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	<title>Garagem 42</title>
	
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	<description>Tecnologia e cultura</description>
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		<title>A sala de estar virtual e a confusa proposta do ‘Xbox One’</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 18:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garagem 42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Em vez de adaptar um console à sala de estar, Xbox se transfora em PC.<br />
Mas é mais fraco que um PC e tem menos armazenamento que um set-top box.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1116" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/xboxone2.jpg"><img class="size-large wp-image-1116" alt="É uma caixa com um X, realmente. (Divulgação)" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/xboxone2-658x453.jpg" width="658" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">É uma caixa com um X, realmente. (Divulgação)</p></div>
<p>Eu odiava computadores quando criança. Só o que me interessava em um computador eram os jogos, e jogar no computador significava passar por um processo de instalação, aguardar, fazer embaixadinha com requerimentos técnicos que eu não compreendia direito e, quem sabe, jogar. Enquanto isso, o videogame me proporcionava uma experiência de coloque-a-fita-e-jogue. O máximo de dor de cabeça que eu tinha era precisar de uns soprões nos contatos.</p>
<p>Foi fácil testemunhar, ao passar dos anos, a &#8220;PCeirização&#8221; dos videogames. O primeiro vilão foi o &#8220;Now loading&#8221; do Playstation, mas isso no máximo testava nossa paciência, e às vezes até complementava a experiência do jogo, como no caso do <em>Resident Evil</em>, que usava o tempo de carregamento para animar a abertura de portas ou uma subida de escadas, aumentando o suspense.</p>
<p>A geração que ainda permanece &#8220;atual&#8221; &#8212; essa do Playstation 3 e do Xbox 360 &#8212; já é quase irreconhecível para quem viveu a simplicidade das décadas de 80 e 90. Alguns jogos precisam ser instalados, outros precisam ser atualizados. E o pior: você nem pode continuar jogando enquanto o videogame escova seus próprios bits.</p>
<p>E se você estiver conectado à internet? O Playstation 3 vai fazer questão de lembrá-lo que há uma atualização para seu jogo, e aquela ideia de jogar uma partida rápida de 10 minutos na madrugada vira o sono antecipado enquanto o console baixa mais 500 MB de conteúdo que não vai mudar aparentemente <em>nada</em>.</p>
<h4>A guerra pela sala de estar</h4>
<p>A visão da Nintendo para o Wii é de que ele deveria fazer parte da sala de estar, não ficar escondido no quarto do filho. É o que justifica, por exemplo, o formato de controle remoto do Wiimote. Essa estratégia deu muito certo, financeiramente falando, enquanto as divisões de games da Microsoft e da Sony sangravam dinheiro a cada unidade vendida.</p>
<p>O <strong>Xbox One</strong>, evidentemente, quer copiar essa estratégia. Ele quer ser seu companheiro para assistir TV, e, sendo a Microsoft, isso me faz lembrar o Clippy do Office. Porque já vamos começar bem: o Xbox One não tem controle remoto. A Microsoft quer que seja usado controles de voz. Mas o reconhecimento de idioma não funciona bem sempre, e não vai estar disponível para alguns idiomas. Já deu para lembrar dos seus traumas com o Clippy?</p>
<p>Ao contrário do Wii, o Xbox One consegue ser grande, desajeitado. Em meio a uma tendência de redução do tamanho das coisas e o próprio design minimalista adotado pela Microsoft no Windows 8, ele tem o formato de um videocassete &#8212; só falta o relógio com a hora errada para dar o toque final.</p>
<p>No aspecto dos jogos, o Xbox One é um PC completo. Tem processador de computador, placa  de vídeo de computador, um sistema de computador. E também exige a instalação completa dos jogos, o que pede o uso de mecanismos que impedem que um mesmo disco seja usado em dois aparelhos ao mesmo tempo. Para onde vai aquela experiência de levar um jogo na casa do seu amigo?</p>
<h4>Onde fica a sala de estar?</h4>
<p>O Xbox One não se importa com aspectos do &#8220;mundo físico&#8221;. Quando se fala que o console é &#8220;mais social&#8221;, o que se quer dizer é que ele integra melhor com Facebook, Skype&#8230; As interações reais são, de fato, sacrificadas em nome destas. Entenda bem: o console não tem um controle remoto &#8212; ele quer ser controlado por voz em um local onde se conversa, ou então com o próprio controle do console.</p>
<p>A Microsoft não teve tato para fazer a leitura do ambiente em que a &#8220;caixa&#8221; vai ser usada.</p>
<p>Também foi ignorada a possibilidade de compartilhar jogos fisicamente. Mesmo que essa possibilidade seja criada, ainda há uma barreira de diversos minutos até o fim da &#8220;instalação&#8221; de cada jogo. O Xbox One também quer conexão com a internet uma vez ao dia. Esqueça a ideia de usá-lo em qualquer ambiente que não esteja coberto por espectro de Wi-Fi.</p>
<p>Por que, diante de tamanho desprezo por interações físicas, o Xbox One quer ocupar seu espaço na sala de estar &#8212; um lugar que representa, justamente, a família e a interação com amigos?</p>
<p>Querendo fazer tudo (&#8220;One&#8221;), esse console não consegue ser mais potente e flexível do que um PC, e com meros 500 GB de disco rígido, compartilhados com jogos e não expansíveis (sem uma maravilha de disco externo, igualmente lindo na sala de estar), também não consegue substituir um set-top box.</p>
<p>A Microsoft tem até o lançamento do console para achar realmente qual é o lugar deste Xbox, em todos os sentidos.</p>
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		<title>Aperte o capacete, mexeram na física do novo NHL</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 20:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garagem 42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Electronic Arts]]></category>
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		<category><![CDATA[Física]]></category>
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		<category><![CDATA[NHL]]></category>

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		<description><![CDATA[Pernas moles e lesões graves no novo e infeliz trailer do jogo]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1102" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/nhl2.jpg"><img class="size-large wp-image-1102" alt="Voando no NHL 14. " src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/nhl2-658x290.jpg" width="658" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">Voando no NHL 14.</p></div>
<p>Vá lá, Hockey no gelo não é coisa de brasileiro, mas os joguinhos até que são legais.</p>
<p>O hype pela versão de 2014 do simulador da EA, <strong>NHL 14</strong>, já começou, e trouxe com ele um trailer no mínimo esquisito.</p>
<p>Com o fim da geração batendo na porta, as novidades em jogos de esportes tornam-se cada vez mais escassas, limitando-se a atualizações nos elencos, uniformes e alguns ajustes nos já velhos engines.</p>
<p>Foi aí que resolveram dar uma mexidinha na parte de física e colisões do game (que praticamente se baseia nisso), na miserável tentativa de deixar tudo mais realista e “chocante”.</p>
<p>Como você pode reparar abaixo, não deu muito certo. A coisa começa a ficar feia a partir do segundo 30 do vídeo.</p>
<p><object   type="application/x-shockwave-flash"  data="http://www.youtube.com/v/L6tggtJBe7c?feature=oembed?fs=1"  width="660"  height="371"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/L6tggtJBe7c?feature=oembed?fs=1" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><param name="autoplay" value="false" /><param name="autostart" value="false" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="flashvars" value="" /><a href="http://www.youtube.com/watch?v=L6tggtJBe7c">http://www.youtube.com/watch?v=L6tggtJBe7c</a> </object></p>
<p>Será que ninguém na EA reparou que essas pernas e braços moles não ficaram legais? Eles já deviam ter aprendido isso depois do show de bugs bizarros da versão 2012 de FIFA Soccer, que são um oferecimento do mesmo sistema de impactos supostamente melhorado.</p>
