></strong> – O desafio de, no Brasil, criar uma empresa com um propósito político e ideológico muito específico: Promover a transparência na gestão pública.</p>
<p><strong><a href="http://www.mysociety.org/" target="_blank">My Society</a></strong> – Empresa que desenvolve soluções para organizações sociais, participação democrática, transparência governamental, entre outras coisas.</p>
<p><strong><a href="http://itsnoon.net/" target="_blank">Itsnoon.net</a></strong> – Empresa brasileira, que começou como ONG, e é um “market place de economia criativa originalmente brasileiro”.</p>
<p><strong>Small is Beautiful</strong> – <a href="http://leogermani.com.br/2006/08/23/small-is-beautiful/" target="_blank">Escrevi brevemente sobre ele</a>. Livro de 1973, coloca alguns princípios e narra algumas experiências muito interessantes de empresas que resolveram fazer diferente.</p>
<p>E a listagem de livros seria infinita: <strong><a href="http://www.wikinomics.com/book/" target="_blank">Wikinomics</a></strong>, <strong><a href="http://www.collaborativeconsumption.com/book-and-authors/" target="_blank">What is mine is yours</a></strong>, <strong><a href="http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/Main_Page" target="_blank">The Wealth of networks</a></strong>…</p>
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		<title>Consolidando o futuro</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2012 14:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillipe Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiu na Forbes: o WordPress é a língua materna da Internet. 17% da web funciona por meio dessa plataforma livre, que dispõe seu código à comunidade global de desenvolvedores para que possa criar os mais variados temas e aplicações. Mas isso não significa, no caso do WordPress, que exista um domínio sobre as páginas, portais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.forbes.com/sites/jjcolao/2012/09/05/the-internets-mother-tongue/" target="_blank">Saiu na Forbes</a>: o WordPress é a língua materna da Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">17% da web funciona por meio dessa plataforma livre, que dispõe seu código à comunidade global de desenvolvedores para que possa criar os mais variados temas e aplicações. Mas isso não significa, no caso do WordPress, que exista um domínio sobre as páginas, portais, ferramentas e redes que utilizam o serviço. Quebrando com o paradigma do cárcere, no qual uma vez dentro do sistema é preciso dar um braço e uma perna para manter o serviço atualizado ou realizar alterações, a <a href="http://automattic.com/" target="_blank">Automattic</a> trabalha tanto com <a href="wordpress.org" target="_blank">wordpress.org</a> quanto com <a href="wordpress.com" target="_blank">wordpress.com</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-766" title="wp-login" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2012/09/wp-login-300x285.jpg" alt="" width="300" height="285" /></p>
<p style="text-align: justify;">Explico: na primeira opção, você pode baixar a documentação da plataforma, instalando-a gratuitamente em um servidor de sua escolha, podendo utilizar um dos <a href="http://wordpress.org/extend/themes/" target="_blank">1600 temas disponíveis</a> ou desenvolver o seu próprio a partir do código-fonte. Isso tudo sem necessariamente estabelecer relação econômica com a empresa. Já na segunda opção, você pode criar um blog dentro da rede deles, sem pagar nada por isso, ou então &#8211; e aí está a estratégia comercial &#8211; adquirir um pacote com ferramentas incríveis, que farão da sua página um Boeing 747. Ah, e você pode ser cliente VIP também!</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que existem outras fontes de renda e pacotes que se pode comprar mesmo utilizando a instalação do wordpress.org, mas a beleza do negócio é que um usuário &#8220;civil&#8221;, por assim dizer não necessariamente vinculado a uma entidade, pode montar o seu blog numa boa e sem custos, produzindo, hospedando e compartilhando o seu conteúdo com o Mundo. Essa é a grande sacada do século XXI e, surfando bem na crista dessa onda, vem Matt Mullenwag, o criador do WordPress, protagonizando toda uma revolução no modo de se pensar, consumir, produzir e publicar conteúdo. E tudo isso mantendo a sustentabilidade financeira através dos produtos e serviços agregados.