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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" gd:etag="W/&quot;CEUFRn85fSp7ImA9WhRaFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404079820282143373</id><updated>2012-02-16T06:23:37.125-08:00</updated><category term="laser" /><category term="Publicidade" /><category term="cyriax" /><category term="water pilates" /><category term="ultrasom" /><category term="terapia aquatica" /><category term="alongamento" /><category term="lombalgia" /><category term="ventilacao mecanica" /><category term="equoterapia" /><category term="higiene bronquica" /><category term="dor nas costas" /><category term="uroginecologica" 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src="http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>1140</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/facafisioterapia" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="facafisioterapia" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">facafisioterapia</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;CEUFRnw7eCp7ImA9WhRaFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404079820282143373.post-5359131216591278297</id><published>2012-02-16T06:23:00.001-08:00</published><updated>2012-02-16T06:23:37.200-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-16T06:23:37.200-08:00</app:edited><title>O que é eletroestimulação e sua atuação na fisioterapia</title><content type="html">Técnicas para obter contração muscular começaram a ser utilizadas na fisioterapia a partir de meados do século passado, tanto na fisioterapia como no mundo do fitness são cada vez mais utilizadas. A fisioterapia utiliza a estimulação elétrica para melhorar o tônus muscular em pacientes acamados, e até para melhorar a força muscular para fazê-lo através de diferentes programas com intensidades diferentes para elevar o tonos e prevenir a atrofia, é um elemento muito importante dentro do tratamentos de terapia física detentor de um valor inestimável na reabilitação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No momento presente é também usada esta técnica para melhorar o desempenho dos atletas. No passado, estava disponível apenas para alguns, mas, actualmente, estas equipes estão abertas a qualquer atleta que quer melhorar seus resultados, e isso é alcançado de várias maneiras:&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;1 .- Permitir, através de técnicas de electroterapia recuperação mais rápida após o exercício, há programas para melhorar a vascularização, etc, relaxar e reduzir as irritações que ocorrem nos músculos, devido à sobrecarga de treinamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2 .- No período de repouso pode ainda usar esta técnica de estimulação muscular para manter e até melhorar a condição da musculatura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;ENM ELETROESTIMULAÇÃO NEURO MUSCULAR.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em Fisioterapia, a eletroterapia é definida como a aplicação de diferentes tipos de impulsos elétricos para alcançar a contração do músculo para lidar com uma grande variedade de diferentes tipos de estimulação elétrica, com uma ampla gama de variações na freqüência e amplitude.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O eletroestimulador é o equipamento utilizado para causar os efeitos mencionados acima, podemos relaxar os músculos, melhorar a sua resposta à estimulação em esportes, evitar lesões, e tudo isso tanto na área de reabilitação como na area do fitness permitindo melhorar a capacidade de recuperação dos músculos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Embora no passado os estimuladores tenham sido usados principalmente na terapia e numa ampla gama de condições que variam desde a hemiplegia a outros tipos de atrofia muscular, o facto de se obter uma contração muscular visível quando o paciente tem uma capacidade voluntária de fazê-lo permite assistir os músculos melhorando trofismo local, aumentando a circulação arterial e venosa, e tem importantes efeitos psicológicos no paciente, uma vez que este é capaz de ver com seus olhos a contração dos músculos que não controla, mas que estão ainda em funcionamento e restaura a esperança do paciente de que os seus músculos voltarão a funcionar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;ELETROESTIMULAÇÃO MUSCULAR.  O QUE É, E COMO FUNCIONA?&lt;br&gt;&lt;br&gt;O estimulador é basicamente um aparelho de eletroterapia, que produz o tipo específico de energia de que precisamos, para alcançar um impulso elétrico capaz de gerar uma resposta motora. Equipamentos mais modernos de hoje são mesmo capazes de produzir uma estimulação seqüencial, isto significa que podemos trabalhar agonista primeiro e músculo antagonista após a obtenção da resposta múscular, tornando a sequencia mais fisiológicamente correcta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Estímulos elétricos quando chegam à amplitude suficiente, tem a capacidade de produzir um potencial de ação muscular, o sinal nervoso é disparado e as unidades motoras produzem uma contração. Um bom estimulador deve ser capaz de trabalhar em algumas freqüências, entre 2 e 120 Hz são muitas vezes os programas mais eficazes e mais utilizados neste aparelhos e, basicamente, basta encontrar o programa certo e aplicar. Isso significa que temos à nossa disposição uma série de programas específicos para aplicar sobre as fibras musculares rápidas e lentas, e assim agir sobre o músculo para obter uma resposta explosiva mais rapida.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;ELECTROTERAPIA. CARACTERÍSTICAS QUE O EQUIPAMENTO DEVE TER.&lt;br&gt;&lt;br&gt;1 .- Habilidade para aplicar altas correntes da ordem de 180-200 mA.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2 .- Certificação de Equipamento Eletromedico CE.&lt;br&gt;&lt;br&gt;3 .- Possíbilidade de trabalho seqüencial neuromuscular agonista-antagonista eficaz.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4 .- Display Digital, mostrando tempo e intensidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;5 .- Possuir onda quadrada bifásica para evitar os efeitos químicos polares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;6 .- Usar Pilhas recarregáveis. Isso vai nos permitir benefícios económicos significativos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;VANTAGENS DA ENM NO TREINO DESPORTIVO E RECUPERAÇÃO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Electroestimuladores de todos os tipos estão cada vez mais sendo utilizados no mundo do esporte, se é verdade que estes permitem trabalhar efetivamente o treino dos músculos, há uma outra possibolidade muito mais interessante do que essa, se hoje praticamente não há qualquer segredo na maneira de treinar para a competição, ou durante o treino técnico, ou no treino físico, o mesmo nao se pode dizer da recuperação. Para aumentar o desempenho atlético entra na equação a carga física a que submetemos o nosso corpo como um elemento fundamental, este nível de carga tem a ver com a capacidade de cada atleta para se recuperar a niveis normais após o exercício, e é aqui que entram diretamente os programas dos estimuladores, no campo da massagem e relaxamento por ex., o atleta que é capaz de se recuperar depois de um intenso esforço com maior rapidez, obtem vantagem significativa no que respeita ao treino e à competição também.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Em suma, uma equipa que melhora o treino neuromuscular irá fornecer as seguintes vantagens:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1 .- recuperação mais rápida após o exercício de esportes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2 .- capilarização melhorada com programas especiais para isso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3 .- A possibilidade de aumentar o nível de carga muscular sem fadiga física ou psicológica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;4 .- Desenvolvimento de força, velocidade e força em grupos musculares selecionados &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-5359131216591278297?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ANRv0W4kLYf0Na-svH1_IoF215s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ANRv0W4kLYf0Na-svH1_IoF215s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ANRv0W4kLYf0Na-svH1_IoF215s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ANRv0W4kLYf0Na-svH1_IoF215s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3404079820282143373/posts/default/5359131216591278297?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3404079820282143373/posts/default/5359131216591278297?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.facafisioterapia.net/2012/02/o-que-e-eletroestimulacao-e-sua-atuacao.html" title="O que é eletroestimulação e sua atuação na fisioterapia" /><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="19" src="http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEEBRXYyeip7ImA9WhRaE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404079820282143373.post-1207724145051742958</id><published>2012-02-15T13:50:00.001-08:00</published><updated>2012-02-15T13:50:54.892-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-15T13:50:54.892-08:00</app:edited><title>Folia da Educação - Cursos online - Aproveite!</title><content type="html"> &lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;table width="670" align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr valign="top" align="left"&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/06022012/promo_r1_c1.jpg" style="display:block" width="670" border="0" height="59"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;         &lt;tr valign="top" align="left"&gt;           &lt;td&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/06022012/promo_r2_c1.jpg" style="display:block" width="670" border="0" height="297"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;          &lt;/tr&gt;         &lt;tr valign="top" align="left"&gt;           &lt;td&gt;             &lt;table width="670" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;               &lt;tbody&gt;                 &lt;tr&gt;                   &lt;td&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/06022012/promo_r3_c1.jpg" style="display:block" width="54" border="0" height="204"&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td width="229" background="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/06022012/promo_r3_c2.jpg" height="204"&gt;                     &lt;p style="color:#fff;font-size:14px;text-decoration:none;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif"&gt; &lt;b&gt;Promoção de                         Fevereiro &lt;/b&gt;&lt;br&gt;                       Inscreva-se em um curso online* e ganhe 30 dias de                       acesso ao curso de inglês completo com aula de                       conversação ao vivo 24 horas por dia nos 7 dias da                       semana.&lt;/p&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/06022012/promo_r3_c3.jpg" style="display:block" width="387" border="0" height="204"&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;               &lt;/tbody&gt;             &lt;/table&gt;           &lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr valign="top" align="left"&gt;           &lt;td&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/imagens_informativo/06022012/promo_r4_c1.jpg" style="display:block" width="670" border="0" height="249"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-1207724145051742958?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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O segundo FisioCast que vai ao ar tem como tema o marketing dentro de consultórios de Fisioterapia. Esse FisioCast foi dividido em tópicos e foi falado cada um desses tópicos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marca para este profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definição os serviços que fornecerá ao mercado em função das necessidades dos clientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relacionamento com os clientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relacionamento com a sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização o cartão de visitas de maneira dinâmica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criação um folheto ou panfleto para divulgar os serviços do consultório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organização o cadastro de clientes antigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criação um cadastro de clientes em potencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização da Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construção de relacionamentos de parcerias e networking.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Participação em eventos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criação de um telemarketing.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criação um sistema de correspondência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criação o roteiro de marketing do consultório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Montagem o plano estratégico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escuta aí!
&lt;br /&gt;
&lt;embed src="http://www.4shared.com/embed/1137267258/755ea8fe" width="420" height="250" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;
&lt;br&gt;
&amp;nbsp;Se quiser baixar o MP3 para o seu computador, é só &lt;a href="http://www.4shared.com/mp3/4O_XR7pQ/FisioCast_2.html"&gt;clicar aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-5711675493887127727?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Esta é a terapia mais utilizada, sozinha ou associada a  outras formas de tratamento (eletroterapia, crioterapia, mecanoterapia,  etc.)&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Crioterapia:&lt;/b&gt; terapia realizada com o uso de frio nas mais  variadas formas: compressas, imersão, varredura, dentre outras, para  obtenção de analgesia, redução da inflamação e edema, estimulação  neuromuscular, etc.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Eletroterapia:&lt;/b&gt;  – terapia realizada por meio de equipamentos que  fazem uso da corrente elétrica em vários parâmetros físicos  (intensidade, freqüência, etc.) conforme o objetivo a ser atingido. As  principais ações terapêuticas incluem a analgesia, excitação  neuromuscular, regeneração de tecidos vasculares, iontoforese –  introdução de medicamentos e diagnósticos de condições neuromusculares e  órgãos internos. São os famosos "choquinhos": TENS, eletroacupuntura,  correntes diadinâmicas, interferenciais, FES, etc.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Fototerapia:&lt;/b&gt;  Terapia realizada por meio de luz (parâmetros  físicos variáveis) para promoção de analgesia, reparo tecidual, redução  da inflamação, dentre outros. Ex.: infravermelho, laser, etc.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Hidroterapia:&lt;/b&gt;  Terapia por meio de exercícios realizados na água  (fria ou morna) com imersão parcial ou total do corpo, visando  relaxamento muscular, mobilidade articular, etc. &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Massoterapia:&lt;/b&gt;  Terapia realizada por meio de massagens como a  drenagem linfática, massagens clássica e reflexa, etc. Os principais  objetivos variam conforme a técnica utilizada: relaxamento muscular,  drenagem de membros, estimulação de vísceras, etc. &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Mecanoterapia:&lt;/b&gt;  Terapia realizada por meio de agentes mecânicos  com parâmetros variáveis como as demais com finalidade analgésica,  antiinflamatória, sonoforese – introdução de medicamentos pelo  ultra-som, etc. Ex.: ultra-som.  &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Respiratória:&lt;/b&gt;  Terapia que inclui variadas formas de tratamento  para reabilitação e promoção de saúde do sistema respiratório. Ex.:  vibração manual, tosse assistida, pressão expiratória, drenagem  postural, uso de incentivadores respiratórios, etc.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Terapia Manual:&lt;/b&gt; Terapia realizada por meio de técnicas manuais.  Geralmente confundida com a massoterapia, distingue-se pela finalidade  de restabelecer os movimentos e funções fisiológicas através de  manipulações articulares e tecidos moles, alongamentos de fáscias e  músculos, etc. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Termoterapia:&lt;/b&gt; Terapia realizada por meio de calor seco ou úmido  com parâmetros físicos variáveis conforme o objetivo. Aqui entram as  terapias por meio de ondas curtas e bolsas de água quente dentre outros,  e visam a analgesia, relaxamento muscular, etc.