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Medicine/Natural Sciences</media:category><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle>Frutas,fruta exotica,mancaba,lichia,noni,abacaxi,fruta do conde,fruta,rambustão,mangostão,castanha do para,</itunes:subtitle><itunes:category text="Science &amp; Medicine"><itunes:category text="Natural Sciences" /></itunes:category><feedburner:feedFlare href="http://add.my.yahoo.com/rss?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FFrutasEFlresExticas" src="http://us.i1.yimg.com/us.yimg.com/i/us/my/addtomyyahoo4.gif">Subscribe with My Yahoo!</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.newsgator.com/ngs/subscriber/subext.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FFrutasEFlresExticas" src="http://www.newsgator.com/images/ngsub1.gif">Subscribe with NewsGator</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FFrutasEFlresExticas" src="http://o.aolcdn.com/favorites.my.aol.com/webmaster/ffclient/webroot/locale/en-US/images/myAOLButtonSmall.gif">Subscribe with My AOL</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.bloglines.com/sub/http://feeds.feedburner.com/FrutasEFlresExticas" src="http://www.bloglines.com/images/sub_modern11.gif">Subscribe with Bloglines</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.netvibes.com/subscribe.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FFrutasEFlresExticas" src="http://www.netvibes.com/img/add2netvibes.gif">Subscribe with Netvibes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://fusion.google.com/add?feedurl=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FFrutasEFlresExticas" src="http://buttons.googlesyndication.com/fusion/add.gif">Subscribe with Google</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.pageflakes.com/subscribe.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FFrutasEFlresExticas" src="http://www.pageflakes.com/ImageFile.ashx?instanceId=Static_4&amp;fileName=ATP_blu_91x17.gif">Subscribe with Pageflakes</feedburner:feedFlare><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-1923358149303994409</guid><pubDate>Tue, 21 Oct 2008 22:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-21T15:05:24.450-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cupuaçu</category><title>Cupuaçuzeiro</title><description>O cupuaçuzeiro (Theobroma grandiflorum) é uma fruteira nativa da região amazônica Geralmente é procurado pelo sabor típico de seus frutos, em que há o aproveitamento da polpa e das sementes pelas indústrias alimentícias e de cosméticos, em virtude de suas propriedades sensoriais e químicas. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SP5Rreen0NI/AAAAAAAABNk/5OWNXFActOQ/s1600-h/cupuacu.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SP5Rreen0NI/AAAAAAAABNk/5OWNXFActOQ/s400/cupuacu.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259731222173044946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O seu fruto mede de 12 a 15 cm de comprimento e tem de 10 a 12 cm de diâmetro, apresentando em média peso de 1 kg, sendo 30% de polpa e 35 sementes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser uma espécie de boa adaptação à sombra, o cupuaçu propicia a formação de consórcios com outras plantas de porte florestal, permitindo bons resultados econômicos e ecológicos. É uma fruta tropical com grande potencialidade econômica. Cada planta produz de 30 a 40 frutas por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CLIMA E SOLO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cultivo é recomendado em regiões com temperaturas médias anuais superiores a 5ºC, pluviosidade acima de 1000 mm bem distribuídos e umidade relativa do ar acima de 35%. É uma cultura adaptada em terra firme, podendo ser cultivada em solos de baixa, média e alta fertilidade, com boa estruturação física. Os solos mais recomendados são os areno-argilosos, profundos e com boa drenagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FORMAÇÃO DE MUDAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes devem vir de plantas matrizes produtivas e sadias e de frutos com boas características de rendimento de polpa.&lt;br /&gt;As sementes devem ser despolpadas e posteriormente lavadas e colocadas para secar à sombra por dois dias. A seguir, são colocadas diretamente em sacos de polietileno ou para germinação em leito de areia e pó de serra curtido na proporção 1:1.&lt;br /&gt;Em condições normais as mudas germinam após o décimo quinto dia. No caso de sementeira, podem ser transplantadas quando estiverem com 10 a 15 cm. Depois, devem ser mantidas em viveiro coberto até alcançarem 30 centímetros de altura (4 a 5 meses). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLANTIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cupuaçuzeiro desenvolve-se melhor com sombreamento nos dois primeiros anos, podendo ser cultivado a pleno sol ou em sombreamento pouco denso. Portanto, pode ser instalado em capoeiras ou em sistemas de consórcio com outras espécies como a bananeira, a pupunheira, a seringueira e outras plantas de porte florestal. O plantio das mudas deve ser feito em covas de 40 x 40 x 40 cm, adubadas com 10 litros de esterco curtido e mais 100 gramas de superfosfato triplo. Usa-se cobertura morta em volta das mudas, a fim de manter a umidade do solo e controlar o desenvolvimento de ervas daninhas.&lt;br /&gt;As mudas provenientes de sementes são plantadas quando atingem de 5 a 6 meses de idade e uma altura de 40 a 50 cm. Devem ser plantadas em espaçamentos que variam de 3 x 3 m até 8 x 8 m em triângulo eqüilátero.&lt;br /&gt;Antes do estabelecimento do pomar, recomendam-se dois tipos de sombreamento: o provisório - utilizando a cultura da bananeira em espaçamento de 3 x 3 m e um sombreamento definitivo, utilizando-se plantas de porte florestal de valor econômico, a exemplo de cajazeira e seringueira nos espaçamentos que variam de 15 x 15 m a 20 x 20 m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ADUBAÇÃO E CALAGEM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As adubações devem ser realizadas em função dos resultados da análise química do solo. No geral, as formulações e doses de adubos orgânicos e minerais preconizadas são baseadas em observações de natureza prática.&lt;br /&gt;Para solos de baixa fertilidade, recomendam-se os seguintes procedimentos de adubação:&lt;br /&gt;- Para o primeiro ano de plantio, 300g de formulação 10-28-20 (NPK) por planta, em 4 aplicações de 100g, com intervalo de 3 meses;&lt;br /&gt;- No segundo ano, 500g/planta, com o mesmo intervalo de aplicação;&lt;br /&gt;-A partir do terceiro ano, 200g/planta/aplicação, parcelada em três vezes no ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESPAÇAMENTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaçamento varia de acordo com o tipo de muda, que pode ser pé-franco (mudas formadas de sementes) ou enxertada. Para as mudas de pé-franco, recomenda-se o espaçamento de 7 x 7 m em triângulo eqüilátero, permitindo uma densidade de 244 plantas/ha. Para plantio das mudas de enxertia, que apresentam menor porte, recomenda-se o espaçamento de 6 x 6 m em triângulo eqüilátero, permitindo uma densidade de 319 plantas por hectare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATOS CULTURAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle de ervas daninhas ? as plantas daninhas dificultam o crescimento normal das plantas. Recomenda-se efetuar de dois a três coroamentos e até três limpas durante o ano.&lt;br /&gt;Podas ? as podas de formação e manutenção objetivam manter a planta com porte baixo, facilitar os tratos culturais e reduzir o impacto dos frutos na queda. A poda de formação é efetuada no primeiro ano de idade da planta, cortando-se o broto terminal após o primeiro ou segundo fuste para promover a divisão do tronco principal em dois. A poda de manutenção direciona a distribuição dos galhos e elimina os ramos indesejáveis, secos ou doentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COLHEITA E PRODUÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A colheita é realizada de quatro a cinco meses após a floração. A colheita é feita manualmente, duas ou três vezes por semana, coletando-se os frutos maduros após a queda. A partir das primeiras safras, as plantas começam a produzir em escala crescente, até a estabilização, que ocorre no quinto ano após o plantio.&lt;br /&gt;O rendimento médio do fruto é de 36% de polpa, 46% de casca e 18% de sementes. A produtividade média nas condições do sul da Bahia é de 40 frutos/planta/ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;COMERCIALIZAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exemplo da maioria dos produtos agrícolas, a comercialização do cupuaçu é feita diretamente do produtor para o intermediário, ou o produto é colocado nas Centrais de Abastecimento das regiões produtoras. Os preços variam em função do excesso ou escassez da produção. No sul da Bahia a comercialização é feita às margens de rodovia, em feiras livres e diretamente com as indústrias processadoras de polpas da região e até de outras regiões do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PRODUTOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cupuaçu é utilizado na elaboração de sorvete, néctar, doce, geléia, iogurte, licor, xarope, biscoito e bombom. Na culinária doméstica, a polpa tem larga aplicação, com destaque para cremes, pudins, tortas, bolos e pizzas. As sementes servem para a fabricação do cupulate, produto com características nutritivas similares às do chocolate; já a gordura, é utilizada na indústria de cosméticos.&lt;br /&gt;Para cada 100 kg de sementes frescas, são obtidos 45,5 kg de sementes secas, 42,8 kg de sementes torradas e 31,2 kg de amêndoas sem casca. Destas, pode-se obter 13,5 kg de manteiga de cupuaçu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-1923358149303994409?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/A5EYLPRNNfU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/A5EYLPRNNfU/cupuauzeiro.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SP5Rreen0NI/AAAAAAAABNk/5OWNXFActOQ/s72-c/cupuacu.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/10/cupuauzeiro.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2093798446202792366</guid><pubDate>Sat, 04 Oct 2008 13:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-04T07:11:01.408-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mirtilo</category><title>Mirtilo</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd3zoQyfzI/AAAAAAAABNU/fBqZSpa1mfA/s1600-h/mirtilo22.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd3zoQyfzI/AAAAAAAABNU/fBqZSpa1mfA/s400/mirtilo22.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253299219215843122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O mirtilo pertence à família Ericaceae e é nativo de várias regiões da Europa e dos Estados Unidos. Há muitas espécies de mirtilo, sendo que as principais espécies com expressão comercial são divididas em três grupos, de acordo com o genótipo, hábito de crescimento, tipo de fruto produzido e outras características. As práticas de manejo são diferenciadas para cada um dos grupos, desde a produção de mudas até a colheita e utilização dos frutos. Estes grupos são:&lt;br /&gt;a)&lt;br /&gt;"highbush" (mirtilo gigante), tetraplóide, originário da costa oeste da América do Norte. Sua produção, dentre os demais grupos, é a de melhor qualidade, tanto em tamanho quanto em sabor dos frutos. A principal espécie deste grupo é Vaccinium corymbosum L., ainda que as espécies V. australe e V. darrowi possam ser usadas para fins de melhoramento genético;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b)&lt;br /&gt;"rabbiteye", hexaplóide, originário do sul da América do Norte. Compreende a espécie Vaccinium ashei Reade. Em relação ao grupo anterior, produz frutos de menor tamanho e de menor qualidade. Apresenta maior produção por planta e seus frutos têm uma maior conservação em pós-colheita. Apresenta maior importância comercial em regiões com menor disponibilidade de frio, por causa da sua tolerância a temperaturas mais elevadas e à deficiência hídrica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"lowbush", diplóide, tem hábito de crescimento rasteiro e produz frutos de pequeno tamanho, cujo destino é a indústria processadora.&lt;br /&gt;A planta de porte arbustivo ou rasteiro e caducifólia. O fruto é uma baga de cor azul escura, de formato achatado, coroada pelos lóbulos persistentes do cálice e com aproximadamente 1 a 2,5 cm de diâmetro e 1,5 a 4 g de peso. Apresenta em seu interior muitas sementes e tem sabor doce- ácido a ácido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Instalação e manejo do pomar &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd3NDGxl8I/AAAAAAAABNM/GIBF-iAMVjs/s1600-h/pomarmirtilo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd3NDGxl8I/AAAAAAAABNM/GIBF-iAMVjs/s400/pomarmirtilo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253298556406699970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propagação desta espécie pode se dar através de sementes (propagação sexuada) ou por enxertia ou estaquia (propagação assexuada). A forma mais utilizada de propagação do mirtilo é a estaquia.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd5PJqRKQI/AAAAAAAABNc/5enslSXE5n8/s1600-h/ramosnascendo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd5PJqRKQI/AAAAAAAABNc/5enslSXE5n8/s400/ramosnascendo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253300791549176066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Mirtilo do tipo highbush é, geralmente, multiplicado por enraizamento de estacas lenhosas, retiradas durante o período de repouso hibernal. Estas são preparadas em estacas de 15 a 20 cm ou podem ser retiradas e conservadas em câmara fria e, posteriormente, preparadas e colocadas em canteiros com leito aquecido. A temperatura do substrato deve ser de 18 a 21 ºC. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para as cultivares do grupo rabbiteye, mais indicadas às condições do Rio Grande do Sul, os melhores resultados são obtidos com estacas herbáceas (Santos e Raseira, 2002). Por ser retiradas da planta em estado mais tenro (herbáceo), o ambiente de enraizamento tem que possuir controle de temperatura e, principalmente, da umidade relativa. Assim, a estrutura normalmente utilizada é a casa plástica (ou de vegetação) com sistema de nebulização intermitente (mist), o qual é acionado em intervalos de 10 minutos por 30 segundos ininterruptos. À medida que as raízes adventícias v ao se formando este intervalo entre o acionamento do sistema pode ser aumentado. &lt;br /&gt;As estacas herbáceas podem ser retiradas durante todo o ciclo vegetativo, embora maior porcentagem de enraizamento seja obtida quando são preparadas na primavera. As plantas matrizes devem apresentar bom estado fitossanitário e representarem fielmente a variedade que as originou. O estado nutricional da planta matriz também é fator importante para o sucesso da propagação, uma vez que plantas com deficiência mineral produzem material vegetal de má qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudas, antes de serem transplantadas para o campo, devem sofrer um processo de aclimatização (Figura 38), pois ventos e o sol direto podem provocar queimaduras nas mesmas. Se o transplante for realizado no verão, para as condições do Rio Grande do Sul, haverá necessidade de complementação de água no solo, na forma de irrigação, uma vez que neste a maior estiagem no Estado. Por este motivo, pode-se optar por plantar as mudas no campo, quando estas tiverem um ano e meio, no período de inverno, ou seja, junho e agosto, época de chuvas no Sul. &lt;br /&gt;clima e solo da área do pomar, e de posse de mudas de alta qualidade, podemos proceder a implantação do pomar. &lt;br /&gt;Deve-se dar preferência a mudas vigorosas e bem enraizadas. Após a correção da fertilidade do solo em toda a área, de acordo com as recomendações para a cultura, devem ser abertas covas para plantio da muda, as quais devem ter no mínimo 30 x 30 x 30 cm. &lt;br /&gt;De acordo com a topografia da área, o pomar poderá ser implantado em camalhões dispostos em curvas com declividade variando de 0,6 a 0,8 % ou em linhas reta, se a declividade assim o permitir&lt;br /&gt;O espaçamento para mirtilo varia de 3 a 4 metros entre as linhas de plantio e de 1 a 1,5 metro entre as plantas, variações estas em função da topografia, do tipo de terreno, do regime pluvial, da disponibilidade e do tipo de maquinário e do hábito de crescimento da cultivar a ser plantada &lt;br /&gt;Ao retirar a muda dos sacos plásticos, deve-se tomar o cuidado de não desfazer o torrão; entretanto, devem ser retiradas as raízes excedentes (poda de raízes) e fazer uma leve descompactação do torrão, para facilitar a emissão de novas raízes e a rápida colonização do solo. &lt;br /&gt;Nos dois primeiros anos, após o plantio da muda, se constrói a estrutura produtiva da planta. Nesse período, busca-se a formação de brotações vigorosas e de ramos (hastes lenhosas) suficiente para suportar as produções futuras. A planta de mirtilo possui uma fase juvenil extremamente curta, apresentando produção de flores e frutos desde a fase de muda. Entretanto, toda flor ou fruto, na planta jovem, devem ser eliminados, em detrimento das brotações, visando fortalecer os ramos em formação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3Tr3ySy_I6Y&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3Tr3ySy_I6Y&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/i-jqigS03-M&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/i-jqigS03-M&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Embrapa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2093798446202792366?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/2OI8aFruhus" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/2OI8aFruhus/mirtilo.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd3zoQyfzI/AAAAAAAABNU/fBqZSpa1mfA/s72-c/mirtilo22.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/3Tr3ySy_I6Y&amp;hl=en&amp;fs=1" length="1041" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/3Tr3ySy_I6Y&amp;hl=en&amp;fs=1" fileSize="1041" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle> O mirtilo pertence à família Ericaceae e é nativo de várias regiões da Europa e dos Estados Unidos. Há muitas espécies de mirtilo, sendo que as principais espécies com expressão comercial são divididas em três grupos, de acordo com o genótipo, hábito de </itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</itunes:author><itunes:summary> O mirtilo pertence à família Ericaceae e é nativo de várias regiões da Europa e dos Estados Unidos. Há muitas espécies de mirtilo, sendo que as principais espécies com expressão comercial são divididas em três grupos, de acordo com o genótipo, hábito de crescimento, tipo de fruto produzido e outras características. As práticas de manejo são diferenciadas para cada um dos grupos, desde a produção de mudas até a colheita e utilização dos frutos. Estes grupos são: a) "highbush" (mirtilo gigante), tetraplóide, originário da costa oeste da América do Norte. Sua produção, dentre os demais grupos, é a de melhor qualidade, tanto em tamanho quanto em sabor dos frutos. A principal espécie deste grupo é Vaccinium corymbosum L., ainda que as espécies V. australe e V. darrowi possam ser usadas para fins de melhoramento genético; b) "rabbiteye", hexaplóide, originário do sul da América do Norte. Compreende a espécie Vaccinium ashei Reade. Em relação ao grupo anterior, produz frutos de menor tamanho e de menor qualidade. Apresenta maior produção por planta e seus frutos têm uma maior conservação em pós-colheita. Apresenta maior importância comercial em regiões com menor disponibilidade de frio, por causa da sua tolerância a temperaturas mais elevadas e à deficiência hídrica; "lowbush", diplóide, tem hábito de crescimento rasteiro e produz frutos de pequeno tamanho, cujo destino é a indústria processadora. A planta de porte arbustivo ou rasteiro e caducifólia. O fruto é uma baga de cor azul escura, de formato achatado, coroada pelos lóbulos persistentes do cálice e com aproximadamente 1 a 2,5 cm de diâmetro e 1,5 a 4 g de peso. Apresenta em seu interior muitas sementes e tem sabor doce- ácido a ácido. Instalação e manejo do pomar Propagação A propagação desta espécie pode se dar através de sementes (propagação sexuada) ou por enxertia ou estaquia (propagação assexuada). A forma mais utilizada de propagação do mirtilo é a estaquia. Mirtilo do tipo highbush é, geralmente, multiplicado por enraizamento de estacas lenhosas, retiradas durante o período de repouso hibernal. Estas são preparadas em estacas de 15 a 20 cm ou podem ser retiradas e conservadas em câmara fria e, posteriormente, preparadas e colocadas em canteiros com leito aquecido. A temperatura do substrato deve ser de 18 a 21 ºC. Para as cultivares do grupo rabbiteye, mais indicadas às condições do Rio Grande do Sul, os melhores resultados são obtidos com estacas herbáceas (Santos e Raseira, 2002). Por ser retiradas da planta em estado mais tenro (herbáceo), o ambiente de enraizamento tem que possuir controle de temperatura e, principalmente, da umidade relativa. Assim, a estrutura normalmente utilizada é a casa plástica (ou de vegetação) com sistema de nebulização intermitente (mist), o qual é acionado em intervalos de 10 minutos por 30 segundos ininterruptos. À medida que as raízes adventícias v ao se formando este intervalo entre o acionamento do sistema pode ser aumentado. As estacas herbáceas podem ser retiradas durante todo o ciclo vegetativo, embora maior porcentagem de enraizamento seja obtida quando são preparadas na primavera. As plantas matrizes devem apresentar bom estado fitossanitário e representarem fielmente a variedade que as originou. O estado nutricional da planta matriz também é fator importante para o sucesso da propagação, uma vez que plantas com deficiência mineral produzem material vegetal de má qualidade. As mudas, antes de serem transplantadas para o campo, devem sofrer um processo de aclimatização (Figura 38), pois ventos e o sol direto podem provocar queimaduras nas mesmas. Se o transplante for realizado no verão, para as condições do Rio Grande do Sul, haverá necessidade de complementação de água no solo, na forma de irrigação, uma vez que neste a maior estiagem no Estado. Por este motivo, pode-se optar por plantar as mudas no campo, quando estas tiverem um ano e meio, no período de inverno, ou seja, junho e agosto, época de chuvas no Sul. clima e solo da</itunes:summary><itunes:keywords>Mirtilo</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/10/mirtilo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2614200738894791132</guid><pubDate>Tue, 16 Sep 2008 12:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-16T05:20:20.868-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Uvaia do Pêra e Uvaia do Mato</category><title>Uvaia do Pêra e Uvaia do Mato</title><description>Eugenia pyriformis, Eugenia uvalha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME COMUM: Uvaia do Pêra e Uvaia do Mato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UVAIA &lt;br /&gt;Eugenia pyriformis, Eugenia uvalha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME COMUM: Uvaia do Pêra e Uvaia do Mato &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MYRTACEAE&lt;br /&gt;uvaia do mato&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SM-kchWuNDI/AAAAAAAABNE/1tjIB96q_I8/s1600-h/uvaiadomato.