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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;AkAFSHo-eSp7ImA9WhVQGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055</id><updated>2012-04-08T11:11:59.451-07:00</updated><category term="Certificação" /><category term="Fertilizante" /><category term="casa sustentável" /><category term="financiamento" /><category term="Armadilha Natural" /><category term="Pagamento por Serviços Ambientais" /><category term="Como Fazer Um Composto Seco" /><category term="Calda Bordalesa" /><category term="Tecnologia apropriadas" /><category term="jogos" /><category term="tinta" /><category term="crianças" /><category term="Rios" /><category term="download" /><category term="aquecedor com energia solar" /><category term="Religião" /><category term="cultura" /><category term="aquecimento global" /><category term="mosquito" /><category term="Urina de vaca" /><category term="Desastre Ambiental" /><category term="Comércio Justo" /><category term="terra" /><category term="EMATER-MG" /><category term="dengue" /><category term="Reserva Legal" /><category term="Video" /><category term="água" /><category term="Fossa Ecológica" /><category term="Banheiro Composto (Termofílico)" /><category term="Doenças em Plantas" /><category term="lixo" /><category term="fungos" /><category term="Deputado Zé Silva Soares" /><category term="Orquídeas" /><category term="PNUD" /><category term="Ecologia" /><category term="mata atlântica" /><category term="unidades de conservação" /><category term="meio ambiente" /><category term="APP" /><category term="prêmio" /><category term="Educação" /><category term="solo" /><category term="residuo sólido" /><category term="juventude" /><category term="Relatório brundtland" /><category term="Código Florestal" /><category term="plantas" /><category term="infância" /><category term="empreendimentos sustentáveis" /><category term="projeto" /><category term="Mosca das Frutas" /><category term="Agricultura Familiar" /><category term="garrafas PET" /><category term="Bolsa Verde" /><category term="chamada pública" /><category term="Reciclagem" /><category term="êxodo rural" /><category term="cores da terra" /><category term="Legislação Ambiental" /><category term="PAC" /><category term="alteração da lei" /><category term="apostila" /><category term="Fungicida natural" /><category term="Míriam Leitão" /><category term="juventude rural" /><title>Falando aos Montes</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>67</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/FalandoAosMontes" /><feedburner:info uri="falandoaosmontes" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;C0INQX44eCp7ImA9WhdaFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-7056484829560186550</id><published>2011-10-26T13:31:00.000-07:00</published><updated>2011-10-26T13:39:50.030-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-26T13:39:50.030-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="APP" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Legislação Ambiental" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reserva Legal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mata atlântica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alteração da lei" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Código Florestal" /><title>SBPC e ABC propõem mudanças no novo Código Florestal</title><content type="html">&lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/reportagens_carbonobrasil"&gt;Reportagens CarbonoBrasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Go1yJHbYPgM/Tqht-EkFVjI/AAAAAAAAAbY/4y66lpC-fXo/s1600/0_454258001318861025_dematamento5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ida="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-Go1yJHbYPgM/Tqht-EkFVjI/AAAAAAAAAbY/4y66lpC-fXo/s1600/0_454258001318861025_dematamento5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SBPC e ABC propõem mudanças no novo Código Florestal&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;17/10/2011 - Autor: Jéssica Lipinski - Fonte: Instituto CarbonoBrasil/SBPC/ABC/Jornal da Ciência &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na última semana, órgãos encaminharam ao Senado um documento esclarecendo as questões que precisam ser revistas para que o conjunto de leis possa aliar desenvolvimento agrícola à preservação ambiental&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após a polêmica aprovação do novo Código Florestal na Câmara dos Deputados, que ocorreu em maio deste ano, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) emitiram uma nota que classificava a decisão como precipitada, e que afirmava que nenhuma das entidades havia sido convidada a participar dos debates sobre o código. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas as autoridades políticas ainda têm tempo de considerar o parecer científico dos dois órgãos. Na última semana, a SBPC e a ABC emitiram um documento, enviado ao Senado Federal, que discorre sobre alguns pontos da nova legislação que precisam ser corrigidos para que o código possa de fato atender as demandas da agricultura brasileira sem negligenciar as questões ambientais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O documento encaminhado ao Senado, juntamente com o livro “O Código Florestal e a Ciência: Contribuições para o Diálogo”, também de autoria da SBPC e da ABC e publicado em abril de 2011, apresenta um sumário resumido e uma parte mais detalhada com uma bibliografia indicativa, nos quais as entidades ressaltam e analisam os pontos que precisam ser modificados no novo código.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“No primeiro estudo, publicado em livro, defendemos que a Ciência tinha que ser ouvida nas discussões do Código Florestal; é um documento mais geral que aborda como a Ciência poderia ajudar nos debates”, explicou José Antônio Aleixo da Silva, coordenador do grupo de trabalho que desenvolveu o documento e secretário da SBPC, ao Jornal da Ciência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Agora o texto é mais objetivo e ataca pontos específicos que o grupo entende que devem ser revistos, que merecem maior dedicação dos congressistas. Trazemos uma posição mais clara dos pontos que merecem maior atenção. Esperamos que esse texto tenha grande impacto, que seja levado em consideração, porque a briga política em torno do Código é grande”, concluiu Aleixo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O documento destaca dez questões da nova legislação que precisam ser mudadas: o falso dilema entre a conservação do ambiente e da produção de alimentos; as áreas de proteção permanente (APPs) de beira de cursos d’água; as áreas rurais consolidadas em APPs; a inclusão de manguezais e apicuns como APPs; a compensação de reservas legais (RLs); a separação de APPs e RLs; o uso de espécies exóticas em RLs; a equivalência entre agricultura familiar (AF) e os quatros módulos fiscais; os custos de restauração de áreas degradadas e a importância de alguns serviços ambientais e suas justificativas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em relação ao dilema entre a conservação ambiental e a produção de alimentos, o documento afirma que é falsa a oposição entre estes dois termos. Segundo as entidades, “a limitação para a expansão da agricultura brasileira é a falta de adequação de sua política agrícola” e não das restrições do atual Código Florestal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O documento alega que “bastaria um aumento da produtividade da pecuária brasileira, que é ineficiente e ocupa mais de 2/3 das áreas agrícolas disponíveis, para que cerca de 60 milhões de hectares fossem disponibilizados para agricultura,” mais do que dobrando a área agrícola atual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre as APPs ripárias, ou seja, da beira de cursos d’água, o documento afirma que é necessário preservar ou restaurar toda a vegetação dessas áreas, e a definição do código atual deve ser mantida, devido à importância destas regiões para a preservação dos serviços ambientais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As entidades dizem ainda que o uso dessas áreas por comunidades tradicionais e ribeirinhas deve receber tratamento diferenciado no código, e em áreas urbanas estas áreas devem ser reguladas pelo plano diretor da cidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto às atividades em áreas desmatadas, a SBPC e a ABC consideram que “é um equívoco se considerar que APPs desmatadas até a data de julho de 2008, para uso alternativo do solo, sejam definidas como atividades consolidadas”, sendo, portanto, mantidas e regularizadas pelo Plano de Regularização Ambiental (PRA).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o documento, a maioria dessas APPs foi desmatada em desacordo com a legislação da época e não há justificativa para adotar a data de publicação da versão mais recente do regulamento da Lei de Crimes Ambientais. Além disso, a Constituição expressa que não há direito adquirido na área ambiental, pois o meio ambiente pertence à coletividade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em relação aos manguezais e apicuns e áreas intermediárias entre eles, os órgãos propõem a inclusão destes como APPs, dada a importância ecológica destes ecossistemas, e sugerem que as áreas deste tipo que tenham sido degradadas passem por um processo de recuperação ambiental baseado em iniciativas exitosas nesse sentido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre a compensação de RLs, a documento enfatiza que a compensação de áreas perdidas e degradadas não deve ser executada indistintamente, pois há diferenças físicas, biológicas e ecológicas nestes diferentes biomas. Por isso, a SBPC e a ABC sugerem que a compensação deve ser feita em áreas mais próximas possíveis, dentro do mesmo ecossistema, para conservar um maior equilíbrio ecológico e de serviços ambientais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste mesmo sentido, o documento indica que APPs não podem ser incluídas no cômputo de RLs, pois suas estruturas e funções são distintas, e suas comunidades biológicas são complementares. As duas entidades defendem a “manutenção de cobertura de vegetação em torno de um limiar de 30% da área, que vem se mostrando como um patamar mínimo de cobertura natural para se evitar a extinção massiva das espécies na paisagem”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto ao uso de espécies exóticas de até 50% em RLs, o documento se posiciona contra a prática, garantindo que esta é “extremamente prejudicial para as principais funções das RLs”. No entanto, o uso temporário de espécies exóticas, apenas nas fases iniciais de restauração de RLs, combinado com o uso de espécies nativas, “pode ser uma interessante alternativa de viabilização econômica da restauração dessas áreas, principalmente para o pequeno proprietário”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As entidades também ressaltaram que a AF deve receber tratamento diferenciando no novo Código Florestal, mas que os critérios para classificar a AF devem ser os quatro atuais (tamanho, mão de obra, renda e gestão) e “não podem ser reduzidos na lei apenas ao tamanho da propriedade (quatro módulos fiscais)”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto ao custo de restauração de áreas degradas, o documento alega que o valor é bem menor do que o apregoado pelo novo código, visto que a grande maioria das APPs e RLs pode ser restaurada de forma passiva, ou seja, apenas com o abandono da área por seus fins agrícolas. Portanto, essa questão não deve ser usada como impeditivo da restauração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, os órgãos declaram que alguns serviços ambientais da vegetação, como a retenção de água e nutrientes no solo, a prevenção de erosões e assoreamentos, a conservação da biodiversidade etc, por si só justificam a importância de sua preservação e restauração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Esses serviços são fundamentais no processo de tecnificação da agricultura brasileira, colaborando na polinização da maioria das culturas agrícolas e evitando danos e perdas que contribuem para o insucesso financeiro da atividade de produção agrícola. Devido ao histórico de ocupação feito em nosso país, é difícil entender que preservando certas áreas, os ganhos são maiores que a substituição dessas áreas por culturas agrícolas”, concluiu o sumário do documento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias1"&gt;http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Download: &lt;a href="http://www.sbpcnet.org.br/site/arquivos/arquivo_295.pdf"&gt;CONTRIBUIÇÕES DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIA (ABC) E DA SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA (SBPC) PARA O DEBATE SOBRE OCÓDIGO FLORESTAL&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-7056484829560186550?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/831Aw5n5YQwCVZWK9bzSDDeeJQk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/831Aw5n5YQwCVZWK9bzSDDeeJQk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/831Aw5n5YQwCVZWK9bzSDDeeJQk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/831Aw5n5YQwCVZWK9bzSDDeeJQk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/Wap6YeawuqA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/reportagens_carbonobrasil" title="SBPC e ABC propõem mudanças no novo Código Florestal" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/7056484829560186550/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/10/sbpc-e-abc-propoem-mudancas-no-novo.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/7056484829560186550?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/7056484829560186550?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/Wap6YeawuqA/sbpc-e-abc-propoem-mudancas-no-novo.html" title="SBPC e ABC propõem mudanças no novo Código Florestal" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-Go1yJHbYPgM/Tqht-EkFVjI/AAAAAAAAAbY/4y66lpC-fXo/s72-c/0_454258001318861025_dematamento5.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Passa Quatro - MG, Brasil</georss:featurename><georss:point>-22.3885786 -44.963087299999984</georss:point><georss:box>-60.3706531 -104.72871229999998 15.593495900000004 14.802537700000016</georss:box><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/10/sbpc-e-abc-propoem-mudancas-no-novo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcCQn4-fip7ImA9WhdXGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-3491278089116131109</id><published>2011-08-31T14:35:00.000-07:00</published><updated>2011-08-31T14:44:23.056-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-31T14:44:23.056-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Banheiro Composto (Termofílico)" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Como Fazer Um Composto Seco" /><title>Banheiro Composto (Termofílico)</title><content type="html">Banheiro Composto (Termofílico) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-__DgqvpjF00/Tl6oMZP5PuI/AAAAAAAAAbE/bDbhk88YBhU/s1600/desbanheiroseco.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="218" src="http://3.bp.blogspot.com/-__DgqvpjF00/Tl6oMZP5PuI/AAAAAAAAAbE/bDbhk88YBhU/s320/desbanheiroseco.jpg" width="320" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Basicamente existem quatro formas de desfazer-nos de nossas fezes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Podemos utilizar um sistema tradicional com um vaso sanitário e água (tipicamente potável), e a utilização de um sistema séptico que fará a decomposição dos resíduos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Podemos juntar as fezes após cada defecada e aplicarmos diretamente sobre áreas plantadas, com o risco de contaminarmos a terra com certos microorganismos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. É possível decompô-la lentamente a uma temperatura menor de 37°C, caso em que os microorganismos são destruídos num período de meses ou anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Ou pode-se decompor a matéria rapidamente com o processo termofílico. Esse processo decompõe a matéria com altas temperaturas (entre 37°C e 70°C), assegurando que todos os patógenos sejam destruídos e a matéria seja transformada em húmus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O risco de decompor fezes humanas e utilizá-las como adubo orgânico é transmitir ao solo e as plantas certos microorganismos, denominados patógenos. Os patógenos humanos se reproduzem dentro do sistema digestivo, numa temperatura de 37°, portanto estando presentes na matéria fecal. O corpo utiliza a temperatura do corpo como método de defesa contra os microorganismos. Elevando a temperatura, o corpo tenta destruir esses organismos, porém o processo pode demorar dias ou semanas. O composto seco cultiva microorganismos termofílicos (aqueles que só sobrevivem em temperaturas maiores de 40°). Ao se alimentar do material orgânico, os microorganismos liberam energia elevando a temperatura da matéria e nesse processo os patógenos humanos são destruídos. A destruição total de patógenos humanos é garantida com uma temperatura de 62° durante uma hora, ou 50° durante um dia, ou 46°durante uma semana. Menores temperaturas demoraram mais tempo. Temperaturas menores a 40° não garantem a eliminação de todos os patógenos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao acabar a "comida" e a temperatura da matéria descer, novos micro e macroorganismos aproveitaram para se alimentar, sendo que as suas fezes produzem o húmus que será utilizável como adubo. Assim a energia solar completa seu ciclo e volta ao seu início dando vida a novos organismos que se nutrem do solo. Nesse processo, nenhum poluente terá sido produzido, e a pouca água utilizada não precisa ser necessariamente potável, e o mais importante é respeitarmos os ciclos naturais do sistema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O húmus é qualquer material orgânico decomposto que forma a base da vida no solo. O húmus é ótimo para adubar o solo: ele mantém a umidade no solo e eleva a capacidade de absorção de água, proporciona nutrientes essenciais que são lentamente liberados ao solo, também contribui para arear o solo e contrabalanceia sua acidez e ajuda-o a absorver calor, e ainda apóia as populações microbióticas que o enriquecem. Um bom húmus tem uma proporção C/N de entre 25/1 e 35/1, que a relação de decomposição dos microorganismos. Se sobrar nitrogênio, esse é perdido em forma de gás amônia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Como Fazer Um Composto Seco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-B0MTEzpWEKg/Tl6oXCa_ndI/AAAAAAAAAbI/RYTW3Pj9l64/s1600/deswcseco2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="http://3.bp.blogspot.com/-B0MTEzpWEKg/Tl6oXCa_ndI/AAAAAAAAAbI/RYTW3Pj9l64/s320/deswcseco2.jpg" width="320" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O composto seco decompõe fezes humanas assim como lixo orgânico (excetuando poucas coisas como cascas de ovo, cabelos, ossos), papel (sem tintas tóxicas), e outros materiais degradáveis. &lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para começar, construímos nosso vaso num balde de plástico de uns 20l (se possível, reciclado. O volume é variável mais tem que ser cômodo para transportar). No nosso banheiro seco teremos também uma pilha de serragem ou qualquer outro material orgânico (terra, folhas secas, etc.), que cubra a matéria após a defecação (a urina entra também na balde). Esse processo cumpre varias funções: absorve a umidade, elimina o cheiro, afasta moscas e outros bichos e ajuda a manter um balanceamento entre o carvão e o nitrogênio (C/N) ótimo para o composto, já que a urina tem um alto conteúdo de nitrogênio. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o balde fica cheio, levamos para a nossa área de compostagem. Esta é uma solução simples, dividida em dois ou três câmaras, cada uma, com aproximadamente 1.5 x 1.5 x 1m de altura (ver desenho). Depositamos o conteúdo da balde numa das câmaras e cobrimos com folhagem (podem ser matos o folhas secas). Com as fezes podemos também agregar nosso lixo orgânico e papeis. A folhagem ajuda a oxigenar o composto, fator importante na decomposição da matéria já que sem oxigeno os microorganismos morrem. Uma compostagem com ar pode rapidamente alcançar 55° ou mais, atrapalhando o processo de decomposição. Lavamos a balde com água, e botamos a água na pilha, ajudando assim a manter a umidade do composto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A matéria fecal é agregada numa pilha só até encher a câmara completamente. No processo, os organismos termfílicos irão decompondo a matéria à medida que vamos agregando-a. Uma vez decomposta a matéria se esfriará, portanto as capas inferiores de nossa pilha ficaram mais frias que as novas capas. No composto termofílico não é preciso mexer ou virar o composto como é feito com outros compostos. Ao estar continuamente agregando matéria e ao cobrí-la com folhagem asseguramos que a matéria seja decomposta. Ao virar o composto o que fazemos é juntar material já digerido com material não digerido ainda, esfriando o composto tudo e correndo o risco de não destruir alguns patógenos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao completar uma das câmaras, começamos a encher a segunda, e deixamos a primeira para ser atacada por os próximos organismos que a viraram húmus. O ideal é deixá-la descansar por um ano, mais pode ser testada e utilizada enquanto o húmus estiver sendo preparado. Quando a segunda câmara ficar completa, removemos o adubo da primeira e começamos a botar nosso lixo orgânico, deixando a segunda sendo decomposta. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O composto seco termofílico é um dos processos mais simples de compostar, porém precisa de um manejo constante e responsável. Os patógenos humanos são perigosos, por conseguinte é importante medir as temperaturas do composto continuamente e conferir se o composto está "trabalhando". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: The Humanure Handbook - A Guide to Composting Human Manure - J.C.Jenkins&lt;br /&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-3491278089116131109?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U3l61YWKWnca08OEyp-AztIaEU0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U3l61YWKWnca08OEyp-AztIaEU0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U3l61YWKWnca08OEyp-AztIaEU0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U3l61YWKWnca08OEyp-AztIaEU0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/uRlOsVoVw-U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.ipemabrasil.org.br/institutoweb13.htm#Cap" title="Banheiro Composto (Termofílico)" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/3491278089116131109/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/08/banheiro-composto-termofilico.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/3491278089116131109?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/3491278089116131109?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/uRlOsVoVw-U/banheiro-composto-termofilico.html" title="Banheiro Composto (Termofílico)" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-__DgqvpjF00/Tl6oMZP5PuI/AAAAAAAAAbE/bDbhk88YBhU/s72-c/desbanheiroseco.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/08/banheiro-composto-termofilico.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEHQH85eCp7ImA9WhdTFEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-5956420781360730127</id><published>2011-07-12T09:20:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T09:20:31.120-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-12T09:20:31.120-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PNUD" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="financiamento" /><title>6 mil fontes de financiamento para tecnologias verdes</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-S-TvNY3yYjs/Thx0GFLvkfI/AAAAAAAAAa0/a43nzfi0m1A/s1600/undp.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-S-TvNY3yYjs/Thx0GFLvkfI/AAAAAAAAAa0/a43nzfi0m1A/s1600/undp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nova publicação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre financimento de tecnologias verdes. [PDF/inglês]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns pontos importantes abordados pelo relatório:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(i) São mais de 6.000 fontes de financiamentos disponíveis, em âmbito internacional, entre fundos multilaterais e mercado de crédito de carbono;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(ii) Em 2010,mais de USD 200 bilhões foram aplicados em tecnologias verdes;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(iii) Financiamentos públicos internacionais devem ser usados para estimular e atrair capital privado para investimentos verdes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Catalysing Climate Finance&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Guidebook on Policy and Financing Options to Support Green,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Low-Emission and Climate-Resilient Development&lt;/div&gt;&lt;a href="http://captacao.org/recursos/pdfs/UNDP-Catalysing-v7-web.pdf"&gt;download PDF/Inglês&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://captacao.org/recursos/downloads/329-6-mil-fontes-de-financiamento-para-tecnologias-verdes"&gt;ABCR&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-5956420781360730127?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vqBmmg-oYTIh7qSS5SvcVzARNcw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vqBmmg-oYTIh7qSS5SvcVzARNcw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vqBmmg-oYTIh7qSS5SvcVzARNcw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vqBmmg-oYTIh7qSS5SvcVzARNcw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/d-yXkxEBT0Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://captacao.org/recursos/downloads/329-6-mil-fontes-de-financiamento-para-tecnologias-verdes" title="6 mil fontes de financiamento para tecnologias verdes" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/5956420781360730127/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/07/6-mil-fontes-de-financiamento-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/5956420781360730127?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/5956420781360730127?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/d-yXkxEBT0Q/6-mil-fontes-de-financiamento-para.html" title="6 mil fontes de financiamento para tecnologias verdes" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-S-TvNY3yYjs/Thx0GFLvkfI/AAAAAAAAAa0/a43nzfi0m1A/s72-c/undp.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/07/6-mil-fontes-de-financiamento-para.html</feedburner:origLink><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="enclosure" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~5/zANHbhPlVSI/329-6-mil-fontes-de-financiamento-para-tecnologias-verdes" length="0" /><feedburner:origEnclosureLink>http://captacao.org/recursos/downloads/329-6-mil-fontes-de-financiamento-para-tecnologias-verdes</feedburner:origEnclosureLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0AMSHo-fSp7ImA9WhdTEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-7407949889598772250</id><published>2011-07-07T08:16:00.000-07:00</published><updated>2011-07-07T08:16:29.455-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-07T08:16:29.455-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="residuo sólido" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lixo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="EMATER-MG" /><title>DESTINAÇÃO AMBIENTAL ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-X76aa5h8mDg/ThXMW8EVEJI/AAAAAAAAAao/yMRfBiKqnYo/s1600/C%25C3%25B3pia+de+Msn.GIF" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="147" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-X76aa5h8mDg/ThXMW8EVEJI/AAAAAAAAAao/yMRfBiKqnYo/s200/C%25C3%25B3pia+de+Msn.GIF" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KCwM42tjnGA/ThXMlyegIxI/AAAAAAAAAaw/81MDPtiJCA0/s1600/responsabilidade+ambiental.png" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-KCwM42tjnGA/ThXMlyegIxI/AAAAAAAAAaw/81MDPtiJCA0/s1600/responsabilidade+ambiental.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8IdGPRlExaQ/ThXMfKxn2KI/AAAAAAAAAas/lUiRchZErWg/s1600/governo_de_minas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-8IdGPRlExaQ/ThXMfKxn2KI/AAAAAAAAAas/lUiRchZErWg/s1600/governo_de_minas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONTEXTUALIZAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É comum ouvir a palavra lixo em nosso cotidiano. Ela tem sido utilizada, principalmente, para designar os resíduos sólidos, que é um termo técnico e novo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso é um equívoco, pois os resíduos sólidos, de alguma forma, possuem valor, seja ele social, econômico, seja ambiental. Já o termo lixo, do latim lix, é o mesmo que algo velho e sem valor, entretanto esse conceito vem se transformando. O que era lixo há 20 anos, hoje pode não ser mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entender a definição de resíduos sólidos é essencial, pois permite uma maior reflexão sobre os impactos que cada material causa ao ambiente. Segundo a literatura técnica, resíduo sólido é todo material no estado sólido ou semissólido remanescente de qualquer atividade humana e que ainda possa ser utilizado de alguma forma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O resíduo é um item intrínseco à vida, quanto mais desenvolvida economicamente é uma nação, mais resíduos seus habitantes produzem. Além da quantidade, a diversidade dos resíduos também é muito variável de acordo com tempo, clima, condição socioeconômica, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No passado, os resíduos sólidos eram basicamente orgânicos, mas, quando lançados no ambiente, comprometiam qualidade dele, porém numa magnitude menor da ocorrida atualmente. Com o advento da industrialização e de outras atividades ditas “modernas”, os resíduos mudaram suas características, passando a conter metais pesados, compostos químicos complexos, embalagens diversas, etc. Quanto maior for o conhecimento sobre a relação desses materiais com o meio, mais precisas serão as soluções para sua destinação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ASPECTOS AMBIENTAIS &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os resíduos, quando lançados no ambiente sem o devido tratamento, podem causar problemas de saúde pública, poluição e contaminação ambiental, inclusive com a liberação de substâncias altamente nocivas ao homem e aos seres vivos, o que compromete a qualidade das águas, do solo e do ar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Brasil, a característica dos resíduos sólidos mudou muito nos últimos anos, porém as formas de destiná-los ainda continuam as mesmas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aproximadamente 60% do total de resíduos sólidos produzidos no país ainda são encaminhados para lixões, que é a pior maneira de dispor os resíduos no ambiente, uma vez que não há qualquer controle dos impactos ambientais gerados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das formas de minimizar os impactos negativos causados pelos resíduos é a mudança dos atuais modelos de produção e de consumo, essa pode proporcionar alterações benéficas desde o início do processo produtivo até o fim da vida útil dos produtos, tais como:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;diminuir a geração de resíduos;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;reutilizar os materiais, sempre que possível;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;recusar produtos que agridam o ambiente;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;recusar embalagens que não sejam biodegradáveis;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;rever hábitos de consumo;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;praticar os vários “r” da sustentabilidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COLETA E DISPOSIÇÃO SELETIVA DOS RESÍDUOS &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta prática, os resíduos são previamente separados no local de geração ou em locais apropriados, o que permite o seu uso racional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O material orgânico deve passar pelo processo de compostagem, e, assim, de forma natural, os nutrientes são devolvidos ao ambiente sob a forma de composto, de maneira controlada e sem causar impactos negativos. Parte do material não-orgânico deve ser utilizado no processo de reciclagem e assim ser reaproveitado em outra atividade ou serviço. A fração não reciclável deve ser destinada aos locais e de formas tecnicamente adequadas, como: aterros sanitários, aterros industriais, incineradores, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aterros sanitários são instalações adequadas a tratamento e disposição final de resíduos, onde os impactos ambientais são controlados e ou mitigados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem ainda outros tipos de resíduos, como os de serviços de saúde, industriais, da construção civil, agrícolas, etc., que devem, cada um, ter seu tratamento e destinação final mais apropriados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa deve ser uma seqüência lógica, que passa pela mudança nos hábitos da sociedade, preconizando o consumo sustentável e a reciclagem sempre, porém como última etapa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PARA SABER MAIS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FUNASA. Manual de Saneamento Ambiental. 2007.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Autora: Engenheira Ambiental Jane Terezinha da Costa Pereira Leal&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coordenadora Técnica Estadual de Saneamento Ambiental/Detec/Emater–MG&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Colaborador: Eng. Agr. M.Sc. Enio Resende de Souza&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Coordenador Técnico Estadual de Meio Ambiente/Detec/Emater-MG &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.emater.mg.gov.br/"&gt;http://www.emater.mg.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Av. Raja Gabaglia, 1626 &lt;br /&gt;
Luxemburgo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Belo Horizonte MG &lt;br /&gt;
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Caixa Postal 900 &lt;br /&gt;