<p><object   type="application/x-shockwave-flash"  data="http://www.youtube.com/v/5YEEzuNxZtQ?feature=oembed?fs=1"  width="660"  height="371"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5YEEzuNxZtQ?feature=oembed?fs=1" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><param name="autoplay" value="false" /><param name="autostart" value="false" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="flashvars" value="" /><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5YEEzuNxZtQ">http://www.youtube.com/watch?v=5YEEzuNxZtQ</a> </object></p>
<p>Eu, hein?</p>
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		<item>
		<title>Shin Sekai Yori: recados de outro admirável mundo novo</title>
		<link>http://garagem42.com.br/2013/05/shin-sekai-yori-recados-de-outro-admiravel-mundo-novo/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 22:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garagem 42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anime]]></category>
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		<category><![CDATA[Masashi Ishihama]]></category>
		<category><![CDATA[Sentai Filmworks]]></category>
		<category><![CDATA[Shigeo Komori]]></category>
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		<description><![CDATA[Roubando ideias da ficção científica, história traz um Japão rural.<br />
Trama explora consequências do desenvolvimento de superpoderes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1077" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shinsekai.jpg"><img class="size-large wp-image-1077" alt="A beleza esconde um mundo arruinado em Shin Sekai Yori." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shinsekai-658x390.jpg" width="658" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">A beleza esconde um mundo arruinado em Shin Sekai Yori.</p></div>
<p><strong>Shin Sekai Yori </strong>(algo como &#8220;Do Mundo Novo&#8221;) é um livro publicado por Yūsuke Kishi em 2008. Com três volumes de cerca de 600 páginas cada, a história foi transformada em um anime de 25 episódios da <strong>A-1 Pictures</strong> (<em>Sora no Woto</em>, <em>Anohana</em>). Eu queria achar algo realmente inteligente para dizer aqui, mas a sensação se aproxima mais da paralisia.</p>
<div id="attachment_1075" class="wp-caption alignright" style="width: 320px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shinsekai-amor.jpg"><img class="size-medium wp-image-1075 " alt="O novo mundo tem ideias diferentes sobre amor e sexo." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shinsekai-amor-320x360.jpg" width="320" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Yaoi? Yuri? Shin Sekai Yori tem outras ideias sobre sexualidade.</p></div>
<p>A história é extremamente desconfortável &#8211; exatamente como é Admirável Mundo Novo<sup class='footnote'><a href='#fn-1072-1' id='fnref-1072-1' onclick='return fdfootnote_show(1072)'>1</a></sup>, o livro de Aldous Huxley ao qual o título desta resenha faz uma referência. Shin Sekai Yori constrói uma distopia partindo do pressuposto de que seres humanos desenvolveram poderes especiais de telecinésia, explorando qual o tipo de sociedade precisa ser construída para não dar chance ao caos, mesmo quando seus habitantes podem destruir florestas e casas, ou secar os rios, apenas com o poder da mente.</p>
<p>Os pilares dessa sociedade &#8211; e todos os remendos nela feitos ao longo das gerações &#8211; não param de chegar até os minutos finais da história.</p>
<p>O mundo de Shin Sekai Yori é explorado pela visão da protagonista Saki Watanabe e seus amigos do &#8220;Grupo 1&#8243; da escola. Aliás, as fases escolares de &#8220;Shin Sekai&#8221; são a Escola da Amizade, Escola da Harmonia e Academia dos Sábios. A história se passa mil anos no futuro, em um Japão que parece mais rural do que nunca, e onde habitam apenas 60 mil pessoas.</p>
<p>Ainda assim, embora os desafios enfrentados por Saki sejam uma parte importante da história, é a situação política e social do mundo que merece mais destaque e manda seus &#8220;recados&#8221;. O pior talvez seja perceber que, diante das mesmas situações, nossa sociedade não reagiria diferente &#8212; se pudesse.</p>
<h4>Arte e animação</h4>
<div id="attachment_1074" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shinsekai-artebg.jpg"><img class="size-medium wp-image-1074" alt="Arte plana nos personagens contraste com fundos detalhados." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shinsekai-artebg-320x388.jpg" width="320" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">Arte plana nos personagens contrasta com fundos detalhados.</p></div>
<p>O mundo de Shin Sekai Yori é absolutamente maravilhoso &#8211; exceto quando não é. O verde é verde, o deserto é deserto, e a <strong>A-1 Pictures</strong> conseguiu deixar isso bem claro.</p>
<p>A animação se destacada ainda nos momentos mais macabros da história, quando se vale de formas distorcidas, ruído e complexos padrões de cor.</p>
<p>Shin Sekai Yori talvez se beneficiaria de um traço mais adulto. No entanto, como boa parte da história se passa no início da adolescência dos personagens, lá pelas tantas a evolução da história e a criação de contrastes fazem parte do choque e desconforto. Portanto, a decisão foi por uma arte mais plana e infantil.</p>
<p>Os planos de fundo, confeccionados com evidente auxílio de computador, e os eventuais efeitos 3D não deixam dúvidas de que essa é uma produção recente. Da mesma forma, também não surpreendem. <em>Last Exile</em> já fazia isso em 2003. A arte não é o ponto forte, e em muitos momentos deixa a desejar.</p>
<p>A violência aparece em algumas cenas bastante parecidas com <em>Elfen Lied,</em> mas faz ainda menos parte do conjunto aqui. A cena inicial do anime, que é justamente de violência, serve como algum recurso fraco &#8212; e até enganoso &#8212; para chocar e prender a atenção.</p>
<h4>Trilha sonora</h4>
<p>Shin Sekai Yori não tem uma música de abertura no sentido como o termo é normalmente conhecido, mas <em>Kage no Denshouka Daiichibu</em> marca &#8211; e põe marca nisso &#8211; o início dos episódios.</p>
<p>A composição dessa e das demais músicas da série é de Shigeo Komori, parte do grupo de produção F.M.F. (<em>K-On</em>, <em>Sword Art Online</em>).  A maioria das músicas não traz nada de muito especial e não há nenhuma outra música marcante. O trabalho, porém, tem dignidade, e como <a href="http://garagem42.com.br/2012/05/shiki-um-anime-de-terror-sangue-e-filosofia/">Shiki</a>, consegue manter o clima de interior mesclado com suspense, e todo o sufoco e desconforto do &#8220;novo mundo&#8221;.</p>
<h4>Ser ou não ser, eis a questão</h4>
<p>Seria, afinal, melhor este nosso mundo em que somos tão frágeis? Seria a força capaz de destruir o que hoje conhecemos por civilização? O que é ser humano? Essas são questões que permeiam o ar de Shin Sekai Yori.</p>
<p>O animê é recomendadíssimo, especialmente se você não se incomoda com longos diálogos e gosta de distopias. A ação está ali para ligar um ponto a outro, mas pode decepcionar quem espera apenas violência gratuita e sangue na tela, embora isso também faça parte da série. Quem assistiu Shiki e Elfen Lied poderá encontrar muitas semelhanças aqui.</p>
<p>O livro não tem tradução, mas a série animada deve chegar aos Estados Unidos pela Sentai Filmworks.</p>
<div id="attachment_1073" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shinsekai-sora.jpg"><img class="size-large wp-image-1073" alt="Cores e ruído decoram cenas que exigem clima de suspense." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shinsekai-sora-658x370.jpg" width="658" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">Cores e ruído decoram cenas que exigem clima de suspense.</p></div>
<table>
<tbody>
<tr class="alt">
<th colspan="2">Ficha Técnica</th>
<th class="center" colspan="2"><a href="/avaliacao/">conheça nosso sistema de notas</a></th>
</tr>
<tr>
<td rowspan="7"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shinsekai-cover.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1076" alt="Shin Sekai - Capa do livro" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shinsekai-cover.jpg" width="230" height="377" /></a></td>
<th>Título</th>
<td style="width: 100%;"><strong>Shin Sekai Yori</strong></td>