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Antes de determinar qual o tipo de terapia mais adequada ao  paciente/atleta, é importante ressaltar a necessidade de submeter-se a  uma avaliação completa do quadro em que este se encontra: dados  pessoais, queixa principal, dados que remetem ao mecanismo de lesão,  estágio em que se encontra a lesão, realizar testes gerais de mobilidade  e postura, testes específicos da região acometida e traçar um plano de  tratamento/condicionamento em conjunto com demais profissionais para uma  maior efetivação da terapia.			 &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-4442838385457360038?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Trata-se de um conjunto de técnicas para integração das  estruturas humanas por meio de manipulação dos tecidos e pela reeducação  dos movimentos. &amp;quot;É um processo que permite à pessoa ampliar a percepção  de si e mover-se de maneira mais natural, econômica e eficiente&amp;quot;,  explica a rolfista Lena Orlando, presidente da Associação Brasileira de  Rolfing. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo ela, hábitos posturais causados por traumas  físicos e emocionais são alguns dos fatores que impedem as pessoas de  estarem bem alinhadas em relação à força de gravidade. &amp;quot;Esses fatores  causam tensões crônicas e desequilíbrios físico e emocional&amp;quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo  Lena, o profissional rolfista elimina as tensões e encurtamentos  musculares que causam dor. Além disso, ensina o cliente a usar melhor o  corpo para que não fique sobrecarregado quando for submetido a  atividades físicas. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento consiste em liberar as  tensões existentes em seguimentos corporais, melhorando a relação do  paciente com outras partes do corpo. &amp;quot;A percepção dessa reintegração  permite à pessoa reorientar-se espacialmente, melhorando o seu  alinhamento em relação à gravidade e sua coordenação dos movimentos&amp;quot;,  esclarece.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A técnica foi criada pela cientista  norte-americana Ida P. Rolf, PhD em bioquímica pela Universidade de  Columbia. Ida sofria de um problema físico provocado por um acidente que  teve na adolescência e não obtinha êxito com os tratamentos  convencionais. Começou então a investigar trabalhos corporais com bases  estruturais ou funcionais na tentativa de achar uma maneira de melhorar  sua situação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;E  encontrou. Dentre eles, a ioga, a osteopatia e a quiropraxia. Com base  em seu conhecimento e empenho, acabou modelando o que no futuro seria  chamado de &amp;quot;integração estrutural&amp;quot;, conceito amplamente difundindo nos  Estados Unidos a partir dos anos 60.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os resultados e a própria  aplicação do rolfing podem variar de pessoa para pessoa. São levados em  consideração, por exemplo, estrutura física e o tipo de problema que o  paciente esteja apresentando. O preço de uma sessão pode variar de R$  150 a R$ 300.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No site &lt;a href="http://www.rolfing.com.br/" target="_blank"&gt;www.rolfing.com.br&lt;/a&gt;  é possível encontrar mais informações sobre a técnica e inclusive uma  lista de profissionais, em todo o Brasil, habilitados pelo Rolf  Institute há aplicarem esse processo. Tentar endireitar o corpo e  incorporar novas posturas não é fácil. Mas o esforço pode contar sempre  com uma ajudinha extra. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-4854761089348593735?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Está sem vida! Mas, a partir do  momento que se constata que seu abdômen sobe e desce, conclui-se que ele  apenas dorme tranqüilamente. Então, movimento é vida! Não há como viver  sem ele.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Nossos movimentos são possíveis pela ação  muscular. É através da contração dos músculos que o ser humano é capaz  de realizar façanhas extraordinárias, como saltar 2,45 metros de altura,  pular mais de 8 metros de distância, correr 100 metros em menos de 10  segundos, terminar uma maratona em pouco mais de 2 horas, levantar mais  que o próprio peso corporal no halterofilismo, realizar vários giros no  ar na ginástica, saltos ornamentais ou no skate.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Acariciar alguém, pintar um quadro, dançar uma  valsa, também são exemplos desse magnífico controle que temos sobre os  músculos. Ações inconscientes, como controlar o fluxo sanguíneo para  nossos órgãos, arrepiar os pêlos ao sentir frio, regular o foco da  visão, ou simplesmente sorrir são possibilitadas pela ação dos nossos  músculos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Entretanto, esta maravilha que protege órgãos,  faz com que possamos nos expressar, dá forma ao corpo, ou coloca pão na  mesa do trabalhador, precisa ser exercitada, precisa ser usada com  intensidade razoável, sob pena de falir.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Então, devido ao o extremo avanço tecnológico  conseguido pelo Homem, nossas vidas tornaram-se muito mais confortáveis,  porém essa tecnologia substituiu o duro trabalho dos nossos músculos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;É muito melhor apertar um botão do que descer  na chuva para abrir um portão. Quem trocaria sua TV de controle remoto  por outra que obriga a pessoa sair de sua confortável poltrona toda vez  que quiser trocar de canal? Só que esta &amp;quot;lei do mínimo esforço&amp;quot; traz inúmeros problemas ao  indivíduo.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Devido à insuficiente utilização diária dos  músculos do corpo, temos este importantíssimo sistema corporal  atrofiando, ou seja, entrando em falência. Quando não são colocados para  trabalhar durante muito tempo, enfraquecem tanto que tornam a simples  atividade comum de um dia algo cansativo. Ficar em pé, subir lances de  escada, apoiar-se numa perna só durante o banho, ou trocar o gás de  casa, tornam-se tarefas difíceis. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Por isso,  coloque seus músculos para funcionar. Torne sua vida mais ativa e logo verá os benefícios físicos e psicológicos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Um dia tem 24 horas e, normalmente, utilizamos 8  horas para dormir, 8 horas para trabalhar e 8 horas para as demais  atividades. Dificilmente não encontraremos nessas 8 últimas horas  citadas um espaço de 30 minutos, 3 vezes por semana para que possamos  investir em nós mesmos.  &lt;/p&gt;Utilize esse tempo para movimentar-se com uma  intensidade maior do que comumente faz. Caminhar ou pedalar uma  bicicleta são apenas 2 exemplos das incontáveis atividades que podem  deixar você mais ativo do que é hoje. Movimente-se e seus músculos agradecerão por lembrar deles! &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-4705611347601533980?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Melhorando desta forma a coordenação motora,  equilíbrio e propriocepção.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A potencialização do funcionamento das estruturas humanas, equilíbrio e  propriocepção, são fundamentais para o aumento da performance, que é o  principal objetivo do esporte. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Mézière&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Deu início aos estudos de cadeias musculares em 1947. Já em  1949 com o método desenvolvido, apresentou seu método para comunidade  científica da França, onde suas idéias foram totalmente rejeitadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Mas ela não desanimou, continuou seus estudos, aprimorando ainda mais o método, e o ensinando para quem quisesse aprendê-lo...&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; "Cadeia muscular é o conjunto de músculos de mesma direção e sentido,  geralmente poliarticulares, que trabalham como se fossem um só, e se  recobrem como telhas de um telhado."&lt;br&gt; (F. Mézière)&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Leis de Mézière&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; 1. Toda tentativa de correção local leva imediatamente a uma compensação à distância.&lt;br&gt; 2. Corrigindo-se todas as compensações sempre haverá uma tendência ao bloqueio em apnéia inspiratória.&lt;br&gt; 3. Os membros sempre apresentam tendência a rotação interna.&lt;br&gt; 4. Não existe cifose, somente lordose.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Alunos de F. Mézière&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; Marcel Bienfait - como já tinha formação em osteopatia, trouxe esta  visão para o Método de cadeias musculares, descrevendo então cadeias  Miofasciais. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Souchard&lt;/strong&gt; - trouxe o método de cadeias musculares para o  Brasil, com algumas modificações, e com explicações pouco científicas.  Chamou o método, aqui no Brasil de R.P.G. (Reeducação Postural Global).&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Godelieve D. Struif&lt;/strong&gt; - Fisioterapeuta e osteopata,  desenvolveu um método baseado nos ensinamentos de Mézière, o qual deu o  nome de G.D.S. Além de modificar as estruturas das cadeias musculares,  introduziu o aspecto psicocomportamental, para descrever as posturas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Beziérs&lt;/strong&gt; - introduziu os conceitos de coordenação motora, sistemas de força, e sistemas cruzados às cadeias musculares.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Leopold Busquet&lt;/strong&gt; - baseado nos ensinamentos de Mézière, e nos conceitos de Beziérs, descreveu novas cadeias musculares. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Michael Hisand &lt;/strong&gt;- Trabalha atualmente com o Método da  Reconstrução Postural. É o método que mantém sues princípios o mais  próximo do que era ensinado por Mézière, porém ele vem pesquisando  evidencias científicas para os princípios que era enunciados por ela.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Thérèse Bertherat&lt;/strong&gt; - Uma aluna bastante fiel a sua  mestra, introduziu os conceitos de conciencia corporal. Trabalha seus  pacientes individualmente, ou em grupos, através da antiginastica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;  Felipe Ribeiro Mascarenhas -  &lt;a href="http://www.colunasemdor.com.br"&gt;www.colunasemdor.com.br&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-7861280386897245653?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Um estudo de caso</title><content type="html">Introdução&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A coluna vertebral constitui o eixo ósseo do corpo, conferindo resistência, mas também a flexibilidade necessária à movimentação do tronco. A coluna é formada por quatro curvaturas fisiológicas que são a lordose cervical, cifose dorsal, lordose lombar e cifose sacral, sendo constituída por sete vértebras cervicais, doze vértebras dorsais, cinco vértebras lombares, cinco sacrais e quatro coccigeas (BORBA et al, 2003). Assim, a coluna protege a medula espinhal,serve de pivô para suporte e mobilidade da cabeça, permite movimentos entre as diversas partes do tronco e dá fixação a numerosos músculos. Entretanto, sua função principal é suportar o peso da maior parte do corpo e transmiti-lo, através da articulação sacro-ilíaca, para os ossos do quadril (DANGELO, FATTINI, 1995)&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A coluna é composta por unidades funcionais superjacentes, cada unidade funcional é formada por duas vértebras adjacentes, separadas por um disco intervertebral. O disco intervertebral é uma estrutura hidrodinâmica, que possui um núcleo envolto por um anel fibroso. O núcleo do mesmo é denominado núcleo pulposo, sendo constituído por proteoglicans e uma rede de fibrilas de colágeno tipo II; já o anel fibroso, é composto por fibras de colágeno (AILLIET, 2001). O núcleo pulposo, que ocupa cerca de metade da área da superfície do disco, suporta a carga vertical, enquanto o anel fibroso suporta a carga tangencial (COX, 2002).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O disco intervertebral tem como principais funções: suportar o peso do eixo vertical e o distribuir tangencialmente para as fibras anelares durante o movimento de rotação (COX, 2002).&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Hérnia de disco é uma protusão do núcleo pulposo, ou seja, a saída de uma parte do disco intervertebral do seu local natural; que pode comprimir uma ou várias raízes nervosas levando a uma alteração no funcionamento nervoso e dando lugar a sintomatologia radicular sensitivo-motora (BORBA et al, 2003; GABRIEL et al, 2001).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A protusão do núcleo pulposo pode ocorrer devido a um processo degenerativo lento, ou produzir-se de forma brusca após um esforço ou traumatismo. Geralmente os homens são os mais afetados devido aos esforços repetitivos e trabalhos que exijam muito esforço físico; sendo as regiões lombossacral, principalmente L4-L5 e L5-S1, e cervical os locais mais afetados (AILLIET, 2001; BORBA et al, 2003). Das lesões de discos lombares, aproximadamente 90% ocorrem no nível de L4-L5 e L5-S1; sendo que o disco L4-L5 geralmente comprime a quinta raiz nervosa lombar; e o disco L5-S1, a primeira raiz nervosa do sacro (COX, 2002).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    De acordo com o comportamento do disco intervertebral e as forças que atuam sobre ele, são dois os movimentos que mais comprometem a integridade do mesmo, a compressão axial e a flexão anterior (GABRIEL et al, 2001). E observando a localização da hérnia lombar, esta pode ser classificada em: medial, póstero-lateral, foraminal e extraforaminal (Lejeune apud Cox); sendo que devido a fatores mecânicos, a maior pressão intradiscal localiza-se nos quadrantes póstero-laterais do disco (CAILLIET, 1988) .&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O quadro clássico de hérnia de disco lombar é uma dor de início agudo na região da coluna lombar e que vai se irradiar, em direção a perna até chegar ao pé. Além da dor, o paciente pode se queixar de formigamento e falta de força na perna afetada. Este quadro é conhecido como lombociatalgia, pois a dor é referida ao longo do trajeto do nervo ciático (BORBA et al, 2003; CAILLIET, 1998).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    É a partir, principalmente, dos sintomas que o paciente apresenta e do exame físico, que o tratamento será planejado. O exame físico irá ajuda a determinar que planos do movimento da coluna são dolorosos e se existe restrição ao movimento. A postura deve ser avaliada, observando a presença de posturas antálgicas e a região lombar deve ser examinada na busca de anormalidades anatômicas. A irritabilidade das raízes nervosas é verificada com elevação das pernas esticadas tanto na posição. Nas radiculopatias correspondentes a L4, L5 e S1, os sinais de Lasegue e Bragard são positivos. Além disso, os estudos por imagens, como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética, vão colaborar para um bom diagnóstico (BORBA et al, 2003; CAILLIET, 1988; GABRIEL et al, 2001).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O tratamento fisioterápico tem como principais objetivos a analgesia e o restabelecimento da função. Para isso, o fisioterapeuta poderá fazer uso da termoterapia para relaxar a musculatura, eletroterapia, exercícios de alongamento, de trações vertebrais, propriocepção, pompagens e alongamento neural, além de outras técnicas. (BORBA et al, 2003; GABRIEL et al, 2001). As técnicas utilizadas neste estudo de caso serão detalhadas a seguir.