<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0">
<channel>
<title>GasNet - O site do Gás Natural e GNV - Últimas Notícias</title>
<link>http://www.gasnet.com.br</link>
<description>GasNet, o primeiro e mais completo site sobre Gás Natural e GNV.</description>
<language>pt-br</language>
<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/GasNet_Express" /><feedburner:info uri="gasnet_express" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item>
<title>Leilão do pré-sal é antecipado para outubro</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/WqnAD6IZmHg/15287</link>
<description>&lt;div id="janela-mais-lidas" class="janela" title="Mais Lidas" style="width: 315px; float: right"&gt;
&lt;div class="lm"&gt;
&lt;div class="tm"&gt;
&lt;div class="bm"&gt;
&lt;div class="rm"&gt;
&lt;div class="lt"&gt;
&lt;div class="rt"&gt;
&lt;div class="bl"&gt;
&lt;div class="br"&gt;
&lt;div class="fd_content"&gt;
&lt;div style="padding-bottom: 12px; padding-left: 15px; padding-right: 10px; padding-top: 0px"&gt;
&lt;div class="relative separador-x" style="padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 6px"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separador-y bloco-leitura-noticia"&gt;
&lt;div class="bloco-foto-noticia"&gt;&lt;img class="foto-noticia" title="Leil&amp;atilde;o do pr&amp;eacute;-sal &amp;eacute; antecipado para outubro" alt="Leil&amp;atilde;o do pr&amp;eacute;-sal &amp;eacute; antecipado para outubro" src="http://www.tnpetroleo.com.br/media/cache/e9/27/e92780c531b2de06df340dfb657bf805.jpg" width="554" height="380" /&gt;
&lt;div class="clear-both"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 5px"&gt;&lt;img alt="Campo leiloado ser&amp;aacute; o de Libra. Arte: TN Petr&amp;oacute;leo" src="http://www.tnpetroleo.com.br/static/css/layout/noticia/foto.gif" style="vertical-align: middle" /&gt; &lt;span class="cor_azul"&gt;Campo leiloado ser&amp;aacute; o de Libra. Arte: TN Petr&amp;oacute;leo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;div id="_mcePaste" style="position: absolute; text-align: justify; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px"&gt;A realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da 1&amp;ordf; rodada de licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o sob regime de partilha na &amp;aacute;rea de petr&amp;oacute;leo do pr&amp;eacute;-sal foi antecipada para outubro. A autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi dada pelo Conselho Nacional de Pol&amp;iacute;tica Energ&amp;eacute;tica, e o texto foi publicado no Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o desta quinta-feira (23). A ag&amp;ecirc;ncia Nacional do Petr&amp;oacute;leo, G&amp;aacute;s Natural e Bicombust&amp;iacute;veis havia anunciado o leil&amp;atilde;o para novembro.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste" style="position: absolute; text-align: justify; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px"&gt;A &amp;aacute;rea ofertada ser&amp;aacute; a de Libra, localizada no pr&amp;eacute;-sal da Bacia de Santos. Com descoberta anunciada em 2010, a regi&amp;atilde;o situa-se a 183 km da costa do Rio de Janeiro, em l&amp;acirc;mina d&amp;acute;&amp;aacute;gua de 1.964 m. A expectativa &amp;eacute; de que o campo tenha at&amp;eacute; cerca de 15 bilh&amp;otilde;es de barris de petr&amp;oacute;leo recuper&amp;aacute;veis, segundo a ANP, em 2010.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste" style="position: absolute; text-align: justify; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px"&gt;O leil&amp;atilde;o ser&amp;aacute; feito sob o regime de partilha, legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2010 que elevou o controle estatal sobre as reservas nas bacias de Campos e Santos. A ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime de partilha da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao de concess&amp;otilde;es, faz com que o estado fique com uma parcela da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica em cada campo de petr&amp;oacute;leo.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste" style="position: absolute; text-align: justify; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px"&gt;A empresa paga um b&amp;ocirc;nus &amp;agrave; Uni&amp;atilde;o ao assinar o contrato e faz a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o por sua conta e risco. Se achar petr&amp;oacute;leo, ser&amp;aacute; remunerada em petr&amp;oacute;leo pela Uni&amp;atilde;o por seus custos. Al&amp;eacute;m disso, receber&amp;aacute; mais uma parcela, que &amp;eacute; seu ganho. O restante fica para a Uni&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste" style="position: absolute; text-align: justify; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px"&gt;Nesse modelo, como a Uni&amp;atilde;o tem a propriedade do petr&amp;oacute;leo ap&amp;oacute;s a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, precisa transport&amp;aacute;-lo e depois refin&amp;aacute;-lo, estoc&amp;aacute;-lo ou vend&amp;ecirc;-lo; pode ainda contratar empresas para realizar isso, remunerando-as, e receber delas o dinheiro proveniente da venda.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste" style="position: absolute; text-align: justify; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px"&gt;No regime de concess&amp;otilde;es as empresas ficam com todo o petr&amp;oacute;leo, mas pagam taxas que variam de acordo com o volume da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os pre&amp;ccedil;os internacionais do petr&amp;oacute;leo. Ou seja, a Uni&amp;atilde;o leiloa o direito de explorar &amp;aacute;reas a empresas, que pagam um valor inicial, que depende do risco que correm com a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste" style="position: absolute; text-align: justify; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px"&gt;No modelo de concess&amp;atilde;o, o governo n&amp;atilde;o precisa ter estruturas para transporte e venda de petr&amp;oacute;leo, por exemplo, concentrando-se apenas em fiscalizar o pagamento de impostos e outras taxas.&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A Ag&amp;ecirc;ncia Nacional do Petr&amp;oacute;leo, G&amp;aacute;s Natural e Biocombust&amp;iacute;veis (ANP) anunciou a antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da 1&amp;ordf; rodada de licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pr&amp;eacute;-sal, que aconteceria em novembro, para a segunda semana de outubro, devido a sua grande import&amp;acirc;ncia, de acordo com a ag&amp;ecirc;ncia reguladora.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A ANP vai ofertar o prospecto de Libra, localizado a 183 km da costa do Rio de Janeiro, em l&amp;acirc;mina d&amp;acute;&amp;aacute;gua de 1.964 m, no pr&amp;eacute;-sal da Bacia de Santos. A ideia da ANP &amp;eacute; realizar o leil&amp;atilde;o em Bras&amp;iacute;lia, para ter a presen&amp;ccedil;a da presidente Dilma Rouseff.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Com bases nos dados s&amp;iacute;smicos em 3D obtidos pela ag&amp;ecirc;ncia ainda no m&amp;ecirc;s de maio, a expectativa &amp;eacute; de que o campo tenha de 26 a 42 bilh&amp;otilde;es de barris na sua totalidade, sendo que desse valor, o volume de &amp;oacute;leo recuper&amp;aacute;vel &amp;eacute; de 30% desse valor, ou seja, deve ser entre oito e 12 bilh&amp;otilde;es de barris.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A diretora geral da ANP, Magda Chambriard, disse que esse &amp;eacute; um campo pujante. &amp;ldquo;Libra &amp;eacute; um prospecto muito grande e muito diferente de tudo que t&amp;iacute;nhamos at&amp;eacute; agora&amp;rdquo;, afirmou. &amp;ldquo;Em 30 anos trabalhando no setor de petr&amp;oacute;leo, nunca vi uma licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse tamanho. O leil&amp;atilde;o do pr&amp;eacute;-sal vai chamar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mundo todo&amp;rdquo;, completou. Para se ter ideia do tamanho do prospecto, o campo de Marlim, maior produtor do pa&amp;iacute;s, tem um volume recuper&amp;aacute;vel de 2 bilh&amp;otilde;es de barris, isso quer dizer que Libra &amp;eacute; no m&amp;iacute;nimo quatro vezes maior.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O leil&amp;atilde;o ser&amp;aacute; feito sob o regime de partilha, com a Petrobras como operadora com 30% de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima e s&amp;oacute;cia de todos os campos. A ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime de partilha da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao de concess&amp;otilde;es, faz com que o estado fique com uma parcela da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica em cada campo de petr&amp;oacute;leo. Os contratos de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o de 35 anos improrrog&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Com o novo modelo, a empresa paga um b&amp;ocirc;nus &amp;agrave; Uni&amp;atilde;o ao assinar o contrato e faz a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o por sua conta e risco. Se achar petr&amp;oacute;leo, ser&amp;aacute; remunerada em petr&amp;oacute;leo pela Uni&amp;atilde;o por seus custos. Al&amp;eacute;m disso, receber&amp;aacute; mais uma parcela, que &amp;eacute; seu ganho. O restante fica para a Uni&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Para a diretora da ANP, a expectativa do mercado &amp;eacute; grande e as principais empresas do setor de &amp;oacute;leo e g&amp;aacute;s devem participar do leil&amp;atilde;o, inclusive as aguardadas chinesas e japonesas. Ainda de acordo com Magda Chambriard, os pr&amp;oacute;ximos leil&amp;otilde;es do pr&amp;eacute;-sal ser&amp;atilde;o feitos pelo menos de dois em dois anos, sendo assim, somente teremos novos leil&amp;otilde;es em 2015.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/WqnAD6IZmHg" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 24 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15287</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Mercado espera 1º leilão de gás natural</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/iUsLq3DHeBo/15286</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Tamb&amp;eacute;m conhecido como shale gas ou g&amp;aacute;s de xisto, esse &amp;eacute; o combust&amp;iacute;vel que tem colaborado decisivamente para tirar os Estados Unidos da acirrada crise de energia que j&amp;aacute; se arrasta h&amp;aacute; mais de meia d&amp;eacute;cada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;No ambiente dom&amp;eacute;stico as expectativas tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o promissoras. &amp;ldquo;O Brasil tamb&amp;eacute;m poder&amp;aacute; ser um case de sucesso no shale gas&amp;rdquo;, disse Maria Alice Doria, s&amp;oacute;cia fundadora do Doria, Jacobina e Gondinho Advogados e especialista nas &amp;aacute;reas de Direito Ambiental e Petr&amp;oacute;leo e G&amp;aacute;s, durante a 10&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Gas Summit Latin America 2013.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;O evento organizado no Rio de Janeiro pela International Business Communications (IBC). reuniu os principais especialistas e executivos do setor para discutir a oferta de g&amp;aacute;s natural para a ind&amp;uacute;stria e para a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de energia, livre comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, expans&amp;atilde;o da rede de gasodutos e desonera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor, al&amp;eacute;m da explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do shale gas na Am&amp;eacute;rica Latina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Potencial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;N&amp;atilde;o se sabe ainda exatamente qual o potencial das reservas brasileiras de g&amp;aacute;s de xisto. No pa&amp;iacute;s, j&amp;aacute; foi descoberto no Paran&amp;aacute; (atualmente, &amp;uacute;nico lugar em que h&amp;aacute; explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o), na Bacia do Rio S&amp;atilde;o Francisco e estima-se boas reservas nas bacias do Acre, Parecis, Sergipe-Alagoas, Parna&amp;iacute;ba e do Rec&amp;ocirc;ncavo, &amp;aacute;reas que possivelmente ser&amp;atilde;o alvos da 12a Rodada de Licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional do Petr&amp;oacute;leo, G&amp;aacute;s Natural e Biocombust&amp;iacute;veis (ANP).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Pelos dados atuais, o Brasil est&amp;aacute; na d&amp;eacute;cima coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ranking de pa&amp;iacute;ses com as maiores reservas, mas proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es indicam que elas podem ter mais do que o dobro do tamanho atual e estar entre as cinco maiores do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Riscos do investimento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Maria Alice ressaltou, contudo, que faltam regras espec&amp;iacute;ficas para explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; lei dispondo sobre o assunto, nem do ponto de vista regulat&amp;oacute;rio nem do ambiental. Se n&amp;atilde;o h&amp;aacute; regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ent&amp;atilde;o h&amp;aacute; chances que tudo seja feito de forma emp&amp;iacute;rica e caso a caso, adotando-se a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual no que for poss&amp;iacute;vel&amp;rdquo;, afirmou. O que pode colocar em risco a decis&amp;atilde;o de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;investimentos no Brasil em um momento em que o mundo todo volta a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para este mercado, que est&amp;aacute; sendo visto globalmente como uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o problema energ&amp;eacute;tico. &amp;ldquo;Nesse cen&amp;aacute;rio, o licenciamento feito pode ser questionado e sofrer judicializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, ressalta a advogada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;O shale gas &amp;eacute; denominado como n&amp;atilde;o convencional porque o g&amp;aacute;s est&amp;aacute; em reservat&amp;oacute;rios de dif&amp;iacute;cil acesso e a extra&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige tecnologia diferenciada e avan&amp;ccedil;ada e embute maior risco quando comparada ao g&amp;aacute;s de reservat&amp;oacute;rio convencional. No entanto, o insumo vem sendo explorado com sucesso em alguns pa&amp;iacute;ses, como os Estados Unidos, onde j&amp;aacute; responde por mais de 35% do total de g&amp;aacute;s produzido e a sua explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o resultou em um pre&amp;ccedil;o mais baixo do insumo de maneira geral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&amp;ldquo;Esse g&amp;aacute;s est&amp;aacute; reerguendo os Estados Unidos da crise, pois ele &amp;eacute; barato e algumas ind&amp;uacute;strias americanas est&amp;atilde;o trocando seu combust&amp;iacute;vel para g&amp;aacute;s natural n&amp;atilde;o convencional. Com isso, os pre&amp;ccedil;os de seus produtos est&amp;atilde;o mais competitivos e ganhando a concorr&amp;ecirc;ncia mundial&amp;rdquo;, explicou Maria Alice que tem quase 30 anos de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, entre outros trabalhos, colaborou com a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Plano de Gest&amp;atilde;o Ambiental da Petrobras e no licenciamento ambiental do Gasoduto Bol&amp;iacute;via-Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Tal competitividade das empresas americanas est&amp;aacute; expl&amp;iacute;cita nos pre&amp;ccedil;os: l&amp;aacute; o g&amp;aacute;s convencional custa em torno de US$ 3 o milh&amp;atilde;o de BTU, valor que no Brasil est&amp;aacute; na faixa de US$ 12.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;F&amp;oacute;rmula norte-americana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Para Maria Alice, o Brasil com certeza n&amp;atilde;o repetir&amp;aacute; a f&amp;oacute;rmula norte-americana, porque suas realidades s&amp;atilde;o completamente distintas. &amp;ldquo;Primeiramente, a geologia americana j&amp;aacute; &amp;eacute; muito conhecida e objeto de estudos h&amp;aacute; muitas d&amp;eacute;cadas. A brasileira n&amp;atilde;o e precisaremos despender tempo e recursos para tal fim. Em segundo lugar, a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dois pa&amp;iacute;ses &amp;eacute; muito diferente no que se refere a quest&amp;atilde;o ambiental&amp;rdquo;, comentou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;As normas ambientais brasileiras s&amp;atilde;o reconhecidas como uma das mais restritivas e exigem o licenciamento pr&amp;eacute;vio de atividades potencialmente poluidoras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&amp;ldquo;No Brasil, o uso da &amp;aacute;gua est&amp;aacute; sujeito ao regime de outorga estadual. Temos tamb&amp;eacute;m a Lei da Pol&amp;iacute;tica Nacional de Res&amp;iacute;duos S&amp;oacute;lidos e a Lei do Clima, que obriga todo e qualquer empreendimento a cumprir com os procedimentos ali estabelecidos&amp;rdquo;, complementou a advogada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Outra diferen&amp;ccedil;a relevante, segundo disse, diz respeito a propriedade do subsolo, que no Brasil pertence &amp;agrave; Uni&amp;atilde;o, que det&amp;eacute;m monop&amp;oacute;lio de to&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;dos os recursos naturais e, portanto, sujeito &amp;agrave;s suas regras de licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e concess&amp;atilde;o. &amp;ldquo;Al&amp;eacute;m disso, temos de colocar nessa conta o atraso do Brasil em termos de infra-estrutura para escoar todo o g&amp;aacute;s que ser&amp;aacute; produzido&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;China, Argentina, R&amp;uacute;ssia, Austr&amp;aacute;lia e Pol&amp;ocirc;nia s&amp;atilde;o os pa&amp;iacute;ses que mais t&amp;ecirc;m shale gas, apontou a advogada, observando que Fran&amp;ccedil;a, Alemanha e Inglaterra tamb&amp;eacute;m possuem reservas potenciais, mas proibiram a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o por conta dos riscos de contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o poucos sem um controle muito r&amp;iacute;gido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Desafios ambientais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de shale gas &amp;eacute; decorrente de que Xisto &amp;eacute; o nome darochaescuraque &amp;ldquo;aprisiona&amp;rdquo; esse g&amp;aacute;s em seu interior. E uma rocha de baix&amp;iacute;ssima porosidade, n&amp;atilde;o perme&amp;aacute;vel, onde o g&amp;aacute;s produzido h&amp;aacute; milh&amp;otilde;es de anos ficou preso em seu interior, sem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de escape, como ocorre com o outro g&amp;aacute;s natural e o petr&amp;oacute;leo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&amp;ldquo;Tanto o petr&amp;oacute;leo como o g&amp;aacute;s natural que conhecemos s&amp;atilde;o gerados numa rocha tamb&amp;eacute;m, mas mais porosa e por isso migra para o exterior formando os reservat&amp;oacute;rios&amp;rdquo;, explicou Maria Alice. Ou seja, &amp;eacute; um g&amp;aacute;s natural e o que muda, e complica a extra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; apenas o local onde est&amp;aacute; armazenado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&amp;Eacute; preciso quebrar a rocha para que o g&amp;aacute;s se desprenda e saia pela tubula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;E a&amp;iacute; &amp;eacute; que est&amp;aacute; toda a quest&amp;atilde;o ambiental: para quebrar a rocha por dentro foi desenvolvida uma nova tecnologia (a partir da d&amp;eacute;cada de 1990) chamada &amp;lsquo;fra-turamento hidr&amp;aacute;ulico&amp;rsquo;, que consiste em injetar muita &amp;aacute;gua, areia e produtos qu&amp;iacute;micos&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Fraturamento hidr&amp;aacute;ulico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Segundo a advogada, o fraturamento hidr&amp;aacute;ulico ser&amp;aacute;, com certeza, visto com desconfian&amp;ccedil;a por alguns setores. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o podemos dizer que seja uma ind&amp;uacute;stria socialmente aceita como &amp;eacute; nos Estados Unidos. Aqui, a simples presen&amp;ccedil;a de torres de transmiss&amp;atilde;o de energia el&amp;eacute;trica pr&amp;oacute;xima a resid&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceita pela popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o vizinha. Conviver com a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma torre de um po&amp;ccedil;o em constante atividade extrativa ser&amp;aacute; um desafio cultural a ser enfrentado&amp;rdquo;, observa Maria Alice.