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	<title>Foco Talentos</title>
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	<description>Informações para Trainees e Estagiários - Grupo Foco</description>
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		<title>Dúvida sobre carreira contribui para ingresso tardio na universidade</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 13:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sair do ensino médio com 17 anos pode ser cedo para decidir sobre seu futuro. Por isso, muitos jovens adiam a entrada na faculdade. Para Monique Cunha de Araújo, a escolha da profissão ainda não era clara quando deixou o terceiro ano, em Niterói. Apesar de o colégio ser voltado para o vestibular, Monique não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/09/carreira3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4629" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/09/carreira3.jpg" alt="" width="212" height="212" /></a>Sair do ensino médio com 17 anos pode ser cedo para decidir sobre seu futuro. Por isso, muitos jovens adiam a entrada na faculdade. Para Monique Cunha de Araújo, a escolha da profissão ainda não era clara quando deixou o terceiro ano, em Niterói. Apesar de o colégio ser voltado para o vestibular, Monique não compartilhava dos planos de seus colegas que se preocupavam com os preparativos para os processos seletivos das universidades. &#8220;Eu queria fazer algo que eu gostasse. Essa era a minha linha de pensamento, eu não queria estresse. Então decidi ir trabalhando, pensando e amadurecendo&#8221;, conta.</p>
<p>A atitude de Monique ainda é rara entre os adolescentes recém-formados no colégio, diz a coordenadora de orientação educacional do Colégio Dante Alighieri, de São Paulo, Silvana Letorace. Mas ela afirma que casos como o de Monique vêm crescendo. Silvana relata que as situações mais comuns são de alunos que vão estudar um período no exterior antes de entrar na faculdade, algo que acontece muito em países europeus. Porém, faz uma ressalva sobre a importância de regressar ao Brasil para seguir os estudos: &#8220;Se o aluno realmente está em dúvida, quer aprimorar uma língua estrangeira, conhecer novas culturas e conhecer outro país é interessante. Mas não pode perder o foco dos estudos. O ideal é que volte para ingressar em uma faculdade&#8221;.</p>
<p>Nem sempre os pais apoiam a decisão do jovem. Às vezes, os pais desaprovam o fato do filho não prestar vestibular imediatamente. Marcelo Cury conta que era um adolescente desinteressado e que aos 16 anos já trabalhava, o que o afastou dos estudos. O hoje jornalista terminou o Ensino Médio aos 28 anos, no supletivo em um colégio de Sorocaba, e começou a trabalhar em uma rádio na cidade. No emprego, recebeu incentivo de seus chefes para entrar na faculdade de jornalismo, na qual se formou em 2000. Antes disso, porém, Cury teve que enfrentar a pressão familiar para que fizesse o vestibular assim que terminasse o colégio. &#8220;Todos os pais têm esse plano, sempre foi um processo natural de todo mundo. Mas eu nunca terminava o colégio e não tinha interesse&#8221;, conta.</p>
<p>Os pais de Monique aceitaram a escolha da filha com mais tranquilidade. Antes de terminar o terceiro ano em uma instituição de cursos pré-vestibular, a jovem também já trabalhava. Por estar indecisa sobre a carreira que queria seguir, acabou o colégio e trocou de emprego. Começou a trabalhar como secretária em uma empresa de inspeção de dutos, no Rio de Janeiro. Lá conheceu uma gerente que havia estudado Letras com ênfase em alemão e que acabou se tornando seu exemplo.</p>
<p>&#8220;Na verdade, eu já gostava muito da língua, mas foi quando eu comecei a conversar com ela que me deu um clique&#8221;, relata. Com um incentivo financeiro da empresa para fazer pré-vestibular, Monique conseguiu passar no processo seletivo da Universidade Federal Fluminense (UFF) para o mesmo curso que sua colega de trabalho havia feito há alguns anos. Ela hoje dá aulas de alemão para crianças e adultos em Caxias do Sul (RS).</p>
<p>Para Monique, a experiência foi válida para seu amadurecimento e a ajudou a seguir o futuro profissional que considera hoje o mais adequado. &#8220;Eu demorei a escolher, mas foi a coisa certa. Eu cheguei a pensar em fazer serviço social, mas, quem sabe, hoje não estaria tão feliz&#8221;, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ela aconselha os jovens que não se sentem maduros para optar por um curso superior a fazerem o mesmo. A coordenadora de orientação educacional do Colégio Dante Alighieri, Silvana Letorace, lembra que o término do colégio é o momento em que os alunos realmente começam a caminhar sozinhos e devem fazer um curso que considerem a escolha correta. Portanto, artifícios como intercâmbio podem ajudar no seu crescimento pessoal para tomar tal decisão.</p>
<p>Cai percentual de calouros com menos de 20 anos nas federais</p>
<p>Nos anos de 1996, 1997, 2003 e entre os meses de outubro e dezembro de 2010, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais (Andifes), a pedido do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (Fonaprace), realizou pesquisas para compor o perfil dos estudantes das universidades federais do Brasil.</p>
<p>O estudo constatou uma diminuição do percentual dos jovens com idade inferior a 20 anos. Em 1996 e 1997, 21,41% dos alunos em instituições de ensino superior federais tinham menos de 20 anos. Em 2010, o índice caiu para 16,8%. Um aumento foi observado quanto a presença de alunos com idade entre 20 e 25 anos, que passou de 53,77% para 57,73%. O percentual dos estudantes universitários de 25 a 29 anos também aumentou de 14,6% para 16,39%.</p>
<p>O coordenador nacional da Fonaprace, Fabrício Carvalho, vê que isso é resultado de dois fatores associados: o aumento do número de vagas proporcionadas pelo plano Reestruturação e Expansão de Universidades Federais (Reuni) e a necessidade de uma formação superior no mercado de trabalho brasileiro. Isso fez com que pessoas que antes não tinham interesse em cursar uma faculdade repensassem a ideia. Ele lembra também que houve um aumento dos cursos noturnos, o que facilitou o ingresso de jovens trabalhadores, como Monique e Marcelo.</p>
<p>Carvalho afirma que a ascensão da classe média também poderia estar associada ao crescimento das porcentagens apresentadas pelo estudo: &#8220;Essas pessoas que estão alcançando a classe média são potencialmente produtivas. Com o aumento da sua renda, naturalmente há uma vontade, primeiramente pessoal, e uma necessidade de qualificação no mercado&#8221;. Carvalho observa que antes todos os membros da família precisavam trabalhar para completar a renda, mas agora sobra tempo para alguém deste círculo familiar estudar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI6134560-EI8266,00-Duvida+sobre+carreira+contribui+para+ingresso+tardio+na+universidade.html">Terra<br />
</a></p>
