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	<title>GeHosp &#8211; Roberta Massa | Governança, Inovação e Saúde</title>
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	<description>Transformando inovação em capacidade institucional para governos, organizações de saúde e ecossistemas de inovação.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Sep 2026 19:10:15 +0000</lastBuildDate>
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		<title>PROADI-SUS: a inovação que precisa chegar ao SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Massa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 18:57:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade em Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E se uma das maiores forças de transformação do SUS não estiver apenas na criação de novas tecnologias, mas na capacidade de fazer conhecimento, inovação e boas práticas chegarem à escala do sistema? Essa é uma das razões pelas quais o PROADI-SUS merece estar no centro da conversa sobre o futuro da saúde brasileira. O [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>E se uma das maiores forças de transformação do SUS não estiver apenas na criação de novas tecnologias, mas na capacidade de fazer conhecimento, inovação e boas práticas chegarem à escala do sistema?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das razões pelas quais o <strong>PROADI-SUS</strong> merece estar no centro da conversa sobre o futuro da saúde brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS articula o Ministério da Saúde e entidades hospitalares filantrópicas de reconhecida excelência para desenvolver projetos em áreas como <strong>pesquisa, inovação, educação, avaliação de tecnologias e gestão</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existe uma dimensão estratégica que merece ainda mais atenção:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O PROADI-SUS é também uma ponte para transformar conhecimento em capacidade institucional do SUS.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E essa ponte passa por diferentes caminhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pesquisa e desenvolvimento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Produção de conhecimento e estudos que apoiam decisões em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Avaliação e incorporação de tecnologias.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecimento técnico para apoiar decisões sobre tecnologias relevantes para o SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desenvolvimento de pessoas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Capacitação de profissionais e gestores para enfrentar desafios cada vez mais complexos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gestão e transformação dos serviços.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvimento de técnicas, processos e tecnologias de informação capazes de qualificar a gestão e a assistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente essa combinação que torna o Programa particularmente relevante para a agenda de inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>? O próximo desafio não é apenas inovar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É <strong>incorporar, transferir, escalar e sustentar a inovação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma solução pode ser tecnicamente excelente e ainda assim produzir pouco impacto se permanecer restrita ao ambiente onde foi desenvolvida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o SUS, o verdadeiro salto acontece quando uma experiência consegue percorrer o caminho:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PROBLEMA ? CONHECIMENTO ? SOLUÇÃO ? VALIDAÇÃO ? INCORPORAÇÃO ? ESCALA ? RESULTADO.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa lógica aproxima o PROADI-SUS de uma discussão fundamental sobre o futuro do sistema público:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como transformar projetos de excelência em capacidades permanentes do SUS?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E a tecnologia?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui existe uma conexão ainda mais importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio Ministério da Saúde inclui entre as áreas do PROADI-SUS o desenvolvimento de pesquisas e tecnologias úteis ao SUS e o desenvolvimento e implantação de sistemas e tecnologias da informação para qualificar a gestão, além de iniciativas como telemedicina.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inovação em saúde não termina quando uma solução é desenvolvida.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela precisa atravessar a gestão, a regulação, os processos, os profissionais, os dados, a infraestrutura e, principalmente, chegar ao cidadão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem trabalha com <strong>PROADI-SUS, gestão, projetos, pesquisa, inovação, tecnologia, ciência, saúde digital, assistência ou políticas públicas</strong>, existe uma agenda enorme para construir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como aumentar a capacidade de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>identificar problemas relevantes;</li>