55 (31) 3349-8070&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-7407949889598772250?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-zJ7Rh_QIU2qT6wUSCnD0YoQIPA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-zJ7Rh_QIU2qT6wUSCnD0YoQIPA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-zJ7Rh_QIU2qT6wUSCnD0YoQIPA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-zJ7Rh_QIU2qT6wUSCnD0YoQIPA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/uxRkqtxbd7c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/7407949889598772250/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/07/destinacao-ambiental-adequada-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/7407949889598772250?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/7407949889598772250?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/uxRkqtxbd7c/destinacao-ambiental-adequada-de.html" title="DESTINAÇÃO AMBIENTAL ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-X76aa5h8mDg/ThXMW8EVEJI/AAAAAAAAAao/yMRfBiKqnYo/s72-c/C%25C3%25B3pia+de+Msn.GIF" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/07/destinacao-ambiental-adequada-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEYMRns7fCp7ImA9WhZaFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-1863113237153157058</id><published>2011-07-01T17:21:00.000-07:00</published><updated>2011-07-01T17:23:07.504-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-01T17:23:07.504-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="prêmio" /><title>3º Prêmio Instituto Claro: Prêmio irá reconhecer ideias inovadoras para uso de tecnologias na educação .</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prêmio irá reconhecer ideias inovadoras para uso de tecnologias na educação .&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IahM9QEoMc4/Tg5kiYVEbLI/AAAAAAAAAak/CUqY3PmIbNI/s1600/premioclaro.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-IahM9QEoMc4/Tg5kiYVEbLI/AAAAAAAAAak/CUqY3PmIbNI/s1600/premioclaro.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="text-align: justify;"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Educadores e empreendedores sociais de todo o país que desenvolvam projetos inovadores para o uso de novas tecnologias na educação, seja na escola ou na comunidade, podem ter suas ideias reconhecidas e premiadas. O Instituto Claro deu início às inscrições para a 3ª edição de seu Prêmio – Novas Formas de Aprender e Empreender. Ao todo, serão concedidos R$ 150 mil em prêmios aos vencedores que concorrerão nas modalidades “Inovar na Escola” ou “Inovar na Comunidade”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A participação é aberta a educadores e professores, instituições educativas formais e não-formais, organizações do terceiro setor e ao público em geral, de todas as regiões do Brasil. Entretanto, como requisito para inscrição, é necessário que a ideia apresentada seja inovadora e com potencial de causar impactos positivos nos processos de aprendizagem. Também é importante que o participante tenha perfil articulador, de modo que possa identificar possíveis parceiros para auxiliar na implementação do projeto e efetivamente colocá-lo em prática.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site do Instituto Claro no endereço:&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.institutoclaro.org.br/premio"&gt;www.institutoclaro.org.br/premio&lt;/a&gt; , onde também é possível consultar o regulamento do concurso. Outras informações podem ser obtidas, ainda, pelo e-mail &lt;a href="mailto:premio@institutoclaro.org.br"&gt;premio@institutoclaro.org.br&lt;/a&gt;. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou pelo telefone (11) 3171.0998, das 13h às 18h.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O prazo para participar vai até 09 de agosto. Todos os projetos serão avaliados por uma comissão técnica composta por especialistas em educação, empreendedorismo e tecnologia, que será liderada por Paula Carolei, doutora em educação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ajudar as pessoas que desejam colocar em prática suas ideias e inscreverem seus projetos, o Instituto Claro desenvolveu um infográfico com várias orientações. Nesse material, disponibilizado gratuitamente no portal do Instituto, é possível encontrar um passo a passo com dicas de como: identificar uma demanda, reconhecer a relevância do projeto, pensar nos processos para a implementação, estruturar um cronograma, pensar no orçamento e também os resultados esperados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Histórico&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde 2009, o Prêmio do Instituto Claro teve mais de 2.750 inscrições de todos os estados brasileiros. Ao todo foram selecionados 12 projetos que receberam no total R$ 250 mil em prêmios. “O Prêmio reflete a evolução do uso das tecnologias dentro e fora da escola e também em benefício da qualidade de vida das comunidades. Estamos muito satisfeitos com a evolução dessa iniciativa e por podermos mapear ações que estão sendo desenvolvidas em todo o Brasil”, afirma a vice-presidente do Instituto Claro, Carime Kanbour.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.blogeducacao.org.br/"&gt;BlogEducação&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-1863113237153157058?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dL90AAFxXyI0qVtrVhP2BY4Cd68/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dL90AAFxXyI0qVtrVhP2BY4Cd68/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dL90AAFxXyI0qVtrVhP2BY4Cd68/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dL90AAFxXyI0qVtrVhP2BY4Cd68/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/mKTfleDXQk0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.institutoclaro.org.br/premio" title="3º Prêmio Instituto Claro: Prêmio irá reconhecer ideias inovadoras para uso de tecnologias na educação ." /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/1863113237153157058/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/07/3-premio-instituto-claro-premio-ira.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/1863113237153157058?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/1863113237153157058?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/mKTfleDXQk0/3-premio-instituto-claro-premio-ira.html" title="3º Prêmio Instituto Claro: Prêmio irá reconhecer ideias inovadoras para uso de tecnologias na educação ." /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-IahM9QEoMc4/Tg5kiYVEbLI/AAAAAAAAAak/CUqY3PmIbNI/s72-c/premioclaro.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/07/3-premio-instituto-claro-premio-ira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU4DSXc_eSp7ImA9WhZaFU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-2884420795817038748</id><published>2011-07-01T05:57:00.000-07:00</published><updated>2011-07-01T06:46:18.941-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-01T06:46:18.941-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casa sustentável" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="empreendimentos sustentáveis" /><title>Residencial Fonte de São José - Serra Negra SP</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NDxqhiGofy8/Tg3CtuwdIdI/AAAAAAAAAaE/pz2x1RFLlfE/s1600/BANNER_ok+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-NDxqhiGofy8/Tg3CtuwdIdI/AAAAAAAAAaE/pz2x1RFLlfE/s320/BANNER_ok+1.jpg" width="231" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="text-align: justify;"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Residencial Fonte de São José. É um dos poucos projetos de "baixo impacto ambiental" no país.&amp;nbsp;Foram meses de pesquisa, desenvolvimento, trabalho e parcerias para chegar no produto BBB - Bom, Bonito e Barato: piscina de água mineral; tintas a base de terra; reuso de água de chuva; aquecimento de água por energia solar; captação de energia fotovoltaica para iluminação interna das residências; iluminação em LED; esquadrias de PVC com vidros autolimpante; telhado com telhas leve de base alfáltica; tratamento de esgoto homologado pela ONU; e etc, etc, etc ... MUITO INTERESSANTE, VALE CONFERIR - isso agora é real!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Hoje - 01 de julho de 2011 é dia de pré-lancamento: &lt;a href="http://www.wolfmartins.com.br/"&gt;http://www.wolfmartins.com.br/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-oLPctFywLcc/Tg3CfIQARxI/AAAAAAAAAaA/OA1PJNFOzbI/s1600/Condom%25C3%25ADni..+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="106" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-oLPctFywLcc/Tg3CfIQARxI/AAAAAAAAAaA/OA1PJNFOzbI/s320/Condom%25C3%25ADni..+2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gBAlxe67MDA/Tg3C75fRefI/AAAAAAAAAaI/rErk0Wbase8/s1600/Condom%25C3%25ADni...jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="112" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-gBAlxe67MDA/Tg3C75fRefI/AAAAAAAAAaI/rErk0Wbase8/s320/Condom%25C3%25ADni...jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-am8bk89yEcw/Tg3DNhsBbqI/AAAAAAAAAaM/T9E93TLhgV0/s1600/WM_CASAS-FINAL.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="192" i$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-am8bk89yEcw/Tg3DNhsBbqI/AAAAAAAAAaM/T9E93TLhgV0/s320/WM_CASAS-FINAL.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fqWbg533A8s/Tg3DdqayobI/AAAAAAAAAaQ/7fPl89kvhww/s1600/WM_FSJ_ENTRADA-R00.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" i$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-fqWbg533A8s/Tg3DdqayobI/AAAAAAAAAaQ/7fPl89kvhww/s320/WM_FSJ_ENTRADA-R00.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WiTmsSCldB8/Tg3Dn0tfZxI/AAAAAAAAAaU/s2B150jioJk/s1600/WM_PISCINA-FINAL.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="140" i$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-WiTmsSCldB8/Tg3Dn0tfZxI/AAAAAAAAAaU/s2B150jioJk/s320/WM_PISCINA-FINAL.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qu5_omiLLks/Tg3DwwjbPtI/AAAAAAAAAaY/WNSx9j8Bda4/s1600/2dorm.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="187" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-qu5_omiLLks/Tg3DwwjbPtI/AAAAAAAAAaY/WNSx9j8Bda4/s320/2dorm.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;2 dormitórios&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-r5r-5bW_HEQ/Tg3D37937tI/AAAAAAAAAac/OkFqIvMOejg/s1600/3dorm.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="142" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-r5r-5bW_HEQ/Tg3D37937tI/AAAAAAAAAac/OkFqIvMOejg/s320/3dorm.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;3 dormitórios&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ij7QG07m7J0/Tg3EASpD4sI/AAAAAAAAAag/ce6iqVCgnBQ/s1600/4dorm.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="141" i$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ij7QG07m7J0/Tg3EASpD4sI/AAAAAAAAAag/ce6iqVCgnBQ/s320/4dorm.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;4 dormitórios&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-2884420795817038748?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JOkt5WP93gZcxg1J6koAdUpyKpE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JOkt5WP93gZcxg1J6koAdUpyKpE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JOkt5WP93gZcxg1J6koAdUpyKpE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JOkt5WP93gZcxg1J6koAdUpyKpE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/khfH9dAxS3o" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.wolfmartins.com.br" title="Residencial Fonte de São José - Serra Negra SP" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/2884420795817038748/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/07/residencial-fonte-sao-jose-serra-negra.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/2884420795817038748?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/2884420795817038748?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/khfH9dAxS3o/residencial-fonte-sao-jose-serra-negra.html" title="Residencial Fonte de São José - Serra Negra SP" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-NDxqhiGofy8/Tg3CtuwdIdI/AAAAAAAAAaE/pz2x1RFLlfE/s72-c/BANNER_ok+1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/07/residencial-fonte-sao-jose-serra-negra.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D04AQH4_cSp7ImA9WhZbE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-2887473626122330161</id><published>2011-06-17T06:03:00.000-07:00</published><updated>2011-06-17T06:05:41.049-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-17T06:05:41.049-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Míriam Leitão" /><title>Míriam Leitão: Por que mentir? Mensagem de Aldo Rebelo</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tentando fazer este blog um espaço de discussão e sempre procurando colocar opiniões contraditórias que enriquecem o debate, estou reproduzindo carta do Deputado Aldo Rebelo, publicado no blog conversa afiada, em que o Deputado do PCdoB contesta as informações da Jornalista Míriam Leitão contida no Artigo " O Código do Erro" públicado no O Globo que também reproduzi neste blog.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conversa Afiada reproduz e-mail que recebeu da assessoria do deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prezado Paulo Henrique,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tendo em vista que seu blogue é um espaço democrático e recebe um número expressivo de visitas diárias, gostaríamos de solicitar a publicação da resposta do deputado Aldo Rebelo à jornalista Miriam Leitão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Grata,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adriana Fortes&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assessora de Imprensa&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deputado Federal Aldo Rebelo (PCdoB/SP)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-O499kC3_rJc/TftRHaYETcI/AAAAAAAAAZg/gu9ndTdw1IA/s1600/aldo-rebelo-e-miriam-leitao1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-O499kC3_rJc/TftRHaYETcI/AAAAAAAAAZg/gu9ndTdw1IA/s1600/aldo-rebelo-e-miriam-leitao1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Miriam Leitão: Por que mentir? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aldo Rebelo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O artigo “Código do Erro”, assinado por Miriam Leitão, expressa a pilhéria de Charles Dana de que o “jornalista separa o joio do trigo, e publica o joio”. Miriam é tida como jornalista bem informada mas seu texto sobre o Código Florestal é uma sucessão de inverdades e erros carregados de má-fé e piores intenções.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Produtividade inativa – Miriam Leitão fala de “61 mil hectares de área já desmatada de alta e média produtividade agrícola e que não está sendo usada”, quando deveria dizer 61 milhões, erro que pode ser atribuído, talvez, ao desconhecimento da jornalista sobre o valor do hectare (10.000 m²). Aguardo com ansiedade o suposto estudo de “especialistas da USP” que vai nos revelar essa medida cabalística de produtividade em terra inativa…Espero que tal eldorado verde não sejam, obviamente, pastagens degradadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caricatura e realidade – A possibilidade de um brasileiro ser preso por tirar uma minhoca da terra está prevista na lei n.º 9.605, de 1998 e no decreto n.º 6.514, de 2008. O que Miriam chama de caricatura em minhas citações é uma fotografia da realidade: o lavrador Josias Francisco dos Anjos foi cercado a tiros pela Polícia Florestal e preso por raspar a casca de uma árvore medicinal na beira do córrego Pindaíba, em Planaltina, perto de Brasília. Josias usava raspas do caule para fazer chá para sua mulher vítima da doença de Chagas. Foi algemado e encarcerado na delegacia. Por essa e outras, o jurista e ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr. classificou a lei ambiental do Brasil como “um desastre. É a legislação mais envergonhante do Direito brasileiro. Eu a chamei de a lei hedionda dos crimes ambientais´”. E deu um exemplo tão burlesco quanto perturbador: “Se você escorrega e amassa a begônia do jardim do vizinho é crime.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudanças alopradas na lei – O Código Florestal não tem 50 anos. Foi promulgado há 77, em 1934, reformado em 1965 e sucessivamente adulterado por decretos, leis, medidas provisórias, portarias, resoluções da burocracia ambientalista encastelada no Estado. Boa parte dos produtores rurais foi posta na ilegalidade por supostos crimes cometidos antes da tipificação. A reserva legal de 80% na zona de floresta da Amazônia, por exemplo, é de 2000, mas antes disso o próprio Estado incentivava o pequeno lavrador que ele próprio levava como colono a derrubar a mata para ter direito ao lote e acesso a crédito. Com a mudança na lei, virou delinquente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Audiências pluralistas – Soa como insulto desqualificar as 64 audiências públicas que realizamos. Foram ouvidas todas as correntes de opinião. Grupos como o Greenpeace foram a quase todas e falaram à vontade. Aliás, em matéria de pluralismo, o artigo de Miriam Leitão é um caso acabado de uniopinião: ouviu um pesquisador do Imazon, contra meu projeto, evidentemente. Tal ONG é financiada por organizações como Fundação Ford, WWF-Usaid, Banco Mundial e Comissão Européia/Joint Research Center. Daí minha insistência em apontar a relação comercial e geopolítica entre essas entidades e os interesses econômicos que movem os Estados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O papel dos militares – Não me cabe convencer a ninguém de que a versão do código de 1965 correspondeu a uma “obsessão radical do governo militar”. A reforma do Código de 1934, que gerou a lei n.º 4.771, de 15 de setembro de 1965, não foi uma iniciativa dos militares, mas da presidência democrática de João Goulart. Com base em propostas formuladas desde 1950, o governo do primeiro-ministro Tancredo Neves encaminhou o projeto ao Congresso em 1962. Para a aprovação da lei em 1965, não havia, naturalmente, conluio entre caserna e ONGs, que são um produto contemporâneo da globalização e do neoliberalismo com a pretensão de ao menos influir nas decisões dos Estados nacionais. Para os militares, a pior poluição era pobreza, e daí se inferem suas preocupações ambientais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terra não é problema – Não defendo o desmatamento de terras virgens para uso da agropecuária. A Confederação Nacional da Agricultura é que diz defender o “desmatamento zero”, com o que não concordo completamente, pois há Estados do Nordeste com porções de Cerrado que podem ser exploradas de forma sustentável para a produção de alimentos. Fixei em meu projeto uma moratória de cinco anos, que corresponderia ao período estabelecido para a regularização das propriedades postas fora da lei. Mas há pressões, até do Executivo, para que esta salvaguarda seja retirada. O problema é impedir o agricultor de usar a terra que tem e está diminuindo. Os censos do IBGE registram que entre 1996 e 2006 foram expropriados da agropecuária 23,7 milhões de hectares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Anistia é para erro – Quando a redatora afirma que “o erro principal da mudança do Código Florestal é se basear na tese de que é preciso anistiar o que foi feito errado” segue o padrão de não saber o que diz. À situação dos agricultores aplica-se o chiste do Barão de Itararé: “Anistia é um ato pelo qual os governos resolvem perdoar generosamente as injustiças e os crimes que eles mesmos cometeram.” Ademais, meu projeto não inventou anistia alguma. Ela foi concebida e concedida pelo governo do presidente Lula e seu ministro ambientalista Carlos Minc, pelo decreto n.º 7029, de 10 de dezembro de 2009, promulgado sem nenhum debate.