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	<title>Fábrica de Empreendedores</title>
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	<description>Gestão de Empresas  </description>
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		<title>Desconexão digital, reconexão pessoal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valeria Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 13:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Descobrir]]></category>
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					<description><![CDATA[O que Leonardo da Vinci, uma viagem ao Jalapão e minha filha têm a ver com isso? Perdemos muito tempo e deixamos de fazer coisas importantes No dia 15 de maio, decidimos ir à exposição sobre o Leonardo da Vinci no MIS. Sempre admirei a inteligência desse homem, mas me surpreendi com a quantidade de &#8230; <a href="https://valerianakamura.wordpress.com/2021/06/28/desconexao-digital-reconexao-pessoal/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Desconexão digital, reconexão&#160;pessoal</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><strong>O que Leonardo da Vinci, uma viagem ao Jalapão e minha filha têm a ver com isso?</strong></p>



<p><strong>Perdemos muito tempo e deixamos de fazer coisas importantes</strong></p>



<p>No dia 15 de maio, decidimos ir à exposição sobre o Leonardo da Vinci no MIS. Sempre admirei a inteligência desse homem, mas me surpreendi com a quantidade de inventos, experimentos e obras de arte. Uma pessoa que tinha o pensamento cartesiano de um cientista ao mesmo tempo a sensibilidade de um artista. Porém, não foi isso que chamou minha atenção, mas sim quando vi a data de nascimento e morte de da Vinci. Fiz as contas e verifiquei que ele viveu por 67 anos. Para aquela época, podemos dizer que viveu por um longo tempo.</p>



<p>Fiquei imaginando tudo o que esse homem criou ao longo de sua vida, quantas coisas que existem hoje foram por uma ideia inicial sua, quantas coisas deixou para o nosso imaginário e nunca saberemos a verdade completamente.</p>



<p>E logo me veio a mente: “Lógico que ele criou muito mais coisas que as pessoas atualmente, não tinha rede social para distrai-lo, não é? Quantas coisas as pessoas terão criado quando chegarem aos 67 anos no mundo hiperconectado e cheio de distrações em que vivemos?”.</p>



<p>E assim, olhando ao meu redor, percebo que algumas estão passando pela vida superficialmente como elas passam o dedo pela tela do celular olhando as fotos das pessoas, lendo fofocas sobre celebridades, falando do que o “coleguinha” está fazendo, invejando a vida que as pessoas mostram ter (e que muitas são totalmente “fakes”), admirando “gurus” cujos discursos diferem do que vivem na realidade, fazendo comentários que as pessoas nem vão ler, discutindo sobre nada e coisa nenhuma. E assim vão gastando a vida delas com coisas inúteis, que não agregam nenhum valor à sua vida.</p>



<p>Vejo as pessoas buscando conhecimento raso com 3 dicas aqui, 5 formas de fazer isso ou aquilo, não se aprofundando em nada. Por isso, cada vez mais temos os “experts” das redes sociais que acreditam que sabem de tudo, mas na realidade, são apenas cópias baratas e bem mal-feitas das pessoas que seguem. Replicam discursos e conteúdo sem o menor embasamento. Querem ser tipo fulano e assim não constroem sua própria identidade e história.</p>



<p>Deixam de construir coisas que as deixarão orgulhosas. Não estou falando de deixar coisas para que as pessoas lembrem delas, estou falando de realizações pessoais, daquelas conquistas que você vê e fala para si mesmo: “Eu fiz por merecer! Orgulho pela conquista!”.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/davinci.png"><img data-attachment-id="1561" data-permalink="https://valerianakamura.wordpress.com/2021/06/28/desconexao-digital-reconexao-pessoal/davinci/" data-orig-file="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/davinci.png" data-orig-size="495,293" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="davinci" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/davinci.png?w=300" data-large-file="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/davinci.png?w=495" src="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/davinci.png?w=495" alt="" class="wp-image-1561" width="404" height="239" srcset="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/davinci.png?w=404 404w, https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/davinci.png?w=150 150w, https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/davinci.png?w=300 300w, https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/davinci.png 495w" sizes="(max-width: 404px) 100vw, 404px" /></a></figure></div>



<p>Quando vi essa imagem com essa frase, fiquei pensando que talvez, muitas pessoas escreveriam na sua lápide: “Eu ofendi a mim e as pessoas porque quis parecer o que nunca fui e nada fiz para que eu me realizasse, sendo EU, de verdade. Disse para as pessoas fazerem algumas coisas que nunca fiz.”</p>



<p>Não estou dizendo que da Vinci também não tenha feito coisas para se mostrar, afinal quem nunca quis reconhecimento externo? O que quero dizer é: “O que temos feito para nós? Será que estamos vivendo uma vida real ou estamos fingindo uma vida?”.</p>



<p>Tudo parece superficial&#8230; fiquei olhando os meus posts e de várias outras pessoas e fiquei refletindo: “Qual aprendizado real as pessoas tiram disso?”. Alguns podem me falar: “Ah, Valeria! Mas é para causar insight!” e aí fico me perguntando: “Será que é isso que realmente eu quero? Causar insights para quê? Isso está realmente ligado ao meu propósito que é transformar?”.</p>



<p>Transformar para mim, é fazer a pessoa sair de um ponto e chegar a um outro, entendendo que teve um resultado, que conseguiu sair do lugar e chegar a um ponto que não imaginava. Não é causar uma reflexão que ela fale: “Nossa! Que inspirador!” e continua fazendo o que sempre fez. Não é ser chamada de “mestra”, não é criar fãs, não é para ouvir pessoas dizendo: “Como eu queria ser você!”. Não! Não! Não!</p>



<p>Tenho uma família linda, mas que não é e nunca será perfeita. Tenho uma carreira bacana, mas que tem seus altos e baixos (como qualquer uma). Sou uma pessoa que consegue fazer bastante coisas, mas que também deixa de fazer várias outras porque não dou conta de tudo e não sou obrigada a dar. Mas esses “defeitos” nem eu e nem ninguém vai colocar nas redes sociais, por isso somos todos “perfeitos” aos olhos dos outros porque mostramos apenas o nosso lado bom.</p>



<p>E essa perfeição tem me causado um certo “ranço” porque tantas pessoas que conheço pessoalmente estão com as vidas todas lascadas e continuam postando nas redes as suas vidas “maravilhosas”. E isso tem me feito mal porque parece que as fakes news se amplificaram para os fake posts, as fakes lifes. <strong><a href="https://www.uol.com.br/splash/noticias/2021/06/21/fake-ou-marketing-famosos-iludem-publico-para-faturar-com-publicidade.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leiam essa</a></strong> matéria que é bem interessante como artistas recorrem a mentiras para faturar com publicidade.</p>



<p>Essas considerações já tenho feito há algum tempo, da Vinci apenas aprofundou um pouco mais e aí dois outros fatos me marcaram.</p>



<p><strong>Sem conexão e agora? Será que aguentarei?</strong></p>



<p>Dois dias depois da exposição parti para uma viagem para o Jalapão-TO. Conheci pessoas maravilhosas e aí começa definitivamente minha experiência sobre desconexão e reconexão.</p>



<p>Já sabia que Internet na região era um grande problema (ou solução), afinal só se conseguia sinal nas pousadas (e muito ruim) e em pontos isolados durante a viagem. E não dava para viver vida de blogueiragem (como dizia nossa guia, o Júnior) porque não havia como subir qualquer foto ou vídeo. No máximo, consegui enviar mensagens de whats para meu marido. Ler notícias? Ver a vida do povo nas redes? Nem com reza brava.</p>



<p>As únicas redes disponíveis na viagem eram essas da foto:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/redes.jpg"><img width="187" height="250" data-attachment-id="1562" data-permalink="https://valerianakamura.wordpress.com/2021/06/28/desconexao-digital-reconexao-pessoal/redes/" data-orig-file="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/redes.jpg" data-orig-size="187,250" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="redes" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/redes.jpg?w=187" data-large-file="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/redes.jpg?w=187" src="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/redes.jpg?w=187" alt="" class="wp-image-1562" srcset="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/redes.jpg 187w, https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/redes.jpg?w=112 112w" sizes="(max-width: 187px) 100vw, 187px" /></a></figure></div>



<p>Digo que a falta de Internet foi uma solução para mim porque percebi que não sentia falta dessa vida das redes sociais (e isso que não sou uma heavy user), que não preciso ficar hiperconectada ao que se passa no mundo, não preciso ter notícias quentes como venda e compra de empresas, dos últimos unicórnios, das novidades de gestão, o que os empreendedores estão fazendo, novos estudos e cases. Vivi plenamente o que se chama de J.O.M.O. (Joy Of Missing Out), enfim, pela primeira vez senti prazer por estar desconectada porque com isso pude focar na experiência que estava vivendo, em mim e nas pessoas que conheci. Posso afirmar que quando voltei para a vida normal, percebi que posso me afastar mais desse mundo hiperconectado, pois não fez a menor diferença em saber as notícias na hora que aconteceram ou uma semana depois. Só tenho uma certeza, tive muito mais paz.</p>