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		<title>Ouvir é ouro, falar é prata</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Sep 2012 00:46:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ouvir é o primeiro passo para trabalhar com os outros e consigo mesmo. Talvez o silêncio seja o teste mais difícil para a inteligência e a concentração corporal. A humildade passa pelo silêncio. Muitos líderes comentam que não conseguem conhecer a sua equipe e pouco tempo investem em ouvir as pessoas que lidera. A primeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/09/falar.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4623" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/09/falar.jpg" alt="" width="266" height="189" /></a>Ouvir é o primeiro passo para trabalhar com os outros e consigo mesmo.</p>
<p>Talvez o silêncio seja o teste mais difícil para a inteligência e a concentração corporal. A humildade passa pelo silêncio. Muitos líderes comentam que não conseguem conhecer a sua equipe e pouco tempo investem em ouvir as pessoas que lidera. A primeira vez que li o texto “escutatória”, de Rubem Alves, percebi o quanto não estamos acostumados a ouvir.</p>
<p>O autor começa assim: Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.</p>
<p>Silenciar é uma oportunidade profunda e misteriosa. O ouvido é o mais passivo dos órgãos de sentido. Podemos nos recusar a ver, fechando os olhos, como podemos nos recusar a sentir algo, a falar ou até, a provar algumas coisas. Mas não podemos deixar de ouvir o que acontece ao nosso redor. Um barulho súbito provoca uma reação involuntária. Nenhum dos nossos sentidos pode nos desequilibrar tanto quanto a audição.Para você que é líder é fundamental que aprenda a ouvir o que seus liderados têm a dizer. Muitas vezes a expressão não virá pela fala, mas através de gestos, e-mails e, principalmente, do olhar. Aprenda a olhar nos olhos deles e identificar suas necessidades, anseios e desejos. A incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade.</p>
<p>Ouvir é algo que pode ser aprendido. O correto direcionamento da atenção exige muito tempo de treinamento, experiência e dedicação. O ouvir precisa ser espreitado por meio do silêncio. Nos próximos dias, eleja 20 minutos para você apenas ouvir. Pode ser numa caminhada, no escritório ou até mesmoem casa. Quaissão os sons mais comuns do ambiente no qual você está?</p>
<p>E aqui vão cinco Dicadukas para aprender a ouvir:</p>
<ol>
<li>Não fale enquanto estiver ouvindo o outro. O desejo de expressar as próprias opiniões faz com que se preste mais atenção nas suas próprias ideias do que no interlocutor;</li>
<li>Saiba identificar o que interessa no que você está ouvindo. É mais fácil escutar e saber priorizar se você definir qual é o seu interesse;</li>
<li>Mantenha seu olhar no interlocutor. É mais fácil escutar se você acompanhar a conversa com mais de um sentido. Às vezes até o contato corporal facilita a compreender o outro melhor;</li>
<li>Não dê atenção a assuntos que passam pela sua cabeça e que não estejam relacionados com a conversa. Quando você se divide entre o que está ouvindo e o que terá de fazer mais à tarde em casa, por exemplo, terá menos energia e foco para entender e fazer algo a partir do que foi conversado;</li>
<li>Quando o seu interlocutor tiver terminado de falar, faça um resumo do que você escutou. Dessa forma você poderá conferir o seu nível de compreensão sobre o tema e vai lembrar melhor do que foi dito.</li>
</ol>
<p>Mas lembre-se: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.“ (Alberto Caeiro).</p>
<p>Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/blog/mochileiro-corporativo/2012/08/01/ouvir-e-ouro-falar-e-prata/?utm_source=redesabril_vocesa&amp;utm_medium=facebook&amp;utm_campaign=redesabril_vocesa">Você S.A.</a></p>
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		<title>Trainees: Salários de até R$ 7.600,00 e carreira meteórica acirram concorrência</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 16:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CURSO MAIS CONCORRIDO DA USP, EM 2012, TEVE 52 CANDIDATOS INSCRITOS POR VAGA, ENQUANTO O ÚLTIMO PROCESSO PARA TRAINEE NA AMBEV RECEBEU 3.700 POR VAGA SALÁRIOS E OPORTUNIDADES CRESCEM, MAS CONCORRÊNCIA FICA CADA VEZ MAIS ACIRRADA Quanto vale um futuro líder? Para a Souza Cruz, além de todo o investimento gasto em um treinamento que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/09/selecao-trainee.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4618" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/09/selecao-trainee.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a>CURSO MAIS CONCORRIDO DA USP, EM 2012, TEVE 52 CANDIDATOS INSCRITOS POR VAGA, ENQUANTO O ÚLTIMO PROCESSO PARA TRAINEE NA AMBEV RECEBEU 3.700 POR VAGA</p>
<p>SALÁRIOS E OPORTUNIDADES CRESCEM, MAS CONCORRÊNCIA FICA CADA VEZ MAIS ACIRRADA</p>
<p>Quanto vale um futuro líder? Para a Souza Cruz, além de todo o investimento gasto em um treinamento que dura dois anos, ele vale até R$ 7.625,00 mensais. Salários atrativos (veja o quadro abaixo) e a possibilidade de carreiras meteóricas, aliás, tem atraído um número cada vez maior de jovens para os processos de trainees.</p>
<p>Enquanto o curso de engenharia civil, o mais concorrido da Universidade de São Paulo (USP) em 2012, registrou 52,27 inscrições por vaga, o processo de seleção para trainees da Ambev, no ano passado, atraiu um total de 74 mil jovens, sendo que 20 foram contratados (uma relação candidato/vaga de 3.700). Na Tecnisa, esse índice chega a 1.666 e, na Unilever, a 1.478.</p>
<p>O que faz com que tantos recém-formados passem por longos e estressantes processos de seleção, além dos salários e da possibilidade de trabalhar em empresas renomadas, é a possibilidade de chegar mais rápido ao topo.</p>
<p>Foi isso que fez com que Gustavo Silva concorresse com mais de 23 mil candidatos, em 2002, a uma vaga na Ambev. O primeiro cargo de liderança veio com apenas oito meses na empresa, quando foi escalado para gerenciar uma equipe de seis pessoas em um projeto. Com dois anos de casa já era gerente e, com sete, diretor. Dez anos depois, aos 34, ele é diretor regional para Espírito Santo e Minas Gerais da Ambev.</p>
<p>“Ficava impressionado com os meus conhecidos que trabalhavam lá [na Ambev] e falavam bem do ambiente, do espaço para os jovens e da velocidade de crescimento. Na época trabalhava em uma empresa de petróleo e o gerente mais novo tinha 34 anos. Não queria esperar ‘tudo’ isso”, conta Silva. A pressão da responsabilidade precoce ou da forte cobrança por resultados não o incomoda. “A rotina é como em qualquer outro lugar. Mas é óbvio que, se você quer se tornar diretor em sete anos, precisa se dedicar mais. Nem sempre consegui equilibrar a vida pessoal e a profissional.”</p>
<p>Por ter um dos mais concorridos processos de trainees, a Ambev desenvolveu um complexo sistema de seleção. Primeiro, o candidato preenche uma prova online, onde são avaliados o estilo de trabalho, nível do inglês e o raciocínio lógico. Também pela internet, ele trabalha em um case individual, que consiste na solução para um problema de negócios, com simulações ligadas ao mercado de bebidas. Depois, o candidato passa pela entrevista individual – a essa altura, o número de concorrentes já baixou para 1500. Os selecionados seguem para um jogo de negócios, é a única etapa em grupo, com situações que podem acontecer no dia a dia e demandam raciocínio lógico e trabalho em equipe. Os finalistas passam por uma entrevista final com João Castro Neves, presidente da companhia, e com os vice-presidentes, em uma banca com seis pessoas ou sete candidatos por rodada.</p>
