<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015</id><updated>2026-10-04T16:10:16.771-03:00</updated><category term="Matérias e artigos"/><category term="Depoimentos"/><category term="Diabetes"/><category term="Vídeos"/><category term="Receitas Diet"/><category term="O grupo"/><category term="Campanhas"/><category term="Dia Mundial do Diabetes"/><category term="Fale conosco"/><category term="Fotos"/><category term="Seleção de Voluntários 2010"/><title type='text'>Grupo de Apoio aos Amigos Diabéticos</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>438</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-354810128729221789</id><published>2016-02-06T16:47:00.000-02:00</published><updated>2016-02-06T16:47:36.401-02:00</updated><title type='text'>10 coisas que você precisa saber sobre o diabetes</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIQWLu0wnrkIHS-Bh2gVEQ48nGIb4nkKKtQI3f5B7DD4wy5qM2-AsQXQRjJcV6nZ-mA46ESEU9jgYub4kuYt-L8AYUf-GMNy3curzfQnmGF0rGZyCH6-Y7lGpSk-D0Luidp97l0C_JVPk/s1600/tudo-sobre-diabetes.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIQWLu0wnrkIHS-Bh2gVEQ48nGIb4nkKKtQI3f5B7DD4wy5qM2-AsQXQRjJcV6nZ-mA46ESEU9jgYub4kuYt-L8AYUf-GMNy3curzfQnmGF0rGZyCH6-Y7lGpSk-D0Luidp97l0C_JVPk/s1600/tudo-sobre-diabetes.jpg&quot; /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O diabetes se caracteriza pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina. O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns de diabetes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL.&amp;nbsp; A partir de 100mg/dL&amp;nbsp; em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL, hipoglicemia. Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente).&amp;nbsp; A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos. Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros. Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2.&amp;nbsp; Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune. No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco freqüente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados. Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: SBEM &lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/354810128729221789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2016/02/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/354810128729221789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/354810128729221789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2016/02/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre.html' title='10 coisas que você precisa saber sobre o diabetes'/><author><name>Diretoria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04201207862127215593</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgme9fgV-8iFrfYXNWxfuMGdYd1VaGQUKKIGZvBsWYWqCozo5tHniPYv_d5hWo1FEmWHBvw_ySzBqYwbFsEPAsb_sHGaWlfNgFxCaFyuKEqml2hUoE262ZVwvTSg4d1l9I/s400/LOGO+ATUAL.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIQWLu0wnrkIHS-Bh2gVEQ48nGIb4nkKKtQI3f5B7DD4wy5qM2-AsQXQRjJcV6nZ-mA46ESEU9jgYub4kuYt-L8AYUf-GMNy3curzfQnmGF0rGZyCH6-Y7lGpSk-D0Luidp97l0C_JVPk/s72-c/tudo-sobre-diabetes.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-8334125090772647333</id><published>2014-07-14T20:23:00.000-03:00</published><updated>2014-07-14T20:23:01.228-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Cirurgia bariátrica em diabéticos tipo 2: novos parâmetros</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Novas recomendações do NICE (National Institute for Health and Care Excellence), do Reino Unido, sugerem que pacientes diabéticos tipo 2 com índice de massa corpórea (IMC) de 30 podem ser elegíveis à cirurgia bariátrica/ metabólica. O órgão é o primeiro a sugerir a redução dos parâmetros. Até então, apenas pacientes com IMC acima de 35 e duas comorbidades, ou pacientes com IMC superior a 40, poderiam passar pelo procedimento. A recomendação foi realizada levando em conta o crescente número de diabéticos registrado nos últimos dez anos no Reino Unido. Essa sugestão de diretriz, a qual não é final, passará por consulta pública durante o período de um mês. Sua publicação deverá acontecer em novembro.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Diferentes estudos vêm confirmando que a cirurgia bariátrica/ metabólica pode gerar resultados além da perda de peso. Um estudo realizado no Brasil e publicado na revista científica Diabetes Care, com acompanhamento dos pacientes por até seis anos, demonstrou que a cirurgia bariátrica/ metabólica melhora o diabetes tipo 2 em pacientes com IMC de 30 a 35.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-ltJB24AXeUk/U8Rl6YXRu0I/AAAAAAAABLk/ofkRhz_Jb48/s1600/CIRURGIABARIATRICA-ILUSTRACAO.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-ltJB24AXeUk/U8Rl6YXRu0I/AAAAAAAABLk/ofkRhz_Jb48/s1600/CIRURGIABARIATRICA-ILUSTRACAO.jpg&quot; height=&quot;200&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Novas recomendações do NICE para o tratamento &lt;br /&gt;da obesidade sugerem que pacientes diabéticos tipo 2&lt;br /&gt;com IMC acima de 30 podem ser elegíveis ao procedimento. &lt;br /&gt;Estudos recentes confirmam que a cirurgia &lt;br /&gt;é eficaz no controle do diabetes.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um estudo publicado recentemente no JAMA (Journal of the American Medical Association) reforçou as evidências de que o procedimento é eficaz no tratamento do diabetes tipo 2, mesmo em longo prazo. Segundo a pesquisa, a cirurgia aumenta a chance de regressão do diabetes e diminui as complicações da doença quando comparada ao tratamento com medicamentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Algumas pesquisas anteriores já haviam indicado esses resultados. Em março, pesquisadores da Cleveland Clinic publicaram um trabalho comprovando que os efeitos benéficos da cirurgia sobre o controle do diabetes duram três anos – esses pacientes continuam sendo acompanhados por mais tempo. No estudo, quase todos os pacientes se viram livres da insulina e muitos puderam abandonar todos os remédios para controlar o diabetes. O estudo mostra ainda que os pacientes que passaram por cirurgia bariátrica/ metabólica tiveram melhora na qualidade de vida e redução na necessidade de medicações para controlar a pressão e o colesterol.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Estamos entrando em uma nova era para as cirurgias bariátricas/ metabólicas, uma vez que o objetivo da cirurgia passa a ser tratar as comorbidades associadas e não apenas a obesidade. Esse tipo de procedimento é capaz de melhorar ou eliminar condições como diabetes, hiperlipidemia, hipertensão e apneia obstrutiva”, comenta o Dr. Ricardo Cohen, diretor do Centro de Obesidade, Diabetes e Cirurgia Bariátrica e Metabólica do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo, e coordenador do estudo realizado no Brasil. “A cirurgia não apenas limita a quantidade de comida que o estômago consegue receber ou a quantidade de calorias absorvidas, como também induz a resposta metabólica de alguns receptores presentes no trato gastrointestinal”, explica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os avanços no entendimento dos processos metabólicos têm permitido a compreensão dos mecanismos que regulam o controle do peso. Hoje, sabe-se que a capacidade de perder ou manter o peso vai muito além do número de calorias ingerido e está relacionada a um sistema complexo que envolve hormônios e sinais cerebrais. Com base nesse conhecimento, a cirurgia bariátrica/ metabólica é capaz de alterar a fisiologia do corpo, mudando a programação de armazenamento da gordura, as percepções de fome e saciedade e alterando a forma como o corpo processa a ingestão e nutrientes e regula as funções metabólicas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Muito mais segura&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Além de trazer benefícios adicionais à perda de peso, a cirurgia bariátrica/ metabólica se tornou muito mais segura. Uma revisão de estudos, publicada no JAMA Surgery recentemente, revelou que além dos resultados positivos em relação às comorbidades associadas à obesidade, as taxas de mortalidade se mostraram muito inferiores ao que se acreditava anteriormente. De acordo com a revisão, as taxas de mortalidade variaram de 0,08% no mês seguinte à cirurgia e 0,31% após 30 dias. Já as taxas de complicação variaram entre 10 a 17%. Segundo o DATASUS, a taxa de mortalidade no SUS foi de 0,22% no ano de 2013, lembrando que as cirurgias realizadas no sistema público de saúde são abertas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As baixas taxas de mortalidade em complicação em comparação com o que costumava-se ver no passado, são consequência da substituição das cirurgias abertas pelo método laparoscópico, ou minimamente invasivo. Hoje em dia, as cirurgias são feitas com a incisão de uma pequena câmera no abdômen, permitindo que o cirurgião conduza e visualize a cirurgia por meio de um monitor de vídeo. Dessa forma, os instrumentos cirúrgicos são inseridos por pequenas incisões na parede abdominal. Além de trazer uma série de benefícios a médicos e pacientes, como recuperação mais rápida, menos dor e menos tempo de internação, as cirurgias minimamente invasivas ainda representam uma economia significativa para os serviços de saúde. Hoje em dia, no Brasil, 75% das cirurgias feitas já usam o método laparoscópico, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Fonte:&amp;nbsp;Johnson &amp;amp; Johnson Medical Brasil&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/8334125090772647333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2014/07/cirurgia-bariatrica-em-diabeticos-tipo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/8334125090772647333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/8334125090772647333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2014/07/cirurgia-bariatrica-em-diabeticos-tipo.html' title='Cirurgia bariátrica em diabéticos tipo 2: novos parâmetros'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-ltJB24AXeUk/U8Rl6YXRu0I/AAAAAAAABLk/ofkRhz_Jb48/s72-c/CIRURGIABARIATRICA-ILUSTRACAO.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-1611268226910761757</id><published>2014-04-14T15:08:00.001-03:00</published><updated>2014-04-14T15:08:28.509-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Pés: A sobrecarga sob a planta dos pés é a vilã das lesões em pacientes diabéticos</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo estudo do Ibope - Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, o Brasil possui atualmente 13,4 milhões de diabéticos. O número é alarmante. A doença pode afetar qualquer pessoa independente da idade, sexo ou raça. Além de apresentar inúmeras complicações. A neuropatia diabética é uma delas e acontece quando os nervos e os vasos sanguíneos do paciente sofrem lesões devido ao excesso de glicose no sangue, o que acarreta alterações na sensibilidade e na movimentação adequada dos pés.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O cuidado com os pés é fundamental para o diabético. Geralmente, quando acontece uma lesão no local, a pessoa não sente. E devido a má circulação a cicatrização fica comprometida. Assim, com o tempo essas feridas se transformam em úlceras. De acordo com o fisioterapeuta da Pés Sem Dor, Francis Trombini, essa condição acomete 70% dos pacientes com mais de 60 anos e 85% das amputações são precedidas por úlceras. “Ao longo da vida dos diabéticos a incidência desse problema é de 25%, ou seja, um a cada quatro portadores desenvolvem úlceras nos pés”, afirma.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-VIvg1q_3RPQ/U0wj-HNy73I/AAAAAAAABKk/L1PHjopFy30/s1600/esps-pes-mais-bonitos-e-saudaveis-no-verao.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-VIvg1q_3RPQ/U0wj-HNy73I/AAAAAAAABKk/L1PHjopFy30/s1600/esps-pes-mais-bonitos-e-saudaveis-no-verao.jpg&quot; height=&quot;323&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O especialista explica que a sobrecarga imposta à sola dos pés do diabético neuropata é um dos fatores de grande predisposição ao surgimento dessas úlceras plantares, podendo resultar em amputação do pé, dedos e até mesmo da perna. “Isso acontece, pois o paciente não sente as possíveis pressões e dores nos pés ao caminhar no dia a dia. Então, não corrige o jeito de andar, nem adapta sua pisada. O acompanhamento médico e a avaliação das pressões plantares são de extrema necessidade para evitar diversos problemas,” alerta Trombini.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cerca de 8% dos clientes atendidos em 2013 pela Pés Sem Dor são diabéticos. Uma das recomendações do fisioterapeuta é o uso de palmilhas especiais. O objetivo é diminuir as pressões plantares e deste modo tratar ou até mesmo prevenir essas complicações. Os pacientes diabéticos devem também optar por calçados fechados, macios, confortáveis e com solados rígidos, que ofereçam firmeza. Outra orientação é evitar sapatos apertados, duros, confeccionados em plástico, de couro sintético, com ponta fina, com saltos muito altos e sandálias que deixam os pés desprotegidos. E a utilização de calçados novos por mais de uma hora por dia até que estejam macios não é indicada. Vale lembrar que o diabetes bem controlado oferece poucos riscos aos seus portadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Francis Trombini – fisioterapeuta, Mestre e Doutor em Biomecânica da Locomoção Humana pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - FMUSP.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/1611268226910761757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2014/04/pes-sobrecarga-sob-planta-dos-pes-e.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/1611268226910761757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/1611268226910761757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2014/04/pes-sobrecarga-sob-planta-dos-pes-e.html' title='Pés: A sobrecarga sob a planta dos pés é a vilã das lesões em pacientes diabéticos'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-VIvg1q_3RPQ/U0wj-HNy73I/AAAAAAAABKk/L1PHjopFy30/s72-c/esps-pes-mais-bonitos-e-saudaveis-no-verao.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-9092426229114569584</id><published>2013-08-26T05:00:00.000-03:00</published><updated>2013-08-26T05:00:04.060-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Diabetes afeta 13 milhões de brasileiros, metade não sabe que tem a doença</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por vezes, a saúde quebra paradigmas. É comum que uma pessoa na terceira idade não esteja com o organismo funcionando a todo vapor, por exemplo. Muito se escuta, porém, sobre como os idosos estão ativos hoje em dia. Da mesma maneira, uma criança e um adolescente têm funções fisiológicas perfeitas, vitalidade, robustez. Acontece que, cada vez mais, doenças atribuídas aos mais velhos, como a diabetes, fazem parte da rotina infantil. Embora o Ministério da Saúde não tenha números oficiais sobre a incidência de diabetes nessa faixa etária no país, muitos estudos acadêmicos já mostram que a doença atinge pacientes cada vez mais jovens. Outro detalhe preocupante é que, de acordo com outros estudos, a diabetes ainda é subestimada. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), 13 milhões de brasileiros têm diabetes, mas podem não saber disso: metade dos que já desenvolveram o distúrbio não conhece o diagnóstico.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Muitos desconhecem os principais sintomas e, principalmente, o real alcance da enfermidade. Uma pesquisa conduzida pelo Instituto Ipsos em maio deste ano mostrou que 10% da população brasileira fazem parte de um grupo de risco para o diabetes. Desses, 60% não têm ideia de que têm muitas chances de adoecer. E o mais alarmante: dos que estão na iminência de ficarem diabéticos e não sabem disso, 73% considera nada ou pouco provável ter a doença em algum momento da vida. Talvez os números reflitam um certo desconhecimento sobre os pormenores do problema, já que 41% associaram o mal à velhice. É um erro. O número de casos é crescente em jovens, como Luís Eduardo, 23 anos, e em crianças.