<p>Percebi que a desconexão digital me levou a uma reconexão comigo mesma e com outras pessoas. Afinal, passei horas chacoalhando dentro de um carro naquelas estradas de terra apenas olhando para a paisagem (que nem sempre era bacana), pensando em vários acontecimentos dos últimos dias, meses e anos e conversando com os amigos que fiz na viagem. Falamos sobre tudo: negócios, relacionamentos, tretas, filhos, comida, viagens, besteiras e assim foram momentos de muitas risadas e terapia gratuita. Quanta diferença faz internamente, quanta leveza isso nos traz!</p>



<p>O Jairo Bouer escreveu <strong><a href="https://doutorjairo.uol.com.br/leia/se-redes-sociais-te-deixam-estressado-por-que-continuar-nelas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esse artigo</a></strong> sobre o estresse das redes sociais, vale bem a pena ler.</p>



<p>Voltando para casa, percebi mais ainda a importância da minha família e do quanto o tempo com ela é precioso.</p>



<p>Tirei lindas fotos, mas a foto mais emblemática foi das cicatrizes nas pernas que trouxe dessa experiência, pois isso mostra o quanto realmente me “joguei” e aproveitei esse momento, curtindo a natureza.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/joelho.png"><img width="222" height="192" data-attachment-id="1567" data-permalink="https://valerianakamura.wordpress.com/2021/06/28/desconexao-digital-reconexao-pessoal/joelho/" data-orig-file="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/joelho.png" data-orig-size="222,192" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="joelho" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/joelho.png?w=222" data-large-file="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/joelho.png?w=222" src="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/joelho.png?w=222" alt="" class="wp-image-1567" srcset="https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/joelho.png 222w, https://valerianakamura.wordpress.com/wp-content/uploads/2021/06/joelho.png?w=150 150w" sizes="(max-width: 222px) 100vw, 222px" /></a></figure></div>



<p><strong>Quem tem que ser interessante: minha vida pessoal ou o que ofereço como profissional/ empresária?</strong></p>



<p>Quando fui viajar deixei posts programados até a minha volta e quando voltei, decidi dar uma pausa na programação e o acesso às redes fiz apenas para responder as pessoas que me contataram (devo respeito a elas).</p>



<p>Decidi não postar nada da viagem, afinal fiquei pensando no motivo de postar coisas pessoais, para quem interessa? Por que minha vida tem que interessar às pessoas? Por que é importante mostrar o que estou comendo, onde estou, o que estou fazendo? Fiquei pensando que estou só fazendo as pessoas perderem mais tempo com coisas que pouco importam para elas, mas que não conseguem sair do círculo vicioso das redes. Além de instaurar uma crença que a vida do outro é muito melhor do que a dela, que as outras pessoas são melhores que elas. E tenham certeza, não são!</p>



<p>Outro fato que me fez pensar ainda mais no quanto preciso expor minha vida pessoal nas redes e o quanto isso traz de impacto nos meus negócios foi um fato que aconteceu com minha filha de 15 anos.</p>



<p>Ela desde muito cedo desenha e há muitos anos diz que trabalhará com animação. Dedicada, busca, na Internet, formas de se aperfeiçoar. No Twitter, ela está desde junho de 2018 e tem 13.5 k de seguidores (junho 2021). No Instagram, ela está desde março de 2020 e acumula 3.7 k. E no Youtube, ela abriu um canal em fevereiro de 2021 e em 4 meses acumulou 14.7 k de inscritos com apenas duas animações e a última, em apenas um mês tem mais de 274 k de visualizações, permitindo que monetize o canal.</p>



<p>E por que isso me deu outro insight? Ninguém a conhece! Ela não publica nada além dos seus desenhos e animações. Não tem nenhuma foto sua, nenhuma história pessoal. Ela respondeu a algumas perguntas e disse apenas que era uma menina, causando surpresa porque essa área ainda é dominada por “meninos”. Não falou sobre sua idade e perguntas mais pessoais, ela nem respondeu.</p>



<p>Nas últimas férias, vendeu muitos desenhos para seus seguidores. Compraram porque gostaram do seu estilo e não por causa da vida dela. Já tem solicitações para as próximas férias, criou uma marca sem precisar expor sua vida pessoal na rede. Isso foi um grande aprendizado.</p>



<p>Quando se tem um trabalho consistente, ele próprio é o atrativo para que as pessoas te sigam. Não há necessidade de as pessoas conhecerem a sua vida.  </p>



<p>E assim, decidi retomar algumas coisas que eu fazia com mais intensidade e que sempre me deram prazer, como, por exemplo, voltar a escrever, elaborando conteúdos mais densos para o público que realmente gosta disso, que quer se aprofundar e que pouco se importa com o que eu tenho feito na minha vida pessoal. </p>



<p>Acredito que em algum momento da vida, a gente se perde, mas nada impede de nos reencontramos quando voltamos a viver (de verdade). </p>



<p>A vida é simples, a gente é que a complica!</p>
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	</item>
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		<title>Insights sobre o filme &#8220;Soul&#8221;</title>
		<link>https://valerianakamura.wordpress.com/2021/01/21/insights-sobre-o-filme-soul/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Valeria Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2021 14:11:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrir]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais uma animação da Pixar e ao assistir e conversar sobre ela com minha filha de 15 anos e meu marido tive a confirmação da minha percepção: não foi feito para crianças (apesar de muita gente acreditar que animações são feitas apenas para os pequenos). Todas as animações da Pixar trazem sempre um enredo com &#8230; <a href="https://valerianakamura.wordpress.com/2021/01/21/insights-sobre-o-filme-soul/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Insights sobre o filme &#8220;Soul&#8221;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mais uma animação da Pixar e ao assistir e conversar sobre ela com minha filha de 15 anos e meu marido tive a confirmação da minha percepção: não foi feito para crianças (apesar de muita gente acreditar que animações são feitas apenas para os pequenos).</p>



<p>Todas as animações da Pixar trazem sempre um enredo com vários insights para os adultos além da diversão certeira para as crianças, porém Soul saiu desse caminho. Talvez seja um filme monótono e sem sentido para elas (e talvez até para alguns adultos que esperam mais ação), pois aborda alguns temas como morte, propósito, frustrações, experiências, vida. Além disso, deixa um final totalmente aberto que é outra novidade da Pixar. &nbsp;Enfim, cada um pode imaginar qual o futuro de cada personagem.</p>



<p>Esse é um artigo mais direcionado para as pessoas que já assistiram ao filme, pois não conto a estória, apenas faço algumas contextualizações e questionamentos. Para quem não assistiu, talvez pareça sem pé e nem cabeça. E algumas pessoas podem achar que são <em>spoilers</em>, então quem não assistiu, é melhor não ler.</p>



<p>Na minha visão, Soul não aborda o que é o propósito exatamente, mas como a busca desenfreada dele faz com que as pessoas deixem de viver. Somos seres que nascemos com inúmeras possibilidades, porém em algum momento começamos a nos delimitar e isso nos cega. Criamos inúmeras crenças limitantes, preconceitos e preocupações que não nos trazem resultados positivos.</p>



<p>Soul significa alma, em inglês. Em latim é <em>anima</em>, que anima, que dá movimento ao que é vivo, sendo assim, o filme nos instiga a pensar sobre o que pode nos animar, o que pode nos movimentar que podemos chamar de propósito? E nos faz refletir sobre muitas coisas que deixamos de prestar atenção e que não precisam ser rotuladas.</p>



<p>Há anos estudo o tema Propósito, porém fui aprofundar sobre ele quando estruturei a metodologia de tomada de decisões. Percebi que quando se tem um Propósito, as decisões ficam mais fáceis de serem tomadas, pois se tem um grande norteador. Mas isso quer dizer que se não tenho Propósito, eu não consigo tomar decisões? Não consigo tocar minha vida?</p>



<p>A resposta é NÃO!</p>



<p>Eu digo que a falta de propósito não é desculpa para as pessoas darem para não viverem (como muitas dão). Caso não saiba qual o propósito, viva sem ele. A vida é para ser vivida e não para ser sofrida. O encontro com o propósito virá com o autoconhecimento e experiências. Enquanto não se encontra o propósito, tenha pelo menos uma meta para te motivar e fazer atividades que tragam realização.</p>



