<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743</atom:id><lastBuildDate>Mon, 30 Mar 2026 21:40:52 +0000</lastBuildDate><category>Avaí</category><category>torcida; técnico; jogadores</category><category>torcida</category><category>técnico; série A</category><category>granja</category><category>jornalismo; mídia</category><category>torcida; preços</category><category>Delfinzão; vergonha</category><category>Gozadinha</category><category>Silas</category><category>série A</category><category>&quot;comunicação interna&quot;</category><category>&quot;gozadinha básica&quot;</category><category>Delfinzão; torcida</category><category>Florianópolis</category><category>Leão</category><category>bizarrices</category><category>cidade</category><category>clássico</category><category>quinta-essência</category><category>reflexão</category><category>torcida; clássico</category><category>vergonha</category><category>&quot;começo de tudo&quot;</category><category>&quot;estupidez humana&quot;</category><category>Da série Mofas</category><category>PM</category><category>Ressacada</category><category>catarinense</category><category>censura</category><category>diretoria</category><category>papelão</category><category>supremo</category><category>ue</category><category>urbanismo</category><title>Força Azurra</title><description></description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>794</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-3845107360250818442</guid><pubDate>Thu, 24 Nov 2011 14:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-24T12:52:05.926-02:00</atom:updated><title>Mudança de endereço</title><description>A partir de hoje, às 14 horas, estarei mudando meu blog para o endereço&amp;nbsp; &lt;a href=&quot;http://forcaazurra.wordpress.com/&quot;&gt;http://forcaazurra.wordpress.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como caimos para a série B, a verba que a direção avaiana me dava para eu escrever aqui acabou e tenho que fazer minhas devidas alterações, segundo já declararam alguns abobados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiz esta alteração, também, uma vez que a base de dados no Wordpress é mas ampla, possibilita aprimoramentos, é uma ferramenta de controle&amp;nbsp;e me auxilia numa coisa legal: saber quem me escreve. É bom a gente ter esse contato mais próximo com o leitor, saber seu IP, seu e-mail, é um negócio muito interessante.&amp;nbsp;Quem sabe ajudar até os anônimos a se revelarem. Não é bacana?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou também criar uma coluna, que pode ser semanal ou diária, dependendo da situação, que se chamará Voz dos Aloprados. Nesse espaço vou revelar essa identificação, ou seja, e-mail e IP, e postar os singelos comentários daqueles que adoram insultar, xingar, azucrinar, tirar sarro, levantar insinuações, ou daqueles que fazem parte de uma torcida de São José e que quiserem dar o ar de sua graça por aqui, me peitando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sou assim, mudo mas não corro.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/mudanca-de-endereco.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-8965651321862690770</guid><pubDate>Thu, 24 Nov 2011 10:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-24T08:45:00.578-02:00</atom:updated><title>Dossiê Avaí - as presumíveis razões de nossa queda (8)</title><description>Após uma semana expondo algumas razões que achei pertinentes, que contribuiram direta ou indiretamente para nossa queda, junto tudo, encerro&amp;nbsp;e aponto como um dos principais responsáveis pela nosa queda o Conselho Deliberativo do Avaí Futebol Clube, por omissão. Antes que algum desavisado ache que estou mudando o foco, afirmo que cabe ao presidente Zunino, sim,&amp;nbsp;a fatia maior de toda essa situação pela qual passamos. Isso é inegável, uma vez que ele&amp;nbsp;detém a responsabilidade do cargo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sejamos levianos e infantis a ponto de achar que o apontamento de diversas coisas inocente o mandatário máximo do clube. Não, a responsabilidade dele é evidente. Eu, como o apoiei diversas vezes, assumindo uma conduta que foi de encontro a muitos donos da verdade, estou muito tranquilo agora para adotar essa postura. Se tem algo que eu não me movo é por interesses e se tem uma coisa que não sofro é de omissão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, apontei as suas devidas responsabilidades em cada página desse lamento que resolvi denominar de &lt;b&gt;dossiê &lt;/b&gt;ao longo da semana. Porém, o Conselho Deliberativo poderia se antecipar a muita coisa e intervir, como lhe é&amp;nbsp;assegurado pelas normas vigentes, ao perceber que as coisas iam tomando o rumo que tomaram. Não o fez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que não se esperasse alguma atitude dos torcedores. De alguma torcida organizada. Nem dos blogueiros e das redes sociais. Tampouco de algum ou outro jogador, de qualquer diretor que se ache&amp;nbsp;mais avaiano, sei lá. Dos sócios ou de alguma assembléia geral. De alguém mais inconformado. Não, ninguém mais teria competência para isso a não ser o Conselho Deliberativo do Avaí. E não se sabe se por leniência, má vontade ou algum interesse mórbido, obscuros&amp;nbsp;e inconsequente ele não agiu. Calou-se. Omitiu-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conselho Deliberativo&lt;/b&gt;, em qualquer entidade, tem um caráter fiscalizador e inquisidor. Ele define quais ações da Diretoria Executiva são interessantes e quais as que darão uma ré estrondosa. E delibera, ou seja, de acordo com o Estatuto em voga na entidade, dá as cartas e aprova ou não o que lhe cair às mãos. Ele é quem determina quais são as linhas de ação a serem conduzidas pela administração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o Novo Código Civil (Lei nº 10.406 de 10 de janeiro de 2002, já alterada pela Lei nº 11.127 de 28 de junho de 2005), o Conselho Deliberativo, em qualquer lugar,&amp;nbsp;é um órgão formado por pessoas com grande conhecimento e experiência na área de atuação da associação. Elas geralmente trazem boas ideias de como conduzir suas atividades. A existência ou não do Conselho Deliberativo é facultativa. Porém, quando existe, é para fazer jus às suas prerrogativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em clubes de futebol, os conselheiros possuem ainda um papel preponderante, qual seja ser a voz dos sócios e principalmente da torcida. Por isso, um Conselho tem que ser participativo e atuante. Deve estar antenado com o andamento das competições nas quais o time participa e com que medidas administrativas a direção manterá as campanhas e o desempenho. Ele existe para isso. Não pode ser preguiçoso. Não pode nadar nas benfeitorias de alguns diretores executivos. Tem que ser isento o suficiente para apontar, agir e deliberar sobre esses assuntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Conselho Deliberativo de um clube de futebol tem que dar a cara a tapa e não ser mero conjunto de vaquinhas de presépio. Quando a barca estiver afundando, ele deve se fazer presente. Nunca ficará&amp;nbsp;à margem, pois como já afirmei diversas vezes, quando se ganha, ganham todos, quando se perde, perdem todos, diretoria, conselho, torcedores e jogadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Era preciso deliberar sobre as mensalidades, as relações da ex-parceria e o contrato inflacionado de jogadores, a presença de Gabriel Zunino no Avaí, as inserções do marketing e as disponibilidades dos produtos licenciados, as supostas dívidas do Avaí com o presidente, o atraso de salários, o vazamento de informações e o planejamento para 2012. Se os itens passavam ou não pelas prerrogativas do Conselho, ao menos que se prestasse algum esclarecimento&amp;nbsp;à torcida. Quanto mais as fumaças têm cheiro, mais impregnados ficam&amp;nbsp;nossos narizes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para encerrar, quero dizer que no ano de 2012 muita coisa deverá ser revista. Mas que não se deixe para janeiro as iniciativas que precisamos para resgatar nossa &lt;b&gt;dignidade&lt;/b&gt;. Deverá ser agora, deveria ser para ontem. Não importa quem esteja&amp;nbsp;à frente do Avaí, até porque nomes são meras formalidades, desde que se tenha postura e atitude de dirigente de futebol. As vaidades e interesses pessoais tem a obrigação de serem &lt;b&gt;expurgadas &lt;/b&gt;da Ressacada. Está em jogo a história e a tradição de um dos clubes mais tradicionais de SC e que poderia, se não fossem feitos tantos erros grosseiros, um dos grandes do futebol nacional. Vamos começar do começo, com o pé direito. Esse é o meu apelo.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/dossie-avai-as-presumiveis-razoes-de_24.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-7974643719678618657</guid><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 20:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-23T18:36:01.885-02:00</atom:updated><title>A proposta, a ação e a causa</title><description>Está rolando pelas redes sociais a proposta do meu amigo André Tarnowsky de &lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://andretarnowskyfilho.blogspot.com/2011/11/bola-com-os-conselhos.html&quot;&gt;Convocação Extra Oficial&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;de sócios para participarem da reunião histórica, no dia 28 de novembro, do Conselho Deliberativo do Avaí. Bom, vindo do André evidentemente que vou apoiar, afinal, ele tem respaldo suficiente para isso. É uma das poucas pessoas, dispostas por aí na rede, que luta pelo Avaí sem interesses. Estou convocado, portanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E muita gente está nessa, com toda a certeza. Muitos avaianos vão apoiar, todos estamos doloridos com a queda, a imensa torcida avaiana precisa de respostas, precisa que as coisas se resolvam e nada melhor do que um movimento desses. Pacífico, ordeiro, democrático e com respaldo. Mais uma vez parabenizo o meu amigo pela iniciativa, assim como o Imperador Adriano que motivou a elaboração do texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que eu acho curioso é que, de repente, surgiu uma suscia de papagaios de pirata. Sabem aquela cena de reportagem na TV, quando o jornalista está entrevistando alguém e uns três ou quatro manés aparecem acenando para a câmera?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há pouco mais de um mês fizemos uma convocação para que todos apoiassem o Avaí, para que não caíssemos para a série B. Mesmo que as bobagens da diretoria fossem evidentes, pedíamos apoio intenso e maciço. Eu, Kaká de Paula, o próprio André e uns poucos, na ocasião, fomos insultados, para dizer o mínimo. Fazíamos parte daquele grupo que queria tapar o sol com a peneira, que não queria mostrar os problemas, que era cooptado pela direção para não mostrar os erros e absurdos. Fomos mandados, no mínimo, para o fundo do inferno. Lembram disso? Eu lembro. Tive que ler e ouvir poucas e boas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, todos estão unidos por uma causa nobre. Bacana isso. Eu vou a essa manifestação. Vou porque é para o bem do Avaí. Não vou por interesses, para parecer bonzinho, para pedir uma boquinha. Não. Minha consciência está limpa e tranquila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquele momento em que fomos escarrados por unszinhos, diziam que não se podia provar avainidade de ninguém e quem era contra era bem mais avaiano do que os que apoiavam. Será que, agora, se alguém deixar de ir também não será avaiano? Ai, ai...