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	<title>Ethymos</title>
	
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	<description>Agência brasileira de internet</description>
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		<title>Uma tela para a arte de existirmos</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 14:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na pré-história, homens faziam história até mesmo quando não queriam. Deixavam pistas, enigmas, sem saber que seriam alvo de investigação. Nós continuamos fazendo história, e pensamos nisso quando olhamos para trás. Viramos o pescoço ao passado para mirar a pedra na qual vamos firmar nosso pé no próximo passo. O fato é que é assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/12/pintura-rupestre.jpg" rel="shadowbox[post-739];player=img;" title="pintura rupestre"><img class="size-large wp-image-741 alignnone" title="pintura rupestre" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/12/pintura-rupestre-540x337.jpg" alt="" width="540" height="337" /></a></p>
<p>Na pré-história, homens faziam história até mesmo quando não queriam. Deixavam pistas, enigmas, sem saber que seriam alvo de investigação. Nós continuamos fazendo história, e pensamos nisso quando olhamos para trás. Viramos o pescoço ao passado para mirar a pedra na qual vamos firmar nosso pé no próximo passo.</p>
<p>O fato é que é assim desde que existimos como seres humanos, embora, muitas vezes, tentemos criar barreiras para extirpar com nosso espírito de humanidade. Deixamos pistas para futuros exploradores e criamos um processo de introspecção a cada acontecimento marcante – morte, nascimento, virada de ano, aniversários&#8230;</p>
<p>E desde que rompemos a barreira da oralidade como instrumento de manutenção das nossas memórias, começamos então a ter acúmulo. Já falamos sobre o acúmulo de conhecimento aqui, no post sobre a “Etimologia da Ethymos”. Podemos dizer que o blog da Ethymos, em 2011, foi a parede da “caverna” em que o mundo se transforma gradativamente. Foi também o nosso ponto de acúmulo e troca de experiências.</p>
<p>Ou seja, mesmo com toda a tecnologia, da velocidade com que as coisas acontecem e “desacontecem”, mantemos o hábito milenar de pintar nossas aspirações em uma parede. Não usamos pedras para riscar pedras – tampouco caneta para manchar o papel – nossa relação é com o teclado, decodificação de sinais eletromagnéticos programados e lidos em processadores eletrônicos. Mas a motivação para registrarmos nossas introspecções é a mesma dos homens pré-históricos.</p>
<p>Qual é a motivação para isso? Não sabemos, mas talvez essa seja mais uma pista que vai fazer sentido aos exploradores do futuro. Se algum dia, outra forma de vida ou morte inteligente conseguir decifrar este texto, teremos conversado sobre nosso ano de 2011 e algum outro momento da história. Vamos para mais um ano de riscos, desenhos e confissões em nosso blog. Neste ano vamos misturar técnicas, cores e ideias para fazer de nossa parede uma tela para uma grande obra de arte.</p>
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		<title>Arme sua rede e faça parte do time da Ethymos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 14:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desenvolva seus projetos e faça parte dos nossos Quantas vezes por dia ouvimos falar em rede? Somos bombardeados por milhares de conceitos e formas diferentes de se conceber uma por aí. Você mesmo deve ter sido convidado para formar dezenas delas, e certamente você faz parte de algumas. Nosso convite, porém, não é só para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Desenvolva seus projetos e faça parte dos nossos</h2>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes por dia ouvimos falar em rede? Somos bombardeados por milhares de conceitos e formas diferentes de se conceber uma por aí. Você mesmo deve ter sido convidado para formar dezenas delas, e certamente você faz parte de algumas. Nosso convite, porém, não é só para formar uma rede comum. Queremos que você, além de fazer parte de uma, traga a sua para curtir com a gente um ambiente de desenvolvimento web colaborativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para armar uma rede, não há como pensar em um lugar sem pontos de apoio. Mesmo naquele acampamento de férias no meio do mato, se não houver duas árvores por perto, ou qualquer coisa que o valha, nada feito. Depois de armada, é na rede que temos os melhores momentos e as melhores ideias de nossas vidas. Isso, claro com uma brisa no rosto e uma água-de-côco.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Ethymos temos não dois, mas centenas de pilares para armar infinitas redes. Não perdemos por muito para uma paisagem à beira mar (nossa vista é incrível), só ficamos devendo mesmo é na água-de-côco. Por isso, convidamos você para desenvolver seus projetos aqui e fazer parte dos nossos. Nosso time não é dos melhores porque trabalha pra gente, mas porque trabalha com a gente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A Ethymos</h2>