<p>Algumas considerações que eu faço sobre o filme:</p>



<ul class="wp-block-list" type="1"><li>A versão dublada em português fala em missão, em propósito e de repente parece que há uma contradição em algumas coisas e falas. E por que isso ocorre? As almas possuem um emblema no peito com sete espaços e só podem descer à Terra, isto é, só podem ganhar a vida se completarem esses espaços que são suas características pessoais. O último espaço é dedicado ao que eles chamam de “spark” que traduzindo seria “faísca”, mas na versão dublada traduziram para missão. E isso me chamou atenção, pois para mim não fez sentido ao ver o tipo de atividade (tirar foto, jogar basquete, jogar futebol) que as almas faziam e ganhavam o passe para a vida dizendo que aquilo seria a missão. Por isso fui assistir a versão em inglês.</li></ul>



<p>Na realidade, as almas podiam viver a partir do momento que encontravam algo que a completassem, essa faísca que desperta um talento ou uma paixão. Itens que fazem parte do propósito, mas não são o propósito em si. Sendo que, no final do filme, Joe pergunta a uma das almas conselheiras qual foi o propósito da 22 para ela ganhar o passe e ela diz que não precisa de propósito. Que uma faísca não é o propósito da alma.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Joe Gardner acreditava que esse último espaço que as almas deveriam completar para terem o passe seria o do propósito. Isso se dá por ele ser tão obcecado com a questão de amar tocar jazz e acreditar piamente que ao se tornar um músico de sucesso teria alcançado seu propósito. E isso o deixa “míope” para enxergar que poderia haver mais coisas para serem vividas e que ele só percebe ao morrer pela segunda vez. Quando falamos em propósito abarcamos o encontro de quatro itens:<ul><li>O que você ama?</li></ul><ul><li>Em que você é bom?</li></ul><ul><li>O que o mundo precisa?</li></ul><ul><li>Pelo que você pode ser pago?</li></ul></li></ul>



<p>Joe não percebe no início que “ser músico” não é seu propósito, mas sim que por meio da música poderia ajudar a despertar talentos como professor (como aconteceu com Curly e Connie) e fazer diferença na vida dessas pessoas. Seu talento musical era um dos meios para atingir algo maior e de muito mais realização. Enfim, poderia viver uma vida de muito mais realizações do que de frustrações que ele sentia por ter sido negativado em várias bandas ou oportunidades na tentativa de se tornar um músico. Foi Curly, um ex-aluno que apresentou a oportunidade de fazer parte da banda da Dorothea, uma diva do jazz, pois tinha uma admiração enorme por Joe e fala que a aula de música na escola era a única motivação dele para ir.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Atualmente muito se fala em fazer atividades que nos deixem em estado de <em>flow</em> que é um conceito desenvolvido pelo psicólogo húngaro Mihaly Csikszentmihalyi que é um estado no qual a pessoa está tão envolvida em uma atividade, que se torna capaz de esquecer-se do tempo, da fome, do cansaço, do ambiente. E aqui gostaria de fazer uma consideração de uma parte no filme que é quando 22 leva Joe para um outro local onde se encontram as almas das pessoas que entram em <em>flow</em> e em seguida as almas perdidas que são das pessoas que estão vivas, porém estão fazendo algo sem sentido e acabam se desconectando do corpo, vivendo como zumbis.</li></ul>



<p>Nesse momento, fiquei refletindo, por que será que os dois tipos de almas estão basicamente no mesmo lugar? Será que as pessoas que entram em <em>flow</em>, muitas vezes também não são almas perdidas por viverem muitas vezes tão obcecadas por aquilo que tanto amam que deixam de vivenciar muitas outras coisas na vida que dão tanto prazer quanto sua atividade-fim? Joe é um caso que entra nesse estado de <em>flow</em> e isso o faz acreditar que apenas tocando ou falando de jazz é feliz. O que não é verdade.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Joe só consegue entender que pode ser feliz com várias outras coisas porque 22 cai no corpo dele sem querer e experimenta coisas simples que trouxeram felicidade a ele e que nunca faria normalmente (chupar pirulito, comer pizza e rosquinha, olhar para o céu e ver folhas caindo das árvores, conversar com as pessoas sobre outros assuntos, sentir o vento da saída de ar do chão, ouvir o músico no metrô) e isso se tornam lembranças para Joe. Quantos de nós deixa de fazer e apreciar o dia a dia para apenas buscar felicidade quando encontrarmos o propósito, conseguirmos o emprego dos sonhos, fazermos aquela viagem desejada. Podemos ser felizes em vários momentos do dia, só depende do nosso olhar para o mundo. Mais simplicidade, menos complicação.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>22 era considerada uma alma problemática, pois já tinha passado por diversos mentores (Madre Teresa, Lincoln, Gandhi, Copérnico, Maria Antonieta, Muhammad Ali, Carl Jung, Arquimedes, George Orwell) e nenhum deles conseguiu que ela encontrasse sua “faísca”. O que 22 não percebeu é que ao conversar com cada um deles foi aumentando seu repertório de conhecimento e isso foi importante, pois ao vivenciar a vida de Joe pode utilizá-lo para conversar com as pessoas, compartilhar o que sabia e fazer as pessoas felizes. 22, na verdade, tinha medo do que encontraria se vivesse e ao experimentar o que era a vida, encontrou a sua “faísca”.</li></ul>



<p>A experimentação é fundamental para sabermos o que gostamos, o que não gostamos, o que podemos fazer, o que precisamos aprender. Se não tivermos o gosto das experiências sempre faltará aquele algo que não sabemos o que é. Experimentar faz parte do nosso encontro com nosso propósito. 22 tinha medo de sofrer e por isso preferia ficar no campo da teoria e ao viver na Terra percebeu que mesmo algumas coisas assustadoras eram interessantes. Quantos estudam, leem, fazem cursos, mas na hora da prática resolvem não agir? A falta da experimentação acaba nos causando mais medo. Vamos passar por situações boas e outras nem tanto, mas isso é a vida!</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Dez que é o barbeiro que atende Joe conta que ele gostaria de ter sido veterinário, mas a filha ficou doente e que optou por essa profissão por não precisar de diploma. Joe então pergunta se ele vai ser infeliz a vida toda e ele diz que não, que ele está muito bem. Para Dez, ser barbeiro não é só trabalho, ele diz que a cadeira dele é mágica, pois os clientes saem sorrindo, mais leves e estilosos. Esse é o exemplo de enxergar algo além. Ele não precisa falar que o propósito dele é poder fazer as pessoas felizes e mais bonitas, porém ele sabe o motivo que o faz feliz e realizado e por isso faz bem o seu trabalho e se sente realizado. Dez diz a Joe que ficou feliz em conversar com ele sobre outras coisas além do jazz e apesar dos anos de convivência, Joe nunca havia conhecido essa estória de Dez. Será que também não somos tão obcecados por algum assunto que não damos abertura para conhecer outras coisas e verdadeiramente as pessoas?</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Em um outro momento 22 pergunta para Joe sobre Lisa e ele diz que está sem tempo para um relacionamento, então ele pergunta se vai esperar morrer pela segunda vez para falar com ela. Muitas vezes, as pessoas acreditam que estão focadas, mas estão tão obcecadas que deixam até os relacionamentos de lado. Quem são as pessoas mais importantes da sua vida e você não tem dado o devido valor?</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Quando Joe consegue tocar no clube, ele diz para si: “Conseguiu, sua vida começa agora.” Depois de ter sido admitido na banda e elogiado, tem um sentimento de frustração quando pergunta a Dorothea como será no dia seguinte e ela diz que amanhã voltará e fará tudo de novo. Ele diz que pensou que seria diferente. Algumas pessoas acreditam que ao viver da sua paixão, nunca terão rotina, todo dia será diferente, mas não. O propósito pode-se até começar com uma paixão, mas o que é necessário é amor. A paixão passa, causa desilusão quando percebemos que aquilo não é o que pensamos. O amor fica mesmo sabendo que há coisas boas e outras não.</li></ul>



<p>Dorothea conta a estória de um peixe que diz para um ancião que estava procurando um tal oceano, o ancião disse que ele estava no oceano. O peixe diz: “mas isso aqui é água, eu quero o oceano.” &nbsp;Quantas vezes almejamos algo com tanta idolatria e não enxergamos que ele está mais perto do que pensamos e seguimos infelizes na busca de algo que nem sabemos o que é realmente. Complicamos a vida! Joe acreditava que a vida dele só começaria quando se tornasse um músico famoso e nesse momento percebeu que a vida já tinha começado há muito tempo.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Também percebemos que Joe ao se tornar mentor de 22, pensou que a ensinaria sobre propósito e no final, viu o quanto ela tinha sido importando para que ele entendesse melhor sobre o que é a vida. Uma troca enorme entre uma alma que não queria morrer e outra que não queria viver. E assim também é nossa vida, quanto mais compartilhamos o conhecimento uns com os outros, mais aprendemos.</li></ul>



