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	<title>Fisioterapia &amp; Saúde</title>
	
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	<description>Tudo sobre Fisioterapia</description>
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		<title>Ato Médico um longo  Caminho em Busca de Soberania.</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 04:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Brandão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por:  Jorge Brandao Um dia após a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) ter  aprovado nesta quarta-feira, 8 de janeiro de 2012 o projeto do Ato Médico, tratando do exercício da Medicina. Com posições diferentes do projeto original aprovado pela Câmara Federal e ainda  tendo que passar pela Comissão de Seguridade Social, para mais depois ir para a Comissão de Educação e  em seguida deve voltar a Câmara Federal.  Acreditem, em  um longo caminho, assistimos a um espetáculo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Por:  Jorge Brandao</p>
<p style="text-align: justify"><a rel="attachment wp-att-7089" href="http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/ato-medico-um-longo-caminho-em-busca-de-soberania/soberania-absoluta/"><img class="alignleft size-full wp-image-7089" src="http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/files/2012/02/Soberania-absoluta.jpg" alt="" width="450" height="593" /></a>Um dia após a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) ter  aprovado nesta quarta-feira, 8 de janeiro de 2012 o projeto do Ato Médico, tratando do exercício da Medicina. Com posições diferentes do projeto original aprovado pela Câmara Federal e ainda  tendo que passar pela Comissão de Seguridade Social, para mais depois ir para a Comissão de Educação e  em seguida deve voltar a Câmara Federal.  Acreditem, em  um longo caminho, assistimos a um espetáculo de desespero coletivo por meios das redes sociais no dia de hoje. Lógico que existe por parte dos defensores do Ato Médico o desejo de soberania em relação a todas as profissões da saúde. Se alguém acredita em todo esse processo que já se arrasta há 10 anos é por preocupação com a saúde da sociedade, também deve acreditar em papai Noel, bicho de sete cabeças ou mula sem cabeça. Mas nenhuma atitude incoerente ou de baixo escalão deve ser tomada. Não vai ser uma campanha em redes sociais agredindo quem quer que seja a arma suficiente para queda desse projeto contraditório e ameaçador a verdadeira integridade da saúde do povo brasileiro. Chamar a todos para uma união,  não acredito mais nisso, após quase 18 anos de formado. </p>
<p style="text-align: justify">Estou  me referindo a   fisioterapia, por ser testemunha de uma grande parte dos profissionais preocupados com seus próprios “umbigos”, digo com seu próprio meio de vida, enquanto poderíamos discutir políticas de saúde, vendem-se cursos, enquanto poderíamos apresentar o verdadeiro papel do profissional fisioterapeuta para sociedade, vendem-se pacotes de preços, arrastam para beira do abismo, a seriedade e o compromisso. Técnicas e pacotes são para medíocres, esses sim devem está ainda mais preocupados com o desfecho do ato médico, não se iludam eu mesmo conheço muitos e muitos fisioterapeutas ideológicos, eles defendem a ciência, e não a profissão ou seus próprios interesses, nada vai acontecer com eles, muito pelo contrário, mesmo que a decisão de ontem no Senado, fosse conclusiva, não sofreriam, por que são fisioterapeutas e usam com orgulho inclusive em seus jalecos e cartões de visitas seus nomes, juntos ao da fisioterapia e não de técnicas que são apenas ferramentas.</p>
<p style="text-align: justify">Algo  aborrecedor é quando ouço, “eu amo fisioterapia”  e em seguida vão carregar sacos de gelo, enriquecendo os bolsos dos médicos, passam seus dias ligando e desligando aparelhos sem nenhum conhecimento e dizem, “vamos valorizar a fisioterapia”, jovens estudantes que saem em carreatas, por que nossos profissionais não tem coragem, mas esses mesmos jovens muitas vezes exercem ilegalmente a profissão em estágios não regulamentados. Vendedores de técnicas de todos os tipos e invenções, mas não servem nem mesmo para patrocinar campanhas de valorização a ciência de fisioterapia.</p>
<p style="text-align: justify">Nesse momento, eu vejo uma grande vitória dos profissionais da saúde, se a classe médica se arrasta 10 anos para regulamentar sua profissão, isso não é soberania, é dever deles lutar por suas convicções e o nosso por defender as nossas, desde que todos não esqueçam, o beneficiário deve ser a sociedade e não os seus bolsos. Quem sabe ao ler esse texto alguém me chame de ridículo, quem sabe me vejam como fisioterapeuta idealista ou apenas um cidadão, fisioterapeuta que em quase 18 anos de profissão tem o desejo de assistir menos desigualdades e um olhar para o outro e para sociedade.</p>