</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/proposta-acao-e-causa.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-2469020437829771724</guid><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 10:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-23T08:45:00.781-02:00</atom:updated><title>Dossiê Avaí - as presumíveis razões de nossa queda (7)</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Esta etapa de discussão eu pretendo dedicar à M&lt;b&gt;ídia&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tocar nesse assunto é um tabu. Dos grandes. Mexe com interesses e devotos. Sei que isso causa rumores de barriga em alguns, dores de cabeça em outros, afinal dependem de uma boa recomendação e um texto bem escrito para conseguir um empreguinho em canais de TV ou rádio. Quem sabe até dentro da Ressacada, como assessor de marketing ou de imprensa, sei lá. O fato é que falar mal da nossa imprensa é tocar em belas e fétidas feridas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas quero deixar claro, de uma vez por todas, que não culpo imprensa ou qualquer organismo midiático pela nossa queda. Ainda que eu admita que uns poucos precisam fazer curso de interpretação de&amp;nbsp;texto e entendo as suas dificuldades em ler, de forma alguma declarei tal coisa em qualquer momento e seria estúpido e leviano apontar isso.&amp;nbsp;O que eu quero é chamar a atenção para a maneira com que os aparelhos de mídia&amp;nbsp;tratam os nossos produtos de informação, é isso o que importa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, alguém vai dizer que também o pessoal &lt;i&gt;doladelá &lt;/i&gt;reclama da imprensa local sobre a sua maneira pouco profissional, amadora mesmo, de noticiar os fatos e acontecimentos, embora eu continue afirmando que há as suas preferências. A propósito, há uma frase dita naquele seriado de TV, Dr. House, que funciona para torcedores de futebol, em geral: &quot;Argumentos racionais, normalmente não funcionam com pessoas religiosas. Caso contrário, não haveria pessoas religiosas&quot;. Troque &lt;em&gt;pessoas religiosas &lt;/em&gt;para &lt;em&gt;torcedores&lt;/em&gt; e fica tudo certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &lt;b&gt;Mídia&lt;/b&gt; deve estar ao lado de seu produto de informações. Não quer dizer que seja conduta de&amp;nbsp;puxa-saquismo, de leva-e-trás, de cooptação, mas proporcionar informação sem distorção. Um canal de comunicação deve se prestar à divulgação de uma matéria, sem ser opinativo. E cada vez mais eu faço referências a George Orwell, pois me parece sempre atual. &lt;i&gt;Todos são iguais, mas há alguns mais iguais do que outros.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não vou perder tempo discutindo o indiscutível e debatendo com interesseiros. Procuro é na Ética a razão desse comportamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &lt;b&gt;jornalismo &lt;/b&gt;deve ser objetivo, imparcial, com matérias verdadeiras, fundamentadas&amp;nbsp;e precisas. As relações entre as fontes e os jornalistas devem ser limpas e claras, sem comportamento conspiratório. O tempo das raposas felpudas, coelhinhos peludos&amp;nbsp;e dos telefonemas de alcova já devia ter acabado há muito. E os dedo-duros intramuros devem saber que prestam um desserviço à nação avaiana. Todos, tanto os que recebem as fofocas&amp;nbsp;como os fofoqueiros de dentro do clube são zé ruelas, diga-se. É gente por quem não tenho respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As matérias plantadas, com o intuito de criar factóides e balões de ensaio, com referências duvidosas e servindo a interesses de alguns devem ser banidas do mundo midiático. Se queremos uma imprensa livre, devemos também ter liberdade de escolher o que queremos ouvir, ler ou assistir.&amp;nbsp;A liberdade de expressão é a expressão da liberdade, não é a da irresponsabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
A &lt;b&gt;Imprensa&lt;/b&gt; deve existir sem matérias opinativas. Ela é o meio entre o assunto e o receptor da informação. É uma definição básica e colegial, mas às vezes parece que alguns&amp;nbsp;se esquecem. Ela tem que informar as condições do produto e não dizer se o produto é bom ou ruim. Abomino, dessa forma, o comportamento da direção avaiana em dar respaldo e ouvidos à mídia da Capital. Fazendo isso rebaixam-se aos medíocres. Empresa de mídia deve ter comportamento digno, de honra, de divulgar o que interessa&amp;nbsp;à coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É tudo o que não temos na mídia da Capital. Porém, mais uma vez ressalto: o Avaí não caiu por causa disso. Não, de maneira alguma. Mas que se pudessem, eles empurravam com toda a força, ah, isso fariam! E por que eu trouxe isso para o meu tema? Pela razão direta do pessimismo, do negativismo ou da invencionisse. Por trazer matérias e informações ressaltando, opinativamente, o problema e não o assunto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se eu abordei o marketing como algo amador e pouco produtivo na Ressacada, e daí se infere que tivemos poucas inserções de mercado por este pouco aproveitamento da marca, também afirmo que uma matéria tendenciosa ou duvidosa em jornais, rádio e TV, vindas&amp;nbsp;com recheio de fofoca,&amp;nbsp;afastam investidores. E isso é feito de caso mandado, orientado, com cartas marcadas? Não tenho a menor dúvida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Já os&lt;b&gt; Blogs&lt;/b&gt;, que também fazem parte do complexo midiático, são um viés informativo e/ou opinativo. Devem existir com Liberdade de Expressão plena, resguardadas as responsabilidades inerentes. Os blogs não são apêndices jornalísticos. E não estão a serviço do clube, mas da consciência coletiva da torcida. Isso não quer dizer que sejam a voz da torcida, mas não há como negar que são expressão ou difusão de opiniões do meio da torcida. Uma massa crítica. Devem ser respeitados, portanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perseguição a blogueiros, por outro lado,&amp;nbsp;quando o emparedamento é por&amp;nbsp;difundir opinião&amp;nbsp;trata-se de&amp;nbsp;um ato fascista, seja quem for o perseguidor. É um dos atos mais vis e pérfidos que existe, situação parecida a qual levou, por exemplo, um determinado país europeu a fazer uma guerra e matar milhões de pessoas por não concordar com o que se dizia, escrevia ou manifestava nas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso teve relação direta ou indireta com a queda do Avaí? Obviamente, mais uma vez, digo que não, mas eu precisava expor isso.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/dossie-avai-as-presumiveis-razoes-de_23.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-5263978672694589463</guid><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 10:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-22T08:45:00.440-02:00</atom:updated><title>Dossiê Avaí - as presumíveis razões de nossa queda (6)</title><description>Quando falei dos &lt;b&gt;preços dos ingressos, &lt;/b&gt;quase abri espaço para falar mais efusivamente da presença da &lt;b&gt;torcida &lt;/b&gt;no estádio. Mas pensei em dedicar um momento especial à essa massa de insanos e gloriosos torcedores, que merece mais respeito e dedicação da diretoria. Ela é quem leva o time nas costas muitas vezes e a contra-partida, que é o reconhecimento, nem sempre é feita. Somos tidos por muitos como uma torcida de fanáticos. Vamos ao limite, e a razão de existir do Avaí é também a nossa. Todavia, houve quem nos imputasse um preço para isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Avaí é capaz de alterar as coisas da cidade. Muda trânsito, horários de vôos no aeroporto, compõe arranjos na política, enfim, pode-se dizer que Florianópolis tem no Avaí um carinho essencial. Pode-se dizer, também, que é a ilha da moça faceira, da velha rendeira e dos avaianos. Claro que existe na cidade um outro clube, tão importante quanto, mas de cada dez florianopolitanos, oito são capazes de cantar o nosso hino, por exemplo, independente do time para o qual torça. Isso tudo é devido à torcida do Avaí, irrequieta, abusada e apaixonada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O avaiano comemora, efusivamente, todas as suas conquistas. Como torcedores, nos orgulhamos de todas as vitórias e vendemos caro as derrotas. Por isso é que sentimos com pesar um rebaixamento tão tacanho como o de agora, pois um time &lt;b&gt;normal &lt;/b&gt;do Avaí não é assim, tão apático, leve e sem alma. Poderia cair, mas iria cair lutando. E a torcida não deixaria barato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, o que se vê, é uma pasmaceira de dar dó. Talvez, grande parte desse marasmo tenha sido proporcionado pelas transformações recentes em nosso estádio. A &lt;b&gt;manifestação da torcida&lt;/b&gt; está esfriando. &lt;b&gt;Cadê as bandeiras, faixas e cartazes? Papel picado, balões, cadê o varal da Raça?&lt;/b&gt; Hoje temos apenas o pessoal do parapeito, que alguns insanos queriam ver acabado. Essas coisas típicas dos avaianos não poderiam ser cortadas. Era nossa identidade, foi assim que nos tornamos conhecidos. Porém, uma espécie de &lt;i&gt;esterilização &lt;/i&gt;da torcida foi sendo feita, paulatinamente, a começar pelos preços dos ingressos até a &quot;limpeza&quot; das arquibancadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A torcida do Avaí, hoje, tem apenas a voz. É poderosa, potente e importante. Mas carece da fantasia e da graça das arquibancadas decoradas. A tal elitização da torcida e a socialização dos custos está matando a vontade de se torcer pelo Avaí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda nesta temporada teve como ponto principal a falta da manifestação da torcida, chamada às pressas quando já era tarde. E a ascensão só será possível se a torcida estiver junto. Não será de outra forma. Antes de montar um elenco competitivo e uma comissão técnica atuante, é preciso que as decisões pueris de afastamento do torcedor sejam abandonadas. Que fique como um pesadelo mal acabado sonhado por burocratas de ocasião.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/dossie-avai-as-presumiveis-razoes-de_22.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-210366917482990743</guid><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 00:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-21T22:41:13.387-02:00</atom:updated><title>Mudanças</title><description>&lt;i&gt;Logo, logo, mudanças no blog.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjuk9i_IG2_kJgqGBImvAGLyy0zptXJkRPjA_xLB3jAMyhYQpduudUBYVnTtjwWuGlBZgD_uCmCDtFobsMfA5WVVHIss6UmTM2Ec6wmnUA-CImAKjBxmXodM0CdN4OKumwU11lKkksTPjSk/s1600/mudar.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;608&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjuk9i_IG2_kJgqGBImvAGLyy0zptXJkRPjA_xLB3jAMyhYQpduudUBYVnTtjwWuGlBZgD_uCmCDtFobsMfA5WVVHIss6UmTM2Ec6wmnUA-CImAKjBxmXodM0CdN4OKumwU11lKkksTPjSk/s640/mudar.jpeg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/mudancas.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjuk9i_IG2_kJgqGBImvAGLyy0zptXJkRPjA_xLB3jAMyhYQpduudUBYVnTtjwWuGlBZgD_uCmCDtFobsMfA5WVVHIss6UmTM2Ec6wmnUA-CImAKjBxmXodM0CdN4OKumwU11lKkksTPjSk/s72-c/mudar.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-4679593776083780654</guid><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 22:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-21T20:30:38.279-02:00</atom:updated><title>Gozadinha básica</title><description>Coisas que não podem ser vistas no Scarpelli.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLoXHKX5TWkWSX8cnmijTvfEWb9Y6gSjQIiQoRegRi7174yzakzYW2YmH8bFHwPMuBYIR2BC2uc2f1m43NmVpiwByAZph82lc9FKT3bFA3ANyD2Hi5LFn7DIDdndze5oz7Ws_MjxJnOTvr/s1600/fredm.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLoXHKX5TWkWSX8cnmijTvfEWb9Y6gSjQIiQoRegRi7174yzakzYW2YmH8bFHwPMuBYIR2BC2uc2f1m43NmVpiwByAZph82lc9FKT3bFA3ANyD2Hi5LFn7DIDdndze5oz7Ws_MjxJnOTvr/s1600/fredm.jpeg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Show do Queen&lt;br /&gt;