<p>Esses são meus insights e visão sobre o filme. Não quer dizer que seja verdadeiro, até porque o filme é uma obra aberta como nós também somos.</p>



<p>E se quiser se aprofundar no assunto, tenho o curso &#8220;Qual o seu Propósito?&#8221;. <a rel="noreferrer noopener" href="https://checkout.fandone.com.br/00a430b9-141a-4bb8-a62c-e4c45dbc4c20/MTM5MQ==" target="_blank">Clique aqui </a>para comprar.</p>



<p>PS.: Agradeço a Rachel Bernardes e suas filhas (Clara e Bianca) que ao assistirem ao filme tiveram vários insights e questionamentos que me ajudaram a completar esse artigo. Obrigada pelo compartilhamento de vocês!</p>
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		<title>O que o filme &#8220;Os Estagiários&#8221; pode nos ensinar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valeria Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Descobrir]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[Em vários momentos alguém me pergunta como trabalhar com as diferentes gerações que estão presentes nas empresas, pois são muito diferentes em suas visões e forma de atuação. Já participei de muitas discussões sobre isso e já ouvi dos jovens que esses velhos são inflexíveis e muito atrasados. Como já ouvi de pessoas mais velhas &#8230; <a href="https://valerianakamura.wordpress.com/2020/11/11/o-que-o-filme-os-estagiarios-podem-nos-ensinar/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">O que o filme &#8220;Os Estagiários&#8221; pode nos&#160;ensinar</span></a>]]></description>
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<p>Em vários momentos alguém me pergunta como trabalhar com as diferentes gerações que estão presentes nas empresas, pois são muito diferentes em suas visões e forma de atuação.</p>



<p>Já participei de muitas discussões sobre isso e já ouvi dos jovens que esses velhos são inflexíveis e muito atrasados. Como já ouvi de pessoas mais velhas dizendo que os jovens de hoje não querem saber de nada e são descomprometidos.</p>



<p>Enfim, quem está com razão? Eu digo que todos têm e não têm razão, cada um tem seu recorte da realidade. Mas uma certeza eu tenho: gostando ou não teremos que aprender a trabalhar juntos em prol de um resultado e pode dar certo sim.</p>



<p>Eu já fui do time dos jovens (todos nós fomos) e hoje faço parte do grupo mais sênior (um dia todos chegarão) e o que sempre percebi e percebo é que muitas vezes tanto de um lado ou do outro não quer se abrir para olhar o que cada um pode complementar o trabalho do outro.</p>



<p>No final de semana, assisti novamente o filme &#8220;Os Estagiários&#8221; que conta a entrada de dois estagiários quarentões a procura de uma reinvenção profissional no Google, pois foram demitidos por estarem desatualizados com as novas tecnologias e vão parar onde? Em uma das maiores empresas da área do mundo.</p>



<p>Os estagiários que ingressaram no programa são separados em equipes e para conseguirem as vagas na empresa precisam superar os vários desafios que são impostos. Os dois estagiários devem participar de um grupo com uma galera super jovem que no início não os aceitam bem.</p>



<p>No decorrer do filme, eles mostram como a experiência de vida deles pode unir o grupo em prol do resultado, dando lições de liderança e de trabalho em equipe. E os mais jovens trazem os conhecimentos técnicos para agregar valor e assim se tornam uma equipe única e imbatível.</p>



<p>O filme mostra ainda algumas questões bem interessantes:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Quando há um problema a ser resolvido, muitas vezes deve-se fazer alguma atividade que não tenha nada a ver com ele, pois aí pode surgir a solução. Quantas vezes, você precisava solucionar algo e não conseguia e foi dar uma volta ou no banho ou durante o sono, veio a ideia que precisava? O cérebro precisa de um respiro.</li><li>Cada pessoa tem suas habilidades e isso precisa ser valorizado dentro da equipe. Consegue-se trabalhar as deficiências? É claro que sim, porém porque não potencializar o que tem de bom? O resultado pode ser muito mais rápido e efetivo.</li><li>Trate todas as pessoas bem e com respeito, independentemente de cargo ou benefícios que possam te dar porque quando você menos imagina, elas serão fundamentais na sua vida.</li><li>Persistência e comprometimento são necessárias porque nem sempre as coisas sairão da forma como você queria.</li><li>Ousadia e coragem é importante em qualquer momento da vida, não importa a idade e o que você já passou.</li><li>O apoio de toda a equipe é essencial para que todos se sintam confiantes e acolhidos.</li></ol>



<p>Já trabalhei em várias equipes e posso afirmar que quando há respeito, o trabalho pode ser muito gratificante. Equipes diversas podem dar muito mais resultado se puderem entender que é isso que faz ter uma amplitude muito maior das oportunidades e das necessidades dos clientes.</p>
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		<title>Se você quer realizações, você precisa começar a tomar decisões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valeria Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrir]]></category>
		<category><![CDATA[Ousar]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[experimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[Começarei o artigo de hoje com uma história que aconteceu com minha filha há alguns anos. Samara decidiu que gostaria de entrar na escolinha de vôlei e assim, buscamos informações de local, dias e horários. Fomos informados que ela poderia fazer uma aula experimental e lá fomos nós (meu marido, ela e eu)… Chegando lá, &#8230; <a href="https://valerianakamura.wordpress.com/2020/11/04/se-voce-quer-realizacoes-voce-precisa-comecar-a-tomar-decisoes/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Se você quer realizações, você precisa começar a tomar&#160;decisões</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Começarei o artigo de hoje com uma história que aconteceu com minha filha há alguns anos.</p>



<p>Samara decidiu que gostaria de entrar na escolinha de vôlei e assim, buscamos informações de local, dias e horários. Fomos informados que ela poderia fazer uma aula experimental e lá fomos nós (meu marido, ela e eu)…</p>



<p>Chegando lá, ficamos sentados observando o grupo anterior que estava treinando e quando chegou o horário das crianças da idade dela, eu falei: “Vai lá para experimentar!” e o que ela disse? “Não!!! Vou ficar aqui olhando…”</p>



<p>Nessa hora, preciso ser verdadeira (rsrs), meu sangue esquentou de raiva e disse: “Eu não te trouxe aqui para ficar olhando! Se fosse assim eu nem teria vindo! Você NUNCA vai aprender a jogar se ficar olhando. Só aprende se você for lá e jogar!”</p>



<p>Meu marido que nessas horas é mais tranquilo, a chamou e foi com ela até o professor,&nbsp;enquanto eu fiquei bufando no banco (rsrsrs)…</p>



<p>Ela foi para a quadra, logo se enturmou, se divertiu muito e saiu da aula toda animada dizendo que esse era o esporte que ela queria fazer. E como eu não poderia deixar de dizer para ela que se ela não tivesse ido, não saberia como seria e provavelmente não ia querer voltar para a próxima aula porque ia achar tudo chato.</p>



<p>E o que eu quero dizer contando essa história?</p>



<p>Muitas pessoas que conversam comigo dizem que querem buscar seus sonhos, suas metas, suas realizações, mas nada fazem para que isso aconteça. Ficam como a minha filha, inicialmente, apenas “assistindo” ao jogo e não entram em campo para mostrarem o que são capazes de fazer, suas habilidades, suas competências, sua vontade de vencer.</p>



<p>Deixam a vida passar e isso desmotiva porque vivem na inércia, sem desafios.</p>



<p>E para mudar esse jogo, é necessário tomar decisões que implicarão em mudanças, novas realidades, novos relacionamentos, novos comportamentos. Não dá para ter resultados se você não faz nada, fica parado, apenas na torcida.</p>



<p>Ser torcida é legal, você se diverte, vibra, mas quem ganha mesmo é quem está lá no campo, jogando, mostrando resultado, sendo visto por outras pessoas que podem abrir portas e assim, ter boas oportunidades.</p>



<p>Às vezes, você vai jogar (tomar decisões) e vai se machucar, errar; mas tudo será um aprendizado para as novas jogadas (decisões). Na teoria, tudo é simples e fácil, mas só quem vive a prática, vive o jogo (vida) real.</p>



<p>Quer viver uma vida de realizações? Tome decisões que te leve a isso e desse modo, você pode sair do “jogo” como a Samara saiu feliz e motivada para o próximo!</p>



<p>Ah! E eu esqueci de contar uma coisa: ela saiu machucada com os dois joelhos ralados e pensa que isso foi motivo de ela falar que não voltaria mais? Não, ela encontrou uma solução: só comprar as joelheiras!</p>



