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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;CEMGQn8zfSp7ImA9WhdWFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627</id><updated>2011-09-08T03:13:43.185-03:00</updated><category term="Olavo de Carvalho" /><category term="democracia" /><category term="Alexandre Herculano" /><category term="Kurt Vonnegut" /><category term="religião" /><category term="política" /><category term="reflexões" /><category term="casos" /><category term="literatura" /><category term="citação" /><category term="design" /><category term="William Blake" /><category term="Mencken" /><category term="alucinanças" /><category term="bloguices" /><category term="música" /><category term="suicídio cultural" /><category term="terrorismo" /><category term="humor" /><title>Gazuas</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Gazuas" /><feedburner:info uri="gazuas" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;DkABSHY7cSp7ImA9WxBVEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-4834780680506235953</id><published>2010-02-13T03:19:00.002-03:00</published><updated>2010-02-13T04:05:59.809-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-02-13T04:05:59.809-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reflexões" /><title>Oficializando</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jeCJ7kJbJKyteSep1R1bmjfAyJI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jeCJ7kJbJKyteSep1R1bmjfAyJI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jeCJ7kJbJKyteSep1R1bmjfAyJI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jeCJ7kJbJKyteSep1R1bmjfAyJI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Já disse aqui certa vez que há épocas em que me sinto tão majestaticamente burro que prefiro não postar nada. Não por medo que alguém fosse ler o que escrevo, não corro esse risco já que sempre fui orgulhoso demais para ir atrás de leitores, mas há épocas em que mesmo o meu vão leitor imaginário, normalmente tão diligente em me conceder de elogios a vênias de respeito, fica vexado com as mesquinharias que produzo. Mas que horror de situação, Deus me livre!, que cenário ridículo, quando o próprio espectro da minha vaidade se recusa a me cumprimentar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem... não o culpo. Tendo lido mais sinceramente os grandes autores nos últimos meses, essa foi a consequência natural e inevitável. Minha vaidade podia ser grande, mas nem ela é tão burra assim para não varrer-se a si própria para baixo do tapete diante do que tem visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, como não há um só assunto de meu interesse sincero que não me faça hoje em dia passar horas limpando suor da testa, com dedos trêmulos sobre o teclado, para depois de todo esse martírio concluir que fiz apenas um bando de bobagens cujo único propósito eram referir-se a mim mesmo. Parei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos amigos que quiserem acompanhar o que ando fazendo:&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.goodreads.com/caioertai"&gt;Goodreads&lt;/a&gt; com os livros que ando lendo ou pretendo ler;&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.google.com/reader/shared/caioertai"&gt;Meu feed &lt;/a&gt;do Google Reader;&lt;br /&gt;- Eventuais &lt;span style="font-style: italic;"&gt;punchlines &lt;/span&gt;e outras  baboseiras no &lt;a href="http://twitter.com/caioertai"&gt;meu twitter&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-4834780680506235953?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/3mHppnrDESY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/4834780680506235953/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2010/02/oficializando.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/4834780680506235953?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/4834780680506235953?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/3mHppnrDESY/oficializando.html" title="Oficializando" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2010/02/oficializando.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0INRHY9eip7ImA9WxBXGUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-1550899961536638307</id><published>2010-01-17T22:31:00.006-03:00</published><updated>2010-01-31T20:46:35.862-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-01-31T20:46:35.862-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reflexões" /><title>Do desígnio espiritual do limpador de rodinha de carrinho de supermercado</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ttcPg1jvPUZllXcddrnWsf3eG9s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ttcPg1jvPUZllXcddrnWsf3eG9s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ttcPg1jvPUZllXcddrnWsf3eG9s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ttcPg1jvPUZllXcddrnWsf3eG9s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Temos todos algum tipo de profunda afinidade da alma por certas coisas; o modo como essas afinidades surgem, Deus me livre tentar explicar!, mas nós as temos. Nos últimos dias me veio à cabeça a idéia, que começa até meio tonta, de que: mais importante do que a busca por gostos refinados é a busca por afinar os gostos profundos e já consolidados, até que estes estejam em consonância com o teu interior. Deves afiná-los assim, como cordas de um violino, até que toquem em perfeita harmonia com as canções que apenas tu podes ouvir, da tua própria alma. Deves afinar os teus gostos até que sejam eles os instrumentos pelos quais se manifesta no mundo a tua vocação metafísica.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;Então&lt;span style="font-style: italic;"&gt; gostos&lt;/span&gt;, a partir daí, não seria mais adequado para descrever tais instrumentos e, aos homens que os ouvissem tocar, pareceriam mais o sintetizadores musicais de um destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero logo corrigir um problema que possa surgir devido a figura de linguagem delicada que utilizei. Não me refiro necessariamente a gostar de Shakespeare, música clássica ou, sei lá, bocha. Bom, bocha parece-me refinadíssimo; a você não? Velhinhos de boina e meia até os joelhos e tal. Voltando ao ponto: boxe, dar porrada nos outros, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;why not&lt;/span&gt;? Pode muito bem ser um desses instrumentos humanos do destino. O fato é que as pessoas em volta realmente notam quando alguém parece estar fazendo exatamente aquilo que nasceu para fazer. A história e, claro, o cinema, estão cheios desses personagens; para citar rapidamente um presente em ambos: &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Howard_Hughes"&gt;Howard Hughes&lt;/a&gt;, de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Aviator"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Aviador&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De imediato não é possível perceber nada de alto, sublime, em uma paixão pela aviação. Como isso torna Hughes uma pessoa especial? No que isso o diferencia de todas as outras pessoas que têm paixão pelo sentimento de romper os desígnios terrestres humanos? A resposta está na intensidade dos sentimentos que o personagem dedica ao hobby, o modo como põe sua vida inteira como uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;busca pessoal&lt;/span&gt;, esta é a chave, em torno do progresso da aviação. Hughes parece estar ali fazendo exatamente aquilo que era a ele suposto fazer; a aviação não é para ele matéria qualquer, é assunto mortalmente sério, capaz de fazê-lo sofrer à loucura. E as pessoas percebem isso, identificam-se, admiram e desejam profundamente um objeto de tamanho valor pessoal, um destino ao qual se dedicar. Creio ser esta a explicação da admiração que se tem por personagens como Hughes, ou, voltando ao boxe, Rocky Balboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto que toca a idéia inicial, “mais importante do que a busca por gostos refinados, é a busca por afinar os gostos profundos e já consolidados”, é justamente essa admiração humana pelo modo especial como certas pessoas executam &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;até as tarefas mais banais&lt;/span&gt;. Um limpador de rodinha de carrinho de supermercado, creio mesmo, pode executar sua tarefa com tamanho empenho que a coisa nos cause a admiração de um profundo desígnio espiritual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-1550899961536638307?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/5ufLiSOQTlM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/1550899961536638307/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2010/01/do-designio-espiritual-do-limpador-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/1550899961536638307?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/1550899961536638307?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/5ufLiSOQTlM/do-designio-espiritual-do-limpador-de.html" title="Do desígnio espiritual do limpador de rodinha de carrinho de supermercado" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2010/01/do-designio-espiritual-do-limpador-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4CQno5fip7ImA9WxBaEUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-4682654637966186821</id><published>2010-01-14T05:56:00.005-03:00</published><updated>2010-03-21T08:29:23.426-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-21T08:29:23.426-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reflexões" /><title>Invertendo Ícaro</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1Ljw3TYPmO8b3OmV0Te40HItB-I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1Ljw3TYPmO8b3OmV0Te40HItB-I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1Ljw3TYPmO8b3OmV0Te40HItB-I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1Ljw3TYPmO8b3OmV0Te40HItB-I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Cá estava eu pensando em uma obra de Pieter Brueghel que me foi apresentada pela peça de &lt;a href="http://oindividuo.com/"&gt;Pedro Sette Câmara&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://oindividuo.com/2009/11/25/eis-que-escrevo-uma-peca-de-teatro-que-voce-pode-ler-e-montar/"&gt;Os Amadores&lt;/a&gt;. Tanto &lt;em&gt;A Queda de Ícaro &lt;/em&gt;quanto &lt;em&gt;Os Amadores&lt;/em&gt; resumo pelo seguinte moto:    &lt;p&gt;&lt;em&gt;O mundo não vai (e, digo mais, nem devia) parar para admirar-se das tuas angústias e sofrimentos pessoais.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/S07dOLHHdKI/AAAAAAAAASA/2P8-Hjhfy8U/s1600-h/icaroweb.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 341px; height: 224px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/S07dOLHHdKI/AAAAAAAAASA/2P8-Hjhfy8U/s400/icaroweb.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426517836598572194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do alto de um despenhadeiro - cujos limites definem o terreno por onde um aldeão passa seu arado, e cuja escarpa desemboca na praia onde um pastor, apoiado preguiçosamente em seu bordão, fita os céus - vemos um longo mar, iluminado ao sol nascente, repleto de embarcações que seguem céleres e despreocupadas em direção à cidade portuária que se vê ao fundo. Esta bucólica paisagem seria apenas isto mesmo, uma paisagem, não fossem as curiosas pernas de Ícaro, quase impercepitíveis em meio à cena cotidiana, debatendo-se no mar. Ícaro cai dos céus, mas o mundo, continua sem notar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Que a obra de Brueghel fala da indiferença do mundo aos fracassos e sofrimento pessoais, isto é difícil de negar. O cômico é que me peguei pensando que se a obra representasse Ícaro na situação diametralmente oposta, muito pouco da mensagem seria perdida. Houvesse no quadro um Ícaro voando aos céus e finalmente pousando no sol, não imagino que a cena bucólica fosse muito diferente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Resumindo, o mundo também está cagando para o sucesso pessoal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E, pensando cá comigo. Não é que os chatos que insistem em querer que o mundo pare para admirar-se de seus coraçõezinhos sangrentos de dor, são os mesmíssimos que parecem considerar o próprio sofrimento como um forma de sucesso pessoal?