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Massacre dos 5 ha – Metade das propriedades do nordeste tem até 5 hectares, e apenas 0,6% da área com APP e Reserva Legal. Miriam e seus aliados querem confiscar 20% desse espaço para Reserva Legal e se um riachinho cruzar a propriedade (30 metros de mata ciliar de cada lado) mais 60% da área. Ao infeliz restaria quase nada para cultivar e sobreviver. Comigo, não, senhora jornalista.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-2887473626122330161?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t70fqkGR7W1pXizK5coF0-h02I4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t70fqkGR7W1pXizK5coF0-h02I4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t70fqkGR7W1pXizK5coF0-h02I4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t70fqkGR7W1pXizK5coF0-h02I4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/xrilGGi5grA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/2887473626122330161/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/06/miriam-leitao-por-que-mentir.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/2887473626122330161?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/2887473626122330161?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/xrilGGi5grA/miriam-leitao-por-que-mentir.html" title="Míriam Leitão: Por que mentir? Mensagem de Aldo Rebelo" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-O499kC3_rJc/TftRHaYETcI/AAAAAAAAAZg/gu9ndTdw1IA/s72-c/aldo-rebelo-e-miriam-leitao1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/06/miriam-leitao-por-que-mentir.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcERnY-cCp7ImA9WhZbEkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-8945006614965707116</id><published>2011-06-16T10:37:00.000-07:00</published><updated>2011-06-16T10:40:07.858-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-16T10:40:07.858-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fossa Ecológica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tecnologia apropriadas" /><title>TANQUE DE EVAPOTRANSPIRAÇÃO PARA O TRATAMENTO DE EFLUENTES DO VASO SANITÁRIO DOMICILIAR</title><content type="html">1- INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O déficit das ações de saneamento ambiental no meio rural brasileiro ainda é elevado. Muitas políticas públicas e o modelo institucional da área de saneamento ambiental não contemplam a população residente no meio rural de forma satisfatória.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desta forma este trabalho busca analisar, por meio de referências bibliográficas, o uso da fossa ecológica (TEvap – Tanque de Evapotranspiração), como alternativas de tratamento de esgotos domésticos em localidades dispersas no meio rural. Procuramos ressaltar a viabilidade técnica e financeira desta alternativa tecnológica, bem como a facilidade operacional do sistema. Também buscamos evidenciar os efeitos prováveis decorrentes de um sistema de esgotamento sanitário, geralmente positivos, por constituir um serviço que assegure melhoria na qualidade de vida e bem-estar da população. As informações levantadas são para atendimento de comunidades rurais de Minas Gerais, assistidas pela EMATER-MG. Como estamos tratando de comunidades dispersas, esta situação, na maioria das vezes, inviabiliza financeiramente a construção de um sistema coletivo de tratamento e recolhimento dos esgotos domésticos. Tal situação faz da alternativa individual e estática uma opção com viabilidade técnica e financeira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que apresentaremos neste documento é o sistema de tanque de evapotranspiração, também conhecido como TEVAP. Considerando a distância geralmente existente entre as moradias, esta é uma solução individual para o tratamento e disposição final somente dos efluentes do vaso sanitário. Trata-se de uma solução funcionalmente simples, pois não faz o uso de processos mecanizados, e as estruturas são de fácil construção e operação, além de apresentam baixos custos para elaboração e implantação do projeto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Moitta e Cynamon , citado por Kligerman (1995) , “É importante que se saiba que uma tecnologia não é apropriada por si mesma, mas pela sua aplicação e uso, e se chama tecnologia apropriada quando é tecnicamente correta, culturalmente aceitável e economicamente viável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É uma tecnologia baseada em conhecimentos e experiência técnica, visando trabalhar com a iniciativa local e os materiais que mais facilmente se obtenham, sempre em busca de aperfeiçoamento para melhor atender às comunidades e ao objetivo específico, que no caso é a promoção da saúde. A tecnologia apropriada pressupõe escolha das técnicas que melhor se adaptem e tenham melhor eficiência e eficácia na busca de objetivos. Nem sempre a tecnologia apropriada é a de mais baixo custo; há um limite para o "barato", que é a possibilidade de alcançar o objetivo”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 – DESCRIÇÃO DA TECNOLOGIA TEVAP&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Tanque de Evapotranspiração (TEvap) é um sistema de tratamento e reaproveitamento dos nutrientes do efluente proveniente do vaso sanitário. Este sistema foi criado pelo permacultor Tom Watson, nos EUA, com nome de “Watson Wick” e adaptado por vários permacultores brasileiros. É um sistema fechado, ou seja, estanque, e não há saída de água, seja para filtros ou sumidouros. Nele ocorre a decomposição anaeróbia da matéria orgânica, mineralização e absorção dos nutrientes e da água, pelas raízes dos vegetais. Os nutrientes deixam o sistema incorporando-se a biomassa das plantas e a água é eliminada por evapotranspiração. Não há deflúvio. E dessa forma, não há como poluir o solo ou o risco de algum microrganismo patógeno sair do sistema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um pré-requisito para o uso do TEvap é a separação da água servida na casa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apenas aquele efluente advindo dos sanitários deve ir para o Tanque. As demais, provenientes de pias e chuveiros, devem ir para outro sistema de tratamento, conforme recomendação da ABNT.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A introdução do conceito de separação na fonte da gestão dos esgotos municipais permite o adequado tratamento de diferentes tipos de efluentes de acordo com suas características. Esta é a chave de soluções técnicas para o reuso eficiente da água, energia e fertilizantes. A baixa diluição do efluente e separação na fonte é necessária para a obtenção de sistemas econômicos, assim como já feito em tratamento de esgotos industriais (OTTERPOHL, 2002).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre as vantagens de utilização de sistemas com plantas para tratamento de esgoto está a possibilidade de alta eficiência no tratamento, baixo custo, inclusive o custo de manutenção, que é mínimo, baixo consumo de energia, tolerância à variabilidade de carga, harmonia paisagística, a não utilização de produtos químicos, aplicação para polimento de efluentes de outros sistemas de tratamento e aplicação comunitária.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há alguns estudos já feitos também no Brasil, os quais comprovam a eficácia da técnica do Tanque de Evapotranspiração. Adriana Farina Galbiati defendeu a dissertação de mestrado sobre “Tratamento domiciliar de águas negras através de tanque de evapotranspiração”, 2009. A pesquisa elaborada pela estudante testou cinco tanques construídos no Distrito Federal. Conforme a dissertação de Galbiati, todos eles foram preenchidos com entulho de obras, brita, areia e solo, em camadas, variando a profundidade e o material de impermeabilização e da câmara de fermentação. Abaixo um desenho esquemático de um TEvap.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fYtln8FLrUU/Tfo5pFoUh7I/AAAAAAAAAXg/Qorlx3Mr8_s/s1600/fossa+1.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="163" src="http://4.bp.blogspot.com/-fYtln8FLrUU/Tfo5pFoUh7I/AAAAAAAAAXg/Qorlx3Mr8_s/s320/fossa+1.png" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRomanPS-ItalicMT;"&gt;Ilustração 1: Corte transversal de um sistema TEvap&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;﻿3 - ETAPAS DO TRATAMENTO&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.Fermentação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O efluente é decomposto pelo processo de fermentação (digestão anaeróbia) realizado pelas bactérias na câmara bio-séptica de pneus (neste caso) e nos espaços criados entre as pedras e tijolos colocados ao lado da câmara.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Segurança&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os microrganismos patógenos são enclausurados no sistema, porque não há como garantir sua eliminação completa. Isto é realizado visto que o Tanque é fechado, sem saídas. Ele necessita ter espaços livres para o volume total de água e resíduos humanos recebidos durante um dia sendo, portanto, construído com uma técnica que evite as infiltrações e vazamentos, com auxílio e acompanhamento de um engenheiro ou técnico responsável, para garantir que seja uma unidade estanque.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Capilaridade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como a água está presa no Tanque, ela se move por meio de capilaridade de baixo para cima e, com isso, depois de separada dos resíduos humanos, vai passando pelas camadas de brita, areia e solo, chegando até as raízes das plantas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Evapotranspiração&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É a partir desse processo que é possível o tratamento final da água, que só sai do sistema em forma de vapor, sem nenhum contaminante. A evapotranspiração é realizada pelas plantas, principalmente as de folhas largas, como caetés, copo-de-leite, etc. que, além disso, consomem os nutrientes em seu processo de crescimento, permitindo que a bacia não encha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os principais processos físicos, químicos e biológicos envolvidos no funcionamento do TEvap são precipitação e sedimentação de sólidos, degradação microbiana anaeróbia, decomposição aeróbia, movimentação da água por capilaridade e absorção de água e nutrientes pelas plantas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Avaliação do dimensionamento do sistema (GALBIATI, Adriana. 2009)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando que, em média, cada pessoa utilize o vaso sanitário cerca de 4 (quatro) vezes por dia e o volume de cada descarga varie entre 7 ℓ e 20 ℓ, dependendo do tipo de equipamento, pode-se estimar que o consumo de água médio por pessoa, relativo ao uso do vaso sanitário, varie entre 28 ℓ e 80 ℓ.d-1. Adotando-se como base para o cálculo uma caixa de descarga com capacidade para 8 ℓ, estima-se um consumo per capita de 32 ℓ.d-1. Pode-se então propor a seguinte equação para o cálculo de dimensionamento do sistema:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eq. (9)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-INfC1sCQWNM/Tfo-Wn7SgII/AAAAAAAAAXw/TneG4EBwgyQ/s1600/formula+fossa.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-INfC1sCQWNM/Tfo-Wn7SgII/AAAAAAAAAXw/TneG4EBwgyQ/s1600/formula+fossa.png" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="text-align: justify;"&gt;Onde:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A = área superficial do tanque, em m²;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;n = número médio de usuários do sistema;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qd = vazão diária por pessoa, em ℓ.d-1, de acordo com o tipo de descarga e o número de&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;utilizações por pessoa;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ktevap = coeficiente do tanque, adotado como 2,71, para as condições da realização da pesquisa (Galbiati, 2009);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ET0 = evapotranspiração de referência média do local, em mm.d-1;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;P = pluviosidade média do local, em mm.d-1;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ki = coeficiente de infiltração, variando de 0 a 1.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O valor de ktevap = 2,71 foi adotado para as condições da realização da pesquisa (Galbiati, 2009). Esse coeficiente pode variar de acordo com fatores como condições de insolação sobre o tanque e incidência de ventos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tabela 2: Construção do TEvap &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zfA1glFLjZk/Tfo6yM1aqCI/AAAAAAAAAXk/WbSNLC41qlg/s1600/tabela+fossa+1.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="http://1.bp.blogspot.com/-zfA1glFLjZk/Tfo6yM1aqCI/AAAAAAAAAXk/WbSNLC41qlg/s320/tabela+fossa+1.png" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="text-align: justify;"&gt;﻿ &lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="text-align: justify;"&gt; Análises qualitativas (GALBIATI, Adriana. 2009) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os resultados das análises físico-químicas do efluente do tanque foram comparados com os resultados obtidos por Rebouças et al. (2007) para amostras de água negra bruta, cada uma composta por 6 ℓ de água, papel higiênico, fezes e 250 mℓ de urina. Esses resultados são apresentados na tabela 3.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tabela 3: Resultados das análises físico-químicas do efluente do interior e da saída do TEvap, comparados com dados encontrados na bibliografia&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fDQlB_KLqwg/Tfo7Sdb1rLI/AAAAAAAAAXo/ujdbA_ntr5c/s1600/tabela+fossa+2.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="285" src="http://2.bp.blogspot.com/-fDQlB_KLqwg/Tfo7Sdb1rLI/AAAAAAAAAXo/ujdbA_ntr5c/s320/tabela+fossa+2.png" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A passagem do efluente pelas camadas de areia e solo permite uma boa remoção da turbidez e dos sólidos totais, isso pode ocorrer também por apresentar fluxo ascendente. Neste contexto pode-se afirmar o mesmo em relação aos níveis de DBO e&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DQO.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com análises feitas em 2008, expostas no estudo de Galbiati, as análises parasitológicas realizadas em junho do mesmo ano, apontaram a presença de parasitos intestinais nas amostras de fezes dos membros da família usuária do sistema, como Endolimax nana, Entamoeba coli. Em amostra do efluente de saída do tanque também foram encontrados alguns tipos de parasitos, bem como em amostra da fase líquida do interior do tanque e em amostra de lodo do fundo do tanque. Em amostra de solo retirada de local distante cerca de 3 metros do tanque, foi detectada a presença de Strongyloides stercoralis. Apesar disso, em quatro amostras de solo retiradas de dentro do tanque, à profundidades de até 10 cm, não foi detectada a presença de nenhum tipo de parasito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Observação importante:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para evitar extravasamentos, a parte superior do tanque deve ser abaulada, mais alta no centro, sendo acima do nível da borda, isso permite com que a água da chuva, se houver, possa escoar superficialmente, após a saturação da camada superficial do tanque. O tubo ladrão a ser instalado, deve ser posicionado a 10 cm abaixo da superfície do solo do tanque, para uma melhor eficácia no monitoramento do sistema.﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QbChfEIYTpk/Tfo79R12MJI/AAAAAAAAAXs/cOFH9XuDUO0/s1600/fossa+2.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://1.bp.blogspot.com/-QbChfEIYTpk/Tfo79R12MJI/AAAAAAAAAXs/cOFH9XuDUO0/s320/fossa+2.png" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRomanPS-ItalicMT;"&gt;Tabela 3: Estrutura física e camadas do Tanque de Evapotranspiração&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div align="center" style="text-align: justify;"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com depoimento dos usuários do estudo feito por Galbiati, apenas dois ( clique abaixo em "mais informações" para continuar lendo )&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;sistemas apresentaram extravasamento por ocasião de chuvas com formação de enxurradas. Isso ocorreu pela ausência de barreiras ao redor do TEvap, detalhe facilmente corrigível; e ainda foi observado que, mesmo em casos de subdimensionamento do sistema, o volume de efluentes extravasados do tanque é pequeno, se comparado ao volume que seria infiltrado no solo no uso de um sistema de fossa séptica e sumidouro. O que torna o sistema de extrema importância, já que os riscos de extravasamentos são mínimos, e quando os há, o volume é muito baixo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A eficácia do tanque é comprovada a partir do momento em que o efluente analisado no solo está isento de patogenicidades e ainda que o extravasamento do mesmo é quase inexistente. Ambas as características puderam ser observadas e constatadas com o estudo já feito, mostrando a viabilidade do sistema. Portanto é recomendável a implantação do tanque de evapotranspiração em residências rurais de forma a reduzir o impacto ambiental causado pelo lançamento de esgotos em córregos e rios.