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SM-kchWuNDI/AAAAAAAABNE/1tjIB96q_I8/s400/uvaiadomato.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246592900806882354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME INDIGENA: Uvaia vem do Tupi, e significa ”Fruta ácida”.&lt;br /&gt;uvaia pêra &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SM-j4D39RpI/AAAAAAAABM8/mdWD5tiMnT4/s1600-h/uvaia1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SM-j4D39RpI/AAAAAAAABM8/mdWD5tiMnT4/s400/uvaia1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246592274417927826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Originaria da floresta atlântica desde São Paulo até o Rio Grande do Sul .&lt;br /&gt;Características: Arvore pequena de 4 a 10 m de altura, formado touceira no caso da variedade da Uvaia pêra com densa ramagem candentes ou no caso da Uvaia do Mato uma copa cônica ou oval de até 4 m de diâmetro. O tronco é castanho e tem casca que descama em placas finas e longas. As folhas são simples, pequenas, avermelhadas quando novas e aromáticas quando espremida. As flores são brancas, axilares, com pedúnculo (cabinho) de 2 a 3 cm de comprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dicas para cultivo:&lt;/strong&gt; Arvoreta de crescimento rápido que aprecia qualquer tipo de solos com boa fertilidade natural e rápida drenagem da água das chuvas, é resistente a geadas leves de até -3 grau. A planta frutifica abundantemente em pleno sol, mais não deve faltar água na florada e granagem dos frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mudas:&lt;/strong&gt; As sementes são redondas, recalcitantes (perdem o poder germinativo se forem secadas) e germinam em 40 a 60 dias, as mudas devem ser formadas em substrato de 50% de terra vermelha, 30% de matéria orgânica e 20% de areia, tem crescimento rapido. Começa a produzir no 3 anos após o plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantando:&lt;/strong&gt; Recomendo que seja plantada a pleno sol num espaçamento 4 x 4 m para uvaia pêra e 6 x 6 m para Uvaia do Mato. Melhor época de plantio é outubro a novembro, convém irrigar 10 l de água após o plantio e a cada 15 dias se não chover. As covas devem ter 50 cm nas 3 dimensões e convém misturar 30% de areia saibro + 30% de matéria orgânica aos 30 cm de terra da superfície da cova. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cultivando:&lt;/strong&gt; A planta cresce rápido e não necessita de cuidados especiais, apenas deve-se cobrir a superfície com pó de cerra e eliminar qualquer erva daninha que possa sufocar a planta. Adubar com 2kg de composto orgânico feito de esterco de galinha curtido e 30 gramas de NPK 10-10-10. Distribuir os nutrientes à 5 cm superficialmente a 20 cm do caule no inicio do mês de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Usos:&lt;/strong&gt; os frutos são consumidos in-natura e na forma de sucos. A fruta tem grande potencial para fabricação de bebida fermentada como vinho e ótimo vinagre, enquanto nossos orgãos de pesquisa se preocupam só com frutas exóticas tem grigo,estudando a mesma, abra olho gente, pois ela tem grandes chances de ser explorada econômicamente, precisa apenas de estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Floração: em agosto a setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frutificação: outubro a novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte:toda fruta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2614200738894791132?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/CfUHkDd17AE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/CfUHkDd17AE/uvaia-do-pra-e-uvaia-do-mato.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SM-kchWuNDI/AAAAAAAABNE/1tjIB96q_I8/s72-c/uvaiadomato.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/09/uvaia-do-pra-e-uvaia-do-mato.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-210635059793769809</guid><pubDate>Wed, 30 Jul 2008 15:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-30T09:09:09.176-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cambucá</category><title>Plinia edulis-Cambucá</title><description>Comprei uma muda de cambucá, comecei a minha pesquisa e encontrei como cuidar do minha muda de cambucá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCRajBWk1I/AAAAAAAABM0/XrD_xZ9OyBk/s1600-h/Cambucazeiro.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCRajBWk1I/AAAAAAAABM0/XrD_xZ9OyBk/s400/Cambucazeiro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228839052640686930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nome Científico: Plinia edulis (Berg) Nied.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família Botânica: Myrtaceae&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome Popular: cambucá, cambucazeiro, cambucá-verdadeiro.&lt;br /&gt;O cambucá é um árvore nativa de Mata Atlântica, e é muito "caprichosa": "é rara e pode ser encontrada em várzeas aluviais e início de encostas úmidas, quase que exclusivamente no inetrior de mata primária densa, sua produção de semente é irregular e pequena ( Lorenzi, Harri, Árvores Brasileiras)".&lt;br /&gt;Com a redução da área ocupada pela Mata Atlântica e pelo seu sofrimento constante em função das ações do homem, não é de se admirar que o cambucá se torne cada vez mais raro.&lt;br /&gt;Muitas pessoas têm o cambucá plantado em seus quintais, sítios e fazendas. Ela é um bela árvore e sua copa tem o formato piramidal. É uma árvore muito semelhante à jabuticabeira e cresce lentamente como ela. Mas vale esperar por seu crescimento. Seus frutos são saborosos  e atraem muitos pássaros. &lt;br /&gt;Características Gerais: Seus frutos são comestíveis e muito saborosos para o consumo "in natura" &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCNyvhp2ZI/AAAAAAAABMs/QTJfMy4Fw1w/s1600-h/cambucafruta1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCNyvhp2ZI/AAAAAAAABMs/QTJfMy4Fw1w/s400/cambucafruta1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228835070267742610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; podendo ser empregados em reflorestamentos mistos destinados à recomposição de áreas degradadas de preservação permanente.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCGIG-kycI/AAAAAAAABMc/kVZm0ipMM8Y/s1600-h/cambucatree.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCGIG-kycI/AAAAAAAABMc/kVZm0ipMM8Y/s400/cambucatree.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228826641247291842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Frutos de 4-6 cm, arredondados e achatados nos pólos. Casca glabra (sem pelos), costada e de coloração intensamente alaranjada. Polpa também alaranjada, com uma única semente. Sabor com perfeito balanço ácido-doce, de textura semelhante à de um pêssego. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usos: A fruta consumida ao natural é deliciosa, considerada por muitos superior ao da festejada jabuticaba. A compota preparada com cambucás supera a dos melhores damascos. Árvore de porte médio (5-10 m) e folhagem verde-escura brilhante e densa, muito vistosa. O tronco pode ser acinzentado ou avermelhado, conforme a variedade. De ótimo efeito paisagístico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultivo: Solos férteis, drenados e que retenham umidade. Produz frutos maiores em climas tropicais e sob regime de irrigação. Reage muito bem à adubação.&lt;br /&gt;Em Parte Fonte: www.e-jardim.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-210635059793769809?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/La-F0KtHgkE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/La-F0KtHgkE/plinia-edulis-cambuc.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCRajBWk1I/AAAAAAAABM0/XrD_xZ9OyBk/s72-c/Cambucazeiro.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/07/plinia-edulis-cambuc.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2727805233672253241</guid><pubDate>Sat, 21 Jun 2008 14:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-23T08:49:26.348-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Physalis</category><title>PHYSALIS -Uma fruta pequena, bonita, delicada e de sabor ácido</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0PZr-olPI/AAAAAAAABLU/0HeVOvBGI8c/s1600-h/PhyzalesColombi.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0PZr-olPI/AAAAAAAABLU/0HeVOvBGI8c/s400/PhyzalesColombi.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214340877541479666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Originária da Amazônica e dos Andes, a physalis possui variedades cultivadas na América, Europa e Ásia. Na Colômbia, é conhecida como uchuva e no Japão, como hosuki. É uma planta arbustiva, que pode chegar aos dois metros de altura.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0Qxb8mijI/AAAAAAAABLc/QNZTWMAON_Y/s1600-h/physa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0Qxb8mijI/AAAAAAAABLc/QNZTWMAON_Y/s400/physa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214342385066478130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A physalis é uma planta rústica, que exige poucos cuidados, e que até agora não apresentou doença significativa. Desenvolve-se bem em regiões quentes, de clima tropical e subtropical, mas tolera bem o frio. Tanto que o município de Carazinho, no Rio Grande do Sul, está se tornando um pólo produtor, com o plantio planejado de 40 mil plantas. O plantio pode ser feito durante o ano todo. Antes de plantar, é aconselhável realizar análise de solo, que deve ser preparado com recomendações para tomate. Os melhores solos são os areno-argilosos e pouco ácidos. &lt;br /&gt;As frutas são delicadas, pequenas e redondas, com coloração que vai do amarelo ao alaranjado, envolvidas por uma folha fina e seca, em forma de balão. Com sabor doce, levemente ácido, a physalis é consumida ao natural e usada na preparação de doces, geléias, sorvetes, bombons e em molhos de saladas e carnes&lt;br /&gt;A semeadura é feita em bandejas de isopor com 128 células, copos plásticos ou saquinhos de polietileno, com substrato para hortaliças, usando-se uma semente por célula, copo ou saquinho. A germinação se dá em 20 dias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio:&lt;/strong&gt; qualquer época do ano&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0RknYukhI/AAAAAAAABLk/e5_fFsRVJ88/s1600-h/como_cultivar_06.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0RknYukhI/AAAAAAAABLk/e5_fFsRVJ88/s400/como_cultivar_06.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214343264310563346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Solo: areno-argiloso, rico em matéria orgânica e com pH entre 5,5 e 6&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima:&lt;/strong&gt; tropical e subtropical, mas tolera bem o frio&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uso culinário:&lt;/strong&gt; consumida ao natural e utilizada na preparação de doces, geléias, sorvetes, bombons e também em molhos de saladas e carnes&lt;br /&gt;Uso medicinal: purifica o sangue, fortalece o sistema imunológico, alivia dores de garganta e ajuda a diminuir as taxas de colesterol. A população nativa da Região Amazônica utiliza os frutos, folhas e raízes no combate à diabetes, reumatismo, doenças da pele, bexiga, rins e fígado&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; a partir de 120 dias depois do plantio das sementes; pode estender-se por um período de seis a oito meses&lt;br /&gt;Quando as plantinhas estiverem com cerca de 20 centímetros de altura podem ser transferidas para o local definitivo. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantam-se grupos de quatro mudas&lt;/strong&gt;, distantes 30centímetros uma da outra, em forma de quadrado (uma planta em cada canto). &lt;br /&gt;No centro, coloca-se uma vara de bambu ou madeira com cerca de dois metros de altura, para que as plantas sejam amarradas até o final da produção. O espaçamento entre as linhas é de dois metros. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0UCWQlNkI/AAAAAAAABLs/deceQIf51g8/s1600-h/como_cultivar_05.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0UCWQlNkI/AAAAAAAABLs/deceQIf51g8/s400/como_cultivar_05.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214345974132323906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A colheita&lt;/strong&gt; começa quatro meses depois do plantio e estende-se por seis ou oito meses. Cada planta produz até três quilos de frutas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Área:&lt;/strong&gt; em mil metros quadrados pode-se plantar cerca de 1.200 plantas&lt;br /&gt;Investimento: para 1 hectare, ou 12 mil plantas, o investimento total estimado é de 15 mil reais, incluindo-se todas as despesas, como produção de mudas, irrigação, defensivos, trator e mão-de-obra &lt;br /&gt;Pragas: broca pequena, tripes e ácaros &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistagloborural.globo.com"&gt;Revista Globo Rural&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2727805233672253241?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/UOdBqLJbYg0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/UOdBqLJbYg0/uma-fruta-pequena-bonita-delicada-e-de.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0PZr-olPI/AAAAAAAABLU/0HeVOvBGI8c/s72-c/PhyzalesColombi.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/06/uma-fruta-pequena-bonita-delicada-e-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6492746285058266937</guid><pubDate>Thu, 12 Jun 2008 14:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-12T07:44:28.872-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TAMARINDO</category><title>O tamarindeiro ( Tamarindus)</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SFExHSX_SII/AAAAAAAABLE/zIg5UHnYqlw/s1600-h/tamrindo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SFExHSX_SII/AAAAAAAABLE/zIg5UHnYqlw/s320/tamrindo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211000245105674370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Originário da África equatorial e da índia. Cultivado em regiões de clima quente ou temperado, está bem aclimatado no Brasil.&lt;br /&gt;De todas as árvores leguminosas frutíferas dos Trópicos, nenhuma é tão distribuída, e apreciada como ornamental do que o tamarindeiro. A maioria de seus nomes coloquial é variações no termo inglês comum (tamarind). Em espanhol e português, é tamarindo; em francês, do tamarin, o mais tamarinier ou mais tamarindier; em holandês e alemão, Tamarinde; no italiano, tamarandizio e na Índia, é tamarind ou ambli, imli ou chinch. O tamarindeiro é conhecido como um adjetivo qualificado; é aplicado freqüentemente a outros membros da família leguminosae que tem as folhas um tanto similar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROPAGAÇÃO VEGETATIVA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propagação vegetativa pode ser praticada durante todo ano, mas porém, é menos sucedida durante as estações quentes do ano. Este método requer utilização de lâmina d’água, e as perdas podem ser maiores do que a propagação por via sexuada (sementes). Toda, via a utilização de hormônios de enraizamento melhora em muito a eficiência deste método. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tamarindeiro pode ser propagado vegetativamente por estaquia (ramo verdes, ramos semi-maduros e ramos maduros), enxertia e mergulhia aérea e subterrânea. Para a utilização de qualquer método, é de fundamental importância a escolha de material vegetativo (galhos e ramos) livres de doenças, pragas e danos. Os galhos e ramos com cores das folhas diferentes do verde, devem ser evitados&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SFE10AgTN7I/AAAAAAAABLM/WYXQegEf6vY/s1600-h/Tamarindus_indica2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SFE10AgTN7I/AAAAAAAABLM/WYXQegEf6vY/s320/Tamarindus_indica2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211005411449321394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MATERIAL PARA ESTAQUIA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método mais fácil e mais barato para a propagação do tamarindeiro, é o método de propagação assexuado por estaquia. Os três tipos de ramos existentes na planta do tamarindeiro são, ramos verdes, semi-maduros e maduros. Porém, apenas os ramos verdes semi-verdes são utilizados para a produção de estacas de enraizamento. As estacas devem ser coletadas pela manhã bem cedo. As estacas devem ter aproximadamente 15cm de comprimento, visto que as estacas provenientes de ramos semi-maduros devem ter aproximadamente de 18 a 20cm de comprimento e com três nós. As folhas devem ser removidas dos nós inferiores devendo permanecer duas folhas opostas, e um corte deve ser feito à base da estaca, em um ângulo de 45º. Obtém-se maior porcentagem de enraizamento de estacas provenientes de ramos verdes comparadas às de ramos semi-maduros. Principalmente quando são de ramos terminais, com folhas novas em desenvolvimento. As estacas verdes ou semi-maduras devem ser envolvidas em um pano úmido após a remoção da planta matriz, para impedir a perda de umidade. Para aumentar a proporção de enraizamento das estacas é essencial o uso de hormônios. As estacas devem ser mergulhadas numa solução de Ácido Indol Butírico (AIB), a 1000 ppm para então ser colocadas em uma câmara de areia com nebulização, proporcionando uma unidade relativa em torno de 75 a 80%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ÁREAS DE PROPAGAÇÃO E TRATAMENTO DAS ESTACAS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que as estacas sejam retiradas, é necessário que os canteiros de enraizamento dessas, já estejam preparados. Os canteiros devem fornecer condições ideais para um bom desenvolvimento das estacas permitindo o bom desenvolvimento das raízes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estacas para formação das mudas não devem ser introduzidas no solo a uma profundidade maior do que 2,5 cm, e o topo da estaca até a superfície do solo, não deve ser maior do que 20 cm. Se disponível, hormônios de enraizamento podem ser adicionados à região de enraizamento das estacas, melhorando assim o percentual de enraizamento, além de reduzir o tempo de enraizamento (10 – 15 dias ao invés de 40 – 50 dias). A extremidade da estaca deve ser umedecida e mergulhada no hormônio de enraizamento por 10 segundos, antes de introduzir no substrato do canteiro de enraizamento. O canteiro deve ser irrigado regularmente, para manter um bom nível de umidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação sexuada (via semente) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os frutos devem estar maduros, sendo selecionados aqueles que não apresentar doenças e não estiver danificados.  Os frutos devem ser secados ao sol por cinco a sete dias e ser periodicamente revolvido para uniformizar a secagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A extração das sementes é feita manualmente, com a retirada da casca, sendo posteriormente lavadas em água corrente, para remoção da polpa. As sementes, após secadas, deve ser armazenada em um lugar fresco em frascos bem fechados protegidos dos ratos e insetos. O tempo de armazenagem vai depender das condições de armazenamento e da qualidade dos processos de extração e secagem das sementes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PRIMEIRA COLHEITA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento em que a árvore do tamarindeiro alcança do método de propagação. Uma árvore propagada com enxertia virá a produzir em 3 a 4 anos, visto que as árvores propagadas por sementes podem demorar até 12 anos para começar a produzir. A boa condução da planta e as circunstâncias locais (clima e temperatura), afetarão também o início da produção. Uma planta propagada por via sexual ( sementes) e bem conduzida em uma área aberta virá a produzir em aproximadamente em 7 anos. Independente do método de propagação, o rendimento das vagens deve estabilizar-se após 15 anos. A planta tem uma capacidade de produção de frutos de aproximadamente 50 a 60 anos, mas pode produzir até mais de 200 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Usos do Tamarindeiro:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fruto: a polpa, com sabor agridoce, é usada no preparo de doces, bolos, sorvetes, xaropes, bebidas, licores, refrescos, sucos concentrados e ainda como tempero para arroz, carne, peixe e outros alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sementes:&lt;/strong&gt; ao natural servem de forragem para animais domésticos; processadas são utilizadas como estabilizantes de sucos, de alimentos industrializados e como goma (cola) para tecidos ou papel. O óleo extraído delas é alimentício e de uso industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folhas: o cerne da madeira é de excelente qualidade e pode ser usado para diversas finalidades; forte, resistente à ação de cupins, presta-se bem para fabricação de móveis, brinquedos, pilões, e preparo de carvão vegetal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Principais Constituintes:&lt;/strong&gt; Ácido cítrico, málico e tartárico, parciamente combinados sob a forma de sais de potássio e cálcio, sacarose, amido, matérias resinosas, mucilaginosas etc. &lt;br /&gt;Propriedades: Refrigerante, laxativo, edulcorante. &lt;br /&gt;Indicações: Prisão de ventre habitual, com ação laxativa ligeira, útil como temperante nas doenças inflamatórias e febris. &lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;Enciclopédia das Ervas e Plantas Medicinais, René Morgan. Editora Hemus, 1994.&lt;br /&gt;O totum em Fitoterapia, Jean-Luc Sallé. Editora Robe,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6492746285058266937?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/Bv89JJTyR-E" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/Bv89JJTyR-E/o-tamarindeiro-tamarindus.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SFExHSX_SII/AAAAAAAABLE/zIg5UHnYqlw/s72-c/tamrindo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/06/o-tamarindeiro-tamarindus.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-3153715980377311489</guid><pubDate>Wed, 11 Jun 2008 09:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-12T07:40:21.664-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pitombeira</category><title>A pitomba, ("Talisia esculenta")</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SE-hqEBjk0I/AAAAAAAABKs/osx6Y5vkGX4/s1600-h/pitomba1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SE-hqEBjk0I/AAAAAAAABKs/osx6Y5vkGX4/s320/pitomba1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210561037897798466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A pitomba, ("Talisia esculenta")&lt;/strong&gt; A pitomba, ("Talisia esculenta") é a fruta da pitombeira, árvore presente desde a região Amazônica até a Mata Atlântica, do Nordeste ao Rio de Janeiro, que chega ter até doze metros. Seus frutos são comestíveis, saborosos e muito consumidos tanto pelo homem como pela fauna. A pitomba possui em geral um a dois caroços revestidos por uma camada fina e suculenta, adocicada e um pouco ácida. Quando maduros, a fruta tem a cor laranja e em média cerca de três centímetros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multiplicação da pitombeira se dá por meio das sementes encontradas nos frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes frutos são comercializados nas feiras das regiões Norte e Nordeste no Brasil, muito procurados por pássaros e amplamente cultivados em pomares domésticos por todo o país.