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Vamos lá. Tudo rolou quando ela ainda estava trabalhando perto de mim. Nunca tivemos nada, nunca mesmo, longe de mim. Sempre conversamos muito, sobre tudo, tudo mesmo! Pode acreditar. Ela sempre me falava tudo a respeito das loucuras que fazia, falava que eu tinha que fazer igual, mas sempre fui muito retraída. Sei lá, nem por conta da minha criação, sempre fui muito na minha mesmo. Ela me falava mundos e fundos de orgasmos, masturbação, línguas e boca, dedos, homens e mulheres. Nossa, eu nunca sonhei em pegar dois caras, quanto mais dar para dois. E pegar mulheres? Menos ainda. E a vida que segue, amizade a toda prova. Até que conheci um carinha, bem legal, bom papo, boa pegada e acabamos por namorar. Isso fez com que ela se afastasse um pouco. Não por ciúmes, até porque ela nunca demonstrou isso, apenas se afastou pelo fato de eu estar mais ligada a ele, com meus interesses direcionados para o meu namoro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Mas a vida... Amizade, de verdade, é uma coisa forte. Uma vez ela estava mal, coisas aconteceram e ela precisou um ombro para chorar e alguém para conversar. Liguei para ele, comuniquei a situação e fui. E mulher é assim, adota a dor da outra. Conversa vai, conversa vem e fui me sensibilizando, passei a partilhar a dor dela. Tanto que acabei sugerindo que fossemos beber alguma coisa para ajudar a aliviar, o álcool sempre ajuda o coração a se abrir mais facilmente. Caipifruta de um lado, shot de tequila de outro e já estávamos rindo sem se lembrar dos problemas dela e dos meus também. Sou uma dama, fato, mas sou resistente ao álcool, posso beber como um menino e sair muito bem da mesa. Já a minha amiga, que é a “do mundo”, acabou ficando mal na terceira dose de uma coisa qualquer, que não me lembro agora. Resultado: Acabei levando ela até a sua casa, tive que tirar o sapato dela, soltar aquele cabelo todo, tentar fazer ela escovar os dentes e fazer ela deitar na cama. Já que a doida queria dormir em qualquer canto. Ai, ai... Agora que começa, a danada estava bêbada, mas estava se fazendo de mais bêbada ainda. Se jogou na cama e pediu para eu ficar com ela, pois estava carente. Bem, já estava tarde mesmo, todo mundo já estava avisado que eu ia sair e ela é minha amiga... Me deitei ao seu lado naquela caminha e quase apaguei. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Quando eu estava quase dormindo, ela se virou de costas pra mim, se aninhou bem perto e pediu que eu a abraçasse, no estilo conchinha. Acho que nunca tinha percebido como o cheiro dela era tão gostoso e suave. Percebi que o cheiro do perfume que ela usava era doce, mas bem suave, aquele era o cheiro da pele dela e era muito gostoso. Quanto mais eu respirava fundo para sentir aquele cheirinho tão bom, mais ela se aproximava de mim, forçando as suas pernas a ficarem entre as minhas e com suas costas completamente coladas no meu peito. Engraçado como nos encaixamos tão bem. Ela começou a adormecer e, como um reflexo, pegou minha mão e puxou para a sua frente, abraçou meu braço como faria com um urso de pelúcia e ficou assim, sem se mover, mas minha mão parou bem em cima do peito dela. Nossa, que coisa, como aquilo me deixou constrangida, acho que fiquei vermelha até quase explodir. Mas assim que essa vergonha foi passando e meu coração se acalmando, voltei a sentir o cheirinho bom dela e num reflexo, juro que sem querer, juro mesmo, minha mão se contraiu e eu dei uma apertadinha de leve no peito dela. Nossa, foi muito diferente. Foi diferente por que senti o mamilo dela se eriçar todo na minha mão, sentir aquilo me deixou sem ação, senti os meus ficarem assim também. E a minha amiga se retorceu toda na cama, posso jurar que ela deu um gemidinho baixinho. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Depois disso não sei ao certo o que aconteceu, parece que as coisas se apagaram um pouco na minha cabeça, me lembro que gostei de ver ela respondendo ao meu toque e fiz de novo. E de novo, e de novo, até que teve uma hora em que não resisti, apertei com vontade e ela acordou de vez, isso me assustou, eu quase soltei meu braço do dela e com voz de sono misturada com charminho, ela pediu que eu continuasse. Ela se rebolava entre as minhas pernas a cada toque inseguro, hora eu experimentava somente os mamilos, hora o seio todo e nem preciso dizer que ela teve a iniciativa de por minha mão por dentro da blusa dela. Nossa, não era possível, mas eu estava sentindo o meio das minhas pernas se molhar com o tesão que eu começava a sentir, a sentir pela minha amiga! Como podia ser isso? Era uma delicia ver q eu era capaz de fazer aquela maluqinha se sentir assim. Sentindo que eu já estava completamente molhada e vendo que já estava ali mesmo, resolvi “ver” como ela estava, então desci minha mão ate suas cochas, subi seu vestido e ela se abriu toda, era isso mesmo que ela queria, puxou a calcinha para o lado e sussurrou pedindo que eu fizesse com ela o que eu quisesse. Ai, ai, por que ela foi falar assim? Nunca haviam falado isso pra mim e logo ela foi dizer! Essas palavras foram mágicas, me firam ficar mais molhada ainda. Ela rebolava entre as minhas pernas, minha mão a explorava todinha, entrando e saindo, abrindo e fechando, apertando e suavizando, sobe e desce, movimento contínuo e suave até que ela gozou. Meu Deus, ela gozou tão gostoso, de forma tão intensa e forte, apertando minha mão entre suas cochas com tanta força que ate machucou meu dedo em que eu usava um anel.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Assim que ela terminou de relaxar, suavemente se virou para mim, olhou bem dentro dos meus olhos, puxou meu rosto, me deu um beijo tão gostoso e suave, mordeu meu lábio inferior de leve e depois adormeceu relaxada, agradecendo baixinho pelo momento. Quase imediatamente pude ouvi-la ressonando. Quanto a mim, eu ainda estava muito excitada, só me restou fazer o mesmo que fiz com ela. Me masturbei tão forte que tive que fazer força para não gemer alto quando consegui gozar sentindo o cheirinho gostoso dela. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Bem... Seguindo o exemplo da minha amiga, assim que gozei, adormeci, abraçada com ela, sentindo um sentimento de posse enorme e não sei explicar isso de jeito nenhum. Na manhã seguinte, que já era quase tarde, ela acordou, se levantou e me tratou como se nada tivesse acontecido. Fez café da manhã pra mim, me agradeceu por ter ouvido ela e por ter bebido junto com ela. Não mencionou nenhuma palavra sobre a noite e nem nada do que fizemos. Mas se fosse isso estaria muito bom, quando fui embora, nos despedimos com três beijinhos, sabe como é, costume aqui do Rio. Um de um lado, outro do outro e quando fui voltar para o primeiro lado, ela foi mais rápida e me deu um selinho mais demorado. A danada deu um sorrisinho lindo, ficou meio vermelha, disse tchau e fechou a porta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Só me restou ir embora, pensando em tudo o que tinha acontecido e regando a sementinha da dúvida que foi plantada na minha cabeça. Hoje essa sementinha de dúvida se transformou em uma árvore grande e forte. É por isso que te contei tudo isso, o que você acha?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-3929090163560838590?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Passos apertados de Adália! O salto, relativamente alto, mas largo, estalava nas calçadas esburacadas das ruas do centro. Seu coração começava a sobressaltar dentro de seu peito, dando um tom róseo às suas bochechas e colo, generosamente exposto por um decote. Não que seu decote fosse impróprio para o ambiente de trabalho, mas seus seios é que eram completamente impróprios ao decoro de qualquer filho de Deus. Suas pernas cobertas por um saia de tecido grosso e preto eram cada vez mais impressas com o ritmo apressado da música que tocava em seu mp3 player, era alguma coisa como Rihanna ou Lady Gaga, de qual quer jeito ela não se lembraria. Ainda nas suas pernas, as passadas apertadas a fazia sentir uma ponta de raiva de si mesma, pois sentia as coxas grossas roçaram uma na outra, ela se culpava por ter comido todo o resto (metade do pote) de sorvete de flocos. Isso sim fazia com que suas coxas ficassem se esbarrando e seu quadril rebolante enquanto ela caminhava. Seu cabelo preto sacolejava do vento, as vezes grudando em seu rosto, já cingido pelo suor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Em outro ponto, em alguma calçada igualmente esburacada, ou até pior, pela falta de pedras-portuguesas, Inês torcia o tornozelo quando seu salto finíssimo e alto do scarpin “rosa-chiclete-divino” vacilou em uma falta das pedras do piso. Meia dúzia de palavras de baixo calão veio a sua mente, ela chegou a deixar que alguns tomassem forma em sua boca, mas logo ajeitou os óculos de armação de tartaruga que comprou em um feira vintage imperdível e se pôs a caminhar. Os cabelos curtos, que deixavam a nuca, e a tatuagem do signo de peixes, a mostra já não apresentava mais o brilho que tinham de manha, quando ela tinha acabado de fazer a maldita escova, da qual ela ainda era escrava, mas que havia jurado que iria ganhar alforria, mais-dia-menos-dia. As unhas longas e bem cuidadas, pintadas com um azul escuro, que mais parecia roxo, brilhavam a luz do Sol. Os passos iam se tornam mais firmes a medida que ela se emputecia com os tropeços pelo caminho e com seu cabelo. Em conseqüência das pisadas firmes, seu “derriere” de brasileira, em contrate com seu pequenos seios, saltava freneticamente na calça social coladíssima em seu corpo, chamando a atenção de alguns trabalhadores que tratavam de erguer uma pequena edificação em alguma esquina suja do centro. Sim, é bem verdade que isso massageava o ego, mas ela não podia se dar ao desfrute de deixar isso transparecer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Se fosse ensaiado não daria tão certo. Os dois namorados já estavam na frente do restaurante a algum tempo, logicamente por trabalharem juntos, conversavam amenidades e por vezes riam da falta de pontualidade de suas namoradas. Adália e Inês apareceram de lados opostos da calçada e chegaram juntas até onde seus respectivos pares estavam. Cada uma tratou de beijar o seu, dizer saudades, carinhos e demais melações. Após as demonstrações públicas de afeto, trataram de falar brevemente cada um com o par posto e trocaram três beijos falsos entre sim, quase sem tocar os rostos. Inês e seu acompanhante entraram primeiro, logo seguidos por Adália, abraçada ao seu respectivo. Ambas diziam aos pés dos ouvidos dos seus meninos o quanto achavam “a namorada do seu amigo sebosa e antipática!” E sempre recebiam em troca “ele é meu grande amigo de tempos, por favor, trate-a bem! Por mim, amor!” Seguido de um selinho ou de uma piscada de olhos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Assim, seguiram conversas chatas e tediosas. Um caldo de legumes de entrada, seguida por uma belíssima “Cesar Salad”, acompanhada de água com gás e refrigerante de limão para todos, já que não podiam beber no horário de serviço. Sobremesa chegando e Inês se levantou sob o pretexto de precisar ir ao banheiro “se ajeitar”. Seu namorado abriu um largo sorriso e assentiu com a cabeça e um aceno de mão. O de Adália apertou levemente o braço dela, próximo ao se cotovelo, e pediu que acompanhasse a namorada do amigo ao banheiro, afinal “vocês são meninas, e meninas sempre vão ao banheiro e fazem essas coisas de meninas juntas!” “Vai lá, amor!”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Um touro com os colhões apertados teria sido mais amigável, uma bufada e um sorriso amarelo foram a única resposta ao pedido e a piada do rapaz.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Aquele era um restaurante antigo, tradicional do centro, conservava uma arquitetura antiga, tudo muito amplo e espaçoso. Uma higiene impecável era cobrada e assim as serventes o faziam. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Olhos ansiosos vasculhavam o lugar por uma oportunidade. Num gesto habilidoso e rápido Inês se pôs dentro de uma das cabines do banheiro e com força e vontade, agarrou o braço alvíssimo de Adália e a puxou para dentro. O trinco deslizou suave para dentro de seu leito. Os rostos colados, face a face, de olhos cerrados, deixavam escapar um sorriso malicioso, sentindo de leve a respiração uma da outra, e confessavam o quanto aquele teatro as excitava. Como num ritual, o sorriso diminuiu junto com a respiração, e as bocas se contraíram, formando um pequeno bico com os lábios, que se tocaram, de forma tão leve e efêmera que poderia ter sido considerado como se não houvesse acontecido. Mas o gesto se repetiu, de novo e de novo, cada vez mais forte, com mais pressão! Pressão suficiente para fazer com que os lábios se abrissem e ficassem mais relaxados. Logo os lábios de Adália e Inês deslizavam suaves um sobre o outro, molhados e quentes. Adália se relaxou toda nos braços de Inês, tanto que sua língua escapou inteira para dentro da boca que a beijava. Nunca uma língua foi sugada, lambia e provada com tanta sofreguidão e vontade. Era como se aquilo fosse o mais doce dos doces, como se fosse uma iguaria rara a ser deliciada. Mas essa iguaria deveria ser compartilhada. Adália abriu os olhos, se pôs ereta, ficou com as pernas separadas, com força e doçura, agarrou os poucos cabelos da parte de trás da cabeça de Inês e os puxou para trás. Isso fez com que ela soltasse um gemido de leve, projetasse o quadril para frente, roçando no de sua cúmplice e abrisse sua boca involuntariamente. Ao ver isso, Adália saltou sobre sua boca, com uma fome de peregrino do deserto e sorveu com lascívia e tesão toda a saliva que encontrou, puxou a língua de Inês junto com seu lábio e os mordeu com um pouco de força, o suficiente para doer e dar prazer ao mesmo tempo. Enquanto era dominada, Inês deslizava suas mãos pelo corpo da amiga, sentia todas as suas formas, media cada espaço, apertava, beliscava e fazia questão de cravar as unhas naquela carne deliciosamente macia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Ah aquelas mão, como mãos tão pequenas e delicadas conseguiam fazer tanta pressão sobre o corpo de Adália, que estremecia a cada toque, a cada aperto. Como aquelas mãos conseguiam encontrar reentrâncias e espaços antes intocados de sua anatomia? Como é que alguém explica que ter a língua e os lábios mordidos por uma louca ensandecida, quase a ponto de sangrarem, é capaz de fazer com que seu sexo se molhe e contraria a cada sensação de dor e submissão?