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	<title>GeHosp &#8211; Gestão Hospitalar</title>
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		<title>PROADI-SUS: ponte entre Estratégia Nacional e Transformação do SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Massa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 15:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso estratégico do PROADI-SUS exige mais do que conhecimento operacional do programa, exige visão sistêmica, alinhamento institucional e capacidade de traduzir prioridades nacionais em projetos concretos de alto impacto. Nesse contexto, o PROADI-SUS se posiciona como um dos principais instrumentos de apoio à implementação da Política Nacional de Saúde, ao conectar o Ministério da [&#8230;]</p>
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<p id="ember187">O uso estratégico do PROADI-SUS exige mais do que conhecimento operacional do programa, exige visão sistêmica, alinhamento institucional e capacidade de traduzir prioridades nacionais em projetos concretos de alto impacto.</p>



<p id="ember188">Nesse contexto, o PROADI-SUS se posiciona como um dos principais instrumentos de apoio à implementação da Política Nacional de Saúde, ao conectar o Ministério da Saúde, hospitais de excelência e gestores públicos em torno de uma agenda comum: fortalecer o SUS com base em inovação, evidência e eficiência.</p>



<p id="ember189">Para que esse potencial seja plenamente aproveitado, o primeiro ponto-chave é o <strong>alinhamento com o Plano Nacional de Saúde (PNS)</strong>.</p>



<p id="ember190">Todo projeto no âmbito do PROADI-SUS poderia responder a prioridades estratégicas já definidas, evitando iniciativas desconectadas das reais necessidades do sistema.</p>



<p id="ember191">Isso significa utilizar o programa como um <strong>instrumento de execução da estratégia nacional</strong>, e não como um fim em si mesmo. A partir desse alinhamento, entra o segundo elemento essencial: <strong>governança</strong>.</p>



<p id="ember192">O PROADI-SUS possui um modelo robusto, estruturado em ciclos, com processos formais de apresentação, análise, aprovação, monitoramento e prestação de contas.</p>



<p id="ember193">Utilizá-lo de forma estratégica implica compreender esse fluxo não como uma exigência burocrática, mas como um mecanismo que garante <strong>qualidade, transparência e geração de valor.</strong></p>



<p id="ember194">Projetos bem-sucedidos são aqueles que nascem com planejamento sólido, definição clara de objetivos, indicadores de resultado e capacidade de adaptação ao longo da execução.</p>



<p id="ember195">Outro ponto central é a <strong>orientação a resultados e impacto</strong>.</p>



<p id="ember196">Diferente de modelos tradicionais focados apenas na execução financeira, o PROADI-SUS exige a comprovação do valor gerado para o SUS.</p>



<p id="ember197">Isso demanda a construção de indicadores que reflitam transformação real, seja na qualificação de profissionais, na melhoria da gestão, na incorporação de tecnologias ou na ampliação do acesso e da qualidade da assistência. Em outras palavras, não basta executar projetos; é necessário demonstrar como eles fortalecem o sistema de saúde.</p>



<p id="ember198">Nesse cenário, a <strong>inovação assume um papel estruturante</strong>. O PROADI-SUS permite que o SUS avance em áreas estratégicas como <strong>saúde digital, avaliação de tecnologias, novos modelos assistenciais e produção de evidências para políticas públicas</strong>.</p>



<p id="ember199">No entanto, a inovação aqui não deve ser entendida apenas como adoção de tecnologia, mas como <strong>a capacidade de redesenhar processos, integrar atores e gerar soluções sustentáveis para problemas complexos do sistema.</strong></p>



<p id="ember200">Ao mesmo tempo, é fundamental reconhecer que o uso estratégico do programa depende da <strong>maturidade institucional dos atores envolvidos</strong>.</p>



<p id="ember201">Ainda há desafios relacionados ao desconhecimento do PROADI-SUS, à complexidade dos seus processos e à necessidade de maior integração entre níveis de gestão.</p>



<p id="ember202">Superar essas barreiras passa por investimento em <strong>capacitação, fortalecimento da governança local e ampliação do diálogo entre Ministério da Saúde, estados, municípios e instituições executoras.</strong></p>



<p id="ember203">Por fim, o PROADI-SUS deve ser compreendido como um <strong>mecanismo de transformação do SUS</strong>, que <strong>alia financiamento inteligente — por meio da imunidade tributária — à execução qualificada de projetos estruturantes</strong>.</p>