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa nova visão diz respeito ao que podemos chamar de &#8220;fase estruturante&#8221; de uma outra sociedade. Depois disso tudo, que aconteceu na década de 2000, muita coisa foi desenvolvida em cima do WordPress e outras iniciativas paralelas que hoje permitem um alcance muito amplo a empresas, órgãos do governo, universidades, ONGs, sindicatos, movimentos sociais, blogueiros e blogueiras. Só na Ethymos, além das páginas e aplicativos sob medida, podemos exemplificar essa versatilidade com vários sistemas: o <a title="Jaiminho" href="http://www.jaiminho.com.br/" target="_blank">Jaiminho</a>, que envia e-mails e SMS; o <a href="http://agoradelibera.com.br/" target="_blank">Àgora Delibera</a>, ferramenta de democracia on-line e tomada de decisões.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ethymos.com.br/blog/consolidando-o-futuro/attachment/wordpress-logo/" rel="attachment wp-att-767" title="wordpress-logo"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-767" title="wordpress-logo" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2012/09/wordpress-logo-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Isso sem contar o <a title="Campanha Completa" href="http://campanhacompleta.com.br/" target="_blank">Campanha Completa</a>, uma parceria da Ethymos com o <a href="http://hacklab.com.br/" target="_blank">Hacklab</a>, que é uma plataforma inteira. Com ela é possível obter automaticamente sites completos com integração e página de mobilização nas redes sociais; sistema completo de organização de contatos com segmentação por palavra-chave, dando à campanha liberdade para organizar os dados como quiser: por sindicato, bairro, área de interesse, profissão, inclusive permitindo várias palavras-chave para cada um ou vários contatos; o que, por sua vez, casa perfeitamente com a integração da plataforma ao Jaiminho; e, ainda, um sistema de georreferenciamento que permite cruzar todos os dados da campanha por satélite, mapeando placas, muros, cavaletes, votos da eleição passada, etc.</p>
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		<title>No Catarse, Terraço Verde aceita apoio</title>
		<link>http://ethymos.com.br/blog/no-catarse-terraco-verde-aceita-apoio/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jun 2012 12:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillipe Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um espaço para produção sustentável de alimentos e de relações sociais. No meio da cidade cinzenta, um terraço com 190m2 no alto de um edifício comercial na Rua Itupava. Durante a Cúpula dos Povos e Rio+20 temos a chance de tornar essa ideia realidade! Vamos dar uma força através da plataforma de financiamento colaborativo Catarse! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um espaço para produção sustentável de alimentos e de relações sociais. No meio da cidade cinzenta, um terraço com 190m2 no alto de um edifício comercial na Rua Itupava. Durante a Cúpula dos Povos e Rio+20 temos a chance de tornar essa ideia realidade! Vamos dar uma força através da plataforma de financiamento colaborativo Catarse! <a title="Terraço Verde no Catarse" href="http://catarse.me/pt/projects/746-terraco-verde" target="_blank">É só entrar aqui</a>.</p>
<p><a href="http://catarse.me/pt/projects/746-terraco-verde#about" title="7185476093_15bd778056_z"><img class="aligncenter size-full wp-image-761" title="7185476093_15bd778056_z" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2012/06/7185476093_15bd778056_z.jpg" alt="" width="508" height="330" /></a></p>
<p>&#8220;O Terraço Verde está alicerçado na sustentabilidade, constituindo um espaço aberto à visitação, integrando um laboratório de agroecologia urbana, orientado pela permacultura e fomentando um núcleo ecopedagógico transdisciplinar vinculado às iniciativas de educação ambiental locais, integrando o verde e o vivo com as pessoas que trabalham, estudam e habitam ao seu redor, sendo ainda um ponto referencial de ecoturismo, discussão, ensino, eventos e cursos, gerador de ciência, interação com instituições afins e profissionais que desenvolvem e aplicam idéias inovadoras na questão da sustentabilidade alimentar e energética dos centros urbanos nacionais e internacionais, em busca da melhoria na qualidade de vida e no convívio humano local.</p>