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O principal efeito das OC é o aquecimento dos tecidos. A resposta do tecido ao calor é similar, independentemente do calor aplicado. A única diferença entre a diatermia e o uso de agentes de aquecimento por condução é a profundidade em que o efeito térmico ocorre. A decisão quanto a usar OC pode ser apropriada se o resultado do tratamento desejado for produzir aquecimento dentro dos tecidos profundos, já que tem sido relatado que essa: aumenta o fluxo sangüíneo, assiste na resolução da inflamação, aumenta a extensibilidade do tecido colagenoso profundo, diminui a rigidez articular, alivia a dor e espasmo nos músculos profundos (KITCHEN, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Na aplicação coplanar do OC, onde os dois eletrodos são colocados do mesmo lado do membro, o campo segue a rota de menos resistência, se os eletrodos são colocados mais próximos do que à distância entre os eletrodos e a pele, o campo passará diretamente entre os eletrodos e não correrá tratamento do tecido. Além disso, deve-se cuidar a distância entre a pele e o eletrodo, pois quando o eletrodo está perto demais da pele pode ocorrer aquecimento superficial intenso e se colocados muito distantes a força do campo fica intensamente reduzida. Esta distância precisa existir, pois assim o campo fica mais uniforme (KITCHEN, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Segundo Kitchen (2003), talvez o uso mais comum da TENS (Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea) seja no manejo da dor lombar. Vários estudos de dor lombar crônica indicam que mais pacientes melhoraram com TENS acupuntura (86,70%) do que com TENS convencional (45,80%) ou placebo (36,40%), com razões de chances maiores para TENS acupuntura contra placebo (7,22) do que para TENS convencional contra placebo (1,62) (KITCHEN, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Os eletrodos são aplicados de modo que as correntes permeiem o local da dor e isso geralmente se consegue aplicando um eletrodo de cada lado da lesão, ou área dolorosa e os mesmos devem ser aplicados sempre sobre a pele inervada saudável. Os estimuladores de dois canais são úteis para pacientes com dores múltiplas, tais como dor lombar e ciática ou para dores que mudam sua localização e qualidade (KITCHEN, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Uma das ações da TENS pode ser a mudança da sensibilidade dos receptores periféricos ou das terminações nervosas livres responsáveis pela transudação dos estímulos nociceptivos. Entretanto, as evidências para esses mecanismos permanecem limitadas. O aumento do fluxo sangüíneo na pele e em tecidos profundos, em resposta às estimulações que produzem contrações musculares intermitentes (tais como e baixa freqüência / alta intensidade) pode fornecer o oxigênio necessário e tornar a área livre de mediadores químicos, estimuladores e sensibilizadores. (NELSON et al, 2003). A TENS também pode bloquear a transmissão de impulsos nos nervos aferentes (por exemplo, A-delta e C) que levam informações nociceptivas (NELSON et al, 2003; LOW, REED, 2001).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Tem-se examinado a relação entre a TENS e a produção de opiácios endógenos (por exemplo, endorfinas e encefalinas). Mayer e Price apud Nelson et al examinaram minuciosamente a evidência da analgesia pelos opiácios endógenos do homem. Apenas dois entre dez estudos usando TENS de alta freqüência indicaram um envolvimento das endorfinas. Por outro lado, cinco de oito estudos usando TENS de baixa freqüência demonstraram o envolvimento da endorfina de uma forma direta ou indireta. Além disso, notou-se que esses estudos indicavam que a TENS de baixa freqüência e alta amplitude é a que está associada ao mecanismo de opiácios endógenos. (NELSON et al, 2003). A sensação gerada pelo TENS acupuntura é de parestesia e uma contração visível, promovendo um tempo de analgesia prolongado quando comparado ao TENS convencional (SALGADO, 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A ativação muscular pode ser produzida artificialmente pela estimulação elétrica dos nervos motores e pela ativação reflexa obtida pela estimulação pela estimulação de nervos sensitivos. A técnica FES (estimulação Elétrica Funcional), tem como base a produção de contração através de estimulação elétrica, que despolariza o nervo motor, produzindo uma resposta sincrônica em todas as unidades motoras do músculo (AMESTOY, 1998; LIANZA, 1993). De acordo com diversos estudos, a FES leva a facilitação da contração muscular, podendo ser utilizada para que o paciente aprenda o movimento muscular adequado (KITCHEN, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Na aplicação da FES, a localização dos eletrodos pode ser determinada de várias maneiras, geralmente os eletrodos são colocados no ponto motor do músculo, que normalmente está localizado no ventre muscular (KITCHEN,2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A utilização de exercícios de alongamento leva aos seguintes benefícios: prevenção ou eliminação de encurtamentos musculares; diminuição do risco de lesões musculares e articulares; aumento ou manutenção da flexibilidade; eliminação ou redução do incômodo dos nódulos musculares; aumento do relaxamento muscular e melhora da circulação sanguínea; melhora da coordenação; e liberação da rigidez possibilitando melhora da simetria muscular (ACHOUR, 2002). Existem diversas classificações para alongamentos, e entre os principais tipos de alongamento estão o passivo e o ativo. No alongamento passivo o indivíduo não contribui para gerar a força de alongamento, então o movimento é realizado por um agente externo. Já o alongamento ativo é realizado pelo uso voluntário da musculatura do indivíduo (ALTER, 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Segundo Neugebauer (apud COX, 2002), entre os efeitos terapêuticos da tração estão o aumento do forame intervertebral, dando espaço para que a raiz nervosa se afaste do prolapso; e o realongamento dos ligamentos longitudinais posteriores, favorecendo o retorno da vértebra a sua posição normal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    As pompagens podem ser utilizadas com o objetivo circulatório, pois influenciam na circulação de fluidos e liberam estases; para obter relaxamento; sendo uma técnica muito eficiente no tratamento de contraturas, encurtamentos e retrações; e para combater a degeneração cartilaginosa, uma vez que reestabelece o equilíbrio hídrico da cartilagem. A técnica da pompage é realizada em três tempos; o primeiro é de tensionamento do segmento que deve ser lento, o segundo é o de manutenção da tensão e o terceiro é o de retorno (BIENFAIT, 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O sistema nervoso certamente está envolvido, seja de forma direta ou indireta, em todos os problemas do paciente. Ele pode estar lesado e ser uma fonte de sintomas, ou não estar lesado e transmitir os impulsos aferentes de estruturas não neurais e sinais eferentes de resposta; causando, por exemplo, um espasmo muscular. Portanto, a mobilização do sistema nervoso durante o tratamento levará a melhores resultados (BUTLER, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Metodologia&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Neste estudo de caso, será relatado o tratamento do paciente E. V. R., do sexo masculino, com 41 anos de idade, que foi motorista de ônibus por 25 anos, mas atualmente está afastado do trabalho; realizando apenas algumas atividades domésticas. O tratamento foi oferecido na Clínica Escola de Fisioterapia do Centro de Educação Física, Fisioterapia e Desportos, no período de agosto a outubro de 2005, totalizando 23 sessões, cada uma com duração de 50 minutos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A primeira avaliação foi realizada no dia 9 de agosto de 2005. O paciente relatou que há 10 anos começou a apresentar lombalgia, que tratou somente com medicação. Em 2004, as dores se agravaram, então o paciente procurou auxilio médico, que através de uma tomografia computadorizada diagnosticou uma hérnia discal póstero-lateral em L4-L5. Além da hérnia discal e lombocialtalgia, o paciente apresenta hipertensão arterial sistêmica, que é tratada através de medicamentos, sendo que o paciente faz uso de Nisulidi 100mg, Lisinofaril 5mg e Fluoxetina 20 mg.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O paciente relatou dor contínua na região lombar, que varia com a temperatura, esforço e postura (principalmente sentada), além de alterar o sono. A lesão levou a diminuição dos movimentos do quadril e tronco, diminuição da força e tornou a marcha claudicante, além disso a palpação observou-se grande contratura na região lombar. Na avaliação também foi realizada goniometria da articulação coxofemural direita (flexão passiva: 45o), e do joelho (flexão passiva do joelho direito: 45º, e do joelho esquerdo: 30º), além da distância dedo-chão (54 cm), medida dos MMII (ambos apresentando 90cm) e testes específicos. Os testes específicos foram o de Lasegué, que deu positivo para hérnia de disco; e o teste de mobilização pélvica, que deu negativo para comprometimento sacro-íliaco.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A partir da avaliação o diagnóstico cinésio-funcional foi de diminuição da ADM da coluna lombossacra, com diminuição dos movimentos de MMII e dor. Então os objetivos traçados para o tratamento do paciente relatado foram: analgesia, ganho de ADM da coluna, melhora da marcha, fortalecimento muscular da região lombar, diminuição da contratura da região lombar, fortalecer paravertebrais e melhora das AVD's. E para alcançar tais objetivos, o plano de tratamento incluía: pompagens lombares, eletroterapia (OC, TENS, FES), mobilização passiva e ativa, tração lombar, série de Willians e Mckenzie.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Nas primeiras sete sessões o objetivo principal foi a analgesia, com uso de OCC nos 20 minutos inicias (em média 4,5W com eletrodos coplanares na região lombar e glútea) e se necessário era repetido no final com os mesmos parâmetros. Também eram realizadas pompagens e massagem para diminuir a contratura e alongamento neural, sendo que o alongamento muscular não era tolerado. Geralmente o paciente chegava relatando 8 na escala numérica para dor (SCHOELLER, 2000) e ao fim da sessão relatava 6 ou 7.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A partir da 8º sessão começou-se o uso do TENS (23Hz, 250ms com 2 canais, e eletrodos na região lombar) no final da sessão, também iniciou-se alongamento muscular passivo de MMII e durante a aplicação do OCC o paciente permanecia em postura de alongamento da cadeia posterior. Paciente continuou referindo 8 na escala numérica para dor no início da sessão e entre 5-6 no final da mesma.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Foi a partir de 14º sessão que começou-se a ganhar mais alongamento passivo de MMII, então, a partir da 16º iniciou-se o alongamento ativo de MMII.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Na 18º sessão substituiu-se o TENS pelo FES (ciclo on = 4, ciclo off= 1, rate = 2,5, rise = 2,5, decay = 2,5, intensidade = 2,5, 2 canais, eletrodos acoplados na trajetória dos músculos paravertebrais da região lombar).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A partir da 20º sessão o paciente conseguiu realizar o alongamento ativo de MMII por mais tempo, (o tempo de alongamento ativo superou o de alongamento passivo) e passou a relatar 8 na escala numérica para dor inicialmente e 5 no final da sessão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Na última sessão foi realizada uma nova avaliação, que mostrou diminuição da contratura lombar, além de ganho de ADM. A goniometria mostrou aumento da flexão da articulação coxofemural (direita passiva: 60º, esquerda passiva: 60º, direita ativa: 50º, esquerda ativa: 50º), aumento da flexão ativa do joelho esquerdo (50º) e manutenção da flexão ativa do joelho direito (45º), sendo que também houve diminuição da distância dedo-chão (48cm). Além disso, o paciente relatou melhora na execução das atividades de vida diária (AVDs) e diminuição da claudicação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Conclusão&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Com este estudo de caso pode-se observar a eficácia e aplicação dos métodos citados na literatura, levando a uma diminuição do quadro álgico, mostrada pela escala de dor; e diminuição da contratura da região tratada, percebida na palpação. Além disso, houve ganho de amplitude de movimento, avaliado através da goniometria, com aumento principalmente da flexão ativa das articulações coxo-femurais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O paciente ainda relatou melhora na realização das atividades de vida diária e marcha, importantes para o mesmo, visto que apesar de estar afastado do trabalho remunerado, realiza algumas atividades domésticas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Então, apesar de não ser alcançada a analgesia completa e de a evolução do tratamento ser lenta, foi possível alcançar grande parte dos objetivos preestabelecidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A partir deste estudo de caso, percebe-se a necessidade de mais estudos comprovando os efeitos da eletroterapia e termoterapia no tratamento da hérnia lombar, além de pesquisas sobre alongamento aplicado a esta doença, e na prevenção da mesma no ambiente de trabalho.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Bibliografia&lt;br&gt;&lt;br&gt;ACHOUR, A. Jr. Exercícios de Alongamento: anatomia e fisiologia. 1.ed. São Paulo: Manole, 2002.&lt;br&gt;&lt;br&gt;ALLIET, R. Síndrome da Dor Lombar. 5. ed. Porto Alegre:Artmed, 2001.&lt;br&gt;&lt;br&gt;ALTER, M. J. Ciência da Flexibilidade. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1999.&lt;br&gt; &lt;br&gt;AMESTOY, R. D. F. Eletroterapia e Eletroacupuntura. 1.ed. Florianópolis:Bristot, 1998.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BIENFAIT, M. Estudo e Tratamento do Esqueleto Fibroso: fáscias e pompages. 3.ed. São Paulo: Summus, 1999.&lt;br&gt;&lt;br&gt;BORBA, A. et al. Hérnia de Disco Lombar. Disponível em: &lt;a href="http://www.wgate.com.br/fisioweb/traumato.asp"&gt;http://www.wgate.com.br/fisioweb/traumato.asp&lt;/a&gt;, Acesso em: 17 nov 2003.&lt;br&gt; &lt;br&gt;BUTLER, D. S. Mobilização do Sistema Nervoso. 1.ed. São Paulo: Manole, 2003.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CAILLIET, R. Lombalgias. 3. ed. São Paulo: Manole, 1988.&lt;br&gt;&lt;br&gt;COX, J. M. Dor Lombar: mecanismos, diagnóstico e tratamento. 6. ed. São Paulo: Manole, 2002.&lt;br&gt; &lt;br&gt;DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 1995.&lt;br&gt;&lt;br&gt;GABRIEL, M. R. et al. Fisioterapia em Traumatologia Ortopedia e Reumatologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.&lt;br&gt; &lt;br&gt;KITCHEN, S. Eletroterapia: Prática baseada em evidências. 11.ed. São Paulo: Manole, 2003.&lt;br&gt;&lt;br&gt;LIANZA, S. Estimulação Elétrica Funcional: FES e reabilitação. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1993.&lt;br&gt;&lt;br&gt;LOW, J.; REED, A. Eletroterapia explicada: princípios e prática. 3.ed. São Paulo: Manole, 2001.&lt;br&gt; &lt;br&gt;NELSON, R. M. et al. Eletroterapia clínica. 3.ed. São Paulo: Manole, 2003.&lt;br&gt;&lt;br&gt;SALGADO, A. S. I. Eletrofisioterapia: manual clínico. 1.ed. Londrina: Midiograf, 1999.&lt;br&gt;&lt;br&gt;SCHOELLER, M. T. Sociedade Brasileira de oncologia clínica: guia prático para tratamento da dor oncológica. 2.ed. Florianópolis: Rocha, 2000.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;b&gt;Autoras:&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="tahoma"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;b&gt; &lt;p style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Anne Caroline Luz Grüdtner&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Aline Grandi da Silva&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt;&lt;/font&gt; &lt;font face="tahoma"&gt;  &lt;font size="1"&gt; &lt;p style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="mailto:anne_clg@hotmail.com"&gt;anne_clg@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;        &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd128/intervencao-fisioterapeutica-em-um-paciente-com-hernia-lombar.htm"&gt;FONTE&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-1333768563130613721?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Um estudo de caso" /><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="19" src="http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcFRX0-cCp7ImA9WhRbEU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404079820282143373.post-6290467539778281895</id><published>2012-02-01T04:40:00.001-08:00</published><updated>2012-02-01T04:40:14.358-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-01T04:40:14.358-08:00</app:edited><title>Fisioterapia no tratamento da Espondilite Anquilosante</title><content type="html">&lt;p align="JUSTIFY"&gt;A fisioterapia é amplamente reconhecida como o aspecto mais importante do tratamento da espondilite anquilosante. Vários estudos já demonstraram que a terapia fisioterápica, em pacientes portadores de espondilite anquilosante, associa-se a melhor controle dos sintomas, a longo prazo, empregando apenas exercícios. Além disso, outros trabalhos mostraram o benefício significativo, também a curto prazo, de um amplo programa de fisioterapia domiciliar associado a medidas educativas. O programa de fisioterapia realizada em ambiente hospitalar também provou ser benéfico.