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-3153715980377311489?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/ZPL1hG4RDis" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/ZPL1hG4RDis/pitomba-talisia-esculenta.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SE-hqEBjk0I/AAAAAAAABKs/osx6Y5vkGX4/s72-c/pitomba1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/06/pitomba-talisia-esculenta.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-575198009244302681</guid><pubDate>Sat, 17 May 2008 13:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-17T06:51:59.491-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Guabiroba</category><title>Guabiroba</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7iyzG11_I/AAAAAAAABJ8/7wVHozaTZ28/s1600-h/flora_15.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7iyzG11_I/AAAAAAAABJ8/7wVHozaTZ28/s320/flora_15.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201343981999740914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Guabiroba    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome popular: guabiroba; guabiroba-da- mata&lt;br /&gt;Nome científico: Campomanesia xanthocarpa Berg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família botânica: Myrtaceae&lt;br /&gt;Origem: Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características da planta: Árvore que pode atingir até 15 m de altura, tronco ereto com casca levemente sulcada e copa densa. Folhas verde-claras, que exalam aroma característico quando maceradas. Flores pequenas de coloração creme-esbranquiçada. Florescem de setembro a novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fruto: Arredondados de coloração verde- amarelada. Polpa esverdeada, suculenta, envolvendo numerosas sementes. Frutifica de dezembro a maio.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7i5zG12AI/AAAAAAAABKE/P1Bd4A7fnW0/s1600-h/flora_18.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7i5zG12AI/AAAAAAAABKE/P1Bd4A7fnW0/s320/flora_18.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201344102258825218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cultivo: Ocorre de forma nativa nas regiões de mata. Multiplica-se por sementes, preferindo climas quentes, porem com poucas chuvas.A gabirobeira ou guabirobeira é mais uma planta da família das Mirtáceas brasileiras.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabiroba, palavra de origem guarani, de acordo com Maria do Carmo C. Sanchotene, quer dizer "árvore de casca amarga" Importante elemento de reconhecimento da espécie, aliás, a casca do tronco da gabirobeira, como a da maioria das Mirtáceas, vai se desprendendo em lascas e deixando grandes manchas mais claras por toda a sua extensão, o que lhe confere um bonito aspecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem no Brasil, no entanto, muitas espécies e variedades de frutas que levam esse mesmo nome de origem indígena. Algumas se desenvolvem em formações arbustivas; outras têm o porte de grandes árvores e chegam a alcançar entre 8 e 25 metros de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, acredita-se que a gabiroba seja nativa dos campos cerrados do Centro-Oeste e do Sudeste do país, onde é, especialmente, abundante a ocorrência de suas variedades arbustivas e silvestres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gabirobeira é árvore rústica, pouco exigente de cuidados, nascendo naturalmente mesmo em terrenos pobres. Muito cultivada em pomares caseiros no sudeste do Brasil, pode ser facilmente encontrada em Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e até mesmo no Rio Grande do Sul, em quase todas as formações florestais. Sua área de ocorrência ultrapassa os limites do país para alcançar as terras do Uruguai'da Argentina e do Paraguai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando floresce, a árvore da gabiroba fica completamente tomada de pequenas flores brancas. Os frutos são redondos e apresentam uma coloração que varia do verde-claro até o amarelo, quando maduros. A frutificaçao é abundante: doces e vitaminadas, as gabirobas são ansiosamente esperadas pelas crianças e pelos pássaros, e também interessam bastante aos animais domésticos e aos peixes comedores de frutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do consumo in natura, no pé, a gabiroba pode ser aproveitada na forma de sucos, doces e sorvetes, bem como servir de matéria-prima para um saboroso licor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por seu formato e tamanho, a gabiroba lembra alguns araçás; porem, de árvore para árvore, a fruta sofre boas variações. Isto porque, apesar da antiguidade de seu cultivo e da gostosura de seus frutos, trata-se ainda de espécie pouco experimentada em pomares comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a fruta da memória da infância interiorana do sudeste do Brasil, quando procurar gabiroba no mato era excitante aventura para a criançada. Como observa Camara Cascudo em seu livro "História da Alimentação no Brasil": 'As crianças têm uma vocação descobridora das fruteiras em maturação. Comem mais frutos do que os adultos... Certas frutas parecem privativas da meninice." A gabiroba sabe disso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS/UNESP CÂMPUS DE JABOTICABAL&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte de pesquisa: Páginas da Internet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-575198009244302681?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/JxjzGcmDm-A" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/JxjzGcmDm-A/guabiroba.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7iyzG11_I/AAAAAAAABJ8/7wVHozaTZ28/s72-c/flora_15.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/05/guabiroba.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-5487259226648306634</guid><pubDate>Sat, 17 May 2008 13:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-17T06:46:25.276-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ATEMOYA</category><title>ATEMOYA</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7flDG11-I/AAAAAAAABJ0/zDbrIINvwa8/s1600-h/fruta_atemoya625x245.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7flDG11-I/AAAAAAAABJ0/zDbrIINvwa8/s320/fruta_atemoya625x245.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201340447241656290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nome científico: Annona cherimola x Annona squamosa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Família: Annonaceae&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Origem e dispersão: A atemoya é intermediária às espécies que lhe deram origem. Produzida por hibridação, na África do Sul e Israel, a atemoya foi introduzida em vários países. Na Flórida, é plantada comercialmente no Sul do Estado.&lt;br /&gt; É exportada por Israel e África do Sul, é plantada na Austrália, mas ainda pouco divulgada em outros países. No Brasil, foi introduzida recentemente e já desperta o interesse de alguns produtores, pela sua qualidade, superior à fruta-do-conde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima e solo:&lt;/strong&gt; A atemoya adapta-se a vários tipos de solo, mas prefere os bem drenados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação:&lt;/strong&gt; É indicada a propagação por enxertia, tanto por borbulhia como garfagem, usando como cavalo ela mesma, a fruta-do-conde ou a cherimoya. Annona reticulata (lisa), também pode ser usada. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima e solo:&lt;/strong&gt; A atemoya adapta-se a vários tipos de solo, mas prefere os bem drenados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação:&lt;/strong&gt; É indicada a propagação por enxertia, tanto por borbulhia como garfagem, usando como cavalo ela mesma, a fruta-do-conde ou a cherimoya. Annona reticulata (lisa), também pode ser usada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Variedades:&lt;/strong&gt; Quanto aos cultivares, os mais conhecidos são Gefner e Page, mas, em São Paulo, o primeiro é mais utilizado junto com African Pride e PR-3. Por isso o seu cultivo exige rigorosos tratos fitossanitários, podas e outros tratos culturais, inclusive o desbaste de frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Utilização:&lt;/strong&gt; É uma fruta típica de mesa, para consumo ao natural; portanto, a sua aparência é muito importante. Serve também para sorvetes, polpa e suco. Seu valor alimentar é principalmente alto para açúcares, mas o apelo e qualidade desta fruta deve-se ao seu aroma e sabor, dados pelos componentes ácidos orgânicos, lipídios, fenóis e constituintes voláteis, especialmente os ésteres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Funep, FCAV/Unesp)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-5487259226648306634?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/B2_jsvnmXGE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/B2_jsvnmXGE/atemoya.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7flDG11-I/AAAAAAAABJ0/zDbrIINvwa8/s72-c/fruta_atemoya625x245.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/05/atemoya.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2264989401261981405</guid><pubDate>Sun, 04 May 2008 09:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-04T02:58:38.356-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Maracujá</category><title>O maracujazeiro</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2IM2VrC6I/AAAAAAAABI0/nT_rUtAVnzQ/s1600-h/maracuj2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2IM2VrC6I/AAAAAAAABI0/nT_rUtAVnzQ/s400/maracuj2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196459299381644194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O maracujazeiro&lt;/strong&gt; é originário da América Tropical, com mais de 150 espécies de Passifloraceas utilizadas para consumo humano. As espécies mais cultivadas no Brasil e no mundo são o maracujá-amarelo (Passiflora edulis f. flavicarpa), maracujá-roxo (Passiflora edulis) e o maracujá-doce (Passiflora alata). O maracujá-amarelo é o mais cultivado no mundo, responsável por mais de 95% da produção do Brasil e utilizado principalmente no preparo de sucos. O maracujá-doce é destinado para o mercado de fruta fresca, devido a sua baixa acidez.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2ISGVrC7I/AAAAAAAABI8/F_hwqtqdG20/s1600-h/mara5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2ISGVrC7I/AAAAAAAABI8/F_hwqtqdG20/s400/mara5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196459389575957426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é o maior produtor mundial com produção de 330 mil toneladas e área de aproximadamente 33 mil hectares. A Bahia é o principal produtor, com cerca de 77 mil toneladas, em 7,8 mil hectares, seguido por São Paulo com cerca de 58 mil toneladas em 3,7 mil hectares; Sergipe, com 33 mil toneladas, em 3,9 mil hectares e Minas Gerais, com 25 mil toneladas, em 2,8 mil hectares (IBGE, 2002).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Clima e Solo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O maracujazeiro é uma planta de clima tropical e sub-tropical, com temperatura média entre 25 a 26 ºC; precipitação pluviométrica ideal entre 1.200 mm a 1.400 mm bem distribuída ao longo do ano. Os solos mais recomendados são os areno-argilosos, profundos, férteis, bem drenados, pH entre 5,0 e 6,5 e altitude entre 100 e 900 m com topografia plana a ligeiramente ondulada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formação de Mudas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A implantação de pomares comerciais é por via sexual através de sementes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O critério para a seleção de frutos deve ser rigoroso. As plantas devem ser sadias, vigorosas e produtivas; frutas com alto teor de polpa acima de 30%, com alta acidez e cavidade interna do fruto grande.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2IjWVrC9I/AAAAAAAABJM/hEeGZarP5VM/s1600-h/mara3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2IjWVrC9I/AAAAAAAABJM/hEeGZarP5VM/s400/mara3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196459685928700882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Outra forma de propagação é a via vegetativa através da estaquia e enxertia. Realizada em determinadas situações especiais, a exemplo de controle de fungos de solo e produção de clones destinados a fornecer sementes melhoradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plantio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que o maracujazeiro só floresce em condições de muita luminosidade, acima de 11 horas diárias, em diversas regiões tem-se recomendado plantios nos meses de abril e junho permitindo assim um crescimento vegetativo durante o período de inverno com floração a partir de setembro e início de colheita em novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudas para plantio devem apresentar de 25 a 30 cm de altura (antes do lançamento da primeira gavinha) com 50 dias após a semeadura. O preparo das mudas deve começar 60 dias antes do plantio definitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudas são plantadas em covas de 40 x 40 x 40 cm abertas entre a linha das estacas e previamente adubadas. Entre as linhas de plantio os espaçamentos recomendados variam de 2,0 a 3,5 metros dependendo da utilização ou não de maquinário para tratos culturais. Entre plantas pode-se optar pela distância de 5 m (1 planta entre as estacas ) ou 2,5 m (2 plantas entre as estacas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adubação deve ser feita de acordo com a análise do solo, porém, na ausência desta, recomenda-se colocar em cada cova a seguinte mistura: esterco bem curtido de curral (10 litros) ou de galinha (2 litros), 200 gramas de superfosfato simples e 100 gramas de cloreto de potássio. Esta mistura deve ser colocada na cova, de preferência, 30 dias antes do plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratos Culturais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maracujazeiro é uma planta trepadeira e portanto, necessita de apoio para sua condução. O sistema mais utilizado é o de espaldeira. A espaldeira é formada por estacas de 2,50 metros de comprimento (com 50 cm enterrados) espaçados de 5 em 5 metros na linha de plantio. Completa-se a espaldeira com a colocação de um arame nº 12 ou 14 preso no topo dos mourões. O maracujá responde bem à adubação, por isso é necessário efetuar de 4 em 4 meses adubação de cobertura com nitrogênio, potássio e fósforo na base de 300 a 400 gramas por planta.  No primeiro ano são feitas 3 a 4 capinas tendo-se o cuidado de evitar ferimento às raízes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O maracujazeiro&lt;/strong&gt; é uma planta dependente de polinização cruzada, ou seja, uma planta de maracujá não produz se as flores não forem polinizadas com pólen de outra planta. A polinização manual é feita nos períodos de maior floração utilizando-se dedeiras de flanela e tocando-se de leve e ligeiramente as flores de plantas alternadas. Um homem poliniza, aproximadamente, 50 flores por minuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pragas e Doenças&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No viveiro as principais pragas são as vaquinhas e as lagartas. No campo as lagartas constituem sério problema no início da cultura. Outras pragas de menor importância são os percevejos, mosca do fruto e ácaros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A fusariose&lt;/strong&gt; e a podridão do colo são as doenças mais sérias do maracujazeiro, e o único controle é o arranque e queima das plantas atacadas. Em qualquer situação, é prudente consultar um técnico especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colheita&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O período de colheita dos frutos varia de 6 a 9 meses após o plantio. O ponto de colheita é caracterizado pela coleta dos frutos no chão; antes da coleta efetuar passagem entre as filas e derrubar frutos maduros que não caírem ou presos entre os ramos da planta. A coleta de frutos e feita 2 a 3 vezes por semana. Após a colheita os frutos perdem peso rapidamente à medida que permanecem no chão ficam murchos dificultando a comercialização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rendimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rendimento médio da produção em frutos é de 8 a 10 t/ha para o primeiro ano de plantio, 15 a 20 t/ha no segundo e 12 a 14 t /ha para o terceiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comercialização da fruta fresca é feita nas feiras livres, mercados municipais, atacadistas, indústria de sucos e para exportação. Fruto maduro caído naturalmente tem idade acima de 80 dias; ele está maduro com 75 a 80 dias após a polinização. Para o mercado de frutas frescas, os frutos devem ser colhidos ainda presos à planta e com 50 a 70 dias após a abertura da flor, mantendo o pecíolo com 1 a 2cm de comprimento. Os frutos coletados no solo devem ser destinados a indústria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:ceplac gov&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2264989401261981405?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/-QWikASS_68" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/-QWikASS_68/o-maracujazeiro.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2IM2VrC6I/AAAAAAAABI0/nT_rUtAVnzQ/s72-c/maracuj2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/05/o-maracujazeiro.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-7671553135168292137</guid><pubDate>Sat, 03 May 2008 15:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-03T08:16:25.914-07:00</atom:updated><title>A Orchis champagneuxii Barnéoud</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SByA4WVrC4I/AAAAAAAABIk/RWGkdA6lUfg/s1600-h/orcham8.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SByA4WVrC4I/AAAAAAAABIk/RWGkdA6lUfg/s400/orcham8.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196169775636220802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Orchis champagneuxii Barnéoud é uma planta delgada, 10 - 25 (40) cm de altura, geralmente com 3 tubérculos, sendo 1 séssil e 2 longamente pediculados. 5 - 9 folhas basais suberectas, não pintalgadas, lanceoladas, com 3 - 8 cm de comprimento por 0,7 - 1,5 cm largura. 2 - 3 folhas caulinares, mais pequenas, amplexicaules. &lt;br /&gt;Brácteas membranáceas, violáceas, um pouco menos compridas que o ovário. Inflorescência frouxa, pauciflora. Gálea ovóide, fechada, de violeta a púrpura, raramente rosa, com nervuras verde-violáceo. Sépalas ovais, com 6,5 - 10 mm de comprimento por 3 - 5 mm de largura. Pétalas com 4,5 - 6,5 mm de comprimento. Labelo trilobado, mais largo Labelo trilobado, mais largo que comprido, com 6 - 8,5 &lt;br /&gt;mm de comprimento por 11 - 14 mm de largura, conduplicado longitudinalmente, com a parte central clara mas não pintalgada, por vezes com manchas ténues. Lobos laterais da mesma cor que a gálea, arredondados, às vezes denticulados. O lobo médio quase tão largo como os laterais. Esporão grosso, 10 - 15 mm de comprimento, 1,5 - 2 vezes mais comprido que o labelo, distintamente espatulado e por vezes emarginado, ascendente, subvertical, cilíndrico, de recto a um pouco arqueado, com o ápice dilatado e frequentemente bilobado.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SByBZWVrC5I/AAAAAAAABIs/O2_j06-Gyxc/s1600-h/orcham7.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SByBZWVrC5I/AAAAAAAABIs/O2_j06-Gyxc/s400/orcham7.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196170342571903890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planta de sítios soalheiros a um pouco sombrios, em solos de alcalinos a ácidos, de secos a frescos: descampados, matagais altos e bosques claros. Ocorre em Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Alta, Beira Litoral, Estremadura, Ribatejo, Alto Alentejo, Baixo Alentejo e Algarve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-7671553135168292137?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/IFx1FKs2Nos" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/IFx1FKs2Nos/orchis-champagneuxii-barnoud.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SByA4WVrC4I/AAAAAAAABIk/RWGkdA6lUfg/s72-c/orcham8.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/05/orchis-champagneuxii-barnoud.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-5182729129049397689</guid><pubDate>Sat, 19 Apr 2008 13:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-19T07:15:38.963-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jabuticabeira</category><title>A jabuticabeira</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn4jxaouqI/AAAAAAAABE4/fOjaOnBcQgo/s1600-h/jabuticaba8.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn4jxaouqI/AAAAAAAABE4/fOjaOnBcQgo/s400/jabuticaba8.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190953338965375650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vamos  conhecer sobre Jabuticabeira: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jacabuticabeira é uma fruta que tem sua origem no Brasil, sendo a nossa Mata Atlâtica o seu habitat originário. Mas também podendo ser encontrada nos Estados de Minas gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo, e Também na região nordeste,além de outras regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caracteristicas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A jabuticaba tem um formato arredondado e uma coloração roxo-escura. Sua polpa branca possui algumas pouquíssimas sementes e é de sabor doce e grandemente apreciado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Floração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As jabuticabas surgem nos meses de agosto a setembro e de janeiro a fevereiro. A safra, embora dure pouco, é abundante. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Várias espécies:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Existem cerca de 12 a 15 diferentes espécies de jabuticaba. &lt;br /&gt;A mais comum delas é a Sabará, sendo essa espécie, grandemente produtiva e a mais apreciada. Além dessa, outras espécies muito cultivadas são a Paulista, Branca, Rajada e Ponhema. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn6xhaourI/AAAAAAAABFA/PNzXMmA8d-I/s1600-h/12260.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn6xhaourI/AAAAAAAABFA/PNzXMmA8d-I/s400/12260.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190955774211832498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;Cultivo: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A jabuticabeira prefere solos profundos e ricos em matéria orgânica. Exige muita água. Desenvolve-se em qualquer tipo de clima e solo. O crescimento é lento e 0 plantio deve ser feito na época das chuvas, por sementes e enxertia. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn7HBaousI/AAAAAAAABFI/FgG2u5sR3vs/s1600-h/791.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn7HBaousI/AAAAAAAABFI/FgG2u5sR3vs/s400/791.