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Luís foi diagnosticado aos 12 anos, porém os sintomas apareceram alguns anos antes. Aos 9 anos, tinha a alimentação desregrada, quase exclusivamente composta por doces. Frutas e verduras, claro, não faziam parte do cardápio. Exercícios físicos também não eram muito a praia de Luís. Aos 11 anos, ele começou a jogar basquete, para tentar perder todo o sobrepeso que adquiriu com a rotina preguiçosa. “Perdi peso muito rapidamente nessa época”, relembra. O emagrecimento foi tão rápido que parecia suspeito. Quem viu primeiro que o menino andava “esquisito” foi a avó. “Eu estava muito enfatigado, desidratado, acordando muitas vezes à noite para fazer xixi”, enumera o estudante. “Sempre muito cansado, e todos relacionavam isso ao basquete.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-1CfnC0hwhOo/UfMf5niU_BI/AAAAAAAABDI/2UA86qux8GQ/s1600/20130721120016742798a.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-1CfnC0hwhOo/UfMf5niU_BI/AAAAAAAABDI/2UA86qux8GQ/s1600/20130721120016742798a.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Um em cada 10 brasileiros está no grupo de risco para a doença e metade dos que já desenvolveram o mal não foi diagnosticada. Pesquisa mostra que 41% associam o distúrbio à velhice. É um erro. O número de casos é crescente em jovens, como Luís Eduardo, 23 anos, e em crianças.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Após uma tarde na casa da avó, se empanturrando de doces e guloseimas, ela aconselhou aos pais de Luís que talvez fosse melhor levá-lo ao médico. Luís fez um exame de sangue e foi mandado de volta para casa. “Cheguei e tomei um copo de leite com chocolate quente, para poder dormir mais facilmente”, conta. “Só me lembro de apagar e acordar no hospital.” De madrugada, os médicos ligaram para a família para revelar o resultado do exame: a glicemia de Luís estava em 600 miligramas de açúcar por decilítro de sangue (mg/dL). Uma pessoa saudável, em jejum de oito horas, apresenta nível glicêmico igual ou inferior a 99. “Isso tudo sem contar o leite com chocolate”, completa. “Passei um mês internado, me reidratando e me adaptando aos novos padrões alimentares e à insulina.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A partir desse dia, tudo mudou. Dentro de casa, os pais, que também não conheciam a diabetes a fundo, também procuraram se adaptar. O açúcar do suco e do café foi substituído por adoçante, refrigerantes normais trocados pela versão diet e as sobremesas incrementadas feitas pela avó foram inovadas com aspartame. “Você tem que mudar muita coisa. Mas precisa mudar exatamente porque os padrões que você vai adquirindo é que não são compatíveis com uma vida saudável”, analisa Luís. “Você é forçado a levar uma vida que todos deveriam levar.” A doença, inclusive, serviu como inspiração para a escolha da futura profissão. Hoje estudante de nutrição da UnB, Luís quer usar seus conhecimentos para ajudar pessoas que passam pelo mesmo problema. “Ver meu pai buscando informações para me ajudar foi muito motivador”, explica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
10% dos brasileiros, ou 13 milhões de pessoas, têm diabetes, seja a tipo 1, 2, seja gestacional&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo a Federação Internacional de Diabetes, 4,8 milhões de pessoas morreram em decorrência da diabetes em 2012&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
70% acham uma doença grave&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
27% acreditam que a diabetes pode ser grave, mas nem sempre&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
86% acham que a vida pode ser normal, desde que o paciente se cuide&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
89% estão informados de que podem ter e não saber&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
69% sabem que a criança diabética pode praticar exercícios&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
82% sabem que a diabetes não é contagiosa ou infecciosa&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
59% acham que a doença pode desaparecer se a pessoa passar a levar uma vida mais saudável&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Extraída originalmente do site Uai.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/9092426229114569584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/diabetes-afeta-13-milhoes-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/9092426229114569584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/9092426229114569584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/diabetes-afeta-13-milhoes-de.html' title='Diabetes afeta 13 milhões de brasileiros, metade não sabe que tem a doença'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-1CfnC0hwhOo/UfMf5niU_BI/AAAAAAAABDI/2UA86qux8GQ/s72-c/20130721120016742798a.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-1065939537427934761</id><published>2013-08-22T05:30:00.000-03:00</published><updated>2013-08-22T05:30:00.279-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Caminhar dois minutos a cada meia hora pode reduzir risco de diabetes</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-feoBKGX9cOg/UfMfXBeVVZI/AAAAAAAABDA/exfcsw3BJA0/s1600/images+(1).jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-feoBKGX9cOg/UfMfXBeVVZI/AAAAAAAABDA/exfcsw3BJA0/s1600/images+(1).jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Sair da mesa durante o dia de trabalho pode diminuir &lt;br /&gt;o açúcar no sangue e os níveis de insulina.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um novo estudo descobriu que uma maneira fácil de melhorar sua saúde e reduzir os riscos de diabetes é se levantar da sua mesa a cada meia hora e dar um pequeno passeio de dois minutos pelo escritório.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os resultados mostraram que caminhadas rápidas ao longo do dia podem ter um impacto ainda maior na saúde do que uma de 30 minutos antes do trabalho, informou o Daily Express, dos EUA.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pesquisadores da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, recrutaram 70 pessoas para o estudo. Os resultados mostraram que aquelas que andam regularmente por volta de 1min40s tiveram diminuição de açúcar no sangue e dos níveis de insulina, se comparadas às que não saíram de suas mesas durante todo o dia de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As leituras dos níveis de açúcar e insulina muito altos são sinais de alerta de que você poderia estar em risco de diabetes tipo 2, o que pode levar a acidente vascular cerebral e doenças cardíacas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um outro estudo, publicado em junho no periódico Diabetes Care, mostra que, se você está com risco de desenvolver diabetes tipo 2, fazer uma caminhada de 15 minutos depois de cada refeição pode diminuir o aumento de açúcar no sangue. Pesquisas anteriores também confirmaram que o exercício, incluindo caminhadas diárias de 45 minutos, pode reduzir os riscos da doença.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Extraído do Jornal Zero Hora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/1065939537427934761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/caminhar-dois-minutos-cada-meia-hora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/1065939537427934761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/1065939537427934761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/caminhar-dois-minutos-cada-meia-hora.html' title='Caminhar dois minutos a cada meia hora pode reduzir risco de diabetes'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-feoBKGX9cOg/UfMfXBeVVZI/AAAAAAAABDA/exfcsw3BJA0/s72-c/images+(1).jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-5298198092583223645</id><published>2013-08-18T06:30:00.000-03:00</published><updated>2013-08-18T06:30:02.283-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Pesquisadores relacionam diabetes e deficiência física</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Idosos com diabetes têm riscos até 80% maiores de desenvolver algum tipo de deficiência física. Essa foi a conclusão a que chegou uma revisão de estudos publicada nesta quarta-feira no periódico The Lancet Diabetes &amp;amp; Endocrinology. Segundo especialistas, a descoberta finalmente esclarece a relação entre o diabetes e as deficiências físicas, um assunto que suscita opiniões controversas entre os médicos. &quot;Pela prática clínica, sabíamos que o diabetes estava relacionado às deficiências. Mas não tínhamos uma noção exata de como era essa relação&quot;, diz Pedro Saddi, endocrinologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-OdhA31zYFIY/UfMewByOTyI/AAAAAAAABC4/u3aIyUYd2T0/s1600/diabetes2013-22-07-size-598.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-OdhA31zYFIY/UfMewByOTyI/AAAAAAAABC4/u3aIyUYd2T0/s1600/diabetes2013-22-07-size-598.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Segundo pesquisadores, as chances de idosos com diabetes se tornarem deficientes físicos são até 80% maiores do que a de não diabéticos.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: start;&quot;&gt;CONHEÇA A PESQUISA&lt;/b&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;b style=&quot;border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: start;&quot;&gt;Título original:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: start;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.thelancet.com/journals/landia/article/PIIS2213-8587(13)70046-9/abstract&quot; style=&quot;border: 0px; color: #dca80b; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;Diabetes and risk of physical disability in adults: a systematic&lt;br /&gt;review and meta-analysis&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;b style=&quot;border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: start;&quot;&gt;Onde foi divulgada:&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f7f7f7; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot;&gt;&amp;nbsp;periódico&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: start;&quot;&gt;The Lancet Diabetes &amp;amp; Endocrinology&lt;/i&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;b style=&quot;border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: start;&quot;&gt;Quem fez:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f7f7f7; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot;&gt;Evelyn Wong, Kathryn Backholer, Emma Gearon, Jessica Harding, Rosanne Freak-Poli, Christopher Stevenson e Anna Peeters&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;b style=&quot;border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: start;&quot;&gt;Instituição:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f7f7f7; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot;&gt;Baker IDI Heart and Diabetes Institute, da Austrália&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;b style=&quot;border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: start;&quot;&gt;Dados de amostragem:&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f7f7f7; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot;&gt;&amp;nbsp;26 estudos realizados sobre a relação entre deficiências e diabetes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;b style=&quot;border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: start;&quot;&gt;Resultado:&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f7f7f7; color: #4a4a4a; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; text-align: start;&quot;&gt;&amp;nbsp;Concluiu-se que idosos que sofrem de diabetes têm de 50% a 80% mais chances de desenvolver algum tipo de deficiência física.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O trabalho, realizado por pesquisadores do Baker IDI Heart and Diabetes Institute, da Austrália, analisou os resultados de 26 estudos prévios, desenhados para entender a relação entre o diabetes e deficiências físicas — sendo o termo deficiência empregado para definir qualquer condição que prejudique a mobilidade da pessoa ou diminua sua capacidade de desempenhar tarefas cotidianas, como comer ou tomar banho.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De acordo com a análise, os idosos diabéticos apresentam riscos de desenvolver deficiências físicas que são de 50% a 80% maiores, quando comparados a indivíduos não diabéticos. &quot;Muito se dizia sobre os riscos de um diabético adquirir algum tipo de deficiência. Agora podemos saber ao certo quais são esses riscos&quot;, diz Saddi.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Causas — Segundo Anna Peeters, uma das pesquisadoras responsáveis pela revisão de estudos, ainda não se sabe ao certo o que causa esse aumento na incidência de casos de deficiência. Uma das hipóteses, no entanto, afirma que a alta concentração de glicose no sangue leva a inflamações crônicas dos músculos, o que pode resultar em uma deficiência. Isso acontece porque os músculos inflamados tornam-se fracos e, assim, movimentos simples como levantar os braços ou andar ficam comprometidos. &quot;As complicações associadas ao diabetes, como doenças do coração, derrame e doenças renais, também podem causar uma deficiência”, diz Peeters. Dependendo da região atingida por um derrame, determinadas partes do corpo, como membros superiores e inferiores, são afetadas, o que pode levar a uma paralisia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Apesar de o trabalho não fazer distinção entre os casos de diabetes tipo 1 e tipo 2, a maioria dos estudos analisados teve como foco pessoas com idade acima dos 65 anos, faixa etária na qual predomina o diabetes tipo 2. “Conforme a população envelhece e o diabetes se torna mais comum, parece claro que veremos uma crescente necessidade de recursos de saúde relacionados às deficiências. Todos os sistemas de saúde ao redor do mundo devem estar preparados”, afirma Peeters.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Extraída originalmente da revista Veja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/5298198092583223645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/pesquisadores-relacionam-diabetes-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/5298198092583223645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/5298198092583223645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/pesquisadores-relacionam-diabetes-e.html' title='Pesquisadores relacionam diabetes e deficiência física'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-OdhA31zYFIY/UfMewByOTyI/AAAAAAAABC4/u3aIyUYd2T0/s72-c/diabetes2013-22-07-size-598.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-5542574687191900527</id><published>2013-08-14T04:30:00.000-03:00</published><updated>2013-08-14T04:30:00.057-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Médico questiona a relação entre obesidade e diabetes</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-BrvCQA2rJXU/UfMd3e9nhHI/AAAAAAAABCo/iLS7wx8jM4U/s1600/e53rh8at8xvj2rl1hppuc5dt8.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-BrvCQA2rJXU/UfMd3e9nhHI/AAAAAAAABCo/iLS7wx8jM4U/s1600/e53rh8at8xvj2rl1hppuc5dt8.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para Peter Attia, o pior inimigo da saúde pública&lt;br /&gt;nos países ocidentais é a resistência à insulina, e não o sobrepeso.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para 99% dos médicos, não há dúvidas. A relação entre os temas é mais do que bem estabelecida nos manuais de medicina: falta de exercício aliado a excesso de comida leva à obesidade e por consequência, em muitos casos, ao diabetes tipo 2. Mas o americano Peter Attia resolveu nadar contra esta corrente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Apesar de me exercitar de três a quatro horas por dia, seguir a pirâmide alimentar à risca, ganhei muito peso e desenvolvi algo chamado síndrome metabólica. Alguns de vocês devem ter ouvido falar dela. Me tornei resistente à insulina”, afirmou ele em uma recente palestra no ciclo TED MED, que aconteceu em Washington DC, nos Estados Unidos, em abril deste ano.