<li>desenvolver soluções baseadas em evidências;</li>



<li>avaliar tecnologias;</li>



<li>medir resultados;</li>



<li>transferir conhecimento;</li>



<li>integrar dados;</li>



<li>fortalecer capacidades institucionais;</li>



<li>e levar soluções bem-sucedidas para diferentes realidades do SUS?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio modelo de governança do Programa reforça essa lógica: o Comitê Gestor define diretrizes e prioridades, analisa e aprova projetos e avalia seus resultados e impactos no sistema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No atual triênio, 2024-2026, o Ministério da Saúde informa <strong>167 projetos aprovados</strong>, com investimento previsto superior a <strong>R$ 2,88 bilhões</strong>, evidenciando a dimensão dessa agenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro do PROADI-SUS não deveria ser pensado apenas pela quantidade de projetos realizados. Uma pergunta ainda mais estratégica é:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quanto de capacidade nova o SUS consegue incorporar a partir desses projetos?</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Conhecimento que permanece.</li>



<li>Tecnologia que escala.</li>



<li>Processo que melhora.</li>



<li>Profissional que se desenvolve.</li>



<li>Gestão que amadurece.</li>



<li>Dados que passam a orientar decisões.</li>



<li>Inovação que se transforma em política pública.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esse é o ponto em que um projeto deixa de ser apenas projeto e passa a gerar transformação institucional.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem trabalha ou já trabalhou com PROADI-SUS sabe que cada projeto carrega muito mais do que uma entrega. Carrega conhecimento, experiência, redes de colaboração e possibilidades de transformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pergunta é:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que precisamos fazer para que esse conhecimento circule mais, seja incorporado mais rapidamente e gere ainda mais valor para o SUS?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quero ouvir quem está dentro desse ecossistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual projeto, experiência ou aprendizado do PROADI-SUS mais contribuiu para transformar uma prática, uma gestão ou uma capacidade do SUS?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Compartilhe nos comentários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a próxima grande inovação do SUS já esteja sendo construída em algum projeto que ainda precisa ganhar escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>REGITS | Governança • Estratégia • Inovação • Saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes oficiais e institucionais utilizadas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/se/proadi-sus?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde | PROADI-SUS</a> · <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/se/proadi-sus/projetos?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde | Projetos PROADI-SUS</a> · <a href="https://hospitais.proadi-sus.org.br/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hospitais PROADI-SUS</a> </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O SUS está tentando resolver um problema antigo com uma lógica nova</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Massa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 11:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão em saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>RADAR REGITS &#124; O que mudou na saúde? O SUS está tentando resolver um problema antigo com uma lógica nova: Organizar o cuidado como uma jornada, não como uma sequência de procedimentos. O QUE MUDOU? Na última semana, o Ministério da Saúde anunciou uma nova organização do cuidado para pessoas com doença renal crônica, dentro [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>RADAR REGITS | O que mudou na saúde?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O SUS está tentando resolver um problema antigo com uma lógica nova:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organizar o cuidado como uma jornada, não como uma sequência de procedimentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O QUE MUDOU?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última semana, o Ministério da Saúde anunciou uma nova organização do cuidado para pessoas com <strong>doença renal crônica</strong>, dentro do programa <strong>Agora Tem Especialistas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As novas <strong>Ofertas de Cuidados Integrados (OCIs)</strong> passam a reunir consultas, exames, acompanhamento multiprofissional e procedimentos de acordo com o estágio da doença e as necessidades do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo também atualiza o cuidado da anemia na doença renal crônica, incorporando novas opções terapêuticas ao SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FATO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança não é apenas financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a preparação para hemodiálise, por exemplo, o valor da oferta passa de <strong>R$ 940,22 para R$ 3.000,63</strong>, aumento de aproximadamente 219% no valor nominal, enquanto o Ministério informa que as novas ofertas representam entre <strong>263% e 360% dos valores anteriormente pagos</strong>, conforme o cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, foram habilitados <strong>62 serviços</strong> relacionados ao cuidado renal, incluindo hemodiálise, diálise peritoneal e acompanhamento pré-dialítico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto estratégico: o acompanhamento especializado pode favorecer a identificação e o encaminhamento de pacientes para avaliação de transplante <strong>antes do início da diálise</strong>, quando houver indicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>IMPACTO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sinaliza uma mudança importante na lógica da assistência especializada:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Menos fragmentação, mais percurso assistencial.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante muito tempo, a eficiência da saúde foi analisada a partir do volume de consultas, exames e procedimentos realizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o paciente não experimenta a assistência em procedimentos isolados. Ele experimenta uma <strong>jornada</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando consulta, exame, diagnóstico, tratamento, acompanhamento e encaminhamento estão desconectados, aumentam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o tempo de espera;</li>