<p id="ember204">Quando bem utilizado, ele não apenas apoia políticas públicas, mas acelera a capacidade do sistema de responder a desafios contemporâneos, com mais eficiência, qualidade e equidade.</p>



<p id="ember205">Em síntese, utilizar o PROADI-SUS de forma estratégica é integrar <strong>governança, planejamento, inovação e foco em resultados</strong>, garantindo que cada projeto contribua efetivamente para o fortalecimento do SUS e para a entrega de valor à sociedade.</p>



<p id="ember206">Até a próxima!</p>
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		<title>Começam a valer novos padrões de sustentabilidade JCI para acreditação de hospitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Massa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 15:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hcor foi o primeiro a ser avaliado com base no novo manual Entraram em vigor a partir deste mês, os padrões de um novo capítulo da 8ª edição do Manual para Acreditação de Hospital da Joint Commission International (JCI): o Impacto na Saúde Global (GHI). O novo capítulo se concentra na sustentabilidade ambiental das organizações [&#8230;]</p>
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<p><strong><em>Hcor foi o primeiro a ser avaliado com base no novo manual</em></strong></p>



<p>Entraram em vigor a partir deste mês, os padrões de um novo capítulo da <strong>8ª edição do Manual para Acreditação de Hospital da Joint Commission International (JCI): o Impacto na Saúde Global (GHI).</strong></p>



<p>O novo capítulo se concentra na sustentabilidade ambiental das organizações e nas adversidades climáticas. </p>



<p>“Os inúmeros eventos climáticos observados no mundo ultimamente levaram a JCI a introduzir esses novos padrões em seu Manual, visto que o aquecimento global também impacta as instituições de saúde e, por consequência, a segurança do paciente. </p>



<p>Daí a necessidade de que os hospitais se comprometam com práticas que venham a reduzir as emissões de gases do efeito estufa, por exemplo, mas que também sejam implementadas atitudes voltadas à sustentabilidade como parte das operações e governança das instituições, como a oferta de ar limpo do ambiente, a redução de lixos desnecessários, a manutenção da segurança da informação em caso de falta de energia e o plano de fuga de paciente em caso de incêndio”, explica Heleno Costa Junior, superintendente do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), representante/parceiro exclusivo JCI no Brasil.</p>



<p>Segundo ele, além do capítulo Impacto na Saúde Global (GHI), a edição atual do Manual para Acreditação de Hospitais traz ainda um outro novo capítulo sobre Tecnologia de Saúde (HCT). </p>



<p>“O Hcor foi o primeiro, no Brasil, a passar pela avaliação da JCI com a análise dos padrões tanto do GHI quanto do HCT, porém, apenas o segundo pontuou para a reacreditação da unidade. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Hcor-1-scaled.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Hcor-1-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-18277" style="width:440px;height:auto" srcset="http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Hcor-1-683x1024.jpg 683w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Hcor-1-200x300.jpg 200w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Hcor-1-768x1152.jpg 768w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Hcor-1-1024x1536.jpg 1024w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Hcor-1-1365x2048.jpg 1365w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Hcor-1-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></a></figure></div>


<p>A própria JCI estipulou que os padrões de sustentabilidade eram densos e só passariam a valer a partir deste ano. Ainda assim, o Hcor cumpriu muito bem as exigências do GHI”, afirma Heleno.</p>



<p>Na visão da Gerente Executiva de Qualidade e Segurança do Hcor, Vera Lucia Borrasca, “o novo manual trouxe maior integração entre os capítulos e uma lógica de programa de qualidade e segurança que precisa permear toda a instituição”. </p>



<p>A gerente enfatizou a necessidade de trabalhar a competência dos líderes: “O manual foi fundamental para empoderar as lideranças e áreas operacionais, estendendo o eixo de qualidade para além das atividades da área de Qualidade e Segurança”. </p>



<p>Ela também ressaltou a importância da consultoria do CBA para essa conquista. “A atuação do CBA foi crucial para a retomada dos processos dentro dos padrões JCI, especialmente após a pandemia. </p>



<p>Ele também nos auxiliou com treinamento sobre o novo manual, visita de simulação e ofereceu suporte contínuo para dúvidas sobre o novo manual”, ressalta Vera Borrasca.</p>



<p>Segundo Daniella Vianna Correa Krokoscz, Especialista do setor da Qualidade do hospital, foram implementadas, como estratégias, reuniões mensais para discutir o&nbsp;<em>status</em>&nbsp;dos padrões, ações de engajamento da alta liderança e dos médicos, como as oficinas de capacitação sobre liderança para qualidade e segurança, a gestão e monitoramento de planos de ação, comunicação interna e externa de relatórios e manuais e auditorias focadas em áreas assistenciais, prontuários, contratos e processos administrativos, entre outros. “É de fundamental importância o monitoramento diário para manter os padrões de conformidade”, assegura.</p>