<p style="text-align: justify;">Somos uma agência de internet que começou sua história em 2005. Desde o início, fazemos os sonhos que nasceram com a web virarem realidade. Nossas ferramentas ampliam a interação e potencializam ações na web, estreitando as distâncias para ajudar na construção de uma sociedade mais justa e colaborativa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Onde estamos</h2>
<p style="text-align: justify;">Nossa sede física está em Curitiba, mas nossos parceiros estão espalhados pelo mundo. Temos parcerias com desenvolvedores em todo o país, em Portugal e em breve pessoas de outros países vão compartilhar nossos pilares para armarmos outras redes juntos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Principais produtos serviços</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Pacotes de consultoria e produção de sites automáticos para internet;</li>
<li>Consultoria de ferramentas de participação online (Plataforma Delibera);</li>
<li>WebAgenda: gerenciador de contatos online orientado a palavras-chave e integrações mashup;</li>
<li>Jaiminho: sistema de entrega de e-mails e mensagem de celular e</li>
<li>Georeferenciamento: sistema de orientação de banco de dados por mapa dinâmico. Veja nosso portfólio.</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Para onde vamos</h2>
<p style="text-align: justify;">Somos apaixonados pelo que fazemos na web. Queremos, como nosso trabalho, aumentar ao máximo seu potencial de democratização do acesso à informação e à interação. Uma agência que sonha com um mundo mais justo tem um trabalho longo e importante pela frente. Mais do que mudar a internet, o objetivo de tornar a sociedade mais justa parte do pressuposto de transformação nos hábitos das pessoas. Nós ajudamos a construir um processo de mudança pela web. Fazemos isso como em nosso projeto de ampliação do uso do Delibera (ferramenta de deliberação e organização de processos democráticos on-line) e a integração de nossas ferramentas de organização da informação e sites desenvolvidos pela nossa equipe.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Trabalhe com a gente</h2>
<p style="text-align: justify;">Fornecemos a base para que você evolua com a gente. Organizamos isso por meio do mapeamento de pilares nos quais armamos nossas redes de desenvolvedores, seja de código ou outras coisas malucas que a internet proporciona. Por isso, se você trabalha com WordPress ou outro gerenciador de conteúdo, tem ideias para internet, gosta de se envolver em projetos ousados e com grande potencial de transformação, cadastre-se em nosso banco de dados. Nossa intenção é saber das suas capacidades e projetos para trabalharmos juntos. Com isso, poderemos nos tornar parceiros, você atuando em nossos projetos, nós apoiando os seus e juntos sonhando o que pode parecer impossível.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cadastre-se em nosso banco de desenvolvedores</h2>
<p style="text-align: justify;">Acesse nosso <a href="https://docs.google.com/a/ethymos.com.br/spreadsheet/viewform?formkey=dGVxNVh6d0k4Rmo4UTZtdWJRdFB3X1E6MQ">formulário</a> e cadastre-se. Ele é o primeiro passo na construção de uma relação próspera na troca de trabalhos e experiências. Por isso, conte-nos um pouco mais sobre você e como você se percebe dentro dessa rede.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Caso não consiga acessar o hiperlink, cole o seguinte link na URL do seu navegador:</em><br />
<a href="https://docs.google.com/a/ethymos.com.br/spreadsheet/viewform?formkey=dGVxNVh6d0k4Rmo4UTZtdWJRdFB3X1E6MQ">https://docs.google.com/a/ethymos.com.br/spreadsheet/viewform?formkey=dGVxNVh6d0k4Rmo4UTZtdWJRdFB3X1E6MQ</a></p>
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		<title>Um pouco sobre a “Etimologia” da Ethymos</title>