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A reabilitação física desses pacientes deve ser dirigida aos aparelhos locomotor e respiratório. De grande importância é o tratamento fisioterápico do aparelho locomotor, que visa fundamentalmente a redução da dor e da rigidez articulares através de medidas como a eletroanalgesia e a termoterapia, além da importante prevenção de deformidades incapacitantes, por meio da cinesioterapia. A cinesioterapia do esqueleto axial (coluna vertebral) deve, por um lado, alongar os músculos torácicos e abdominais e, por outro lado, reforçar os músculos paravertebrais (que se localizam ao lado da coluna vertebral). Além disso, tem também o objetivo de manter ou recuperar a amplitude de movimentos da coluna vertebral, inclusive da coluna cervical quando envolvida, além dos quadris e ombros quando acometidos.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Para a reabilitação do aparelho respiratório empregam-se os exercícios respiratórios, que visam a conservação ou aumento da expansibilidade torácica. Os pacientes não devem fumar, visando prevenir a instalação de insuficiência respiratória obstrutiva com conseqüente diminuição da expansibilidade torácica.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;a name="O que é a eletroanalgesia?"&gt;O que é a eletroanalgesia?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A eletroestimulação com propriedades analgésicas tem sido utilizada há vários anos, no tratamento dos distúrbios da coluna vertebral. Existem várias modalidades da utilização da eletroterapia, como coadjuvante no tratamento das lesões da coluna, incluindo a espondilite anquilosante.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Uma forma de estimulação elétrica é aquela que produz calor, por meio de um processo de conversão da corrente elétrica, quando a energia entra em contato com os tecidos do organismo. Os principais exemplos são a diatermia por meio de ondas curtas e o ultra-som. Esses agentes têm a capacidade de penetrar profundamente nos tecidos (de 3 a 5 cm) promovendo aumento de sua temperatura e do metabolismo celular, melhorando o fluxo sangüíneo local, a propriedade elástica dos tecidos e aumentando o limiar para a dor. Dessa forma permite a realização de exercícios em um programa de reabilitação.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Outro conjunto de modalidades eletroanalgésicas, diz respeito à neuro-eletroestimulação transcutânea ou TENS (transcutaneous eletrical nerve stimulation), baseada na teoria da &amp;quot;comporta de dor&amp;quot;, que sugere que a corrente elétrica é capaz de interferir nos mecanismos de transmissão dos sinais de dor, ao longo do sistema nervoso central, criando barreiras para a transmissão do impulso doloroso até o cérebro (ou seja, o cérebro acaba não recebendo os estímulos dolorosos e o paciente não sente dor). O TENS pode agir estimulando a liberação de endorfinas, substâncias endógenas, capazes de reduzir a dor. O uso desse tipo de eletroestimulação tem permitido a redução da utilização de medicamentos. Apesar do TENS promover redução temporária da dor, ele é um coadjuvante útil no tratamento das disfunções da coluna vertebral, facilitando a realização dos exercícios durante os programas de reabilitação.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Todos estes recursos da eletroterapia devem ser utilizados como coadjuvantes em um tratamento integrado, sendo aplicado por profissionais capacitados.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;a name="O que é cinesioterapia?"&gt;O que é cinesioterapia?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A cinesioterapia é o uso do movimento ou exercício como forma de tratamento. O recurso se autodenomina: &amp;quot;cinesio&amp;quot;, e significa movimento. A cinesioterapia é uma técnica que se baseia nos conhecimentos de anatomia, fisiologia e biomecânica, a fim de proporcionar ao paciente um melhor e mais eficaz trabalho de prevenção, cura e reabilitação.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;O exercício terapêutico tem como objetivo manter, corrigir e/ou recuperar uma determinada função, ou seja, restaurar a função normal de corpo ou manter o bem estar. Sua principal finalidade é a manutenção ou desenvolvimento do movimento livre para a sua função, e seus efeitos baseiam-se no desenvolvimento, melhora, restauração e manutenção da força, da resistência à fadiga, da mobilidade e flexibilidade, do relaxamento e da coordenação motora.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A fisioterapia busca alcançar, através de metodologias e técnicas próprias, baseadas na utilização terapêutica dos movimentos e dos fenômenos físicos, uma melhor qualidade de vida para o paciente, frente às disfunções que esse apresente. As metodologias e as técnicas da cinesioterapia são práticas próprias e exclusivas do profissional fisioterapeuta, sendo sua indicação e sua utilização prática terapêutica própria, privativa e exclusiva desse profissional.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;a name="Quais os cuidados com postura durante o dia e ao dormir?"&gt;Quais os cuidados com postura durante o dia e ao dormir?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Como a espondilite anquilosante, quando não tratada, causa flexão contínua ou fixa da coluna (o paciente se torna cada vez mais imóvel), deve-se permanecer o mais ereto possível. É pouco provável que a coluna se enrijeça totalmente, mas caso isso aconteça, o paciente deve fazer o possível para que a mesma permaneça o mais reta possível.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Muitas pessoas acreditam que o uso de cadeiras altas, com assento firme e encosto reto, são melhores para a postura da coluna. O assento da cadeira não deve ser muito longo, entre o encosto e a ponta, pois a pessoa terá dificuldades em posicionar a coluna lombar na base do fundo da cadeira. O paciente não deve permanecer muito tempo sentado em cadeiras baixas e macias, pois isso resulta em má postura e dor excessiva.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;O colchão deve ser firme e sem depressões. Se estiver deformado, o paciente pode utilizar uma tábua adequada entre o colchão e o estrado da cama (como uma folha de compensado). É mais confortável deitar-se dessa forma do que em uma cama muito flexível. Após a resolução da fase ativa da doença, recomenda-se manter a cama rígida, evitando qualquer tendência de curvatura da coluna. Se o paciente estiver viajando ou em um hotel, pode colocar o colchão no chão e dormir sobre ele.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Os coletes e as cintas, utilizados com o objetivo de melhorar a postura, não apresentam nenhum valor no tratamento da espondilite anquilosante, podendo até mesmo piorar os sintomas. É melhor desenvolver a musculatura e permanecer em postura ereta por meios naturais e com a prática de fisioterapia. Ocasionalmente, algum tipo de cinta pode ser necessária, por exemplo, após uma lesão nas costas. Porém, essa decisão deve ser tomada por um médico experiente no tratamento da doença.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-6290467539778281895?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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O complexo do ombro não apenas    proporciona uma ampla variação para a colocação das mãos como também executa    importantes funções de estabilização para o uso da mão, levantar e empurrar,    elevação do corpo, inspiração e expiração forçadas e até mesmo sustentação de    peso como andar de muletas. &lt;br&gt;   &lt;br&gt;   A cintura escapular e o ombro são constituídos por 3 ossos de cada lado    (clavícula, escápula e úmero ).&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   Além destes 3 ossos principais, podemos considerar o osso esterno e as    costelas (principalmente o primeiro par ) como ossos que integram este    segmento, já que estes ossos são os ossos que fixam a cintura escapular ao    tronco, ou seja, a clavícula se articula com o esterno e este, por sua vez,    articula-se com as costelas.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   As articulações deste segmento não são todas verdadeiras ou clássicas (    articulações entre dois ou mais ossos ). Neste segmento nós encontramos    algumas articulações ditas funcionais, ou seja, são articulações entre ossos e    músculos, ou articulações com arquitetura diferente das articulações entre    dois ou mais ossos. Há nesta região 5 articulações sendo 3 articulações    verdadeiras e 2 funcionais.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   • Articulação estreno-clavicular (verdadeira)&lt;br&gt;   • Articulação acromio-clavicular (verdadeira)&lt;br&gt;   • Articulação glenoumeral (verdadeira)&lt;br&gt;   • Articulação supraumeral (funcional)&lt;br&gt;   • Articulação escapulocostal (funcional)&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   A principal bursa é a subacromial localizada acima do tendão do músculo    supra-espinhoso e abaixo do acrômio.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   Os ligamentos são responsáveis pela estabilidade da articulação; os principais    são a cápsula gleno-umeral e o ligamento coracoacromial.&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%" align="center"&gt;   &lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/ombro_cristina/image002.jpg" height="208" width="230" border="0"&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;   &lt;br&gt;   O Ombro apresenta um movimento de elevação ativa de 180 graus. Este movimento    só é possível pela contração muscular sincronizada de vários músculos.    Inicialmente o manguito rotador possibilita o início da elevação, depois quem    faz o movimento é o músculo deltóide. O Manguito Rotador é o nome dado a    confluência de 4 tendões musculares que se inserem no úmero: o subescapular, o    supra-espinhal, o infra-espinhal e o redondo menor. Estes músculos, quando    inflamados, são extremamentes doloridos. Alem destes fazem partem do complexo    do ombro os músculos: peitoral maior, peitoral menor, coracobraquial, grande    dorsal, redondo maior, bíceps braquial, tríceps braquail (porção longa),    trapézio, rombóides, serrátil anterior, levantador da escapula, subclávio,    deltóide.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%" align="center"&gt;   &lt;font face="Arial"&gt;&lt;br&gt;   &lt;/font&gt;&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/ombro_cristina/image004.jpg" height="219" width="278" border="0"&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height:150%"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;   &lt;br&gt;&lt;span style="color:rgb(51,204,0)"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;font style="color:rgb(51,204,0)" color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Grau de Mobilidade &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   • Abdução - 180º &lt;br&gt;   • Adução - 45º &lt;br&gt;   • Flexão - 90º &lt;br&gt;   • Extensão - 45º &lt;br&gt;   • Rotação Interna - 55º &lt;br&gt;   • Rotação Externa - 40-45º &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-5679193503010687744?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
A fisioterapia é uma ciência voltada para o entendimento da funcionalidade humana. É imprescindível intervir, de maneira ajustada, nos variados distúrbios decorrentes das alterações do corpo humano e buscar discutir a eficiência das abordagens terapêuticas, durante a prevenção, a avaliação ou o tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pontos essenciais da discussão são a verificação de que a má-oclusão dentária pode interferir na posição da cabeça e da coluna cervical, que, por sua vez, alterará na postura do corpo de forma global. A relação inversa também ocorre, isto é, alterações posturais podem levar a alterações no sistema estomatognático. Como já se sabe, a má-oclusão dentária será abordada na pesquisa como uma causadora importante das disfunções posturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa perspectiva, faz-se necessário avaliar as alterações posturais em crianças portadoras de má-oclusão dentária, pois há uma maior chance de interceptar os desvios funcionais nos estágios iniciais e influir, desse modo, no crescimento, na postura corporal e na qualidade de vida da criança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, este estudo busca conhecer as alterações da coluna cervical e postura da cabeça em crianças portadoras de má-oclusão dentária, atendidas pela equipe odontológica na Unidade de Saúde Solange Hortélio, localizada no Centro Social Urbano (CSU), em Vitória da Conquista, na Bahia. Durante a pesquisa, foram avaliadas as apresentações de postura da cabeça e coluna cervical dessas crianças e sua relação causal com a má-oclusão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 REFERENCIAL TEÓRICO &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.1 CONSIDERAÇÕES SOBRE O CORPO HUMANO E POSSÍVEIS DISFUNÇÕES &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O corpo humano é uma unidade indissociável e funcional, e como tal, passível de mudanças. Um desequilíbrio em qualquer parte do corpo pode causar disfunções variadas em todo o sistema. Uma criança, por exemplo, quando portadora de má-oclusão dentária, possui grandes chances de desenvolver alterações na fonoarticulação, na deglutição, na respiração e na postura, esse último elemento objeto de análise da presente pesquisa (MONEGO, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oclusão dentária é considerada como parte morfológica complementar de um sistema fisiológico maior, denominado sistema estomatognático, que compreende elementos ósseos, dentários e neuromusculares para o exercício de suas funções de modo integrado e sinérgico (MONEGO, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O íntimo relacionamento da oclusão dentária, da articulação temporomandibular (ATM), da posição da cabeça, da cervical e de todo o restante do corpo pressupõe a necessidade de uma harmonia funcional, que criará condições favoráveis à saúde biológica corporal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As má-oclusões, por conseguinte, representam desvios de normalidade das arcadas dentárias, do esqueleto facial ou de ambos, com reflexos variados tanto nas diversas funções do aparelho estomatognático quanto na aparência e autoestima dos indivíduos afetados (SULIANO, 2007).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A má-oclusão pode-se instalar ainda na fase em que a criança é um bebê; entretanto a maioria dos desvios do sistema mastigatório tem origem no primeiro ano de vida, na fase em que nascem as crianças ou no momento em que irrompem os dentes de leite. Esse agravo à saúde tem recebido destaque, uma vez que ocupa a terceira maior prevalência entre as doenças bucais, ou seja, é inferior apenas à cárie e à doença periodental (SULIANO, 2007; TOMITA et al.,2000). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.2 A POSTURA &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A postura é uma posição indefinível e varia de acordo com cada indivíduo e se condiciona a outros fatores, como a hereditariedade, profissão, proporcionalidade dos segmentos do corpo, tônus muscular. A postura ideal ocorre quando há um equilíbrio entre as estruturas de suporte, que implica uma quantidade mínima de esforço e sobrecarga e uma máxima eficiência do corpo. A postura de cada indivíduo será determinada por cadeias musculares, fáscias, ligamentos e estruturas ósseas, que têm continuidade, são interdependentes e envolvem todo o organismo (AMANTÉA, 2004; GRAZIA, 2006).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comumente considera-se a postura anormal como o fator etiológico central de condições dolorosas e incapacitantes. Contudo, os indivíduos, sobretudo na fase de crescimento, podem apresentar uma postura anormal, sem apresentar condições dolorosas, devido à boa flexibilidade. Também há relatos de que pode haver indivíduos com boa postura aparente, mas com limitação anatomofuncional e presença de condições dolorosas (MARTELLI; TRAEBERT, 2004).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A postura adequada na infância ou a correção precoce de desvios posturais nessa fase possibilitam padrões posturais corretos na vida adulta, pois esse período inicial é da maior importância para o desenvolvimento musculoesquelético do indivíduo, com maior probabilidade de prevenção e tratamento dessas alterações posturais na coluna vertebral. A idade escolar compreende a fase ideal para haver a recuperação de disfunções da coluna de maneira eficaz; após esse período, o prognóstico torna-se mais difícil e o tratamento mais prolongado (MARTELLI; TRAEBERT, 2004). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.3 O APARELHO ESTOMATOGNÁTICO &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema estomatognático possui vários componentes: ossos do crânio, mandíbula, maxila, hióide, clavícula, esterno, cintura escapular e vértebras cervicais; ATM e articulações dentoalveolares; dentes; coluna cervical; áreas dos sistemas vascular, linfático e nervoso; músculos e tecidos moles da cabeça e do pescoço e músculos das bochechas, dos lábios e da língua (HERTLING; DUSSAULT, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marzola (2000), os músculos que compõem o sistema estomatognático são divididos em duas partes: aqueles que agem diretamente sobre a mandíbula, o pterigóideo lateral, masseter, temporal, pterigóideo medial, digástrico, esternocleidomastóideo e trapézio e aqueles que agem indiretamente na função, no movimento e no posicionamento mandibular, os músculos da face, e elevador da escápula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema estomatognático é uma unidade funcional do organismo em que tecidos diferentes e variados quanto à origem e à estrutura agem harmoniosamente na realização de variadas tarefas funcionais. Os componentes citados encontram-se acima encontram-se interligados e relacionados e, quando em função, visam obter o máximo de eficiência, com a proteção de todos os tecidos envolvidos. Amantéa (2004, p.156) afirma: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido à  íntima relação existente entre os músculos da cabeça e região cervical com o sistema estomatognático, iniciaram-se estudos que visavam confirmar que alterações posturais da cabeça e restante do corpo poderiam levar a um processo de desvantagem biomecânica da ATM, levando a um quadro de disfunção temporomandibular.      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aparelho estomatognático possui uma inter-relação com os componentes da face e isso ocorre pela relação de contiguidade anatômica e pela ação de feedback entre o aparelho mastigatório e o aparelho respiratório.  Logo, todo o complexo mio-ósteo-dento-facial opera de forma conjugada e sincrônica, anatômica e funcionalmente, e deve ser tratado em caso de apresentar anomalias que envolvam alterações de forma e de suas funções (MONEGO, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Altmann e Junqueira (apud MONEGO, 1999) definem distúrbio miofuncional como a alteração dos músculos e das funções desempenhadas pelos órgãos fonoarticulatórios. Tal alteração pode ser, pois, das posturas orais, do tônus dos músculos orofaciais e de respiração, deglutição, mastigação e fala.           &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Monego (1999) afirma que as fibras do mecanismo muscular do músculo bucinador se entrelaçam com as do músculo constritor superior e seguem posterior e medialmente, até ancorarem no tubérculo faríngeo do Atlas (primeira vértebra cervical), por isso a importância da postura corporal e da cabeça durante o trabalho miofuncional. Sendo assim, qualquer ação que venha prejudicar essa sincronia prejudica automaticamente todo o funcionamento do sistema. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.4 A ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A articulação temporomandibular (ATM) não deve ser visualizada de maneira individualizada. Suas relações com o crânio, a maxila e a coluna cervical são importantes na sua função e disfunção. A ATM é ímpar, pois sua função está relacionada diretamente à dentição e ao contato das superfícies dos dentes. Os problemas com a ATM podem influenciar diretamente a oclusão, e vice-versa (HERTLING; DUSSAULT, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco músculos principais contribuem para a movimentação da ATM: temporal, masséter, pterigóideo medial, pterigóideo lateral e digástrico. A superfície lingual da mandíbula é formada pelos músculos supra-hióideos, esses influenciam a posição da maxila e desempenham uma função importante na mobilidade da língua, da fala, na depressão mandibular, na manipulação dos bolos alimentares e na deglutição. Os infra-hióideos auxiliam na estabilização do osso hióide. A mandíbula articula-se com os dois ossos temporais e acomoda os dentes inferiores. O osso hióide é uma estrutura com formato de ferradura ao nível de C3 e atua como fixação para os músculos supra-hióideos e infra-hióideos (HERTLING; DUSSAULT, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do ponto de vista osteocinemático, existem três movimentos básicos dentro da mandíbula: depressão, protusão e excursão lateral, e esses movimentos básicos podem ser combinados para produzir uma variedade infinita de movimentos mandibulares. A amplitude normal de abertura mandibular é de 40 a 50 mm. A amplitude de movimento (ADM) é considerada funcional para a maioria das atividades da maxila se for possível uma abertura de 40 mm (HERTLING; DUSSAULT, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disfunções da ATM associam-se às alterações do sistema neuromuscular. Tais alterações não se limitam aos músculos mandibulares, mas estendem-se aos músculos a ele associados, especialmente os do pescoço e os dorsais (MONEGO,1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A superposição dos ramos dos nervos cranianos e cervicais costuma complicar a análise neurológica dessa região e pode ser responsável pela extensa gama de sintomas nas disfunções da cabeça, da ATM e da coluna cervical. A fim de explicitar essa relação íntima entre ATM e cervical, Hertling e Dussault (2001, p.507-508) dizem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Funcionalmente, a ATM, a coluna cervical e as articulações entre os dentes estão intimamente relacionadas. Os músculos fixam a mandíbula ao crânio, ao osso hióide e a clavícula. Em essência, a coluna cervical fica interposta entre as inserções proximais e distais de alguns dos músculos que controlam a ATM. O equilíbrio entre os flexores e extensores da cabeça e do pescoço é afetado pelos músculos da mastigação e músculos supra e infra-hióideos. A neuro musculatura das regiões cervical e mastigatória influencia ativamente a função do movimento mandibular e o posicionamento cervical.     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rocabado (1998 apud MONEGO, 1999) salienta a importância de se analisar a ATM integralmente, visto que ela constitui um sistema dinâmico. As funções do sistema estomatognático dependem dos movimentos mandibulares e da relação que o crânio estabelece com a face e com a coluna cervical. A harmonia ortostática postural do crânio sobre a coluna cervical é um fato significante no diagnóstico das desordens craniomandibulares, tanto na criança como no adulto.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.5 DESORDENS OCLUSAIS: A MÁ-OCLUSÃO DENTÁRIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA DA CABEÇA E DA CERVICAL &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oclusão dentária é a oposição das arcadas dentárias e as forças determinadas pelos dentes e pela elevação da mandíbula. Qualquer movimento mandibular, em que os dentes fiquem em contato, corresponde a uma relação oclusal, motivo pelo qual deve ser analisada dinamicamente, considerando a existência da infinidade dessas relações. A oclusão leva em conta as relações estáticas e dinâmicas com a maxila, a harmonia dos movimentos e posições mandibulares, e o funcionamento do sistema neuromuscular. A oclusão ideal seria marcada por uma perfeita adaptação estável entre as arcadas e os contatos devem ocorrer concomitantemente entre todos os dentes (FERNANDES, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ferreira (1998 apud FERNANDES, 2001) considera que a oclusão ideal não existe e nunca existirá, pois seria necessário que o indivíduo tivesse uma herança pura, vivesse em um ambiente perfeito, livre de qualquer risco de sofrer acidentes, doenças ou interferência que viessem modificar a oclusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As desordens oclusais abrangem uma série de entidades, pois abarcam tanto as fendas labiopalatinas – anomalias congênitas que ocorrem entre a quarta e a décima semana de vida intrauterina e afetam o terço médio da face – quanto as disfunções da ATM, as quais adquirem importância mais na idade adulta (FRAZÃO, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As oclusopatias são resultantes da interação de variáveis relacionadas à hereditariedade e ao meio ambiente e incluem os estímulos positivos e nocivos presentes sobretudo durante a formação e desenvolvimento do complexo orofacial na infância e adolescência. A disposição dos dentes nos arcos dentários, a forma e o volume dos ossos maxilares, a maneira pela qual se relacionam os músculos e as articulações envolvidas, não ficam estáticas durante toda a vida, mas apresentam sempre mudanças em resposta a processos de crescimento, influências do meio ambiente, tratamentos dentários, desgastes, patologias e envelhecimento (FRAZÃO, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prevalência e severidade das oclusopatias têm aumentado nos últimos 200 anos, especialmente o apinhamento dentário. No Brasil, os dados epidemiológicos apontam que os principais problemas de saúde bucal de relevância em saúde coletiva são: a cárie dentária, as doenças periodontais, as oclusopatias, o câncer bucal, as fendas labiopalatinas (FRAZÃO, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Frazão (1999), o desenvolvimento orofacial é um contínuo que pode ser dividido nas seguintes etapas: uma mais precoce e outra mais avançada. Os estágios precoces de desenvolvimento vão do período pré-natal até o término da substituição da dentição decídua pela permanente. Nos estágios mais avançados encontra-se o período da adolescência até a fase de envelhecimento do sistema estomatognático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duarte (2000) utiliza a classificação de Angle que é até hoje utilizada pelos ortodontistas, e que é fácil e abrange quase todos os tipos de má-oclusões. Angle classifica-as em: má-oclusão classe I, classe II e classe III.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os portadores de má-oclusão classe I possuem um perfil facial reto e bom posicionamento da maxila e mandíbula. As má-oclusões da classe II caracterizam-se pelo fato de o primeiro molar inferior situar-se distalmente ao primeiro molar superior, e são também denominadas distoclusão. Na má-oclusão classe II divisão 1ª, os portadores frequentemente apresentam problemas de desequilíbrio da musculatura facial e perfil facial convexo, decorrente do distanciamento vestibulolingual entre os incisivos superiores e inferiores. Na má-oclusão classe II divisão 2ª, os portadores apresentam musculatura equilibrada ou com suave alteração. A má oclusão classe III é caracterizada pela anteriorização do primeiro molar inferior e os seus portadores, em geral, apresentam uma musculatura desequilibrada e o perfil facial côncavo (COSTA et al., 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há  outras anomalias de oclusão, Duarte (2000) cita as mais comuns: o apinhamento dentário: acontece devido a discrepância ósseo-dentária negativa ou a perdas de espaço nas arcadas; a sobremordida: quando há um excessivo trespasse dos incisivos, no sentido vertical; a sobressaliência: caracteriza-se por um excessivo trespasse horizontal dos incisivos, estando os superiores à frente dos inferiores ou os inferiores atrás dos superiores. Aspecto típico nas má-oclusões classe II, divisão 1 de Angle; a mordida aberta anterior: quando não há contato entre os incisivos no sentido vertical. Pode ocorrer em quaisquer das classes de Angle, mais raramente na classe II, divisão 2; a mordida aberta posterior: mais rara, quase sempre decorre de colapsos de desenvolvimento alveolar na área dos premolares, porém podem advir de hábitos como interposição de língua, objetos (cachimbos) e uma macroglossia e por fim, os cruzamentos: podem ser anteriores, posteriores, unilaterais e bilaterais, unitários e setoriais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A má-oclusão dentária, aliada à respiração bucal, com várias repercussões orgânicas, desequilibra a organização muscular da mímica facial, da cervical e da cintura escapular e compromete a posição ortostática da cabeça. A posição anormal da cabeça altera as relações biomecânicas, craniocervicais e craniomandibulares e influi no crescimento e na postura corporal do indivíduo – daí a importância da interceptação dos desvios funcionais nos seus estágios iniciais. Monego (1999, p.32-33) ainda diz: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As correlações entre alterações posturais e oclusais foram observadas pelo fisioterapeuta chileno Rocabado (1983), que assim as descreveu: quando a cabeça está rodada para um lado, a oclusão é mais forte para o lado da rotação; quando a cabeça está estendida, inclinada para trás, os contatos oclusais estão posteriorizados; quando a cabeça está fletida, inclinada para a frente, os contatos oclusais estão anteriorizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o intuito de compensar o peso do crânio e conservar a cabeça alinhada, torna-se necessário o equilíbrio entre as forças musculares anteriores e posteriores à coluna cervical – ressalta-se que os músculos mais fortes, na região posterior, apoiam-se na cintura escapular (cíngulo dos membros superiores). Dessa maneira, ao se avaliar a posição da cabeça, é importante observá-la em relação ao pescoço e ao corpo, sua associação ou não com a má-oclusão dentária, assim como a situação das articulações temporomandibulares (ATM), a relação com a coluna cervical, o padrão respiratório e a análise das funções reflexovegetativas (COSTA et al., 2005).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A modificação na postura cervical afeta o movimento de fechamento mandibular, a posição de repouso mandibular, a atividade dos músculos mastigatórios e os padrões de contato oclusal. Uma postura da cabeça anterógrada (PCA) é um defeito postural que faz aumentar as forças gravitacionais que atuam sobre a cabeça e resulta na hiperextensão da cabeça. Quando a cabeça é conservada anteriormente, a linha de visão se estende para baixo se for mantido o ângulo normal no qual se encontram a cabeça e o pescoço. A cabeça, com o intuito de fazer as correções exigidas pelas necessidades visuais, inclina-se para trás, o pescoço é flexionado sobre o tórax e a mandíbula migra posteriormente. Os músculos cervicais posteriores encontram-se encurtados e são forçados a se contrair excessivamente para conservar a cabeça nessa posição enquanto os músculos submandibulares anteriores são alongados, o que resulta em uma força de retração e em padrão alterado de contato oclusal (HERTLING; DUSSAULT, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rocabado (1983 apud MONEGO, 1999) explica a relação entre postura e má-oclusão por meio da teoria do paralelismo entre quatro planos, segundo a qual a orientação da cabeça depende de um plano vertical e três planos horizontais (linha bipupilar, plano vertical, plano oclusal). Quando qualquer um dos planos horizontais se desvia de sua posição, ocorrem alterações posturais na tentativa de realinhá-los. Essa tendência ao realinhamento dos planos horizontais é tão forte que pode levar a alterações oclusais e assimetrias faciais. Com base nessas colocações, pode-se supor que alterações posturais levam a alterações oclusais e vice-versa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto importante é que o desequilíbrio da cabeça sobre o tronco pode incentivar o crescimento anômalo das bases ósseas. A língua pode posicionar-se para frente ou para trás, a depender da inclinação do pescoço, e colaborar para um desenvolvimento ósseo e\ou oclusal inadequado. A cabeça mantém sua posição ortostática por meio de um complexo mecanismo muscular. Os poderosos músculos do pescoço e da escápula são os que mantêm a cabeça e o corpo eretos. Os músculos da região posterior do corpo são mais potentes e fortes do que os da região anterior. A ação desses grupos musculares é que mantém a postura corporal e produz movimento. O equilíbrio da cabeça depende da região posterior, dos músculos suboccipitais, que relacionam o crânio com a coluna cervical e a cintura escapular. A parte mais baixa depende dos músculos mastigatórios e da musculatura supra e infra-hióidea (MONEGO, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Gomes (1999), o centro gravitacional da cabeça é anterior à articulação occipitoatlóidea e tende a deslocar-se para a frente e para baixo. Em outras palavras, o crânio não se localiza no centro da coluna cervical e seu equilíbrio é