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As células do corpo de Attia ficaram cada vez mais resistentes ao efeito da insulina, o hormônio produzido pelo pâncreas humano para controlar a quantidade de açúcar no sangue e ele acabou engordando. “Uma vez que você fica resistente a insulina está no caminho para ficar diabético, que é o que acontece quando seu pâncreas não consegue mais fazer insulina suficiente para lidar com a resistência. Então os níveis de açúcar no sangue começam a subir e uma cascata de efeitos patológicos saem do controle, podendo levar a doenças cardíacas, câncer e até Alzheimer”, explicou ele.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A tese de Attia é que a relação de causa (obesidade) e efeito (diabetes) é a contrário da imaginada pela maioria dos médicos. “Obviamente, então, se você quer tratar a resistência à insulina, você faz a pessoa perder peso, correto? Você trata obesidade. E se a obesidade não for a causa da resistência à insulina? Eu sei que parece loucura porque estamos obviamente em meio a uma epidemia de obesidade”, afirma. E continua seu raciocínio: “Talvez devêssemos estar nos perguntando se é possível que a resistência a insulina gere ganho de peso e as doenças associadas à obesidade ao menos na maioria das pessoas?”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os números podem estar do lado de Attia. Cerca de 30 milhões de americanos obesos não tem resistência à insulina, segundo ele. “Sabemos que seis milhões de pessoas magras nos Estados Unidos possuem resistência a insulina. E se estivermos lutando a batalha errada, brigando com a obesidade e não com a resistência a insulina? Pior, e se ao culparmos a obesidade estivermos culpando as vítimas? E se algumas das nossas principais ideias sobre obesidade estiverem simplesmente erradas?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não é que Attia tenha a solução para a pergunta que ele mesmo coloca. Ele apenas possui uma hipótese, que precisa ainda ser cientificamente testada. “Se você se perguntar do que uma célula está tentando se proteger ao se tornar resistente à insulina, a resposta provavelmente não é de muita comida. É muito mais provável que seja de muita glicose, ou seja, muito açúcar no sangue. Sabemos que grãos refinados e amido elevam o açúcar no sangue no curto prazo. Então se você coloca esses processos fisiológicos para funcionar, eu faria a seguinte hipótese. Pode ser que nosso maior consumo de grãos refinados, açúcares e amido é que esteja levando, via resistência a insulina, à epidemia de obesidade e diabetes. E não necessariamente apenas o excesso de peso e a falta de exercício.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Durante sua palestra, Attia disse que não vai descansar enquanto não entender o que é causa e o que é consequência na relação diabetes e obesidade. “O primeiro passo é aceitar a possibilidade de que o que acreditamos saber sobre obesidade, diabetes e resistência a insulina pode estar errado e consequentemente precisa ser testado. Estou apostando minha carreira nisso. Atualmente devoto todo o meu tempo a este problema e irei para onde a ciência me levar. Decidi que não posso e não vou mais fingir que tenho as respostas quando não as tenho”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Alessandro Barros Greco é jornalista e engenheiro mecânico pela POLI-USP. Escreve sobre ciência desde 1998. Acredita que falar sobre ela ajuda as pessoas a viver melhor. Foi o terceiro brasileiro a receber a bolsa Knight Science Journalism Fellowship do Massachusetts Institute of Technology (MIT)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/5542574687191900527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/medico-questiona-relacao-entre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/5542574687191900527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/5542574687191900527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/medico-questiona-relacao-entre.html' title='Médico questiona a relação entre obesidade e diabetes'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-BrvCQA2rJXU/UfMd3e9nhHI/AAAAAAAABCo/iLS7wx8jM4U/s72-c/e53rh8at8xvj2rl1hppuc5dt8.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-2720629357552060637</id><published>2013-08-11T06:00:00.000-03:00</published><updated>2013-08-11T06:00:00.739-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Diabetes tipo 1 pode ser confundido com gripe</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-ayz3aqkd_G0/UfMdH4BHzRI/AAAAAAAABCc/bLMNJPzUusE/s1600/gripe31.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-ayz3aqkd_G0/UfMdH4BHzRI/AAAAAAAABCc/bLMNJPzUusE/s1600/gripe31.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Pais e até médicos podem subestimar e confundir &lt;br /&gt;os sintomas. Doença pode ser fatal se não for controlada a tempo.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Sociedade Brasileira de Diabetes informa que cerca de 13,5 milhões de brasileiros são portadores de diabetes , sendo que 10% desse número são afetados pelo tipo 1 da doença, também conhecida como diabetes infanto-juvenil.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nesse tipo específico da doença, os próprios anticorpos do organismo atacam o pâncreas, o produtor de insulina. É um ataque silencioso, mas quando afeta cerca de 80% do órgão, surgem os sintomas típicos do diabetes. A ausência da produção de insulina causa um desnivelamento da taxa de glicose no sangue – o que caracteriza a doença.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O problema maior, explicam os especialistas, está na dificuldade de detecção para o tratamento precoce. O teste é simples, mas os sintomas que levam a criança ao médico podem ser facilmente confundidos aos de uma gripe.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Às vezes até os médicos confundem. Acham que é virose, gripe ou gastrite, porque a doença provoca dor abdominal, cansaço. Isso acontece quando o paciente está com o metabolismo descompensado. Muitas vezes, infelizmente, fazemos o diagnóstico quando o diabetes já está em estágio avançado”, diz a endocrinologista pediátrica Denise Ludovico, pesquisadora do Centro de Pesquisa Clínica (CPClin).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Na maioria das vezes a pessoa não sente nada e quando os sintomas aparecem, a doença já está instalada. Isso, porém, não significa que complicou”, explica a médica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A causa do diabetes tipo 1 ainda é desconhecida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Existem várias pesquisas que relacionam a doença com vírus, com infecção viral anterior, com o meio ambiente, mas ainda não existe nada realmente conclusivo”, afirma Denise.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Alguns dos sintomas apresentados são sede excessiva, fome, vontade de urinar, cansaço e perda de peso. Foi o que experimentou a pequena Iris, quando tinha apenas 1 ano e meio de vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Ela bebia dois copos grandes de água, daqueles grandes, e fazia muito xixi. Como ela não era habituada a beber água demais, achei estranho e vi na internet que os sintomas eram de diabetes”, conta Shyrlene Costa, mãe da menina.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Achei que estava equivocada, pois minha filha ainda comia apenas coisas saudáveis, como sopinhas. Quando contei para minha cunhada, que é enfermeira, ela apareceu no dia seguinte lá em casa com o kit para o teste&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Shyrlene não estava em casa quando a cunhada fez o teste e teve o resultado positivo. Foi avisada quando a menina já estava no hospital, onde ficou internada 8 dias para controlar a glicemia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tratamento&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Shyrlene usou o tempo no hospital para aprender como cuidar da filha e lidar com a doença. Em seguida teve contato com a Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) e fez alguns cursos. Foi lá que aprendeu a contar a quantidade de carboidrato das refeições, já que eles se transformam em glicose. Com isso, ela consegue mensurar a quantidade de insulina equivalente que deve aplicar na filha, para neutralizar o efeito do açúcar. E a garota agora aceita o tratamento com naturalidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“No início eu chorava muito, passava insegurança para ela, que também ficava com medo. Com a orientação da psicóloga da ADJ, aprendi a ser mais segura e a Iris também passou a ficar tranquila”, conta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Não a proíbo de comer nada, mas limito a quantidade das coisas e sempre digo: ‘você não pode comer nada escondido da mamãe’. Ela ajuda muito, é bem consciente. Se está na hora de medir a glicemia, ela não se opõe”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A mãe conta que Íris, hoje com três anos, até se exibe para os colegas na escola, na hora de medir a glicemia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Às vezes quero ir para o canto, mas ela faz questão de mostrar aos amiguinhos. Às vezes quer fazer sozinha – e já sabe”, explica a mãe.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Doença na adolescência&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A jornalista Vanessa Pirollo descobriu ser diabética quanto tinha 18 anos – o diabetes também pode surgir na adolescência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Já estava acordando de madrugada para ir ao banheiro havia um tempo, tinha dores nas costas de madrugada e já tinha começado a emagrecer e a minha visão foi ficando embaçada”, explica ela, que descobriu a doença por acaso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Sem querer eu fui à nutricionista e estavam fazendo testes de detecção de diabetes por lá. Acabei fazendo por curiosidade e deu alteração. Fiz um exame mais detalhado e constataram que eu tinha diabetes tipo 1”, conta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vanessa, que tinha acabado de entrar na faculdade de jornalismo, ficou chocada no início.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Eu mesma tinha preconceito. Queria ser aceita pelo grupo da faculdade e não queria dizer para os outros que tinha diabetes, apesar de ter que carregar comigo a caneta medidora de glicose”, conta ela.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cerca de três meses depois do diagnóstico, o bloqueio interno que ela mesma havia criado foi se tornando mais fraco e ela acabou contando para as pessoas mais próximas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Não fiz acompanhamento psicológico e passei por momentos complicados para aceitar a doença. Cheguei na Associação de Diabetes Juvenil três anos depois do diagnóstico, e com isso, muitas informações acabaram vindo e acabei aceitando melhor”, conta a jornalista.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A endocrinologista Denise Ludovico explica que, quanto menos o paciente contesta o diagnóstico, melhor ele consegue controlar a doença.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Enquanto a pessoa está em fase de negação e revolta, é complicado. Mas é algo que pode ser encarado como natural. Depende muito de como a família lida com o paciente. Se levam numa boa, a criança não sente insegurança. Tenho uma paciente de quatro anos que acha que estranho é quem não tem diabetes”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vanessa conta que, na época, tinha o costume de comer um docinho depois da refeição – hábito que foi proibido pela médica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Hoje em dia já existe uma liberdade maior em relação à comida, por conta da contagem de carboidratos. Sabendo a quantidade correta de insulina a ser aplicada, posso comer um pouco de açúcar”, explica Vanessa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vanessa vive uma vida normal. “O diabetes não me impede de absolutamente nada. Há reeducação alimentar e qualidade de vida. Eu faço atividade física, porque, além de gostar, é algo que me ajuda, porque abaixa a glicemia” conta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fique alerta e procure orientação médica caso a criança ou adolescente apresente alguns dos sinais e sintomas abaixo:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Aumento inexplicável da sede&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Aumento da vontade de urinar&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Voltar a fazer xixi na cama (quando a criança já não tinha mais esse hábito)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Perda de peso sem explicação&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Fadiga&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Alterações na visão, vista embaçada&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Irritabilidade&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Aumento da fome&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Hálito cetônico (odor frutado)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Respiração pesada ou dificuldade para respirar&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/2720629357552060637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/diabetes-tipo-1-pode-ser-confundido-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/2720629357552060637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/2720629357552060637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/diabetes-tipo-1-pode-ser-confundido-com.html' title='Diabetes tipo 1 pode ser confundido com gripe'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-ayz3aqkd_G0/UfMdH4BHzRI/AAAAAAAABCc/bLMNJPzUusE/s72-c/gripe31.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-3523813877984915547</id><published>2013-08-09T06:00:00.000-03:00</published><updated>2013-08-09T06:00:00.472-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Dieta do diabético: comer pouco e várias vezes ao dia?</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um dos primeiros pensamentos que surge após o diagnóstico do diabetes é “nunca mais vou comer doces, assim como macarrão, pão e arroz”. Segundo o endocrinologista Márcio Krakauer, presidente da Adiabc (Associação de Diabetes do ABC), este conceito de proibição é ultrapassado e a dieta do diabético não deve ser vista como sinônimo de restrição e sacrifício.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
— O segredo é comer pouco, de tudo e várias vezes por dia. Nada precisa ser eliminado completamente do cardápio, nem mesmo o açúcar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O médico, que também é membro da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), avisa que é preciso estar atento às quantidades e horários. E, claro, não se esquecer da prática regular de atividade física e da medicação. A adesão ao tratamento, reforça Krakauer, é o que garante o controle da doença e a possibilidade de se alimentar com prazer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
— O paciente costuma adiar o início do tratamento por medo de ouvir do médico que o doce está proibido ou que vai ter que usar insulina. Isso não pode acontecer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Diabetes: descubra os mitos e verdades sobre a doença&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A regra número um para quem tem diabetes é comer a cada três horas e investir em uma dieta rica em hortaliças, cereais, grãos e pães integrais, evitando as “bombas de açúcar, gordura e sal”. Mas, quando bater aquele desejo de comer um docinho, Krakauer orienta fazer o teste de glicemia (ou ponta de dedo) para avaliar se a taxa está dentro da normalidade a ponto de se cometer a extravagância.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tratamento do diabetes não tem direito a férias&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A nutricionista e culinarista Cinthya Maggi acrescenta que a orientação nutricional é importante para a inclusão de guloseimas dentro de um cardápio equilibrado, que deve ser planejado de acordo com a idade, sexo, estilo de vida, necessidades nutricionais e prática de atividade física.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
