<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236</id><updated>2026-06-22T12:33:37.993-07:00</updated><title type='text'>HISTÓRIA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>64</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-7689115299637166252</id><published>2015-03-05T04:45:00.000-08:00</published><updated>2015-03-05T04:45:02.806-08:00</updated><title type='text'>Cultura: Um Conceito Antropológico  </title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
Desde a antigüidade, tem-se tentado explicar as diferenças de 
comportamento entre os homens, a partir das diversidades genéticas ou 
geográficas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As características biológicas não são determinantes das diferenças 
culturais: por exemplo, se uma criança brasileira for criada na França, 
ela crescerá como uma francesa, aprendendo a língua, os hábitos, crenças
 e valores dos franceses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos citar, ainda, o fato de que muitas atividades que são atribuídas
 às mulheres numa cultura são responsabilidade dos homens em outra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambiente físico também não explica a diversidade cultural. Por 
exemplo, os lapões e os esquimós vivem em ambientes muito semelhantes – 
os lapões habitam o norte da Europa e os esquimós o norte da América. 
Era de se esperar que eles tivessem comportamentos semelhantes, mas seus
 estilos de vida são bem diferentes. Os esquimós constróem os iglus 
amontoando blocos de gelo num formato de colméia e forram a casa por 
dentro com peles de animais. Com a ajuda do fogo, eles conseguem manter o
 interior da casa aquecido. Quando quer se mudar, o esquimó abandona a 
casa levando apenas suas coisas e constrói um novo iglu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os lapões vivem em tendas de peles de rena. Quando desejam se mudar, 
eles tem que desmontar o acampamento, secar as peles e transportar tudo 
para o novo local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os lapões criam renas, enquanto os esquimós apenas caçam renas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro exemplo são as tribos de índios que habitam uma mesma área 
florestal e têm modos de vida bem diferentes: algumas são amigáveis, 
enquanto outras são ferozes; algumas alimentam-se de vegetais e 
sementes, outras caçam; têm rituais diferentes; etc&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O comportamento dos indivíduos depende de um aprendizado, de um processo
 chamado endoculturação ou socialização. Pessoas de raças ou sexos 
diferentes têm comportamentos diferentes não em função de transmissão 
genética ou do ambiente em que vivem, mas por terem recebido uma 
educação diferenciada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, podemos concluir que é a cultura que determina a diferença de comportamento entre os homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem age de acordo com os seus padrões culturais, ele é resultado do meio em que foi socializado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para Edward Tylor, 1871:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Cultura é o todo complexo que inclui conhecimentos, crenças, arte, 
moral, leis, costumes ou qualquer outra capacidade ou hábitos adquiridos
 pelo homem enquanto membro de uma sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tylor, foi o primeiro a formular o conceito de cultura do ponto de vista
 antropológico da forma como é utilizado atualmente. Na verdade, ele 
formalizou uma idéia que vinha crescendo desde o iluminismo. John Locke,
 em 1690, afirmou que a mente humana era uma caixa vazia no nascimento, 
dotada de capacidade ilimitada de obter conhecimento, através do que 
hoje chamamos de endoculturação, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tylor enfatizou a idéia do aprendizado na sua definição de cultura.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O homem é um ser predominantemente cultural. Graças à cultura, ele 
superou suas limitações orgânicas. O homem conseguiu sobreviver através 
dos tempos com um equipamento biológico relativamente simples.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um esquimó que deseje morar num país tropical, adapta-se rapidamente, 
ele substitui seu iglu e seus grossos casacos por um apartamento 
refrigerado e roupas leves – enquanto o urso polar não pode adaptar-se 
fora de seu ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cultura é o meio de adaptação do homem aos diferentes ambientes. Ao 
invés de adaptar o seu equipamento biológico, como os animais, o homem 
utiliza equipamentos extra-orgânicos. Por exemplo, a baleia perdeu os 
membros e os pêlos e adquiriu nadadeiras para se adaptar ao ambiente 
marítimo. Enquanto a baleia teve que transformar-se ela mesma num barco,
 o homem utiliza um equipamento exterior ao corpo para navegar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cultura é um processo acumulativo. O homem recebe conhecimentos e 
experiências acumulados ao longo das gerações que o antecederam e, se 
estas informações forem adequada e criativamente manipuladas, permitirão
 inovações e invenções. Assim, estas não são o resultado da ação isolada
 de um gênio, mas o esforço de toda uma comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não existe um consenso, na antropologia moderna, sobre o conceito de cultura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Roger Keesing, antropólogo, em seu artigo &quot;Theories of Culture&quot; (1974), define cultura de acordo com duas correntes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• As teorias que consideram a cultura como um sistema adaptativo: 
culturas são padrões de comportamento socialmente transmitidos que 
servem para adaptar as comunidades humanas ao seu modo de vida 
(tecnologias, modo de organização econômica, padrões de agrupamento 
social, organização política, crenças, práticas religiosas, etc.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• As teorias idealistas da cultura são divididas em três abordagens: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• A primeira considera cultura como sistema cognitivo: cultura é um 
sistema de conhecimento, &quot;consiste de tudo aquilo que alguém tem de 
conhecer ou acreditar para operar de maneira aceitável dentro da 
sociedade&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• A segunda abordagem considera cultura como sistemas estruturais: 
define cultura como &quot;um sistema simbólico que é a criação acumulativa da
 mente humana. O seu trabalho tem sido o de descobrir na estruturação 
dos domínios culturais – mito, arte, parentesco e linguagem – os 
princípios da mente que geram essas elaborações culturais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• A terceira abordagem considera cultura como sistemas simbólicos: 
cultura é um sistema de símbolos e significados partilhados pelos 
membros dessa cultura que compreende regras sobre relações e modos de 
comportamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cultura é uma lente através da qual o homem vê o mundo - pessoas de 
culturas diferentes usam lentes diferentes e, portanto, têm visões 
distintas das coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato de que o homem vê o mundo através de sua cultura tem como 
conseqüência a propensão em considerar o seu modo de vida como o mais 
correto e o mais natural (isso é denominado etnocentrismo), depreciando o
 comportamento daqueles que agem fora dos padrões de sua comunidade – 
discriminando o comportamento desviante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comportamentos etnocêntricos resultam em apreciações negativas dos 
padrões culturais de povos diferentes, práticas de outros sistemas 
culturais são vistas como absurdas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O etnocentrismo é um comportamento universal. É comum a crença de que a própria sociedade é o centro da humanidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A reação oposta ao etnocentrismo é a apatia. Em lugar da superestima dos
 valores de sua própria sociedade, num momento de crise os indivíduos 
abandonam a crença naquela cultura e perdem a motivação que os mantém 
unidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, os africanos, quando foram trazidos como escravos para uma 
terra estranha, com costumes e línguas diferentes, perdiam a motivação 
de continuar vivos e muitos praticavam suicídio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora nenhum indivíduo conheça totalmente o seu sistema cultural, é 
necessário que o indivíduo tenha um mínimo de conhecimento da sua 
cultura para conviver com os outros membros da sociedade. Nenhum 
indivíduo é perfeitamente socializado. São estes espaços que permitem a 
mudança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer sistema cultural está num contínuo processo de mudança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem dois tipos de mudança cultural: interna, resulta da dinâmica do 
próprio sistema cultural. Esta mudança é lenta; porém, o ritmo pode ser 
alterado por eventos históricos, como catástrofe ou uma grande inovação 
tecnológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mudança externa é resultado do contato de um sistema cultural com outro. Esta mudança é mais rápida e brusca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo é um elemento importante na análise de uma cultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, da mesma forma que é importante para a humanidade a compreensão 
das diferenças entre os povos de culturas diferentes, é necessário 
entender as diferenças que ocorrem dentro do mesmo sistema.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
http://gestor.adm.ufrgs.br/adp/culturaorg_adpo14_2 ....   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ABORDAGEM ANTROPOLÓGICA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A existência humana é marcada pela cultura e é ela a própria 
fundamentação da humanidade. Cultura é criação/ aprendizagem/ criação. É
 modificada, enriquecida, num processo constante, consciente e 
inconsciente, por acaso e por necessidade. Por isso a cultura marca, 
registra e pauta as condutas humanas. O ser humano é muito pouco 
programado.&lt;br /&gt;
http://drogaseespiritualidade.vila.bol.com.br/sent ....   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A ANTROPOLOGIA E SUAS TEORIAS ACERCA DAS CULTURAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Com o avanço da colonização e a partir das viagens do século XVIII, os 
europeus passaram a manter contato com outros povos e a incluí-los na 
reflexão sobre a evolução da humanidade. Várias maneiras de interpretar a
 evolução humana surgiram; dentre elas, as versões monogenista e 
poligenista. A monogenia, seguindo a idéia de &quot;perfectibilidade&quot; 
defendida por Rousseau, considerava a evolução da humanidade um 
gradiente que ia desde o estágio menos avançado (primitivo) ao mais 
avançado (civilização). As dissimilitudes entre os entre os homens eram 
consideradas provas dos diferentes estágios pelos quais passavam no seu 
processo evolutivo. Essa forma de interpretação foi adotada pelos 
etnólogos na reconstrução do passado dos povos &quot;primitivos&quot;. A poligenia
 considerava que os diferentes centros de criação explicavam as 
diferenças físicas e morais entre os homens. Os poligenistas acreditavam
 que mesmo que tivessem ancestrais comuns, os homens diferenciaram-se 
tanto num dado momento que não restou a possibilidade de cruzamento sem 
que dele resultasse degeneração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir da obra de Darwin, A origem das espécies, publicada em 1859, 
vários ramos do conhecimento passaram a adotar uma perspectiva 
evolucionista: a lingüística, a pedagogia, a sociologia, a filosofia, a 
política. Na política, o imperialismo europeu se valeu da idéia de 
sobrevivência dos mais aptos para justificar o avanço do colonizador. 
Uma teoria sobre as raças foi sistematizada a partir do darwinismo 
social, preconizado por Herbert Spencer. Essa teoria estabelecia um 
paralelo comparativo entre as diferenciações entre os homens e as 
diferenças que existem entre os animais - o asno e o cavalo, por exemplo
 - e rejeitava a idéia de livre arbítrio do homem, pois que ele estaria 
fadado a receber características étnico-culturais do meio ao qual 
pertenciam e condenava a miscigenação, valorizando os &quot;tipos puros&quot; 
considerava a miscigenação. Essa teoria surgiu dos poligenistas e veio a
 legitimar o domínio de um grupo étnico sobre outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse contexto, surge a Antropologia, que teve o evolucionismo como 
princípio orientador. Dividindo a evolução em estágios, os etnólogos 
abandonaram o uso convencional do tempo e utilizaram-se de etapas 
construídas logicamente para referenciar o homem. Na escala evolutiva. 
Morgan, em sua obra Ancient Society, descreve três estágios que seriam 
aplicáveis na explicação da escala de evolução humana: selvageria, 
barbárie e civilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo das sociedades &quot;primitivas&quot; era feito tendo por base documentos
 escritos, onde havia o relato dos costumes, mitos, objetos utilizados 
pelos &quot;selvagens&quot; etc. Através da utilização do método comparativo, os 
antropólogos analisaram essas sociedades, guiados pela idéia de 
progresso. Esse método recebeu vários ataques, sendo Franz Boas o seu 
principal crítico. Uma das críticas dizia respeito ao fato de os 
elementos culturais serem analisados fora do seu contexto: a partir de 
uma parcela mínima da cultura inferia-se sobre a totalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa breve digressão, podemos concluir que, apesar de não podermos 
considerar os usos advindos dos estudos antropológicos da época como os 
mais &quot;honestos&quot;, sem dúvida nenhuma foi um grande avanço o abandono da 
análise dos dados coletados por viajantes e a adoção da pesquisa de 
campo como meio de investigação. Da mesma forma, pode ser considerado um
 passo significativo o abandono da utilização da perspectiva 
evolucionista na análise dos povos não-europeus, bem como das suas 
explicações psicológicas e intelectualistas. Porém, o surgimento da 
corrente funcionalista na Antropologia - da qual Malinowski foi o 
precursor - trouxe consigo uma certa dose de determinismo, ao considerar
 o processo de colonização como dado, como algo inevitável. A 
necessidade do estudo dessas sociedades era justificada pelo avanço do 
imperialismo europeu sobre os povos &quot;primitivos&quot; e as comparações feitas
 entre essas sociedades e a sociedade da qual fazia parte o pesquisador 
não preocupavam-se em situá-las mecanicamente numa escala evolutiva. Os 
povos estudados eram focalizados em situação, ou seja, seu processo de 
auto-construção era avaliado a partir da contextualização dos fenômenos 
culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bronislaw Malinowski, tocado pelo &quot;nojo à civilização&quot;, dedicou-se ao 
estudo das sociedades &quot;primitivas&quot; imbuído do objetivo de &quot;apreender o 
ponto de vista do nativo, sua relação com a vida, compreender a sua 
visão de mundo.&quot; Malinowski procedeu a explicação do todo social a 
partir da construção de unidades significativas de análise, que seriam 
compostas por elementos representativos do todo e, assim, ulteriormente,
 encadeadas na análise. A essas unidades ele chamou isolats, e utilizou 
as instituições como objeto de análise. Para ele, as necessidades 
biológicas (primárias), determinavam a existência de outras 
necessidades: as necessidades culturais (secundárias). A cultura seria o
 aparato instrumental que inicialmente estaria ligado à satisfação das 
necessidades biológicas, e à medida em que houvesse o desenvolvimento, o
 crescimento da população e a diferenciação estrutural, ela passaria a 
constituir-se num meio próprio. Os padrões culturais determinariam o 
surgimento do estatuto, que é o liame entre as instuições. No processo 
de análise da realidade, Malinowski vê como fundamentais três 
procedimentos metodológico: a observação de todos os costumes dos 
nativos, a apreensão das narrativas orais e a utilização do método 
estatístico. Para ele, através da observação do comportamento dos 
nativos seria captados os &quot;imponderáveis da vida real&quot; - os elementos 
não abarcados pela análise estatística e que são &quot;a carne e o sangue&quot; do
 arcabouço teórico da pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A antropologia de Malinowski dava maior visibilidade aos sujeitos 
integrantes da cultura em estudo, como forma de garantir a legitimidade 
científica da investigação. O abandono de pré-noções, para ele seria 
fundamental:&lt;br /&gt;
&quot;Conhecer bem a teoria científica e estar a par de suas últimas 
descobertas não significa estar sobrecarregado de idéias preconcebidas. 
Se um homem parte numa expedição decidido a provar certas hipóteses e é 
incapaz de mudar seus pontos de vista constantemente, abandonando-os sem
 hesitar ante a pressão da evidência, sem dúvida seu trabalho será 
inútil.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Radcliffe-Brown, também funcionalista, propunha a combinação das tarefas
 de pesquisa de campo e de gabinete. Ele apontava a necessidade de 
estudos comparativos sistemáticos para que a Antropologia não se 
tornasse mera etnografia. O método indutivo, proposto também por ele, 
possibilitaria o estabelecimento de regularidades e leis gerais. Ele 
enfatiza o aspecto funcional de costumes como o rapto da noiva, 
hostilidade inter-grupal, entre outros, baseando-os na idéia de oposição
 que fundaria sociedades divididas em metades exogâmicas. 
Radcliffe-Brown chegou à explicação histórica de cada uma dessas 
sociedades em particular e, consequentemente, ao problema do totemismo e
 da natureza e funcionamento das relações e estruturas sociais baseadas 
em &quot;oposição&quot;, que são fenômenos gerais. Dessa forma, ele articulou os 
métodos histórico e comparativo (aliás, numa articulação que ele 
propunha aos estudos antropológicos em geral), considerando, entretanto,
 que o método histórico seria específico da Etnologia e o método 
comparativo mais afeito à Antropologia Social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Radcliffe-Brown, que também considerava de suma importância a pesquisa 
de campo, rejeitava o uso do conceito de cultura em sua análise, pois 
considerava-o desprovido do caráter empírico necessário à análise 
social. A abstração que o termo sugere seria substituída pela realidade 
empírica das estruturas sociais, que eram o seu objeto de estudo. Para 
ele, o indivíduo adquire relevância analítica quando inserido nessa rede
 de relações, desempenhando os seus diversos papéis. Aliado a esse 
conjunto de relações que se dão entre os indivíduos, está o conceito de 
forma estrutural. Para Radcliffe-Brown, a forma estrutural seria o 
padrão das relações que ocorrem na estrutura, tendo como maior 
característica a constância do mesmo. Ele não nega mudanças na forma 
estrutural, porém, admite que elas ocorrem de uma maneira mais lenta. A 
totalidade fica, assim melhor explicada na teoria de Radcliffe-Brown, 
pois possibilita a visualização da mesma através dos conceitos de 
estrutura e forma estrutural. Com a idéia de coerência funcional, ele 
exprime a necessidade de que os elementos estejam interligados por uma 
mutualidade de relações que, se não forem observadas, levam ao 
surgimento de conflitos.&lt;br /&gt;
Vê-se que o funcionalismo possibilitou o diálogo entre pesquisador e 
pesquisado a partir da adoção de uma postura flexível e menos dogmática 
perante o seu objeto de estudo, porém, nota-se que a utilização do 
relativismo como princípio orientador proporcionava um certo 
distanciamento e faz com que o investigador, ao abordar o &quot;nativo&quot;, 
estabeleça uma relação na qual o entrevistado realiza o papel de mero 
informante, sem que haja uma troca de experiências visando ao 
conhecimento e questionamento culturais mútuos. Esse procedimento 
decorre do fato de que para os relativistas, as culturas são válidas em 
si mesmas, consequentemente, não há porque questionar as normas e 
valores nela imbricados. A postura do investigador que utiliza-se do 
relativismo é a de um mero coletor de informações. O relativismo, a 
partir da sua proposta de validade das práticas inerentes às varias 
culturas, inspirada no alemão Herder, não dá margem a uma interação 
subjetiva efetiva entre os envolvidos na relação e não possibilita a 
disseminação de valores universais como a liberdade e a igualdade. &lt;br /&gt;
http://zelindabarros.vila.bol.com.br/antropologia. ....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CULTURA: UM CONCEITO ANTROPOLÓGICO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Introdução &lt;br /&gt;
Pretende-se aqui delinear a evolução do conceito de cultura, pinçando 
idéias defendidas no passado tais como, o determinismo biológico, 
geográfico, antecedentes históricos do conceito de cultura, mostrando a 
conciliação da unidade biológica e da grande diversidade cultural da 
espécie humana. O desenvolvimento do conceito de cultura, idéias sobre a
 origem da cultura e teorias modernas sobre cultura organizacional e, 
fatores que compõem a cultura brasileira. Porém, ressalta-se que não se 
pretende esgotar a discussão nesta apresentação, pois a natureza e a 
amplitude do tema não permite findar esta discussão devido as 
perspectivas multidisciplinares e das diversas abordagens em que se pode
 visualizar o emprego e a intersecção do estudo da cultura, tais como a 
semiótica e a hermenêutica. &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Origem da cultura e antecedentes históricos do conceito de cultura&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
O termo cultura segundo o Novo Dicionário da língua portuguesa significa
 “ato, efeito ou modo de cultivar. Complexo dos padrões de 
comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores 
espirituais e materiais transmitidos coletivamente e característica de 
uma sociedade&quot; (p.508). Porém no final do século XVIII e no princípio do
 século XIX, o termo germânico Kultur era utilizado para simbolizar 
todos os aspectos espirituais de uma comunidade, enquanto a palavra 
francesa Civilization referia-se principalmente às realizações materiais
 de um povo. Mais tarde Edward Tylor (1832-1917) sintetizou os dois 
termos no vocábulo inglês Culture, que &lt;br /&gt;
&quot;tomado em seu amplo sentido etnográfico é este todo complexo que inclui
 conhecimentos, crenças, arte, moral, leis, costumes ou qualquer outra 
capacidade ou hábitos adquiridos pelo homem como membro de uma 
sociedade&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Segundo Laraia (1996: 25)&lt;/b&gt; com a definição acima apresentada Tylor
 abrange em suma só palavra todas as possibilidades de realização 
humana, além de marcar fortemente o caráter de aprendizado da cultura em
 oposição a idéia de aquisição inata, transmitida por mecanismos 
biológicos. &lt;br /&gt;
Há muito se estuda o comportamento dos animais, inclusive o 
comportamento do homem, com a finalidade de entender o que o conduz as 
atividades cotidianas e, as relações entre eles na formação dos grupos e
 na relação entre outros grupos. Confúcio (VX séc. a C.) enunciou que &quot;a
 natureza dos homens é a mesma, são os seus hábitos que os mantêm 
separados&quot; este é um pensamento compartilhado por vários estudiosos até a
 atualidade, inclusive adotado pelas ciências sociais quando se trata de
 estudos inerentes a cultura organizacional. Pois, não há como se 
aceitar algo como bom ou mal, sem uma análise prévia, quando esta não é 
prática em sua terra, isto vale para práticas de gestão sugeridas a 
serem adotadas em uma organização. Há que se observar e analisar as 
possibilidades de adequação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Segundo Sahlins apud Laraia (1996: 24),&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&quot;(...) a posição da moderna antropologia é que a cultura age 
seletivamente, e não casualmente, sobre o seu meio ambiente, explorando 
determinadas possibilidades e limites ao desenvolvimento, para o qual as
 forças decisivas estão na própria cultura e na história da cultura.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar da evolução do conceito de cultura demonstrar que as questões 
biológicas e geográficas não interferem nas ações humanas, ainda existe 
alguns resquícios no que diz respeito as questões referentes a 
supremacia de raça (inteligência) e da melhor localização geográfica 
(nordeste brasileiro). &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Desenvolvimento do conceito de cultura&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
O determinismo biológico, bem como o geográfico são idéias que no 
passado foram consideradas relevantes para conceituar cultura. Com o 
passar do tempo diversas investigações foram realizadas e chegou-se a 
conclusão de que estas teorias, apesar de terem sido importantes para o 
entendimento de algumas dimensões da natureza humana, apresentando 
limitações e inconsistência para o entendimento do conceito de cultura. 
Aí então, inaugura-se uma nova fase de estudos e interpretação de 
culturas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Leibniz apud (Laraia, 1986) a natureza nunca age por saltos, 
analogamente conclui-se que, a cultura também não age por saltos, ela é 
resultado do acúmulo das ações dos homens, que inclusive altera a 
própria natureza, pois é necessário compreender a época em que se viveu e
 consequentemente o background intelectual de quem ou do que está se 
analisando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunicação é um instrumento decisivo para a assimilação da cultura, 
pois a experiência de um indivíduo é transmitida aos demais, criando 
assim um interminável processo de acumulação permeado por valores 
cristalizados, o que nos leva a afirmar que a linguagem humana é um 
produto da cultura. Daí a necessidade de identificar as determinadas 
formas de comunicação que atinja todos as pessoas da organização quando 
da transmissão de uma mensagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois, para Hoebel apud (Barros &amp;amp; Prates, 1996: 15), &lt;br /&gt;
&quot;O homem é o único animal que fala de sua fala, pensa o seu pensamento, 
que responde à sua própria resposta, que reflete o seu próprio reflexo e
 é capaz de diferenciar-se mesmo quando está se adaptando as causas 
comuns e estímulos comuns&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comportamentos compartilhados são componentes da cultura o que nos leva 
inclusive a afirmar que, teorias behavioristas (Watson - 
condicionamento), Cognitivista (Piaget-psicogenética) quando aplicadas, 
mesmo que inconscientemente por um grupo de pessoas determinam algumas 
características culturais em relação ao padrão de comportamento. Normas 
impostas por organizações determinam padrões de comportamento, marcando 
de forma indelével a cultura organizacional. Portanto, pode-se afirmar 
que diferenças culturais não são genéticas e sim adquiridas no decorrer 
do tempo. &lt;br /&gt;
&quot;Possuidor de um tesouro de signos que tem a faculdade de multiplicar 
infinitamente, o homem é capaz de assegurar a retenção de suas idéias 
(...), comunicá-las para outros homens e transmiti-las para os seus 
descendentes como herança sempre crescente.&quot; (Turgot apud Laraia 1986, 
27).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Kluckhohn apud Geertz (1989: 14) cultura pode ser vista como: &lt;br /&gt;
“...o modo de vida global de um povo; 2) legado social que o indivíduo 
adquire do seu grupo; 3) uma forma de pensar, sentir e acreditar; 4) uma
 abstração do comportamento; 5)Uma teoria, elaborada pelo antropólogo, 
sobre a forma pela qual o grupo de pessoa se comporta realmente; 6) um 
celeiro de aprendizagem em comum; 7) um conjunto de orientações 
padronizadas para os problemas recorrentes; 8) comportamento aprendido; 
9) um mecanismo para regulamentação normativa do comportamento; 10) um 
conjunto de técnicas para se ajustar tanto ao ambiente externo como em 
relação aos outros homens; 11) um precipitado da história.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao correlacionar o conceito de cultura apresentado por Kluckhohn com a 
&quot;praxis&quot; organizacional, emerge daí padrões de comportamento (normas), 
processo de adaptação (símbolos e signos), tecnologia e componentes 
ideológicos (religião, mitos, cerimônias), ou seja, valores 
compartilhados pelos membros da organização, resultado do processo de 
individuação, isto é, de atitudes individuais que ao mesmo tempo que 
interfere no comportamento do grupo, interfere na atitude individual de 
cada membro da organização, resultando numa configuração impar de 
cultura organizacional. &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Teorias modernas sobre cultura&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
A utilização da antropologia para a análise organizacional deve-se ao 
fato de que esta área do conhecimento consegue abranger as dimensões da 
linguagem, do simbolismo, do espaço, do tempo e da cognição. A abordagem
 antropológica intensificou-se na década de 80, inclusive gerando 
críticas pelo uso acrítico, explicando tudo e qualquer coisa através do 
conceito de cultura. Porém, para seus defensores o grande mérito desses 
estudos foi justamente chamar a atenção para a dimensão simbólica que 
permeia a organização e os seus grupos. A necessidade de encontrar os 
significados das relações entre os elementos da cultura de uma 
organização e que dão sentido ao quotidiano das mesmas justifica o apelo
 ao estruturalismo, do qual Geertz (1989) é um dos representantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Geertz (1989: 15) o conceito de cultura é essencialmente semiótico,
 que vem de encontro com o pensamento de Max Weber &quot;que o homem é um 
animal amarrado a teias de significados que ele mesmo teceu&quot;. Geertz 
concebe a cultura como uma &quot;teia de significados&quot; que o homem tece ao 
seu redor e que o amarra. Busca-se apreender os seus significados (sua 
densidade simbólica). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos métodos utilizados para entender a cultura é a descrição 
etnográfica que se baseia nas palavras dos informantes e o pesquisador 
interpreta-a e compartilha os significados juntamente com seus 
informantes, ou seja, aqueles que na verdade possuem o roteiro simbólico
 do que concebem e articulam logicamente entre suas visões de mundo. O 
respeito rigoroso à visão que os nativos têm sobre os aspectos 
analisados (sobre si mesmo, seus conhecimentos e práticas cotidianas, 
sua concepção do mundo) é fundamental. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao se analisar a cultura organizacional sob a ótica antropológica, 
faz-se necessário interpretar e decodificar a visão de mundo subjacente 
aos sistema de gestão utilizados e praticados pelas organizações. Pois a
 prática etnográfica estabelece relações e sendo assim é dialógica, ou 
seja é uma via de mão dupla, na qual o mesmo objeto ou fato deve ser 
visto e sentido do mesmo modo, o que requer uma descrição densa do que 
se está diagnosticando, que segundo Goodenough apud Geertz (1989: 21) &quot;a
 cultura (está localizada) na mente e no coração dos homens&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns estudiosos contemporâneos tal como Schein, apresentam alguns 
modelos para diagnosticar a cultura organizacional. Para Schein apud 
Monteiro et.al.(1999: 74) as categorias para investigar o universo 
cultural de uma organização são: &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
1) Analisar o teor e o processo de socialização dos novos membros; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Analisar as respostas a incidentes críticos da história da organização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Analisar as crenças, valores e convicções dos criadores ou portadores da cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Explorar e analisar junto a pessoas de dentro da organização as 
observações surpreendentes descobertas durante as entrevistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As categorias apresentadas por Schein vem sendo largamente utilizadas 
nas investigações sobre cultura organizacional, inclusive se tem chegado
 a algumas conclusões tais como: a importância do papel dos fundadores 
da organização no processo de moldar seus padrões culturais, que imprime
 sua visão de mundo aos demais membros da organização e, também sua 
visão do papel que a organização deve desempenhar no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre os estudiosos da atualidade encontra-se Fleury, que apresenta o seguinte conceito de cultura organizacional: &lt;br /&gt;
“Cultura organizacional é um conjunto de valores e pressupostos básicos,
 expressos em elementos simbólicos que, em sua capacidade de ordenar, 
atribuir significações, construir a identidade organizacional, tanto 
agem como elementos de comunicação e consenso, como ocultam e 
instrumentalizam as relações de dominação.” (Fleury, 1991: 06).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Smircich apud Monteiro et al. (1999: 73-74) propõe duas linhas de 
pesquisa a serem seguidas na investigação da cultura organizacional que 
são: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) A cultura como uma variável, como alguma coisa que a organização tem,
 estas variáveis são independentes externa (cultura da sociedade onde a 
organização está inserida) e interna (produtos culturais como lendas, 
ritos, símbolos). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) A cultura como raiz da própria organização, algo que a organização é, considerando a organização como um fenômeno social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cultura não é determinante nas tomadas de decisões em uma organização,
 mas influencia sobremaneira nas diretrizes e práticas a serem adotadas,
 pois é um instrumento de poder a ser utilizado pelos gestores. &lt;br /&gt;
http://www.dad.uem.br/xixsemad/comunicacoes/comuni ....  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Uma visão antropológica&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;
Para Beyer &amp;amp; Trice (1986), o rito se configura como uma categoria 
analítica privilegiada para desvendar a cultura das organizações, que é 
composta por redes de concepções, normas e valores, que são tão tomados 
por certos que permanecem submersas à vida organizacional. Para Horton 
&amp;amp; Hunt (apud Fleury, 1989), a cultura é tudo aquilo que é apreendido
 e partilhado pelos membros de uma sociedade. Esse conceito utiliza-se 
do método funcional, ou seja, a sociedade sofreu segmentação causada 
pela divisão de trabalho. Para Hofstede (apud Fleury, 1989), a cultura 
se baseia em modelo de pensamento que se transfere de pessoa para 
pessoa. Apesar desses pensamentos situarem-se na mente das pessoas, 
ficam cristralizados nas instituições e nos produtos tangíveis de uma 
sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para Horton &amp;amp; Hunt (1980), a cultura é tudo aquilo que é 
socialmente apreendida e partilhada pelos membros de uma sociedade. 
Desta forma, conclui-se que a antropologia funcional explica a gênese da
 cultura de uma sociedade e que as subculturas nasceram dentro deste 
mesmo processo funcional, pelo motivo de a sociedade ter sofrido 
segmentação causada pela divisão de trabalho e ainda que cultura é 
adequada por surgir uma necessidade a ser satisfeita, e se manteve 
porque se provou ser conveniente para um fim colimado.&lt;br /&gt;
Lakatos (1979) define que a cultura é um modelador de comportamento e 
está presente em qualquer agrupamento de pessoas com características 
próprias a cada um deles. Malinowski (1965) afirma que a cultura não é 
estática e que acompanha as modificações da sociedade; desta forma 
conclui-se que a organização formal é dinâmica e assim se transforma de 
acordo com as interações sociais.&lt;br /&gt;
http://www.epa.adm.br/cultura.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.grupoescolar.com/pesquisa/cultura-um-conceito-antropologico.html &lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;position: fixed;&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;new_selection_block0.8999862671359139&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte&lt;/strong&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.grupoescolar.com/pesquisa/cultura-um-conceito-antropologico.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.grupoescolar.com/pesquisa/cultura-um-conceito-antropologico.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/7689115299637166252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/7689115299637166252' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/7689115299637166252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/7689115299637166252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2015/03/cultura-um-conceito-antropologico.html' title='Cultura: Um Conceito Antropológico  '/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-2779175540724678146</id><published>2014-06-03T06:19:00.003-07:00</published><updated>2014-06-03T06:19:52.100-07:00</updated><title type='text'> Contexto Histórico da Produção Sociológica Clássica  Comte, Marx, Durkheim e Weber</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
 Universidade Federal de Ouro Preto&lt;br /&gt;
  Instituto de Ciências Humanas e Sociais&lt;br /&gt;
  Departamento de História&lt;br /&gt;
  HIS 175 – Sociologia&lt;br /&gt;
  Prof. Arnaldo José Zangelmi&lt;br /&gt;
  Aluna: Carina Crislai Teixeira de Matos Matrícula: 09.1.3479&lt;br /&gt;
  Trabalho Final&lt;br /&gt;
   &lt;b&gt;Contexto Histórico da Produção Sociológica Clássica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
  &lt;b&gt;Comte, Marx, Durkheim e Weber.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
   &lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
 