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Roupas são apenas um mero detalhe a ser contornado, nada que não possa ser abaixado, levantado, posto de lado, aberto, puxado, alargado, espremido ou, simplesmente, ser ignorado. A nudez parcial é muito mais tentadora e despudorada do que a nudez completa que apenas choca e revela mais do que deveria. A parcialidade guarda em si os segredos e as defesas inerentes as vestimentas cuidadosamente escolhidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Palavras não mais existiam, apenas a respiração ofegante e foda-se quem estiver de fora, ouvindo. Como é delicioso o gosto do prazer alheio descendo por sua boca, fazendo que com que suas narinas fiquem inebriadas por todo aquele aroma de excitação. Tudo desliza mais fácil! Dedos, língua e clitóris se confundem. Suavemente a ponta da língua toca os pequenos lábios, quase um toque mágico para que eles se abram junto com as pernas que já não podem mais se abrir, por falta de espaço no local ou nas roupas em que estão, em parte, vestidas. Finalmente o clitóris é revelado, quase como um prêmio, uma jóia. Essa sim, a iguaria, o doce dos deuses a ser deliciado para poder deliciar sua dona. Primeiro apenas a respiração do nariz pode tocá-lo, para depois, de forma ansiosa e contida a língua. Um primeiro contato, que gera uma onda de choque no corpo de quem recebe e reverbera no corpo de quem dá. Esse é o sinal, aos poucos a língua se torna mais íntima e logo os lábios são convidados a participar. Lábios de uma boca tocam outros lábios, esses mais guardados e reclusos. O beijo é intenso e trocado com vitalidade. É sugado e pressionado, mas ainda incompleto. Ainda falta um participante da festa, alguém que é curioso e intrépido. Lentamente o beijo se desenrola, língua e clitóris, lábios e lábios, clitóris e lábios, se tocam, se roçam e intensificam o amor, o calor, o ardor, a chama, a dor, o prazer, a vontade de se apertar, de se espremer, de tornam tudo mais molhado e perfumado. As mãos são incessantes, brincam e desafiam, apertam, beliscam, arranham e até batem. Descem da bunda deliciosa e brincam de alisar e beliscas de leve por entre as coxas, cada vez mais para cima, cada vez mais próximas da festa, do beijo. Timidamente, ainda na entrada, um dedo toca a entrada, tão molhada, que ele poderia ter deslizado para dentro num único movimento. Mas não, nada de pressa, milímetro por milímetro ele conquista seu avanço para o interior dela, aos poucos a entrega se completa, em questão de segundos o dedo bem treinado encontra o que procurava, a pequena parte levemente enrugada, sensível ao extremo, conectada a todo o corpo de sua dona. Cada toque, cada movimento, cada ação faz com que seu corpo responda de uma forma absurdamente amplificada. O beijo, a língua, o clitóris, os lábios, o toque, o dedo, pele, cheiro, gosto, tudo, tudo! Em uma explosão de contrações musculares, em todo o corpo, simultaneamente e de forma repetida, nasciam de dentro de seu sexo, percorriam cada espaço de seu abdômen, peito, pernas braços, cabeça e retornavam para seus meios e assim permaneceram, até que se tornaram cada vez mais espaçados e fracos, até sumirem. Com o sumiço veio o relaxamento, as pernas bambas, o êxtase. A satisfação, ainda que momentânea, veio, mas logo dará lugar a vontade, ao anseio de querer ter mais!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Quem deu? Quem recebeu? O que importa? Importa que ambas ganharam, sempre!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Retoques e acertos a parte, retornam para a mesa sob os protestos de demora, que logo são cortados sob a explicação de um mal estar súbito. Elas ainda mantêm as caras meio amarradas uma para a outra. O teatro continua, a pequena farsa, e é isso que as mantém juntas. O amor, a farsa, o perigo, o inusitado, mas, acima de tudo, a admiração pelas loucuras e prazeres alheio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-6961018736173683078?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os bobos-da-corte, com seus dentes arreganhados, risonhos compulsivos, adornados pela loucura e pela feição assustadoramente sorridente. As Hienas, carniceiras pelo julgamento popular, matadoras por natureza, espreitam sempre nas sombras, na esperança de quem algum incauto cai nas suas graças de morte ou que o rei bastardo as chame para diverti-lo enquanto ele rouba sua comida conseguida as duras penas. Seus pescoços robustos em contraste com seus corpos atarracados conferem a elas um ar desengonçado que, mais uma vez, não faz juízo à sua crueldade e potencial assassino. Um dia o rei será o jantar, um dia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah, o que seria do mundo sem os pequenos salteadores da estrada, organizados e furtivos, chamados de Chacais? Solitários são fracos, incapazes, magros, feios e não oferecem muitos perigos! Mas juntos, em bandos, como sempre vivem, são animais perigosos e vis. O grupo parece adquirir uma consciência coletiva, cujo único objetivo é matar e comer. O medo é o sentimento que impera em seus corações, mas é justamente o que os mantém vivos, fortes e unidos. Não desprezem nada, assim como dividem tudo. Desde a caça de um pequeno lagarto ate mesmo um grande cervo, tudo é comido, tudo é dividido. Tudo é regido pelo medo, tudo é mantido vivo e unido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Restos podres de carne e gordura ressecada sob o Sol impiedoso. O cheiro de podridão inunda o ar e, a idéia de ingerir qualquer porção disso, faz com que qualquer um regurgite tudo que há em seu estômago, mas os restos mortais deixados para trás, seja por satisfação, seja por necessidade, é um banquete de iguarias finas sem igual para os Abutres. Capazes de comer uma presa ainda viva por uma ferida aberta enquanto ainda agoniza ou já morta a dias, dominada por vermes e moscas, são eles que, de uma forma controversa mantém a higiene do reino. Comendo a podridão, sobrevivendo de restos e rejeitos imundos, se nutre do que mataria qualquer outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de todos acima serem totalmente diferente em suas posições e ações, há algo em comum, são os agricultores responsáveis por fazer a colheita diária no pasto de carne. Neste pasto farto brota uma multidão inumerável de Gnus. Estas bestas de carne suculenta, sustentada por patas fortes e defendidas por chifres afiados, são os responsáveis por prover quase toda a carne responsável por sustentar os habitantes do reino. A colheita dos agricultores da carne é impiedosa e constante. Faz sangrar diariamente o bando, afasta os filhotes fracos e os mais velhos, mas é isso que faz com que os campos repletos de carne sejam cada vez melhores, pois os piores são sempre mortos. A dor da perda de um companheiro é grande, mas antes ele estar morto e devorado do que eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acima disto tudo há Serpentes no céu. Elas costuram todas as cenas decadentes, cenas clichês, anormais e incertas. Cenas cotidianas, que se completam e se afastam. As serpentes do céu usam uma linha invisível de uma força sem noção que não deixa as cenas se afastarem, faz com que o rei, o bobo, o salteador, o necrófago e o pasto sejam um só. Uma só cabeça, um só ser que se nutre, cresce e se consome. Nutre-se e se consome, num ciclo vicioso, em um ciclo vital!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses elementos convivem todos os dias, desde sempre, desde que surgiu minha consciência, todas as face de uma mesma pessoa, todos construindo o mesmo ser. Todas as expressões. E as serpentes nada mais são do que as mudanças de humor, a ponte entre a consciência, o sonho, as fantasia e a realidade. As serpentes no meu céus, as minhas lembranças, meus pensamentos, minha realidade, meu eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-6356543430719316648?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xiocyJXYmVkJ4GdJ4whiQBuPgjw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xiocyJXYmVkJ4GdJ4whiQBuPgjw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/q63Jm6uGSXg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/5158928969863225276/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=5158928969863225276&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/5158928969863225276?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/5158928969863225276?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/q63Jm6uGSXg/tao-fragil-e-tao-forte.html" title="Tão frágil e tão forte" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2010/01/tao-fragil-e-tao-forte.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUBRn8-eCp7ImA9WxNREE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-9208698861004558117</id><published>2009-09-03T20:16:00.000-07:00</published><updated>2009-09-03T20:17:37.150-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-09-03T20:17:37.150-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pretensão" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maldita" /><title>Maldita pretensão!</title><content type="html">A esmagadora maioria humanidade tem em seu cerne a concepção de que Deus é amor, justiça, paz, sabedoria, inteligência, indulgência e todas coisas boas q nós consigamos pensar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora diga como um ser nojento, que é capaz de matar o seu semelhante por puro orgulho e ganância, que é capaz de destruir outros seres por pura diversão ou esporte, que se multiplica como uma praga em progressão geométrica, que tem o maldito dom de destruir o próprio local onde vive, sem dar a menor importância para as conseqüências, somente para alimentar seus impulsos mais escusos é capaz se encher o pulmão de bradar que é criado a imagem e semelhança de Deus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça-me o favor, é muita pretensão do bicho homem enaltecer a Deus, visando se enaltecer igualmente! Dizendo que é a imagem e a semelhança de tudo aquilo que ele acredita ser bom, quando na verdade é o maior destruidor cruel de tudo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me conforta muito mais a idéia de que deus possa ter criado as baleias a sua imagem e semelhança, um ser enorme, imponente, majestoso e pacifico. Ou então que ele tenha criado os leões a sua imagem e semelhança! Que sejam os elefantes a sua imagem e semelhança, mas não o homem, não o primata pelado, só com pelo na cabeça e nas genitálias, não o ser q destrói tudo o que há de bom, que mata sem pensar e ainda gosta disso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não o homem, não esse ser tão cheio dessa maldita pretensão!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-9208698861004558117?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cTV6l37EJwCTQTNi7SreRxSegSM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cTV6l37EJwCTQTNi7SreRxSegSM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/m6aFl4nRAWg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/9208698861004558117/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=9208698861004558117&amp;isPopup=true" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/9208698861004558117?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/9208698861004558117?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/m6aFl4nRAWg/maldita-pretensao.html" title="Maldita pretensão!" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2009/09/maldita-pretensao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkEHQnY8eSp7ImA9WxJbEEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-6680849849978305109</id><published>2009-07-19T22:34:00.000-07:00</published><updated>2009-07-19T22:43:53.871-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-19T22:43:53.871-07:00</app:edited><title>O tormento, seja forte.</title><content type="html">Seus pensamentos ainda estão se organizando, você ainda não sabe se está acordado ou dormindo um sono atormentado, sua mente parece girar dentro da sua cabeça, uma dor lacerante atinge seus músculos quando tenta se mover e o ar faz com que pulmões ardam de uma forma tão terrível que respirar se torna quase impossível, mas você tem que respirar, de qualquer forma você tem que viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os músculos doem como se retorcessem cada uma das fibras que os compõem com ferro em brasa, a ponto de te fazer desistir de se mover, mas é preciso, parece que cordas, duras como o aço prendem, suas mãos e pés e não deixam que tenha a coordenação necessária. O ar além de ácido entra com dificuldade, alguma coisa está te apertando o pescoço, sua cabeça lateja e te faz pensar em morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobra muita falta coragem para abrir os olhos, os sons agudos, estridentes e ameaçadores dão conta de alimentar seu medo de tal forma que impedem que seus olhos se abram e descubram o que se esconde num lugar tão luminoso, angustiante e frio como esse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frio esse que parece cortar sua pele, e ressecar sua boca. Diante de um cenário aterrador como esse não te resta nada além de abrir os olhos, encarar o terror q te envolve e gritar por socorro, por ajuda, a plenos pulmões e rezar para que alguém te ouça, é sua única salvação, é o único caminho. Que seja...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você enche os pulmões ao máximo que consegue e faz o seu melhor, arregala os olhos, observa o mundo que esta de cabeça para baixo, sente a luz quase te cegar, mas não sem antes ver objetos de metal em um canto e muito sangue espalhado. Seu grito sai alto e forte, qualquer um ouviria aquilo. E parece que funcionou, você é sacudido por alguns instantes, alguma coisa estava te segurando pelos pés, mas até agora não tinha sido percebido, mais algumas sacudias e você é posto em um canto qualquer, é quente e tem um cheiro bom...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali parece um lugar tranqüilo para morrer, é tarde de mais, aquilo tudo está acabando com você, parece que ninguém veio ao seu socorro, só te resta esperar a morte lenta e dolorosa, o cheiro do lugar é muito bom, talvez já seja do céu te esperando, em pouco tempo um torpor chega e toma conta de suas idéias, o sono te abraça, tudo acabou, ou melhor, vai acabar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não! Apenas começou, você acaba de nascer, seja forte, isso é apenas o começo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-6680849849978305109?