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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007</atom:id><lastBuildDate>Sun, 12 Feb 2012 18:22:07 +0000</lastBuildDate><category>oi?</category><category>recomendo</category><category>pantufa de jaca</category><category>vapt-vupt</category><category>Yupi</category><category>post it</category><category>música do dia</category><category>cultura</category><category>neura</category><category>moda</category><category>isso não foi ironia</category><category>hedonismos</category><category>diálogos do absurdo</category><category>links</category><category>cotidiano</category><category>ush</category><category>oba-oba</category><title>Gabinóica</title><description /><link>http://gabinoica.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>279</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Gabinoica" /><feedburner:info uri="gabinoica" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>Gabinoica</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-6416593305790250487</guid><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 00:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-09T22:05:59.926-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pantufa de jaca</category><title>A matrix da epidemia do ódio</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;De alguns meses pra cá, tenho notado uma torrente de ódio pelas redes sociais e, vez ou outra, na “vida real” também. Manifestações de ódio pela supremacia branca (???), inferiorizando o negro não como animal, porque os animais têm tido muito cuidado por parte de ativistas e amantes de bichos – eu, inclusive – mas como uma espécie humana inferior física  e intelectualmente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;Li também que as denúncias de racismo vêm aumentando dia após dia, alcançando números inéditos, só não sei se estes números estão realmente aumentando pelo racismo crescente ou se são suas vítimas que têm tomado mais coragem para denunciar, ainda que exista quem diga que ninguém vá preso por racismo no Brasil. Será que aumentou o número de racistas ou as vítimas dessa violência se sentem mais a vontade para buscar justiça hoje?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;Lutando contra minha própria dor de cabeça, pensei muito sobre como este fenômeno tem acontecido e porque ninguém está percebendo isso como deveria, a conclusão mais rápida que achei foi o conformismo e a não identificação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;Caminhando por cidades brasileiras, freqüentemente assistimos cenas de injustiça, seja com uma família inteira morando na rua, um assalto, um rio transbordando com lixo boiando e cenas de preconceito contra negros, obesos, idosos, deficientes físicos. A reação mais comum, nestes casos, é uma breve indignação, o desejo de providências e, por fim, o continuar do andar apressado rumo ao seu objetivo, esquecendo totalmente a cena assistida segundos antes. Com o racismo não é muito diferente. Tomou-se por ordinário os maus tratos e pequenas ofensas às pessoas não-brancas. O país da diversidade é incrivelmente racista. Suas escolas são racistas, sua economia é racista, suas políticas são conformistas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;Quando alguém não passa por certa situação, fica difícil se identificar com o caso e lutar por ele. Às vezes paramos e pensamos a respeito, mas jamais vamos saber como é. Ou então, quando achamos que uma coisa como esta não tem fundamento algum, não conseguimos imaginar outras pessoas praticando ato tão absurdo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;O mais assustador de todo esse circo degradante é realmente louvar nossa terra como sendo um lugar para todos e nos deparar com tamanha agressão diária. E é necessário olhar o racismo como uma porta aperta a barbáries sem tamanho, como já testemunhadas pela humanidade ao longo de nossa triste história de chacinas e genocídios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;Primeiro que um racista não brota do chão, é toda uma história, uma criação envolvendo valores retorcidos, portanto dificilmente um racista sustenta suas idéias sozinho. Segundo que sempre haverá um obtuso dando os ombros aos discursos de igualdade racial, sob o pretexto de que denúncias racistas são exagero vitimismo usados para conseguir benefícios e, cá entre nós, acusações assim são tão cruéis quanto dizer que &lt;a href="http://www.observadorpolitico.org.br/2011/08/professor-deve-trabalhar-por-amor-nao-por-dinheiro-voce-concorda/"&gt;professores não têm que lutar por melhores salários porque trabalham por amor e não por dinheiro.&lt;/a&gt; Isso só pra citar um exemplo de frase infeliz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;No fim, o racismo acaba sendo uma grande prova de um enorme complexo de inferioridade, porque só alguém que não tem nada a oferecer ao mundo pode usar sua característica física para justificar sua superioridade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;A conclusão ainda é nebulosa, dúbia, e exige um grande esforço de filósofos, cientistas políticos e psicólogos, a fim de se chegar a uma explicação científica das causas deste “boom” de ódio que eu e outras pessoas temos notado hoje, em pleno ano de dois mil e doze. Sinceramente a frustração impera em mim quando tento encontrar uma solução. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span  &gt;A cultura do racismo tem que ser combatida dentro e fora das escolas, em todas as esferas da sociedade, na mídia, na vida acadêmica e profissional, nas ruas. E não apenas com campanhas que digam não à intolerância, mas com profundos estudos e pesquisas que dêem às pessoas experiências próprias para que elas mesmas não tenham em si o espaço para o cultivo do ódio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-6416593305790250487?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/wYE59Wwq1FE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/wYE59Wwq1FE/matrix-da-epidemia-do-odio.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2012/02/matrix-da-epidemia-do-odio.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-6395115341812316699</guid><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 23:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-09T22:08:38.359-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cotidiano</category><title>Aniversário de SP: mais amor, menos rancor</title><description>&lt;span style="font-family: verdana; "&gt;&lt;br /&gt;Nos discursos de parabenizações pelo aniversário de São Paulo, a frase mais comum é sobre o paradoxo de se viver na cidade: um lugar que todos amam odiar, uma relação de amor e ódio.&lt;br /&gt;Além disso, uma &lt;a href="http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=15031&amp;amp;t=Metade+dos+moradores+de+Sao+Paulo+querem+deixar+a+cidade"&gt;pesquisa recente mostrou que metade da população gostaria de deixar&lt;/a&gt; a selva de pedra. Antes de fazer a malcriada e mostrar o caminho de ida a todos que querem partir, vou usar meu esforço pra mostrar quão absurda é essa ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por que essa repulsa toda? A torrente de motivos e reclamações vem como uma onda que nos pega de frente e nos faz bater a cabeça num banco de areia, onde areia, neste contexto, é uma montanha de lixo. Esse tsunami de resmungos é formado por violência, pontos de venda e consumo de droga, que desvalorizam locais e os tornam dia a dia menos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana; "&gt;seguros, uma dificuldade enorme de utilizar o transporte público, onde conforto já é exigência utópica, montes de lixo no meio do caminho e suas conseqüências - conhecidas especialmente em janeiro -, poluição e claro, a fila de carros que faz do nosso trânsito o eterno caminho ao inferno.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana; "&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-y6H63bkmhvU/TyCR5KEVd2I/AAAAAAAABEA/xUz8rGuVnnY/s1600/fotos-de-sao-paulo-pontes.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 480px; height: 318px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-y6H63bkmhvU/TyCR5KEVd2I/AAAAAAAABEA/xUz8rGuVnnY/s400/fotos-de-sao-paulo-pontes.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701717539392157538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana; "&gt;As reclamações são tantas, que dariam pauta para um especial de um mês na televisão sobre “por que deixar a cidade mais feia e fedorenta do país e partir pro litoral”.