<th class="center">Nota</th>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Direção</th>
<td>Masashi Ishihama</td>
<th class="center">8.0</th>
</tr>
<tr>
<th>Roteiro</th>
<td>Masashi Sogo</td>
<th class="center">Grau</th>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Compositor</th>
<td>Shigeo Komori</td>
<th class="center">S</th>
</tr>
<tr>
<th>Estúdio</th>
<td colspan="2">A-1 Pictures</td>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Lançamento</th>
<td colspan="2">
<ul>
<li><strong>JP &#8211; TV</strong>
<ul>
<li>29 de setembro de 2012 &#8211; 23 de março de 2013</li>
</ul>
</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr style="height: 30px;">
<th>Duração</th>
<td colspan="2">25 * 24m</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><!-- For Natsuki --></div>
<div class='footnotes' id='footnotes-1072'>
<div class='footnotedivider'></div>
<ol>
<li id='fn-1072-1'><em>Subarashii Shin Sekai</em>, no Japão <span class='footnotereverse'><a href='#fnref-1072-1'>&#8617;</a></span></li>
</ol>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Só faltou um dedinho para ‘Bioshock Infinite’ ser perfeito</title>
		<link>http://garagem42.com.br/2013/04/so-faltou-um-dedinho-para-bioshock-infinite-ser-perfeito/</link>
		<comments>http://garagem42.com.br/2013/04/so-faltou-um-dedinho-para-bioshock-infinite-ser-perfeito/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 18:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garagem 42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[2K Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Desenvoltura do enredo e ritmo melhorado roubam a cena.<br />
Parceria de Elizabeth não só não atrapalha, como ajuda - e muito.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1059" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/04/bioshock-infinite-elizabeth.jpg"><img class="size-large wp-image-1059" alt="Elizabeth te guiará por uma história cheia de voltas e trilhos." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/04/bioshock-infinite-elizabeth-658x416.jpg" width="658" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">Elizabeth te guiará por uma história cheia de voltas e trilhos (mas o dedinho que falta não é esse)</p></div>
<p>Serei sincero: sempre detestei <strong>Bioshock</strong>. Todo aquele climão de &#8220;futuro do passado&#8221;, o enredo cheio de voltas e o ritmo de jogo quebrado por uns puzzles meio repetitivos minaram qualquer possibilidade de me prender ao game. Com a proximidade do lançamento de Infinite, o sentimento continuava o mesmo. Continuava.</p>
<p>Um dia antes do lançamento, depois de &#8220;estudar&#8221; um pouco sobre o jogo, que até então pouco interessava, resolvi dar uma nova chance para a série, ciente de todos os riscos que corria. É um fenômeno importante demais para se ignorar.</p>
<h4>Chega de água</h4>
<p>Ambientado na cidade flutuante de Columbia, em 1912, Bioshock Infinite te coloca na pele de Booker DeWitt, que tem como principal missão resgatar a também pro tagonista Elizabeth. Booker, porém, não está nessa empreitada por puro bom coração: ele está com o nome sujo na praça e precisando quitar suas dívidas.</p>
<p>Honesto, o jogo não faz muitos rodeios antes de mostrar suas ferramentas. Além de uma variedade interessante de armas de fogo e o multiuso Sky-Hook, Booker também conta com os Vigores, bebidas mágicas que concedem poderes especiais, como controle sobre os inimigos, bolas de fogo e tentáculos d&#8217;água. O avanço também garante algumas vestimentas com poderes especiais, que funcionam mais ou menos como os perks de Call of Duty e os seus clones.</p>
<h4>A parceira perfeita</h4>
<p>Todas as quase desonestas habilidades ainda são somadas à companhia de Elizabeth, a esperta mocinha que dispensa os chatíssimos elementos de &#8220;proteção ao desfavorecido&#8221;, para te ajudar nas batalhas. Não, ela não vai descer o braço nos inimigos, mas te auxiliará encontrando energia, dinheiro e munição. Tudo isso sem os clássicos problemas com companheiros virtuais, que insistem em bloquear os seus tiros e ficarem presos em cantos escuros dos cenários, girando desesperadamente.</p>
<p>Apesar disso, nem só como parceira de combate serve Elizabeth. A personagem, junto dos cenários cheios de vida e movimento, é responsável pela aura que torna Infinite diferente de um shooter qualquer. Mesmo pouco podendo fazer além de acompanhar o enredo, é impossível não se deixar levar pelas emoções da moça, que dirige a história com uma cadência brilhante e poucas vezes vista.</p>
<h4>Obra de arte no Unreal Engine</h4>
<div id="attachment_1058" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/04/bioshock-handyman.jpg"><img class="size-medium wp-image-1058" alt="Prepare o espírito para enfrentar os Handyman de Infinite." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/04/bioshock-handyman-320x180.jpg" width="320" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Prepare o espírito para enfrentar os Handyman de Infinite.</p></div>
<p>Graças aos passos certos e seguros do enredo, Infinite mal precisa se sustentar na jogabilidade, que também não faz feio. O sistema é básico e sem muitas inovações e sustos, mas se destaca com o novo recurso de navegação aérea baseado nos Sky-Hooks. Por conta de alguns &#8220;pitis&#8221; sofridos pelas setas de navegação durante o &#8220;voo&#8221;, a viagem pelos trilhos é, às vezes, confusa.</p>
<p>Graficamente, Bioshock Infinite é um presente de final da geração. Mesmo rodando em uma versão modificada do onipresente Unreal Engine (que apesar de dar vida a vários clássicos, também já sofreu muito com jogos de baixa qualidade), o jogo impressiona pelo nível de detalhamento dos cenários e efeitos, que parecem saltar da tela a todo instante.</p>
<p>O mesmo não se pode dizer da modelagem de personagens. Usando um estilo gráfico mais caricato, lembrando um pouco o também FPS Dishonored, é notável a falta de capricho em personagens com menos destaque, como os pedestres de Columbia, que tem as suas ações limitadas a te olhar com expressões bastante suspeitas, que nada tem a ver com o clima de certas passagens do jogo.</p>
<p>A parte audiovisual é fechada por uma das trilhas sonoras de mais bom gosto da história dos jogos. A música está por toda parte da cidade, se alterando de forma sensível e notável. A dublagem dos personagens mantém o padrão de qualidade, criando um carisma até mesmo para o caladão Booker.</p>
<p>O jogo ainda ganhou legendas em português do Brasil, que fazem o trabalho direitinho, apesar das já clássicas falhas, como uma fonte terrível e o seu inexplicável sumiço em alguns trechos.</p>
<h4>Um infinito que termina e segue na memória</h4>
<p>Infinite não está tentando te enganar. Ele continua sendo um Bioshock, em todos os seus sentidos, mas dessa vez acertando em cheio em praticamente todos os aspectos. Impecável em sua jogabilidade e mecânicas, e com uma história e personagens inesquecíveis, não dá pra afirmar nada diferente. Trata-se de um clássico instantâneo e absolutamente imperdível.</p>
<div id="attachment_1060" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/04/bioshock-skyhook.jpg"><img class="size-large wp-image-1060" alt="Os ganchos estão espalhados por todos os cantos. É só olhar para cima" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/04/bioshock-skyhook-658x370.jpg" width="658" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">Os ganchos estão espalhados por todos os cantos. É só olhar para cima</p></div>
<table>
<tbody>
<tr class="alt">
<th colspan="2">Ficha Técnica</th>
<th colspan="2" class="center"><a href="/avaliacao/">conheça nosso sistema de notas</a></th>
</tr>
<tr>
<td rowspan="7"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/04/capa-bioshockinfinite.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1055" alt="Bioshock Infinite - Capa" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/04/capa-bioshockinfinite.jpg" width="249" height="353" /></a></td>
<th>Título</th>
<td style="width: 100%;"><strong>Bioshock Infinite</strong></td>
<th class="center">Nota</th>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Plataforma</th>
<td>X360 / <strong>PS3</strong> / Windows / OS X</td>
<th class="center">9.7</th>
</tr>
<tr>
<th>Gênero</th>
<td>FPS</td>