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Por isso, a especialista aconselha: ser&amp;aacute; necess&amp;aacute;rio um profundo conhecimento dos reservat&amp;oacute;rios e de suas particularidades, bem como in&amp;uacute;meros testes pr&amp;eacute;vios. &amp;ldquo;Ser&amp;aacute; necess&amp;aacute;rio tamb&amp;eacute;m transpar&amp;ecirc;ncia e divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas ao processo, como um todo, em especial quanto &amp;agrave;s solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es tecnol&amp;oacute;gicas utilizadas pela ind&amp;uacute;stria do fraturamento hidr&amp;aacute;ulico para que as pessoas possam se sentir mais confort&amp;aacute;veis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/iUsLq3DHeBo" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 24 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15286</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Gás veicular está 8% mais caro a partir de 22/05 em Minas</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/Lzp62Koz5Gs/15285</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; font: 14px Arial, 'Trebuchet MS'; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;nelrmyw&gt;&lt;/nelrmyw&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;partir de 22/05, abastecer o ve&amp;iacute;culo com G&amp;aacute;s Natural Veicular (GNV) est&amp;aacute; 8% mais caro em Minas Gerais. O reajuste do g&amp;aacute;s natural foi publicado na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (21/05) pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico de Minas Gerais e &amp;eacute; v&amp;aacute;lido, tamb&amp;eacute;m, para o setor industrial, embora em percentuais menores. Ainda assim, abastecer com o GNV &amp;eacute; mais vantajoso comparado &amp;agrave;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hwPal1621745642.hwShow(event, this, &amp;quot;gasolina&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;solid&amp;quot;;" onmouseout="if(!true_view)hwPal1621745642.hideMaybe(this, &amp;quot;gasolina&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;dotted 1px&amp;quot;;" onclick="hwPal1621745642.hwClqnaj(&amp;quot;gasolina&amp;quot;);return false;" href="http://www.hojeemdia.com.br/noticias/economia-e-negocios/gas-veicular-esta-8-mais-caro-a-partir-desta-quarta-em-minas-1.126240#" rel="nofollow" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0,102,0); text-decoration: underline"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;gasolina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; font: 14px Arial, 'Trebuchet MS'; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;nelrmyw&gt;&lt;/nelrmyw&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;De acordo com a Companhia de G&amp;aacute;s de Minas Gerais (Gasmig), o reajuste teve influ&amp;ecirc;ncia do custo de log&amp;iacute;stica, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do aumento dos gastos com o transporte entre&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hwPal1621745642.hwShow(event, this, &amp;quot;Rio de Janeiro&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;solid&amp;quot;;" onmouseout="if(!true_view)hwPal1621745642.hideMaybe(this, &amp;quot;Rio de Janeiro&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;dotted 1px&amp;quot;;" onclick="hwPal1621745642.hwClqnaj(&amp;quot;Rio de Janeiro&amp;quot;);return false;" href="http://www.hojeemdia.com.br/noticias/economia-e-negocios/gas-veicular-esta-8-mais-caro-a-partir-desta-quarta-em-minas-1.126240#" rel="nofollow" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0,102,0); text-decoration: underline"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e Belo Horizonte, e teve como base o &amp;Iacute;ndice Geral de Pre&amp;ccedil;os do Mercado (IGP-M).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; font: 14px Arial, 'Trebuchet MS'; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;nelrmyw&gt;&lt;/nelrmyw&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Como justificativa para o salto de 8% no GNV, al&amp;eacute;m do custo com transporte, a Gasmig citou a dificuldade em manter o pre&amp;ccedil;o da tarifa de acordo com as pol&amp;iacute;ticas de incentivo. &amp;ldquo;Os leil&amp;otilde;es da Petrobras que permitiam&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hwPal1621745642.hwShow(event, this, &amp;quot;adquirir&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;solid&amp;quot;;" onmouseout="if(!true_view)hwPal1621745642.hideMaybe(this, &amp;quot;adquirir&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;dotted 1px&amp;quot;;" onclick="hwPal1621745642.hwClqnaj(&amp;quot;adquirir&amp;quot;);return false;" href="http://www.hojeemdia.com.br/noticias/economia-e-negocios/gas-veicular-esta-8-mais-caro-a-partir-desta-quarta-em-minas-1.126240#" rel="nofollow" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0,102,0); text-decoration: underline"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;adquirir&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;o GNV por um pre&amp;ccedil;o muito menor do que o que consta nos contratos acabaram em dezembro e n&amp;atilde;o conseguimos conter o aumento&amp;rdquo;, informou a assessoria de imprensa por meio de nota.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; font: 14px Arial, 'Trebuchet MS'; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A Gasmig d&amp;aacute; prazo de dois dias aos postos para que as bombas sejam ajustadas ao novo pre&amp;ccedil;o, mas n&amp;atilde;o acredita no repasse integral do reajuste aos consumidores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; font: 14px Arial, 'Trebuchet MS'; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&amp;ldquo;Ainda n&amp;atilde;o sei quanto vai ser reajustado, mas o total n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; de uma vez, porque os motoristas que j&amp;aacute; est&amp;atilde;o acostumados sentem a diferen&amp;ccedil;a, mesmo o g&amp;aacute;s sendo o combust&amp;iacute;vel mais barato e mais compensador do que a gasolina&amp;rdquo; afirmou o propriet&amp;aacute;rio do posto de GNV iG&amp;aacute;s Rosibela, Levi Monteiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; font: 14px Arial, 'Trebuchet MS'; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;strong&gt;Prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; font: 14px Arial, 'Trebuchet MS'; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A campanha &amp;ldquo;Vou no G&amp;aacute;s&amp;rdquo;, da Gasmig, que d&amp;aacute; b&amp;ocirc;nus e descontos para quem faz a convers&amp;atilde;o do ve&amp;iacute;culo para o GNV ou compra de um novo j&amp;aacute; adaptado, seria encerrada em agosto, mas foi prorrogada para o mesmo m&amp;ecirc;s do ano que vem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; font: 14px Arial, 'Trebuchet MS'; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/Lzp62Koz5Gs" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 24 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15285</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Petrobras: Investimento menor para gás e energia</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/jd2afxl031k/15284</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;O valor do plano atual corresponde a 4% dos aportes estimados para o per&amp;iacute;odo, que totalizam US$236,7 bilh&amp;otilde;es. No plano anterior, que totalizava praticamente o mesmo montante (US$236,5 bilh&amp;otilde;es), a destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos para g&amp;aacute;s e energia correspondia a 5,8% do total do plano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Segundo a Petrobras, os projetos em implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o segmento totalizam US$5,9 bilh&amp;otilde;es, o que corresponde a 3% de um total de US$207,1 bilh&amp;otilde;es. Os recursos servir&amp;atilde;o, entre outras utilidades, para a conclus&amp;atilde;o da Usina Termel&amp;eacute;trica Baixada Fluminense (530MW).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Entre as iniciativas que est&amp;atilde;o sendo avaliadas, que somam US$21,6 bilh&amp;otilde;es, cerca de US$4 bilh&amp;otilde;es, ou 13% do total, s&amp;atilde;o destinados para g&amp;aacute;s e energia. A empresa n&amp;atilde;o detalhou quais ser&amp;atilde;o os projetos que ter&amp;atilde;o prefer&amp;ecirc;ncia. No antigo plano, a companhia fazia a ressalva de que novos projetos termel&amp;eacute;tricos dependiam da disponibilidade de g&amp;aacute;s natural e da competitividade da fonte nos pr&amp;oacute;ximos leil&amp;otilde;es de energia nova. Esta ressalva, por&amp;eacute;m, n&amp;atilde;o consta no novo plano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;strong style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font-family: inherit; font-size: 12px; vertical-align: baseline; border-top: 0px; font-weight: bold; border-right: 0px; padding-top: 0px"&gt;Companhia estuda aportes em shale gas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A presidente da Petrobras, Maria das Gra&amp;ccedil;as Foster, afirmou, em mar&amp;ccedil;o, que a companhia est&amp;aacute; realizando um trabalho multidisciplinar para avaliar a viabilidade de realizar investimentos na explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s de xisto (shale gas). O Governo Federal dever&amp;aacute; realizar uma rodada especial para licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos blocos de g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o-convencional em outubro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;De acordo com Gra&amp;ccedil;a Foster, a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s onshore (em terra) j&amp;aacute; era estudada pela companhia por meio do Programa Onshore de G&amp;aacute;s Natural (PRON-G&amp;Aacute;S), lan&amp;ccedil;ado no in&amp;iacute;cio do ano,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;strong style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font-family: inherit; font-size: 12px; vertical-align: baseline; border-top: 0px; font-weight: bold; border-right: 0px; padding-top: 0px"&gt;Estatal pode avaliar venda de PCHs&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A presidente da Petrobras, Maria das Gra&amp;ccedil;as Foster, afirmou, em abril, durante encontro com empres&amp;aacute;rios paulistas, que a empresa pode avaliar a venda de sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em pequenas centrais hidrel&amp;eacute;tricas (PCH) como parte de seu projeto de desinvestimentos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&amp;ldquo;Claro que ativos internacionais t&amp;ecirc;m mais chance de serem vendidos. No Brasil, temos que avaliar. As hidrel&amp;eacute;tricas, por exemplo, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o o nosso neg&amp;oacute;cio principal, mas t&amp;ecirc;m um rendimento interessante. Temos que avaliar&amp;rdquo;, afirmou. A Petrobras, explicou Gra&amp;ccedil;a Foster, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;dever&amp;aacute; focar na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo, g&amp;aacute;s e fertilizantes. Todos os projetos paralelos ser&amp;atilde;o constantemente avaliados. A estrat&amp;eacute;gia de desinvestimentos da companhia prev&amp;ecirc; a venda de US$9,9 bilh&amp;otilde;es em ativos, segundo o Plano de Neg&amp;oacute;cios 2013-2017.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A companhia &amp;eacute; dona de participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em 15 PCHs, que est&amp;atilde;o espalhadas por Esp&amp;iacute;rito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goi&amp;aacute;s, somando 146,2MW.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Ap&amp;oacute;s a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Plano de Neg&amp;oacute;cios, em mar&amp;ccedil;o, rumores de mercado &lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;apontavam que a Petrobras poderia colocar suas termel&amp;eacute;tricas &amp;agrave; venda, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;mas esse trabalho multidisciplinar tem o objetivo, segundo ela, de &amp;ldquo;tornar mais c&amp;eacute;lere&amp;rdquo; a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a exist&amp;ecirc;ncia e a potencialidade da acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s de xisto no Brasil. &amp;ldquo;A prioridade de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o est&amp;aacute; definida porque sua exist&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o foi provada&amp;rdquo;, disse. (MD)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;No evento, o diretor de G&amp;aacute;s e Energia, Jos&amp;eacute; Alcides Santoro, afirmou que a demanda por g&amp;aacute;s deve aumentar em torno de 27% at&amp;eacute; 2017. &amp;ldquo;A demanda de g&amp;aacute;s deve ser impulsionada principalmente por conta do aumento do consumo das t&amp;eacute;rmicas. Em 2017, a Petrobras pretende ampliar em 72% a oferta de g&amp;aacute;s natural ao mercado e em 52% a oferta por meio de terminais de regaseifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de G&amp;aacute;s Natural Liquefeito (GNL).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/jd2afxl031k" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 24 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15284</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Brasil recebe carga de GNL da Nigéria</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/oxNZ3SzQuaE/15283</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;O GNL Lagos, com uma capacidade de 122.255 metros c&amp;uacute;bicos, chegou em 19 maio no Rio de Janeiro e ir&amp;aacute; descarregar sua carga em 26 de maio, de acordo com transmiss&amp;otilde;es captadas por IHS Fairplay no Bloomberg. O petroleiro partiu da Nig&amp;eacute;ria LNG Ltd. Bonny Ilha terminal, onde carregou o g&amp;aacute;s natural super-resfriado em 4 de maio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Um funcion&amp;aacute;rio da Petrobras em Houston e Kudo Eresia-Eke, um porta-voz em Abuja na Nig&amp;eacute;ria LNG, n&amp;atilde;o responderam imediatamente a e-mails buscando coment&amp;aacute;rios fora do hor&amp;aacute;rio normal de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A mais seca esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o chuvosa do Brasil em uma d&amp;eacute;cada, reduziu a oferta de energia hidrel&amp;eacute;trica, aumentando a demanda de GNL do pa&amp;iacute;s, disse em nota de 28 de janeiro a Goldman Sachs Group Inc. (GS). A Petrobras tem um terminal de regaseifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o flutuante na Ba&amp;iacute;a de Guanabara, perto do Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;O Brasil n&amp;atilde;o tem contratos de fornecimento de GNL de longo prazo com a Nig&amp;eacute;ria, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Nig&amp;eacute;ria LNG, o maior exportador do combust&amp;iacute;vel da &amp;Aacute;frica, disse que declarou for&amp;ccedil;a maior em 15 de maio as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es ap&amp;oacute;s Royal Dutch Shell PLC (RDSA) descobriram um vazamento de oleoduto e as entregas foram interrompidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o seguiu o desligamento de sua Gbaran Ubie e instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es de g&amp;aacute;s Soku ap&amp;oacute;s o vazamento de oleoduto da Shell, disse Eresia-Eke em 17 de maio em um e-mail. For&amp;ccedil;a maior &amp;eacute; um passo legal que protege a empresa da responsabilidade quando n&amp;atilde;o pode cumprir um contrato, por raz&amp;otilde;es alheias &amp;agrave; sua vontade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A capacidade de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de GNL da Am&amp;eacute;rica Latina aumentar&amp;aacute; para 49,2 milh&amp;otilde;es de toneladas por ano em 2020, de uma proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 30 milh&amp;otilde;es de euros este ano, disse em 09 maio em Cingapura Anton Safronov (FP) LNG diretor da Total SA.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/oxNZ3SzQuaE" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 24 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15283</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>EUA: Petrolíferas lançam campanha para levar boom do gás de xisto aos carros</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/Ak-DCRZwAQc/15282</link>
<description>&lt;div id="article_story_body" class="article story" style="text-align: left; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 10px/10px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 11px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Um cons&amp;oacute;rcio formado por produtores de energia da Am&amp;eacute;rica do Norte pretende mostrar uma s&amp;eacute;rie de ve&amp;iacute;culos movidos a g&amp;aacute;s natural, incluindo um utilit&amp;aacute;rio esportivo&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-ls-seen="1" style="outline-style: none; outline-color: invert; outline-width: medium" href="http://online.wsj.com/public/quotes/main.html?type=djn&amp;amp;symbol=BMW.XE"&gt;&lt;span style="color: #093d72"&gt;BMW&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span id="0.6478579922113568" data-widget="dj.ticker" data-ticker-name="BMW.XE" data-pc="73.350" data-ticker="BMW" data-company-name="Bayerische Motoren Werke AG" data-price="71.48" data-volume="2201417.00" data-datetime="May. 23, 2013 5:35 PM" data-offset="2" data-iso="&amp;amp;euro;" data-change="-1.87" data-changepercent="-2.5494205862304025" data-country="XE" data-exchange-iso="XETR"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;X3 e um Ford Mustang cup&amp;ecirc;, num esfor&amp;ccedil;o para despertar mais interesse no uso do combust&amp;iacute;vel em carros de passageiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="articlePage" style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font-size: 1em; padding-top: 0px"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;A Alian&amp;ccedil;a G&amp;aacute;s Natural da Am&amp;eacute;rica, uma entidade de classe que representa mais de 20 petrol&amp;iacute;feras da Am&amp;eacute;rica do Norte, vai apresentar vers&amp;otilde;es &amp;quot;bicombust&amp;iacute;veis&amp;quot; de ve&amp;iacute;culos populares adaptados para rodar com g&amp;aacute;s natural comprimido, ou GNC, e usar um tanque de gasolina convencional para estender o seu alcance, de acordo com executivos. O grupo se recusou a adiantar mais detalhes de sua campanha de marketing.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;A entidade far&amp;aacute; uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;via desses testes amanh&amp;atilde; em uma unidade da distribuidora de g&amp;aacute;s natural Southern California Gas Co., &lt;st1:personname productid="em Los Angeles" w:st="on"&gt;em Los Angeles&lt;/st1:personname&gt;, e depois lan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; uma campanha mais ampla de sensibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica no pr&amp;oacute;ximo m&amp;ecirc;s, disseram executivos. Ve&amp;iacute;culos adaptados da&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-ls-seen="1" style="outline-style: none; outline-color: invert; outline-width: medium" href="http://online.wsj.com/public/quotes/main.html?type=djn&amp;amp;symbol=F"&gt;&lt;span style="color: #093d72"&gt;Ford Motor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Co.,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span id="0.04685961897484958" data-widget="dj.ticker" data-ticker-name="F" data-pc="14.970" data-ticker="F" data-company-name="Ford Motor Co." data-price="14.81" data-volume="48951603.00" data-datetime="May. 23, 2013 4:01 PM" data-offset="-4" data-iso="$" data-change="-0.16" data-changepercent="-1.0688042752171008" data-country="US" data-exchange-iso="XNYS"&gt; Chrysler Group LLC e outras quatro montadoras devem integrar os modelos apresentados pela Alian&amp;ccedil;a.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;A Chrysler, que agora oferece uma picape movida a g&amp;aacute;s natural, motivada pelo &amp;quot;boom&amp;quot; do g&amp;aacute;s de xisto, informou que n&amp;atilde;o tem planos de produzir carros de passeio adaptados ao combust&amp;iacute;vel. As montadoras t&amp;ecirc;m se concentrado em ve&amp;iacute;culos de passeio movidos a bateria e diesel e t&amp;ecirc;m resistido a adotar mais uma alternativa de energia. &amp;quot;N&amp;oacute;s n&amp;atilde;o estamos atualmente envolvidos com ve&amp;iacute;culos movidos a g&amp;aacute;s natural&amp;quot;, disse um porta-voz da BMW. A Ford informou que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; envolvida no projeto da Alian&amp;ccedil;a nem pretende produzir um kit para converter o Mustang para o g&amp;aacute;s natural.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Estes ve&amp;iacute;culos &amp;quot;bicombust&amp;iacute;veis&amp;quot; custam milhares de d&amp;oacute;lares a mais do que os movidos a gasolina. Seus defensores dizem que os baixos pre&amp;ccedil;os do g&amp;aacute;s natural podem compensar essa diferen&amp;ccedil;a ao longo do tempo. O litro equivalente de g&amp;aacute;s natural custa entre US$ 0,58 e US$ 0,66 nos Estados Unidos, menos que o pre&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio da gasolina nas bombas. Mas o custo das adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos ve&amp;iacute;culos n&amp;atilde;o &amp;eacute; baixo: a&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-ls-seen="1" style="outline-style: none; outline-color: invert; outline-width: medium" href="http://online.wsj.com/public/quotes/main.html?type=djn&amp;amp;symbol=GM"&gt;&lt;span style="color: #093d72"&gt;General Motors&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Co.,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;span id="0.9607739485800266" data-widget="dj.ticker" data-ticker-name="GM" data-pc="33.230" data-ticker="GM" data-company-name="General Motors Co." data-price="32.85" data-volume="10354876.00" data-datetime="May. 23, 2013 4:00 PM" data-offset="-4" data-iso="$" data-change="-0.38" data-changepercent="-1.1435449894673488" data-country="US" data-exchange-iso="XNYS"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que em dezembro come&amp;ccedil;ou a vender duas picapes bicombust&amp;iacute;veis com GNC, cobra por elas cerca de US$ &lt;st1:metricconverter productid="11.000 a" w:st="on"&gt;11.000 a&lt;/st1:metricconverter&gt; mais do que as vers&amp;otilde;es a gasolina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;A alian&amp;ccedil;a de g&amp;aacute;s diz que a demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi elaborada para estimular o interesse do consumidor e das montadoras por carros movidos a GNC em uma &amp;eacute;poca em que a explos&amp;atilde;o na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s reduziu drasticamente os pre&amp;ccedil;os. Isso tem gerado um novo incentivo aos produtores de g&amp;aacute;s e &amp;agrave;s montadoras para desenvolver um combust&amp;iacute;vel que seja mais atraente para substituir a gasolina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;&amp;quot;N&amp;oacute;s esperamos que o entusiasmo gerado por esses ve&amp;iacute;culos encoraje os legisladores a tomar conhecimento&amp;quot; do assunto, diz Anne Shen Smith, diretora-presidente da Southern California Gas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Nos Estados Unidos, alguns ve&amp;iacute;culos comerciais, incluindo frotas de empresas e caminh&amp;otilde;es pesados, j&amp;aacute; usam atualmente g&amp;aacute;s natural ou est&amp;atilde;o realizando testes com o combust&amp;iacute;vel. Uma vantagem para esses usu&amp;aacute;rios de grande escala em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao consumidor comum &amp;eacute; que eles podem arcar com os custos de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suas pr&amp;oacute;prias bombas de abastecimento. Enquanto mais de 100.000 ve&amp;iacute;culos adaptados para serem movidos a GNC est&amp;atilde;o rodando nos EUA, menos de 600 bombas foram instaladas at&amp;eacute; agora para o p&amp;uacute;blico em geral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Os produtores de g&amp;aacute;s esperam que, ao exibir ve&amp;iacute;culos adaptados ao GNC, eles possam despertar um novo interesse. Analistas da ind&amp;uacute;stria automobil&amp;iacute;stica continuam c&amp;eacute;ticos de que os fabricantes correr&amp;atilde;o para esse mercado, mesmo que o pre&amp;ccedil;o do g&amp;aacute;s natural despenque.