		<link>http://ethymos.com.br/blog/um-pouco-sobre-a-etimologia-da-ethymos/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 16:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias Ethymos]]></category>
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		<description><![CDATA[Como representantes e integrantes de uma legião de seres humanos, temos algumas manias. Manias que vão além de coçar o ouvido com a chave do carro, ou deixar a toalha molhada na cama. Todas as coisas com as quais convivemos diariamente são resultantes de processos históricos, inclusive toalhas molhadas e chaves. O ser humano não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como representantes e integrantes de uma legião de seres humanos, temos algumas manias. Manias que vão além de coçar o ouvido com a chave do carro, ou deixar a toalha molhada na cama. Todas as coisas com as quais convivemos diariamente são resultantes de processos históricos, inclusive toalhas molhadas e chaves. O ser humano não seria nada sem sua história. Nossa história.</p>
<p>A palavra-chave para uma coexistência social tal qual conhecemos é acúmulo. Acúmulo de experiências, de pensamentos, de sentimentos e de uma infinidade de outras coisas. E o bacana disso é que não usamos as coisas só para coçar a orelha ou irritar a pessoa que sempre tira a toalha da cama. Menos mau, não?</p>
<p>Uma parte dessa questão tão “grandiloquente” que envolve – entre muitas outras coisas – emoções, orelhas e fechaduras é investigada pelo ramo científico ao qual se deu o nome de “Etimologia”. Esse recurso é muito mais do que aquela forma pronta pra uma piada com seu amigo, inventando que o nome dele vem do “grego Cornus”, que quer dizer “exatamente o que parece”.</p>
<p>Usando os recursos etimológicos na palavra etimologia, percebemos que ela se forma da junção de duas palavras gregas: “Ethymos” (verdadeiro) + “Logos” (voz ou verbo). “É a alma e a vida, através de signos, de uma palavra. Não pode ser esquecido ou contradizer”. A frase é de um jornal antigo da Argentina que foi encontrado por acaso em PDF e perdido em uma formatação de computador (isso é uma demonstração de como nossa noção de acúmulo de conhecimento muda ao longo dos anos, assunto pra outro texto).</p>
<p>Nossa essência, então, materializada na palavra “Ethymos”, faz sentido somado à “Logos” (voz ou verbo). A existência de um grupo de pessoas que quer ajudar a ampliar a voz de todos democraticamente e para isso age em várias frentes. O que fazemos é tornar verdadeiro o sonho de tanta gente que atua por um mundo mais justo, somando verbos e vozes às verdades que criamos juntos.</p>
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		<title>#ficadica: apenas mais um conselho sobre as redes sociais</title>
		<link>http://ethymos.com.br/blog/ficadica-apenas-mais-um-conselho-sobre-as-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como se comportar na internet vira um texto novo a cada dia na web. Milhões tentam dar os rumos para a humanidade periodicamente. A maioria deles fala prioritariamente sobre os cuidados que é preciso ter para que um comentário daquele cachorrinho “buni” não cause um estrago na sua vida. Não é diferente de falar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-706" title="teste de gravidez" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/10/teste-de-gravidez-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" />Como se comportar na internet vira um texto novo a cada dia na web. Milhões tentam dar os rumos para a humanidade periodicamente. A maioria deles fala prioritariamente sobre os cuidados que é preciso ter para que um comentário daquele cachorrinho “buni” não cause um estrago na sua vida. Não é diferente de falar uma besteira no trabalho e todo mundo te zoar, a diferença é que a zoada pode tomar proporções bem maiores na rede.</p>
<p>É bem difícil medir a real proporção de um determinado post na rede social, já que se sabe lá por quanto tempo ele ou a rede social vão existir. Mas pensar em um site que sobreviva 20 anos nessas condições é no mínimo engraçado. Já pensou olhar o Facebook do seu pai e descobrir que sua mãe era uma namorada com total desdém por ele? Ou que sua mãe era ciumenta e ficava vigiando o perfil de todo mundo, respondendo todos os recados e curtindo tudo o que ele postava?</p>