<p>Busca-se então um melhor aproveitamento das áreas urbanas como fontes de alimentos produzidos sobre lajes, da mitigação dos efeitos das &#8216;ilha de calor&#8217;, eficiência energética e resgate da vivência do cidadão urbano com a natureza. O projeto contempla especialmente os conceitos da agricultura urbana sobre as edificações, utilização de energias renováveis e a concentração e difusão de conhecimentos afins&#8221;.</p>
<p>Conheça melhor e compartilhe: <a title="http://catarse.me/pt/projects/746-terraco-verde#about" href="http://catarse.me/pt/projects/746-terraco-verde#about" target="_blank">http://catarse.me/pt/projects/746-terraco-verde</a></p>
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		<title>Ágora Delibera</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jun 2012 12:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Phillipe Trindade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Democracia. O que isso significa para você? Se a sua reação a essa pergunta foi a de comentar esta publicação, estamos na mesma página. Eu poderia pegar uma definição de algum dicionário, mas neles há pelo menos oito possíveis usos da palavra. Então vou apenas discorrer. O conceito “formal” da democracia surge em Atenas, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Democracia. O que isso significa para você? Se a sua reação a essa pergunta foi a de comentar esta publicação, estamos na mesma página. Eu poderia pegar uma definição de algum dicionário, mas neles há pelo menos oito possíveis usos da palavra. Então vou apenas discorrer.</p>
<p>O conceito “formal” da democracia surge em Atenas, na tal da Grécia Antiga. Lá, os cidadãos reuniam-se na Ágora, espaço público de deliberação da pólis (ou cidade), para interagir, fazer comércio e política. É claro que por cidadão, entendia-se apenas homens atenienses maiores de idade com pais cidadãos atenienses que houvessem cumprido o serviço militar. Mas já era um baita avanço.</p>
<p>Mas, voltando ao conceito de democracia, tem-se a perspectiva etimológica, ou seja, da origem da palavra: <em>demo</em> = povo; <em>cracia</em> = governo. Mas se, mesmo no auge da iluminação em Atenas nem todos eram aptos a participar daquela democracia, que era direta entre os cidadãos, com o aumento exponencial da população depois da Revolução Industrial, ela passou a ser <strong>representativa</strong>.</p>
<p>Essa representatividade se dá por maneiras diferentes em cada país, estado-nação e mesmo em monarquias contemporâneas. Vota-se em representantes que, como bem diz a palavra, deliberam, administram e julgam em nome dos cidadãos, que passam a ser concebidos como eleitores. Mas nem tudo são flores no desenvolvimento da sociedade humana. Há quem diga, com muita veemência, que essa representatividade é furada.</p>
<p>Que os representantes representam a si mesmos, a seus interesses comerciais e de seus amigos, aos dos financiadores de suas campanhas, dos lobistas, dos aliados políticos, do Capital etc. É na frente da retomada da cidadania e da democracia real que as novas tecnologias de informação e comunicação surgem como grande trunfo. Hoje é tecnologicamente possível que cada cidadão participe diretamente dos processos deliberativos e decisórios de sua comunidade.</p>
<p>É a chamada Democracia Digital (ou Virtual). Através da Internet e de plataformas desenvolvidas especificamente para isto, os cidadãos podem discutir sobre temas, votar em ideias (e não pessoas) e produzir acúmulo &#8211; fomentando a informação e a politização dos sujeitos.</p>
<p><strong>Ágora Delibera</strong><br />
A Ethymos desenvolveu, com a finalidade de popularizar esse conceito, uma plataforma chamada Ágora Delibera. Ela utiliza o plugin WordPress “Delibera”, fruto de uma parceria com o <a title="Lab Macambira" href="http://wiki.nosdigitais.teia.org.br/Lab_Macambira" target="_blank">Lab Macambira</a>, que criou a metodologia original do programa. É uma ferramenta digital que facilita a discussão coletiva de forma inteligente, sistematizando o debate de temas de interesse comum e sua votação/deliberação.</p>
<p>Inspirado em conceitos de redes sociais e outras mídias digitais, tão amplamente apropriadas pela sociedade atual, o Delibera é feito para que pessoas possam interagir, trocar conteúdo e tomar decisões acerca dos assuntos de interesse para todo tipo de organização ou evento, potencializando o ambiente virtual para a transformação do mundo real.</p>
