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	<title>Gerenciamento Econômico.com.br</title>
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	<description>Publique seus artigos sobre Gerenciamento e Economia</description>
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		<title>Você é Um Profissional, ou é Um “Reclamante”?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 20:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações]]></category>

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		<description><![CDATA[Sua equipe está recheada de Profissionais, ou de gente que só reclama? E você, em qual das duas categorias acha que se encaixa? Veja abaixo algumas características das pessoas que só reclamam e NÃO agem para as coisas melhorarem: 1) Reclamantes apontam continuamente para coisas que estão erradas na empresa, e defeitos nos seus colegas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm7.static.flickr.com/6040/6368430621_a7b0ca9746_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />Sua equipe está recheada de Profissionais, ou de gente que só reclama? E você, em qual das duas categorias acha que se encaixa?</strong></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">Veja abaixo algumas características das pessoas que só reclamam e NÃO agem para as coisas melhorarem:</p>
<p style="text-align: center" align="center">
<p style="text-align: center">1) Reclamantes apontam continuamente para coisas que estão erradas na empresa, e defeitos nos seus colegas. Profissionais também apontam erros – entretanto, com uma grande diferença: eles também oferecem idéias e soluções para melhorar.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">2)<strong> </strong>Reclamantes<strong> </strong>têm uma mentalidade de escassez. Cada vez que alguém faz uma grande venda, recebe uma bonificação, um aumento ou um computador novo, Reclamantes acham que acabou a riqueza do mundo e eles nunca mais poderão receber algo de bom. Por outro lado, Profissionais têm a mentalidade da abundância. Eles sabem que existe muita riqueza no mundo, totalmente disponível para todos que trabalham duro e fazem um bom trabalho.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">3) Reclamantes culpam coisas fora do seu controle e nunca assumem a responsabilidade sobre coisas que realmente podem controlar. Profissionais mantêm o foco<strong> </strong>estritamente nas coisas que podem controlar, e fazem o melhor para garantir seus resultados nessas áreas. Se não conseguem os resultados planejados, assumem toda a culpa, sem ficar inventando desculpas – ou jogando a culpa nos outros.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">4) Reclamantes trazem seus problemas pessoais para o trabalho e fazem com que todos na empresa saibam o que está acontecendo, afetando negativamente a sua performance. Profissionais também têm problemas, mas eles sabem que seu lugar é fora do trabalho. Eles não dizem ou contam coisas que podem distrair ou deprimir outros funcionários, e afastam-se rapidamente daqueles que fazem isso.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">5) Reclamantes esperam que as coisas aconteçam. Profissionais fazem as coisas acontecerem. Eles estão continuamente colocando coisas em movimento, para que as metas que querem realizar, sejam alcançadas o mais breve possível</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">6) Reclamantes usam a rejeição como desculpa para desistir. Profissionais usam a rejeição como a validação de que estão fazendo algo diferente, sabendo que leva um certo tempo para quebrar a inércia e a preguiça das pessoas e, no processo, aproximam-se cada vez mais de suas metas.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">7) Reclamantes são sempre pessoas que dão o mínimo e esperam o máximo. Fazem o mínimo possível de esforço, e por mágica esperam de volta o máximo de resultados. Já os Profissionais são o contrário : esforço máximo e expectativas mínimas.</p>
<p style="text-align: center">Profissionais fazem muito mais do que a obrigação e esperam nada em troca &#8211; embora sempre acabem sendo reconhecidos.</p>
<p style="text-align: center"> <img src='http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Reclamantes somente dão duro quando estão com vontade. Profissionais trabalham duro todos os dias, de forma dedicada e persistente. Eles fazem tudo ao seu alcance e não se enganam (nem a empresa) fazendo corpo mole.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">9) Reclamantes têm a ‘Síndrome do Eu’. Eles são viciados nas suas próprias expectativas e pensam somente neles mesmos.</p>