<p>O treinamento dura dez meses, menos que a média geral de dois anos. São cinco meses de teoria e mais cinco de prática. Ao final, todos os trainees vão para uma integração em Saint Louis, nos Estados Unidos. Por meio do programa, a Ambev contratou 500 pessoas até hoje. “Esta é a nossa preparação para os futuros líderes da empresa. Buscamos pessoas que tenham o jeito Ambev. É gente que tem muita garra, propõe soluções diferentes para o que já existe e que toca o negócio como se fosse dono. Em contrapartida, somos meritocráticos”, diz Isabela Garbers, gerente de recrutamento e seleção na Ambev.</p>
<p>Mereceu, levou</p>
<p>A liderança veio rápido para Thaissa Sá. Com 24 anos e pouco mais de um ano como trainee da Johnson &amp; Johnson, ela acaba de ser contratada para gerir uma equipe na área comercial da companhia, no Rio de Janeiro. O feedback ao longo do processo de seleção fez toda a diferença.</p>
<p>Thaissa havia se inscrito para uma vaga de marketing na seleção de trainees. Não passou, mas a J&amp;J entrou em contato perguntando se ela queria fazer o processo em uma vaga de vendas, área onde a empresa acreditava que Thaissa fosse render mais. A trainee aceitou a acabou passando no processo.</p>
<p>Nos primeiros meses, trabalhou na área comercial e, recentemente, foi para um grande projeto de marketing da companhia, a ativação do patrocínio da J&amp;J na Copa. A oportunidade rendeu contato com todas as divisões da empresa, mas a contratação veio por meio dos primeiros gestores, no Rio. Thaissa abraçou a proposta e vai voltar feliz da vida para vendas. “Eles têm um conhecimento humano e técnico muito forte. Por isso, conseguem visualizar onde você pode se encaixar melhor”, diz.</p>
<p>Mas Thaissa não é a regra na J&amp;J. A companhia vê com muita cautela o fato de colocar gente tão jovem em posições de liderança. O treinamento é robusto, leva dois anos. “Somos uma empresa muito diversificada, atuamos na farmacêutica, em consumo e na área médica. Os trainees passam por diversas atividades específicas para que possam entender a companhia como um todo, recebem sessões de coaching individual e fazem job rotation. O objetivo é que possam assumir posições de liderança em cerca de cinco anos, mas isso depende muito do perfil do candidato”, afirma Mariana Ramirez, diretora de recrutamento e seleção da Johnson &amp; Johnson.</p>
<p>Crescer junto</p>
<p>Liderança também é o que preocupa a Votorantim na seleção de trainees. Com o aquecimento do setor de infraestrutura, a empresa tem um potencial enorme de expansão e pretende aproveitá-lo. “Estamos em crescimento, precisamos de gente para nos ajudar. Buscamos trainees para fazer carreira aqui”, diz Gilberto Lara, diretor de desenvolvimento humano organizacional do grupo Votorantim.</p>
<p>E foi exatamente o fator liderança que culminou na perda de 80% dos trainees que passaram pela primeira seleção da empresa, em 2005. Segundo Lara, um levantamento identificou que os jovens não estavam encontrando em seus líderes imediatos um modelo de admiração e aprendizagem. Em um mercado no qual líderes geralmente vêm de cargos técnicos, essa é uma dificuldade clássica. Por isso, a Votorantim passou a reforçar o trabalho com as lideranças da companhia. Hoje, a retenção é de 80% dos selecionados. São jovens seduzidos pela possibilidade de atuar em diferentes países e trabalhar em projetos de diferentes áreas.</p>
<p>Fonte:<a href="http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2012/09/<a href="http://focotalentos.com.br/trainee_programas.php"target="_blank"rel="external"title="" >trainee</a>s-salarios-de-ate-r-76-mil-e-carreiras-meteoricas-acirram-concorrencia.html&#8221;> </a><a href="http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2012/09/trainees-salarios-de-ate-r-76-mil-e-carreiras-meteoricas-acirram-concorrencia.html">Época Negócios</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A vida depois de trainee: como virar chefe</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2012 18:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após a preparação do trainee, alguns jovens se tornam gerentes. Vem a prova de fogo: pressão por resultados e subordinados desconfiados Depois do trainee, o jovem tem de encarar a hora da verdade, quando ele assume a posição de supervisor ou gerente — posições de liderança em que ele terá de justificar até três anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/chefe12.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4615" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/chefe12.jpg" alt="" width="252" height="200" /></a>Após a preparação do <a href="http://focotalentos.com.br/trainee_programas.php"target="_blank"rel="external"title="" >trainee</a>, alguns jovens se tornam gerentes. Vem a prova de fogo: pressão por resultados e subordinados desconfiados</p>
<p>Depois do trainee, o jovem tem de encarar a hora da verdade, quando ele assume a posição de supervisor ou gerente — posições de liderança em que ele terá de justificar até três anos de formação e investimento. É o início da vida real no mundo corporativo. O maior desafio nessa transição é mudar o jeito de pensar.</p>
<p>Até esse momento, os trainees são avaliados pelo desempenho individual. &#8220;Com a promoção a gerente, eles serão medidos pela habilidade em gerir pessoas e obter resultados — que só vão aparecer mesmo se o jovem conseguir integrar a equipe e colocar todo mundo na mesma sintonia&#8221;, diz Vivian Dib, sócia-gerente da Asap, consultoria de São Paulo, especializada em recrutamento de jovens para posições gerenciais.</p>
<p>&#8220;Um bom gerente precisa ter credibilidade. Muitas vezes, ao ocupar um cargo de chefia depois de um programa de trainee, o profissional pode enfrentar resistência e vai precisar conquistar a confiança da equipe&#8221;, diz Maurício Teixeira, ex-trainee da extinta Telemar e atual diretor financeiro da Sascar, empresa de monitoramento de frota, de São Paulo. Para isso, é preciso se conhecer bem, para entender os pontos fortes e fracos, e ter maturidade para comandar os subordinados.</p>
<p>&#8220;O gerente precisa filtrar as cobranças que recebe para não pressionar demais sua equipe&#8221;, diz Vivian. Para aliviar a pressão, Marjorie Dias, gerente interna da fabricante de computadores Dell, distribui as tarefas que recebe do chefe para os funcionários de sua equipe.</p>
<p>É uma solução simples, mas que muito chefe novo demora a colocar em prática, com medo de que os subordinados não executem a função tão bem quanto ele faria. &#8220;Além de evitar que eu fique sobrecarregada, isso deixa a equipe motivada&#8221;, diz Marjorie.</p>
<p>Perfil ideal</p>
<p>O que os gestores buscam nos jovens candidatos a líder</p>
<p>&#8220;Queremos gente que trabalhe com paixão e tenha pretensão de deixar um legado.&#8221; Eduardo Feres, diretor comercial da ALL, que começou como trainee e passou por seis cargos em nove anos até chegar à diretoria.</p>
<p>&#8220;Esperamos que esse profissional traga oxigênio para a empresa. Que saiba combinar conhecimento técnico e habilidade para lidar com pessoas com uma visão moderna de tecnologia.&#8221; Paulo Theophilo, diretor de marketing da Simpress, que estreou seu programa de trainee há dois anos.<br />