<p>Tanto que curtiu o esporte que continuou a jogar, foi &#8220;promovida&#8221; depois de um tempo para uma turma mais avançada e quando voltamos para Mogi continuou jogando até ser chamada para jogar no time sub-17 do Sesi e que apenas parou por causa da pandemia.</p>



<p>Se não tivesse experimentar da primeira vez não teria tido tanto resultado.</p>



<p>E aí? Vai ficar de mimimi ou vai encontrar uma solução para continuar no “jogo”?</p>
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		<title>Admiração ou realização?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valeria Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Descobrir]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[realização]]></category>
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					<description><![CDATA[Há uma frase de Virgínia Woolf que me inspirou para escrever esse texto: “Não precisa ter pressa. Não há necessidade de brilhar. Não precisa ser ninguém além de si mesmo”. E nesse momento gostaria de fazer uma pergunta para você, meu leitor: “O que você tem buscado? Admiração ou realização?” Dependendo da resposta, os caminhos são &#8230; <a href="https://valerianakamura.wordpress.com/2020/10/28/admiracao-ou-realizacao/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Admiração ou realização?</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há uma frase de Virgínia Woolf que me inspirou para escrever esse texto: <em>“Não precisa ter pressa. Não há necessidade de brilhar. Não precisa ser ninguém além de si mesmo”</em>.</p>



<p>E nesse momento gostaria de fazer uma pergunta para você, meu leitor: “O que você tem buscado? Admiração ou realização?”</p>



<p>Dependendo da resposta, os caminhos são diferentes, os sentimentos também e os resultados também. Vamos falar sobre esses aspectos com foco no empreendedor.</p>



<p>Quando se busca a&nbsp;<strong>admiração</strong>, as escolhas são baseadas no que os outros vão achar. Há um excesso de medo da crítica, as ações são guiadas para ter a aceitação, o número de “curtidas” nas redes sociais é o que conta; as vontades, os desejos ou os objetivos podem ser deixados de lado se há a percepção de não aceitação. E o quão real então a pessoa é realmente? Qual o sentimento que isso gera ao chegar em casa e deitar a cabeça no travesseiro? Como é se olhar no espelho e verificar que há um espaço muito grande entre&nbsp;a pessoa que gostaria de ser e a pessoa&nbsp;ou a personagem que se transformou?</p>



<p>Por que há tanta necessidade de “brilhar” para o mundo? Será que você percebe que esse brilho pode ser apagado pelas pessoas a qualquer momento ao transferirem a admiração delas para um novo “ser iluminado”? E a partir desse momento, o que sobrará?</p>



<p>O empreendedor que busca apenas a admiração pode deixar de ousar por medo da não aceitação, pode fazer produtos ou serviços que geram burburinho, mas com pouco lucratividade. Ou ainda gasta mais dinheiro para ostentar um status que muitas vezes não possui apenas para estar no &#8220;clubinho&#8221; de alguns empresários e qual a consequência disso? Muitas vezes a falência.</p>



<p>Para aquele que busca a&nbsp;<strong>realização</strong>, há uma chama interna que por mais que alguns tentem apagar, ela sempre estará protegida porque&nbsp;já se sabe que a escolha feita enfrentará resistências, opiniões contrárias, tentativas de fazer com que a autoconfiança seja minada, porém entende que o mais importante é ser a pessoa que deseja ser, alcançar os objetivos pessoais mesmo que o “mundo” não os considere como algo relevante.</p>



<p>Essa “chama” não brilha externamente, mas aquece a alma, dá uma sensação de conquista, de felicidade mesmo que não tenha com quem dividir. O olhar no espelho dá uma sentimento de orgulho, de olhar para trás e perceber que mesmo com tantos obstáculos e talvez com olheiras de cansaço, rugas do tempo, permaneceu firme em seu propósito. Isso tudo se traduz em uma força para novos desafios e conquistas.</p>



<p>O empreendedor que busca a realização aceita os riscos, importa-se sim com a opinião do cliente, mas não liga para o que pessoas que não têm a ver com o seu negócio falam. Pode vender vários bens para investir no seu negócio, não se importa em ter que andar de carro popular ou diminuir seu nível de vida para fazer coisas que considera importantes para o desenvolvimento da sua empresa. A régua pela qual ele se mede é o seu resultado e não o que as pessoas acham.</p>



<p>Assista à série do Netflix chamada Black Mirror, especificamente ao episódio Nosedive no qual as pessoas&nbsp;são avaliadas e recebem “estrelas”… Quanto mais popular, mais estrelas… Imagine o que as pessoas fazem para serem bem avaliadas… #nospoiler</p>



<p>Imagine o seu futuro… como você gostaria que fosse? Quais serão suas escolhas a partir de agora?</p>



<p class="has-text-align-center"><em>“Ser importante é do ego. Ser feliz é da alma.” (Anônimo)</em></p>
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		<title>Como escolher pessoas para sua equipe?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valeria Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dia fui buscar minha filha na escola e ela já entrou no carro falando (como sempre!): “Mamãe, hoje teve educação física e minha amiga é que tinha a responsabilidade de escolher quem ela queria para o time dela de queimada e fez a maior burrada! A escolha dela foi por amizade e eu falei &#8230; <a href="https://valerianakamura.wordpress.com/2020/10/21/como-escolher-pessoas-para-sua-equipe/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Como escolher pessoas para sua&#160;equipe?</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um dia fui buscar minha filha na escola e ela já entrou no carro falando (como sempre!): “Mamãe, hoje teve educação física e minha amiga é que tinha a responsabilidade de escolher quem ela queria para o time dela de queimada e fez a maior burrada! A escolha dela foi por amizade e eu falei para ela que isso não ia dar certo! Ela primeiro escolheu as amigas e depois os amigos para completar o time e a maioria é tudo ruim! Qual foi o resultado? Lógico que perdemos e aí ela falou que era apenas uma brincadeira e eu respondi que tudo bem, mas a gente poderia ter ganhado se ela tivesse escolhido um time bom!”</p>



<p>Foi o gancho que peguei para confirmar o pensamento dela, estruturar melhor&nbsp;o aprendizado para ela e ter um insight para escrever esse artigo.</p>



<p>Quantos de nós já fizemos isso quando crianças? E quantos de nós fizemos isso ao chegar em uma posição de liderança? Chamarmos amigos para trabalhar conosco, afinal nos damos tão bem que o trabalho vai ser uma diversão!</p>



<p>Pois é… o trabalho pode e deve ser divertido, caso contrário, não aguentamos as pressões e os desafios do dia a dia, porém ele precisa atingir um determinado resultado e para que isso aconteça, precisamos estruturar uma equipe que consiga atingi-lo.</p>



<p>Conheço líderes que contratam seguindo os seguintes requisitos:&nbsp;parece legal, divertido e “bonitinho”. Utilizam ainda das perguntas: “Qual seu maior defeito? Qual sua maior qualidade? Qual seu hobbie?”. O que isso vai impactar nas atividades do dia a dia? Impactaria se as respostas fossem verdadeiras e o que na maioria dos casos não são, pois as pessoas já estão treinadas para responder a essas perguntas. Será que alguém vai responder que o maior defeito é ter dificuldade em trabalhar em equipe? Lógico que não! Eu já sei a resposta mais comum: “Sou perfeccionista!”.</p>



<p>Também conheço líderes que contratam apenas quem se parece com eles, que pensam como eles e qual o resultado? Normalmente, uma equipe sem divergências é uma equipe morna porque novas ideias não aparecem, não há questionamentos e isso faz com que ninguém evolua. Não estou dizendo para haver confrontos, brigas, mas quando alguém pensa diferente faz com que outro ponto de vista seja visto e analisado, algo talvez nunca pensado e surge um processo inovativo.</p>



<p>Na posição de liderança, precisamos ter na equipe pessoas diversas e não falo isso apenas sobre gênero, cor ou raça, mas de competências e habilidades diversas. Às vezes, um tímido que é um excelente executor, um extrovertido que consegue negociar prazos e atividades, um conciliador para lidar com conflitos e assim, por diante.</p>



<p>Algumas pessoas podem me perguntar: “Mas, Valeria e se eu cheguei com a equipe montada? Não tenho como escolher!”</p>



<p>Errado! Você sempre tem escolhas! Terá que passar por um processo de conhecimento da equipe… quem é quem, quem faz melhor o quê, quais as competências e habilidades de cada um e isso fará com que você consiga mapear a sua equipe para fazer um planejamento para alcançar o resultado desejado. Talvez, você terá que demitir? Talvez sim, é uma escolha!</p>



<p>Se você não tem como escolher quem fará parte da sua equipe, você pode adequar as atividades para cada um.</p>