<p>Ele funciona em quatro momentos:</p>
<ol>
<li>Proposta dos temas;</li>
<li>Debate: discussões e encaminhamentos;</li>
<li>Sistematização das propostas;</li>
<li>Votação</li>
</ol>
<p>Também é possível, a qualquer uma das etapas, gerar relatórios com os temas, debates, propostas e votações.</p>
<p>O Delibera é ideal para quaisquer grupos de pessoas que precisem <strong>tomar decisões</strong> coletivas. A<em>ssembleias de condomínio, associações de bairro, movimentos sociais, coletivos, partidos políticos, mandatos, organizações colaborativas</em> e, em tese,<em> governos</em>. Para até 30 usuários, a ferramenta é <span style="text-decoration: underline;">gratuita</span>.</p>
<p>De navegação fácil, intuitiva e customizável, todo o sistema é desenvolvido em WordPress, segundo os princípios do software livre, priorizando a construção coletiva e o compartilhamento do conhecimento.</p>
<p>Conheça e compartilhe: <a title="http://agoradelibera.com.br" href="http://agoradelibera.com.br" target="_blank">http://agoradelibera.com.br</a></p>
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		<title>Uma tela para a arte de existirmos</title>
		<link>http://ethymos.com.br/blog/uma-tela-para-a-arte-de-existirmos/</link>
		<comments>http://ethymos.com.br/blog/uma-tela-para-a-arte-de-existirmos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 14:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na pré-história, homens faziam história até mesmo quando não queriam. Deixavam pistas, enigmas, sem saber que seriam alvo de investigação. Nós continuamos fazendo história, e pensamos nisso quando olhamos para trás. Viramos o pescoço ao passado para mirar a pedra na qual vamos firmar nosso pé no próximo passo. O fato é que é assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/12/pintura-rupestre.jpg" rel="shadowbox[post-739];player=img;" title="pintura rupestre"><img class="size-large wp-image-741 alignnone" title="pintura rupestre" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/12/pintura-rupestre-540x337.jpg" alt="" width="540" height="337" /></a></p>
<p>Na pré-história, homens faziam história até mesmo quando não queriam. Deixavam pistas, enigmas, sem saber que seriam alvo de investigação. Nós continuamos fazendo história, e pensamos nisso quando olhamos para trás. Viramos o pescoço ao passado para mirar a pedra na qual vamos firmar nosso pé no próximo passo.</p>
<p>O fato é que é assim desde que existimos como seres humanos, embora, muitas vezes, tentemos criar barreiras para extirpar com nosso espírito de humanidade. Deixamos pistas para futuros exploradores e criamos um processo de introspecção a cada acontecimento marcante – morte, nascimento, virada de ano, aniversários&#8230;</p>
<p>E desde que rompemos a barreira da oralidade como instrumento de manutenção das nossas memórias, começamos então a ter acúmulo. Já falamos sobre o acúmulo de conhecimento aqui, no post sobre a “Etimologia da Ethymos”. Podemos dizer que o blog da Ethymos, em 2011, foi a parede da “caverna” em que o mundo se transforma gradativamente. Foi também o nosso ponto de acúmulo e troca de experiências.</p>
<p>Ou seja, mesmo com toda a tecnologia, da velocidade com que as coisas acontecem e “desacontecem”, mantemos o hábito milenar de pintar nossas aspirações em uma parede. Não usamos pedras para riscar pedras – tampouco caneta para manchar o papel – nossa relação é com o teclado, decodificação de sinais eletromagnéticos programados e lidos em processadores eletrônicos. Mas a motivação para registrarmos nossas introspecções é a mesma dos homens pré-históricos.</p>
<p>Qual é a motivação para isso? Não sabemos, mas talvez essa seja mais uma pista que vai fazer sentido aos exploradores do futuro. Se algum dia, outra forma de vida ou morte inteligente conseguir decifrar este texto, teremos conversado sobre nosso ano de 2011 e algum outro momento da história. Vamos para mais um ano de riscos, desenhos e confissões em nosso blog. Neste ano vamos misturar técnicas, cores e ideias para fazer de nossa parede uma tela para uma grande obra de arte.</p>