<p style="text-align: center">Profissionais sabem que, para alcançar o sucesso, precisam trabalhar em equipe e que, as necessidades do grupo, sempre vêm antes<strong> </strong>do que as necessidades pessoais.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">10) Reclamantes<strong> </strong>precisam de motivação contínua. São pessoas que precisam de manutenção alta e atenção contínua. Profissionais são aqueles que se motivam (também aos outros) &#8211; com palavras, gestos ou exemplos. Não apenas cruzam a linha de chegada, mas fazem questão de trazer o máximo possível de pessoas junto, compartilhando as alegrias da vitória.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">E aí? Que avaliação você fez de si mesmo? E das pessoas que trabalham com você? Descobriu algumas áreas onde você pode melhorar? Trabalhe nessas áreas e melhore rapidamente, pois você vai descobrir que &#8230;&#8230;..</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center" align="center">&#8230;Profissionais, além de se divertir mais, também ganham muito mais dinheiro do que os Reclamantes!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Governo vai cortar 55 bi em 2012 mantendo investimentos e programas sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhões em subsídios. Já a receita líquida total do governo terá redução de R$ 29]]></category>
		<category><![CDATA[158 trilhões)]]></category>
		<category><![CDATA[16 de Fevereiro de 2012. ECONOMIA & FINANÇAS Governo vai cortar 55 bi em 2012 mantendo investimentos e programas sociais Por Prof. Thiago Flores* Segundo o Ministério da Fazenda]]></category>
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		<description><![CDATA[São Paulo, 16 de Fevereiro de 2012. ECONOMIA &#38; FINANÇAS Governo vai cortar 55 bi em 2012 mantendo investimentos e programas sociais Por Prof. Thiago Flores* Segundo o Ministério da Fazenda, o governo federal irá reduzir suas despesas primárias em R$ 55 bilhões ao longo 2012 em relação ao volume total de gastos aprovado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">São Paulo, 16 de Fevereiro de 2012.</p>
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p>Governo vai cortar 55 bi em 2012 mantendo investimentos e programas sociais</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>Segundo o Ministério da Fazenda, o governo federal irá reduzir suas despesas primárias em R$ 55 bilhões ao longo 2012 em relação ao volume total de gastos aprovado pelo Congresso Nacional. Os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento, do Minha Casa Minha Vida (MCMV) e do Brasil Sem Miséria foram preservados, assim como as áreas da Saúde e Educação.</p>
<p>Dos R$ 55 bilhões, a maior parte, R$ 35 bilhões, refere-se a despesas discricionárias (que podem ou não ser executadas), seguida de R$ 20,5 bilhões de despesas obrigatórias, das quais R$ 7,7 bilhões em benefícios previdenciários e R$ 5,1 bilhões em subsídios.</p>
<p>Já a receita líquida total do governo terá redução de R$ 29,5 bilhões em relação a Lei Orçamentária Anual (LOA), aprovada pelo Legislativo, sendo R$ 24,6 bilhões referentes às receitas administradas pela Receita Federal e R$ 4,8 bilhões na  Contribuição para o Regime Geral da Previdência Social.</p>
<p>Na LOA, a estimativa de receita líquida era de 937,7  bilhões e caiu para R$ 908,2 bilhões. Segundo Mantega, o número é mais adequado aos parâmetros atuais e mais conservador do que o aprovado pelo Congresso. O decreto de programação orçamentária será publicada na próxima sexta-feira.</p>
<p>Segundo estimativas da Fazenda e do Planejamento, as estimativas de quase todos os tributos foram reduzidas, com destaque para o Imposto sobre a Renda (IR), a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide-Combustíveis), Cofins, PIS/PASEP Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF). Apenas a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e as outras receitas administradas tiveram as previsões aumentadas.</p>
<p>Conforme o ministro Guido Mantega, o objetivo da reprogramação orçamentária de 2012, é impulsionar o crescimento vigoroso da economia, apesar da possível  desaceleração dos países avançados e também de outros emergentes.</p>
<p>Durante coletiva de imprensa na sede do Ministério do Planejamento, o ministro destacou que o governo federal dará continuidade aos programas de distribuição de renda e redução da pobreza, além de possibilitar o acesso da população a bens de consumo e serviços de saúde e educação de qualidade.</p>
<p>Mantega assinalou ainda que o orçamento desse ano permitirá o desenvolvimento equilibrado entre os estados brasileiros, reduzindo as desigualdades regionais, além de privilegiar o aumento do investimento, “que é a locomotiva do crescimento”.</p>
<p>Segundo o ministro, os programas sociais serão reforçados, com aumento do poder aquisitivo da população e, consequentemente, do consumo. A programação orçamentária foi elaborada ainda, conforme Mantega, de forma a dar continuidade à consolidação fiscal, com o fortalecimento das contas públicas.</p>
<p>Em 2011, na comparação com 2010, o governo federal reduziu em R$ 1 bilhão as despesas com passagens, diárias e locomoção e R$ 1,2 bilhão com contratos de locação, aquisição e reforma de imóveis; locação e aquisição de veículos, máquinas e equipamentos. Um novo decreto será reeditado esse ano para manter o esforço de economia desses gastos.</p>
<p>O ministro da Fazenda enfatizou que o ajuste fiscal brasileiro diferente do europeu, que causa recessão, preserva e viabiliza emprego e investimento. “Nós estamos fazemos uma consolidação fiscal em que o Estado poupa mais, contendo gasto de custeio, com a inflação caindo, alcançando bons resultados primários e abrindo espaço para redução da taxa básica de juros e do gasto financeiro. Há uma concatenação do orçamento”, acrescentou.</p>