 No presente trabalho será demonstrado o contexto histórico do 
surgimento da Sociologia; os principais eventos que tiveram influencia 
sobre este nascimento, seus principais autores e tratará também de um 
paralelo entre as diferentes visões sobre o objeto de estudo desta 
ciência.&lt;br /&gt;
   &lt;b&gt;O que é Sociologia?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
  Para poder começar é necessário que se defina o objeto de estudo desta recente ciência. &lt;br /&gt;
 
 “Sociologia é a ciência que estuda a sociedade humana e a interação 
entre os homens. Interessa-se pelo modo como são criadas, mantidas e 
transformadas as organizações e as instituições que dão forma à 
estrutura social, pelo efeito que têm sobre o comportamento individual e
 social, e pelas transformações provocadas pela interação social. Seu 
terreno de investigação é bastante amplo, podendo abranger desde motivos
 pelos quais as pessoas selecionam seus pares até as relações de poder 
ou as razões das desigualdades sociais. É, portanto, o ramo do 
conhecimento que faz das relações humanas seu objeto, aplicando de modo 
sistemático a razão e a observação e  integrando explicações teóricas e &lt;u&gt;&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/null&quot;&gt;métodos quantitativos e qualitativos&lt;/a&gt;&lt;/u&gt; de verificação empírica.”¹&lt;br /&gt;
   ¹ &lt;u&gt;&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/null&quot;&gt;http://www4.escola24h.com.br/cf/salaaula/sociologia2/socio_histo.cfm acessado em 03/12/2009&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
   &lt;b&gt;Contexto Histórico do surgimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
  
 O nascimento da sociologia se dá num contexto de inúmeras 
transformações. As principais delas – a Revolução Industrial e a 
Revolução Francesa – segundo Giddens, trouxeram “mudanças radicais” e 
abalaram o modo de vida humano que se perpetuou por milhares de anos.&lt;br /&gt;
 
 A Revolução Francesa trouxe consigo novas idéias, nova forma de 
organização na  política e na vida social tradicional, principalmente 
trouxe mudanças de valores: liberdade e igualdade. “Este fato foi inicio
 de um movimento que se espalho pelo globo tornando-se algo inerente a 
modernidade”. (Giddens, Sociologia, p.7)&lt;br /&gt;
  A Revolução Industrial 
trouxe inovações tecnológicas que provocou tanto mudanças econômicas 
como sociais. O aparecimento das indústrias promoveu uma corrente 
migratória em grande escala, os camponeses que antes viviam da terra 
passaram a buscar trabalho nestas indústrias o que ocasionou uma 
expansão dos centros urbanos e uma nova forma de relacionamento social.&lt;br /&gt;
 
 A total transformação do modo de vida tradicional influenciou os 
pensadores a buscar uma nova forma de concepção tanto da vida natural 
quanto da vida social. Questões novas surgiam a todo instante e elas 
necessitavam de respostas.&lt;br /&gt;
  Alguns pensadores se destacaram na 
busca por estas respostas. Auguste Comte, Karl Marx, Emile Durkheim e 
Max Weber foram os que mais se destacaram nesta busca para tentar 
compreender o que se passava e quais as conseqüências destes fatos na 
vida dos indivíduos e nas relações desenvolvidas entre eles.&lt;br /&gt;
  &lt;b&gt;Auguste Comte&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
 
 Auguste Comte  nasceu na França no ano de 1798 portanto ainda eram 
muitas as turbulências causadas pela Revolução Francesa; ele vivenciou 
de perto as mudanças que ali ocorriam e buscou explicar os fenômenos 
sociais à maneira das ciências naturais que explicavam o mundo físico. 
Comte foi o criador do termo sociologia como forma de distinguir seu 
ponto de vista dos rivais. Ele também foi o precursor do Positivismo 
pois acreditava que a sociologia era positiva, inspirado nas ciências 
naturais e na metodologia usada por estas.&lt;br /&gt;
  “A abordagem 
positivista da Sociologia acredita na produção de conhecimento acerca da
 sociedade com base em provas empíricas retiradas da observação, da 
comparação e da experimentação.” (Giddens, Sociologia, p 8)&lt;br /&gt;
  
Comte no final de sua vida estava preocupado com as desigualdades 
causadas pela industrialização e coesão social causada por esta, sendo 
assim ele pensou numa solução, mas a longo prazo, que consistia na 
confecção de um consenso moral que regularia ou uniria a sociedade 
apesar dos padrões de desigualdades que surgiam. Antes de sua morte 
(1857) ele fomentou a fundação de uma religião da humanidade que 
abordaria o dogma e a fé favor de fundamentos científicos.&lt;br /&gt;
   &lt;b&gt;Karl Marx&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
  
 Karl Marx nasceu em 1818 no extinto reino da Prussia e pode observar de
 perto as desigualdades causadas pela Revolução Industrial pois por um 
longo período morou na Inglaterra como também na França podendo assim 
analisar os dois momentos mais importantes do século XIX com maior 
proximidade.&lt;br /&gt;
  Marx analisa as desigualdades como conseqüência do 
modelo econômico que cada vez mais ganhava forças, principalmente após 
as revoluções: o Capitalismo. Ele busca demonstrar como a economia tem 
fortes influencias sobre a vida social e como este sistema em especifico
 gera a divisão de classes observada principalmente após a Revolução 
Industrial.&lt;br /&gt;
  A partir destas constatações Marx delineou um novo sistema que suplantaria o Capitalismo: o Comunismo.&lt;br /&gt;
 
 “O autor delineou uma progressão por etapas históricas e , com inicio 
nas sociedades comunistas dos caçadores – recoletores, passando pelos 
sistemas esclavagistas antigos e pelos sistemas feudais baseados na 
distinção entre senhores das terras e servos. A emergência de 
comerciantes e artesãos marcou o inicio de uma classe comercial ou 
capitalista que acabou por substituir a nobreza fundiária. De acordo com
 esta perspectiva da história, Marx defendeu que tal como os 
capitalistas se haviam unido para derrubar a ordem feudal, também os 
capitalistas seriam suplantados e uma nova ordem instalada.&lt;br /&gt;
  Marx
 acreditava na inevitabilidade de uma revolução da classe trabalhadora 
que derrubaria o sistema capitalista e abriria portas a uma nova 
sociedade onde não existissem classes – sem grandes divisões entre ricos
 e pobres.”(Giddens, Sociologia p12/13)&lt;br /&gt;
   &lt;b&gt;Émile Durkheim&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
 
 Émile Durkheim nasceu na França em 1858 e sua obra teve impacto muito 
mais duradouro do que seu compatriota Comte; Durkheim se baseou em seu 
predecessor (Comte) mas não acreditou na realização do pensamento dele 
com sucesso – dar a Sociologia uma caráter cientifico. &lt;br /&gt;
  Sua obra
 tem como principio básico estudar a sociologia da mesma maneira que as 
ciências naturais para isso ele torna os fatos sociais como coisas para 
assim poder analisar tais fatos com o mesmo rigor das outras ciências. 
Foram três os principais focos de seu trabalho: a importância da 
Sociologia enquanto ciência empírica; a emergência do individuo e a 
formação de uma ordem social; e as origens e caráter da autoridade moral
 na sociedade.&lt;br /&gt;
  Para ele não o individuo é moldado pela sociedade e não a sociedade pelo individuo. &lt;br /&gt;
 
 “Para o autor, a principal preocupação intelectual da Sociologia reside
 no estudo dos fatos sociais. Em vez de aplicar métodos sociológicos ao 
estudo de indivíduos, os sociólogos deveriam antes analisar fatos 
sociais – aspectos da vida social que determina a nossa ação enquanto 
indivíduos, tais como o estado da economia ou a influencia da religião. 
(...) De acordo com o autor fatos sociais, são formas de agir, pensar ou
 sentir que são externas aos indivíduos, tendo uma realidade própria 
exterior à vida e percepções das pessoas individualmente.”&lt;br /&gt;
   &lt;b&gt;Max Weber&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
  
 Max Weber nasceu na Alemanha em 1864 onde passou a maior parte de sua 
vida acadêmica. Foi influenciado por Marx, mas faz muitas criticas a 
alguns dos principais pontos de vista de Marx.&lt;br /&gt;
  Ao contrário de 
Marx, Weber acreditava que os fatores econômicos não eram os únicos que 
causavam as mudanças sociais, para ele as idéias e os valores tinham o 
mesmo impacto e importância sobre tais mudanças.&lt;br /&gt;
  Para este 
pensador, ao contrario dos primeiros pensadores sociológicos, a 
sociologia devia concentra-se na ação social e não nas estruturas. &lt;br /&gt;
 
 “Argumentava que as idéias e as motivações humanas estavam por detrás 
da mudança – as idéias, valores e crenças tinham o poder de originar 
transformações. Segundo o autor, os indivíduos têm a capacidade de agir 
livremente e configurar o futuro. Ao contrário de Durkheim e Marx, Weber
 não acreditava que as estruturas existiam externamente aos indivíduos 
ou que eram independentes destes.” (Giddens, Sociologia p 13)&lt;br /&gt;
   &lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
 
 Varias teorias que dividem o mesmo contexto histórico demonstrando a 
aptidão que o período demonstrou para varias perspectivas e quão grande e
 vasto eram as mudanças que ocasionaram e ocasionam inúmeros debates.&lt;br /&gt;
 
 A importância destes trabalhos é sentida até hoje como uma forma de 
tentarmos entender o nosso próprio momento e o que virá adiante.&lt;br /&gt;
   &lt;b&gt;Bibliografia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
  &lt;ul&gt;
&lt;li&gt; QUINTANEIRO, Tânia; Et al (2002). &lt;i&gt;&lt;b&gt;Um Toque de Clássicos: Marx, Durkheim e Weber&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. 2ª Edição. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2007.&lt;br /&gt;
 &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; GIDDENS, Anthony. &lt;i&gt;&lt;b&gt;Sociologia&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. 4ª Edição. Editora ARTMED, 2008.&lt;br /&gt;
 &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/2779175540724678146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/2779175540724678146' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/2779175540724678146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/2779175540724678146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2014/06/contexto-historico-da-producao.html' title=' Contexto Histórico da Produção Sociológica Clássica  Comte, Marx, Durkheim e Weber'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-2695737159906809462</id><published>2014-06-03T06:19:00.000-07:00</published><updated>2014-06-03T06:19:17.247-07:00</updated><title type='text'>Origem da Sociologia</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align=&quot;left&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/null&quot; name=&quot;main&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #660066; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;COMO SURGIU A SOCIOLOGIA?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
              &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
                &lt;td align=&quot;left&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.mundociencia.com.br/sociologia/images/spacer.gif&quot; width=&quot;26&quot; /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.mundociencia.com.br/sociologia/images/dotted_hr_500px.gif&quot; width=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
                &lt;td align=&quot;left&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;8&quot; src=&quot;http://www.mundociencia.com.br/sociologia/images/spacer.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;A sociologia, ciência 
                  que tenta explicar a vida social, nasceu de uma mudança 
                  radical da sociedade, resultando no surgimento do capitalismo. 
                  &lt;/span&gt; 
                  &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;O século 
                    XVIII foi marcado por transformações, fazendo 
                    o homem analisar a sociedade, um novo &quot;objeto&quot; de 
                    estudo. Essa situação foi gerada pelas revoluções 
                    industrial e francesa, que mudaram completamente o curso que 
                    a sociedade estava tomando na época. A Revolução 
                    Industrial, por exemplo, representou a consolidação 
                    do capitalismo, uma nova forma de viver, a destruição 
                    de costumes e instituições, a automação, 
                    o aumento de suicídios, prostituição 
                    e violência, a formação do proletariado, 
                    etc. Essas novas existências vão, paulatinamente, 
                    modificando o pensamento moderno, que vai se tornando racional 
                    e científico, substituindo as explicações 
                    teológicas, filosóficas e de senso comum.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Na Revolução 
                    Francesa, encontra-se filósofos a fim de transformar 
                    a sociedade, os iluministas, que também objetivavam 
                    demonstrar a irracionalidade e as injustiças de algumas 
                    instituições, pregando a liberdade e a igualdade 
                    dos indivíduos que, na verdade, descobriu-se mais tarde 
                    que esses eram falsos dogmas. Esse cenário leva à 
                    constituição de um estudo científico 
                    da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Contra 
                    a revolução, pensadores tentam reorganizar a 
                    sociedade, estabelecendo ordem, conhecendo as leis que regem 
                    os fatos sociais. Era o positivismo surgindo e, com ele, a 
                    instituição da ciência da sociedade. Tal 
                    movimento revalorizou certas instituições que 
                    a revolução francesa tentou destruir e criou 
                    uma &quot;física social&quot;, criada por Comte, &quot;pai 
                    da sociologia&quot;. Outro pensador positivista, Durkheim, 
                    tornou-se um grande teórico desta nova ciência, 
                    se esforçando para emancipa-la como disciplina científica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Foi dentro 
                    desse contexto que surgiu a sociologia, ciência que, 
                    mesmo antes de ser considerada como tal, estimulou a reflexão 
                    da sociedade moderna colocando como &quot;objeto de estudo&quot; 
                    a própria sociedade, tendo como principais articuladores 
                    Auguste Conte e Émile Durkheim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/2695737159906809462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/2695737159906809462' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/2695737159906809462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/2695737159906809462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2014/06/origem-da-sociologia.html' title='Origem da Sociologia'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-3170303996527033483</id><published>2014-06-03T06:17:00.001-07:00</published><updated>2014-06-03T06:17:03.914-07:00</updated><title type='text'>Revolução Industrial e a Sociologia</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
A &lt;span style=&quot;font-size: 180%;&quot;&gt;Revolução Industrial&lt;/span&gt; consistiu 
em um conjunto de mudanças tecnológicas com profundo impacto no processo
 produtivo em nível econômico e social. Iniciada na Grã-Bretanha em 
meados do século XVIII, expandiu-se pelo mundo a partir do século XIX.&lt;br /&gt;
Ao longo do processo (que de acordo com alguns autores se registra até 
aos nossos dias), a era agrícola foi superada, a máquina foi suplantando
 o trabalho humano, uma nova relação entre capital e trabalho se impôs, 
novas relações entre nações se estabeleceram e surgiu o fenômeno da 
cultura de massa, entre outros eventos.&lt;br /&gt;
Essa transformação foi possível devido a uma combinação de fatores, como
 o liberalismo econômico, a acumulação de capital e uma série de 
invenções, tais como o motor a vapor. O capitalismo tornou-se o sistema 
econômico vigente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONTEXTO HISTÓRICO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes da Revolução Industrial, a atividade produtiva era artesanal e 
manual (daí o termo manufatura), no máximo com o emprego de algumas 
máquinas simples. Dependendo da escala, grupos de artesãos podiam se 
organizar e dividir algumas etapas do processo, mas muitas vezes um 
mesmo artesão cuidava de todo o processo, desde a obtenção da 
matéria-prima até à comercialização do produto final. Esses trabalhos 
eram realizados em oficinas nas casas dos próprios artesãos e os 
profissionais da época dominavam muitas (se não todas) as etapas do 
processo produtivo.&lt;br /&gt;
Com a Revolução Industrial os trabalhadores perderam o controle do 
processo produtivo, uma vez que passaram a trabalhar para um patrão (na 
qualidade de empregados ou operários), perdendo a posse da 
matéria-prima, do produto final e do lucro. Esses trabalhadores passaram
 a controlar máquinas que pertenciam aos donos dos meios de produção os 
quais passaram a auferir os lucros. O trabalho realizado com as máquinas
 ficou conhecido por maquinofatura.&lt;br /&gt;
Esse momento de passagem marca o ponto culminante de uma evolução 
tecnológica, econômica e social que vinha se processando na Europa desde
 a Baixa Idade Média, com ênfase nos países onde a Reforma Protestante 
tinha conseguido destronar a influência da Igreja Católica: Inglaterra, 
Escócia, Países Baixos, Suécia. Nos países fiéis ao catolicismo, a 
Revolução Industrial eclodiu, em geral, mais tarde, e num esforço 
declarado de copiar aquilo que se fazia nos países mais avançados 
tecnologicamente: os países protestantes.&lt;br /&gt;
De acordo com a teoria de Karl Marx, a Revolução Industrial, iniciada na
 Grã-Bretanha, integrou o conjunto das chamadas Revoluções Burguesas do 
século XVIII, responsáveis pela crise do Antigo Regime, na passagem do 
capitalismo comercial para o industrial. Os outros dois movimentos que a
 acompanham são a Independência dos Estados Unidos e a Revolução 
Francesa que, sob influência dos princípios iluministas, assinalam a 
transição da Idade Moderna para a Idade Contemporânea. Para Marx, o 
capitalismo seria um produto da Revolução Industrial e não sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 85%;&quot;&gt; Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/revolu%C3%A7%C3%A3º_Industrial&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/3170303996527033483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/3170303996527033483' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/3170303996527033483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/3170303996527033483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2014/06/revolucao-industrial-e-sociologia.html' title='Revolução Industrial e a Sociologia'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-7200202065918605157</id><published>2014-06-03T06:12:00.000-07:00</published><updated>2014-06-03T06:12:11.941-07:00</updated><title type='text'>Revolução Industrial</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;