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;&amp;quot;Voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o pode criar um ve&amp;iacute;culo para este combust&amp;iacute;vel at&amp;eacute; que tenhamos bombas de g&amp;aacute;s natural quase t&amp;atilde;o onipresentes quanto as bombas de gasolina&amp;quot;, diz Phil Gott, diretor s&amp;ecirc;nior da consultora IHS Automotive.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Para ajudar a resolver essa escassez de postos de abastecimento de g&amp;aacute;s natural, dois grandes produtores de g&amp;aacute;s se uniram a fabricantes de eletrodom&amp;eacute;sticos em projetos separados para desenvolver equipamentos de abastecimento simplificados que se conectem &amp;agrave;s linhas residenciais de g&amp;aacute;s. Em dezembro, a&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-ls-seen="1" style="outline-style: none; outline-color: invert; outline-width: medium" href="http://online.wsj.com/public/quotes/main.html?type=djn&amp;amp;symbol=ECA.T"&gt;&lt;span style="color: #093d72"&gt;Encana&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Corp.,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span id="0.7795935575850308" data-widget="dj.ticker" data-ticker-name="ECA.T" data-pc="20.050" data-ticker="ECA" data-company-name="Encana Corp." data-price="20.42" data-volume="1856064.00" data-datetime="May. 23, 2013 5:40 PM" data-offset="-4" data-iso="$" data-change="0.37" data-changepercent="1.8453865336658355" data-country="CA" data-exchange-iso="XTSE"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;terceiro maior produtor de g&amp;aacute;s natural da Am&amp;eacute;rica do Norte, se uniu &amp;agrave; &lt;a href="http://online.wsj.com/public/quotes/main.html?type=djn&amp;amp;symbol=WHR"&gt;&lt;span style="color: #093d72"&gt;Whirlpool&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Corp.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span id="0.5588032645173371" data-widget="dj.ticker" data-ticker-name="WHR" data-pc="128.720" data-ticker="WHR" data-company-name="Whirlpool Corp." data-price="130.58" data-volume="909174.00" data-datetime="May. 23, 2013 4:05 PM" data-offset="-4" data-iso="$" data-change="1.86" data-changepercent="1.4449968924798011" data-country="US" data-exchange-iso="XNYS"&gt;e quatro empresas de energia americanas. E a&lt;a data-ls-seen="1" style="outline-style: none; outline-color: invert; outline-width: medium" href="http://online.wsj.com/public/quotes/main.html?type=djn&amp;amp;symbol=CHK"&gt;&lt;span style="color: #093d72"&gt;Chesapeake Energy&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Corp.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;span id="0.38627449376508594" data-widget="dj.ticker" data-ticker-name="CHK" data-pc="21.100" data-ticker="CHK" data-company-name="Chesapeake Energy Corp." data-price="21.66" data-volume="21201778.00" data-datetime="May. 23, 2013 4:00 PM" data-offset="-4" data-iso="$" data-change="0.56" data-changepercent="2.654028436018957" data-country="US" data-exchange-iso="XNYS"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;est&amp;aacute; trabalhando num projeto similar com a&lt;a data-ls-seen="1" style="outline-style: none; outline-color: invert; outline-width: medium" href="http://online.wsj.com/public/quotes/main.html?type=djn&amp;amp;symbol=GE"&gt;&lt;span style="color: #093d72"&gt;General Electric&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Co.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span id="0.8437400001566857" data-widget="dj.ticker" data-ticker-name="GE" data-pc="23.860" data-ticker="GE" data-company-name="General Electric Co." data-price="23.66" data-volume="44025292.00" data-datetime="May. 23, 2013 4:00 PM" data-offset="-4" data-iso="$" data-change="-0.2" data-changepercent="-0.8382229673093042" data-country="US" data-exchange-iso="XNYS"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Executivos da ind&amp;uacute;stria do g&amp;aacute;s dizem que as maiores montadoras est&amp;atilde;o acompanhando de perto esses esfor&amp;ccedil;os e est&amp;atilde;o dispostas a criar modelos conceituais que podem servir como bal&amp;otilde;es de ensaio para futuros ve&amp;iacute;culos voltados para o mercado de massa. &amp;quot;Voc&amp;ecirc; ver&amp;aacute; ao longo de um ou dois anos, provavelmente em menos de um ano, alguns carros conceituais [de passageiros] movidos a g&amp;aacute;s natural&amp;quot;, previu Eric Marsh, diretor-presidente da Encana, em entrevista ao The Wall Street Journal. Chester Dawson&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;The Wall Street Journal, de Calgary, Canad&amp;aacute;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Um cons&amp;oacute;rcio formado por produtores de energia norte-americanos pretende apresentar uma s&amp;eacute;rie de ve&amp;iacute;culos movidos a g&amp;aacute;s natural, incluindo um utilit&amp;aacute;rio esportivo BMW X3 e um Ford Mustang cup&amp;ecirc;, num esfor&amp;ccedil;o para despertar mais interesse no uso do combust&amp;iacute;vel em carros de passageiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;A Alian&amp;ccedil;a G&amp;aacute;s Natural da Am&amp;eacute;rica, uma entidade de classe que representa mais de 20 petrol&amp;iacute;feras da Am&amp;eacute;rica do Norte, vai apresentar vers&amp;otilde;es &amp;quot;bicombust&amp;iacute;veis&amp;quot; de ve&amp;iacute;culos populares adaptados para rodar com g&amp;aacute;s natural comprimido, ou GNC, e usar um tanque de gasolina convencional para estender o seu alcance, de acordo com executivos. O grupo se recusou a adiantar mais detalhes de sua campanha de marketing.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;A entidade far&amp;aacute; uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;via desses testes amanh&amp;atilde; em uma unidade da distribuidora de g&amp;aacute;s natural Southern California Gas Co., &lt;st1:personname productid="em Los Angeles" w:st="on"&gt;em Los Angeles&lt;/st1:personname&gt;, e depois lan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; uma campanha mais ampla de sensibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica no pr&amp;oacute;ximo m&amp;ecirc;s, disseram executivos. Ve&amp;iacute;culos adaptados da Ford Motor Co., Chrysler Group LLC e outras quatro montadoras devem integrar os modelos apresentados pela alian&amp;ccedil;a.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;A Chrysler, que agora oferece uma picape movida a g&amp;aacute;s natural, motivada pelo &amp;quot;boom&amp;quot; do g&amp;aacute;s de xisto, informou que n&amp;atilde;o tem planos de produzir carros de passeio adaptados ao combust&amp;iacute;vel. As montadoras t&amp;ecirc;m se concentrado em ve&amp;iacute;culos de passeio movidos a bateria e diesel e t&amp;ecirc;m resistido a adotar mais uma alternativa de energia. &amp;quot;N&amp;oacute;s n&amp;atilde;o estamos atualmente envolvidos com ve&amp;iacute;culos movidos a g&amp;aacute;s natural&amp;quot;, disse um porta-voz da BMW. A Ford informou que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; envolvida no projeto da Alian&amp;ccedil;a nem pretende produzir um kit para converter o Mustang para o g&amp;aacute;s natural.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Estes ve&amp;iacute;culos &amp;quot;bicombust&amp;iacute;veis&amp;quot; custam milhares de d&amp;oacute;lares a mais do que os movidos a gasolina. Seus defensores dizem que os baixos pre&amp;ccedil;os do g&amp;aacute;s natural podem compensar essa diferen&amp;ccedil;a ao longo do tempo. O litro equivalente de g&amp;aacute;s natural custa entre US$ 0,58 e US$ 0,66 nos Estados Unidos, menos que o pre&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio da gasolina nas bombas. Mas o custo das adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos ve&amp;iacute;culos n&amp;atilde;o &amp;eacute; baixo: a General Motors Co., que em dezembro come&amp;ccedil;ou a vender duas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 11.5pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;picapes bicombust&amp;iacute;veis com GNC, cobra por elas cerca de US$ &lt;st1:metricconverter productid="11.000 a" w:st="on"&gt;11.000 a&lt;/st1:metricconverter&gt; mais do que as vers&amp;otilde;es a gasolina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;A alian&amp;ccedil;a de g&amp;aacute;s diz que a demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi elaborada para estimular o interesse do consumidor e das montadoras por carros movidos a GNC em uma &amp;eacute;poca em que a explos&amp;atilde;o na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s reduziu drasticamente os pre&amp;ccedil;os. Isso tem gerado um novo incentivo aos produtores de g&amp;aacute;s e &amp;agrave;s montadoras para desenvolver um combust&amp;iacute;vel que seja mais atraente para substituir a gasolina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 6pt 12pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;&amp;quot;N&amp;oacute;s esperamos que o entusiasmo gerado por esses ve&amp;iacute;culos encoraje os legisladores a tomar conhecimento&amp;quot; do assunto, diz Anne Shen Smith, diretora-presidente da Southern California Gas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/Ak-DCRZwAQc" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Thu, 23 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15282</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Gás não convencional pode ser usado como reserva no Brasil</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/w9n4JI8OKE8/15281</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;Especialista diz que melhores perspectivas para o g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o convencional est&amp;atilde;o nas bacias de S&amp;atilde;o Francisco, Parna&amp;iacute;ba e&amp;nbsp;Parecis&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;O americano Robert Fryklund, estrategista-chefe de upstream (explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o) da consultoria IHS, diz que o g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o convencional deve roubar espa&amp;ccedil;o de outras fontes de energia f&amp;oacute;sseis, como carv&amp;atilde;o e petr&amp;oacute;leo, mais poluentes. As apostas recaem sobre o shale gas ou g&amp;aacute;s de folhelho (muitas vezes traduzido como g&amp;aacute;s de xisto), encontrado em rochas do subsolo. Fryklund fala nesta quinta-feira sobre o tema, em evento na Firjan.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;Por que o g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o convencional se desenvolveu nos EUA?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;Nos EUA, qualquer cidad&amp;atilde;o pode ter direito sobre os minerais que est&amp;atilde;o no subsolo. N&amp;atilde;o &amp;eacute; como no Brasil, que voc&amp;ecirc; &amp;eacute; dono da terra, mas o que est&amp;aacute; abaixo da superf&amp;iacute;cie pertence &amp;agrave; Uni&amp;atilde;o. Se voc&amp;ecirc; tem um rancho no Texas, pode alugar a propriedade para uma empresa e, se for encontrado petr&amp;oacute;leo ou g&amp;aacute;s, pode cobrar royalties dela. Tivemos uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o favor&amp;aacute;vel ao desenvolvimento dessa ind&amp;uacute;stria e j&amp;aacute; t&amp;iacute;nhamos uma infraestrutura de gasodutos bem consolidada no pa&amp;iacute;s.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;Qual foi o gatilho para o in&amp;iacute;cio da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos EUA?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;Foi o desenvolvimento de uma t&amp;eacute;cnica chamada fratura hidr&amp;aacute;ulica (na qual rochas no subsolo s&amp;atilde;o fraturadas para liberar o g&amp;aacute;s armazenado, usando &amp;aacute;gua bombeada com alta press&amp;atilde;o e produtos qu&amp;iacute;micos). A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ou a crescer com for&amp;ccedil;a em 2006. Em Marsellus (reserva que cobre a &amp;aacute;rea rurai de estados americanos), adicionamos em pouco menos de tr&amp;ecirc;s anos 7,5 bilh&amp;otilde;es de p&amp;eacute;s c&amp;uacute;bicos de g&amp;aacute;s por dia. &amp;Eacute; mais que a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Ar&amp;aacute;bia Saudita. Hoje a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional &amp;eacute; de 70 bilh&amp;otilde;es de p&amp;eacute;s c&amp;uacute;bicos por dia. Os pre&amp;ccedil;os altos do petr&amp;oacute;leo tamb&amp;eacute;m contribu&amp;iacute;ram para estimular a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;Quais os efeitos disso no resto do mundo?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;O g&amp;aacute;s natural est&amp;aacute; substituindo o carv&amp;atilde;o nos EUA como fonte de energia. Com isso, o pre&amp;ccedil;o do carv&amp;atilde;o baixou e est&amp;aacute; sendo exportado para a Europa. L&amp;aacute;, as empresas est&amp;atilde;o desligando as usinas a g&amp;aacute;s e usando o carv&amp;atilde;o. Os fornecedores de g&amp;aacute;s de R&amp;uacute;ssia e Norte da &amp;Aacute;frica n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o muito felizes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;Quais as perspectivas para o Brasil nessa &amp;aacute;rea?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;As melhores perspectivas est&amp;atilde;o nas bacias de S&amp;atilde;o Francisco (MG), Parna&amp;iacute;ba (MA-PI) e Parecis (AM). &amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel que outras fontes de g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o convencional, diferentes do shale gas, sejam encontradas l&amp;aacute;, com a nova rodada de licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es da ANP (Ag&amp;ecirc;ncia Nacional do Petr&amp;oacute;leo). Essa fonte de energia pode ser usada como reserva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;E os problemas ambientais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #2a2a2a; font-size: 10pt"&gt;Fala-se do risco de contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos len&amp;ccedil;&amp;oacute;is fre&amp;aacute;ticos pelos produtos qu&amp;iacute;micos. Mas 99% dos qu&amp;iacute;micos s&amp;atilde;o usados em produtos de limpeza. O que h&amp;aacute; &amp;eacute; um impacto social grande. A explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do g&amp;aacute;s atrai gente e aumenta o tr&amp;acirc;nsito&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;&lt;br style="mso-special-character: line-break" /&gt;
&lt;br style="mso-special-character: line-break" /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/w9n4JI8OKE8" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Thu, 23 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15281</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Projeto taxa gás para termelétrica e incentiva a redução da queima</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/Dj44GuhRUTA/15280</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; font: 14px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,128); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) votar&amp;aacute; nesta quinta-feira (23/05), em discuss&amp;atilde;o &amp;uacute;nica, o projeto de lei 2.015/13, que trata da taxa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ICMS de g&amp;aacute;s natural. Assinada conjuntamente pelos deputados Luiz Paulo (PSDB) e pelo presidente da Casa, deputado Paulo Melo (PMDB), a proposta faz altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na Lei do Imposto (Lei 2.657/96) para incluir previs&amp;atilde;o de al&amp;iacute;quota de 35% em opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com g&amp;aacute;s natural destinado a usinas termel&amp;eacute;tricas. A proposta tamb&amp;eacute;m introduz uma tabela de correspond&amp;ecirc;ncia de volume queimado na explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo e al&amp;iacute;quotas de ICMS, que prev&amp;ecirc; a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o na cobran&amp;ccedil;a de imposto em caso de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da queima.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; font: 14px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,128); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A maior al&amp;iacute;quota da tabela &amp;eacute; de 30% para queima de mais de tr&amp;ecirc;s milh&amp;otilde;es de metros c&amp;uacute;bicos e a menor, de 12%, para queimas de at&amp;eacute; 500 mil metros c&amp;uacute;bicos. O volume, di&amp;aacute;rio, ser&amp;aacute; determinado pela m&amp;eacute;dia do volume do g&amp;aacute;s queimado no m&amp;ecirc;s anterior. Segundo os autores, a medida busca desestimular o consumo do g&amp;aacute;s nessas atividades, que pode ser feita tamb&amp;eacute;m com o consumo de &amp;oacute;leos. &amp;ldquo;&amp;Eacute; sabido que o Brasil tem insufici&amp;ecirc;ncia de g&amp;aacute;s para suprir todas as suas demandas. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio que as termel&amp;eacute;tricas possam utilizar tamb&amp;eacute;m o &amp;oacute;leo diesel e outros &amp;oacute;leos&amp;rdquo;, dizem os parlamentares na justificativa que acompanha o texto.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/Dj44GuhRUTA" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Thu, 23 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15280</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Térmicas poderiam ter CVU diferenciado no horário de ponta, sugere consultor</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/vAEHXrnWGvs/15279</link>