&lt;br /&gt;Pergunto-me qual seria o resultado se o esforço de amaldiçoar o lugar onde você mora, estuda e trabalha, fosse usado para preservar o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos tão carentes em medidas públicas eficientes, mas não conseguimos enxergar e valorizar aquilo que dá certo, levando o local a se tornar um lixão gigante e celeiro de gente mal humorada. As fraldas usadas que não nascem nas ruas são jogadas lá por alguém com séria deficiência de educação, os sofás e sacos de restos de comida que surgem nos rios pelas mesmas mãos, isso sem falar dos pés que atingem seu calcanhar quando tentamos entrar num vagão de metrô e o bom dia que custa a sair dos lábios de quem fecha a cara pra vida todas as manhãs. Todos estes sinais de falta de civilidade e amor, mais um punhado de pequenas atitudes ranzinzas, tornam a cidade agressiva e difícil de lidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estiverem aqui por opção ou obrigação, admitindo que é São Paulo que dá a oportunidade que aquela pessoa está vivendo no momento, seja estudando em uma boa universidade, ou batalhando um lugar ao sol no mercado de trabalho num dos centros comerciais mais movimentados do mundo, o mínimo que devíamos fazer por esta “terra maldita”, em vez de compará-la a seja lá onde for, é respeitá-la e trabalhar para torná-la aprazível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faço idéia de quantas pessoas vêm e vão todos os dias, mas por experiência sei da receptividade da cidade e da minha obrigação de construir ares mais amigáveis pelas bandas de cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo jamais será boa de viver totalmente enquanto não mantivermos as próprias calçadas limpas, respeitarmos as vias públicas, e enquanto não formos gentis com pessoas e animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também jamais seremos plenamente satisfeitos enquanto seguirmos desviando de mendigos na rua, em vez de estender as mãos, e exigir do governo responsável medidas que dêem de presente a estas pessoas a própria dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O asco que algumas pessoas sentem de São Paulo é quase todo causado por elas mesmas, por essa rebeldia e personalidade inflexível de quem só sabe reclamar, apontando defeitos que nós plantamos aqui. Sujeira, falta de educação e barulho excessivo não são questões inerentes de São Paulo, são mazelas trazidas por nós, moradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de a metrópole ser pólo cultural, gastronômico, acolhedora de todas as culturas e costumes do mundo, e mar de possibilidades e oportunidades, também não é algo que vem do nada, é conseqüência de quem trabalha pra dar aos filhos e a si mesmo, aquilo que a cidade tem de melhor, aquilo que todos nós merecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, outro tanto dá à cidade o respeito e carinho que merece. É a cidade que escolhermos pra sermos felizes com família e amigos, e construirmos carreira. Dos pontos mais tradicionais da cidade, àqueles achados quase sem querer, o coletivo se mostra o caminho para a construção de uma excelente cidade pra se visitar e viver.&lt;br /&gt;Se São Paulo fosse uma pessoa, meu desejo de aniversário seria: mais respeito daqueles que dependem de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-6395115341812316699?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/lDsAMyHmfZg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/lDsAMyHmfZg/aniversario-de-sp-mais-amor-menos.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-y6H63bkmhvU/TyCR5KEVd2I/AAAAAAAABEA/xUz8rGuVnnY/s72-c/fotos-de-sao-paulo-pontes.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2012/01/aniversario-de-sp-mais-amor-menos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-6400305897903902695</guid><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-10T13:30:34.735-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title>A importância da leitura contra a alienação</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-XbhWU-EEMJ4/TsMLXbsMETI/AAAAAAAABDQ/oEbCw-xYd8A/s1600/livros.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-XbhWU-EEMJ4/TsMLXbsMETI/AAAAAAAABDQ/oEbCw-xYd8A/s400/livros.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5675392452614951218" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Para começar o post, preciso apresentar uma citação:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;O anti-intelectualismo tem sido uma linha contínua a serpentear através de nossa vida política e cultural, alimentada pela falsa noção de que democracia significa que&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;‘minha ignorância é tão &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;boa quanto o seu conhecimento’&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;&lt;span style="float: none; "&gt;&lt;b&gt;. — Isaac Asimov&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;Essa citação fabulosa veio acompanhada da constatação de um amigo meu: a intelectualidade parece ser uma ofensa para parte dos brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;Agora, antes de explorar melhor o ponto chave deste post, tomo a liberdade de expor duas situações que aconteceram comigo, recentemente:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;A primeira foi quando uma conhecida perguntou se eu sairia na sexta-feira à noite. Respondi que não por dois motivos. Primeiro que eu provavelmente sairia no sábado para um breve jantar com amigos, nada de festas muito badaladas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt; naquele dia, pois estava com um terrível cansaço acumulado pela semana. Em segundo lugar, não poderia sair na sexta porque teria aula sábado pela manhã, e precisava desse tempo pra uma última lida no capítulo do livro que seria abordado pelo professor. A resposta da minha companheira de fila foi “Você estuda demais”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;A segunda situação ocorreu no mesmo mês, desta vez com um amigo, que me questionou por que eu seguia estudando se já sou formada. Ele dizia que havia estudado pra conseguir um emprego, e como já havia conseguido, não era necessário perder tantas noites com a cara enfiada nos livros. Numa escala de zero a dez, minha tolerância com aquela argumentação era de menos vinte e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;cinco, o que me fez vomitar uma resposta automática, num nível de soberba que não me orgulho: “é isso que me diferencia de você”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com todo o incentivo, com preços caindo e novos autores surgindo, a leitura no Brasil ainda é desprezada, infelizmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Palavras como “eloqüência” e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;“assiduidade” já me fizeram ganhar o título de “a menina que fala difícil demais”, e o mesmo rapaz que questionou a real necessidade de estudar mesmo eu já sendo portadora de um diploma, foi o que me disse que não é preciso falar difícil, basta se fazer entender, já que estamos no Brasil. Deve ser este o argumento que usaram como aval para a pronúncia errada de palavras ou a conjugação errada dos verbos, numa teórica luta contra o preconceito &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;linguístico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-XUxhUJ6O1pU/TsMLvRGhToI/AAAAAAAABDc/Kp3JFqjH-1Y/s400/livros2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5675392862089465474" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 400px; height: 270px; " /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;Parece-me que, infelizmente, a Língua Portuguesa está sendo nivelada por baixo. Em vez de criar uma cultura de leitura crítica, é mais fácil e rápido forçar a aceitação do assassinato gramatical na caminhada anti-arrogância. Arrogância, neste contexto, se refere ao esforço de falar corretamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;A leitura não é a simples viagem pelos diálogos de meia dúzia de personagens. Livros te levam a conhecer outras culturas, a historia do mundo, outros meios de vida e proporcionam ao leitor a natural absorção de vocabulário, integrando estas novas palavras ao seu cotidiano de forma simples e totalmente normal. A leitura também nos torna mais articulados e argumentativos, e nos traz o conhecimento que jamais termina, com assuntos que funcionam como uma reação em cadeia, um assunto sempre levando a outro. Ler também é uma das ações básicas contra a alienação, e nos permite ter ferramentas de criação e defesa de nossas próprias teorias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;Mas se o Brasil conta com tantas bibliotecas, sebos, editoras e concursos, por que continuamos tão limitados e confortáveis nesta situação?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;Possivelmente porque não há educação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;Desde criança minha mãe mantinha em casa um armário enorme repleto de livros, e comprávamos dois livros por mês, pelo menos. Foi ela que me disse que ler me levaria a lugares muitos distantes e me faria conhecer gente diferente. Na escola, alguns professores também faziam da leitura um prazer, e assim eu fui educada leitora. Todavia, nem todos fazem isso. É muito comum ver livros no lixo e, mais de uma vez, vi pais puxando seus filhos pelo braço, num sinal de impaciência quando as crianças paravam diante de uma prateleira. Deve haver um meio de conscientizar pais e educadores sobre como o livro é o pilar central da criação de um adulto coerente, respeitoso, digno e livre. Não me parece que é isto que acontece hoje. As crianças e adolescentes mais parecem robôs treinados pra alcançar um determinado objetivo prático, e seguir praticando a mesma ação por trinta, quarenta anos. Nada de teóricos, nada de pensadores, nada de leitores, nada de intelectuais. O intelectualismo tem sido tratado como perda de tempo ou passatempo de prepotentes com tempo sobrando, e isto é um crime contra a capacidade que se pode ter de uma criança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Quanto aos meus colegas que citei acima, que me acusam de estudar demais e sem propósito, digo que é uma lástima e vergonha lidar com pessoas incapazes de compreender que o cérebro é mais do que um quilo e meio de massa presos dentro do crânio.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 0); font-size: 14pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-6400305897903902695?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/FM0fSBzk2WM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/FM0fSBzk2WM/importancia-da-leitura-contra-alienacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-XbhWU-EEMJ4/TsMLXbsMETI/AAAAAAAABDQ/oEbCw-xYd8A/s72-c/livros.