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Construindo um TEvap&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A - Orientação em relação ao sol&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como a evapotranspiração depende em grande parte da incidência do sol, o Tanque deve ser orientado para o norte (no hemisfério sul) e sem obstáculos, como árvores altas próximas ao tanque, tanto para não fazer sombra, como para permitir ventilação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;B - Dimensionamento&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pela prática, observa-se que 2 m³ de tanque para cada morador é o suficiente para que o sistema funcione sem extravasamentos. A forma de dimensionamento da bacia, como já mencionado, é largura de 2 m e profundidade de 1 m. O comprimento, então, é igual ao número de moradores da casa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;C - Tanque&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pode-se construir o tanque de diversas maneiras, mas visando a economia o método mais indicado de construção das paredes e do fundo é o ferro-cimento. Isso permite que as paredes fiquem mais leves, levando menor quantidade de material. O ferro-cimento é uma técnica de construção com grade de ferro e tela de “viveiro” - diâmetro de 15 mm - coberta com argamassa. A argamassa da parede deve ser de duas (2) partes de areia (lavada média) por uma (1) parte de cimento e a argamassa do piso deve ser de três (3) partes de areia (lavada) por uma (1) parte de cimento, com espessura de 2 cm . Pode-se usar uma camada de concreto sob (embaixo) o piso, caso o solo não seja muito firme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;D - Câmara anaeróbia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de pronto o tanque e assegurada a sua impermeabilidade vem a construção da câmara fazendo o uso de pneus usados e entulho de obra. A câmara é composta do duto de pneus e de tijolos inteiros alinhados ou cacos de tijolos, telhas e pedras, colocados até a altura dos pneus. Isto cria um ambiente com espaço livre para a água e beneficia a proliferação de bactérias que quebrarão os sólidos em moléculas de nutrientes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E - Tubo de inspeção e camadas porosas de materiais&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deve-se afixar o tubo de inspeção (100 mm de diâmetro), penetrando a câmara de pneus. São colocadas também as camadas de brita (10 cm), areia ( 10 cm) e solo ( 35 cm) até o limite superior do tanque. Procura-se utilizar um solo rico em matéria orgânica e de aspecto mais arenoso que argiloso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;F - Proteção e tubo de extravasamento&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como o tanque não tem tampa, para evitar o alagamento pela chuva, a superfície do solo do tanque deve ser abaulada, mais alta no centro, acima do nível da borda, coberto com palhas; todas as folhas que caem das plantas e as aparas de gramas e podas são colocadas sobre o tanque para formar um colchão por onde a água da chuva escorre parra fora do sistema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para evitar o escoamento superficial da água da chuva para dentro do sistema, é aberta uma vala ao redor do tanque, com 25 cm de largura e 15 cm de profundidade ou é colocada uma borda (cerca de 10 cm de altura) de tijolos ou blocos de concreto ao redor do TEvap para que esta fique mais alta que o nível do terreno; impedindo que a água proveniente do terreno escorra para o interior do tanque.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tubo ladrão deve ser posicionado 10 cm abaixo da superfície do solo do tanque.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;G - Plantio&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas espécies recomendadas para introdução no TEvap são: ornamentais como copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica); maria-sem-vergonha (Impatiens walleriana); lírio-do-brejo (Hedychium coronarium); caeté banana (Heliconia spp.) e junco (Zizanopsis bonariensis) (Venturi, 2004; Mandai, 2006).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;LEMBRETES:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 - O tanque de evapotranspiração deve ser construído em ferro-cimento, sobre uma trincheira feita no solo, com fundo nivelado, nas dimensões de 1m de profundidade, 2m de largura e comprimento variável - 1 m por pessoa - (2 m3 por pessoa)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 - Deve-se chapiscar a parte interna do tanque, logo após deve ser colocada uma tela ao longo da cava e fazer o reboco (2cm) sobre a mesma. Uma câmara formada pelo alinhamento de pneus usados é posicionada longitudinalmente ao fundo do tanque, sem nenhum tipo de rejunte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 - A tubulação de entrada de esgoto é posicionada para dentro dessa câmara. Ao redor da mesma, será colocada uma camada de aproximadamente 45 cm de entulho cerâmico, cobrindo todo o fundo do tanque. Acima, devem ser colocadas camadas com as seguintes espessuras: 10 cm de brita, 10 cm de areia e 35 cm de solo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4 - Na saída do tanque será colocado um tubo de drenagem de 50 mm de diâmetro, 10 cm abaixo da superfície do solo, para o caso de eventuais extravasamentos do tanque.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5 - Deverá ser instalado um piezômetro (tubo de visita), feito com tubo de PVC de 100 mm de diâmetro, com acesso ao túnel de pneus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6 - Uma vala será aberta, ao redor do tanque, com 25 cm de largura e 15 cm de profundidade ou a borda do tanque será estendida a cerca de 10 cm acima da superfície do solo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7 - Na superfície, deverão ser plantadas ornamentais como copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica); maria-sem-vergonha (Impatiens walleriana); lírio-do-brejo (Hedychium coronarium); caeté banana (Heliconia spp.), junco (Zizanopsis bonariensis) e beri (diversas espécies do gênero Canna).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-8945006614965707116?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m--c7RtIHlLHYz-5t6Alp6saa9Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m--c7RtIHlLHYz-5t6Alp6saa9Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m--c7RtIHlLHYz-5t6Alp6saa9Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m--c7RtIHlLHYz-5t6Alp6saa9Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/MTZOOxHzGqw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/8945006614965707116/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/06/tanque-de-evapotranspiracao-para-o.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/8945006614965707116?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/8945006614965707116?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/MTZOOxHzGqw/tanque-de-evapotranspiracao-para-o.html" title="TANQUE DE EVAPOTRANSPIRAÇÃO PARA O TRATAMENTO DE EFLUENTES DO VASO SANITÁRIO DOMICILIAR" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-fYtln8FLrUU/Tfo5pFoUh7I/AAAAAAAAAXg/Qorlx3Mr8_s/s72-c/fossa+1.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/06/tanque-de-evapotranspiracao-para-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08BQHgycCp7ImA9WhZbEkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-6762625706608971321</id><published>2011-06-16T09:08:00.000-07:00</published><updated>2011-06-16T09:30:51.698-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-16T09:30:51.698-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Legislação Ambiental" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alteração da lei" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Código Florestal" /><title>Cartilha sobre a alteração do Código Florestal</title><content type="html">Extraído do BLOG: &lt;a href="http://felipegaspari.blogspot.com/"&gt;http://felipegaspari.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://felipegaspari.blogspot.com/2011/02/codigo-florestal.html?spref=bl"&gt;MAIS QUE NADA: Código Florestal&lt;/a&gt;: &lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O coletivo de organizações não-governamentais ambientalistas SOS Florestas lançou esta semana em janeiro de 2011 a cartilha Código Florestal: Entenda o que está em jogo com a reforma de nossa legislação ambiental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A legislação ambiental brasileira é considerada uma das mais completas do mundo e um dos seus principais pilares é o Código Florestal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, após as eleições, a discussão volta à tona até a votação. Pra quem se interessa pelo assunto essa é uma boa ferramenta para entender o assunto e se posicionar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Baixe a cartilha &lt;a href="http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/cartilha_codigoflorestal_20012011.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/cartilha_codigoflorestal_20012011.pdf"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-Pc2gOwVNQtc/TforaeHSK0I/AAAAAAAAAXc/aF3jSg7pg2A/s1600/cartilha_codigoflorestal_20012011_capa_33732.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;" Para entender a polêmica gerada em torno do Código Florestal, é preciso voltar no tempo e recapitular como se deu o processo de ocupação do solo no nosso país. Desde a chegada dos colonizadores ao Brasil, a natureza era vista como uma fonte de recursos sem fim e as florestas não passavam de “obstáculos” que impediam o avanço do desenvolvimento. Essa visão permanece até hoje em algumas regiões do país: é mais barato queimar, degradar e procurar outra área do que ficar e cuidar da terra e investir no aumento da produtividade."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-6762625706608971321?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ydeB_MtxXSapd7p4BPyJL9O5Gys/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ydeB_MtxXSapd7p4BPyJL9O5Gys/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ydeB_MtxXSapd7p4BPyJL9O5Gys/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ydeB_MtxXSapd7p4BPyJL9O5Gys/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/vPF10Rh1CFI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://felipegaspari.blogspot.com/2011/02/codigo-florestal.html?spref=bl" title="Cartilha sobre a alteração do Código Florestal" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/6762625706608971321/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/06/mais-que-nada-codigo-florestal.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/6762625706608971321?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/6762625706608971321?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/vPF10Rh1CFI/mais-que-nada-codigo-florestal.html" title="Cartilha sobre a alteração do Código Florestal" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-Pc2gOwVNQtc/TforaeHSK0I/AAAAAAAAAXc/aF3jSg7pg2A/s72-c/cartilha_codigoflorestal_20012011_capa_33732.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/06/mais-que-nada-codigo-florestal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EHSHY8cCp7ImA9WhZWEE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-388416393625548272</id><published>2011-05-10T08:00:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T08:00:39.878-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-10T08:00:39.878-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="APP" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reserva Legal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mata atlântica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alteração da lei" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Código Florestal" /><title>Miriam Leitão e a sombra da vara torta</title><content type="html">Miriam Leitão e a sombra da vara torta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZAPFAdrc-DM/TclS0dgpQ3I/AAAAAAAAAXA/jNNl-LKEmHE/s1600/aldo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZAPFAdrc-DM/TclS0dgpQ3I/AAAAAAAAAXA/jNNl-LKEmHE/s1600/aldo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Aldo Rebelo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em dois artigos recentes, a jornalista Miriam Leitão voltou ao tema do Código Florestal: acusou o debate de medíocre, talvez olhando no espelho as colunas que escreve, repetiu ataques pessoais ao relator e lançou as ameaças do apocalipse caso a legislação atual seja tocada. Nenhuma palavra sobre o fato de um decreto presidencial manter suspensa parte da legislação em vigor e as multas decorrentes dela, exatamente em razão dessas normas deixarem fora da lei quase 100% dos pequenos e médios agricultores do País.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Miriam Leitão sabe que a essência desse debate não se situa em torno de Reserva Legal e metragens de proteção de rios, e que seus amigos do Greenpeace estão se lixando para essa questão no resto do mundo. Estão preocupados com baleias na Argentina ou golfinhos em algum oceano do planeta. Os temas da Reserva Legal e Área de Preservação Permanente sequer são encontrados nos parlamentos ou na mídia dos países que financiam e acolhem as ONGs internacionais que aqui atuam com a desenvoltura que não se conhece por lá.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Área consolidada – Se pesquisasse minimamente, a colunista não diria que o projeto de reforma do Código Florestal “criou a figura da “área rural consolidada”, uma expressão traduzida da inglesa “consolidated area” e que se tornou uma categoria do urbanismo e das ciências do meio ambiente para nomear zonas urbanas ou rurais já ocupadas intensamente pelo homem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pequenos x grandes – Ao negar que o projeto privilegia os pequenos proprietários (4,3 milhões em um universo de 5,2 milhões), a colunista ignora que só a eles se destina a isenção de recuperação da Reserva Legal, que permanecerá a existente na propriedade até 2008. Aos pequenos, a exigência de Reserva Legal nos termos atuais, significa custo incompatível com sua renda e brutal confisco da terra já minúscula que utilizam para a sobrevivência e produção de alimentos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Anistia – Quando pergunta se “é a lei que joga na ilegalidade ou quem desrespeita a lei que entra na ilegalidade?”, a resposta deve ser dada pelo conselheiro Acácio: qualquer lei com efeito retroativo joga na ilegalidade quem agia dentro da lei. Todos sabem, ou deveriam saber, que não há crime sem lei anterior que o defina. A minha proposta não anistia crimes ambientais como diz Miriam Leitão, apenas copia o decreto em vigor que suspende multas até a regularização das propriedades. É bom insistir que a lei trata como “criminosos” todos aqueles que estavam na legalidade e que dela foram retirados por portarias, medidas provisórias e resoluções do Conama.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Definições técnicas – A colunista ironiza a linguagem técnica das definições utilizadas no projeto. Não sabe que é da boa técnica legislativa descrever os institutos de forma inequívoca, sem permitir ambiguidades. Daí a lei ter de fixar com exatidão o que é Reserva Legal, APP, Restinga, Vereda, para que, neste último caso, por exemplo, um colunista açodado não confunda uma fitofisionomia específica com um bolero mexicano nem com várzea de rio, acepção que também encerra em algumas regiões do País. “Ainda bem que li Guimarães Rosa, senão jamais saberia o que é uma vereda,” diz a colunista. Se leu Sagarana, deveria saber que “sapo não pula por boniteza, mas porém por precisão.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Interesse social – Em ato falho, a colunista repudia a inclusão da “produção de alimentos” no instituto do “interesse social”. Se a produção de feijão, arroz, milho, mandioca, trigo, soja, carne, hortifrutigranjeiros não for de interesse social, o que será? Interesse social é boicotar a segurança alimentar do povo brasileiro? É importar feijão-preto da Argentina, arroz da Ásia, mandioca da Nigéria? Interesse social seria obrigar um severino do Nordeste, onde metade das propriedades têm menos de cinco hectares, a destinar boa fatia de seus sete palmos de terra à proteção de um riacho que escorre na chuva, quando chove, e some na estiagem? Interesse social é fazer uma lei linear para todos os diferentes biomas do território nacional e impor que as propriedades de cinco hectares sigam as mesmas exigências das que têm 10.000 hectares?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faço tais considerações em atenção aos leitores, pois, nesse assunto de veredas, sei muito bem que tortuosidade natural não se corrige. É preciso reconhecer que as ideias de Miriam Leitão têm lastro em grandes intelectuais como Thomas Malthus, aquele que achava que não havia lugar para os pobres no banquete da natureza. Foi duramente atacado por Marx que qualificou a ideia do monge inglês de “libelo contra a raça humana”; e ironizado por Engels que escreveu que para Malthus o mundo já estaria superpovoado quando tinha um único habitante. O Clube de Roma, uma ONG de magnatas do primeiro mundo retomou a teoria segundo a qual a natureza já estava esgotada por eles e que os pobres passassem a poupar energia. A mesma coisa proclama Al Gore no panfleto A Terra em Balanço. Não discutem o consumo conspícuo das nações ricas, mas o direito dos pobres a almoçar, jantar e cear.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Presto esses esclarecimentos sem a ilusão de mudar os conceitos de Miriam Leitão, pois no caso sigo o provérbio português, ao nos ensinar que “não se endireita a sombra da vara torta”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Aldo Rebelo é deputado federal (PCdoB-SP), relator do Código Florestal, presidiu a Câmara dos Deputados e foi Ministro de Relações Institucionais no governo Lula&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-388416393625548272?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eCMLRTbl-eea1x3v0riEVYVQ46I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eCMLRTbl-eea1x3v0riEVYVQ46I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eCMLRTbl-eea1x3v0riEVYVQ46I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eCMLRTbl-eea1x3v0riEVYVQ46I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/ErfOC4psl3c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/388416393625548272/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/05/miriam-leitao-e-sombra-da-vara-torta.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/388416393625548272?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/388416393625548272?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/ErfOC4psl3c/miriam-leitao-e-sombra-da-vara-torta.html" title="Miriam Leitão e a sombra da vara torta" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-ZAPFAdrc-DM/TclS0dgpQ3I/AAAAAAAAAXA/jNNl-LKEmHE/s72-c/aldo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/05/miriam-leitao-e-sombra-da-vara-torta.