<p>Ele citou os parâmetros macroeconômicos que pautam o orçamento que entra em vigor no final desta semana. Para alcançar o PIB de 4,5% (R$ 4,573 trilhões), ante 3,2% em 2011 (R$ 4,158 trilhões), o governo trabalha com uma inflação de 4,7% esse ano, contra 6,5% no ano passado e salário mínimo de R$ 622.</p>
<p>Com o PAC, Minha Casa Minha Vida, Pré-sal, Copa do Mundo, melhoria dos aeroportos e estímulos ao setor privado, o governo espera que os investimentos cheguem a 24% do PIB em 2014.</p>
<p>A ministra Miriam Belchior disse que “os objetivos estabelecidos pela presidenta Dilma Rousseff, como crescimento econômico de 4,5%, aumento do investimento, reforço dos programas sociais e consolidação fiscal, foram nosso guia básico para fazer a redução das despesas.</p>
<p>Na reprogramação orçamentária, PAC e o MCMC estão com recursos acima do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviado ao Congresso Nacional.</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
<p><a href="http://www.ffconsult.com/">www.ffconsult.com</a></p>
<p><a href="mailto:ffconsult@ffconsult.com">ffconsult@ffconsult.com</a></p>
<p><a href="http://twitter.com/#%21/FF_Consult">twitter.com/FF_Consult</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/FFConsult">www.facebook.com/FFConsult</a></p>
<p><a href="http://ffconsult.blog.com/">ffconsult.blog.com</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/user/FFConsult2011">www.youtube.com/user/FFConsult2011</a></p>
<p><span style="text-decoration: underline">Skype: FF_Consult</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 14:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[0% em relação ao ano anterior]]></category>
		<category><![CDATA[0% para a Paraíba; 9]]></category>
		<category><![CDATA[0% para o Espírito Santo; 10]]></category>
		<category><![CDATA[0%). Em termos de impacto no resultado global do setor]]></category>
		<category><![CDATA[0%). Para o varejo ampliado]]></category>
		<category><![CDATA[0%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (3]]></category>
		<category><![CDATA[0%); Santa Catarina (10]]></category>
		<category><![CDATA[1% com relação a dezembro de 2010 e de 11]]></category>
		<category><![CDATA[1% no acumulado do ano. Quanto a Material de construção]]></category>
		<category><![CDATA[1% no acumulado dos últimos 12 meses. Por unidades da federação]]></category>
		<category><![CDATA[1% sobre dezembro do ano anterior e 9]]></category>
		<category><![CDATA[15 de Fevereiro de 2012. ECONOMIA & FINANÇAS Vendas e Receita no Varejo apresentam alta! Por Prof. Thiago Flores* Segundo o IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[17 estados com variações positivas]]></category>
		<category><![CDATA[2% na receita nominal de vendas. Já para os indicadores sem ajustamento]]></category>
		<category><![CDATA[2% para Tocantins; 15]]></category>
		<category><![CDATA[2%) e Mato Grosso (11]]></category>
		<category><![CDATA[2%). Nenhum estado registrou variação negativa para o resultado acumulado do ano de 2011. Os maiores acréscimos no volume de venda do varejo ocorreram em Tocantins (25]]></category>
		<category><![CDATA[2%); Amapá (1]]></category>
		<category><![CDATA[2%); Paraíba (14]]></category>
		<category><![CDATA[2%); Paraná (10]]></category>
		<category><![CDATA[2%); Rondônia (10]]></category>
		<category><![CDATA[3% da taxa anual do varejo]]></category>
		<category><![CDATA[3% na comparação com dezembro de 2010 e 6]]></category>
		<category><![CDATA[3% no volume de vendas em relação ao mês anterior]]></category>
		<category><![CDATA[3%) e na Paraíba (10]]></category>
		<category><![CDATA[3%) e Rio de Janeiro (2]]></category>
		<category><![CDATA[3%). As taxas positivas]]></category>
		<category><![CDATA[3%); Hipermercados]]></category>
		<category><![CDATA[3%); Minas Gerais (4]]></category>
		<category><![CDATA[3%); Tecidos vestuário e calçados (0]]></category>
		<category><![CDATA[3%. Com isso]]></category>
		<category><![CDATA[4% e 9]]></category>
		<category><![CDATA[4% no subitem aparelhos eletroeletrônicos do IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[4% para a receita nominal]]></category>
		<category><![CDATA[4%). As unidades onde não ocorreram variações foram São Paulo e Santa Catarina. Quanto à participação na composição da taxa do comércio varejista]]></category>
		<category><![CDATA[4%). Com aumento de 16]]></category>
		<category><![CDATA[4%); Minas Gerais (10]]></category>
		<category><![CDATA[4%); Paraná (12]]></category>
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		<category><![CDATA[5% no ano. Entre as dez atividades]]></category>
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		<description><![CDATA[São Paulo, 15 de Fevereiro de 2012. ECONOMIA &#38; FINANÇAS Vendas e Receita no Varejo apresentam alta! Por Prof. Thiago Flores* Segundo o IBGE, em dezembro, o comércio varejista do país registrou crescimento de 0,3% no volume de vendas em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal. A receita nominal também cresceu 0,3%. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">São Paulo, 15 de Fevereiro de 2012.</p>