 
 
 
 &lt;style type=&quot;text/css&quot;&gt;TD P { margin-bottom: 0cm; }P { margin-bottom: 0.21cm; }&lt;/style&gt;


&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2admcontabil.blogspot.com.br/2010/08/revolucao-industrial-e-sociologia.html&quot;&gt;A Revolução Industrial e a Sociologia&lt;/a&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As contribuições da Revolução 
Industrial, para a Sociologia foram imensos porque a partir da análise 
da vida dos trabalhadores, o aparecimento das cidades industriais, as 
transformações tecnológicas, a organização do trabalho na 
fábrica,&amp;nbsp;etc.&amp;nbsp;possibilitou a Sociologia um leque amplo de estudos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRdEDWByQYZZ2jmG7xjeOHwuXynhPugpGjAn2hmdUnMVHAy9T2dxLB4WGAj70BN497RGwgXPE2Bj4ydoGIrfSH2mDNCUXCdDhIh6G_CqEtUWV4oiHtRPiCcuiiPsPwzYukD_T4jYZIQjg/s1600/60810.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRdEDWByQYZZ2jmG7xjeOHwuXynhPugpGjAn2hmdUnMVHAy9T2dxLB4WGAj70BN497RGwgXPE2Bj4ydoGIrfSH2mDNCUXCdDhIh6G_CqEtUWV4oiHtRPiCcuiiPsPwzYukD_T4jYZIQjg/s320/60810.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Revolução Industrial mudou 
radicalmente a estrutura da sociedade. Homens passaram a ser 
substituídos por máquinas, que produziam mais e custavam muito menos. 
Isto fez com que os problemas sociais aumentassem, pois muitas pessoas 
que antes trabalhavam de forma artesanal, ficaram sem emprego. Eram 
acostumadas à uma forma mais lenta de vida, no meio rural, trabalhando 
apenas para sobreviver da terra. Agora passariam a trabalhar muito mais 
para os empresários, ganhando às vezes menos do que estavam ganhando 
antes. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;




&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O filme “Tempos Modernos” de 
Charles Chaplin retrata bem essa situação. Chaplin fez uma sátira, para 
criticar o processo industrial que se iniciava na época e os fenômenos 
sociais que tiveram grande impacto a partir daí nas demais gerações e 
até os dias de hoje, que são: A Revolução Industrial e o Capitalismo. 
Este fato é importante para o surgimento da sociologia, pois colocava a 
sociedade num plano de analise relevante, como objeto que deveria ser 
investigado por seus novos problemas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Durkheim priorizava os fatos 
sociais e como esses acontecimentos influenciam a vida dos indivíduos. 
Para ele era preciso encontrar novas idéias morais para guiar a conduta 
dos indivíduos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Webber priorizava as ações 
sociais, era contra o positivismo, hierarquias, imposição de poder, etc.
 Para Webber, as normas e valores só podem mudar uma sociedade, desde 
que sejam aceitas por ela. Para entender a evolução da sociedade, é 
preciso fazer uma análise das ações pontuais, ou seja, identificar 
alguns acontecimentos importantes para a evolução da sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Marx mantém sua ideologia na 
luta de classes, fazendo uma crítica ao modelo capitalista, buscando uma
 condição mais justa ao trabalhador. Ele analisa esse conflito entre as 
classes sociais. As idéias sindicalistas partiram de Marx, porém muitas 
dessas idéias foram disvirtuadas até hoje.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/7200202065918605157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/7200202065918605157' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/7200202065918605157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/7200202065918605157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2014/06/revolucao-industrial.html' title='Revolução Industrial'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRdEDWByQYZZ2jmG7xjeOHwuXynhPugpGjAn2hmdUnMVHAy9T2dxLB4WGAj70BN497RGwgXPE2Bj4ydoGIrfSH2mDNCUXCdDhIh6G_CqEtUWV4oiHtRPiCcuiiPsPwzYukD_T4jYZIQjg/s72-c/60810.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-9036594646843691067</id><published>2014-06-02T10:08:00.002-07:00</published><updated>2014-06-02T10:08:54.016-07:00</updated><title type='text'>TRABALHO 2º ANO ELETRO EEEP ANTONIO RODRIGUES DE OLIVEIRA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;


 
 
 
 &lt;style type=&quot;text/css&quot;&gt;
 &lt;!--
  @page { margin: 2cm }
  P { margin-bottom: 0.21cm; direction: ltr; color: #000000; widows: 0; orphans: 0 }
  P.western { font-family: &quot;Liberation Serif&quot;, &quot;Times New Roman&quot;, serif; font-size: 12pt; so-language: pt-BR }
  P.cjk { font-family: &quot;WenQuanYi Micro Hei&quot;; font-size: 12pt; so-language: zh-CN }
  P.ctl { font-family: &quot;Lohit Hindi&quot;; font-size: 12pt; so-language: hi-IN }
 --&gt;
 &lt;/style&gt;


&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;1
- A respeito do Estado Moderno, o pensador político inglês John
Locke (1632-1704) escreveu: &quot;Considero poder político o direito
de fazer leis para regular e preservar a propriedade&quot;. (Citado
por Kazumi Munakata, A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA NO BRASIL, 1984) &lt;br /&gt;a)
Explique a função do estado segundo essa tese de Locke. &lt;br /&gt;b) Como
a partir dessa tese se explica a relação do Estado Moderno com a
acumulação de capital?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;2
- No início dos tempos modernos (século XVI), observam-se
importantes alterações na organização política da Europa, em
relação ao que ocorria no período medieval. Indique algumas
características de tal organização num e noutro desses períodos,
abordando especialmente a questão do poder político.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;3
- Como se explica em Hobbes a análise racional de que todos devem
doar sua liberdade ao Estado?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/9036594646843691067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/9036594646843691067' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/9036594646843691067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/9036594646843691067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2014/06/trabalho-2-ano-eletro-eeep-antonio.html' title='TRABALHO 2º ANO ELETRO EEEP ANTONIO RODRIGUES DE OLIVEIRA'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-7880569690495887388</id><published>2014-02-26T04:29:00.001-08:00</published><updated>2014-02-26T04:29:28.818-08:00</updated><title type='text'>Como FAZER um FANZINE? </title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: black;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4 style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;i&gt;O que você quer colocar no seu fanzine??&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;- Sim, primeiramente você precisa decidir o assunto do fanzine:&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;
&lt;ul style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;li&gt;se ele será apenas de &lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;histórias em quadrinhos;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;se ele será sobre seu personagem preferido de desenho animado ou cinema;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; se será sobre alguma série de cinema ou TV ou uma saga em livro;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; cantor(a)/banda;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;time de futebol...&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;enfim, qualquer coisa de que você seja um grande fã.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&amp;nbsp;Ao fim do projeto, você poderá continuar&amp;nbsp; com seu fanzine ou fazê-lo &lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;color: black;&quot;&gt;one-shot (uma só edição)&lt;/b&gt;&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;
&lt;ul style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;li&gt;Tudo isso tem que ser planejado e pensado para não dar problema quando estiver perto de fechar o seu material.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;-&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;color: black;&quot;&gt; Uma dica:&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;u&gt;faça uma lista do que terá o seu fanzine, numa folha de rascunho, em separado&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;
&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;
Pode  parecer bobeira, mas colocar as idéias no papel é uma ótima 
maneira  para se organizar (além de que nem sempre conseguimos guardar 
tudo na  nossa cabeça).&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;
&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;
&lt;h4 style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;i&gt;2- Prazo de desenvolvimento.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;ul style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;li&gt;Fazer um bom fanzine requer planejamento! Agora que você já decidiu qual o assunto do seu fanzine, chega a hora de &lt;b&gt;ver o QUANTO consegue produzir do fanzine, num certo tempo.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Estipule um prazo a si mesmo,&lt;/b&gt; afinal  só temos 1 
aula de 50 minutos a cada 15 dias e se você não se planejar,  poderá 
demorar o ano todo para concluir seu projeto; &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;li&gt;Depois que iniciarmos o blog-fanzine no Laboratório de  
Informática, você poderá continuar a desenvolvê-lo em casa, se quizer  
adiantar sua conclusão; &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;li&gt;Mas, é importante saber que &lt;b&gt;seu fanzine só estará concluído após a avaliação final que farei dele.&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Decidido qual o assunto do seu fanzine e já planejado o seu tempo, chega a hora de&lt;/span&gt;&lt;u style=&quot;color: black;&quot;&gt; mais um pouco de organização.&lt;/u&gt;&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;
&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;
&lt;h4 style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;i&gt;3- O conteúdo do fanzine.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;color: black; margin-left: 40px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;Agora que você deve decidiu o assunto do seu fanzine e já planejou o seu tempo, chega a hora de&lt;/span&gt;&lt;u style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt; mais um pouco de organização.&lt;/u&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt; Qual será o conteúdo do seu fanzine?&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;ul style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;h4 style=&quot;margin-left: 40px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;Notícias sobre o tema escolhido por você? Que tipo de notícias?&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;h4&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fotos, desenhos e videos?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;h4&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Links para outros blogs, sites?&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;b&gt;- Dica: Todo texto que você escrever, ou que copiar da internet deve ser levado primeiro para o processador de textos&lt;/b&gt;, onde você poderá alterá-lo, ajustá-lo, complementá-lo, antes de colocá-lo no seu blog-fanzine.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;b&gt;IMPORTANTE:&lt;/b&gt; todo texto ou imagem que você pegar da internet para postar&amp;nbsp; no seu blog, deve trazer junto &lt;b&gt;o endereço do site/blog de onde você o copiou. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h4 style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;
&lt;h4 style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;4- A hora da Revisão.&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;
Depois  de prontas todas as matérias, chega a hora que muita gente 
acaba, por  pressa ou ansiedade de lançar o fanzine, passando batido; &lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;color: black;&quot;&gt;é a hora fazer a revisão do fanzine&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;
&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;
&lt;ul style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;li&gt;Antes de postar os textos de seu fanzine &lt;b&gt;faça uma revisão ortográfica dos textos&lt;/b&gt;, para que nenhum erro escabroso de português passe despercebido - use a &lt;u&gt;ferramenta &quot;revisão ortográfica&quot; do processador de textos;&lt;/u&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Leia e releia o texto&lt;/b&gt; do fanzine até ver que está tudo ok. Sempre peça a um amigo para ler e depois &lt;b&gt;apresente a mim&lt;/b&gt;, para as dicas finais;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;color: black;&quot;&gt;
&lt;li&gt;Após cada imagem e texto, você deve &lt;b&gt;colocar a fonte de pesquisa&lt;/b&gt; (aquele endereço de site/blog de onde você copiou o que postou).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br style=&quot;color: black;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;
São pequenos detalhes, mas que fazem toda a diferença entre um fanzine decente e um fanzine feito de qualquer jeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/7880569690495887388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/7880569690495887388' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/7880569690495887388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/7880569690495887388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2014/02/como-fazer-um-fanzine.html' title='Como FAZER um FANZINE? '/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-8245307350164538060</id><published>2013-03-18T13:59:00.001-07:00</published><updated>2013-03-18T14:04:17.987-07:00</updated><title type='text'>I FESTIVAL DE CURTAS - EEEP DE SENADOR POMPEU</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em; page-break-before: always;&quot;&gt;
&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype
 id=&quot;_x0000_t75&quot; coordsize=&quot;21600,21600&quot; o:spt=&quot;75&quot; o:preferrelative=&quot;t&quot;
 path=&quot;m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe&quot; filled=&quot;f&quot; stroked=&quot;f&quot;&gt;
 &lt;v:stroke joinstyle=&quot;miter&quot;/&gt;
 &lt;v:formulas&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;if lineDrawn pixelLineWidth 0&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;sum @0 1 0&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;sum 0 0 @1&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;prod @2 1 2&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;prod @3 21600 pixelWidth&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;prod @3 21600 pixelHeight&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;sum @0 0 1&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;prod @6 1 2&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;prod @7 21600 pixelWidth&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;sum @8 21600 0&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;prod @7 21600 pixelHeight&quot;/&gt;
  &lt;v:f eqn=&quot;sum @10 21600 0&quot;/&gt;
 &lt;/v:formulas&gt;
 &lt;v:path o:extrusionok=&quot;f&quot; gradientshapeok=&quot;t&quot; o:connecttype=&quot;rect&quot;/&gt;
 &lt;o:lock v:ext=&quot;edit&quot; aspectratio=&quot;t&quot;/&gt;
&lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id=&quot;_x0000_s1026&quot; type=&quot;#_x0000_t75&quot; style=&#39;position:absolute;
 margin-left:192.2pt;margin-top:5.25pt;width:80.15pt;height:47.55pt;z-index:251657728;
 mso-wrap-distance-left:0;mso-wrap-distance-right:0;mso-position-horizontal:absolute;
 mso-position-horizontal-relative:text;mso-position-vertical:absolute;
 mso-position-vertical-relative:text&#39; filled=&quot;t&quot;&gt;
 &lt;v:fill color2=&quot;black&quot;/&gt;
 &lt;v:imagedata src=&quot;file:///C:\DOCUME~1\Usuario\CONFIG~1\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.png&quot;
  o:title=&quot;&quot;/&gt;
 &lt;w:wrap type=&quot;square&quot;/&gt;
&lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1390832826365192236&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;EEEP DE SENADOR POMPEU&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;SENADOR POMPEU – CEARA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;I FESTIVAL DE CURTAS-METRAGENS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiIpa83SGW6oHdZBTfKT5LNktXD0WKexIa9kT_N8Y3tRt4sI0mwXBa-29hrHzmWlPq_2xrwDWxgFej53GcaKy2bllrYK2xrO9-GaiAZjFH0krsqYZnSwiC7_TehWJltbtbbhmA4bANaw8I/s1600/curtas.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiIpa83SGW6oHdZBTfKT5LNktXD0WKexIa9kT_N8Y3tRt4sI0mwXBa-29hrHzmWlPq_2xrwDWxgFej53GcaKy2bllrYK2xrO9-GaiAZjFH0krsqYZnSwiC7_TehWJltbtbbhmA4bANaw8I/s1600/curtas.jpg&quot; height=&quot;240&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;EDITAL DE
PARTICIPAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;A&amp;nbsp;
E.E.E.P. de Senador Pompeu, torna publico que estão abertas as
inscrições relativas ao I Festival de Curtas-metragens, usando a seleção de
filmes inéditos para premiação, com observância e conformidade com as condições
e exigências estabelecidas nesse edital.&amp;nbsp;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;1- DA JUSTIFICATIVA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Visando estimular a criatividade
e o gosto pela criação audiovisual, incentivando a produção de vídeos, além de
estimular a exibição pública de filmes que não são distribuídos e nem exibidos
nos circuitos tradicionais de cinema, a Escola Profissional de Senador Pompeu,
lança o I&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;FESTIVAL DE CURTAS-METRAGENS, nos
gêneros, Ficção, Documentário, Experimental e Vídeo Clipe.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;2- DAS INSCRIÇÕES&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;2.1- A participação no festival é
aberta a todos os interessados, desde que matriculado regularmente nessa
instituição de ensino.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;2.2- O participante poderá
inscrever até 01 (um) filmes em cada gênero, sendo que apenas 01(um) poderá ser
premiado.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;2.3- As inscrições podem ser
feitas no período de 25 de Março a 12 de abril de 2013.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;2.4- A ficha de inscrição poderá
ser adquirida na secretaria da escola ou com os organizadores do Festival.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;2.5- Uma vez consolidada a
inscrição, os trabalhos participantes passa automaticamente a integrar o acervo
audiovisual da E.E.E.P. De Senador Pompeu, ficando a mesma autorizada a usá-los
nas suas programações e ainda para fins promocionais e educativos.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;2.6- A inscrição é gratuita.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3 - DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.1- A apresentação dos trabalhos
deverá obedecer aos seguintes critérios:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.1.1- Cada vídeo deverá ter,
obrigatoriamente, a duração mínima de 03 (três)&amp;nbsp;
minuto e máxima de 5 (cinco) minutos.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.1.2- Os trabalhos podem ser
produzidos em qualquer suporte, desde que o filme concorrente seja entregue em
cópia em DVD.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.1.3- Cada trabalho inscrito
deverá ser INÉDITO e não ter sido divulgado ou distribuído comercialmente.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.1.4- Em caso de,
comprovadamente, o trabalho não ser inédito, será automaticamente
desclassificado.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.1.4.1- A denúncia contra um
trabalho inscrito que não atenda o critério exigido no item 3.1.3, deverá ser
encaminhada à Comissão Organizadora do festival, com provas, até 72 horas antes
da premiação.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.1.4.2- Em caso de
desclassificação de um trabalho que não atenda o critério exigido no item 3.1.3
deste edital, considerar-se-á classificado o trabalho seguinte na ordem de
pontuação.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.2- O material deverá ser
entregue&amp;nbsp; até a referida data: 19 de
abril de 2013, da seguinte forma:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.2.1- Envelope contendo uma
cópia em DVD do trabalho concorrente, ficha de inscrição devidamente preenchida
e assinada, ficha técnica e sinopse do filme.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.2.2- Após o material ser
conferido, será lacrado por um funcionário da instituição de ensino,
devidamente autorizado a executar o trabalho.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3.2.3- O material entregue que
não atender às exigências do item 3.2.1, não terá sua inscrição considerada
pela Comissão Organizadora.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;4- DOS DIREITOS DE IMAGEM E SOM&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;4.1- O (A)
realizador(a)/produtor(a) do trabalho inscrito é totalmente responsável pela
utilização não autorizada de informações ou imagens de terceiros no referido
trabalho, não cabendo à instituição organizadora do festival, qualquer
responsabilidade sobre o conteúdo do mesmo.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;4.2- Os trabalhos inscritos
poderão ser divulgados e utilizados pela instituição de ensino sem ônus à
mesma, na íntegra ou em partes, nas suas atividades e nos mais&amp;nbsp; variados fins por ela estabelecidos,seja
através de qualquer mídia impressa ou audiovisual, seja ela eletrônica ou
digital.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;5- DA SELEÇÃO E JULGAMENTO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;5.1- Os trabalhos inscritos no
festival serão avaliados e selecionados por uma Comissão Julgadora, formada por
profissionais da área do audiovisual e técnicos do meio artístico-cultural.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;5.2- Cada trabalho receberá
fracionada em 1⁄2 ponto. nota de 01 (um) a 10 (dez), podendo ser&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;5.4- Os 10 (dez) filmes que
receberem maior pontuação serão considerados classificados.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;5.5- Dentre os 10 (dez)
classificados, o júri fará nova seleção, independente do gênero, para escolha
dos premiados.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;5.5.1- Os filmes premiados só
serão conhecidos após a realização da Mostra Competitiva, para que o resultado
não influencie na votação para escolha do Melhor Filme por Aclamação Popular.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;5.6- Os 10(dez) filmes
selecionados participarão da Mostra Competitiva, durante a qual acontecerá a
votação para escolha do Melhor Filme Por Aclamação Popular.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;5.7- Das deliberações do júri não
caberá, em hipótese alguma, o uso de recurso.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;6- CRONOGRAMA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;6.1- Inscrição: 25 de Março a 12
de abril de 2013.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;6.2- Seleção dos 10 filmes
classificados e escolha dos filmes premiados: 22 de Abril de 2013.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;6.3- Resultado da Seleção: 23 de
Abril/2013.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;6.4- Mostra Competitiva para
escolha do Melhor Filme Por Aclamação Popular: 23 e 24 de Abril/2013.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;6.5- Resultado Final do festival:
25 de Abril/2013.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;7- DA COMISSÃO ORGANIZADORA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;7.1- A Comissão Organizadora do
Festival será composta por funcionários e técnicos da Instituição de Ensino,
com reputação ilibada e conhecimento da matéria.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;8- DAS DISPOSIÇÕES FINAIS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;8.1- Os casos omissos no presente edital, serão decididos
pela Comissão Organizadora do Festival, não cabendo qualquer recurso contra
suas decisões.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;9.2- O Candidato no ato da inscrição aceita e concorda com
todos os termos do presente edital, o qual vale como contrato de adesão.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/8245307350164538060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/8245307350164538060' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/8245307350164538060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/8245307350164538060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2013/03/i-festival-de-curtas-eeep-de-senador.html' title='I FESTIVAL DE CURTAS - EEEP DE SENADOR POMPEU'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiIpa83SGW6oHdZBTfKT5LNktXD0WKexIa9kT_N8Y3tRt4sI0mwXBa-29hrHzmWlPq_2xrwDWxgFej53GcaKy2bllrYK2xrO9-GaiAZjFH0krsqYZnSwiC7_TehWJltbtbbhmA4bANaw8I/s72-c/curtas.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-7940686491284422773</id><published>2012-11-06T03:10:00.000-08:00</published><updated>2012-11-06T03:10:05.308-08:00</updated><title type='text'>A SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Quebrar barreiras impostas é essencial para o crescimento, mas é igualmente importante fazer isso de modo coerente&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCfD-L6GBKMdg3w0Jg6RDJC2gmiJzVcDZIeFaAtRgdo6HGUZObSbaS1EkBO85jG6pVZIwBmOwRrDLs7aEzQVZm3kG_2Fb68R-GE7u2IBgGaYFnswVTK0nO90Mgnc8isegnhcTtOV3z9KU/s1600/poetasmortos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;178&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCfD-L6GBKMdg3w0Jg6RDJC2gmiJzVcDZIeFaAtRgdo6HGUZObSbaS1EkBO85jG6pVZIwBmOwRrDLs7aEzQVZm3kG_2Fb68R-GE7u2IBgGaYFnswVTK0nO90Mgnc8isegnhcTtOV3z9KU/s320/poetasmortos.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;FILME:&lt;/strong&gt; Sociedade dos Poetas Mortos, dirigido por Peter Weir, com Robin Williams e Ethan Hawke, 1989. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A HISTÓRIA:&lt;/strong&gt;
 No final dos anos 50, ex-aluno (Robin Williams) de uma conservadora 
escola preparatória se torna o novo professor de literatura da 
instituição. Entretanto, os métodos de incentivar os alunos a pensarem 
por si mesmos criam um choque com a ortodoxa direção do colégio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;QUEM INDICA:&lt;/strong&gt;
 A jornalista e escritora Isabella Saes. &quot;O professor que chega àquela 
escola revoluciona a maneira dos alunos pensarem. Ele apresenta a emoção
 e os sentimentos reais a eles, peça fundamental para que alguém possa 
se tornar um aprendiz de verdade.&quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;POR QUE VER:&lt;/strong&gt;
 &quot;É importante para a conscientização de que sempre é tempo de mudança. 
As portas se abrem quando somos estimulados e encorajados. É papel do 
professor caminhar lado a lado ao seu aluno, estimulá-lo, e levá-lo a 
busca dos próprios ideais&quot;, opina a coordenadora pedagógica Sueli 
Marchetti Zaparolli do Colégio Luiza de Marillac, São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;QUE BOM EXEMPLO TIRAR:&lt;/strong&gt;
 &quot;A escola é o lugar onde não só aprendemos os conteúdos programáticos 
propostos, para obtermos cultura e informação, mas principalmente onde 
se aprende a viver em conjunto. Época de conquistas, de formação 
integral e de auto- afirmação. Por meio do filme percebe-se o quanto a 
educação é coisa do coração, do sentimento também&quot;, completa Sueli.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1&gt;
&amp;nbsp;&lt;/h1&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/7940686491284422773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/7940686491284422773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/7940686491284422773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/7940686491284422773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2012/11/a-sociedade-dos-poetas-mortos.html' title='A SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCfD-L6GBKMdg3w0Jg6RDJC2gmiJzVcDZIeFaAtRgdo6HGUZObSbaS1EkBO85jG6pVZIwBmOwRrDLs7aEzQVZm3kG_2Fb68R-GE7u2IBgGaYFnswVTK0nO90Mgnc8isegnhcTtOV3z9KU/s72-c/poetasmortos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-416916925327500391</id><published>2012-05-31T08:16:00.002-07:00</published><updated>2012-05-31T08:18:35.062-07:00</updated><title type='text'>O Uruguai no século XIX</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;post-body&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxVFs8t0s3mhofoOJdkfJuQ9Kcl6k6WLnr7GWHXPwp3l5hCJujZ9Jik5HPHQhKXQVGSK3AV-bkdeJlKMgsqfh3jlMKR3D4OMH896sL3WruTXka7bQDS55f7LuQzLbQBAfd-LIBuTWKviU/s1600/350px-Departments_of_Uruguay_(map).png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;309&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxVFs8t0s3mhofoOJdkfJuQ9Kcl6k6WLnr7GWHXPwp3l5hCJujZ9Jik5HPHQhKXQVGSK3AV-bkdeJlKMgsqfh3jlMKR3D4OMH896sL3WruTXka7bQDS55f7LuQzLbQBAfd-LIBuTWKviU/s320/350px-Departments_of_Uruguay_(map).png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
O início do &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX&quot; title=&quot;Século XIX&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;século XIX&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt; viu&lt;/span&gt; o surgimento de movimentos de independência por toda a &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_do_Sul&quot; title=&quot;América do Sul&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;América do Sul&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, incluindo o Uruguai, então conhecido como a Banda Oriental, cujo território foi disputado pelos estados nascentes do &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil&quot; title=&quot;Brasil&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Brasil&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, herdeiro de Portugal, e de Buenos Aires, herdeira &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;do&lt;/span&gt; &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Vice-reinado_do_Prata&amp;amp;action=edit&quot; title=&quot;Vice-reinado do Prata&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Vice-reinado do Prata&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; da Espanha. &lt;br /&gt;
No
 entanto, de 1810 a 1811, José Gervasio Artigas lança uma revolta contra
 os espanhóis. Esse levante permite a expulsão dos colonos em 1814 e a 
instalação de um governo nacional em 1815. Artigas torna-se então um 
herói nacional. Porém, em 1821, Portugal força uma intervenção e anexa a
 região ao Brasil sob o nome de Província da Cisplatina. Em resposta, um
 grupo chamado de Trinta e Três Orientais comandado por Juan Antonio 
Lavelleja organiza revoltas durante os anos de 1821 e 1823, mas que não 
obtêm o resultado esperado.&lt;br /&gt;
Em 25 de agosto de 1825, a província do 
Uruguai declara sua independência ao Brasil. Mas é somente em 27 de 
agosto de1828, com a Guerra da Cisplatina, entre Brasil e Argentina, 
pela posse da região que sua independência se torna possível, através  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;do &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tratado_de_Montevideu&amp;amp;action=edit&quot; title=&quot;Tratado de Montevideu&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Tratado de Montevidéu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;. As negociações para a independência tiveram o auxílio de &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=George_Canning&amp;amp;action=edit&quot; title=&quot;George Canning&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;George Canning&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;, então ministro das relações exteriores inglês, sob a perspectiva de se consolidar a livre navegação do &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_da_Prata&quot; title=&quot;Rio da Prata&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;rio da Prata&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;. Foi &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Artigas&quot; title=&quot;Artigas&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Artigas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;,
 entretanto, a pessoa capaz de aglutinar as expectativas uruguaias de 
independência internamente, cabendo a ele o mérito pela independência 
uruguaia.&lt;br /&gt;A primeira Constituição é adotada em 18 de julho de 1830. 
Durante os setenta anos seguintes, o Uruguai envolve-se em numerosos 
conflitos com seus países vizinhos. Além disso, em 1839, uma guerra 
civil divide o país entre os conservadores, representados por Manuel 
Oribe, chamados de blancos e os liberais ou colorados, liderados por 
José Fructuoso Rivera. Esse conflito estende-se até 1851 quando ocorrem 
as intervenções contra Manuel Oribe de Brasil e Argentina, esta última 
liderada pelo ditador Juan Manuel de Rosas.  Já as intervenções 
brasileiras na região em 1864, contra Atanasio Aguirre, em apoio ao 
general Venâncio Flores – têm como reação a intervenção paraguaia. A 
qual pode ser apontada como uma das origens da guerra que durou até 1870
 entre esse país e a Tríplice Aliança - formada pelo Uruguai, Brasil e 
Argentina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/416916925327500391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/416916925327500391' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/416916925327500391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/416916925327500391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2012/05/o-uruguai-no-seculo-xix.html' title='O Uruguai no século XIX'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxVFs8t0s3mhofoOJdkfJuQ9Kcl6k6WLnr7GWHXPwp3l5hCJujZ9Jik5HPHQhKXQVGSK3AV-bkdeJlKMgsqfh3jlMKR3D4OMH896sL3WruTXka7bQDS55f7LuQzLbQBAfd-LIBuTWKviU/s72-c/350px-Departments_of_Uruguay_(map).png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-1443267253996849558</id><published>2012-05-31T07:29:00.001-07:00</published><updated>2012-05-31T07:29:53.421-07:00</updated><title type='text'>Expansão dos EUA na América Latina: origens remotas da Alca</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;&quot;&gt;