<description>&lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Alternativa ajudaria a empreendimentos a g&amp;aacute;s natural competirem nos leil&amp;otilde;es contra o carv&amp;atilde;o j&amp;aacute; que o CVU de R$ 105 por MWh n&amp;atilde;o cobre os custos com a compra do energ&amp;eacute;tico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;A gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;rmica a g&amp;aacute;s natural poderia ter um CVU diferenciado de acordo com o hor&amp;aacute;rio de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o para minimizar o impacto do custo do combust&amp;iacute;vel para as usinas. Essa ideia poderia ser aplicada ao setor como uma sa&amp;iacute;da para o CVU considerado baixo para essa fonte a R$&amp;nbsp;105 por MWh e que valer&amp;aacute; para os pr&amp;oacute;ximos leil&amp;otilde;es.&amp;nbsp;De acordo com o consultor Guilherme Velho&amp;nbsp;essa mudan&amp;ccedil;a na metodologia &amp;eacute; fact&amp;iacute;vel e poss&amp;iacute;vel, pois em sua opini&amp;atilde;o se uma fonte passa a gerar em um hor&amp;aacute;rio em que a energia &amp;eacute; mais cara, o custo deveria ser diferenciado, afinal &amp;eacute; o resultado do&amp;nbsp;despacho no hor&amp;aacute;rio de ponta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Segundo sua an&amp;aacute;lise, dependendo da localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da usina, &amp;eacute; razo&amp;aacute;vel que o CVU seja mais elevado. Isso porque, ao entrar em opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o por um determinado n&amp;uacute;mero de horas em um dia, justamente no pico da demanda, essa energia deveria ser valorada.&amp;nbsp;Para o sistema ter gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o flex&amp;iacute;vel, a entrada dessas usinas seria vi&amp;aacute;vel com essa eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do custo vari&amp;aacute;vel unit&amp;aacute;rio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&amp;quot;Podemos ter um pre&amp;ccedil;o consistente com o mesmo pensamento do PLD que j&amp;aacute; possui valores diferenciados de acordo com o hor&amp;aacute;rio e os recursos a serem usados para o despacho&amp;quot;, afirmou ele ap&amp;oacute;s sua apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no 10. Encontro Nacional dos Agentes do Setor El&amp;eacute;trico (Enase) nesta ter&amp;ccedil;a-feira, 22 de maio. &amp;quot;O que n&amp;atilde;o se pode &amp;eacute; usar o pre&amp;ccedil;o de US$ 15 por mmBTU que &amp;eacute; o pre&amp;ccedil;o no mercado instant&amp;acirc;neo e n&amp;atilde;o se aplica a um contrato de longo prazo de fornecimento&amp;quot;, acrescentou. O g&amp;aacute;s natural vi&amp;aacute;vel para uma usina termel&amp;eacute;trica, estimou ele &amp;eacute;&amp;nbsp;de US$ &lt;st1:metricconverter w:st="on" productid="12 a"&gt;12 a&lt;/st1:metricconverter&gt; US$ 13 para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao longo prazo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Segundo ele, se olharmos para o g&amp;aacute;s sendo precificado por meio do que se chama de&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;commodity &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;ou mol&amp;eacute;cula, a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o se torna invi&amp;aacute;vel mesmo com o valor m&amp;aacute;ximo da CVU. Em&amp;nbsp;suas contas,&amp;nbsp;mesmo com &amp;quot;um g&amp;aacute;s bem barato, na casa de US$10 por mmBTU&amp;quot; essa participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o seria poss&amp;iacute;vel, sem considerar ainda os custos var&amp;aacute;veis de O&amp;amp;M das usinas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Dessa forma, ele conclui que &amp;eacute; invi&amp;aacute;vel alcan&amp;ccedil;ar o CVU t&amp;eacute;rmico para os pr&amp;oacute;ximos leil&amp;otilde;es com o g&amp;aacute;s adotando s&amp;oacute;&amp;nbsp;o custo da mol&amp;eacute;cula. Contudo, h&amp;aacute; outras formas de viabilizar o g&amp;aacute;s para a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Entre essas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;aacute; a precifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse energ&amp;eacute;tico de forma bin&amp;ocirc;mia, assim como j&amp;aacute; &amp;eacute; feito com a energia el&amp;eacute;trica. Essa metodologia, explicou o consultor, refere-se &amp;agrave; precifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o como energia propriamente dita e de acordo com a demanda. Assim, se paga uma parcela pelo valor m&amp;aacute;ximo a que se&amp;nbsp;tem o direito de consumir e outra parcela pelo que se consome em m&amp;eacute;dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&amp;quot;Voc&amp;ecirc; tem uma demanda m&amp;aacute;xima de g&amp;aacute;s com uma parcela fixa, consuma ou n&amp;atilde;o o g&amp;aacute;s, baseado na reserva de demanda m&amp;aacute;xima. A outra parcela &amp;eacute; precificada de acordo com a commodity efetivamente consumida. Essa parcela precificada &amp;eacute; que entraria na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do CVU&amp;quot;, indicou Guilherme Velho. Dessa forma, se reduz o pre&amp;ccedil;o para o CVU e o resto &amp;eacute; cobrado na parcela fixa de demanda, gerando receita para o fornecedor de g&amp;aacute;s, compat&amp;iacute;vel com o custo para seu suprimento de g&amp;aacute;s.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Com essas duas parcelas o empreendedor conseguiria a receita para comprar o g&amp;aacute;s e salvar sua margem de lucro conseguindo assim compatibilizar o g&amp;aacute;s com a CVU. A parcela fixa ficaria alocada na receita fixa do gerador a g&amp;aacute;s e como o Capex do gerador a g&amp;aacute;s &amp;eacute; menor que o de carv&amp;atilde;o, recolocaria as usinas com esse energ&amp;eacute;tica em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de competir j&amp;aacute; nos pr&amp;oacute;ximos leil&amp;otilde;es.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/vAEHXrnWGvs" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Thu, 23 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15279</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>MME aponta solução para falta de suprimento de gás em Santa Catarina </title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/w3vtfCEDp_s/15276</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Em visita a Bras&amp;iacute;lia na ter&amp;ccedil;a-feira (21/05), o Presidente C&amp;oacute;sme Pol&amp;ecirc;se e o Coordenador de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Institucionais da SCG&amp;Aacute;S Samuel Bortoluzzi Schmitz ouviram promessas de transig&amp;ecirc;ncia do Minist&amp;eacute;rio de Minas e Energia (MME) para resolver o problema da baixa oferta de g&amp;aacute;s natural em Santa Catarina. Em campanha pelo aumento da oferta do insumo no Estado, que atualmente opera no limite de disponibilidade de suprimento e recusa contratos por falta de g&amp;aacute;s, os representantes da distribuidora se encontraram com autoridades do Minist&amp;eacute;rio de Minas Energia (MME), da Secretaria de Articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional do Governo de Santa Catarina e com o Senador por Santa Catarina Lu&amp;iacute;s Henrique da Silveira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 14pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Reunidos no MME com a Diretora de G&amp;aacute;s Natural do Minist&amp;eacute;rio Symone Ara&amp;uacute;jo e Aldo Cores J&amp;uacute;nior, Coordenador de Infraestrutura e Log&amp;iacute;stica de G&amp;aacute;s Natural, e na companhia do Gerente de Planejamento da Compag&amp;aacute;s (Companhia Paranaense de G&amp;aacute;s Natural), Pol&amp;ecirc;se demonstrou a atual situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oferta e demanda do Estado, conforme estudo desenvolvido pelo Grupo de Economia da UFRJ, que atualmente &amp;eacute; suprido por uma &amp;uacute;nica fonte de g&amp;aacute;s natural &amp;ndash; o g&amp;aacute;s boliviano, atrav&amp;eacute;s de um contrato de compra (j&amp;aacute; totalmente saturado) de 2 milh&amp;otilde;es de metros c&amp;uacute;bicos di&amp;aacute;rios. As autoridades se mostraram favor&amp;aacute;veis &amp;agrave;s manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da SCG&amp;Aacute;S, chamando de valiosas os dados regionais trazidos pelas distribuidoras e que muitas vezes s&amp;atilde;o desconhecidas pelo minist&amp;eacute;rio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 14pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Como alternativa de curto prazo para mitigar o problema, Symone Ara&amp;uacute;jo apontou a possibilidade de compra do GNL (G&amp;aacute;s Natural Liquefeito) do mercado internacional e transporte por meio da infraestrutura j&amp;aacute; existente na Baia de Guanabara (RJ). O insumo chegaria &amp;agrave; Santa Catarina por meio de acordos com distribuidoras de outros estados, por &lt;i&gt;swap &lt;/i&gt;(troca ou permuta de g&amp;aacute;s). Esta alternativa, ainda n&amp;atilde;o apresentada formalmente, depende do consenso da Petrobras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 14pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Questionada sobre as determina&amp;ccedil;&amp;otilde;es do PEMAT, o planejamento decenal do Minist&amp;eacute;rio, que anunciar&amp;aacute; investimentos em infraestrutura para o setor, a Diretora contemporizou. &amp;ldquo;O problema n&amp;atilde;o &amp;eacute; o PEMAT ou a infraestrutura de transporte, e sim encontrar mais fontes de oferta de g&amp;aacute;s&amp;rdquo;, salientou. As distribuidoras do Sul aguardam a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Plano, anunciado para o primeiro semestre, onde ser&amp;atilde;o expostas as prioridades de investimento do governo na cadeia de g&amp;aacute;s natural.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 14pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Jo&amp;atilde;o Matos, Secret&amp;aacute;rio catarinense da Articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional, que tamb&amp;eacute;m recebeu a comitiva da SCG&amp;Aacute;S em Bras&amp;iacute;lia, demonstrou a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o tema e com a possibilidade de futuras restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico e social de&amp;nbsp;Santa Catarina. &amp;ldquo;Vamos em busca de mais g&amp;aacute;s para o Estado, para que novos empreendimentos como a f&amp;aacute;brica da BMW se instalem no Estado&amp;rdquo;, declarou o secret&amp;aacute;rio. C&amp;oacute;sme Pol&amp;ecirc;se ressaltou os projetos de expans&amp;atilde;o de malha j&amp;aacute; em andamento, confirmando o interesse comum pelo desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico e social do estado. &amp;ldquo;Temos que fazer mais, melhor e mais r&amp;aacute;pido o que fazemos, para que mais g&amp;aacute;s natural esteja dispon&amp;iacute;vel a novas regi&amp;otilde;es de Santa Catarina e possamos atender aos in&amp;uacute;meros pedidos pelo insumo que recebemos quase que diariamente&amp;rdquo;, garantiu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 14pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;O Senador Lu&amp;iacute;s Henrique da Silveira, &amp;agrave; mesa com os representantes da distribuidora, se prontificou a somar esfor&amp;ccedil;os para resolver o problema do estado. &amp;ldquo;Vamos construir juntos uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aproveitando o bom conceito da SCG&amp;Aacute;S e da presidente da Petrobras Gra&amp;ccedil;a Foster&amp;rdquo;, disse o parlamentar, referindo-se &amp;agrave; declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o dada por Foster em audi&amp;ecirc;ncia na Comiss&amp;atilde;o de Assuntos Econ&amp;ocirc;micos do Senado no &amp;uacute;ltimo dia 14 de maio quando citou a distribuidora catarinense como exemplo nacional. Luiz Henrique anunciou que marcar&amp;aacute; agenda com a l&amp;iacute;der da Petrobras em conjunto com o Governador Raimundo Colombo para pontuar sobre o atual cen&amp;aacute;rio de suprimento de g&amp;aacute;s natural para Santa Catarina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 14pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/w3vtfCEDp_s" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Wed, 22 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15276</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Brasil perde US$ 4,9 bilhões anuais em função do custo do gás</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/TkNQLCN5Dp0/15266</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;A ind&amp;uacute;stria nacional perde cerca de US$ 4,9 bilh&amp;otilde;es por ano, devido ao custo elevado do g&amp;aacute;s natural no Brasil, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao g&amp;aacute;s de xisto (g&amp;aacute;s natural que pode ser encontrado preso dentro de forma&amp;ccedil;&amp;otilde;es de xisto) usado pela ind&amp;uacute;stria norte-americana, indica estudo divulgado na segunda-feira (20/05) pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Ind&amp;uacute;strias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O levantamento, intitulado &lt;strong&gt;O Pre&amp;ccedil;o do G&amp;aacute;s Natural para a Ind&amp;uacute;stria no Brasil e nos Estados Unidos - Comparativo de Competitividade&lt;/strong&gt;, mostra que enquanto a tarifa m&amp;eacute;dia do g&amp;aacute;s para a ind&amp;uacute;stria no Brasil &amp;eacute; US$ 17,14 por milh&amp;atilde;o de unidades t&amp;eacute;rmicas brit&amp;acirc;nicas (MBTU), nos Estados Unidos o valor &amp;eacute; bem menor, da ordem de US$ 4,45. O consumo anual de g&amp;aacute;s natural pela ind&amp;uacute;stria brasileira totaliza 10,4 bilh&amp;otilde;es de metros c&amp;uacute;bicos, gerando custo de US$ 6,6 bilh&amp;otilde;es. Nos Estados Unidos, o custo cai para US$ 1,7 bilh&amp;atilde;o, de acordo com os dados constantes do documento.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvea Vieira, disse &amp;agrave; 'Ag&amp;ecirc;ncia Brasil' que &amp;ldquo;a discuss&amp;atilde;o toda n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas no valor da mol&amp;eacute;cula g&amp;aacute;s no po&amp;ccedil;o, mas sim no valor da mol&amp;eacute;cula que o consumidor paga&amp;rdquo;. No caso de uma pequena padaria, por exemplo, cujo consumo de g&amp;aacute;s atinge em torno de 1,5 mil metros c&amp;uacute;bicos mensais, a perda de competitividade em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos Estados Unidos corresponde a R$ 29,7 mil por ano. J&amp;aacute; para uma empresa do setor qu&amp;iacute;mico, que apresenta consumo mensal de 2,7 milh&amp;otilde;es de metros c&amp;uacute;bicos, o gasto comparativamente a uma companhia americana do mesmo porte soma cerca de R$ 29,8 milh&amp;otilde;es por ano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;ldquo;Como o g&amp;aacute;s &amp;eacute; um produto fundamental para a competitividade da ind&amp;uacute;stria brasileira, n&amp;oacute;s queremos trazer &amp;agrave; discuss&amp;atilde;o quais s&amp;atilde;o as alternativas que podemos ter para o g&amp;aacute;s natural ser mais competitivo. E n&amp;atilde;o &amp;eacute;, necessariamente, no valor da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, disse Vieira. Outros componentes pesam na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pre&amp;ccedil;o do g&amp;aacute;s no pa&amp;iacute;s, entre eles impostos, transporte e a margem da distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Segundo informou o presidente da Firjan, das 27 unidades da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apenas o Rio de Janeiro, S&amp;atilde;o Paulo e o Esp&amp;iacute;rito Santo t&amp;ecirc;m um sistema que permite &amp;agrave; popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o saber o valor que as distribuidoras se apropriam na cadeia produtiva do g&amp;aacute;s. &amp;ldquo;Nos outros estados, n&amp;atilde;o. A concession&amp;aacute;ria decide o pre&amp;ccedil;o do g&amp;aacute;s por ela mesma&amp;rdquo;. Isso decorre, analisou, do fato de S&amp;atilde;o Paulo, do Rio de Janeiro e Esp&amp;iacute;rito Santo serem mais transparentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;ldquo;N&amp;oacute;s temos um intermedi&amp;aacute;rio, que s&amp;atilde;o as distribuidoras. Tamb&amp;eacute;m tem o problema que n&amp;oacute;s temos que marchar para outras alternativas mais baratas de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s&amp;rdquo;. Gouvea Vieira avaliou que a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s de xisto, ainda inexistente no Brasil, seria uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o interessante, mas envolve ainda desafios tecnol&amp;oacute;gicos importantes a serem superados. &amp;ldquo;Talvez daqui a dez anos, a tecnologia esteja desenvolvida&amp;rdquo;. Ele considera, entretanto, que o assunto n&amp;atilde;o deve ser trazido para o momento presente da matriz energ&amp;eacute;tica brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O presidente da Firjan defendeu que seja aprofundada a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s associado a petr&amp;oacute;leo, com explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de po&amp;ccedil;os de g&amp;aacute;s tradicional nas novas fronteiras no territ&amp;oacute;rio brasileiro, al&amp;eacute;m do pr&amp;eacute;-sal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Ainda de acordo com o estudo da Firjan, o g&amp;aacute;s natural tem participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o significativa no custo de setores importantes para a economia, entre as quais a ind&amp;uacute;stria qu&amp;iacute;mica (30%) e a ind&amp;uacute;stria cer&amp;acirc;mica (25%).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Os efeitos do g&amp;aacute;s de xisto sobre a competitividade global e brasileira ser&amp;atilde;o objeto de debate na sede da entidade, na pr&amp;oacute;xima quinta-feira (23/05), dentro das comemora&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Dia da Ind&amp;uacute;stria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/TkNQLCN5Dp0" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15266</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Logística de mercado mais avançada torna gás americano mais barato</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/ZNXlNUfsx8g/15265</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;Uma log&amp;iacute;stica de mercado mais avan&amp;ccedil;ada faz com que o shale gas (g&amp;aacute;s de xisto) explorado nos Estados Unidos tenha um custo menor para a ind&amp;uacute;stria norte-americana na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o custo do g&amp;aacute;s natural para a ind&amp;uacute;stria brasileira. A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; do diretor-geral do Centro de Estrat&amp;eacute;gias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), economista Jean-Paul Prates, em entrevista &amp;agrave; 'Ag&amp;ecirc;ncia Brasil', ao comentar estudo da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Ind&amp;uacute;strias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) sobre o custo do g&amp;aacute;s no Brasil e nos Estudos Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;ldquo;Existe um pre&amp;ccedil;o de mercado que &amp;eacute; reflexo n&amp;atilde;o apenas de uma estrutura de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; muito desenvolvida, que o Brasil proporcionalmente tamb&amp;eacute;m j&amp;aacute; disp&amp;otilde;e, mas de uma outra coisa que o Brasil n&amp;atilde;o disp&amp;otilde;e, que &amp;eacute; uma log&amp;iacute;stica de coleta, de mercado de g&amp;aacute;s, que o pa&amp;iacute;s nunca chegou a desenvolver&amp;rdquo;. Isso significa que mesmo antes do g&amp;aacute;s de xisto, o valor do g&amp;aacute;s americano sempre foi mais baixo em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da log&amp;iacute;stica de coleta, de transporte (gasodutos) e, finalmente, do sistema de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que s&amp;atilde;o lastreados em regras claras, o que torna a ind&amp;uacute;stria americana competitiva, informou Prates.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;ldquo;Toda essa estrutura est&amp;aacute; montada e recebe investimentos regulares de v&amp;aacute;rios agentes&amp;rdquo;. Essa estrutura pressup&amp;otilde;e um monop&amp;oacute;lio natural, que &amp;eacute; altamente regulado, disse o economista. Segundo o diretor-geral do Cerne, a estrutura de g&amp;aacute;s no Brasil tem um &amp;uacute;nico agente, que &amp;eacute; a Petrobras. &amp;ldquo;O setor sofre pouca interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da parte do governo em termos regulat&amp;oacute;rios&amp;rdquo;, observou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos elevados tributos cobrados no Brasil, Jean-Paul Prates indicou que uma eventual modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cen&amp;aacute;rio depende de uma pol&amp;iacute;tica setorial de governo que passe a considerar o g&amp;aacute;s como um insumo valioso para o pa&amp;iacute;s. Ele entende que faz parte da pol&amp;iacute;tica brasileira racionalizar a demanda de g&amp;aacute;s natural, porque ele n&amp;atilde;o &amp;eacute; abundante. &amp;ldquo;O Brasil anda na corda bamba no consumo de g&amp;aacute;s, que &amp;eacute; muito maior que a disponibilidade que ele tem hoje&amp;rdquo;, avaliou. Segundo ele, ainda h&amp;aacute; um espa&amp;ccedil;o de tr&amp;ecirc;s a cinco anos para a entrada no mercado do g&amp;aacute;s extra&amp;iacute;do do pr&amp;eacute;-sal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O Brasil, de acordo com Prates, ainda n&amp;atilde;o produz g&amp;aacute;s de xisto. H&amp;aacute; inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo, por&amp;eacute;m, de entrar nessa &amp;aacute;rea para diversificar e ampliar a matriz energ&amp;eacute;tica brasileira. Embora vislumbre que haver&amp;aacute; muita discuss&amp;atilde;o sobre o assunto internamente, do ponto de vista ambiental, o economista defende que o pa&amp;iacute;s &amp;ldquo;precisa viver essa experi&amp;ecirc;ncia&amp;rdquo;. A primeira licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional do Petr&amp;oacute;leo, G&amp;aacute;s Natural e Biocombust&amp;iacute;veis (ANP) em &amp;aacute;reas de xisto est&amp;aacute; prevista para outubro deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O diretor-geral do Cerne ressaltou que a ind&amp;uacute;stria do xisto norte-americana est&amp;aacute; vivendo um momento de revitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O xisto significa para os Estados Unidos uma sa&amp;iacute;da para a importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s do M&amp;eacute;xico ou do Canad&amp;aacute;. A pol&amp;iacute;tica atual &amp;eacute; voltada para dentro do territ&amp;oacute;rio, buscando o desenvolvimento de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es caseiras. A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de xisto, entretanto, traz consequ&amp;ecirc;ncias. Devido ao fracionamento do subsolo, &amp;ldquo;provoca em alguns lugares contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do len&amp;ccedil;ol fre&amp;aacute;tico, altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do subsolo que at&amp;eacute; hoje s&amp;atilde;o pouco estudadas&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s de xisto &amp;eacute; recomendada no Brasil em algumas &amp;aacute;reas. Prates acredita, contudo, que isso n&amp;atilde;o ocorrer&amp;aacute; de forma t&amp;atilde;o r&amp;aacute;pida como foi nos Estados Unidos, onde &amp;ldquo;j&amp;aacute; existe uma cultura de conviv&amp;ecirc;ncia com esse antagonismo entre comunidades, fazendeiros e a ind&amp;uacute;stria do petr&amp;oacute;leo&amp;rdquo;. Indicou que em locais como Minas Gerais, na regi&amp;atilde;o do S&amp;atilde;o Francisco; no interior de S&amp;atilde;o Paulo; ou na Bacia do Paran&amp;aacute;, onde h&amp;aacute; potencial de xisto, o primeiro momento ser&amp;aacute; de euforia ante a possibilidade de prosperidade. Em seguida, haver&amp;aacute; a contra rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com o movimento de ambientalistas, estimou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Segundo Prates, a Petrobras j&amp;aacute; tem alguma