&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-4682654637966186821?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/JN-3b7knJI0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/4682654637966186821/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2010/01/invertendo-icaro.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/4682654637966186821?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/4682654637966186821?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/JN-3b7knJI0/invertendo-icaro.html" title="Invertendo Ícaro" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/S07dOLHHdKI/AAAAAAAAASA/2P8-Hjhfy8U/s72-c/icaroweb.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2010/01/invertendo-icaro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0AGSH88eSp7ImA9WxNTF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-4606881394768130766</id><published>2009-08-20T05:04:00.001-03:00</published><updated>2009-08-20T05:08:49.171-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-20T05:08:49.171-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alexandre Herculano" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casos" /><title>Um Livro Antigo</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6y0QtU6DSZN5Qa4BENn5pCj7y4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6y0QtU6DSZN5Qa4BENn5pCj7y4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6y0QtU6DSZN5Qa4BENn5pCj7y4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6y0QtU6DSZN5Qa4BENn5pCj7y4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Comprei-o há dois dias. A capa em tecido rosado e machucado conta bem a idade da peça que, editada em Portugal há um século e seis anos idos, atravessou mãos e um oceano até sorrir-me aqui nesta ilha, da qual contam antigas grandezas intelectuais e me parece nada senão uma província confortável mas erma aos espíritos, que é a terra de São Luís. Nas páginas, que de sua cor de chá preto exalam o charme de um século, leio a delicada assinatura de um de seus antigos donos: “Tancredo Mattos”, traçada à bico de pena com a precisão e graça das caligrafias antigas; sei então o nome do homem, agora espírito, que através de poucas e nada intrusivas notas de leitura irá acompanhar-me ao longo do livro. Como numa ironia sútil que ao homem não é dado perceber a não ser pelo desenrolar dos séculos que dele se riem, as  primeiras palavras do livro reproduzem a própria situação do velho tomo que resgatei em meio a seus companheiros de estante cem anos mais novos:&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;“Como debaixo dos pés de cada geração que passa na terra dormem as cinzas de muitas gerações que a precederam, assim debaixo dos fundamentos de cada cidade grande e populosa das velhas nações da Europa jazem alastrados os ossos da cidade que precedeu a que existe. Como de paes a filhos as diversas gerações se continuam e entretecem sem divisão, semelhantes à túnica inconsutil do Christo, assim a cidade antiga se transmuda imprerceptivelmente na nova cidade; e como o octogenario, na vizinhança do túmulo, não vê à roda de si, nem pae, nem irmãos, nem amigos da infancia, mas filhos, mas netos, mas existencias todas virentes, todas cheias de vida, e sente com amargura que o seu século já repousa em paz e espera por elle que tarda, assim o último edificio da cidade que passou, quando pendido ameaça desabar, olhando à roda de si não vê nenhum daquelles que, ahi perto, campeavam senhoris e formosos no tempo em que elle tambem o era.”&lt;/blockquote&gt;Com um arrepio na espinha fechei o livro e dediquei-lhe em reverência um longo minuto de silêncio. Pelos sonhos de Alexandre Herculano me é possível ser dirigido através deste livro e, sob o olhar terno e exigente de seu tomo que ameaça desabar,  sinto o  peso dos olhares de muitas gerações a mim anteriores. O livro, agora sobre a estante, continua a me encarar, enquanto isso eu tento encontrar em mim, em algum ponto nebuloso, uma certa virtude especial com a qual me devo dedicar a sua leitura, em suma, uma nova abordagem sobre tudo quanto tentei praticar até hoje como atividade intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por  enquanto, como um moleque culpado, desvio o olhos como posso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Quase um mês depois, quando acreditava acentado o espanto relatado acima: abro novamente o livro. Dessa vez para lê-lo por completo, mas mal termino o primeiro parágrafo do prefácio e meus olhos já estão inquietos, como que querendo verter lágrimas de admiração pelas impressões relatadas na magistral prosa de Alexandre Herculano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-4606881394768130766?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/xSpxrK7x0Go" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/4606881394768130766/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/08/um-livro-antigo.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/4606881394768130766?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/4606881394768130766?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/xSpxrK7x0Go/um-livro-antigo.html" title="Um Livro Antigo" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/08/um-livro-antigo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0AEQnc7cCp7ImA9WxJbFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-832992530317724502</id><published>2009-07-25T15:11:00.007-03:00</published><updated>2009-07-25T19:41:43.908-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-25T19:41:43.908-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alexandre Herculano" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bloguices" /><title>Mapa de “Eurico, o Presbítero”</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-HP6hJOOR_a_R4VW_IDVGx8Iv_A/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-HP6hJOOR_a_R4VW_IDVGx8Iv_A/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-HP6hJOOR_a_R4VW_IDVGx8Iv_A/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-HP6hJOOR_a_R4VW_IDVGx8Iv_A/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Aqui vai um post singelo. Enquanto lia “Euríco, o Presbítero”, de Alexadre Herculano, fui marcando num Google Map os principais locais citados na primeira parte do livro para ter noção do desenrolar dos fatos. Como o site é público e permite-me, ao esforço de um link, direcionar outros interessados ao mapa; como este será mais facilmente encontrado pelo google através desse post; e como é possível que outros editem o mapa para enriquecê-lo (ou corrigí-lo se necessário), não faria mal nenhum em pregar este bilhete aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps/ms?t=p&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;oe=UTF8&amp;amp;msa=0&amp;amp;msid=102708060552304584178.00046f8221c22591775d8&amp;amp;ll=37.874688,-2.42981&amp;amp;spn=3.966826,0&amp;amp;output=embed"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;small&gt;Visualizar &lt;a href="http://maps.google.com/maps/ms?t=p&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;oe=UTF8&amp;amp;msa=0&amp;amp;msid=102708060552304584178.00046f8221c22591775d8&amp;amp;ll=37.874688,-2.42981&amp;amp;spn=3.966826,0&amp;amp;source=embed" style="color:#0000FF;text-align:left"&gt;Mapa de "Euríco, o Presbítero"&lt;/a&gt; em um mapa maior&lt;/small&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão marcadas apenas as localidades mencionadas até a batalha do Críssius. São elas: Toletum (Toledo), Emérita (Mérida), Cordúba (Córdoba), Híspalis (Sevilha), Críssius (Guadalete), Gades (Cádis),  Asido (Medina-Sidonia), Cartéia, Ilha Verde (Algezíras), Calpe (Gibraltar), Septum (Sebta, ou Ceuta), Bética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Link:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://maps.google.com/maps/ms?t=p&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;oe=UTF8&amp;amp;msa=0&amp;amp;msid=102708060552304584178.00046f8221c22591775d8&amp;amp;ll=37.002553,-4.987793&amp;amp;spn=2.706523,5.817261&amp;amp;z=8"&gt;Mapa de “Eurico, o Presbítero”&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-832992530317724502?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/KeLzFsHwTsQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/832992530317724502/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/07/mapa-de-eurico-o-presbitero.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/832992530317724502?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/832992530317724502?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/KeLzFsHwTsQ/mapa-de-eurico-o-presbitero.html" title="Mapa de “Eurico, o Presbítero”" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/07/mapa-de-eurico-o-presbitero.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQBQ3s5cCp7ImA9WxJVEEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-5320753721985052144</id><published>2009-06-27T06:05:00.006-03:00</published><updated>2009-06-27T06:19:12.528-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-27T06:19:12.528-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bloguices" /><title>Chegou! E é lindo!</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EMmK6kFePnKg49gvuNBo0-YzSM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EMmK6kFePnKg49gvuNBo0-YzSM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EMmK6kFePnKg49gvuNBo0-YzSM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EMmK6kFePnKg49gvuNBo0-YzSM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkXjmLUuB8I/AAAAAAAAARk/i5_C9cebZow/s1600-h/Hist%C3%B3ria-da-Literatura-Ocidental.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 185px; height: 183px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkXjmLUuB8I/AAAAAAAAARk/i5_C9cebZow/s400/Hist%C3%B3ria-da-Literatura-Ocidental.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351933977213929410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Senti-me um verme por ter pago apenas R$200,00. Abrindo e lendo um tanto, senti-me pior ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quem interessar:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www16.senado.gov.br/livraria/produtos.asp?produto=402"&gt;http://www16.senado.gov.br/livraria/produtos.asp?produto=402&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site é do senado, mas eu garanto que é de confiança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-5320753721985052144?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/P1q_-3ekKWA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/5320753721985052144/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/06/chegou-e-e-lindo.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/5320753721985052144?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/5320753721985052144?