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		<title>Arme sua rede e faça parte do time da Ethymos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 14:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Desenvolva seus projetos e faça parte dos nossos Quantas vezes por dia ouvimos falar em rede? Somos bombardeados por milhares de conceitos e formas diferentes de se conceber uma por aí. Você mesmo deve ter sido convidado para formar dezenas delas, e certamente você faz parte de algumas. Nosso convite, porém, não é só para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Desenvolva seus projetos e faça parte dos nossos</h2>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes por dia ouvimos falar em rede? Somos bombardeados por milhares de conceitos e formas diferentes de se conceber uma por aí. Você mesmo deve ter sido convidado para formar dezenas delas, e certamente você faz parte de algumas. Nosso convite, porém, não é só para formar uma rede comum. Queremos que você, além de fazer parte de uma, traga a sua para curtir com a gente um ambiente de desenvolvimento web colaborativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para armar uma rede, não há como pensar em um lugar sem pontos de apoio. Mesmo naquele acampamento de férias no meio do mato, se não houver duas árvores por perto, ou qualquer coisa que o valha, nada feito. Depois de armada, é na rede que temos os melhores momentos e as melhores ideias de nossas vidas. Isso, claro com uma brisa no rosto e uma água-de-côco.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Ethymos temos não dois, mas centenas de pilares para armar infinitas redes. Não perdemos por muito para uma paisagem à beira mar (nossa vista é incrível), só ficamos devendo mesmo é na água-de-côco. Por isso, convidamos você para desenvolver seus projetos aqui e fazer parte dos nossos. Nosso time não é dos melhores porque trabalha pra gente, mas porque trabalha com a gente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A Ethymos</h2>
<p style="text-align: justify;">Somos uma agência de internet que começou sua história em 2005. Desde o início, fazemos os sonhos que nasceram com a web virarem realidade. Nossas ferramentas ampliam a interação e potencializam ações na web, estreitando as distâncias para ajudar na construção de uma sociedade mais justa e colaborativa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Onde estamos</h2>
<p style="text-align: justify;">Nossa sede física está em Curitiba, mas nossos parceiros estão espalhados pelo mundo. Temos parcerias com desenvolvedores em todo o país, em Portugal e em breve pessoas de outros países vão compartilhar nossos pilares para armarmos outras redes juntos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Principais produtos serviços</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Pacotes de consultoria e produção de sites automáticos para internet;</li>
<li>Consultoria de ferramentas de participação online (Plataforma Delibera);</li>
<li>WebAgenda: gerenciador de contatos online orientado a palavras-chave e integrações mashup;</li>
<li>Jaiminho: sistema de entrega de e-mails e mensagem de celular e</li>
<li>Georeferenciamento: sistema de orientação de banco de dados por mapa dinâmico. Veja nosso portfólio.</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Para onde vamos</h2>
<p style="text-align: justify;">Somos apaixonados pelo que fazemos na web. Queremos, como nosso trabalho, aumentar ao máximo seu potencial de democratização do acesso à informação e à interação. Uma agência que sonha com um mundo mais justo tem um trabalho longo e importante pela frente. Mais do que mudar a internet, o objetivo de tornar a sociedade mais justa parte do pressuposto de transformação nos hábitos das pessoas. Nós ajudamos a construir um processo de mudança pela web. Fazemos isso como em nosso projeto de ampliação do uso do Delibera (ferramenta de deliberação e organização de processos democráticos on-line) e a integração de nossas ferramentas de organização da informação e sites desenvolvidos pela nossa equipe.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Trabalhe com a gente</h2>
<p style="text-align: justify;">Fornecemos a base para que você evolua com a gente. Organizamos isso por meio do mapeamento de pilares nos quais armamos nossas redes de desenvolvedores, seja de código ou outras coisas malucas que a internet proporciona. Por isso, se você trabalha com WordPress ou outro gerenciador de conteúdo, tem ideias para internet, gosta de se envolver em projetos ousados e com grande potencial de transformação, cadastre-se em nosso banco de dados. Nossa intenção é saber das suas capacidades e projetos para trabalharmos juntos. Com isso, poderemos nos tornar parceiros, você atuando em nossos projetos, nós apoiando os seus e juntos sonhando o que pode parecer impossível.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cadastre-se em nosso banco de desenvolvedores</h2>