— O profissional deve focar em metas individualizadas e realistas, que consigam agradar o paladar do paciente, evitando o descontrole glicêmico e o ganho de peso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O que comer?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A dieta do diabético é cercada de mitos que são derrubados à medida que se conhece mais sobre a doença. Cinthya garante que é possível aliar alimentação saudável a sabor.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
— Para montar pratos bonitos e atraentes, opte por alimentos coloridos e ouse nas formas de montar a refeição, sem amontoar a comida. Ervas aromáticas, especiarias e molhos leves também tornam o prato mais apetitoso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Veja o que está escondido atrás dos alimentos light e diet&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A nutricionista Natália Mayara Albano, membro do CRN -3 (Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região), avisa que o carboidrato é o nutriente que mais afeta o nível de glicose no sangue, por isso deve ser consumido com moderação. Entre as principais fontes do nutriente, ela cita pães, arroz, farinha e massas brancas, biscoitos, bolos, batatas, mandioca e inhame.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
— O carboidrato não deve ser abolido, mas o paciente precisa se atentar a quantidade consumida para não prejudicar o controle do diabetes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Disfunção erétil: conheça essa e outras complicações associadas ao diabetes&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na prática, se o diabético comer um doce deve reduzir o consumo de carboidrato do dia para manter a equivalência. No caso de diabéticos que utilizam insulina, é importante fazer os ajustes das doses do medicamento de acordo com a contagem de carboidratos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A nutricionista sugere priorizar alimentos integrais, que são digeridos mais lentamente pelo organismo, liberando a glicose em pequenas doses. Dessa forma, o diabético evita apresentar picos glicêmicos durante o dia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Assim como as fibras dos produtos integrais, carnes magras — como peixes, frango sem pele, lagarto e alcatra —, legumes, verduras e frutas são ingredientes que devem compor o cardápio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No caso de frutas, a dica do endocrinologista é consumir de três a quatro porções por dia em horários diferentes e optar por sucos que levam água, como limão e maracujá.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
— Os sucos concentradas são feitos com a quantidade de frutas que o diabético comeria durante o dia inteiro. Além de muito calóricos, eles elevam a glicemia rapidamente, por isso são geralmente recomendados em quadros de hipoglicemia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em relação aos produtos diet, Natália alerta que eles não devem ser ingeridos à vontade. A nutricionista explica que a descrição diet nem sempre é sinônimo de isenção de açúcar e, sim, de determinado nutriente, que pode ser gordura ou sal.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
— Portanto, é muito importante observar as informações contidas nos rótulos. Além disso, enfatizo que a ausência de açúcar no produto não lhe isenta de conter calorias e gorduras em sua composição.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-RhTTDMC1FLo/UfMclCnC71I/AAAAAAAABCU/1-QO85yKv_I/s1600/20130722-ComparativoDiabetes.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-RhTTDMC1FLo/UfMclCnC71I/AAAAAAAABCU/1-QO85yKv_I/s640/20130722-ComparativoDiabetes.jpg&quot; width=&quot;594&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/3523813877984915547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/dieta-do-diabetico-comer-pouco-e-varias.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/3523813877984915547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/3523813877984915547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/dieta-do-diabetico-comer-pouco-e-varias.html' title='Dieta do diabético: comer pouco e várias vezes ao dia?'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-RhTTDMC1FLo/UfMclCnC71I/AAAAAAAABCU/1-QO85yKv_I/s72-c/20130722-ComparativoDiabetes.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-6089373060436811905</id><published>2013-08-07T06:00:00.000-03:00</published><updated>2013-08-07T06:00:06.977-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Diabetes mata uma pessoa por hora em São Paulo</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
São Paulo – A cada hora uma pessoa morre no estado de São Paulo devido a complicações causadas pelo diabetes. Segundo levantamento feito pela Secretaria de Saúde, foram 9.562 óbitos pela doença registrados em 2012, 5% a menos do que no ano anterior. As internações chegaram a 21.981 nos hospitais conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS).&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-vc9Mj7bEAOs/UfMb3L68XGI/AAAAAAAABCM/l4DL4-Z28IM/s1600/images.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-vc9Mj7bEAOs/UfMb3L68XGI/AAAAAAAABCM/l4DL4-Z28IM/s1600/images.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Em 2012, 9.562 pessoas morreram em decorrência &lt;br /&gt;do diabetes no estado de São Paulo.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O diabetes é uma doença silenciosa que aumenta os níveis de açúcar no sangue e é causada pela falha de produção, pelo pâncreas, da quantidade suficiente de insulina. Os principais sintomas são cansaço, perda de líquido, aumento da fome e da sede, além de má circulação do sangue.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os fatores de risco para o aparecimento da doença são a idade, histórico familiar, estresse, alimentação inadequada e sedentarismo. A prevenção é essencial e, caso seja confirmada a doença, o controle do açúcar evita as complicações. Entre elas estão a perda da visão a até mesmo alterações vasculares, que podem levar à amputação, principalmente dos membros inferiores. Além disso, pessoas diabéticas são mais propensas a sofrerem ataques cardíacos e derrames.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O SUS fornece gratuitamente as insulinas para o controle do diabetes por meio das unidades básicas de Saúde municipais. Além do medicamento, é fundamental que o controle do diabetes alie atividade física, alimentação balanceada e acompanhamento médico regular.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/6089373060436811905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/diabetes-mata-uma-pessoa-por-hora-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/6089373060436811905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/6089373060436811905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/diabetes-mata-uma-pessoa-por-hora-em.html' title='Diabetes mata uma pessoa por hora em São Paulo'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-vc9Mj7bEAOs/UfMb3L68XGI/AAAAAAAABCM/l4DL4-Z28IM/s72-c/images.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-365226775845353061</id><published>2013-08-04T05:30:00.000-03:00</published><updated>2013-08-04T05:30:02.990-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Vacina contra o diabetes: sonho ou realidade?</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, anunciaram na última semana um passo importante em direção à primeira vacina contra a diabetes. Os cientistas criaram um imunizante que se mostrou eficaz para controlar, em humanos, o tipo 1 da doença, que ocorre porque o sistema imunológico do próprio corpo passa a atacar as células beta, situadas no pâncreas, que fabricam a insulina. O hormônio permite a entrada, nas células, da glicose circulante na corrente sanguínea. Com menos insulina, há um acúmulo de açúcar no sangue, o que caracteriza a diabetes. O outro tipo, o 2, é resultado de alterações promovidas principalmente pela obesidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-nJ_Inmjm6pw/UfMaOVP4ccI/AAAAAAAABBk/u7CR_MdCOZY/s1600/mi_1793188601288932.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-nJ_Inmjm6pw/UfMaOVP4ccI/AAAAAAAABBk/u7CR_MdCOZY/s1600/mi_1793188601288932.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Cientistas anunciam a eficácia, em humanos, de um imunizante para o controle do tipo 1 da doença. Além disso, a ciência apresenta novos remédios e até a criação de pâncreas artificial.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A vacina impediu o ataque de um tipo de célula CD8 – integrantes do sistema imunológico – às células beta (leia mais no quadro). “Estamos muito excitados com o resultado. Sugere que o sonho de interromper o ataque do sistema imunológico a células específicas pode ser realizado”, afirmou Lawrence Steinman, um dos líderes da pesquisa realizada com 80 pacientes. Os cientistas planejam expandir os experimentos para investigar a eficácia do remédio em mais indivíduos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Interromper a destruição comandada pelo corpo é um dos objetivos perseguidos por cientistas em todo o mundo. Recentemente, a Diabetes UK, entidade inglesa de combate à doença, anunciou um ambicioso projeto de pesquisa em busca de uma vacina com esse propósito. Por essa razão, o feito dos americanos foi saudado. “Pela primeira vez temos evidência da eficácia de uma vacina em humanos. É um passo significativo em direção a um mundo sem diabete tipo 1”, afirmou Karen Addington, especialista inglesa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-PAtp5I6Gvjk/UfMaUHXvGsI/AAAAAAAABBs/G0z1EbMozrY/s1600/mi_1793178929833097.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-PAtp5I6Gvjk/UfMaUHXvGsI/AAAAAAAABBs/G0z1EbMozrY/s1600/mi_1793178929833097.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Teixeira cuida da alimentação para evitar crises de hipoglicemia.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;CARDÁPIO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A notícia da vacina somou-se a outras boas novidades divulgadas na semana passada. Nos Eua, onde ocorreu o congresso da Associação Americana de Diabetes, anunciou-se entre os avanços (leia no quadro) a chegada de um pâncreas artificial, capaz de equilibrar os níveis de insulina no organismo. Produzido pela Medtronic, o aparelho está sob avaliação do Food and Drug Administration, órgão americano responsável pela liberação de aparelhos de saúde. “Essa tecnologia é um passo importante para a criação de um sistema de entrega de insulina mais inteligente”, disse Rich Bergenstal, investigador principal da pesquisa apresentada para a aprovação do dispositivo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O pâncreas artificial é dotado de um sensor e um software acoplados a uma bomba de insulina e promove a liberação do hormônio de acordo com a necessidade. Dessa forma, diminui o risco de crises de hipoglicemia, um dos reveses mais comuns no controle da doença. “Alguns médicos até demoram a receitar a insulina, de tão complicado que pode ser sua aplicação”, diz o médico Freddy Eliaschewitz, de São Paulo, presente no encontro americano. O administrador de empresas Luiz Carlos Teixeira, 63 anos, de São Paulo, toma cuidado para não sofrer com o problema. “Procuro me alimentar bem”, diz.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-MwurDYXM2nA/UfMamJwsnXI/AAAAAAAABB0/YZZvskRbfHk/s1600/mi_1793197821383044.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-MwurDYXM2nA/UfMamJwsnXI/AAAAAAAABB0/YZZvskRbfHk/s1600/mi_1793197821383044.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-6UNpkrmp--Q/UfMap8S3emI/AAAAAAAABB8/_BhykDKaPZE/s1600/mi_1793229315042499.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-6UNpkrmp--Q/UfMap8S3emI/AAAAAAAABB8/_BhykDKaPZE/s1600/mi_1793229315042499.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Matéria original extraída de Isto É.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/365226775845353061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/vacina-contra-o-diabetes-sonho-ou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/365226775845353061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/365226775845353061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/vacina-contra-o-diabetes-sonho-ou.html' title='Vacina contra o diabetes: sonho ou realidade?'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-nJ_Inmjm6pw/UfMaOVP4ccI/AAAAAAAABBk/u7CR_MdCOZY/s72-c/mi_1793188601288932.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-3537474624604123579</id><published>2013-08-03T07:00:00.000-03:00</published><updated>2013-08-03T07:00:08.050-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Anvisa autoriza venda de novo medicamento para diabetes tipo 2</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Bristol-Myers Squibb e a AstraZeneca anunciam a aprovação pela ANVISA do medicamento FORXIGA™ (dapagliflozina) para o tratamento de diabetes tipo 2. Este é o primeiro produto, de uma nova classe, que funciona de forma diferente das drogas disponíveis para o tratamento do diabetes tipo 2 até o momento. A dapagliglozina auxilia na remoção do excesso de glicose do corpo de forma direta, enquanto os tratamentos convencionais baseiam-se na produção e atividade da insulina.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A aprovação do FORXIGA representa um avanço significativo no tratamento do diabetes tipo 2, uma vez que o medicamento age diretamente nos rins para inibir uma enzima, que é uma transportadora da glicose para o sangue. Quando essa enzima é inibida, a glicose em excesso, que vai para os rins, não retorna para a circulação e é removida do corpo com a urina. Consequentemente, ocorre uma redução dos níveis de açúcar no sangue.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-inV8O9QHCL4/UfMZuLC8e4I/AAAAAAAABBc/lRIwBXQ2bv4/s1600/4515339411_8542564bd6.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-inV8O9QHCL4/UfMZuLC8e4I/AAAAAAAABBc/lRIwBXQ2bv4/s1600/4515339411_8542564bd6.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A expectativa é que o medicamento esteja disponível no mercado brasileiro em breve, após a aprovação do preço pelos órgãos competentes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Colaboração entre a Bristol-Myers Squibb e a AstraZeneca&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Bristol-Myers Squibb e a AstraZeneca assinaram um acordo de cooperação para possibilitar às empresas pesquisar, desenvolver e comercializar medicamentos experimentais específicos para o diabetes tipo 2. Esta cooperação entre a Bristol-Myers Squibb e a AstraZeneca para o diabetes é direcionada aos cuidados dos pacientes em escala global para melhorar a saúde dos pacientes, criando uma nova visão para o tratamento do diabetes tipo 2. Para mais informações sobre a parceria, visite www.juntosnodiabetes.com.br.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Sobre a Bristol-Myers Squibb&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Bristol-Myers Squibb é uma empresa biofarmacêutica global cuja missão é descobrir, desenvolver e disponibilizar medicamentos inovadores que ajudem os pacientes a superar doenças graves. A Bristol atua fortemente nas áreas de oncologia, virologia, cardiologia, imunologia, diabetes e sistema nervoso central. Foi considerada, em 2012, a Companhia Global mais Admirada pela Fortune, e ficou em primeiro lugar na lista das 100 Melhores em Cidadania Corporativa, pela revista Corporate Responsability. Ainda foi reconhecida como a empresa com a linha de pesquisa mais inovadora pela R&amp;amp;D Directions, em 2011, e a melhor grande farmacêutica pela revista Forbes. Para mais informações, acesse o site www.bms.com.br ou o twitter @bmsnews.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Sobre a AstraZeneca&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global, voltada para inovação, com foco principal na descoberta, desenvolvimento e na comercialização de medicamentos de prescrição nas seguintes linhas terapêuticas: gastrointestinal, &amp;nbsp;cardiovascular, neurológica, respiratória e inflamatória, oncológica e doenças infecciosas. A AstraZeneca opera em mais de 100 países, seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo. Para mais informações visite: www.astrazeneca.com.