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/P1q_-3ekKWA/chegou-e-e-lindo.html" title="Chegou! E é lindo!" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkXjmLUuB8I/AAAAAAAAARk/i5_C9cebZow/s72-c/Hist%C3%B3ria-da-Literatura-Ocidental.gif" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/06/chegou-e-e-lindo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A08BQno5eip7ImA9WxJWGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-1328688004732314873</id><published>2009-06-23T12:55:00.018-03:00</published><updated>2009-06-25T00:17:33.422-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-25T00:17:33.422-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="citação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="música" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Kurt Vonnegut" /><title>“Right where I belonged”</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DNK13FEgQphq0cLZ2ZPhoJHMRMM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DNK13FEgQphq0cLZ2ZPhoJHMRMM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DNK13FEgQphq0cLZ2ZPhoJHMRMM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DNK13FEgQphq0cLZ2ZPhoJHMRMM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Andei por esses dias lendo alguns contos distópicos de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kurt_Vonnegut"&gt;Kurt Vonnegut&lt;/a&gt;. Vale citá-los.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Harrison Bergeron&lt;/span&gt;, &lt;a href="http://instruct.westvalley.edu/lafave/hb.html"&gt;disponível online&lt;/a&gt;, onde a sociedade leva o igualitarismo quase às últimas consequências; e &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;2 B R 0 2 B&lt;/span&gt;, &lt;a href="http://www.feedbooks.com/book/912"&gt;também online&lt;/a&gt;, sobre um futuro onde a humanidade foi “curada” de todo os males biológicos, como o envelhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o suficiente para despertar em mim uma certa curiosidade sobre o autor. Lendo algumas de suas entrevistas, descobri que é um sujeito de simplicidade intrigante, e que não é fácil entendê-lo. Fiquei encantado pelo seu humor, e estranhei bastante o seu “humanismo”. Mas vou deixar comentários sobre Vonnegut para outra data, hoje quero apenas colar aqui um trechinho (longo...) de uma entrevista, sobre coisas que, sim sim, são muitíssimo interessantes:&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 380px; height: 156px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkEOY3-tHsI/AAAAAAAAAQs/JLE9MBmitFU/s400/vonnegut.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350573652799463106" border="0" /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Q&lt;/span&gt;:&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;When I was reading Dr. Kevorkian, I was reminded a bit of a Japanese film from a couple years ago called "Afterlife."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Vonnegut&lt;/span&gt;: I haven't heard of it.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Q&lt;/span&gt;: Its premise is that those who have recently died are taken to a waiting room for one week, during which time they must choose only a single memory from their entire lives which will endlessly replay for them, while all of their other memories are erased.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Vonnegut&lt;/span&gt;: So everybody's fucking, right?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Q&lt;/span&gt;: See, that's the peculiar thing. Maybe in your world or mine, everybody's fucking. But in this movie, some of the memories are much simpler, almost elegant. Many people can't choose a memory at all.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Vonnegut&lt;/span&gt;: See, that's a whole different culture. I don't know anything about it.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Q&lt;/span&gt;: Any idea what memory you might choose?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Vonnegut&lt;/span&gt;: [Long pause] I think it would be the moment where I was doing everything right, where I was beyond criticism. It was back in World War II. It was snowing, but everything was black. The trucks were rolling in. I was surrounded by my buddies. And my rifle was between my knees, my helmet on my head. I was ready for anything. And I was right where I belonged. That would be the moment. It would have to be the moment.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Q&lt;/span&gt;: There are not many moments in a man's life like that, I would imagine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Vonnegut&lt;/span&gt;: No. But you know who gets those kinds of moments all the time? A musician. They're doing exactly what they're supposed to do. I look at a symphony orchestra and everybody's doing exactly right. How the fuck do they do that? It's like watching somebody's who's just inherited a big bunch of money. "Well, enjoy yourself.... I'm just gonna fuck off — you know what I'm saying."&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Entrevista completa em:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.mcsweeneys.net/2002/09/16vonnegut1.html"&gt;http://www.mcsweeneys.net/2002/09/16vonnegut1.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-1328688004732314873?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/-D0p-1Tc0Z4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/1328688004732314873/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/06/q-when-i-was-reading-dr.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/1328688004732314873?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/1328688004732314873?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/-D0p-1Tc0Z4/q-when-i-was-reading-dr.html" title="“Right where I belonged”" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkEOY3-tHsI/AAAAAAAAAQs/JLE9MBmitFU/s72-c/vonnegut.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/06/q-when-i-was-reading-dr.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04HSXk7fyp7ImA9WxJWEkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-8119287532876134838</id><published>2009-06-17T23:16:00.003-03:00</published><updated>2009-06-17T23:25:38.707-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-17T23:25:38.707-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="humor" /><title>Melhor resenha já escrita</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NDTaeEVhTN7nJfWqGX9UT0tW3gg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NDTaeEVhTN7nJfWqGX9UT0tW3gg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NDTaeEVhTN7nJfWqGX9UT0tW3gg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NDTaeEVhTN7nJfWqGX9UT0tW3gg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;"This is one of those books that makes you ponder the deep mysteries of existence. Such as: since life is so short, why did I just waste five hours of it reading this drivel?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.goodreads.com/review/show/2592190."&gt;Aerin sobre O Código da Vinci&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-8119287532876134838?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/01MVcCLb8Nk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/8119287532876134838/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/06/melhor-resenha-ja-escrita.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/8119287532876134838?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/8119287532876134838?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/01MVcCLb8Nk/melhor-resenha-ja-escrita.html" title="Melhor resenha já escrita" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/06/melhor-resenha-ja-escrita.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUEERH8-eCp7ImA9WxJWGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-2900512858085514767</id><published>2009-06-13T22:56:00.040-03:00</published><updated>2009-06-24T05:53:25.150-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-24T05:53:25.150-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religião" /><title>Um ária ao Cântico</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qdCwMmhmsJJqm02PiLR4AGiGqD4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qdCwMmhmsJJqm02PiLR4AGiGqD4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qdCwMmhmsJJqm02PiLR4AGiGqD4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qdCwMmhmsJJqm02PiLR4AGiGqD4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Vai, deixa-me ser um perfeito imbecil. Sou um rapaz de 22 anos notando a grandeza da Bíblia em obra de ficção científica. Mencken que me olhe duplamente torto daí do post logo abaixo. Dane-se!, orelhudo. Leio atualmente &lt;a href="http://www.amazon.com/Canticle-Leibowitz-Bantam-Spectra-Book/dp/0553379267"&gt;A Canticle For Leibowitz&lt;/a&gt; - cujo &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_M._Miller,_Jr."&gt;autor &lt;/a&gt;é quase tão interessante quanto o próprio livro - e volta e meia sou assaltado por coisas como a que descreverei após uma breve contextualização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro acontece em um período pós guerra nuclear, os restos de civilização espalham-se por d&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkHpWVwvEHI/AAAAAAAAARE/OM01OSbzNFM/s1600-h/97800608929992.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 160px; height: 241px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkHpWVwvEHI/AAAAAAAAARE/OM01OSbzNFM/s400/97800608929992.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350814402300809330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;esertos e quase todo o conhecimento acumulado pelas gerações anteriores foi destruído por movimentos que espiaram nos intelectuais as causas da ruína da humanidade. O mundo vive uma nova era medieval e a narrativa centra-se em um mosteiro que busca preservar o pouco do conhecimento que se pôde salvar até que surja no mundo um gênio capaz de reconectar com a atualidade os vestígios da civilização anterior. Esse cenário já é interessante, mas não há aí ainda nada de extraordinário. Calma lá!, já chego ao ponto, eu não me surpreenderia com um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mad Max&lt;/span&gt; monástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande sacada do livro é o tratamento dado aos ciclos da história humana. Quase todos os fatos desse mundo pós-nuclear têm um acontecimento gêmeo já tratado na bíblia, cuidadosamente referenciado através de símbolos sutis incorporados à narrativa. É inevitável a vontade de a partir daí comparar elementos da história recente com esse espelho bíblico. Eis que no livro há um momento - que obscurecerei para que não espolie a leitura alheia - em que paira a ameaça imperialista de um grande reino secular, um dos personagens então diz:&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(102, 102, 102); font-style: italic;"&gt;“Manassés, Ciro, Nabucodonosor, Faraó, César, &lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Fulaninho da Coves&lt;/span&gt; – preciso continuar? Samuel nos alertou sobre eles, então nos deu um.”