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/11/importancia-da-leitura-contra-alienacao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-8863687242270968505</guid><pubDate>Tue, 15 Nov 2011 23:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-15T22:02:37.376-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cotidiano</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">hedonismos</category><title>dias de folga sem correria</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ofH3llPg7Ro/TsL8EjLaEYI/AAAAAAAABDE/mo4rohVZZ4I/s1600/ch%25C3%25A1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px; " src="http://1.bp.blogspot.com/-ofH3llPg7Ro/TsL8EjLaEYI/AAAAAAAABDE/mo4rohVZZ4I/s400/ch%25C3%25A1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5675375635533009282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passei o feriado todo curtindo as coisas que eu mais amo: minha mãe, meu cachorro, minha casa, meus livros e a chuva, longe dos congestionamentos que o paulistano claustrofóbico causa toda vez que tem um diazinho sobrando na agenda.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Meu dia de maior agito foi no sábado, quando fui a uma festa com três amigos e só voltei às seis da manhã do domingo, com uma dor nas pernas que durou até segunda de manhã, de tanto dançar as músicas pop da moda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca gostei de viagens no feriado. Parte de mim se irrita com a ideia de passar seis horas no trânsito até a praia mais próxima, parte tem medo dos acidentes possíveis - não que eu esteja livre deles em outras épocas do ano - mas o que adoro mesmo é ter a cidade vazia nestes dias, exatamente como deveria ser todos os dias do ano.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A verdade é que eu abomino esse tipo de viagem, às pressas, para lugares que vão lotar de outros desesperados por paz e descanso. Talvez, num futuro distante, caso eu tenha uma família com filhos e marido que me aporrinhem para viajarmos para uma dessas praias mais próximas, eu aceite a ideia do sofrimento praiano. Mas, enquanto minha única preocupação for eu mesma, prefiro as viagens mais bem planejadas, de preferência durante férias mais longas e a lugares menos apinhados de gente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Por ora, meus feriados preferidos continuam sendo aqui mesmo, em São Paulo, com as grandes avenidas, bares, teatros, baladas e cinemas menos lotados, trânsito calmo. Meu ideal de qualidade de vida é esse, uma cidade com a melhor estrutura possível, mas não tão cheia de gente, não cidadezinha pequena de interior com bolas de feno rolando por aí. Não deveria soar estranho o fato de eu não fazer questão de praia, e que me contento com ela uma vez ao ano, mas é a verdade. Areia e sol não me são tão úteis e agradáveis como rolar pelos corredores de livrarias ou descobrir as tantas pessoas diferentes de mim nos cafés, exposições e festas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Pra mim, que tenho interesses diferentes e muitos, São Paulo é quase perfeita, falta só a colaboração dos moradores e boa vontade dos governantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-8863687242270968505?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/9XY4sJgVi3g" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/9XY4sJgVi3g/dias-de-folga-sem-correria.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-ofH3llPg7Ro/TsL8EjLaEYI/AAAAAAAABDE/mo4rohVZZ4I/s72-c/ch%25C3%25A1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/11/dias-de-folga-sem-correria.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-7483099574040232197</guid><pubDate>Fri, 11 Nov 2011 23:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-11T21:20:28.873-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cotidiano</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">neura</category><title>ainda rezo pra encontrar um copo de cólera por aí</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hGoXGVKUnWs/Tr2tNkn0xdI/AAAAAAAABC4/WJUxLM3KDz8/s1600/death.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 327px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-hGoXGVKUnWs/Tr2tNkn0xdI/AAAAAAAABC4/WJUxLM3KDz8/s400/death.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673881554237310418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O comportamento humano me causa incômodo, e neste bolo de amargura me encaixo. Quantos esbarrões leva-se todos os dias na rua? Quantos olhares fechados quando falamos “bom dia” no elevador? Quantas autodefinições de ser antissocial ainda são escritas com orgulho?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O mal dos anos dois mil parece ser a miséria da essência. As pessoas têm bradado vespas com altivez, alegando, entre outras razões, que se ninguém é gentil com elas, elas não precisam ser gentis com ninguém, fora a correria diária, a insegurança e o medo do estranho ao nosso lado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Quando disseram que tudo o que o mundo precisa é de amor, estavam fazendo mais do que um hino de fãs rebeldes daquele estilo musical recém-nascido; estavam apresentando o fato real.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A cretinice reside na afirmação de que não é necessário ser agradável num mundo desagradável, e acabamos ignorando nossa própria rigidez e farpas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Longe de mim pregar o amor incondicional entre os povos, indo contra parte da natureza humana, e ainda ressaltando o direito que cada um tem de se sentir esgotado depois de um dia cansativo ou prostrado frente a uma má notícia, mas minha convicção maior é de que o ódio é que está fazendo o mundo girar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A fugacidade das relações humanas nos tornou competitivos, ignorantes e violentos, e tudo usando sempre o vizinho como desculpa. Jogando lixo na rua porque todos jogam. Empurrando pessoas no metrô porque todos empurram. Entramos em nossas casas e agimos como robôs e, eventualmente, explodimos em cólera, geralmente para os que não têm a ver com nossa própria bagunça mental e financeira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Meu desejo futuro de ter um filho esbarra de forma não salutar com meu medo de trazer mais um ser humano nesse mundo de loucos onde ninguém tem mesmo chances reais – tomando por base o nosso cotidiano sujo e apressado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Vez ou outra me esforço para tentar fazer o que chamamos de “minha parte”, ainda que pequena, mas minha cabeça é inundada pela indignação e acinzentada pela cegueira da raiva a cada cabeça perfurada por uma bala perdida, a cada coração materno esmagado com o corpo morto de sua cria, a cada árvore caída, a cada atitude egoísta que eu mesma tomo, tornando-me o monstro contra o qual sempre lutei.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-7483099574040232197?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/j5wpWpyxw_o" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/j5wpWpyxw_o/ainda-rezo-pra-encontrar-um-copo-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-hGoXGVKUnWs/Tr2tNkn0xdI/AAAAAAAABC4/WJUxLM3KDz8/s72-c/death.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/11/ainda-rezo-pra-encontrar-um-copo-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-1200483090378312839</guid><pubDate>Wed, 02 Nov 2011 21:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-02T20:05:56.139-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cotidiano</category><title>São Paulo não precisa de Zombie Walk</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Hoje é dia de finados e um punhado de jovens com um humor peculiar e bastante criatividade resolveu fazer a tradicional Zombie Walk, famosa em muitas cidades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Gente comum, fãs ou não de filmes e HQs de zumbis, que com maquiagem preta e branca e groselha, customizou roupas e objetos para criar um cenário mais ou menos parecido com os filmes de terror.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sob um prisma diferente e nada divertido, São Paulo abriga sua própria zombie walk, maior e diária: a cracolândia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A cracolândia é um termo popular e já muito conhecido, usado para denominar a região central de São Paulo que foi completamente tomada por usuários de crack. Regiões famosas pela linda arquitetura que fez parte da história da cidade – Luz, Santa Ifigênia, Av. Ipiranga - e que hoje é como uma cidade a parte, totalmente habitada por zumbis de verdade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Vez ou outra alguns moradores de rua são levados a abrigos, de onde saem poucos dias já que o vício não é tratado e ninguém é obrigado a ficar preso em abrigo, e alguns traficantes são presos. Pequenas ações pontuais que servem pra estampar capas de jornal, mas que na prática resolvem praticamente nada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Estima-se que a região seja freqüentada por quase 3 mil usuários. O absurdo reside na idéia de que o centro velho da cidade é isso mesmo, um lixo a céu aberto, terra de ninguém. Além do crack, as pessoas também consomem restos de comida que encontram pelo chão. Buracos são abertos em velhas construções, servindo de abrigo para consumo de droga ou prostituição. Mulheres grávidas aos montes. Gente com o rosto coberto por camisetas, gente sem rosto. Os moradores que vivem lá desde a época em que o centro era nobre e seguro, têm sido expulsos semana após semana, e hoje, caminhar por lá é suicídio, implorar tragédia. A cracolândia é um cemitério a céu aberto, onde os mortos caminham sobre a terra como uma maldição, presos aos seus próprios corpos. Do lado de fora, assistentes sociais, polícia e governantes fazem o papel de deuses e demônios, num tipo de controle e juízo final onde não sabemos quem é quem. É a cena do