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190956143579019970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A jabuticabeira pode ser propagada por sementes, por estaquia, por enxertia; embora mais precoces que as plantas pé-franco os enxertos produzem plantas de copas menores e menos produtivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obtenção de Sementes: Os frutos fornecedores de sementes devem ser colhidos em plantas boas produtoras, precoces e isentas de pragas e doenças; a seleção do fruto subordina-se à forma, tamanho, coloração e natureza da superficie segundo caracteristicas da espécie. As sementes obtidas devem ser bem constituidas, vogorosas e sadias, na sua escolha, eliminar 28 a 30% delas (mal conformadas e chochas). Um g. de semente pode conter de 40 a 50 unidades. Após romper sua casca (c/canivete ou unha) aperta-se o fruto para obter-se a semente envolta pela polpa; esta é eliminada deixando-a fermentar por 24 horas ou lavando-a com cal em peneira ou esfregando-a sobre peneira ou espremendo-a em saco de pano (tecido ralo). Em seguida a semente é espalhada sobre papel absorvente ou pano e colocada a secar à sombra. Por perder poder germinativo facilmente a semente deve ser posta a germinar até 5 dias após a sua obtenção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação de Mudas&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;Via sementes: em canteiros de terra em sacos plásticos: Canteiros: para semeio de grandes quantidades de sementes. O canteiro deve ter 1,2 m. de largura, comprimento variável; a terra composta de 1 parte de areia, 1 parte de terra argilosa e 4 partes de terra de mata (fértil), com supeficie destorroada a aplainada. O semeio é feito a 1-2 cm. de profundidade, com espaçamento 30 cm. (entre linhas) e 10 cm. (entre sementes). &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Abre-se sulcos transversais,&lt;/strong&gt; semeia-se, fecha-se sulco e irriga-se bem. A germinação ocorre em 15 a 30 dias: 6-12 meses após o lançamento das primeiras folhas a muda com 15 cm. de altura é repicada para viveiro ou para saco plástico com terra bem estercada. Dois meses antes da repicagem o leito do canteiro deve ser preparado; nele abre-se sulcos com 20 cm. de profundidade e que recebem 100 g. de superfosfato simples misturados a 6 Kg. de esterco de curral para cada m. de sulco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repicagem é feita num espaçamento de 80 cm. x 40 cm. Ao atingir 60 cm. de altura a muda estará apta do plantio em campo. Para acelerar o desenvolvimento da muda em canteiro e viveiro pode-se preparar mistura de 30 g. de ureia, 30 g. de cloreto de pótassio e 50 g. de superfosfato simples, toma-se 5 gramas dessa mistura e dissolve-se em 10 l. de água. Aplica-se ao solo ao lado plantinha de 15 em 15 dias, a partir das primeiras semanas pós emergencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sacos Pásticos: o substrato para enchimento do saco é semelhante do da terra para leito do canteiro, substituindo 1 parte de terra por 1 parte de esterco. O semeio e tratos são similares aos do canteiro. As dimensões do saco devem ser 15 x 25 ou 18 x 30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vias Estacas:&lt;/strong&gt; na primavera retira-se da planta ramo com 80 cm. de comprimento com 5-7cm. de grossura, aponta-se sua extremidade inferior, lasca-se em cruz e, com marreta, enterra-se 2/3 da estaca, irrigar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Irrigar um pouco o fundo da cova e colocar o torrão com a muda (mantendo colo da planta 5 cm. acima do superficie) na cova e encher cova com mistura terra / adubo. Fazer pequena bacia, em torno da muda, irrigar com 20 l. de água e colocar cobertura morta (palha, capim seco) em 5 cm. de altura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratos Culturais:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ervas: efetuar capinas em "coveamento" a plantas; manter ervas daninhas sob controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podas: eliminar galhos que tendam a "fechar" a copa para facilitar arejamento e penetração de raios solares. Eliminar galhos secos, doentes, tortuosos e mal-distribuidos. Na formação da copa eliminar ramos da base do caule para que a copa fique a 80 cm. ou mais de altura do solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adubação:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;anualmente, no período das chuvas, adubar cada planta com 20 l. de esterco de curral mais 300 g. de superfosfato simples + 200 g. e cloreto de potassio, com leve incorporação. A cada 2 meses aplicar 50 g. de ureia à planta e incorporar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consorciação: leguminosas não trepadeiras de pequeno porte, (feijão, amendoim e soja) são indicados para o consorcio&lt;br /&gt;Pragas e Doenças - &lt;br /&gt;Pragas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cochonilhas: Capulinia spp, Homoptera, Asterolecaniidae. Sem carapaça, recoberto de pó branco, o inseto localiza-se na casca de tronco, galhos e ramos e pagina inferior das folhas.&lt;br /&gt;-Controle: com luvas ou pedaços de aniagem friccionar galhos e ramos para expor o inseto; em seguida pulvereza-se óleo mineral a 1% a 1,5% ou óleomineral (750cm3) + diazinom 60 E (100 cm3) ou malatiom 50 CE (200 cm3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Broca-das-Mirtáceas: Timocrata albella (Zeller 1839) Lepidoptera, Stenomidae. O adulto é mariposa de corpo e asas brancas; a lagarta desenvolvida tem coloração violeta e 25-35 mm. de comprimento. Agromeração de excrementos e pedaços de casca ligados por fios de seda em tronco e ramos são sinais da praga.&lt;br /&gt;-Controle: tira-se a camada de excremento e injeta-se 2-3 cm. de gasolina ou paratiom no orifício e fecha-se o orifício com barro ou cera de abelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gorgulho da Jaboticaba:&lt;/strong&gt; Conotrachelus myrciariae (Marsh, 1929) Coleoptera, Curculionidae - Adulto, besouro amarelado e larva (lagarta) branca, sem pernas, que alcança 9 mm. de comprimento. A lagarta devora polpa e sementes.&lt;br /&gt;-Controle: Catação / destruição de frutos atacados, pulverização de frutos com Fentiom 50 CE (200 / 100 l. de água) ou Paratiom 60 E (100 ml. / 100 l. de água).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doenças:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferrugem: Puccinia psidii Wint. (fungo) - Doença afeta folhas, botões, flores, frutos e ramos; manchas necroticas circulares. cobrem-se de massa pulverilenta de cor amarelo-vivo (frutificações do fungo).&lt;br /&gt;-Controle: pulverizações com calda bordalesa ou fungicidas cupricos ou com mancozeb ou benomyl.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATTOS, JOÃO MATTOS - JABOTICABEIRAS&lt;br /&gt;Publicação IPRNR Nº 10 - Porto Alegre 1983&lt;br /&gt;Governo do Estado do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CASA DA AGRICULTURA&lt;br /&gt;Jabuticabeira, Planta Nativa V.2 Nº 6 nov/dez/1980&lt;br /&gt;São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F.A M. MARICON&lt;br /&gt;Inseticidas e seu emprego no combate às pragas&lt;br /&gt;Biblioteca Rural - Livraria Nobel S/A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA TODA FRUTA&lt;br /&gt;Vol. 4 Nº 39 outubro/89&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-5182729129049397689?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/cIqkep33g50" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/cIqkep33g50/jabuticabeira.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn4jxaouqI/AAAAAAAABE4/fOjaOnBcQgo/s72-c/jabuticaba8.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/04/jabuticabeira.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2516922928371036601</guid><pubDate>Thu, 03 Apr 2008 14:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-15T11:36:17.400-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura - Limão Tahiti</category><title>Cultura - Limão Tahiti</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R_Tq8vezmEI/AAAAAAAABEw/MkNOhHbXThg/s1600-h/CitronsVerts.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R_Tq8vezmEI/AAAAAAAABEw/MkNOhHbXThg/s400/CitronsVerts.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185027400269011010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Botânica/Descrição/Composição:&lt;br /&gt;&lt;div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt&gt;&lt;br /&gt;- O limão Tahiti é propriamente uma limeira ácida conhecida por Citrus latifolia, (Tanaka), Dicotyledonae, Rutaceae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Com porte médio a grande a planta é expansiva, curvada, vigorosa; as folhas adultas têm cor verde e são lanceoladas e as folhas novas e brotos tem cor purpurea. A floração ocorre ao longo do ano (principalmente setembro e outubro); os frutos são ovais, oblongos ou levemente elípticos, casca fina, superfície lisa e cor amarelo-pálida na maturação. Estão maduros em torno de 120 dias após a floração; as sementes são raras ou ausentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O suco representa 50% do peso do fruto; tem teores médios de 9% (brix), acidez em 6%, 20 a 40 mg de ácido ascórbico (Vit. C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usos do Limão Tahiti:&lt;br /&gt;- O suco do limão Tahiti é usado em culinária, na limpeza e preparo de alimentos (carnes, massas, bolos, confeitos) e no preparo de refresco - limonada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em medicina caseira o fruto é utilizado como auxiliar no tratamento de gripes e deficiência de Vit. C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Óleo da casca do fruto é aromático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necessidades da Planta:&lt;br /&gt;Clima - Temperatura deve estar entre 26 e 28ºC (25 a 31ºC) as chuvas em torno de 1.200 mm anuais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1.000 - 2.000) bem distribuídos (120 mm mensais), a umidade relativa do ar entre 70% e 80%. Em locais com ventos fortes tutorar a planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Solos&lt;/strong&gt; - Solos mais adequados para o limão Tahiti são os leves, bem drenados, arejados, profundos, sem impedimento para penetração da raízes. Solos areno-argilosos (de arenoso a levemente argiloso) são preferidos, pH entre 5,5 e 6,5. Topografia plana a levemente ondulada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Implantação do Pomar:&lt;br /&gt;Mudas - Devem resultar de enxertos sobre limão Cravo ou limão Rugoso que proporcionam crescimento rápido, boa produção, frutos de qualidade e maior tolerância à seca embora sensíveis à podridão radicular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os enxertos sobre tangerina Cleopatra são aceitáveis. A muda, de indiscutível qualidade, deve ter procedência e sanidade garantidas, enxertia feita a 25-30 cm de altura, possuir três a quatros ramos (galhos) a 60 cm do solo e raízes desenvolvidas, sem estarem enoveladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preparo da área:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Consiste na roçagem destoca e enleiramento do mato; essas operações devem ser feitas 5-6 meses antes do plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida efetuar aração e gradagens; em caso de aplicação de corretivo do solo em área total aplicar metade da dose antes da aração e a segunda metade antes da 1ª gradagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marcação/Espaçamento:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nivelado o terreno efetua-se a marcação da área; para o Nordeste do Brasil adota-se os espaçamentos de 7,0m x 6,0m e 7,0m e 5,0m. Em plantios extensos dividir o pomar em talhões de 10.000 a 20.000 plantas (quadras de 3.000 a 5.000 plantas) com corredores para caminhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coveamento/Adubação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As covas podem ser abertas à mão ou com implementos, devem ter dimensões 40 cm x 40 cm x 40 cm a 60 cm x 60 cm x 60 cm; na abertura separar a terra dos primeiros 15-20 cm de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em caso de não haver recomendações (decorrentes de análises de solo) para calagem e adubação, aplicar 1 kg de calcário dolomitico ao fundo de cada cova cobrindo-o com um pouco de terra; misturar 50 g de cloreto de potássio com 200 g de super fosfato simples e 10 litros de esterco de curral bem curtido à terra separada e lançar em cada cova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O plantio deve ser feito em horas frescas do dia ou em dias nublados com o solo úmido. Deve -se usar régua de plantio para bom alinhamento. Ajusta-se a muda na cova de modo que o colo da planta fique ligeiramente acima do nível do solo e os espaçamentos entre raízes cheios com terra. Após plantio fazer uma "bacia" em torno da muda regar com abundância sem encharcar e cobrir solo com capim seco (sem sementes) ou com palha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratos Culturais:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Controle de Ervas Daninhas - O cultivo do solo, controle de ervas pode ser feito com grade (2 operações/ano) na época seca e com ceifa do mato na época de chuvas. Em cultivos irrigados no semi-árido usa-se roçadeira nas entrelinhas e herbicidas na projeção da copa. As plantas devem ser "coroadas" sempre que houver mato alto (com enxada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Irrigação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A irrigação aumenta a produção e eleva a qualidade do fruto; no semi-árido a irrigação é indispensável. Os sistemas de irrigação mais utilizados são os de aspersão e o de irrigação localizada (gotejamento, microaspersão) que aplica água em geral abaixo da copa da planta. Sulcos, bacia de inundação temporária são outros métodos. Nos cerrados maiores produtividades foram obtidas utilizando-se sistema de gotejo a cada metro (120 l água/planta em turnos de rega de 4 dias). Em regiões úmidas a irrigação pode elevar a produção em 35% a 75%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Culturas intercalares:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cultivo intercalar é prática em pequenas/médias propriedades; pode-se usar leguminosas (feijão de porco, leucena, crotalaria) ou abacaxi, amendoim, batata doce, feijão, mandioca, milho, no pomar jovem do limão Tahiti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As culturas intercalares devem ter baixo porte e ciclo curto, e situar-se a distância de 1,5 - 2 m da linha de plantio do limoeiro.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R_TqsPezmDI/AAAAAAAABEo/8tSqm6gsSKI/s1600-h/Limao_grande.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R_TqsPezmDI/AAAAAAAABEo/8tSqm6gsSKI/s400/Limao_grande.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185027116801169458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Devem reduzir-se à eliminação de galhos secos, doentes ou praguejados e nascidos abaixo do ponto de enxertia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adubação:&lt;br /&gt;60 dias após plantio recomenda-se aplicar 50 g de uréia/planta repetindo-se 30-40 dias após.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do 2º ano recomenda-se as seguintes doses, em gramas/planta (para a Bahia):&lt;br /&gt;Anos  &lt;br /&gt;                                                                 &lt;br /&gt;2 março/julho &lt;br /&gt;            ano-Uréia=100gr 100gr  março- super Simples=200                                                                   &lt;br /&gt;3           ano Uréia=150gr 150gr  março- super simples=300gr       &lt;br /&gt;4           ano Uréia=200gr 200gr  março- super simples=400gr       &lt;br /&gt;5           ano Uréia=250gr 250gr  março- super simples=500gr     &lt;br /&gt;6           ano Uréia=250gr 250gr  março- super simples=500gr      &lt;br /&gt;7           ano Uréia=350gr 300gr  março- super simples=650gr      &lt;br /&gt;8           ano Uréia=350gr 300gr  março- super simples=650gr     &lt;br /&gt;9           ano Uréia=500gr 500gr  março- super simples=1000      &lt;br /&gt; em diante --&lt;br /&gt; cloreto de potasio apartir do 4 ano--março julho - 40gr -40gr&lt;br /&gt; cloreto de potasio 5 ano   março e julho - 200gr 200gr&lt;br /&gt; cloreto de potasio 6 ano   março e julho - 200gr 200gr&lt;br /&gt; cloreto de potasio 7 ano   março e julho - 250gr 200gr&lt;br /&gt; cloreto de potasio 8 ano   março e julho - 250gr 200gr&lt;br /&gt; cloreto de potasio 9 ano   março e julho - 300gr 250gr&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para deficiências de zinco e manganes recomenda-se pulverizações foliares com solução composta de 300 g. de sulfato de zinco, 300 g. de sulfato de manganes, 300 g. de cal em 100 litros de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pragas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Orthezia: Orthezia praelonga (Doug., 1991) Homoptera, Ortheziiae.Também chamada cochonilha de placas; tem corpo provido de placas ou lâminas cereas com cauda alongada que acumula ovos; eficiente sugador o inseto injeta toxina na planta ao sugar a seiva e sua excreção estimula aparecimento da "fumagina" (cobertura escura) nas folhas. Mudas, vento, vestimentas disseminam o inseto. A praga é mais prejudicial no período seco e expolia a planta, atacando folhas e frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O controle é efetuado pela aplicação de inseticidas sistemicos granulados aplicados ao solo em torno da planta a 10 - 15 cm de profundidade. Observar o período de carência do produto químico. Entre os indicados cita-se aldicarb, dissulfoton, carbofuran.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escama-Farinha: Pinnaspis aspidistrae (Sing, 1869) Homoptera, Diaspididae.Cochonilha com carapaça, ataca tronco e ramos que apresentam coloração esbranquiçada. A sucção da seiva da planta pelo inseto causa rachadura na casca e facilita a penetração de agentes de doenças (gomose).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle via pincelamento de tronco e ramos com o seguinte preparo: 1 Kg (enxofre molhável), 2 Kg de cal, 0,5 Kg de sal de cozinha, 15 g. de diazinom ou 35 g. de malatiom e 15 litros de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ácaro-da-Ferrugem: Phyllocoptruta oleivora (Aslm. 1879), Acari, Eriophyidae.Infesta folhas, ramos e frutos causando nestes cor prateada à casca além de àspecto aspero; os frutos apresentam tamanho, peso e percentagem de suco reduzidos. As folhas podem desenvolver doença (mancha de graxa). Em infestação severa há queda acentuada de folhas e frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle, efetuar controle quando 10% de frutos apresentarem 30 ou mais acaros. Acariciadas à base de dicofol, quinometionato ou enxofre molhável são indicados para o controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coleobroca: Cratosomus flavofasciatus (Guerin, 1844) Coleoptera, Curculionidae.Inseto adulto é besouro preto com faixas amarelas no tórax e asas. Ovos são depositados no tronco e ramos; a lagarta esbranquiçada penetra, cava galerias no sentido longitudinal e expele serragem, em forma de petalas, pelo orifício de entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle feito pela injeção de calda inseticida via orifício utilizando-se formicida liquido, gasolina, querosene, ou pasta de fosfeto de alumínio (que libera gás). Após aplicação fechar orifício com cera de abelha, argila ou sabão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cochonilha Cabeça de Prego: Crysomphalus ficus (Aslmd., 1880) Homoptera, Diaspididae.Importante na fase jovem do pomar a cochonilha tem forma circular, convexa, cor violácea. Períodos secos com alta temperatura favorecem a multiplicação do inseto. Localiza-se na face inferior das folhas e nos frutos, suga seiva e liquídos e deprecia os frutos comercialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu controle é feito por pulverizações com produtos químicos à base de óleo mineral a 1% ou óleo mineral + insetic&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doenças: &lt;br /&gt;Causadas por vírus, fungos, bacterias e distúrbios fisiológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tristeza: (Vírus)&lt;br /&gt;Planta apresenta redução no crescimento já nos viveiros. Em galhos ou ramos, retirando-se sua casca, observa-se caneluras (riscos). Folhas novas com nervuras polidas e frutos com diametro reduzido (coquinhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: uso de borbulhas vindas de plantas imunizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exocorte: (Vírus)&lt;br /&gt;Crescimento limitado, vegetação esparsa e folhas com coloração de pouco brilho. Doença transmitida por enxertia ou ferramentas contaminadas (canivete, tesoura de poda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: uso de borbulhas comprovadamente sadias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gomose: (fungo)&lt;br /&gt;Doenças das mais prejudiciais em regiões tropicais úmidas; lesões pardas aparecem na base ou colo da planta, nas raízes e galhos baixos, com exsudação de goma pelo fendilhamento. Mais adiante ocorre apodrecimento dos tecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: usar variedades resistentes, enxertia alta, facilitar aeração da base da planta e drenagem do terreno, usar de fungicidas sistémicos (fosetyl-Al) em pulverizações ou pincelamento do tronco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declínio: (distúrbio fisiológico)&lt;br /&gt;Murchamento irreversível da folhagem, demonstração de deficiência de manganês e zinco em níveis elevados, sem brotações; depois há queda de folhas, morte de ponteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: uso de porta-enxertos diversificados.&lt;br /&gt;Colheita:&lt;br /&gt;O material deve ser: sacola de colheita (20 kg), feita de lona com fundo falso, cestos e caixas plásticas para 27 kg. Evitar retirar frutos com varas ou ganchos, frutos molhados ou orvalhados, derrubar frutos ao solo, frutos excessivamente maduros ou verdes. Usar tesoura cortando o pedúnculo, rente ao cálice. Não machucar os frutos na colheita e transporte&lt;br /&gt;Produção:&lt;br /&gt;Precoce, a limeira ácida Tahiti apresenta produção significativa a partir do 3º ano de vida; no Recôncavo Baiano um pomar aos 4 anos produz produz 107.000 frutos hectare (300 frutos por planta). Aos 11 anos de vida a produção alcança 1.128 frutos/planta (113 kg) ou 403.000 frutos/hectare.Pomares paulistas produzem 8-15 kg/planta (3º ano), 64 a 86 kg/planta (5º ano) e 98-117 kg/planta (7º ano). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;.&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMBRAPA - CNPMF&lt;br /&gt;Limão Tahiti - Aspectos Econômicos e Técnicas de Cultura&lt;br /&gt;Circular Técnica nº 13, jan/1991&lt;br /&gt;Cruz das Almas - Bahia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2516922928371036601?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/AzO4MmsDspY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/AzO4MmsDspY/cultura-limo-tahiti.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R_Tq8vezmEI/AAAAAAAABEw/MkNOhHbXThg/s72-c/CitronsVerts.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/04/cultura-limo-tahiti.