<p style="text-align: justify">Quanto dinheiro gasto desnecessário, nessas campanhas de “quebra de braços”, para ver quem é o mais forte, ridículos soberanos, me faz acreditar em mulas sem cabeças ou em bicho de sete cabeças, como podemos duvidar do necessário e importante papel do médico na sociedade? Como acreditar que eles sozinhos na sociedade moderna poderiam fazer o que quer que seja? Somos todos importantes ou todos juntos sem importância alguma, vou crer sempre em uma única possibilidade, a grandeza está no ser humano, enriquecido por valores construtivos e inerentes aos seres de bom senso. O ato médico seja da forma que foi construído ou da forma que está sendo apresentado nesse momento, pode mostrar arrogância e predominância, mas em nada vai modificar as habilidades de quaisquer que seja o profissional e muito menos dos que tem competências e podem oferecer resolutividade, pautado em bases científicas.</p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dbAulxvU03DftRNNAztssL2iZcQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dbAulxvU03DftRNNAztssL2iZcQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FisioterapiaSaudeA/~4/G26oYGcyW9U" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Profissionais de Saúde Merecem Atitudes e não um Ato de Aprisionamento.</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 02:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Brandão</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-7079" href="http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/profissionais-de-saude-merecem-atitudes-e-nao-um-ato-de-aprisionamento/ato-medico-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-7079" src="http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/files/2012/02/ato-medico-2.jpg" alt="" width="960" height="720" /></a></p>

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		<title>Ato Médico é aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 01:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Brandão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a sala lotada por integrantes de entidades que representam médicos e outras categorias da saúde, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (8) o projeto do Ato Médico, que trata do exercício da Medicina. Os senadores acolheram relatório de Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), que modificou o substitutivo Substitutivo é quando o relator de determinada proposta introduz mudanças a ponto de alterá-la integralmente, o Regimento Interno do Senado chama este novo texto de &#8220;substitutivo&#8221;. Quando é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Com a sala lotada por integrantes de entidades que representam médicos e outras categorias da saúde, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (8) o projeto do Ato Médico, que trata do exercício da Medicina. Os senadores acolheram relatório de Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), que modificou o substitutivo Substitutivo é quando o relator de determinada proposta introduz mudanças a ponto de alterá-la integralmente, o Regimento Interno do Senado chama este novo texto de &#8220;substitutivo&#8221;. Quando é aprovado, o substitutivo precisa passar por &#8220;turno suplementar&#8221;, isto é, uma nova votação. aprovado pela Câmara. O texto precisa ainda passar pelas comissões de Educação (CE) e de Assuntos Sociais (CAS) antes de ir a Plenário.</p>
<p style="text-align: justify">Os dez anos de tramitação do projeto no Congresso revelam a dimensão das disputas em torno da matéria (SCD 268/2002), que determina atividades privativas dos médicos. De um lado, o Ato Médico põe fim a uma antiga reivindicação da categoria, com a delimitação legal de seu campo de atuação. De outro, os demais profissionais da saúde temiam o risco de que o texto, se transformado em lei, esvaziasse suas funções e resultasse na reserva de mercado para os médicos.</p>
<table style="text-align: justify" border="0" cellspacing="8" cellpadding="0" width="550">
<tbody>
<tr>
<td><strong>PONTOS POLÊMICOS DO PROJETO DO ATO MÉDICO</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>1.</strong> <strong>Diagnósticos de doenças</strong>: o projeto estabelece como privativo dos médicos diagnosticar doenças que acometem o paciente.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> psicólogos e nutricionistas reivindicam o direito de também atestar as condições de saúde em aspectos psicológicos e nutricionais. Já fisioterapeutas e fonoaudiólogos querem ser responsáveis pelo diagnóstico funcional, que avalia a capacidade do paciente de realizar movimentos, articular sons, entre outros.</p>
<p><strong>Posição do relator:</strong> Valadares manteve como privativa dos médicos a “formulação de diagnóstico nosológico”, para determinar a doença, mas retirou essa exclusividade para diagnósticos funcional, psicológico e nutricional, além de avaliação comportamental, sensorial, de capacidade mental e cognitiva.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2. Assistência ventilatória mecânica ao paciente:</strong> o texto original estabelece como tarefa exclusiva dos médicos a definição da estratégia para pacientes com dificuldade respiratória (intubação acoplada a equipamento que bombeia ar aos pulmões) e a forma de encerrar o procedimento.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> os fisioterapeutas questionaram a norma, alegando que também atuam no atendimento a pacientes com dificuldade respiratória, especialmente nas unidades de terapia intensiva (UTI).</p>