horror aquele lugar, e admito que me pareceria melhor apenas sair de lá do que berrar por ajuda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Em tempo: comprar todos os imóveis da região, demolir, retirar o entulho e trabalhar uma revitalização, custaria cerca de 1 bilhão de reais. A cidade vive isso há cerca de dez anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Fontes:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/especiais/por-que-sp-nao-resolve-o-problema-da-cracolandia,144611.htm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Estadão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://mais.uol.com.br/view/99at89ajv6h1/cracolndia-cresce-cada-vez-mais-em-sp-0402183472C8A97327?types=A"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;UOL&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cracol%C3%A2ndia"&gt;Wiki&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;table style="width:auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="https://picasaweb.google.com/lh/photo/_USbt_OZI912VZ6Mo4d6OBe6jT_RmiMRrVBz-fdP4wo?feat=embedwebsite"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;img src="https://lh6.googleusercontent.com/-HQL41o0Qk34/TrG95QeDqxI/AAAAAAAABCw/N8Mo_UK1cys/s800/cracolandia.jpg" height="413" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family:arial,sans-serif; font-size:11px; text-align:right"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;De &lt;a href="https://picasaweb.google.com/julia.gjm/Gabinoica?authuser=0&amp;amp;authkey=Gv1sRgCLetuKTM4LvGJg&amp;amp;feat=embedwebsite"&gt;Gabinóica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-1200483090378312839?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/j-2TQ_hC8JU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/j-2TQ_hC8JU/sao-paulo-nao-precisa-de-zombie-walk.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh6.googleusercontent.com/-HQL41o0Qk34/TrG95QeDqxI/AAAAAAAABCw/N8Mo_UK1cys/s72-c/cracolandia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/11/sao-paulo-nao-precisa-de-zombie-walk.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-903676765011852562</guid><pubDate>Mon, 31 Oct 2011 00:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-30T23:05:53.066-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ush</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Yupi</category><title>Marginais infiltrados na curva de alta velocidade</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CnzpBnRkAfk/Tq30W-pwwSI/AAAAAAAABCo/-UqwV8VndqA/s1600/post1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-CnzpBnRkAfk/Tq30W-pwwSI/AAAAAAAABCo/-UqwV8VndqA/s400/post1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669456181541781794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Esta semana aconteceu algo completamente inesperado, como muita coisa que vem acontecendo nessa minha vida de cara de poucos amigos: fiz as pazes com um dos assassinos da minha paz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Encontrar teu algoz depois de três centenas de dias é algo que te causa um primeiro impacto e te faz perguntar se aquele é o caminho certo – afinal, a última pá de terra já havia sido despejada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Mas foi um erguer de bandeiras brancas de ambos os lados, e eu me senti oito quilos mais magra e com um tumor a menor. Sim, porque todos sabemos que rancores são atalhos pro câncer – e eu não estou brincando, nem fazendo uma metáfora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Me deram um aviso: se você seguir por este caminho de novo, te quebro as pernas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A produção agradece a preocupação, mas avisa que conselhos invasivos não são desejados, portanto VAMOS COM CALMA.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Neste recomeço, ou só libertação, só consigo pensar que estamos todos mais livres neste mundo de gente maluca, então aproveitemos a festa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Houve uma noite em que tantas lágrimas caíram, pesadas, quentes e amargas, que eu não sabia se me recuperaria, mas sobrevivemos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Estou querendo dizer que me livrei da raiva e estou bem assim, o outro lado da balança já cultiva há algumas semanas uma grande afeição por mais uma criatura imperfeita, a qual muito respeito e amo, não tenho tido tempo de exigir pedidos de desculpa pelas derrapadas de um caminho que se cruzou e já passou. Sequer peço que entendam e apóiem, apenas respeitem, que esta volta foi incrivelmente boa e tem me feito feliz. Foi uma semana feliz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-903676765011852562?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/AhnvAlgF-Jg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/AhnvAlgF-Jg/marginais-infiltrados-na-curva-de-alta.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-CnzpBnRkAfk/Tq30W-pwwSI/AAAAAAAABCo/-UqwV8VndqA/s72-c/post1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/10/marginais-infiltrados-na-curva-de-alta.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-8798733884207475198</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 02:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-17T21:17:51.468-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pantufa de jaca</category><title>criação de pequenos monstros hiperativos e excessivamente imaginativos</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZIRNMJNazD4/TpuYDWcir5I/AAAAAAAABB0/VlobZrQPhiA/s1600/RCDE-001.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rYqSpLYOUYQ/TpuYDCKrjuI/AAAAAAAABBQ/SMsD7y2E4Pg/s1600/Coroa-imperial.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;img style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 400px; height: 337px; " src="http://1.bp.blogspot.com/-rYqSpLYOUYQ/TpuYDCKrjuI/AAAAAAAABBQ/SMsD7y2E4Pg/s400/Coroa-imperial.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664288134237228770" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Das minhas lembranças de infância, as mais divertidas têm a ver com as profissões que eu sonhava seguir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É muito cruel para uma criança responder com precisão à pergunta das tias: “O que você quer ser quando crescer?", então, para minha segurança mental, eu já tinha um leque de opções, e tudo o que eu precisaria fazer era testar minhas aptidões até completar dezessete anos e prestar vestibular.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;No auge de Jurassic Park, que até hoje é uma da sminhas franquias preferidas, eu desenvolvi um fascínio pela paleontologia, talvez pelo mistério de formas de vida tão diferentes e a dificuldade em ser um pesquisador, um desbravador de novas espécies. Ganhei da minha mãe a coleção da editora Globo, Dinossauros, com centenas de revistas e até miniaturas de esqueletos. Até hoje ninguém chega perto dos meus fascículos guardados a sete chaves. Mas não era o bastante pra mim, então um dia fui até o jardim da minha casa que ficava numa arborizada alameda, e comecei a cavar, na esperança de achar um fóssil e provar meu talento precoce pra coisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Cavei um buraco de cerca de dez centímetro de diâmetro e cinco de profundidade, até a pá de jardinagem bater numa coisa branca amarelada, que me fez pular de alegria. Quando bati com um pouco mais de força, algo se rachou, mostrando um conteúdo mole, da mesma cor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Tive um pouco de medo, não lembro por quê. Talvez na cabeça da criança, passasse a idéia de que aquilo era um ovo de alien. Minha mãe mais tarde explicou que se tratava da semente de uma flor rara que ela cultivava com carinho, a coroa imperial, e que eu provavelmente a teria matado (a flor, não a mãe). Mas a bonita floresceu alguns meses depois, o milagre da cicatrização, né?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-HV93xt5ZaSw/TpuYDPhbacI/AAAAAAAABBY/ZqGtiohbw1I/s400/hibisco_rosa.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664288137822300610" style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 400px; height: 331px; " /&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não iria desistir tão fácil de testar meus talentos, então peguei um hibisco e corri pra cozinha. Coloquei a flor dentro de um pote vazio e limpo de danete e amassei com sal. Não tinha um plano, só queria testar a reação dos componentes. Nada aconteceu, e a mistura foi pro lixo. Mas eu ainda tinha as minhas bonecas, e naquilo de brincar de ser mãe, resolvi fazer uma mamadeira real pra minha filha-boneca, a Giovana, uma &lt;a href="http://images04.olx.com.br/ui/11/31/83/1302746141_188682883_1-Fotos-de--Boneca-Magic-Baby-da-Estrela.jpg"&gt;Magic Baby da Estrela&lt;/a&gt; que eu amava. Tudo o que eu precisava era pasta de dente, água e um pote. Minha mãe só descobriu aquilo três dias depois, quando foi pegar uma caixa debaixo da cama e descobriu o pote que eu tinha escondido com medo, depois de ver que aquilo não tinha virado leite – ainda bem que minha filha não era real.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-HiVVm0KernM/TpuYDTBeOqI/AAAAAAAABBg/jHq9QmpP_iE/s400/pao_frances.