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-824616643699505194</guid><pubDate>Sat, 22 Mar 2008 13:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-22T07:31:13.055-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Açai ou juçara</category><title>Açaí ou juçara</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXxvezl6I/AAAAAAAABDg/k9aDeoTeNnE/s1600-h/acai.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXxvezl6I/AAAAAAAABDg/k9aDeoTeNnE/s400/acai.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180573089686329250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Açaí ou juçara é o fruto da palmeira conhecida como açaizeiro, cujo nome científico é Euterpe oleracea. É uma espécie nativa das várzeas da região amazônica, especificamente dos seguintes países: Venezuela, Colômbia, Equador, Guianas e Brasil (estados do Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão e Acre).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UW8Pezl3I/AAAAAAAABDI/g1qfYAp92ds/s1600-h/acai1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UW8Pezl3I/AAAAAAAABDI/g1qfYAp92ds/s400/acai1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180572170563327858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O açaí é um alimento muito importante na dieta dos habitantes da Amazônia, onde seu consumo remonta aos tempos pré-colombianos. Hoje em dia é cultivado não só na Região Amazônica, mas em diversos outros estados brasileiros, sendo introduzido no resto do mercado nacional durante os anos oitenta e noventa, com modificações no modo de consumo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXHfezl4I/AAAAAAAABDQ/2XhNcYXg-zM/s1600-h/acai-berry.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXHfezl4I/AAAAAAAABDQ/2XhNcYXg-zM/s400/acai-berry.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180572363836856194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CULTIVO DO AÇAIZEIRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A própria espécie botânica (com variações morfológicas e de desenvolvimento marcantes dependendo do local de coleta) ou híbridos entre essa espécie e o palmiteiro (Euterpe edulis). Esses híbridos são plantas rústicas, que perfilham, precoces e com boa qualidade de palmito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CLIMA E SOLO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clima tropical úmido (temperatura média anual acima de 22ºC e precipitação acima de 1.600mm por ano). Não tolera geadas, especialmente quando jovem (até 60cm de altura). Não é exigente em solos, crescendo mesmo em solos pobres e ácidos. No entanto, desenvolve-se mais rapidamente em solos com maior fertilidade. A produção de palmito em áreas de baixa fertilidade deve-se basear na reposição de nutrientes através de adubações anuais parceladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROPAGAÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sementes colhidas de palmeiras selecionadas (diâmetro, número de folhas e sanidade), que devem estar em conjunto com outras da mesma espécie e no mesmo estádio de desenvolvimento, para evitar a autofecundação forçada. Marcá-las de modo permanente, porém sem afetá-las, para fácil reconhecimento. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXRvezl5I/AAAAAAAABDY/LYa3rHHE_hk/s1600-h/acai2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXRvezl5I/AAAAAAAABDY/LYa3rHHE_hk/s400/acai2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180572539930515346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COLHEITA DE SEMENTES:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colher frutos pretos e opacos, quase cerosos, na estação seca (agosto a dezembro), em sua região de origem. Colher somente os frutos que estão no cacho, que possui de duas a cinco mil sementes. Colocar um plástico ou encerado embaixo da palmeira e derrubar os cachos maduros sobre ele, recolhendo apenas os frutos que caírem sobre o encerado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARMAZENAMENTO DAS SEMENTES:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes do açaizeiro perdem rapidamente o poder germinativo, porém, é possível armazená-las por até cinco meses, desde que acondicionadas em sacos plásticos bem fechados e mantidos sob refrigeração (temperatura entre 5 a 10ºC). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GERMINAÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leva de 3 a 11 meses para se completar. Despolpar os frutos para acelerar o processo germinativo e permitir a obtenção de lotes homogêneos de mudas (germinação em 2 a 5 meses). Para isso, acondicionar os frutos recém-colhidos em sacos plásticos e umedecer. Fechar o saco, mantendo-o à sombra e à temperatura ambiente. Depois de 3 ou 4 dias, atritar os frutos sobre as malhas de peneiras grossas (de café ou de feijão), em água corrente, para separação da polpa, ou imergir totalmente os frutos em água, trocando-a diariamente, para não fermentar. Após três a quatro dias, despolpar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SEMEADURA DIRETA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais econômico do que o de plantio de mudas. Para evitar ataque de insetos, roedores e outros animais, enterrar as sementes entre 3 a 4cm. Semear de 2 a 3 sementes por cova, com o auxílio de um chuço, e cobrir com terra. Não desbastar as mudas. Efetuar semeaduras na mesma área a cada dois anos para manter um povoamento de plantas em diferentes idades ou estádios. Semear de agosto até dezembro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRANSPLANTE DE MUDAS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilização de plântulas com raiz nua de 15 a 20cm, retiradas de açaizeiros nativos, deve ser recomendada apenas para plantio em área adjacente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FORMAÇÃO DE MUDAS DE VIVEIRO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganham-se 2 a 3 anos em desenvolvimento, no campo, comparado com a semeadura direta. Colocar uma semente despolpada por saco plástico de polietileno preto (20 a 25cm de altura x 20cm de boca x 8 a 12mm de espessura e com 6 a 8 frutos) cheio com 2 a 3,5kg de terra de boa qualidade, rica em matéria orgânica, retirada da superfície da própria mata. Na falta, utilizar mistura de 3 partes de solo e 1 de matéria orgânica bem curtida (vide adubação do substrato). Irrigar diariamente. O sombreamento do viveiro deve ser semelhante àquele que a muda receberá quando estiver no local definitivo. Plantar as mudas no campo, com 20 a 30cm de altura e com 3 a 4 folhas vivas (entre o décimo e o décimo quarto mês após a semeadura). &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UX-_ezl7I/AAAAAAAABDo/F8M43hlvu3Y/s1600-h/acai4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UX-_ezl7I/AAAAAAAABDo/F8M43hlvu3Y/s400/acai4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180573317319595954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ADUBAÇÃO DO SUBSTRATO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usar solo de boa qualidade, acrescido de uma fonte de matéria orgânica curtida (esterco de curral, ou composto de lixo, ou composto de usina de beneficiamento de algodão, ou palha de café) na proporção de 3:1, em volume. Acrescentar calcário para elevar a saturação por bases a 60%, e mais 500g de P2O5 e 100g de K2O por m3 do substrato (terra + esterco). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PREPARO DA ÁREA PARA SEMEADURA OU PLANTIO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob mata nativa, fazer antes uma roçada da vegetação mais baixa, poupando-se as essências nativas de valor econômico; em áreas sem cobertura vegetal fazer antes um sombreamento temporário com guandu, tefrósia ou leucena. Em consórcio com seringueiras ou outras plantas perenes, seguir o mesmo preparo de solo da cultura principal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLANTIO DE MUDAS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve ser feito no período das águas, com cuidado para não danificar a palmeira. Cortar o saco plástico na altura de 2cm da base, podando as raízes e, em seguida, cortar e retirar o saco e colocar a muda na cova com o torrão inteiro, preenchendo os espaços vazios com terra de superfície, comprimento para manter a muda firme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DENSIDADE DE PLANTIO OU SEMEADURA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o cultivo solteiro: 2,5 x1,5m. Em áreas de mata nativa, efetuar a semeadura direta (três sementes novas por cova) a cada um ou dois passos, cada linha separada das outras por dois ou três passos. Repetir a operação a cada dois anos, sempre com o cuidado de não pisar as plântulas de açaizeiros, nativas ou não, já existentes. No cultivo consorciado, plantar duas a três linhas de açaizeiros na faixa central da entrelinha do cultivo principal, com o espaçamento entre as plantas de 2,5 ou 1,5m. É comum o consórcio com seringueiras (Hevea brasiliensis). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATOS CULTURAIS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roçadas periódicas para apressar o desenvolvimento, poupando as essências nativas de valor. Não capinar, devido ao sistema radicular superficial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MANEJO DE PERFILHOS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aumentar o desenvolvimento da touceira e permitir corte de palmito a curto prazo, manejar os perfilhos deixando 3 a 4 bem distribuídos por touceira, e um perfilho novo por ano, a partir do terceiro ano de plantio. Assim, é possível iniciar o corte para palmito entre o quarto e o quinto ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COLHEITA DO PALMITO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colher somente em palmeiras que apresentem DAP (diâmetro à altura do peito) acima de 10cm, poupando um estipe por planta para a produção de sementes, quando a densidade for baixa. Evitar queda brusca do palmito, pois isso causa escurecimento interno e rápida decomposição. Fazer o corte alto (50 a 80cm) para reciclar os nutrientes para os perfilhos na touceira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTERVALO OU CICLO DE CORTE:&lt;/strong&gt; Em torno de 2 a 4 anos, na mesma touceira, para palmito de primeira qualidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ADUBAÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente as áreas de distribuição natural do açaizeiro são ricas em nutrientes, não devido às condições de solo, mas sim à rápida decomposição da matéria orgânica (“litter”) em sua superfície. Em áreas muito degradadas (mata e açaizal) fazer adubação para recuperação após análise do solo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DOENÇAS E PRAGAS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal doença do açaizeiro é a antracnose. Ela só é limitante em condições de viveiro e em regiões frias e úmidas. Em condições de campo, não há nenhuma doença séria que mereça controle. Já com relação a insetos, temos os de viveiro (gafanhotos, cigarrinhas, cochonilhas, pulgões e ácaros) e os de campo (especialmente o coleóptero Rhyncophorus), que em culturas e explorações bem manejadas, não chegam a ser problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DURAÇÃO E PÓS-COLHEITA DO PALMITO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após colhido, dura no máximo 5 a 7 dias, quando mantido com 4 capas (bainhas externas). Escurece e apodroce devido à ação de fungos, comuns em matéria em decomposição. O tombo e o corte acidental de partes do palmito aceleram a decomposição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data Edição: 23/10/06    &lt;br /&gt;Fonte: IAC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-824616643699505194?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/62cbrKOR7yQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/62cbrKOR7yQ/aa-ou-juara.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXxvezl6I/AAAAAAAABDg/k9aDeoTeNnE/s72-c/acai.gif" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/03/aa-ou-juara.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6257022823240071959</guid><pubDate>Mon, 25 Feb 2008 10:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-25T03:45:21.878-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mancabeira</category><title>Mancabeira</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Kkhd6E7ZI/AAAAAAAABCo/ht3rCTkcV3Y/s1600-h/arvoremancafruto.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Kkhd6E7ZI/AAAAAAAABCo/ht3rCTkcV3Y/s400/arvoremancafruto.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170876217045609874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; A mancabeira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Hancornia speciosa Gomez) é uma árvore pertencente à família das Apocináceas&lt;br /&gt; encontrada naturalmente no Brasil. &lt;br /&gt;Apresenta frutos aromáticos, saborosos e nutritivos, com ampla aceitação de&lt;br /&gt;mercado, tanto para o consumo in natura, quanto para a indústria. Apesar disso,&lt;br /&gt;pelo fato da cultura ainda continuar sendo mantida no habitat natural, sua exploração&lt;br /&gt;é feita de modo extrativista. As áreas em que se pratica o cultivo tecnificado, são&lt;br /&gt;quase inexistentes. Os maiores produtores da fruta são os Estados de Sergipe,&lt;br /&gt;Minas Gerais e Bahia, com produções respectivas de 524, 478 e 170 toneladas de&lt;br /&gt;mangaba.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BOTÂNICA E ECOLOGIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A palavra mangaba é de origem indígena e significa coisa boa de comer .&lt;br /&gt;A mangaba ou mangabeira pertence ao grupo das Eudicotiledoneas, ordem&lt;br /&gt;Gentianales, família Apocynaceae e à espécie Hancornia speciosa Gomes. &lt;br /&gt;É uma árvore de porte médio, possuindo de 2 a 10 m de altura, podendo chegar a até 15&lt;br /&gt;m, dotada de copa irregular, tronco tortuoso, bastante ramificado e áspero; ramos&lt;br /&gt;lisos e avermelhados. Toda a planta exsuda látex. Apresenta folhas opostas, simples,&lt;br /&gt;pecioladas, glabras, brilhantes e coriáceas. Sua inflorescência possui de 1 a 7 flores perfumadas e de coloração branca.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Klb96E7aI/AAAAAAAABCw/9Xh7gFTBqf8/s1600-h/mancabafruto.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Klb96E7aI/AAAAAAAABCw/9Xh7gFTBqf8/s400/mancabafruto.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170877222067957154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O fruto do tipo baga é elipsóide ou arredondado, com 2,0 a 6,0 cm, exocarpo&lt;br /&gt;amarelo, com manchas avermelhadas, polpa bastante doce, carnoso-viscosa, ácida,&lt;br /&gt;contendo geralmente 2 a 15 sementes discóides, com 7 a 8 mm de diâmetro, castanho-&lt;br /&gt;claras, delgadas e rugosas. O peso de 100 sementes com 50% de umidade é de&lt;br /&gt;aproximadamente 18 g. A mangabeira é uma planta perenifólia de clima tropical, ocorrendo, sobretudo, em áreas de vegetação aberta, com temperatura média ideal entre 24 e 26°C.&lt;br /&gt;Apresenta maior desenvolvimento vegetativo nas épocas com temperatura mais&lt;br /&gt;elevada e, a pluviosidade ideal pode estar entre 750 e 1.600 mm anuais. Os solos&lt;br /&gt;nos quais se desenvolve são pobres e arenosos, predominantes na região do Cerrado&lt;br /&gt;e Tabuleiros Costeiros. Apresenta, normalmente, na região dos cerrados, floração&lt;br /&gt;durante o período de agosto a novembro, com pico em outubro. A frutificação&lt;br /&gt;pode ocorrer em qualquer época do ano, mas concentra-se principalmente de julho&lt;br /&gt;a outubro ou de janeiro a abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UTILIZAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O potencial para o aproveitamento da mangabeira é bastante variado, entretanto,&lt;br /&gt;apenas os frutos apresentam um valor comercial significativo.  No Nordeste, é uma das mais requisitadas produtoras de matéria-prima para a&lt;br /&gt;indústria entre as frutas nativas dessa região, devido aos excelentes aroma e sabor&lt;br /&gt;dos seus frutos, sendo utilizada, sobretudo, para a fabricação de sucos e polpas&lt;br /&gt;congeladas. Além dessas formas, o fruto da mangabeira ainda é consumido in&lt;br /&gt;natura e utilizado para a fabricação de doces, compotas, geléias, licores, xaropes,&lt;br /&gt;vinhos e vinagres.&lt;br /&gt;Por apresentar propriedades de agregação e retenção de sabor, a mangaba é&lt;br /&gt;particularmente utilizada na elaboração de sorvetes. Em algumas regiões, outras partes da planta são utilizadas também na medicina popular. A casca, por exemplo, possui propriedades adstringentes e o látex é empregado contra a tuberculose, úlceras, herpes, dermatoses e verrugas. Além disso, o chá da folha é usado para cólica menstrual e, o decocto da raiz, para tratar luxações e hipertensão. A árvore é ainda, melífera e ornamental.&lt;br /&gt;A mangabeira, pela elevada qualidade do seu látex, foi bastante explorada no&lt;br /&gt;período áureo da borracha, no entanto, o excelente desempenho da borracha de&lt;br /&gt;Hevea brasiliensis se impôs sobre todas as demais espécies laticíferas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASPECTOS NUTRICIONAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O fruto da mangabeira é constituído de polpa (77%), casca (11%) e semente&lt;br /&gt;(12%). No entanto, apenas a polpa assume posição de destaque no aspecto&lt;br /&gt;comercial. Apresenta um bom valor nutritivo, com teor protéico (0,7 g/100 g de&lt;br /&gt;polpa) superior ao da maioria das espécies frutíferas. É rica em diversos elementos&lt;br /&gt;e, em sua composição, encontramos as vitaminas A, B1, B2 e C, além de ferro,&lt;br /&gt;fósforo e cálcio. O elevado teor de ferro (28 mg/100g de polpa) no fruto faz com&lt;br /&gt;que a mangaba seja uma das frutas mais ricas neste nutriente, além de ser fonte de&lt;br /&gt;ácido ascórbico. Daí a importância atribuída a ela na cura de algumas doenças e,&lt;br /&gt;em particular, contra a febre.&lt;br /&gt;O valor energético, em cada 100 g de fruta, é de 43 calorias.&lt;br /&gt;Altos conteúdos de sólidos solúveis totais associados à elevada acidez, além&lt;br /&gt;do paladar exótico, conferem à mangaba um sabor muito apreciado pelos&lt;br /&gt;consumidores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CULTIVO E MANEJO AGRONÔMICO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar da enxertia antecipar o início da frutificação e proporcionar a formação&lt;br /&gt;de plantios mais uniformes, em virtude de existirem poucas informações a respeito&lt;br /&gt;deste método para a cultura, a mangabeira tem sido, normalmente, propagada por&lt;br /&gt;sementes. Estas devem ser obtidas de frutos maduros, sadios e colhidos de plantas&lt;br /&gt;precoces, vigorosas, isentas de pragas e doenças, e produtivas. Imediatamente&lt;br /&gt;após retiradas dos frutos, as sementes devem ser lavadas para eliminação total da&lt;br /&gt;polpa e secadas à sombra por 24 horas. Devem ser semeadas até quatro dias após&lt;br /&gt;a lavagem, já que a partir daí, o poder germinativo cai rapidamente. A semeadura pode ser feita em canteiros de terra ou em sacos de polietileno&lt;br /&gt;preto com dimensões de 14 X 16 cm ou 15 X 25 cm, preenchidos com substrato&lt;br /&gt;areno-argiloso, retirado de camadas do solo a partir de 20 cm de profundidade. A&lt;br /&gt;utilização de calcário e o excesso de irrigação ou de matéria orgânica no substrato&lt;br /&gt;prejudica o desenvolvimento das mudas, além de favorecer o ataque de doenças do&lt;br /&gt;sistema radicular. A germinação ocorre a partir do 21º dia após o semeio, estendendo-&lt;br /&gt;se por 30 dias.&lt;br /&gt;O plantio no local definitivo deverá ser feito aos 120 dias após o semeio,&lt;br /&gt;quando as mudas estiverem com cerca de 15 a 20 cm de altura.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O plantio deve ser realizado no início da estação chuvosa, com o espaçamento&lt;br /&gt;variando de 6 X 4 m a 6 X 5 m. Após a marcação e abertura das covas (30 cm X 30&lt;br /&gt;cm X 30 cm) faz-se a adubação. A seguir, realiza-se o plantio, retirando-se o saco&lt;br /&gt;plástico sem danificar o torrão.&lt;br /&gt;Deve-se evitar a utilização de esterco bovino na cova de plantio. Em testes&lt;br /&gt;realizados, verificou-se que em sua presença, as plantas de mangabeira apresentaram&lt;br /&gt;menor altura e menor diâmetro do caule, com elevada taxa de mortandade, variando&lt;br /&gt;de 45% a 66%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adubação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sob condições de campo, verifica-se que o melhor desenvolvimento e&lt;br /&gt;produtividade da mangabeira estão na dependência de uma boa oferta de nutrientes.&lt;br /&gt;Adubações químicas com formulações à base de macro e micronutrientes têm&lt;br /&gt;resultado em melhoria do desenvolvimento de plantas jovens.&lt;br /&gt;As adubações com nitrogênio e potássio devem ser parceladas em três doses&lt;br /&gt;e aplicadas durante a estação chuvosa. O fósforo, no primeiro ano, deve ser aplicado&lt;br /&gt;todo na cova de plantio. A partir do segundo ano deve ser aplicado de uma só vez,&lt;br /&gt;juntamente com a primeira dose de nitrogênio e de potássio.&lt;br /&gt;Todos os fertilizantes devem ser colocados na projeção da copa e incorporados&lt;br /&gt;ao solo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratos Culturais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como a mangabeira costuma crescer pendida devido à ação do vento e, emitir&lt;br /&gt;grande quantidade de ramos laterais, muitos deles juntos ao solo, é necessário&lt;br /&gt;escorar a planta no lado oposto à incidência destes ventos, e realizar podas regulares, eliminando-se os ramos que crescem até a altura de 30 ou 40 cm do solo, quando a planta alcançar cerca de 80 cm de altura. Além disso, galhos secos e doentes devem ser podados ao longo da vida da planta.&lt;br /&gt;A mangabeira deve ser mantida sempre no limpo. Para isso, nas entrelinhas,&lt;br /&gt;faz-se uso de enxada ou grade. Se for difícil a manutenção desta limpeza, deve-se&lt;br /&gt;efetuar capina em coroamento, com diâmetro um pouco maior que a projeção da&lt;br /&gt;copa sobre o solo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DOENÇAS E PRAGAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doenças&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em viveiro, as mudas de mangabeira podem ser acometidas por doenças&lt;br /&gt;fúngicas, as quais ocasionam manchas foliares, apodrecimento de raízes e morte&lt;br /&gt;de plântulas. O controle pode ser feito pelo uso conveniente da irrigação e&lt;br /&gt;pulverização com produtos comerciais à base de hidróxido de cobre e mancozeb.&lt;br /&gt;É preciso, contudo, atentar para o fato de que não há registro de produtos para esta&lt;br /&gt;cultura no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.&lt;br /&gt;Nas plantas adultas, uma doença bastante comum é a antracnose, causada&lt;br /&gt;pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides, o qual ataca as flores, provocando&lt;br /&gt;secamento e abortamento dos frutos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pragas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cochonilhas e lagartas, ocasionalmente atacam, desfolhando totalmente a planta&lt;br /&gt;jovem. O controle pode ser efetuado com o uso de produtos comerciais à base de&lt;br /&gt;piretróides.