<p>Isso, claro, em um cenário otimista. Pode ser que a gravidez deles não tenha sido planejada e tenha vários “FERROU” lá no perfil dos dois, desejos de pêsames e por aí vai. Há ainda a possibilidade de encontrar uma paixão que sua mãe tinha e que teve que largar por sua causa, saber lá. O fato é que isso seria tragicômico, e causaria (causará) mais uma mudança no padrão comportamental das pessoas, em meio a tantas que as redes sociais já causaram.</p>
<p>Lógico que você pode simplesmente apagar as publicações e pronto. Ou você pode levar numa boa e não ligar pra isso. Só que não dá pra medir a proporção daquela curtida em um vídeo babaca ou o comentário escroto na foto do seu amigo. Às vezes isso extrapola até a rede social em si. Caiu na rede, é peixe. Pode parecer uma piada sem graça, mas é verdade. Pode ser que o peixe seja um lambari ou mesmo um baiacu &#8211; ou ainda coisa maior.</p>
<p>Então, como se comportar na rede? Parece que tem bem mais questões envolvidas do que o que “seu chefe não pode ver”, “cuidados com o recrutador do RH” e as dicas que tem por aí. O porre de final de semana com um digestivo ou outro no meio do caminho passa, mas a ressaca de um post fora de órbita pode colidir com a órbita de pessoas que nem estão por aí. #ficadica</p>
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		<title>Para que servem os “debates” nos espaços de comentários</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 19:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Talvez a melhor invenção dos sites de notícia tradicionais tenha sido a possibilidade da inclusão de comentários. O espaço, nos sites, funciona mais ou menos como aquelas páginas de cartas no jornal impresso. Não a seção sobre jogos de cartas e loterias – alguns jornais ainda têm –, falamos da de mensagens que os leitores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/09/Captura_de_tela.png" rel="shadowbox[post-695];player=img;" title="Captura_de_tela"><img class="alignleft size-large wp-image-696" title="Captura_de_tela" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/09/Captura_de_tela-540x432.png" alt="" width="540" height="432" /></a>Talvez a melhor invenção dos sites de notícia tradicionais tenha sido a possibilidade da inclusão de comentários. O espaço, nos sites, funciona mais ou menos como aquelas páginas de cartas no jornal impresso. Não a seção sobre jogos de cartas e loterias – alguns jornais ainda têm –, falamos da de mensagens que os leitores mandam pro jornal e aí são publicadas lá pela página 2 ou 3.</p>
<p>Não precisa ter vergonha de admitir que você já passou horas lendo as baboseiras escritas nos comentários da internet. É engraçado, atrativo&#8230; diferente das páginas de cartas dos jornais que geralmente servem pra tapar buraco, além de ser uma página geralmente engessada pela limitação da seleção de comentários que interessam ao jornal. Se ainda não passou por esses espaços, sugiro que não perca tempo, vale muito a pena.</p>
<p>A vantagem de um “fórum” de discussão abaixo de cada notícia é que às vezes (leia-se de um modo destacado, ÀS VEZES) ele se transforma em um debate. Mas na maioria dos casos o espaço é utilizado para fazer piada ou para comentar algo do tipo: é por isso que o Brasil não tem jeito, é preciso explodir Brasília e por aí vai.</p>
<p>Isso acontece porque falta para as pessoas uma formação básica para a democracia. O ideal que temos dela é de algo realmente muito bom para todos e todas. Liberdade de escolha, diversidade, tudo isso é democracia. Mas esquecemos que ela é um processo do qual fazemos parte, e nós somos Brasília, explodir ela é explodir a nós mesmos.</p>
<p>Avacalhar um comentário na internet de alguém que está se propondo a debater um assunto de um modo sério em um fórum de debate é o mesmo que fazem alguns deputados palhaços (sem duplo sentido) em pautas importantes nas câmaras. O sujeito que quer explodir os políticos tem uma visão sobre democracia tão estreita quanto seu senso de humor. Convenhamos que existem piadas bem mais criativas sobre nossos políticos atualmente. Essa do barril de pólvora pra explodir e blá blá blá já foi, né?</p>
<p>A democracia somos nós, e não é errado que utilizemos da liberdade da internet pra escrever o que dá na telha. Mas falar mal dos políticos desse jeito bem genérico sendo alheio à política é no mínimo apontar o dedo sujo para alguém sem estar lavado, com o perdão da expressão. Não sei se dá pra ficar feliz ou triste com isso, mas sei que enquanto esses espaços de comentários existirem, eles vão refletir a alma de uma boa parte do povo brasileiro, alheio a política, mas com desejo de criticá-la.</p>