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE8DSXY_cSp7ImA9WhZQF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-4276662419799830721</id><published>2011-04-25T13:21:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T13:21:18.849-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-25T13:21:18.849-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="prêmio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto" /><title>Abertas inscrições para prêmios socioambientais</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PATRÍCIA TRUDES DA VEIGA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;EDITORA DE SUPLEMENTOS &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com mais benefícios a finalistas e vencedores, estão abertas até 1º de maio as inscrições para o 7º Prêmio Empreendedor Social e o 3º Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os concursos buscam líderes sociais que atuam de forma inovadora, sustentável e com forte impacto na sociedade e em políticas públicas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ilustração de Orlando Pedroso &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ohxB_aU1agk/TbXXJ8lF1ZI/AAAAAAAAAWw/KpB8LHh94e8/s1600/11070914.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" i8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-ohxB_aU1agk/TbXXJ8lF1ZI/AAAAAAAAAWw/KpB8LHh94e8/s320/11070914.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste ano, além de reconhecimento na mídia e em evento que reunirá lideranças acadêmicas, empresariais, públicas e sociais, todos os finalistas terão acesso a benefícios para aprimorar sua formação e a gestão da organização. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vencedor do Empreendedor Social 2011 receberá uma auditoria independente e integrará a rede mundial de Empreendedores Sociais de Destaque da Fundação Schwab, parceira da Folha nesse prêmio, que é realizado em todos os continentes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também será convidado a participar, com despesas pagas, da reunião do Fórum Econômico Mundial para a América Latina em 2012 e, dependendo do perfil, da Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, em 2013. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Nos fóruns, há uma troca de know-how entre empreendedores sociais e lideranças empresariais, políticas e de mídia, com o objetivo de catalisar mudanças sociais em larga escala", explica Mirjam Schoening, diretora da Fundação Schwab. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já o vencedor do Empreendedor Social de Futuro receberá uma bolsa no MBA de Negócios Sustentáveis em 2012, além de uma consultoria de gestão. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Com isso, a Folha reafirma seu papel pioneiro de investigar, descobrir e divulgar iniciativas que merecem ser amplamente conhecidas", afirma o editor-executivo, Sérgio Dávila. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os prêmios sociais são patrocinados pela Ernst &amp;amp; Young Terco e têm apoio estratégico de Artemisia; Ceats (Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor); Iats (Instituto de Administração para o Terceiro Setor); Figueiredo Lopes, Golfieri, Reicher, Storto Advogados; Gesc (Gestão para Organizações da Sociedade Civil); Neurônio; sitawi e The Hub. Outros apoiadores são ABCR (Associação Brasileira de Captadores de Recursos), CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), Ethos, Folha.com, Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas), ONG Brasil, P&amp;amp;B, Planeta Voluntários, Sator e UOL. &lt;/div&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/887429-abertas-inscricoes-para-premios-socioambientais.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/887429-abertas-inscricoes-para-premios-socioambientais.shtml&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-4276662419799830721?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nx6zFZN_3ofDsbOYBQk7cW_0Ldw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nx6zFZN_3ofDsbOYBQk7cW_0Ldw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nx6zFZN_3ofDsbOYBQk7cW_0Ldw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nx6zFZN_3ofDsbOYBQk7cW_0Ldw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/QPrloIC7EPY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/887429-abertas-inscricoes-para-premios-socioambientais.shtml" title="Abertas inscrições para prêmios socioambientais" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/4276662419799830721/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/abertas-inscricoes-para-premios.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/4276662419799830721?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/4276662419799830721?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/QPrloIC7EPY/abertas-inscricoes-para-premios.html" title="Abertas inscrições para prêmios socioambientais" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-ohxB_aU1agk/TbXXJ8lF1ZI/AAAAAAAAAWw/KpB8LHh94e8/s72-c/11070914.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/abertas-inscricoes-para-premios.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QMQ3s6cCp7ImA9WhZQF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-8254598240258405868</id><published>2011-04-25T12:12:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T12:23:02.518-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-25T12:23:02.518-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="APP" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Legislação Ambiental" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reserva Legal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alteração da lei" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Código Florestal" /><title>Miriam Leitão: Por que mentir? (Mensagem de Aldo Rebelo)</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Tentando fazer este blog um espaço de discussão e sempre procurando colocar opiniões contraditórias que enriquecem o debate, estou reproduzindo carta do Deputado Aldo Rebelo, publicado no blog conversa afiada, em que o Deputado do PCdoB contesta as informações da Jornalista Míriam Leitão contida no Artigo " O Código do Erro" públicado no O Globo que também reproduzi neste blog.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conversa Afiada reproduz e-mail que recebeu da assessoria do deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prezado Paulo Henrique,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tendo em vista que seu blogue é um espaço democrático e recebe um número expressivo de visitas diárias, gostaríamos de solicitar a publicação da resposta do deputado Aldo Rebelo à jornalista Miriam Leitão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Grata,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adriana Fortes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assessora de Imprensa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deputado Federal Aldo Rebelo (PCdoB/SP)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7SCjfsOvjo0/TbXI5Uo5_wI/AAAAAAAAAWs/YKPEq8_psbY/s1600/aldo-rebelo-e-miriam-leitao1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="140" i8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-7SCjfsOvjo0/TbXI5Uo5_wI/AAAAAAAAAWs/YKPEq8_psbY/s320/aldo-rebelo-e-miriam-leitao1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Miriam Leitão: Por que mentir?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aldo Rebelo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O artigo “Código do Erro”, assinado por Miriam Leitão, expressa a pilhéria de Charles Dana de que o “jornalista separa o joio do trigo, e publica o joio”. Miriam é tida como jornalista bem informada mas seu texto sobre o Código Florestal é uma sucessão de inverdades e erros carregados de má-fé e piores intenções.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Produtividade inativa – Miriam Leitão fala de “61 mil hectares de área já desmatada de alta e média produtividade agrícola e que não está sendo usada”, quando deveria dizer 61 milhões, erro que pode ser atribuído, talvez, ao desconhecimento da jornalista sobre o valor do hectare (10.000 m²). Aguardo com ansiedade o suposto estudo de “especialistas da USP” que vai nos revelar essa medida cabalística de produtividade em terra inativa…Espero que tal eldorado verde não sejam, obviamente, pastagens degradadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caricatura e realidade – A possibilidade de um brasileiro ser preso por tirar uma minhoca da terra está prevista na lei n.º 9.605, de 1998 e no decreto n.º 6.514, de 2008. O que Miriam chama de caricatura em minhas citações é uma fotografia da realidade: o lavrador Josias Francisco dos Anjos foi cercado a tiros pela Polícia Florestal e preso por raspar a casca de uma árvore medicinal na beira do córrego Pindaíba, em Planaltina, perto de Brasília. Josias usava raspas do caule para fazer chá para sua mulher vítima da doença de Chagas. Foi algemado e encarcerado na delegacia. Por essa e outras, o jurista e ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr. classificou a lei ambiental do Brasil como “um desastre. É a legislação mais envergonhante do Direito brasileiro. Eu a chamei de a lei hedionda dos crimes ambientais´”. E deu um exemplo tão burlesco quanto perturbador: “Se você escorrega e amassa a begônia do jardim do vizinho é crime.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudanças alopradas na lei – O Código Florestal não tem 50 anos. Foi promulgado há 77, em 1934, reformado em 1965 e sucessivamente adulterado por decretos, leis, medidas provisórias, portarias, resoluções da burocracia ambientalista encastelada no Estado. Boa parte dos produtores rurais foi posta na ilegalidade por supostos crimes cometidos antes da tipificação. A reserva legal de 80% na zona de floresta da Amazônia, por exemplo, é de 2000, mas antes disso o próprio Estado incentivava o pequeno lavrador que ele próprio levava como colono a derrubar a mata para ter direito ao lote e acesso a crédito. Com a mudança na lei, virou delinquente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Audiências pluralistas – Soa como insulto desqualificar as 64 audiências públicas que realizamos. Foram ouvidas todas as correntes de opinião. Grupos como o Greenpeace foram a quase todas e falaram à vontade. Aliás, em matéria de pluralismo, o artigo de Miriam Leitão é um caso acabado de uniopinião: ouviu um pesquisador do Imazon, contra meu projeto, evidentemente. Tal ONG é financiada por organizações como Fundação Ford, WWF-Usaid, Banco Mundial e Comissão Européia/Joint Research Center. Daí minha insistência em apontar a relação comercial e geopolítica entre essas entidades e os interesses econômicos que movem os Estados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O papel dos militares – Não me cabe convencer a ninguém de que a versão do código de 1965 correspondeu a uma “obsessão radical do governo militar”. A reforma do Código de 1934, que gerou a lei n.º 4.771, de 15 de setembro de 1965, não foi uma iniciativa dos militares, mas da presidência democrática de João Goulart. Com base em propostas formuladas desde 1950, o governo do primeiro-ministro Tancredo Neves encaminhou o projeto ao Congresso em 1962. Para a aprovação da lei em 1965, não havia, naturalmente, conluio entre caserna e ONGs, que são um produto contemporâneo da globalização e do neoliberalismo com a pretensão de ao menos influir nas decisões dos Estados nacionais. Para os militares, a pior poluição era pobreza, e daí se inferem suas preocupações ambientais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terra não é problema – Não defendo o desmatamento de terras virgens para uso da agropecuária. A Confederação Nacional da Agricultura é que diz defender o “desmatamento zero”, com o que não concordo completamente, pois há Estados do Nordeste com porções de Cerrado que podem ser exploradas de forma sustentável para a produção de alimentos. Fixei em meu projeto uma moratória de cinco anos, que corresponderia ao período estabelecido para a regularização das propriedades postas fora da lei. Mas há pressões, até do Executivo, para que esta salvaguarda seja retirada. O problema é impedir o agricultor de usar a terra que tem e está diminuindo. Os censos do IBGE registram que entre 1996 e 2006 foram expropriados da agropecuária 23,7 milhões de hectares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Anistia é para erro – Quando a redatora afirma que “o erro principal da mudança do Código Florestal é se basear na tese de que é preciso anistiar o que foi feito errado” segue o padrão de não saber o que diz. À situação dos agricultores aplica-se o chiste do Barão de Itararé: “Anistia é um ato pelo qual os governos resolvem perdoar generosamente as injustiças e os crimes que eles mesmos cometeram.” Ademais, meu projeto não inventou anistia alguma. Ela foi concebida e concedida pelo governo do presidente Lula e seu ministro ambientalista Carlos Minc, pelo decreto n.º 7029, de 10 de dezembro de 2009, promulgado sem nenhum debate.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Massacre dos 5 ha – Metade das propriedades do nordeste tem até 5 hectares, e apenas 0,6% da área com APP e Reserva Legal. Miriam e seus aliados querem confiscar 20% desse espaço para Reserva Legal e se um riachinho cruzar a propriedade (30 metros de mata ciliar de cada lado) mais 60% da área. Ao infeliz restaria quase nada para cultivar e sobreviver. Comigo, não, senhora jornalista.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-8254598240258405868?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xp83WfWqoS9j_LIPgy2736X1i8U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xp83WfWqoS9j_LIPgy2736X1i8U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xp83WfWqoS9j_LIPgy2736X1i8U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xp83WfWqoS9j_LIPgy2736X1i8U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/8A010Notnqw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/8254598240258405868/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/miriam-leitao-por-que-mentir-mensagem.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/8254598240258405868?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/8254598240258405868?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/8A010Notnqw/miriam-leitao-por-que-mentir-mensagem.html" title="Miriam Leitão: Por que mentir? (Mensagem de Aldo Rebelo)" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-7SCjfsOvjo0/TbXI5Uo5_wI/AAAAAAAAAWs/YKPEq8_psbY/s72-c/aldo-rebelo-e-miriam-leitao1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/miriam-leitao-por-que-mentir-mensagem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0cDQXo_cSp7ImA9WhZQE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-1045633052383452263</id><published>2011-04-20T11:39:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T11:44:30.449-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-20T11:44:30.449-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="financiamento" /><title>Projetos Sociais</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Viver de forma sustentável não é se privar de consumir, mas sim saber fazê-lo. Muitas ONG's e Instituições convencionaram medir o impacto do consumo através da "pegada ecológica', que pode ser de um país inteiro, de uma cidade ou apenas de uma pessoa. Ela corresponde ao tamanho das áreas produtivas de terra e de mar, necessárias para gerar produtos, bens e serviços que sustentam seus estilos de vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além da consciência de consumo, é preciso também agir socialmente; seja diretamente ou apoiando projetos que buscam promover a inclusão social, a educação, a saúde e a cultura nas comunidades onde vivemos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É assim que o ISIS pensa, é assim que o ISIS age.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira ação social a receber recursos do ISIS, em janeiro de 2011, será o Projeto Querubins. E a cada quatro meses, uma nova ação/projeto social será escolhida por você para receber esses recursos. Além de indicar o projeto, você poderá ser nomeado Embaixador ISIS para acompanhar a destinação dos recursos. Conhecer é o primeiro passo para se conscientizar. Participar, o próximo passo. Fique sempre atento ao site ISIS Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;INSCRIÇÃO DE PROJETOS &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;-&amp;nbsp; até 20/05/2011&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;VOTAÇÃO - de 01/06 a 30/06/2011&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;-&amp;nbsp; 01/07/2011&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;PERÍODO DE APOIO&amp;nbsp; -&amp;nbsp; de 01/07 a 31/12/2011 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Participe. Indique um projeto social com as seguintes informações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome e resumo do projeto&lt;br /&gt;
Cidade onde acontece&lt;br /&gt;
Nº de pessoas atendidas&lt;br /&gt;
Benefícios propostos&lt;br /&gt;
Descritivo das ações desenvolvidas&lt;br /&gt;
Orçamento aproximado&lt;br /&gt;
Período de realização&lt;br /&gt;