<p><strong>Posição do relator:</strong> Valadares acolheu emenda da Câmara que atribui aos médicos a <strong><em>coordenação</em></strong> da estratégia ventilatória inicial e do programa de interrupção, assegurando a participação de fisioterapeutas no processo.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>3. Biópsias e citologia</strong>: Emenda aprovada na Câmara limita aos médicos a emissão de diagnósticos de anatomia patológica e de citopatologia, que visam identificar doenças pelo estudo de parte de órgão ou tecido.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> biomédicos e farmacêuticos argumentam que a medida fere sua liberdade de atuação profissional, uma vez que análises laboratoriais requerem “interpretação” do material colhido e não “diagnóstico médico”.</p>
<p><strong>Posição do relator:</strong> Valadares rejeitou mudança da Câmara, mas manteve como tarefa restrita aos médicos a emissão de laudos de exames endoscópicos, de imagem e anatomopatológicos (de amostras de tecidos e órgãos).</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>4. Procedimentos invasivos</strong>: o projeto prevê como exclusivo de médicos “procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, biópsias e endoscopia”, o que inclui a “invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo da pele para injeção”.</p>
<p><strong>Crítica</strong>: A norma motivou reação de acupunturistas e até mesmo de tatuadores, que temem enfrentar restrição em seu campo de atuação por conta da interpretação de conceito de procedimento invasivo.</p>
<p><strong>Posição do relator</strong>: Valadares manteve a norma em seu relatório, mas retirou da lista de atribuições exclusivas dos médicos a “aplicação de injeções subcutâneas, intradérmica, intramusculares e intravenosas”, apesar de a recomendação de medicamentos a serem aplicados por injeção continuar sendo uma prerrogativa médica.</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: justify"><strong>5.</strong> <strong>Direção e chefia</strong>: pelo texto em análise, apenas médicos podem ocupar cargos de direção e chefia de serviços médicos. No entanto, a direção administrativa de serviços de saúde fica aberta também a outros profissionais.</p>
<p><strong>Críticas</strong>: As demais categorias que atuam no setor consideram a norma um desrespeito aos outros profissionais que atuam nos serviços de saúde. Eles argumentam que o atendimento é feito por uma equipe multidisciplinar, não havendo justificativa para que apenas uma categoria tenha a prerrogativa de direção e chefia na unidade de saúde.</p>
<p><strong>Posição do relator: </strong>Valadares manteve<strong> </strong>a norma</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xiAvh_3nAmbUqEBeBKzRmtka3WU/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xiAvh_3nAmbUqEBeBKzRmtka3WU/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FisioterapiaSaudeA/~4/3ZdUUb-iiP8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Fisioterapeuta alerta para o uso correto das mochilas</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 18:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Brandão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por : Jornal Agora MS » Educação » Com o início das aulas, as crianças ficam empolgadas com os novos materiais escolares e por conta disso levam muitos cadernos, livros e estojos para a escola, o que pode acarretar no sobrepeso da mochila, causando futuros problemas na coluna da criança. Segundo a coordenadora da Clínica de Fisioterapia da UNIGRAN, Simone de Sousa Elias Nihues, as crianças tem um peso limite para a mochila escolar, “o adequado é 10% do peso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Por : <a href="http://www.agorams.com.br/jornal">Jornal Agora MS</a> » <a title="Ver todos os posts em Educação" href="http://www.agorams.com.br/jornal/category/educacao/">Educação</a> » </strong></p>
<p style="text-align: justify">Com o início das aulas, as crianças ficam empolgadas com os novos materiais escolares e por conta disso levam muitos cadernos, livros e estojos para a escola, o que pode acarretar no sobrepeso da mochila, causando futuros problemas na coluna da criança.</p>
<p style="text-align: justify">Segundo a coordenadora da Clínica de Fisioterapia da UNIGRAN, Simone de Sousa Elias Nihues, as crianças tem um peso limite para a mochila escolar, “o adequado é 10% do peso da criança, então se o filho pesa 30 kg, a mochila deve ter no máximo 3 kg”, o descumprimento pode levar a criança a ter problemas futuros, “porque se exceder e estiver muito pesado, futuramente pode causar algum dano, como a escoliose, que são alterações na coluna e em alguns casos pode causar lesão na placa de crescimento da criança, atrapalhando o crescimento”, explica a fisioterapeuta.</p>
<p style="text-align: justify">Simone alerta para que os pais fiquem atentos ao comportamento da criança, pois em curto prazo ela pode sentir dores musculares, causadas pela compensação da criança para ajeitar a coluna por conta do peso, e em longo prazo o adolescente pode sofrer com problemas sérios na coluna, que é o caso da escoliose.</p>
<p style="text-align: justify">Com isso é bom sempre ter cuidado com a utilização das mochilas, “a mochila mais indicada hoje em dia é a de rodinhas, mas também não pode exceder o peso, por que se não é uma sobrecarga para a criança ficar puxando”, explica a coordenadora. As outras mochilas também podem ser usadas, porém seguindo as indicações de peso.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Má postura</strong></p>