&lt;/blockquote&gt;Em 1 Samuel 8 está o fato referenciado. Tendo recebido dos anciões de Israel a incumbência de indicar um rei secular, Samuel tenta dissuadir o povo da idéia explicando a eles os problemas de um governo desse tipo (1Samuel 8.10-18). É incrível a acuidade profética com que esses desastres são descritos, todos eles estão muito recentes na memória dos despertos desse século - esses que se lembram ainda do início do século anterior. Continuando:&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Porém o povo não atendeu à voz de Samuel e disse: Não! Mas teremos um rei &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;sobre nós. Para que sejamos também como todas as nações; o nosso rei poderá governar-nos, sair adiante de nós e fazer as nossas guerras. (1Samuel 8.19-20)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;O povo rejeita os avisos, como sempre tem rejeitado ao longo do tempo, cioso que é por poder secular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim,&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 0, 0);"&gt; A Canticle for Leibowitz&lt;/span&gt; não é apenas uma narrativa sobre os ciclos tecnológicos de barbarismo e ascensão da história humana, como já vi em outras resenhas, mas dos ciclos da história humana como um todo, pintados na constante permuta simbólica entre Deus e coisas seculares.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-2900512858085514767?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/25Bsz_tdmy4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/2900512858085514767/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/06/um-aria-ao-cantico.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/2900512858085514767?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/2900512858085514767?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/25Bsz_tdmy4/um-aria-ao-cantico.html" title="Um ária ao Cântico" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkHpWVwvEHI/AAAAAAAAARE/OM01OSbzNFM/s72-c/97800608929992.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/06/um-aria-ao-cantico.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUFQX07fSp7ImA9WxJWGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-2486674842593163267</id><published>2009-06-12T21:47:00.011-03:00</published><updated>2009-06-24T05:46:50.305-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-24T05:46:50.305-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mencken" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="citação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="democracia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="política" /><title>Mencken e a Democracia</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pT7wsJkdklkUXKZ9MljLj5ewIAw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pT7wsJkdklkUXKZ9MljLj5ewIAw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pT7wsJkdklkUXKZ9MljLj5ewIAw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pT7wsJkdklkUXKZ9MljLj5ewIAw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Não conheço quem tenha melhor fraseado a Democracia, Mencken tem as melhores tiradas. Com a ajuda &lt;a href="http://www.goodreads.com/"&gt;desse site&lt;/a&gt; - e de algumas anotações próprias - separei uma lista com algumas de suas melhores citações sobre o assunto (começando com a minha preferida):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-style: italic;"&gt;"Democracy is the art of runnin&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-style: italic;"&gt;g the circus from the monkey cage."&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkHn4i3lFQI/AAAAAAAAAQ0/RqH4j9t1pMk/s1600-h/Mecken2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 137px; height: 189px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkHn4i3lFQI/AAAAAAAAAQ0/RqH4j9t1pMk/s400/Mecken2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350812790911472898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;"Democracy is a pathetic belief in the collective wisdom of individual ignorance."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-style: italic;"&gt;"Democracy is the theory that the common people know what they want and deserve to get it good and hard."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-style: italic;"&gt;"Under democracy one party always devotes its chief energies to trying to prove that the other party is unfit to rule - and both commonly succeed, and are right."&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As democracy is perfected, the office of president represents, more and more closely, the inner soul of the people. On some great and glorious day the plain folks of the land will reach their heart's desire at last and the White House will be adorned by a downright moron."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;— H. L. Mencken&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-2486674842593163267?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/_zTiKlc5aX4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/2486674842593163267/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/06/profeta-mencken.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/2486674842593163267?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/2486674842593163267?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/_zTiKlc5aX4/profeta-mencken.html" title="Mencken e a Democracia" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkHn4i3lFQI/AAAAAAAAAQ0/RqH4j9t1pMk/s72-c/Mecken2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/06/profeta-mencken.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0UNQXc4cCp7ImA9WxBQFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-982731978273042844</id><published>2009-05-30T22:50:00.013-03:00</published><updated>2010-01-14T05:54:50.938-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-01-14T05:54:50.938-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="William Blake" /><title>Blake, flautista mágico</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MLCYrKsW_apTQcOO6f9LZzLD_ro/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MLCYrKsW_apTQcOO6f9LZzLD_ro/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MLCYrKsW_apTQcOO6f9LZzLD_ro/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MLCYrKsW_apTQcOO6f9LZzLD_ro/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkHqi03HnqI/AAAAAAAAARU/JNvQomyC6Nc/s1600-h/6a00d8341f0e6753ef00e54f10a06f8833-800wi2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 124px; height: 173px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkHqi03HnqI/AAAAAAAAARU/JNvQomyC6Nc/s400/6a00d8341f0e6753ef00e54f10a06f8833-800wi2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350815716319141538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há algo mesmo de mágico, muito mágico, em William Blake. Tão verdadeiramente mágico,  hipnótico, que, lendo seus originais de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Songs of Innocence and of Experience&lt;/span&gt; graças à maravilha &lt;a href="http://www.rarebookroom.org/Control/blkin1/index.html"&gt;deste site&lt;/a&gt;, arrodeado pela caligrafia e desenhos do próprio autor, sinto-me impelido a catar uma flauta e sair por retraduzindo seus poemas em notas musicais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-982731978273042844?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/EO3EWxYUcI8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/982731978273042844/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/05/blake-flautista-magico.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/982731978273042844?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/982731978273042844?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/EO3EWxYUcI8/blake-flautista-magico.html" title="Blake, flautista mágico" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SkHqi03HnqI/AAAAAAAAARU/JNvQomyC6Nc/s72-c/6a00d8341f0e6753ef00e54f10a06f8833-800wi2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/05/blake-flautista-magico.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4FQXk5eyp7ImA9WxJQFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-564375801417377101</id><published>2009-05-28T21:57:00.013-03:00</published><updated>2009-05-28T23:08:30.723-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-28T23:08:30.723-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="humor" /><title>Hereges hematófatos</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dDBeohRRggyB30p07vghmmb5TIk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dDBeohRRggyB30p07vghmmb5TIk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dDBeohRRggyB30p07vghmmb5TIk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dDBeohRRggyB30p07vghmmb5TIk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Sofro um bocado com os mosquitos que habitam o altar que fiz para este meu computador. Esses hereges imundos parecem saber que em todas as noites há pernas suculentas a chupar abaixo da mesa. Este é o meu altar, dessacrado. E como nenhum altar está completo sem vela, para o meu comprei esta em cuja embalagem leio: &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;"Vela de andiroba para combate a dengue, mosquitos, insetos..."&lt;/span&gt;. Acendo e coloco a oferenda próxima ao pé da cadeira. Mas os hereges são fortes, continuam o assédio. Ponho a vela sobre a mesa, como que para fazer a ela uma reprimenda. Não demora muito e um mosquito pousa na bendita. Acho que não entendi muito bem essa coisa toda. Se a fumaça não funciona, a intenção da vela só pode ser a de uma advertência textual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hereges iletrados!... voltei ao tempo em que se resolvia heresia com tapa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-564375801417377101?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/Nxf3Fl6LUH0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/564375801417377101/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/05/hereges-hematofatos-e-burros.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/564375801417377101?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/564375801417377101?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/Nxf3Fl6LUH0/hereges-hematofatos-e-burros.html" title="Hereges hematófatos" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/05/hereges-hematofatos-e-burros.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUFR3c4eyp7ImA9WxJQFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-9085133982706797975</id><published>2009-05-27T01:08:00.010-03:00</published><updated>2009-05-29T19:46:56.933-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-29T19:46:56.933-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="humor" /><title>“Obçession”</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EEhpnoaFoScFzNkN3zYp6awGzbM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EEhpnoaFoScFzNkN3zYp6awGzbM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EEhpnoaFoScFzNkN3zYp6awGzbM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EEhpnoaFoScFzNkN3zYp6awGzbM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Ao fim do ano passado, por volta de setembro, deparou-se com um fato estranho. Quando &lt;span style="font-style: italic;"&gt;recolecionava &lt;/span&gt;suas memórias e as tentava traduzir em linguagem, o fazia com mais habilidade em inglês do que no português. Nunca vivera um mês sequer &lt;span style="font-style: italic;"&gt;abroad&lt;/span&gt;. Também não era exímio conhecedor da língua inglesa, era dela apenas um bom leitor. Um bom leitor, e olhe lá! Mas tão logo buscava expressão, a encontrava com mais facilidade na confusão mental d'um inglês embananado do que na própria língua pátria. Sonhava em inglês, às vezes pegava-se respondendo em inglês a questões íntimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua própria conversa interior dava-se na língua de Poe e Carroll, e a razão disto sabia de cor: passara coisa de dois anos lendo tudo quanto podia em inglês. Não dava confiança aos autores nacionais, apesar de ter deles pouco conhecimento, e os autores que lhe eram comuns eram todos ingleses. Os que escapavam a essa regra os lia em sua tradução para o inglês. Um dia notou-se perigosamente próximo ao abismo do absurdo quando, apresentando a um amigo a versão que degustava de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Revolt of the Masses&lt;/span&gt;, fora questionado sobre o motivo de não lê-la no original em espanhol, que era afinal muito mais próximo do português. Notou-se então quase materializando a brincadeira que fazia quando liminarmente consciente de seu estrangeirismo. Um dia estaria lendo autores nacionais traduzidos em língua estrangeira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-9085133982706797975?