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Filme a Hora do Pesadelo&lt;br /&gt;
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O quê? Quer dizer que não posso dar a minha gozadinha?</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/gozadinha-basica.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLoXHKX5TWkWSX8cnmijTvfEWb9Y6gSjQIiQoRegRi7174yzakzYW2YmH8bFHwPMuBYIR2BC2uc2f1m43NmVpiwByAZph82lc9FKT3bFA3ANyD2Hi5LFn7DIDdndze5oz7Ws_MjxJnOTvr/s72-c/fredm.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-2622994498762324773</guid><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 10:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-21T08:45:00.171-02:00</atom:updated><title>Dossiê Avaí - as presumíveis razões de nossa queda (5)</title><description>Pretendo, agora, expor algumas reflexões a respeito da &lt;b&gt;marca Ava&lt;/b&gt;í. É a hora do Marketing.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos sabemos o quanto o avaiano Gustavo Kuerten falava (e fala) de sua paixão, o Avaí Futebol Clube. E foi tão prodigiosa a propaganda gratuita que fazia do Avaí, durante os anos em que esteve no top dos campeões do tênis, que até os rivais se assanhavam. Sei de muita gente &lt;i&gt;doladelá &lt;/i&gt;capaz de até pôr uma camisa do Leão para torcer pelo mané do bolinha amarela. Foi um dos momentos de &lt;i&gt;top of mind&lt;/i&gt; mais saborosos vividos pela gente avaiana. A pergunta é: quem, dentro do Avaí, explorou isso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que o momento vivido por Guga não correspondeu a esta gestão que agora pousa na Ressacada. Eram, a diretoria anterior, tão amadores quanto a atual. Mas a atual sequer ousou se aproveitar daquele momento vivido, ou da atual disposição do Guga, uma vez que veio com pompa e circunstância. Não montou um processo, um evento, uma redaçãozinho boba enaltecendo o Avaí, junto às palavras do surfista-tenista. Vivemos da ocasião. Nem chamar o Guga para &quot;vender&quot; a marca do Avaí foi feito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O&amp;nbsp;trabalho de quem vende uma marca é procurar investidores e não oportunidade de &lt;i&gt;outdoors&lt;/i&gt;. Promover a valorização da marca é buscar alguém que se bande para o nosso lado. Isso é básico para qualquer empreendimento que se queira fazer. Desde financiar a festinha do filho que vai se formar até a produção de derivados de petróleo em grandes refinarias, tudo é uma venda de marca. Onde houver possibilidade de se buscar um investidor, isso tem que ter critérios propositivos. Não disse novidades, disse? Não sou da área, meus conhecimentos teóricos a respeito são mínimos, mas a intuição nos conduz a perceber assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quesito &lt;b&gt;Patrocínio,&lt;/b&gt; provavelmente não tenha participação substancial na queda. Não podemos imputar diretamente a ter este e não aquele patrocínio a razão&amp;nbsp;linear disso. Aliás, o propósito destas explanações é purgar a dor, como já havia dito. É elencar situações que, em conjunto, chegaram ao limite. No caso especificamente do patrocínio subentende-se falta de tato da diretoria em avaliar quem nos financiava e quem poderia trazer dinheiro para a Ressacada. Ficou uma sensação de que poderíamos aproveitar mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já o trabalho feito com os &lt;b&gt;Produtos Licenciados &lt;/b&gt;foi muito bom. Foi dado um padrão de organização a isso. Mas, eu faço outra pergunta: para ficar nas pratelerias? Os avaianos compram os produtos avaianos por puro sentimentalismo, não mais que isso. Os torcedores querem um recordação, um biscuinzinho para enfeitar a sua estante, mas os preços não são acessíveis. Dez por cento mais baratos e a cidade estava infestada de coisas avaianas, tenho certeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto ao &lt;b&gt;Fornecedor de Material&lt;/b&gt;, a ideia é expor a marca de acordo com sua história, seu contexto e necessidades dos torcedores. Qual avaiano (ou não) comprou um chaveirinho pensando nisso? Eu não vou falar de costura, de golas, ou de cores. A gente tem que ser mais objetivo. As camisas do Avaí, como camisas de times de futebol, deixaram a desejar durante um bom tempo, por deixarem de lado a tradição. E não foi um problema &lt;b&gt;deste fornecedor de material nada fanático&lt;/b&gt;, mas também da empresa anterior. Os critérios tanto da qualidade do material quanto dos preços são risíveis. Além do que, achar uma camisa atual do Avaí nas lojas credenciadas é uma caça ao tesouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A marca do Avaí está diretamente relacionada ao nosso &lt;b&gt;Marketing&lt;/b&gt;. Não pode fugir a esse controle. Este órgão, dentro da Ressacada, é uma das provas de como a diretoria não trata ou tratou o Avaí com os cuidados exigidos para com as coisas mínimas. Há um quinhão de faturamento enorme, não apenas na Capital, mas também em todo o Estado. Sei também, por relatos de gente do Rio e de São Paulo, que somos &quot;queridos e simpáticos&quot; nestes lugares distantes de nosso quintal. Talvez, supostamente, pela propaganda efetuada pelo próprio Guga. E então voltamos a um estágio anterior e discussão circular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde os finais de 2009, vemos &quot;aventuras marqueteiras&quot; sendo efetuadas dentro do estádio dos tijolinhos à vista dos Carianos. Antes era boa? Não, era amadora. Agora, existem profissionais de primeira linha, com resultados de convento de irmãs carmelitas. A MidiaWeb, a mesma empresa que projetou o fantástico e inteligente aumento de preços dos ingressos, manteve-se à frente deste departamento. Nesse meio tempo, contratou-se ninguém menos que o senhor José Henrique Areias, dotado de um currículo invejável no mundo do marketing esportivo mundial, cuja maior iniciativa foi...trazer o Savio? Quem disse que o Avaí cresceu como marca durante essa &quot;gestão&quot; globalizada?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo em seguida contamos com os auspiciosos conhecimentos do senhor Sidnei Speckart, marqueteiro de vitrines de shopping, mas que foi devidamente defenestrado pela razão de o Avaí não ser assim uma loja. Contudo, há que se reconhecer que durante este período de &quot;estágios&quot; no trato com a marca no Sul da Ilha, criou-se a Revista do Avaí, talvez a única peça de exposição do clube com algum caráter de qualidade. Excetuando-se, é claro, as matérias atrasadas e fora de contexto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O marketing do Avaí não foi o responsável direto pela nossa queda. Não, nada disso. Mas estando ligado à direção demonstrou ineficiência e pouco tino para o negócio. Permitiu que o Avaí passasse pela série A sem explorar esse quinhão. Não moveu um dedo para fazer do Avaí um segundo time nacional de todo mundo. Estou brincando? Não. Em todo o planeta o segundo time de cada torcedor é o Barcelona. E os catalões não possuem um patrocínio na camisa e tampouco são adorados por serem imbatíveis ou campeões eternos. São apenas o Barelona. Quero muito com essa comparação? Quero, sim. Quero ousadia. A ousadia que nos faltou como clube de futebol para nos mantermos na série A.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/dossie-avai-as-presumiveis-razoes-de_21.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-3709329247003941500</guid><pubDate>Sun, 20 Nov 2011 10:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-20T08:45:00.582-02:00</atom:updated><title>Dossiê Avaí - as presumíveis razões de nossa queda (4)</title><description>Desejo abordar, agora, o tema que mais tem relação com os resultados objetivos de um time de futebol moderno, que é a &lt;b&gt;Comissão Técnica&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Montar um time de futebol requer critérios. Quem já bateu aquela bolinha na beira da praia, nas quartas-feiras à noite com os amigos do trabalho, nos churrascos com os pinguços camaradas de domingo à tarde sabe como se monta um time: escolhemos os melhores, ou aqueles mais dispostos. O sujeito que quer ficar na sombra vai para o time adversário. Queremos ganhar e, para isso, o time tem que ser bem escolhido. Se isso é assim nas nossas peladinhas descompromissadas, imagine num clube de futebol tido como profissional. Mas, normalmente, não é o que acontece por aí. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do Avaí, além de essa “seleção” ter disso feita à revelia, pecamos por termos tido desacertos com a parceria. Claro que, notadamente, era ela quem possuía a carta de jogadores aos nossos interesses. Mas, ao que parece, foi preciso pensar no mercado antes da participação nos campeonatos. O Avaí penou e caiu não porque tinha um grupo de pernas de pau, mas porque sequer montou um grupo competitivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escolha de um &lt;b&gt;técnico&lt;/b&gt; tem que ser criteriosa, evidentemente. Ele deve ter experiência. É ele quem vai ajudar decisivamente na montagem do elenco para uma temporada. Não é obrigatório que seja um técnico &lt;i&gt;top&lt;/i&gt; de linha, até porque as dificuldades financeiras e logísticas para isso muitas vezes impedem tal iniciativa. Mas, ao menos que tenha algum conhecimento do campeonato em que vai dispor seu time a jogar. Pelo menos o conhecimento, se não tiver a experiência almejada. Isso se o clube estiver a fim de algo do que ser mero coadjuvante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este técnico, evidentemente, irá montar o seu grupo de trabalho. Ele precisa de gente de sua confiança para que o projeto decole. Porém, antes da contratação deste profissional, o clube deve assegurar que já possui profissionais gabaritados e que irão trabalhar em conjunto com essa nova comissão técnica. Por isso, auxiliares técnicos e preparadores físicos devem ser empregados do clube. Tem que ser profissionais fixos, com trabalho a longo prazo, conceituados e criteriosos, mesmo que os auxiliares e preparados do técnico recém contratado venham com ele. Por outro lado, a oneração da folha do clube sofre impactos se tal situação, a vinda de profisisonais &quot;extras&quot;,&amp;nbsp;não for devidamente considerada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal agravante quando um técnico traz o seu preparador físico é que ele, o treinador, já vem com prazo de validade vencido. Mesmo que faça um trabalho decente e qualificado a longo prazo, a qualquer momento pode ser dispensado ou ir embora graças a um contrato mais interessante. E a preparação dos jogadores ficará comprometida devido à interrupção. Uma das razões de o time do Avaí cair de produção nas etapas finais das partidas foi exatamente a forma nada científica de condicionamento físico do elenco, com trabalhos sofrendo seguidas alterações. Não há capacidade cardio-respiratória que suporte isso e não há músuclo que aguente. A ida constante de jogadores ao DM é um dos reflexos desse desleixo intrigante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Avaí viveu o samba do russo encharcado com saquê ao manter um auxiliar trazido pela parceria como um quebra-galho, que foi o senhor Edson “Neguinho”. Uma hora se efetivava, em outra era descartado, em algumas situações se indispunha, demonstrando o trato irresponsável que o Avaí teve com seu futebol neste período de agruras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do mais, no quesito preparação dos atletas para disputar as competições nessa temporada, fomos patéticos. A ponto de o Marquinhos Santos ter saido daqui com quilinhos a mais, falta de condiconamento e condições atléticas nada&amp;nbsp;ideais e ser obrigado a se &quot;aprumar&quot; para poder jogar no Grêmio. Um autêntico atestado de incompetência na preparação física do clube do Sul da Ilha. Viramos chacota gratuita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando à montagem do elenco, de uma vez por todas deve-se ter jogadores comprometidos com o projeto do clube. Jogadores que conheçam a história, os bons e maus momentos, a torcida, as intercorrências inerentes ao clube. A partir do momento de sua contratação, aquele atleta fará parte da vida do clube e sua responsabilidade deve ser aumentada. O clube onde atua não pode ser uma passagem para “coisas melhores”. Isso não é romantismo, mas um necessidade profissional para que o projeto da temporada tenha validade dali por diante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pergunta que eu faço é: quais destes pontos que levantei foram levados a &lt;b&gt;SÉRIO &lt;/b&gt;pelo Avaí nesse período que resultou em nossa queda? Tá bom, eu espero alguém levantar o dedinho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A omissão do presidente nesse período, quando delegou a profisisonais de competência duvidosa a montagem e gerenciamento desse elenco, com interferência direta da parceria, indiscutivelmente tenha sido&amp;nbsp;um dos motivos de nossa queda-livre.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/dossie-avai-as-presumiveis-razoes-de_20.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>10</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-6271161295523291664</guid><pubDate>Sat, 19 Nov 2011 10:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-19T08:45:00.871-02:00</atom:updated><title>Dossiê Avaí - as presumíveis razões de nossa queda (3)</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O terceiro ponto a ser abordado, dessa explanação sobre os motivos que nos rebaixaram, eu vou creditar à &lt;b&gt;parceria &lt;/b&gt;e&amp;nbsp;sobre a &lt;b&gt;estrutura administrativa&lt;/b&gt;. É um tema longo e complexo e merece paciência. É muito provável que eu não consiga abordar tudo aqui, mas quero ao menos levantar a questão. Nos próximos pontos que publicarei à frente vão aparecer uma menção ou outra sobre o assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;D_DEF&quot;&gt;Para começo de conversa, uma boa &lt;/span&gt;&lt;b&gt;Parceria&lt;/b&gt; deve estar ao lado do clube e não ser um repositório de material descartável. &lt;span id=&quot;D_DEF&quot;&gt;O parceiro de futebol, aquele que tem algum dinheiro e um menu de jogadores não é bom e nem ruim para um clube. Deve, isso sim, fazer parte da campanha do clube na temporada. Ele deve, dessa forma, ser &lt;u&gt;&lt;b style=&quot;color: red;&quot;&gt;FISCALIZADO&lt;/b&gt; &lt;/u&gt;(isso deve ser grifado muitas vezes), para que o clube onde supostamente criará raizes não se torne seu quintal. É nessa hora que os intrumentos deliberativos do clube devem agir, mostrar-se atuantes e não apenas ficarem reféns de padrinhos preguiçosos. Agindo-se assim, grande parte dos problemas nesse tipo de atividade em qualquer clube serão sanadas na origem. Pergunto: foi feito isso no Avaí? Respostas para a redação.&lt;/span&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;D_DEF&quot;&gt;Uma parceria num clube de futebol só é viável se houver uma contrapartida. Não pode, também, ser tercerização e nem entrega do patrimônio. É uma via de mão dupla honesta e íntegra. Não vou pôr em dúvida a honestidade das pessoas, isso não está em discussão.&amp;nbsp;Mas o enredo declamado entre parceria e o clube Avaí, nestes dois períodos os quais houve atritos, daria um bom bolero regado a conhaque de baixa qualidade e charutos de macumba. No futebol que se diz profissional isso não pode acontecer. Ingerências, desmandos, interferêncas nos negócios de um e de outro transformaram nosso caminho num calvário sem fim. Servia-se a vários senhores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;D_DEF&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;D_DEF&quot;&gt;Dirão, uns poucos, que o clube precisa se fincanciar. Lógico. Claro que ninguém é inocente. No futebol, um poço de negócios, todos precisam de dinheiro, mas nos parece que isso tomou proporções insanas e desconexas com a realidade do bom futebol. Não poderia dar certo, como não deu. Os arranjos e choques entre o senhor Gabriel Zunino, que queria criar uma carta de jogadores da base, e o senhor Luis Alberto, cujo interesse parecia ser o mesmo, resultaram em erros estratégicos, onde o que mais apareceu foram contratações duvidosas e negociações esquisitas em pleno andamento dos campeonatos, segundo o que a própria mídia nos encharcou de informações. Em segundo plano, (sempre ficou) foram os interesses do clube como um todo, a sua campanha e a manutenção no campeonato. O Avaí se transformou num balcão de negócios às barbas do presidente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A respeito da &lt;b&gt;estrutura administrativa&lt;/b&gt;, para isso dar certo no futebol é preciso que os cargos estejam a serviço da funcionalidade do clube. Não pode ser um poço de desocupados. Não há espaço para a exacerbação das vaidades. O ponto mais importante deve ser, evidentemente, o bem comum da instituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, organogramas são muito bons e interessantes em empresas com alto padrão de rendimento. Todos os que estão ali descritos têm uma função definida e não etérea. Esse é o mundo ideal. Todavia, não foi o mundo do Avaí pelo que se viu, uma vez que cargos e nomes se misturaram e se avolumaram, num samba de alemão tomando cuba-libre. Honestamente, nunca conseguimos entender tantos superintendentes, coordenadores e gerentes, para as mesmas comissões ou funções. Provavelmente suas salas eram duplex, conjugados. Faltou a tecla SAP para explicar isso. Não sei, sinceramente, quem elaborou tal estrutura. Porém, todavia, contudo, se quem projetou tal situação fez algum curso de administração, gostaria imensamente de conhecer esta faculdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A propósito, agregado a isso, a essa inflação de cargos e funções, a&amp;nbsp;tal tecla SAP para explicar toda essa barafunda poderia ser o Departamento de Comunicação do Avaí. Temos quantos acessores de imprensa na Ressacada? Quem são e o que fazem?&amp;nbsp;Talvez isso explique como que a mídia local sabe de tantas decisões estratégicas, tenha tantos contatos subterrâneos e misteriosos, pois sobram informações. Há muitas raposas felpudas, esquilos peludos e toupeiras peladas tratando disso, internamente, e o que é bom, o que seria a comunicação interna do Avaí para com seus torcedores, associados, simpatizantes e, principalmente, investidores, do que é a estrutura administrativa do Avaí, é feito pela mídia alternativa, os blogs, que são caçados pela razão de não seguirem uma cartilha pré-determinada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estrutura administrativa e uma relação confusa com a parceria, presumivelmente, foram mais umas das mazelas que nos levaram ao rebaixamento. Há muito o que dizer sobre isso, mas prefiro ir abordando os itens conexos ao longo destas explanações.&lt;/div&gt;</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/dossie-avai-as-presumiveis-razoes-de_19.