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		<title>Só usaremos o sal porque é inevitável</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 18:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[nota Ethymos]]></category>
		<category><![CDATA[quarta-feira]]></category>
		<category><![CDATA[Vó Hilma]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ethymos lembra nesta quinta-feira, dia 22, um mês do falecimento da Vó Hilma. A data tem, para todo o time Ethymos, os mesmo condimentos que a nega maluca das quartas-feiras, feitas por ela durante 40 anos ininterruptos para adoçar a vida de crianças (e adultos). Na receita do bolo, que está no imaginário de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_689" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-689" title="Foto Hilma" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/09/Foto-Hilma.jpg" alt="" width="180" height="101" /><p class="wp-caption-text">Vó Hilma (esquerda) junto com a Sebastiana; por mais de 40 anos, preparou sua tradicional nega maluca. Sebastiana (direita) continua a tradição.</p></div>
<p>A Ethymos lembra nesta quinta-feira, dia 22, um mês do falecimento da Vó Hilma. A data tem, para todo o time Ethymos, os mesmo condimentos que a nega maluca das quartas-feiras, feitas por ela durante 40 anos ininterruptos para adoçar a vida de crianças (e adultos).</p>
<p>Na receita do bolo, que está no imaginário de todos aqui, sabe-se que há também uma pitada de sal, o mesmo das lágrimas. É a ponta de tristeza que uma pessoa boa deixa quando sai materialmente das nossas vidas. Mas a massa pronta, que é a soma de todas as lembranças, tem a alegria e o gosto da cobertura de chocolate, tão disputada e sempre um pouco menor do que o bolo.</p>
<p>Vó Hilma fez parte de várias &#8220;galeras&#8221; (como ela gostava de falar), não só da Ethymos. Fez parte de um grupo de pessoas que encontramos poucas vezes na vida, das que têm valores diferentes para palavras como amor, bem e amizade.</p>
<p>Da sua família saíram educadores, bibliotecários, engenheiros, torcedores do Coxa e pessoas que têm nela uma grande referência. E não só para a família. Quem nem conheceu a mulher forte, e ao mesmo tempo acolhedora, leva a memória cultivada, por quem esteve próximo, como exemplo de trajetória de vida.</p>
<p>Nós registramos essa data para retribuir do nosso jeito a gratidão pelas inúmeras vezes que Vó Hilma adoçou nossos dias. Nós sempre guardaremos os farelos da alegria das quartas em nossos teclados e corações, e só usaremos o sal porque é inevitável.</p>
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		<title>Direitos autorais: o Cavalo de Troia nas apresentações</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 14:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[segredos do wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Você faz uma apresentação excepcional. Seu material tem tudo para entrar no rol da fama dos melhores suportes à sustentação oral. Mas seu rigor a la “retórica socrática” está prestes a ser destruído. Praticamente como um Cavalo de Troia, aquele vídeo fantástico que era metade da sua apresentação simplesmente não abre porque foi denunciado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você faz uma apresentação excepcional. Seu material tem tudo para entrar no rol da fama dos melhores suportes à sustentação oral. Mas seu rigor a la “retórica socrática” está prestes a ser destruído. Praticamente como um Cavalo de Troia, aquele vídeo fantástico que era metade da sua apresentação simplesmente não abre porque foi denunciado por violação de direitos autorais no site que estava hospedado.</p>
<p>É, quem nunca foi vítima de algo do tipo? É vexatório e, além disso, um problema que está longe de acabar. Os direitos autorais na internet têm um longo caminho a ser desvendado, regulamentado e discutido. E esse é um problema que também afeta os blogs do WordPress.</p>
<p>No site da Comunidade WordPress Brasil há algumas orientações sobre como agir no caso de topar com violações de direitos autorais. Existe um formulário para enviar e um prazo de 1 ou 2 dias úteis para exclusão de conteúdo, caso seja confirmado a violação dos termos de uso. Mas é difícil estabelecer o que é violação e muitas vezes o conteúdo também não está hospedado no servidor WordPress. Coisas que acontecem na internet.</p>