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/3fx13s0iHsA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/9085133982706797975/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/05/obcession.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/9085133982706797975?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/9085133982706797975?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/3fx13s0iHsA/obcession.html" title="“Obçession”" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/05/obcession.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8AQ3s_cSp7ImA9WxJQE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-467171829932460657</id><published>2009-05-25T22:43:00.013-03:00</published><updated>2009-05-26T02:47:22.549-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-26T02:47:22.549-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="design" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alucinanças" /><title>Verborragia irritante...</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IC3ADP_M8EPA9MK0GqI069SYGaw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IC3ADP_M8EPA9MK0GqI069SYGaw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IC3ADP_M8EPA9MK0GqI069SYGaw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IC3ADP_M8EPA9MK0GqI069SYGaw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Começo a ler um texto que me é requerido por uma das disciplinas do meu curso de Desenho Industrial na UFMA.&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Apesar de design e styling serem duas disciplinas totalmente distintas...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Pára, pára, pára. Como assim totalmente distintas? Totalmente mesmo? Nada de semelhante? Nada em que se possam comparar? Puxa, eu que tinha como passatempo mental na infância encontrar semelhanças entre bananas e cometas, picolés e dinossauros, acho bastante esquisito que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt;(uma preocupação estética que visa o consumo do produto) seja totalmente distinto logo do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design&lt;/span&gt;. Mas, mais esquisito ainda é o trecho seguinte:&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o styling é muitas vezes complementar do design.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Como coisas totalmente distintas entre si podem ser complementares? Isso não significaria que são indistintas em sua finalidade, no objeto a que se aplicam, ou em alguma coisinha ao menos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que o sujeito que escreveu esse texto nem sequer pensou no assunto, largou a mão a moldar a bosta e em seguida publicou-a em livro, que foi lido e recomendado posteriormente por professores aos seus alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O erro desse autor poderia passar como coisa menor, probleminha a toa, mas não é. É um fenômeno amplo e irritante a quantidade de textos universitários que são permeados de expressões absurdas. Fica claro que os sujeitos que os escrevem não pensam na expressão real daquilo que estão escrevendo, ou, se pensam, não têm a menor preocupação de traduzir fidedignamente esse pensamento em linguagem. Sendo assim, vai caber logo a mim, aluno, rejuntar esse quebra-cabeças dadaísta e formar algo coerente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A loucura continua:&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(102, 102, 102); font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O styling diz respeito ao tratamento e aparência da superfície - as qualidades expressivas de um produto. Pelo contrário, o design diz basicamente respeito à resolução de problemas - tende a ser holístico na sua finalidade e geralmente procura simplicidade e o que é essencial nos produtos.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Não vou me perder argumentando ou apontando mais verborragias, vou apenas fazer uma pergunta e seguir a partir dela. Se há um problema exposto pelo seguinte enunciado: &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;"como tornarei este produto mais atraente?"&lt;/span&gt;, isto é algo a ser resolvido pelo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt;ou pelo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design&lt;/span&gt;? Acrescento: não antecede a toda a atividade de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling&lt;/span&gt; o problema destacado? Como isto é verdadeiro, logo toda atividade de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt;também é guiada por um problema referente a um produto, com a limitação que esse problema é sempre refente a capacidade de atração que tem o produto sobre seus possíveis compradores, e como todo produto industrial não prescinde de seus compradores (e como o designer vive no éter) a capacidade de atração de um produto é uma de suas características essenciais. Tomando então o design como a resolução de problemas essenciais referentes a produtos, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt;está contido no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design&lt;/span&gt; do modo como é descrito pelo autor. Concluindo isto, como explicar que o próprio autor diga que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design &lt;/span&gt;e o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt;têm preocupações contrárias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A distância do autor com a realidade fica mais patente adiante. Dado um certo ponto conclui:&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;... o design (racionalismo) tende a tomar a dianteira em ciclos econômicos negativos, equanto que (sic) o styling (anti-racionalismo) tende a florescer em períodos de prosperidade. O styling começou a ter expressão na década de 20 com o florescimento da Art Deco, e em finais dos anos 30 e 40.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;A primeira coisa que chama a atenção é essa história do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;florescer em momentos de crise e o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt;em momentos de prosperidade. O mesmíssimo autor, algumas páginas antes, diz que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;streamlining &lt;/span&gt;(que é uma derivação do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling&lt;/span&gt;), surgiu e prosperou nos anos subsequentes ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;crash &lt;/span&gt;de 1929. Ele ao menos lê o que escreve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abra-se agora um parênteses para mais verborragia. O autor diz que o design começou a ter expressão nos anos 20 e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"em finais dos anos 30 e 40"&lt;/span&gt;. Que dizer que ele começou duas vezes? Nos anos 20 e depois no fim dos 30 e 40? Ou seriam três vezes? Nos anos 20, no fim dos 30 e no fim dos 40? Ou por no fim dos 30 e 40 quis se referir ao período representado por ambos? Sendo assim, qual o motivo de não dizer apenas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"em finais dos anos 40"&lt;/span&gt;? Claro que é mais uma bobagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda coisa que chama a atenção no trecho destacado é essa coisa, racionalismo vs. anti-racionalismo, definindo o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design &lt;/span&gt;como uma atividade racional e o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt;como anti-racional. Mesmo tomando racionalismo e anti-racionalismo com uma certa frouxeza, poderia-se dizer logo que: sendo uma área do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design&lt;/span&gt;, que aqui é dado como algo racional, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt; não poderia ser irracional sem que se fizesse a concessão de que o design não é todo racional afinal. Daí sobraria &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"anti-racional"&lt;/span&gt; apenas como figura de linguagem para dizer que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt;tem um foco emocional (e ponto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo integralmente o texto sou levado a crer que, no fundo, chamar o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt;de anti-racional e colocá-lo em oposição ao próprio design foi, desde o início do texto, apenas um meio de expressar desgostos - algo como chamá-lo de feio, chato, bobo e excluí-lo da brincadeira - hábito provavelmente adquirido na leitura dos teoristas da coisa do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design para uma nova ordem social&lt;/span&gt; (coisa que pretendo estudar adiante). Especulações à parte, de agora em diante, quando um autor desses disser &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design&lt;/span&gt;, entenda por uma equação de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;design &lt;/span&gt;menos as preocupações do campo do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling&lt;/span&gt;, e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling&lt;/span&gt; por &lt;span style="font-style: italic;"&gt;styling &lt;/span&gt;mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-467171829932460657?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/XE9ltqfJr4k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/467171829932460657/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/05/verborragia-irritante.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/467171829932460657?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/467171829932460657?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/XE9ltqfJr4k/verborragia-irritante.html" title="Verborragia irritante..." /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/05/verborragia-irritante.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYHSXY_cSp7ImA9WxJQE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-1789197310422591747</id><published>2009-05-22T19:34:00.006-03:00</published><updated>2009-05-26T19:48:58.849-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-26T19:48:58.849-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="humor" /><title>Four Yorkshiremen Sketch</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xgC1g5SYZVOadXtVJ4lwe50eb2s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xgC1g5SYZVOadXtVJ4lwe50eb2s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xgC1g5SYZVOadXtVJ4lwe50eb2s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xgC1g5SYZVOadXtVJ4lwe50eb2s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Uma curta piada do grupo Monty Python.