&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; height: 6503px; text-align: justify; width: 796px;&quot;&gt;

  &lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;
  
      &lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 794px;&quot;&gt;
    &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
        &lt;td align=&quot;right&quot; class=&quot;chapeu&quot; height=&quot;14&quot; valign=&quot;bottom&quot; width=&quot;792&quot;&gt;
          &lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
      &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
        &lt;td align=&quot;right&quot; class=&quot;titulo&quot; height=&quot;30&quot; width=&quot;792&quot;&gt;
          &lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqAjAMe8Ubbo3nn6RaiQDedcKdIEPQzr_kYUXHE544CmY9tqhv3xmEb7xP-WqiQvrPVzRDry8efwnqEnUmjEry6ORLNfMomEMH9xdERh6lbFq9x2zrNdioGCL0vcnnxSdRC1thaLyS2Fw/s1600/Cartoon_do_Big_Stick.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqAjAMe8Ubbo3nn6RaiQDedcKdIEPQzr_kYUXHE544CmY9tqhv3xmEb7xP-WqiQvrPVzRDry8efwnqEnUmjEry6ORLNfMomEMH9xdERh6lbFq9x2zrNdioGCL0vcnnxSdRC1thaLyS2Fw/s1600/Cartoon_do_Big_Stick.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
      &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
        &lt;td align=&quot;right&quot; class=&quot;resumo&quot; width=&quot;792&quot;&gt;
          &lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
          &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
           &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;&lt;b&gt;Augusto
          C. Buonicore&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&quot;A
          expansão dos Estados Unidos sobre o continente americano, desde o Ártico
          até a América do Sul, é o destino de nossa raça (...) e nada pode
          detê-la&quot;. Discurso de posse do presidente norte-americana James
          Buchanan, em 1857.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&quot;O
          nosso objetivo com a ALCA é garantir para as empresas
          norte-americanas o controle de um território que vai do Polo Ártico
          até a Antártida&quot;. General Colin Powell, Secretário de Estado
          do governo Bush&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
O
          projeto norte-americano de anexação da América Latina é bastante&amp;nbsp;
          antigo e conheceu várias etapas e formas nestes quase duzentos anos.
          O processo não foi linear, ele foi condicionado por inúmeros fatores
          entre eles a capacidade de resistência dos povos latino-americanos e
          a correlação de forças entre as grandes potências. Mas, no geral,
          podemos dizer que os EUA foram persistentes nos seus propósitos
          anexacionistas, utilizando os mais diferentes métodos - articulando o
          grande porrete e a fala mansa. Este artigo busca apresentar,
          sumariamente, a história da expansão norte-americana no hemisfério
          até o início da década de 90 quando do início de uma nova ofensiva
          através da implantação da Alca.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;b&gt;A
          Doutrina Monroe e o Destino Manifesto&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
No dia
          4 de julho de 1776 foi proclamada a independência norte-americana. A
          guerra pela independência durou cerca de 6 anos. A jovem república
          era composta de treze colônias federadas concentradas no lado do Atlântico.
          Nascia com a necessidade de proteger-se das gananciosas potências
          européias, especialmente a Inglaterra, e também com pretensões de
          se expandir para o oeste e sul do continente, conquistando novas
          terras para a sua população, que crescia rapidamente, e novos
          mercados para suas mercadorias.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Pouco a
          pouco foi se constituindo uma ideologia justificadora do expansionismo
          norte-americano. Esta seria denominada ideologia do &quot;Destino
          Manifesto&quot;. Propagou-se a idéia da superioridade dos
          norte-americanos sobre os outros povos do continente - descendentes de
          espanhóis, portugueses e indígenas. Aos norte-americanos caberia
          conduzir os demais povos pelo caminho da civilização e da
          modernidade capitalista.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Em
          1823, o presidente James Monroe apresentou o seu discurso anual ao
          congresso norte-americanos. Ele poderia ser traduzido em uma de suas
          frases mais conhecidas: &quot;A América para os americanos&quot;. O
          corpo de idéias relativo a política externa seria denominado
          Doutrina Monroe. A princípio foi entendida como uma resposta
          norte-americana às potências européias que estavam de olho no
          continente, inclusive nos territórios do norte. Os norte-americanos
          ainda disputavam o Oregon com os ingleses e os russos estavam de olho
          na Califórnia. No sul, as independências do Brasil e da América
          espanhola ainda não estavam consolidadas. Naquele momento a Europa
          era dominada pela Santa Aliança - uma coligação monarquista e
          arqui-reacionária.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
No
          entanto, mais do que protegerem as Américas das pretensões européias,
          queriam proteger seus interesses políticos e comercias no conjunto do
          continente, ainda que acobertando-os com um verniz democrático e
          anti-colonial. Prova disso é que os EUA se colocaram contra o projeto
          do México e da Colômbia de ocupar as Antilhas e libertá-las do
          julgo espanhol. Os EUA também se opuseram e buscaram sabotar o
          projeto de união americana defendido por Simon Bolívar. Ficava cada
          vez mais claro que quando Monroe disse a América &quot;para os
          americanos&quot; queria, na verdade, dizer &quot;para os
          norte-americanos&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Restabelecidos
          da guerra contra a Inglaterra, os EUA partiram para realização do
          seu &quot;Destino Manifesto&quot;, através da utilização da sua força
          militar. O primeiro passo foi à conquista do Texas. Desde o final da
          década de 1820 colonos do sul dos Estados Unidos se deslocaram para a
          região do Texas, pertencente à República do México.
          Aproveitando-se da confusão política e da corrupção reinantes
          montaram suas fazendas e introduziram ali o trabalho escravo - a
          Constituição mexicana proibia a escravidão. No entanto, em 1835, o
          México aprovou uma constituição centralista. Este foi o pretexto
          para que os colonos americanos se rebelassem e proclamassem a independência
          do Texas (1836)- fundando a república &quot;escravista&quot; da
          estrela solitária - e imediatamente pedissem a sua integração aos
          EUA. Estes reconheceram o novo país, passando a protege-lo e, em
          1845, o anexaram, sob o protesto do México.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Os EUA
          não estavam contentes e queriam ainda mais. No ano seguinte,
          aproveitando-se de um conflito militar corriqueiro na fronteira,
          declararam guerra ao México. A guerra terminou com a derrota mexicana
          e a perda dos territórios da Califórnia, Novo México, Nevada,
          Arizona e Utah. O México perdeu cerca de metade do seu território e
          os EUA ganharam, finalmente, o seu acesso ao oceano Pacífico e aos
          territórios riquíssimos nos quais, em alguns anos, seriam
          descobertos ouro e petróleo. Alguém um dia falou &quot;Pobre México
          tão longe de Deus e tão perto dos Estados Unidos&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
A
          guerra parecia ser o melhor caminho para a expansão territorial dos
          norte-americanos, além de ser um negócio bastante lucrativo. Agora
          eles voltavam os seus olhos para o mar do Caribe, considerado um
          &quot;mar interno&quot; dos Estados Unidos, e para a América Central.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Em 1855
          tentaram repetir os métodos utilizados contra o México na pequena
          Nicarágua. Neste ano o mercenário William Walker desembarcou com 120
          homens fortemente armados e tomou o país. Apoiado pelos sulistas
          norte-americanos declarou-se presidente e restabeleceu a escravidão.
          Desta vez a tentativa de colocar uma nova estrela na bandeira
          norte-americana fracassou. Walker foi derrotado e acabou sendo
          fuzilado pelo governo de Honduras.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Dois
          anos depois, em 1857, no seu discurso de posse o presidente americano
          James Buchanan afirmou: &quot;a expansão dos Estados Unidos sobre o
          continente americano, desde o Ártico até a América do Sul, é o
          destino de nossa raça (...) e nada pode detê-la&quot;. Falando em
          nome dos &quot;altos e amplos objetivos nacionais&quot;, o jornalista
          e político norte-americano John O&#39;Sullivan, se posicionou contra àqueles
          que buscavam &quot;prejudicar nosso poder, limitando nossa grandeza e
          impedindo a realização do nosso Destino Manifesto, que é
          estendermo-nos sobre o continente que a Providência fixou para o
          livre desenvolvimento de nossos milhões de habitantes, que anos após
          anos se multiplicam&quot;. Tese muito semelhante a do &quot;espaço
          vital para a raça ariana&quot; apregoada por Hitler menos de cem anos
          depois.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
As
          grandes corporações norte-americanas, com apoio da imprensa,
          desenvolveram uma grande propaganda à favor do expansionismo e da
          guerra como meio de realiza-lo. Mantendo-se firme no seu propósito de
          anexar a região caribenha, em 1898, os EUA declararam guerra a
          Espanha e ocuparam seus territórios no Caribe e no Pacífico. O
          pretexto foi o apoio ao povo cubano escravizado pelos espanhóis e a
          explosão do navio americano &quot;Maine&quot; em porto cubano -
          possivelmente fruto de um acidente.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
O povo
          cubano há décadas travava uma luta heróica pela sua independência.
          A primeira guerra da independência havia durado dez anos (1868-1878)
          e a segunda havia se iniciado em 1895. Somente quando a libertação,
          dirigida por José Marti, estava quase se concretizando os EUA
          resolveram intervir militarmente.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
O
          objetivo real dos americanos não era libertar Cuba, mas defender os
          seus interesses na ilha, que era a maior produtora de açúcar do
          mundo e um ponto estratégico na defesa naval e ponte comercial para o
          sul do continente. Não foi à toa que ilha permaneceu ocupada
          militarmente até 1902. Os marines só se retiraram quando os
          constituintes cubanos aprovaram a emenda Platt - uma lei americana -
          que dava o direito aos norte-americanos intervirem na ilha quando seus
          interesses estivessem ameaçados. Cuba tornou-se assim um proterorado
          americano no Caribe. Somente em 1933, em plena política de Boa
          Vizinhança, foi revogada emenda Platt.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Entre
          1889 e 1890 ocorreu a primeira Conferência Pan-americana em
          Washington, da qual participaram dezoito países. Neste encontro os
          EUA propuseram uma união aduaneira de todo continente, um conselho de
          arbitragem dos conflitos econômicos e militares e uma moeda comum, o
          dólar. O projeto fracassou pela resistência imposta pela Argentina e
          do Brasil. Foi formada então a efêmera União Pan-Americana.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Na
          busca da sua hegemonia nas Américas e na disputa por mercados em
          outras partes do mundo, os EUA iniciaram o fortalecimento de sua
          marinha de guerra. Em 1890, quando da 1ª Conferência Pan-americana,
          a marinha americana era a sexta do mundo e em 1907 já era a segunda.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;b&gt;Theodore
          Roosevelt e o Big Stick&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Em 1901
          assumiu o presidente Theodore Roosevelt, antigo chefe de polícia de
          Nova Iorque. Seu ditado favorito era &quot;Fale suave, mas tenha nas mãos
          um grande porrete que será bastante útil&quot;. Por isto sua política
          externa ficaria conhecida como Big Stick (grande porrete).&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
O Big
          Stick norte-americano foi bastante utilizado, mais do que a fala
          mansa. Cuba foi ocupada novamente entre 1906-1909, em 1912 e
          1917-1922. Os marines ocuparam também o Haiti (1915-1934), a República
          Republicana (1916-1924) e Nicarágua (1909-1910, 1912-1933).&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
A
          extensão dos EUA, de uma costa a outra, criou novos problemas para
          expansão do comércio e a sua defesa militar. Era preciso construir
          um canal entre os dois oceanos que permitisse um deslocamento rápido
          da sua marinha mercante e de guerra. O lugar ideal para construí-lo
          era a região do Panamá, pertencente à Colômbia. No entanto o
          governo colombiano se opôs aos planos norte-americanos de constituir
          um enclave militar e comercial em seu território.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Os
          norte-americanos passaram a insuflar grupos rebeldes separatistas que
          acabaram assumindo o poder na região, separando-a da Colômbia. Os
          EUA foram primeiros a reconhecer a independência do Panamá (1903) e
          a enviar soldados para protegê-la. O novo governo, agradecido,
          entregou a área na qual seria construído o canal e deu aos
          americanos o direito de explorá-la por toda eternidade. Somente na
          metade da década de 1970 foi se renegociado o acordo e se definiu que
          o canal passaria para o Panamá em 1999.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Em 1927
          os norte-americanos interviram militarmente na guerra civil da Nicarágua
          e ali permaneceram até 1934. Os mecanismos para intervenção eram os
          mesmo, primeiro fomentavam as disputas políticas entre grupos oligárquicos
          locais e depois interviam militarmente ao chamado de um deles - o mais
          favorável aos interesses norte-americanos.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;b&gt;A
          Política da Boa Vizinhança&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
A política
          do Big Stick entrou em crise juntamente com o capitalismo
          norte-americano em 1929. Com o aumento da crise econômica cresceu
          também a animosidade dos governos e dos povos latino-americanos com a
          política externa agressiva dos norte-americanos. Em 1930 eclodiu uma
          revolução no Brasil que colocou Vargas no poder e em 1934 Lázaro Cárdenas
          se elegeu presidente no México. Ambos adotaram políticas econômicas
          de cunho nacionalista e industrialista&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Outros
          fatores de ordem internacional também impulsionaram a mudança de
          forma da política americana para América Latina. No mesmo ano que
          Roosevelt assumiu a presidência, Hitler tomou o poder na Alemanha e o
          Japão consolidou sua posição na Manchúria. Existia o perigo de uma
          guerra iminente e uma ameaça concreta aos seus interesses políticos
          e econômicos na Ásia e na América Latina. Os alemães rondavam
          perigosamente os governos da região.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Na 7ª
          Conferência Pan-americana (1933) foi aprovado um documento que
          afirmava que &quot;nenhum estado tem o direito de intervir nos
          assuntos internos ou externos de outro estado&quot;. O documento,
          portanto, estava na contra-mão de tudo o que os norte-americanos
          vinham fazendo na América Latina até então. Entre 1933 e 1934 os
          americanos se retiraram do Haiti e da Nicarágua. Era o início da Política
          de Boa Vizinhança, visando a diminuir a desconfiança dos
          latino-americanos em relação ao &quot;grande irmão do norte&quot;.
          O grande porrete foi substituído pela &quot;fala mansa&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Os
          americanos foram obrigados romper com a sua política
          antiindustrialista para América Latina e, em 1939, chegaram a liberar
          o financiamento para a construção da Companhia Siderúrgica Nacional
          e da Vale do Rio Doce no Brasil. Ocorreu também uma ofensiva no campo
          cultural, com o aumento do intercâmbio entre os EUA e os demais países
          do continente. Nesta guerra pelos &quot;corações e mentes&quot; dos
          latinos-americanos Hollywood foi mobilizada, inclusive os estúdios
          Disney. Carmem Miranda e o Zé Carioca são frutos típicos desta época.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;b&gt;Doutrina
          Truman e a Guerra Fria&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Imediatamente
          após a 2ª Guerra Mundial e a morte de Roosevelt os americanos
          reduziram sua atenção sobre a América Latina e concentraram seus
          esforços na reconstrução da Europa e construir um sólido obstáculo
          a expansão da URSS. Os latino-americanos protestaram e exigiram um
          Plano Marshall para o continente.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Em 1947
          foi aprovado o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR)
          que impõe obrigações de ajuda mútua e de defesa comum das repúblicas
          americanas. Em 1948 realizou-se a 9ª Conferência Pan-americana que
          decidiu pela formação da Organização dos Estados Americanos (OEA).
          Estes tratados tinham mais objetivos políticos e militares do que
          econômicos, não traziam nenhuma vantagem econômica para o sul do
          continente.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
No período
          que vai de 1947 até o final da década de 50 predominou uma política
          de obstaculizar o desenvolvimento industrial na América Latina, esta
          foi a razão dos principais conflitos dos governos e setores da
          burguesia com o império. A montagem da infra-estrura industrial
          deveria ficar por conta dos Estados nacionais.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Em 1952
          foi eleito o republicano General Eisenhower, ligado intimamente aos
          grandes trustes. Foi de seu secretário de defesa, antigo diretor da
          GM, a famosa frase: &quot;O que é bom para a GM é bom para os
          EUA&quot;. Foi por isso mesmo denominado &quot;o governo de três
          generais&quot; - Eisenhower, Eletric e Motors.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
A OEA
          passou ser o principal instrumento na manutenção da hegemonia política
          e militar norte-americana na América Latina. Em março de 1954 diante
          do crescimento do movimento nacionalista de esquerda fez aprovar
          Declaração de Solidariedade para a Preservação da Integridade Política
          dos Estados Americanos Contra a Intervenção do Comunismo
          Internacional:&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Neste
          documento declarava-se &quot;que o domínio ou controle das instituições
          políticas de qualquer Estado americano por parte do movimento
          internacional comunista, que tenha por resultado a extensão até o
          continente americano do sistema político de uma potência
          extracontinental, constituiria uma ameaça à soberania a à independência
          política dos Estados americanos, o que poria em perigo a paz da América!&quot;.
          Vários delegados se posicionaram contra o teor da declaração que
          era uma ameaça a soberania popular de cada país.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
A
          preocupação mostrou-se correta. Poucos meses depois golpes militares
          derrubaram governos nacionalistas de Jacobo Arbens na Guatemala e de
          Vargas no Brasil. Em 1962, a OEA aprovou a exclusão de Cuba e em 1965
          organizou a intervenção militar na República Dominicana para
          impedir a posse do nacionalista Juan Bosch.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;b&gt;A
          Aliança para o Progresso&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
No início
          dos anos 60 ocorreu novamente uma mudança de tom na política externa
          americana. Em março de 1961 o presidente Kennedy anunciou a sua Aliança
          para o Progresso. Afirmou ele: &quot;Convoquei toda a população do
          hemisfério para que se una em uma nova Aliança para o Progresso, um
          vasto esforço cooperativo (...) para satisfazer as necessidades básicas
          do povo americano de habitação, trabalho e terra, saúde e
          escola&quot;. A Conferência Econômica e Social de Punta del Este,
          convocada por ele, ocorreu em agosto do mesmo ano. Os EUA prometeram
          investir na região mais de 20 bilhões de dólares em 10 anos.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
O plano
          tinha o objetivo de impedir o avanço dos movimentos revolucionários
          na América Latina e isolar Cuba. Neste mesmo ano Cuba foi excluída
          da OEA e os americanos apoiaram a fracassada tentativa de invasão da
          Baía dos Porcos. Mas Kennedy não ousou levar adiante os planos da
          CIA para invadir da ilha e isto lhe custou forte oposição dos
          setores mais conservadores.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
O
          assassinato de Kennedy, a posse de Lindon Johnson, em 1963, e depois a
          vitória dos republicanos, em 1968, levou a um novo endurecimento da
          política externa norte-americana para o continente - ocupação da
          República Dominicana (1965) e o apoio aos golpes militares. Cai por
          terra a Aliança para o Progresso e seu discurso desenvolvimentista e
          social. A América Latina mergulhou então num período sombrio. No
          final da década de 1970 cresceu a mobilização cívica, popular e
          revolucionária contra as ditaduras a dominação norte-americana, um
          dos momentos importantes da resistência foi a vitória da revolução
          sandinista da Nicarágua (1979).&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Em meio
          a nova turbulência econômica internacional - crise do petróleo -
          temos uma nova vitória dos democratas, com Jimmy Carter, que diante o
          desgaste das ditaduras passava a pregar a uma política de valorização
          dos direitos humanos, abrindo os primeiros conflitos com os governos
          militares que passaram a usar tonalidades nacionalistas. Mas, o
          reinado democrata seria curto.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
Em 1979
          tivemos uma nova vitória dos republicanos que leva ao poder o reacionário
          Ronald Reagan - que articula uma radicalização do receituário
          liberal para as Américas com uma política belicista e agressiva
          contra os governos e movimentos nacionalistas e de esquerda. O reinado
          republicano somente chegaria ao fim em 1992.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
No início
          da década de 90, o fim da União Soviética e do campo socialista; a
          consolidação dos EUA como potência militar hegemônica, sem concorrência;
          o predomínio da ideologia neoliberal no conjunto das forças políticas
          da América Latina, inclusive de esquerda, criaram as condições para
          uma maior ofensiva norte-americana no sentido de anexar as economias
          do sul do Rio Grande, sob o manto da liberdade de comércio. Estavam
          criadas as condições para a constituição de uma Área de Livre Comércio
          para América (Alca).&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