<p>Na maioria das vezes em minha vida profissional, assumi equipes já estruturadas e já tive de demitir, trocar de função, trocar de área, contratar e até recontratar. Por exemplo, já tive na minha equipe três designers e ao longo do tempo, fui conhecendo cada um. Sabia o que cada um tinha mais habilidade, prazos de entrega, o que gostavam mais ou gostam menos de fazer (porque isso impacta na qualidade ou no tempo de execução) e várias outras questões. Cada um tinha seu “talento” e assim direcionava as atividades de acordo com o perfil de cada um. E o resultado? Entregas no prazo e com a qualidade desejada.</p>



<p>Não quer dizer que eu não erre ao contratar, mas os anos de experiência me fizeram errar bem menos. E como escolho as pessoas para trabalhar comigo?</p>



<p>Primeiro, verifico quais os resultados quero que o profissional atinja, quais as funções que deverá executar, tenho que ter claro o papel que ele desempenhará para que eu possa informá-lo.</p>



<p>Normalmente,&nbsp;o primeiro contato é o currículo, um documento claro, objetivo e que traz as informações necessárias que me atraiam e depois parto para a entrevista.</p>



<p>Na entrevista, gosto de saber um pouco de histórias da&nbsp;vida pessoal&nbsp;(não quero dizer íntima) e profissional para verificar se somos guiados pelos mesmos valores, pois se tivermos valores distintos poderá haver confrontos. Vou dar um exemplo: se o entrevistado me conta uma história onde buscou levar vantagem em alguma situação sobre outra pessoa, vejo que ele não compartilha do mesmo valor que eu e da empresa onde estou e esse comportamento pode afetar em algum momento o andamento do trabalho. Decido pela não contratação.</p>



<p>Por meio das histórias, verifico se gosta de desafios, como lida com eles; casos de sucesso e fracasso, isso principalmente é importante para saber se tem foco em soluções e como lida com o erro que para mim , particularmente, é um comportamento primordial. As histórias são reais, as pessoas não têm tempo para inventarem e quando inventam, consigo detectar facilmente, pois vou fazendo perguntas sobre o que elas falam.</p>



<p>Gosto de gente ousada, isso não quer dizer irresponsável, mas de pessoas que dentro de suas limitações conseguiram ter ideias interessantes e fizeram algo desafiador. Prefiro ter que segurar pessoas da minha equipe porque são inovadoras do que ter que empurrar para terem alguma atitude.</p>



<p>Se a sua equipe não deslancha, a responsabilidade é de quem? Sinto te dizer, mas é sua! É falta de ter uma atitude como líder, de fazer o que deve ser feito para que ela alcance os resultados que talvez, ela nem saiba quais são porque você não deixou claro.</p>



<p>Um dos pontos muito analisados pelos investidores é sua equipe. Muitas vezes a empresa precisa de muitos ajustes, mas se tiver uma equipe complementar e que está trazendo resultados será visto bom bons olhos.</p>



<p>Ter uma equipe de alta performance vai depender muito das escolhas que VOCÊ, como líder, faz e fará.</p>



<p>É fácil? Claro que não, afinal você lida com pessoas que têm pensamentos e sentimentos diversos, mas enfim, se você decidiu ser um líder, bem-vindo ao mundo das escolhas diárias.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A empatia pode gerar resultados muito melhores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valeria Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma pequena chácara vivia uma mulher e seu marido fazendeiro. Por lá também viviam alguns animais: a vaca, o porco, a galinha e o&#160;RATO. O rato vivia tranquilamente em um buraco na parede da casa e tinha boa convivência com os outros animais, mas em um certo dia ficou desesperado. A senhora dona da &#8230; <a href="https://valerianakamura.wordpress.com/2020/10/14/a-empatia-pode-gerar-resultados-muito-melhores/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">A empatia pode gerar resultados muito&#160;melhores</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Em uma pequena chácara vivia uma mulher e seu marido fazendeiro. Por lá também viviam alguns animais: a vaca, o porco, a galinha e o&nbsp;<strong>RATO</strong>.</em></p>



<p><em>O rato vivia tranquilamente em um buraco na parede da casa e tinha boa convivência com os outros animais, mas em um certo dia ficou desesperado.</em></p>



<p><em>A senhora dona da casa havia colocado uma ratoeira para pegá-lo.</em></p>



<p><em>Na hora que viu a armadilha, saiu correndo para pedir ajuda a seus colegas animais:</em></p>



<p><em>– Vaca, nós estamos com um problemão, armaram uma ratoeira lá na casa.</em></p>



<p><em>A vaca, que estava mascando capim, deu risada.</em></p>



<p><em>– Nós? Por um acaso entro na casa do fazendeiro? Aliás, você já viu ratoeira pegar vaca? Isto é problema seu.</em></p>



<p><em>O rato ainda desesperado saiu a procura do porco:</em></p>



<p><em>–&nbsp;Porco, está havendo uma baita confusão, a mulher do fazendeiro colocou uma ratoeira em casa.</em></p>



<p><em>– Ratoeira? Olha o meu tamanho, você acha que ratoeira pega um porco como eu? Se vire, isto é um problema seu.</em></p>



<p><em>O rato, triste e perplexo por ninguém lhe ajudar, correu para conversar com a galinha:</em></p>



<p><em>– Galinha, nós estamos com um problema muito sério.</em></p>



<p><em>– Mais problemas eu não aguento, já tenho que botar um monte de ovos e você me aparece com mais problemas? Não quero nem saber…</em></p>



<p><em>– Mas tem uma ratoeira armada lá na casa, disse desesperadamente o rato!</em></p>



<p><em>– Mas isso não é comigo, é contigo.</em></p>



<p><em>O rato foi embora triste e desapontado, pois não conseguiu sensibilizar ninguém a ajudá-lo.</em></p>



<p><em>À noite todos dormiram e, de repente,&nbsp;<strong>splaft</strong>.</em></p>



<p><em>A ratoeira desarmou.</em></p>



<p><em>O barulho chamou a atenção de todos lá na chácara. Todos correram para ver o que aconteceu… inclusive o rato.</em></p>



<p><em>Era uma cobra cascavel que havia sido pega na ratoeira.</em></p>



<p><em>A mulher levantou-se e foi tirar a cascavel da ratoeira e num descuido, tomou uma picada.</em></p>



<p><em>Foi levada imediatamente ao hospital por seus parentes, onde ficou internada por vinte dias, na volta, com a saúde muito debilitada, precisava de muitos cuidados e uma alimentação especial.</em></p>



<p><em>Qual a melhor dieta para recuperar a saúde? Canja! Lá se foi a galinha.</em></p>



<p><em>Depois de um mês, com a saúde restabelecida, resolveu oferecer um almoço para todos seus parentes que a tinham ajudado. E lá se foi o porco (assado no espeto).</em></p>



<p><em>Para completar o tratamento no hospital tinha ficado muito caro, não houve alternativa, tiveram que vender a vaca para um açougueiro.</em></p>



<p><strong>Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.</strong></p>



<p><strong>– Mário Quintana</strong></p>



<p>Em quantos momentos da sua vida, você agiu como a galinha, o porco e a vaca?</p>



<p>Será que você tem sido capaz de se colocar no lugar das outras pessoas?</p>



<p>Nas suas decisões, você tem avaliado como elas impactarão direta ou indiretamente na vida das pessoas?</p>



<p>Será que você tem praticado a EMPATIA?</p>



<p>A EMPATIA é uma das competências mais importantes no mundo em que vivemos para que possamos atingir nossos objetivos e nada mais é do que “COLOCAR-SE NO LUGAR DO OUTRO”.</p>



<p>É buscar compreender os sentimentos da outra pessoa, não havendo a necessidade de experimentar as mesmas emoções. É ver o mundo sob a perspectiva do outro, percebendo o que precisa e o que quer, entendendo as diferenças no modo de ver e ser em relação a determinado fato.</p>



<p>Ao se tornar mais empático, há uma melhoria nos relacionamentos e um apoio muito maior na tomada de decisões.</p>



<p>EMPATIA não é o mesmo que SIMPATIA, pois ao ser simpático, você pode até vivenciar as emoções do outro, porém isso não quer dizer que você se coloca no lugar dele.</p>



<p>Vamos exemplificar? Você vê seu colega de trabalho chorando e ao conversar com ele, você se emociona também, porém não se coloca no lugar dele, buscando entender os sentimentos dele para ver a questão sob a perspectiva dele.</p>



<p>A empatia faz com que possamos enxergar as outras pessoas a partir de um olhar com menos julgamento e mais colaboração. Líderes mais empáticos geram equipes com mais resultados, pois há uma humanização desse relacionamento profissional.</p>



<p>Infelizmente, ainda vemos uma sociedade que enxerga apenas o seu próprio umbigo, sem se importar com as outras pessoas, sem pensar em como suas ações as afetam. E as pessoas se sentindo afetadas querem pagar na mesma moeda gerando um ciclo virtuoso de relacionamento.</p>