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664288138762009250" style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 257px; height: 250px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Certo dia minha avó resolveu mudar um pouco os móveis de lugar e eu não lembro quem teve a genial idéia de virar a mesa de centro e encontrou um emaranhado de rabiscos feitos de giz de cera das mais diversas cores. Estava tentando ser artista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Na mesma noite, um gato perdido vagava de telhado em telhado, e eu achei lindo aquele bichano, mas sabia que não me deixariam ficar com ele. Então, apenas para fornecer-lhe energia para continuar sua jornada, deixei pedaços de pão (!!!!) em cantos do quintal, que só serviram pra me fazer chorar de nojo quando vi que estavam sendo devorados por baratas do tamanho de ratos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ninguém nunca me bateu por nenhuma dessas artimanhas, levei apenas sermões que mais pareciam discursos políticos, e que me faziam pensar que uma surra seria menos dolorosa. Mas foi nessa fase que eu já percebi que tinha gosto por muitas áreas diferentes, e escolher uma só seria difícil. Não faz sentido, para adultos, que uma criança se veja veterinária por oferecer comida a animais abandonados, alquimista por querer fazer leite de creme dental ou papa de flor com sal, paleontóloga por buscar fósseis no jardim ou artista por pichar a própria mesa, mas numa cabeça infantil isso é perfeitamente compreensível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-ZIRNMJNazD4/TpuYDWcir5I/AAAAAAAABB0/VlobZrQPhiA/s400/RCDE-001.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664288139680853906" style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 400px; height: 248px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Hoje, estou longe de ser qualquer uma destas coisas, e ao longo da infância eu ainda criei poemas, roteiro de teatrinhos e tentei costurar, mas acabei me tornando Comunicadora, o que foi uma grande vantagem já que, de certa forma, eu posso ser tudo isso aí, sob forma de campanhas, filmes, textos, conteúdos de mídia e afins. Além disso, continuo rabiscando coisas, desmontando cacarecos eletrônicos, construindo e reformando pequenas peças. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Uma vez minha mãe falou que eu posso ser o que quiser quando quiser, e eu levei a sério demais – a estagnação é muito chata. Mas certo, eu não precisava por todas as ideias em prática.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-8798733884207475198?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/qZ7gIJzoiME" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/qZ7gIJzoiME/criacao-de-pequenos-monstros.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-rYqSpLYOUYQ/TpuYDCKrjuI/AAAAAAAABBQ/SMsD7y2E4Pg/s72-c/Coroa-imperial.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/10/criacao-de-pequenos-monstros.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-6917504720152035592</guid><pubDate>Tue, 11 Oct 2011 02:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-10T23:46:34.330-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">neura</category><title>Cacos de vidro na minha gengiva versus travesseiros de penas</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sMzUQ0jaz-A/TpOrWz7TpjI/AAAAAAAABAg/6lJKeBCBI9o/s1600/skulls_Tumblr.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 275px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-sMzUQ0jaz-A/TpOrWz7TpjI/AAAAAAAABAg/6lJKeBCBI9o/s400/skulls_Tumblr.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662057564919277106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Flagrei a mim mesma assistindo filmes que não me pertenciam, e no exato momento da inveja do enredo que não era meu, a mão pesada da negação me chicoteou a espinha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Nem sinto mais tristeza do que eu costumava chamar de frustração; transformei hoje numa lembrança tão distante, que tudo mais parece uma fábula. Sequer me reconheço mais como personagem da história. Minha visão passeou pelas imagens familiares, locais, pessoas que fazem e não fazem parte da minha vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Também não me sinto mais no direito de pedir pra ser uma peça disto. Talvez seja só falta de vontade de insistir em estar no lugar que não pertenço mais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Olhei bem os dias que se passaram, nada fez sentido. Não eu seja vergonhoso, mas eu sinto vergonha de muito do que fiz e disse durante os dias que tive delírios febris quando minha sombra agia por si mesma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Chegou o momento em que alimentei o ódio pela autopiedade que sempre julguei em todos que estavam por perto e quis rasgar minha memória, na esperança boba de esquecer rostos, vozes, cheiros. Um poço de excrementos metafóricos que, de alguma forma, precisavam ser postos num saco e jogados no rio qualquer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas como é inútil cada esforço que fazemos para trair nossa própria cabeça, tudo o que consegui foi gastar quase toda a minha energia, tentando por pontos finais nas historias paralelas que iam acontecendo, pesadas como balas de canhão contra o meu rosto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Vivi a montanha-russa do sossego e da tormenta, impossível de prever qual seria a percepção de cada dia, a masmorra ou o alicate.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Igualmente imprevisíveis são os caminhos daqui pra frente. Pra mim, as estradas à frente – e são muitas – não são nada além de névoa. E cabeças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Cabeças rolando, machados contra pescoços, e maçarocas de carne.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-6917504720152035592?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/eZu8DDTaBTo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/eZu8DDTaBTo/flagrei-mim-mesma-assistindo-filmes-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-sMzUQ0jaz-A/TpOrWz7TpjI/AAAAAAAABAg/6lJKeBCBI9o/s72-c/skulls_Tumblr.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/10/flagrei-mim-mesma-assistindo-filmes-que.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-7492055697554658522</guid><pubDate>Mon, 03 Oct 2011 00:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-02T21:43:51.627-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vapt-vupt</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cotidiano</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">diálogos do absurdo</category><title>Sutilezas</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Abraço.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;ele: Wow...que perfume você está usando?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;eu: &lt;a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;amp;safe=off&amp;amp;q=insensatez+boticario&amp;amp;gs_sm=c&amp;amp;gs_upl=2308l4086l0l5894l9l7l0l2l2l1l282l1448l0.1.5l7l0&amp;amp;bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&amp;amp;biw=1024&amp;amp;bih=677&amp;amp;um=1&amp;amp;ie=UTF-8&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;source=og&amp;amp;sa=N&amp;amp;tab=wi"&gt;Insensatez.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;ele: Ah, faz todo o sentido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Conclusão: amo muito o jeito das pessoas me chamarem de insensata sem deixar a gentileza de lado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-7492055697554658522?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/4rcCosXTkmw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/4rcCosXTkmw/sutilezas.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/10/sutilezas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-3528849046428400555</guid><pubDate>Thu, 29 Sep 2011 00:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-28T22:00:39.226-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">música do dia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cotidiano</category><title>E se tua vida fosse um musical?</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Fosse produzido hoje, minha primeira cena certamente seria essa música:&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="640" height="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UIc82Dax-k0?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/UIc82Dax-k0?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="480" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I've been up for days,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;trying to find a way to write this confession down.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Seems every line I write's a miss,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;at least this I'll admit.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;For what I've done I am not proud.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;But there's no need to pretend, no need for innocence,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;I've got to be honest now.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;My verdict has come in and it says I'm guilty for my sins this time.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;I thought I could escape but then I finally felt the weight of my crimes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;This passion its not love, infatuation never ends up right.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;At least I won't be alone tonight.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;cause I don't want to be alone tonight.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;The prosecution rests&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;with convincing evidence&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;and it seems I've been deceived.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;So now I stand alone&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;and wait for that first stone&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;to be cast upon me.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;My verdict has come in and it says I'm guilty for my sins this time.