  &lt;/table&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/1443267253996849558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/1443267253996849558' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/1443267253996849558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/1443267253996849558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2012/05/expansao-dos-eua-na-america-latina.html' title='Expansão dos EUA na América Latina: origens remotas da Alca'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqAjAMe8Ubbo3nn6RaiQDedcKdIEPQzr_kYUXHE544CmY9tqhv3xmEb7xP-WqiQvrPVzRDry8efwnqEnUmjEry6ORLNfMomEMH9xdERh6lbFq9x2zrNdioGCL0vcnnxSdRC1thaLyS2Fw/s72-c/Cartoon_do_Big_Stick.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-2938219019749207493</id><published>2012-05-22T17:39:00.000-07:00</published><updated>2012-05-22T17:39:02.664-07:00</updated><title type='text'>A IGREJA CATÓLICA E A COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA ESPANHOLA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUziICPKcu9_J8yH9zhUEo8LYAjYnXmq8uNEQttJgrSTsVBD3SCrxc06B8aaam9qRdGB9xdSIzUVPq0ExMlkS_RP2txCi40DCTmALlCge1svBDOhViR8KlMUyG6juJ_bdcGo-76VwimZs/s1600/kkkkkk.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUziICPKcu9_J8yH9zhUEo8LYAjYnXmq8uNEQttJgrSTsVBD3SCrxc06B8aaam9qRdGB9xdSIzUVPq0ExMlkS_RP2txCi40DCTmALlCge1svBDOhViR8KlMUyG6juJ_bdcGo-76VwimZs/s1600/kkkkkk.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;A IGREJA CATÓLICA E A COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA ESPANHOLA&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;O cristianismo teve um papel fundamental no processo de colonização da América Espanhola. Segundo Josep M. Barnadas a Igreja Católica com a sua tendência missionária, difundiu a fé cristã no continente americano. Dessa forma, contribui para um maior controle dos diversos grupos étnicos indígenas. Este autor afirma que a superioridade bélica dos Espanhóis- a explosão da pólvora causava um grande impacto psicológico nos índios- a utilização do cavalo, a aliança com determinados grupos étnicos indígenas e a morte de milhares de nativos pelas doenças européias, tudo isso, não seria suficiente para colonizar e manter essa dominação, caso as almas desses índios não fosse cristianizadas.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;A Igreja Católica defendendo a doutrina Cristã condenou em vários aspectos a cultura indígena, considerando-a como manifestações diabólicas. Os europeus, por exemplo, combateram a poligamia e as divindades indígenas em nome da moralidade cristã. O autor Josep Barnadas discute bem essa questão mostrando como a igreja católica enquanto instituição e defensora do cristianismo estabeleceu novas regras sociais e morais, que provocaram uma verdadeira desestruturação social ou desraizamento cultural em muitos grupos étnicos indígenas. Algumas das conseqüências desse processo foram os suicídios coletivos e a embriaguez desmedida de muitos índios.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Já o autor Gruzinski mostra com um grupo restrito de missionários conseguiram cristianizar ao longo do tempo milhares de almas. Segundo ele a colonização do imaginário cristão foi ao mesmo tempo possível e impossível. Possível porque existia pelo menos um aspecto em comum entre as duas concepções de mundo. Esse elemento era justamente a crença no mundo sobrenatural. E impossível, porque o mundo sobrenatural cristã era diametralmente oposto ao mundo sobrenatural indígena. Além disso, os espanhóis tinham dificuldade com as limitações da linguagem.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Com o tempo, missionários cristãos conseguiram desenvolver alguns métodos que facilitaram a cristianização dos indígenas. Um exemplo disso foi a utilização de técnicas visuais como a pintura, a escultura e os afrescos para esboçarem e transmitirem elementos do mundo cristão– cristo, apostolo e santos- aos ameríndios. O principal difusor do cristianismo entre os indígenas foram os próprios índios cristianizados. Gruzinki até a ponta que muitas produções artísticas dos índios mesclavam elementos cristãos com as divindades indígenas.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;No processo da catequese os missionários tentaram o tempo todo associar concepções do mundo cristão com a religiosidade indígena. Um fato bastante interessante foi que os nativos assimilaram alguns santos cristãos e continuavam adorando as suas próprias divindades. Por conseguinte, muitas vezes, projetavam nos santos os seus próprios esquemas.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;O genocídio de muitas comunidades indígenas e a cristianização de outras refletiu o domínio militar e espiritual dos europeus sobre os nativos. Todavia, no decurso da História da América colonial esse domínio foi com freqüência desafiado pela resistência indígena&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/2938219019749207493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/2938219019749207493' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/2938219019749207493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/2938219019749207493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2012/05/igreja-catolica-e-colonizacao-da.html' title='A IGREJA CATÓLICA E A COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA ESPANHOLA'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUziICPKcu9_J8yH9zhUEo8LYAjYnXmq8uNEQttJgrSTsVBD3SCrxc06B8aaam9qRdGB9xdSIzUVPq0ExMlkS_RP2txCi40DCTmALlCge1svBDOhViR8KlMUyG6juJ_bdcGo-76VwimZs/s72-c/kkkkkk.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-316957182784285149</id><published>2012-05-22T17:21:00.000-07:00</published><updated>2012-05-22T17:21:08.844-07:00</updated><title type='text'>Igreja Católica na Colonização da América Espanhola</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: white; font-family: georgia;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: georgia;&quot;&gt;Bem saibamos a forte influência e o grande poder que a Igreja Católica exercera no período conhecido como Idade do Meio, conhecida até mesmo como uma grande Senhora Feudal, controladora de toda a vida social, política e até mesmo econômica na Europa, onde muito se confundia e se misturava o poder Estatal com o poder Religioso. Assim, a Igreja muitas vezes assumia o papel de Estado, controlado pelo Alto Clero.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;Enaltecer o poder religioso como um mero meio para não perder o poder político – uma vez que o feudalismo estava em crise – e manter os privilégios da Igreja na Europa não bastou para a ambição do alto clero; e já com toda a experiência&amp;nbsp;de propagar a fé cristã - adquirida&amp;nbsp;nas Cruzadas – para todos aqueles povos pagãos sob a ótica da&amp;nbsp;Igreja, era a mais eloquente substância sob a qual a Igreja&amp;nbsp;participou ativamente no processo colonizador do “Novo Mundo” até então desconhecido pelos europeus amedontrados pela Igreja Católica para não se lançarem no mar desconhecido. Portanto a Igreja se colocou em oposição a suas próprias ideologias sobre um abismo no fim do oceano, sobre seres e monstros que habitavam o tenebroso mar desconhecido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;Com toda a sua cobiça de levar a fé cristã (pois era altamente lucrativo mais fiéis) a Igreja esteve presente desde o primeiro momento no processo de conquista, desempenhando um relevante papel no que condiz à dominação daquele povo sem cultura e sem fé, assim vistos pelos europeus tão empenhados em propagar a fé católica que em nome de Jesus Cristo e de seu rei irão cometer atrocidades e verdadeiros genocídios com os nativos aqui no “Novo Mundo”; atos estes permitidos pelo Alto Clero que irá despertar opiniões sobre o comportamento dos espanhóis na forma em como colonizar os índios. Irá surgir aqueles que apóiam o massacre para impor a colonização e a cristianização dos nativos, como é o caso de Sepulveda, e também aqueles que apóiam a colonização e a cristianização sem o massacre e sem as violentas guerras contra os nativos, onde irá destacar Bartalomeu de Las Casas como um defensor da cristianização do nativos de modo a valorizar a pessoa humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;Enalteceremos o papel da Igreja no processo de colonização da América Espanhola bem como a visão que esta tinha dos nativos e discutiremos o papel de Sepulveda e de Las Casas, que eram representantes da Igreja, no processo de colonização.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;1 – A Igreja e a Colonização&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;Em uma análise crítica e profunda a cerca do “descobrimento” do “Novo Mundo”, podemos afirmar que ao gosto de Colombo sua maior intenção não era o enriquecimento e sim a propagação da fé cristã assim como afirma Hilário (2008, p. 64):&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; margin-left: 117pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;A ambição de Colombo não era totalmente em relação á obtenção de riquezas, embora fosse com a promessa de ouro que ele acalmava a sua tripulação e o rei da Espanha, o financiador da viagem. A expansão do cristianismo era muito mais importante para Colombo doque o ouro: [...].&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;Nessa perspectiva podemos afirmar que o “descobrimento” das novas terras por Colombo teve como ponto de partida o objetivo de propagar a fé cristã, na qual Colombo prometendo ao rei da Espanha, Fernando de Aragão – financiador da viagem - que traria consigo riquezas, tendo em vista o contexto histórico pelo qual a Europa passava com a crise do Feudalismo e a busca por metais preciosos era de fundamental importância para a Espanha&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;Após a constatação da chegada de Colombo em terras a oeste do continente Europeu – achando que havia chegado no Oriente – e vendo aquele povo tão inocente que trocara ouro por qualquer que fosse a troca, constatando a grande quantidade de metais preciosos naquelas terras, os espanhóis seviram como seres superiores até mesmo culturalmente àqueles nativos – nomeados de índios – que por sua ótica – a primeira vista - viam os espanhóis como verdadeiros deuses. Por esse fato, considerando-se superiores aos nativos, levando em consideração as proporções do mercantilismo na Europa os espanhóis tão logo trataram de colonizar aquelas terras, e para isso não contaram nem com a vida, nem com a cultura dos nativos. Com o início da colonização os nativos sofreram toda e qualquer tipo de violência e ao mesmo tempo&amp;nbsp;&lt;st1:personname productid=&quot;em que Colombo&quot; st=&quot;on&quot;&gt;em que Colombo&lt;/st1:personname&gt;&amp;nbsp;os subjulgavam como seres bárbaros também os consideravam homens na proporção que procurou convertê-los, conforme afirma Ferro (1996, p. 50).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; margin-left: 108pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;Se traz a religião, é porque os considera homens, iguais e idênticos a si mesmo, e, portanto, pode convertê-los. Mas basta que eles não se deixem mais espoliar e Colombo já começa a achar que convém subjugá-los, com o gládio, se necessário: “Eles prestam para ser mandados”. Portanto, os que ainda não são cristãos só podem mesmo é ser escravos. [...]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; margin-left: 108pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;A Igreja até que se preocupou na elaboração de algumas leis à respeito de proteção dos nativos, mas tão inúteis que nem ao menos preservou legados culturais, como é o caso da civilização maia. A crueldade e a brutalidade dos espanhóis foi, segundo Carvalho (S/D) decorrência deireta de uma época na qual antigas justificativas religiosas das desigualdades entre os seres humanos conjugaram-se ao nascente desejo desenfreado de enriquecer dos europeus. [...].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;A Igreja ao se deparar com povos tão diferentes, adoradores de vários deuses, que cometiam sacrifícios humanos em oferenda aos deuses, consideraram-os como povos sem fé, sem cultura e na perspctiva de uma colonização até mesmo em nome de Jesus Cristo, a Igreja começou um processo de catequização dos índios, para os tornarem seres com almas, mas nunca o bastante para se tornarem homens livres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; margin-left: 108pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Como se observa, os espanhóis chegaram à América certos da superioridade de sua civilização e dos seus valores. Os outros eram bárbaros, pagãos. Canibais, que não conheciam a escrita, a tração animal, nem, é claro, o único e verdadeiro Deus. Realizavam cultos estranhos – muitas vezes, com sacrifícios – a deuses desconhecidos. Por fim, falavam outra língua, tornando ainda mais incompreensíveis seus hábitos, costumes e crenças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; margin-left: 108pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Eis uma característica, incipiente na época, mas que se intensificará no decorrer da Era Moderna: o desrespeito às diferenças e à cultura dos outros povos. De fato, a modernidade é marcada por um intenso processo de homogeneização das identidades culturais, de silenciamento de saberes e práticas sociais alternativas e, enfim, de naturalização das relações de poder através da imposição de discursos e verdades supostamente únicos e universais. A imposição de dogmas religiosos – e, hoje, acrescentaríamos, científicos – como forma de dominar e subjugar povos estranhos é, com certeza, algo ainda marcante na nossa época. (CARVALHO, S/D, p. 57)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Certos de sua supremacia, a Igreja controlando e manipulando a vida das pessoas e tomando frente a colonização “preocupados” com a vida insana que os nativos levavam, baixou vários documentos regularizando a colonização como é o caso da Bula de Participação na qual o Papa conferia o poder de colonizar aos espanhóis – isso porque achavam que o Papa havia recebido o poder das terras americanas de São Pedro conforme liam no Requerimento - que como contrapartida tinha a missão de difundir a fé católica. Também não podemos deixar de falar aqui do&amp;nbsp;&lt;i&gt;Requerimento,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;documento de fundamental importância que permitia a intervenção nas colônias podendo declarar guerra justa àqueles que se opunham ao domínio espanhol. Temos também a Lei dos Burgos que bem dizer era a preocupação com a forma de tratamento dos índios e colocando como responsabilidade dos encomendeiros a cristianização dos índios e a instrução dos filhos dos caciques. Assim como também as Leis Novas, na qual proibia novas conquistas e o confisco de encomendas que ainda prevaleciam na colônia. Como nós brasileiros, já calejados com o não cumprimento das Leis pelos altos escalões e a impunidade como sempre permanece, nada foi diferente naquela época.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; margin-left: 108pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Ocorre que tais leis não foram efetivadas. A forte resistência por parte dos encomendeiros, inclusive com a realização de motins, pode ser pontada como a principal causa. Em termos jurídicos, criou-se um instituto que permitia que, em havendo razões justificadoras, as leis da Coroa não fossem cumpridas na colônia: “&lt;i&gt;Se acata, pero no se cumple”&lt;/i&gt;, diziam os conquistadores. Com base nesse dispositivo, a autoridade colonial podia suspender o cumprimento da lei da Coroa, cabendo ao rei homologar o feito ou, ao contrário, determinar – o que dificilmente acontecia – o seu imediato cumprimento. (CARVALHO, S/D, p. 61)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;2 – Las Casas versus Sepúlveda&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Encomendeiro que com medo do juízo final perante Deus, Las Casas abre mão dos prestígios do cargo para ingressar como dominicano na defesa dos nativos aqui da América, reconhecia a dignidade e os direitos humanos dos nativos, baseando-se no direito natural. Mesmo assim, Las Casas não os reconheciam como seres iguais aos de sua origem européia. Condenava as atrocidades cometidas com os ameríndios pelos espanhóis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;Default&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; margin-left: 108pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;Las Casas denunciou a realidade trágica dos indígenas por meio de sua obra, aliando elementos do Cristianismo com os trágicos da Conquista. Para ele, nada era mais perceptível do que a dizimação, a ameaça e a destruição feitas pelos espanhóis na colonização. (AMEDI, 2007, p. 1)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Las Casas não se opunha à colonização, mas sim ao modo de como era conduzida a colonização, os meios violentos usado pelos espanhóis, os massacres e todas as atrocidades cometidas com aqueles povos. Defendia e reconhecia as diferenças e apontava que se para os espanhóis os índios eram “bárbaros” – como afirmava Sepúlveda – para os índios os espanhóis também eram “bárbaros”, pois eram diferentes de sua cultura, falavam outra língua e sem contar da real barbaridade que os espanhóis cometeram com os nativos. Essa afirmativa segue a mesma linha de pensamento a respeito da relativização de&amp;nbsp;&lt;i&gt;povos bárbaros&amp;nbsp;&lt;/i&gt;na defesa de Las Casas na perspectiva de Carvalho (S/D, p. 66),&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; margin-left: 108pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;[...] Para tanto, relativizou o conceito, demonstrando que, sob a ótica dos ameríndios, os espanhóis também eram bárbaros, na medida em que falavam uma língua ininteligível e, o que é pior, cometiam atrocidades e crueldades de toda espécie contra os habitantes do Novo Mundo. Foram tais atrocidades, acrescenta Las Casas, que puseram a organização social dos indígenas em desordem, sendo um equívoco apontar que, desde o início, conforme sua natureza, os índios viveriam nesse estado.&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; margin-left: 108pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Ao contrário de Las Casas, Sepulveda defendia as atrocidades sobre os ameríndios, pois os consideravam inferiores à sua civilização e portanto era justo que pessoas de níveis mais baixos fossem submetidos ao domínio. Sepulveda ainda defendia que quando a submissão não fosse aceita de forma pacífica, era permitida a violência e qualquer que fosse a forma brutal sobre os povos a fim de mostrar-lhes o poder superior dos espanhóis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; margin-left: 108pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Portanto, sendo certo que os índios eram povos bárbaros – ou seja, que não têm fé, leis, sacrificam e se alimentam de vítimas humanas em cultos satânicos –, inferiores aos espanhóis, nada mais justo e conforme a natureza que estes os dominassem. Além disso, os conquistadores poderiam recorrer à violência a fim de impor a dominação, pois a conquista era vista como um ato de justiça, capaz de retirar o bárbaro da sua barbárie, oferecendo-lhe todas as benesses da vida civilizada. (CARVALHO, S/D, p. 64)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;3 – Conclusão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O processo de colonização da América recebeu fortemente influência da Igreja Católica, tanto na defesa da colonização sob massacres e genocídios, reconhecendo a desigualdade entre as raças para impor o poder quanto na defesa de uma colonização reconhecendo a dignidade, as diferentes identidades e tendo a igualdade entre os homens para uma colonização mais humana. Tanto Sepúlveda quanto Las Casas defendia a colonização, porém com formas diferentes de colonizar. A elaboração de Leis, em um modo complexo, foi inútil. A certo de que a impunidade foi apoiada, já que as terras americanas estavam longe da coroa e dos olhos do rei, também não é de duvidar que se estivesse perto, este não fecharia os olhos para tanta crueldade, pois o que realmente interessava era o enriquecimento da Coroa, tendo em vista o latente mercantilismo que se alastrava pela Europa. Assim como hoje o imperialismo estigmatiza nações também o colonialismo seguiu a mesma ideologia, preponderando sempre a forma do mais forte sobre o mais fraco, como no capitalismo o capital se sobrepõe a qualquer poder o mercantilismo – a forma primitiva do capitalismo – também não foi diferente, baseando-se no metalismo não havia qualquer que fosse a ideologia que cessasse o massacre das civilizações. O desrespeito com as leis e a impunidade é impregnado na América Latina como legado cultural, pois nós brasileiros quem digamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-family: georgia;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 16px;&quot;&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;AMEDI, Natalia da Costa. Bartalomé de Las Casas. Disponível em:&lt;a href=&quot;http://www.unicamp.br/~aulas/Conjunto%20III/r2.pdf&quot; style=&quot;text-decoration: none;&quot; wrc_done=&quot;true&quot;&gt;http://www.unicamp.br/%7Eaulas/Conjunto%20III/r2.pdf&lt;/a&gt;&amp;nbsp;. Acesso em: 11 de Abril de 2009.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;CARVALHO, Lucas Borges de. Direito e Barbárie na Conquista da América Indígena. Disponível em:&lt;a href=&quot;http://www.buscalegis.ufsc.br/revistas/index.php/sequencia/article/viewFile/1261/1257&quot; style=&quot;text-decoration: none;&quot; wrc_done=&quot;true&quot;&gt;http://www.buscalegis.ufsc.br/revistas/index.php/sequencia/article/viewFile/1261/1257&lt;/a&gt;&amp;nbsp;.&amp;nbsp;Acesso em: 08 de Abril de 2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;FERRO, Marc. História das Colonizações. São Paulo: Campanhia das Letras, 1996.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 21px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-family: georgia; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #eeeeee; font-size: large;&quot;&gt;HILÁRIO, Janaína Carla S. Vargas. História da América I. Londrina: Editora CDI Unopar, 2008.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/316957182784285149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/316957182784285149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/316957182784285149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/316957182784285149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2012/05/igreja-catolica-na-colonizacao-da.html' title='Igreja Católica na Colonização da América Espanhola'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-3433835702230145523</id><published>2012-05-22T17:04:00.000-07:00</published><updated>2012-05-22T17:04:08.596-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 26px; margin: 8px 15px 20px 25px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
Colonização Espanhola&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-zOKP14ed1UYXxi6SMEbimx2ljyXvVmGoMJV6vEmj6G-s7f1TuJBMowbA4afRoPRTCaGHCQd5wlrenvbAJ001LyYUsw4JI_-YjLAdcoUB9EoFP0WyZEro81jFcb-1vUAohH_EnBn9I7Q/s1600/c15813ea24b307f771bc0fcee3dc57a9.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;280&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-zOKP14ed1UYXxi6SMEbimx2ljyXvVmGoMJV6vEmj6G-s7f1TuJBMowbA4afRoPRTCaGHCQd5wlrenvbAJ001LyYUsw4JI_-YjLAdcoUB9EoFP0WyZEro81jFcb-1vUAohH_EnBn9I7Q/s320/c15813ea24b307f771bc0fcee3dc57a9.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;taghw style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Os espanhóis, logo após empreenderem um sangrento processo de dominação das&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.mundoeducacao.com.br/historia-america/colonizacao-espanhola.htm#&quot; rel=&quot;nofollow&quot; style=&quot;border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #005f00;&quot;&gt;populações&lt;/a&gt;indígenas da América, efetivaram o seu projeto colonial nas terras a oeste do Tratado de Tordesilhas. Para isso montaram um complexo sistema administrativo responsável por gerir os interesses da Coroa espanhola em terras americanas. Todo esse esforço deu-se em um curto período de tempo. Isso porque a ganância pelos metais preciosos motivava os espanhóis.&amp;nbsp;&lt;/taghw&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;As regiões exploradas foram divididas em quatro grandes vice-reinados: Rio da Prata, Peru, Nova Granada e Nova Espanha. Além dessas grandes regiões, havia outras quatro capitanias: Chile, Cuba, Guatemala e Venezuela. Dentro de cada uma delas, havia um corpo administrativo comandado por um vice-rei e um capitão-geral designados pela Coroa. No topo da administração colonial havia um órgão dedicado somente às questões coloniais: o Conselho Real e Supremo das Índias.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;taghw style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Todos os colonos que transitavam entre a colônia e a metrópole deviam prestar contas à Casa de Contratação, que recolhia os&amp;nbsp;impostos&amp;nbsp;sob toda riqueza produzida. Além disso, o sistema de porto único também garantia maior controle sobre as embarcações que saiam e chegavam à Espanha e nas Américas. Os únicos portos comerciais encontravam-se em Veracruz (México), Porto Belo (Panamá) e Cartagena (Colômbia). Todas as embarcações que saíam dessas regiões colônias só podiam desembarcar no porto de Cádiz, na região da Andaluzia.&amp;nbsp;&lt;/taghw&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;taghw style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Responsáveis&amp;nbsp;pelo cumprimento dos interesses da Espanha no ambiente colonial, os chapetones eram todos os espanhóis que compunham a elite colonial. Logo em seguida, estavam os criollos. Eles eram os filhos de espanhóis nascidos na América e dedicavam-se a grande agricultura e o comércio colonial. Sua esfera de poder político era limitada à atuação junto às câmaras municipais, mais conhecidas como cabildos.&amp;nbsp;&lt;/taghw&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;taghw style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Na base da sociedade colonial espanhola, estavam os mestiços, índios e escravos. Os primeiros realizavam atividades auxiliares na exploração colonial e, dependendo de sua condição social, exerciam as mesmas tarefas que índios e escravos. Os escravos africanos eram minoria, concentrando-se nas regiões centro-americanas. A população indígena foi responsável por grande parte da mão de obra empregada nas colônias espanholas. Muito se diverge sobre a relação de&amp;nbsp;trabalho&amp;nbsp;estabelecida entre os colonizadores e os índios.&amp;nbsp;&lt;/taghw&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Alguns pesquisadores apontam que a relação de trabalho na América Espanhola era escravista. Para burlar a proibição eclesiástica a respeito da escravização do índio, os espanhóis adotavam a mita e a encomienda. A mita consistia em um trabalho compulsório onde parcelas das populações indígenas eram utilizadas para uma temporada de serviços prestados. Já a encomienda funcionava como uma “troca” onde os índios recebiam em catequese e alimentos por sua mão-de-obra.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;No final do século XVIII, com a disseminação do ideário iluminista e a crise da Coroa Espanhola (devido às invasões napoleônicas)&amp;nbsp;houve o processo de independência que daria fim ao pacto colonial, mas não resolveria o problema das populações economicamente subordinadas do continente americano.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Por Rainer Sousa&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #e0e9f1; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Mestre em História&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/3433835702230145523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/3433835702230145523' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/3433835702230145523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/3433835702230145523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2012/05/colonizacao-espanhola-os-espanhois-logo.html' title=''/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-zOKP14ed1UYXxi6SMEbimx2ljyXvVmGoMJV6vEmj6G-s7f1TuJBMowbA4afRoPRTCaGHCQd5wlrenvbAJ001LyYUsw4JI_-YjLAdcoUB9EoFP0WyZEro81jFcb-1vUAohH_EnBn9I7Q/s72-c/c15813ea24b307f771bc0fcee3dc57a9.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-5858906816962156814</id><published>2011-12-15T17:26:00.003-08:00</published><updated>2011-12-15T17:26:53.193-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;iframe allowtransparency=&quot;true&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;166px&quot; scrolling=&quot;no&quot; src=&quot;http://www.rockinrio.com.br/radio/embed/index.html&quot; width=&quot;347px&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/5858906816962156814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/5858906816962156814' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/5858906816962156814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/5858906816962156814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/12/blog-post.html' title=''/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-6849533637831962976</id><published>2011-10-05T04:31:00.000-07:00</published><updated>2011-10-05T04:31:43.024-07:00</updated><title type='text'>Globalização</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;  &lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://www.brasilescola.com/upload/e/globalizaao.jpg&quot; width=&quot;203&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
A globalização aproximou as nações e os mercados.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;  A globalização é um fenômeno social que ocorre em escala global. Esse  processo consiste em uma integração em caráter econômico, social,  cultural e político entre diferentes países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A globalização é oriunda de evoluções ocorridas, principalmente, nos  meios de transportes e nas telecomunicações, fazendo com que o mundo  “encurtasse” as distâncias. No passado, para a realização de uma viagem  entre dois continentes eram necessárias cerca de quatro semanas, hoje  esse tempo diminuiu drasticamente. Um fato ocorrido na Europa chegava ao  conhecimento dos brasileiros 60 dias depois, hoje a notícia é divulgada  em tempo real.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo de globalização surgiu para atender ao capitalismo e,  principalmente, os países desenvolvidos; de modo que pudessem buscar  novos mercados, tendo em vista que o consumo interno encontrava-se  saturado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A globalização é a fase mais avançada do capitalismo. Com o declínio do  socialismo, o sistema capitalista tornou-se predominante no mundo. A  consolidação do capitalismo iniciou a era da globalização,  principalmente, econômica e comercial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A integração mundial decorrente do processo de globalização ocorreu em  razão de dois fatores: as inovações tecnológicas e o incremento no fluxo  comercial mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As inovações tecnológicas, principalmente nas telecomunicações e na  informática, promoveram o processo de globalização. A partir da rede de  telecomunicação (telefonia fixa e móvel, internet, televisão, aparelho  de fax, entre outros) foi possível a difusão de informações entre as  empresas e instituições financeiras, ligando os mercados do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O incremento no fluxo comercial mundial tem como principal fator a  modernização dos transportes, especialmente o marítimo, pelo qual ocorre  grande parte das transações comerciais (importação e exportação). O  transporte marítimo possui uma elevada capacidade de carga, que permite  também a mundialização das mercadorias, ou seja, um mesmo produto é  encontrado em diferentes pontos do planeta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo de globalização estreitou as relações comerciais entre os  países e as empresas. As multinacionais ou transnacionais contribuíram  para a efetivação do processo de globalização, tendo em vista que essas  empresas desenvolvem atividades em diferentes territórios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra faceta da globalização é a formação de blocos econômicos, que  buscam se fortalecer no mercado que está cada vez mais competitivo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;                &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;  &amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;  Por Eduardo de Freitas&lt;br /&gt;