experi&amp;ecirc;ncia na &amp;aacute;rea de xisto no Paran&amp;aacute;. Mas avalia que isso n&amp;atilde;o representa uma salva&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o mercado de g&amp;aacute;s brasileiro de curto prazo. O processo de xisto dever&amp;aacute; levar entre cinco e dez anos no Brasil para mostrar uma produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o significativa. &amp;ldquo;O que eu acho que vai salvar [o mercado] e j&amp;aacute; est&amp;aacute; indicado nos planos de investimento da Petrobras e no pr&amp;oacute;prio perfil de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pa&amp;iacute;s como um todo, &amp;eacute; o g&amp;aacute;s do pr&amp;eacute;-sal. Este entra primeiro [que o xisto] e com volumes mais altos&amp;rdquo;. A perspectiva, de acordo com ele, &amp;eacute; que nos pr&amp;oacute;ximos dois a tr&amp;ecirc;s anos o g&amp;aacute;s do pr&amp;eacute;-sal entre no mercado com mais for&amp;ccedil;a e amenize o problema de demanda reprimida do g&amp;aacute;s no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/ZNXlNUfsx8g" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15265</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Pouca chuva provoca incerteza sobre operação de termelétricas</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/EMegEt4zbVE/15264</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;O governo est&amp;aacute; em d&amp;uacute;vida sobre a decis&amp;atilde;o de reduzir, aumentar ou manter o n&amp;uacute;mero de usinas termel&amp;eacute;tricas em funcionamento. O problema &amp;eacute; que est&amp;aacute; chovendo menos do que o esperado para este m&amp;ecirc;s. A quantidade de chuva, que garante reservat&amp;oacute;rios cheios e a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das hidrel&amp;eacute;tricas, ser&amp;aacute; determinante para a decis&amp;atilde;o a ser tomada na pr&amp;oacute;xima reuni&amp;atilde;o do Comit&amp;ecirc; de Monitoramento do Setor El&amp;eacute;trico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A reuni&amp;atilde;o ser&amp;aacute; em meados do m&amp;ecirc;s que vem, e a expectativa do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Hermes Chipp, &amp;eacute; positiva. &amp;quot;Espero que os meteorologistas estejam certos, porque est&amp;atilde;o prevendo que em junho melhora&amp;quot;, disse Chipp. &amp;quot;Vamos ver qual ser&amp;aacute; a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Se houver uma expectativa positiva, a gente vai parando [as termel&amp;eacute;tricas] gradativamente&amp;quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;De acordo com o diretor, os reservat&amp;oacute;rios do Sudeste est&amp;atilde;o com 62,2% de capacidade, bem abaixo dos 95,6% do Norte e acima dos 54,3% do Sul e 49,1% do Nordeste. Na mais recente reuni&amp;atilde;o do comit&amp;ecirc;, quatro termel&amp;eacute;tricas das cinco mais caras foram desligadas: TermoManaus, Pau Ferro, Potiguar e Xavante, que somam 300 MW de pot&amp;ecirc;ncia. Se o quadro n&amp;atilde;o for bom em junho, o religamento das usinas &amp;eacute; uma das op&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Para dar maior seguran&amp;ccedil;a ao sistema el&amp;eacute;trico no ano que vem, quando haver&amp;aacute; a Copa do Mundo, o ONS voltou a considerar o ano de pior atividade hidrol&amp;oacute;gica registrado (1971) na hora de definir o n&amp;iacute;vel dos reservat&amp;oacute;rios que determina o aumento da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das fontes complementares de energia. &amp;quot;&amp;Eacute; para garantir o atendimento no ano que vem, mesmo que ocorra a pior hidrologia do hist&amp;oacute;rico de janeiro a abril&amp;quot;, explicou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Em palestra para alunos de p&amp;oacute;s-gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Hermes Chipp disse que o ONS est&amp;aacute; empenhado em melhorar o modelo de previs&amp;otilde;es meteorol&amp;oacute;gicas do Centro de Previs&amp;atilde;o de Tempo e Estudos Clim&amp;aacute;ticos do Inpe, onde &amp;eacute; estudada a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de modelos usados no Reino Unido ou nos Estados Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Segundo o diretor, o investimento em previs&amp;atilde;o do tempo &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio pela dificuldade de aumentar o n&amp;uacute;mero de hidrel&amp;eacute;tricas no Brasil, que est&amp;aacute; com o n&amp;iacute;vel m&amp;eacute;dio dos reservat&amp;oacute;rios caindo ano ap&amp;oacute;s ano com a constante eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carga. Com uma capacidade maior de previs&amp;atilde;o, o ONS teria maior anteced&amp;ecirc;ncia e seguran&amp;ccedil;a para acionar as matrizes complementares &amp;agrave; hidrel&amp;eacute;trica, como a termel&amp;eacute;trica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;No ano passado, mesmo com o crescimento do Produto Interno Bruto de 0,9%, a carga se expandiu em 4,2%. At&amp;eacute; 2017, o crescimento m&amp;eacute;dio anual do consumo de energia deve ficar entre 4,5% e 5%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/EMegEt4zbVE" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15264</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>GasBrasiliano e Senai de Ribeirão Preto lançam cursos profissionalizantes</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/E3E0mlSAcWU/15263</link>
<description>&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 115%; font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Objetivo &amp;eacute; capacitar profissionais para atuar em instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es de g&amp;aacute;s natural&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;A &lt;i&gt;Gas&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Brasiliano&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; e o Senai&amp;nbsp; de Ribeir&amp;atilde;o Preto&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;firmaram uma parceria e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: windowtext; font-size: 10pt"&gt;v&amp;atilde;o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;lan&amp;ccedil;ar, hoje (21 de maio), dois novos cursos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: windowtext; font-size: 10pt"&gt;t&amp;eacute;cnicos&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Instalador Predial de Tubula&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;a G&amp;aacute;s Natural&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Instalador Convertedor de Aparelhos a G&amp;aacute;s Natural&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;O objetivo &amp;eacute; capacitar profissionais e empregados de empresas do setor de infraestrutura e empreiteiras para a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os relacionados &amp;agrave;s instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es de g&amp;aacute;s natural. Os cursos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: windowtext; font-size: 10pt"&gt;v&amp;atilde;o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;preparar os profissionais para realizar &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: windowtext; font-size: 10pt"&gt;as instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipamentos, de acordo com as normas t&amp;eacute;cnicas e legisla&amp;ccedil;&amp;otilde;es vigentes, considerando a qualidade nas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: windowtext; font-size: 10pt"&gt;g&amp;aacute;s natural&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt; e aspectos de seguran&amp;ccedil;a, meio ambiente e sa&amp;uacute;de. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&amp;ldquo;&amp;Eacute; de extrema import&amp;acirc;ncia que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: windowtext; font-size: 10pt"&gt;os profissionais&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt; que atuam em servi&amp;ccedil;os de instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es de g&amp;aacute;s natural estejam altamente capacitados para executar suas atividades, garantindo a qualidade do trabalho e a seguran&amp;ccedil;a nas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;, destaca o diretor T&amp;eacute;cnico Comercial da &lt;i&gt;Gas&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Brasiliano&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, Jos&amp;eacute; Waldir Ferrari.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;No evento de lan&amp;ccedil;amento, a &lt;i&gt;Gas&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Brasiliano&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; ir&amp;aacute; apresentar o plano de expans&amp;atilde;o da concession&amp;aacute;ria&amp;nbsp; e a import&amp;acirc;ncia da capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos profissionais do munic&amp;iacute;pio &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: windowtext; font-size: 10pt"&gt;de Ribeir&amp;atilde;o Preto e regi&amp;atilde;o&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt; e o Senai apresentar&amp;aacute; o plano completo dos cursos e datas de in&amp;iacute;cio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: windowtext; font-size: 10pt"&gt;Os cursos ser&amp;atilde;o gratuitos e os&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt; interessados em obter mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es poder&amp;atilde;o entrar em contato com Maria Helena Freitas, pelo telefone (16) 3632.6900 ou pelo e-mail &lt;a title="blocked::mailto:mhfreitas@sp.senai.br" href="mailto:mhfreitas@sp.senai.br"&gt;&lt;span title="blocked::mailto:mhfreitas@sp.senai.br"&gt;mhfreitas@sp.senai.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;A utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s natural, no segmento de mercado residencial, est&amp;aacute; em expans&amp;atilde;o &lt;st1:personname w:st="on" productid="em Ribeir&amp;atilde;o Preto. Em"&gt;em Ribeir&amp;atilde;o Preto. Em&lt;/st1:personname&gt; decorr&amp;ecirc;ncia dos investimentos realizados pela &lt;i&gt;Gas&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Brasiliano&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, o munic&amp;iacute;pio registrou, entre o final de 2010 e fevereiro de 2013, um crescimento de 55% no n&amp;uacute;mero de consumidores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Para este ano, a empresa est&amp;aacute; investindo, em sua &amp;aacute;rea de concess&amp;atilde;o, mais R$ 21 milh&amp;otilde;es na expans&amp;atilde;o da rede de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com o objetivo de aumentar em 40% o total de clientes atendidos e em 15% o volume de g&amp;aacute;s natural distribu&amp;iacute;do. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Atualmente, no munic&amp;iacute;pio, s&amp;atilde;o atendidos 110 estabelecimentos comerciais, 16 ind&amp;uacute;strias, cerca de 3.700 resid&amp;ecirc;ncias, al&amp;eacute;m de tr&amp;ecirc;s postos de combust&amp;iacute;vel com G&amp;aacute;s Natural Veicular (GNV). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Sobre a &lt;i&gt;GasBrasiliano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;A &lt;i&gt;Gas&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Brasiliano&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; tem a concess&amp;atilde;o para a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do g&amp;aacute;s natural na regi&amp;atilde;o Noroeste do Estado de S&amp;atilde;o Paulo. Desde julho de 2011, &amp;eacute; uma empresa do Sistema Petrobras. Atualmente, conta com uma rede de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;st1:metricconverter w:st="on" productid="836 km"&gt;836 km&lt;/st1:metricconverter&gt; em 29 munic&amp;iacute;pios e, al&amp;eacute;m destes, 8 munic&amp;iacute;pios s&amp;atilde;o atendidos com g&amp;aacute;s natural comprimido (GNC). Entre os principais munic&amp;iacute;pios atendidos est&amp;atilde;o Ara&amp;ccedil;atuba, Araraquara, Bauru, Mar&amp;iacute;lia, Ribeir&amp;atilde;o Preto e S&amp;atilde;o Carlos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;A &lt;i&gt;Gas&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Brasiliano&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; atende mais de 10 mil consumidores e comercializa acima de 860 mil m&amp;sup3; de g&amp;aacute;s natural por dia. Os principais consumidores de g&amp;aacute;s natural est&amp;atilde;o nos segmentos de mercado industrial, comercial, residencial e automotivo (GNV). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Benef&amp;iacute;cios da utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do g&amp;aacute;s natural:&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&amp;middot;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Mais seguran&amp;ccedil;a: O g&amp;aacute;s natural &amp;eacute; mais leve que o ar e, em caso de vazamento, se dissipa rapidamente no ambiente;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&amp;middot;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Praticidade: &amp;Eacute; distribu&amp;iacute;do por meio de tubula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o necessita troca ou armazenagem; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&amp;middot;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do meio ambiente: Baixa emiss&amp;atilde;o de poluentes, pois os produtos resultantes da combust&amp;atilde;o s&amp;atilde;o inodoros, isentos de &amp;oacute;xido de enxofre e part&amp;iacute;culas de fuligem;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&amp;middot;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fornecimento cont&amp;iacute;nuo: Por ser um sistema permanente e canalizado, n&amp;atilde;o necessita de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de botij&amp;otilde;es ou cilindros;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&amp;middot;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Economia de espa&amp;ccedil;o: Para condom&amp;iacute;nios, resid&amp;ecirc;ncias, com&amp;eacute;rcios e ind&amp;uacute;strias n&amp;atilde;o h&amp;aacute; a necessidade de armazenamento;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&amp;middot;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aproveitamento total: N&amp;atilde;o h&amp;aacute; nenhuma perda residual do combust&amp;iacute;vel pago e o consumidor paga somente ap&amp;oacute;s a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-line-height-alt: 1.15pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-line-height-alt: 1.15pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Servi&amp;ccedil;o&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-line-height-alt: 1.15pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Lan&amp;ccedil;amento dos cursos: Instalador Predial de Tubula&amp;ccedil;&amp;otilde;es a G&amp;aacute;s Natural e Instalador Convertedor de Aparelhos a G&amp;aacute;s Natural&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-line-height-alt: 1.15pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Data:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt; 21/05 (ter&amp;ccedil;a-feira)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-line-height-alt: 1.15pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Hor&amp;aacute;rio:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt; 20h&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="Body1" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-line-height-alt: 1.15pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Local: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Senai Oct&amp;aacute;vio Marcondes Ferraz &amp;ndash; Av. Capit&amp;atilde;o Salom&amp;atilde;o, 1813 &amp;ndash; Ribeir&amp;atilde;o Preto/SP&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/E3E0mlSAcWU" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Tue, 21 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15263</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Maricá vai abrigar logística do pré-sal</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/w4Z5y2S-NMg/15262</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;A Prefeitura de Maric&amp;aacute; (RJ) apresentou, em audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (14/05), proposta de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei de Uso do Solo que permitir&amp;aacute; a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma Zona de Especial Interesse Industrial (ZEII) no munic&amp;iacute;pio, que tem 364 km de &amp;aacute;rea e &amp;eacute; um dos que mais cresce no estado do Rio. A ZEII compreende em torno de 30 km quadrados e engloba pelo menos quatro grandes regi&amp;otilde;es, todas ainda com grandes extens&amp;otilde;es livres, concentradas, sobretudo, no eixo da rodovia RJ-106 (que liga Niter&amp;oacute;i &amp;agrave; Regi&amp;atilde;o dos Lagos), e nas proximidades do futuro Polo Naval de Jacon&amp;eacute;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O objetivo da mudan&amp;ccedil;a idealizada pelo prefeito Washington Quaqu&amp;aacute; &amp;eacute; atender &amp;agrave; crescente demanda de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ind&amp;uacute;strias vinculadas &amp;agrave; log&amp;iacute;stica do petr&amp;oacute;leo, seja por conta da proximidade do Complexo Petroqu&amp;iacute;mico do Rio de Janeiro (Comperj), a 45 km de dist&amp;acirc;ncia a Oeste, seja pela confronta&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o campo Lula, do pr&amp;eacute;-sal da Bacia de Santos, a 200 km do litoral.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Um dos pilares dessa pol&amp;iacute;tica &amp;eacute; a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do heliporto de apoio &amp;agrave;s opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es offshore, cuja capacidade poder&amp;aacute; chegar a 120 voos di&amp;aacute;rios. O pr&amp;oacute;prio aeroporto municipal, com sua pista de 1.200 metros pass&amp;iacute;vel de amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 1.800 metros, integra o rol de equipamentos urbanos que ser&amp;atilde;o submetidos a uma completa renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Com a nova legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o terminal poder&amp;aacute; ser administrado pela iniciativa privada, em regime de concess&amp;atilde;o remunerada e, depois de pronto, movimentar&amp;aacute; at&amp;eacute; 68.000 passageiros/ano e 3.500 toneladas de carga/ano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Depois do boom imobili&amp;aacute;rio recente - h&amp;aacute; pelo menos 18 condom&amp;iacute;nios de luxo, um deles com 9 milh&amp;otilde;es de metros quadrados, sendo lan&amp;ccedil;ados ou j&amp;aacute; em implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na cidade - a medida permitir&amp;aacute; ao munic&amp;iacute;pio abrir caminho n&amp;atilde;o s&amp;oacute; para a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas como definir &amp;aacute;reas espec&amp;iacute;ficas para cada aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no marco legal &amp;eacute; urgente e necess&amp;aacute;ria: em 2010, eram analisados de 20 a 25 processos de licenciamento urbano por semana. Hoje esse n&amp;uacute;mero, segundo a secretaria de Desenvolvimento Urbano, passou de 300 a 320 por semana.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Nas proximidades do futuro porto - cuja excepcional localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica, com 30 metros de calado a menos de 3 km da orla, permite a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; de embarca&amp;ccedil;&amp;otilde;es VLCC de 300 mil DWT - o projeto de um condom&amp;iacute;nio industrial est&amp;aacute; em an&amp;aacute;lise e pelo menos um fabricante de tintas especiais para plataformas j&amp;aacute; encaminhou consulta formal &amp;agrave; cidade. Al&amp;eacute;m da instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Polo Naval, a regi&amp;atilde;o de Jacon&amp;eacute; foi escolhida pela Petrobras para receber o gasoduto do pr&amp;eacute;-sal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Por conta disso, h&amp;aacute; previs&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m de uma &amp;aacute;rea destinada para grandes galp&amp;otilde;es de armazenamento. A nova legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vai entrar em vigor de forma a impulsionar o aporte de capital estrangeiro. Segundo o prefeito, duas empresas italianas j&amp;aacute; assinaram cartas de inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o munic&amp;iacute;pio: um estaleiro especializado em embarca&amp;ccedil;&amp;otilde;es esportivas e uma montadora de carrocerias de trens, bondes e caminh&amp;otilde;es especiais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/w4Z5y2S-NMg" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Sat, 18 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15262</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Geração de energia pode ser forma de monetizar shale gas</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/zza22xKK2EQ/15261</link>