<th class="center">Grau</th>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Publisher</th>
<td>2K Games</td>
<th class="center">S</th>
</tr>
<tr>
<th>Desenvolvedor</th>
<td colspan="2">Irrational Games</td>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Lançamento</th>
<td colspan="2">26 de março de 2013</td>
</tr>
<tr style="height: 138px;">
<th>Jogadores</th>
<td colspan="2">Um jogador</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tímido, mas másculo, Gears of War: Judgement revive as motosserras</title>
		<link>http://garagem42.com.br/2013/03/timido-mas-masculo-gears-of-war-judgement-revive-as-motosserras/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 20:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garagem 42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Epic Games]]></category>
		<category><![CDATA[Gears of War]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft Studios]]></category>
		<category><![CDATA[Shooter]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem a importancia e tom épico dos antecessores, novo game da série volta ao passado para contar a história do julgamento do esquadrão Kilo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1033" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/gears-01.jpg"><img class="size-large wp-image-1033" alt="Agora também dá pra usar elementos do modo Horde durante a campanha" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/gears-01-658x370.jpg" width="658" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">Agora também dá pra usar elementos do modo Horde durante a campanha</p></div>
<p>Uma grande franquia nunca morre. É o que constatamos mais cada vez que uma série de jogos recebe versões &#8220;póstumas&#8221;, inspiradas em acontecimentos menos importantes (os spin-offs), ou em episódios ocorridos antes da saga principal (as chamadas prequelas).</p>
<p><strong>Gears of War</strong>, da Epic Games, não poderia ficar de fora dessa. Considerado um dos jogos mais influentes da geração (título facilmente constatado ao reparar no número de versões genéricas do game), o shooter teve o seu cíclo fechado em 2011 com o excepcional Gears of War 3, mas volta prometendo mais emoções e serras elétricas com Judgement.</p>
<h4>Julgamento</h4>
<p>Produzido em conjunto com a <strong>People Can Fly</strong> (a mesma de <em>Bulletstorm</em>), Gears of War Judgement volta no tempo, logo antes do primeiro game, de 2006, para contar a história de Damon Baird e o seu esquadrão Kilo, que está sendo julgado por ter desobedecido ordens de seus superiores.</p>
<p>A história inteira é contada em forma de depoimento, como se as ações que você realiza no game (atirar, se esconder, fujir) estivessem sendo relatadas, na tentativa de se safar das acusações.</p>
<p>A progressão da campanha lembra algo mais arcade, quase como um desses shooters em trilhos. Você chega a uma parte do cenário, cumpre a sua missão, e depois finaliza a fase, sendo premiado com estrelas pelo seu desempenho.</p>
<p>O toque de novidade da campanha ficou por parte da opção de &#8220;desconfidencializar&#8221; as missões. No inicio de cada área, o jogador pode optar por revelar algumas informações adicionais no julgamento. Isso adiciona novos elementos à campanha, como a obrigação de se jogar com pistolas em certa fase, ou um gás tóxico que te força a concluir o trajeto em menos de dois minutos.</p>
<p>Totalmente opcional, a opção é interessante, mas não adiciona muito à experiência, já que só aumenta a pontuação final da área. Um jogador mais consistente pode conseguir notas máximas sem muita dificuldade, mesmo sem o auxílio das missões desconfidencializadas.</p>
<h4>&#8216;Gears of Duty&#8217;</h4>
<p>Pela primeira  vez em seus sete anos de vida, Gears of War recebeu mudanças em seu esquema de jogabilidade. Apesar de leves, algumas alterações na configuação de botões mostram uma clara tentativa de &#8220;modernização&#8221;, trazendo o jogo um pouco mais perto do padrão visto nos principais FPS do mercado. O game também recebeu uma boa quantidade de novas armas, que apesar de bem-vindas, não substituem a boa, velha e ultradesbalanceada Lancer a altura.</p>
<p>De resto, continua tudo lá. Mesmo nas mãos da People Can Fly e sem o acompanhamento do seu pai, Cliff Bleszinski, Gears ainda tem os mesmo soldados pesadões, que se movimentam como carretas desgovernadas, a clássica opção de cobertura e as serras elétricas. Ahh, as serras elétricas. Tudo preciso e prazeroso como na primeira vez.</p>
<h4>Will Smith e muito cinza</h4>
<p>A parte gráfica também não viu grandes mudanças. Com as limitações do mesmo e antiguíssimo Unreal Engine, Judgement traz um trabalho visual sólido, cheio de bonitas construções e elementos pra dar aquela enfeitada nos cenários. Predominantemente cinza, o jogo parece sentir um pouco de falta daquelas cores saturadas, tão bem-vindas na terceira versão do jogo.</p>
<div id="attachment_1035" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/gears-03.jpg"><img class="size-medium wp-image-1035" alt="Paduk é um dos novos personagens." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/gears-03-320x180.jpg" width="320" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Paduk é um dos novos personagens.</p></div>
<p>Os novos personagens em destaque têm lá o seu carisma, mas passam longe da dupla Marcus Fenix e Dom Santiago, que lideraram a trilogia. A situação só piora com a chegada da esquisita dublagem em português, que apesar de bem executada, drena aquele restinho de personalidade que restou para os bonecos robustos. Não dá pra esconder a cara de decepção ao ouvir o divertido Cole Train soar como uma versão esganiçada do ator Will Smith, que tem os seus personagens imortalizados pelo mesmo dublador.</p>
<p>Talvez na tentativa de recompensar os fãs pela inexplicavel remoção dos modos Beast e Horde, foi adicionado o Aftermath, uma campanha adicional que pode ser desbloqueada com as estrelas obtidas no modo single player. Com cara de um DLC, a curta campanha serve complemento para a história de Gears of War 3. Pela falta de ligação com o enredo de Judgement, a inserção desse conteúdo passa longe de ser uma boa opção.</p>
<p>A tal modernização também chegou de para-quedas no modo multiplayer de Gears of War Judgement, com o pé na porta. Em menos de uma hora de jogo, você já vai ter rodado pelos inacreditáveis 4 mapas disponibilizados para os modos mais populares. Quem quiser &#8220;inovar&#8221; também pode experimentar o modo invasão. Com quatro mapas exclusivos, ele mistura de forma inteligente os finados modos Horde, Beast, além do velho Team Deathmatch.</p>
<h4>$ea$on Pa$$ e arma$ colorida$</h4>
<p>Os dispostos a gastar também podem desembolsar quase 50 pratas no Season Pass, que garante acesso a todos o conteúdo que ainda será lançado para o jogo. As micro transações também estão lá, firmes e fortes. Por uns trocadinhos, você pode desfilar com uma arma laranja brilhante, ou rosa choque. Parece uma escolha bastante inteligente e estratégica para o modo multiplayer, onde todos os inimígos vão ver um dinossauro colorido rasgando os cenários monocromáticos do jogo.</p>
<h4>Acima da média</h4>
<p>Não dá pra negar. Mesmo sem todo o brilho e importância dos jogos anteriores, e depois da remoção de modos adorados pela comunidade de fãs do game, Gears of War Judgement ainda traz um pacote acima da média, tanto em conteúdo, quanto em qualidade.</p>
<p>Indicado para fãs antigos, sedentos por mais, e para os novatos, que podem e devem começar por essa interessante prequela, pra depois partir para o primeiro jogo da série.</p>
<p>Gears of War Judgement é exclusivo para Xbox 360 e custa R$ 149. A versão física acompanha uma bem-vinda cópia digital do primeiro game da série, que pode ser baixada na Xbox Live.</p>
<div id="attachment_1034" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/gears-02.jpg"><img class="size-large wp-image-1034" alt="Limitado, o modo multiplayer ainda oferece uma treta de qualidade" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/gears-02-658x370.jpg" width="658" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">Limitado, o modo multiplayer ainda oferece uma treta de qualidade</p></div>
<table>
<tbody>
<tr class="alt">