Dados completos do supervisor do projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Envie um e-mail para: &lt;a href="mailto:acaosocial@4agents.com.br"&gt;acaosocial@4agents.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.isisbrasil.com.br/isis-projetossociais.htm"&gt;http://www.isisbrasil.com.br/isis-projetossociais.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-1045633052383452263?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cjL5ljEOWt_00HC1RFbu21nfk6Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cjL5ljEOWt_00HC1RFbu21nfk6Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cjL5ljEOWt_00HC1RFbu21nfk6Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cjL5ljEOWt_00HC1RFbu21nfk6Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/3rxTG7GWbj0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.isisbrasil.com.br/isis-projetossociais.htm" title="Projetos Sociais" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/1045633052383452263/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/projetos-sociais.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/1045633052383452263?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/1045633052383452263?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/3rxTG7GWbj0/projetos-sociais.html" title="Projetos Sociais" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/projetos-sociais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUEHRH45cSp7ImA9WhZQE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-2354759073383252861</id><published>2011-04-20T11:20:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T11:20:35.029-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-20T11:20:35.029-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="juventude" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="prêmio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="financiamento" /><title>Abertas as inscrições do Prêmio Itaú-Unicef</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As inscrições para a 9ª edição do Prêmio Itaú-Unicef estão abertas até 31 de maio de 2011. A avaliação dos projetos será realizada por região, em oito pólos: São Paulo (Região Metropolitana e litoral do estado de São Paulo), Ribeirão Preto (interior do estado de São Paulo), Belo Horizonte (Minas Gerais), Goiânia (Região Centro-Oeste), Belém (Região Norte), Curitiba (Região Sul), Fortaleza (Região Nordeste) e Rio de Janeiro (estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada organização não-governamental pode inscrever um ou mais projetos de ações socioeducativas com crianças, adolescentes e jovens em condições de vulnerabilidade socioeconômica, de 6 a 18 anos. A ficha de inscrição contém perguntas sobre a gestão política, financeira e técnica das instituições, além das questões específicas sobre os projetos. A análise das respostas será fundamentada num conjunto de indicadores que possibilitarão avaliar as ações socioeducativas oferecidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O processo seletivo dos projetos inscritos será dividido em seis etapas. A primeira vai verificar a estrita compatibilidade das organizações e seus respectivos projetos com o regulamento do prêmio. Em seguida, as ONGs serão agrupadas regionalmente e por porte financeiro: micro, pequeno, médio e grande. Essa divisão em categorias possibilita uma avaliação mais equânime.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na fase seguinte, será efetuada uma seleção regionalizada de até 160 projetos semifinalistas em todo o país, até 20 por regional e cinco de cada porte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na próxima etapa, a ser realizada em outubro, após reavaliação de profissionais dos comitês técnicos regionais, serão indicados até 32 projetos finalistas, um de cada porte por regional. Esses finalistas, após receberem visita técnica, serão considerados vencedores regionais e cada um receberá R$ 20 mil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na etapa final, as organizações responsáveis pelos quatro projetos vencedores nacionais receberão mais R$ 80 mil cada. Haverá ainda um grande vencedor, cujo valor do prêmio é R$ 180 mil. A premiação nacional será realizada em novembro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis nas agências do Banco Itaú, nos escritórios do Unicef e no site &lt;a href="http://www.premioitauunicef.org.br./"&gt;http://www.premioitauunicef.org.br./&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://www.educacaoeparticipacao.org.br/"&gt;http://www.educacaoeparticipacao.org.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-2354759073383252861?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F-2Dc1s28s77_aIJkqGsOEyDfxE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F-2Dc1s28s77_aIJkqGsOEyDfxE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F-2Dc1s28s77_aIJkqGsOEyDfxE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F-2Dc1s28s77_aIJkqGsOEyDfxE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/8NsuCUtutu4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/2354759073383252861/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/abertas-as-inscricoes-do-premio-itau.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/2354759073383252861?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/2354759073383252861?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/8NsuCUtutu4/abertas-as-inscricoes-do-premio-itau.html" title="Abertas as inscrições do Prêmio Itaú-Unicef" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/abertas-as-inscricoes-do-premio-itau.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUcNQ3c4fSp7ImA9WhZQE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-7751928709375703747</id><published>2011-04-20T11:06:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T11:11:32.935-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-20T11:11:32.935-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mata atlântica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alteração da lei" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Código Florestal" /><title>SOS FLORESTAS - O Código Florestal Em Perigo</title><content type="html">&lt;a href="http://www.sosflorestas.com.br/o_que_fazer.php"&gt;SOS FLORESTAS - O Código Florestal Em Perigo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/p_3tXpu1-IM/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/p_3tXpu1-IM&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/p_3tXpu1-IM&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;AJA AGORA!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diga não ao desmatamento e à anistia a quem desmatou ilegalmente&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A campanha SOS Florestas é parceira do Avaaz na mobilização em defesa das matas brasileiras. Aqui você encontra o texto de uma nova petição, endereçada aos deputados, para que não aprovem propostas que signifiquem a destruição de áreas ambientais importantes e em defesa de alternativas que possam conciliar produção e conservação rumo ao desenvolvimento sustentável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.avaaz.org/po/peticao_codigo_florestal/?sos"&gt;Junte-se a nós e envie sua petição&lt;/a&gt; aos parlamentares dizendo o que você espera deles.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-7751928709375703747?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0EDbVAGGEshvEqfIbAm_DbRQ1aI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0EDbVAGGEshvEqfIbAm_DbRQ1aI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0EDbVAGGEshvEqfIbAm_DbRQ1aI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0EDbVAGGEshvEqfIbAm_DbRQ1aI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/-ERyoaQ-TT4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.sosflorestas.com.br/o_que_fazer.php" title="SOS FLORESTAS - O Código Florestal Em Perigo" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/7751928709375703747/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/sos-florestas-o-codigo-florestal-em.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/7751928709375703747?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/7751928709375703747?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/-ERyoaQ-TT4/sos-florestas-o-codigo-florestal-em.html" title="SOS FLORESTAS - O Código Florestal Em Perigo" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/sos-florestas-o-codigo-florestal-em.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQHQ3o4eSp7ImA9WhZQE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-1591881666510775965</id><published>2011-04-20T09:52:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T09:52:12.431-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-20T09:52:12.431-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="infância" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="juventude" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="financiamento" /><title>CESE lança chamada de projetos para Infância e Juventude</title><content type="html">CESE lança chamada de projetos para Infância e Juventude &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(14/04/2011) &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kOupOg9Cgnc/Ta8NwY89H3I/AAAAAAAAAWo/G8mAkgsgaR4/s1600/imagem%252520chamada%252520de%252520projetos2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" i8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-kOupOg9Cgnc/Ta8NwY89H3I/AAAAAAAAAWo/G8mAkgsgaR4/s320/imagem%252520chamada%252520de%252520projetos2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As propostas podem ser enviadas entre 15 de abril e 15 de maio de 2011.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A CESE – Coordenadoria Ecumênica de Serviço abre nesta sexta-feira, dia 15 de abril, o edital Mobilizando Recursos Locais. Trata-se de uma chamada para recebimento de projetos que tenham como objetivo beneficiar direta ou indiretamente jovens, adolescentes ou crianças de qualquer região do país. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Edital faz parte do programa CESE Ação para Crianças, que existe desde 2007. Ao total já foram beneficiados mais de 20 mil crianças e adolescentes, totalizando cerca de R$ 425 mil enviados aos projetos aprovados. Em 2011 o foco da seleção será projetos cujos resultados incidam na melhoria de qualidade de vida de jovens, crianças e adolescentes mais vulneráveis, especialmente iniciativas voltadas para combate à violência, geração de renda, preservação ambiental, educação, cultura, lazer, saúde, segurança alimentar e nutricional, acesso à água, habitação e meio ambiente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para se inscrever a instituição ou grupo de voluntários além de ter um projeto social deve propor uma mobilização junto à comunidade para a arrecadação de verbas para a execução do projeto, como bingos beneficentes, rifas, bazares, jantares etc. A proposta da CESE é dobrar os recursos levantados nesta mobilização, sendo R$ 8 mil o valor máximo de cada projeto (R$ 4 mil do grupo e R$ 4 mil da CESE). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este apoio com Dupla Participação visa estimular a solidariedade e as iniciativas de auto-sustentação das organizações populares através da mobilização de recursos locais. As ações apoiadas nesta Chamada receberão orientações da CESE para a realização das ações de mobilização, bem como para a execução do projeto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cese.org.br/index.php?prefixo=det&amp;amp;menu=banner&amp;amp;id=28"&gt;Saiba mais sobre o edital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cese.org.br/admin/fckupload/files/Roteiro%20para%20elaboracao%20de%20projetos%20-%20APC-atualizado2.doc"&gt;Acesse o formulário&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o preenchimento envie por e-mail para: &lt;a href="mailto:chamada@cese.org.br"&gt;chamada@cese.org.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-1591881666510775965?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vLa2MK_yJLUBoqnpK9-GLd6uplg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vLa2MK_yJLUBoqnpK9-GLd6uplg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vLa2MK_yJLUBoqnpK9-GLd6uplg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vLa2MK_yJLUBoqnpK9-GLd6uplg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/1WTA8EA2gSo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.cese.org.br/index.php?prefixo=det&amp;menu=noticia&amp;id=148" title="CESE lança chamada de projetos para Infância e Juventude" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/1591881666510775965/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/cese-lanca-chamada-de-projetos-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/1591881666510775965?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/1591881666510775965?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/1WTA8EA2gSo/cese-lanca-chamada-de-projetos-para.html" title="CESE lança chamada de projetos para Infância e Juventude" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-kOupOg9Cgnc/Ta8NwY89H3I/AAAAAAAAAWo/G8mAkgsgaR4/s72-c/imagem%252520chamada%252520de%252520projetos2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/04/cese-lanca-chamada-de-projetos-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMESXgzcCp7ImA9WhZSFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-5299567301173679546</id><published>2011-03-30T12:00:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T12:46:48.688-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-30T12:46:48.688-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fungicida natural" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Calda Bordalesa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doenças em Plantas" /><title>Tratamento de doenças em plantas com o uso de Calda Bordalesa</title><content type="html">CALDA BORDALEZA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A calda bordalesa é uma mistura de fitoprotetores e preparada à base de cal virgem e sulfato de cobre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi usada pela primeira vez por volta de 1882 na França,para controlar uma doença da videira. Os agricultores da região de Bordeaux pulverizavam as suas parreiras com água de cal para controlar as doenças de suas plantas e constataram que o controle era mais eficiente quando a água de cal era preparada em vasilhas de cobre. A preparação foi descrita pela primeira vez em 1885, por Millardet em colaboração com Gayon, professor de química em Bordeaux.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem diversos tipos de ação, servindo como:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fungicida e bactericida: aplicada de forma preventiva contra algumas doenças nas culturas da batata, tomate,cebola, alho, moranguinho e outras hortaliças.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Repelente: contra alguns insetos como burrinho dabatata, pulga do fumo, cigarrinhas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tratamento de inverno em macieira, pessegueiro,videira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fórmula&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;200 g de sulfato de cobre&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;200 g de cal virgem&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;20 litros de água&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para seu preparo, utilizar vasilhame de plástico ou de cimento amianto ou madeira. Colocar o sulfato de cobre enrolado em pano, em forma de saquinho. Dissolver na véspera em 5 litros de água. Em outro vasilhame, misturar cal virgem em 15 litros de água. Após, isso, misturar ambos, mexendo sempre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para medir a acidez, pegue uma faca de aço (não inox) e mergulhe a parte da lâmina durante 3 minutos nessa mistura. Não escurecendo, a calda estará pronta. Caso contrário, adicione mais cal virgem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando pronta, tem validade para três dias, devendo para isso colocar uma colher de açúcar antes de pulverizar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aplicar no início da doença, podendo ser misturada com extrato de fumo, confrei ou calda de cinza. No verão, em plantas novas, deve ser usada a metade da quantidade de sulfato de cobre e de cal virgem para o mesmo volume de água, ou seja, em concentração 50% menor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca pulverize a calda com sol quente, nem em temperatura muito baixa, pois perde a sua eficácia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre utilize a cal virgem, hidratando-a se possível um dia antes, para obter melhor dissolução. No entanto, se utilizar a cal hidratada multiplique as quantidades de cal virgem da tabela por 1,8 a 1,9.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Indicações, culturas e dosagens para 100 litros de água.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PQyIMZTmFGI/TZN8yI2jzMI/AAAAAAAAAWE/oe1kv3VrErg/s1600/tabela+de+uso+de+calda+bordalesa.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="276" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-PQyIMZTmFGI/TZN8yI2jzMI/AAAAAAAAAWE/oe1kv3VrErg/s320/tabela+de+uso+de+calda+bordalesa.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Indicações para outras culturas: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diversas doenças como rubelose, melanose, gomose, verrugose, revestimentos fúngicos, requeima, septoriose, pinta preta, antracnose, mancha-do-olho-de-rã, cercosporiose, míldio (Peronospora), podridão de frutos, e mancha púrpura. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diversas pragas como vaquinhas, angolinhas, cigarrinha verde,cochonilhas, trips.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precauções: em tomate aplicar somente quando as plantas tiverem 4 folhas e em batata somente 20 dias após a germinação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;(*) Fonte: ZAMBERLAN &amp;amp; FRONCHETI (1994); GUIMARÃES, (1996); EMBRAPA/CNPMA (1995).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AhK6OGushhs/TZOHANHTKrI/AAAAAAAAAWI/Z_1vLoRduT8/s1600/ferrugem+na+goiaba.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-AhK6OGushhs/TZOHANHTKrI/AAAAAAAAAWI/Z_1vLoRduT8/s1600/ferrugem+na+goiaba.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ferrugem na goiaba&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vXmg4mWjgpw/TZOHUsTjofI/AAAAAAAAAWM/QI0rdOfIfzU/s1600/foto+laranja+com+pinta+preta.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="233" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-vXmg4mWjgpw/TZOHUsTjofI/AAAAAAAAAWM/QI0rdOfIfzU/s320/foto+laranja+com+pinta+preta.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Laranja com Pinta Preta&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LH7mpUcSRb4/TZOH8VkoGHI/AAAAAAAAAWU/P0T5zqJej-M/s1600/melanose+em+folha+e+frutos+de+laranja.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-LH7mpUcSRb4/TZOH8VkoGHI/AAAAAAAAAWU/P0T5zqJej-M/s1600/melanose+em+folha+e+frutos+de+laranja.