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Four well-dressed men sitting together at a vacation resort.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Michael Palin: Ahh.. Very passable, this, very passable.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Graham Chapman: Nothing like a good glass of Chateau de Chassilier wine, ay Gessiah?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Terry Gilliam: You're right there Obediah.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Eric Idle: Who'd a thought thirty years ago we'd all be sittin' here drinking Chateau de Chassilier wine?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;MP: Aye. In them days, we'd a' been glad to have the price of a cup o' tea.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;GC: A cup ' COLD tea.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;EI: Without milk or sugar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;TG: OR tea!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;MP: In a filthy, cracked cup.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;EI: We never used to have a cup. We used to have to drink out of a rolled up newspaper.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;GC: The best WE could manage was to suck on a piece of damp cloth.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;TG: But you know, we were happy in those days, though we were poor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;MP: Aye. BECAUSE we were poor. My old Dad used to say to me, "Money doesn't buy you happiness."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;EI: 'E was right. I was happier then and I had NOTHIN'. We used to live in this tiiiny old house, with greaaaaat big holes in the roof.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;GC: House? You were lucky to have a HOUSE! We used to live in one room, all hundred and twenty-six of us, no furniture. Half the floor was missing; we were all huddled together in one corner for fear of FALLING!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;TG: You were lucky to have a ROOM! *We* used to have to live in a corridor!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;MP: Ohhhh we used to DREAM of livin' in a corridor! Woulda' been a palace to us. We used to live in an old water tank on a rubbish tip. We got woken up every morning by having a load of rotting fish dumped all over us! House!? Hmph.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;EI: Well when I say "house" it was only a hole in the ground covered by a piece of tarpolin, but it was a house to US.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;GC: We were evicted from *our* hole in the ground; we had to go and live in a lake!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;TG: You were lucky to have a LAKE! There were a hundred and sixty of us living in a small shoebox in the middle of the road.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;MP: Cardboard box?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;TG: Aye.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;MP: You were lucky. We lived for three months in a brown paper bag in a septic tank. We used to have to get up at six o'clock in the morning, clean the bag, eat a crust of stale bread, go to work down mill for fourteen hours a day week in-week out. When we got home, out Dad would thrash us to sleep with his belt!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;GC: Luxury. We used to have to get out of the lake at three o'clock in the morning, clean the lake, eat a handful of hot gravel, go to work at the mill every day for tuppence a month, come home, and Dad would beat us around the head and neck with a broken bottle, if we were LUCKY!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;TG: Well we had it tough. We used to have to get up out of the shoebox at twelve o'clock at night, and LICK the road clean with our tongues. We had half a handful of freezing cold gravel, worked twenty-four hours a day at the mill for fourpence every six years, and when we got home, our Dad would slice us in two with a bread knife.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;EI: Right. I had to get up in the morning at ten o'clock at night, half an hour before I went to bed, (pause for laughter), eat a lump of cold poison, work twenty-nine hours a day down mill, and pay mill owner for permission to come to work, and when we got home, our Dad would kill us, and dance about on our graves singing "Hallelujah."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;MP: But you try and tell the young people today that... and they won't believe ya'.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;ALL: Nope, nope...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.davidpbrown.co.uk/jokes/monty-python-four-yorkshiremen.html"&gt;http://www.davidpbrown.co.uk/jokes/monty-python-four-yorkshiremen.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-1789197310422591747?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/7rCMR8fxtdk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/1789197310422591747/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/05/four-yorkshiremen-sketch.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/1789197310422591747?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/1789197310422591747?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/7rCMR8fxtdk/four-yorkshiremen-sketch.html" title="Four Yorkshiremen Sketch" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/05/four-yorkshiremen-sketch.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUAHR304fip7ImA9WxJRFU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-3240985430661241391</id><published>2009-05-15T02:59:00.013-03:00</published><updated>2009-05-17T01:15:36.336-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-17T01:15:36.336-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reflexões" /><title>The Roundabout... round and round</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nKx4NkK2KPK7q76lhK5nzgL6Fxc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nKx4NkK2KPK7q76lhK5nzgL6Fxc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nKx4NkK2KPK7q76lhK5nzgL6Fxc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nKx4NkK2KPK7q76lhK5nzgL6Fxc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Caso recente:&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(102, 102, 102); font-style: italic;"&gt;Contou-me um pouco sobre seu passado, um pouco sobre sua vida. Falou a respeito de como se relacionava com sua família quando criança, falou de como se relacionava com os colegas na fase seguinte, chegou finalmente a como se relaciona atualmente com as pessoas. Notei uma cadência na linguagem, um &lt;span&gt;crescendo &lt;/span&gt;otimista na narrativa pessoal, algo que parecia querer encerrar-se num brado de louvor àquilo que é atualmente. E eu, que ouvia tudo com atenção, enxergava a mesma coisa repetida,  fase após fase, fantasiosamente renovada sob uma nova pá de cal. A mim, a criança com que iniciou sua história nunca havia ido a lugar algum, jazia emparedada sob uma massiva quantidade do mesmíssimo erro reinventado e esquecido em um processo já incosciente de autoengano.&lt;/blockquote&gt;Sempre me pareceu mesmo que certas sombras de nós mesmo são mais facilmente visíveis a partir de uma observação externa. Observação que pode ser simulada a partir da própria consciência. Sem isso corre-se o risco de ficar feito biruta girando ao sabor dos quatro ventos, nunca capaz de tornar ao próprio eixo. Mas, o que eu nunca havia imaginado em qualquer outra fase da vida - e que tem apenas distante relação com o trecho acima - é que o observador, quando não é ao menos tomado sinceramente por onisciente, é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;absorvido &lt;/span&gt;pela consciência, caindo assim na mesma malha de autoengano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-3240985430661241391?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/z5S0fUnpj-E" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/3240985430661241391/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/05/roundabout-round-and-round.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/3240985430661241391?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/3240985430661241391?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/z5S0fUnpj-E/roundabout-round-and-round.html" title="The Roundabout... round and round" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/05/roundabout-round-and-round.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkcDRXc-fip7ImA9WxJRFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-3427749021139062979</id><published>2009-05-12T19:06:00.005-03:00</published><updated>2009-05-16T19:47:54.956-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-16T19:47:54.956-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bloguices" /><title>Sobre o intervalo</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WNcYHJN7EvoTh7RbpJxLMrh7ibw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WNcYHJN7EvoTh7RbpJxLMrh7ibw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WNcYHJN7EvoTh7RbpJxLMrh7ibw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WNcYHJN7EvoTh7RbpJxLMrh7ibw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Há épocas em que me descubro um sujeito majestaticamente burro, bem mais que o normal. Nessas épocas fico mais calado. Mas... apesar de estar mesmo em um desses períodos, não é esse o motivo do hiato, acontece que passei um bom tempo sem internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve volto a bater os cascos no teclado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-3427749021139062979?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/fivCj_c6zhM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/3427749021139062979/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/05/sobre-o-intervalo.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/3427749021139062979?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/3427749021139062979?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/fivCj_c6zhM/sobre-o-intervalo.html" title="Sobre o intervalo" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/05/sobre-o-intervalo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMMQHY7fCp7ImA9WxJWEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-2416655480367988530</id><published>2009-05-02T03:40:00.012-03:00</published><updated>2009-06-17T16:21:21.804-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-17T16:21:21.804-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alucinanças" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Olavo de Carvalho" /><title>Vote na realidade</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8bjXH-H1pD7NNxh2nSZowG5x5Bo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8bjXH-H1pD7NNxh2nSZowG5x5Bo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8bjXH-H1pD7NNxh2nSZowG5x5Bo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8bjXH-H1pD7NNxh2nSZowG5x5Bo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Ontem. Voltava eu da universidade com uma doçura de amiga. Conversávamos qualquer uma dessas frivolidades por todos conhecidas, que, mesmo ocas feito bexigas, servem ao menos de gancho para compartilhar alguns momentinhos com uma pessoa querida. Sei que logo nos caímos a falar a respeito de um boleto bancário que trazia comigo. Expliquei tratar-se da minha mensalidade no curso do &lt;a href="http://www.seminariodefilosofia.org/"&gt;Seminário de Filosofia&lt;/a&gt;, de &lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/"&gt;Olavo de Carvalho&lt;/a&gt;. Disse isso e botei-me atento aos olhos da amiga, esperando, e até desejando, que o filósofo fosse por ela reconhecido. Pela nulidade com que recebeu o nome, afirmo com toda certeza que não era.  