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ipa-zS7CbLOaQ4ipJ_O3IRdBcHs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ipa-zS7CbLOaQ4ipJ_O3IRdBcHs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ipa-zS7CbLOaQ4ipJ_O3IRdBcHs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ipa-zS7CbLOaQ4ipJ_O3IRdBcHs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/4h3t7dxpKOI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/6680849849978305109/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=6680849849978305109&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/6680849849978305109?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/6680849849978305109?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/4h3t7dxpKOI/o-tormento-seja-forte.html" title="O tormento, seja forte." /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2009/07/o-tormento-seja-forte.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkEGQ3s5fSp7ImA9WxJWEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-1848925178483720353</id><published>2009-06-17T13:24:00.000-07:00</published><updated>2009-06-17T13:30:22.525-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-17T13:30:22.525-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="gazela" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bobo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cara" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reloaded" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="leão" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="eterna" /><title>A eterna cara de bobo (O leão e a gazela: reloaded)</title><content type="html">Alguém sabe me dizer por qual motivo as pessoas sempre estranham quando você não é aquilo que elas acham que você é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será possível que as pessoas não desconfiam que o bom humor (no meu caso o “médio humor") do nosso dia-a-dia, a cara de bobo (pra não dizer de babaca) que ostentamos quase todo o tempo, com o intuito de manter uma razoável relação interpessoal e manter nossos empregos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tem um dia que a sua única vontade e mandar tudo pro &lt;a href="http://formulaletra.blogspot.com/2008/12/at-o-diabo-tem-os-seus-demnios.html"&gt;inferno&lt;/a&gt;, pra casa do cacete, pra put* que os p**il. Aí temos que ouvir aquela frase escrota: “Nossa, você não é assim... Por que você ta agindo assim?” Juro por tudo que há de mais santo nesse mundo, minha vontade sincera e clara é de encher os pulmões e gritar com todas as forças e grosserias que existem em meu seus: “Eu SOU assim, estou agindo assim, pelo simples motivo de eu ser assim! Tá satisfeito? Agora não me enche mais a porra do saco, a menos que você esteja morrendo!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem dias que é assim! Mas juro que sempre q ouço isso me imagino agindo dessa forma...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, é foda ter que aturar umas coisas desse nipe, mas é a vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um texto, cujo autor é desconhecido, que diz que toda manhã, na savana africana, a gazela acorda e sabe que deverá correr mais rápido do que o leão, ou certamente vai ser devorada. Em contrapartida, toda manhã, na savana africana, o leão acorda e sabe que deverá correr mais rápido do que a gazela ou morrerá de fome. Moral desse papo: Quando o sol surgir no horizonte, não importa se você é leão ou gazela, corra ou morrerá de fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, imaginem vocês, se um dia desses, a gazela, muitíssimo p*ta da vida de tanto correr, resolve parar, arrancar os chifres da cabeça, usando-os como espadas, armar um pose no estilo matrix e chamar o leão pra porrada... O leão faria uma cara de ânus, ajeitaria a juba alisada com escovada de chocolate marroquino, colocaria as mãos nas cadeiras e com certeza, com uma voz meio afetada, iria perguntar: “Nossa dona gazela, você não é assim... Por que a senhora esta agindo assim?” A gazelinha, por sua vez, com um dos olhos piscando num reflexo involuntário de raiva, com umas veias quase estourando em sua testa, responde aos berros e cuspindo enquanto fala: ““Eu SOU assim, seu merda! Estou agindo assim, pelo simples motivo de eu ser assim! Só corro de você porque Deus nos mandou ser assim, mas enchi a merda da paciência! Ta satisfeita, santa? Agora não me enche mais a porra do saco, a menos que você esteja morrendo! Ou melhor, você vai morrer agora!” Assim que ela termina de falar, da um pulo, talha a cara do leão com um dos chifres e crava o outro bem no coração do felino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-1848925178483720353?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W40bez9guXDT6rj1-PpxkjB4JBE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W40bez9guXDT6rj1-PpxkjB4JBE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W40bez9guXDT6rj1-PpxkjB4JBE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W40bez9guXDT6rj1-PpxkjB4JBE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/JFpGitTz6AM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/1848925178483720353/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=1848925178483720353&amp;isPopup=true" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/1848925178483720353?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/1848925178483720353?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/JFpGitTz6AM/eterna-cara-de-bobo-o-leao-e-gazela.html" title="A eterna cara de bobo (O leão e a gazela: reloaded)" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2009/06/eterna-cara-de-bobo-o-leao-e-gazela.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEEFRXc6fip7ImA9WxJSFU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-6002205551144918881</id><published>2009-05-05T08:16:00.001-07:00</published><updated>2009-05-05T08:16:54.916-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-05T08:16:54.916-07:00</app:edited><title>O mundo organismo</title><content type="html">Imaginar o planeta como algo estacionário é negar sua dinâmica viva, é ignorar a existência de vida, é fazer vista grossa a tudo aquilo que habita e da vida ao nosso planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente o homem se acha dono dessa vida e se acha no direito de espoliar aquilo que não é inteiramente seu e sim de todos os seres que habitam a Terra. Quando uma pessoa tem uma infestação de parasitas, imediatamente trata de se livrar deles. O homem deveria repensar muito bem suas ações, pois mais cedo ou ais tarde o nosso planeta pode resolver se livrar de nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sinceramente, apesar de triste, espero ansioso por esse dia!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-6002205551144918881?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nHTu6Rg3_n26fi5pR2oi7f3soTc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nHTu6Rg3_n26fi5pR2oi7f3soTc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Hoje eu tive um sonho e nele estavam todos os meus amigos! Além de amigo, desde conhecidos até aqueles que, nessa vida, eu escolhi como meus irmãos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novos, velhos, de ontem, de hoje e de amanha! Aqueles com quem convivo, com que já convivi e ate mesmo já tinha me esquecido! Eu conhecia a todos, sabia os seus nomes, as idades, os gostos, o quanto gostam de mim e o quanto eu gosto deles! Meus parentes mais próximos e os mais longe, amigos mesmo, amigos de amigos (que acabam sendo meus amigos também), colegas, conhecidos, amigos que tenho e que nem conheço pessoalmente, amigos que tenho e nem sei que tem e amigos que tenho e que nem sabem que são meus amigos! Os que ainda estão entre nós e os que já partiram para outros planos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns eu amo de paixão e carrego seus nomes tatuados no meu coração, marcados com ferro quente! Tantos outros me carregam assim em seus corações. Alguns apenas carrego como um rabisco de caneta na pele, que mais cedo ou mais tarde vai sumir, mas nem por isso se tornam menos importantes no fato em que eles estavam presentes e marcaram a minha vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu sonho todos conversavam e jurávamos matar ou morrer uns pelos outros, assim como já fizemos quando estávamos acordados! Mas acordados apenas dissemos com olhares e abraços, os verbos não são necessários em juras de companheirismo e gratidão numa amizade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeço sinceramente a todos vocês que sorriram comigo, que choraram, aqueles que me olharam nos olhos e disseram que me amam, aqueles que me chama de irmão, e que não pensam duas vezes em demonstrar seu carinho por mim ou ate mesmo me chamar por apelidos que eu odeio (ahahuhuahuahahu)!. Agradeço de todo meu coração todos que me mandaram, com todas as letras, ir tomar no meu c*, agradeço aqueles que sinceramente me mandarameu ir “me f*der com força”, aqueles que disseram na minha cara q eu não presto, que eu não valho mais do que a merda de um cachorro. Agradeço aqueles que eu tive que bater algumas vezes para que eles não fizessem merdas maiores do que as porradas que eu estava fornecendo! E eu me pergunto como não agradecer aqueles, assim como eu fiz antes, me bateram também? Meus especialíssimos agradecimentos aqueles que fizeram merdas comigo, me acompanharam ou que eu acompanhei e que se fuderam junto comigo (ótimas e doloridas lembranças!). Agradeço a tudo isso, pois foram todos vocês e as experiências vividas e proporcionadas por vocês que em tornaram a pessoa que sou hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeço do fundo do meu coração a sinceridade de todas as suas palavras. A verdade que existe nelas é que me cativa, sempre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos meus amigos reais e nem tão reais assim, alguns poderiam ser considerados ate imaginários, a minha eterna admiração, meu apreço e meu amor por vocês! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplesmente, obrigado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-911152471749317932?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LcRysBVJo0AuVwK9biYVwr1Hf8Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LcRysBVJo0AuVwK9biYVwr1Hf8Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/ciC_ZnHsdHA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/911152471749317932/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=911152471749317932&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/911152471749317932?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/911152471749317932?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/ciC_ZnHsdHA/aos-meus-amigos-um-brinde.html" title="Aos meus amigos, um brinde!" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2009/04/aos-meus-amigos-um-brinde.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMDRn45cCp7ImA9WxVVEEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-897271013697337572</id><published>2009-03-03T07:34:00.001-08:00</published><updated>2009-03-03T07:34:37.028-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-03T07:34:37.028-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="eu" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="quero" /><title>Eu quero...</title><content type="html">Sinto falta do que nunca vi,&lt;br /&gt;Vontade do que não sei,&lt;br /&gt;Saudade de quem nunca conheci,&lt;br /&gt;Amor por aquilo que nunca existiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ter o que não é,&lt;br /&gt;Viver aquilo que nunca passou,&lt;br /&gt;Estar onde tudo não acontece,&lt;br /&gt;Viver o inevitável e o inconcebível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero paz no meio da guerra,&lt;br /&gt;Amor nascendo do ódio,&lt;br /&gt;Calor no Pólo Sul&lt;br /&gt;E frio na boca um vulcão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero gritar dentro d’água,&lt;br /&gt;Viver durante a morte&lt;br /&gt;Morrer durante a vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existir e brilhar quando estiver morto&lt;br /&gt;E sumir na escuridão enquanto estiver vivo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo ao mesmo tempo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me faz assim,&lt;br /&gt;Querendo o que não há,&lt;br /&gt;Sendo o que não existe&lt;br /&gt;E imaginando se é essa a verdade?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-897271013697337572?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WCnQScFx3ePN3l-vzVEMkSY6wrY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WCnQScFx3ePN3l-vzVEMkSY6wrY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WCnQScFx3ePN3l-vzVEMkSY6wrY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WCnQScFx3ePN3l-vzVEMkSY6wrY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/a9j2eNK9VNA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/897271013697337572/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=897271013697337572&amp;isPopup=true" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/897271013697337572?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/897271013697337572?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/a9j2eNK9VNA/eu-quero.html" title="Eu quero..." /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>9</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2009/03/eu-quero.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkAMQnw4cCp7ImA9WxVRE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-2444566298681789623</id><published>2009-01-19T10:44:00.000-08:00</published><updated>2009-01-19T10:46:23.238-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-19T10:46:23.238-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="verdade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mentira" /><title>A verdade do que a mentira!</title><content type="html">Eu prefiro a sinceridade das criancinhas, pois elas não tem os pudores ridículos da sociedade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu prefiro a sabedoria dos loucos varridos, pois eles não tem o véu da razão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro as frases desconexas dos bebuns da sarjeta, pois eles já não possuem mais a inibição nas suas palavras!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro a sinceridade de todos aqueles que não tem travas na língua!