<p style="text-align: justify;">Acesse nosso <a href="https://docs.google.com/a/ethymos.com.br/spreadsheet/viewform?formkey=dGVxNVh6d0k4Rmo4UTZtdWJRdFB3X1E6MQ">formulário</a> e cadastre-se. Ele é o primeiro passo na construção de uma relação próspera na troca de trabalhos e experiências. Por isso, conte-nos um pouco mais sobre você e como você se percebe dentro dessa rede.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Caso não consiga acessar o hiperlink, cole o seguinte link na URL do seu navegador:</em><br />
<a href="https://docs.google.com/a/ethymos.com.br/spreadsheet/viewform?formkey=dGVxNVh6d0k4Rmo4UTZtdWJRdFB3X1E6MQ">https://docs.google.com/a/ethymos.com.br/spreadsheet/viewform?formkey=dGVxNVh6d0k4Rmo4UTZtdWJRdFB3X1E6MQ</a></p>
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		<title>Um pouco sobre a “Etimologia” da Ethymos</title>
		<link>http://ethymos.com.br/blog/um-pouco-sobre-a-etimologia-da-ethymos/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 16:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[democracia digital]]></category>
		<category><![CDATA[etimologia]]></category>
		<category><![CDATA[habitus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Ethymos]]></category>
		<category><![CDATA[significado ethymos]]></category>

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		<description><![CDATA[Como representantes e integrantes de uma legião de seres humanos, temos algumas manias. Manias que vão além de coçar o ouvido com a chave do carro, ou deixar a toalha molhada na cama. Todas as coisas com as quais convivemos diariamente são resultantes de processos históricos, inclusive toalhas molhadas e chaves. O ser humano não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como representantes e integrantes de uma legião de seres humanos, temos algumas manias. Manias que vão além de coçar o ouvido com a chave do carro, ou deixar a toalha molhada na cama. Todas as coisas com as quais convivemos diariamente são resultantes de processos históricos, inclusive toalhas molhadas e chaves. O ser humano não seria nada sem sua história. Nossa história.</p>
<p>A palavra-chave para uma coexistência social tal qual conhecemos é acúmulo. Acúmulo de experiências, de pensamentos, de sentimentos e de uma infinidade de outras coisas. E o bacana disso é que não usamos as coisas só para coçar a orelha ou irritar a pessoa que sempre tira a toalha da cama. Menos mau, não?</p>
<p>Uma parte dessa questão tão “grandiloquente” que envolve – entre muitas outras coisas – emoções, orelhas e fechaduras é investigada pelo ramo científico ao qual se deu o nome de “Etimologia”. Esse recurso é muito mais do que aquela forma pronta pra uma piada com seu amigo, inventando que o nome dele vem do “grego Cornus”, que quer dizer “exatamente o que parece”.</p>
<p>Usando os recursos etimológicos na palavra etimologia, percebemos que ela se forma da junção de duas palavras gregas: “Ethymos” (verdadeiro) + “Logos” (voz ou verbo). “É a alma e a vida, através de signos, de uma palavra. Não pode ser esquecido ou contradizer”. A frase é de um jornal antigo da Argentina que foi encontrado por acaso em PDF e perdido em uma formatação de computador (isso é uma demonstração de como nossa noção de acúmulo de conhecimento muda ao longo dos anos, assunto pra outro texto).</p>
<p>Nossa essência, então, materializada na palavra “Ethymos”, faz sentido somado à “Logos” (voz ou verbo). A existência de um grupo de pessoas que quer ajudar a ampliar a voz de todos democraticamente e para isso age em várias frentes. O que fazemos é tornar verdadeiro o sonho de tanta gente que atua por um mundo mais justo, somando verbos e vozes às verdades que criamos juntos.</p>
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		<title>#ficadica: apenas mais um conselho sobre as redes sociais</title>
		<link>http://ethymos.com.br/blog/ficadica-apenas-mais-um-conselho-sobre-as-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ethymos soluções web]]></category>