<li>a repetição de etapas;</li>



<li>a perda de informação;</li>



<li>a peregrinação do paciente;</li>



<li>os riscos de descontinuidade;</li>



<li>e a pressão sobre os serviços de maior complexidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">As OCIs procuram enfrentar justamente essa fragmentação, organizando os cuidados necessários dentro de um percurso mais integrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>OPORTUNIDADE</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência da doença renal pode ser observada como um <strong>laboratório de transformação da assistência especializada</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pergunta para gestores públicos, hospitais e redes privadas não deveria ser apenas:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Quanto estamos produzindo?”</strong> Mas também:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Quanto da jornada do paciente estamos conseguindo integrar?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso abre espaço para uma nova agenda de gestão:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Demanda =&gt; acesso =&gt; diagnóstico =&gt; cuidado =&gt; continuidade =&gt; desfecho.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O indicador deixa de ser exclusivamente o procedimento realizado e passa a incorporar a capacidade da rede de <strong>resolver o problema de saúde ao longo da jornada</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEITURA ESTRATÉGICA REGITS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto mais relevante dessa mudança talvez esteja menos na doença renal e mais no <strong>modelo de gestão que ela representa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde especializada começa a caminhar de uma lógica de <strong>produção fragmentada</strong> para uma lógica de <strong>coordenação do cuidado</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso exige uma mudança também na governança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para que um modelo integrado funcione, cinco elementos precisam conversar:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. FINANCIAMENTO</strong><br>O recurso precisa acompanhar o percurso assistencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. PROTOCOLO</strong><br>A jornada precisa ter critérios claros de acesso e encaminhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. DADOS</strong><br>A rede precisa enxergar onde o paciente está e qual é o próximo passo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. RESPONSABILIDADE</strong><br>É necessário definir quem coordena cada etapa do cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. DESFECHO</strong><br>O sucesso precisa ser medido pelo resultado para o paciente, e não apenas pela quantidade de procedimentos realizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O RADAR REGITS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A grande transformação pode estar acontecendo justamente aqui:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>o futuro da assistência especializada não será definido apenas pela capacidade de fazer mais procedimentos, mas pela capacidade de conectar melhor cada etapa do cuidado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A doença renal é um exemplo concreto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o princípio pode ser aplicado a cardiologia, oncologia, neurologia, saúde da mulher, reabilitação e outras linhas de cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Integrar não significa apenas colocar serviços lado a lado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Significa fazer com que <strong>informação, financiamento, profissionais, tecnologia e decisões clínicas trabalhem em torno de uma mesma jornada.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E essa é uma agenda de gestão que merece ser acompanhada de perto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pergunta para a rede REGITS:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se você pudesse redesenhar hoje uma linha de cuidado do seu sistema de saúde, qual seria a primeira a integrar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E qual indicador você usaria para provar que a integração realmente melhorou o cuidado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias-ms/2026/setembro/ministerio-da-saude-qualifica-assistencia-para-prevenir-progressao-da-doenca-renal?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde | Ministério da Saúde qualifica assistência para prevenir progressão da doença renal</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias-ms/2026/setembro?b_start:int=30&amp;utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde | Notícias de setembro de 2026</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.conass.org.br/conass-informa-n-105-2026-republicada-a-portaria-gm-n-11-357-que-altera-o-anexo-xv-a-portaria-de-consolidacao-gm-ms-no-1-17-para-dispor-sobre-os-estabelecimentos-hospitalares-em-tera/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CONASS | Estabelecimentos Hospitalares em Terapia Renal Substitutiva</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://legis.senado.gov.br/norma/41540060?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Senado Federal | Lei nº 15.233/2025, Programa Agora Tem Especialistas</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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