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro a verdade que fere num só golpe, como a espada afiada, do que a mentira que mata aos poucos, como um veneno traiçoeiro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro uma pedrada de realidade do que o afago da ilusão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro ver a dor do mundo, das injustiças, da poluição, mortes e guerras, do que a utopia maldita do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;american way of life&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro a verdade crua como a carne dos inocentes que sangram do que os floreios de sorrisos e apertos de mãos dos lideres mundiais que nunca vislumbraram o que realmente seria a fome em suas barrigas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, parafraseando Ernestro “Che” Guevara, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;prefiro morrer de pé&lt;/span&gt; (sustentando a minha verdade e meus ideais), &lt;span style="font-style:italic;"&gt;do que morrer de joelhos&lt;/span&gt; (aceitando que uma mentira seja empurrada por minha goela a baixo)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sejam sempre verdadeiros e sinceros, em seus atos, seus pensamentos em palavras, com vocês mesmos e com seus iguais!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-2444566298681789623?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ys__JSLV0WbUyUbtypFr59Y9gBU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ys__JSLV0WbUyUbtypFr59Y9gBU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ys__JSLV0WbUyUbtypFr59Y9gBU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ys__JSLV0WbUyUbtypFr59Y9gBU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/pRFRZMvmzmk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/2444566298681789623/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=2444566298681789623&amp;isPopup=true" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/2444566298681789623?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/2444566298681789623?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/pRFRZMvmzmk/verdade-do-que-mentira.html" title="A verdade do que a mentira!" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2009/01/verdade-do-que-mentira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MAQXo4fSp7ImA9WxVSGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-8220428658018631274</id><published>2009-01-13T03:15:00.000-08:00</published><updated>2009-01-13T03:17:20.435-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-13T03:17:20.435-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="final" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="feliz" /><title>Final Feliz (?)!</title><content type="html">Assim, ela sorriu, seus olhos se apertaram, algumas lágrimas rolaram, sua pele bem clarinha, logo ficou rubra e um sonoro sim soou! Ela sentia as pernas bambeando diante daquele pedido, as mãos suavam e as palavras faltavam, o sonho de toda menina estava se realizando. O homem que ela amava estava de joelhos, na sua frente, seus dedos se entrelaçavam com os dela, de seus olhos lágrimas também corriam de tanta emoção, seu olhar de ternura e carinho era o maior dos presentes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tantos anos de lutas, batalhas, esperas e anseios, mais uma fase do sonho seria concluído, finalmente aquele casal iria completar esta tão esperada etapa da sua existência, iriam se unir oficialmente como homem e mulher! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim foi, numa cerimônia simples, entretanto cheia de amigos sinceros, apenas sentindo o pesar pela ausência de um deles, e parentes carinhosos, sob as bênçãos de todos, eles se uniram! Prontos para caminhar juntos, assim como todo almejam, em busca do seu “felizes para sempre!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-=-=-=-=-=--&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Época de faculdade, corredores cheios, muito barulho, gritaria e tinta para todos os lados, os calouros estavam pintados da cabeça aos pés! Entre eles um rapaz alto tenta, sem sucesso, se encolher para ser menos pintado, mas não adianta, sua altura o entrega a sua algoz que se diverte ao vê-lo sem graça e completamente banhado de tinta. Ela faz questão de implicar e chatear o calouro, o que já denota certo interesse pelo rapaz, o que faz com que um dos veteranos, seu colega de classe, se irrite com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trote passa, assim como todo o período. Quem antes era tratado quase com hostilidade, hoje se tornou um amigo bem próximo! O interesse de antes, agora é mostrado de forma explicita e os dois passam cada vez mais tempo juntos, enquanto o terceiro elemento só observa ao longe, e isso é tudo que resta para ele, ser um observador, quanto muito uma simples opinião a respeito de algum fato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais dois períodos e um romance acontece, é impossível ver os dois separados! Eles se procuram como se um fosse necessário ao outro, se buscam como ao ar, de uma forma intensa e, acompanhando o casal, o outro, agora travestido de amigo de ambos, pois, desta forma infeliz, se mantém a par dos fatos e consegue o luxo de tentar algumas maldosas manipulações.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um ano se passa, alguns desacertos ocorrem por conta da interferência do lobo em pele de cordeiro, mas nada que seja capaz de realmente abalar aquele relacionamento que, agora, estava embasado no amor. Sim, o amor realmente existia e o que era como um balsamo de acalanto e doçura para dos dois amantes, era como mutilações com uma lamina cega para o “amigo” do casal. Este já não tinha mais identidade, se perdia em meio a suas maquinações, a felicidade deles era demais para aguentar, ele a desejava de uma forma quase doentia e invejava o outrora calouro com o ódio de um rei que perdera seu trono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faculdade termina, ela se forma primeiro, junto com o “amigo” e, logo em seguida, ele se forma também. A vida segue de forma relativamente tranquila, as batalhas da vida  que segue, o amor e o ódio crescendo de forma paralela. Já doente e aparentemente debilitado por conta de sua obsessão, o amigo recebe o golpe fatal, o golpe derradeiro, o golpe de misericórdia. Com largos sorrisos em seus rostos o casal o convida para ser padrinho de seu casamento! Tentando esconder as lágrimas que quase verteu por conta da sua derrota declarada ele agradeceu, beijou falsamente os dois no rosto e disse que não podia aceitar, pois iria viajar para outro país, a trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, no dia da cerimônia de casamento do seu “casal de amigos”, sua mágoa, rancor, ódio e inveja se tornaram tão grandes, assim como o turbilhão de pensamentos em sua mente, que ele se suicidou como a única forma que encontrou de aliviar sua mente daquele tormento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a veterana e o calouro, agora casados, foram felizes para sempre com o seu final feliz!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-8220428658018631274?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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[2]</title><content type="html">Nossa e como gosto! A cada dia que passa isso está mais arraigado em mim! Cada dia mais forte!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto cada vez mais forte! Cada vez que vejo uma bela se espreguiçando! Seus braços se abrem, todo seu corpo de alonga, suas formas se tornam mais insinuantes, seus seios ficam sobressaltados, seu abdômen se estende e um sorriso de leve brota no canto dos lábios enquanto sente seu corpo relaxar. Poderia assistir isso o dia inteiro, por toda a aminha vida e não me cansaria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de embasbacar como toda vez que uma mulher prende os cabelos em um coque, ela consegue ficar incrivelmente linda, com uma simples mudança! O contrario também, vale, é claro! Quem nunca viu em câmera lenta uma dessas nossas deusas soltando os cabelos, os arrumando de forma despretensiosa com os dedos e assumindo um ar imponente e sensual? É quase um poema de carne e osso, encenado na vida real!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias de frio, então, são incríveis! Quase consigo sentir na minha pele o toque da pele arrepiada do braço ou da nuca de alguma menina que se arrepia com uma lufada de vento um pouco mais gelado! E a forma com que elas tentam irremediavelmente esfregar o braço para se aquecer, só fazendo com que o arrepio aumente? É praticamente uma tortura, quase imploro para estar no lugar do seu braço! Nem preciso comentar que é hipnótico poder observar a pele de uma mulher se arrepiando, o modo os pelos do braço ficam ouriçados e como ela se encolhe para tentar se livrar do frio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora um assunto que me mata: Tatuagens! Minha imaginação fica em parafuso quando reparo alguma tatuagem que não aparece por completo. Fico imaginando como seria a continuação dela e ate onde o desenho segue! Uma mulher tatuada é quase como se houvesse uma obra de arte sobre pintada sobre outra obra de arte! Uma mulher tatuada é como se Leonardo Da Vinci tivesse pintado a Monalisa no teto da Capela Cistina. Mas, veja bem, eu disse quase, porque nada se compra a perfeição de uma mulher!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pernas e pés femininos são algo que me encantam e habitam constantemente na minha cabeça. Temos que convir que fazem um par belíssimo, pés metidos em sapatos, sandálias e chinelinhos, todos citados sendo altos ou baixos, que os recebem com toda graça e proporção, enquanto suas pernas, roliças em alguns casos ou um pouco menos generosas em outros, deslizam por ai dentro de calças apertadinhas, saias comportadas ou não, meias-calças discretas outras escuras, quase como calças. O conjunto pernas / pés sempre chegam a uma harmonia impar, coroada com a individualidade de cada uma, formando o suporte ideal para carregar o corpo de uma rainha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda que escrevesse um livro que fizesse a o dicionário Aurélio parecer uma simples revista em quadrinhos, não conseguiria exprimir em simples palavras tudo aquilo que se passa, que sinto e que penso sobre as mulheres, minhas deusas! Minhas amadas mulheres! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez afirmo e grito, a plenos pulmões e com todas as minhas forças, que EU GOSTO É DE MULHER!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-5452084045923004518?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BCN32OGkwoAx4tNaSGe9QLk1hjg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BCN32OGkwoAx4tNaSGe9QLk1hjg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/cM3Y9vQ4Xa4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/5452084045923004518/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=5452084045923004518&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/5452084045923004518?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/5452084045923004518?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/cM3Y9vQ4Xa4/eu-gosto-de-mulher-2.html" title="Eu gosto é de mulher! [2]" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2008/12/eu-gosto-de-mulher-2.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ADQHozeSp7ImA9WxVRFEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-1645565672822281961</id><published>2008-12-02T07:52:00.000-08:00</published><updated>2009-01-20T12:02:51.481-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-20T12:02:51.481-08:00</app:edited><title>Até o Diabo tem os seus demônios!</title><content type="html">- Aaaaaaah, maldito seja esse dia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brada Lúcifer ao acordar e enfiar o pé numa poça de ácido deixada por Cérbero aos pés de sua cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir a delicadeza proferida pelo Senhor do Inferno, sua mulher já avisa: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não vem não, heim, hoje eu to com o capeta no corpo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então suspira o Demo com ar de desejo, lembrando que a sua mulher estava de TPM!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah se fosse verdade que eu estivesse dentro daquele corpinho pecaminoso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a pior parte ainda estava por vir: Os chifres! Dormir de chifres é uma coisa totalmente desconfortável e é a esposa do Pé-rachado que tem a incumbência de cuidar da manutenção dos chifres do maridão, fazendo com que eles cresçam, diminuam, brilhem mais ou menos, que sejam como os de um boi, um bode ou de um veado (ahuahuhuaa). É ela quem os retira e os repõe, todo santo, ops... todo diabólico dia! E, nesse dia do cão, não poderia ser diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos fundos da habitação de enxofre, o Anjo da Perdição pode ouvir os cascos de sua esposa batendo fortes contra o chão, ele coça a cabeça, bem onde os chifres se encaixam, abaixa o crânio e nem tem coragem de olhar para a face enfurecida de sua “amada”. O som dos estalos dos cascos no piso de mármore só aumenta enquanto ele se contrai todo e trava o maxilar, já esperando o inevitável. A espera não é longa, em menos de dois segundos um estrondo é ouvido e um dor de cabeça absurda invade o crânio de Satã. Ao abrir os olhos ele vê sua diaba predileta na sua frente, se olhando no espelho e praguejando: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou imensa, toda inchada com esta merda de TPM, eu ODEIO ficar assim, olha pra isso! – Ela esta com um peito em cada mão - Olha o tamanho do meu peito, eu to que nem uma vaca holandesa leiteira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela cena fez, naturalmente, com que ele se animasse, já ia se levantando, todo alegre, serelepe e pimpão, prontinho para se divertir com a patroa e, antes que ele encostasse a ponta de uma de suas garras nela, sem nem mesmo olhar para trás, a senhora do Senhor do Tártaro disparou cruelmente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lulu, nem pense em me tocar, estou moooooorta de dor de cabeça e vá trabalhar, você já esta atrasado! Já pus os seus chifres de hoje, queridinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa explosão de labaredas, enxofre, lacraias, escorpiões e outras pragas, Satanás explodiu, ainda cuspindo fogo e pragas pela boca, praguejou: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você sabe que eu odeio quando você me chama assim e me dá ordens, você sabe que eu odeio! ODEIO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, com o ar mais sínico do mundo, a patroa respondeu: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nossa, monstro, ta nervoso? Lulu é seu apelidinho, Lú-ci-fer! Agora, se continuar com esse teatrinho, vai ficar em greve de sexo, orgias e depravações por um século! E tenho dito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a maldita diaba saiu batendo os cascos no chão e rebolando os quadris junto com o rabo em forma de seta. Agora, sem ter o que fazer diante daquilo, o Anjo caído só fez suspirar, pegar o tridente, olhar no espelho o gigantesco e pesado parte chifres que a sua senhora havia providenciado para hoje, tomar duas aspirinas para sua dor de cabeça e sair de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Carcará Sanguinolento já estava se afastando de casa, sua esposinha poe a cabeça para fora da janela e grita:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E não se atrase, Lulu, mamãe vem para jantar conosco e passar o fim de semana! E ela vai trazer o namorado novo para nós conhecermos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instantaneamente chamas se acenderam sobre a cabeça do Senhor dos encostos, bem entre os seus chifres e assim ele seguiu até o trabalho. Sendo assim, notando a irritação do mestre daquelas cercanias, ninguém ousou falar com ele...