<p style="text-align: justify">Quando o adulto perceber que a criança está sentido dores musculares, ele deve observar a origem desta dor, pois às vezes, a causa pode não ser o sobrepeso das mochilas, mas sim a postura da criança, que “está associada ao hábito de sentar errado para assistir televisão, dormir errado, ficar muito tempo em frente ao computador”, estes maus costumes podem causar também problemas na coluna. Os pais devem tentar corrigir estes hábitos, mas se persistir a dor, a criança deve ser levada para realizar uma consulta com um ortopedista.</p>
<p style="text-align: justify">Simone dá uma dica aos pais, “a criança tem que brincar e não ficar somente na frente do computador, de televisão, eles tem que procurar ser bem ativos (…), isso ajuda no desenvolvimento da criança”.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/83vA8Uy-b3ZZJzCCNJaAfvbN7dI/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/83vA8Uy-b3ZZJzCCNJaAfvbN7dI/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/83vA8Uy-b3ZZJzCCNJaAfvbN7dI/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/83vA8Uy-b3ZZJzCCNJaAfvbN7dI/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FisioterapiaSaudeA/~4/Ue0QOeeljDs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>E haja coluna para suportar tanto peso</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/e-haja-coluna-para-suportar-tanto-peso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 00:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[Carga excessiva das mochilas pode afetar a saúde Por:   Gabriella Julie goliveira@jornaldacomunidade.com.br  Redação Jornal Coletivo Cerca de 85% das pessoas já tiveram dor nas costas e mochilas são as grandes vilãs A maioria dos pais já comprou o material escolar dos filhos. Alguns se renderam aos pedidos dos pequenos e compraram além das listas exigidas. São lápis diferentes, cadernos com personagens da moda, estojos recheados de novidade, prontos para fazer sucesso no colégio. Mas o  excesso de itens na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: justify">Carga excessiva das mochilas pode afetar a saúde</h1>
<p style="text-align: justify">Por:   <strong>Gabriella Julie</strong><strong><br />
</strong><strong>goliveira@jornaldacomunidade.com.br</strong>  Redação Jornal Coletivo</p>
<p style="text-align: justify">Cerca de 85% das pessoas já tiveram dor nas costas e mochilas são as grandes vilãs</p>
<p style="text-align: justify">A maioria dos pais já comprou o material escolar dos filhos. Alguns se renderam aos pedidos dos pequenos e compraram além das listas exigidas. São lápis diferentes, cadernos com personagens da moda, estojos recheados de novidade, prontos para fazer sucesso no colégio. Mas o  excesso de itens na mochila pode causar problemas sérios na coluna, chegando até a atrapalhar o rendimento escolar.</p>
<p style="text-align: justify">É durante a fase escolar, que os problemas de postura podem ser mais graves, como má-formação e dores lombares. O cuidado que hoje parece um detalhe pode tornar-se um arrependimento na vida adulta. Cerca de 85% das pessoas já tiveram um episódio de dor nas costas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify">Tomar medidas preventivas, como o uso de mochilas com carrinhos, observar a postura da criança ao sentar e carregar a mochila, além de ajustá-la corretamente às costas, deixando as alças paralelas, é o mais indicado pelos fisioterapeutas.</p>
<p style="text-align: justify">Na hora da compra da mochila os pais cometem erros clássicos. . Wilen Heil, fisioterapeuta e diretor do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito), enumera quatro deles: não ter conhecimento da mochila ideal e forma correta de uso, não levar o filho para realizar a compra e certificar que atenderá necessidades, seguir apenas padrão de estética ou beleza e a escolha com apenas uma alça.</p>
<p style="text-align: justify"> Dicas para a carga da mochila</p>
<p style="text-align: justify">Coloque as coisas mais pesadas junto às costas da criança, ou seja, na parte de trás da mochila;</p>
<p style="text-align: justify"> Disponha os livros e outros materiais de maneira que não fiquem soltos lá dentro, provocando movimentos de desequilíbrio;</p>
<p style="text-align: justify"> Olhe o que o seu filho leva para a escola e certifique-se de que é o material necessário para as atividades rotineiras;</p>
<p style="text-align: justify"> Nas mochilas com rodas é preciso cuidado com a alça do carrinho, que deve estar a uma altura apropriada. As costas da criança devem estar retas ao puxá-la;</p>
<p style="text-align: justify"> Ajuste as alças de modo que a mochila se adapte totalmente às costas da criança, ficando encostada e sem folga. Uma mochila solta nas costas pode puxar o corpo para trás e forçar os músculos, além de fazer a criança curvar os ombros para facilitar o equilíbrio da pasta sem apoio;</p>
<p style="text-align: justify"> O fundo da mochila deve ficar apoiado na curva da zona lombar. Nunca deve ficar a mais de 10 centímetros abaixo da região da cintura da criança.</p>
<p style="text-align: justify"> <strong>Diagnóstico e tratamento</strong><br />