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-1954775282607375203</guid><pubDate>Fri, 18 Nov 2011 10:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-18T08:45:01.019-02:00</atom:updated><title>Dossiê Avaí - as presumíveis razões de nossa queda (2)</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Continuando a explanação dos motivos que nos levaram à queda, na segunda parte desse tema que eu preferi chamar de &lt;i&gt;dossiê Avaí&lt;/i&gt;, quero me ocupar dos &lt;b&gt;preços dos ingressos&lt;/b&gt;. Matéria badalada e batida, falada pela maioria da torcida, ocupou o espaço de discussão entre todos os torcedores desde que foi implantada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo desse processo, lá em 2010, blogueiros e torcedores foram convocados pela direção, cujo intento era divulgar a majoração que aconteceria a partir daquele momento. O projeto foi elaborado pela empresa paranaense MidiaWeb, cujos conhecimentos da realidade de Florianópolis eram parcos e limitados, conforme o desenrolar da situação demonstrou depois, com o aval do senhor Nerto Machado e da senhora Otilia Pagani, ambos presentes naquela reunião. Além do mais, como todo bom estrangeiro que não conhece um local e puxa nomes estranhos para os nativos, fomos chamados de &lt;b&gt;AZULÃO &lt;/b&gt;pelos moços. Não foi deboche, pois eles se achavam sérios e acreditaram naquilo veementemente. Dá-se a isso outro nome, que a educação que minha mãe me deu me impede de dizer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto de majoração, ainda que com divergências fortes na referida reunião, foi empurrado goela abaixo pelo presidente e por alguns acessores, que resultou numa desarrumação e indisposição entre torcida e clube. Nunca mais a nossa relação foi a mesma. Se a intenção era dividir compromissos e custos, foi feita de maneira amadora e intempestiva, com desdobramentos assombrosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um time de futebol profissional existe em razão de sua torcida, de seus aficcionados, de seus simpatizantes, de quem o segue. Não há time no mundo que sobreviva sem torcida, mesmo que seus cofres estejam abarrotados e se faça um super-time. Jogaria para quem, este time milionário e poderoso? Cadê a sua torcida? Algum investidor botaria dinheiro num deserto? Ela, a torcida,&amp;nbsp;é quem mede o seu calor, testa seu entusiasmo e vibra com seu desempenho e sua recuperação, quando estiver a perigo. E o empenho de uma torcida para com o seu time é a vibração que sai das arquibancadas. Dependendo destas motivações, o time se torna implacável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Ocorre que dez dentre dez clubes de futebol no mundo exigem que se pague para assistir a um espetáculo. Obviamente que isso é necessário. Só que o preço, na maioria das vezes, tem se tornado caro. O preço dos ingressos é muito alto o que inviabiliza a ida dos torcedores aos estádios como uma prática comum. E, o que é curioso, o futebol é feito para torcedores, o que nos faz pensar que alguém rodou em matemática na escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Avaí sofremos do mesmo mal, a majoração dos preços de ingressos, mas em doses maiores do que o normal praticado por aí, graças àquele projeto que eu apontei acima. Chega a ser patética a cobrança de preços tão altos em nosso estádio, para uma cidade com poderes de mercado limitados e população pequena. &lt;i&gt;Somos vítimas, ao invés de torcedores, sequer parceiros&lt;/i&gt;. Mesmo que deixe metade de seus salários nos guiches da Ressacada para acompanhar o seu time, o torcedor não consegue ir a duas ou três partidas seguidas. E ai de quem não for, pois ainda pode ser acusado de não colaborar com o clube.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A respeito da frase (&lt;b&gt;A maior e mais apaixonada torcida de Santa Catarina),&lt;/b&gt; postada na cobertura da Ressacada, é preciso entender o que ela significa. E para quem foi escrita. Ao dispô-la naquele local, quem a fez e quer torcida apaixonada no estádio não pode dificultar a sua entrada. De uma vez por todas se acabe com isso. Soa como algo mentiroso, com desonestidade intelectual. Até porque, quando o calo aperta, o primeiro a ser chamado para “ajudar” é justamente o torcedor que já foi escorraçado. Aquele mesmo que não ajuda, lembra? Talvez, por essa razão, em muitos jogos neste ano teve-se que recorrer à torcida eletrônica. Foi colocado no sistema de som do estádio o grito gravado da torcida, algo que eu nunca imaginei que um dia pudesse presenciar na Ressacada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de preços praticada na Ressacada, essa que seleciona e segrega, nos afasta e deixa claro que a Direção do Avaí quis entrar no mundo dos negócios na marra, penalizando o seu torcedor. Nenhuma justificativa é válida, pois a prática se contrapõe ao discurso. Além do mais é hipócrita, pois se a sua razão era &quot;socializar custos&quot;, o clube proporciona gastos acima do racional compreensivo, comprovando que há falhas adminstrativas severas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De uma vez por todas deve-se ter em mente que o futebol tem que ser financiado por empresas e não pelos torcedores. É difícil obter empresas que queiram embarcar num projeto conjunto com o clube? Sim, todos nós sabemos, mas cadê o marketing? Cadê o planejamento? Cadê o pessoal que possa tratar de &lt;i&gt;vender bem&lt;/i&gt; a nossa marca?&amp;nbsp;O mais fácil é tirar do bolso de quem tem menos? Valorizar a marca é isso, encher o estádio, ou aumentar os ingressos? As questões são diversas,&amp;nbsp;uma vez que&amp;nbsp;ninguém consegue entender essa matemática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referindo-se estritamente às &lt;b&gt;Mensalidades&lt;/b&gt;, ninguém é sócio por obrigação. Mas mensalidades devem estar com valores correspondentes à média dos proventos da região, pois acabam caindo na mesma vala comum dos preços dos ingressos. Além do mais, ser sócio significa algo diferenciado. O sujeto deve ser tratado como parceiro, a categoria de sócio deve refletir algo participativo, o tratamento torna-se, então, único e personalizado. Customiza-se a paixão. Todas as benesses e regalias pertinentes e procedentes devem ser canalizadas para o sócio. Ele deve se sentir querido pelo clube. O retorno será óbvio e mais apaixonado ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, ser torcedor, sócio ou simpatizante&amp;nbsp;do Avaí Futebol Clube é um favor. E essa situação foi também uma de nossas mazelas nesse período. Ajudou na queda, uma vez que faltou torcida no estádio.&lt;/div&gt;</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/dossie-avai-as-presumiveis-razoes-de_18.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>10</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-1373925308427890294</guid><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 10:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-17T08:45:00.458-02:00</atom:updated><title>Dossiê Avaí - as presumíveis razões de nossa queda (1)</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Já havia algum tempo vinha montando essa espécie de dossiê, ou uma forma de expor, segundo a minha visão, e apenas ela, o que levou o Avaí à queda para a série B. É chegado o momento de pôr à mesa o que penso disso tudo. Houve um tempo para dar apoio, incondicional, que lamentavelmente poucos entenderam. Mas, a postura agora é de cobrança. Apoiamos o doente que chegou a uma fase terminal, por culpa dele, diga-se. Porém, ele tem uma conta a pagar agora.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Eu não sou um homem reticente. Não sou de poucas palavras. Também não gosto de mediocrizar as discussões com pontos e vírgulas tão-somente. O momento merece muita reflexão e há muito o que dizer. Essa análise não caberia, assim, numa página apenas. Não adianta alguém apontar um só motivo, ou fazer um resuminho, dois ou três pontos e está bom. Pode haver um início, ou um fator aglutinante, mas todo o processo é amplo, complexo e estrutural.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Separei, por isso, várias situações que vou publicar nos próximos dias, que no conjunto da obra podem explicar o que houve, pode dar um indício, sugere um norte, ou pode estar completamente fora da conjuntura. Não sei. Todos sabem e ninguém sabe. A ferida ainda está purgando e a dor não ajuda a raciocinar muito bem. Mas, é dessa maneira que eu vejo e reflete a minha opinião sobre tudo o que vimos e encenamos neste período tenebroso para a nossa história. Cada um tem a sua opinião e eu me ponho a explanar o que eu entendo da situação toda.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Não pretendo, portanto, ser o dono da verdade e nem indicar caminhos. Nem mesmo fechar questões ou apresentar veredictos. Até porque, muita coisa é nebulosa e encoberta demais, com quais interesses não se sabe. Por isso, não vou cair pelo caminho da leviandade, das especulações baratas, mas da apresentação de algumas&amp;nbsp;dúvidas. E, é bem provável, muitos esclarecimentos a respeito delas possam explicar o que houve com o Avaí neste período 2010-2011. Como sempre digo, p&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;refiro a dúvida e ir atrás de respostas, do que me conformar com falsas verdades.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A primeira proposta de discussão, que não é por ordem de importância, mas é o que me veio à mente, trata das &lt;b&gt;categorias de base&lt;/b&gt;. Talvez porque tudo deva começar por aí, pelos menores.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Categorias de base, em qualquer clube de futebol no mundo, deve ser uma poupança. Além de ser um fornecedor de craques para o futebol como um todo, deve ser uma maneira de o clube se financiar futuramente. Dito assim, pode parecer aquelas coisas de séculos passados, quando vivíamos sob o terror da escravidão e onde o ser humano era um mero produto. Não, a visão é de investimento. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O clube gasta, financeira e tecnicamente, com profissionais habilitados para formar atletas desde a mais tenra idade. Desde a peneira, onde são escolhidos os menores nas regiões ao redor da sede do clube, até a indicação de algum potencial bom jogador por olheiros ou amigos do clube, essas etapas devem ser profissionalizadas. Há que se ter critérios rigidamente fundamentados. É uma formação quase acadêmica e para isso é preciso ter requisitos sustentáveis.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A realidade do Avaí, nesse aspecto, deixa a desejar. E muito. Parece-nos, à primeira vista, que nada disso é cumprido. Pelo menos o depoimento de pais e familiares de pequenos avaianos que se submeteram a peneiras na Grande Florianópolis é de arrepiar os cabelinhos da nuca. Muita gente ficou indignada com algumas posturas. Não cabe aqui fulanizar, ou abrir espaço para fuxicos e fofocas, mas é surpreendente o que se conta a respeito desses trabalhos.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Deve-se, também, procurar entender qual a razão de se haver trocado todo o departamento de futebol de base, onde havia gente (supostamente) capacitada, por amigos e aliados da ex-parceria. É, também, de se tentar entender qual o papel do senhor Gabriel Zunino nesse processo. Qual era a sua relação com as categorias de base? E com a parceria, ou ambos em conjunto? Há, ainda, que se entender como é o comportamento da gurizada que se alberga nas dependências da Ressacada. As informações que se têm são duvidosas e algumas absurdas. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O Avaí, que já fez um bom papel nessa categoria, parece que errou a mão. Viveu um bom momento na vitrine do futebol jogado pelos meninos recentemente, na Copa São Paulo, o que revelou boas promessas para o nosso futebol. Mas, não passaram de promessas e o trato continuado beirou às raias do pouco caso. De um lado a outro, ressalte-se. O presidente do Avaí, ao que parece, delegou funções e responsabilidades a quem não estava preparado para uma atividade desse porte. As informações tiradas inclusive pela imprensa revelam-nos demandos e atos inconclusivos, que resultou, até, na demissão de muitos deles, os famosos cariocas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Para o Avaí começar a ter algum retorno caseiro, uma renda equilibrada, deve estar contido em seu planejamento um investimento sério e digno às categorias de base. Quando se precisar de gente da base, que estes conheçam a realidade do clube desde o princípio, desde técnicos, preparadores, investidores e até jogadores. Que tenham consciência das dificuldades internas e, após uma exposição na mídia, reverta os investimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando numa linguagem estritamente empreededora, o Avaí não pode mais recorrer a &quot;peças de reposição&quot; externas, quando deveria ser a base a fornecer estes recursos. Os interesses devem ser nossos e não externos. Por isso, os atletas das categorias de base devem ser do Avaí, e somente dele, pois esta seria, ao meu ver, a melhor forma de cobrir custos futuros e de se ter jogadores à disposição do elenco principal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse período em que os erros se acumularam, as categorias de base foram uma de nossas mazelas.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/dossie-avai-as-presumiveis-razoes-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>19</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-1505291556520622325</guid><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 01:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-16T23:54:33.730-02:00</atom:updated><title>Foi!</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbhyphenhyphenHXiWXPcbAuDpof1i1xx5b5DE7kCtNqy08AM38MaWBRJ06OHI_Pzx5nGLeF7h2ogSrUznSyM1sbD7irWcB6dCzDHjkq0OWDY0PsK8r-Vozek9GchswOqx3D-jlemzMymh1YYHubT3sq/s1600/%25C3%258Dndice1.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;425&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbhyphenhyphenHXiWXPcbAuDpof1i1xx5b5DE7kCtNqy08AM38MaWBRJ06OHI_Pzx5nGLeF7h2ogSrUznSyM1sbD7irWcB6dCzDHjkq0OWDY0PsK8r-Vozek9GchswOqx3D-jlemzMymh1YYHubT3sq/s640/%25C3%258Dndice1.jpeg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/foi.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbhyphenhyphenHXiWXPcbAuDpof1i1xx5b5DE7kCtNqy08AM38MaWBRJ06OHI_Pzx5nGLeF7h2ogSrUznSyM1sbD7irWcB6dCzDHjkq0OWDY0PsK8r-Vozek9GchswOqx3D-jlemzMymh1YYHubT3sq/s72-c/%25C3%258Dndice1.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-1403958390991296828</guid><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 11:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-16T09:01:09.899-02:00</atom:updated><title>Primavera Avaiana</title><description>No jogo desta quarta-feira está sendo programada uma sessão de protestos na Ressacada. Confesso que protestos no âmbito do futebol me preocupam. Muita gente se vale dos exemplos dos movimentos políticos, de todo o tipo e pensa que isso pode ser estendido ao futebol. Não, não funciona assim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lá, na política, o controle é fino, no limite, mesmo havendo uma boa dose de racionalidade, onde os objetivos são muito bem delineados, onde cada cabeça sabe como começa e de que forma &lt;strong&gt;deve&lt;/strong&gt; terminar. No futebol o que manda é a emoção. E isso, meu caro leitor, isso ninguém controla. A gente sabe como começa, mas não tem a menor ideia de como termina. Ou melhor, até se sabe, mas é algo que não queremos. Espero que aqueles que custam a compreender textos, dessa vez entendam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há necessidade, sim, de o torcedor avaiano se manifestar. O Avaí faz parte de nossas vidas, mobiliza uma boa parte da cidade, deixa milhares de pessoas apreensivas e, do ponto de vista da vida social, é algo que representa muito em nosso reduto. Portanto, devemos, com toda a certeza, nos manifestar para o bem dessa instituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda manifestação é um ato democrático. Qualquer um tem o direito assegurado pela Constituição da República de dizer o que quer e o que pensa. Porém, perde a razão quando isso descamba para a violência. E esse é o perigo de uma manifestação de torcedores de futebol, pois a emoção aflora e os ânimos se exaltam. É da natureza humana, também, o descontrole emocional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabe a cada um de nós que formos ao estádio dizer um não ao que foi este ano na Ressacada. Devemos demonstrar que não estamos contentes com isso. Temos uma oportunidade de nos fazermos ouvir. E que seja uma manifestação histórica, dita por quem quer o bem do Avaí, da instituição, por quem sofre, clama, chora e ri pelo Avaí. Devemos convencer aos poucos arruaceiros e baderneiros que a violência turva a razão e desmonta uma possibilidade única de nos fazermos ouvir. Sejamos duros e contundentes em nossos protestos, mas inteligentes. Qualquer coisa além de palavras pode trazer mais prejuízos do que aqueles proporcionados pela diretoria nestes dois anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os torcedores avaianos, sempre ditos como uma gente diferenciada, podem ensinar ao país do futebol como se deve fazer um protesto. Podem demonstrar que somos uma nação de fanáticos, mas acima de tudo um grupo de seres inteligentes e pacíficos. Podemos iniciar uma nova onda de se manifestar no mundo do futebol, uma primavera de bons exemplos. O Avaí ainda pode fazer coisas.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/primavera-avaiana.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-7421118593865587716</guid><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 09:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-16T07:49:26.437-02:00</atom:updated><title>Meninas borradas (2), by Serjão Jr</title><description>O nosso camarada Serjão Jr mandou essa nos comentários. Como ainda tem bocó tosco querendo depredar nosso patrimônio, creio que a mensagem dele fecha o assunto e não se fala mais nisso. Som na caixa, Serjão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Aguiar o jogo esta marcado para Ressacada, portanto vamos jogar na Ressacada. O que me preocupa&amp;nbsp;é essa mídia manipuladora, entre elas a &lt;strong&gt;Infoesportes&lt;/strong&gt; (acho que é isso) e a turma da &lt;strong&gt;Rede de Bombacha Selada&lt;/strong&gt;, os quais alguns “debiloides” e formadores de opinião alvinegros, já estão se borrando com medo de perder mais um jogo para o mais vezes campeão e ficam botando minhoca em alguns “abobados” e pode haver algum “ tanso” que entre na onda. Torcedor que é torcedor respeita o patrimônio do clube e jamais aceita que o jogo seja transferido para outro local que não seja a Ressacada. Até porque esses &quot;bocós&quot; tem que saber, que em caso de qualquer anormalidade (instigada pela mídia café com brócolis) ocorrida no jogo do Cruzeiro, não vai ter tempo de julgamento nesse ano. Ou seja, pegaremos a punição de 6 a 10 jogos no próximo ano. Isso com certeza o torcedor Avaiano não vai querer. Ou vai? Se vai não é nosso torcedor e nem merece ir a Ressacada.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota do blog: quem é torcedor do Avaí não deveria acompanhar Infoesportes e a Rede de Bombacha Selada (gostei dessa).</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/meninas-borradas-2-by-serjao-jr.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-8948644670702728463</guid><pubDate>Mon, 14 Nov 2011 23:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-14T21:15:55.225-02:00</atom:updated><title>As meninas borradas</title><description>Tenho ouvido e lido por aí que alguns torcedores dito avaianos estão querendo mudar o lugar do jogo entre nós e a filial do Tombense. Alegam que não querem passar vergonha. Pois só dando com o rufu da tarrafa nos beiços para um sujeito que torce para o Avaí e propor isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhAv574fUXPUQat8i5QWpF8USKtEYCqFrgoeMYV2QcsLeFq6RA2o-JVyenPn2hfggOy-faEXejFiwBDe5TcdOvvVCjU7n7D0dWaFlmPuMjUd2XSFmfKvFPyTWlhkgh1OgKKP9GQI9XvJRQg/s1600/cag%25C3%25A3o.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhAv574fUXPUQat8i5QWpF8USKtEYCqFrgoeMYV2QcsLeFq6RA2o-JVyenPn2hfggOy-faEXejFiwBDe5TcdOvvVCjU7n7D0dWaFlmPuMjUd2XSFmfKvFPyTWlhkgh1OgKKP9GQI9XvJRQg/s320/cag%25C3%25A3o.jpeg&quot; width=&quot;308&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Onde já se viu um cara que se diz avaiano e borrando as calças? Não, eu juro que não li e nem ouvi isso. O sujeito está com medinho do jogo? &quot;Pô, mano, joga uma latinha lá no campo que é para alguém interditar o estádio. Por favor, eu tô com medinho&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olha, isso é tão ridículo que não dá pra gastar latim com um zé ruela desses. E ainda querem dar de dedo na diretoria? Vão se criar, seus cagões, vão arrumar algo pra honrar as calças que vestem, bando de maricões.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/as-meninas-borradas.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhAv574fUXPUQat8i5QWpF8USKtEYCqFrgoeMYV2QcsLeFq6RA2o-JVyenPn2hfggOy-faEXejFiwBDe5TcdOvvVCjU7n7D0dWaFlmPuMjUd2XSFmfKvFPyTWlhkgh1OgKKP9GQI9XvJRQg/s72-c/cag%25C3%25A3o.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>15</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-3551986137098038869</guid><pubDate>Mon, 14 Nov 2011 12:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-14T10:29:40.857-02:00</atom:updated><title>Quando errar não é humano</title><description>Uma das famosas frases da tal Lei de Murphy, aquele conjunto de regras e lógicas do dia a dia, diz que &quot;Se há mais de uma maneira de se executar uma tarefa ou trabalho, e se uma dessas maneiras resultar em catástrofe ou em consequências indesejáveis, certamente essa será a maneira escolhida por alguém para executá-la&quot;. E outras palavras, se alguma coisa pode dar errada, com certeza dará, da pior maneira e no momento mais ruim. Basta que se faça a devida escolha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Errar ou acertar as coisas é natural. Corrigir é que é humano. Os humanos somos dotados de capacidade racional. Percebemos e analisamos o mundo ao redor. Nos conduzimos para o melhor, de maneira a economizar energia. Sempre foi assim em todos os aspectos da humanidade. A civilização sempre se encaminhou para uma etapa onde se deve gastar menos. Não é concebível um caminhar para o pior, para o gasto, para o consumo desenfreado, uma vez que tal atitude, fatalmente, nos levará ao fracasso. Você duvida? Observe o mundo em que vivemos, com as crises econômicas e mudanças climáticas e reflita sobre as condutas da humanidade atualmente. Isso é assim para qualquer etapa da vida. O gastador paga, o perdulário sofre e a conduta errada leva ao fracasso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trago esta análise para o mundo avaiano, essa parte da humanidade assombrosamente maluca, a parte que nos cabe. Errou-se muito em dois anos distintos, numa velocidade absurdamente alta e inconcebível. Há um elenco de coisas a ser debatidas e vou expô-las com cuidado e devida análise. Tenha-as prontas, para desespero das alices que me adoram. Logo, logo, vou trazer para cá, mas quando eu quiser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No geral, fizemos o possível para estarmos na situação que agora nos encontramos. Somos o retrato das vaidades assombrosas e do consumo exagerado de energia. E, o quê é pior, tudo conspirava ao nosso favor. Mesmo fazendo uma das piores campanhas de times nos torneios do Ricardão, faltando poucas rodadas para acabar ainda temos chances. É uma prova de que nem precisava, assim, de muita força para nos mantermos. Bastava algum cuidado básico. Um time comum, sem muitas estrelas e jogando junto já seria o suficiente. Duvida disso também? Há um time por aí, da periferia, que está a poucos pontos de uma Libertadores, jogando um futebolzinho simples, cuja principal estrela é um jogador que vive do DM para o campo. A propósito, nem a torcida deles acredita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a próxima temporada o Avaí, ou melhor, a diretoria que compete ao futebol, deve rever certos princípios. Algumas condutas foram medianas, coisa de gincana de colégio interiorano. É preciso profissionalizar não apenas departamentos, mas comportamentos. Admitir que um erro é perfeitamente natural, mas que mantê-lo, não. Porque, senão, a bola de neve da conta pode aumentar de uma maneira tão alta que acaba engolindo os bons, os maus e também os vaidosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Avaí é muito mais do que um mero conjunto de erros e acertos. É uma instituição respeitável e respeitada. Essa história não pode ser apagada por conta de atitudes juvenis.