&#8220;Um bom gerente precisa ter credibilidade. Muitas vezes, ao ocupar um cargo de chefia depois de um programa de trainee, o profissional pode enfrentar resistência e vai precisar conquistar a confiança da equipe, dos pares e dos superiores.&#8221; Maurício Teixeira, diretor financeiro da Sascar, empresa de monitoramento de frota, que lançou seu primeiro programa de trainee em 2011. Maurício começou a carreira como trainee na antiga telefônica Telemar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:<a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/a-vida-depois-do-trainee-como-virar-chefe"> Exame</a></p>
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		<title>Como ir bem numa entrevista</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Aug 2012 15:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais importante do que ter um bom currículo e bons contatos é conseguir ir bem na entrevista. Normalmente, elas são o primeiro contato em um processo seletivo e o fator decisivo na última etapa também. Conheça 10 dicas de como virar um expert nas entrevistas: 1 – Preparação: ir bem na entrevista é uma técnica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/emprego3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4610" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/emprego3.jpg" alt="" width="200" height="252" /></a>Mais importante do que ter um bom currículo e bons contatos é conseguir ir bem na entrevista. Normalmente, elas são o primeiro contato em um processo seletivo e o fator decisivo na última etapa também. Conheça 10 dicas de como virar um expert nas entrevistas:</p>
<p>1 – Preparação: ir bem na entrevista é uma técnica que pode ser desenvolvida como qualquer outra. Pratique com outras pessoas e descubra as perguntas mais difíceis para você.</p>
<p>2 – Conhecimento: saiba mais sobre o perfil da empresa e da vaga. Descubra as diferenças especificas entre cargos, pois esses detalhes contam muito na hora de descrever as suas qualificações para o trabalho.</p>
<p>3 – Roupas: ainda que você tenha ouvido muito disso antes, se vista de acordo com o perfil da empresa. Chegue antes e desligue o celular.</p>
<p>4 – Postura: seja gentil e respeitoso com todos no local, inclusive seus concorrentes. Deste modo, você deixará uma boa impressão em todos os lugares, além de ganhar mais confiança.</p>
<p>5 – Escute: a maioria das pessoas fica um pouco nervosa durante a entrevista. O resultado é respostas mal dadas e pouco contextualizadas com a pergunta feita.</p>
<p>6 – Foco: tente articular o máximo possível suas respostas. Quanto mais objetivas e breves, melhor.</p>
<p>7 – Seja leve: nunca fale mal de experiências ou profissionais de seus trabalhos passados.</p>
<p>8 – Interaja: tenha perguntas prontas para fazer durante a entrevista. Porém, não proponha questões fáceis, que poderiam ser facilmente respondidas com uma pesquisa na internet. Deste modo, você demonstra interesse pela vaga e pela empresa.</p>
<p>9 – Antes de sair: saiba quando obterá uma resposta ou quais são os próximos passos. Se você não ouvir noticias até a data estipulada, entre em contato com a empresa. Não esqueça de ser paciente, persistente e educado.</p>
<p>10 – Mantenha contato: Envie notas de agradecimento e procure manter contato através de algum assunto em comum. Enviar noticias relacionadas a uma situação especifica que tenha surgido durante a entrevista é uma opção.</p>
<p>Fonte: <a href="http://blog.empregos.com.br/2012/08/26/como-ir-bem-na-entrevista/">Blog de Empregos</a></p>
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		<title>Virei chefe do meu melhor amigo. E agora?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2012 16:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A construção de uma nova relação de trabalho passa pelo alinhamento de expectativas. Vocês sempre trabalharam em pé de igualdade, mas uma reunião com o chefe e você sai da sala dele um degrau acima na carreira. Agora vai chefiar a equipe e, inclusive, o seu melhor amigo.&#8221;Esta é uma situação que sempre aconteceu e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>A construção de uma nova relação de trabalho passa pelo alinhamento de expectativas.<a href="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/chefe.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4607" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/chefe.jpg" alt="" width="223" height="226" /></a></h2>
<p>Vocês sempre trabalharam em pé de igualdade, mas uma reunião com o chefe e você sai da sala dele um degrau acima na carreira. Agora vai chefiar a equipe e, inclusive, o seu melhor amigo.&#8221;Esta é uma situação que sempre aconteceu e acontecerá nas organizações. Não há como evitá-la&#8221;, diz Karin Parodi, sócia-diretora da Career Center.</p>
<p>Feliz com a promoção, você sabe que o desafio começa a partir de já: precisa comunicar à equipe que é o novo líder. Uma nova relação de trabalho precisa ser construída. Qual a melhor maneira de agir? Confira o que recomendam especialistas consultadas por EXAME.com:</p>
<p><strong>Alinhamento</strong></p>
<p>Buscar a convergência de objetivos é a primeira medida a ser tomada, na opinião de Martha Magalhães, consultora da DMRH. Para isso, ela aconselha que sejam feitas reuniões separadamente com cada um dos ex-colegas.</p>
<p>&#8220;Conversando individualmente com cada integrante equipe será possível saber o que eles esperam de você nessa nova posição e comunicar também o que você espera deles&#8221;, diz. &#8220;Reforce que este é um time e que os objetivos &#8211; enquanto equipe &#8211; devem ser alcançados&#8221;, diz Karin. Na opinião da especialista, a visão de futuro e os resultados que devem ser conquistados precisam ser constantemente reforçados.</p>
<p><strong>Transparência</strong></p>
<p>A relação precisar ser calcada na transparência. &#8220;A comunicação tem que se dar de forma clara, objetiva e simples&#8221;, diz Karin. Por isso, é fundamental saber os motivos pelos quais você foi escolhido para assumir a função e não seu melhor amigo ou algum outro membro da equipe. &#8220;A lição de casa do recém-promovido é entender o cenário&#8221;, diz Martha.</p>
<p><strong>Resistência</strong></p>
<p>Karin alerta para uma situação que pode ser incômoda. &#8220;O ciúme e inveja poderão aparecer, principalmente se alguém da equipe tinha a expectativa de ser promovido&#8221;.</p>
<p>A melhor maneira de lidar com esse tipo de sentimento negativo é se colocar como um aliado. Para isso, diz Martha, sugira um plano de ação conjunto.</p>
<p>&#8220;Para se sair bem, o novo gestor deve se posicionar de forma que deixe claro o seu interesse e o seu esforço tendo em vista o crescimento de todos os membros da equipe&#8221;, explica a especialista. &#8220;Assim o amigo vai sentir que poderá ser elegível para uma próxima promoção, por exemplo&#8221;, explica.</p>
<p>Karin concorda e diz que alinhar ‘o time’ para os objetivos a serem alcançados pode mesmo minimizar eventuais resistências. &#8220;Valorize e reconheça os esforços individuais e de equipe, reforçando e comemorando os resultados obtidos&#8221;, diz a sócia-diretora da Career Center.</p>
<p><strong>Amizade</strong></p>