<p>Vera Borrasca conta que foram eleitas pessoas afins responsáveis pelos capítulos de segurança da informação e saúde global para reestruturar a política de segurança da informação, monitorar as tecnologias utilizadas e se estavam em conformidade com os padrões JCI. </p>



<p>Em parceria com o Hcor Academy foram promovidos eventos de sustentabilidade e meio ambiente, inteligência da informação e práticas assistenciais, disponibilizadas em plataforma EAD para empoderamento das equipes e para atualização nos novos requisitos do manual.</p>



<p>Em Sustentabilidade, Vera conta que já estava em evolução uma usina de energia elétrica própria e contratos de abastecimento de água. “Tivemos que gerenciar esses aspectos conforme os padrões do capítulo”, diz. Para segurança da informação, o Hcor reestruturou uma política que atende os requisitos da JCI, além de desenvolver uma política de telessaúde, monitorar o uso de inteligência artificial (IA) para garantir conformidade legal e com os padrões do manual e investiu em educação, incluindo simulados para indisponibilidade de sistemas. </p>



<p>“A parte de privacidade de dados está integrada com um escritório de proteção de dados DPO (Data Protection Office) e um comitê de privacidade. </p>



<p>O maior desafio foi a capacitação, realizada no formato EAD, e o mapeamento de fornecedores para garantir práticas sustentáveis e de baixo impacto ambiental, estendendo o olhar do impacto do Hcor para a comunidade”, analisa Daniella.</p>



<p><strong><em>Dois resultados: conforme ou não conforme</em></strong></p>



<p>Também houve alteração nos resultados da avaliação da JCI. “Foi eliminada a categoria ‘parcialmente conforme’. Agora só existem duas opções: conforme ou não conforme. Ou seja, a instituição é ou não acreditada”, explica Heleno. Para ser acreditada, uma instituição agora precisa atender 90% dos padrões descritos no manual JCI. </p>



<p>A Gerente Executiva de Qualidade e Segurança do Hcor garante: “Isso foi motivador!” Vera Borrasca afirma que a acreditação funciona como um impulsionador de melhorias e evolução em qualidade e segurança em uma instituição.</p>



<p>Como resultado de todo o processo, Vera aponta, entre outros, a atuação do Escritório de Experiência Humana, que também foca na experiência dos colaboradores, o que, segundo ela, demonstra a valorização da força de trabalho. “O novo manual reforçou a valorização do colaborador como parte essencial do processo de cuidado”, sublinha. </p>



<p>Outro aspecto foi a publicação do Mapa de Valor, desenvolvido a partir das linhas de cuidado e protocolos clínicos. “O Mapa, que teve seus indicadores validados pela CBA, reúne resultados médico-assistenciais, indicadores de desempenho e histórias que traduzem o impacto humano do cuidado. </p>



<p>As duas versões da publicação – uma voltada para profissionais e gestores de saúde e outra para pacientes e familiares – estão disponíveis em nosso site e revelam um processo de amadurecimento que incrementou o gerenciamento dos indicadores e melhorou a mensuração dos resultados. </p>



<p>E mais, essa transparência garante o nosso compromisso com a qualidade”, enfatiza Vera.</p>



<p>A Gerente conta que o resultado “é fruto da metodologia interna utilizada para atingir a meta de mais de 85 pontos em cada capítulo da acreditação, um conceito aprendido com o CBA. </p>



<p>Mantivemos mensurações internas por grupos de capítulo com liderança, que se reuniam para discutir padrões e elementos de mensuração, aplicando um rigoroso sistema de faróis que culminou na nota da instituição, com atualização e publicação mensal de detratores para estimular a melhoria. </p>



<p>A estratégia foi replicada internamente após a compreensão da pontuação JCI e se estendeu da área operacional à alta gestão, sendo considerada excelente por ter feito uma grande diferença no processo de evolução e implementação de melhorias com planos de ação quantitativos e qualitativos. Todo esse trabalho culminou com a reacreditação do Hcor no ano passado. </p>



<p>Vale lembrar que nossa primeira acreditação JCI foi em 2006”, finaliza Vera.</p>



<p>Fonte: SB Assessoria de Comunicação </p>
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