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/3537474624604123579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/anvisa-autoriza-venda-de-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/3537474624604123579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/3537474624604123579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/anvisa-autoriza-venda-de-novo.html' title='Anvisa autoriza venda de novo medicamento para diabetes tipo 2'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-inV8O9QHCL4/UfMZuLC8e4I/AAAAAAAABBc/lRIwBXQ2bv4/s72-c/4515339411_8542564bd6.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-1567992069226943458</id><published>2013-08-01T06:00:00.000-03:00</published><updated>2013-08-01T06:00:03.692-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Pesquisadores brasileiros descobrem medicamento contra hipertensão e diabetes</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pesquisadores brasileiros descobriram um novo fármaco que atua na dilatação dos vasos sanguíneos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O composto é um peptídeo chamado alamandina, que possui propriedades semelhantes a de outro peptídeo já descoberto pela mesma equipe, a angiotensina-(1-7).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os peptídeos são pedaços de proteínas que agem por meio de ligações com os receptores, que também são proteínas, mas localizados nas membranas das células. No momento em que ocorre a ligação entre o peptídeo e o receptor, são desencadeadas reações no corpo humano, que variam de acordo com a função do peptídeo que participa do processo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-JD_CoyxSRQw/UfMYhAobb6I/AAAAAAAABBQ/xUIH7HYbi8w/s1600/pesquisa-qu%C3%ADmica-do-laborat%C3%B3rio-13425827.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;207&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-JD_CoyxSRQw/UfMYhAobb6I/AAAAAAAABBQ/xUIH7HYbi8w/s400/pesquisa-qu%C3%ADmica-do-laborat%C3%B3rio-13425827.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Pesquisadores brasileiros ganham cada vez mais destaque na medicina internacional quando o assunto é pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Alamandina&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A alamandina envia um comando ao cérebro que faz com que os vasos sanguíneos aumentem ou diminuam sua dilatação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Ela tem propriedades interessantes. É anti-hipertensiva e produz efeitos antifibróticos no coração, inibindo a formação de tecido conjuntivo no músculo do coração&quot;, explica o professor Robson Augusto Souza dos Santos, pesquisador do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG e coordenador do INCT Nanobiofar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Essas duas propriedades permitem que a alamandina possa ser usada na terapêutica cardiovascular,&quot; acrescenta ele.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Há alguns anos, o mesmo grupo de pesquisa já havia descoberto outro peptídeo que também possui funções cardiovasculares, a angiotensina-(1-7), que foi patenteado internacionalmente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O pesquisador explica que, apesar dos peptídeos possuírem propriedades semelhantes, a ação da alamandina no organismo ocorre de forma diferente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;A angiotensina-(1-7) e a alamandina podem atuar juntas no controle da hipertensão arterial. A principal diferença é que a segunda age ao facilitar a produção de óxido nítrico (NO), um gás vasodilatador. É importante ressaltarmos que ela também pode auxiliar no tratamento de diabetes. Nesse caso, o óxido nítrico ajuda no transporte de glicose (açúcar), facilitando o tratamento da doença&quot;, explica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Aprovação como medicamento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O uso da alamandina no tratamento de hipertensão e diabetes, em princípio não tem contraindicação, segundo Robson.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Como esse peptídeo é produzido pelo corpo humano, já sabemos que não haverá reação química desfavorável no organismo de quem venha a tomar um medicamento com essa substância. Por isso, o novo peptídeo logo poderá ser produzido em laboratório e ingerido via oral para atuar junto à angiotensina-(1-7), potencializando os efeitos do tratamento&quot;, afirma.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No momento, o grupo de pesquisadores está preparando o protocolo clínico para a realização dos testes sobre a viabilidade da alamandina como medicamento. O protocolo será submetido à aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/1567992069226943458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/pesquisadores-brasileiros-descobrem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/1567992069226943458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/1567992069226943458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/08/pesquisadores-brasileiros-descobrem.html' title='Pesquisadores brasileiros descobrem medicamento contra hipertensão e diabetes'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-JD_CoyxSRQw/UfMYhAobb6I/AAAAAAAABBQ/xUIH7HYbi8w/s72-c/pesquisa-qu%C3%ADmica-do-laborat%C3%B3rio-13425827.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-8506937426347886764</id><published>2013-07-30T06:00:00.000-03:00</published><updated>2013-07-30T06:00:04.323-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Dificuldade em amamentar pode ser sinal de diabetes</title><content type='html'>&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-bpEtO3HwxvA/UfMXOzcru2I/AAAAAAAABBE/w3PZAdHap2w/s1600/amamentar-quantos-meses-anamaria-718.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-bpEtO3HwxvA/UfMXOzcru2I/AAAAAAAABBE/w3PZAdHap2w/s1600/amamentar-quantos-meses-anamaria-718.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Segundo um estudo do Centro Médico Infantil de Cincinnati e &amp;nbsp;da Universidade da California, as mulheres que têm problemas para amamentar podem estar mostrando os primeiros sinais de diabetes. Os pesquisadores descobriram que a insulina tem um importante papel no leite materno e que estas mães que fabricam pouca quantidade do alimento podem estar com baixas taxas do hormônio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo o site Daily Mail, por muito tempo a insulina não era relacionada com a produção do leite humano, no entanto, os pesquisadores descobriram que a glândula mamária é sensível à insulina durante o processo de produção do leite. Por isso, os médicos sugerem que as mulheres nesta situação chequem o nível do hormônio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A insulina é diretamente relacionada com a diabetes, uma vez que as pessoas diagnosticadas com o tipo 1 da doença não produzem o hormônio e, aquelas com o tipo 2, o produzem, mas o corpo não responde bem a ele.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
​A especialista responsável pelo estudo, Dra. Laurie Nommsen-Rivers, explicou que a pesquisa mostra que as mulheres que não metabolizam insulina suficiente o leite demora mais para chegar. Além da baixa presença do hormônio, fatores como estar acima do peso, estar em idade avançada e dar à luz um bebê muito grande também influenciam na amamentação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Considerando que 20% das mulheres entre 20 e 44 anos são pré-diabéticas, pode-se dizer que mais de 20% das novas mães nos Estados Unidos têm o risco de apresentar uma baixa produção de leite devido a falta de regulação nos níveis de insulina&quot;, explica Nommsen-Rivers.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os resultados foram obtidos depois de estudos de uma cadeia de moléculas da glândula mamária e do leite materno. Depois de descoberta a importância da insulina na fabricação do leite materno, os médicos planejam o uso de um remédio que ajuda a controlar a diabetes tipo 2 para determinar se isso irá afetar a ação do hormônio nas glândulas mamárias. Caso o resultado seja positivo, eles esperam que isso aumente a produção do leite materno nas mulheres com deficiência de insulina.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No entanto, para a especialista, o uso de medicamento não é a melhor forma de resolver o problema. &quot;A melhor abordagem é a prevenção. Modificar a dieta e fazer exercícios físicos são métodos mais poderosos que os remédios&quot;, afirma.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-lOc2ONyRcKA/UfMWxuHo_3I/AAAAAAAABA8/Asacoec6EVc/s1600/partonormal-x-cesariana.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-lOc2ONyRcKA/UfMWxuHo_3I/AAAAAAAABA8/Asacoec6EVc/s1600/partonormal-x-cesariana.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/8506937426347886764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/07/dificuldade-em-amamentar-pode-ser-sinal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/8506937426347886764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/8506937426347886764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/07/dificuldade-em-amamentar-pode-ser-sinal.html' title='Dificuldade em amamentar pode ser sinal de diabetes'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-bpEtO3HwxvA/UfMXOzcru2I/AAAAAAAABBE/w3PZAdHap2w/s72-c/amamentar-quantos-meses-anamaria-718.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-7590585312510392564</id><published>2013-07-28T09:00:00.000-03:00</published><updated>2013-07-28T09:00:06.167-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Diabetes é uma das principais causas de gengivite</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A diabetes, doença que afeta 12 milhões de brasileiros, é também uma das principais responsáveis pelos casos de gengivite - um estágio inicial de doença gengival - e periodontite, doença gengival avançada com perdas ósseas. Ambas interferem no controle do índice glicêmico devido a presença transitória de bactérias no sangue.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença pode ser definida como a elevação do nível de glicose no sangue, também chamado de hiperglicemia. Isso acontece quando o organismo – e também a insulina, substância produzida nas células do pâncreas - não consegue absorver a quantidade de açúcar produzida pelo corpo através dos alimentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-ipbTqUzkcj8/UfMWHTRiKDI/AAAAAAAABA0/g66NOnzmX34/s1600/1013670_474675325957350_1009679821_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;212&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-ipbTqUzkcj8/UfMWHTRiKDI/AAAAAAAABA0/g66NOnzmX34/s320/1013670_474675325957350_1009679821_n.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quando a diabetes escapa ao controle, toda a defesa do organismo fica debilitada, principalmente o sistema circulatório, o que gera dificuldade ou deficiência na reparação dos tecidos ósseos e moles.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A boca seca, o mau hálito, o insucesso na colocação de implantes, a tendência à hemorragia bucal, além da gengivite e da periodontite, são as principais manifestações bucais de que algo não está bem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“A gengiva muito vermelha, dolorida, inchada e com sangramento é um claro sinal de gengivite. Se isso estiver associado à retração gengival, ao amolecimento e perda de dentes e a sensibilidade próxima à raiz, o quadro evoluiu para uma periodontite. Neste caso é indicado procurar um médico especialista para avaliar a possibilidade de desenvolvimento de uma diabetes, além do controle feito com o cirurgião-dentista”, alerta o Dr. José Henrique de Oliveira, diretor de Operações e Credenciamento do INPAO Dental, operadora pioneira de odontologia no Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo ele, para prevenir essas manifestações é necessário visitar periodicamente um cirurgião-dentista, melhorar urgentemente a higiene oral e fazer alimentações balanceadas. “Com uma boa saúde bucal, você elimina a dor, problemas com o mau hálito e a perda precoce de dentes. Em contrapartida, aumenta a massa gengival, estimula a irrigação sanguínea e previne a formação do tártaro e a remoção da placa bacteriana”, finaliza.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É importante lembrar ainda que um cirurgião-dentista está apto a avaliar se a presença das manifestações bucais tem relação com a diabetes. Se isso for percebido, ele deve encaminhar o paciente, sempre que necessário, para uma avaliação médica.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/7590585312510392564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/07/diabetes-e-uma-das-principais-causas-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/7590585312510392564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/7590585312510392564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/07/diabetes-e-uma-das-principais-causas-de.html' title='Diabetes é uma das principais causas de gengivite'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-ipbTqUzkcj8/UfMWHTRiKDI/AAAAAAAABA0/g66NOnzmX34/s72-c/1013670_474675325957350_1009679821_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-4014919766899506663</id><published>2013-06-25T04:20:00.000-03:00</published><updated>2013-06-25T04:20:00.407-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanhas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Fumar maconha reduz o risco de diabetes e trata câncer, aponta estudo</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As pessoas que fumam maconha de forma regular estão menos vulneráveis a diabetes, em comparação com quem não consome erva. A conclusão é de um estudo levado a cabo por investigadores norte-americanos, que associam o consumo de maconha a menores níveis de insulina, quando se está em jejum.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para a elaboração deste trabalho de pesquisa – que foi publicado no &lt;i&gt;The American Journal of Medicine&lt;/i&gt; –, os investigadores analisaram dados constantes no National Health and Nutrition Survey, relativos a 4.657 pacientes que preencheram questionários sobre utilização de drogas, entre os anos de 2005 e de 2010.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-XGmkBEAOdWk/Ub49IoW0YEI/AAAAAAAAA90/GZnQMT3xJwU/s1600/Maconha-medicinal-size-598.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-XGmkBEAOdWk/Ub49IoW0YEI/AAAAAAAAA90/GZnQMT3xJwU/s640/Maconha-medicinal-size-598.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;No Brasil, um estudo com dependentes de crack que se dispuseram a tratar sua dependência com maconha demonstrou que 68% dos pacientes abandonaram o uso de crack e, posteriormente, também cessaram o uso de maconha.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Através da comparação dos resultados, os cientistas conseguiram estabelecer um paralelo entre casos de diabetes nos consumidores de erva e nas pessoas que nunca fumaram maconha.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E os números permitiram chegar a uma primeira: daqueles pacientes, 579 fumavam erva regularmente, 1.975 apenas o fizeram de forma esporádica e 2.103 pacientes nunca tinham experimentado aquela droga.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os investigadores – do Beth Israel Deaconess Medical Center, em Boston (EUA) – partiram para a fase seguinte do estudo: analisar a quantidade de insulina, em jejum com mínimo de nove horas, bem como a quantidade de glicose no sangue.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os fumadores de erva apresentaram níveis médios de insulina em jejum, na ordem dos 16 por cento, em comparação com os que nunca fumaram maconha.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-DgvE92pDn_8/Ub49x8k9dQI/AAAAAAAAA98/s-r51rwwi58/s1600/ScreenShot017-600x401.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;214&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-DgvE92pDn_8/Ub49x8k9dQI/AAAAAAAAA98/s-r51rwwi58/s320/ScreenShot017-600x401.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A maconha medicinal trata e previne náuseas e vômitos, &lt;br /&gt;além de glaucoma, espasmos,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;esclerose múltipla, &lt;br /&gt;mal de alzheimer, além de ser usado como relaxante &lt;br /&gt;muscular bem como um analgésico geral, &lt;br /&gt;bem como é usada no tratamento de câncer e AIDS.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Murray Mittleman, um dos investigadores da Unidade de Pesquisa de Epidemiologia Cardiovascular daquele centro de Boston, revela ainda que estudos anteriores já tinham sugerido que a maconha poderia evitar doenças como diabetes ou obesidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Saliente-se que a maconha&amp;nbsp;medicinal (&lt;i&gt;cannabis &lt;/i&gt;medicinal) é considerada legal para tratamento médico em 18 estados dos EUA. Existem pressões por parte de diversas entidades norte-americanas para aumentar o número de estados que legalizem o recurso a esta droga com fins medicinais. A maconha produz ainda outro efeito em pacientes com outro tipo de patologias: reduz a dor.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No entanto, os investigadores não querem que este estudo sirva de incentivo ao uso de drogas, quer por parte de diabéticos, quer por pessoas que tomem como válidos os benefícios da erva.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div&gt;