<p>Quando nos colocamos no lugar do outro, as decisões que tomamos têm uma outra amplitude, pois analisamos melhor os riscos e consequências e ao compartilhar isso com as pessoas envolvidas, temos muito mais apoio nas nossas escolhas.</p>



<p>Pense e verifique o quão empático você tem sido e a pergunta que gostaria de deixar é: “O que você já perdeu por não ter sido empático?”.</p>
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		<title>Virei líder e agora?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valeria Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[Até ontem, você era um funcionário como tantos outros. Hoje, você virou líder… e agora? Você foi realmente preparado para isso? Muitas pessoas dizem a liderança é nata, você nasceu para isso e em algum momento você ocupará esse cargo ou função, mas será que realmente é assim? Nas minhas andanças pelo mundo corporativo, o &#8230; <a href="https://valerianakamura.wordpress.com/2020/10/07/virei-lider-e-agora/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Virei líder e&#160;agora?</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Até ontem, você era um funcionário como tantos outros. Hoje, você virou líder… e agora? Você foi realmente preparado para isso?</p>



<p>Muitas pessoas dizem a liderança é nata, você nasceu para isso e em algum momento você ocupará esse cargo ou função, mas será que realmente é assim?</p>



<p>Nas minhas andanças pelo mundo corporativo, o que mais vejo são pessoas que são excelentes funcionários, proativos, engajados, trazem resultados, tecnicamente são extremamente competentes e que por essas qualidades foram promovidos para líderes, porém muitos se sentem totalmente despreparados, pois de uma hora para a outra deixam de ser “operacionais” e precisam aprender a lidar com pessoas, a escalar o resultado por meio delas, a delegar, a tomar decisões, criar novas oportunidades de negócios e assim vai…</p>



<p>Aprender a liderar não é&nbsp;uma fórmula mágica que você aprenderá&nbsp;na escola e nos cursos de liderança, muitos dos conhecimentos transmitidos são apenas teoria como se as pessoas fossem previsíveis (o que sabemos que não são).</p>



<p>As informações transmitidas nos ajudam em várias questões, mas na verdade, aprendemos a liderar no dia a dia, batendo a cabeça, entrando em conflitos (e nem entendemos como fomos parar ali), tendo pressão tanto dos nossos gestores quanto dos nossos funcionários, tomando decisões e vendo os resultados acontecerem (e nem sempre são os esperados).</p>



<p>Ao se tornar líder, quantas pessoas se sentem inseguras quanto às suas decisões, pois têm medo de que elas sejam inadequadas ou não aceitas pela equipe. É um momento bastante complicado, pois precisamos aprender rapidamente sobre muitas variáveis. A questão técnica é simples de ser resolvida, mas lidar com pessoas não. Cada uma tem seu jeito, sua personalidade, sua forma de lidar com problemas, entre outros.</p>



<p>Por isso, quando as pessoas me perguntam como ser um bom líder, eu digo que não tem uma fórmula pronta, mas uma coisa eu sei… você precisa aprender a ser um bom ouvinte, se mostrar aberto a aprender com o outro, ter humildade de entender que você não sabe tudo e que precisa muito da sua equipe.</p>



<p>O que falo são sobre as experiências que tive ao longo da minha vida profissional e que me ajudaram a formar equipes de alta performance. E como eu sei que são de alta performance? Pelos resultados que entregamos.</p>



<p>Quando somos alçados à essa função de líder, algumas questões são fundamentais:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Ser líder não implica que você é melhor do que as pessoas da sua equipe, que sabe mais. O estabelecimento da confiança é imprescindível nesse momento, é necessário deixar claro que todos fazem parte da equipe com suas responsabilidades e papéis específicos e que os resultados são de todos, por isso o compartilhamento de informações e conhecimento com a equipe é necessário para que você possa tomar decisões mais efetivas. Entender o impacto que as decisões têm sobre a equipe e outas pessoas, faz com que ações preventivas possam ser tomadas. Chamar a equipe para participar das decisões é de extrema valia!</li><li>Deixe claro quais são seus valores para que a equipe entenda os limites que permearão suas decisões e ações. A transparência de valores deixa claro quem você é para sua equipe, pois não é só você que precisa aprender a lidar com ela, mas ela também precisa aprender a lidar com você.</li><li>Conheça sua equipe para poder ajudá-la em seu desenvolvimento e em seu trabalho diário, ela espera isso de você a todo momento.</li><li>Os objetivos devem ser passados de forma clara para a equipe, pois é a partir daí que se desenrola todo o plano de execução. Se a equipe não entender o que se deseja atingir e o motivo disso, provavelmente, entrará em um processo de “fazer por fazer” e isso não gerará o melhor resultado, pois não haverá engajamento.</li><li>Faça com que a equipe tenha foco em soluções e isso gerará mais inovação, pois surgirão novas alternativas para uma decisão. Ideias diferentes podem gerar um outro patamar de resultado.</li><li>Seja o exemplo sempre! Não adianta falar de planejamento se você não se planeja… não adianta falar de transparência se você esconde informações. Além disso, manter um clima harmonioso, de alegria faz com que as pessoas trabalhem felizes e dispostas a criar sempre mais.</li></ol>



<p><strong>Cuidados:</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>Não faça reuniões para compartilhar as decisões apenas para que você não leve a culpa se o resultado for negativo. Isso não é atitude de líder e sim de pessoas mal preparadas e inseguras.</li><li>Não tente contentar todo mundo porque isso pode te levar a paralisia. Isso é impossível! O que acontecerá que algumas pessoas poderão não concordar, mas poderão conviver com isso sem problema nenhum.</li><li>Não tome decisões sem pensar no impacto sobre as pessoas, pois são elas que poderão te ajudar a implantar sua ideia com mais “suavidade”.</li><li>Não fique preso nos problemas, foco sempre em soluções que você muitas vezes sozinho não consegue enxergá-las, por isso sua equipe é fundamental!</li><li>Não procrastine suas decisões, faça o que deve ser feito!</li></ol>



<p><strong>Atenção:</strong></p>



<p>Você não é perfeito! Por isso não tenha medo de errar e não se culpe por suas decisões. Afinal, só não erra quem não faz.</p>



<p>E como líder, tenha certeza de que você cometerá muitos erros e talvez você só tenha chegado a essa posição por ter conseguido tomar inúmeras decisões, chegando a uma melhor solução e resultado efetivo.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Mudanças no comportamento do consumidor, das empresas e lideranças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valeria Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 13:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abertura de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrir]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Ousar]]></category>
		<category><![CDATA[Planejar]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[líderes]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[Ontem (29/09/2020), fiz uma aula para líderes de várias empresas sobre vários assuntos e um deles era sobre as mudanças no comportamento do consumidor e consequentemente das empresas e suas lideranças para lidar com esse &#8220;novo&#8221; consumidor. São tendências que várias pesquisas trazem que vou apresentar nesse artigo de forma resumida. Nessas tendências podem haver &#8230; <a href="https://valerianakamura.wordpress.com/2020/09/30/mudancas-no-comportamento-do-consumidor-das-empresas-e-liderancas/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Mudanças no comportamento do consumidor, das empresas e&#160;lideranças</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ontem (29/09/2020), fiz uma aula para líderes de várias empresas sobre vários assuntos e um deles era sobre as mudanças no comportamento do consumidor e consequentemente das empresas e suas lideranças para lidar com esse &#8220;novo&#8221; consumidor.</p>



<p>São tendências que várias pesquisas trazem que vou apresentar nesse artigo de forma resumida. Nessas tendências podem haver várias oportunidades de negócios para as empresas e os líderes deverão guiar suas equipes para essa nova trajetória.</p>



<ol class="wp-block-list"><li>O digital estará em todas as dimensões das nossas vidas</li></ol>



<p>Muitas pessoas nunca tinham utilizado nenhuma plataforma de comunicação online e não tiveram saída, tiveram que se adaptar às reuniões virtuais e acabaram também utilizando para os encontros pessoais para reunir amigos e famílias.</p>



<p>Também tivemos um aumento de compras online. Em um passado muito próximo, várias pessoas tinham receio de utilizar a internet para compras por questões de segurança. Hoje perceberam quanto podem ganhar tempo e comodidade agindo dessa forma.</p>



<p>O ensino também passou para o digital e quem acreditava que seria impossível aprender ou ter disciplina, percebeu a praticidade desse tipo de modalidade.</p>



<p>2. Consumo mais consciente</p>



<p>A pergunta principal que as pessoas têm feito é: &#8220;Preciso disso realmente?&#8221;</p>