<description>&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Representante da ANP diz que ter a usina na boca do po&amp;ccedil;o pode ser sa&amp;iacute;da para gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem alto custo para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de gasodutos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;A ideia do Minist&amp;eacute;rio de Minas e Energia de colocar novas usinas na boca do po&amp;ccedil;o, conforme classificou o secret&amp;aacute;rio de planejamento energ&amp;eacute;tico, Altino Ventura Filho, pode ser uma das possibilidades para monetizar o g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o convencional, ou shale gas, que ser&amp;aacute; colocado em leil&amp;atilde;o no m&amp;ecirc;s de outubro. De acordo com Hugo Affonso,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;superintendente adjunto de seguran&amp;ccedil;a operacional e meio ambiente da ANP, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa nova modalidade de g&amp;aacute;s natural dever&amp;aacute; demorar cerca de 10 anos para se tornar comercial, mas o pa&amp;iacute;s precisa de infra-estrutura para melhorar o uso do recurso energ&amp;eacute;tico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&amp;quot;J&amp;aacute; temos boas experi&amp;ecirc;ncias na Bacia do Parna&amp;iacute;ba que indicam que h&amp;aacute; uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de custo e de risco de usinas termicas a g&amp;aacute;s&amp;quot;, afirmou ele. &amp;quot;Essa experi&amp;ecirc;ncia, eu diria parece se mostrar positiva&amp;quot;, acrescentou Affonso ap&amp;oacute;s a sua apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em semin&amp;aacute;rio sobre o g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o convencional na sede da Fecom&amp;eacute;rcio, &lt;st1:personname w:st="on" productid="em S&amp;atilde;o Paulo"&gt;em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/st1:personname&gt;, nesta sexta-feira, 17 de maio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;De acordo com o representante da ANP, o potencial brasileiro de shale gas &amp;eacute; estimado em 6,4 trilh&amp;otilde;es de metros c&amp;uacute;bicos, o que colocaria o Brasil entre o nono e o d&amp;eacute;cimo lugar em tamanho de reservas mundiais. O leil&amp;atilde;o de outubro ser&amp;aacute; o primeiro a leiloar blocos para a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse recurso, que nos Estados Unidos fez o pre&amp;ccedil;o do insumo desabar em apenas seis anos. Segundo ele, esses blocos ser&amp;atilde;o leiloados no modo de concess&amp;atilde;o j&amp;aacute; que o contrato existente atende as exig&amp;ecirc;ncias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;A perspectiva da ag&amp;ecirc;ncia reguladora do setor de &amp;oacute;leo e g&amp;aacute;s &amp;eacute; de que a disputa de outubro apresente um equil&amp;iacute;brio de concess&amp;atilde;o entre o g&amp;aacute;s convencional e o n&amp;atilde;o convencional. Ele toma como base a consulta feita por investidores interessados &amp;agrave; ag&amp;ecirc;ncia at&amp;eacute; o momento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/zza22xKK2EQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Sat, 18 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15261</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Cemig aposta na expansão da Gasmig</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/oJZ6PCM_vsw/15260</link>
<description>&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Estatal mineira acredita que a subsidi&amp;aacute;ria de g&amp;aacute;s natural possa ser o ve&amp;iacute;culo que conduzir&amp;aacute; o crescimento da gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caixa nos pr&amp;oacute;ximos anos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;O diretor de finan&amp;ccedil;as e de rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com investidores da Cemig, &lt;st1:personname w:st="on"&gt;Luiz&lt;/st1:personname&gt; Fernando Rolla, afirmou&amp;nbsp;nesta&amp;nbsp;sexta-feira, 17 de maio,&amp;nbsp;que a subsidi&amp;aacute;ria de g&amp;aacute;s natural, a Gasmig, dever&amp;aacute; aumentar sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos neg&amp;oacute;cios da companhia em um futuro breve. Segundo ele, o indicador de crescimento da gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caixa da&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;holding&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;dever&amp;aacute; se materializar com o g&amp;aacute;s natural por esta ser uma ind&amp;uacute;stria pouco desenvolvida no pa&amp;iacute;s. A empresa de g&amp;aacute;s responde por cerca de 5% da gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caixa da Cemig.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;O executivo lembrou que a empresa possui participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em quatro blocos de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Bacia do S&amp;atilde;o Francisco, sendo que j&amp;aacute; foram perfurados dois po&amp;ccedil;os com resultados classificados por ele como 'entusiasmantes'. Entre os pontos positivos est&amp;aacute; o baixo n&amp;iacute;vel de aportes nesses ativos, cerca de R$ 15 milh&amp;otilde;es.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&amp;quot;Nossa estrat&amp;eacute;gia &amp;eacute; de desenvolver esses campos com parceiros e a Cemig sempre ser&amp;aacute; minorit&amp;aacute;ria em investimentos como esses&amp;quot;, afirmou ele em teleconfer&amp;ecirc;ncia com analistas de mercado para discutir os resultados da empresa referentes ao primeiro trimestre de 2013.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Apesar de possuir uma parcela minorit&amp;aacute;ria a perspectiva &amp;eacute; de que esses ativos possam disponibilizar o insumo para a empresa e elevar de forma significativa o suprimento para o mercado consumidor na &amp;aacute;rea de concess&amp;atilde;o. Segundo ele, a demanda que est&amp;aacute; em 3 bilh&amp;otilde;es de metros c&amp;uacute;bicos de g&amp;aacute;s pode atingir volume superior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Ele destaca que esse investimento &amp;eacute; estrat&amp;eacute;gico tamb&amp;eacute;m por apresentar proximidade com a cidade de Belo Horizonte o que colocaria a empresa em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o competitiva em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do custo reduzido de transporte e porque a capital mineira &amp;eacute; um&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;hub&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;de gasodutos que atinge a regi&amp;atilde;o oeste e sul daquele estado. Entre os neg&amp;oacute;cios que podem demandar esse insumo est&amp;aacute; o de fertilizantes, cuja a disponibilidade do g&amp;aacute;s pode colocar em desenvolvimento a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o local do insumo para a agricultura, atualmente o maior respons&amp;aacute;vel pelo d&amp;eacute;ficit comercial de qu&amp;iacute;micos pelo Brasil, segundo dados da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira da Ind&amp;uacute;stria Qu&amp;iacute;mica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;O&amp;nbsp;fornecimento &amp;agrave;s resid&amp;ecirc;ncias e ao com&amp;eacute;rcio&amp;nbsp;&amp;eacute; visto como um alavancador dos resultados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;O diretor da estatal j&amp;aacute; vem afirmando que o g&amp;aacute;s natural possui um grande potencial para a empresa e indicou que o fornecimento do energ&amp;eacute;tico para uso residencial e industrial &amp;eacute; que deve elevar a subsidi&amp;aacute;ria a um patamar mais importante no mix de neg&amp;oacute;cios da estatal. Atualmente, o fluxo de caixa da Cemig se divide&amp;nbsp;em 40% para o segmento de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o - e que dever&amp;aacute; permanecer nesse patamar - 20% est&amp;aacute; originado na transmiss&amp;atilde;o e os 40% restantes dos demais neg&amp;oacute;cios da empresa, incluindo a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;quot;Em alguns anos a Gasmig representar&amp;aacute; muito mais do que os 5% de hoje&amp;quot;, acrescentou ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/oJZ6PCM_vsw" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Sat, 18 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15260</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Ex-braço-direito de Eike entra na briga do petróleo</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/k8oeaCctmqQ/15259</link>
<description>&lt;h2 class="subtitulo" style="text-align: left; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); font-variant: normal; font-style: normal; text-indent: 0px; margin: 0px 0px 8px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); font-size: 14px; font-weight: normal; word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Os tr&amp;ecirc;s blocos arrematados pela estreante Ouro Preto no leil&amp;atilde;o da ANP deram o pontap&amp;eacute; inicial na companhia criada por Rodolfo Landim, ex-executivo da EBX&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="clear" style="text-align: left; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 14px/17px arial, helvetica, clean, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); clear: both; word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; line-height: 19px; margin: 18px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Os tr&amp;ecirc;s blocos arrematados pela estreante Ouro Preto na 11&amp;ordf; rodada de licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es da ANP deram o pontap&amp;eacute; inicial na companhia. Mas n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o os &amp;uacute;nicos da petroleira, criada pelo engenheiro Rodolfo Landim, seis meses depois de o executivo deixar a EBX, em meio a uma batalha judicial com&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;Eike Batista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; line-height: 19px; margin: 18px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A Ouro Preto quer entrar em novos blocos ainda neste ano, avalia &amp;aacute;reas no exterior e j&amp;aacute; cogita, no futuro, abrir capital e entrar em &amp;aacute;guas profundas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 18px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 14px/19px arial, helvetica, clean, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&amp;quot;O poder de fogo da companhia &amp;eacute; significativamente maior (do que os tr&amp;ecirc;s blocos arrematados)&amp;quot;, disse Landim ao Broadcast, servi&amp;ccedil;o de not&amp;iacute;cias em tempo real da Ag&amp;ecirc;ncia Estado, na sede da companhia que preside, na Praia de Botafogo, Rio de Janeiro. &amp;quot;N&amp;atilde;o estamos nos cem metros rasos, somos maratonistas. O neg&amp;oacute;cio &amp;eacute; de longo prazo.&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 18px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 14px/19px arial, helvetica, clean, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A empresa funciona h&amp;aacute; tr&amp;ecirc;s anos em escrit&amp;oacute;rio com vista para o P&amp;atilde;o de A&amp;ccedil;&amp;uacute;car. Landim passou este per&amp;iacute;odo estudando o mercado e esperando pelas oportunidades de investimento para g&amp;aacute;s e petr&amp;oacute;leo que surgiram apenas nesta semana. Hoje com 25 funcion&amp;aacute;rios, a estreante pega emprestado o nome da rua onde est&amp;aacute; instalada, Visconde de Ouro Preto, express&amp;atilde;o &amp;quot;ouro negro&amp;quot;, usada em refer&amp;ecirc;ncia ao petr&amp;oacute;leo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 18px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 14px/19px arial, helvetica, clean, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Juntos, os tr&amp;ecirc;s blocos arrematados no Norte do Pa&amp;iacute;s demandar&amp;atilde;o R$ 80 milh&amp;otilde;es entre pagamento pelas concess&amp;otilde;es e investimentos m&amp;iacute;nimos. Um deles, mar&amp;iacute;timo, tem potencial para petr&amp;oacute;leo. Outros dois, em terra, para g&amp;aacute;s. Est&amp;atilde;o nas bacias de Barreirinhas e Parna&amp;iacute;ba, respectivamente, onde j&amp;aacute; atua o agora rival Eike.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 18px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 14px/19px arial, helvetica, clean, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A Ouro Preto tentou arrematar 13 blocos. A disputa de sete deles com a OGX foi um dos momentos quentes do leil&amp;atilde;o da ANP, o primeiro ap&amp;oacute;s cinco anos sem rodadas. A OGX saiu vitoriosa em dois.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 18px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 14px/19px arial, helvetica, clean, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Os tr&amp;ecirc;s arrematados por Landim n&amp;atilde;o fizeram parte dessa disputa. O bloco 251 da bacia de Barreirinhas, por exemplo, ficou com a OGX com lance de R$ 40 milh&amp;otilde;es. O cons&amp;oacute;rcio da Ouro Preto ofereceu R$ 1,58 milh&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/k8oeaCctmqQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15259</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Petróleo e gás natural</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/ICJGzqBgV9o/15258</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;span style="text-align: justify; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; display: inline !important; font: 12px/18px 'Lucida Grande', Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif; white-space: normal; float: none; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de bens ou mercadorias para a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo e g&amp;aacute;s natural passar&amp;atilde;o a ser tributadas pelo Estado do Rio de Janeiro. O governou fluminense cancelou a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ICMS e passar&amp;aacute; a cobrar o imposto com al&amp;iacute;quota de 1,5%. A mudan&amp;ccedil;a est&amp;aacute; na Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Sefaz n&amp;ordm; 631, e vale at&amp;eacute; 31 de dezembro de 2016. Para o advogado Marcelo Jabour, diretor da Lex Legis Consultoria Tribut&amp;aacute;ria, apesar de ter perdido o benef&amp;iacute;cio, o importador pagar&amp;aacute; ICMS com uma al&amp;iacute;quota que pode ser considerada pequena. Nas demais importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es feitas pelo Rio de Janeiro, incide 19% de ICMS. A altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o alcan&amp;ccedil;a os bens ou mercadorias destinadas &amp;agrave;s atividades de pesquisa, explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de petr&amp;oacute;leo e g&amp;aacute;s natural, de acordo com o Decreto n&amp;ordm; 41.142, de 2008. A norma estipulou a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ICMS, e j&amp;aacute; previa a possibilidade de o governo fluminense cancelar o benef&amp;iacute;cio. A resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi publicada na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ontem do Di&amp;aacute;rio Oficial do Estado e tem vig&amp;ecirc;ncia imediata. (B&amp;aacute;rbara Mengardo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/ICJGzqBgV9o" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15258</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>RJ: projeto inédito no mundo produz energia a partir de gás metano do lixo</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/lrHtcDflCWE/15257</link>
<description>&lt;div class="materia-titulo" style="text-align: left; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 2.5em; outline-style: none; outline-color: invert; padding-left: 0px; outline-width: 0px; padding-right: 0px; font: 12px/12px arial, helvetica, freesans, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(0,0,0); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Depois do fechamento do Aterro de Gramacho, a montanha de lixo de 60 metros de altura que seria um problema ambiental ter&amp;aacute; um fim mais nobre&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O lixo vai produzir energia na Baixada Fluminense. Come&amp;ccedil;a a operar em junho um projeto in&amp;eacute;dito no mundo, que aproveita o g&amp;aacute;s metano acumulado no antigo aterro sanit&amp;aacute;rio de Gramacho.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;At&amp;eacute; junho do ano passado Gramacho era o maior aterro de lixo da Am&amp;eacute;rica Latina. Durante quase 35 anos, Duque de Caxias&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;, na Baixada Fluminense, recebeu milh&amp;otilde;es de toneladas de res&amp;iacute;duos do&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e dos munic&amp;iacute;pios vizinhos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O fechamento do aterro deixou para tr&amp;aacute;s uma montanha de lixo de 60 metros de altura. O que &amp;agrave; primeira vista parecia ser um gigantesco problema ambiental tem agora um fim bem mais nobre. A decomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mat&amp;eacute;ria org&amp;acirc;nica acumulada nas profundezas gera metano, um g&amp;aacute;s combust&amp;iacute;vel, tamb&amp;eacute;m chamado de biog&amp;aacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A partir de junho, o aterro de Gramacho passar&amp;aacute; a ser oficialmente uma usina de energia. Todo o g&amp;aacute;s metano do aterro ser&amp;aacute; retirado e transportado por tubula&amp;ccedil;&amp;otilde;es em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tratamento, onde o g&amp;aacute;s ser&amp;aacute; purificado e bombeado at&amp;eacute; uma refinaria de petr&amp;oacute;leo. &amp;Eacute; o primeiro neg&amp;oacute;cio do g&amp;ecirc;nero no mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;S&amp;atilde;o seis quil&amp;ocirc;metros de extens&amp;atilde;o de gasoduto, do aterro at&amp;eacute; a Refinaria Duque de Caxias. O volume de biog&amp;aacute;s bombeado a cada dia para a Reduc equivale a todo o g&amp;aacute;s natural consumido diariamente nas resid&amp;ecirc;ncias e estabelecimentos comerciais de todo o estado do Rio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O contrato prev&amp;ecirc; o fornecimento de g&amp;aacute;s por 15 anos. O aterro tem capacidade para gerar 70 milh&amp;otilde;es de metros c&amp;uacute;bicos de biog&amp;aacute;s por ano, suficiente para abastecer uma frota de 50 mil carros movidos a g&amp;aacute;s que rodassem 10 mil quil&amp;ocirc;metros por ano cada um.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;ldquo;Toda e qualquer cidade poderia ter, a partir do seu aterro, transformando o biog&amp;aacute;s em g&amp;aacute;s equivalente ao GNV - eu diria melhor que o GNV, inclusive em termos de caracter&amp;iacute;sticas - e abastecer uma parte da frota da cidade&amp;rdquo;, afirma o presidente da empresa operadora do sistema, Manoel Avelino.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;S&amp;atilde;o ao todo 300 pontos de capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o espalhados pelo aterro. Em cada um deles, o g&amp;aacute;s do lixo sai na press&amp;atilde;o. &amp;ldquo;O aproveitamento energ&amp;eacute;tico de aterro, do g&amp;aacute;s que &amp;eacute; gerado no seu interior, &amp;eacute; um dever que todos temos que assumir e providenciar para que possa ser simplesmente o fornecimento de g&amp;aacute;s para resid&amp;ecirc;ncias pr&amp;oacute;ximas, gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de energia no pr&amp;oacute;prio aterro ou at&amp;eacute; purifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uso como no g&amp;aacute;s veicular&amp;rdquo;, afirma o assessor da Diretoria T&amp;eacute;cnica e de Log&amp;iacute;stica da Companhia de Limpeza Urbana do Rio, Jos&amp;eacute; Henrique Penido.&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/lrHtcDflCWE" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15257</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>MPX adquire participação de 50% em blocos exploratórios na Bacia do Parnaíba</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/s2Vf9wp3nUU/15256</link>
<description>&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;OGX arrematou os blocos na 11&amp;ordf; Rodada de Licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es da ANP. B&amp;ocirc;nus oferecidos somam R$ 20.000.252,00&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&amp;nbsp;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;A MPX Energia firmou um acordo com a OGX, que tem como objeto a cess&amp;atilde;o para a MPX de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 50% nos blocos explorat&amp;oacute;rios terrestres PN-T-168, PN-T-153, PN-T-113 E PN-T-114, localizados na Bacia do Parna&amp;iacute;ba. Os blocos foram adquiridos pela OGX na 11&amp;ordf; Rodada de Licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es organizada pela Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Petr&amp;oacute;leo, G&amp;aacute;s Natural e Biocombust&amp;iacute;veis, realizada na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira, 14 de maio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;A MPX ir&amp;aacute; adquirir a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 50% nos blocos em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es id&amp;ecirc;nticas &amp;agrave;s ofertadas pela OGX na 11&amp;ordf; Rodada de Licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es da ANP. O valor de aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pago pela MPX, assim sendo, ser&amp;aacute; equivalente &amp;agrave; metade dos b&amp;ocirc;nus de assinatura e demais compromissos de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento assumidos nas propostas apresentadas pela OGX &amp;agrave; ANP. No total, os b&amp;ocirc;nus oferecidos pela OGX somam R$ 20.000.252,00. A cess&amp;atilde;o, objeto do acordo, ser&amp;aacute; submetida para aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ANP t&amp;atilde;o logo assinados os contratos de concess&amp;atilde;o dos blocos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.gasnet.com.br/upmr/upusers/ogx_adquire_img01.gif" width="510" height="386" border="0" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.gasnet.com.br/upmr/upusers/ogx_adquire_img02.gif" width="510" height="231" border="0" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/s2Vf9wp3nUU" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15256</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Associações se unem em prol do desenvolvimento do mercado de gás no Brasil</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/1SaaLwDkaj8/15255</link>