“Esses são resultados preliminares”, disse o Dr. Murray Mittleman, que participou no estudo do Centro Médico Diaconisa Beth Israel, em Boston, EUA, à Reuters. “&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;i&gt;Parece haver efeitos favoráveis no controle do açúcar no sangue, no entanto, é preciso fazer muito mais para termos respostas definitivas sobre os riscos e benefícios potenciais do uso da maconha.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;”&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Quando os pesquisadores levaram em consideração outras escolhas de saúde e estilo de vida, o uso da maconha estava associado à resistência à insulina 17% menor, melhores níveis de colesterol e melhor controle do açúcar no sangue. Não houve diferença na pressão sanguínea ou na concentração de gordura no sangue, segundo o estudo.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
“É possível que pessoas que optem por fumar maconha tenham outras características que difiram [de não-fumantes de maconha]“, disse Mittleman.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
A pesquisadora Dra. Elizabeth Penner observou, “É possível que a associação inversa dos níveis de insulina em jejum e a resistência à insulina vista entre atuais usuários de maconha possa ser, em parte, devido a mudanças nos padrões de uso entre aqueles com diagnóstico de diabetes”, segundo um comunicado de imprensa.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
“No entanto, após excluirmos os indivíduos com diagnóstico de diabetes mellitus, as associações entre o uso da maconha e os níveis de insulina, HOMA-IR, circunferência da cintura e HDL-C foram semelhantes e mantiveram-se estatisticamente significativos”, acrescentou ela.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Estudos anteriores descobriram que usuários de maconha costumam ingerir mais calorias do que não-fumantes, mas tendem a ter menores índices de massa corporal.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
“Os mecanismos subjacentes desse paradoxo não foram determinados e o impacto do uso regular da maconha sobre a resistência à insulina e fatores de risco cardiometabólico permanecem desconhecidos”, disse a coautora do estudo Hannah Buettner.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;No Brasil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-1WaIFVTDt4A/Ub4-cvdg_EI/AAAAAAAAA-M/tnjj1tzdGls/s1600/canabis-eu-gastei.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;118&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-1WaIFVTDt4A/Ub4-cvdg_EI/AAAAAAAAA-M/tnjj1tzdGls/s200/canabis-eu-gastei.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div&gt;
No país do futebol que tem forte apelo às bebidas alcoólicas, a maconha ainda é vista como vilã pela sociedade e substância ilícita pela lei. Legalmente permitida para fins medicinais em vários estados norte-americanos, a cannabis trata e previne náuseas e vômitos, além de glaucoma, espasmos, esclerose múltipla, mal de alzheimer, além de ser usado como relaxante muscular bem como um analgésico geral. Mais relevante ainda, é o tratamento de câncer, onde há indícios de que o THC possa induzir as células malsãs a um processo de autodestruição. A AIDS, doença avassaladora por décadas, também possui tratamento com injeções intramusculares de concentrações do D9-tetrahidrocanabinol (D9-THC), retardando a progressão da imunodeficiência de macacos infectados com o vírus por diminuição da carga viral.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O brasileiro Dartiu Xavier da Silveira, doutor em Psiquiatria e Psicologia Médica, foi responsável por um estudo com dependentes de crack no qual estes se dispuseram a tratar sua dependência com maconha. Ao final do tratamento, 68% dos pacientes abandonaram o uso de crack, e posteriormente também cessaram o uso de maconha.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Em meio aos benefícios que a maconha pode trazer ao desenvolvimento da saúde e na diminuição da violência urbana, não sendo mais classificada como entorpecente, brasileiros de vários estados e inclusive o ex-Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, tratam do tema e defendem a legalização e descriminalização da maconha no Brasil, respectivamente. O movimento social mais conhecido é a Marcha da Maconha (&lt;a href=&quot;http://www.marchadamaconha.org/&quot;&gt;www.marchadamaconha.org&lt;/a&gt;), conhecido nacionalmente e internacionalmente pela militância brasileira a favor da legalização da erva.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/4014919766899506663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/06/fumar-maconha-reduz-o-risco-de-diabetes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/4014919766899506663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/4014919766899506663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/06/fumar-maconha-reduz-o-risco-de-diabetes.html' title='Fumar maconha reduz o risco de diabetes e trata câncer, aponta estudo'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-XGmkBEAOdWk/Ub49IoW0YEI/AAAAAAAAA90/GZnQMT3xJwU/s72-c/Maconha-medicinal-size-598.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-7442218863756906566</id><published>2013-06-20T05:00:00.000-03:00</published><updated>2013-06-20T05:00:10.472-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Cães também podem ter diabetes</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O ator Otavio Martins desconfiou que a sua cadela Filó, da raça pembroke welsh corgi, estava doente ao perceber que ela passou a beber mais água do que o normal e a urinar com mais frequência. Ele estava certo. E um exame de sangue constatou que o seu bicho de estimação tem diabetes. A doença provoca diminuição na produção de insulina, que é hormônio responsável pela metabolização do açúcar pelo organismo. “O nível de glicemia (açúcar do sangue) ideal fica entre 60 mg/dL e 110 mg/dL. Se extrapolam esses valores, significa que o animal é diabético”, afirma Mauro José Lahm Cardoso, membro da Associação Brasileira de Endocrinologia Veterinária (ABEV) e especialista do Espaço Vida Veterinária.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um animal diabético pode sofrer com mau funcionamento dos rins, comprometimento da visão e problemas neurológicos, além de apresentar oscilações nos níveis de colesterol e triglicérides. “O aumento desses índices pode levar à aterosclerose, doença que provoca hipertensão e agrava disfunções renais, principalmente em pacientes obesos”, diz Lahm Cardoso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-FS_4L5srkTg/Ub43DMkabUI/AAAAAAAAA9k/c_qXwHIcZKI/s1600/img-515084-cachorro-diabetico20130528201369784137.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;331&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-FS_4L5srkTg/Ub43DMkabUI/AAAAAAAAA9k/c_qXwHIcZKI/s640/img-515084-cachorro-diabetico20130528201369784137.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;A cadela do ator Otavio Martins tem diabetes e, por causa da doença, recebe doses diárias de insulina e come apenas ração diet.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para evitar os problemas desencadeados pelo diabetes, é preciso mudar a rotina do animal. Mas, calma, “fazer isso não é um bicho de sete cabeças”, garante Otavio Martins, ator. O dia a dia de Filó, sua cachorrinha, continua praticamente o mesmo. “A única diferença é que passei a oferecer apenas ração diet a ela”, conta. A ração sem açúcar contém carboidratos complexos, tipo de nutriente que faz o açúcar chegar no sangue mais vagarosamente, driblando os picos de glicemia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A nova rotina da pet também inclui doses diárias de insulina (hormônio responsável pela redução da glicemia). O hormônio supre a deficiência do organismo e costuma ser aplicado duas vezes ao dia, antes das refeições. Para fazer a aplicação, o dono do animal deve pedir a orientação de um veterinário, que também pode indicar a quantidade, a periodicidade e o aplicador ideal para o caso. “É um processo simples e tranquilo, a Filó aceita numa boa”, diz Otavio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A diabetes tipo 1 aparece em decorrência de um componente genético que provoca diminuição na produção de insulina. Já o tipo 2 da doença aparece se o animal estiver acima do peso e for sedentário, fatores que podem ser evitados com estímulos à prática de exercícios e com um cardápio equilibrado.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/7442218863756906566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/06/caes-tambem-podem-ter-diabetes.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/7442218863756906566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/7442218863756906566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/06/caes-tambem-podem-ter-diabetes.html' title='Cães também podem ter diabetes'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-FS_4L5srkTg/Ub43DMkabUI/AAAAAAAAA9k/c_qXwHIcZKI/s72-c/img-515084-cachorro-diabetico20130528201369784137.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-6919366878227482694</id><published>2013-06-16T19:05:00.000-03:00</published><updated>2013-06-16T19:05:38.414-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Mortes por diabetes em Nova York quase dobram em 20 anos</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
EXAME - As mortes vinculadas ao diabetes estavam em ascensão na cidade de Nova York, e atingiram em 2011 um recorde de 5.695 pessoas, com um percentual que quase dobrou em 20 anos, segundo dados divulgados pela prefeitura nesta segunda-feira.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&quot;Uma pessoa morre a cada 90 minutos em Nova York de causas vinculadas ao diabetes, com um número de mortos de 16 por dia na cidade&quot;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, destacou em um comunicado a administração do prefeito Michael Bloomberg, que intensificou recentemente a luta contra a doença.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo números da prefeitura, embora o número de mortos em Nova York continue caindo, as mortes relacionadas com o diabetes permanecem aumentando.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&quot;Desde 1990, o percentual de mortes na cidade de Nova York vinculadas ao diabetes quase dobrou, de 6% em 1990 para 10,8% em 2011&quot;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, afirmou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-qu4z2e5UEno/Ub413nSgJCI/AAAAAAAAA9Y/B5K53D5odoE/s1600/11-05-2013_bandeira-dos-eua_1883_1024x768.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-qu4z2e5UEno/Ub413nSgJCI/AAAAAAAAA9Y/B5K53D5odoE/s320/11-05-2013_bandeira-dos-eua_1883_1024x768.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;A comunidade negra é a mais afeta-&lt;br /&gt;da, com 116 mortes por 100 mil habitantes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
A comunidade negra é a mais afetada, com 116 mortes por 100 mil habitantes, seguida da hispânica (81/100.000). Entre os brancos não-latinos esse registro é de 45 por 100.000 pessoas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Seiscentos e cinquenta mil adultos nova-iorquinos tinham diabetes tipo 2 em 2011, um aumento de 200 mil pessoas com relação a 2002.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No âmbito de sua luta contra o problema, o prefeito Bloomberg anunciou em 2012 a restrição à venda de refrigerantes de 470 mililitros nas lanchonetes de &#39;fast food&#39; e em outros locais de Nova York.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No entanto, a medida não entrou em vigor, depois de ter sido bloqueada em março passado por um juiz que a classificou de &quot;arbitrária&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O número de pessoas adultas que sofrem de diabetes explodiu nos Estados Unidos desde 1995, com um aumento de cerca de 50% dos casos em 42 estados e de por volta de 100% em outros 18, segundo estatísticas federais publicadas no ano passado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os estados que tiveram os maiores aumentos foram Oklahoma (226%), Geórgia (145%) e Alabama (140%), todos no sul do país.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/6919366878227482694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/06/mortes-por-diabetes-em-nova-york-quase.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/6919366878227482694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/6919366878227482694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2013/06/mortes-por-diabetes-em-nova-york-quase.html' title='Mortes por diabetes em Nova York quase dobram em 20 anos'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-qu4z2e5UEno/Ub413nSgJCI/AAAAAAAAA9Y/B5K53D5odoE/s72-c/11-05-2013_bandeira-dos-eua_1883_1024x768.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-8106506904100168496</id><published>2012-06-21T12:30:00.000-03:00</published><updated>2012-06-21T12:30:00.868-03:00</updated><title type='text'>Descoberta de gene pode reduzir risco de amputação em diabéticos</title><content type='html'>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-FqBsQE1d--s/T7ff5bHaG-I/AAAAAAAAAN4/hCtiLIcD3-o/s1600/0,,42903866,00.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;224&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-FqBsQE1d--s/T7ff5bHaG-I/AAAAAAAAAN4/hCtiLIcD3-o/s320/0,,42903866,00.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Cientistas identificaram um gene que seria o responsável pelos riscos de
 amputação de membros entre diabéticos - uma descoberta que pode ajudar a