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;I thought I could escape but then I finally felt the weight of my crimes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;It's passion it's not love, in fact it should never ends up right.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;At least i won't be alone tonight.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;do do do do...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;at least I won't be alone tonight, cause I don't want to be alone tonight.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-3528849046428400555?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/F7jZRugJ6jo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/F7jZRugJ6jo/e-se-tua-vida-fosse-um-musical.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/09/e-se-tua-vida-fosse-um-musical.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-6618953157294466099</guid><pubDate>Tue, 27 Sep 2011 16:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-27T13:03:00.480-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">recomendo</category><title>Infância sem racismo</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A luta contra o racismo é uma batalha que eu não posso largar. É uma guerra minha também. Ainda criança, enfrentei na escola este tipo de violência, por agressões verbais e ameaças de agressões físicas. Crescendo, convivendo com os diferentes, sendo obrigada a cultivar uma força descomunal, notei que o racista nada mais é que alguém com um terrível complexo de inferioridade. Começa criando apelidos aos coleguinhas da pré-escola, por conta do seu cabelo, cor de pele e formato do nariz, vai até a faculdade, alegando que as cotas prejudicam os pobres não-cotistas que pagam anos dos melhores cursinhos, até terminar, não raro, em explosões de ódio público, como não é raro – infelizmente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Como brasileira, quero deixar claro, e com muita revolta, que o Brasil nada tem de diversificado. É um país onde muitos têm vergonha de si mesmos, evitando ao máximo declararem-se negros, passando a usar o título de morenos claros ou morenos escuros, designações que sequer existem, oficialmente. De quem é a culpa? Da mídia, da família, do que for, eu acredito que a raiz de todo o mal está na base: família e escola. Crianças não são cruéis por natureza, mas são esponjas e absorvem tudo a sua volta. O racismo na escola é que torna adultos com vergonha de sua própria identidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Tempos atrás, encontrei sem querer&lt;a href="http://www.facebook.com/pages/Por-uma-inf%C3%A2ncia-sem-racismo/162436040461714"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; uma fanpage no Facebook&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; exatamente sobre isso. Infância Sem Racismo, é uma campanha da Unicef feita para fundamentar a educação no &lt;b&gt;respeito; &lt;/b&gt;um combate à esta violência tão absurda. A idéia da campanha é espalhar-se num movimento em rede pela Internet, e para isto basta divulgar em suas páginas pessoais, murais, blogs. É importante e volto a dizer, como já foi dito em outro post: o silêncio é o respaldo para a ação dos ignorantes. Deixar pra lá não é uma hipótese considerável, é preciso bater de frente, lutar contra a idéia de raças superiores, genética especialmente selecionada pela natureza e demais idéias patéticas de quem inventou que a quantidade de melanina na pele determina o QI do indivíduo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O link da campanha &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.infanciasemracismo.org.br"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;é este.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; Nele, você encontra formas de participar e denunciar, além de um punhado de informações úteis a quem cansou de ficar parado olhando. É um apoio às crianças, aos pais, ao país todo. O Brasil não vai bem das pernas em N situações, mas não vai melhorar enquanto tratarmos a educação como simples fase da vida de uma criança, esquecendo que é justamente esta a fase da construção da essência de um bom ser humano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-6618953157294466099?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/1V3zLXVY0qk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/1V3zLXVY0qk/infancia-sem-racismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/09/infancia-sem-racismo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-7465776884742303454</guid><pubDate>Tue, 27 Sep 2011 01:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-26T22:32:54.002-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cotidiano</category><title>Amor à paisana</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qqMby8GKoUI/ToEnrh9WruI/AAAAAAAABAM/tv-ytjUCn4M/s1600/Flamenco%2BDancer%2BII.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-qqMby8GKoUI/ToEnrh9WruI/AAAAAAAABAM/tv-ytjUCn4M/s400/Flamenco%2BDancer%2BII.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5656846235757620962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Está claro, a cada dia que passa, que a atrofia de um amor de folhetim é um processo natural, e quase doloroso. Dia sim, dia também, minha primeira respiração do dia, logo após abrir os olhos, é um pedido de esclarecimento do que não foi.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;É um alívio perceber que mais uma vez sobrevivi, e a melancolia do não ser é uma conseqüência que eu preciso admitir, que já sabia do risco. Melancolia que combina mesmo com os dias acinzentados da paisagem violenta de São Paulo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Eu resolvi colocar um vestido florido quando o sol surgiu, como uma defesa contra minha própria tristeza. Funcionou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A cada batida do coração, a cada mastigada na maçã murcha, uma luta se formava em mim, contra mim mesma, desta vez.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Preciso confessar, aliás, que perceber um fim, um abismo onde não há nada além de, como disseram, banco de memória, é meio ruim, como se fosse uma falha pra sempre no passado cheio de lacunas. Não que isso seja de todo ruim. Na verdade sempre detestei a filosofia do Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança, é de uma autopiedade sem fim, chega a ser patético. Enfrentar essas pequenas tragédias pessoais parece mais digno. Porque nesse mundo tão cruel, onde as pessoas enlouquecem, se odeiam e se matam, parece muito mesquinho solicitar reparos de um coração partido. As pessoas não têm mais tempo para o sofrimento de novela, há um trânsito a desbravar, carteiras para esconder, coletes a prova de balas para vestir. Mas neste meio tempo, é o músculo cardíaco metafórico que não é a prova de balas, nem feito de ferro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Mas também não é possível olhar tudo com indiferença, sequer tento apagar tudo, seria desrespeito. Alias, o mínimo que peço é respeito com o filme que se passa em mim agora.. Então eu sento na cama, ponho a cabeça entre os joelhos, espero o enjôo passar. Passeio pela casa de camiseta e descalça, esperando longos minutos passarem até eu ter coragem de enfrentar o portão da frente, até eu organizar a agenda do dia. Ocupo-me de tarefas, entupo a mente de responsabilidades e logo sinto a estafa vindo. Não dá pra sobrecarregar um corpo, somos humanos, e entre uma festa e outra, ainda no compasso de uma salsa ou flamenco, mil lágrimas amargas ainda escorrem pelo contorno do meu rosto, pingam em meu peito e evaporam com o perfume.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-7465776884742303454?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/QKscpSWz8ew" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/QKscpSWz8ew/amor-paisana.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-qqMby8GKoUI/ToEnrh9WruI/AAAAAAAABAM/tv-ytjUCn4M/s72-c/Flamenco%2BDancer%2BII.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/09/amor-paisana.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-5260215831072413064</guid><pubDate>Sun, 25 Sep 2011 02:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-25T00:44:38.378-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ush</category><title>eu, você e catorze milhões</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Admiro e sinto um tanto de inveja dessa gente que consegue por em prática o que chamam de auto-controle, e também aqueles que conseguem se desapegar de uma ideia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Notei que, num relance, que tem sido muito triste o exercício diário do deixar ir, se tratando de uma sensação à qual me apeguei com tanta facilidade. Não sou o tipo de pessoa que se desapega de uma alma que parecia tão próxima à minha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É mesmo muito cômodo começar a amar alguém que você admira de uma forma ou outra mas, sinceramente, não se que outro meio poderia haver para que meu coração inflamasse por alguém. Acredito já ter explicado aqui – e incansavelmente explicarei muitas vezes ainda – sobre minhas percepções plurais do cultivo de uma paixão. Mas hoje, especialmente, estive analisando a irritação que me invade por eu não conseguir me livrar tão logo disto. Começou, afundou, passou. Em princípio deveria ser fácil virar a página, mas eu não aprendi ainda a diferença sutil entre a sensatez de deixar um sentimento tão incrível ir embora no tempo certo e a futilidade de cultivar amores efêmeros e conseguir descartá-los sempre que necessário. Na verdade, nunca sequer me foi interessante aprender a descartar pessoas, creio que seria necessário em casos extremos, mas nunca passei por situações extremas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por mais que eu explique e verborragize o que quer que eu sinta, jamais será claro o suficiente para quem quer que esteja fora da minha carcaça de pele e ossos. Portanto, entendimento não é nem de longe o que eu espero daqueles que tão bem me enxergam nesse poço de insatisfação e decepção por mais um amor que minguou. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;A atrofia não requer compreensão, requer respeito. Jamais alguém pode ousar olhar para mim e me dizer que eu amei uma faceta, um ego, ou que está em tempo de eu abrir mão – novamente. Penso em quão superficial é minha pequena história de meses, comparada a relacionamentos de anos. A luta agora não é tanto para enterrar o que não é pra ser enterrado, mas talvez para que doa menos, para que a sensação de algo que deveria estar perto mas na verdade está muito longe, não se torne um ciúme amargo e cancerígeno.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu acho que tenho feito aquilo de viver um dia após o outro, me distraindo com livros, xícaras de café e concentração no trabalho, evitando a dorzinha chata que, numa comparação vulgar, são como pequenas agulhadas no meu coração e uma mão apertando minha garganta. Deve ser uma obrigação humana, isso de superar horrores diários, o desespero que não pode ser mostrado, a frustração que deve ser escondida de quem não tem nada com isso e também de quem tem muito a ver com isso. Deve mesmo haver uma explicação lógica até para a irracionalidade, essas coisas que os gurus espirituais nos dizem pra não tentar entender. Aliás “não tentar entender” é provavelmente a única recomendação que eu talvez consiga seguir. Nessa cidade cinza e enorme, pelo menos metade dos catorze milhões de rostos desconhecidos deve esconder algo semelhante ao que eu trago comigo hoje.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;table style="width:auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="https://picasaweb.google.com/lh/photo/rT9oD0O0M0Zj6xcvB7wd5Be6jT_RmiMRrVBz-fdP4wo?feat=embedwebsite"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;img src="https://lh3.googleusercontent.com/-qMKFEuks7FI/Tn6XgPGw_oI/AAAAAAAABAE/hbzWSVemtm8/s800/multid%2525C3%2525A3o.jpg" height="481" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: right; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;De &lt;a href="https://picasaweb.google.com/julia.gjm/Gabinoica?authuser=0&amp;amp;authkey=Gv1sRgCLetuKTM4LvGJg&amp;amp;feat=embedwebsite"&gt;Gabinóica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/fk1Q9y6VVy0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-5260215831072413064?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/I5w-CL_iF5Q" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/I5w-CL_iF5Q/eu-voce-e-catorze-milhoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh3.googleusercontent.com/-qMKFEuks7FI/Tn6XgPGw_oI/AAAAAAAABAE/hbzWSVemtm8/s72-c/multid%2525C3%2525A3o.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/09/eu-voce-e-catorze-milhoes.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-210617641792263739</guid><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 03:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-12T00:05:32.836-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ush</category><title>a falsa calmaria do coração que breve voltará à sua atividade vulcânica</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-6LkUzVGIm_E/Tm120R_gOYI/AAAAAAAABAA/4pG83gJEKXk/s1600/broken%2Bheart.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 257px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-6LkUzVGIm_E/Tm120R_gOYI/AAAAAAAABAA/4pG83gJEKXk/s400/broken%2Bheart.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5651303747974871426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p  style=" text-align: justify;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Há uma bagunça em mim, que eu já me convenci que jamais será organizada. Mas há trouxas e mais trouxas de palavras a serem penduradas nesse varal, nessa vitrine, só não sei como.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=" text-align: justify;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quero voltar a dizer aqui sobre meus amargos amores, minhas esperanças, meus otimismos e desejos de abraços e encontros de corpos, mas pode demorar uns dias ainda. Prometo voltar, prometo te beijar a testa e te colocar pra dormir depois de outra bebedeira. Por ora, contentemo-nos em olhar a alma um do outro, você escondido, eu explícita, nesse banco de memória afetiva. Até lá. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;:)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Wingdings;mso-ascii-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-hansi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-char-type:symbol;mso-symbol-font-family:Wingdings;" &gt;&lt;span style="mso-char-type:symbol;mso-symbol-font-family:Wingdings;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-210617641792263739?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/fBxvfRgUuhM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/fBxvfRgUuhM/falsa-calmaria-do-coracao-que-breve.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-6LkUzVGIm_E/Tm120R_gOYI/AAAAAAAABAA/4pG83gJEKXk/s72-c/broken%2Bheart.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/09/falsa-calmaria-do-coracao-que-breve.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-6683166049076789659</guid><pubDate>Sat, 03 Sep 2011 05:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-04T02:56:58.341-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ush</category><title>Painted on my heart</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; background-color: rgb(255, 255, 255); "  &gt;I thought you'd be out of my mind, and I'd finally found a way to learn to live without you. I thought it was just a matter of time 'till I had a hundred reasons not to think about you. But it's just not so and after all this time I still can't let go.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-6683166049076789659?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/DzyMIQY9EgY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/DzyMIQY9EgY/painted-on-my-heart.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/09/painted-on-my-heart.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-7440928165039478070</guid><pubDate>Thu, 18 Aug 2011 03:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-04T21:46:19.473-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">oba-oba</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">recomendo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cultura</category><title>Quase Pisei!</title><description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu podia estar falando do último capítulo de Insensato Coração, ou prometer a entrevista completa da Sandy.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas hoje vou dedicar o espaço pra algo que adoro: falar de coisas muito legais, que todos deveriam ver.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/festival.elemidia"&gt;Grandes Histórias&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; é um projeto de nano vídeos, ou seja, vídeos de até 10 segundos onde os ‘nano cineastas’ precisam ser criativos o suficiente pra contar uma historinha legal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Basicamente, é um &lt;span lang="EL" style="color: black; "&gt;festival da Rede Elemídia em parceria com o Update Or Die.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.minutefestival.com//festivaldominuto/index.php?page=videos&amp;amp;section=view&amp;amp;vid_id=23244"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Neste link &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;cês podem curtir a página deles no Facebook.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A primeira coisa que me chamou atenção foi o desafio. Eu não faço vídeos, então me limitei a assisti-los. O problema é que eu não sou rítica, sou chata mesmo, e me preparei pra ver dúzias de vídeos ruins, afinal, o que raios se faz em dez segundos, sem uma equipe de apoio?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas eu adoro estar errada quando estou pessimista, porque isso me dá boas surpresas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Entre os dez finalistas, todos muito bons, está o nano vídeo “Quase Pisei”, criado pelo webdesigner paulistano Fernando Hamrourch. A historinha é baseada numa piadinha antiga, do cara que está andando e de repente...&lt;/span&gt;Bom, vejam aí:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/27363303?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" width="400" height="225" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/27363303"&gt;Quase Pisei!&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/user4830445"&gt;Nando Hamrourch&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Votem no “Quase Pisei” lá na enquête do Facebook. O link é &lt;a href="http://www.facebook.com/questions/220531457995319/?qa_ref=qd"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;este.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Também concorre no Festival do Minuto, pra ver este e outros trabalhos, só clicar &lt;a href="http://www.minutefestival.com//festivaldominuto/index.php?page=videos&amp;amp;section=view&amp;amp;vid_id=23244"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;aqui.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;E viva a criatividade! ;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-7440928165039478070?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/NLQI7HUZlY8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/NLQI7HUZlY8/quase-pisei.