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirando o incidente de pisar em um monte de merda de dragão, o caminho de casa até o purgatório foi bem tranqüilo, afinal de contas, o inferno é dele. Mas, como não poderia deixar de ser, para sua surpresa e insatisfação, o inferno estava apagado. Nem uma misera faísca saindo das bocas infernais, nem um gritinho de dor. Mais uma vez ele explode em fogo, enxofre e blá, blá, blá! Pragas e mais pragas! Satã havia esquecido de pagar a conta do gás! Aquilo estava “ótimo”! Sem perder tempo ele grita por um capetinha-estagiário (ou um estagiário-capetinha) e manda ele ir voando pagar a maldita conta! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto, um dos problemas estava resolvido, em uma hora o gás retorna ainda fraco, é verdade, mas já dá para ir começando bem os trabalhos do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resto dia parece correr normal, três políticos novos chegando, muitos bandidos, alguns policiais, um grupo de terroristas e ate as ilustres chegadas de um presidente ditador, um padre pedófilo e um pastor ladrão. Dois capetinhas tentaram assumir o lugar de senhor do inferno e foram devidamente empalados e sodomizados. O dia até que foi morto, só com dois maremotos e uns deslizamentos de terra ninguém consegue ser feliz! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como nada poderia ficar bem o tempo todo, no meio do dia sua esposa ligou avisando que teria que fazer compras, já que ela sempre reclamava de nunca ter nada em casa e que passaria no trabalho para apanhá-lo, que sua mãe já estava em casa e que ela havia chegado com o namorado novo. (Claro, narrando assim parece que foi uma misera conversa de dois minutos, mas meia hora não deu nem para ela falar só sobre os espaços vazios na dispensa e na geladeira!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo fez com que algumas veias brotassem na testa do Capeta: a velha cabra infernal estava na sua casa, comendo da sua comida, vendo da sua TV e ainda havia levado um merda de um namorado velho, gordo, abusado e que também ficara na sua casa. Aquilo fez com que as chamas voltassem a se acender entre seus chifres, mas agora com uma intensidade bem maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a ligação os segundos, minutos e horas voaram como se não estivessem sendo contabilizados e logo era chegada a hora, sua esposa chegou, metida num vestido Prada, totalmente provocante, com um decote que ia quase ate o umbigo e com cara de estar totalmente puta da vida. Ao entrar no carro ele nem se quer teve coragem de perguntar o que havia acontecido. O Coisa ruim nem bem olhou para seu “amorzinho” e ela disparou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você esta atrasado cinco minutos, minha vida é um inferno, minha mãe te odeia, eu te odeio e você vai tratar ela muito bem, por que ela esta com o namorado! E ai de você se ficar de coisinha com ele, sei muito bem que vocês se conhecem e já foram amigos, portanto, comporte-se! Ouviu bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas palavras bateram na cabeça de Lúcifer como uma marreta em um sino! Eles se conheciam? Então aquilo não poderia ser tão ruim assim! Uma faísca de esperança surgiu na escuridão, talvez o fim de semana não fosse tão infernal quanto parecia ser!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto seguia, o Badubá do pé preto ia remoendo seus pensamentos de ódio para com a sogra e, sem ter coragem de soltar uma única palavra, o Demo apenas se contenta com um sim muito tímido feito com o balançar de sua cabeça cornuda, mas somente quando era indagado por sua esposa. E, assim como seguiu toda a viagem (com ela falando ele concordando em pleno silêncio), as compras foram realizadas, toneladas de compras, diga-se de passagem! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegaram em casa, ele já conseguia ouvir os rugidos daquela besta milenar que ele, agourentamente, chamava de sogra. Pra variar ele teve que carregar sozinho todas as compras até em casa, ouvir os insultos de sua esposa, agora somados aos do dragão de sete cabeças que havia parido sua senhora! Após esta pequena recepção calorosa, só restava a ele conhecer seu novo “sogro”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena era aterradora, ele dobrou o corredor que dava da cozinha para a sala e viu sua TV ligada numa altura absurda em um canal de vendas qualquer, um sujeitinho estava sentado em sua cadeira, bebendo sua cerveja e comendo seus amendoins. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nova labareda se acendeu sobre a cabeça de Satanás, seus olhos se tornaram vermelhos, suas garras cresceram e veneno começou a pingar de sua boca, aquilo era demais para ele! E, quando estava a ponto de explodir, a voz do traste que era sua sogra, chegou ate os seus ouvidos, claro, em coro com o de sua esposa, fazendo com que as chamas da sua cabeça se intensificassem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oh, seu bundão! Faz de conta que você tem um mínimo de educação e cumprimenta o meu namorado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É isso mesmo Lulu, da um “oi” para o meu novo padrasto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Lulu, Lulu, Lulu, Lulu...” Aquilo martelou na sua cabeça, fazendo com que ele perdesse o controle, com um único movimento, Lúcifer agarrou sua cadeira e a fez girar até que o carinha ficasse de frente para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Totalmente aterrorizado com a visão, o Diabo soltou um grito tão estridente e agudo, como uma menininha histérica assustada como uma barata, explodiu em labaredas e desmaiou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem que estava na cadeira explodiu em gargalhadas enquanto a sogra do capeta se entortava de tanto rir e comentava com a sua filha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É minha filha, acho que foi demais para este traste do seu marido descobrir que eu estava namorando com Deus!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-1645565672822281961?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Cje6oiYHjV6LTvBFkctkYbVX_H8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Cje6oiYHjV6LTvBFkctkYbVX_H8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/gVxhE8v1hrA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/1645565672822281961/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=1645565672822281961&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/1645565672822281961?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/1645565672822281961?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/gVxhE8v1hrA/at-o-diabo-tem-os-seus-demnios.html" title="Até o Diabo tem os seus demônios!" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2008/12/at-o-diabo-tem-os-seus-demnios.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEAAQHo6eSp7ImA9WxRUFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-1685010632422673461</id><published>2008-11-25T09:05:00.001-08:00</published><updated>2008-11-25T09:05:41.411-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-25T09:05:41.411-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="como" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="queria" /><title>Como queria...</title><content type="html">Ah moça,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como queria que você soubesse como adoro seu sorriso lindo, largo, claro, sincero e que ilumina tanto seu rosto, queria que soubesse como adoro a maneira como você franze o nariz quando sorri!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria que soubesse como admiro olhar seu rosto com esta expressão de felicidade e esse ar de tranquilidade, como admiro a forma como sua testa fica quando esta preocupada, pensativa ou compenetrada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu fico sem ação vendo você arrumar o cabelo atrás da orelha e como faz seus óculos voltarem para o lugar, vendo você ter qualquer ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria que você soubesse como posso passar horas ouvindo você falar com alegria sobre todo o que pensa e que planeja para sua vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como queria que você soubesse que eu daria o mundo para ver mais e mais uma vez o seu olhar tão carinhoso e doce, como eu construiria novamente o mar e as estrelas só para ver você olhando assim para mim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sei que você nunca saberá, sei que nunca saberá, nunca. &lt;br /&gt;Não é por mim que você sorri, não é por mim que a felicidade esta no seu rosto, não é por mim que seu olhar brilha, não é por mim que você faz planos, não é por mim que você se preocupa, não é por mim... É por ele...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo assim, como queria que você soubesse...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-1685010632422673461?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/epSZ3F6laftqNuJnwkQxqnEVj8Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/epSZ3F6laftqNuJnwkQxqnEVj8Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/JYYttp-QR4Y" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/1685010632422673461/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=1685010632422673461&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/1685010632422673461?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/1685010632422673461?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/JYYttp-QR4Y/como-queria.html" title="Como queria..." /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2008/11/como-queria.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QCSXcycCp7ImA9WxRVFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-5503951574690041552</id><published>2008-11-13T04:58:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T05:02:48.998-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-13T05:02:48.998-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="de" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="um" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="paz" /><title>Cenas de um dia de paz</title><content type="html">O chão sob seus pés é fofo e parece afundar conforme você caminha. Sua garganta está arranhando quando a saliva é engolida, ao olhar para esquerda um amigo é avistado e ele acena para você, com o mesmo gesto você retribui. A caminhada termina, o vendo sopra com força, mas não é suficiente para secar o suor que corre na sua testa, uma gosta insiste em irritar seu olho quando você pisca tentando se livrar dela, sem se importar com a mão suja de lama e grama você limpa o suor da testa e de seus olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um som estridente é ouvido e logo em seguida suas pernas se movimentam alucinadamente, ao mesmo tempo em que o nome de uma pessoa é ouvido. O seu movimento muda bruscamente de direção, agora a corrida é em direção a uma pessoa que tenta se livrar do amigo que havia acenado para você. Num movimento rápido você se abaixa, se mete por baixo de toda a confusão, agarra a camisa e o short do seu amigo que este no chão, trava as chuteiras no solo e empurra com toda força. Suas orelhas são esmagadas e alguma coisa bate contra sua cabeça, mas nada importa, você deve proteger seu amigo e a bola... Ah a bola! Ela é o objeto do seu desejo nesse dia! É por ela que sua vontade te move, você a deseja, a quer perto do sue corpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rapidamente ela é retirada de todo aquele caos, de todo aquele amontoado de pessoas, pernas, braços, chuteiras, cabeçadas, pisadas bruscas, lama, suor e grama. Dor, sua companheira desses momentos. Algumas partes do seu corpo doem muito e outras ainda estão dormentes, parecem formigar. Você ainda nem conseguiu entender a dor e já esta de pé, correndo atrás da bola. Um estalo e a dor no seu pescoço parece dar uma trégua, o joelho não responde como deveria, mas isso não importa, a bola importa! Rapidamente você a localiza e observa seu trajeto de mão em mão, é lindo! Como um balé brutal, dançado nos ares, ela segue. Agora ela está peto de você, seu desejo aumenta e a corrida em sua direção é praticamente instintiva. Agora ela está a poucos passos e sem conseguir mais se segurar você clama por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso funciona e acontece: voando ela se encaixa perfeitamente entre suas mãos, como a cintura de uma bela mulher, com corpo escultural. Num único movimento ela é retida pelos seus dedos e forçada contra seu peito. A corrida continua e passo após passo, o avanço é visivelmente rápido. Com uma das mãos você a mantém presa junto ao seu corpo e com a outra, feroz e preciso, afasta para longe de si “um adversário qualquer” que tentou retirá-la de seu poder. Os passos se seguem, mas logo ocorre um violento impacto, mais estalo e a dor vem forte, seu joelho não está como deveria! E isso não importa, a glória foi alcançada, a bola foi posta onde deveria estar, no fim do campo adversário! A dor é logo esquecida e substituída pela alegria de ser saudado pelos seus amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você precisa se levantar, receber alguns abraços e cumprimentos, se concentrar, pois o momento acabou, vai acontecer tudo novamente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a minha paz, isso é o rugby, é assim que vivo bem, é isso que amo, é isso que quero para mim!