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/quando-errar-nao-e-humano.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-462414186722945543</guid><pubDate>Sun, 13 Nov 2011 03:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-13T01:11:38.819-02:00</atom:updated><title>Enquanto isso..., no Circo da Ressacada</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg3Ub1mUVbXFk-a3ixOXQj9X3UXjPQlbD_xBhKvt3Rf12LJJiIVNj9d9h_B0NLr6Kkfcajc1dh82mMvIgUm9lChqlqswTtSm8UPpvmJZEcESvBgMDR-A_zPIhCiY_BdkAwrANeV9LdyHnkT/s1600/trapalh%25C3%25B5es.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg3Ub1mUVbXFk-a3ixOXQj9X3UXjPQlbD_xBhKvt3Rf12LJJiIVNj9d9h_B0NLr6Kkfcajc1dh82mMvIgUm9lChqlqswTtSm8UPpvmJZEcESvBgMDR-A_zPIhCiY_BdkAwrANeV9LdyHnkT/s640/trapalh%25C3%25B5es.jpeg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/enquanto-isso-no-circo-da-ressacada.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg3Ub1mUVbXFk-a3ixOXQj9X3UXjPQlbD_xBhKvt3Rf12LJJiIVNj9d9h_B0NLr6Kkfcajc1dh82mMvIgUm9lChqlqswTtSm8UPpvmJZEcESvBgMDR-A_zPIhCiY_BdkAwrANeV9LdyHnkT/s72-c/trapalh%25C3%25B5es.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-5073200521274555313</guid><pubDate>Sat, 12 Nov 2011 22:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-12T20:51:22.980-02:00</atom:updated><title>De forma bisonha</title><description>O que não se queria, aconteceu. Não, não o rebaixamento, pois de tanta bobagem e incompetência neste ano, só teríamos um destino, a série B. Portanto, era uma pedra cantada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pior não é perder, mas abandonar a dignidade. Numa guerra, o guerreiro que morre lutando é honrado. O que foge da luta é um mísero infeliz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que se saiba que estas pessoas que rebaixaram o Avaí devem muito a ele, à instituição como um todo. Estão em dívida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ontem comemoramos o acesso com emoção e alegria, hoje repudiamos os que nos humilham.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/de-forma-bisonha.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-5285230848331753083</guid><pubDate>Sat, 12 Nov 2011 14:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-12T12:46:15.334-02:00</atom:updated><title>As voltas que o Avaí dá</title><description>Hoje, às 19 horas, no Morumbi, teremos mais uma agonia tipicamente avaiana em campo. Para a torcida, resta-nos um fiozinho de esperança. Há possibilidades, embora remotas. Para o time, superação e garra foi o que sobrou para pôr em campo. Para parte desta diretoria, um pouco de vergonha na cara, é bom que se diga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A semana que passou foi pródiga em lamentos. Declarações sem sentido do presidente, jogadores perdidos, lesões &quot;oportunas&quot;, treinador sem rumo. A pindaiba se abateu de tal forma sobre a Ressacada, que fica difícil vislumbrar uma virada, um ânimo renovado. E as especulações, embora distantes da realidade, tomam forma e corpo, querendo arrancar do torcedor um restinho de dignidade que ainda persiste. Aliás, na hora em que falta uma palavra decente oficial, sobram as mentiras, fuxicos e fofocas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós, avaianos, sabemos que a nossa vida foi sempre difícil.&amp;nbsp; Que nenhum oportunista venha dizer que &quot;naquele tempo era melhor&quot;, porque não foi. Nunca foi. Por isso que valorizamos, absurdamente, nossas conquistas. São diferentes. Fazem parte de uma trajetória de lutas e glórias. Somos um dos clubes mais vitoriosos de Santa Catarina, mas tudo isso definido em campanhas épicas. A campanha do acesso, que comemoramos neste dia 11, é um exemplo. Há quem ainda se comova com aquelas imagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A minha grande mágoa é que, ao que parece, isso pode ter sido em vão. É quando as pessoas fogem às suas responsabilidades. Não adianta aquele velho chavão de se não resolver, troca. Não é assim. Cada qual é responsável por seus atos e por suas consequências. E como tem gente pouco se importando com o futuro, com as consequências de seus atos. Grande parte da diretoria avaiana, uma parte do grupo de jogadores e até alguns torcedores. Muita gente fugindo do que lhes é obrigação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que, vencendo, empatando ou perdendo, este time do Avaí ainda está muito longe de uma reviravolta no campeonato. A propósito, de uma reviravolta em suas próprias vidas.&amp;nbsp; Faltam apenas algumas gotas de sangue a escorrer.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/as-voltas-que-o-avai-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-2263934232110292943</guid><pubDate>Fri, 11 Nov 2011 14:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-11T12:56:22.410-02:00</atom:updated><title>Da série CUriosidades</title><description>Uma vez perguntaram ao já falecido Mario Covas, que estava acamado, se ele se incomodava que o Maluf estava falando mal dele. Ele respondeu: “Que bom, pior seria se ele me elogiasse...”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há pessoas que se incomodam comigo. Ou seja, debater comigo ficaria muito bem no currículo deles. No meu, não.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/da-serie-curiosidades.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-706167195691649488</guid><pubDate>Fri, 11 Nov 2011 12:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-11T10:31:57.238-02:00</atom:updated><title>Um dia de glória</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O dia estava com a temperatura amena. Soprava aquele típico ventinho do nordeste. Havia nuvens, as mesmas que teimavam em nos acompanhar durante boa parte daquela campanha.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Na fila, imensa e interminável, todos se cumprimentavam. Estranhos e desconhecidos tratavam-se como irmãos adotados, fazendo parte da mesma família. A angustia e ansiedade aumentavam. Os olhares eram rútilos, alguns distantes, outros compenetrados na imagem da Ressacada tão longe e tão próxima. Faltava pouco naquela inacabada espera. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;As vozes nos rádios formavam uma babel alucinada, cujas narrações expunham notícias sem que os ouvidos as entendessem. Frases soltas, declarações emocionadas, depoimentos taxativos, nada mudava a necessidade de entender o momento. A poucos instantes daquele épico encontro, a verdade cada vez mais se acentuava.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A chegada ao estádio foi um ritual monocórdico. Não havia tempo para os abraços e reencontros, pois a necessidade imperiosa de estar nas arquibancadas já não permitia as preliminares. Queríamos ir direto ao assunto, o jogo.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Quando a partida começou, toda a preparação para aquele momento pareceu parar no tempo. A recepção ao time, as manifestações de apoio, o canto das organizadas, o hino nacional, o senta-levantada para ajustar-se ao lugar foi interrompido pelo apito do juiz iniciando o desafio. Desafio de superar a agonia. Por milionésimos de segundo arrematados na imensidão de um Big Bang, o silêncio se fez. Foi rápido, mas foi o suficiente para engolir a saliva travada e sentir um gosto de esperança. A hora havia chegado.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O desenrolar do jogo estabeleceu uma catarse assombrosa. Tudo o que passou, tudo o que havíamos vivido até ali, até aquele instante se perdeu nas vagas do vento e foi ao encontro das nuvens. Fez-se uma limpeza purificadora. Dali para frente, lançávamos o passado para o mundo das memórias e o futuro nos aguardava.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A dramaticidade de um jogo decisivo é impiedosa para aqueles cujo músculo pulsante dentro do peito sofre. Unhas? Dedos? Cabelos despenteados? Nada disso servia para apagar a sensação de vazio que se avizinhava. O gol não saia. O gol salvador. O desaguador das mágoas teimava e não brotar e nos causava o desespero. Lances de um lado a outro nos traziam o suspiro. A empolgação por um lance perdido se contrabalançava pela preocupação de uma jogada perigosa do adversário. E se não fosse naquele dia?&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;E aí, aconteceu!&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Numa jogada rápida pelo meio um sujeito que nasceu talhado para as decisões leoninas fez acontecer. A jogada de Evando em frente à zaga, chutando despretensiosamente para o gol, com uma singela colaboração do goleiro, expôs milhares de avaianos em êxtase. O grito de gol não saiu na hora. Faltou acreditar. Como em câmera lenta, acabávamos de presenciar um feito histórico, quadro a quadro. Jogadores se abraçando, banco de reservas em harmonia com a torcida, arquibancadas lançadas para o ar. Era o gol do acesso. Era o passo de uma vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Por um curto espaço de tempo olhei em volta e vi lábios trêmulos, risos arregaçados, choros copiosos, olhos aguados, pulos, saltos, gritos e uma alucinada explosão. Naquele instante parei e refleti. Lembrei, com orgulho dos dias de penúria e sofrimento, dos dias do Adolfo Konder, dos jogos na chuva e no frio, das filas, das derrotas humilhantes e das conquistas apoteóticas. Do sofrimento em ser avaiano. Abracei-me com os meus e chorei. A alegria era imensa. Um sonho de criança se materializava. Já não éramos mais os “nadas”, os “coisa alguma”. Éramos o Avaí na série A. Ali, naquele momento, fizemos história, para nunca mais o nosso coração esquecer.