A ação mais adequada e indicada pelo dr. Wilen é consultar um fisioterapeuta para uma avaliação postural e orientações. Nos casos de alterações posturais, como, por exemplo, escolioses, hiperlordoses, hipercifoses, o fisioterapeuta poderá realizar avaliação, se necessário; solicitar exames complementares para conclusão diagnóstica e eleger então o melhor recurso terapêutico para tratar o problema. Sessões de fisioterapia, RPG, natação, alongamentos musculares, exercícios físicos e orientações posturais são algumas soluções indicadas para o tratamento</p>

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		<title>Osteopatia no esporte: uma forte aliada</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 16:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Brandão</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A técnica trata e previne lesões provenientes de qualquer modalidade, e ainda garante o rendimento e bem estar do atleta  Bruna Mahn é triatleta e faz tratamento com a osteopatia desde 2008 Você sabia que a técnica da osteopatia é cada vez mais utilizada para prevenir e tratar dores provenientes de atividades físicas? Trata – se de um processo de diagnóstico e terapias manuais das disfunções de mobilidade, tanto da articulação, quanto do tecido. Para o osteopata Felipe Yamaguchi, sócio-proprietário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=category&amp;id=47:cat-saude&amp;Itemid=328"></a></p>
<p> A técnica trata e previne lesões provenientes de qualquer modalidade, e ainda garante o rendimento e bem estar do atleta</p>
<p style="text-align: justify"> Bruna Mahn é triatleta e faz tratamento com a osteopatia desde 2008</p>
<p style="text-align: justify">Você sabia que a técnica da osteopatia é cada vez mais utilizada para prevenir e tratar dores provenientes de atividades físicas? Trata – se de um processo de diagnóstico e terapias manuais das disfunções de mobilidade, tanto da articulação, quanto do tecido.</p>
<p style="text-align: justify">Para o osteopata Felipe Yamaguchi, sócio-proprietário da Clínica Reacciona de Piracicaba, “o mais interessante da osteopatia voltada ao esporte é que o osteopata deve agir de uma forma que o atleta possa continuar treinando, principalmente, os atletas considerados de alto rendimento (que realizam competições e, muitas vezes, profissionais). Por isso, a importância do vínculo direto com o técnico/treinador/preparador físico, pois, às vezes, o atleta tem que reduzir o ritmo dos treinos, parar por um tempo dependendo da lesão ou, muitas vezes, acontecem as adequações dos treinamentos”, explica.</p>
<p style="text-align: justify">A forma de tratamento, diz Yamaguchi, é dada, praticamente, da mesma maneira que um tratamento comum de osteopatia, “em que é feita uma avaliação detalhada do atleta para saber de fato qual é a origem da dor, o que torna a terapia muito eficaz”. Além disso, o profissional conta que são somadas outras técnicas como utilização de bandagens, eletroterapia, crioterapia (gelo) e recursos da fisioterapia.</p>
<p style="text-align: justify">Outra vantagem, é que o tratamento osteopático pode ser aplicado a qualquer tipo de esporte. “Eu, por exemplo, já atendi atirador da modalidade fossa olímpica ou tiro ao prato, nadadores, corredores, triatletas, ciclistas, tenistas, etc”, acrescenta o osteopata. </p>
<p style="text-align: justify">Dr. Gabriel Boal, também osteopata, afirma que a técnica, além de tudo, é feita também como forma de prevenção. “A forma preventiva de lesões que a osteopatia pode atuar é de suma importância, visto que no esporte a melhor forma de se curar uma lesão é previní-la, pois uma vez que o atleta para os treinamentos por causa de lesões, ele perde o rendimento e sua performance pode ficar prejudicada pela falta dos treinos”, orienta.</p>
<p style="text-align: justify">Um exemplo disso é a triatleta Bruna Saglietti Mahn, de 25 anos, que utiliza a técnica também para a prevenção de lesões. “Desde 2008, sempre que tinha uma dor recorria à osteopatia. Decidimos então, ao invés de tratar a dor, previní-la”. E Bruna já sente os benefícios do tratamento em sua rotina. “Para mim, o grande diferencial da osteopatia, é que ela busca solucionar a origem do problema, por isso, mesmo praticando esporte de alto nível e competindo provas de longa distância, quase não tenho lesões. Isso é muito importante para carreira e periodização do atleta”, elogia.</p>
<p style="text-align: justify">Com o desempenho evoluindo a cada dia, Bruna Mahn se diz satisfeita e recomenda a técnica para todos os outros esportivas, “principalmente, os que buscam a prevenção de lesões e uma carreira de sucesso”. Para a atleta, tudo se relaciona no corpo e, às vezes, uma lesão leve pode alterar o padrão de movimento e causar algo ainda mais grave. “Portanto, descobrindo e tratando a causa do problema, ele se resolve e tudo volta ao normal, ou fica ainda melhor. Com certeza, a osteopatia foi fundamental para as minhas conquistas e, principalmente, para a minha saúde.&#8221;</p>

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		<title>ALEGRIA ALEGRIA A FISIOTERAPIA NA AVENIDA.</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 20:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[  Durante toda a semana o corre corre natural da vida de um fisioterapeuta, agenda, casos clínicos complicados para serem resolvidos e é assim, cada vez mais solicitados e com mais reconhecimento profissional pela sociedade, vivem os fisioterapeutas. Em Fortaleza, algo diferente, divertido e saudável. A cada ano, mais fisioterapeutas aderem a uma rotina diferente, sai o jaleco e entra a camiseta, as ferramentas de trabalho são substituídas  por instrumentos musicais e lá estão eles na avenida, a frente dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