Nada daquele espanto de (a) imenso apreço, ou de (b) freira ante um blásfemo, que a citação do maldito causa a quem o conhece ao menos um tantinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a prova mais cabal de que ela nunca havia ouvido falar no sujeito veio em seguida. Perguntou-me por que então eu não cursava filosofia na universidade. Ri um pouco enquanto me vinham algumas lembranças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá nos tempos há muito idos. Aliás, nem tão idos assim, já que um ano e meio é um cuspe de tempo para um rapaz de vinte e poucos anos. Enfim, lá pela época onde eu ainda acreditava possível adquirir alguma formação humanística naquele covil, encontrava-me numa aula de filosofia (pelo curso de Relações Públicas), sentando em uma das cadeiras que compunham um grande círculo de discussão. Pegado de tédio, e já tendo suportado coisa de uma hora de massacre, eu pensaneava distraído enquanto a professora nos lia alguns textos em compasso hipnótico, vez ou outra citava Marilena Chauí e incitava debates marcados por pura falta de conhecimento sobre o que quer que se discutisse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que num dado momento a coisa toma uma proporção tão estrondosa que me desperta. Fala-se a respeito de como certas coisas (no caso, tecnológicas) eram impensáveis para os homens em dados momentos da história, e no entanto nos são cotidianas. Daí em diante a coisa segue firulando, até que, num momento de epifânia, a professora conclui diante de todos, e de um Caio pasmo, que é possível pensar algo impensável. Chegado esse ponto eu me meti na peleja. Sugeri delimitar melhor a frase ou procurar uma palavra mais adequada a proposição. Perguntei, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“pois algo impensável não é, por definição, impensável?”&lt;/span&gt;. Devia ter ficado quieto. A coisa deve ter soado bastante exótica, notei pelo silêncio. Mas logo a marcha dos horrores continuou, tornou-se furiosa, e num esforço coletivo, seguindo o impropério da dona docente, todos passaram a procurar pensar coisas impensáveis (!) para me provar errado. Júlio Verne e Isaac Asimov, que ouviram seus nomes alucinadamente citados, gemeram de angústia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já é bastante ridículo que se use de todo tipo de malabarismo de linguagem com o mero e bobíssimo intuito de montar proposições aparentemente contraditórias, como Saussure trocando de sujeito para criar a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;mutabilidade e imutabilidade do signo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;”&lt;/span&gt;. Mas, pior ainda é não perceber o enxerto e passar a interpretar o ovo de cuco no sentido literal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorou ainda um tempo até que eu pudesse balbuciar novamente, trêmulo feito um condenado pedindo perdão, que se algo impensável é, por definição, impensável, então qualquer coisa que eles tenham pensado nunca foi impensável afinal. A coisa encerrou-se por aí. A professora interrompeu, e deve ter ficada maravilhada mesmo com a minha novidade, pois, nas suas próprias palavras, achou a minha &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“opinião (!) muito interessante”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim das contas, saíram todos de sala com a cabeça tranquila, em maioria, e inafetados por esse defeito que o mundo real tem de querer fazer sentido. Votaram sobre a estrutura da realidade, venceram, e saíram muito felizes. Só eu é que saí um pouco desconcertado, com fama de doido e de cabeça dura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não cheguei a contar esse caso para a minha amiga... que a essa altura já estava bastante curiosa em saber o motivo pelo qual eu sorria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-2416655480367988530?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/dtShP6dPvOE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/2416655480367988530/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/05/sono.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/2416655480367988530?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/2416655480367988530?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/dtShP6dPvOE/sono.html" title="Vote na realidade" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/05/sono.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkIERXw6fip7ImA9WxJTGUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-6168599695920075285</id><published>2009-04-29T02:21:00.017-03:00</published><updated>2009-04-29T02:55:04.216-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-29T02:55:04.216-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alucinanças" /><title>Triplo Carpado Racial</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XtYmpk8PXh4W6X4Vt9FgLcoimyo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XtYmpk8PXh4W6X4Vt9FgLcoimyo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XtYmpk8PXh4W6X4Vt9FgLcoimyo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XtYmpk8PXh4W6X4Vt9FgLcoimyo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/Sffn9mQT_wI/AAAAAAAAAOc/V78ipGXU-s0/s1600-h/200px-Serys_Slhessarenko-2008.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 137px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/Sffn9mQT_wI/AAAAAAAAAOc/V78ipGXU-s0/s200/200px-Serys_Slhessarenko-2008.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329983729443274498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;center&gt;"Já disseram que essa lei, uma vez aprovada, estaria legitimando o racismo, mas não consigo entender o porquê. Ao contrário, não aprová-la é que é uma atitude racista"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="-3"&gt;Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT)&lt;/font&gt;&lt;/center&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto foi a respeito da PLC 180/08, que estabelece cotas raciais para ingresso nas universidades públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei lindo o triplo carpado da senadora, só não entendi essa história de aterrissar de cara no chão. Vá lá, pela foto é possível supor que a Mortícia aí tem prática.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-6168599695920075285?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/TMZm8PNU5QQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/6168599695920075285/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/04/triplo-carpado-racial.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/6168599695920075285?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/6168599695920075285?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/TMZm8PNU5QQ/triplo-carpado-racial.html" title="Triplo Carpado Racial" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/Sffn9mQT_wI/AAAAAAAAAOc/V78ipGXU-s0/s72-c/200px-Serys_Slhessarenko-2008.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/04/triplo-carpado-racial.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkcDRXc-fip7ImA9WxJRFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-2196336667001572662</id><published>2009-04-27T16:03:00.006-03:00</published><updated>2009-05-16T19:47:54.956-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-16T19:47:54.956-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bloguices" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="design" /><title>Reviranças</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQNcv5avAsfUBWaCp1IBI0Fh4bM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQNcv5avAsfUBWaCp1IBI0Fh4bM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQNcv5avAsfUBWaCp1IBI0Fh4bM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQNcv5avAsfUBWaCp1IBI0Fh4bM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Revirei o layout do blog. Terminei assim, com algo bem simples e elegante, coisa que mal tem a ver comigo, mas que... hum... ia dizer &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"gosto assim mesmo"&lt;/span&gt;. Mas seria estranho, então... hum... apenas &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"gosto (e ponto)"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando, gosto de layouts assim. Poucas linhas, bastante &lt;span style="font-style:italic;"&gt;blank space&lt;/span&gt;, e escala monocromática, às vezes pincelada com uma outra cor. Algo desse tipo dificilmente sai errado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-2196336667001572662?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/pwfwlaZTsys" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/2196336667001572662/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/04/revirancas.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/2196336667001572662?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/2196336667001572662?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/pwfwlaZTsys/revirancas.html" title="Reviranças" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/04/revirancas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cDRH04fSp7ImA9WxJTGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-3895354900720559429</id><published>2009-04-22T14:09:00.016-03:00</published><updated>2009-04-28T00:57:55.335-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-28T00:57:55.335-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="música" /><title>Emily Bindiger e certos acidentes</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/E95AzBHvK_us1wlGmCkgD7SHVWE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/E95AzBHvK_us1wlGmCkgD7SHVWE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/E95AzBHvK_us1wlGmCkgD7SHVWE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/E95AzBHvK_us1wlGmCkgD7SHVWE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Já há muito tempo ouço um pouco de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/See-Saw"&gt;See-Saw&lt;/a&gt;. Conheci a banda por acaso, através da trilha sonora do anime &lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/.hack//Sign"&gt;.hack//Sign&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, e diferente da maioria das coisas que minha adolescência me legou, ainda acho essas músicas maravilhosas. Mas, estranhamente, quase tudo quanto se encontra de See-Saw além de raras excessões é de um poprock japonês medonho. O segredo das boas músicas da banda está em um fato do qual só me dei conta há pouco. A maior parte delas é interpretada por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Emily_Bindiger"&gt;Emily Bindiger&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música da trilha de .hack//Sign. See-Saw com os vocais maravilhosos de Emily Bindiger:&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="380" height="25"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ECv1qCejNuQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ECv1qCejNuQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="380" height="25"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Música de Yoko Kanno da trilha sonora de Cowboy Bebop, também com vocais de Emily Bindiger:&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="380" height="25"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NzL0v0IYRvo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/NzL0v0IYRvo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="380" height="25"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;E o atual projeto do qual Emily Bindiger participa em turnê, The Accidentals:&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="380" height="25"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ttum1g_-5PM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ttum1g_-5PM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="380" height="25"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-3895354900720559429?