&lt;br /&gt;Nas sábias palavras de um velho amigo do rugby: "Não há nada que um dia de rugby não cure!"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-5503951574690041552?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YJVHY2xUjOOVWefle4LHW9rkPAQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YJVHY2xUjOOVWefle4LHW9rkPAQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/Tzbu19IAeQw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/5503951574690041552/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=5503951574690041552&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/5503951574690041552?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/5503951574690041552?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/Tzbu19IAeQw/cenas-de-um-dia-de-paz.html" title="Cenas de um dia de paz" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2008/11/cenas-de-um-dia-de-paz.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkMGRng4eCp7ImA9WxRVFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-7725489190724410590</id><published>2008-11-04T11:37:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T04:47:07.630-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-13T04:47:07.630-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="assim" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ainda" /><title>Ainda assim...</title><content type="html">Quanta injustiça a vida, ainda que viva mais de mil anos não vou entender, como se passa e o que se passou. Assim teria eu te amado com forças, desejos e paixão. Mas o acaso, trôpego e desatinado, não quis que assim fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi trágico e feio, não para você ou para ele, entretanto, sim para mim. Abrir meu peito, expor minha fraqueza com franqueza, te mostrei minha impossibilidade de te possuir. Mostrar como sou de papel, tão suave que se desfaz com uma gota de chuva, mostrar que a rocha, que parece firme, é tão sutil e etérea quanto uma parede de fumaça, que o seu não fez questão de destruir e espalhar no ar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, fez ventar forte e fazer a fumaça da minha falsa força se espalhar para nunca mais se juntar, passando com ele, com outro, sobre os cacos do que eu fui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas quis ver-te andado, suave como pétala de flor delicada em dia de brisa quente de verão, vindo em minha direção, com braços abertos, demonstrando saudade e vontade de me ver! Queria somente poder imaginar que teria teu sorriso, nem que por um segundo, por pena ou por desculpa para me dispensar, entretanto, nem isso posso ter, pois sei que me despreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, quanta injustiça a vida, não entendo como um ser anjo por fora pode possuir alma de demônio, como a beleza pode esconder tanta indiferença e superficialidade. Não entendo como Deus permite que pobres e pequenos corações sejam conquistados e destruídos, mas mesmo assim, apesar da maldade e da indiferença, ainda assim entregaria o meu a você, para que o destruísse novamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-7725489190724410590?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mdo4cfPKkHbe3vf9nhUwWTE4YVc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mdo4cfPKkHbe3vf9nhUwWTE4YVc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mdo4cfPKkHbe3vf9nhUwWTE4YVc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mdo4cfPKkHbe3vf9nhUwWTE4YVc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/sQf2vXjlN40" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/7725489190724410590/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=7725489190724410590&amp;isPopup=true" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/7725489190724410590?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/7725489190724410590?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/sQf2vXjlN40/ainda-assim.html" title="Ainda assim..." /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2008/11/ainda-assim.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08BQn89eip7ImA9WxRVEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-2502728401412324297</id><published>2008-09-30T13:18:00.001-07:00</published><updated>2008-11-06T12:04:13.162-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-06T12:04:13.162-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="calcinha" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bege" /><title>Calcinha bege</title><content type="html">Misericórdia, Deus que me perdoe, mas vou começar esse texto pedindo minhas sinceras desculpas para quem usa, só que é o fim do mundo ver uma mulher com calcinha bege! BEGE??? Não façam isso, por favor, eu imploro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é isso minha gente? Eu não tenho nada contra o modelito da calcinha, pode ser ela tipo cueca, tipo tanga, tipo shortinho, mais larguinha, mais apertada, tipo asa delta, ou então só o famoso barbante cheiroso, seja lá qual for o tipo, não tenho o menor problema! Também não há nenhuma restrição quanto a coloração e as estampas, que venham as onças, as zebras, as vaquinhas, as verdes, rosas, com nomes de banda, com os dias da semana, ou até aquelas com frases infames do tipo “entre sem bater”! Até as que não usam calcinha são mais felizes na sua escolha, mas a escolha pela calcinha (ecat) bege eu não consigo entender!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pelo amor do santo Cristo, não me apareça com uma calcinha bege, isso é um ultraje, é uma coisa que inexiste, é o fim! Arrisco-me a dizer que é quase uma falta de respeito! Se houver algum homem que não olha para bunda de alguma mulher é hipócrita! Então, quando rola aquela sacada numa bela bunda, ela rebola de um lado para outro, parece dizer o sue nome enquanto se movimenta num ciclo hipnótico dentro daquelas vestes apertadas que dão a impressão de terem sido costuradas sobre seu corpo ao invés de vestidas, seu pescoço faz com que sua cabeça, sem que você perceba, siga esse movimento cíclico, sem perder nenhum movimento, um fio de baba até ameaça escorrer pelo canto da boca entreaberta, até o momento em que ela para! É agora... Seguem-se segundos de apreensão e, finalmente, ela se abaixa para arrumar alguma coisa na calça estranguladoramente apertada ou na sandália e, para o fim do seu universo, assim como um belo vitral estilhaçado com uma pedrada, lá esta ela, a calcinha bege! A MALDITA BEGE! Mas por qual motivo tinha que ser logo bege? Por que raios tem que ser dessa cor, por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não existe nada mais blasé do uma calcinha bege. É exatamente como você receber um presente maravilhoso (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;pra mim é realmente maravilhoso&lt;/span&gt;), que você quer muito (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;e eu quero rs rs&lt;/span&gt;) embrulhado em papel de pão! É isso sabe? A preparação, o embrulho, a entrada, a apresentação visual, vai tuda por água abaixo! Mas atentem para um detalhe: Não estou dizendo que calcinha cor de pele é estranho, até por que um negra com uma calcinha preta é o mundo se acabando, mas uma negra, uma morena, uma branca, uma azul, uma rosa, uma vermelha ou qualquer outra mulher com uma calcinha bege... Aff... É algo que faz lembrar as calçolas de uma senhora de 80 anos penduradas em um varal no quintal da casa dela, expostas, tão estranhas e bege!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, me sinto melhor agora, desabafo feito! Por favor, evitem isso, é um pedido de coração! E sei que muitos amigos compartilham deste mesmo pensamento comigo, ate por que este texto surgiu das conversas com um amigo da facul, não faz muito tempo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensem nisso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-2502728401412324297?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EoeskJxBlbANC-ryheiYhGCb4aQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EoeskJxBlbANC-ryheiYhGCb4aQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/J4RnRFfVA6o" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/2502728401412324297/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=2502728401412324297&amp;isPopup=true" title="16 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/2502728401412324297?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/2502728401412324297?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/J4RnRFfVA6o/calcinha-bege.html" title="Calcinha bege" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>16</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2008/09/calcinha-bege.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08HRns6eip7ImA9WxRVEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-8946979191503673606</id><published>2008-09-17T14:09:00.000-07:00</published><updated>2008-11-06T12:03:57.512-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-06T12:03:57.512-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cinza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="de" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="profundo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="um" /><title>Cenas de um cinza profundo</title><content type="html">Céus da cor do chumbo, com nuvens espessas e estranhamente escuras em revolução, em movimentos como se estivesse se contorcendo de dor.&lt;br /&gt;Ventos soprando de forma rude, fazendo com que as aves percam seu rumo, os senhores seus chapéus e as senhoras suas saias. Os cabelos e agitam, as arvores se entortam como se estivessem prestes a se partir. É possível ouvir alguns galhos estalando, sedo subjugados pela força dos ventos.&lt;br /&gt;Relâmpagos rasgam o céu como houvesse nele algo de misterioso escrito, trovões gritam, anunciam o espetáculo medonho que está por vir, assim como um apresentador berra para a platéia que um show bizarro irá iniciar. &lt;br /&gt;As folhas são arremessadas nos ares com fúria e a poeira se agita de forma infernal, se erguendo em uma cortina que cega aqueles que ousam desafiá-la e não protegem seus olhos.&lt;br /&gt;Em instantes o vento frio, carregado de poeira, vem acompanhado com as primeiras gotas de chuva. De inicio um leve chuvisco carregado pelas lufadas, mas, logo, grossas gotas de chuva caem de forma feroz, despencando sobre todos, molhando tudo, quase, instantaneamente. Despencam com tamanha força, como se quisessem perfurar o solo. &lt;br /&gt;Os raios continuam a cair e os trovões rugem cada vez mais altos. Clarões, que partem os céus ao meio, disparam suas luzes furtivas para todos os lados realçando os detalhes pálidos de um dia cinza.&lt;br /&gt;A quantidade de água é absurda. Os ventos continuam a castigar, mas agora embalam a chuva e isso causa uma nauseante visão de uma malha d’água.&lt;br /&gt;Esta combinação faz com que o dia se torne mais escuro, mais cinza, mais intenso, mais sombrio, mais obscuro, mais trevoso, mais carregado, mais medonho, mais assustador. Capaz de atormentar qualquer mente mais fraca. Trazendo lembranças pesarosas as pessoas que assistem a este espetáculo escuro da natureza.&lt;br /&gt;Uma sinfonia é ouvida, o som constante da chuva se encontrado com o solo, o vendo entortando e quebrando galhos, os trovões como gritos de gigantes... Tudo isso se alternando em uma sinfonia de medo e destruição.&lt;br /&gt;Muitos correram e se abrigaram, muitos fugiram com medo, não entendem o que se passa. Eu fiquei. Eu continuo, eu estou. O vento toca meu rosto, molha meus cabelos e encharca a minha roupa. As gotas escorrem pelo meu rosto e o vento faz com que meu corpo quase saia do lugar, mas eu continuo.&lt;br /&gt;Isso me faz bem, isso me faz sentir paz no meio do caos, isso faz com que as pessoas do folclore cotidiano se afastem.&lt;br /&gt;A chuva continua alheia a minha presença, os ventos continuam a rodopiar, levando e trazendo toda água, fazendo as árvores dançarem, os raios e relâmpagos despencando e os trovões berrando, ecoando pelos cantos. Os animais, sendo eles humanos ou não, continuam escondidos, com medo do espetáculo naturalmente sombrio.&lt;br /&gt;Este espetáculo eu assisto, apenas assisto e continuo ali, parado, apenas observado. Pois ele me faz bem, me acalma, me tranqüiliza e me traz paz... &lt;br /&gt;Sozinho...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-8946979191503673606?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PeqNMW5jZrZbMHigifn02qyFBh0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PeqNMW5jZrZbMHigifn02qyFBh0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/osvF_pLWKTo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/8946979191503673606/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=8946979191503673606&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/8946979191503673606?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/8946979191503673606?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/osvF_pLWKTo/cenas-de-um-cinza-profundo.html" title="Cenas de um cinza profundo" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2008/09/cenas-de-um-cinza-profundo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0AMRHg5eip7ImA9WxRVEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-7124069860430205082</id><published>2008-09-02T18:08:00.000-07:00</published><updated>2008-11-06T12:03:05.622-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-06T12:03:05.622-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="biólogo" /><title>Biólogo</title><content type="html">&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///D:%5CDOCUME%7E1%5Crafael%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:officedocumentsettings&gt;   &lt;o:relyonvml/&gt;   &lt;o:allowpng/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///D:%5CDOCUME%7E1%5Crafael%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///D:%5CDOCUME%7E1%5Crafael%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:0 0 0 0 0 0 0 0 0 0; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 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É uma pessoinha que não sabe ficar quieta quando alguma coisa a incomoda! Que perde o sono quando não sabe alguma coisa, que não consegue descansar até descobrir como aconteceu e por que aconteceu! Que quer entender como foi e fazer acontecer de novo!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Biólogo é aquela pessoa que para só para ver um insetinho pousado em uma folha! É o seu amigo que te dá um susto na rua ao mandar você pular uma trilha de formigas! É ele que vai fazer você ficar assistindo por horas aquele documentário mais chato do mundo sobre reprodução dos moluscos bivalves e vai ter espasmos orgásticos ao comentar cada cena que se passa!