<th colspan="4">Ficha Técnica</th>
</tr>
<tr>
<td rowspan="7"><img class="aligncenter size-full wp-image-1036" alt="Gears of War Judgement - Capa" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/gears-capa.jpg" width="256" height="326" /></td>
<th>Título</th>
<td style="width: 100%;"><strong>Gears of War: Judgement</strong></td>
<th class="center"><strong>Nota<a href="/avaliacao/"><sup>?</sup></a></strong></th>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Plataforma</th>
<td>Xbox 360</td>
<th class="center">7.5</th>
</tr>
<tr>
<th>Gênero</th>
<td>Tiro em terceira pessoa</td>
<th class="center">Grau<strong><a href="/avaliacao/"><sup>?</sup></a></strong></th>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Publisher</th>
<td>Microsoft Studios</td>
<th class="center">A</th>
</tr>
<tr>
<th>Desenvolvedor</th>
<td colspan="2">Epic Games<br />
People Can Fly</td>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Lançamento</th>
<td colspan="2">19 de março de 2013</td>
</tr>
<tr>
<th>Jogadores</th>
<td colspan="2">Um jogador / Até 10 on-line</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dúvida existencial: e então, videogame estraga ou não a TV?</title>
		<link>http://garagem42.com.br/2013/03/duvida-existencial-e-entao-videogame-estraga-ou-nao-a-tv/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 19:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garagem 42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Mitos]]></category>
		<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>

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		<description><![CDATA[Relato de uma infância marcada por adaptadores RF.<br />
Mito era comum, mas tem origens desconhecidas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1017" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><img class="size-medium wp-image-1017" alt="Grande companheiro de quem não dispunha de uma TV com conector de áudio e vídeo. (Foto: Alphathon/Creative Commons)" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/PlayStation_RF_adapter-320x213.jpg" width="320" height="213" /><p class="wp-caption-text">Companheiro de quem não dispunha de conector AV. (Foto: Alphathon/Creative Commons)</p></div>
<p>Se você jogava videogame na década de 80 e 90 e não ouviu essa, você tem sorte. Eis o mito: <b>videogame estraga a TV</b>. Exigir explicação sobre como &#8220;estraga&#8221; é pedir demais; como todo mito, ele tem seus dogmas que, para não perderem a magia, devem permanecer livres de qualquer questionamento. Mas não, videogames não estragam a TV.</p>
<p>Quero, porém, compartilhar algumas ideias sobre como esse mito se perpetuou e por que ele foi criado. Posso dizer que no meu caso não foi mera desculpa (inclusive fui beneficiado, como explicarei adiante).</p>
<p>Se você teve azar, o mito foi utilizado para impedir que você jogasse tanto videogame quanto gostaria &#8211; e lá se foi o tempo que poderia ter sido bem utilizado no <i>International Superstar Soccer</i> levando uma bolada na cara na vida real; ou que poderia ter sido usado em aulas de inglês efetivas com <i>Final Fantasy</i>.</p>
<p>Mas se você teve sorte, como eu tive (parcialmente), o mito justificou o uso de uma TV só para o videogame. Perfeito para jogar sem que alguém reclamasse que é hora da novela/do jogo (do tipo que não interessa tanto)/&#8221;da notícia&#8221;. Eis aí uma hipótese: que alguma criança muito esperta inventou o mito para ter um televisor exclusivo para o videogame. Genial.</p>
<p>A segunda hipótese é que o mito foi inventado por alguma assistência técnica para não prestar o serviço de garantia. A terceira e última hipótese é que o mito surgiu de pais e mães que estavam preocupados com o futuro do filho que passava tempo demais com os <i>joguinhos</i>.</p>
<p>De qualquer forma, a mentira, que à época não dispunha do Facebook, percorreu o Brasil com suas pernas longas e tonificadas &#8212; pois acredito mesmo que a mentira anda rápido demais para ter perna curta, como dizem. E chegou, assim, aos lares de milhares de donos de videogame, apresentando um obstáculo nível <i>Nintendo-Hard</i> para nossas vidas.</p>
<h4>Para estragar, basta funcionar</h4>
<p>Mas como o mito conseguiu se perpetuar? Ora, ele traz uma profecia: que a TV ligada ao videogame irá estragar. E essa é uma profecia muito vantajosa. Explico: todas as TVs, cedo ou tarde, estragam. Tinha tudo para acertar, portanto.</p>
<p>As estatísticas também colaboraram. TVs velhas costumam estragar mais. E como beneficiário do mito, digo qual foi o resultado para mim: eu tinha uma TV só para o videogame, mas também era a TV mais velha disponível. Ou seja, também era a que mais estragava. O mito, assim como tantos outros mitos, servia perfeitamente para explicar o inexplicável. &#8220;Mas como uma TV, que funcionou durante tantos anos, de repente estraga?&#8221; É o videogame, lógico.</p>
<h4>Traumas</h4>
<p>Estar sempre com uma TV velha para o videogame deixou suas marcas. Duas letras, em especial, me aterrorizam: &#8220;RF&#8221;. Como as TVs que utilizei não dispunham de entrada A/V, até mesmo meu Dreamcast teve de ser ligado com um adaptador RF.</p>
<p>E mais: a entrada da antena não era essa moderna. Era de rosca ou parafuso, em que você abria, colocava um ganchinho, e depois fechava.</p>
<div id="attachment_1015" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><img class="size-large wp-image-1015" alt="Esse conector de ganchinhos, que estava disponível no Atari, ligava meu Dreamcast. (Foto: Best Electronics)" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/atari-switchbox-658x260.jpg" width="658" height="260" /><p class="wp-caption-text">Esse conector de ganchinhos, que estava disponível no Atari, ligava meu Dreamcast. (Foto: Best Electronics)</p></div>
<p>No último &#8220;upgrade&#8221; antes do HDMI, para uma TV de 14&#8243; com A/V, o som era mono. E quanta frustração ao perceber que <i>sons estão faltando</i> porque a configuração do jogo não foi modificada. Até hoje ainda entro nas configurações de áudio para ver o que tem por lá. No Wii, por exemplo, &#8220;Mono&#8221; ainda é uma opção.</p>
<h4>A grande questão</h4>
<p>E o que de fato motivou esse texto a ser escrito, é que quero saber: quanta gente vai cair aqui, ainda hoje, procurando no Google se videogame estraga a TV? Então deixo alguns auxílios para os futuros pesquisadores: o Playstation 3 estraga a televisão? O Xbox estraga a TV? O Wii estraga a TV? A Nintendo tem parceria com fabricantes para estragar TVs?</p>
<p>Não, meu caro leitor. Videogame é só uma fonte de imagem para TV. E o que estraga algo &#8211; inclusive a TV &#8211; é o uso do que está funcionando.</p>
<h4>Falando sério</h4>
<p>Um problema conhecido de televisores com videogames é o efeito de &#8220;burn-in&#8221;, quando uma imagem fica &#8220;congelada&#8221; na tela como um &#8220;fantasma&#8221;. Esse problema só existia em televisores de tubo muito antigos (monocráticos). Em telas mais modernas &#8211; as que de fato viram a explosão dos videogames nas décadas de 80 e 90 -, esse problema já era praticamente inexistente.</p>
<p>O burn-in só voltou com as TVs de Plasma, mas nem de longe os videogames eram os únicos culpados: os logos identificadores das emissoras, que ficam sempre no canto da tela, também ficaram &#8220;queimados&#8221; em algumas TVs.</p>
<hr />
<p><em>Imagens do Universal Switch Box do Atari usadas com permissão da <a href="http://www.best-electronics-ca.com/2600_help.htm">Best Electronics</a>.<br />
Agradecimentos ao Murilo Molina pela informação sobre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Balun">balun</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Novo filme de Makoto Shinkai terá trilha sonora de Kashiwa Daisuke</title>
		<link>http://garagem42.com.br/2013/03/novo-filme-de-makoto-shinkai-tera-trilha-sonora-de-kashiwa-daisuke/</link>
		<comments>http://garagem42.com.br/2013/03/novo-filme-de-makoto-shinkai-tera-trilha-sonora-de-kashiwa-daisuke/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 18:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garagem 42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anime e Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Kashiwa Daisuke]]></category>
		<category><![CDATA[Makoto Shinkai]]></category>
