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	<title>GeHosp &#8211; Roberta Massa | Governança, Inovação e Saúde</title>
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	<description>Transformando inovação em capacidade institucional para governos, organizações de saúde e ecossistemas de inovação.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 25 Aug 2026 15:48:14 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Kaiser Permanente: como transformar IA preditiva em uma resposta clínica coordenada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Massa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:19:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CASE REGITS #005 Tema: Inteligência Artificial • Governança • Segurança do Paciente • Enfermagem • Interoperabilidade • Eficiência Assistencial • Saúde Baseada em Valor O CASE REGITS desta semana analisa uma experiência que responde a uma pergunta central para a transformação digital em saúde: O que acontece quando um algoritmo identifica um risco, mas a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><strong>CASE REGITS #005</strong></h3>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tema:</strong> Inteligência Artificial • Governança • Segurança do Paciente • Enfermagem • Interoperabilidade • Eficiência Assistencial • Saúde Baseada em Valor</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O CASE REGITS desta semana analisa uma experiência que responde a uma pergunta central para a transformação digital em saúde:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que acontece quando um algoritmo identifica um risco, mas a organização ainda não sabe quem deve agir, quando agir e como medir o resultado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso do Kaiser Permanente mostra que o valor da Inteligência Artificial não esteve apenas no modelo preditivo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O diferencial foi transformar uma previsão em <strong>um processo clínico, operacional e de governança escalável</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa <strong>Advance Alert Monitor, AAM</strong>, foi desenvolvido pela Kaiser Permanente Northern California para identificar pacientes hospitalizados com risco de deterioração clínica antes que o evento crítico aconteça. Após piloto inicial, a solução foi expandida para os 21 hospitais da rede.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>DESAFIO</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pacientes internados em enfermarias podem apresentar deterioração clínica antes de uma transferência não planejada para UTI ou de outros eventos graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio era que a identificação desses pacientes dependia, tradicionalmente, de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>observação clínica;</li>



<li>cálculos manuais de risco;</li>



<li>diferentes níveis de experiência das equipes;</li>



<li>múltiplos dados dispersos no prontuário eletrônico;</li>



<li>capacidade limitada de monitoramento contínuo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A Kaiser Permanente precisava responder a uma questão mais complexa do que simplesmente construir um algoritmo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como identificar o risco precocemente sem criar mais alarmes, sobrecarga e fadiga de alertas para as equipes assistenciais?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo AAM passou a utilizar dados do prontuário eletrônico para estimar o risco de deterioração com até <strong>12 horas de antecedência</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>SOLUÇÃO</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A solução combinou <strong>analytics + enfermagem virtual + equipes de resposta rápida + protocolos clínicos padronizados</strong>.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">O fluxo foi desenhado assim:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fluxo-IA.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="599" src="https://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fluxo-IA-1024x599.png" alt="" class="wp-image-18391" srcset="http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fluxo-IA-1024x599.png 1024w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fluxo-IA-300x175.png 300w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fluxo-IA-768x449.png 768w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fluxo-IA.png 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto mais interessante é que o alerta <strong>não foi enviado diretamente para todos os profissionais da linha de frente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Kaiser criou uma camada intermediária de profissionais especializados, a equipe virtual de qualidade, que revisava o prontuário, avaliava a pertinência do alerta e encaminhava apenas informações acionáveis às equipes locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse desenho buscou reduzir a fadiga de alertas e preservar o julgamento clínico humano. O programa também estruturou governança, fluxos de resgate clínico, processos de cuidados paliativos e padrões de documentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>RESULTADOS</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/resultados.png"><img decoding="async" width="1024" height="565" src="https://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/resultados-1024x565.png" alt="" class="wp-image-18402" style="aspect-ratio:1.8124199312251366;width:734px;height:auto" srcset="http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/resultados-1024x565.png 1024w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/resultados-300x165.png 300w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/resultados-768x424.png 768w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/resultados.png 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação do programa utilizou uma implantação escalonada em 19 hospitais, comparando resultados entre unidades onde o AAM já estava operacional e unidades que ainda não haviam recebido a intervenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise ajustada estimou uma redução de <strong>3 mortes por 1.000 pacientes elegíveis</strong>, equivalente a aproximadamente <strong>520 mortes evitadas por ano</strong>, com intervalo de confiança de 95% entre 209 e 831.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos desfechos clínicos, o programa passou a operar nos <strong>21 hospitais da Kaiser Permanente Northern California</strong>, com monitoramento 24 horas por dia, 7 dias por semana, processando aproximadamente <strong>16 mil alertas por ano</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Leitura crítica REGITS</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados são fortes, mas devem ser interpretados corretamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo avaliou a implantação em condições reais de operação e encontrou uma <strong>associação estatisticamente significativa</strong> entre o programa e melhores desfechos. Isso não significa que o algoritmo isoladamente tenha produzido os resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio desenho da intervenção deixa claro que o efeito observado envolve:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>modelo preditivo + enfermagem especializada + resposta rápida + protocolos + integração organizacional.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é, justamente, o principal aprendizado do caso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>INSIGHT GEHOSP</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>IA não gera valor quando prevê um problema. Gera valor quando a organização sabe o que fazer com a previsão.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse case desmonta uma ilusão frequente:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Precisamos de uma IA cada vez mais sofisticada.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem sempre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma previsão altamente precisa pode produzir pouco resultado se não existir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>responsável definido;</li>