&lt;br /&gt;O pulgão-verde, da espécie Aphis gossypii, também tem sido encontrado&lt;br /&gt;freqüentemente afetando a mangabeira, sobretudo na fase de viveiro. Este inseto&lt;br /&gt;ataca principalmente a parte terminal da planta, provocando o enrolamento de suas&lt;br /&gt;folhas. O controle químico pode ser realizado com pulverizações quinzenais de&lt;br /&gt;produtos comerciais à base de malation e paration.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Koad6E7bI/AAAAAAAABC4/akKtBgTettQ/s1600-h/variasmancabas.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Koad6E7bI/AAAAAAAABC4/akKtBgTettQ/s400/variasmancabas.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170880494833036722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COLHEITA E CUIDADOS PÓS-COLHEITA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A mangabeira inicia sua produção entre o terceiro e o quinto ano após o&lt;br /&gt;plantio, quando pode proporcionar produtividades de até 12 toneladas por hectare,&lt;br /&gt;dependendo das condições de clima e solo e do manejo adotado.&lt;br /&gt;A colheita deve ser realizada com o fruto ainda na planta, no momento em que&lt;br /&gt;se verifique a mudança de tonalidade do verde para o amarelo. Nesse estádio, o&lt;br /&gt;fruto apresenta-se ligeiramente flácido. Um bom indicativo para o início desse&lt;br /&gt;processo é a presença dos primeiros frutos caídos no solo.&lt;br /&gt;Os frutos, por exsudarem látex, devem ser colhidos com o auxílio de luvas e&lt;br /&gt;imersos, em seguida, em uma solução contendo detergente. Posteriormente, devem&lt;br /&gt;ser secos à sombra em local arejado e, acondicionados em caixas de madeira ou&lt;br /&gt;plástico revestidas de papel.&lt;br /&gt;Depois de colhida, o ponto de consumo da mangaba é atingido em 2 ou 3 dias&lt;br /&gt;sob temperatura ambiente. Neste momento, percebe-se o amolecimento de sua&lt;br /&gt;polpa e a produção de um aroma característico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6257022823240071959?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/QesSjWOW_0U" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/QesSjWOW_0U/mancabeira.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Kkhd6E7ZI/AAAAAAAABCo/ht3rCTkcV3Y/s72-c/arvoremancafruto.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/02/mancabeira.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-1356301386532407154</guid><pubDate>Sun, 03 Feb 2008 20:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-03T12:49:04.622-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sapoti Família: Sapotaceae</category><title>Família: Sapotaceae</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R6YlAiRsboI/AAAAAAAABBY/4RfZVD0UUdA/s1600-h/sapoti-3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R6YlAiRsboI/AAAAAAAABBY/4RfZVD0UUdA/s400/sapoti-3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162854713958100610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sapoti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O sapotizeiro é originário da América Central sendo encontrada em todas as regiões de clima sub-tropical e Tropical da América, Ásia e Oceqnia. &lt;br /&gt;A cultura desenvolve-se bem em regiões quentes, exigindo precipitações acima de 1.000mm anuais.&lt;br /&gt;Desenvolve-se bem em quase todos os tipos de solos exigindo, contato que sejam bem drenados fornece os elementos minerais ao desenvolvimento da cultura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pertencente a família Sapotaceae. As flores se apresentam isoladas, monóica, na axila das folhas, apresentando 6 estames férteis e 6 estames estéreis, chamados estaminóides. O ovário é viloso e contém de 10 a 12 lóculos. O fruto é preso por um longo pecíolo que pode variar de na forma e tamanho, sendo globoso, ovóide, elipsóide e arredondado. O número de sementes varia entre 2 a 12. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Variedades:&lt;/strong&gt; Na Flórida são citadas as variedades Prolific, Brow Sugar, Modello e Russel. Na Índia existem cerca de 20 variedades. No Brasil existem algumas seleções efetuadas pelo IPA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A propagação&lt;/strong&gt; mais recomendada para obtenção de mudas é através da enxertia por garfagem ou borbulhia. Deve-se evitar a propagação através da semente, já que pode-se originar inúmeras variações de características indesejáveis como: alteração no porte da planta, irregularidades nos frutos etc. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Elemento % Matéria Seca %    &lt;br /&gt;Água 71,62 Sílica 0,85    &lt;br /&gt;Sólidos Totais 28,38 Cálcio 7,35    &lt;br /&gt;Proteína 0,53 Magnésio 5,54    &lt;br /&gt;Matérias Graxas 0,08 Potássio 38,36    &lt;br /&gt;Açúcares Totais 15,54 Sódio 17,92    &lt;br /&gt;Açúcares Redutores 13,62 Fósforo 2,40    &lt;br /&gt;Sacarose 1,82 Ferro 0,37    &lt;br /&gt;Fibra 10,56 Alumínio 0,03    &lt;br /&gt;Cinzas 0,61 Cloretos 2,85    &lt;br /&gt;N.d 1,16 Sulfatos 3,20    &lt;br /&gt;pH 5,80 Fonte: ALMEIDA et al (1966)   &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R6YmXSRsbpI/AAAAAAAABBg/Mq7CiIbHY5c/s1600-h/sapoti.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R6YmXSRsbpI/AAAAAAAABBg/Mq7CiIbHY5c/s400/sapoti.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162856204311752338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLANTIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O plantio deve ser efetuado no início das chuvas, quando o solo apresentar umidade suficiente para favorecer os tratos culturais e desenvolvimento das plantas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A irrigção deve ser realizado para permitir o máximo aproveitamento dos nutrientes e atender a demanda evapotranspirativa, vital para o pleno desenvolvimento da cultura. A irrigação localizada via microaspersão se adapta bem a essa cultura. &lt;br /&gt;ADUBAÇÕES&lt;br /&gt;O estudo dos requerimentos nutricionais de uma determinada cultura tem por objetivo o estabelecimento de práticas corretivas, que possibilitem a obtenção dos máximos rendimentos teoricamente possíveis. A diagnose dos requerimentos nutricionais utilizando-se inicialmente a análise química do solo visando correção do pH e fornecimento dos nutrientes essenciais na fundação e manutenção. A partir daí utiliza-se a experimentação como forte de estabelecer fórmulas aproximadas para a correção da fertilidade, em função dos requerimentos do material genético (variedades, clones e híbridos ) cultivados. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONTROLE DE PRAGAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esta cultura é pouco atacada por inseto, visto sua rusticidade e resistência. As principais Pragas que a atacam são: &lt;br /&gt;Broca do Caule e dos Ramos - Recomenda-se eliminar os ramos afetados e limpar as galerias deixadas pelas larvas, através de injeção com inseticida e fechamento do orifício com cera ou barro. &lt;br /&gt;Mosca das Frutas - Recomenda-se eliminar os frutos atacaddos e realizar pulverizações com iscas envenenadas, contendo uma mistura de Dipterex 500 (240 ml/100 litros d'água)+ 5 kg de açúcar mascavo, procurando atingir uma área de 3 m2 da copa de cada planta. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COLHEITA E COMERCIALIZAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Plantios oriundos de mudas enxertadas iniciam-se produção no 4o ano, produzindo em torno de 1.000 a 3.000 frutos/ano. Os frutos maduros podem ser armazenados a temperaturas de 2 a 3oC, com umidade relativa de 85 a 90%, são conservados por 6 semanas. Em temperaturas de 3 a 5 °C, os frutos em estágio final de maturação "de vez" , conservam-se por 8 semanas. &lt;br /&gt;O fruto do sapoti é consumido ao natural ou em forma de geléias, sorvetes, refrescos e xaropes. O látex produzido pela planta é extraído do tronco e ramos da planta para ser utilizado na fabricação de goma de mascar. O fruto é rico em açucar e não possui ácido, porém quando verde, apresenta tanino adstrigente, que desaparece naturalmente quando completamente maduro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-1356301386532407154?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/fDtZEgDD3-Y" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/fDtZEgDD3-Y/famlia-sapotaceae.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R6YlAiRsboI/AAAAAAAABBY/4RfZVD0UUdA/s72-c/sapoti-3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/02/famlia-sapotaceae.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-7178594121504870907</guid><pubDate>Wed, 26 Dec 2007 16:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-28T02:55:44.784-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">MANIFESTO AMAZÔNIA PARA SEMPRE</category><title>Amazônia para Sempre  ASSINE</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K5hQ3rSZI/AAAAAAAAAws/TFg4wnJbPlI/s1600-h/01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K5hQ3rSZI/AAAAAAAAAws/TFg4wnJbPlI/s400/01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148381305153210770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K49Q3rSYI/AAAAAAAAAwk/3HZgAGtFkj4/s1600-h/02.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K49Q3rSYI/AAAAAAAAAwk/3HZgAGtFkj4/s400/02.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148380686677920130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="www.amazoniaparasempre.com.br/"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3KG4A3rSXI/AAAAAAAAAwc/RAc2GWisgIo/s400/APS_banner1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148325620902218098" /&gt;&lt;a href="www.amazoniaparasempre.com.br"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amazoniaparasempre.com.br/"&gt;  Assine agora o abaixo assinado que será entregue ao presidente Lula. ASSINE JÁ DÊ SEU GRITO EM FAVOR DA AMAZÔNIA!!!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Amazônia para sempre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O manifesto intitulado Amazônia Para Sempre, de autoria de Cristiane Torloni &lt;/strong&gt;e Victor Fasano, com texto de Juca de Oliveira, serve impulso para ecoar no Congresso Nacional a necessidade de melhor debater os rumos desta imensa riqueza natural.&lt;br /&gt;A Frente Parlamentar já conta no seu lançamento com dezenas de adesões, de representantes dos mais diversos Estados. Os integrantes da Frente agirão em todas as esferas da Câmara e do Senado, fazendo com que os debates sobre o tema sejam sempre constantes.&lt;br /&gt;A Frente pretende subsidiar todas as Prefeituras e Câmaras Legislativas, Governos Estaduais e Assembléias, Presidência da República e Ministérios de políticas públicas que possam dar melhor garantia à preservação e desenvolvimento equilibrado da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CARTA ABERTA DE ARTISTAS BRASILEIROS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo. Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LB9w3rSbI/AAAAAAAAAw8/xdWsYDS_BTA/s1600-h/05.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LB9w3rSbI/AAAAAAAAAw8/xdWsYDS_BTA/s400/05.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148390590872504754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LRBw3rShI/AAAAAAAAAxs/R2xmyImgd3w/s1600-h/amaznona1ok.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LRBw3rShI/AAAAAAAAAxs/R2xmyImgd3w/s400/amaznona1ok.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148407152266398226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Depois de tombada na sua pujança, estuprada por madeireiros sem escrúpulos,&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3TUCg3rSqI/AAAAAAAAAy0/NQfVSPis85M/s1600-h/Atividade_de_corte_de_madeira_na_Amazonia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3TUCg3rSqI/AAAAAAAAAy0/NQfVSPis85M/s400/Atividade_de_corte_de_madeira_na_Amazonia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148973413639604898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;ateiam fogo às suas vestes de esmeralda abrindo passagem aos forasteiros que a &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3TR9A3rSoI/AAAAAAAAAyk/-TJ7uooN6gg/s1600-h/florestasaraquemalcantara.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3TR9A3rSoI/AAAAAAAAAyk/-TJ7uooN6gg/s400/florestasaraquemalcantara.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148971120127068802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;humilham ao semear capim e soja nas cinzas de castanheiras centenárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LCVw3rScI/AAAAAAAAAxE/ryslRZVu2RM/s1600-h/devastacaomognocaiapos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LCVw3rScI/AAAAAAAAAxE/ryslRZVu2RM/s400/devastacaomognocaiapos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148391003189365186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Apesar do extraordinário esforço de implantarmos unidades de conservação como alternativas de desenvolvimento sustentável, a devastação continua. Mesmo depois do sangue de Chico Mendes ter selado o pacto de harmonia homem/natureza, entre seringueiros e indígenas, mesmo depois da aliança dos povos da floresta “pelo direito de manter nossas florestas em pé, porque delas dependemos para viver”, mesmo depois de inúmeras sagas cheias de heroísmo, morte e paixão pela Amazônia, a devastação continua.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Como no passado, enxergamos a Floresta como um obstáculo ao progresso,&lt;/strong&gt; como área a ser vencida e conquistada. Um imenso estoque de terras a se tornarem pastos pouco produtivos, campos de soja e espécies vegetais para combustíveis alternativos ou então uma fonte inesgotável de madeira, peixe, ouro, minerais e energia elétrica. Continuamos um povo irresponsável. O desmatamento e o incêndio são o símbolo da nossa incapacidade de compreender a delicadeza e a instabilidade do ecossistema amazônico e como tratá-lo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3PeXQ3rSnI/AAAAAAAAAyc/PksrdXLt90g/s1600-h/amazook.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3PeXQ3rSnI/AAAAAAAAAyc/PksrdXLt90g/s400/amazook.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148703290261457522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um país que tem 165.000 km2 de área desflorestada, abandonada ou semi-abandonada, &lt;/strong&gt;pode dobrar a sua produção de grãos sem a necessidade de derrubar uma única árvore. É urgente que nos tornemos responsáveis pelo gerenciamento do que resta dos nossos valiosos recursos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portanto, a nosso ver, como único procedimento cabível para desacelerar os efeitos quase irreversíveis da devastação, segundo o que determina o § 4º, do Artigo 225 da Constituição Federal, onde se lê:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"A Floresta Amazônica é patrimônio nacional, &lt;/strong&gt;e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assim, deve-se implementar em níveis Federal, Estadual e Municipal A INTERRUPÇÃO IMEDIATA DO DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA. JÁ!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K52A3rSaI/AAAAAAAAAw0/ky-aioS3UUg/s1600-h/SERRAR1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K52A3rSaI/AAAAAAAAAw0/ky-aioS3UUg/s400/SERRAR1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148381661635496354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.amazoniaparasempre.com.br"&gt;&lt;img border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" src="http://img100.imageshack.us/img100/8987/logomjf4.jpg"/&gt;ASSINE DÊ O SEU GRITO PELA AMAZÔNIA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LRjQ3rSiI/AAAAAAAAAx0/VC95hhJBO-I/s1600-h/amazonafores.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LRjQ3rSiI/AAAAAAAAAx0/VC95hhJBO-I/s400/amazonafores.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148407727792015906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É hora de enxergarmos nossas árvores como monumentos de nossa cultura e história.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;SOMOS UM POVO DA FLORESTA!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amazoniaparasempre.com.br/"&gt;CLIQUE AQUI PARA ASSINAR&lt;br /&gt; &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-7178594121504870907?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/LnfNK9VK754" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/LnfNK9VK754/amaznia-para-sempre.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K5hQ3rSZI/AAAAAAAAAws/TFg4wnJbPlI/s72-c/01.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/12/amaznia-para-sempre.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-4128024071939511177</guid><pubDate>Thu, 13 Dec 2007 17:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-13T09:31:31.964-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">O rambutão é uma fruta de origem asiática</category><title>O rambutão é uma fruta de origem asiática</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FqtKPAK3I/AAAAAAAAApU/X0IyF_kHdYo/s1600-h/rambustao4.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FqtKPAK3I/AAAAAAAAApU/X0IyF_kHdYo/s400/rambustao4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143509573507754866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O rambutão é uma fruta de origem asiática&lt;/strong&gt; cultivada comercialmente nos estados da Bahia e Pará. Na Bahia existem plantios comerciais nos municípios de Una, Ilhéus, Camamu e Ituberá. É uma árvore tropical que atinge 12m de altura, muito ornamental por sua beleza de folhagem, floração e frutificação. Produz um fruto ovóide medindo em média 5 a 6cm de comprimento e 2 a 4cm de largura. A casca apresenta coloração variando de vermelho a amarelo, sendo coberto com espículas lembrando o fruto da mamona. A floração ocorre nas extremidades dos galhos, produzindo cachos com 12 frutos em média. A polpa branca e doce é consumida na forma inatura e o seu sabor lembra a lichia e a uva. A região Sul da Bahia apresenta boas condições de clima e de solos para o seu cultivo de forma econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima e Solo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rambutão adapta-se bem ao clima quente e úmido com precipitações pluviométricas acima de 1.500 mm bem distribuídas durante a maioria dos meses do ano. Os solos mais adequados são os areno-argilosos, profundos, bem drenados, ricos em matéria orgânica e com pH entre 5,5 a 6,0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cultivares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espécie apresenta grande variabilidade genética o que resulta numa grande variação na coloração dos frutos, tamanho e peso do fruto, número e tipo de flor, tamanho e forma da semente. Vários clones se encontram disponíveis no Brasil, entretanto há a necessidade de testar esses materiais nas diversas regiões de cultivo do rambutão, em função dos efeitos inevitáveis do ambiente. Os clones recomendados para plantios comerciais são R134, R156, R162, R167, R170, R191 e R193. As fotos abaixo revelam a grande variação na cor e tamanho dos frutos.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FrGKPAK4I/AAAAAAAAApc/rnkmLhWLHKs/s1600-h/rambuta2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FrGKPAK4I/AAAAAAAAApc/rnkmLhWLHKs/s400/rambuta2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143510003004484482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação e Plantio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em virtude da grande variabilidade genética apresentada pela espécie, não se recomenda a sua propagação através de semente. Tecnicamente é propagado de forma vegetativa através de enxertia, sendo o método de garfagem o mais utilizado. O espaçamento de 8 a 10m entre plantas e as covas devem ter as dimensões de 0.60 x 0.60 x 0.60m em todas as direções. Após a abertura das covas, utilizar matéria orgânica com fertilizante à base de fósforo antes do plantio. O rambutanzeiro não necessita de sombreamento inicial, portanto recomenda-se o consórcio com culturas de ciclo curto ou fruteiras perenes a fim de agregar valor econômico ao cultivo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FrhKPAK5I/AAAAAAAAApk/ZCgoJTEG35k/s1600-h/rambustao1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FrhKPAK5I/AAAAAAAAApk/ZCgoJTEG35k/s400/rambustao1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143510466860952466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratos Culturais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poda é imprescindível na obtenção de plantas baixas e copa compacta a fim de facilitar a colheita. A adubação deverá ser realizada mediante a análise do solo. Na região Sul da Bahia ainda não há registro da presença de pragas e doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colheita e Rendimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FsRaPAK6I/AAAAAAAAAps/sR01W945ZC4/s1600-h/rambuta3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FsRaPAK6I/AAAAAAAAAps/sR01W945ZC4/s400/rambuta3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143511295789640610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na região Sul da Bahia o período de floração tem duas épocas distintas: março a maio e agosto a outubro, razão pela qual a colheita ocorrer duas vezes, março a maio e agosto a outubro. As plantas propagadas de forma vegetativa entram em produção com três anos de plantio. Os frutos amadurecem com três a quatro meses após a floração. Normalmente da floração até a colheita dura em média de 15 a 18 semanas e a principal produção se concentra nos meses de julho a novembro. Uma variação de 4 a 6 semanas pode ocorrer nos períodos de colheita em virtude da localização do plantio e de circunstâncias climáticas. As frutas são colhidas quando a maioria apresenta o vermelho ou o amarelo. No primeiro ano de plantio o rendimento é em média de 1.200 kg, alcançando 15 toneladas com 10 anos de plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produtividade média dos plantios com mais de 10 anos de idade e tecnicamente bem conduzidos é em média de 15 toneladas por hectare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;José Basílio Vieira Leite - Engenheiro Agrônomo MSc Fitotecnia&lt;br /&gt;Gilberto de Andrade Fraife Filho - Eng. Agrônomo MSc Fitotecnia&lt;br /&gt;Perivaldo Mariano Santos - Engenheiro Agrônomo  MSc Fitotecnia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-4128024071939511177?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/b8G00JOJNY0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/b8G00JOJNY0/o-rambuto-uma-fruta-de-origem-asitica.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FqtKPAK3I/AAAAAAAAApU/X0IyF_kHdYo/s72-c/rambustao4.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/12/o-rambuto-uma-fruta-de-origem-asitica.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-7546918084512699732</guid><pubDate>Tue, 11 Dec 2007 13:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-11T06:07:08.261-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Abiu Lucuma caimito</category><title>Abiu Lucuma caimito</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16UQaPAKzI/AAAAAAAAAo0/GapV1MDslH0/s1600-h/abiuzeiro.