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Biólogo é um tipo de gente complicada que gosta de chamar por um palavrão um bichinho que tem um nome pequenininho! Que gosta de chamar homem de primata, inseto de artrópode e planta de gimnosperma! E ainda faz uns pensamentos filosóficos se somos realmente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sapiens&lt;/span&gt;, por estarmos destruindo nosso planeta.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Biólogo é aquele que tem um brilho no olhar quando fala da célula que conseguiu observar, pela primeira vez sozinho, no microscópio da faculdade. Que tem um sorriso largo no rosto ao te mostrar a joaninha (que um biólogo não leia isso aqui) que ele coletou ontem no jardim da casa dele.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Biólogo é o seu vizinho que você chama para matar aquela &lt;span style="font-style: italic;"&gt;blattaria &lt;/span&gt;(ou barata, foi isso que ele me ensinou) que apareceu no seu apartamento, mas ele insiste em pegar aquele bicho nojento e simplesmente jogar pela janela. É aquela pessoa, as vezes até seu filho, que quase te faz gostar das formigas e moscas que aparecem na sua cozinha e das lagartas nas suas plantas.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Biólogo é aquele que nasce para observar o mundo e questionar tudo ao seu redor. É aquele que é privilegiado por ter o mundo como seu laboratório, como seu campo de coletas. Por ter o mundo como seu refúgio, seu local sagrado.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas, infelizmente, você não escolhe ser biólogo! Não! Muitos até tentam, eu já vi, mas, na realidade, você nasce biólogo e segue assim sua vida toda! O óvulo é fecundado, a criança é gerada, nasce, cresce, vive, morre, se decompõe, segue todo o ciclo do carbono, da água, do fósforo e de outras substâncias, sendo sempre biólogo. Estudando e se integrando ao meio, se incomodando com aquilo que não entende, querendo sempre saber mais, entender e compreender! E sempre tentando partilhar com todos a alegria de ser biólogo!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Parabéns a todos nós, biólogos! &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-7124069860430205082?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hud5bYZ8zCoXNVh7CaJ8R567y4I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hud5bYZ8zCoXNVh7CaJ8R567y4I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hud5bYZ8zCoXNVh7CaJ8R567y4I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hud5bYZ8zCoXNVh7CaJ8R567y4I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/PXVAj-0lU1Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/7124069860430205082/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=7124069860430205082&amp;isPopup=true" title="15 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/7124069860430205082?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/7124069860430205082?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/PXVAj-0lU1Q/bilogo.html" title="Biólogo" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>15</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2008/09/bilogo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ABR384cCp7ImA9WxRVEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-7684243613953073402</id><published>2008-08-26T08:54:00.000-07:00</published><updated>2008-11-06T12:02:36.138-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-06T12:02:36.138-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="convicto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ogrossexual" /><title>Ogrossexual convicto</title><content type="html">&lt;p class="MsoNormal"&gt;É isso, estou me assumindo! De peito aberto e sem vergonha! Assumo e grito aos quatro cantos: Sou um ogrossexual, convicto! Pleno de minhas decisões e pensamentos!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Bem vindos à era da simplicidade, energia e objetividade! Ogrossexuais, uni-vos! Mas não muito, não quero muito contato com outros da minha “espécie”!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois deste brado de liberdade as explicações: Depois da invenção de tantas e tantas classificações para os homens, eu sempre acabava por não em sentir encaixado em nenhuma delas! Sempre tinha um ponto que eu não concordava, que não ficava legal! Vejamos os exemplos:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Heterossexual&lt;/span&gt;: Aquele que tem atração pelo sexo oposto! (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Opaaaaaaaa, aí eu me encaixo, mas é muito simples... Vamos à diante&lt;/span&gt;)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Retrossexual&lt;/span&gt;: É aquele tipo de animal (isso não é gente) que acha que mulher não pode estudar, tem que ficar em casa, lavar, passar, cozinhas e parir tantos filhos quanto conseguir! (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faça-me o favor, não vou nem comentar!&lt;/span&gt;)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Metrossexual&lt;/span&gt;: É aquele tipo de cara que gosta de passar o dia nas compras, arranjar as unhas, ir ao cabeleireiro fazer luzes, cuidar excessivamente do corpo, usa cremes para pele e outros tipos de cuidados! (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Totalmente superficiais e meio ridículos que eu não tenho a menor paciência e, muito dificilmente, vou passar a ter... Esses caras devem ter uma ereção quando se olham no espelho!&lt;/span&gt;)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Uberssexual&lt;/span&gt;: É um cara bem confiante de si, é másculo e tem compromisso com as coisas da vida, tem a cabeça no lugar! Geralmente mulheres mais novas que ele. (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;É, acho que ate dava para me encaixar ai, mas tá muito serio, muito maduro, muito “40 ano”!&lt;/span&gt;)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tecnossexual&lt;/span&gt;: Em rápidas palavras seria o cara vidradão em tecnologia, atualidades e filmes de ficção, mas que, ao contrario dos seus amigos que continuam nerds, ele deu uma virada na vida e passou a usar as calças abaixo do umbigo, deixou o cabelos despenteados e aprendeu a se relacionar sem medo e sem gaguejar com o sexo. (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tá bom, eu assumo, eu posso me encaixar perfeitamente aqui, mas ainda não é isso, ainda falta um toque, um “algo a mais”!&lt;/span&gt;)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E, finalmente...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ogrossexual&lt;/span&gt;: Reconheço que, a princípio, o termo assusta, mas com a explicação tudo melhora. O ogrossexual é o tipo de cara sem frecuras, não é cheio de nove-horas! É um cara objetivo, que não perde tempo com rodeios, fala logo o que quer, vai direto ao ponto. Obviamente que sabe tratar uma mulher (como disse em outro txt, &lt;a href="http://formulaletra.blogspot.com/2008/08/eu-gosto-de-mulher.html"&gt;Eu gosto de mulher!&lt;/a&gt;), sabe ser educado, mas, em geral, tem paciência curta quando rolam algumas frescurinhas e c* doce. É um cara que não costuma dar grandes importâncias para o visual, mas matem um mínimo de organização, cuida relativamente da saúde, gosta de esportes de macho (jiu-jitsu, corridas de stock car, vale tudo e rugby). Tem o gosto musical variado, mas tendendo a coisas mais brutas, como um bom rock pesado! É certo que algumas vezes vacila na educação do trato interpessoal, assim como na educação na hora de comer, mas nada que não possa ser relevado! Dá ate para dizer que é um pouco marrente, mas como ja disse, é uma boa pessoa!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enfim, posso dizer que é um heterossexual fundamentalista! Com suas qualidades e propriedades elevadas ao máximo!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas, ao contrario do que possa parecer, não tem nenhuma ligação com conceitos preconceituosos, é apenas um jeito de ser! (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Esse sim sou eu!&lt;/span&gt;)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-7684243613953073402?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Olhou o relógio na mesinha de cabeceira sem se importar muito com as horas, afinal ele havia olhando o mesmo relógio a menos de um minuto atrás. Olhou para a cama desarrumada onde estava sentado, ao lado dela estava a janela entreaberta, passava uma leve brisa, mas nada que causasse desconforto. Caminhou até o espelho, que ficava atrás da porta do sue quarto, se olhou bem e pensou que estava horrível, mas aquilo era o melhor que ele poderia fazer. Passou as mãos nos cabelos cheios de gel e perfeitamente penteados, arrumou os óculos que já escorregavam pelo seu nariz devido ao suor proveniente do nervosismo. Mais uma vez tateou os bolsos e encontrou o que já tinha certeza que estava lá.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Antes de sair de casa refez mentalmente, pela milésima vez, o caminho que sempre fazia e saiu. Caminhou apressado e seguiu determinado. Foi a pé, afinal ela não morava longe, na verdade eram apenas quatro quarteirões, no fim da rua. Seus passos eram os mais rápidos possíveis, mas pareciam estar levando ele para trás, quanto mais rápido andava, mais isso fazia com que ele pensasse estar parado. O nervosismo fazia com que aquela noite parecesse insuportavelmente quente, o suor já corria farto pela testa e lhe dava a certeza de que seu cabelo já estava bagunçado. O tênis desamarrou e os óculos embaçaram. Com a respiração ofegante, ainda no segundo quarteirão, ele parou, amarrou os cadarços e guardou os óculos no bolso da camisa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Agora tudo seguiu como uma digestão, quase tão automático e sem ser percebido. Era inevitável, estava quase em frente a casa dela, enfim seu destino se cumpriria, não tinha mais volta, era agora, agora! Mais uma vez tateou os bolsos! Mais uma vez e mais uma. Esfregou as mãos nas calças para tentar enxugar o suor. O ar parecia que não entrava pelo nariz, mas também parecia que não saia de sues pulmões, isso fazia com ele respirasse da maneira apressada e com curtos espaços de tempo entre a inspiração e a expiração. Seu coração aprecia sair na goela e tão apressado e apertado, a impressão é que seu tórax estava reduzido ao tamanho de uma caixa de fósforos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A rua chegou ao fim e bem no fim ela estava. Parecia que ela tinha sido avisada que ele estava chegando. Ela estava na janela e ele podia vê-la. Linda, como sempre, cabelos soltos, olhos fixos nele e um sorriso de nervoso estampado em sua face. Ela sabia, só podia ser, ela sabia, ele tinha certeza de que ela sabia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ele a viu e seu coração pareceu congelar por um segundo. Aquilo teria que ser perfeito, teria que ser da melhor forma possível, não poderia haver falhas. Tímida e nervosamente, apesar do tempo que já se conheciam, ele sorriu, sorriu e se alegrou. Os passos passaram a se tornar mais fáceis, e a distancia entre ele e a casa dela diminuía, agora, com uma velocidade incrível. Num piscar de olhos ele estava diante do seu objetivo. Diante dela. Suas pernas tremiam como se ele tivesse corrido por metade do mundo só para encontrá-la.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Como numa cena de filme antigo, ele parou sob a janela do quarto dela, estampou seu melhor sorriso e, com toda a força de seus pulmões, disse que a amava. Ele a chamou pelo nome e voltou a dizer que amava, mais forte do que antes. Sentiu seu coração se comprimir mais uma vez. O aperto em seu peito, e agora, na sua garganta fez com que algumas lágrimas viessem ate seus olhos. Heroicamente ele lutou contra ela, mas as lagrimas acabaram sendo mais fortes e rolaram pelo seu rosto. Ele nunca havia dito a ela, com tanta intensidade que a amava. Tão logo as primeiras lágrimas se uniram na ponta do seu queixo cuidadosamente barbeado, ele tratou de limpar seu rosto. Pôs a Mao nos bolsos e retirou uma caixa preta, recoberta de um material aveludado. Cuidadosamente ele a abriu e exibiu a aliança. Primeiro ele a olhou, mas logo em seguida a exibiu para sua amada, que agora também chorava.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O rapaz voltou a encher os pulmões e a pediu em casamento, ajoelhado sob sua janela. Ergueu-se e falou as mais belas juras de amor. Jurou estar com ela no altar, jurou estar com ela nas trevas e na luz, jurou beijar todo seu corpo, jurou olhar para ela com o olhar mais carinhoso que pudesse existir, jurou defende-la, jurou suas lágrimas e seu suor, jurou as mais belas rosas, jurou tudo o que poderia exemplificar seu amor, jurou sua vida, jurou a si mesmo para ela. Jurou seu amor, jurou amá-la. As lágrimas vinham fartas ate seu rosto, mas ele não se importava mais com isso, apenas estava ansioso querendo saber dela a resposta e mais uma vez ele a pediu em casamento. Ela sorria e chorava de sua janela e, num súbito, ela sumiu para reaparecer na porta de sua casa, com passos rápidos e largos ela correu ate o rapaz, que as esperava de braços abertos e com os olhos cerrados, na certeza de um abraço e um sim.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ele sorria e aguardava, mas... Mas alguma coisa estava errada, ela não veio. O contato entre os corpos não aconteceu, ela não o abraçou. Ele abiu os olhos e a viu parada a alguns metros dele, estática. Com os braços cruzados e a cabeça baixa ela chorava, chorava como se estivesse prestes a morres, como se nada do que ela tivesse vivido valesse apena. Ele a viu assim e seu primeiro impulso foi partir para abraçá-la, mas, tão logo seus braços começaram a envolvê-la, ela tratou de se soltar e se distanciar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Com o rosto totalmente molhado pelas lágrimas, ela abriu a boca e deixou soltar várias lanças em forma de palavras que atingira direto no coração dele. Ela falava em ilusão, em falta de amor, falava em várias coisas sem sentido e sem conexão, mas o pior estava por vir. Ela falou em um outro alguém... Outro alguém, outra pessoa, outro homem, outro que fazia com que ela perdesse a cabeça e fazia com que ela perdesse a respiração! Outro que a havia roubado, outro que a havia tirado de seus braços. Logo após toda esta agressão ela apenas se desculpou, chorou, chorou muito e voltou a se desculpar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Desculpas? Isso não é o suficiente para reparar o estrago que estava feito. Ele podia sentir seu coração bater solto dentro de seu peito, como se ela estivesse oco, como se nada existisse dentro dele. As lagrimas em seu rosto pareciam ser ácido, seus olhos ardiam, sentia seu roto queimar raiva e dor. E, num ultimo gesto, ele terminou o que veio fazer, pegou a mão dela, pôs a caixa com aliança em sua mão, afinal, era um presente para ela, uma ultima prova do seu amor. Logo após se virou e começou a caminhar de volta para sua casa. Cada passo, cada distancia que tomava, cada vez que se afastava dela doía muito, doía mais do que qualquer outra coisa. Era o fim, tudo em vão, todo o amor que ele deu, tudo o que fez, todas as juras desperdiçadas, todas as cartas escritas, era o fim...