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<div id="attachment_7055" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><a rel="attachment wp-att-7055" href="http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/alegria-alegria-a-fisioterapia-na-avenida/carnaval/"><img class="size-full wp-image-7055" src="http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/files/2012/02/carnaval.jpg" alt="" width="320" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Giselle Notini, Adriano Ribeiro, Vitto Bittencourt, Nicole Moura, Tereza Cristina Matos, Juliana Rocha, Paulo Henrique Palácio e Maria Iracema Capistrano Bezerra</p></div>
<p style="text-align: justify">Durante toda a semana o corre corre natural da vida de um fisioterapeuta, agenda, casos clínicos complicados para serem resolvidos e é assim, cada vez mais solicitados e com mais reconhecimento profissional pela sociedade, vivem os fisioterapeutas. Em Fortaleza, algo diferente, divertido e saudável. A cada ano, mais fisioterapeutas aderem a uma rotina diferente, sai o jaleco e entra a camiseta, as ferramentas de trabalho são substituídas  por instrumentos musicais e lá estão eles na avenida, a frente dos blocos no já tradicional pré-carnaval de Fortaleza, ensaios durante o ano inteiro fazem desses competentes profissionais da saúde, carnavalescos que levam pelas ruas aos  sábados a tarde outra forma de superação e é só alegria. Viva o carnaval, ou o ainda pré-carnaval, VIVA. Viva a Fisioterapia. Profissionais da medicina e odontologia também estão envolvidos na passarela da alegria. Essa atitude faz bem a saúde.</p>
<p style="text-align: justify"><a rel="attachment wp-att-7056" href="http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/alegria-alegria-a-fisioterapia-na-avenida/carnaval-i/"><img class="aligncenter size-large wp-image-7056" src="http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/files/2012/02/carnaval-I-550x412.jpg" alt="" width="524" height="392" /></a></p>
</div>

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		<title>UFSCar pesquisa tratamentos para portadores de doenças no coração</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 11:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[UFSCar pesquisa tratamentos fisioterápicos direcionados a portadores de doenças no coração. Estudos são desenvolvidos no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia e têm como objetivo elaborar protocolos de tratamento para recondicionamento da musculatura sem riscos cardiovasculares. Estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) pretende avaliar o comportamento cardiovascular durante sessões de exercícios físicos de força. As pesquisas são desenvolvidas pelas alunas do doutorado do PPGFt Flávia Rossi Caruso, Daniela Bassi Dutra e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>UFSCar pesquisa tratamentos fisioterápicos direcionados a portadores de doenças no coração.<br />
Estudos são desenvolvidos no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia e têm como objetivo elaborar protocolos de tratamento para recondicionamento da musculatura sem riscos cardiovasculares.</p>
<p style="text-align: justify">Estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) pretende avaliar o comportamento cardiovascular durante sessões de exercícios físicos de força. As pesquisas são desenvolvidas pelas alunas do doutorado do PPGFt Flávia Rossi Caruso, Daniela Bassi Dutra e Milena Sperling, sob orientação da professora Audrey Borghi e Silva, do Departamento de Fisioterapia (DFisio).</p>
<p style="text-align: justify">Os estudos têm como objetivo final desenvolver protocolos de tratamento fisioterapêutico para recondicionamento da musculatura sem riscos cardiovasculares, direcionados a portadores de doenças arteriais coronarianas. Para o desenvolvimento dos estudos, as pesquisadoras convidam voluntários, homens com idade superior a 50 anos, de São Carlos e região, que apresentaram ou apresentam algum problema cardíaco, como infarto e cirurgia cardíaca, e que não tenham problemas respiratórios.</p>
<p style="text-align: justify">Os voluntários serão selecionados a participarem de exercícios físicos sob orientação profissional e todos passarão por avaliações médica e fisioterapêutica que permitem verificar as condições do coração. Os participantes serão submetidos a exercícios nos membros inferiores de cicloergometro e leg press, que permitem averiguar o comportamento cardíaco, metabólico e respiratório. Inicialmente, os voluntários participarão de quatro avaliações e os selecionados participarão de atividades de treinamento de força para membros inferiores durante três meses, com frequência de duas sessões semanais, com duração máxima de uma hora.</p>
<p style="text-align: justify">As sessões acontecem no Laboratório de Fisioterapia Cardiovascular do Núcleo de Pesquisa em Exercício Físico (NUPEF) do DFisio. Interessados em participar do estudo podem entrar em contato com a pesquisadora Flávia Rossi Caruso, pelo e-mail fla.rossi@hotmail.com.</p>

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		<item>