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16UQaPAKzI/AAAAAAAAAo0/GapV1MDslH0/s400/abiuzeiro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142710834144750386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Informações sobre a cultura  Abiu&lt;br /&gt;Lucuma caimito (Ruiz &amp; Pav.) Roem &amp; Schult.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome popular: abieiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família botânica: Sapotaceae &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: Brasil - Região Amazônica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características da planta: Árvore de até 10 m de altura, tronco de casca áspera, copa densa e esgalhada. Folhas lisas e brilhantes. Flores de coloração amarelo-avermelhada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fruto: De forma ovóide ou esférica, coloração amarela, casca lisa, apresentando látex leitoso que coagula em contato com ar. A polpa é translúcida, branca ou amarelada, mucilaginosa e doce. Encerra em seu interior de 1 a 4 sementes lisas e pretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultivo: Cresce espontaneamente na Amazônia, adaptando -se para cultivo nas regiões litorâneas do Oiapoque (AP) até Santos. Cultivada em quase todo o país, prefere solos profundos e humosos. Multiplica-se por sementes, produzindo 200 frutos por árvore, podendo atingir até 1.000 frutos. &lt;br /&gt;         O abieiro é uma planta tropical, originária da região amazônica próxima às encostas andinas do Peru e do oeste da parte amazônica brasileira. A árvore e seu fruto, o abiu, são facilmente encontrados na forma silvestre por toda a Amazônia: alguns exemplares do abieiro fazem até parte da arborização urbana da região enfeitando praças de Manaus, sendo também encontrados nas cercanias de Belém. &lt;br /&gt;         Apesar de ser mais conhecido na Amazônia, o abieiro cresce e frutifica em quase todo o Brasil litorâneo, por onde se espalhou sem pedir licença. &lt;br /&gt;         A forma da fruta difere bastante de uma variedade para outra, podendo ocorrer frutos inteiramente redondos, ovais e mesmo alongados, todos eles do tamanho aproximado de um ovo grande de galinha ou de pata. Sua superfície é lisa e contém uma polpa gelatinosa, branca ou amarelada, às vezes adocicada, às vezes sem sabor e, às vezes, para o prazer de muitos, dulcíssima. &lt;br /&gt;         A fruta é aproveitada quase sempre in natura podendo, porem, ser conservada até uma semana, quando refrigerada, ou então, processada como geléia. &lt;br /&gt;        &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16ZLKPAK2I/AAAAAAAAApM/ho6Oav8k4-E/s1600-h/abiuuei.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16ZLKPAK2I/AAAAAAAAApM/ho6Oav8k4-E/s400/abiuuei.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142716241508576098" /&gt;&lt;/a&gt; Como fruta fresca, deve ser consumida exclusivamente quando estiver bem madura e amarela, pois, do contrário, sua casca libera um leite branco e viscoso que adere aos lábios, provocando uma sensação bastante desagradável. Por outro lado, esse mesmo látex e um outro - que sai da casca da árvore -são utilizados na produção de cola e de remédios caseiros. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16VpqPAK0I/AAAAAAAAAo8/5NZ6c_1FYEk/s1600-h/pou_cai_kloves.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16VpqPAK0I/AAAAAAAAAo8/5NZ6c_1FYEk/s400/pou_cai_kloves.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142712367448075074" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;strong&gt;  O cultivo do abieiro é aparentemente simples&lt;/strong&gt;, exigindo pouca fertilidade da terra e poucos cuidados, exceto quando a planta ainda é nova. &lt;br /&gt;         Com 3 anos de idade inicia a frutificação, que se avoluma bastante a partir do quinto ano. Sendo o abiu fruto generoso, de árvore bonita e de abundante frutificação, basta um único abieiro num quintal caseiro para suprir toda uma família, seus agregados e vizinhos, da delicadeza dos sabores da fruta. &lt;br /&gt;         Apesar de todas as suas excelências e qualidades, o abieiro permanece, no Brasil, como árvore frutífera de quintal e de pomares não-comerciais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-7546918084512699732?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/mdjRxvO7Rx8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/mdjRxvO7Rx8/abiu-lucuma-caimito.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16UQaPAKzI/AAAAAAAAAo0/GapV1MDslH0/s72-c/abiuzeiro.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/12/abiu-lucuma-caimito.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2022126239326019931</guid><pubDate>Tue, 11 Dec 2007 12:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-11T04:55:57.330-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A alcachofra (Cynara scolymus L.)</category><title>A alcachofra (Cynara scolymus L.)</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16ImqPAKyI/AAAAAAAAAos/wYreiRQ146U/s1600-h/alcachofrae.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16ImqPAKyI/AAAAAAAAAos/wYreiRQ146U/s400/alcachofrae.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142698022257306402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A alcachofra (Cynara scolymus L.) é uma planta herbácea que atinge até 1,50m de altura. Suas folhas são grandes, podendo chegar a mais de 1m de comprimento. As variedades existentes são a alcachofra comum, a alcachofra hortícola e a alcachofra cultivada. É um vegetal originário da região mediterrânea que costuma ser cultivada como alimento, planta medicinal ou ainda, como planta ornamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características medicinais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Além de ser muito apreciada como alimento, a alcachofra apresenta características terapêuticas pois atua na regularização das funções do fígado. Por conter uma quantidade bastante expressiva de ferro em sua composição, principalmente em suas folhas, a alcachofra é muito útil para pessoas com problemas de anemia. Atua, também, no combate a cálculos biliares, além de ser um ótimo diurético. Todas as principais aplicações medicinais desta planta tem como matéria prima as folhas da alcachofra utilizadas, principalmente, em chás e sopas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cultivo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma planta que, devido à sua região originária, se adapta melhor aos climas temperados-quentes. Em locais com temperaturas médias muito elevadas, é comum o desenvolvimento de pragas e doenças. Apesar disso, precisa de muito sol. As regiões mais adequadas ao cultivo da alcachofra devem apresentar uma alta umidade relativa do ar. Adapta-se melhor em solos argilo-silicosos, profundos e drenados, com pH próximo de 6,5, ou seja, neutro. Outro cuidado importante que devemos tomar no cultivo da alcachofra é de fazer a plantação em locais abrigados ou protegidos contra os ventos fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A propagação é feita por sementes ou através de mudas,&lt;/strong&gt; que nascem na base da própria planta. Para o plantio comercial ou mesmo caseiro, as mudas devem ser cultivadas, primeiramente, em um viveiro e, depois, transplantadas para o local definitivo. O tempo de germinação das sementes é de 15 dias, em condições apropriadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não se adaptar em regiões com temperaturas muito altas, a cultura da alcachofra não é recomendada na região Nordeste do Brasil. O plantio deve ser feito durante o período de outono e inverno, do final de março até final de agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pragas mais comuns a atacarem a alcachofra são os pulgões cinzentos e a cochonilha vermelha. Há, ainda, a ocorrência ocasional de uma doença causada por um fungo, que deixa manchas acinzentadas nas folhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os tratos culturais&lt;/strong&gt; necessários para a obtenção de bons resultados no cultivo da alcachofra são simples: capinas, irrigação (a alcachofra necessita de grande quantidade de água, devido ao número e tamanho de suas folhas), controle das pragas (principalmente os pulgões) e desbastes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados obtidos com uma plantação de alcachofra, bem cuidada, são uma colheita de cerca de 3,5ton de folhas frescas, por hectare. Para uso medicinal, também se aproveita as raízes dessa planta. A colheita é feita à medida que as folhas vão alcançando seu tamanho máximo, portanto, não se deve colher tudo de uma só vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação RuralNews&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2022126239326019931?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/ImbL2UYU0lk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/ImbL2UYU0lk/alcachofra-cynara-scolymus-l.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16ImqPAKyI/AAAAAAAAAos/wYreiRQ146U/s72-c/alcachofrae.gif" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/12/alcachofra-cynara-scolymus-l.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-1352033310090038056</guid><pubDate>Fri, 07 Dec 2007 10:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-07T03:07:04.212-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultivo da Pitaya</category><title>Cultivo da Pitaya</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1klYKPAKtI/AAAAAAAAAoE/mDTXgkv8bBQ/s1600-h/fotos_small_5.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1klYKPAKtI/AAAAAAAAAoE/mDTXgkv8bBQ/s400/fotos_small_5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141181546614500050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1klNqPAKsI/AAAAAAAAAn8/X3CkB8Tp5U4/s1600-h/pitaya1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1klNqPAKsI/AAAAAAAAAn8/X3CkB8Tp5U4/s400/pitaya1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141181366225873602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origem:&lt;/strong&gt; As espécies são nativas do continente americano sendo que as espécies mais comerciais se concentram na América Central e México. Temos uma espécie de excelente qualidade aqui na América do Sul porém de frutos menores, a Selenicereus setaceus, conhecida também como Saborosa ou Pitainha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima: &lt;/strong&gt;Pode ser cultivada em diversas altitudes, desde o nível do mar até acima de 1000 metros, preferindo temperatura média entre 18 a 35 graus centígrados. Chuvas de 1200 a 1500 mm ao ano são ideais para o desenvolvimento da cultura, porém também se desenvolve em climas mais secos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Solos:&lt;/strong&gt; Os solos que oferecem melhores condições para o desenvolvimento do cultivo são os de pH entre 5.5 e 6.5 e não compactados . Devem ser ricos em matéria orgânica, bem drenados e de tex tura bem solta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espaçamento:&lt;/strong&gt; O tutoramento com mourões é fundamental. Pode ser feito com mourões de madeira tratada, postes de concreto e até caules de frutíferas ( ex. tangerineiras, laranjeiras, etc.) que após podados podem ser usados para tutoramento. Um espaçamento sugerido usando os tutores seria 3 metros entre as plantas e 4 metros entre as ruas, podendo ser plantada 1 ou 2 mudas por tutor. Lembramos também que em plantios domésticos a Pitaya pode ser plantada em caules de árvores preferencialmente de porte baixo para não dificultar a colheita. Alguns produtores fixam quadros de madeira no ápice dos mourões para um melhor tutoramento o que onera um pouco mais o trabalho porém com resultados melhores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio:&lt;/strong&gt; Plantar em covas de 40cm de diâmetro por 40cm de Profundidade juntando uns 10 litros de esterco de curral (ou 2 kg de húmus de minhoca) mais 300g de farinha de ossos (ou super-fosfato simples). Misturar bem os adubos à terra da cova antes do plantio. O sombreamento das mudas novas é aconselhável quando as plantas estiverem estocadas em viveiros sombreados. Este sombreamento pode ser feito de maneira simples com folhas de palmeiras fincadas verticalmente ao lado da muda .&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1kn56PAKuI/AAAAAAAAAoM/1XVBaLZUHBo/s1600-h/dragonfruitp1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1kn56PAKuI/AAAAAAAAAoM/1XVBaLZUHBo/s400/dragonfruitp1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141184325458340578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Em literaturas internacionais são citadas produções de 14 toneladas por hectare para a Pitaya Amarela (Selenicereus megalanthus ) e para a Pitaya Vermelha de Polpa Branca ( Hylocereus undatus ) 30 toneladas por ha, isto anualmente. No Vietnam os plantadores conseguem até 40 ton por ha, provávelmente isto se deve ao sistema de condução da planta , pois podas aumentam a brotação de galhos na planta e consequentemente haverá mais flores e frutos. A irrigação nos períodos mais sêcos, desde que sem encharcamentos, também acelera o desenvolvi mento da planta. Vale lembrar que plantas que estiverem em situação de estresse hídrico prolongado não devem ser irrigadas abundantemente pois correm o risco de apodrecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Obs. Evitar pulverizações com defensivos químicos&lt;/strong&gt; pois os mesmos podem interferir no sabor dos frutos. Para fungos usar preferencialmente calda bordaleza.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1kpBKPAKvI/AAAAAAAAAoU/7NIfiBQ4kAs/s1600-h/pitaya2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1kpBKPAKvI/AAAAAAAAAoU/7NIfiBQ4kAs/s400/pitaya2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141185549524019954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A pitaya é uma fruta pertencente à família das cactáceas&lt;/strong&gt; e é conhecida mundialmente como "Dragon Fruit", Fruta-do-Dragão, sua polpa é rica em fibras com excelentes qualidades digestivas e de baixo teor calórico. &lt;br /&gt;É fruta de aparência muito bonita e diferente, além de produzir flores noturnas de rara beleza com grande potencial ornamental. De acordo com a espécie seus frutos podem ser de cor amarelo-vivo ou vermelho externamente, de polpa branca translúcida com minúsculas sementes como o Kiwi e de sabor suave e muito agradável. Em algumas espécies a polpa é de coloração vermelha com tonalidade mais forte que a casca e são atualmente as mais procuradas para plantios comerciais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adubação Mensal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;100g - 200g por pé de um dos adubos abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mamona;Farinha de osso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Farelo de arroz;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esterco de boi;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esterco de galinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Variedade/ProdutividadePitaya Vermelha de Polpa Vermelha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção após plantio: 9 - 10 meses.&lt;br /&gt;50 - 60 frutas ao ano por pé.&lt;br /&gt;20 floradas ao ano, em média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pitaya Amarela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção após plantio: 1,5 - 2 anos.&lt;br /&gt;10 - 15 Kg de fruta ao ano por pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pitaya Branca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção após plantio: 9 ? 10 meses.&lt;br /&gt;1/3 de fruta em relação a pitaya&lt;br /&gt;vermelha.&lt;br /&gt;5 - 7 floradas ao ano, em média. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pitaya Rosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção após plantio: 9 ? 10 meses.&lt;br /&gt;1/3 de fruta em relação a pitaya vermelha.&lt;br /&gt;5 - 7 floradas ao ano, em média.&lt;br /&gt;Na florada somente a pitaya rosa necessita de polinização artificial para frutificação. Faz-se isto passando um pequeno pincel nas flores  (pólen) entre plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capina: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deve-se fazer capina, somente podar em volta das plantas pois as raízes são muito sensíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irrigação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irrigar duas vezes ao dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-1352033310090038056?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/b3aEYmSm1Cc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/b3aEYmSm1Cc/origem-as-espcies-so-nativas-do.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1klYKPAKtI/AAAAAAAAAoE/mDTXgkv8bBQ/s72-c/fotos_small_5.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/12/origem-as-espcies-so-nativas-do.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2450793022538712518</guid><pubDate>Mon, 19 Nov 2007 13:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-19T05:38:22.705-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Propagação por Garfagem</category><title>Propagação por Garfagem</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GQhKhrYYI/AAAAAAAAAgM/tt1SKYkpuT4/s1600-h/1032.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GQhKhrYYI/AAAAAAAAAgM/tt1SKYkpuT4/s400/1032.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134543949614768514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Garfagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A garfagem é um processo no qual se usa um pedaço apical de um ramo&lt;/strong&gt;, com 5 a 10 cm de comprimento, com várias gemas, chamado garfo. O garfo é obtido de ramos coletados da planta que se quer propagar (matriz) e que irá originar a copa. O garfo deve estar com gemas bem salientes, para que possam brotar depois da enxertia. Há os tipos de garfagem no topo e lateral. A primeira pode ser em fenda (cheia, meia ou esvaziada) e em inglês (simples ou complicado). Existem outros métodos de garfagem, mais difíceis de executar.&lt;br /&gt;O forçamento da brotação em ramos da planta-matriz, para se retirar os garfos, é importante no processo de garfagem de algumas frutíferas. Ele é feito, eliminando-se folhas, despontando ou anelando os ramos que vão ser cortados para se retirar os garfos, de 15 a 20 dias antes da enxertia, ainda na planta. Há o forçamento na brotação das gemas, o que facilita o pegamento após a enxertia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O cavalo para a garfagem pode ser o mesmo daquele indicado para a borbulhia&lt;/strong&gt;, ou mais grosso. A garfagem mais comum é feita no topo, cortando-se a parte apical do cavalo na horizontal, e nesta fazendo-se um outro corte perpendicular ao primeiro, com cerca de 3 a 4 cm (fenda cheia). Nesta fenda, coloca-se o garfo, o qual foi previamente preparado com dois cortes, formando na sua parte basal uma cunha (Figura). É necessário que esta cunha seja bem adaptada ao corte feito no cavalo, para que se processe a união, após o amarrio com fitilho plástico. Algumas espécies requerem que seja feita uma câmara úmida para melhor pegamento, o que se consegue com o amarrio de um saquinho plástico, cobrindo o garfo. Na fenda esvaziada, o corte no cavalo também é em cunha.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GQ8KhrYZI/AAAAAAAAAgU/gwJOc5QtrBM/s1600-h/1033.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GQ8KhrYZI/AAAAAAAAAgU/gwJOc5QtrBM/s400/1033.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134544413471236498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O diâmetro do garfo deve ser de preferência igual ao do cavalo, para boa justaposição das partes cortadas. Pode-se também fazer um corte simples no cavalo e no garfo, no sentido inclinado e de igual tamanho, após o qual, o garfo e o cavalo são justapostos e amarram-se as partes cortadas, visando a sua união (tipo inglês simples). A garfagem pode ser feita a diferentes alturas no cavalo, desde abaixo do nível do solo, até 1 m de altura. A garfagem pode ser feita também lateralmente no cavalo, fazendo-se um corte na altura de 10 a 30 cm do chão, no qual o garfo cortado é introduzido (Figura ). &lt;br /&gt;Data Edição: 11/02/03    &lt;br /&gt;Fonte: Toda Fruta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2450793022538712518?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/QwWPN7Om-gs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/QwWPN7Om-gs/propagao-por-garfagem.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GQhKhrYYI/AAAAAAAAAgM/tt1SKYkpuT4/s72-c/1032.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/propagao-por-garfagem.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6570032912509632225</guid><pubDate>Mon, 19 Nov 2007 13:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-19T05:55:42.771-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Propagação de mudas de frutas por Mergulhia e  Alporquia</category><title>Propagação Mudas de Fruteiras por Mergulhia, alporquia</title><description>&lt;strong&gt;A mergulhia&lt;/strong&gt; consiste no enraizamento de uma parte da planta a ser propagada, na própria planta e depois o destacamento da mesma para obtenção da muda. Há muitas variações, dependendo do tipo de ramo, da porção do ramo enterrada no solo ou do seu comprimento, obtendo-se, assim, uma ou mais mudas. A base do processo é o enterrio de uma porção de um ramo, curvado da planta que se quer propagar, para que enraíze e, depois do enraizamento, destaca-se de uma vez ou gradativamente a muda, plantando-a em um recipiente. O ramo que vai ser enterrado deve ser desfolhado ou anelado e, depois, preso ao solo por uma estaca de madeira, bambu ou pedaço de arame grosso. A jabuticabeira, o abieiro, camu-camu e outras frutíferas podem ser propagados por mergulhia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alporquia&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GNC6hrYVI/AAAAAAAAAf0/sVjcxXIN6I0/s1600-h/alporque.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GNC6hrYVI/AAAAAAAAAf0/sVjcxXIN6I0/s400/alporque.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134540131388842322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A alporquia&lt;/strong&gt; é um método usado para propagar plantas difíceis de enxertar. É uma variação da mergulhia. Neste método, escolhe-se, em uma planta adulta, alguns ramos de 1 a 3 cm de diâmetro, faz-se neles um anelamento (retirada da casca) de 3 a 5 cm e, depois, cobre-se a parte anelada com esfagno ou uma mistura de esterco e serragem úmida, cobrindo com saco plástico, bem amarrado, forçando assim o enraizamento no local cortado. Pode-se fazer um anel também abaixo do local que vai enraizar, para forçar a brotação das gemas. Vai-se cortando mais, conforme o enraizamento, até se destacar o ramo bem enraizado, tendo-se então a muda. Esta necessita de um estufim, ou câmara de nebulização com alta umidade para ser colocada, após a sua retirada da planta para um período de adaptação e pegamento. Varias frutíferas têm sido assim propagadas (Figura ), embora seja um método caro e de pouco rendimento. &lt;br /&gt;Enxertia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enxertia é a união dos tecidos de duas plantas, geralmente da mesma espécie, passando a formar uma planta com duas partes: o enxerto (copa) e o porta-enxerto (cavalo). A copa, cavaleiro ou enxerto é a parte de cima, que vai produzir os frutos da variedade desejada e o cavalo ou porta-enxerto é o sistema radicular, o qual tem como funções básicas o suporte da planta, fornecimento de água e nutrientes e a adaptação às condições de solo, clima e doenças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enxertia pode ser feita por vários métodos, sendo os mais comuns a encostia, a borbulhia, a garfagem com suas variações, conforme a planta, pois cada espécie se adapta a um tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encostia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A encostia é um tipo de enxertia no qual se leva o cavalo em um recipiente, até a planta que se quer propagar (copa) (Figura ). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Corta-se uma porção de um ramo de cada planta, de mesma dimensão e encostam-se as partes cortadas, amarrando-se, em seguida, com fita plástica para haver a união dos tecidos (Figura ). Pode-se fazer um anelamento, que consiste de uma incisão ao redor do ramo, acima do corte, no cavalo.&lt;br /&gt;Após um período de 30 a 60 dias, havendo a união, pode-se cortar a parte acima do ponto de união do cavalo, destacando o ramo da planta original, formando a nova copa, originando, assim, uma muda, agora constituída da copa e do cavalo. Esse método pode ser usado para propagar plantas difíceis de enxertar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A encostia é usada também quando se quer substituir o cavalo de uma planta já enxertada, plantada no pomar. Faz-se o plantio de 2 ou 3 cavalos de uma outra variedade diferente do cavalo inicial, ao lado do tronco da planta, fazendo-se a encostia destes cavalos na altura de 20 a 30 cm do tronco da copa. É chamada, neste caso, subenxertia.&lt;br /&gt;Borbulhia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A borbulhia consiste em se usar uma borbulha ou gema a qual vai ser fixada junto ao cavalo, após o corte de parte do mesmo. A borbulha pode ser fixada em um corte da casca ou sob ela, em uma abertura em forma de T que pode ser normal ou invertido, em janela ou em placa. Todo corte deve ser feito com canivete bem afiado (Figura ).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GPkahrYXI/AAAAAAAAAgE/sR3lhvverHA/s1600-h/1030.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GPkahrYXI/AAAAAAAAAgE/sR3lhvverHA/s400/1030.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134542905937715570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para se executar a enxertia pós borbulhia, normalmente usa-se um cavalo de 1 a 1,5 cm de diâmetro, no qual se faz o corte a 10 – 15 cm. O corte é feito no sentido vertical do ramo do cavalo, e depois no horizontal, na parte de cima ou de baixo do primeiro corte ou em ambos (janela). Neste corte, introduz-se a borbulha, retirada de um ramo da planta que se quer propagar. Outro tipo é a borbulhia de placa, na qual se faz um corte de parte da casca e lenho do cavalo, e a borbulha, retirada do ramo na mesma dimensão, é justaposta e amarrada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a inserção da gema, amarra-se com fitilho plástico e espera-se a brotação do enxerto, o que ocorre até os 30 dias após a enxertia. A retirada do plástico pode ser feita de 15 a 45 dias, dependendo da fruteira. A época de enxertia é usualmente na primavera para as plantas tropicais e no inverno para as temperadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o pegamento do enxerto, inicia-se a brotação da gema, cujo broto mais forte deve ser conduzido em haste única, tutorado a uma estaca, à qual é amarrado, sendo as demais brotações eliminadas, com canivete, tesoura de poda ou à mão, quando bem novas. O enxerto é forçado a crescer, pela poda, anelamento ou curvamento do cavalo (Figura). O crescimento do enxerto prossegue, até a altura acima da estaca (60 cm), quando, então, no ramo já maduro, se faz a poda de formação, na altura da estaca. Abaixo do ponto da poda de formação a futura copa da planta.&lt;br /&gt;Data Edição: 11/02/03    &lt;br /&gt;Fonte: Toda Fruta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6570032912509632225?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/OzRSTAO38Qs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/OzRSTAO38Qs/propagao-por-mergulhia.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GNC6hrYVI/AAAAAAAAAf0/sVjcxXIN6I0/s72-c/alporque.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/propagao-por-mergulhia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-1612216481325839185</guid><pubDate>Mon, 19 Nov 2007 13:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-19T05:11:10.154-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Propagação Rebento</category><title>Propagação Rebento</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GK_qhrYUI/AAAAAAAAAfs/_E2yuGV7FvA/s1600-h/estarca.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GK_qhrYUI/AAAAAAAAAfs/_E2yuGV7FvA/s400/estarca.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134537876531011906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;A estaquia &lt;/strong&gt;é baseada no enraizamento de um pedaço de ramo (estaca) (Figura ), geralmente de 15 a 40 cm de comprimento e de 0,5 a 2 cm de diâmetro, cortado da parte madura da planta, isto é, não muito nova, ou verde. Há plantas que enraízam melhor de estacas mais novas. Em fruticultura, as estacas lenhosas têm maior uso, embora para algumas espécies seja usada a estaca herbácea. Podem ser usadas para propagação ou para obtenção de porta-enxertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ramo para estaca é cortado da planta; são retiradas suas folhas e espinhos, com a tesoura de poda. Sua parte basal é cortada em bisel (inclinado) junto a uma gema, e seu ápice é cortado reto. A seguir, são enterradas em solo bem preparado (canteiro, viveiro ou recipiente), deixando apenas 1/3 de seu tamanho para fora do solo (Figura ). Das gemas, sairão as brotações da parte aérea. O sistema radicular sairá da parte cortada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Após a brotação das gemas&lt;/strong&gt;, há formação da parte aérea da muda, a qual deve, de preferência, ser conduzida em uma única haste, amarrada periodicamente a uma estaca de 70 – 80 cm, fincada junto à planta, para que se processe um crescimento ereto da muda ou cavalo (neste caso, se estiver estaqueando para posterior enxertia). No caso da muda, a haste pode ser podada na altura de formação a 40 – 60 cm e, no caso de enxertia posterior, feita a 15 – 20 cm na haste principal, a parte acima é posteriormente eliminada. São necessárias, portanto, constantes desbrotas para permitir bom desenvolvimento da haste única, brotada da estaca inicialmente plantada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-1612216481325839185?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/4bTZg_OHTeY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/4bTZg_OHTeY/propagao-rebento.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GK_qhrYUI/AAAAAAAAAfs/_E2yuGV7FvA/s72-c/estarca.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/propagao-rebento.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6860567218365718423</guid><pubDate>Mon, 19 Nov 2007 11:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-19T05:44:42.364-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Propagação vegetativa por estacas</category><title>Propagação vegetativa por estacas</title><description>&lt;strong&gt;Bases Fisiológicas da Iniciação de Raízes nas Estacas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;* &lt;strong&gt;Substâncias de Crescimento nas Plantas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Para a formação de raízes adventícias em estacas, são necessários certos níveis de substâncias de crescimento natural na planta, sendo umas mais favoráveis que outras. Há vários grupos de tais substâncias, dentre eles as auxinas, as citocininas e as giberelinas. As auxinas são as de maior interesse no enraizamento de estacas. Além dos grupos citados, é provável que haja outras substâncias, de ocorrência natural, que desempenham alguma função na formação de raízes adventícias (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;A auxina de presença natural é sintetizada principalmente nas gemas apicais e nas folhas jovens e, de maneira geral, move-se através da planta, do ápice para a base (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dentre os compostos com atividades auxínicas têm-se o ácido indolacético, o ácido indolbutírico, o ácido naftalenoacético e o ácido 2,4-diclorofenoxiacético, comprovadamente indutores de enraizamento.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As citocininas&lt;/strong&gt; são substâncias que estimulam a divisão celular e, quando em níveis relativamente altos, há formação de gemas; no entanto, inibem a formação de raízes. &lt;br /&gt;As substâncias reguladoras de crescimento das plantas, que formam o grupo das giberelinas, parecem não ser necessárias para a formação de raízes adventícias e estacas caulinares. Ao contrário, os testes realizados em diversas espécies de plantas mostram uma inibição do enraizamento. É possível que o efeito inibitório das giberelinas no enraizamento de estacas seja causado pelo estímulo ao crescimento vegetativo, que compete com a formação da raiz (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Efeitos de Folhas e Gemas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É de grande importância no enraizamento de estacas, em virtude da produção de auxinas e de outras substâncias que atuam no enraizamento. Em algumas estacas a remoção das gemas reduz quase que por completo a formação de raízes. Ao remover um anel de casca, abaixo de uma gema, a formação de raízes é reduzida, impedindo o fluxo de substâncias promotoras, pelo floema, para a base da estaca. &lt;br /&gt;Há muitas provas experimentais de que a presença de folhas em estacas exerce forte influência estimuladora da formação de raízes. Os carboidratos, resultantes da atividade fotossintética das folhas, também contribuem para a formação de raízes, embora os efeitos estimuladores de folhas e gemas se devam, principalmente, à produção de auxina (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Inibidores Endógenos de Enraizamento &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As estacas de algumas plantas de difícil enraizamento não chegam a formar raízes, em virtude da presença natural de inibidores químicos. Em algumas plantas estes inibidores podem ser lixiviados, colocando-se as estacas em água corrente, aumentando assim a capacidade de enraizamento. &lt;br /&gt;A maior ou menor capacidade de enraizar vai depender do balanço entre as substâncias promotoras e inibidoras do enraizamento, que, de modo geral, é muito variável entre as espécies (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;  Fatores que Afetam a Propagação por Estacas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dentre os vários fatores de que depende o enraizamento de estacas, destacam-se os ambientais, o estado fisiológico, a maturação, o tipo de propágulo, a sua origem na copa e a época de coleta, que influenciam, sobretudo, na capacidade e na rapidez de enraizamento (Gomes, 1987, citado por Paiva e Gomes, 2001). O sucesso, no entanto, depende de fatores internos e externos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Fatores Internos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;- Espécie &lt;br /&gt;A capacidade de emissão de raízes por um ramo é uma característica varietal, devido à interação de fatores inerentes, que se encontram presentes em suas células, bem como as substâncias produzidas pelas folhas, como: auxina, carboidratos, compostos nitrogenados e vitaminas. Portanto, a formação de raízes está associada à fisiologia, à química e à estrutura anatômica. &lt;br /&gt;A macieira, cerejeira, pessegueiro e mangueira apresentam dificuldades de enraizar, devido à presença de inibidores de enraizamento. O tratamento com água aumenta a capacidade de enraizamento (Simão, 1998). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Condição fisiológica da planta-mãe &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há consideráveis evidências de que a nutrição da planta-mãe exerce forte influência sobre o desenvolvimento de raízes e ramos (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Estacas colhidas de uma mesma matriz e submetidas aos mesmos tratamentos respondem diferentemente quanto à taxa de enraizamento, em diferentes épocas do ano. Isto está diretamente ligado ao teor de carboidratos armazenados na matriz. &lt;br /&gt;O teor de carboidratos na planta-mãe deve ser alto e o de nitrogênio baixo. O teor de fósforo e de potássio tem efeito menor sobre o enraizamento de estacas (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Os fatores que determinam a condição fisiológica são, ainda, relativamente desconhecidos, muito embora sejam fundamentais, principalmente no domínio da enzimologia para o controle do processo. Sabe-se, no entanto, que elevado nível de reservas com uma elevada relação C/N favorece o enraizamento, desconhecendo-se, todavia, o metabolismo dos carboidratos (Gomes, 1987, citado por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;As reservas parecem ser indispensáveis à sobrevivência do propágulo até o enraizamento e posterior desenvolvimento. Mesmo nos casos em que há retenção das folhas pelo propágulo, as reservas a um nível conveniente facilitam a emissão de raízes e incrementam a fotossíntese. Acrescente-se que boa parte destas se transferem para a base da estaca, contribuindo para a formação de primórdios radiculares (Gomes, 1987, citado por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Em plantas com dificuldade de enraizamento, podem-se usar tratamentos para alterar artificialmente as condições fisiológica da planta-mãe ou de partes dela, por exemplo, o anelamento de ramos, que provoca aumento no nível de auxinas naturais acima do corte e diminuição abaixo (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Idade da Planta-mãe &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estacas de plantas jovens enraízam melhor que as de plantas velhas. O rejuvenescimento, por meio de poda, favorece o enraizamento. Estacas de plantas jovens, procedentes de sementes, enraízam com maior facilidade que as estacas retiradas de plantas da mesma espécie, porém mais velhas (Simão, 1998). &lt;br /&gt;Em plantas que se propagam facilmente por estacas, a idade da planta-mãe tem pouca importância, porém, em planas difíceis de enraizar, este fator é relevante. Em geral, estacas tomadas de plantas jovens (crescimento juvenil) enraízam com maior facilidade que tomadas de ramos mais velhos (crescimento adulto) (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Pode-se dizer que quanto mais juvenil o material, maior será o sucesso do enraizamento, quer expresso em porcentagem, quer pela rapidez de formação e, ainda, pela qualidade das próprias raízes, bem como pela capacidade de crescimento da nova planta (Gomes, 1987, citado por Paiva e Gomes, 2001). O problema apresentado por material adulto é o aparecimento ou a produção de substâncias inibidoras do enraizamento. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Época do ano &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A época do ano, em alguns casos, pode exercer grande influência sobre o enraizamento das estacas. Para estacas de folhas caducas, as melhores épocas são o outono e o inverno e, para as de folhas persistentes, a primavera e o verão (Simão, 1998). &lt;br /&gt;Para algumas espécies que enraízam com facilidade, a estacas podem ser colhidas em qualquer época do ano, enquanto para outras o período de maior enraizamento coincide com a estação de repouso ou com a estação de crescimento. Para cada planta específica é necessário que se determine qual a melhor época do ano para retirar as estacas, a qual está diretamente relacionada com a condição fisiológica da planta-mãe (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Tipo de estaca&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;O tipo de estaca pode também ser decisivo e deve-se usar o mais adequado. Com relação às estacas obtidas de ramos, a parte da copa onde é extraído o material não é indiferente quanto ao resultado do enraizamento. Por uma questão, normalmente, de maturação fisiológica, a base da copa é mais favorável que a parte superior para colheita (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Os ramos laterais parecem enraizar melhor e em maior número que os verticais e também apresentam o dobro de raízes que os vértices ou terminais. O enraizamento parece ser mais favorável às estacas da parte basal do ramo que as da parte superior, devido ao maior teor de amido (Simão, 1998). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Fatores Externos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;- Umidade &lt;br /&gt;É fator de grande importância para o sucesso de um programa de propagação vegetativa por meio de enraizamento de estacas. A retirada das estacas deve ser feita sempre que possível pela manhã, quando estão ainda túrgidas e com maior teor de ácido abscísico e de etileno (Simão, 1998). &lt;br /&gt;O ambiente seco favorece o ressecamento das estacas, reduzindo sua possibilidade de enraizamento. Umidade relativa mais alta, mantém as estacas túrgidas, favorecendo o seu enraizamento (Simão, 1998). &lt;br /&gt;A presença de folhas nas estacas é um forte estímulo para a formação de raízes, porém a perda de água pela transpiração pode levar as estacas à morte antes que se formem as raízes. Alto grau de umidade relativa do ar é necessário para evitar o dessecamento das estacas (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Em espécies que enraízam com facilidade, a rápida formação de raízes permite que a absorção de água compense a quantidade perdida pela transpiração; porém, em espécies que enraízam mais lentamente deve-se reduzir a níveis bem baixos a transpiração pelas folhas, até que se formem as raízes. Para contornar o problema da transpiração, deve-se manter a umidade relativa do ar na região das estacas em torno de 80 a  100%, conservando-se assim a turgescência dos tecidos. &lt;br /&gt;Pode-se obter esta umidade relativa com o uso de um sistema de nebulização, que proporciona a formação de uma fina película de água na superfície da folha, reduzindo assim, a transpiração e mantendo uma temperatura relativamente constante na superfície das folhas das estacas. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Temperatura &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A temperatura tem importante função regulatória no metabolismo das estacas, devendo fornecer condições para que haja indução. A flutuação da temperatura é prejudicial à sobrevivência das estacas (Bertoloti e Gonçalves, 1980, citados por Gomes e Paiva, 2001). &lt;br /&gt;Temperaturas amenas, entre 12 e 27ºC, favorecem o aumento de carboidratos e o enraizamento das plantas. A estratificação das estacas a baixa temperatura inibe a formação de raízes e impede a brotação (Simão, 1998). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-  Luz &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Interfere na produção de carboidratos, de ramos e nas suas características, pela sua intensidade, qualidade e fotoperiodismo (Simão, 1998). &lt;br /&gt;A luminosidade fornecida às estacas durante o período de enraizamento é de fundamental importância na emissão de raízes. Portanto, deve-se fornecer às estacas com folhas luminosidade máxima, de forma a propiciar um máximo de fotossíntese, para que haja acúmulo de substâncias indutoras do enraizamento (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Nas condições brasileiras, a intensidade luminosa geralmente precisa ser reduzida, protegendo a planta com sombrite (50%) ou ripados, para evitar a insolação excessiva das estacas (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Substrato &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O substrato, no qual são colocadas as estacas, influi no sucesso do enraizamento e vai depender do sistema de irrigação a ser empregado. O meio pode influir muito não só na porcentagem de enraizamento, como também na qualidade do sistema radicular que se forma (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Há diferentes tipos de substrato que podem ser usados de forma isolada ou em mistura com outros. Exemplos: vermiculita, turfa, serragem, areia, casca de arroz carbonizada, moinha de carvão, terriço (Paiva e Gomes, 2001), solo (mistura de terra, areia e matéria orgânica), perlita, esfagno, pedra-pomes (Simão, 1998) e diversas outras misturas destes constituintes. &lt;br /&gt;Qualquer um desses materiais deve ser suficientemente firme e denso para manter a estaca até o enraizamento e ser poroso para favorecer a presença de oxigênio e permitir a percolação do excesso de água, livre de plantas daninhas, patógenos e nematóides. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FORÇAMENTO DAS ESTACAS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;As estacas que apresentam dificuldades de enraizamento podem ser tratadas por meio mecânico e/ou fisiológico. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Mecânico &lt;br /&gt;Os meios mecânicos consistem em: anelamento, incisões, torções e descascamento e possibilitam o acúmulo de auxinas e carboidratos, pelo bloqueio das translocações dessas substâncias e de outros fatores de promoção do enraizamento, bem como o aumento de células parenquimatosas e de tecidos menos diferenciados (Simão, 1998). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fisiológico &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dentre os meios fisiológicos, temos: estiolação e reguladores de crescimento. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Estiolação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por definição, é a exclusão total de luz. Pode ser feita pelo uso de um adesivo escuro (preto) ou velcro nos ramos ainda presos à planta, por um período de 30 a 40 dias. &lt;br /&gt;A estiolação aumenta o teor de amido, acentua a sensibilidade à auxina e reduz o teor de lignina e tem sido associada a mudanças de substâncias fenólicas e à presença de parênquima descontínuo, o que reduz a barreira mecânica oposta ao enraizamento (Simão, 1998). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;* &lt;strong&gt;Reguladores de crescimento&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Muitas plantas possuem quantidade suficiente de hormônio para a iniciação radicular, enquanto outras apresentam dificuldades para enraizar (Simão, 1998).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data Edição: 11/02/03    &lt;br /&gt;Fonte: Toda Fruta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6860567218365718423?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FrutasEFlresExticas/~4/fSmYDSzf8_U" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/FrutasEFlresExticas/~3/fSmYDSzf8_U/propagao-vegetativa-por-estacas_19.html</link><author>noreply@blogger.com (fbarbosa)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/propagao-vegetativa-por-estacas_19.html</feedburner:origLink></item><language>en-us</language><media:rating>adult</media:rating></channel></rss>