		<category><![CDATA[Post-Rock]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://garagem42.com.br/?p=995</guid>
		<description><![CDATA[Diretor não irá colaborar com Tenmon, da Falcom Sound Team.<br />
Daisuke começou carreira como guitarrista em uma banda de post-rock.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object   type="application/x-shockwave-flash"  data="http://www.youtube.com/v/udDIkl6z8X0?feature=oembed?fs=1"  width="660"  height="371"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/udDIkl6z8X0?feature=oembed?fs=1" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><param name="autoplay" value="false" /><param name="autostart" value="false" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="flashvars" value="" /><a href="http://www.youtube.com/watch?v=udDIkl6z8X0">http://www.youtube.com/watch?v=udDIkl6z8X0</a> </object></p>
<p><strong>Makoto Shinkai</strong>, o &#8216;novo Miyazaki&#8217;, está finalizando a produção do seu próximo filme: &#8220;The Garden of Words&#8221; (<em>Kotonoha no Niwa</em> &#8212; O Jardim das Palavras). A maior novidade do filme está na trilha sonora, composta por <strong>Kashiwa Daisuke</strong>. A estreia do filme deve ocorrer em 31 de maio, e a trilha sonora será lançada em junho.</p>
<p>Shinkai sempre teve <strong>Tenmon</strong> (Atsushi Shirakawa, do Falcom Sound Team jdk) como compositor das músicas de seus trabalhos. O nome de Daisuke é curioso, porque ele até hoje não fez nenhum trabalho marcante em animações ou filmes. Será a primeira trilha sonora completa do músico.</p>
<p>Daisuke começou sua carreira como guitarrista em uma banda de post-rock em 2001. Desde então, seu trabalho solo une eletrônico, ambiente e instrumentos de música clássica  Seu disco &#8220;Program Music I&#8221;, de 2007, inclui a música &#8220;Stella&#8221;, de 35 minutos. (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=OCt_Cl840G4">Ouça um trecho</a>)</p>
<p>Mais recentemente, Daisuke tem colaborado com a Virgin Babylon Records, na qual tem lançado seus discos e fazendo a produção de outros artistas como <strong>World&#8217;s End Girlfriend</strong> e <strong>matryoshka</strong>.</p>
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		<title>Um show de ação e sofrimento no reboot de Tomb Raider</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 17:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garagem 42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Crystal Dynamics]]></category>
		<category><![CDATA[Square Enix]]></category>
		<category><![CDATA[Tomb Raider]]></category>

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		<description><![CDATA[Aventura da Square Enix introduz uma nova e carismática Lara Croft.<br />
Game peca apenas no modo multiplayer, que aceita até 8 jogadores.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_986" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1.jpg"><img class="size-large wp-image-986" alt="Gráficos alinhados, moça alinhada. Agora sim. (Divulgação)" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1-658x370.jpg" width="658" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">Gráficos alinhados, moça alinhada. Agora sim. (Divulgação)</p></div>
<p>A vida da velha e avantajada <strong>Lara Croft</strong> nunca foi um passeio no parque. Depois de estourar no meio dos anos noventa e abocanhar o título de maior musa da história dos jogos, a moça de Londres viu a sua carreira despencar, mais ou menos como uma dessas estrelas adolescentes que terminam afogada nas drogas.</p>
<p>Mas isso foi só até a Square Enix botar as mãos na série e ter a brilhante ideia –”e se a gente começasse tudo do zero”?</p>
<p><b>Tomb Raider</b>, assim mesmo, sem títulos adicionais, chega com a esperança de botar um ponto final na história de peitos, óculos fora de moda e promiscuidade (no melhor dos sentidos) da antiga heroína. O jogo introduz a nova e ingênua Lara Croft, uma jovem arqueóloga que resolveu se enfiar no barro com os seus amigos atrás de glória e riqueza.</p>
<p>A nova versão da moça deixa de lado toda a sexualidade forçada vista nas últimas versões e assume um papel mais puro e inocente, sem apelar para peitos saltando das roupas e shorts constrangedoramente curtos. Mesmo sob queixas dos antigos fãs, que queriam ver mais da versão &#8220;Jolie” de Lara, o que se pode dizer é que esse novo &#8220;eu” da heroína fez muito bem para a série.</p>
<h4>Alguém tem uma aspirina?</h4>
<p>Esqueça as batalhas contra dezenas de marmanjos, das firulas acrobáticas e da arrogância desmedida. A nova Lara Croft é só uma garota que se meteu em uma tremenda roubada. Assim, você vai vê-la chorar, sentir dor, medo e apanhar <i>muito.</i></p>
<p>É como se aquele papo sobre violência contra a mulher tivesse sido esquecido, ou nem sequer existisse. Desde a sua chegada à ilha, a protagonista cai, se corta, se fura, leva tiros, flechadas, mordidas de lobo, sem falar nas constantes (e perturbadoras) tentativas de abuso por parte dos rapazes da seita enfrentada.</p>
<p>Isso tudo desperta um sentimento de pena pela protagonista, fortalecendo os laços do jogador com a heroína. Essa Lara mais humana resulta em uma das experiências mais especiais dos últimos tempos.</p>
<h4>Parece, mas não é</h4>
<p>Olhando superficialmente, Tomb Raider parece um &#8220;troco&#8221; à série <strong>Uncharted</strong>, que tanto &#8220;se inspirou” nos jogos da aventureira para alcançar o estrelato. Para tentar solucionar os mistérios da ilha, Lara sobe montanhas, se pendura em paredes, cordas e salta de abismos para fugir de incêndios e explosões, mais ou menos como Nathan Drake.</p>
<p>A diferença mais significativa fica por conta dos elementos de exploração, tão característicos da série, que não se perderam com esse reboot. Mesmo com o foco voltado para os combates e sobrevivência, as pilhas de artefatos históricos e segredos ainda estão lá, escondidos por todos os cantos, esperando para serem descobertos. Com mais atenção, também dá pra encontrar diversas tumbas recheadas dos bons e velhos puzzles.</p>
<p>Já vivendo à sombra da nova geração de consoles e computadores, Tomb Raider chama atenção pelos gráficos extremamente caprichados. As matas cheias de fachos de iluminação, as cavernas escuras, com a pouca luz das tochas e a própria protagonista, bastante detalhada, destacam o trabalho acima da média dos designers.</p>
<div id="attachment_988" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/3.jpg"><img class="size-large wp-image-988" alt="Ah, o arco, o seu mais fiel e letal companheiro. (Divulgação)" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/3-658x370.jpg" width="658" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">Ah, o arco, o seu mais fiel e letal companheiro. (Divulgação)</p></div>
<h4>A rainha do arco</h4>
<p>A jogabilidade gira em torno na nova arma favorita da musa, o arco e flechas. Conseguido logo nos primeiros minutos de jogo, ele cresce com a personagem, ganhando cada vez mais funções. Ele é tão eficiente, que termina ofuscando as outras armas, que perdem um pouco de sentido.</p>
<p>Todas as armas disponíveis podem ser atualizadas usando os fragmentos encontrados durante a ação. O arco ganha uma corda trançada, flechas inflamáveis e mais algumas mordomias. As armas de fogo ficam mais confiáveis com pentes estendidos, empunhaduras de melhor qualidade e até as divertidas balas incendiárias para a escopeta. Nada que tire o brilho do arco.</p>
<p>Como em um RPG, a personagem ganha pontos de experiência que desbloqueiam novas habilidades, como resistência maior, mais agilidade nos movimentos e mais habilidade no manuseio de armas. Essas evoluções vêm com sutis mudanças na personalidade de Lara, que fica mais confiante e letal com o avanço no jogo.</p>
<div id="attachment_987" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/2.jpg"><img class="size-large wp-image-987" alt="Dor, sangue e suor. Aqui não tem Maria da Penha, meu bem. (Divulgação)" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/2-658x354.jpg" width="658" height="354" /></a><p class="wp-caption-text">Dor, sangue e suor. Aqui não tem Maria da Penha, meu bem. (Divulgação)</p></div>
<h4>Sobrevida de luxo e multiplayer furado</h4>