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/EuVTbby8JRE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/3895354900720559429/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/04/emily-bindiger-accidentals-e-outros.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/3895354900720559429?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/3895354900720559429?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/EuVTbby8JRE/emily-bindiger-accidentals-e-outros.html" title="Emily Bindiger e certos acidentes" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/04/emily-bindiger-accidentals-e-outros.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0UARH0-cSp7ImA9WxJTGUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-3927042190095407645</id><published>2009-04-19T03:26:00.002-03:00</published><updated>2009-04-28T21:34:05.359-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-28T21:34:05.359-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="suicídio cultural" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="design" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="terrorismo" /><title>Design em favor do terrorismo?</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C_PsyVUyxSErkLyPEOg2eZiqMIc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C_PsyVUyxSErkLyPEOg2eZiqMIc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C_PsyVUyxSErkLyPEOg2eZiqMIc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C_PsyVUyxSErkLyPEOg2eZiqMIc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;É fato óbvio que quase toda classe artística acredita que a pertinência a esse seleto grupo implica na obrigação de utilizar a sua obra e prestígio de forma "socialmente crítica". Creem ser um imperativo moral portar certos estandartes ideológicos. É a praga do artista engajado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre achei que o galho artístico que o design estende era uma ponte para essa desgraça. Eu tinha razão. Em uma rápida busca encontrei uma dúzia de sites dedicados ao design-ativismo. Naveguei algum tempo rindo das babaquices "inovadoras" de desobediência civil que alguns relatavam. Mas logo logo me deparei com esse pavão de estupidez humana:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.guerrilla-innovation.com/archives/2006/01/000472.php"&gt;http://www.guerrilla-innovation.com/archives/2006/01/000472.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabou a graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fighters+Lovers é uma companhia dinamarquesa que cria produtos estampados com mensagens de apoio às FARC e &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SezkvVNPMwI/AAAAAAAAAN8/yTYo-aXEvyk/s1600-h/fighters-lovers.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 250px; height: 159px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SezkvVNPMwI/AAAAAAAAAN8/yTYo-aXEvyk/s320/fighters-lovers.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326883961070105346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;terroristas palestinos. Mais do que isso, até o início de 2006, a empresa anunciava que para cada camisa vendida, 5 euros eram doados aos dois grupos. Desde a sua criação a companhia foi alvo de protestos na Colombia e em Israel e recebeu uma série de ações judiciais. Os dois argumentos mais comumente usados em defesa desses filoterroristas, assassinos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;by proxy&lt;/span&gt;, variam entre (a) a ressalva cínica de que as doações eram destinadas apenas a atividades não violentas, e (b) a declaração de que a luta dos dois grupos sanguinários é justa. Isso tudo amarrado ao suposto direito democrático de foder com a democracia própria e alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro argumento só passa mesmo pela garganta de um jumento. Ainda que a Fighters+Lovers fosse capaz provar por a+b que o investimento da doação seria não violento, trataria-se de um engodo. Imagine que seu vizinho ofereça abrigo, comida e roupa lavada a um bando de assaltantes enquanto estes planejam invadir a sua casa. Imagine também que ele faça isso plenamente ciente das intenções de seus inquilinos. De que importa se o seu vizinho estava ou não planejando pegar uma arma e se juntar aos bandidos? Ao fornecer direta e conscientemente os meios para a prática do crime, é claro que tanto o seu vizinho hipotético quanto os filoterroristas dinamarqueses da Fighter+Lovers são diretamente responsáveis por qualquer ato praticado por seus apadrinhados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o segundo argumento vem logo acompanhado da velha brutal permuta lógica, que torna o povo Israelense e Colombiano os reais agressores das doçuras que são os terroristas. As FARC por exemplo querem apenas tornar a Colômbia sei lá... uma grande Disneyland onde todos andam de graça nos brinquedos e comem cachorro-quente até fartar (Pinóquio alguém?). Que mal tem se matam, sequestram e extorquem alguns milhares de pessoas para isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunte-se agora. Se a Fighters+Lovers acha que luta terrorista é justa, pra quê declarar que doa dinheiro apenas para atividades não violentas? Os dois argumentos em defesa da companhia são mutuamente exclusivos, uma prestidigitação covarde para distrair o leitor enquanto derrama um véu de seda sob a conclusão óbvia de que Fighters+Lovers e todos os seus clientes, além de serem cúmplices, apoiam o banho de sangue praticado pelas FARC e por terroristas palestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SezlNosJ_NI/AAAAAAAAAOM/7xNVkorcYxM/s1600-h/001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 250px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SezlNosJ_NI/AAAAAAAAAOM/7xNVkorcYxM/s320/001.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326884481696136402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No mês passado, 25 de Março de 2009, a Suprema Corte Dinamarquesa condenou 6 dos 7 membros da empresa à cadeia por apoio ao terrorismo. Ótimo? Não. A merda da pena é de meros 2 a 6 meses de prisão condicional. Quer mais? O site deles continua no ar, vendendo livremente o seu material subversivo. Talvez ainda fazendo doações secretas, quem sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PS.:&lt;/span&gt; Não vou dar o endereço o site da Fighters+Lovers aqui para não dar audiência direta, use um buscador se quiser confirmar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-3927042190095407645?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/juJ17-BGnOQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/3927042190095407645/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/04/design-em-favor-do-terrorismo.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/3927042190095407645?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/3927042190095407645?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/juJ17-BGnOQ/design-em-favor-do-terrorismo.html" title="Design em favor do terrorismo?" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_fwb8_qXN5aU/SezkvVNPMwI/AAAAAAAAAN8/yTYo-aXEvyk/s72-c/fighters-lovers.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/04/design-em-favor-do-terrorismo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkcDRXc-fip7ImA9WxJRFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-83297571504948627.post-5267209337028455166</id><published>2009-04-11T07:26:00.000-03:00</published><updated>2009-05-16T19:47:54.956-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-16T19:47:54.956-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bloguices" /><title>Blogcida Confesso e Reincidente</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7BsXgpEyCQGHMqqeGHZlkmLgC3E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7BsXgpEyCQGHMqqeGHZlkmLgC3E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7BsXgpEyCQGHMqqeGHZlkmLgC3E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7BsXgpEyCQGHMqqeGHZlkmLgC3E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Cá estava eu - diga-se de passagem, com uma puta dor de cabeça que já dura 2 dias - lendo posts antigos de blogueiros antigos. Blogs que variam entre 4 ou 5 anos de persistência. Admiro essa gente. Fico imaginando se isso tudo é fruto de uma disciplina que beira o auto-flagelo ou daquele mesmo pixie tremeluzente que pipoca sobre o meu ombro e não para de zumbir &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"thiizzzz is great! Write it, write it down!"&lt;/span&gt; enquanto não abro o notepad e começo a teclar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus blogs não costumam durar muito tempo. Em algum ponto do segundo semestre todos experimentam períodos progressivos de seca, até que a minha água barrenta falta de vez e, em desesperado esforço de sobrevida, são obrigados a beber os próprios sapatos. Acabam morrendo pouco depois do primeiro aniversário. Mas não é algo que eu lamente. Na verdade, danço de alegria na cova de cada um deles. Tenho uma ala inteirinha no cemitério para os meus blogs juvenis, e para esses a dança é especialmente animada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hum... creio que esse não é um bom jeito de se começa um blog. Venho aqui como um sujeito adentrando uma loja e calmamente alertando a todos sobre o meu passado de assaltante penta reincidente. Estou avisando, vou reincidir. Não tenho nenhuma esperança ou promessa de longevidade para este blog. Mas tenho, na verdade, uma vontade muitíssimo mais ousada, e creio que até ingênua. Muito muito! Quero que um dia, daqui a uns 5 anos, frente a lápide do “Gazuas”, não tenha vontade de cuspir-lhe a cova.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/83297571504948627-5267209337028455166?l=gazuas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Gazuas/~4/cFzCW0x4Nds" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://gazuas.blogspot.com/feeds/5267209337028455166/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://gazuas.blogspot.com/2009/04/blogcida-confesso-e-reincidente.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/5267209337028455166?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/83297571504948627/posts/default/5267209337028455166?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Gazuas/~3/cFzCW0x4Nds/blogcida-confesso-e-reincidente.html" title="Blogcida Confesso e Reincidente" /><author><name>Caio Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01758523393613197665</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://www.ertaiandrade.kit.net/outro/dsc03229.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://gazuas.blogspot.com/2009/04/blogcida-confesso-e-reincidente.html</feedburner:origLink></entry></feed>