<li>fluxo de resposta;</li>



<li>autonomia para agir;</li>



<li>integração com a equipe;</li>



<li>protocolos;</li>



<li>indicadores;</li>



<li>monitoramento dos resultados.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O verdadeiro produto da Kaiser Permanente não foi apenas um algoritmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi um <strong>sistema operacional de resposta ao risco</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-25-de-ago.-de-2026-11_46_31.png"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-25-de-ago.-de-2026-11_46_31-1024x683.png" alt="" class="wp-image-18392" style="aspect-ratio:1.4992888417882142;width:750px;height:auto" srcset="http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-25-de-ago.-de-2026-11_46_31-1024x683.png 1024w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-25-de-ago.-de-2026-11_46_31-300x200.png 300w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-25-de-ago.-de-2026-11_46_31-768x512.png 768w, http://gehosp.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ChatGPT-Image-25-de-ago.-de-2026-11_46_31.png 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>APLICAÇÃO PRÁTICA</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma instituição brasileira poderia adaptar essa lógica sem começar pela compra de uma grande plataforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Escolher um problema prioritário</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>deterioração clínica;</li>



<li>sepse;</li>



<li>risco de queda;</li>



<li>reinternação;</li>



<li>superlotação;</li>



<li>atraso na alta;</li>



<li>risco de permanência prolongada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Mapear os dados já disponíveis</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de discutir IA, responder:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Onde estão os dados? Eles são confiáveis? Conseguem conversar entre si?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Definir a cadeia de decisão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para cada alerta:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem recebe?</strong><br><strong>Quem valida?</strong><br><strong>Quem decide?</strong><br><strong>Quem executa?</strong><br><strong>Quem acompanha o desfecho?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Proteger a equipe contra fadiga de alertas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todo alerta precisa chegar à beira leito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma camada de validação clínica pode transformar:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SINAL BRUTO => ALERTA QUALIFICADO => AÇÃO CLÍNICA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Medir valor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Indicadores possíveis:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>mortalidade;</li>



<li>admissões em UTI;</li>



<li>tempo de permanência;</li>



<li>tempo até intervenção;</li>



<li>eventos adversos;</li>



<li>reinternação;</li>



<li>carga de trabalho;</li>



<li>custo evitado;</li>



<li>experiência do paciente.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>ANÁLISE ESTRATÉGICA GEHOSP</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O caso da Kaiser Permanente conversa diretamente com o momento brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <strong>agosto de 2026,</strong> o Conass voltou a colocar <strong>FHIR, interoperabilidade, cibersegurança e governança da informação</strong> no centro das discussões sobre transformação digital do SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente</strong> também reforça princípios como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>interoperabilidade;</li>



<li>monitoramento;</li>



<li>tecnologias digitais para gestão do cuidado e riscos;</li>



<li>uso ético e seguro dos dados;</li>



<li>indicadores e evidências para tomada de decisão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda uma dimensão profissional decisiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Federal de Enfermagem reforçou, em 2026, a participação da enfermagem nos processos de Avaliação de Tecnologias em Saúde, incluindo análise, incorporação e monitoramento de tecnologias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso Kaiser mostra exatamente por que isso importa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermagem não aparece como mera usuária final da tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela integra a própria <strong>arquitetura de decisão</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para a GeHosp, isso revela cinco dimensões estratégicas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Governança antes da escala</strong><br>Não começar pela ferramenta. Começar pelo problema e pelo processo decisório.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Interoperabilidade como infraestrutura</strong><br>Sem dados integrados, a IA vira uma ilha sofisticada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Profissionais no centro da solução</strong><br>A tecnologia precisa ampliar a capacidade de decisão, e não criar novas camadas de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. IA orientada a valor</strong><br>O indicador final não é quantidade de algoritmos implantados. É melhoria mensurável em resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Avaliação contínua</strong><br>Todo algoritmo precisa ser acompanhado quanto ao desempenho, utilização, impacto e possíveis efeitos indesejados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O QUE ESTE CASE ENSINA PARA HOSPITAIS BRASILEIROS?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A grande oportunidade talvez não esteja em perguntar:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Qual IA devemos comprar?&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas em perguntar:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Qual risco crítico da nossa operação hoje poderia ser identificado mais cedo, respondido mais rápido e monitorado de forma padronizada?&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mudança de pergunta altera completamente o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sai o foco em tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entra o foco em:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>RESULTADO ASSISTENCIAL + EFICIÊNCIA + SEGURANÇA + GOVERNANÇA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que a transformação digital começa a se aproximar, de fato, da saúde baseada em valor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>DEBATE DA SEMANA</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na sua organização, o maior desafio para utilizar IA na assistência é identificar o risco ou conseguir transformar o alerta em ação?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Qual é o principal gargalo?</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dados fragmentados</li>