<description>&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Entidades prop&amp;otilde;em novo modelo para forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pre&amp;ccedil;o do insumo e aproveitamento do shale gas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #666666; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #666666; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Um documento com diretrizes para o desenvolvimento do mercado de g&amp;aacute;s no Brasil foi elaborado pelo F&amp;oacute;rum das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Empresariais Pr&amp;oacute;-Desenvolvimento do Mercado de G&amp;aacute;s Natural, liderado pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira dos Comercializadores de Energia, e entregue &amp;agrave; Frente Parlamentar Mista Pr&amp;oacute;-G&amp;aacute;s Natural. O texto cont&amp;eacute;m uma proposta concreta de agenda para o g&amp;aacute;s, dividida em uma s&amp;eacute;rie de temas e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es destinadas a configurar diretrizes para uma pol&amp;iacute;tica nacional, tendo como principal objetivo elevar a competitividade da economia brasileira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Dentre os temas propostos est&amp;atilde;o a disponibilidade de g&amp;aacute;s natural nos leil&amp;otilde;es de energia el&amp;eacute;trica; a f&amp;oacute;rmula de precifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do g&amp;aacute;s; a uniformiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regulamenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es estaduais; e a retomada das rodadas licitat&amp;oacute;rias de novos campos de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o. No documento, as entidades de classe que comp&amp;otilde;e o F&amp;oacute;rum mostram que a estrutura de precifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mol&amp;eacute;cula atrelada ao petr&amp;oacute;leo vem na contram&amp;atilde;o da tend&amp;ecirc;ncia dos demais pa&amp;iacute;ses produtores, onde ocorre a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pre&amp;ccedil;o pela competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o g&amp;aacute;s-g&amp;aacute;s ou pelo seu custo. &amp;ldquo;Para o Brasil, em especial, essa contradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; relevante, uma vez que o pa&amp;iacute;s segue no sentido de significativo aumento da sua produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s&amp;rdquo;, afirma Reginaldo Medeiros, presidente da Abraceel e coordenador do F&amp;oacute;rum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;O executivo acabou que voltar dos Estados Unidos, onde cumpriu uma miss&amp;atilde;o oficial com deputados da Frente Parlamentar Mista Pr&amp;oacute;-G&amp;aacute;s Natural , presidida pelo deputado Mendes Thame (PSDB/SP). De acordo com Medeiros, o&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;shale gas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;ou g&amp;aacute;s de xisto est&amp;aacute; propriciando uma verdadeira revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos EUA. &amp;quot;Eles est&amp;atilde;o projetando que em 2030 os EUA v&amp;atilde;o passar de importador de energia para exportador e isso muda completamente a geopol&amp;iacute;tica do mundo&amp;quot;, comentou o executivo em entrevista &amp;agrave;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Ag&amp;ecirc;ncia CanalEnergia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Medeiros explicou que o pa&amp;iacute;s &amp;eacute; detentor de uma tecnologia nova, que &amp;eacute; o fraqueamento da rocha de xisto, que permite a extra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do g&amp;aacute;s a um pre&amp;ccedil;o muito barato e competitivo. &amp;quot;A rocha de xisto &amp;eacute; abundante no mundo todo. As maiores reservas est&amp;atilde;o na China, seguida dos Estados Unidos e Argentina. O Brasil tem a nona maior reserva de xisto do mundo&amp;quot;, declarou. Ele contou ainda que a entrada do&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;shale gas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;nos EUA permitiu que o pa&amp;iacute;s reduzisse suas emiss&amp;otilde;es de CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt; em 15% nos &amp;uacute;ltimos cinco anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;No Brasil, a populariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do g&amp;aacute;s de xisto &amp;eacute; mais complexa, visto que depende de leil&amp;otilde;es a serem promovidos pela Ag&amp;ecirc;ncia Nacional do Petr&amp;oacute;leo, G&amp;aacute;s Natural e Biocombust&amp;iacute;veis. &amp;quot;Nos EUA, al&amp;eacute;m deles deterem a tecnologia, quem tem a propriedade do solo tamb&amp;eacute;m tem a propriedade do subsolo, ent&amp;atilde;o n&amp;atilde;o precisa de licen&amp;ccedil;a do governo para explorar o g&amp;aacute;s. Aqui, n&amp;oacute;s dependemos dos leil&amp;otilde;es, porque a propriedade do subsolo &amp;eacute; do Estado&amp;quot;, comentou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Um leil&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o convencional, ainda segundo Medeiros, dever&amp;aacute; ser realizado pela ANP em outubro e, a partir da&amp;iacute;, ser&amp;aacute; avaliado o interesse das empresas e como elas v&amp;atilde;o se organizar. &amp;quot;&amp;Eacute; muito importante o governo fazer esse leil&amp;atilde;o, porque a partir da&amp;iacute;, poderemos olhar realmente como &amp;eacute; que o mercado vai se comportar, qual vai ser a rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investidores, como v&amp;atilde;o se organizar os cons&amp;oacute;rcios e se haver&amp;aacute; interesse de quem det&amp;eacute;m a tecnologia de participar do certame&amp;quot;, apontou. No Brasil, a pol&amp;iacute;tica para o g&amp;aacute;s natural &amp;eacute; secund&amp;aacute;ria, visto que ele est&amp;aacute; sempre atrelado ao petr&amp;oacute;leo. O F&amp;oacute;rum das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, al&amp;eacute;m da Abraceel, &amp;eacute; composto pela Abiape, Anace, Abraget, Apine, Abrace, Abeg&amp;aacute;s, Aspacer, Anfacer, Abvidro, ABGNC, Firjan, Cogen Rio e IBP.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #666666; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/1SaaLwDkaj8" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15255</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Fase II da UTE Sepé Tiaraju tem novo cronograma de implantação</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/_V_CDC6FINI/15254</link>
<description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Aneel aprova altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial da usina, que deveria ter in&amp;iacute;cio em outubro de 2012, vai come&amp;ccedil;ar em 30 de junho de 2014&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;A diretoria da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Energia El&amp;eacute;trica autorizou a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cronograma de implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Usina Termel&amp;eacute;trica Sep&amp;eacute; Tiaraju, localizada no munic&amp;iacute;pio de Canoas no Rio Grande do Sul. Com a decis&amp;atilde;o, a data do in&amp;iacute;cio da opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial da fase II da usina ocorrer&amp;aacute; em 30 de junho de 2014.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
A usina possu&amp;iacute;a a previs&amp;atilde;o de iniciar a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial da fase II em 31 de outubro de 2012. O empreendedor respons&amp;aacute;vel pelo projeto, a Petrobras, enviou solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Aneel de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cronograma. A ag&amp;ecirc;ncia acatou o pedido ao identificar a conveni&amp;ecirc;ncia e a oportunidade da altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a aus&amp;ecirc;ncia de preju&amp;iacute;zo a terceiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="color: #000000"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;A usina utiliza g&amp;aacute;s natural como combust&amp;iacute;vel principal e &amp;oacute;leo diesel como combust&amp;iacute;vel alternativo. A usina possui 248,5 MW de pot&amp;ecirc;ncia. A fase I, com 160,5 MW est&amp;aacute; em opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial desde 19 de fevereiro de 2008. J&amp;aacute; a fase II, composta por 88 MW dever&amp;aacute; entrar em opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 30 de junho de 2014.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/_V_CDC6FINI" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15254</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Paraná tem enorme potencial energético com o gás não-convencional</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/W7i0RUtZM0w/15252</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 150%; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Shale gas j&amp;aacute; &amp;eacute; explorado nos EUA e mudou radicalmente o panorama do setor&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; mso-bidi-font-weight: bold"&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O professor da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Dom Cabral, Cl&amp;aacute;udio Pinho, afirmou durante o Semin&amp;aacute;rio &amp;ldquo;G&amp;aacute;s Natural como Estrat&amp;eacute;gia de Competitividade&amp;rdquo;, que o estado do Paran&amp;aacute; tem grande potencial para diversifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das fontes energ&amp;eacute;ticas: &amp;ldquo;O Paran&amp;aacute; tem uma quantidade grande de g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o convencional (&lt;i&gt;shale gas&lt;/i&gt;) abaixo do basalto, o que torna o estado uma pot&amp;ecirc;ncia energ&amp;eacute;tica para os pr&amp;oacute;ximos anos&amp;rdquo;. Luciano Pizzatto, diretor-presidente da Companhia Paranaense de G&amp;aacute;s &amp;ndash; Compagas, concorda com Pinho. &amp;ldquo;Al&amp;eacute;m do &lt;i&gt;shale gas&lt;/i&gt;, temos tamb&amp;eacute;m um enorme potencial ainda inexplorado de biog&amp;aacute;s e a Compagas j&amp;aacute; est&amp;aacute; monitorando as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es no estado para utilizar o biog&amp;aacute;s como combust&amp;iacute;vel e tamb&amp;eacute;m como fonte de energia&amp;rdquo; comenta Pizzatto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Nos Estados Unidos, o shale gas j&amp;aacute; &amp;eacute; explorado e mudou radicalmente o panorama energ&amp;eacute;tico daquele pa&amp;iacute;s, passando de 1% da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o dom&amp;eacute;stica em 2000 para &lt;span style="background: white"&gt;35% da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional em 2012, segundo dados da Energy Information Administration dos EUA (EIA/US DoE). Pizzatto esteve recentemente &lt;/span&gt;em visitas ao pa&amp;iacute;s, onde participou de eventos sobre o tema em Washington e Houston, e confirma a oportunidade para o Paran&amp;aacute; neste cen&amp;aacute;rio. &amp;ldquo;Com a experi&amp;ecirc;ncia adquirida nesses eventos, podemos afirmar que a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o energ&amp;eacute;tica proporcionada pelo &lt;i&gt;shale gas&lt;/i&gt; compara-se &amp;agrave; Revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Industrial do s&amp;eacute;culo XIX, pela extrema rapidez que ocorre, inclusive as pessoas nem percebem que essas mudan&amp;ccedil;as est&amp;atilde;o acontecendo&amp;rdquo; ressalta o diretor da Compagas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;Pinho relembrou que o estado precisa se preparar para o futuro: &amp;ldquo;Para que o potencial do g&amp;aacute;s n&amp;atilde;o-convencional seja explorado &amp;eacute; preciso que projetos relacionados &amp;agrave; &amp;aacute;rea sejam estruturados. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;ria tamb&amp;eacute;m uma revis&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica industrial para a cadeia de suprimentos de g&amp;aacute;s, al&amp;eacute;m de capacitar tanto a m&amp;atilde;o-de-obra como as universidades para procurar inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es nesse campo&amp;rdquo;, explica o professor. &amp;ldquo;Com a busca por novas alternativas de suprimento e com a expans&amp;atilde;o da rede de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;oacute;s estamos preparando o estado do Paran&amp;aacute;, com infra-estrutura para o futuro, seguindo as diretrizes do governador Beto Richa de diversificar a matriz energ&amp;eacute;tica do Paran&amp;aacute;&amp;rdquo; conclui Pizzatto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/W7i0RUtZM0w" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15252</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>OGX adquire participação em 13 blocos exploratórios na Margem Equatorial e na Bacia do Parnaíba durante a 11ª Rodada de Licitações </title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/tKUxhQiWlyw/15251</link>
<description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-weight: normal"&gt;A OGX anuncia que adquiriu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black"&gt; direitos de concess&amp;atilde;o sobre 7 blocos explorat&amp;oacute;rios em &amp;aacute;guas profundas e 2 blocos explorat&amp;oacute;rios em &amp;aacute;guas rasas localizados na Margem Equatorial, al&amp;eacute;m de 4 blocos terrestres situados na Bacia do Parna&amp;iacute;ba, durante a 11&amp;ordf; Rodada de Licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es organizada pela Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Petr&amp;oacute;leo, G&amp;aacute;s Natural e Biocombust&amp;iacute;veis (ANP).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="mso-fareast-language: PT-BR"&gt;&lt;a href="http://www.gasnet.com.br/upmr/upusers/ogx_adquire_img01.gif"&gt;http://www.gasnet.com.br/upmr/upusers/ogx_adquire_img01.gif&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/o:p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="mso-fareast-language: PT-BR"&gt;&lt;a href="http://www.gasnet.com.br/upmr/upusers/ogx_adquire_img02.gif"&gt;http://www.gasnet.com.br/upmr/upusers/ogx_adquire_img02.gif&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/tKUxhQiWlyw" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15251</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Eficiência energética do gás natural é apresentada em evento acadêmico</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/2pMJI3NAL4Y/15250</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Nos &amp;uacute;ltimos dias 8, 9 e 10, com patroc&amp;iacute;nio da Alg&amp;aacute;s, foi realizada a III Semana do Meio Ambiente da Engenharia Ambiental, promovida pelo PET Engenharia Ambiental, Centro Acad&amp;ecirc;mico e Colegiado do curso de Engenharia Ambiental e Sanit&amp;aacute;ria da Universidade Federal de Alagoas. O evento foi realizado no audit&amp;oacute;rio da Casa da Ind&amp;uacute;stria Napole&amp;atilde;o Barbosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Neste ano, a terceira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da SMAEA teve como tema &amp;ldquo;Meio Ambiente Como Mercado de Trabalho&amp;rdquo;. A programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do evento foi composta por palestras e mesas redondas, mediadas e ministradas por professores da UFAL e representantes de empresas alagoanas respons&amp;aacute;veis por servi&amp;ccedil;os ligados ao meio ambiente como Alg&amp;aacute;s, Braskem, Casal e ProSiga, al&amp;eacute;m de representantes da Semarh e Alsan.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Com o tema &amp;ldquo;O Natural do Nosso G&amp;aacute;s&amp;rdquo;, o engenheiro civil da Alg&amp;aacute;s, Jayme Marden, ministrou uma palestra utilizando os conceitos de modernidade, desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel, economia e consumo consciente com o objetivo de mostrar a relev&amp;acirc;ncia da distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do g&amp;aacute;s natural em Alagoas. &amp;ldquo;Os atributos intr&amp;iacute;nsecos do nosso produto e servi&amp;ccedil;o s&amp;atilde;o um grande vetor para o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel do Estado&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Ap&amp;oacute;s a palestra, o bate-papo sobre g&amp;aacute;s natural abordou os casos de sucesso da Companhia nos moldes de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cogera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de energia, bem como edif&amp;iacute;cios que possuem sistema de aquecimento de &amp;aacute;gua misto (solar+g&amp;aacute;s). Como exemplo, foram citados Palato Farol e Macei&amp;oacute; Shopping como modelos de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o; Aeroporto Zumbi dos Palmares, pioneiro no Brasil na utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema de cogera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, entre os 15 edif&amp;iacute;cios que utilizam o sistema de aquecimento de &amp;aacute;gua misto e os outros 15 em constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, foi citado o edif&amp;iacute;cio Palazzo Imperiali.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Fonte de energia limpa e com diversas possibilidades de uso, o g&amp;aacute;s natural tornou-se um vantajoso diferencial para estabelecimentos comerciais e ind&amp;uacute;strias pela sua efici&amp;ecirc;ncia energ&amp;eacute;tica e praticidade, oferecendo versatilidade, comodidade, seguran&amp;ccedil;a e economia e potencializando a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos custos operacionais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/2pMJI3NAL4Y" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Wed, 15 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15250</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Estudo alerta para a estabilização da importação de GNL pelo Brasil</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/DduKvcYuXbo/15249</link>
<description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;Um estudo divulgado pela ANP (Ag&amp;ecirc;ncia Nacional do Petr&amp;oacute;leo) alerta para a tend&amp;ecirc;ncia da continuidade das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de GNL (G&amp;aacute;s Natural Liquefeito) pelo Brasil, que estariam deixando de ter um car&amp;aacute;ter conjuntural para se tornarem um suprimento est&amp;aacute;vel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px" /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="float: none; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;De acordo com o estudo, o car&amp;aacute;ter conjuntural tem decorrido em pre&amp;ccedil;os mais elevados do que se fossem celebrados contratos de longo de prazo.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;br style="word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px" /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;idlnsfx style="text-align: left; text-transform: none; text-indent: 0px; font: 15px/21px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;/idlnsfx&gt;No in&amp;iacute;cio de 2013,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;a oncontextmenu="return false;" href="http://tnonline.com.br/noticias/economia/34,188033,13,05,estudo-alerta-para-a-estabilizacao-da-importacao-de-gnl-pelo-brasil.shtml"&gt;&lt;span style="border-bottom: windowtext 1pt; border-left: windowtext 1pt; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; color: black; border-top: windowtext 1pt; border-right: windowtext 1pt; text-decoration: none; padding-top: 0cm; mso-bidi-font-weight: bold; text-underline: none; mso-border-alt: none windowtext 0cm"&gt;informa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;a ag&amp;ecirc;ncia, a importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de GNL atingiu o pre&amp;ccedil;o de US$ 18 o milh&amp;atilde;o de BTU (British Termic Unit) no mercado spot (&amp;agrave; vista), contra a m&amp;eacute;dia de US$ 12,91 o milh&amp;atilde;o de BTU em &lt;st1:metricconverter w:st="on" productid="2012. A"&gt;2012. A&lt;/st1:metricconverter&gt; importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de GNL &amp;eacute; feita predominantemente pela estatal Petrobras.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;span style="color: #333333"&gt;&lt;br style="word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px" /&gt;