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/um-dia-de-gloria.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-7708078763914485161</guid><pubDate>Fri, 11 Nov 2011 00:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-10T22:48:42.154-02:00</atom:updated><title>Paixão recolhida</title><description>Há uma frase primorosa de Mark Twain que eu, particularmente, a uso constantemente: &quot;vamos agradecer aos idiotas, pois se não fosse por eles não faríamos tanto sucesso&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRBWtMLptoHiXQW-xxyyBZ5gQbBU-sEbvcujR8t_ZnJltVHc_HXf10cU6-xVlJgPN8n152kLPx9cbQ20eczMV5UFNGEgBxsZ33X77_K-s2UWTMRrQ1OT7QhhkwC9iH7WauSk6xs4wcaT3v/s1600/images1.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRBWtMLptoHiXQW-xxyyBZ5gQbBU-sEbvcujR8t_ZnJltVHc_HXf10cU6-xVlJgPN8n152kLPx9cbQ20eczMV5UFNGEgBxsZ33X77_K-s2UWTMRrQ1OT7QhhkwC9iH7WauSk6xs4wcaT3v/s320/images1.jpeg&quot; width=&quot;285&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Claro que ela serve para uma porção de coisas. Às vezes, o sujeito ao seu lado a mereça, tanto quanto aquele cunhado chato. O cara que não larga do seu pé, possivelmente um retardado frustrado, sofredor de paixão recolhida. Todavia, &lt;b&gt;talvez &lt;/b&gt;tenha sido isso o que motivou a diretoria avaiana a tratar o torcedor da maneira que foi neste ano. Falta de consideração. Acintosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois o torcedor avaiano não larga do pé de seu clube. Por mais que se tenha feito força para afastá-lo, ele estava ali, cercando, rondando como um cão faminto à espera de um pratinho de comida. Em qualquer lugar do mundo, a falta de trato para com o torcedor, da maneira que foi feita aqui, ele já teria pegado a sua mochila e se escafedido. Vazava. Procurava a sua turma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, não. Aqui ele se indigna, se amofina, faz beicinho, esbraveja, mas fica. Tenho visto mais e mais gente vestindo a camisa do Leão pelas ruas, ainda que a fase seja terrível. Portam-na com orgulho. Estufam o peito, altivos. E se der na telha de algum secador, ou mesmo de time diferente, perguntar como é que pode, ele responde, sem deixar de ter um sorriso nos lábios: &quot;porque sou avaiano, pô!&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem disse que somos idiotas? Eles é que não sabem que somos diferentes e isso ninguém explica.</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/paixao-recolhida.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRBWtMLptoHiXQW-xxyyBZ5gQbBU-sEbvcujR8t_ZnJltVHc_HXf10cU6-xVlJgPN8n152kLPx9cbQ20eczMV5UFNGEgBxsZ33X77_K-s2UWTMRrQ1OT7QhhkwC9iH7WauSk6xs4wcaT3v/s72-c/images1.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-360042120316973897</guid><pubDate>Thu, 10 Nov 2011 21:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-10T22:09:17.834-02:00</atom:updated><title>O respeito que faltou</title><description>A fase não é boa, isso é verdade, mas a gente merece um pouquinho mais de respeito. Somos um clube de tradição e não um amontoado, um trocinho que está aí para &quot;fazer parte&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sempre gosto de usar a palavra &lt;b&gt;valorização&lt;/b&gt;. Não tem nada a ver com dar um preço. É dar valor, dar importância em cada atividade em que se participe. É levar a sério. Não se trata de um valor econômico, ou justificar um preço e fazer jus a um investimento. É ser, antes de ter.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Respeitar algo, dar-se o devido valor, é mostrar aos outros que você é importante e tem um nome a zelar. Se for enfrentar algum desafio, que se saiba que você está ali, que tem algo para dizer ou para demonstrar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra mal falada, o ato mal executado revelam desleixo e pouco caso. Ninguém dá bola para um incompetente e que faz força para errar. Se vamos escrever algo, ao usar uma vírgula, que seja a vírgula mais bem feita da história da humanidade. Se vamos nos pronunciar, que seja o discurso como se não houvesse o dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter respeito é isso. Dar valor é assim. As vitórias vão vir, ainda que duras de se conseguir, mas nos preparamos para elas. E se houver fracassos, com o respeito que demos, certamente poderemos dar a volta por cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas será que é preciso dizer tudo isso?</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/fase-nao-e-boa-isso-e-verdade-mas-gente.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7276321326078985743.post-4616078752535500663</guid><pubDate>Thu, 10 Nov 2011 14:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-10T12:22:04.025-02:00</atom:updated><title>Da palavra à ação, by André Luiz Rosa</title><description>O leitor André Luiz Rosa nos enviou um texto onde descreve sua proposta de se tornar conselheiro do Avaí, além de uma mobilização da torcida. Faço votos que seja ativo e combativo, e não apenas mais uma árvore na paisagem. Apenas faço uma ressalva em relação a um blog, que não acompanho e não é minha referência, mencionado em seu texto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;style type=&quot;text/css&quot;&gt;
 &lt;!--
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&lt;/style&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os torcedores avaianos neste ano foram guerreiros e demonstraram, acima de tudo, o amor pelo clube. Com a mediocridade que se instalou na Ressacada desde os primeiros dias de 2011, mesmo assim a torcida acreditou que seria possível fazer um bom ano. Ledo engano, o ano corrente trouxe amargas surpresas para a maior e mais fanática torcida do estado. E quando começou o Brasileirão as decepções foram se acumulando, pois, desde então, temos a “honrosa” satisfação de nunca ter visto o “talentoso” elenco fazer algum esforço para sair, UMA ÚNICA VEZ SEQUER, da ZONA (acho que foi neste lugar que muitos dos que estão no AVAÍ nasceram). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Tenho lido constantemente, sobretudo após as derrotas vergonhosas, nos blogs mensagens do tipo: “não aguentamos mais”, “....é preciso trocar de treinador...”, “... de que o presidente (se é que merece ser chamado de presidente) precisa agir”, etc, etc e etc. Ou seja, a indignação é muito grande e freqüente, entretanto, nobres avaianos, temos feito pouca coisa para que a situação adquira novos rumos e para que, OS ILUSTRES DIRETORES, percebam que a torcida avaiana não está nem um pouco satisfeita com a ORGIA que fizeram e que, por ainda não terem atingindo o clímax, continuam fazendo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Fiquei sabendo (corrijam-me, se por ventura eu estive errado) de que a mensalidade para ser Conselheiro é algo em torno de R$ 200,00. Pois bem, o propósito desta postagem é justamente fazer com que nossas manifestações pelos blogs avaianos sejam mais perceptíveis, que adquiram mais “vida”; em suma, que sejam materializadas. Quero aqui reforçar o coro do blog &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Monotype Corsiva,cursive;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Avaixonados&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;, cuja postagem tem o título de “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Monotype Corsiva,cursive;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Não é comigo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;” (vale conferir). Neste post, o autor faz uma critica aos “indignados virtuais”, aqueles que vivem reclamando e se revoltando contra tudo o que está acorrendo lá pelas bandas do Sul da Ilha, mas que, no entanto, toda insatisfação parece terminar quando o computador é desligado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Quero aqui fazer o seguinte questionamento: Por qual motivo que nós torcedores, que não estamos nem um pouco satisfeitos com o rumo que nosso clube está tomando, não fazemos algo que seja mais visível e que possa repercutir ainda mais?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;proponho o seguinte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;: Que reunamos um grupo de 40 pessoas, e deste número escolheremos duas, as quais terão os seus nomes levados à apreciação do conselho, caso este órgão aprove será o primeiro passo para que nós, “inconformados virtuais”, passemos a integrar o debate político avaiano. É importante lembrar de que as mensalidades dos (futuros) integrantes serão pagas pelo grupo. Se eu não estiver muito errado do valor que mencionei acima, serão R$ 400,00 para os dois conselheiros, que dividido por um número considerável de avaianos será bem menos do que três cervejas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os critérios para o ingresso de um novo membro ao Conselho seguem abaixo, e desde já agradeço ao “meio de campo” feito pelo Aguiar (Força Azurra), Gerson dos Santos (Avaixonados) e a Conselheira Kaká de Paula (DNAzul), pois esta “tabelinha” permitiu que eu ficasse por dentro das normas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; margin-left: 2cm; margin-right: 3cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: High Tower Text,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Ser sócio a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: High Tower Text,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt; ano, estar adimplente e convite/indicação de um dos membros do Conselho. A indicação do conselheiro com o nome do sócio é levada a reunião do CD e colocada em votação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Se nós, torcedores “comuns” e “anônimos”, somos deixados de lado e não temos o direito de saber sobre as decisões, a vida administrativa do clube e todos os demais assuntos que queremos e temos que saber, então que essa inserção seja de fora pra dentro e que possamos obter visibilidade e demonstrar para o “donos”do AVAÍ de que existem torcedores que estão profundamente insatisfeitos com tudo que vem ocorrendo dentro do nosso clube. Pois o conceito de Democracia deve está extinto na Ressacada, ou tenha sido trocado por Tirania.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Poderemos até perder essa batalha, porém isto não nos envergonhará, pois vergonha é não lutar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-indent: 1.5cm;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Cambria,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Abraços e reflitam, nobres avaianos, sobre a real possibilidade de entrarmos de vez e decidirmos as coisas do nosso AVAÍ.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;i&gt;Cordialmente;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;i&gt;André Luiz Rosa&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://forcaazurra.blogspot.com/2011/11/da-palavra-acao-by-andre-luiz-rosa.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Carlos Aguiar)</author><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>