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/08/quase-pisei.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-3493288349709451727</guid><pubDate>Sat, 06 Aug 2011 02:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-03T21:32:37.916-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ush</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pantufa de jaca</category><title>Piorando tudo</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Amiga no facebook: &lt;/b&gt;Mãos congeladas, pés congelados, nariz congelado. O que mais falta pra piorar este frio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Gabriela sem noção: &lt;/b&gt;Falta uma ponte pra gente dormir embaixo dela e sentir o que é frio de verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-aYe6nY_NsDM/Tjyk0OYBTTI/AAAAAAAAA_w/xaJACfhHSGY/s400/mendigo3.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 251px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5637562050680016178" /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;dar lição de moral sem a mesma ter sido solicitada, essa é minha vida&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-3493288349709451727?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/Fb2s92dDATI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/Fb2s92dDATI/piorando-tudo.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-aYe6nY_NsDM/Tjyk0OYBTTI/AAAAAAAAA_w/xaJACfhHSGY/s72-c/mendigo3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/08/piorando-tudo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-8473900336952665045</guid><pubDate>Sun, 31 Jul 2011 01:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-30T22:52:04.234-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cotidiano</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">diálogos do absurdo</category><title>gente que te entende</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: large; "&gt;&lt;b&gt;Na aula de inglês&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Professor:&lt;/b&gt; Então gente, a palavra "genre", serve para designar gênero de música, filme, ou gênero sexual: homem e mulher. Vejam o exemplo da Miss Moura&lt;span class="Apple-style-span"&gt;¹&lt;/span&gt;, quando a mãe dela estava grávida, perguntaram "Qual gênero você prefere?", e ela respondeu "Drama", então a Miss Moura nasceu.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;¹&lt;/span&gt;Miss Moura = eu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;table style="width:auto;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="https://picasaweb.google.com/lh/photo/LBXJvkfBOKb4FkbsNwtZ-he6jT_RmiMRrVBz-fdP4wo?feat=embedwebsite"&gt;&lt;img src="https://lh6.googleusercontent.com/-oqj8-1dV8Dw/TjS0pwvG2fI/AAAAAAAAA_k/SLNd2EPbeKY/s800/Annex%252520-%252520Garbo%25252C%252520Greta%252520%252528Camille%252529_04.jpg" height="640" width="507" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family:arial,sans-serif; font-size:11px; text-align:right"&gt;De &lt;a href="https://picasaweb.google.com/julia.gjm/Gabinoica?authuser=0&amp;amp;authkey=Gv1sRgCLetuKTM4LvGJg&amp;amp;feat=embedwebsite"&gt;Gabinóica&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-8473900336952665045?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/TX45a2wMVzE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/TX45a2wMVzE/gente-que-te-entende.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh6.googleusercontent.com/-oqj8-1dV8Dw/TjS0pwvG2fI/AAAAAAAAA_k/SLNd2EPbeKY/s72-c/Annex%252520-%252520Garbo%25252C%252520Greta%252520%252528Camille%252529_04.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/07/gente-que-te-entende.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-2019468370555777112</guid><pubDate>Fri, 29 Jul 2011 23:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-29T20:39:16.321-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cotidiano</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">diálogos do absurdo</category><title>despertar para a alegria</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_ZG7Xk_4x88/TjNEk27K8sI/AAAAAAAAA_U/4nr_pOPL9Bg/s1600/sleeping%2Bcat.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-_ZG7Xk_4x88/TjNEk27K8sI/AAAAAAAAA_U/4nr_pOPL9Bg/s400/sleeping%2Bcat.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634922958780297922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;eu: Então, acordei no horário certo hoje, não posso ficar enrolando na cama até as 7:20 até dar coragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;mãe: Vou passar a fazer mais barulho então, pra você não perder a hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;eu: Mas daí eu vou perder o humor, o brilho no olhar, a alegria de viver. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-2019468370555777112?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/MfzTk8NCOFk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/MfzTk8NCOFk/despertar-para-alegria.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-_ZG7Xk_4x88/TjNEk27K8sI/AAAAAAAAA_U/4nr_pOPL9Bg/s72-c/sleeping%2Bcat.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/07/despertar-para-alegria.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-5061474700889335846</guid><pubDate>Tue, 26 Jul 2011 02:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-25T23:13:46.403-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">diálogos do absurdo</category><title>Wasabi</title><description>&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ana diz:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;oi :*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Gabi diz:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;oi, menina nescau wasabi vida paraído&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ana diz:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;o que?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Gabi diz:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;não sei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-5061474700889335846?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/d5_O3gN2tow" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/d5_O3gN2tow/wasabi.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/07/wasabi.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-5790420196072517611</guid><pubDate>Tue, 26 Jul 2011 02:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-25T23:09:38.174-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">diálogos do absurdo</category><title>Chá com Julieta</title><description>&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;‎Robledo Filho diz:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Você é tipo aquele poeta William Shakespeare&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Gabriela diz:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Neste momento cuspi chá na tela pela gargalhada que tomou conta de meu corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Os espasmos violentos expulsaram o liquido de minha boca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-5790420196072517611?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/1dElb2l9tKk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/1dElb2l9tKk/cha-com-julieta.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/07/cha-com-julieta.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-485994615818840355</guid><pubDate>Sat, 23 Jul 2011 01:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-22T22:19:48.448-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">música do dia</category><title>30 Day Song Challenge - day 30 - your favorite song at this time last year</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Skid Row - Wasted Time&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/DnbAOXtFJyM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-485994615818840355?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img 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Não devia ter dito. Não devia porque mudou tudo. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Não mudou nada. Só na tua cabeça. Fez bem em não guardar isso com você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Não sei. Eu não sei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-7231458668049642978?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/dwpE7_lYNpA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/dwpE7_lYNpA/entre-uma-garfada-e-outra.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/07/entre-uma-garfada-e-outra.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7129479358131268007.post-4324656243486608929</guid><pubDate>Thu, 21 Jul 2011 04:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-21T01:59:00.556-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">música do dia</category><title>30 Day Song Challenge -  day 29 - a song from your childhood</title><description>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Simon &amp;amp; Garfunkel - Sounds of Silence&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/h-S90Uch2as" allowfullscreen="" frameborder="0" height="510" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;clicaqui&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7129479358131268007-4324656243486608929?l=gabinoica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gabinoica/~4/LUy0k3KTgjA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Gabinoica/~3/LUy0k3KTgjA/30-day-song-challenge-day-29-song-from.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriela Moura)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/h-S90Uch2as/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gabinoica.blogspot.com/2011/07/30-day-song-challenge-day-29-song-from.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