<p>As duas especialistas consideram que hierarquia corporativa não deve ser um empecilho para manter a relação de amizade. No entanto, há algumas ressalvas a serem feitas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manter em mente que um novo papel foi assumido é a regra de ouro, diz Karin. &#8220;Abrir certas informações e assuntos que só o líder tem acesso pode ser um grande risco&#8221;, explica a especialista.</p>
<p>Martha aconselha que se evite baladas em que haja excesso de álcool no sangue, por exemplo. &#8220;Alguma intimidade pode ser revelada em momentos como esse, e o amigo, que agora é subordinado, pode não saber filtrar&#8221;, diz. &#8220;A pergunta que tem que ser feita é para quê?&#8221;, afirma. Portanto, a amizade continua, o importante é só não perder compostura para evitar contratempos.</p>
<p><strong>Próxima promoção</strong></p>
<p>A situação pode ficar um pouco mais delicada quando houver outra promoção em jogo. Para promover o melhor amigo, o gestor precisa ser muito cuidadoso e ter certeza de que se trata da pessoa certa para assumir a nova função. Do contrário, a probabilidade de rumores na empresa cresce.</p>
<p>&#8220;O gestor precisa ser muito consistente nessa hora para evitar que os outros insinuem que a amizade motivou a promoção&#8221;, diz Martha. A dica é apresentar os indicadores de desempenho que chancelem a escolha. &#8220;Assim, ele evita que a promoção do amigo seja usada contra ele&#8221;, diz.</p>
<p>Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/virei-chefe-meu-melhor-amigo-agora-699022.shtml?utm_source=redesabril_vocesa&amp;utm_medium=facebook&amp;utm_campaign=redesabril_vocesa&amp;">Você S. A.</a></p>
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		<title>Brasil vira alvo de engenheiros estrangeiros</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 00:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com as portas do mercado de trabalho fechadas pela crise europeia, engenheiros estrangeiros, principalmente de Portugal e Espanha, têm buscado emprego no Brasil. Uma amostra disso foi o que ocorreu no programa de trainees deste ano da Knijnik Engenharia, sediada em São Paulo. Dos 3 100 candidatos a uma das 15 vagas oferecidas pela empresa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/engenheiro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4604" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/engenheiro.jpg" alt="" width="108" height="181" /></a>Com as portas do mercado de trabalho fechadas pela crise europeia, engenheiros estrangeiros, principalmente de Portugal e Espanha, têm buscado emprego no Brasil. Uma amostra disso foi o que ocorreu no programa de <a href="http://focotalentos.com.br/trainee_programas.php"target="_blank"rel="external"title="" >trainee</a>s deste ano da Knijnik Engenharia, sediada em São Paulo. Dos 3 100 candidatos a uma das 15 vagas oferecidas pela empresa, 20% eram de estrangeiros. Cerca de 400 eram portugueses. Outros 180 candidaturas vieram da Espanha. A empresa recebeu ainda currículos de angolanos, argentinos e até de indianos.</p>
<p>“Percebemos que alguns respondiam em português usando o tradutor do Google”, conta Daniel Knijnik, presidente da empresa. Ele preferiu convocar apenas brasileiros para a seleção, realizada há um mês num hotel de São Paulo, por causa da necessidade de habilitação profissional no Brasil. O empresário atribui o interesse dos estrangeiros à internet, já que a empresa divulgou a seleção em redes sociais como Linkedin e Facebook tendo os brasileiros como alvo. Alguns dos estrangeiros que se candidataram já eram profissionais experientes, fora do perfil desejado de até dois anos de formado. “É um reflexo de como o desemprego é alto em países como Portugal e Espanha, sobretudo entre os jovens.”</p>
<p>Enquanto a crise deixa engenheiros sem trabalho na Europa e em outras partes do mundo, o relativo dinamismo da economia brasileira segue apontando a falta de profissionais qualificados como um dos principais gargalos da construção civil por aqui. Diante da dificuldade de contratar engenheiros preparados para tocar projetos estruturais, a Knijnik resolveu ela mesma treinar recém-formados para transformá-los em calculistas num curso de um ano, uma espécie de residência. Foi aí que a empresa descobriu que a falta de profissionais está ligada à baixa qualidade dos cursos de engenharia, que dão pouca ênfase ao cálculo estrutural. “A formação é muito generalista”, diz Daniel.</p>
<p>Ao oferecer o curso, o empresário conseguiu inverter o jogo. Se antes era difícil achar um calculista, teve que gastar um dia inteiro entre provas e entrevistas para tirar os seus 15 primeiros trainees de um auditório lotado. Desde 1° de julho, os eleitos ganham 5 mil reais mensais para frequentar as aulas dadas por alguns dos 60 engenheiros calculistas que a empresa já tem. Como a empresa precisa de mais, os trainees já têm emprego e promoção garantidos. Após os primeiros seis meses de curso, serão promovidos a engenheiro júnior com salário de 6 mil reais e <a href="http://focotalentos.com.br/estagio_programas.php"target="_blank"title="" >estágio</a> nas áreas da empresa. Se apresentarem bom desempenho, serão contratados como engenheiros plenos com salário de 8 mil reais.</p>
<p>Fundada há quatro décadas em Porto Alegre, a Knijnik vem dobrando de tamanho nos últimos anos seguindo a demanda da construção civil por projetos estruturais e de instalações. Faturou 15 milhões de reais no ano passado e já tem filiais em Recife, em São Paulo e no Rio, onde está trabalhando no projeto de várias instalações esportivas para a Olimpíada de 2016. A meta da empresa é fechar este ano com receita de 30 milhões de reais e dobrar o faturamento de novo até 2013.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/blog-do-rio/2012/08/16/brasil-vira-alvo-de-engenheiros-estrangeiros/">Exame.com</a></p>
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		<title>Como encarar cada etapa da seleção de trainee</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 20:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entenda como funciona cada etapa da avaliação do programa de trainee e saiba o que não fazer e como se destacar em cada uma delas Atualmente, os programas de trainee mais concorridos do país chegam a reunir 40000 candidatos. Diante dessa concorrência, ser aprovado para uma das poucas dezenas de vagas disponíveis parece missão quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/processo-seletivo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4601" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/processo-seletivo.jpg" alt="" width="241" height="209" /></a>Entenda como funciona cada etapa da avaliação do programa de <a href="http://focotalentos.com.br/trainee_programas.php"target="_blank"rel="external"title="" >trainee</a> e saiba o que não fazer e como se destacar em cada uma delas</strong></p>
<p>Atualmente, os programas de trainee mais concorridos do país chegam a reunir 40000 candidatos. Diante dessa concorrência, ser aprovado para uma das poucas dezenas de vagas disponíveis parece missão quase impossível, principalmente quando não se está familiarizado com as etapas dessa megasseleção e quando não se sabe quais os critérios usados na avaliação.</p>