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p align="center">Vendas e Receita no Varejo apresentam alta!</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>Segundo o IBGE, em dezembro, o comércio varejista do país registrou crescimento de 0,3% no volume de vendas em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal. A receita nominal também cresceu 0,3%. Com isso, o setor completa quatro meses consecutivos de taxas positivas em volume de vendas e 38 meses seguidos em receita nominal. Os outros índices, sem ajuste sazonal, apresentaram crescimento no volume de vendas de 6,7% sobre dezembro de 2010e de 6,7% no acumulado do ano. Já a receita nominal obteve taxas de 10,1% com relação a dezembro de 2010 e de 11,5% no ano.<br />
Entre as dez atividades, sete têm variação positiva</p>
<p>Na série com ajuste sazonal, sete das dez atividades obtiveram variações positivas em volume de vendas: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,9%); Móveis e eletrodomésticos (2,6%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,3%); Tecidos vestuário e calçados (0,9%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,6%). As variações negativas ocorreram em Livros, jornais, revistas e papelaria (-5,3%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,5%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,5%).</p>
<p>Já na comparação com dezembro de 2010, apenas uma atividade apresentou resultado negativo: Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,3%). As taxas positivas, por ordem de importância no resultado global, foram em Móveis e eletrodomésticos(15,3%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (4,6%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (34,8%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos(7,0%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,4%); Tecidos, vestuário e calçados (0,8%) e Combustíveis e lubrificantes (0,4%).</p>
<p>Com aumento de 16,6% em relação ao ano anterior, a atividade de Móveis e eletrodomésticos exerceu o maior impacto (45,6%) da taxa anual do varejo. Tal desempenho foi decorrente da manutenção do crescimento do emprego e do rendimento, como também da redução dos preços, principalmente no que tange aos eletrodomésticos (-5,4% no subitem aparelhos eletroeletrônicos do IPCA, comparado com a inflação média do ano de 6,5%) e da disponibilidade de acesso ao crédito.</p>
<p>O segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou expansão no volume de vendas em 2011 de 4,0% em relação ao ano anterior, resultado que o levou a responder por 27,3% da taxa anual do varejo, sendo este o segundo principal impacto no resultado anual do varejo. Este desempenho reflete, principalmente, o aumento do poder de compra da população decorrente do aumento da massa de salário da economia (obtida pela melhora da renda e do emprego) e da expansão do crédito.</p>
<p>A atividade de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, que registrou crescimento de 9,7%, em relação ao ano anterior, exerceu a terceira maior contribuição à taxa anual do varejo. A estabilidade do emprego, expansão da massa de salários e disponibilidade do crédito, somado ao caráter de uso essencial e permanente de seus produtos, são os principais fatores explicativos do desempenho positivo pelo oitavo ano consecutivo do segmento.</p>
<p>Para o comércio varejista ampliado, composto do varejo mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, as variações observadas em relação ao mês de novembro de 2011, com ajustamento sazonal, foram de 1,6% para o volume e de 1,2% na receita nominal de vendas. Já para os indicadores sem ajustamento, as variações ocorridas foram as seguintes: 4,3% na comparação com dezembro de 2010 e 6,6% no acumulado do ano para o volume de vendas, e de 6,4% e 9,4% para a receita nominal, respectivamente.</p>
<p>Veículos, motos, partes e peças registrou variação no volume de vendas de -0,7% na comparação com dezembro de 2010 e 6,1% no acumulado do ano. Quanto a Material de construção, as variações foram de 5,1% sobre dezembro do ano anterior e 9,1% no acumulado dos últimos 12 meses.</p>
<p>Por unidades da federação, os resultados com ajuste sazonal para o volume de vendas apontam, na comparação com o mês anterior, 17 estados com variações positivas, oito com queda e dois sem variação. Os principais acréscimos ocorreram no Acre (8,7%); Tocantins (7,2%); Amapá (1,9%) e em Goiás (1,7%). Já as principais quedas se estabeleceram no Piauí (-7,8%); Amazonas (-1,6%) e Sergipe (-1,4%). As unidades onde não ocorreram variações foram São Paulo e Santa Catarina. Quanto à participação na composição da taxa do comércio varejista, os destaques, pela ordem, foram: São Paulo (6,4%); Minas Gerais (10,4%); Paraná (12,8%); Rio Grande do Sul (7,0%); Santa Catarina (10,3%) e Rio de Janeiro (2,8%)</p>
<p>Em relação ao varejo ampliado, as maiores taxas mensais de desempenho no volume de vendas ocorreram em Tocantins (26,9%); Roraima (13,7%); Mato Grosso (11,2%); Paraná (10,3%) e na Paraíba (10,0%). Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram São Paulo (4,7%); Paraná (10,3%); Minas Gerais (4,8%); Rio Grande do Sul (4,7%); Santa Catarina (4,2%) e Mato Grosso (11,2%).</p>