<p>A Square Enix conseguiu fazer um dos &#8220;pós-jogo” mais geniais do mundo dos jogos. Depois de terminar a campanha principal, o mapa continua aberto para exploração. Você pode vagar pra cima e pra baixo, sem ser incomodado por inimigos. É quase como se a personagem finalmente tivesse a chance de ir atrás de todas aquelas relíquias e tumbas, que foram o real motivo da trágica expedição.</p>
<p>Pra fechar o pacote, ainda sobra espaço pra um modo multiplayer competitivo, que por sua vez aparece como a única grande falha do jogo. A jogabilidade brilhante do modo single player parece não ter sido bem aproveitada, inclusive com algumas mudanças de péssimo gosto. O esperto botão de esquiva, por exemplo, deu lugar a um comando de corrida (com uma das piores animações de todos os tempos). Os mapas carecem de carisma, assim como os personagens, que não têm o mesmo charme da heroína. Tomb Raider podia ter dormido sem essa.</p>
<h4>Missão cumprida</h4>
<p>A Square Enix prometeu renovar a franquia e fez um trabalho espetacular com o novo Tomb Raider. Tanto a nova e brilhante personalidade de Lara, a campanha incrivelmente imersiva e variada, e a combinação de jogabilidade e gráficos de primeira fazem dele um dos melhores jogos dos últimos tempos. Forte candidato a jogo do ano e absolutamente imperdível.</p>
<table>
<tbody>
<tr class="alt">
<th colspan="4">Ficha Técnica</th>
</tr>
<tr>
<td rowspan="7"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/TombRaider2013.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-989" alt="TombRaider Cover" src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/TombRaider2013.jpg" width="256" height="360" /></a></td>
<th>Título</th>
<td style="width: 100%;"><strong>Tomb Raider</strong></td>
<th class="center"><strong>Nota<a href="/avaliacao/"><sup>?</sup></a></strong></th>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Plataforma</th>
<td><strong>PlayStation 3<br />
</strong>Xbox 360<br />
Microsoft Windows</td>
<th class="center">9.5</th>
</tr>
<tr>
<th>Gênero</th>
<td>Aventura</td>
<th class="center">Grau<strong><a href="/avaliacao/"><sup>?</sup></a></strong></th>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Publisher</th>
<td>Square Enix</td>
<th class="center">S</th>
</tr>
<tr>
<th>Desenvolvedor</th>
<td colspan="2">Crystal Dynamics</td>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Lançamento</th>
<td colspan="2">5 de março de 2013</td>
</tr>
<tr>
<th>Jogadores</th>
<td colspan="2">Um jogador / Até 8 on-line</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O grande e mínimo problema da Microsoft com o Windows Phone</title>
		<link>http://garagem42.com.br/2013/03/o-grande-e-minimo-problema-da-microsoft-com-o-windows-phone/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 01:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garagem 42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software e Web]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Windows Phone]]></category>

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		<description><![CDATA[Minimalismo pode facilmente perder a intuitividade.<br />
Aplicativos e a própria Microsoft podem ter dificuldade para seguir 'regra'.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object   type="application/x-shockwave-flash"  data="http://www.youtube.com/v/58ggZeWyGjQ?feature=oembed?fs=1"  width="660"  height="371"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/58ggZeWyGjQ?feature=oembed?fs=1" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><param name="autoplay" value="false" /><param name="autostart" value="false" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="flashvars" value="" /><a href="http://www.youtube.com/watch?v=58ggZeWyGjQ">http://www.youtube.com/watch?v=58ggZeWyGjQ</a> </object></p>
<p>A Microsoft arranjou para si um grande problema com o <strong>Windows Phone</strong>.</p>
<p>Tenho um Lumia 900 em mãos não faz uma semana e, embora eu tivesse visto diversos vídeos do Windows Phone, foi só usando ele um pouco mais que ficou claro um dos maiores desafios da Microsoft na plataforma.</p>
<p>O design <strong>minimalista</strong>.</p>
<p>Trata-se de um desafio imposto pela própria Microsoft. O minimalismo é caracterizado pela eliminação de qualquer elemento dispensável, obtendo o máximo de efeito comunicativo (por parte do design) com o mínimo de esforço. Ou seja, é um design extremamente eficiente.</p>
<p>Dito de outro modo, o design minimalista é aquele em que <strong>o conteúdo é o design</strong>. Ou seja, o próprio texto (quando houver) deve ser parte do design (eis a mágica dos <em>hyperlinks</em>), e imagens, quando existirem, não devem necessitar de rótulos para serem entendidas. E é por isso que mesmo os ícones mais obscuros da interface do Windows Phone (que são quase todos) só são descritos com rótulos quando se aperta no botão &#8220;&#8230;&#8221; da interface.</p>
<div id="attachment_958" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Internet_Explorer_5_on_Windows_98.png"><img class="size-medium wp-image-958" alt="IE5: ícones não dispensavam rótulos." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Internet_Explorer_5_on_Windows_98-320x240.png" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">IE5: ícones não dispensavam rótulos.</p></div>
<p>Não há nenhum problema maior com designs minimalistas. Exceto um: eles são <em><strong>difíceis de ficarem bem feitos</strong></em>. Quanto menos trabalho um design minimalista deu para quem o fez, bem mais trabalho ele vai dar para quem o for utilizar.</p>
<p>É fácil quando se tem pouca informação para organizar &#8211; não é preciso argumentar sobre o minimalismo do design de uma página de livro. Em blogs na web, há designs minimalistas e outros nem tanto (gosto bastante do blog do <a href="http://tomayko.com/">Ryan Tomayko</a> - toda a navegação é também conteúdo).</p>
<p>Da mesma forma, o minimalismo funciona muito bem no Windows Phone. Ou quase: aplicativos de terceiros têm muita dificuldade em compreender o que é esse minimalismo, e insistem em colocar linhas, quadros e cores quando não há necessidade.</p>
<p>Algumas funções do telefone também podem ficar no desconhecimento até que se leia um guia, a ajuda ou algo assim. Não há nada na tela que indique como as coisas funcionam, nem mesmo uma vez. (Quem lembra dos vários avisos de &#8220;dá uma conferida nisso e nisso e nisso&#8230;&#8221; depois da instalação do Windows XP?)</p>
<p>Mas até para a Microsoft fica difícil manter o minimalismo quando você usa, por exemplo, os recursos da rede Microsoft, como o <strong>Outlook.com</strong>.</p>
<div id="attachment_959" class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/outlookcom.jpg"><img class="size-large wp-image-959" alt="Qual o problema com essa página? Ela é horrenda." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/outlookcom-658x301.jpg" width="658" height="301" /></a><p class="wp-caption-text">Qual o problema dessa página? Eu digo que é horrenda, mas, fora isso, pode não ser intuitiva.</p></div>
<p>É possível saber &#8211; só olhando para a interface do Outlook.com &#8211; que o tamanho das colunas é configurável? Que você pode clicar e arrastar para deixá-las do tamanho que quiser? Perceba que não existe nenhum sinal visual para isso e a única divisória é a cor de fundo. É algo que você simplesmente deve concluir passando o mouse por cima delas e vendo o cursor mudar. Não há outra indicação e, diferente de aplicativos no PC, ninguém está acostumado com colunas móveis na web.</p>
<p>Agora imagine quando você estiver em um celular e não houver cursor algum. Você simplesmente fica se perguntando se tem algum gesto, algum toque, que pode fazer mudar as coisas que estão na tela. Você pode se ver apertando em um texto inocente que não é botão, imaginando gestos multitoque que fariam aquilo que você quer, ou simplesmente aceitando que algo realmente não existe.</p>
<p>Outro possível problema é a impressão inicial passada pelo minimalismo &#8212; a de que <em>eu não tenho recurso algum</em>, já que nada é apresentado na tela. Pelo minimalismo, os recursos só devem ser apresentados pelo conteúdo, quando necessários. Mas se eles não forem muito bem apresentados, podem passar despercebidos.</p>
<p>Eis a dificuldade do minimalismo.</p>