diretamente afetado pela movimentação da mandíbula. Não há equilíbrio entre os componentes esqueléticos, sendo necessária uma compensação muscular. Para que a cabeça seja mantida na posição ereta, os músculos posteriores, que prendem o crânio à coluna cervical e à região dos ombros (trapézio, esternocleidomastóideo, esplênio, entre outros), devem contrair-se. Na elevação da cabeça, há aumento na contração destes grupos musculares, contrabalançada por um grupo de músculos anteriores de ação antagônica (masseter, músculos supra e infra-hióideos). A contração destes últimos determina o abaixamento da cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atuação dos grupos musculares da nuca como compensadores dos desequilíbrios causados por movimentos de abertura e fechamento da mandíbula, presentes em todas as funções estomatognáticas, é assim descrita: na abertura da boca, o osso hióide se torna o ponto fixo e os músculos hióideos se contraem, abaixando a mandíbula. Na deglutição, a mandíbula está alta e a boca fechada, constituindo-se no ponto de apoio, os supra-hióideos se contraem e puxam o hióide e a laringe para cima. Os músculos da nuca, tanto na mastigação como na deglutição, devem compensar as modificações anteriores da cabeça e assim evitar variações posturais desta (GOMES, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A relação entre a oclusão dentária e postura de cabeça também pode ser estabelecida se for considerado que as duas regiões possuem algumas conexões nervosas comuns. Assim, os ramos dos nervos C1 e C2 comunicam raízes com o nervo hipoglosso; impulsos aferentes cervicais convergem para o núcleo caudal do trato espinhal trigeminal; os estímulos que tem origem na pele inervada pelos nervos cranianos V, VII e X e pelos nervos C2 e C3 convergem para o subnúcleo espinhal do núcleo trigeminal descendente e, finalmente, a própria mandíbula recebe inervação direta dos nervos C2 e C3 (GOMES, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Funcionalmente, a coluna cervical, a ATM e as articulações entre os dentes estão fortemente relacionadas. A anormalidade funcional ou má posição de uma delas pode comprometer a função ou a posição de outras. O equilíbrio entre flexores e extensores é afetado pelos músculos da mastigação e pelos músculos supra e infra-hióideos. A disfunção tanto nos músculos da mastigação, quanto nos músculos cervicais, pode com facilidade alterar esse equilíbrio, o qual, entre grupos musculares opostos, é visto na postura relaxada. Um defeito postural comum é o posicionamento anterior da cabeça, que leva à hiperextensão da cabeça sobre o pescoço, quando o paciente a assume, para necessidades respiratórias, e pode levar à dor e à disfunção na cabeça e no pescoço (GOMES, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As alterações da postura da cabeça induzem a uma situação de desvantagem biomecânica da musculatura dessa região, devido às estreitas relações anatomofuncionais do sistema da mastigação propriamente dito com a região cervical e a cintura escapular (GOMES, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os músculos cervicais, que mantêm a posição da cabeça e os músculos do sistema estomatognático, podem ser considerados como um sistema unificado, onde qualquer alteração, em qualquer nível, resulta em alterações de toda a unidade. O desequilíbrio do sistema estomatognático provoca alterações funcionais que não se restringem apenas a ele, mas alteram o organismo inteiramente. Toda a desarmonia dos músculos do sistema estomatognático, do pescoço, dorsais, abdominais e dos músculos da extremidade inferior são capazes de afetar diretamente o alinhamento postural do corpo em sua totalidade (GOMES, 1999). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.6 AVALIAÇÃO POSTURAL &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação postural fundamenta-se no raciocínio de que cada segmento do corpo tem seu próprio centro de gravidade e de que, no momento em que os centros de gravidade de todos os segmentos estão perfeitamente alinhados uns sobre os outros, as forças de gravidade que agem sobre o corpo estão em equilíbrio (MONEGO 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Monego (1999), a chave para o bom alinhamento postural é a posição da pelve. Os músculos que conservam o bom alinhamento da pelve, tanto ântero-posterior quanto lateralmente, são fundamentais na manutenção do bom alinhamento global. O desequilíbrio entre os músculos que se opõem uns aos outros em pé modificam o alinhamento da pelve e afetam a postura das partes do corpo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Krakauer (1997 apud MONEGO, 1999) afirma que as mudanças de estruturas vão decorrer da exigência fisiológica de cada organismo. Em todo o período de crescimento existe uma flexibilidade estrutural que permite a adaptação do crânio durante a vida do indivíduo, havendo, assim, uma exigência mecânica de uma postura cada vez mais ereta. A função fisiológica dos sistemas respiratório, sensorial, dentário e outros provoca a adequação anatômica do crânio. Os músculos do pescoço e das costas contrabalançam o peso da cabeça quando esta se inclina para frente, impedindo-a de cair nessa direção. Se esse equilíbrio sofrer alguma interferência, a postura da cabeça também experimenta mudanças. Portanto, os músculos do pescoço e das costas funcionam como equilibradores da cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fim de se avaliar o alinhamento da cervical e da cabeça no plano frontal, o paciente, em pé, mantém os pés na posição de passo, bem como a pelve equilibrada no plano frontal. A linha média do rosto que passa pelo centro do queixo, dos lábios, do nariz, das sobrancelhas e da testa deve ser vertical e coincidir com o centro da fúrcula esternal. Se a linha não for vertical, encontra-se uma inclinação da cabeça. Em geral, quando há inclinação da cabeça, há também uma rotação. Essa rotação pode ser para o mesmo lado ou para o lado oposto à inclinação. Nesse último caso, observa-se também uma elevação do ombro desse lado (SANTOS, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No plano sagital, o paciente, em pé, mantém os pés na posição fisiológica. Passa-se uma linha vertical pelo lóbulo da orelha e pela região média do acrômio. Se o lóbulo da orelha se mostrar anteriorizado em relação ao acrômio, pode-se estar diante de uma hiperlordose cervical, mas se o lóbulo da orelha estiver alinhado no acrômio pode-se ter uma curva cervical alinhada ou uma coluna retificada por causa da retração dos músculos pré-vertebrais (SANTOS, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3 MATERIAIS E MÉTODOS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A presente pesquisa, quanto aos seus procedimentos técnicos, é classificada como estudo de campo, pois busca o aprofundamento de uma realidade específica, e realizada por meio da observação direta de um grupo estudado, a qual busca explicações e interpretações sobre aquela realidade. É também descritiva, visto que foram feitos levantamentos e observações acerca do tema escolhido. A natureza da pesquisa é quantitativa, pois transforma informações em números para possibilitar a classificação e análise. Foram encontradas variáveis que podem ser relevantes para o público em questão (GIL, 2002).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa da Instituição e obteve parecer favorável, por atender aos aspectos éticos constantes na Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. A coleta de dados dos pacientes portadores de má-oclusão dentária foi realizada em duas escolas que recebem atendimento da equipe odontológica da Unidade de Saúde da Família Solange Hortélio, localizada no Centro Social Urbano (CSU), em Vitória da Conquista, na Bahia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram convidadas a integrar este trabalho 80 crianças da faixa etária de 5 a 12 anos que participam de programas promovidos pelo Centro Social Urbano Solange Hortélio, e para isso enviou-se aos seus pais uma carta de Consentimento Livre Esclarecido que explanava os objetivos, as características e a importância do estudo e solicitava a autorização para participação de seus filhos. Foram devolvidas 45 cartas, entre as quais 15 continham permissão para que crianças fossem avaliadas pelo odontólogo da unidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fim de que as crianças fossem incluídas na amostra, era necessário o abarcamento dos seguintes critérios: crianças portadoras de má-oclusão dentária com avaliação e diagnóstico realizados pelo odontólogo e assinatura, pelo responsável, do termo de Consentimento Livre e Esclarecido para a participação na pesquisa.                                                                                                               &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram analisadas também as crianças com oclusão normal pelo tamanho reduzido das amostras. Dessa forma, a pesquisa contou com a participação efetiva de 15 pacientes, entre eles 6 eram portadores de má-oclusão dentária, 9 de oclusão normal, na faixa etária de 6 a 10 anos, de ambos os sexos. A avaliação ocorreu no período do mês de novembro de 2009.                                                                                                              &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As duas escolas participantes do estudo foram visitadas em três momentos distintos: entrega das cartas de Consentimento Esclarecido, recolhimento das cartas e coleta de dados (sessão de fotos). A avaliação foi realizada em salas de aula com ampla iluminação natural e os seguintes materiais foram utilizados para avaliação dos escolares: máquina fotográfica e tripé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para execução do trabalho, as 15 crianças foram avaliadas e fotografadas em pé, descalças, com vestimenta adequada, mantiveram os pés na posição anatômica e a cabeça em posição neutra e se apresentaram em quatro posições: no plano frontal (frente e costas) e no plano sagital (direita e esquerda). A observação dessas posturas foi feita pela análise das fotografias, com o apoio do programa Photoshop CS3 Extended, e posteriormente foi utilizada uma ficha de avaliação postural, que continha as classificações das posições de postura de cabeça e cervical, baseadas nas especificações de (SANTOS, 2001). Sendo assim, foi possível realizar um exame das alterações posturais encontradas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As 15 crianças participantes da pesquisa tinham entre as quais, 10 meninas e 5 meninos, tinham entre 6 e 10 anos de idade. Segundo Frazão (1999) as diferenças de gênero não interferem na prevalência das oclusopatias nas populações, porém isso não expressa que o sexo seja uma variável insignificante. Essas crianças foram submetidas a exame clínico ortodôntico e 40% foram classificadas como portadoras de má-oclusão dentária e 60% de oclusão normal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Gráfico 1 - Distribuição das crianças portadoras de má-oclusão e oclusão normal dentária. Fonte: elaborado pela autora, 2009.    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na análise de postura da cabeça numa vista anteroposterior, das 6 crianças portadoras de má-oclusão dentária, 1 possuía alinhamento normal de cabeça, 3 apresentaram inclinação lateral direita e rotação esquerda e 2 inclinação lateral esquerda e rotação direita. Esses dados são concordantes com Costa et al. (2005), quando afirma que a má-oclusão dentária compromete a organização muscular da cintura escapular, da coluna cervical e da posição da cabeça. Com o intuito de compensar o peso do crânio e conservar a cabeça alinhada, torna-se necessário o equilíbrio entre as forças musculares anteriores e posteriores à coluna cervical. Sabe-se também que uma posição anormal da cabeça pode modificar as relações biomecânicas, craniocervicais e craniomandibulares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Gráfico 2 - Avaliação da postura da cabeça em crianças com má-oclusão dentária numa vista anteroposterior. Fonte: elaborado pela autora, 2009. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda na análise de postura da cabeça, agora numa vista lateral, somente 1 possuía alinhamento normal e todas as outras 5 crianças apresentaram protração de cabeça. Segundo Costa et al. (2005), a protrusão de cabeça será predominante em crianças portadoras de má-oclusão dentária, independentemente da faixa etária ou do tipo de má-oclusão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Gráfico 3 - Avaliação da postura da cabeça em crianças com má-oclusão dentária numa vista lateral. Fonte: elaborado pela autora, 2009.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a análise da postura da coluna cervical numa vista lateral, 4 tiveram retificação da lordose e 2 aumento da lordose. O alinhamento normal não foi constatado nesse momento, o que leva a uma tendência de que a má-oclusão pode realmente estar associada com os desvios da cervical. Conforme Gomes (1999), a coluna cervical, a ATM e as articulações entre os dentes possuem uma ligação muito forte. O mau posicionamento de uma pode afetar a função ou a posição de outras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A posição mandibular condiciona a posição cervicoescapular. Crianças com má-oclusão podem apresentar alteração na posição da cabeça, posicionando-a para trás ou para frente, ou retificar a lordose (COSTA et al., 2005). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Gráfico 4 - Avaliação da postura da coluna cervical em crianças com má-oclusão dentária numa vista lateral. Fonte: elaborado pela autora, 2009.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se analisou a postura da cabeça das 9 crianças com oclusão normal, observou-se 3 com alinhamento normal de cabeça, 5 com inclinação lateral direita e rotação esquerda e 1 com inclinação lateral esquerda e rotação direita. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Gráfico 5 - Avaliação da postura da cabeça em crianças com oclusão dentária normal numa vista anteroposterior. Fonte: elaborado pela autora, 2009. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a análise da postura da cabeça numa vista lateral, observou-se uma ocorrência significante para a pesquisa: das 9 crianças classificadas como de oclusão normal, 7 possuíam alinhamento normal de cabeça e somente 2 apresentaram protração, o que sugere uma relação existente entre má-oclusão e desvio da cabeça. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Gráfico 6 - Avaliação da postura da cabeça em crianças com oclusão dentária normal numa vista lateral. Fonte: elaborado pela autora, 2009.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise da postura da coluna cervical em crianças com oclusão normal também indica uma relação entre os desvios da coluna da cervical e a má-oclusão, afinal 6 crianças com oclusão normal apresentaram alinhamento normal de cervical, número este significativo; 2 tiveram retificação de lordose e somente 1 teve aumento da lordose. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gráfico 7 - Avaliação da postura da coluna cervical em crianças com oclusão dentária normal numa vista lateral. Fonte: elaborado pela autora, 2009.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao avaliar as crianças com oclusão normal, percebeu-se uma tendência menor para as alterações posturais. Ao se comparar as crianças portadoras de má-oclusão com as de oclusão normal, a prevalência de desvios das crianças com má-oclusão foi maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a análise das crianças portadoras de má-oclusão dentária, verificou-se que estas possuem alterações na postura de cabeça e da coluna cervical. Essa constatação mostra a complexa ligação anatômica e biomecânica entre o sistema estomatognático, região da cabeça e coluna cervical (MONEGO, 1999). Os achados aqui apresentados foram concordantes com a literatura apresenta neste estudo, contudo, é válido salientar que a amostra não foi suficiente para o processo estatístico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com base na literatura consultada e nos resultados da análise dos dados coletados, pode-se verificar uma tendência para uma interação entre a má-oclusão dentária e alterações na postura de cabeça e na coluna cervical, apesar da reduzida amostra da pesquisa, que impossibilitou confirmar estatisticamente a relação má-oclusão dentária e desvios posturais. À vista daquela provável inter-relação, as crianças portadoras de má-oclusão analisadas apresentaram uma prevalência nos seguintes desvios posturais: protração de cabeça, aumento e retificação da lordose cervical e rotação de cabeça sempre para o lado oposto à inclinação. É necessário analisar o paciente com disfunções oclusais, por meio de avaliação do aparelho estomatognático e avaliação postural completa, a fim de que a fisioterapia possa interceptar os desvios funcionais nos estágios iniciais e implicar positivamente no crescimento, na postura corporal e na qualidade de vida da criança. Fica então a possibilidade de realização de um estudo de maior porte capaz de provar a relação existente entre a má-oclusão dentária e desvios de postura da cabeça e da coluna cervical. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6 REFERÊNCIAS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AMANTÉA, D. V. et al. A importância da avaliação postural no paciente com disfunção da articulação temporomandibular. Acta Ortopédica Brasileira, São Paulo, v. 12, n. 3, p. 155-159, jul./set. 2004. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSTA, Jecilene Rosana et al. Relação da oclusão dentária com a postura de cabeça e coluna cervical em crianças respiradoras orais. Revista Paulista de Pediatria, São Paulo, v.23. n. 2, p. 88-93, jun. 2005. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DUARTE, Lia Inês Marino. Relação entre maloclusão e mastigação. 2000. 48 f. Monografia (Especialização em Motricidade Oral) – Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica, Londrina, 2000. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FERNANDES, Rita de Cássia. Oclusão dentária e mastigação: a relação entre forma e função. 2001. 100 f. Monografia (Especialização em Motricidade Oral) – Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (CEFAC), Itajaí, 2001. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FRAZÃO, Paulo. Epidemiologia da oclusão dentária na infância e os sistemas de saúde. 1999. Tese (Doutorado) – Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GOMES, Regina Celi Gatto. Interrelações entre postura corporal global, postura de cabeça e funções estomatognáticas. 1999. 51 f. Monografia (Especialização em Motricidade Oral) – Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (CEFAC), Botucatu/SP, 1999. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GRAZIA, Renata Cristina di; BANKOFF, Antônia Dalla Pria. Alterações posturais relacionadas com a disfunção da articulação temporomandibular e seu tratamento. Movimento e Percepção, São Paulo, v. 6, n. 8, jan./jun. 2006. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HERTLING, Darlene; DUSSAULT, Lisa. Articulação temporomandibular. In: HALL, Carry M.; BRODY, Lori Thein. Exercício terapêutico na busca da função. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MARTELLI, Raquel Cristina; TRAEBERT, Jefferson. Estudo descritivo das alterações posturais de coluna vertebral em escolares de 10 a 16 anos de idade. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 9, p. 87-93, 2004. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MARZOLA, Clovis. A fisioterapia e a cirurgia buco maxilo facial. Dental Review, São Paulo, p. 1-49, 2004. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MONEGO, Mariângela Tronco. Postura corporal X distúrbio miofuncional: relações e implicações no prognóstico terapêutico fonoaudiológico. 1999. 65 f. Monografia (Especialização em Motricidade Oral) – Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (CEFAC), Porto Alegre, 1999.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SANTOS, Angela. Diagnóstico clínico postural: um guia prático. São Paulo: Summus, 2001. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SULIANO, André  Alencar et al. Prevalência de má-oclusão e sua associação com alterações funcionais do sistema estomatognático entre escolares. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, p. 1913-1923, ago. 2007.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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AUTORA: Leidiane Moreira Pires&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-1276852723159318470?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Normalmente deve ser associado a outro recurso fisioterapêutico como, por exemplo, a cinesioterapia (terapia através do movimento).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Se utilizado dentro da dosagem terapêutica, o calor profundo gerado pelo Ondas curtas, produz o aquecimento dos tecidos. Em resposta a esse aquecimento, ocorre o aumento do fluxo sanguíneo, propiciando a diminuição de processos inflamatórios e alívio da dor.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O aquecimento moderado é normalmente usado em processos de doenças crônicas, já um aquecimento mais brando pode ser usado em processos mais agudos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não é correto pensar que quanto maior o calor, melhor o efeito terapêutico, pois por gerar um calor profundo, tem risco de piorar a dor, e em casos extremos, pode gerar lesões teciduais e queimaduras profundas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;INDICAÇÃO:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;1) Contusões,contraturas,entorses: O efeito espasmolítico, analgésico e hiperemia bem como a estimulação de todo o processo metabólico intracelular e as reações fisiológicas se potencializam conseguindo rápidos resultados, uma grande vantagem no uso das ondas curtas é o efeito analgésico. &lt;br&gt; &lt;br&gt;2) Anquilose fibrosa, rigidez pós-gesso e hipotrofia muscular: como nestas afecções entra o fator espasmódico provocado pela dor e diminuição da irrigação sangüínea, o uso do calor profundo é bem indicado aproveitando de suas ações fisiológicas já ditas anteriormente, proporcionando um maior ganho de mobilidade articular. &lt;br&gt; &lt;br&gt;3) Artropatias inflamatórias degenerativas, que abrange a artrite, bursite, periartrite escápulo-umeral, espondilite, epicondilite e espondilo-artrose: responde bem quando utilizados em fase não aguda, certo que não se utiliza calor em processos inflamatórios agudos, pois, a função celular fica aumentada e como conseqüência o seu metabolismo também aumenta. &lt;br&gt; &lt;br&gt;4) Mialgias, miogelose, lombalgias (de origem estática, reumática, focal e traumática), fibrose e torcicolo: por se trata de afecções ocasionadas por alterações da musculatura, caracterizada por rigidez local. Com o uso do ondas curtas a sintomatologia diminui em algumas as sessões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Contra-indicação:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1)-Pacientes com Marcapasso&lt;br&gt;2)-Pacientes com prótese metálica&lt;br&gt;3)-Alteração da sensibilidade térmica&lt;br&gt;4)-Mulheres grávidas&lt;br&gt;5)-Períodos menstruais&lt;br&gt;6)-Tecidos isquêmicos&lt;br&gt;7)-Câncer&lt;br&gt; 8)-Trombose Venosa.&lt;br&gt;9)-Feridas abertas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Cuidados:&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os aparelhos, cabos e placas das ondas curtas devem passar por manutenção técnica periódica. Os cabos e as placas devem ser checados e conectados no aparelho adequadamente. Os cabos não devem cruzar entre si, e as placas não devem ser colocadas sobre espículas ósseas como, por exemplo, a patela.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O aparelho deve ser utilizado em maca de madeira para evitar curto circuito. E se próximo de materiais metálicos esses devem ser isolados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A área a ser tratada deve estar livre de cremes, óleos e, pomadas, devendo ser protegida com uma toalha limpa e de boa espessura.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O paciente não deve utilizar o celular, nem dormir durante a aplicação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O paciente deve ser informado da sensação térmica desejada.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-7152922058122951532?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Os exercícios isométricos do músculo quadríceps com o joelho em extensão não tensionam a inserção do tendão da  patela&lt;br&gt; e ajudam a preservar o volume muscular, contudo, os exercícios vigorosos do quadríceps são contra-indicados (RATLIFFE, 2000). &lt;br&gt;&lt;br&gt;Um tratamento de reforçamento estático com o joelho em extensão, assim como alongamento do quadríceps tenso e débil. Por outro lado, esses pacientes  apresentam invariavelmente encurtamento dos músculos posteriores e do conjunto gemio- sóleo. Também é essencial um bom programa de alongamento dirigido a&lt;br&gt; estas estruturas (TACHDJAN, 1988).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Um agonista se torna insuficiente ativamente (não se contrai o suficiente) antes que o antagonista passivamente se torne insuficiente (não pode ser alongado&lt;br&gt;mais do que já foi). Em fisioterapia alonga-se propositadamente um músculo tanto para se manter como para se readquirir seu comprimento normal de repouso, isto é&lt;br&gt; realizado sobre músculos relaxados (LIPPERT, 1996).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para que haja amplitude de movimento normal é necessário haver mobilidade e flexibilidade dos tecidos moles que circundam a articulação, ou seja, músculos, tecido conectivo e pele, e mobilidade articular. Para executar a maioria das atividades cotidianas funcionais, assim como atividades ocupacionais e recreativas, é necessário geralmente uma amplitude de movimento sem restrições e sem dor. A mobilidade dos tecidos moles e articulações parece ser também fator importante na prevenção de lesões ou recorrentes (KISNER e COLBY, 1998).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O alongamento diminui a incidência de lesões musculotendíneas, minimiza e a alivia a tensão muscular, e aumenta a performance atlética (BANDY e IRION,&lt;br&gt;1994). &lt;br&gt;&lt;br&gt;Um músculo encurtado pode criar um desequilíbrio articular e desalinhamento postural o que pode levar a lesão ou disfunção articular (STARRING, GOSSMAN,&lt;br&gt; NICHOLSON e LENONS, 1988).&lt;br&gt;&lt;br&gt;A flexibilidade dos quadris e membros inferiores é importante para o êxito na maioria dos esportes. Quando um músculo está encurtado não pode desenvolver toda sua potência ao ser convocado para se contrair e, irá limitar a amplitude de movimento. Um corredor, com os músculos posteriores da coxa tensos terá um comprimento de passada limitado e, terá que dar mais passos numa determinada distância, em comparação ao número de passos necessários se tivesse maior flexibilidade (MCATEE, 1998).&lt;br&gt; &lt;br&gt;A flexibilidade é fundamental nas atividades profissionais e nas tarefas diárias e a redução dessa flexibilidade, acompanhada do envelhecimento pode acarretar a&lt;br&gt;perda total da independência dos movimentos já no início da idade avançada e, de modo mais sério, no início da década dos 80 anos(ACHOUR, 1996).&lt;br&gt; &lt;br&gt;A perda da flexibilidade é caracterizada pelo estilo de vida sedentário e, uma vez o encurtamento muscular instalado se não compensado, reduz a capacidade em dissipar energia (TROUP, 1979). &lt;br&gt;&lt;br&gt;Exercícios de alongamento tornam-se importantes para o aumento da capacidade dos tecidos tendíneos a fim de resistir às lesões por duas razões:&lt;br&gt; primeiro, a capacidade de um músculo dentro de uma área transversal para desenvolver tensão depende de um alcance ótimo da extensão imediatamente antes&lt;br&gt;da contração (acima de 130 por cento do tamanho no repouso); em segundo lugar, a flexibilidade fornece uma margem de segurança resultante de uma ação concêntrica precedida de uma excêntrica (ALBERT, 1995).&lt;br&gt; &lt;br&gt;A perda da flexibilidade, independente da causa, pode provocar dor originando-se no músculo, tecido conectivo, ou periósteo o que levará a uma diminuição da força muscular (KISNER e COLBY, 1998). &lt;br&gt;&lt;br&gt;O corpo é formado por diversas estruturas interligadas entre si, uma alteração em uma delas leva a um desarranjo global das outras, portanto um problema na&lt;br&gt; musculatura anterior da coxa (quadríceps) pode advir de encurtamento ou fraqueza dos músculos posteriores, por isso, a importância de trabalhar tanto os músculos&lt;br&gt;anteriores quanto os posteriores para que não haja sobrecarga sobre a tuberosidade tibial anteriormente, devido a uma tensão sobre o músculo quadríceps, porvocada&lt;br&gt; por encurtamento dos ísquio -tibiais, e cadeia posterior em geral. Pode-se comparar com o esquema de um arco e flecha, onde quanto maior a tensão na parte posterior do arco maior a sobrecarga na parte anterior do mesmo. &lt;br&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-2255920429994772855?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-7LKS4_V_SlVbQoZGUaE_cZeUCc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-7LKS4_V_SlVbQoZGUaE_cZeUCc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3404079820282143373/posts/default/2255920429994772855?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3404079820282143373/posts/default/2255920429994772855?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.facafisioterapia.net/2012/01/alongamento-no-tratamento-na-doenca-de.html" title="Alongamento no tratamento na doença de Osgood-Schlatter" /><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="19" src="http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8FQ34yeCp7ImA9WhRUE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404079820282143373.post-243389422341056691</id><published>2012-01-23T07:00:00.001-08:00</published><updated>2012-01-23T07:00:12.090-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T07:00:12.090-08:00</app:edited><title>Pubalgia crônica: testes e diagnósticos</title><content type="html">&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://4.bp.blogspot.com/-eahdROe6Yww/TjaNt9XcOkI/AAAAAAAAASY/adTsqrnmcX0/s1600/174_006.jpg" src="http://4.bp.blogspot.com/-eahdROe6Yww/TjaNt9XcOkI/AAAAAAAAASY/adTsqrnmcX0/s1600/174_006.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Incômodo chato. Quase que insuportável. É assim que muitos classificam a pubalgia crônica. Mas o que é isso? A pubalgia crônica é uma lesão de esforço repetitivo causada pelo excesso de uso no esporte, sendo observada em várias modalidades desportivas, mas ocorrendo com maior freqüência em jogadores de futebol. Os atletas são submetidos à um grande número de jogos e treinos, não havendo muitas vezes um tempo necessário para o repouso ou para um programa adequado de alongamentos, o que predispõe o seu aparecimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Teste do Flamingo&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Cipriano (1999) com o paciente em pé, instruí-lo para ficar de pé sobre uma perna de cada vez . Depois, instruir o paciente para saltar , o que aumenta o esforço sobre a articulação. Este teste aumenta a pressão na articulação do quadril, sacroilíaca e da sínfise púbica. Dor aumentada pode indicar processo inflamatório no lado da perna de apoio. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Manobra de Grava&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Cohen e Abdalla apud Oliveira (2002) a manobra é realizada com o paciente em decúbito dorsal, onde realiza-se a flexão, abdução e rotação lateral do quadril apoiando o tornozelo ao nível do joelho contralateral, sendo que uma mão do examinador posiciona-se na asa do ilíaco oposto e a outra no joelho que está sendo examinado, forçando a abdução. A manobra é positiva quando o paciente refere dor intensa nos adutores. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Teste de flexão de pé dos isquiotibiais&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Busquet (1985) o terapeuta posiciona-se atrás do paciente e pede-lhe para que se incline para frente como se quisesse tocar os pés com as mãos. O teste é negativo se opaciente tocar os pés sem que se altere a estática dos joelhos ou do arco plantar. O teste será positivo se o paciente não conseguir chegar à ponta dos pés ou se a estática do joelho ou do arco plantar se alterarem.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;EXAMES SUBSIDIÁRIOS&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com Lasmar, Lasmar e Camanho (2002) os exames subsidiários são de suma importância para afastar qualquer dúvida a respeito do diagnóstico da pubalgia. Os&lt;br&gt;exames laboratoriais realizados são a espermocultura, a prostatite e o exame de urina – I para verificar infeção urinária. Os exames complementares realizados são a ultrassonagrafia da região inguinal para verificar rarefação óssea; os raios – X para se verificar degeneração óssea, cisto ósseo, arrancamento ósseo e fraturas de estresse; ressonância magnética para verificar alterações ósseas e alterações das partes moles com presença de inflamação na origem dos adutores da coxa; e a cintilografia para verificar a presença de osteonecrose. Os raios- X, cintilografia e a ressonância podem ser negativos. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.fisio-tb.unisul.br/Tccs/03a/isabela/artigoisabeladesouzafalchetti.pdf"&gt;Retirado daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-243389422341056691?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ecw_GOq1AegIl-frKdFWejXjhuI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ecw_GOq1AegIl-frKdFWejXjhuI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3404079820282143373/posts/default/243389422341056691?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3404079820282143373/posts/default/243389422341056691?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.facafisioterapia.net/2012/01/pubalgia-cronica-testes-e-diagnosticos.html" title="Pubalgia crônica: testes e diagnósticos" /><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="19" src="http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-eahdROe6Yww/TjaNt9XcOkI/AAAAAAAAASY/adTsqrnmcX0/s72-c/174_006.jpg" height="72" width="72" /></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcBRXo5eip7ImA9WhRUE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404079820282143373.post-8331478404582740435</id><published>2012-01-23T02:54:00.001-08:00</published><updated>2012-01-23T02:54:14.422-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T02:54:14.422-08:00</app:edited><title>Fisiolinks 82</title><content type="html">&lt;img alt="http://i1236.photobucket.com/albums/ff443/chakalat/fisiolinks.gif" src="http://i1236.photobucket.com/albums/ff443/chakalat/fisiolinks.gif"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segunda-feira é dia de Fisiolinks aqui no Faça Fisioterapia. Mas antes de você ver os Fisiolinks, vamos dar uma reforçada no que é o fisioterapeuta? Fisioterapeuta é o Profissional de Saúde, com formação acadêmica Superior, habilitado a construção do diagnóstico dos distúrbios cinéticos funcionais, a prescrição das condutas fisioterapêuticas, sua ordenação e indução no paciente, bem como, o acompanhamento da evolução do quadro funcional e a sua alta do serviço. (Definição do CREFITO-2). &lt;br&gt; &lt;br&gt;Vamos aos Fisiolinks da semana:&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000000"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2009/11/fisioterapia-e-diabetes.html"&gt;Fisioterapia e Diabetes&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://pneumologia.facafisioterapia.net/2010/12/terapia-da-expansao-pulmonar.html"&gt;Terapia de expansão pulmonar&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2009/11/pilates-na-sindrome-de-parkinson.html"&gt;Pilates na Sindrome de Parkison&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2009/11/deifinicao-de-incontinencia-urinaria.html"&gt;Definição de incontinência urinária&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/06/prolapso-da-valvula-mitral.html"&gt;Prolapso da vávula mitral&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2009/08/ultrasom-no-musculo-peitoral.html"&gt;Ultrasom no músculo peitoral?&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/09/exercicios-de-reabilitacao.html"&gt;Exercícios de reabilitação cardio pulmonar&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://pneumologia.facafisioterapia.net/2010/12/fisioterapia-no-paciente-sob-ventilacao.html"&gt;Fisioterapia sob o paciente de ventilação mecânica&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://neurologia.facafisioterapia.net/2012/01/reabilitacao-da-paralisia-facial.html"&gt;Reabilitação da paralisia facial&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://uroginecologia.facafisioterapia.net/2009/11/bexiga-neurogenica-e-exercicios-de.html"&gt;Bexina neurogência e exercícios de kegel&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://cardiologia.facafisioterapia.net/2011/11/dor-toracica-dor-no-peito.html"&gt;Dor torácica&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://pneumologia.facafisioterapia.net/2010/03/ausculta-pulmonar.html"&gt;Ausculta pulmonar&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.facafisioterapia.net/2009/06/o-que-e-o-torcicolo-e-como-tratar.html"&gt;O que é torcicolo e como tratar?&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Próxima semana tem mais. &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-8331478404582740435?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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A EMGS permite avaliar o grau e a duração da atividade muscular, a ocorrência de fadiga, a alteração da composição das Unidades Motoras (UM) resultante de programas de treinamento muscular, assim como as estratégias neurais de recrutamento (Soderberg; Knutson, 2000; Macisaac; Parker; Scott, 2001; Stashuk, 2001; Hogrel, 2003; Farina; Merletti; Enoka, 2004; Rau; Schulte; Disselhorst-Klug, 2004). Em virtude das características do sinal de EMGS e da dependência da sua morfologia com a tarefa motora em estudo, o eletromiograma bruto quase não apresenta utilidade no estudo eletrofisiológico. Assim, pesquisas têm sido realizadas na busca por métodos para extração de informações associadas a processos fisiológicos. A quantificação de parâmetros clínicos é possível por meio da seleção de técnicas de processamento e análise direcionadas para a interpretação dos resultados.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O processamento de sinais consiste em um grupo de técnicas matemáticas que podem ser aplicadas para extrair informações de sinais, inclusive os de origem biomédica (Ljung; 1987). As ferramentas para processamento podem ser divididas de acordo com o domínio: tempo, frequência ou tempo-frequência (idem). Os critérios de seleção dos processamentos baseiam-se principalmente na informação que se pretende obter e nas associações entre os resultados da análise do sinal e os eventos fisiológicos em estudo (Robinson; Snyder-Mackler, 2001; Merletti; Parker, 2004). Tradicionalmente, o aspecto matemático dos processamentos não era enfatizado pelos profissionais das ciências do movimento. O advento de sistemas digitais robustos propiciou um aumento na qualidade da interpretação do eletromiograma de superfície baseado no conhecimento das bases matemáticas da análise do sinal. Assim, o conhecimento sobre as características do sinal eletromiográfico e as ferramentas de processamento e análise precisam ser familiares aos usuários desse exame eminentemente pela sua utilidade. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Do ponto de vista fenomenológico, o sinal de EMGS (amostrado durante força constante, ângulo constante e contrações não fatigáveis) pode ser considerado a realização de um processo estocástico estacionário com função densidade de probabilidade Gaussiana N(0,σ) limitada à banda espectral de 10-400 Hz (Clancy; Hogan, 1999). Em contrações sustentadas, o sinal pode tornar-se não estacionário e modulado em amplitude e frequência (Farina; Merletti, 2000; Merletti; Parker, 2004; Mahmoud et al., 2006). O sinal gravado pode então ser interpretado como Rev. Bras. Cienc. Esporte, Campinas, v. 31, n. 2, p. 11-30, janeiro 2010 13 realizações estocásticas (ruído de instrumentação, ruído de quantização, disparos neurais) somadas a eventos determinísticos (ocorrência dos Potenciais de Ação das UM – Paum) (Ljung, 1987).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Revisões recentes (Kleissen et al., 1998; Soderberg; Knutson, 2000; Ocarino et al., 2005; Gimenes et al., 2006) abordaram aplicações clínicas, mas não o efeito das técnicas de processamento no eletromiograma. Portanto, o objetivo deste trabalho é apresentar informações sobre o eletromiograma e sumariar processamentos e análises mais robustos no contexto biomédico, discutindo suas aplicações associadas aos parâmetros clínicos por meio de simulações computacionais. Pretende-se assim contribuir para a padronização e utilização dos instrumentos de EMGS disponíveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;rct=j&amp;amp;q=eletromiografia%20de%20superf%EDcie%20%28emgs%29.&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=6&amp;amp;ved=0CFgQFjAF&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.rbceonline.org.br%2Frevista%2Findex.php%2FRBCE%2Farticle%2Fdownload%2F300%2F406&amp;amp;ei=TZcZT93gC46ftweNgY2uCw&amp;amp;usg=AFQjCNEjglMDV_Cibin4pKBxtpUW1Otusg&amp;amp;cad=rja"&gt;Veja o resto desse estudo aqui!&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-7255689485157706382?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yucdgcS4PL9wiryj0-fEJuNPV2o/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yucdgcS4PL9wiryj0-fEJuNPV2o/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3404079820282143373/posts/default/7255689485157706382?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3404079820282143373/posts/default/7255689485157706382?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.facafisioterapia.net/2012/01/aapectos-metodologicos-da.html" title="Aapectos metodológicos da eletromiografia de superficie" /><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="19" src="http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkIGR3g4fip7ImA9WhRVGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404079820282143373.post-1180853702396158766</id><published>2012-01-18T05:48:00.001-08:00</published><updated>2012-01-18T05:48:46.636-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-18T05:48:46.636-08:00</app:edited><title>Descubra como evitar cãibras durante o exercício</title><content type="html">&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://i1.r7.com/data/files/2C95/948F/34E9/D525/0134/F08F/A82D/3020/caibra-m-20120118.jpg" alt="caibra 300x338" title=" (Getty Images)"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="por margem"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt; A  cãibra é uma dor causada por uma contração involuntária do músculo e  está relacionada à diminuição do nível de alguns minerais, como  potássio, magnésio ou sódio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Exercícios exaustivos também podem produzi-la. O acúmulo de  metabólitos ou substâncias que são liberadas durante o trabalho dos  músculos como o ácido lático e a amônia também podem colaborar para o  surgimento de cãibra.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A deficiência de minerais é provocada pela elevada eliminação de água  por meio do suor que faz o corpo perder o cloreto e o sódio e também  potássio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A elevada perda hídrica e de sódio devido ao calor excessivo são os principais fatores que desencadeiam as cãibras.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para evitá-las, recomenda-se:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Fazer uma boa hidratação antes, durante e depois dos exercícios.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Aumentar a ingestão de sódio e cloreto com o consumo de alimentos salgados&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Fazer durante os treinos uma alimentação rica em carboidratos,  potássio e cálcio para não diminuir o rendimento e causar cãibras. &lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-1180853702396158766?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Mas quebrou o braço em uma jogada no treino de futebol&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O carioca Renier Mamede Pina, 8 anos, faz judô há quatro e nunca  tinha quebrado um dedo sequer. Em novembro do ano passado, resolveu  expandir suas habilidades e foi para uma escolinha de futebol. Mas já  nos primeiros passes ele entrou em uma bola dividida, caiu de mau jeito e  quebrou o braço. Renier não é exceção, é regra: o risco de lesão é  inerente a crianças que praticam atividades esportivas. A questão é que,  com o aumento do número de meninos e meninas que praticam esportes  regularmente – já que a maioria dos pais reconhece as vantagens da  atividade física –, o registro de lesões sérias em crianças também tem  crescido. "Há 15 anos, por exemplo, não tínhamos tantos menores com  lesões de ligamento", afirma o médico Moisés Cohen, professor da  Universidade Federal de São Paulo. Trata-se de um fenômeno mundial.  Segundo um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Saúde dos  Estados Unidos, dos cerca de 38 milhões de crianças e adolescentes  americanos de até 14 anos que praticam esportes, 3,5 milhões recebem  tratamento médico, por ano, para alguma lesão sofrida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os principais traumas são as contusões, fraturas e lesões da  cartilagem de crescimento (ela transforma-se em osso). Essas não  dependem de um histórico e não há como garantir que não vão acontecer. A  prevenção é no campo ou quadra mesmo, por meio de orientação técnica e  do uso de equipamentos adequados que estejam de acordo com a altura e o  peso dos esportistas. "Além disso, aquecimento e alongamento devem ser  levados a sério e feitos no início e final da atividade", diz Edson  Terra Cunha Junior, supervisor de esportes olímpicos do Flamengo e  coordenador das escolinhas oferecidas pelo clube no Rio de Janeiro.  "Quanto mais a musculatura estiver alongada, menor a possibilidade de  lesão."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mais difícil de diagnosticar e tratar, a lesão crônica ou por esforço  excessivo não surge de uma partida de futebol. É necessário um  histórico de sobrecarga para que ela comece a ser sentida. Assim, é mais  comum em quem já compete em alguma modalidade ou em crianças que  praticam esportes diversos. "A prevenção começa exatamente com um  planejamento das atividades físicas das crianças", afirma André  Pedrinelli, presidente do Comitê de Traumatologia Esportiva da Sociedade  Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="img1.jpg" title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_18675067157449167.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:smaller"&gt;EXCESSO&lt;br&gt; Francisco teve inflamação no joelho por causa do esforço no esqui.&lt;br&gt; Agora, reduziu a frequência com que o pratica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outra recomendação aos pais é ficar atentos para que os esportes  escolhidos, quando mais de um, não exijam o mesmo esforço motor.  Basquete e vôlei juntos, por exemplo, não é uma boa ideia, pois em ambos  trabalha-se muito com os pulsos e os braços. Se o futebol substituir um  dos dois na combinação, alivia. "Um programa de atividades  cross-training, que trabalha diversas partes do corpo, é uma boa maneira  de reduzir e prevenir as lesões por esforço excessivo", diz Lindsay  Hansen, da organização Safe Kids USA, que advoga pela redução de lesões  na prática de atividades esportivas por crianças.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A intensidade do exercício é o outro grande vilão. O estudante  paulistano Francisco Fernando Corrêa de Almeida Nobre, 13 anos, pratica  esqui desde pequeno e hoje participa de competições internacionais. Há  três anos, no entanto, o sonho de um dia ser campeão começou a ser  assombrado por uma forte dor no joelho. O diagnóstico foi de  osteocondrite (comprometimento da cartilagem e do osso abaixo dela). Há  seis meses ele deu início a sessões de fisioterapia para fortalecer a  musculatura da região, mas também teve de mudar a carga de treino,  recomendação número 1 de especialistas para casos de lesão crônica. "Não  cheguei a ficar sem treinar e competir, mas reduzi o esforço", conta.  No último ciclo de preparação, por exemplo, Francisco se exercitou por  apenas 20 dias, metade do que costumava fazer. Aprendeu a respeitar a  dor e hoje quase não a sente mais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A sobrecarga pode acontecer também devido a um longo período de  treino sem pausa. As interrupções são essenciais para garantir a boa  condição do corpo. "Não dá para jogar futebol em ritmo regular o ano  inteiro. É fundamental parar um pouco", diz Pedrinelli. Por fim, na hora  de escolher o clube ou a escolinha, os pais devem levar em consideração  a infraestrutura oferecida. "É fundamental ter orientação de  professores de educação física, além do amparo de uma equipe médica no  local para que a criança tenha a melhor saúde possível", diz o  especialista Cohen.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="G_esporte_lesao.jpg" title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_18707830596841976.jpg"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Acesse o blog!&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404079820282143373-4717847341697526514?l=www.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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