 reduzir esse risco.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A diabetes pode restringir a circulação do sangue nos tecidos e reduzir a habilidade de cicatrização de feridas já que o corpo perde a capacidade de formar novas veias sangüíneas para agilizar o processo de cura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse processo deixa alguns membros, como as pernas e os pés, vulneráveis à formação de úlceras e gangrenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadores da Universidade de Bristol descobriram que a diabetes induz células saudáveis de veias sangüíneas a produzir um gene receptor de proteína chamado p75NTR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse gene, ausente em células saudáveis, impede a produção das novas veias necessárias para o processo de cicatrização dos membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inibição da ação desse gene nas células pode ajudar a reduzir a ocorrência de amputações entre os diabéticos, sugere o estudo realizado por cientistas britânicos e publicado na revista científica Circulation Research.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para confirmar a ação do gene nas células, os cientistas injetaram o p75NTR em células de veias sangüíneas saudáveis de ratos e observaram que elas se tornaram inválidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, ao injetar a proteína em um músculo saudável e restringir a circulação sangüínea nas veias desse músculo, os cientistas observaram que a presença do p75NTR causou uma falta de habilidade de cicatrização idêntica à provocada pela diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, os pesquisadores inibiram a ação do p75NTR em ratos diabéticos antes de restringir a circulação em um dos membros dos animais. A inibição fez com que o membro superasse a restrição do fluxo sangüíneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o estudo, a presença do gene parece suprimir os mecanismos necessários para formação de novas veias sangüíneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Nossa descoberta demonstra a importância de entender os fatores individuais responsáveis por algumas complicações causadas pela diabetes&quot;, disse Costanza Emanueli, que liderou o estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com ela, a descoberta da ação do gene p75NTR pode abrir novos caminhos para combater as doenças vasculares nos diabéticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o professor Peter Weissberg, da British Heart Foundation, organização que trabalha para combater doenças cardíacas e uma das patrocinadoras do estudo, os resultados da pesquisa são muito significativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Essa descoberta vital pode abrir caminho para o desenvolvimento de um medicamento que possa destruir a molécula, ou os seus efeitos&quot;, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Um tratamento como esse pode ter benefícios enormes em uma das complicações mais devastadoras e que ameaça a vida dos diabéticos&quot;, disse Weissberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Iain Frame, da ONG Diabetes UK, alertou para as conclusões tiradas de experimentos feitos em animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ele afirmou que, caso a pesquisa seja provada em humanos, &quot;um tratamento pode ser desenvolvido para remover o p75NTR, o que poderia beneficiar muitos pacientes diabéticos&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa que sofre de diabetes é 15 vezes mais suscetível a ter que amputar um dos membros inferiores do que aquelas que não possuem a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados indicam que cerca de sete em cada 10 pessoas que sofrem uma amputação morrem dentro de cinco anos como resultado de complicações de suas condições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Reino Unido, cerca de 100 pessoas por semana têm um membro amputado por causa da diabetes.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/8106506904100168496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2012/06/descoberta-de-gene-pode-reduzir-risco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/8106506904100168496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/8106506904100168496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2012/06/descoberta-de-gene-pode-reduzir-risco.html' title='Descoberta de gene pode reduzir risco de amputação em diabéticos'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-FqBsQE1d--s/T7ff5bHaG-I/AAAAAAAAAN4/hCtiLIcD3-o/s72-c/0,,42903866,00.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-628116848269750513</id><published>2012-06-05T05:30:00.000-03:00</published><updated>2012-06-05T05:30:04.030-03:00</updated><title type='text'>Diabetes ameaça a sobrevivência de povos indígenas ao redor do mundo</title><content type='html'>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-k9K0G-G3Be0/T7fetlKtsvI/AAAAAAAAANw/0QS8zvknoxA/s1600/0,,42903866,00.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-k9K0G-G3Be0/T7fetlKtsvI/AAAAAAAAANw/0QS8zvknoxA/s320/0,,42903866,00.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;A diabete ameaça a sobrevivência de povos indígenas ao redor do mundo se
 continuar aumentando no ritmo atual, alertaram especialistas do 
Instituto Internacional do Diabetes que participam de uma conferência 
sobre a doença em Melbourne, na Austrália.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&quot;Sem uma ação urgente, existe certamente um risco real de um grande extermínio de comunidades indígenas, se não a total extinção, neste século&quot;, afirmou o professor Paul Zimmet, do Instituto Internacional do Diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os cientistas, hábitos ocidentais como o sedentarismo e dietas cheias de açúcar e gordura tem provocado um aumento da obesidade e da diabete do tipo 2 entre populações indígenas da Ásia, na região do Pacífico e nas Américas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas reunidos na Austrália pretendem elaborar um conjunto de medidas a ser apresentado à Organização das Nações Unidas (ONU), como parte dos esforços para controlar a epidemia, que Zimmet define como &quot;a maior da história mundial&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 8 milhões de casos registrados a cada ano, a previsão é de que o número de diabéticos chegue a 250 milhões até 2050.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diabete tipo 2, que geralmente se desenvolve em adultos, pode causar derrames, doenças do rim e aumentar o risco de problemas cardíacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Brasil&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diabete também começa a preocupar entidades ligadas à saúde indígena no Brasil. O coordenador do projeto Xingu da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Douglas Rodrigues, fez recentemente um trabalho em que destacava justamente o aumento da incidência de doenças &quot;modernas&quot; entre os índios do Xingu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao site da ONG Instituto Socio Ambiental (ISA), Rodrigues disse que o problema, que atinge os índios dos Estados Unidos desde a década de 1960, é atualmente uma &quot;ameaça importante&quot; nas aldeias do Xingu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Rodrigues destaca na entrevista que, no caso do Brasil, a obesidade e a diabete convivem com a desnutrição, especialmente infantil. Entre as doenças &quot;modernas&quot;, ele também destaca a hipertensão e as doenças sexualmente transmissíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Nauru, ilha do Pacífico com 10 mil pessoas, a diabete tipo 2 já afeta metade da população adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O avanço da doença entre os grupos aborígenes do Pacífico é considerado rápido, especialmente levando-se em consideração que até a Segunda Guerra Mundial a doença era desconhecida no Pacífico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;A rápida transição cultural ao longo de uma a duas gerações de muitas comunidades indígenas para uma dieta ocidental e estilo de vida sedentário levou a diabete a substituir doenças infecciosas como a ameaça número 1 à sua sobrevivência&quot;, disse o especialista em diabete Stewart Harris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incidência de diabete também é alta ente os índios dos Estados Unidos. Entre os Sioux e Prima, a taxa é de 45%. Na Austrália, a incidência no grupo Torres Strait Islanders, que vive no norte do país, é de 30%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Martin Silink, diretor da Fundação Internacional de Diabete, disse que povos indígenas são mais suscetíveis ao desenvolvimento do tipo 2 de diabete por causa da sua constituição genética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os especialistas, populações que não têm acesso constante a alimentos tendem a armazenar mais gordura para períodos de escassez. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/628116848269750513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2012/06/diabetes-ameaca-sobrevivencia-de-povos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/628116848269750513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/628116848269750513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2012/06/diabetes-ameaca-sobrevivencia-de-povos.html' title='Diabetes ameaça a sobrevivência de povos indígenas ao redor do mundo'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-k9K0G-G3Be0/T7fetlKtsvI/AAAAAAAAANw/0QS8zvknoxA/s72-c/0,,42903866,00.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-937279727658694299</id><published>2012-05-31T12:30:00.000-03:00</published><updated>2012-05-31T12:30:02.750-03:00</updated><title type='text'>Estresse dobra risco de diabetes tipo 2 nos homens</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No início da pesquisa, os participantes apresentavam níveis normais de glicose e foram examinados com relação aos sintomas do estresse como fadiga, ansiedade, depressão, insônia e apatia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de dez anos, os voluntários passaram novamente por exames para avaliar os níveis de glicose e estresse. Segundo os resultados observados pelos pesquisadores, aqueles que apresentavam maior nível de estresse corriam 2.2 vezes mais risco de desenvolver diabetes tipo 2 do que os homens com baixo nível de estresse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo aponta que essa relação se manteve mesmo quando observados outros fatores como idade, massa corporal, histórico familiar de diabetes e outras variantes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-_z2DDxSpM_s/T7fduvOFICI/AAAAAAAAANo/UJQlfiJ3d_o/s1600/0,,42903866,00.jpg&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-_z2DDxSpM_s/T7fduvOFICI/AAAAAAAAANo/UJQlfiJ3d_o/s200/0,,42903866,00.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;O estudo, publicado na revista científica Diabetic Medicine, analisou 2,127 homens nascidos entre 1938 e 1957 durante dez anos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
No total, 103 dos participantes foram diagnosticados como diabéticos ao final da pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores, a relação entre estresse e a diabetes pode ser resultado dos efeitos do estresse na capacidade do cérebro em regular os hormônios ou ainda da influência negativa que a depressão exerce na dieta e no nível de atividade física das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mulheres&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, realizado no Instituto Karolinska, analisou ainda 3 mil mulheres e não identificou um aumento no risco de desenvolver diabetes entre aquelas com alto nível de estresse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Anders Ekbom, que liderou o estudo, isso poderia ser explicado pela diferença no modo como homens e mulheres lidam com o estresse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Enquanto as mulheres comunicam os sintomas de estresse e depressão, os homens são menos dispostos a admitir esses sentimentos e lidam com o problema bebendo, usando drogas ou com outras ações particulares”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, para Iain Frame, diretor da ONG Diabetes UK, que trabalha com pacientes diabéticos, o fato de esta relação ter sido observada apenas nos homens é “intrigante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Seria interessante descobrir o porquê desta diferença. Os resultados sugerem que isso poderia ser resultado de uma influência hormonal ou de comportamento&quot;, afirmou Frame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, estudos anteriores já haviam indicado que o estresse é considerado um fator de risco para a diabetes tipo 2 e o estudo realizado pelos suecos &quot;parece confirmar esta relação&quot;. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/937279727658694299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2012/05/estresse-dobra-risco-de-diabetes-tipo-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/937279727658694299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/937279727658694299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2012/05/estresse-dobra-risco-de-diabetes-tipo-2.html' title='Estresse dobra risco de diabetes tipo 2 nos homens'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-_z2DDxSpM_s/T7fduvOFICI/AAAAAAAAANo/UJQlfiJ3d_o/s72-c/0,,42903866,00.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-1829145186811570166</id><published>2012-05-23T05:30:00.000-03:00</published><updated>2012-05-23T05:30:01.896-03:00</updated><title type='text'>Cesariana aumenta risco de diabetes em bebês</title><content type='html'>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-q8kgYjwE08Y/T7fcZA5pV9I/AAAAAAAAANg/Hu1ig4LZppk/s1600/0,,42903866,00.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;214&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-q8kgYjwE08Y/T7fcZA5pV9I/AAAAAAAAANg/Hu1ig4LZppk/s320/0,,42903866,00.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Bebês que nascem por cesariana têm 20% mais chances de desenvolver 
diabetes tipo 1, indica uma pesquisa da Queen&#39;s University, de Belfast, 
publicada no site PubMed, da Biblioteca nacional de Medicina dos Estados
 Unidos.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;Os pesquisadores revisaram 20 estudos já publicados sobre crianças nascidas por cesárea que sofrem de diabetes tipo 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados indicam que esse tipo de parto contribui para um aumento de 20% no risco do bebê se tornar diabético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores, esse aumento não pôde ser explicado por nenhum outro fator como peso da criança no nascimento, idade da mãe, diabetes na gestação ou aleitamento materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Chris Cardwell, que liderou o estudo, é provável que esse aumento ocorra porque os bebês que nascem por esse método são expostos primeiro à bactéria proveniente do hospital, e não da mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O risco normal de um bebê desenvolver a diabetes do tipo 1 é de três para cada 1 mil crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Opção&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Iain Frame, diretor de pesquisa da ONG Diabetes UK, que trabalha com pacientes diabéticos, as mães devem levar esse risco em consideração quando há escolha pelo tipo de parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Já sabemos que a genética e as infecções infantis têm um papel importante no desenvolvimento da diabetes tipo 1 em crianças, mas os resultados desse estudo indicam que o modo como o bebê nasce pode afetar as chances de desenvolver essa condição”, afirmou o diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, são necessárias mais pesquisas nessa área para descobrir a relação entre a cesariana e o risco de desenvolver a diabetes tipo 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um levantamento encomendado pelo Ministério da Saúde do Brasil e divulgado em maio deste ano, usou dados de 2006 e indica que a cesariana representa 43% dos partos realizados no setor público e no privado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as mulheres que utilizam planos de saúde, esse percentual é ainda maior e chega a 80%. No Sistema Único de Saúde (SUS), 26% dos partos são cesáreas.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/1829145186811570166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2012/05/cesariana-aumenta-risco-de-diabetes-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/1829145186811570166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/1829145186811570166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2012/05/cesariana-aumenta-risco-de-diabetes-em.html' title='Cesariana aumenta risco de diabetes em bebês'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-q8kgYjwE08Y/T7fcZA5pV9I/AAAAAAAAANg/Hu1ig4LZppk/s72-c/0,,42903866,00.