<p>Pensando nisso, a VOCÊ S/A decidiu detalhar as três grandes etapas do processo seletivo: online, presencial de triagem e presencial final. Consultores que participam desses exames também deram dicas sobre o que costuma ser levado em conta para ranquear os candidatos. São informações valiosas para você superar seus concorrentes.</p>
<p><strong>Etapa online          </strong></p>
<p>A etapa online está ficando mais longa, pois muitos recrutadores têm aproveitado para analisar características comportamentais de seus candidatos já nessa fase.</p>
<p><strong>Para ir bem no online</strong></p>
<p>Muitos candidatos não costumam dar a devida importância às atividades online por pensar que elas não são decisivas. Mas as consultorias que trabalham na organização desses processos lembram que a etapa online elimina entre 90% e 99% dos candidatos. Por isso, para se sair bem nela é participar de todas as atividades propostas, já que cada uma delas pode contar pontos a seu favor. Para conseguir o melhor desempenho, a orientação é planejar a execução das tarefas propostas.</p>
<p>É possível se preparar para os testes online e conseguir os melhores resultados aproveitando o tempo entre o fim da fase de inscrições e a abertura da avaliação. Revise seus conhecimentos em inglês e pesquise testes de raciocínio lógico para ter noção do que é pedido nas questões.</p>
<p>Chega à primeira etapa presencial 1% dos candidatos, mas só um décimo deles será aprovado para a fase seguinte. O filtro usado para selecionar os candidatos serão as dinâmicas de grupo e o mais importante é ter uma atitude colaborativa, ajudando o grupo a chegar ao resultado.</p>
<p><strong>Para ir bem no cara a cara</strong></p>
<p>Prepare-se para essa entrevista recordando situações vividas por você que ilustrem suas qualidades e pontos fortes. Certamente, os avaliadores pedirão exemplos que demonstrem que você realmente tem as competências que diz ter. Jamais minta, pois você será eliminado.</p>
<p><strong>Etapa final</strong></p>
<p>Apenas 0,1% dos candidatos inscritos chega à etapa final, na qual passarão pelo painel de negócios e pela entrevista com a diretoria. Nessa etapa, o candidato é avaliado por gestores da companhia, por isso é importante que mostre estar familiarizado com o negócio e com o mercado da organização.</p>
<p><strong>Para conseguir a vaga</strong></p>
<p>Na etapa final, à qual chegam candidatos com currículos e perfis parecidos, estar mais bem informado sobre a companhia e seu negócio faz a diferença. Para o painel de negócios, uma dica é treinar apresentações diante de amigos e colegas.</p>
<p>No caso da entrevista, mais uma vez será necessário ter em mente um bom estoque de exemplos de situações que você experimentou na vida profissional para responder às perguntas dos recrutadores.</p>
<p>Fonte:<a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-encarar-cada-etapa-da-selecao-de-trainee?page=1"> Exame</a></p>
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		<title>Fluência em inglês é problema para executivo brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 20:59:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo da GlobalEnglish revela que o País ocupa a 67ª posição entre 156 nações e que o Brasil está atrás de outros mercados emergentes como a Rússia, Índia e China  O executivo brasileiro ainda tem um longo caminho à percorrer. Segundo uma pesquisa da GlobalEnglish, o País ocupa a 67ª posição entre 156 nações do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/falandoingles2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4598" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/falandoingles2.jpg" alt="" width="260" height="194" /></a>Estudo da GlobalEnglish revela que o País ocupa a 67ª posição entre 156 nações e que o Brasil está atrás de outros mercados emergentes como a Rússia, Índia e China</p>
<p> O executivo brasileiro ainda tem um longo caminho à percorrer. Segundo uma pesquisa da GlobalEnglish, o País ocupa a 67ª posição entre 156 nações do mundo, e isso, em termos de fluência do idioma inglês em ambiente empresarial. “Considerando uma escala de 1 a 10, a média do brasileiro é 2.95. Já a mundial está avaliada em 4.15”, detalha o estudo.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a pontuação 1 indica a habilidade de ler e se comunicar utilizando apenas questões e declarações bastante simples. Já a 10 representa a habilidade de se comunicar e colaborar no ambiente de trabalho da mesma maneira que faz um nativo da língua inglesa.</p>
<p>“Com esta pontuação, os brasileiros estão em um nível no qual não conseguem entender ou comunicar informações básicas durante uma conferência, tanto por telefone quanto pessoalmente, e também ler ou escrever e-mails em inglês”, informa o levantamento.</p>
<p>O pior entre os emergentes</p>
<p>E não é apenas em comparação à média mundial que o Brasil está mal posicionado. Segundo a pesquisa, o País ficou atrás também de outros países emergentes como a Rússia, Índia e China, que alcançaram, respectivamente, uma pontuação de 3.60, 5.57 e 4.4 no estudo em questão.</p>
<p>“O Brasil é o centro das atenções dos maiores investidores e empresas do mundo por conta da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. Por essa razão, os executivos brasileiros deveriam se preocupar em melhorar suas habilidades no idioma para que o País se mantenha competitivo no cenário atual”, diz o diretor da GlobalEnglish no Brasil, José Ricardo Noronha.</p>
<p>Os melhores</p>
<p>Entre os melhores colocados na pesquisa estão a Filipinas (7.0), Noruega (6,54), Estônia (6,45), Sérvia (6,38) e Eslovênia (6,19). Somente as Filipinas atingiram a pontuação 7, o que indica um nível de inglês para negócios no qual os empregados são capazes de assumir um papel ativo nas discussões. “Essa conclusão é interessante pois as Filipinas, um país com um décimo da população da Índia, recentemente ultrapassou a Índia como eixo principal de call centers no mundo”, diz Noronha.</p>
<p>O estudo</p>
<p>Para a realização da pesquisa que avalia a proficiência do inglês no ambiente empresarial, a GlobalEnglish consultou a opinião de mais de 108 mil trabalhadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.infomoney.com.br/carreira/educacao/noticia/2522393/Fluencia-ingles-problema-para-executivo-brasileiro"> Infomoney</a></p>
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		<title>30 carreiras promissoras no Brasil ( continuação)</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 19:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quais são e quanto pagam as áreas que estão despontando no mercado e devem absorver mais profissionais nos próximos anos 16 &#8211; Gerente de inovação Por que é uma boa? Algumas empresas já têm um profissional dedicado a gerenciar a inovação. Esse cargo tende a ser mais comum, conforme crescem a busca pelo lançamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/carreira21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4594" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/carreira21.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>Quais são e quanto pagam as áreas que estão despontando no mercado e devem absorver mais profissionais nos próximos anos</h2>
<p><strong>16 &#8211; Gerente de inovação</strong></p>