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Melanose em folha e fruto de citros&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2QVla_jlPB8/TZOHsJx1YwI/AAAAAAAAAWQ/Y73NyA5vVcY/s1600/Verrugose+2000+citros+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-2QVla_jlPB8/TZOHsJx1YwI/AAAAAAAAAWQ/Y73NyA5vVcY/s1600/Verrugose+2000+citros+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Limão com verrugose ao lado de outro sadio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3gtSxT__KHM/TZOIU6RaSKI/AAAAAAAAAWY/wgbzrnRsA5Y/s1600/planta+com+rubelose.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-3gtSxT__KHM/TZOIU6RaSKI/AAAAAAAAAWY/wgbzrnRsA5Y/s1600/planta+com+rubelose.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Planta secando devido a Rubelose&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿﻿﻿﻿﻿ &lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_wiHrkUwJs4/TZOIhxu_S2I/AAAAAAAAAWc/T8ZkPnuHHRU/s1600/pinta+preta+no+tomate.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-_wiHrkUwJs4/TZOIhxu_S2I/AAAAAAAAAWc/T8ZkPnuHHRU/s1600/pinta+preta+no+tomate.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Pinta Preta em Tomate&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿ &lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-5299567301173679546?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iSn9bKZWCd4NykPKPKmb8vZ_HM4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iSn9bKZWCd4NykPKPKmb8vZ_HM4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iSn9bKZWCd4NykPKPKmb8vZ_HM4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iSn9bKZWCd4NykPKPKmb8vZ_HM4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/hhMDR_f-17g" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/5299567301173679546/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/03/tratamento-de-doencas-em-plantas-com-o.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/5299567301173679546?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/5299567301173679546?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/hhMDR_f-17g/tratamento-de-doencas-em-plantas-com-o.html" title="Tratamento de doenças em plantas com o uso de Calda Bordalesa" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-PQyIMZTmFGI/TZN8yI2jzMI/AAAAAAAAAWE/oe1kv3VrErg/s72-c/tabela+de+uso+de+calda+bordalesa.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/03/tratamento-de-doencas-em-plantas-com-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YDQ3g8eip7ImA9Wx9aE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-8504752812413764362</id><published>2011-03-04T07:20:00.000-08:00</published><updated>2011-03-05T13:06:12.672-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-05T13:06:12.672-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Armadilha Natural" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mosca das Frutas" /><title>Armadilha para combater a Mosca das Frutas</title><content type="html">&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Combate às Moscas-das-frutas em pomares Domésticos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma forma de combater esse mal está no uso de uma armadilha simples que contém uma solução atrativa para o inseto. A Embrapa Agrobiologia adaptou com garrafa PET um modelo muito utilizado nos pomares comerciais. Dentro dos recipientes de refrigerantes, é colocada uma solução de suco de fruta ou melaço de cana-de-açúcar, mistura capaz de atrair o inseto para dentro da garrafa e fazer com que ele acabe se afogando. Em pomares pequenos utiliza-se uma armadilha para cada 5 pés de fruta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Material necessário:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• 1 garrafa transparente tipo PET de dois litros com tampa e rótulo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• 1 canivete ou estilete&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• 1 caneta marcadora permanente, utilizada em retroprojetores&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• 30 centímetros de arame&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Fita métrica&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes materiais são facilmente encontrados em supermercados, papelarias e lojas agropecuárias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Montagem&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1º passo: Usando a caneta para retroprojetor, desenhe sobre o rótulo da garrafa três quadrados com dois centímetros de lado cada um. Faça-os a uma distância de oito centímetros um do outro, aproximadamente, e todos na mesma linha. A presença do rótulo não é obrigatória, mas facilita o desenho dos quadrados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2º passo: Aqueça a ponta do canivete ou do estilete e corte os quadrados, seguindo as linhas marcadas pela caneta. Depois, retire o rótulo. Caso o molde seja feito diretamente sobre o plástico, recomenda-se retirar os excessos de tinta da caneta com um pano embebido em álcool para manter a garrafa totalmente transparente e evitar que a armadilha se torne menos atrativa para o inseto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3º passo: Pegue o arame e prenda uma das extremidades no gargalo da garrafa. A outra ponta será pendurada na copa da fruteira, a uma altura de 3/4 do tamanho da árvore, a partir do solo. Instale a armadilha em um galho mais periférico e menos exposto ao sol. Coloque uma armadilha para cada 5 pés de fruta bem distribuído pelo pomar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OBS: Os buracos vazados na garrafa servirão de "porta" de entrada para o inseto. Faça no máximo quatro furos para evitar que a mosca fuja da armadilha. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A solução que será colocada dentro da garrafa poderá ser feita de duas maneiras. Para preparar 500 mililitros de líquido são necessários:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• 35 ml de melaço de cana-de-açúcar em 465 ml de água ou;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• 125 ml de Suco de fruta natural de Uva ou maracujá em 375 ml de água.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com um funil, coloque os 500 mililitros de solução atrativa na garrafa. Tampe bem para evitar que a água de chuva entre no recipiente. Troque o líquido das garrafas a cada semana ou no máximo a cada quinze dias. Lave com água o recipiente para retirar os resíduos da solução antiga antes de colocar a nova. As armadilhas devem ser substituídas a cada quatro meses e levadas a locais de reciclagem de lixo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estas armadilhas são ideiais para pomares domésticos com variadas espécies frutíferas, principalmente, laranja, goiaba, carambola, mexirica, e outras frutas atacadas por este inseto. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-J9m-3kwAQKk/TXEC1FE358I/AAAAAAAAAVc/Aiqb6tIR4S8/s1600/mosca.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="281" l6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-J9m-3kwAQKk/TXEC1FE358I/AAAAAAAAAVc/Aiqb6tIR4S8/s320/mosca.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-4dLGTmaLOOM/TXEDIV3A0NI/AAAAAAAAAVg/FGnxUIEAMSc/s1600/armadilha.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" l6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-4dLGTmaLOOM/TXEDIV3A0NI/AAAAAAAAAVg/FGnxUIEAMSc/s320/armadilha.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-smTrRatp040/TXKjTMDpiXI/AAAAAAAAAVk/fl-hY8IVc7g/s1600/Mosca+da+fruta+2005+Larva+e+danos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="199" l6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-smTrRatp040/TXKjTMDpiXI/AAAAAAAAAVk/fl-hY8IVc7g/s320/Mosca+da+fruta+2005+Larva+e+danos.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-EYKpCv3ziqs/TXKjdC3Z3WI/AAAAAAAAAVo/SeekQb1fL1g/s1600/Mosca+das+frutas+2005+Danos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="164" l6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-EYKpCv3ziqs/TXKjdC3Z3WI/AAAAAAAAAVo/SeekQb1fL1g/s320/Mosca+das+frutas+2005+Danos.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-6oXicNHPn5w/TXKkdptGOZI/AAAAAAAAAVs/he3R1aylmD4/s1600/armadilha+para+mosca+das+frutas+em+detalhe.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="318" l6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-6oXicNHPn5w/TXKkdptGOZI/AAAAAAAAAVs/he3R1aylmD4/s320/armadilha+para+mosca+das+frutas+em+detalhe.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-l9twpIlTG9o/TXKlmdclMvI/AAAAAAAAAVw/bF1I-q3CGus/s1600/fruta+com+mosca+das+frutas.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="103" l6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-l9twpIlTG9o/TXKlmdclMvI/AAAAAAAAAVw/bF1I-q3CGus/s320/fruta+com+mosca+das+frutas.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-8504752812413764362?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BIRYqw9cm5ukn52DwZABgU_nJAI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BIRYqw9cm5ukn52DwZABgU_nJAI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BIRYqw9cm5ukn52DwZABgU_nJAI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BIRYqw9cm5ukn52DwZABgU_nJAI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FalandoAosMontes/~4/KgRHG8zOzg0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/feeds/8504752812413764362/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/03/armadilha-para-combater-mosca-das.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/8504752812413764362?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7025821447496710055/posts/default/8504752812413764362?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FalandoAosMontes/~3/KgRHG8zOzg0/armadilha-para-combater-mosca-das.html" title="Armadilha para combater a Mosca das Frutas" /><author><name>Julio Cesar Fleming Seabra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06840872971440412700</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TA71TPIV3jI/AAAAAAAAAAs/toUtyDEiYeo/S220/Julio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh5.googleusercontent.com/-J9m-3kwAQKk/TXEC1FE358I/AAAAAAAAAVc/Aiqb6tIR4S8/s72-c/mosca.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://falandoaosmontes.blogspot.com/2011/03/armadilha-para-combater-mosca-das.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04BRH8_eyp7ImA9Wx9WFEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7025821447496710055.post-2995865375981974287</id><published>2011-01-19T07:09:00.000-08:00</published><updated>2011-01-19T07:12:35.143-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-19T07:12:35.143-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PAC" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Agricultura Familiar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="EMATER-MG" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Educação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Deputado Zé Silva Soares" /><title>Desigualdades entre a realidade educacional do campo e da cidade são evidentes</title><content type="html">&lt;div&gt;OPINIÃO&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por um PAC Rural &lt;/div&gt;&lt;div style="padding: 5px 0pt 0pt 0px;"&gt;&lt;i&gt;Desigualdades entre a realidade educacional do campo e da cidade são evidentes &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;José Silva Soares - Agrônomo, extensionista rural, ex-presidente da Emater-MG, deputado federal eleito (PDT-MG) &lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Brasil vive uma oportunidade única, dessas que acontecem muito raramente em nosso país. Trata-se da possibilidade de iniciarmos um processo abrangente de mobilidade social, com a elevação da qualidade de vida das pessoas, conforme anunciado pela presidente Dilma Rousseff em seu discurso de posse, de criar no Brasil as condições objetivas para o surgimento de uma classe média forte e empreendedora. As populações rurais precisam estar incluídas nesse processo, superando uma história secular de estar sempre à margem das políticas públicas voltadas para a melhoria das condições sociais e de vida dos brasileiros. E para isso precisamos pensar grande para vencer definitivamente essas históricas diferenças de oportunidades para populações urbanas e rurais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos de um PAC Rural. Digo com a experiência de quem veio do campo e dirigiu uma equipe exitosa na Extensão Rural de Minas Gerais (Emater), além do exercício de seis anos na presidência da Associação das Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rurais (Asbraer), trabalhando com a agricultura familiar de todas as regiões do país. A agricultura familiar é um setor econômico e social de fundamental importância para nosso desenvolvimento. Ela responde, por exemplo, pela produção de cerca de 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa, emprega em torno de 70% da mão de obra rural e responde por 38% do valor bruto da produção agrícola brasileira. Mas, apesar dessa força econômica e social da agricultura familiar, tocada basicamente por quem vive nas comunidades rurais, estamos ainda longe de poder falar da existência de uma forte classe média rural, mesmo se levarmos em conta apenas os indicadores de renda familiar. Apenas um dado para exemplificar: em Minas Gerais, que aqui retrata bem o país inteiro, num esforço de criatividade e desafios tecnológicos o governo estadual, por meio da extensão rural e em parceria com a União, levou abastecimento domiciliar de água para 43 mil famílias rurais no semiárido mineiro, nos últimos quatro anos. Entretanto, ainda vivem sem esse direito elementar de cidadania pelo menos outras 200 mil famílias. Isso, apenas em Minas. E, no Brasil, quantas famílias no meio rural não têm água dentro de casa? Ocorre que praticamente a totalidade dos recursos de investimentos em áreas sociais vão para as cidades, em seus perímetros urbanos. É por isso que em comunidades ou distritos rurais não se vê um conjunto habitacional ou um programa de saneamento básico. É bem verdade que vem aumentando de forma até vigorosa o apoio, o crédito e os recursos para infraestrutura de produção agrícola, com várias políticas públicas nessa direção. Mas, para as questões sociais, o quadro permanece desolador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tornamo-nos a segunda potência econômica da América, ultrapassando o Produto Interno Bruto (PIB) do Canadá e do México. Pouco se comenta, contudo, como essas oportunidades do desenvolvimento chegam ao meio rural. Segundo Marcelo Neri (FGV), de 2003 até 2009, 3,7 milhões de pessoas passaram a fazer parte da agora predominante classe C. E diz ainda o economista: “Temos 7,8 milhões de brasileiros do campo que podem virar classe média em breve”. Uma oportunidade de ouro. Contudo, para quem vive da roça, esta oportunidade de modernizar e mudar as condições sociais do campo é ainda distante. Principalmente para os agricultores familiares. Porque uma coisa são números, a outra é o dia a dia das pessoas. Os jovens rurais, por exemplo, ressentem-se de modo contundente da falta dessas condições para uma melhor qualidade de vida e saem do campo em busca de melhores oportunidades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos de universidades federais do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro revelam que grande parte dos estudantes rurais que passam da quarta para a quinta série abandona o meio rural porque aprendem que o lugar em que nasceram é sinônimo de atraso. As desigualdades entre a realidade educacional do campo e a cidade são evidentes. Para estudantes do meio rural, a dificuldade em dar prosseguimento aos estudos é nítida, quando se compara a escolaridade dos jovens brasileiros. Entre a população urbana de 25 a 34 anos, 52,5% têm ensino médio ou superior. No meio rural esse percentual é de apenas 17%. A situação é ainda mais grave quando sabemos que os pequenos municípios, de até 20 mil habitantes e tipicamente rurais, são os que mais sofrem com a penúria orçamentária, diminuindo sua capacidade de investimento. Portanto, é mais que hora de tratar o campo não apenas como espaço para a produção e geração de riquezas, mas, principalmente, como uma geografia humana que não pode mais ficar à margem das políticas públicas de inclusão e mobilidade social. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Câmara dos Deputados, vamos levar ao governo federal a proposta de um PAC Rural como instrumento de resgate dessa dívida social histórica com as populações rurais. Nessa formulação, construída em debates e convivência com a agricultura familiar nos últimos 20 anos de nossa vida como produtor e extensonista rural, o programa contemplaria investimentos em infraestrutura social, em estradas, armazéns coletivos, melhorias na educação e na saúde, investimentos em tecnologias de comunicação, em estruturas para esportes, cultura e lazer, em habitação e saneamento básico, entre outros, como condições indispensáveis para a promoção da mobilidade social e econômica no meio rural brasileiro. Finalmente, nossa proposta é de que os recursos para o PAC Rural venham do Fundo Social do Pré-Sal, em percentuais definidos para aplicação exclusivamente em comunidades rurais. Lavrado em lei, para não repetirmos os erros cometidos nos últimos 500 anos de nossa história, quando apenas migalhas de investimentos sociais chegaram às populações rurais, quando chegaram.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Matéria publicada na coluna OPINIÃO do Jornal Estado de Minas do dia 19 de janeiro de 2011&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TTb_UrBCs8I/AAAAAAAAAVQ/bOS8omCL38M/s1600/z%25C3%25A9+silva+soares.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TTb_UrBCs8I/AAAAAAAAAVQ/bOS8omCL38M/s1600/z%25C3%25A9+silva+soares.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7025821447496710055-2995865375981974287?l=falandoaosmontes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://captacao.org/recursos/editais-abertos/127-funbio-abre-nova-chamada-para-projetos-na-mata-atlantica"&gt;Para saber mais clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TSR2hIav6VI/AAAAAAAAAT8/AfkHaJiV34M/s1600/funbio2.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://3.bp.blogspot.com/_8jmSCj_FBMI/TSR2hIav6VI/AAAAAAAAAT8/AfkHaJiV34M/s400/funbio2.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
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