		<title>Cerveja não é responsável por ganho de peso e sim petiscos</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 23:40:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Redação O POVO Online  O estudo da Universidade de Barcelonafoi realizado com 1.249 homens e mulheres que consomem a bebida Uma pesquisa feita pela Universidade de Barcelona resolveu investigar se a cerveja é a principal responsável pela “barriguinha saliente” em consumidores da bebida. O resultado do estudo feito com 1.249 homens e mulheres mostra que, em vez de fazer engordar, a cerveja, na verdade, evita o ganho de peso. Já os petiscos, que costumam acompanhar a bebida, são os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: Redação O POVO Online </em></p>
<p style="text-align: justify"> O estudo da Universidade de Barcelonafoi realizado com 1.249 homens e mulheres que consomem a bebida</p>
<p style="text-align: justify">Uma pesquisa feita pela Universidade de Barcelona resolveu investigar se a cerveja é a principal responsável pela “barriguinha saliente” em consumidores da bebida. O resultado do estudo feito com 1.249 homens e mulheres mostra que, em vez de fazer engordar, a cerveja, na verdade, evita o ganho de peso.</p>
<p style="text-align: justify">Já os petiscos, que costumam acompanhar a bebida, são os principais responsáveis pelo ganho de peso.</p>
<p style="text-align: justify">Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o estudo mostra que tomar cerveja diariamente evita diversos problemas de saúde, como hipertensão, diabetes e problemas cardíacos.</p>
<p style="text-align: justify">Os pesquisadores ainda destacam que é impossível a cerveja ser responsável pela obesidade, pois a bebida só possui 200 calorias, o  esquivalente a uma xícara de café com leite integral. As informações são do site Estadão.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KCWUar8qlmx7Mu3v5jEfn3bumtM/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KCWUar8qlmx7Mu3v5jEfn3bumtM/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KCWUar8qlmx7Mu3v5jEfn3bumtM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KCWUar8qlmx7Mu3v5jEfn3bumtM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FisioterapiaSaudeA/~4/icOif--Brxc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Polêmica deverá marcar votação do projeto do Ato Médico na CCJ do Senado</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/FisioterapiaSaudeA/~3/UZhKPI50WpA/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 23:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[Polêmica deverá marcar votação do projeto do Ato Médico na CCJ do Senado Por: Mariana Jungmann e Iolando Lourenço Brasília &#8211; Apesar de existir há milênios, a profissão de médico ainda não é regulamentada no Brasil. Para corrigir isso, um projeto de lei polêmico está tramitando no Senado e deve ser votado em breve na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. Conhecido como Ato Médico, o projeto determina atribuições que serão exercidas exclusivamente por profissionais formados em medicina. Entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: justify"><em>Polêmica deverá marcar votação do projeto do Ato Médico na CCJ do Senado</em></h1>
<p style="text-align: justify">Por: Mariana Jungmann e Iolando Lourenço</p>
<p style="text-align: justify">Brasília &#8211; Apesar de existir há milênios, a profissão de médico ainda não é regulamentada no <a href="http://www.portalms.com.br/noticias/detalhe.asp?cod=959621216"><span style="text-decoration: underline">Brasil</span></a>. Para corrigir isso, um projeto de lei polêmico está tramitando no Senado e deve ser votado em breve na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. Conhecido como Ato Médico, o projeto determina atribuições que serão exercidas exclusivamente por profissionais formados em medicina.</p>
<p style="text-align: justify">Entre essas atribuições previstas no texto estão as de diagnosticar doenças e prescrever os tratamentos. O trecho é o mais polêmico porque outras profissões da área da saúde, como fisioterapia, enfermagem, psicologia e nutrição já praticam esse tipo de procedimento, inclusive em programas do governo federal.</p>
<p style="text-align: justify">Esta é uma questão muito preocupante, diz o secretário do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Antônio Marcos Freire Gomes. Segundo ele, é comum enfermeiros fazerem diagnósticos de doenças como tuberculose, verminose e anemia, por exemplo. Em locais onde faltam médicos, de acordo com o conselheiro, os enfermeiros assumem esse papel não só diagnosticando os pacientes, como também prescrevendo os tratamentos mais comuns.</p>
<p style="text-align: justify">No Programa Saúde da Família [do governo federal], o enfermeiro visita os pacientes e faz uma série de diagnósticos. Uma gestante com anemia, por exemplo, tem sintomas claros e pode ser diagnosticada por um enfermeiro, explica .</p>
<p style="text-align: justify">A preocupação do Cofen, segundo ele, não é apenas com as restrições que o projeto traz aos enfermeiros que poderiam ser acusados de exercício ilegal da medicina se vier a manter a mesma conduta depois de aprovada a lei mas também com o acesso aos serviços públicos de saúde. Na opinião de Gomes, a proposta não corresponde à realidade brasileira, na qual faltam médicos em alguns municípios.</p>