Graduado em Geografia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Equipe Brasil Escola http://www.brasilescola.com/geografia/globalizacao.htm&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/6849533637831962976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/6849533637831962976' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/6849533637831962976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/6849533637831962976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/10/globalizacao.html' title='Globalização'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-6350088599953139025</id><published>2011-09-06T18:08:00.000-07:00</published><updated>2011-09-06T18:08:47.516-07:00</updated><title type='text'>Violência e propaganda foram as armas de Adolf Hitler</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h1&gt;&lt;h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h2&gt;&lt;div id=&quot;credito-texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table class=&quot;caixa-foto&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;Reprodução&quot; class=&quot;foto-caixa&quot; src=&quot;http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/historiageral/suastica2.jpg&quot; title=&quot;Reprodução&quot; /&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;legenda&quot;&gt;Broche do Partido Nazista&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;Atualizada em 15/12/2008, às 14h13&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a derrota na &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/historia/ult1690u26.jhtm&quot;&gt;Primeira Guerra Mundial &lt;/a&gt;(1914-1918),  a Alemanha foi forçada a assinar o Tratado de Versalhes, em 1919. De  acordo com seus termos, o país perdeu grande parte de seu território,  além de sofrer fortes restrições no campo militar. Foi proibida de  desenvolver uma indústria bélica, de exigir o serviço militar  obrigatório e de possuir um exército superior a cem mil homens. Para  piorar, deveria pagar aos aliados uma vultosa indenização pelos danos  provocados pelo conflito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Tratado de Versalhes foi considerado  humilhante pelos alemães e vigorou sobre um país arrasado e caótico,  tanto no aspecto político quanto no econômico. O período de crise  estendeu-se de 1919 a 1933. Nesse panorama conturbado, o &lt;b&gt;nazismo&lt;/b&gt; surgiu e se fortaleceu. Aos poucos, chegou ao governo do país, impondo-lhe uma ditadura baseada no militarismo e no terror.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Uma república desastrosa&lt;/h3&gt;Diante da eminente derrota para os aliados, na Primeira Guerra, o imperador alemão, &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/klick/0,5387,509-biografia-9,00.jhtm&quot;&gt;Guilherme 2º&lt;/a&gt;,  abdicou ao trono no final de 1918. Em 9 de novembro, foi proclamada a  República na Alemanha. Estabeleceu-se um governo provisório, liderado  pelo Partido Social-Democrata, que assinou a paz com as outras nações e  convocou eleições para uma Assembléia Nacional Constituinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, chefiados por &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/klick/0,5387,1575-biografia-9,00.jhtm&quot;&gt;Rosa Luxemburgo&lt;/a&gt;  e Karl Liebknecht, os comunistas alemães viam na crise uma oportunidade  de tomar o poder, por meio de uma rebelião. Porém, o governo e as  forças armadas acabaram sufocando o levante, cujos líderes foram mortos.  Nem por isso, o governo republicano deixou de enfrentar uma oposição de  esquerda e de direita, na medida em que era incapaz de lidar com a  precária economia alemã, que sofria uma terrível escalada  hiperinflacionária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade alemã empobrecia cada vez mais.  Isso apenas fazia aumentar a tensão social e política, já muito grande.  Em novembro de 1923, o marco alemão estava tão desvalorizado, que um  único dólar equivalia a 4 bilhões e 200 milhões de marcos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Inflação na Alemanha pós-guerra&lt;/h3&gt;O Partido Nacional-Socialista foi fundado, em 1920, por &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u103.jhtm&quot;&gt;Adolf Hitler&lt;/a&gt;,  um antigo cabo do exército alemão, de origem austríaca. Defendia  exagerados ideais nacionalistas, que também se misturavam ao  militarismo. Nos primeiros momentos, o grupo era inexpressivo. Reunia  inconformados com a derrota alemã e os que não acreditavam no regime  republicano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1923, aproveitando-se dos níveis estratrosféricos  da hiperinflação, Hitler e seus correligionários decidiram seguir o  exemplo dos comunistas, organizando uma revolta armada na cidade de  Munique. Tal como o levante socialista de 1918, porém, o golpe nazista  fracassou e Hitler foi preso. Permaneceu na cadeia durante oito meses.  Nesse tempo, passou suas idéias para o papel, com o auxílio de Rudolf  Hess, um companheiro de partido. Assim surgiu o livro &quot;Minha Luta&quot;  (&quot;Mein Kampf&quot;), que se transformaria numa espécie de Bíblia da Alemanha  nazista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Ilusões demagógicas de Hitler&lt;/h3&gt;Entre 1924 e 1929  as idéias de Hitler não encontraram eco na sociedade alemã. O  nacional-socialismo só viria a obter respaldo popular após o advento da  grande depressão mundial em 1929. Então, a já combalida economia da  Alemanha entrou em colapso, com a falência de milhares de empresas, o  que elevou para 6 milhões o número de desempregados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desespero  gerado pela miséria e a incerteza quanto ao futuro, a facilidade humana  de acreditar na demagogia e nas soluções autoritárias, a necessidade de  resgatar a autoestima nacional depois das humilhações do Tratado de  Versalhes foram alguns dos fatores que fizeram da Alemanha um terreno  fértil a ser semeado pelos nazistas. O discurso de um líder carismático  como Adolf Hitler oferecia segurança e a perspectiva de melhores dias,  com promessas e ilusões demagógicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da classe média, dos  camponeses e do operariado em desespero, as Forças Armadas também se  identificavam com as posições nacionalistas de Hitler. Os grandes  capitalistas alemães, por sua vez, acharam conveniente financiar os  nazistas, que aparentavam protegê-los da ameaça &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/sociologia/ult4264u46.jhtm&quot;&gt;comunista&lt;/a&gt;. Assim, de 1930 a 1932, o número de deputados do Partido Nazista no Parlamento alemão passou de 170 para 230.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Adolf Hitler e o início do 3º Reich&lt;/h3&gt;No  Parlamento, o próprio Hitler que se mostrou competente no plano das  negociações políticas. Desse modo, a 30 de janeiro de 1933, o líder  nacional-socialista foi nomeado Chanceler, ou Primeiro-Ministro, o  principal cargo executivo da República alemã. Popularmente, já era  chamado de &quot;Führer&quot; (condutor). Tinha início o que os nazistas chamavam  de III Reich (Terceiro Império), designação que se refere ao Sacro  Império Germânico, da Idade Média, e ao Segundo Império, que se estendeu  da Unificação dos Estados germânicos, em 1871, à República, em 1918.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 150px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;Ansa&quot; src=&quot;http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/historiageral/hitlerini.jpg&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,arial; font-size: xx-small;&quot;&gt;O ditador Hitler e seu colega italiano Mussolini&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ideologicamente,  Hitler se apropriou de idéias nacionalistas já em voga na Alemanha,  radicalizando-as. Defendia a necessidade de unidade nacional, garantida  por um Estado governado por um partido único, o Nazista, do qual ele era  o líder supremo. Identificado com a própria nação, Hitler passou a ser  cultuado como um super-homem pela imensa maioria do povo alemão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Superioridade racial da raça ariana&lt;/h3&gt;O  nazismo proclamava também a &quot;superioridade biológica da raça ariana&quot; (a  que pertenceria o povo alemão) e, conseqüentemente, a necessidade de  dominar as &quot;raças inferiores&quot;. Entre estes, colocavam-se os judeus, os  eslavos, os ciganos e os negros. Também era necessário extinguir os  considerados &quot;doentes incuráveis&quot;: homossexuais, epiléticos,  esquizofrênicos, retardados, alcoólatras, etc. Com a ascensão de Hitler  ao poder, a ideologia nazista passou a influenciar também a ciência do  país, que se dedicou a inventar teorias supostamente biológicas para o  racismo e o anti-semitismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;A conquista do &quot;espaço vital&quot;&lt;/h3&gt;Com  fundamento nesses princípios, o propósito nazista era construir um  império ariano, puro e forte, centralizado em torno de Hitler. O passo  decisivo para esse projeto se tornar realidade seria a expansão  territorial e a integração de todas as comunidades germânicas da Europa  num &quot;espaço vital&quot; único. Além da própria Alemanha, isso incluiria a  Áustria, a Tchecoslováquia, a Prússia (oeste da Polônia) e a Ucrânia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Concorrência comunista&lt;/h3&gt;Porém,  para triunfar, o nazismo precisava combater seu principal concorrente  ideológico, o socialismo revolucionário ou comunismo, com o qual teria  de disputar a adesão popular. Igualmente totalitário, o comunismo também  se arvorava a construir uma sociedade perfeita, não só na Alemanha, mas  no mundo. Entretanto, no lugar de uma raça superior, colocava uma  classe social - o proletariado - à frente do processo. Por isso, o  anticomunismo constituía um ponto central do pensamento de Hitler.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolvendo uma propaganda agressiva e eficiente, administrada por &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u377.jhtm&quot;&gt;Joseph Goebbels&lt;/a&gt;,  o Partido Nazista se infiltrou em toda a sociedade alemã e controlou a  imprensa, a rádio, o teatro, o cinema, a literatura e as artes.  Conseguiu incutir na mentalidade do povo a visão de mundo nazista e a  devocão incondicional ao Führer. A educação da infância e juventude, em  especial, foi usada como uma ferramenta do Estado, para gravar no  cérebro e no coração de crianças e adolescentes o orgulho de pertencer à  raça ariana, bem como a obediência e a fidelidade ao &quot;Führer&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Sturmabteilungen (SA) e Schutzstafell (SS)&lt;/h3&gt;Mas  a vitória do nazismo não se deveu exclusivamente ao trabalho  ideológico, Hitler também empregou a força para conquistar a Alemanha.  Nesse ponto manifesta-se o caráter essencialmente militarista do  nacional-socialismo que, desde o início, contou com a participação de  organizações paramilitares próprias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 150px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;Folha Imagem&quot; src=&quot;http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/historiageral/himmler.jpg&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,arial; font-size: xx-small;&quot;&gt;Heinrich Himmler&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para  começar, foram criadas as SA (&quot;Sturmapteilungen&quot;), ou Divisões de  Assalto, uma espécie de milícia particular nazista. Composta por  desempregados, ex-militares, desajustados de qualquer espécie e até  criminosos comuns, espalhavam o terror junto aos inimigos de Hitler, por  meio da surra, da tortura e do assassinato. O grupo quase saiu do  controle dos líderes e precisou ser transformado numa nova instituição a  SS (Schutzstafell), ou Tropas de Proteção, um grupo de elite que  contava com homens selecionados e disciplinados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de  1929, sob o comando de Heinrich Himmler, a SS cresceu e chegou a contar  com um exército próprio, a Waffen SS (SS Armada), independente do  Exército alemão. Além disso, também absorveu a Gestapo, a polícia  secreta nazista, em 1939, juntamente com a qual comandaria os campos de  concentração e extermínio nos países ocupados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;As vítimas preferenciais do nazismo: os judeus&lt;/h3&gt;Nos seis anos anteriores à &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/historia/ult1704u63.jhtm&quot;&gt;Segunda Guerra Mundial&lt;/a&gt;,  iniciada em 1939, os nazistas institucionalizaram a violência,  prendendo arbitrariamente e executando seus inimigos políticos:  comunistas, sindicalistas e líderes esquerdistas de modo geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O  nacional-socialismo soube manipular os instintos agressivos do ser  humano e canalizou o ódio dos alemães particularmente contra os judeus,  pois existia uma tradição anti-semita entre os povos nórdicos. Desse  modo, os judeus serviram como bode expiatório para todos os males  alemães. A partir de 1934, o anti-semitismo tornou-se uma prática do  governo, além de nacional. Os judeus foram proibidos de trabalhar em  repartições públicas. Suas lojas e fábricas foram expropriadas pelo  governo. Além disso, eram obrigados a usar braçadeiras com a estrela de  Davi, para poderem ser facilmente discriminados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A radicalização  do anti-semitismo oficial forçou mais da metade da população  judaico-alemã a deixar o país, à procura de exílio. Às vésperas da  Segunda Guerra Mundial, restavam apenas 250 mil judeus na Alemanha,  menos de 0,5% da população total. Com a Guerra, tanto estes quanto os  judeus dos paíes ocupados por Hitler foram enviados para os campos de  extermínio, o que resultou no &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/historia/ult1704u33.jhtm&quot;&gt;holocausto&lt;/a&gt; - o massacre de 6 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Rumo à Segunda Guerra Mundial&lt;/h3&gt;Inglaterra,  França e Estados Unidos, as três potências democráticas, não se  preocuparam em deter a ascensão do nazismo. Acreditavam que uma Alemanha  forte funcionaria como um cordão de isolamento, livrando o Ocidente da  influência da União Soviética. Esta, por sua vez, assinou um pacto de  não-agressão com a Alemanha, em agosto de 1939, em que se comprometiam a  não atacar uma à outra e se manterem neutras caso uma delas fosse  atacada por uma terceira potência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desse modo, a Alemanha logo  começou a contar com crédito e recursos internacionais e passou a  prosperar. Surgiram empresas industriais poderosas, de minério,  petróleo, borracha, etc., da noite para o dia. Foram construídas grandes  obras públicas, como estradas e aeroportos, reduzindo rapidamente e  logo acabando (ou quase) com desemprego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A recuperação econômica  deu cada vez mais popularidade aos nazistas. Ao mesmo tempo, o grosso da  população alemã recuperava autoconfiança. Aproveitando-se disso tudo,  Hitler gradativamente deixou de respeitar as cláusulas do Tratado de  Versalhes. A partir de 1935, a indústria bélica foi reconstruída e o  serviço militar tornou-se obrigatório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;O eixo nazi-fascista&lt;/h3&gt;Em 1938, Hitler aliou-se ao ditador italiano &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u568.jhtm&quot;&gt;Benito Mussolini&lt;/a&gt;  formando o eixo nazi-fascista. Ainda no mesmo ano, passou a controlar a  totalidade das finanças alemãs, colocando-se à frente do Banco do  Reich. Também anexou a Áustria e os Sudetos, na Tchecoslováquia. Eram  regiões de numerosa população germânica, ricas em matérias-primas e  complexos industriais. As potências democráticas e a URSS mantinham-se  na passiva posição de simples observadores, mas os acontecimentos se  precipitavam rapidamente na direção &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/6350088599953139025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/6350088599953139025' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/6350088599953139025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/6350088599953139025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/09/violencia-e-propaganda-foram-as-armas.html' title='Violência e propaganda foram as armas de Adolf Hitler'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-7748369003777882552</id><published>2011-06-30T17:01:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T17:01:50.884-07:00</updated><title type='text'>Nazismo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;div class=&quot;txtsecao&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;      &lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;HOTWordsTxt&quot; name=&quot;HOTWordsTxt&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                                                                                                                             &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;http://www.brasilescola.com/upload/e/suastica.jpg&quot; width=&quot;374&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span&gt;Suástica: cruz, encontrada em diversas tribos, que foi adotada por Hitler como símbolo do nazismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;Entre 1918 e 1938, o mundo viveu um  período chamado “entreguerras”: vinte anos que separaram as duas grandes  guerras mundiais. Com o fim da Primeira Guerra, em 1918, a Alemanha,  derrotada, encontrava-se em uma profunda crise. Para sair da guerra e  manter o que restou de seu exército, assinou um acordo de paz chamado  “Tratado de Versalhes”. Esse tratado, além de responsabilizar a Alemanha  pela Primeira Guerra, proibia o país de fabricar armas, tanques e  aviões; obrigava a devolução de territórios conquistados e a redução do  exército alemão, além de exigir o pagamento de uma indenização aos  países vitoriosos, pelos danos de guerra. Essas imposições criaram na  Alemanha um clima de revanchismo, revolta, por parte da população que  estava se sentindo humilhada. No final da guerra, o regime monárquico do  Kaiser (imperador) caiu, dando início a “República de Weimar”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt; Em 1917, a Rússia, comandada pelo socialista Lênin, derrubou o governo  do Czar Nicolau II e instaurou uma nova forma de governo democrático: o  comunismo. Os países que baseavam suas economias no capitalismo e na  exploração do trabalhador se viram ameaçados. Uma onda de movimentos  antidemocráticos surgiu no cenário mundial, com o intuito de conter o  crescimento do comunismo. Na Itália predominava o fascismo; em Portugal,  o salazarismo; na Espanha, o franquismo; e na Alemanha, o nazismo. A  palavra nazismo vem de Nazi, que é a abreviação de Partido  Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, que de socialista não  tinha nada. Seu líder chamava-se Adolf Hitler e o partido adotou como  símbolo a “suástica”, uma cruz encontrada em diversas tribos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt; Hitler nasceu em 20 de abril de 1889. Em 1923, Hitler, indignado com as  péssimas condições que os alemães enfrentavam, oriundas da derrota na  guerra, tentou um golpe de Estado em uma cervejaria, na Alemanha. Sem  sucesso, foi preso. Na prisão, escreveu um livro que se tornaria a  cartilha para o nazismo: “Mein Kampf” (Minha luta). Nesse livro, Hitler  defendia a hegemonia da raça ariana, alegando que a Alemanha só se  reergueria quando os povos se unissem “num só povo, num só império, num  só líder”. Outras etnias, como judeus e negros, deveriam ser executados.  Hitler não gostava de judeus, pois afirmava que a Primeira Guerra só  foi desastrosa por conta da traição dos judeus marxistas. Além do ódio  contra outras etnias, Hitler também defendia o extermínio de testemunhas  de Jeová e homossexuais. E comunistas, é claro. Para executar suas  ordens, foram criadas as Seções de Assalto (S.A), as Seções de Segurança  (S.S.) e a Gestapo (polícia secreta).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt; Os alemães viam em Hitler uma salvação para a crise que o país  enfrentava. Rapidamente o partido cresceu. Agricultores, jovens,  soldados, em todas as classes, tornaram-se adeptos do novo partido. Com a  crescente do partido, o presidente alemão Hindenburg, amedrontado,  ofereceu o cargo de chanceler a Hitler, que instaurou uma política de  repreensão contra seus opositores: os líderes comunistas foram presos em  campos de concentração e, posteriormente, executados. Em agosto de  1934, o presidente Hindenburg morreu e Hitler assumiu o cargo máximo,  sem abrir mão do seu cargo antigo. Criou o Terceiro Reich (império) e se  proclamou Führer (líder, em alemão). Sua primeira medida como ditador  foi a execução de milhares de judeus, comunistas, homossexuais, negros e  outros nos campos de concentração. Esse episódio ficou conhecido como  “Holocausto”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt; Uma figura fundamental na difusão do nazismo foi Joseph Goebbels. Hábil  orador, cineasta e agitador, Goebbels foi nomeado ministro da propaganda  nazista. Além de censurar os veículos de imprensa, Goebbels fazia  filmes que alienavam a população, com promessas de um mundo melhor, com a  supremacia ariana. Controlava o rádio, a televisão e os jornais,  divulgando seus filmes e discursos panfletários em prol do nazismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt; Em 1939, teve início a Segunda Grande Guerra. Hitler, colérico, enviou  toda a tropa alemã. Depois de inúmeras derrotas, o exército alemão  tentou a última cartada: em junho de 1941 invadiu a União Soviética.  Apesar das vitórias iniciais, Hitler não contava com o rigoroso inverno e  suas tropas foram surpreendidas, ficando cercadas por tropas russas.  Sem comida, sem água e enfrentando um frio congelante, o exército alemão  foi derrotado. Hitler, cercado pelo exército vermelho, em seu bunker  (esconderijo militar), suicidou-se com um tiro na cabeça. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por Demercino Júnior&lt;br /&gt;
Graduado em História&lt;br /&gt;
Equipe Brasil Escola&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;at-text&quot;&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/7748369003777882552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/7748369003777882552' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/7748369003777882552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/7748369003777882552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/06/nazismo.html' title='Nazismo'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-6661424107807716625</id><published>2011-06-30T16:55:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T16:58:53.010-07:00</updated><title type='text'>Holocausto</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://www.brasilescola.com/upload/e/holocausto%20300x200%20BRESCOLA.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;Grupo de judeus no campo de concentração de Auschwitz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;Nossa relação com o passado se dá de diferentes formas e  a partir da interpretação das experiências vividas, o homem passa a  ditar determinadas ações de sua vida cotidiana. Geralmente, as  experiências ruins são respondias com ações e idéias que evitam a  repetição de um mesmo infortúnio. Um claro caso desse tipo de relação do  passado pode ser notado quando fazemos menção ao Holocausto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Holocausto foi uma prática de perseguição política, étnica, religiosa e  sexual estabelecida durante os anos de governo nazista de Adolf Hitler.  Segundo a ideologia nazista, a Alemanha deveria superar todos os  entraves que impediam a formação de uma nação composta por seres  superiores. Segundo essa mesma idéia, o povo legitimamente alemão era  descendente dos arianos, um antigo povo que – segundo os etnólogos  europeus do século XIX – tinham pele branca e deram origem à civilização  européia. &lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, para que a supremacia racial ariana fosse conquistada pelo  povo alemão, o governo de Hitler passou a pregar o ódio contra aqueles  que impediam a pureza racial dentro do território alemão. Segundo o  discurso nazista, os maiores culpados por impedirem esse processo de  eugenia étnica eram os ciganos e – principalmente – os judeus. Com isso,  Hitler passou a perseguir e forçar o isolamento em guetos do povo judeu  da Alemanha. &lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dado o início da Segunda Guerra, o governo nazista criou campos de  concentração onde os judeus e ciganos eram forçados a viver e trabalhar.  Nos campos, os concentrados eram obrigados a trabalhar nas indústrias  vitais para a sustentação da Alemanha na Segunda Guerra Mundial. Além  disso, os ocupantes dos campos viviam em condições insalubres, tinham  péssima alimentação, sofriam torturas e eram utilizados como cobaias em  experimentos científicos. &lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante lembrar que outros grupos sociais também foram perseguidos  pelo regime nazista, por isso, foram levados aos campos de concentração.  Os homossexuais, opositores políticos de Hitler, doentes mentais,  pacifistas, eslavos e grupos religiosos, tais como as Testemunhas de  Jeová, também sofreram com os horrores do Holocausto. Dessa forma,  podemos evidenciar que o holocausto estendeu suas forças sobre todos  aqueles grupos étnicos, sociais e religiosos que eram considerados uma  ameaça ao governo de Adolf Hitler. &lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o fim dos conflitos da 2ª Guerra e a derrota alemã, muitos oficiais  do exército alemão decidiram assassinar os concentrados. Tal medida  seria tomada com o intuito de acobertar todas as atrocidades praticadas  nos vários campos de concentração espalhados pela Europa. Porém, as  tropas francesas, britânicas e norte-americanas conseguiram expor a  carnificina promovida pelos nazistas alemães. &lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de renderem os exércitos alemães, seus principais líderes foram  julgados por um tribunal internacional criado na cidade alemã de  Nuremberg. Com o fim do julgamento, muitos deles foram condenados à  morte sob a alegação de praticarem crimes de guerra. Hoje em dia, muitas  obras, museus e instituições são mantidos com o objetivo de lutarem  contra a propagação do nazismo ou ódio racial.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;Por Rainer Sousa&lt;br /&gt;
Graduado em História&lt;br /&gt;