<p>Há ainda uma confusão sobre os domínios wordpress.com e os que utilizam o wordpress.org. Um post no site da comunidade WordPress Brasil esclarece a diferença entre os dois e dá a “receita” de como fazer denúncias http://br.wordpress.org/2009/08/27/como-fazer-denuncias-no-wordpresscom/ .</p>
<p>Mas a questão é que existe uma confusão sobre até onde se pode ir na internet. Os padrões para o mundo virtual se misturam com os referenciais do mundo concreto e ficamos perdidos sobre como agir nesses casos. E aí, como faz pra mostrar aquele vídeo bloqueado por violar direitos autorais e que você gosta tanto?</p>
<p><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/iiRiflq90ug" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Estamos de volta</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 19:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma semana de intervalo pelos feriados e viagens feitas pela equipe Ethymos. O saldo é o acúmulo de muitas histórias e um descarrego de alguma eventual tensão. Viajamos, descansamos e caímos patinando no ritmo de sempre para correr atrás das novidades das quais não nos desligamos um segundo. Acontece que um “abandono” temporário do eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/09/vazio.jpg" rel="shadowbox[post-678];player=img;" title="vazio"><img class="alignright size-medium wp-image-679" title="vazio" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/09/vazio-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a>Uma semana de intervalo pelos feriados e viagens feitas pela equipe Ethymos. O saldo é o acúmulo de muitas histórias e um descarrego de alguma eventual tensão. Viajamos, descansamos e caímos patinando no ritmo de sempre para correr atrás das novidades das quais não nos desligamos um segundo.</p>
<p>Acontece que um “abandono” temporário do eu virtual é necessário às vezes, praticamente um exercício. Sair assim, como quem não diz nada, pra voltar logo, pronto para novos desafios. E estamos aqui, firmes, fortes para assumirmos novas tarefas, atuar em novas lutas&#8230; seguir em frente com nossos debates no blog.</p>
<p>Nessa semana retomamos com nossas postagens por aqui, com textos imperdíveis mesmo. Falamos em nosso blog sobre democracia digital, design, novidades e lançamentos e sobre notícias que envolvem a Ethymos. Mande sua sugestão de texto, nós queremos contar com sua participação em nosso blog.</p>
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		<title>Ethymos inicia parceria com Fábrica de Comunicação da UFPR</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 10:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por dentro da Ethymos A Ethymos começou nessa semana uma série de conversas para firmar uma parceria com a Fábrica de Comunicação (foto), da Universidade Federal do Paraná. Os alunos do curso de Publicidade e Propaganda e de Relações Públicas vão auxiliar a agência a produzir materiais de divulgação e a Ethymos vai promover treinamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por dentro da Ethymos</h2>
<p><a href="http://ethymos.com.br/blog/ethymos-firma-parceria-com-fabrica-de-comunicacao-da-ufpr/attachment/fabrica-de-comunicacao/" rel="attachment wp-att-645" title="Foto: Allexandra Monteiro/Jornal Comunicação - UFPR"><img class="alignright size-full wp-image-645" title="Foto: Allexandra Monteiro/Jornal Comunicação - UFPR" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/08/F%C3%A1brica-de-comunica%C3%A7%C3%A3o.jpg" alt="" width="300" height="232" /></a>A Ethymos começou nessa semana uma série de conversas para firmar uma parceria com a Fábrica de Comunicação <strong>(foto)</strong>, da Universidade Federal do Paraná. Os alunos do curso de Publicidade e Propaganda e de Relações Públicas vão auxiliar a agência a produzir materiais de divulgação e a Ethymos vai promover treinamentos e cursos de utilização de ferramentas web.</p>
<p>Algumas das novidades que estão sendo preparadas pela Ethymos com essa parceria são a realização de um concurso universitário de democracia digital e a formação de uma rede com outras universidades sobre o tema. A próxima etapa é a visita dos alunos à Ethymos, o que acontecerá em setembro.</p>
<p>Logo teremos mais informações sobre esta e outras parcerias que estamos firmando. Por hora desejamos a todos e todas um excelente final de semana para voltarmos na segunda-feira aquecidos para as nossas dicas quentíssimas na coluna Segredos do WordPress. Até lá!</p>