<p>Nenhum estado registrou variação negativa para o resultado acumulado do ano de 2011. Os maiores acréscimos no volume de venda do varejo ocorreram em Tocantins (25,2%); Paraíba (14,2%); Rondônia (10,6%); Roraima (10,6%) e Minas Gerais (10,0%). Para o varejo ampliado, as maiores taxas anuais foram de 22,2% para Tocantins; 15,0% para o Espírito Santo; 10,0% para a Paraíba; 9,6% para o Maranhão e 9,5% para Roraima. A única variação negativa apresentada foi no Amapá (-4,6%) e em Sergipe a variação foi nula.</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
<p><a href="http://www.ffconsult.com/">www.ffconsult.com</a></p>
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<p><span style="text-decoration: underline">Skype: FF_Consult</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Arte de Administrar o Empowerment</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de Gerenciamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Qual o Principal Objetivo de Um Gerente? Por Que Muitos Gestores São Manipuladores? Um Gerente Deve Ter Cautela ou Coragem? Dependência ou Autonomia? O propósito fundamental de um Gerente bem sucedido é construir um departamento de que ele tenha orgulho. Nesse caminho, ele precisará criar uma unidade de alto desempenho que, ao mesmo tempo, trate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center"><img class="alignleft" src="http://farm8.static.flickr.com/7148/6393857633_b129608db9_s.jpg" alt="" width="75" height="75" /></p>
<p align="center"><strong>Qual o Principal Objetivo de Um Gerente? Por Que Muitos Gestores São Manipuladores? Um Gerente Deve Ter Cautela ou Coragem? Dependência ou Autonomia?</strong></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">O propósito fundamental de um Gerente bem sucedido é construir um departamento de que ele tenha orgulho. Nesse caminho, ele precisará criar uma unidade de alto desempenho que, ao mesmo tempo, trate bem seus membros e seus clientes. Dessa forma, todas as vezes que os gestores agem como um exemplo a ser seguido estão realizando um <strong>ato político</strong>.</p>
<p style="text-align: center">Mas, as organizações possuem recursos limitados e a maioria dos gerentes deseja pelo menos uma cota justa desses recursos para o seu setor. Assim, os métodos que utilizam para alcançar esses recursos normalmente estão no coração da <strong>política corporativa convencional</strong>.</p>
<p style="text-align: center">A)  <span style="text-decoration: underline">Manipulação:</span> É muito comum Gerentes que progrediram profissionalmente em empresas tradicionais e hierárquicas – cercada de valores patriarcais – acreditarem que, para lidarem com a cultura dessas empresas, eles necessitem ser <strong>manipuladores</strong>. Conseqüentemente, muitos deles acabam lidando com informações de modo que os favoreçam ou – o que é pior – cometem o erro de invocar o nome de seus superiores hierárquicos a fim de obterem apoio para seus projetos. Outros se tornam calculistas quando lidam com seus superiores (ou colegas) e muitos gestores acreditam que, para subirem na hierarquia da organização, devem ser cautelosos ao dizerem a verdade. O problema é que aperfeiçoar-se nesta arte de manobras <strong>não é</strong> uma solução satisfatória, embora funcione eventualmente.</p>
<p style="text-align: center">B)   <span style="text-decoration: underline">Autocegueira:</span> É mais fácil observarmos atos políticos nos outros do que em nós mesmos e, em relação aos superiores hierárquicos, isso é uma expressão de nossa dependência. Observamos Gerentes temerem as pessoas de quem se sentem dependentes e, em conseqüência disso, acabaram se tornando cautelosos e atentos nas suas relações. Estudam seus superiores, tentando descobrir sua maneira de atuar, pesquisando seus gostos e tentando encontrar uma maneira de conquistar sua simpatia. Por outro lado, dentro de seus departamentos muitos gestores agem de outra forma porque, para eles, seus colaboradores dependem deles (Gerentes) e, por isso mesmo, têm menos a temer.</p>
<p style="text-align: center">À despeito da realidade de que sempre existirá alguém na organização que tenha algum tipo de poder sobre nós, é importante lembrarmos que sempre existem escolhas e, a maneira como escolhemos, nos permitirá (ou não) construir um departamento de que tenhamos orgulho. Para alguns estudiosos do comportamento humano nossas escolhas são:</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center" align="center"><strong>O Dilema Entre a Manutenção e a Grandeza</strong></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">Muitos Gerentes têm medo de perder terreno e por isso se dedicam a tentativa de conservar o que já possuem. Na tentativa de subirem na hierarquia da organização muitos se tornam inseguros e, em conseqüência disso, criam o medo de cair.</p>
<p style="text-align: center">Quanto maior a queda maior será o drama e, em função disso, muitos gestores adotam a postura da manutenção. A escolha pela manutenção é a escolha de ser guiado pelos outros e a crença nas políticas convencionais acaba se tornando a fonte da nossa insegurança.</p>