Equipe Brasil Escola&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/6661424107807716625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/6661424107807716625' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/6661424107807716625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/6661424107807716625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/06/holocausto.html' title='Holocausto'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-1482906421630633129</id><published>2011-06-30T16:47:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T16:47:18.878-07:00</updated><title type='text'>Segunda Guerra Mundial</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;h2 class=&quot;h2&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;            &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px; text-align: justify;&quot;&gt;      &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://guerras.brasilescola.com/upload/conteudo_legenda/73973e6808b51e22d0f531129af352b0.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;div style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;A Segunda Guerra reavivou as disputas imperialistas do início do século XX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                                                &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;Considerada uma verdadeira guerra mundial, a Segunda Guerra foi  conseqüência de um conjunto de continuidades e questões mal resolvidas  pelos tratados de paz estabelecidos após a Primeira Guerra Mundial. Os  confrontos foram divididos entre duas grandes coalizões militares: os  Aliados, liderados por Estados Unidos, Inglaterra, França e União  Soviética; e o Eixo, composto pela Itália, Alemanha e Japão. Em  conseqüência de suas maiores dimensões, os conflitos foram desenvolvidos  na Europa, Norte da África e países do Oceano Pacífico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No período entre 1918 e 1939, a economia mundial sofreu um grande abalo  gerado pela crise de 1929. Na época, a economia dos EUA financiava e  fornecia produtos às principias nações européias atingidas pelos  conflitos da Primeira Guerra Mundial. Além disso, a miséria de algumas  nações, como no caso da Itália e da Alemanha, propiciou a ascensão de  grupos políticos nacionalistas de extrema direita. Ao mesmo tempo, as  disputas imperialistas ainda dominavam a concorrência da economia  mundial. &lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Liga das Nações, órgão instituído para manter a paz entre as nações,  não conseguiu cumprir o seu papel, e esfacelou mediante a corrida  militarista preparada pelas nações inconformadas pela hegemonia política  e militar exercida pelos vencedores da Primeira Guerra Mundial. Sem  possuir uma única razão, essa guerra foi conseqüência do exacerbado  desenvolvimento industrial das nações européias. De certa forma, levando  em consideração suas especificidades, a Segunda Guerra parecia uma  continuidade dos problemas da Primeira Guerra.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/1482906421630633129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/1482906421630633129' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/1482906421630633129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/1482906421630633129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/06/segunda-guerra-mundial.html' title='Segunda Guerra Mundial'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-8646333636533398431</id><published>2011-06-30T16:43:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T16:43:18.144-07:00</updated><title type='text'>PERÍODO ENTRE GUERRAS</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Georgia; font-weight: bold; language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold; mso-bidi-language: AR-SA; mso-latinext-font-family: Georgia;&quot;&gt;&amp;nbsp;       &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold; language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold; mso-bidi-language: AR-SA; mso-latinext-font-family: Georgia;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold; language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold; mso-bidi-language: AR-SA; mso-latinext-font-family: Georgia;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold; language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-weight: bold; mso-bidi-language: AR-SA; mso-latinext-font-family: Georgia;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;       O &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;entre-guerras&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;,       período compreendido entre o término da Primeira Guerra Mundial (1918) e       o início da Segunda Guerra Mundial, foi marcado por crises econômicas,       políticas e sociais em vários países. Quando o primeiro conflito       mundial terminou, os &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;EUA       era uma nação poderosa, a mais rica do mundo&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;.       Assim, em 1918, novamente a presença americana era flagrante. Empréstimos       e mais empréstimos foram contratados pelos europeus visando à reconstrução       dos países destruídos. Esses fatores condicionaram aos EUA uma       prosperidade sem precedentes. Um período de grande abundância gerou uma       idêntica euforia social. Os empresários americanos nadavam em capitais.       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;               &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;       &lt;/span&gt;Exportava também o &quot;modelo de homens de negócios&quot;, o &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Self-made-mam.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Aquele       empreendedor, que, saindo das camadas humildes da população,       competentemente prosperou. Toda essa riqueza gerou, nos EUA, um novo ideal       de vida ou um novo estilo de vida americano, o &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;american       way of life&quot;. &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Estilo       de vida baseado na febre de consumo de produtos industrializados. Mas essa       abundância &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;era       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;ilusória,       pelo menos para a maioria do povo norte-americano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;       Uma prosperidade vulnerável...&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Para       alimentar o sonho americano, milhares de pessoas especulavam na bolsa de       valores, as empresas supervalorizavam os seus papéis.&lt;span&gt;&amp;nbsp;       &lt;/span&gt;Na medida em que a Europa se recuperava dependia cada vez menos das       importações americanas. Os capitalistas pagavam salários baixos e o número       de miseráveis aumentava cada vez mais. No entanto, em 1929, conheceram       uma profunda crise, com a queda da bolsa de valores de Nova York, que       gerou, por sua vez, uma gravíssima crise interna, provocando alto índice       de desemprego e acabando por afetar vários países. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;A       superprodução provocada pelo subconsumo, a queda geral dos preços e a       especulação geraram uma crise sem precedentes: a queda da bolsa de       valores. Em setembro de 1929, o valor das ações começou a oscilar; de       repente subia, logo em seguida caía. No mês seguinte, só houve queda, e       os investidores queriam livrar-se das ações vendendo-as rapidamente. No       dia 24 de outubro, conhecido como a “quinta-feira negra”, houve pânico       na Bolsa. Cerca de 13 milhões de ações foram negociadas a qualquer preço,       em um único pregão. De uma hora para outra, milhares de investidores       viram-se na miséria.              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;A       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;crise&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;       desenvolveu-se numa reação em cadeia. O crash financeiro acentuou a       crise industrial, desaparecendo qualquer possibilidade de recuperação.       Foi necessário reduzir a produção e abaixamento de salários dos que       continuavam trabalhando. Por volta de 1933, mais de 14 milhões de       norte-americanos estavam desempregados.              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;302&quot; src=&quot;http://www.escolagabrielmiranda.com.br/hotpot/8serie/fatima/diatrabalho.jpg&quot; width=&quot;537&quot; /&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;A       crise atingiu outros países              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;A       crise de 1929 acabou afetando vários países do mundo. &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Na       Europa, &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;muitas       nações dependiam do crédito norte-americano e, quando este foi       suspenso, sofreram forte abalo. Houve fechamento de bancos, falências,       desvalorização da moeda e desemprego. No início da década de 30, o número       de pessoas desempregadas no mundo estava em torno de 40 milhões. O&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;s       países desesperados para se safarem, tomaram medidas várias. &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Alguns       como Alemanha e Itália tiveram que adotar regimes autoritários para       conseguirem implementar medidas impopulares.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;       A confusão provocada pela crise criou, na Europa, o clima responsável       pela eclosão da Segunda Guerra Mundial.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;O       Brasil &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;também       foi afetado pela crise de 1929. O café, principal produto de exportação,       tinha nos Estados Unidos o seu maior comprador. Com a crise, os       norte-americanos reduziram as compras e os estoques de café aumentaram,       provocando a queda do preço e transformações políticas, sociais e econômicas       no Brasil.              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;       &lt;/span&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic;&quot;&gt;NEW DEAL: a reação norte-americana              &lt;/span&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Em       1932, 0 povo norte-americano elegeu Franklin Delano Roosevelt para       presidente dos Estados Unidos.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Roosevelt&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;propôs       uma novidade: o abandono do velho liberalismo econômico. Para salvar o       capitalismo em crise, era preciso botar o Estado intervindo fortemente na       economia. Foi isso que Roosevelt fez. Seu plano econômico chamava-se &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;New       Deal (Novo Acordo ou Novo Tratamento) &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;e       acabou sendo imitado por quase todos os países do mundo.&lt;span&gt;&amp;nbsp;       &lt;/span&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;              &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Em       primeiro lugar, o governo tentou planejar um pouco a economia. Ou seja, em       vez de deixar o mercado aquele caos absoluto, o Estado passou a vigiar de       perto, disciplinar os empresários, corrigindo os investimentos       arriscados, fiscalizando as loucuras especulativas nas bolsas de valores.              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Outra       medida fundamental foi a criação de um vasto &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;programa       de obras públicas&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;.       O governo norte-americano criou empresas estatais e também contratou       empresas privadas para fazerem estradas, praças, barragens, canais de       irrigação, escolas públicas, etc. Ao fazer a obra pública o governo       também oportunizou emprego para milhões de trabalhadores.              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;O       New Deal criou &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;leis       sociais que protegiam os trabalhadores e os desempregados&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;.&lt;span&gt;&amp;nbsp;       &lt;/span&gt;No começo esse ponto foi rejeitado pelos empresários. Sem       entender direito, eles chegaram ao absurdo de acusar Roosevelt de       comunista. Na verdade, era um homem que via longe. Percebeu que para       salvar o capitalismo da crise era necessário assegurar um mínimo de       consumo por parte dos trabalhadores. O sistema não poderia continuar       funcionando se os operários não pudessem colher alguns benefícios do       crescimento econômico.              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Outras       medidas pareceram irracionais&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;.       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Por       exemplo, o governo comprava estoques de cereais e mandava queimar. Ou então       pagava aos agricultores para que não produzissem. Que loucura! Milhões       de pessoas passando fome e o governo destruindo comida! Bem, não era tão       irracional assim. O New Deal apenas seguia a lógica capitalista, ou seja,       era preciso acabar com a superprodução de qualquer jeito.              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;O       New Deal deu certo? Nos primeiros anos, só um pouco. Depois a coisa foi       melhorando devagarzinho. No final, a economia dos EUA só voltou a se       recuperar mesmo a partir da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Se       você parar para pensar, pode concluir uma coisa tenebrosa: foi a guerra       que resolveu de vez o problema da crise capitalista de 29? Foi. A guerra       fez os governos encomendarem quantidades gigantescas de aço, máquinas,       peças, mobilizando toda a indústria. Além disso, a guerra resolveu o       problema do desemprego de modo arrepiante: milhões de desempregados       morreram nos campos de batalha. Que coisa, não? Será que no mundo atual       ainda corremos o risco de outra guerra mundial para salvar a economia       capitalista da crise?&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;EUROPA              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Surgimento       de vários movimentos nazi-fascistas em diversos países:              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;ul style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;li&gt;       &lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Itália (fascismo).              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;       &lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Alemanha       ( nacional-socialismo - nazismo).              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;       &lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Portugal       (salazarismo).              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;       &lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Espanha       (franquismo). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Fatores:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;left: 826px; position: absolute; top: 3160px;&quot;&gt;       &lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;70&quot; src=&quot;http://www.escolagabrielmiranda.com.br/hotpot/8serie/fatima/tiros.gif&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;ul style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;li&gt;       &lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Agravamento       dos problemas sociais.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;       &lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Crescimento       das esquerdas.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;       &lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;Pendências       decorrentes da Guerra.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Century Gothic&#39;; font-weight: bold;&quot;&gt;CARACTERÍSTICAS       DO NAZI-FASCISMO:              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;direction: ltr; font-family: Wingdings; unicode-bidi: embed;&quot;&gt;è&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;width: 29.25pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Totalitarismo:       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;nada       deve vir acima do Estado, que tem o controle absoluto sobre tudo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Century Gothic&#39;;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;direction: ltr; font-family: Wingdings; unicode-bidi: embed;&quot;&gt;è&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;width: 29.25pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Nacionalismo:       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;exaltação       de tudo quanto era próprio da nação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Century Gothic&#39;;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;direction: ltr; font-family: Wingdings; unicode-bidi: embed;&quot;&gt;è&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;width: 29.25pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Militarismo:&lt;span&gt;&amp;nbsp;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;princípio       de fortalecer seus exércitos para a defesa e executar uma política       imperialista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Century Gothic&#39;;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;direction: ltr; font-family: Wingdings; unicode-bidi: embed;&quot;&gt;è&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;width: 29.25pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Corporativismo:       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;os       sindicatos deveriam desaparecer dando lugar as corporações, organismos       que reuniam patrões e empregados, cuja função era administrar a       economia sob o controle do Estado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Courier New&#39;;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;direction: ltr; font-family: Wingdings; unicode-bidi: embed;&quot;&gt;è&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;width: 29.25pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Antiliberalismo:       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;ausência       de liberdade sindical, econômica e de imprensa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Century Gothic&#39;;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;direction: ltr; font-family: Wingdings; unicode-bidi: embed;&quot;&gt;è&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;width: 29.25pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Propaganda       controlada: &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;o       Estado controla a propaganda com a finalidade de fortalecer o sentimento       de patriotismo, culto ao chefe e a disciplina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Century Gothic&#39;;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;direction: ltr; font-family: Wingdings; unicode-bidi: embed;&quot;&gt;è&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;width: 29.25pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Culto       da personalidade: &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;exaltação       ao chefe e suas realizações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Century Gothic&#39;;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;direction: ltr; font-family: Wingdings; unicode-bidi: embed;&quot;&gt;è&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;width: 29.25pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Expansionismo:       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;a       conquista de novas terras pelos alemães era justificada pela necessidade       do espaço vital para que a raça ariana pudesse se multiplicar. (Direito       de aumentar território).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Century Gothic&#39;;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;direction: ltr; font-family: Wingdings; unicode-bidi: embed;&quot;&gt;è&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;width: 29.25pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Racismo:       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;consideravam       a raça ariana a única pura e, por isso, a única capaz de colaborar para       o aperfeiçoamento do gênero humano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Century Gothic&#39;;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;direction: ltr; font-family: Wingdings; unicode-bidi: embed;&quot;&gt;è&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;width: 29.25pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;Unipartidarismo:       &lt;/span&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;só       era admitida a existência de um partido político.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Century Gothic&#39;;&quot;&gt;              &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;              &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic;&quot;&gt;ITÁLIA&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;        A Itália lutou na Primeira Guerra ao lado da Inglaterra e da França, mas        perdeu muito mais do que ganhou. Terminado o conflito, viveu uma crise        violenta. Os operários, estimulados pelos comunistas, chegaram a fazer        greves com ocupação e controle das fábricas (1919). O país esteve a um        passo da revolução socialista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nesses anos de agudas lutas de        classes, surgiu o Partido Fascista liderado por &lt;b&gt;Mussolini.&lt;/b&gt; No começo,        reunia bandos de ex-soldados, neuróticos de guerra, desempregados,        vagabundos e policiais. Recebiam dinheiro dos empresários para perseguir        os sindicalistas e socialistas. Com o tempo, os fascistas foram        constituindo um partido político com idéias e projetos próprios.        Entretanto, nunca abandonaram a prática de agredir fisicamente os        adversários.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em 1922, milhares de militantes        fascistas vestidos de camisas negras executaram a &lt;b&gt;Marcha sobre Roma &lt;/b&gt;       (1922). Eles ocuparam as ruas da capital exigindo que o rei nomeasse        Mussolini primeiro-ministro. Pressionado pela burguesia, que apoiava os        fascistas, o monarca cedeu. Instalado no poder, Mussolini realizou        eleições marcadas pela fraude. Um deputado, que denunciou a farsa        eleitoral, foi assassinado. Diante da confusão, com bandos paramilitares        fascistas executando inimigos políticos impunemente, Mussolini mandou        fechar todos os outros partidos e prendeu seus opositores. Estava        implantada a ditadura. Somente o partido fascista estava autorizado a        existir na Itália.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Perceba uma coisa importante: a        ditadura fascista italiana estava implantada antes da crise de 1929.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Naquela época a Igreja Católica        era bastante hostil aos comunistas. Os bispos diziam que as desigualdades        sociais tinham sido determinadas por Deus e que, portanto o socialismo        seria um tipo de heresia. Alguns padres aderiram ao fascismo por acreditar        que essa era a melhor maneira de enfrentar os comunistas. Habilidosamente,        Mussolini fez um acordo com a Igreja, o &lt;b&gt;Tratado de Latrão. &lt;/b&gt;A partir        dele surgiu o Estado do Vaticano, onde mora o papa e que fica num bairro        de Roma. Em troca, papa reconheceu o Estado italiano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;h1 style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;ALEMANHA: O NAZISMO&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na Alemanha, o movimento fascista        foi chamado de &lt;b&gt;nazista, &lt;/b&gt;que é uma abreviatura de        nacional-socialista. Repare numa coisa interessante: o socialismo estava        tão popular, que até os nazistas utilizavam esse nome. Claro que não        tinham nada de socialistas, pois abominavam a igualdade e a democracia.       &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando terminou a Primeira Guerra,        em 1918, a Alemanha passou a ter um regime democrático. Esse período de        liberdade política foi chamado de &lt;b&gt;República de Weimar &lt;/b&gt;e durou até        1933, quando os nazistas assumiram o poder. Todos os partidos políticos        importantes tinham deputados no Parlamento, inclusive os comunistas e os        nazistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;Foi uma época de grandes dificuldades.        Derrotada na guerra, a Alemanha teve de pagar uma imensa dívida para os        ingleses e franceses. A crise de 1929 levou milhões de alemães ao        desespero. O desemprego atingiu 44% dos trabalhadores. A crise levou        muitas pessoas a votar nos comunistas e nos social-democratas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O partido nazista, chefiado por        Adolf Hitler, também ganhava muitos votos. Os nazistas acusavam os        comunistas, os liberais e judeus de desgraçar o país. Prometiam acabar com        a “desordem” e restaurar o orgulho de ser alemão. Falavam em combater os        banqueiros muito gananciosos e em proteger a classe média. Anunciavam que        pertenciam à &lt;b&gt;raça ariana&lt;/b&gt;, que consideravam superior às outras e que        portanto não poderia curvar-se diante do mundo. Assim, num país faminto,        humilhado pela derrota na Primeira Guerra e inseguro com a crise, os        nazistas ofereciam o sonho da tranqüilidade, do orgulho patriótico e da        força. E quantas pessoas inseguras não acreditam que poderão ser salvas        pelo “herói da pátria” e pelo super-Estado?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os nazistas tinham técnicas        avançadas de propaganda política. Seguindo as idéias de Goebbels, o mestre        da propaganda política fascista, manipulavam informações (“uma mentira        repetida mil vezes se torna uma verdade”). Exploravam o inconsciente        coletivo alemão e os ressentimentos causados pela derrota na Primeira        Guerra. Falavam em vingança, em “Alemanha acima de tudo”. Formavam bandos        de jovens uniformizados e cheios de músculos, que ocupavam as ruas        perseguindo todos os inimigos: comunistas e social-democratas, judeus,        homossexuais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois da crise de 1929, os        nazistas elegeram inúmeros deputados para o parlamento. Num certo momento,        tornaram o seu partido mais votado. Agora, atenção para algo muito        importante: os nazistas jamais conseguiram a maioria absoluta dos votos do        povo alemão. Isso mesmo: mais da metade dos alemães votava contra os        nazistas! Meses antes de dominar a Alemanha, Hitler foi candidato à        presidência da República e perdeu as eleições para um velho político        tradicional. Como se explica então que os nazistas tenham chegado ao        poder?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em primeiro lugar, as forças        antinazistas estavam divididas. Os social-democratas e os comunistas        acusavam-se mutuamente de favorecer os nazistas. Os liberais não queriam        se unir à unir à esquerda para combater Hitler. Só os nazistas estavam        unidos e coesos. Daí sua força. Daí sua ousadia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em segundo lugar, porque os        nazistas tomaram o poder com um golpe de Estado, apoiado pelos        megaempresários e pela cúpula das Forças Armadas. Foi em 1933. O Reichstag        (Parlamento) foi incendiado pelos nazistas, que puseram a culpa nos        comunistas. A partir daí, todos os partidos políticos foram fechados, com        exceção do nazista. A Gestapo (polícia secreta) vigiava e aterrorizava        toda a população.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;       &lt;span style=&quot;font-family: Century Gothic; font-size: x-large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Seguindo as receitas do New Deal        dos EUA, o plano de recuperação econômica do presidente Roosevelt, o        Estado fascista alemão encomendou obras públicas às empresas privadas.        Para recuperar o emprego e ativar a economia, estimulou a produção de        armas. Conseguiu reduzir o desemprego, mas a guerra seria apenas uma        questão de tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/8646333636533398431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/8646333636533398431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/8646333636533398431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/8646333636533398431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/06/periodo-entre-guerras.html' title='PERÍODO ENTRE GUERRAS'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-6742504395398668726</id><published>2011-05-24T17:10:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T17:10:50.169-07:00</updated><title type='text'>Reformas religiosas - Causas e contexto histórico</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;                 &lt;br /&gt;