<p>Por que é uma boa? Algumas empresas já têm um profissional dedicado a gerenciar a inovação. Esse cargo tende a ser mais comum, conforme crescem a busca pelo lançamento de produtos e serviços que proporcionem vantagens de mercado, a otimização de processos e o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas que ajudem as corporações a economizar tempo e dinheiro. Essa área só tende a se intensificar nas próximas décadas.</p>
<p>Perspectivas: A demanda para a área de marketing é alta, com salário de 10 000 a 15 000. Se for tecnologia, a demanda é baixa, com remuneração de 10 000 a 20 000 reais.</p>
<p>Bom para quem: Administradores, psicólogos e profissionais de programação de sistemas.</p>
<p>Preparação: Especializações em gestão da inovação, de pessoas e de processos podem ajudar. Também é necessária atualização em novas tecnologias de consumo e tendências de mercado.</p>
<p><strong>17 &#8211; Tecnólogo em construção naval</strong></p>
<p>Por que é uma boa? Segundo a Associação Brasileira das Empresas do Setor Naval e Offshore, o número de empregados na área deve passar de 56 000 (no ano passado) para 100 000 em 2016 e há falta de profissionais em todos os níveis da indústria  técnico, tecnólogo e engenheiro. Além do pré-sal, movimenta esse mercado a demanda por barcos pequenos. O construtor naval é quem produz embarcações de pequeno e médio porte. Ele é o responsável por selecionar qual sistema hidráulico e elétrico será implementado, assim como a capacidade de circulação e todos os materiais que serão usados. Rio de Janeiro, Pernambuco e região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, são grandes polos de construção naval.</p>
<p>Perspectivas: Os salários estão inflacionados por falta de mão de obra especializada em todos os níveis. Estimativa de 4 500 a 10 000 reais.</p>
<p>Bom para quem: Técnicos da área que procuram um crescimento de carreira, engenheiros que querem mudar de área.</p>
<p>Preparação: Há vários cursos técnicos de nível superior com média de três anos de duração.</p>
<p><strong>18 &#8211; Planejador de e-learning</strong></p>
<p>Por que é uma boa? A internet fez explodir a demanda por cursos de educação à distância. E a exigência dos empregadores por cursos frequentes de aperfeiçoamento ou por formações rápidas em assuntos específicos criou um amplo mercado para o e-learning. Para atender a essa demanda surgem os planejadores de e-learning, responsáveis por pesquisar e contribuir com o conteúdo dos cursos, organizando de forma didática, interativa e visualmente interessante. O profissional vai trabalhar em instituições de ensino, universidades corporativas e consultorias especializadas em ensino à distância.</p>
<p>Perspectivas: Estimativa de salários varia de 3 500 a 10 000 reais.</p>
<p>Bom para quem: Pedagogos, jornalistas, educadores.</p>
<p>Preparação: Especialização em educação, profissionais com conhecimentos em redação para internet e webdesign.</p>
<p><strong>19 &#8211; Especialista em epidemias e desastres naturais</strong></p>
<p>Por que é uma boa? Com as mudanças climáticas, aumenta a preocupação com situações de catástrofes naturais, como enchentes e desabamentos de encostas. Isso gera a necessidade de profissionais capazes de desenvolver e instituir programas de prevenção e reação a situações de calamidade.</p>
<p>Perspectivas: Os salários variam entre 8 000 e 25 000 reais.</p>
<p>Bom para quem: Administradores, profissionais da saúde, profissionais da área de planejamento, urbanistas, especialistas em segurança pública.</p>
<p>Preparação: Especializações em gerenciamento de situações de crise, segurança e saúde pública. Já existem cursos de graduação em segurança pública em universidades privadas.</p>
<p><strong>20 &#8211; Especialista em agroecologia</strong></p>
<p>Por que é uma boa? A expansão da agricultura e da pecuária no Brasil é uma ameaça a ecossistemas importantes, como o do Pantanal e da Amazônia. O profissional de agroecologia terá a missão de propor soluções, como políticas públicas e inovações tecnológicas, para tornar as atividades agrícolas mais sustentáveis. Pode ser um consultor, trabalhando para empresas que capacitam produtores rurais a obter certificações em sustentabilidade. Ele pode também atuar em órgãos públicos, capacitando agricultores para produzir de forma mais ecologicamente correta.</p>
<p>Perspectivas: Demanda alta, com escassez de gente. O salário pode girar entre 2 000 e 10 000 reais.</p>
<p>Bom para quem: Agrônomos e engenheiros ambientais.</p>
<p>Preparação: Complementar à formação, com conhecimentos de tecnologia e gestão de pessoas.</p>
<p><strong>21 &#8211; Tecnólogo em telemedicina</strong></p>
<p>Por que é uma boa? Graças às novas tecnologias disponíveis para as telecomunicações e aos avanços da robótica aplicada à área da saúde, crescem as iniciativas para realizar diagnósticos e até cirurgias à distância, em áreas remotas ou de difícil acesso. O técnico em telemedicina, um profissional com conhecimentos de tecnologia, dará suporte a uma equipe médica apta a prestar serviços de saúde remotamente. A profissão é nova e há pouca gente experiente no assunto.</p>
<p>Perspectivas: Os salários podem variar de 4 500 a 7 000 reais.</p>
<p>Bom para quem: Engenheiros da computação, analistas de sistemas, profissionais da saúde.</p>
<p>Preparação: Instituições como a USP e a Unifesp já contam com laboratórios e pós-graduações em telemedicina, além de cursos de extensão na área.</p>
<p><strong>22 &#8211; Coordenador de terceirização offshore</strong></p>
<p>Por que é uma boa? Com a globalização dos negócios e o ganho de importância de questões como a responsabilidade socioambiental, surgiu a necessidade de profissionais responsáveis por assegurar que os fornecedores terceirizados em outros países sigam os padrões éticos e de qualidade requeridos pela organização que os contratou. Também é tarefa desses profissionais identificar novas oportunidades de terceirização em outros países.</p>
<p>Perspectivas: Demanda média. Salários de 7 000 a 14 000 reais.</p>
<p>Bom para quem: Administradores, engenheiros, profissionais de logística e de tecnologia da informação.</p>
<p>Preparação: Aproximar-se, dentro da empresa, das áreas afins; especializações em comércio exterior.</p>
<p><strong>23 &#8211; Gestor do esporte</strong></p>
<p>Por que é uma boa? Esqueça a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Essa profissão vai além desses eventos. O mundo dos esportes é uma indústria bilionária. Apenas o futebol brasileiro gerou 1,52 bilhão de reais em receitas totais em 2010. Trata-se de um mercado que requer gente qualificada, com visão de negócios para administrar marcas, gerenciar equipes e projetos em empresas, consultorias, clubes, agências de marketing esportivo, veículos de comunicação especializados e marcas esportivas.</p>
<p>Perspectivas: Em empresas menores, o salário de um analista varia de 3 000 a 5 000 reais; coordenador, de 6 000 a 9 000 reais; e gerente, de 10 000 a 18 000 reais. Em companhias maiores e multinacionais, os salários são cerca de 15% mais altos, segundo a consultoria de recrutamento Hays.</p>
<p>Bom para quem: Profissionais de educação física, comunicação, marketing, administração e direito.</p>
<p>Preparação: Conhecer marketing e gestão é essencial. Há cursos de pósgraduação com foco em ambos.</p>