<p style="text-align: center">A alternativa a isso é escolher a grandeza, a qual implica pequeno grau de arrogância e onipotência – o que é inapropriado para muitos de nós. A escolha da grandeza é o comprometimento de agir para alcançar metas de formas diferentes e, talvez, um pouco arriscadas.</p>
<p style="text-align: center">Mas, seguir caminhos de alto risco onde os resultados podem ser duvidosos é a essência do espírito empreendedor e, por isso mesmo, acreditamos que os Gerentes devam obter a grandeza no contexto do seu trabalho. Portanto, ser empreendedor e ser político (de maneira positiva, é claro) requer a escolha entre conservar o que temos ou optar por alguma forma de grandeza.</p>
<p style="text-align: center"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center" align="center"><strong>Cautela Versus Coragem</strong></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">A maioria das mensagens externas que recebemos exige alguma cautela e, o melhor exemplo disso, são as avaliações de desempenho. Elas nos lembram que existe um juiz à espreita a fim de assegurar que sigamos o caminho comum. Fazer apresentações à diretoria também traz consigo a mensagem de ser cauteloso (a), pois é comum prepararmos trabalhos resumindo os pontos principais e depois ensaiarmos várias vezes.</p>
<p style="text-align: center">A alternativa para a cautela é escolher ter coragem. Agir corajosamente é seguir um caminho diferente do usual; ou seja, é dizer que uma reunião não está boa quando todos parecem satisfeitos. A coragem é requerida quando as posições ainda estão indefinidas ou quando sentirmos que a direção da empresa não está do nosso lado – por exemplo.</p>
<p style="text-align: center">A opção pela auto-afirmação e pelo risco é um bom antídoto contra a cautela e conservação e, a parte mais difícil, está em perceber a diferença entre a coragem e o suicídio profissional.</p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center" align="center"><strong>Dependência Versus Autonomia</strong></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">Autonomia é a atitude na qual nossas ações são nossas próprias escolhas pessoais e as organizações a que pertencemos são, em vários sentidos, frutos de nossa criação. Isso nos colocará no centro dos acontecimentos e com responsabilidade sobre o que está ocorrendo, tornando-nos a causa e não o efeito.</p>
<p style="text-align: center">Por outro lado, quando nos sentimos dependentes, sempre esperamos que alguém acima (ou abaixo) de nós nos mostre o caminho. Na verdade, é confortável ser conduzido porque isso nos trás a sensação de segurança e, se seguirmos conforme os outros, nosso futuro estará assegurado. Porém, o preço que pagamos pela dependência é a sensação de impotência e isso é o oposto do espírito empreendedor.</p>
<p style="text-align: center">Quando optamos pela nossa autonomia percebemos que não existe nada a esperar, pois não precisamos de – quase – nada dos nossos superiores para criarmos um departamento através das nossas próprias escolhas. Dessa forma, poderemos dar prosseguimento ao negócio de servir nossos colaboradores, clientes e gerenciar um departamento de que tenhamos orgulho e que expresse nossos próprios valores pessoais.</p>
<p style="text-align: center">Portanto, ser político é ser um líder que preste serviços à sua equipe, contribuindo para criar oportunidades e inovando em soluções criativas. Ou seja, precisará conceder Empowerment aos seus colaboradores. Diante disso, espera-se que os Gerentes aprendam a agir com Empowerment e assim tornar-se um <strong>político</strong> no melhor sentido da palavra.</p>
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		<title>Quer diversificar? Entenda mais sobre as Letras do Tesouro</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 13:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[São Paulo, 13 de Fevereiro de 2012. ECONOMIA &#38; FINANÇAS Quer diversificar? Entenda mais sobre as Letras do Tesouro Por Prof. Thiago Flores* Como toda grande empresa que precisa se financiar, o Governo Federal emite títulos para captar recursos no mercado. Os dois principais títulos são chamados de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Letras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">São Paulo, 13 de Fevereiro de 2012.</p>
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p align="center">Quer diversificar? Entenda mais sobre as Letras do Tesouro</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>Como toda grande empresa que precisa se financiar, o Governo Federal emite títulos para captar recursos no mercado. Os dois principais títulos são chamados de Letras do Tesouro Nacional (<a href="http://www.bertolo.pro.br/AdminFin/HTML/LTN.htm">LTN</a>) e Letras Financeiras do Tesouro (<a href="http://www.bertolo.pro.br/AdminFin/HTML/LFT.httm">LFT</a>).</p>
<p>As LTN são papéis de perfil prefixados, ou seja, tem pré-estabelecida a taxa de juro que será paga ao vencimento; e as LFT têm perfil pós-fixados, corrigidos pela <a href="http://www.bertolo.pro.br/AdminFin/HTML/Taxa%20_SELIC.htm">taxa Selic</a> (indicador da taxa de juros básica da economia).</p>