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		<description><![CDATA[Como se comportar na internet vira um texto novo a cada dia na web. Milhões tentam dar os rumos para a humanidade periodicamente. A maioria deles fala prioritariamente sobre os cuidados que é preciso ter para que um comentário daquele cachorrinho “buni” não cause um estrago na sua vida. Não é diferente de falar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-706" title="teste de gravidez" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/10/teste-de-gravidez-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" />Como se comportar na internet vira um texto novo a cada dia na web. Milhões tentam dar os rumos para a humanidade periodicamente. A maioria deles fala prioritariamente sobre os cuidados que é preciso ter para que um comentário daquele cachorrinho “buni” não cause um estrago na sua vida. Não é diferente de falar uma besteira no trabalho e todo mundo te zoar, a diferença é que a zoada pode tomar proporções bem maiores na rede.</p>
<p>É bem difícil medir a real proporção de um determinado post na rede social, já que se sabe lá por quanto tempo ele ou a rede social vão existir. Mas pensar em um site que sobreviva 20 anos nessas condições é no mínimo engraçado. Já pensou olhar o Facebook do seu pai e descobrir que sua mãe era uma namorada com total desdém por ele? Ou que sua mãe era ciumenta e ficava vigiando o perfil de todo mundo, respondendo todos os recados e curtindo tudo o que ele postava?</p>
<p>Isso, claro, em um cenário otimista. Pode ser que a gravidez deles não tenha sido planejada e tenha vários “FERROU” lá no perfil dos dois, desejos de pêsames e por aí vai. Há ainda a possibilidade de encontrar uma paixão que sua mãe tinha e que teve que largar por sua causa, saber lá. O fato é que isso seria tragicômico, e causaria (causará) mais uma mudança no padrão comportamental das pessoas, em meio a tantas que as redes sociais já causaram.</p>
<p>Lógico que você pode simplesmente apagar as publicações e pronto. Ou você pode levar numa boa e não ligar pra isso. Só que não dá pra medir a proporção daquela curtida em um vídeo babaca ou o comentário escroto na foto do seu amigo. Às vezes isso extrapola até a rede social em si. Caiu na rede, é peixe. Pode parecer uma piada sem graça, mas é verdade. Pode ser que o peixe seja um lambari ou mesmo um baiacu &#8211; ou ainda coisa maior.</p>
<p>Então, como se comportar na rede? Parece que tem bem mais questões envolvidas do que o que “seu chefe não pode ver”, “cuidados com o recrutador do RH” e as dicas que tem por aí. O porre de final de semana com um digestivo ou outro no meio do caminho passa, mas a ressaca de um post fora de órbita pode colidir com a órbita de pessoas que nem estão por aí. #ficadica</p>
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		<title>Para que servem os “debates” nos espaços de comentários</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 19:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[democracia gigital]]></category>
		<category><![CDATA[Poltrona: conforto sem comodismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Talvez a melhor invenção dos sites de notícia tradicionais tenha sido a possibilidade da inclusão de comentários. O espaço, nos sites, funciona mais ou menos como aquelas páginas de cartas no jornal impresso. Não a seção sobre jogos de cartas e loterias – alguns jornais ainda têm –, falamos da de mensagens que os leitores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/09/Captura_de_tela.png" rel="shadowbox[post-695];player=img;" title="Captura_de_tela"><img class="alignleft size-large wp-image-696" title="Captura_de_tela" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/09/Captura_de_tela-540x432.png" alt="" width="540" height="432" /></a>Talvez a melhor invenção dos sites de notícia tradicionais tenha sido a possibilidade da inclusão de comentários. O espaço, nos sites, funciona mais ou menos como aquelas páginas de cartas no jornal impresso. Não a seção sobre jogos de cartas e loterias – alguns jornais ainda têm –, falamos da de mensagens que os leitores mandam pro jornal e aí são publicadas lá pela página 2 ou 3.</p>
<p>Não precisa ter vergonha de admitir que você já passou horas lendo as baboseiras escritas nos comentários da internet. É engraçado, atrativo&#8230; diferente das páginas de cartas dos jornais que geralmente servem pra tapar buraco, além de ser uma página geralmente engessada pela limitação da seleção de comentários que interessam ao jornal. Se ainda não passou por esses espaços, sugiro que não perca tempo, vale muito a pena.</p>