<p><strong>24 &#8211; Engenheiro de energias renováveis e tecnologia não poluente</strong></p>
<p>Por que é uma boa? A corrida pela busca de tecnologias e recursos energéticos renováveis entrou na pauta do desenvolvimento sustentável e deu novo fôlego a essa profissão, voltada para construção, análise, manutenção e operação de sistemas mecânicos e também para atividades de gestão nessa área. Deve haver demanda por profissionais habilitados a realizar avaliações, emitir laudos e pareceres técnicos. No caso da energia eólica, isso se aplica especialmente às regiões Nordeste e Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Perspectivas: A demanda atual é média, com tendência de aumentar. Salário de 8 000 a 12 000 reais, podendo subir, dependendo do projeto.</p>
<p>Bom para quem: Engenheiros especializados em elétrica, hidráulica, energia, materiais e sistemas. Para profissionais que têm interesse em trabalhar com pesquisa e desenvolvimento.</p>
<p>Preparação: Para quem não é engenheiro, há funções técnicas cobertas por cursos tecnológicos em instituições de Ensino Superior.</p>
<p><strong>25 &#8211; Gerontólogo</strong></p>
<p>Por que é uma boa? Um estudo do Banco Mundial estima que a quantidade de idosos no Brasil vai triplicar nas próximas quatro décadas. Com o envelhecimento progressivo da população, o número de idosos sem cuidados familiares vai dobrar até 2020 e quintuplicar até 2040. Diferentemente do geriatra, médico especialista na saúde das pessoas idosas, o gerontólogo se dedicará a planejar e implementar ações para aumentar a qualidade de vida dos idosos, no contexto social ou da saúde. Na iniciativa privada, poderá gerir instituições voltadas para os cuidados com esse público, e no governo, desenvolver políticas públicas e programas educativos para o bemestar da terceira idade.</p>
<p>Perspectivas: A remuneração vai de 2 500 reais, para recém-formados, a 15 000 reais, para diretores.</p>
<p>Bom para quem: Profissionais da saúde, administradores e pessoas com formação em ciências sociais.</p>
<p>Preparação: Já existem cursos de graduação específicos em instituições de referência, como a Universidade de São Paulo (USP). Também há pós-graduações na área.</p>
<p><strong>26 &#8211; Advogado especialista em direito eletrônico</strong></p>
<p>Por que é uma boa? A Federação das Empresas do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) estima que 8,5% das famílias paulistanas tenham, ao menos, um integrante que já foi vítima de crime eletrônico. Os delitos praticados na rede vão de roubo de informações e downloads indevidos a fraudes bancárias, entregas de pedidos não realizadas e calúnia e difamação. A atividade de um advogado especialista nesse tipo de ocorrência consiste, muitas vezes, em encontrar, compreender e interpretar a legislação, que não contempla todos os casos.</p>
<p>Perspectivas: Faltam profissionais qualificados. Um advogado sênior com inglês fluente pode ter uma remuneração mensal de 8 000 a 13 000 reais, sem contar o bônus anual, que aumenta ainda mais a renda.</p>
<p>Bom para quem: Advogados que tenham interesse em atuar na área.</p>
<p>Preparação: Cursar uma especialização ou pós-graduação em crime eletrônico é uma exigência desse novo mercado.</p>
<p><strong>27 &#8211; Desenvolvedor de web móvel</strong></p>
<p>Por que é uma boa? O mercado de tecnologia, principalmente o de telecomunicação, tem uma demanda grande por dispositivos móveis. Esse profissional desenvolve programas de interfaces e aplicativos para comércio e marketing eletrônico, trabalhando com computação móvel, redes sem fio e sistemas.</p>
<p>Perspectiva: Salário inicial de 6 000 reais. Com três anos de carreira, o salário chega a 10 000 reais.</p>
<p>Bom para quem: Interessados em desenvolver dispositivos e redes.</p>
<p>Preparação: Domínio da língua inglesa. Cursos de nível técnico superior podem encurtar a transição</p>
<p><strong>28 &#8211; Consultor de sucessão</strong></p>
<p>Por que é uma boa? O Brasil passa por um momento de consolidação de muitas companhias familiares, fundadas nas décadas de 1960 e 1970, e que agora precisam de uma gestão mais profissional. Essa transição, no entanto, não é fácil. Não são raros os casos de empresas muito bem-sucedidas que faliram quando o fundador deixou a presidência. Para ajudar nesse momento, entra em cena o consultor de sucessão. Ele tem como objetivo dar continuidade ao empreendimento familiar.</p>
<p>Perspectivas: De um salário inicial de 3 500 reais, a remuneração pode passar de 20 000 reais, em grandes projetos.</p>
<p>Bom para quem: Profissionais que já trabalham em empresa familiar com cargos de confiança ou para pessoas que querem ser consultoras externas.</p>
<p>Preparação: O consultor de sucessão está focado na administração do processo, por isso pode pensar em uma especialização de gestão. Existe um curso de administração na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul focado em gestão de empreendedorismo e sucessão.</p>
<p><strong>29 &#8211; Farmacoeconomista</strong></p>
<p>Por que é uma boa? Esse profissional estuda e analisa os custos com o uso de medicamentos para os sistemas de saúde e para a sociedade, englobando todos os aspectos econômicos envolvidos. É ele quem precifica os remédios lançados pelos laboratórios farmacêuticos e negocia a compra deles pelo governo, por exemplo. Também pode atuar em hospitais. A demanda vai acompanhar necessidade de gestão dos altos custos do sistema de saúde no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Perspectivas: Demanda para laboratórios e a tendência é que os planos de saúde também passem a contratar. Salário de 8 000 a 11 000 reais.</p>
<p>Bom para quem: Economistas, farmacêuticos, médicos, administradores e profissionais com experiência em gestão de hospitais, planos de saúde e empresas farmacêuticas.</p>
<p>Preparação: É necessária visão financeira, mas também do medicamento. Na pós-graduação, cursos como os de gestão hospitalar e atenção farmacêutica naturalmente abordam esse tema.</p>
<p><strong>30 &#8211; Curador de arte</strong></p>
<p>Por que é uma boa? O mercado de arte no Brasil está cada vez mais dinâmico e complexo, o que faz com que cresça a demanda por gente qualificada. A exportação de obras de arte cresceu 500% de 2005 a 2010, movimentando 10 milhões de dólares. O número de galerias no país tem aumentado, assim como a quantidade de institutos e centros culturais ligados às grandes empresas, fundações e governos. O profissional que o mercado procura precisa entender tanto de arte como de seu mercado, assim como ter conhecimento sobre curadoria e administração.</p>
<p>Perspectiva: O salário inicial é baixo, na casa de 2 000 reais, com possibilidade de chegar a 20 000 reais.</p>
<p>Bom para quem: Para profissionais que já trabalham no setor  produtor cultural, galerista  ou com formação em arquitetura, filosofia, artes, museologia e administração.</p>
<p>Preparação: Caso você seja graduado em cursos ligados diretamente às artes, faça uma pós em administração. É preciso entender de logística e negociação. Se já for gestor, aprofunde seus conhecimentos em arte.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/30-novas-carreiras-promissoras-no-brasil?p=16#link">Exame</a></p>
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