<p style="text-align: justify">Nossa expectativa é que seja construído um texto que atenda a necessidade de regulamentar a profissão de médico, mas que não interfira no exercício de outras profissões e que também não prejudique a população, que é a mais afetada pelas mudanças, disse.</p>
<p style="text-align: justify">Na mesma linha, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) também se opõe à aprovação do projeto. Os fisioterapeutas consideram a matéria corporativista e reclamam que têm total condição de prescrever tratamentos na sua área.</p>
<p style="text-align: justify">O coordenador da Comissão de Assessoria Parlamentar do Coffito, José Roberto Borges dos Santos, acusa os médicos de não se interessarem em atender no interior do país e abandonarem os programas governamentais para as populações mais distantes. Se o médico está abandonando o Programa Saúde da Família, não vai para o interior, para o Amazonas, como é que você vai determinar que só o médico possa diagnosticar, examinar e prescrever?, indaga.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, ele alega que as restrições irão burocratizar o acesso à saúde, uma vez que o paciente que precisar do tratamento de um fisioterapeuta terá antes que procurar um médico. Ele [o médico] sabe na clínica médica, sabe indicar a cirurgia ou receitar um remédio, mas na hora do tratamento fisioterápico, quem sabe é o fisioterapeuta, relatou.</p>
<p style="text-align: justify">O projeto foi apresentado no Senado, em 2002, e só aprovado no ano de 2006, em <a href="http://www.portalms.com.br/noticias/detalhe.asp?cod=959621216"><span style="text-decoration: underline">decisão</span></a> terminativa na Comissão de Assuntos Sociais. O substitutivo da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) seguiu então para a Câmara dos Deputados, onde foi aprovado, em 2009, com novo substitutivo. De volta ao Senado, a matéria recebeu novo texto do senador Antônio Carlos Valadares na Comissão de Constituição e Justiça, onde está atualmente.</p>
<p style="text-align: justify">Entre as mudanças propostas pelo relator, está a distinção entre os tipos de diagnósticos que podem ser feitos por médicos e por outros profissionais de saúde. Valadares definiu como exclusivo dos médicos o diagnóstico nosológico, ou seja, aquele que identifica doenças. Mas, manteve a permissão a outras áreas de fazerem os diagnósticos funcional, cinésio-funcional, psicológico, nutricional e ambiental, e as avaliações comportamental e das capacidades mental, sensorial e perceptocognitiva.</p>
<p style="text-align: justify">Os médicos, no entanto, permanecem com as prerrogativas de prescrever e executar cirurgias e os cuidados pré e pós-operatórios; fazer qualquer procedimento invasivo seja para fins de diagnóstico, terapia ou simplesmente fins estéticos; indicação de uso de órteses e próteses, exceto as temporárias; fornecer atestados de óbito exceto em casos de morte natural em localidades onde não haja médico , de saúde ou fazer perícia médica.</p>
<p style="text-align: justify">Fica exclusivo aos médicos ainda chefiar serviços de saúde, dar aulas de disciplinas médicas e a coordenação dos cursos de graduação e pós-graduação em medicina. Outros profissionais, no entanto, poderão <a href="http://www.portalms.com.br/noticias/detalhe.asp?cod=959621216"><span style="text-decoration: underline">participar</span></a> administrativamente da direção dos serviços de saúde.</p>
<p style="text-align: justify">O coordenador de uma comissão criada no Conselho Federal de Medicina (CFM) para acompanhar as discussões do Ato Médico, Salomão Rodrigues Filho, defende a proposta. Na opinião dele, o texto de Valadares contempla a ideia original e é fruto de um grande acordo entre os profissionais médicos e da área de saúde.</p>
<p style="text-align: justify">Salomão nega que o texto propicie uma reserva de <a href="http://www.portalms.com.br/noticias/detalhe.asp?cod=959621216"><span style="text-decoration: underline">mercado</span></a> aos médicos como vem sendo levantado por alguns opositores da ideia. Ele resguarda as competências das outras profissões. Não é o médico que está avançando sobre as competências das outras profissões. [O projeto] está apenas delimitando o que é da profissão do médico, defende Rodrigues.</p>
<p style="text-align: justify">Ele lembra ainda que em 1957 um lei organizou e reconheceu a profissão de médico, mas não regulamentou. Na época, segundo Rodrigues não existiam tantas profissões da área da saúde e os legisladores entenderam que não era necessário estipular as competências privativas dos médicos. Em 1957 nós tínhamos apenas três profissões na área de saúde no Brasil: médicos, enfermeiros e farmacêuticos. Desde então, outras profissões surgiram, foram regulamentadas e assumiram funções que antes eram privativas do médico, explica o conselheiro do CFM.</p>
<p style="text-align: justify">Se for aprovado na CCJ, o projeto do Ato Médico seguirá ainda para análise das comissões de Educação e de Assuntos Sociais, antes de ir ao plenário do Senado. Independentemente de como ficar o texto, se for aprovada a matéria seguirá para sanção presidencial. Com o retorno dos trabalhos legislativos, a expectativa é que o projeto seja votado na CCJ ainda este mês.</p>

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