<p>Esses títulos são leiloados toda semana pelo Governo e, segundo analistas, são  opções atrativas para as instituições financeiras. As LTN e TFT são emitidas apenas para captações feitas no mercado interno.</p>
<p>Veja como funciona esse sistema: o Governo precisa de capital para honrar suas dívidas tanto de longo, como de curto prazo. Só que não é capaz de gerar receita suficiente para honrar todos esses compromissos. Então, vai ao mercado e faz uma oferta de títulos com taxas pós ou prefixadas.</p>
<p>As instituições financeiras interessadas compram esses títulos, emprestando dinheiro ao Governo para que honre suas dívidas. Depois, colocam os papéis nas carteiras dos fundos de investimento.</p>
<p>As LTNs e LFTs têm prazo preestabelecido de vencimento, em geral de 180 ou 360 dias. No entanto, com a queda constante de juros e a melhora no cenário interno, o Governo vem tentando alongar mais os prazos de vencimento, o que todos chamam de “mudança do perfil da dívida interna”.</p>
<p>De acordo com analistas, há uma tendência no curto prazo de que o Tesouro lance títulos de até dois anos. No entanto, a dívida do governo ainda tem um perfil de curtíssimo prazo.</p>
<p>Para o Governo, o mais interessante no atual momento é leiloar papéis prefixados. Isso porque o título prefixado oferece menos riscos quanto à variação da taxa de juros. Já para o mercado, é interessante também, pois há tendência de queda maior de juros, o que proporciona maior ganho para os compradores desses papéis.</p>
<p>Entenda o que significa cada sigla:<br />
LTN: Sigla para Letras do Tesouro Nacional. Título de dívida prefixado usado pelo Tesouro como instrumento de captação de recursos.<br />
LFT: Sigla para Letras Financeiras do Tesouro. Trata-se de uma modalidade de empréstimo do Governo brasileiro, na qual ele lança LFTs no mercado para captar recursos. As instituições financeiras interessadas compram essas LFTs (portanto cedendo dinheiro ao Governo) e as resgatam no período e valores previamente combinados. Estes papéis são pós-fixados, rendendo a taxa acumulada no mercado Selic.</p>
<p align="center"><strong>Rentabilidade Acumulada de Títulos Públicos em 12 meses</strong></p>
<p align="center"><strong>Índices de Mercado da Andima (IMA)</strong><strong></strong></p>
<p align="center">
<p>  <strong><br />
</strong><strong>Observações:</strong><br />
IMA &#8211; Índices de renda fixa calculados com base na evolução do valor de mercado de carteiras compostas por títulos públicos. O IMA geral é o resultado da ponderação das variações de cada índice; o IRF-M é composto por títulos prefixados (LTN e NTN-F); o IMA-C, por títulos atrelados ao IGP-M (NTN-C); o IMA-B, por títulos atrelados ao IPCA (NTN-B); e o IMA-S, por títulos atrelados à Taxa SELIC (LFT).<br />
Para mais informações sobre os índices IMA <a href="http://www.andima.com.br/publicacoes/arqs/edesp_ima_tpf.pdf" target="_blank">clique aqui.</a><br />
<strong>Fonte:</strong> Andima</p>
<p align="center"><strong>Rentabilidade do Tesouro Direto &#8211; Posição em 10/02/2012</strong></p>
<div align="center">
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2">
<p align="center"><strong>Títulos</strong></p>
</td>
<td rowspan="2">
<p align="center"><strong>Vencimento</strong></p>
</td>
<td colspan="4">
<p align="center"><strong>Rentabilidade Bruta</strong></p>
</td>
<td colspan="2">
<p align="center"><strong>Taxa do Dia (ao ano)</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>Últ. 30 dias</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>Mês Anterior</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>No Ano</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>12 Meses</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>Compra</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>Venda</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="8"><strong>Prefixados</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>LTN</strong></td>
<td>
<p align="center">01/01/2013</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,40%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,26%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,69%</p>
</td>
<td>
<p align="center">15,77%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">9,46%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>LTN</strong></td>
<td>
<p align="center">01/01/2014</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,32%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,74%</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,46%</p>
</td>
<td>
<p align="center">18,42%</p>
</td>
<td>
<p align="center">9,84%</p>
</td>
<td>
<p align="center">9,89%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>LTN</strong></td>
<td>
<p align="center">01/01/2015</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,47%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,60%</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,35%</p>
</td>
<td>
<p align="center">19,62%</p>
</td>
<td>
<p align="center">10,43%</p>
</td>
<td>
<p align="center">10,49%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>LTN</strong></td>
<td>
<p align="center">01/01/2016</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">10,83%</p>