<li> Falta de interoperabilidade</li>



<li> Excesso de alertas</li>



<li> Ausência de protocolos</li>



<li> Falta de governança</li>



<li>Resistência das equipes</li>



<li>Falta de indicadores de resultado</li>



<li>Dificuldade para escalar</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conte sua experiência.</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Porque talvez a maior barreira para a IA na saúde não esteja no algoritmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez esteja na capacidade da organização de <strong>decidir e agir de forma coordenada</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>FONTES</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caso principal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMsa2001090?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">New England Journal of Medicine, estudo sobre o Advance Alert Monitor</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.jointcommissionjournal.com/article/S1553-7250%2820%2930006-4/fulltext?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Joint Commission Journal, implantação do AAM em escala nos 21 hospitais</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://about.kaiserpermanente.org/news/press-release-archive/real-time-alerts-associated-with-lower-mortality?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kaiser Permanente, resultados e descrição institucional do programa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contexto brasileiro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.conass.org.br/eroperabilidade-ciberseguranca-e-inovacao-pautam-camara-tecnica-do-conass-de-informacao-e-informatica/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conass, interoperabilidade, FHIR, cibersegurança e governança da informação em saúde, agosto de 2026</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.conass.org.br/conass-informa-n-107-2026-publicada-a-portaria-gm-n-11-527-que-institui-a-politica-nacional-de-qualidade-e-seguranca-do-paciente/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conass, Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-809-de-26-de-maio-de-2026/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cofen, Resolução nº 809/2026 sobre Avaliação de Tecnologias em Saúde</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cofen.gov.br/cofen-regulamenta-atuacao-da-enfermagem-em-avaliacao-de-tecnologias-em-saude/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cofen, regulamentação da atuação da enfermagem em ATS</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>FECHAMENTO</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O algoritmo identificou o risco. A organização salvou o valor.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso da Kaiser Permanente mostra que a Inteligência Artificial mais relevante para a saúde não é necessariamente aquela que faz a previsão mais impressionante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aquela que consegue entrar no fluxo real de trabalho e conectar:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DADO =>  PREVISÃO => VALIDAÇÃO => DECISÃO => AÇÃO => RESULTADO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia identifica uma possibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A governança transforma essa possibilidade em resposta.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>GEHOSP- REGITS | Rede Brasileira de Governança, Inovação e Transformação em Saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conhecimento que conecta. Inteligência que transforma.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a próxima semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A transformação da saúde começa quando deixamos de trabalhar isoladamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Massa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 21:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação na Sáude]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muitos anos, falamos sobre inovação, transformação digital, inteligência artificial, governança e sustentabilidade na saúde. Mas existe uma pergunta que continua desafiando todos nós: Como transformar um sistema tão complexo sem construir uma verdadeira rede de colaboração? Foi essa reflexão que inspirou a criação da REGITS – Rede Brasileira de Governança, Inovação e Transformação em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante muitos anos, falamos sobre inovação, transformação digital, inteligência artificial, governança e sustentabilidade na saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existe uma pergunta que continua desafiando todos nós:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como transformar um sistema tão complexo sem construir uma verdadeira rede de colaboração?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi essa reflexão que inspirou a criação da REGITS – Rede Brasileira de Governança, Inovação e Transformação em Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um grupo no LinkedIn, queremos construir uma comunidade nacional onde conhecimento, experiências e conexões gerem soluções para os desafios reais da gestão em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso propósito é aproximar gestores, profissionais, pesquisadores, universidades, startups, hospitais, organizações públicas e privadas para fortalecer uma cultura de colaboração e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditamos que governança não é apenas estabelecer regras. É criar conexões capazes de transformar estratégia em resultados e inovação em valor para a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de hoje, este espaço será dedicado ao compartilhamento de boas práticas, tendências, estudos de caso, ferramentas, pesquisas e debates que contribuam para fortalecer o ecossistema da saúde brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora queremos ouvir você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sua opinião, qual é o maior desafio para transformar a gestão da saúde no Brasil?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua experiência é importante para construirmos essa rede juntos.</p>
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