<p>Isso se deu por duas questões: uma, as pessoas têm buscando uma vida mais simples (isso não quer dizer espartana), de consumo de coisas que realmente são necessárias, sem desperdícios. Outra questão é a queda de renda de muitas famílias e o desemprego ou o medo dele fez também que houvesse uma freada em compras desnecessárias.</p>



<p>Há também uma maior divulgação da economia circular trazendo mais sustentabilidade, reaproveitando o que não se utiliza mais de alguma forma.</p>



<p>Os consumidores estão em busca de marcas cada vez mais sustentáveis e com propósito, mesmo que isso possa ter um preço maior, mas há uma entrega de valor percebida.</p>



<p>3. A importância da experiência do consumidor</p>



<p>Cada vez mais os consumidores estão mais exigentes e trocam de marca facilmente se não se sentirem bem atendidos.</p>



<p>Por isso, empresas que proporcionam uma experiência mais gratificante para o consumidor têm a tendência de fidelizá-los e torná-los fãs, criando sua comunidade.</p>



<p>É importante que todos os canais de venda e atendimento ao cliente estejam interligados para assim termos informações sobre ele e proporcionar assim novas experiências.</p>



<p>4. Maior preocupação com a saúde e qualidade de vida</p>



<p>Cada vez mais vemos pessoas interessadas em aprender a cozinhar para que possam ter pratos mais saudáveis e fugirem de fast foods e alimentos ultraprocessados. </p>



<p>Se não cozinham, buscam empresas ou pessoas que possam atender essas necessidades com fornecimento de pratos balanceados e saudáveis.</p>



<p>Além disso, muitos iniciaram atividades físicas utilizando serviços de profissionais online.</p>



<p>Agora, a maior preocupação é com a saúde mental. Vimos uma aumento considerável de pessoas procurando as terapias, pois o isolamento social, o medo da doença e preocupações financeiras trouxeram mais ansiedade, tristeza e depressão.</p>



<p>5. Mais tempo em casa</p>



<p>Por mais que voltemos a sair com mais frequência, muitos ainda permanecerão em casa, pois o home office veio para ficar, mesmo que não seja todos os dias da semana.</p>



<p>E para isso deverá haver uma reestruturação do espaço físico para um home office de verdade, pois muitos viveram um home office adaptado, sem nenhum estrutura.</p>



<p>Muitas pessoas também descobriram hobbies para fazer em casa como forma de diversão ou terapia.</p>



<p>E além da busca de roupas mais confortáveis (não quer dizer passar de pijama o dia todo) para que possam trabalhar.</p>



<p>Todas essas tendências devem ser analisadas para que assim possamos aproveitar as oportunidades e verificar que mudanças precisamos fazer.</p>
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		<title>As profissões do futuro. Será?</title>
		<link>https://valerianakamura.wordpress.com/2020/09/23/as-profissoes-do-futuro-sera/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Valeria Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 11:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrir]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Ousar]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Quantos de nós já fomos inundados pelas previsões de que milhões de pessoas ficarão desempregadas por causa da tecnologia, pois suas funções deixarão de existir. Se você pensa que isso é um assunto novo, está muito enganado. Em vários momentos da história, várias mudanças aconteceram no mundo do trabalho. Quando os carros tomaram lugar das &#8230; <a href="https://valerianakamura.wordpress.com/2020/09/23/as-profissoes-do-futuro-sera/" class="more-link">Continue lendo <span class="screen-reader-text">As profissões do futuro.&#160;Será?</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quantos de nós já fomos inundados pelas previsões de que milhões de pessoas ficarão desempregadas por causa da tecnologia, pois suas funções deixarão de existir.</p>



<p>Se você pensa que isso é um assunto novo, está muito enganado. Em vários momentos da história, várias mudanças aconteceram no mundo do trabalho. </p>



<p>Quando os carros tomaram lugar das charretes, como ficaram aqueles que faziam a manutenção ou construção delas e outros que cuidavam dos cavalos? Quando houve a revolução industrial com a chegada de máquinas, como ficaram os funcionários que faziam trabalhos manuais? </p>



<p>Com a evolução do mundo, é mais do que natural que muitas funções desapareçam para dar lugar a outras. Por isso, não adianta ficar desesperado, é necessário ação. É momento de se preparar para a mudança.</p>



<p>Segundo um artigo da Infomoney de 20/01/2020, as ocupações abaixo são as mais ameaçadas devido a uma probabilidade muito grande de automação. Por exemplo: muitos supermercados já implantaram serviços de caixa self-checkout, isto é, você passa suas compras pelo leitor de código de barras, coloca seu cartão e faz todo o processo de pagamento e assim adeus operadores de caixa.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Ocupação*&nbsp;</strong></td><td><strong>n° de trabalhadores&nbsp;</strong></td><td><strong>Probabilidade de automação&nbsp;</strong></td></tr><tr><td>7. Operador de Caixa</td><td>823.476</td><td>97%</td></tr><tr><td>1.Assistente Administrativo</td><td>2.081.939</td><td>96%</td></tr><tr><td>2. Auxiliar de Escritório, Em Geral</td><td>2.036.571</td><td>96%</td></tr><tr><td>6. Alimentador de Linha de Produção</td><td>860.740</td><td>93%</td></tr><tr><td>3. Vendedor de Comércio Varejista</td><td>2.007.042</td><td>92%</td></tr><tr><td>10. Servente de Obras</td><td>571.663</td><td>88%</td></tr><tr><td>9. Vigilante</td><td>630.387</td><td>84%</td></tr><tr><td>5. Motorista de Caminhão (Rotas Regionais e Internacionais)</td><td>877.081</td><td>79%</td></tr><tr><td>8. Professor de Nível Médio no Ensino Fundamental</td><td>749.667</td><td>56%</td></tr><tr><td>4. Faxineiro</td><td>1.344.939</td><td>66%</td></tr></tbody></table></figure>



<h6 class="wp-block-heading"><em>*Os números ao lado de cada ocupação representam a posição das profissões no ranking de maior número de trabalhadores do país, segundo o estudo da UFRJ.&nbsp;</em></h6>



<p>Porém, isso não quer dizer que todos ficarão desempregados. Aqueles que tiverem iniciativa e começarem a estudar para ingressar em novas oportunidades terão vagas no novo mercado de trabalho. E principalmente, as vagas surgirão na área de tecnologia.</p>



<p>Muitos vão falar: &#8220;Mas fazer uma faculdade é cara e não tenho dinheiro!&#8221; Na realidade, muitas das novas profissões nem cursos universitários existem, por isso a busca de cursos livres será uma opção e atualmente vemos vários em plataformas gratuitas ou pagas e algumas com preços bastante acessíveis, por exemplo, Coursera, Udemy e Programaria, ou até no Youtube.</p>



<p>E talvez aconteça de haver vagas e não ter profissionais adequados, assim, se pelo menos o conhecimento básico alguns profissionais tiverem, as empresas terminarão sua formação.</p>



<p>Há várias iniciativas gratuitas para a formação do pessoal de tecnologia, como a 42. Conheça mais sobre o programa <a href="https://www.42sp.org.br/" rel="nofollow">https://www.42sp.org.br/</a></p>



<p>Segundo a Center for the Future of Work e Cognizant, as 20 profissões do futuro (2030) serão:</p>



<p>1.Analista de Big Data </p>



<p>2.Agente de Cyber Attack </p>



<p>3.Especialistas em Experiência do Cliente </p>



<p>4.Voice UX Designer </p>



<p>5.Walker-Talker </p>



<p>6.Analista de Segurança da Informação </p>



<p>7.Gerente de Construção de Realidade Aumentada </p>



<p>8.Gestor de Inovação </p>



<p>9.Especialista em E-commerce </p>



<p>10.Profissionais de Saúde Mental </p>



<p>11.Gestor de Talentos </p>



<p>12.Representante de Vendas Internas </p>



<p>13.Machine Risk Officer </p>



<p>14.Detetive de Dados </p>



<p>15.Facilitador de TI </p>



<p>16.Ethical Sourcing Officer </p>



<p>17.Técnico de Saúde Assistida por Inteligência Artificial </p>



<p>18.Analista de Cibercidade </p>



<p>19.Coach de Bem-Estar Financeiro </p>



<p>20.Chief Trust Officer</p>



<p>E algumas profissões também terão fortes mudanças em seu trabalho com a chegada da tecnologia: médicos, advogados, arquitetos, policiais, corretores de imóveis, pilotos de guerra e contadores. </p>



<p>Por isso, independente do trabalho que você executa, é importante pensar de que forma a tecnologia poderá alterar sua forma de trabalhar e assim, buscar ser proativo e provocar suas próprias mudanças e não engolido pela nova realidade.</p>
]]></content:encoded>
					
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