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;“Só espero que seja feliz com quem você escolheu para te amar, te amo tanto que não consigo te odiar... Seja feliz!”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E aquilo era o fim!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O fim...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Outra história.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As horas não passavam, os minutos se arrastavam e pareciam brincar com sua dor. Ela já havia vestido três vestidos diferentes e combinado com cinco pares de sapatos e todas as fitas que havia no seu armário. Mais uma vez ela se olhou no espelho, viu como estava o caimento do vestido, ajeitou a parte de trás que implicantemente teimava em não ficar ajeitada sobre seus quadris. Mais uma vez penteou os cabelos, escolheu um cordão e um par de brincos e um anel.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Um anel, esta imagem martelava em sua mente, ela sabia, ela tinha certeza que hoje ele iria trazer o tão sonhado e agourento anel. Ela rezou para que este dia não chegasse, ela queria ater acertado tudo antes, ela queria ter tido coragem para não ter que passar por isso, mas não conseguiu. Ela não foi forte, não conseguiu e não resistiu, se entregou a outro, outro que não foi, que não era aquela que vinha para lhe trazer o anel, a aliança e as juras de amor, não seria ele.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O coração é algo burro, algo que, apesar de estar abaixo do cérebro, não cede as suas ordens, é um maldito insubordinado, ele não respeita nenhuma das suas vontades e age por vontade própria, ele é o grande vilão, ele fez isso tudo, ele armou este circo. Ele, o coração, é o grande culpado pela dor que sempre sente no fim. Ela não teve culpa, ela não pode ser culpada, ela apenas foi humana, ela apenas foi ela...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A todo instante ela olhava na janela, ele não morava longe e, em breve, iria aparecer na rua, eram poucos quarteirões, em breve... Em breve sue destino iria ser concluído. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ele apareceu, seus passos eram rápidos e decididos. Estava tão bonito, os cabelos penteados, sem os óculos que ela detestava, a camisa impecável. Ela sabia que ele iria fazer, sabia que os últimos momentos deles juntos estavam passando não voltariam a se repetir. Droga, por que ele andava tão rápido? Como ele andava rápido, era mais rápido que o normal. Em diversas outras vezes ela já havia feito isso, quase sempre ela ficava na janela de seu quarto vendo seu amado caminhar por sua rua, ficava olhando, como se estivesse velando pela segurança dos passos dele e ela seria a ultima vez, a última e dolorida vez.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Seus olhares se cruzaram, ele sorriu e parecia nervoso e ela não pode deixar de retribuir, um último sorriso, um último agrado. Pronto... Ele chegou, chegou para encarar o destino que ele havia imaginado, mas que seria roubado de sua mente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Como numa cena de filme antigo, ele parou sob sua janela, estampou seu melhor sorriso e, com toda a força de seus pulmões, disse que a amava. Aquilo foi como um tiro dado diretamente no meio de sua testa, isso sim foi pior do que qualquer tortura. Ela o ouviu chamá-la pelo nome e novamente voltou a dizer que a amava. Ela via a verdade em seus olhos, via que ele realmente a amava, e isso fazia com que ela quisesse a morte, pois não conseguiria, nem em mil anos, retribuir este sentimento. Ele falava aquilo com uma certeza nunca vista antes. Ele chorava, estava realmente emocionado com aquilo tudo. Ela não resistiu e deixou que as lágrimas lavassem sua face e elas vieram fortes e violentas, com tanta vontade que ela mal conseguiu segurar as pernas eretas, por pouco não caiu de joelhos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E o pior aconteceu, a aliança, o anel agourento, como ela pensava. Ele o trouxe e agora o exibia e pedia que ela se casasse com ele, como forma de consolidar o amor que ele achava que existia entre eles.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enquanto ela deixava as lágrimas em seu rosto pingarem no peitoral da janela, ele declarava as mais belas juras de amor. Juras que toda mulher daria a vida para ouvir e que levaria toda a vida em busca destas juras e, mesmo assim, nunca as ouviria. Aquilo era como se várias agulhas estivessem sendo cravadas embaixo de suas unhas. Ela não poderia resistir mais àquilo, ela precisava reagir, ela precisava... Como se seu corpo tivesse sido percorrido por uma corrente elétrica reanimadora, ela saiu correndo da janela, desceu as escadas e forma estabanada, quase batendo com a cabeça, quase caiu sobre a mesa da sala e, se fosse um pouco mais forte, teria arrancado a porta da sala, tamanha a força que empregou para abri-la. Ao ver ele em sua frente, um impulso fez com que ela corresse em sua direção, ele abriu os braços e ela quase se viu atirada em seus braços, mas um novo impulso fez com que ela estancasse a alguns metros dele. Em pé, com os braços cruzados e chorando, ela apenas o observava. Ele, de braços abertos, algumas lágrimas correndo pelo rosto e com um sorriso nos lábios, aguardava o abraço e sua amada, mas isso não aconteceu. Ela o viu abrir os olhos e caminhar sem sua direção, ele iria abraçá-la, mas isso não poderia ser, ela não podia deixar! Tudo aquilo já tinha ido muito além do que deveria ir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Assim que ela conseguiu se desvencilhar dele, simplesmente abriu a boca e vomitou tudo aquilo que lhe afligia o coração. Ela não sabe ao certo por quanto tempo falou, era como se todo seu corpo estivesse dormente, apenas sua boca se movia, deixando tudo aquilo sair, esvaziando a dor antiga de seu peito e fazendo com que seu coração se enchesse com uma nova dor. A dor de ver alguém como ele destruído dessa forma. Ele não merecia aquilo, mas também não merecia a mentira, não merecia ser enganado. A sinceridade foi a melhor forma que ela encontrou, a sinceridade foi, é e será sempre o melhor dos caminhos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ela não sabia o que fazer quando acabou, ela sentia seu corpo dormente, seu rosto formigava e apenas conseguia pedir desculpas por tudo aquilo. Em meio as suas desculpas um gesto fez com que sua boca se calasse. Ele pegou sua mão e depositou nela a caixa com a aliança que ele havia trazido. Aquela caixinha parecia queimar em suas mãos, como se uma maldição tivesse sido lançada, mas era apenas a culpa e o remorso se fazendo presentes. Tão logo ela sentiu a caixa em sua mão, viu ele se afastar, caminhava de volta para sua casa, caminhava cabisbaixo e sem ânimo, se retirou sem dizer nenhuma palavra&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enfim havia chegado o fim, aquele era o fim, enfim o fim... E ela não teve culpa, não pode ser culpada, não pode ser acusada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;“Me desculpe, por favor... Me desculpe!”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enfim o fim!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O fim...&lt;/p&gt;                 &lt;/div&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-4665247638328351885?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/I8l0tznfgppKfAgbMfda-VMSi0I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/I8l0tznfgppKfAgbMfda-VMSi0I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/I8l0tznfgppKfAgbMfda-VMSi0I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/I8l0tznfgppKfAgbMfda-VMSi0I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/dU-9BybBv7M" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/7087303905418702593/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=7087303905418702593&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/7087303905418702593?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/7087303905418702593?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/dU-9BybBv7M/constelao-voc.html" title="Constelação você" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2008/08/constelao-voc.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0AEQHY-eSp7ImA9WxRVEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-7782231752024166798</id><published>2008-08-22T10:05:00.002-07:00</published><updated>2008-11-06T12:01:41.851-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-06T12:01:41.851-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sinestesia" /><title>Sinestesia</title><content type="html">&lt;div class="asset-content"&gt;             &lt;div class="asset-body preview-links"&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Quem sabe, um dia, eu poderei ver o sabor do seu cheiro.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Sentir o cheiro da sua voz na minha pele.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Ouvir o suave som do seu toque na minha boca.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Sentir na minha pele a pressão do seu olhar.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;E ver todas as suas sensações através de você, como se olhasse em seus olhos!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Um dia...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Quem sabe...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;/div&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-7782231752024166798?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/joEReLMbl2nEKP5pCC0S9QRbDkc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/joEReLMbl2nEKP5pCC0S9QRbDkc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/joEReLMbl2nEKP5pCC0S9QRbDkc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/joEReLMbl2nEKP5pCC0S9QRbDkc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrmulaLetra/~4/tD7aPKkUwu0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://formulaletra.blogspot.com/feeds/7782231752024166798/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6511732807280483822&amp;postID=7782231752024166798&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/7782231752024166798?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6511732807280483822/posts/default/7782231752024166798?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/FrmulaLetra/~3/tD7aPKkUwu0/sinestesia.html" title="Sinestesia" /><author><name>Rafael</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14994758481860145640</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_2ZfKzZk8-vc/SWUMhzYwRII/AAAAAAAAAE8/-UYJNmll78U/S220/reduzida.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://formulaletra.blogspot.com/2008/08/sinestesia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0EMQnkyfyp7ImA9WxRVEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6511732807280483822.post-1361285901041842825</id><published>2008-08-22T10:05:00.001-07:00</published><updated>2008-11-06T12:01:23.797-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-06T12:01:23.797-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ou" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mulheres" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="das" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="não" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="o" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sim" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seria" /><title>O não (ou seria sim?) das mulheres</title><content type="html">&lt;div class="asset-content"&gt;             &lt;div class="asset-body preview-links"&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;O que existe nas entrelinhas de um não?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;O que se deve ler quando se recebe um não?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Uma negativa joga por terra as esperanças, &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Mas não é bem isso que se passa!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Já me foi dito que quanto maior o não,&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Maior é a vontade do sim!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Disseram-me uma vez que quanto mais empecilhos,&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Aí é que mora a maior vontade!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Mas como saber se o não é sim e se o sim é sim?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;E se o não for realmente não? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;E se o não tiver um sim espremido e reprimido,&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Com tanta força que, por mais que seja sim, continua como um não?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Ah sim, antes que me esqueça, as mulheres!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;É delas que, mais uma vez falo (ou escrevo, para os mais engraçados)! &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Juro que ainda faço promessa para entender isso! Para entender o dom que elas tem de dizer sim com um não! Céus, como elas conseguem complicar uma coisa tão simples e, ao se explicar, simplificam de tal forma uma coisa tão complexa que, mesmo quando explicada por elas mesmas, ainda volta a se tornar mais complexa que a relatividade das coisas!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;Espero que, sendo mulher, você me diga que não gostou desse texto, pois aí sim você terá gostado!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;/div&gt;          &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6511732807280483822-1361285901041842825?l=formulaletra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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