<p>A vantagem de um “fórum” de discussão abaixo de cada notícia é que às vezes (leia-se de um modo destacado, ÀS VEZES) ele se transforma em um debate. Mas na maioria dos casos o espaço é utilizado para fazer piada ou para comentar algo do tipo: é por isso que o Brasil não tem jeito, é preciso explodir Brasília e por aí vai.</p>
<p>Isso acontece porque falta para as pessoas uma formação básica para a democracia. O ideal que temos dela é de algo realmente muito bom para todos e todas. Liberdade de escolha, diversidade, tudo isso é democracia. Mas esquecemos que ela é um processo do qual fazemos parte, e nós somos Brasília, explodir ela é explodir a nós mesmos.</p>
<p>Avacalhar um comentário na internet de alguém que está se propondo a debater um assunto de um modo sério em um fórum de debate é o mesmo que fazem alguns deputados palhaços (sem duplo sentido) em pautas importantes nas câmaras. O sujeito que quer explodir os políticos tem uma visão sobre democracia tão estreita quanto seu senso de humor. Convenhamos que existem piadas bem mais criativas sobre nossos políticos atualmente. Essa do barril de pólvora pra explodir e blá blá blá já foi, né?</p>
<p>A democracia somos nós, e não é errado que utilizemos da liberdade da internet pra escrever o que dá na telha. Mas falar mal dos políticos desse jeito bem genérico sendo alheio à política é no mínimo apontar o dedo sujo para alguém sem estar lavado, com o perdão da expressão. Não sei se dá pra ficar feliz ou triste com isso, mas sei que enquanto esses espaços de comentários existirem, eles vão refletir a alma de uma boa parte do povo brasileiro, alheio a política, mas com desejo de criticá-la.</p>
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		<title>Só usaremos o sal porque é inevitável</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 18:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[nota Ethymos]]></category>
		<category><![CDATA[quarta-feira]]></category>
		<category><![CDATA[Vó Hilma]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ethymos lembra nesta quinta-feira, dia 22, um mês do falecimento da Vó Hilma. A data tem, para todo o time Ethymos, os mesmo condimentos que a nega maluca das quartas-feiras, feitas por ela durante 40 anos ininterruptos para adoçar a vida de crianças (e adultos). Na receita do bolo, que está no imaginário de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_689" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-689" title="Foto Hilma" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/09/Foto-Hilma.jpg" alt="" width="180" height="101" /><p class="wp-caption-text">Vó Hilma (esquerda) junto com a Sebastiana; por mais de 40 anos, preparou sua tradicional nega maluca. Sebastiana (direita) continua a tradição.</p></div>
<p>A Ethymos lembra nesta quinta-feira, dia 22, um mês do falecimento da Vó Hilma. A data tem, para todo o time Ethymos, os mesmo condimentos que a nega maluca das quartas-feiras, feitas por ela durante 40 anos ininterruptos para adoçar a vida de crianças (e adultos).</p>
<p>Na receita do bolo, que está no imaginário de todos aqui, sabe-se que há também uma pitada de sal, o mesmo das lágrimas. É a ponta de tristeza que uma pessoa boa deixa quando sai materialmente das nossas vidas. Mas a massa pronta, que é a soma de todas as lembranças, tem a alegria e o gosto da cobertura de chocolate, tão disputada e sempre um pouco menor do que o bolo.</p>
<p>Vó Hilma fez parte de várias &#8220;galeras&#8221; (como ela gostava de falar), não só da Ethymos. Fez parte de um grupo de pessoas que encontramos poucas vezes na vida, das que têm valores diferentes para palavras como amor, bem e amizade.</p>
<p>Da sua família saíram educadores, bibliotecários, engenheiros, torcedores do Coxa e pessoas que têm nela uma grande referência. E não só para a família. Quem nem conheceu a mulher forte, e ao mesmo tempo acolhedora, leva a memória cultivada, por quem esteve próximo, como exemplo de trajetória de vida.</p>
<p>Nós registramos essa data para retribuir do nosso jeito a gratidão pelas inúmeras vezes que Vó Hilma adoçou nossos dias. Nós sempre guardaremos os farelos da alegria das quartas em nossos teclados e corações, e só usaremos o sal porque é inevitável.</p>
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