&lt;table class=&quot;caixa-foto&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;          &lt;img alt=&quot;Reprodução&quot; class=&quot;foto-caixa&quot; src=&quot;http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/historiageral/erasmorot.jpg&quot; title=&quot;Reprodução&quot; /&gt;      &lt;div class=&quot;legenda&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O filósofo humanista Erasmo de Roterdã fez severas críticas ao comportamento da Igreja&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;             &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;                  O século 16 teve como uma de suas manifestações mais profundas o  processo de reformas religiosas, responsável por quebrar o monopólio  exercido pela Igreja Católica na Europa e pelo advento de uma série de  novas religiões que, embora cristãs, fugiam aos dogmas e ao poder  imposto por Roma, as chamadas religiões protestantes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Mais do  que apenas um movimento religioso, as reformas protestantes inseriram-se  no contexto mais amplo que marcou a Europa a partir da Baixa &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/historia/ult1690u14.jhtm&quot;&gt;Idade Média&lt;/a&gt;, expressando a superação da estrutura feudal tanto em termos da fé como também em seus aspectos sociais e políticos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Da  mesma forma, não se pode considerar as reformas religiosas como um  processo que se iniciou no século 16. Ao contrário, elas representaram o  transbordamento de uma crise que já vinha se manifestando na Europa  desde o início da Baixa Idade Média, fruto da inadequação da Igreja à  nova realidade, marcada pelo declínio do mundo feudal, pelo crescimento  do comércio e da vida urbana, pela centralização do poder político nas  mãos dos reis e pelo advento de uma nova camada social, a burguesia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Também não se pode deixar de lado a influência do &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/historia/ult1704u71.jhtm&quot;&gt;Renascimento Cultural&lt;/a&gt;,  no sentido de romper com o monopólio cultural exercido pela Igreja  Católica na Idade Média. O Renascimento teve o efeito de possibilitar a  aceitação de conceitos e de visões de mundo diferentes daqueles impostos  pela Igreja Católica, ao quebrar o quase monopólio intelectual que a  Igreja exercia na Idade Média. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Num certo aspecto, as Reformas  Protestantes são filhas do Renascimento, e representaram, como este, uma  adequação de valores e de concepções espirituais às transformações  pelas quais a Europa passava - nos campos econômico, social e cultural.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Humanismo e desvirtuamento da Igreja&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;As  contestações ao poder e aos dogmas da Igreja não eram um fenômeno  desconhecido na Europa do século 16. O próprio crescimento do pensamento  humanista, absorvido pela Igreja através das universidades, e uma nova  visão teológica, representada pelo tomismo, podem ser vistos como uma  abertura da Igreja ao racionalismo e a uma visão de mundo mais  humanística, se comparada ao forte teocentrismo que prevalecera até ali.  As universidades foram canais por onde pôde penetrar a influência do  pensamento racional, ao mesmo tempo em que o tomismo fundia a fé com  elementos do racionalismo greco-romano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Ao mesmo tempo, há que se  levar em conta o desvirtuamento da Igreja e sua incapacidade de dar  resposta aos anseios espirituais dos fiéis. Essa questão tem origem no  papel que a Igreja passou a ocupar a partir da Idade Média. O fato de  ser ela a principal possuidora de terras na Europa, bem como a  instituição mais poderosa politicamente, colocava-a ao lado da nobreza  como uma instituição beneficiária da estrutura feudal e, também,  responsável por sua manutenção. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Na verdade, o vínculo orgânico  entre a Igreja e a nobreza criava, necessariamente, distorções. A  tendência é que as nomeações para cargos na alta hierarquia da Igreja (o  termo correto para essas nomeações é investidura) obedecessem a  critérios que passavam muito longe da vocação ou formação religiosa do  postulante. Essas investiduras eram feitas levando-se em consideração o  grau de riqueza, de poder e as benesses que a aliança com esta ou aquela  família pudesse trazer para a Igreja.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;A prática das chamadas  investiduras leigas acabou acarretando graves problemas para a Igreja  medieval. Em primeiro lugar, os problemas políticos, decorrentes da  constante disputa com os poderes temporais para a ocupação de cargos e  terras. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Mais grave que isso, entretanto, foi o fato de gerar um  clero inadequado às suas funções religiosas, incapaz de dar resposta às  necessidades espirituais dos fiéis. O desregramento do clero  evidenciava-se numa atitude conhecida usualmente como nicolaísmo, termo  usado para designar o desregramento que passara a marcar o comportamento  do clero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Mais que isso, a constante busca por um aumento da  renda que sustentava o imenso luxo em que vivia o clero, levou a Igreja a  intensificar, durante a Idade Média, práticas como a venda de relíquias  sagradas ou de cargos eclesiásticos (práticas conhecidas como simonia) e  a venda de indulgências (absolvição dos pecados cometidos).&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Assim, cresciam manifestações intelectuais de críticas ao comportamento da Igreja. Nomes como &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u179.jhtm&quot;&gt;&lt;u&gt;Erasmo de Roterdã&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; ou &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u657.jhtm&quot;&gt;&lt;u&gt;Thomas Morus&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;  propunham uma reforma interna da Igreja, com um retorno à pureza  original do cristianismo. Por trás dessas propostas havia, por certo,  uma crítica ao excessivo apego da Igreja aos bens materiais e ao poder.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nacionalismo, heresias e política&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Tais  críticas já haviam atingido níveis mais preocupantes para Roma desde o  final do século 14. Na Inglaterra, John Wycliff pregava o confisco dos  bens da Igreja, o voto de pobreza por parte dos membros do clero e uma  retomada das Sagradas Escrituras como única fonte da fé. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;No  reino da Boêmia, então pertencente ao Sacro Império, John Huss, tendo  por base as idéias de Wycliff, viu suas pregações constituírem-se na  base do sentimento nacionalista da região contra o domínio do Império e  da Igreja de Roma. A prisão, seguida da condenação e execução de Huss,  não conseguiu apagar a chama nacionalista, o que mostrava um lado  intenso da crise vivida pela Igreja, qual seja, o seu domínio sendo alvo  de reações nacionalistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Há outra forma de reação a esse  desvirtuamento do papel da Igreja e ela fica evidente ao observarmos o  crescimento das heresias. O termo era empregado para designar todas as  manifestações de pensamento religioso discordante dos dogmas impostos  pela Igreja Católica. Durante a Baixa Idade Média, e particularmente no  século 13 (considerado o grande século das heresias), cresceram de modo  significativo o número de seitas heréticas e o número de adeptos a essas  seitas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Ao contrário de uma primeira impressão, as heresias  constituem-se numa prova de fé e não de falta de fé. Evidenciam a  existência de uma população imbuída de uma profunda religiosidade não  contemplada pelos dogmas e pelo materialismo da Igreja. Esta, por sua  vez, jamais foi capaz de compreender o real significado das heresias. Ao  contrário, a Igreja apenas viu nelas o que representavam em termos de  ameaça ao seu poder baseado na unidade da fé. Assim, a reação da Igreja  Católica às heresias concentrou-se na repressão. Não foi outra a função  da criação do Tribunal do Santo Ofício ou Inquisição, justamente no  século 13.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Há outros elementos decisivos nesse processo. A  questão política passa a ganhar um peso significativo a partir do início  do processo de centralização do poder. Naturalmente, os reis, ao  buscarem se fortalecer politicamente, vão entrar em choque com o poder  da Igreja. Em muitos casos (e o exemplo da Inglaterra, como veremos a  seguir, é apenas o mais evidente), romper com a Igreja Católica e criar  uma nova Igreja sob seu comando foi a forma encontrada pelos reis para  se libertar do poder político do papado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Além disso, num quadro  de crescimento do comércio, os dogmas da Igreja, de condenação à usura e  ao lucro excessivo, representavam um forte obstáculo para a burguesia.  Assim, também essa nova camada ascendente vai ter interesse em romper  com os entraves impostos pelo catolicismo e adotar uma nova religião,  para a qual suas práticas não se constituíssem em pecados e fossem  consideradas como dignificantes do homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;*Gilberto Salomão&lt;/b&gt;, formado em história pela USP, é professor do Curso Intergraus e autor dos livros de história do Sistema de Ensino Poliedro.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/6742504395398668726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/6742504395398668726' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/6742504395398668726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/6742504395398668726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/05/reformas-religiosas-causas-e-contexto.html' title='Reformas religiosas - Causas e contexto histórico'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-956195452316059996</id><published>2011-05-24T17:08:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T17:08:05.408-07:00</updated><title type='text'>A reforma luterana</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;                 &lt;br /&gt;
&lt;table class=&quot;caixa-foto&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;          &lt;img alt=&quot;Reprodução&quot; class=&quot;foto-caixa&quot; src=&quot;http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/historiageral/mluther.jpg&quot; title=&quot;Reprodução&quot; /&gt;      &lt;div class=&quot;legenda&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O alemão Martinho Lutero estabeleceu os princípios de uma doutrina cristã reformada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;             &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;                  O que hoje chamamos de Alemanha era, desde a Idade Média, parte do  Sacro Império Romano Germânico. Criado no século 11 como uma extensão  temporal do poder do papado, houve momentos em que o poder imperial  entrou em choque com o papa, como na questão envolvendo as investiduras  de bispos, no século 16. A vitória do papado nessa que ficou conhecida  como a Querela das Investiduras aprofundou o poder político da Igreja na  região.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Por outro lado, o poder enorme exercido pela Igreja  tornava-a o local ideal para a venda de relíquias e indulgências.  Empenhado na construção da Basílica de São Pedro, o papa Leão 10º  (1513-1521) encarregou o dominicano John Tetzel de realizar uma maciça  venda de indulgências por toda a Alemanha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Foi contra isso que se  voltou o duque Frederico da Saxônia, impedindo a entrada de Tetzel em  seu território. A alegação para a proibição foi o fato de a Igreja ter  feito um acordo com a família de banqueiros alemães, os Függer, no qual  os banqueiros emprestavam à Igreja o dinheiro necessário em troca da  garantia de metade da renda obtida com a venda de indulgências.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Martinho Lutero&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nesse conflito envolveu-se &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/lutero.jhtm&quot;&gt;&lt;u&gt;Martinho Lutero&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;  (1483-1546), monge agostiniano e professor de teologia na Universidade  de Wittenberg, com o apoio de Frederico. Na verdade, as críticas de  Lutero à prática da Igreja já eram antigas, encontrando nesse contexto o  espaço certo para sua disseminação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Em 1517, Lutero fixou na  porta da catedral de sua cidade um documento intitulado &quot;95 Teses Contra  as Indulgências&quot;. Nele, não apenas Lutero criticava violentamente a  prática da Igreja, denunciando que o dinheiro das indulgências era usado  para financiar o luxo do clero e atacando seu desregramento, como  também se opunha a dogmas da Igreja. Ao afirmar que as indulgências eram  incorretas, pois o fiel se salva não pelos atos que pratica, mas pela  fé, Lutero incorria numa negação à doutrina da Igreja, uma heresia do  ponto de vista da Igreja Católica, expondo-se assim à ação da  Inquisição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Excomungado como herege em 1520 pelo papa, Lutero recusou-se também a se retratar na Dieta de Worms, convocada pelo imperador &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/carlos-5.jhtm&quot;&gt;&lt;u&gt; Carlos 5º&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;  (Carlos de Habsburgo) e composta por todos os nobres laicos e  eclesiásticos do Sacro Império. Estes, por sua vez, tinham interesse em  apoiar Lutero, interessados em livrar-se da autoridade papal e em  limitar o poder do imperador, defensor do catolicismo. Foram os  príncipes alemães e a alta nobreza que ocultaram Lutero num castelo da  Saxônia, impedindo sua execução.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Guerras e revoltas&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Durante  os três anos em que ficou oculto, Lutero traduziu a Bíblia para o  alemão, numa forma de tornar seu conhecimento mais difundido entre a  população, de modo a provar o quanto a Igreja havia se afastado dos  propósitos cristãos. Em sua maioria, os príncipes alemães declararam-se  adeptos da nova religião proposta por Lutero. Vendo nisso uma clara  ameaça a seu poder, o imperador Carlos 5º impôs o catolicismo como  religião oficial do império. Os príncipes protestaram contra essa  imposição (daí advindo o termo &quot;protestante&quot;), dando início a um longo  processo de guerras de religião na Alemanha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Por outro lado, além  do apoio da nobreza, por razões políticas, as idéias de Lutero  despertaram o apoio dos camponeses, vendo nos ataques à Igreja uma  oportunidade de reduzirem o grau de profunda desigualdade e exploração a  que estavam submetidos. Várias revoltas camponesas eclodiram na  Alemanha, entre elas a principal, liderada por Thomas Müntzer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Lutero  voltou-se violentamente contra esses movimentos, posto que, dependente  do apoio dos nobres, ele jamais poderia colocar-se ao lado de revoltas  camponesas. Assim, Lutero defendeu a postura mais agressiva possível  contra eles (&quot;[...] É preciso estrangulá-los; é preciso matar o cão  raivoso que se lança contra ti ou ele te matará.&quot;). A repressão  aristocrática aos camponeses durou de 1524 a 1536 e produziu mais de cem  mil mortos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Mudanças&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Já em 1527, Lutero, juntamente com  Melanchton, elaborou a Confissão de Augsburgo, que estabelecia os  princípios de sua doutrina. Por ela estabelecia-se: que as Escrituras  Sagradas eram o único dogma da nova religião; a fé era vista como a  única fonte da salvação; a livre interpretação da Bíblia passava a ser  permitida; negava-se a transubstanciação (transformação do pão e do  vinho no corpo e no sangue de Cristo, presente na fé católica) e a  crença de que a presença de Cristo na Eucaristia era espiritual;  adotava-se o alemão, e não mais do latim, como idioma nos cultos  religiosos; a Igreja passava a ficar submetida ao Estado; e, finalmente,  permaneciam apenas dois sacramentos: o batismo e a eucaristia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Em  1555, a Dieta de Augsburgo permitiu que cada príncipe escolhesse a sua  religião, que passaria a ser também a de seus súditos (&lt;i&gt;&quot;cujus regio ejus religio&quot;&lt;/i&gt;  - tal príncipe, sua religião). O luteranismo triunfara na Alemanha. Foi  adotado também na Suécia, em 1527, e na Dinamarca e Noruega, em 1536,  como forma de afirmação dos poderes reais contra a interferência de  Roma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/956195452316059996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/956195452316059996' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/956195452316059996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/956195452316059996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/05/reforma-luterana.html' title='A reforma luterana'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-5030530439878866062</id><published>2011-05-24T17:06:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T17:06:16.607-07:00</updated><title type='text'>A reforma calvinista</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;                 &lt;br /&gt;
&lt;table class=&quot;caixa-foto&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;          &lt;img alt=&quot;Reprodução&quot; class=&quot;foto-caixa&quot; src=&quot;http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/historiageral/jcalvin.jpg&quot; title=&quot;Reprodução&quot; /&gt;      &lt;div class=&quot;legenda&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Fugindo da perseguição na França, Calvino estabeleceu-se em Genebra, na Suíça&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;             &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;                  Desde 1499, a Suíça havia obtido a independência em relação ao Sacro  Império, estando dividida, politicamente, em cantões autônomos. Região  rica, palco da ação de uma crescente burguesia, a Suíça, e  particularmente a cidade de Genebra, acompanhou a penetração das idéias  luteranas no país, trazidas por Ulrich Zwinglio, que receberam forte  acolhida junto à burguesia local.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;As idéias de Zwinglio já haviam  gerado um violento conflito entre reformistas e católicos entre 1529 e  1531. Essa guerra civil fora encerrada com a Paz de Kappel, que dava  autonomia religiosa aos vários cantões suíços.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;João Calvino&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Essa situação atraiu para as cidades suíças vários líderes reformistas perseguidos na Europa inteira. Entre eles, &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u191.jhtm&quot;&gt;&lt;u&gt;João Calvino&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;  (1509-1564), que, fugindo da perseguição aos protestantes na França,  refugiou-se na cidade de Genebra. Já em 1536, Calvino publicou sua obra &lt;i&gt;Instituição da Religião Cristã&lt;/i&gt;, na qual ele apresentava uma ruptura bem mais sensível com os dogmas católicos do que as idéias de Lutero e de Zwinglio. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Segundo  a visão de Calvino, a salvação só se alcança através da fé, mas ela é  concedida por Deus a alguns eleitos (predestinação), sendo que o homem é  pecador por natureza. O culto foi ainda mais simplificado, resumindo-se  a comentários bíblicos feitos por sacerdotes sem paramentos, em igrejas  simples e despojadas de imagens. A exemplo do luteranismo, apenas o  batismo e a eucaristia foram conservados, nesta última também se  abandonando a idéia de transubstanciação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Não apenas as  concepções religiosas de Calvino iam diretamente ao encontro das  aspirações da sociedade de Genebra, mas também a ética por ele  preconizada. Podem ser citadas, nesse sentido, inúmeras passagens do  próprio Calvino, como por exemplo: &quot;Deus chama a cada um para uma  vocação particular cujo objetivo é a glorificação dele mesmo. O  comerciante que busca o lucro, pelas qualidades que o sucesso econômico  exige: o trabalho, a sobriedade, a ordem, responde também o chamado de  Deus, santificando de seu lado o mundo pelo esforço e sua ação é santa&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Huguenotes, puritanos e presbiterianos&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Calvino  foi amplamente aceito pela elite local. Guindado à condição de um líder  religioso e político, Calvino, através das Ordenações Eclesiásticas,  implantou leis rígidas, que davam à sua Igreja o controle total sobre a  vida religiosa, moral e política dos cidadãos. A nova Igreja dividiu-se  em fiéis, pastores e um conselho, o Consistório, que possuía amplos  poderes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Composto por três pastores e doze representantes da  sociedade local, eleitos por um conselho municipal, o Consistório tinha  poderes para regular cada aspecto do comportamento do cidadão, incluindo  sua indumentária e as práticas sociais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;As idéias de Calvino  difundiram-se rapidamente, muito mais do que as idéias luteranas, o que é  outra mostra de sua consonância com a sociedade urbana em formação. Na  França, os calvinistas foram chamados de huguenotes. Na Inglaterra, pelo  tipo de comportamento preconizado pelos calvinistas, marcado pela  seriedade, pela austeridade inclusive no vestir, pela dedicação  fundamental ao trabalho, eles foram chamados de puritanos. Na Escócia,  onde as idéias calvinistas foram introduzidas por John Knox, a Igreja  calvinista foi organizada a partir de conselhos de pastores, os  presbíteros, daí a designação de presbiterianos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/5030530439878866062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/5030530439878866062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/5030530439878866062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/5030530439878866062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/05/reforma-calvinista.html' title='A reforma calvinista'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1390832826365192236.post-5103965884338078261</id><published>2011-05-24T17:04:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T17:04:10.110-07:00</updated><title type='text'>A reforma anglicana</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Reprodução&quot; class=&quot;foto-caixa&quot; src=&quot;http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/historiageral/henry8.jpg&quot; title=&quot;Reprodução&quot; /&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;legenda&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O rei Henrique 8&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; promoveu a Reforna na Inglaterra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;                  O aspecto político das reformas teve, na Inglaterra, sua  manifestação mais evidente. O próprio fato de a reforma religiosa ter  sido conduzida diretamente pelos reis ingleses serve como comprovador  dessa visão.&lt;/span&gt;             &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;A dinastia Tudor nasceu num quadro de  fortalecimento do poder real na Inglaterra, após o esmagamento dos  setores dissidentes da nobreza na Guerra das Duas Rosas. O primeiro rei  Tudor, Henrique 7º, procurou consolidar esse poder, esbarrando,  entretanto, no forte poder político e econômico exercido pela Igreja  Católica no país.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Foi o seu filho, &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/henrique-8.jhtm&quot;&gt;&lt;u&gt;Henrique 8º&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;,  quem vislumbrou a oportunidade de se voltar contra esse poder. Em meio à  crise provocada na Alemanha pelo movimento luterano, Henrique 8º  aproveitou-se do momento favorável para estabelecer um confronto com o  papado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Uma questão política e dinástica&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;A razão  ostensiva para esse confronto liga-se a uma questão política e  dinástica. Casado com a nobre espanhola, Catarina de Aragão, Henrique 8º  tivera com ela uma filha, Mary. Impossibilitada de ter outros filhos,  Catarina criava uma situação potencialmente perigosa para a monarquia  inglesa. Sem filhos homens (o trono inglês jamais fora ocupado até então  por uma mulher), Henrique 8º alegava o risco de morrer sem um herdeiro,  o que tornava o rei da Espanha e Imperador do Sacro Império, Carlos 5º,  sobrinho de Catarina, um dos pretendentes ao trono inglês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Alegando  a imperiosa necessidade de um herdeiro, Henrique solicita ao papa a  anulação de seu casamento com Catarina. Tratava-se de uma manobra  obviamente destinada a criar um confronto. Henrique tinha plena  consciência de que o papa jamais iria se indispor contra Carlos 5º, seu  principal aliado na luta contra Lutero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Ante a recusa papal,  Henrique 8º anulou por conta própria seu casamento, desposando, em  seguida, Ana Bolena. Excomungado pelo papa, Henrique 8º reagiu, em 1534,  com o Ato de Supremacia, por meio do qual ele criou uma Igreja nacional  chamada Igreja Anglicana ou Igreja da Inglaterra, da qual era o chefe.  Confiscou ainda os bens do clero católico na Inglaterra, distribuindo-os  especialmente entre a &lt;i&gt;gentry&lt;/i&gt;, a camada de pequenos e médios proprietários rurais, o que lhe assegurou uma ampla base de apoio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Henrique  não fez mudanças no culto. Elas foram obra de seu filho, Eduardo 4º,  que, em 1549, impôs o Livro de Orações Comuns, em inglês, e em 1553  suprimiu a missa e o celibato clerical.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;A Reforma anglicana completou-se no reinado de &lt;a href=&quot;http://educacao.uol.com.br/biografias/elizabeth-1a.jhtm&quot;&gt;&lt;u&gt;Elizabeth I&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;  (1558-1603) com a Lei dos 39 Artigos (1563). Adotou-se o calvinismo  como conteúdo doutrinário, mas manteve-se a forma católica,  preservando-se a hierarquia episcopal e parte da liturgia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/feeds/5103965884338078261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/1390832826365192236/5103965884338078261' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/5103965884338078261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1390832826365192236/posts/default/5103965884338078261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogaodahistoria.blogspot.com/2011/05/reforma-anglicana.html' title='A reforma anglicana'/><author><name>Douglas Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06984889332633562307</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmCpWNTdgcj5Q6U1zG7_8ZoiSgdFXYIB05JpoN8H9bfPCCR_gv80V3yXw_XQNA4X8ejRwFI9lJQn06Ma4WWQoR8C68Ardjk3dmQSPS04vyyEOuZEsng4PzLr9L4Hqi/s220/msn.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>