<p>A Microsoft resolveu dificultar ainda mais a própria vida querendo fazer do minimalismo um padrão para seus softwares. Desenvolvedoras que usam o Visual Studio já protestaram contra a decisão <a href="http://developers.slashdot.org/story/12/06/07/1344216/microsoft-ignores-usability-with-all-caps-menu-in-visual-studio">pelo uso de letras maiúsculas em menus da interface</a> &#8212; uma decisão que tem tudo a ver com a falta de opções que é criada quando se decide por uma interface minimalista em um lugar que exige o uso de letras maiúsculas (como os títulos de tela do Windows Phone), e em seguida se transpõe essa decisão para software muito mais ricos em recursos.</p>
<p>Se é uma missão impossível, não faço ideia. Acredito que, em interfaces de computador, é a primeira vez que algo nessa escala está sendo feito. Reforça-se aqui que a Apple não tem uma interface homogênea para desktops e celulares, e que o Google nem mesmo controla a interface de todos os celulares com Android, e que o Chrome OS é basicamente um navegador web, que vai interagir com interfaces de terceiros que seguem suas próprias regras.</p>
<p>A Microsoft está solitária nessa empreitada. Resta desejar boa sorte.</p>
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		<item>
		<title>‘Sonic &amp; All-Stars Racing Transformed’ é o Mario Kart da Sega</title>
		<link>http://garagem42.com.br/2013/03/sonic-all-stars-racing-transformed-e-o-mario-kart-da-sega/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 16:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garagem 42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Sega]]></category>
		<category><![CDATA[Sonic]]></category>
		<category><![CDATA[Sumo Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Wii U]]></category>

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		<description><![CDATA[Jogo pega emprestado muitos elementos do clássico da Nintendo.<br />
Característica que dá título ao game é a que mais deixa a desejar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object   type="application/x-shockwave-flash"  data="http://www.youtube.com/v/-ZvSIvxSQT8?feature=oembed?fs=1"  width="660"  height="371"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-ZvSIvxSQT8?feature=oembed?fs=1" /><param name="quality" value="high" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><param name="autoplay" value="false" /><param name="autostart" value="false" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="flashvars" value="" /><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-ZvSIvxSQT8">http://www.youtube.com/watch?v=-ZvSIvxSQT8</a> </object></p>
<p>Há alguns bons anos, criatividade não é o que se pode chamar de &#8220;lema&#8221; da Sega. A decadência da empresa, tanto nos consoles quanto nas próprias franquias criou um incômodo status de &#8220;fracasso&#8221; para tudo o que os japoneses tocam.</p>
<p>Na tentativa de quebrar essa maldição, a Sega convocou novamente a Sumo Digital para tentar a sorte em uma sequência do pouco carismático Sonic &amp; Sega All Stars Racing, lançado em 2010.</p>
<h4>Cara de um&#8230;</h4>
<p>À primeira vista, <strong>Sonic &amp; All-Stars Racing Transformed</strong>, assim como o seu antecessor, parece mais um daqueles clones safados de Mario Kart. O jogo enfia um monte de personagens de procedência duvidosa em corridinhas casuais regadas a versões genéricas de cascos, bananas e afins.</p>
<div id="attachment_963" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/sonic-gamepad-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-963" alt="No Wii U, um dos jogadores pode utilizar somente a tela do Gamepad." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/sonic-gamepad-01-320x208.jpg" width="320" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">No Wii U, um dos jogadores pode utilizar somente a tela do Gamepad. (Foto: Murilo Molina/G42)</p></div>
<p>Como se já não fosse o bastante, o jogo &#8220;empresta&#8221; toda aquela mecânica multiveículos vista no saudoso <em>Diddy Kong Racing</em>, lançado para Nintendo 64 no longínquo ano de 1997. Como o título sugere, isso resulta em carrinhos podem se transformar em lanchas e aviões, dependendo da situação proposta pelas pistas, que também são mutantes.</p>
<p>Pode parecer muito estranho, quase hipócrita, mas apesar de toda a falta de vergonha na cara, <strong>Transformed</strong> está longe de ser um jogo ruim, principalmente quando se leva em conta os últimos lançamentos da Sega.</p>
<h4>Mario Kart 2.0</h4>
<p>Na parte de jogabilidade, as influências de Mario Kart estão mais presentes do que nunca. Os comandos precisos e um sistema de boost honesto colocam a experiência no mesmo patamar de Mario Kart 7, exclusivo do 3DS, e muito acima de Mario Kart Wii, a versão mais recente para consoles de mesa.</p>
<p>As variações de veículos não fazem muito, além de batizar o jogo. Mesmo com cara de novidade, as transformações são basicamente perfumarias que deixam a jogabilidade um pouco mais molenga e desajeitada, como se tivessem sido inseridas para chatear um pouquinho durante as corridas.</p>
<p>Bem mais discretos do que as avalanches e terremotos que detonam as pistas em Motorstorm Apocalypse, os eventos que transformar os trajetos de Transformed não deixam de ser interessantes. Isso abre caminho para montes de referências aos velhos jogos da Sega, como as fases que misturam água e terra de Sonic 2 ou o colossal porta aviões de After Burner, com todos os três elementos.</p>
<h4>Abrindo o baú de amiguinhos da Sega</h4>
<p>Falando em referências, esse é o quesito que coroa Sonic &amp; All-Stars Racing Transformed. Basta poucos minutos na frente do jogo pra captar dezenas de pequenas alusões a clássicos da empresa. Isso sem falar nas pistas, que são enormes homenagens aos jogos da Sega.</p>
<p>Além do velho modo Grand Prix, Sonic &amp; All-Stars Racing Transformed ainda traz o novo modo Grand Prix, que mistura corridas avulsas com alguns desafios, como campeonatos de drift e provas multiplayer. Avançando por ele, você desbloqueia novas pistas, personagens e até &#8220;configurações&#8221; para os carros, que podem trocar um pouco de aceleração por uma dirigibilidade mais amigável, por exemplo.</p>
<p>O pacote é fechado por um multiplayer online não-tão-bom e uma versão Split screen que permite até quatro jogadores simultâneos nas versões para 360, PS3 e PC, e cinco no WiiU, sendo que um deles participa da brincadeira usando exclusivamente a tela do Game Pad.</p>
<h4>Última volta</h4>
<p>Mesmo passando longe dos dias dourados da Sega, Sonic &amp; All-Stars Racing Transformed é um bom jogo de corrida casual. Se você é uma das viúvas dos bons tempos do Sonic e seus amigos, vale a pena dar aquela jogada.</p>
<div id="attachment_964" class="wp-caption aligncenter" style="width: 640px"><a href="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/sonic-gamepad-02.jpg"><img class="size-full wp-image-964" alt="Outra opção é manter um mapa da corrida no Gamepad." src="http://garagem42.com.br/wp-content/uploads/2013/03/sonic-gamepad-02.jpg" width="640" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Outra opção é manter um mapa da corrida no Gamepad. (Foto: Murilo Molina/G42)</p></div>
<table>
<tbody>
<tr class="alt">
<th colspan="3">Ficha Técnica</th>
</tr>
<tr>
<th>Título</th>
<td><strong>Sonic &amp; All-Stars Racing Transformed</strong></td>
<th class="center"><strong>Nota<a href="/avaliacao/"><sup>?</sup></a></strong></th>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Plataforma</th>
<td>PlayStation 3 / Xbox 360 / Microsoft Windows / <strong>Wii U</strong> / 3DS / iOS</td>
<th class="center">7.5</th>
</tr>
<tr>
<th>Gênero</th>
<td>Corrida</td>
<th class="center">Grau<strong><a href="/avaliacao/"><sup>?</sup></a></strong></th>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Publisher</th>
<td>Sega</td>
<th class="center">B</th>
</tr>
<tr>
<th>Desenvolvedor</th>
<td colspan="2">Sumo Digital</td>
</tr>
<tr class="alt">
<th>Lançamento</th>
<td colspan="2">16 de Novembro de 2012</td>
</tr>
<tr>
<th>Jogadores</th>
<td colspan="2">Até 4 jogadores local / 5 no Wii U / até 10 no Multiplayer Online</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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