&lt;span style="float: none; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&amp;quot;A aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de GNL no mercado spot, em detrimento de contratos de longo prazo, entretanto, &amp;eacute; uma alternativa que deixa o pa&amp;iacute;s sujeito &amp;agrave; volatilidade do pre&amp;ccedil;o internacional do energ&amp;eacute;tico, o qual tem um forte componente conjuntural e vem sendo cada vez mais afetado pela pr&amp;oacute;pria concorr&amp;ecirc;ncia regional por GNL&amp;quot;, alerta o estudo.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="float: none; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;Pre&amp;ccedil;os&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br style="word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px" /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;idlnsfx style="text-align: left; text-transform: none; text-indent: 0px; font: 15px/21px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;/idlnsfx&gt;A ANP ressalta que os pre&amp;ccedil;os do GNL v&amp;ecirc;m&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;a oncontextmenu="return false;" href="http://tnonline.com.br/noticias/economia/34,188033,13,05,estudo-alerta-para-a-estabilizacao-da-importacao-de-gnl-pelo-brasil.shtml"&gt;&lt;span style="border-bottom: windowtext 1pt; border-left: windowtext 1pt; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; color: black; border-top: windowtext 1pt; border-right: windowtext 1pt; text-decoration: none; padding-top: 0cm; mso-bidi-font-weight: bold; text-underline: none; mso-border-alt: none windowtext 0cm"&gt;crescendo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;nos &amp;uacute;ltimos dois anos e a que a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; de alta para os pr&amp;oacute;ximos. Em 2010, o pre&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio por milh&amp;atilde;o de BTU foi de US$ 6,94, uma diferen&amp;ccedil;a de 86% para o pre&amp;ccedil;o praticado em 2012 (US$ 12,91).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 10pt"&gt;No ano passado, o Brasil importou 38 cargas de GNL, o que significou uso de divisas da ordem de US$ 1,5 bilh&amp;atilde;o, contra US$ 291 milh&amp;otilde;es em 2011 e US$ 777 milh&amp;otilde;es em &lt;st1:metricconverter w:st="on" productid="2010. A"&gt;2010. A&lt;/st1:metricconverter&gt; maior parte das compras (76,5%) em 2012 teve como origem Qatar, Nig&amp;eacute;ria e Trinidad &amp;amp; Tobago.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;br style="word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px" /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;idlnsfx style="text-align: left; text-transform: none; text-indent: 0px; font: 15px/21px Arial, Helvetica, sans-serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(51,51,51); word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;/idlnsfx&gt;O consumo de g&amp;aacute;s natural no Brasil&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;a oncontextmenu="return false;" href="http://tnonline.com.br/noticias/economia/34,188033,13,05,estudo-alerta-para-a-estabilizacao-da-importacao-de-gnl-pelo-brasil.shtml"&gt;&lt;span style="border-bottom: windowtext 1pt; border-left: windowtext 1pt; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; color: black; border-top: windowtext 1pt; border-right: windowtext 1pt; text-decoration: none; padding-top: 0cm; mso-bidi-font-weight: bold; text-underline: none; mso-border-alt: none windowtext 0cm"&gt;cresceu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;22% no ano passado, contra um aumento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional da ordem de 7%, o que obrigou a Petrobras a importar mais GNL para atender o mercado. As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de GNL, junto com as de gasolina e diesel, t&amp;ecirc;m impactado negativamente o caixa da companhia, que s&amp;oacute; dever&amp;aacute; voltar a ter fluxo positivo em 2015. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/DduKvcYuXbo" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Wed, 15 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15249</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Interior terá oferta maior de Gás Natural Comprimido</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/dm2UwSUsHQM/15248</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;Agora &amp;eacute; lei: a oferta de g&amp;aacute;s natural ser&amp;aacute; aumentada, nas regi&amp;otilde;es onde n&amp;atilde;o h&amp;aacute; rede de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o canalizada. &amp;Eacute; o que assegura a lei 6.448/13, publicada no Di&amp;aacute;rio Oficial do Executivo desta ter&amp;ccedil;a-feira (14/05). Assinado pelos deputados&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;a href="http://www.alerj.rj.gov.br/common/deputado.asp?codigo=389"&gt;&lt;span style="color: black; text-decoration: none; text-underline: none"&gt;Andr&amp;eacute; Corr&amp;ecirc;a (PSD)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;a href="http://www.alerj.rj.gov.br/common/deputado.asp?codigo=71"&gt;&lt;span style="color: black; text-decoration: none; text-underline: none"&gt;Paulo Ramos (PDT)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;a href="http://www.alerj.rj.gov.br/common/deputado.asp?codigo=348"&gt;&lt;span style="color: black; text-decoration: none; text-underline: none"&gt;Bernardo Rossi (PMDB)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, o texto autoriza o Poder Executivo a estimular as concession&amp;aacute;rias de g&amp;aacute;s canalizado CEG e CEG- Rio a levar a estes locais o g&amp;aacute;s natural comprimido (GNC). O objetivo &amp;eacute; permitir que munic&amp;iacute;pios que ainda n&amp;atilde;o disponham de oferta de g&amp;aacute;s natural transportado por gasodutos possam passar a ter, atrav&amp;eacute;s de g&amp;aacute;s transportado via caminh&amp;otilde;es.&amp;ldquo;&amp;Eacute; uma medida que incentiva o transporte de g&amp;aacute;s comprimido, sobretudo para as cidades pequenas, em que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; justificativa econ&amp;ocirc;mica de se fazer os gasodutos. Isso beneficia o meio ambiente, porque &amp;eacute; um combust&amp;iacute;vel que polui menos, e pode estimular a demanda para alguns setores, para que, no futuro, possa chegar o g&amp;aacute;s via tubula&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, analisou Corr&amp;ecirc;a.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black; font-size: 10pt"&gt;A proposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o prev&amp;ecirc; o est&amp;iacute;mulo &amp;agrave; equipara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pre&amp;ccedil;os cobrados para os clientes que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o supridos pelo g&amp;aacute;s canalizado das concession&amp;aacute;rias. &amp;ldquo;O g&amp;aacute;s canalizado &amp;eacute; bem mais barato que o GNC e, atrav&amp;eacute;s deste projeto, eles v&amp;atilde;o se equiparar. Ent&amp;atilde;o, ir&amp;aacute; se tornar vi&amp;aacute;vel levar o g&amp;aacute;s natural para onde a canaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o chega&amp;rdquo;, salientou Rossi. De acordo com o texto, qualquer cliente, nas respectivas &amp;aacute;reas de concess&amp;atilde;o, que opte por ser suprido por GNC diretamente pelas concession&amp;aacute;rias dever&amp;aacute; ter tratamento semelhante, dentro de sua classe de clientes, ao de um cliente que esteja ligado diretamente &amp;agrave; rede canalizada das concession&amp;aacute;rias. O cliente fica livre para decidir por ser suprido diretamente pela respectiva concession&amp;aacute;ria ou por distribuidor de GNC autorizado pela Ag&amp;ecirc;ncia Nacional do Petr&amp;oacute;leo (ANP). Para Paulo Ramos, as concession&amp;aacute;rias n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o dificuldade de implementar a medida. &amp;ldquo;A tecnologia para isso j&amp;aacute; existe. As concession&amp;aacute;rias disp&amp;otilde;em dos meios e, agora, &amp;eacute; p&amp;ocirc;r em pr&amp;aacute;tica&amp;rdquo;, declarou. A lei define, ainda, que caber&amp;aacute; &amp;agrave;s concession&amp;aacute;rias a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma proposta para eliminar esta distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que, depois, ser&amp;aacute; enviada &amp;agrave; Ag&amp;ecirc;ncia Reguladora de Energia e Saneamento B&amp;aacute;sico (Agenersa) para aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/dm2UwSUsHQM" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Wed, 15 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15248</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Restrição de gás à indústria do Sul só será resolvida no médio prazo</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/xdKonxIkzfo/15247</link>
<description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; background: white; color: black; font-size: 10pt"&gt;Tema foi debatido em reuni&amp;atilde;o do F&amp;oacute;rum Industrial Sul, em Florian&amp;oacute;polis, que reuniu os presidentes das Federa&amp;ccedil;&amp;otilde;es das Ind&amp;uacute;strias do Paran&amp;aacute;, Santa Catarina e Rio Grande do Sul&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; background: white; color: black; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;Empresas que queiram passar a utilizar g&amp;aacute;s natural ou ampliar seu uso n&amp;atilde;o ouviram perspectivas de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de suprimento no curto prazo durante a reuni&amp;atilde;o do F&amp;oacute;rum Industrial Sul, realizada na sexta-feira (10/05) para debater as perspectivas para o setor na Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Ind&amp;uacute;strias de Santa Catarina (Fiesc). Presente no evento, o secret&amp;aacute;rio do Minist&amp;eacute;rio de Minas e Energia, M&amp;aacute;rcio Zimmermann, destacou os esfor&amp;ccedil;os de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s em terra, mas afirmou que a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da oferta do insumo s&amp;oacute; vir&amp;aacute; no m&amp;eacute;dio e longo prazo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;O consumo de g&amp;aacute;s no Sul &amp;eacute; de 4,8 milh&amp;otilde;es de m&amp;sup3; por dia. A ind&amp;uacute;stria &amp;eacute; a principal respons&amp;aacute;vel pelo consumo do g&amp;aacute;s, com 80%. &amp;ldquo;A atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos investimentos para a regi&amp;atilde;o Sul est&amp;aacute; relacionada &amp;agrave; disponibilidade de g&amp;aacute;s. Por isso, precisamos discutir melhorias na infra-estrutura de transporte, estrat&amp;eacute;gias de fornecimento, entrada de novos players e o papel das ag&amp;ecirc;ncias reguladoras&amp;rdquo;, ressaltou o presidente da Fiesc, Glauco Jos&amp;eacute; C&amp;ocirc;rte, destacando ainda a necessidade de tarifas competitivas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;Posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o parecida vem do presidente da Fiergs, Heitor Muller. &amp;ldquo;Precisamos melhorar a oferta de g&amp;aacute;s para que n&amp;atilde;o percamos ind&amp;uacute;strias para outras regi&amp;otilde;es ou pa&amp;iacute;ses onde n&amp;atilde;o h&amp;aacute; problemas de infra-estrutura&amp;rdquo;, afirmou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&amp;ldquo;Um semin&amp;aacute;rio como esse traz uma ampla discuss&amp;atilde;o, com novas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Infelizmente elas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o t&amp;atilde;o boas not&amp;iacute;cias para a ind&amp;uacute;stria do Sul. Mas &amp;eacute; importante a uni&amp;atilde;o dos tr&amp;ecirc;s Estados, especialmente das tr&amp;ecirc;s federa&amp;ccedil;&amp;otilde;es trabalhando em conjunto, porque se n&amp;oacute;s formos reivindicar &amp;eacute; melhor que seja em tr&amp;ecirc;s&amp;rdquo;, disse o presidente da Fiep, Edson Campagnolo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;Segundo Zimmermann, do Minist&amp;eacute;rio de Minas e Energia, os planos de melhoria na oferta de g&amp;aacute;s &amp;agrave; ind&amp;uacute;stria ainda dependem do Planejamento Decenal (PMAT), prometido ainda para o primeiro semestre, e que traz o planejamento para 10 anos. &amp;ldquo;Hoje n&amp;oacute;s chegamos ao patamar de setenta milh&amp;otilde;es de metros c&amp;uacute;bicos por dia. Por outro lado, o governo est&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ando um plano de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o para que j&amp;aacute; neste ano tenhamos rodadas de licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;aacute;reas com perspectivas de g&amp;aacute;s&amp;rdquo;, afirmou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;O Brasil n&amp;atilde;o tem grandes reservas de g&amp;aacute;s provadas hoje. S&amp;atilde;o em torno de 15 trilh&amp;otilde;es de p&amp;eacute;s c&amp;uacute;bicos, mas com um potencial estimado de avan&amp;ccedil;ar trinta vezes isso, chegando a 400, 500 trilh&amp;otilde;es p&amp;eacute;s de g&amp;aacute;s convencional e n&amp;atilde;o convencional, informou Zimmerman. &amp;ldquo;H&amp;aacute; um esfor&amp;ccedil;o muito grande do governo de licitar estas &amp;aacute;reas que tem potencial. Em outubro n&amp;oacute;s vamos ter a primeira grande rodada de licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s em terra&amp;rdquo;, afirmou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;O gerente geral de mercado da Petrobras, Carlos Augusto Pereira, tamb&amp;eacute;m destacou a tend&amp;ecirc;ncia de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s em terra no territ&amp;oacute;rio nacional, mas ressaltou, por outro lado, que o Brasil est&amp;aacute; investindo na Bol&amp;iacute;via e buscando a garantia do cumprimento dos contratos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;J&amp;aacute; o ex-secret&amp;aacute;rio do Minist&amp;eacute;rio de Minas e Energia, Benedito Carraro, questionou a falta de perspectivas de curto prazo para melhorar a oferta de g&amp;aacute;s. &amp;ldquo;Resta &amp;agrave; ind&amp;uacute;stria a busca de alternativas&amp;rdquo;, disse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;Tamb&amp;eacute;m participaram do evento o diretor presidente da SCG&amp;aacute;s, C&amp;oacute;sme Pol&amp;ecirc;se, o presidente da Sulg&amp;aacute;s, Roberto da Silva Tejadas, o gerente de planejamento da Compagas, Paulo Rog&amp;eacute;rio Scholl, e o gerente comercial da Chemtech, Rafael Teixeira da Silva Ribeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; background: white; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema Fiesc&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #252525; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/xdKonxIkzfo" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Wed, 15 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15247</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Gás caro muda planos da indústria química</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/GasNet_Express/~3/FKPCd8VVtUs/15246</link>
<description>&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;O maior volume de investimentos paralisados no Brasil por conta do custo do g&amp;aacute;s est&amp;aacute; nos setores de qu&amp;iacute;mica e petroqu&amp;iacute;mica. Em 2010, a Abiquim, entidade representante da ind&amp;uacute;stria qu&amp;iacute;mica, estimou em estudo que a demanda anual por produtos qu&amp;iacute;micos cresceria de US$ 145 bilh&amp;otilde;es, naquele ano, para US$ 260 bilh&amp;otilde;es, em 2020. Isso justificaria US$ 167 bilh&amp;otilde;es em investimentos, caso a demanda fosse atendida por produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Tr&amp;ecirc;s anos depois, j&amp;aacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel dizer que a previs&amp;atilde;o n&amp;atilde;o est&amp;aacute; se concretizando. Os investimentos na ind&amp;uacute;stria qu&amp;iacute;mica atualmente est&amp;atilde;o entre US$ 4 bilh&amp;otilde;es e US$ 5 bilh&amp;otilde;es ao ano, muito aqu&amp;eacute;m dos US$ 16 bilh&amp;otilde;es a US$ 17 bilh&amp;otilde;es anuais projetados para atender a demanda no estudo de 2010. &amp;quot;Caso a ind&amp;uacute;stria nacional n&amp;atilde;o consiga atender &amp;agrave; demanda, o que deve ocorrer &amp;eacute; a explos&amp;atilde;o da importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, disse a diretora de Economia e Estat&amp;iacute;stica da Abiquim, F&amp;aacute;tima Giovanna Coviello Ferreira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Segundo ela, &amp;quot;infelizmente&amp;quot;, a perspectiva de pre&amp;ccedil;os baixos em g&amp;aacute;s nos Estados Unidos come&amp;ccedil;a a atrapalhar investimentos, num processo que j&amp;aacute; vinha ocorrendo por causa da falta de competitividade do Brasil. No ano passado, o setor registrou d&amp;eacute;ficit comercial de US$ 28 bilh&amp;otilde;es, de acordo com dados da Abiquim. Em 2005, foi de US$ 7,9 bilh&amp;otilde;es.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A Braskem adiou para 2014 a decis&amp;atilde;o de entrar ou n&amp;atilde;o no complexo petroqu&amp;iacute;mico do Rio de Janeiro (Comperj) em associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a Petrobr&amp;aacute;s, um investimento n&amp;atilde;o divulgado, mas que certamente exigir&amp;aacute; alguns bilh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares. A presidente da Petrobr&amp;aacute;s, Gra&amp;ccedil;a Foster, j&amp;aacute; afirmou que est&amp;aacute; preocupada com os efeitos da competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o g&amp;aacute;s americano no setor petroqu&amp;iacute;mico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Enquanto isso, a Braskem anunciou em dezembro do ano passado um investimento de US$ 3,2 bilh&amp;otilde;es em uma f&amp;aacute;brica de etileno no M&amp;eacute;xico a ser inaugurada em 2015. O projeto receber&amp;aacute; empr&amp;eacute;stimos de US$ 623 milh&amp;otilde;es do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico e Social (BNDES) e tem a expectativa de criar 9 mil empregos locais. A p&amp;aacute;gina da companhia anuncia o empreendimento como o mais moderno das Am&amp;eacute;ricas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Fontes da &amp;aacute;rea petroqu&amp;iacute;mica da Petrobr&amp;aacute;s n&amp;atilde;o acreditam que a Braskem entre no Comperj sem ajuda do governo, inclusive para baixar o pre&amp;ccedil;o do g&amp;aacute;s. Atualmente, a rentabilidade do neg&amp;oacute;cio medida pelo m&amp;eacute;todo do valor presente l&amp;iacute;quido (VPL) est&amp;aacute; negativa. Portanto, do jeito que est&amp;aacute;, a Braskem dificilmente participar&amp;aacute; do Comperj.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A Dow e a Mitsui informaram que v&amp;atilde;o postergar a segunda fase de sua joint-venture na Santa Vit&amp;oacute;ria A&amp;ccedil;&amp;uacute;car e &amp;Aacute;lcool S.A., uma unidade de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o planejada para a fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de biopol&amp;iacute;meros a partir da cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car, na cidade de Santa Vit&amp;oacute;ria, em Minas Gerais. Segundo uma fonte do setor, o investimento seria de US$ 1 bilh&amp;atilde;o. A Dow decidiu investir no desenvolvimento de g&amp;aacute;s de xisto em diferentes regi&amp;otilde;es, por entender ser &amp;quot;uma oportunidade muito atrativa de neg&amp;oacute;cio&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&amp;quot;A decis&amp;atilde;o de adiar a segunda fase da joint-venture &amp;eacute; movida principalmente por um aumento dos custos de projeto, constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es, assim como pelas incertezas em torno da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propriedade de terra no Brasil&amp;quot;, disse a empresa, em nota.A Unigel, que atua em fertilizantes, pl&amp;aacute;sticos e embalagens, teria parado a unidade de S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; dos Campos (SP), concentrando a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o na f&amp;aacute;brica do Guaruj&amp;aacute;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&lt;b&gt;Produtos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;A Abiquim est&amp;aacute; elaborando estudo sobre em quais produtos qu&amp;iacute;micos a importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode ter maior impacto sobre a ind&amp;uacute;stria nacional. O tamanho da amea&amp;ccedil;a do aumento de competitividade da ind&amp;uacute;stria dos Estados Unidos j&amp;aacute; pode ser verificada na fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de eteno. Segundo F&amp;aacute;tima, nos pr&amp;oacute;ximos tr&amp;ecirc;s anos estima-se uma amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade instalada norte-americana em 11 milh&amp;otilde;es de toneladas por ano - atualmente, est&amp;aacute; em cerca de 27 milh&amp;otilde;es de toneladas/ano. Hoje, a capacidade de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de eteno no Brasil &amp;eacute; de 4 milh&amp;otilde;es de toneladas/ano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-bottom: 0px; text-transform: none; background-color: rgb(255,255,255); text-indent: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; font: 16px Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; white-space: normal; letter-spacing: normal; color: rgb(70,70,70); word-spacing: 0px; padding-top: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"&gt;&lt;span style="font-size: x-small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Ainda assim, a Abiquim trabalha com uma perspectiva muito mais sombria. Com os EUA independentes energeticamente, pode haver uma retomada da ind&amp;uacute;stria de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o norte-americana por causa do g&amp;aacute;s mais barato, o que alteraria completamente a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das cadeias globais de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;quot;Nosso medo maior &amp;eacute; o Brasil importar produto acabado&amp;quot;, disse F&amp;aacute;tima. Nesse caso, a ind&amp;uacute;stria qu&amp;iacute;mica brasileira perderia a demanda.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para continuar lendo esta e outras Notícias, acesse o GasNet (www.gasnet.com.br).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GasNet_Express/~4/FKPCd8VVtUs" height="1" width="1"/&gt;</description>
<pubDate>Wed, 15 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
<feedburner:origLink>http://www.gasnet.com.br/conteudo/15246</feedburner:origLink></item>
</channel>
</rss>