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		<title>O despertar tecnológico ou como acordar de um jeito diferente</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 10:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[criatividade para acordar]]></category>
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		<category><![CDATA[Tomada: coluna de quinta com lançamentos de segunda]]></category>

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		<description><![CDATA[Tomada: coluna de quinta com lançamentos de primeira Depois de ter ficado só mais um pouquinho no jogo on-line ou ter ficado pilhado pelo excesso de café durante o dia o sujeito se dá conta que tem apenas 2 horas pra dormir. Provavelmente acordar vá ser uma tarefa bem difícil. Se o dia estiver chuvoso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Tomada: coluna de quinta com lançamentos de primeira</h2>
<p>Depois de ter ficado só mais um pouquinho no jogo on-line ou ter ficado pilhado pelo excesso de café durante o dia o sujeito se dá conta que tem apenas 2 horas pra dormir. Provavelmente acordar vá ser uma tarefa bem difícil. Se o dia estiver chuvoso, com aquele frio que todo mundo conhece em Curitiba, quase impossível não perder o horário e ficar mais um minuto, e mais um, e mais “unzinho” pra só depois sair da cama.</p>
<p>Hoje não falamos especificamente de lançamentos, falamos das formas de evitar lançamentos. Aqueles arremessos que praticamente formam um concurso de quem lança mais longe o despertador na hora de acordar. Todo mundo já teve ódio de seu despertador, mas a tecnologia vem possibilitando o desenvolvimento de soluções criativas para o tão desprezível ato de acordar quando não se dormiu o suficiente. Veja três dicas interessantes:</p>
<h3>Saia correndo logo de manhã</h3>
<p><a href="http://ethymos.com.br/blog/o-despertar-tecnologico-ou-como-acordar-de-um-jeito-diferente/attachment/tocky-press/" rel="attachment wp-att-623" title="tocky-press"><img class="size-thumbnail wp-image-623 alignright" title="tocky-press" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/08/tocky-press-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O Tocky parece uma bola de sinuca onde se pode ver as horas. O formato não é toa. Ele sai rolando pela casa, e pra desligar você precisa correr atrás dele. O custo fica entre U$$ 65 e U$$ 85 (R$ 100 a R$ 135). Não é aconselhável para quem não acorda de jeito nenhum, afinal, o <em>brother</em> que divide apartamento com você, ou mesmo seus pais, não iam ficar muito felizes de ter que procurar seu despertador pra desligá-lo.</p>
<h3>Acessibilidade na hora de acordar</h3>
<p><img class="size-thumbnail wp-image-625 alignleft" title="alarm_ring2" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/08/alarm_ring2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />O Ring Alarm é um despertador que inclui as pessoas que não escutam. Há um relógio integrado com um par de anéis. É só ligar e ele vibra no horário programado. É ideal também para aqueles casais que não acordam no mesmo horário. Quem fica na cama sempre fica de saco cheio por acordar com o despertador 3 horas mais cedo do que seu horário de despertar para a vida.</p>
<p>O desenvolvedor <a href="http://www.coroflot.com/mengfandi/if-concept-awards-2008best-of-best?sort_by=1&amp;">Meng Fandi</a> ganhou prêmio de design em 2007 e tudo. O único porém é que não se acha um desses tão fácil pra comprar. Se você achar, conte pra gente pra incluirmos aqui a faixa de preços do despertador da acessibilidade.</p>
<h3>Pisando no despertador</h3>
<p><img class="size-thumbnail wp-image-628 alignright" title="Carpet Clock" src="http://ethymos.com.br/ethymos-2010/wp-content/uploads/2011/09/Carpet-Clock-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />E se desse pra descontar a raiva no despertador sem destruí-lo? No Carpet Alarm Clock é possível fazer isso. Trata-se de um tapete despertador que você precisa pisar para que ele desligue. Não vale colocar a mão pra desligar, é preciso de um bom peso pra que o alarme seja desativado. Não tem jeito, precisa levantar e pisar no tapete, sem outras opções.</p>
<h3>Velhas dicas</h3>
<p>Bom, parece que essas maravilhas ainda são difíceis de se encontrar. Algumas dicas pra despertar logo são as mesmas de sempre: dormir mais cedo, não acionar a soneca (a gente já coloca o despertador pra em cima da hora e se está com sono, não adianta, você vai vai dormir de novo). Esperamos você por aqui amanhã&#8230; no mesmo horário (ainda bem que dá pra agendar o post).</p>
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