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-582263232426636842</id><published>2012-05-19T14:43:00.000-03:00</published><updated>2012-05-19T14:43:27.555-03:00</updated><title type='text'>Vírus pode desencadear diabetes em crianças, segundo pesquisa</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-YEHe0eNpPnU/T7fbjd9ib6I/AAAAAAAAANY/GNU7xznEMmU/s1600/0,,42903866,00.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;125&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-YEHe0eNpPnU/T7fbjd9ib6I/AAAAAAAAANY/GNU7xznEMmU/s200/0,,42903866,00.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Um tipo de vírus comum pode servir como &quot;gatilho&quot; para o desenvolvimento de vários casos de diabetes, principalmente em crianças, segundo um estudo feito por pesquisadores britânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os cientistas, sinais de enterovírus - uma família de vírus comuns que causam sintomas como vômito e diarreia - foram encontrados no tecido pancreático de 60% das crianças pesquisadas que tinham diabetes do tipo 1. O vírus, no entanto, quase não foi encontrado em crianças que não possuem a doença.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os pesquisadores também informaram que em 40% dos adultos pesquisados que possuíam diabetes tipo 2, foram encontrados sinais de infecção pelo vírus nas células produtoras de insulina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, que foi publicado na revista científica Diabetologia, sugere a possibilidade do desenvolvimento de uma vacina para a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora já se saiba que a genética tem um papel importante no risco de uma pessoa desenvolver diabetes, fatores ambientais também podem estar envolvidos e a ideia de que um vírus poderia causar a doença já estava sendo considerada por décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um dos autores do presente estudo, Alan Foulis, da Glasgow Royal Infirmary, o enterovírus poderia estar presente em várias amostras de tecidos estudadas anteriormente, mas só agora foi possível detectá-lo por causa de avanços tecnológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto com colegas da Peninsula Medical School e da Universidade de Brighton, ele estudou sinais de enterovírus em tecidos retirados durante as autópsias de 72 crianças que morreram menos de 12 meses após o diagnóstico de diabetes e os comparou com amostras retiradas de 50 crianças que não apresentavam a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos tecidos de pessoas diabéticas em que foram encontrados sinais do vírus, ele foi descoberto especificamente nas células beta, que produzem insulina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gatilho imunológico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dos resultados do estudo, os pesquisadores sugerem que, em crianças com predisposição genética para o diabetes do tipo 1, infecções por enterovírus poderiam desencadear a reação imunológica que inicia o desenvolvimento da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em relação ao diabetes de tipo 2 - que comumente é relacionado com a obesidade em adultos - os pesquisadores especulam que a infecção afeta a habilidade das células de produzir insulina, o que, combinado com a grande demanda pela substância no organismo de pessoas obesas, seria suficiente para o desenvolvimento da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vacina&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de 100 diferentes variedade de enterovírus, assim, apesar de os resultados da pesquisa abrirem caminho para o desenvolvimento de uma vacina, os cientistas ainda precisam descobrir quais os tipos que podem servir como &quot;gatilho&quot; para o diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos autores do estudo, professor Noel Morgan, da Peninsula Medical School, afirma que ainda são necessárias mais pesquisas para que uma vacina seja desenvolvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Os próximos estágios da pesquisa são a identificação de quais enterovírus estão envolvidos e como as células beta são modificadas pela infecção. O último objetivo é o desenvolvimento de uma vacina eficaz, que, esperamos, irá reduzir drasticamente o número de pessoas ao redor do mundo que desenvolvem o diabetes tipo 1 e, potencialmente, o diabetes tipo 2 também&quot;, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o médico Ian Frame, diretor de pesquisas da organização Diabetes UK, o estudo é &quot;um grande passo&quot; para identificar as possíveis causas da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Nós sabíamos há algum tempo que o diabetes de tipo 1 não pode ser explicado apenas pela genética e que outras causas ambientais também tinham algum papel no desenvolvimento da doença&quot;, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Karen Addington, diretora-executiva para Fundação para Pesquisas sobre Diabetes Juvenil da Grã-Bretanha, que financiou a pesquisa, afirma que as descobertas são importantes, na medida em que a incidência de diabetes tipo 1 está aumentando a cada ano e ainda não há maneiras de prevenir a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O diabetes de tipo 1 é uma condição que ameaça a vida. O problema requer uma vida inteira de dolorosos testes sanguíneos e aplicações de insulina&quot;, disse.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Emma Wilkinson&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;
Da BBC News&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/582263232426636842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2012/05/virus-pode-desencadear-diabetes-em.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/582263232426636842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/582263232426636842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2012/05/virus-pode-desencadear-diabetes-em.html' title='Vírus pode desencadear diabetes em crianças, segundo pesquisa'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-YEHe0eNpPnU/T7fbjd9ib6I/AAAAAAAAANY/GNU7xznEMmU/s72-c/0,,42903866,00.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-2921137571811273356</id><published>2011-08-19T18:29:00.006-03:00</published><updated>2011-08-19T18:40:26.766-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Depoimentos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Matérias e artigos"/><title type='text'>Diabético tipo 1 completa 85 anos de diagnóstico com festa de 90 anos de idade</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2011/08/diabetico-tipo-1-completa-85-anos-de.html&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 260px; height: 167px;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-tvKN1bbnDok/Tk7W_DF7RVI/AAAAAAAAAF8/s6ZjubkISnQ/s400/Bob%2BKrause.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5642683761792075090&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;D&lt;/span&gt;urante o 71º Congresso da Associação Americana de Diabetes tivemos a oportunidade de participar do encontro do Centro de Diabetes da Joslin e assistir a entrega de medalhas a pessoas, no caso já senhores, que são grandes exemplos a quem foi recém diagnosticado, ou mesmo aos que têm &quot;poucas décadas&quot; desde o diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O grande destaque do evento foi um senhor que além da medalha, recebeu uma placa em sua homenagem, por seu exemplo às gerações mais jovens. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Bob Krause&lt;/span&gt;, um simpático senhor de 90 anos, com muitas histórias para contar, &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;é o primeiro americano que se tem notícia de ter vivido mais de 85 anos com diabetes tipo 1.&lt;/span&gt; E sua história, que será resumida a baixo, é realmente impressionante. Um verdadeiro vencedor. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Imagine há 85 anos as dificuldades para se controlar a glicemia...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nascido no mesmo ano em que a insulina foi descoberta, 1921, ao ser diagnosticado com diabetes aos 5 anos de idade, Bob já havia sofrido muito por ver seu irmão, diagnosticado 1 ano antes (quando a insulina ainda não era comercializada) sofrer e não resistir às consequências da hiperglicemia constante. Apesar do trauma, isso lhe trouxe lições. Até hoje Bob não deixa de lado o controle de seu diabetes. Fazendo mais de uma dúzia de testes por dia e gráficos de sua glicemia, Bob, com orientação de sua equipe de saúde, faz os ajustes necessários e mantém sua glicemia sob controle!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje aposentado, Bob conta com orgulho tantas coisas que conquistou, como o cargo de professor de engenharia mecânica da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2011/08/diabetico-tipo-1-completa-85-anos-de.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:78%;&quot; &gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-p-yQ85nnyI0/Tk7XF9_8kEI/AAAAAAAAAGM/DUn8YQNBMuw/s320/P1040881.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5642683880683900994&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:78%;&quot; &gt;Paul Madden, Erica Alves, Bob Krause e Mark Barone&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Um grande exemplo de superação como esse, que conseguiu vencer dificuldades de uma época na qual não havia como dosar a glicemia em casa, seringas só de vidro com agulhas enormes e 1 único tipo de insulina, deixa uma clara mensagem de esperança e de certeza de que é possível sim realizar os sonhos e viver uma vida longa e saudável com diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte &quot;Diabetic Live&quot; em 26/06//2011 e contribuição do blog &quot;Tenho diabetes tipo 1, e agora?&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/2921137571811273356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2011/08/diabetico-tipo-1-completa-85-anos-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/2921137571811273356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/2921137571811273356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2011/08/diabetico-tipo-1-completa-85-anos-de.html' title='Diabético tipo 1 completa 85 anos de diagnóstico com festa de 90 anos de idade'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-tvKN1bbnDok/Tk7W_DF7RVI/AAAAAAAAAF8/s6ZjubkISnQ/s72-c/Bob%2BKrause.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7215352277930651015.post-7334108587619591865</id><published>2011-07-27T13:37:00.007-03:00</published><updated>2011-07-27T13:49:25.120-03:00</updated><title type='text'>SP é obrigado pela Justiça Federal a fornecer insumos e medicamentos menos agressivos a crianças diabéticas</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Pela Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República no Estado de S. Paulo em 22/07/11, &lt;a href=&quot;http://www.prsp.mpf.gov.br/prdc/sala-de-imprensa/noticias_prdc/22-07-11-2013-justica-concede-liminar-que-obriga-sus-a-fornecer-insumos-e-medicamentos-menos-agressivos-a-criancas-diabeticas&quot;&gt;link&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A juíza federal Leila Paiva Morrison, da 10ª Vara Federal Cível de São Paulo, concedeu liminar, em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal, obrigando o Sistema Único de Saúde (SUS) a &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;fornecer o medicamento insulina Glargina, bem como os respectivos insumos necessários ao tratamento de crianças e adolescentes portadores de diabetes mellitus, especialmente, agulhas curtas de 5 mm de comprimento e canetas &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;aplicadoras de insulina&lt;/span&gt;. A decisão é válida para o Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2011/07/sp-e-obrigado-pela-justica-federal.html&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 174px;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-aKc4iNqNVF0/TjBBZkmB0hI/AAAAAAAAAFw/6D2tCuRQgDM/s320/diabetes.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5634075041416204818&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Após tomar ciência da decisão, o SUS terá o prazo de trinta dias para passar a fornecer os medicamentos e insumos. Em caso de descumprimento, está prevista multa diária de R$ 1 mil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A AÇÃO &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Em setembro de 2010, o MPF ajuizou ação civil pública contra o SUS para garantir meios necessários e menos dolorosos para o tratamento de diabetes mellitus nas crianças e adolescentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diabetes causa a destruição ou a diminuição na produção da insulina, hormônio necessário para que a glicose seja transformada em energia para o corpo. No caso do diabetes mellitus, é feita a reposição da insulina destruída por meio de aplicação através de agulhas, injeções ou canetas aplicadoras. A quantidade de injeções aplicadas varia entre 1 e 4 por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme apurado em inquérito civil público de 2007, apesar de oferecer tratamento para o controle de diabetes, o Estado tem se restringido a fornecer as insulinas Regular e NPH e agulhas de 8 a 12 mm. A insulina correspondente, a Glargina, apresenta ação rápida e seu efeito no organismo é superior a 24 horas e uma dose desta insulina corresponde a duas doses da NPH. O fornecimento da Glargina proporcionaria menor sofrimento, em virtude da menor quantidade de aplicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso da agulha longa (acima de 8 mm) em crianças e adolescentes magros, pode ainda  fazer com que a insulina seja aplicada no músculo, causando hipoglicemia logo após a aplicação, resultando em suores, tremedeiras, tontura, sensação de fraqueza, bem como hiperglicemia tardia, além de sangramento e dor. O mais adequado é o uso da agulha de 5 mm, dada a fragilidade da estrutura corpórea destes pacientes.  Além das agulhas curtas, o uso das canetas aplicadoras também é menos doloroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Procurador Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo, Jefferson Aparecido Dias, autor da ação, a ausência  desses insumos  fere o princípio constitucional do direito à vida e à dignidade humana. “O direito à vida deve ser interpretado não só como garantia de existência orgânica do ser humano, mas acima de tudo como garantia de uma vida plena e digna, principalmente em relação a crianças e adolescentes, que são prioritariamente protegidos pela legislação brasileira”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Para ler a íntegra da ação, clique &lt;a href=&quot;http://www.prsp.mpf.gov.br/prdc/sala-de-imprensa/pdfs-das-noticias/Agulhas-_canetas_e_insulinas_-_Diabetes.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique aqui para abrir o arquivo&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Para ler a decisão da Justiça Federal, clique &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;font-weight: bold;&quot; href=&quot;http://www.jfsp.jus.br/assets/Uploads/administrativo/NUCS/decisoes/2011/110726diabetes.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique aqui para abrir o arquivo&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/feeds/7334108587619591865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2011/07/sp-e-obrigado-pela-justica-federal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/7334108587619591865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7215352277930651015/posts/default/7334108587619591865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gaad-amigosdiabeticos.blogspot.com/2011/07/sp-e-obrigado-pela-justica-federal.html' title='SP é obrigado pela Justiça Federal a fornecer insumos e medicamentos menos agressivos a crianças diabéticas'/><author><name>Luís Uffermann</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12147631823893892323</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-2kBiXmvwd8g/UFX7eSoYPPI/AAAAAAAAAT0/KWgugbHAhNY/s220/IMG_0273.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-aKc4iNqNVF0/TjBBZkmB0hI/AAAAAAAAAFw/6D2tCuRQgDM/s72-c/diabetes.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>