</td>
<td>
<p align="center">10,89%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-F</strong></td>
<td>
<p align="center">01/01/2013</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,39%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,26%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,68%</p>
</td>
<td>
<p align="center">15,38%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">9,45%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-F</strong></td>
<td>
<p align="center">01/01/2014</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,20%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,68%</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,37%</p>
</td>
<td>
<p align="center">17,45%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">9,88%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-F</strong></td>
<td>
<p align="center">01/01/2017</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,84%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,25%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,55%</p>
</td>
<td>
<p align="center">18,73%</p>
</td>
<td>
<p align="center">10,97%</p>
</td>
<td>
<p align="center">11,03%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-F</strong></td>
<td>
<p align="center">01/01/2021</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,89%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,29%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,11%</p>
</td>
<td>
<p align="center">18,73%</p>
</td>
<td>
<p align="center">11,47%</p>
</td>
<td>
<p align="center">11,53%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="8"><strong>Indexados à Taxa Selic</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>LFT</strong></td>
<td>
<p align="center">07/03/2012</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,92%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,89%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,21%</p>
</td>
<td>
<p align="center">11,63%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,00%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>LFT</strong></td>
<td>
<p align="center">07/03/2013</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,91%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,88%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,20%</p>
</td>
<td>
<p align="center">11,62%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,01%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>LFT</strong></td>
<td>
<p align="center">07/03/2014</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,88%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,85%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,17%</p>
</td>
<td>
<p align="center">11,58%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,02%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>LFT</strong></td>
<td>
<p align="center">07/03/2015</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,83%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,80%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,12%</p>
</td>
<td>
<p align="center">11,53%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,03%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>LFT</strong></td>
<td>
<p align="center">07/03/2017</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,77%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,74%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,06%</p>
</td>
<td>
<p align="center">11,46%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-0,01%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,03%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="8"><strong>Indexados ao IGP-M</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-C</strong></td>
<td>
<p align="center">01/07/2017</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,81%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,82%</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,60%</p>
</td>
<td>
<p align="center">16,28%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,01%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-C</strong></td>
<td>
<p align="center">01/04/2021</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,11%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,87%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,75%</p>
</td>
<td>
<p align="center">15,82%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,44%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-C</strong></td>
<td>
<p align="center">01/01/2031</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,94%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,10%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,80%</p>
</td>
<td>
<p align="center">14,85%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,55%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="8"><strong>Indexados ao IPCA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B</strong></td>
<td>
<p align="center">15/08/2012</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,02%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,03%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,32%</p>
</td>
<td>
<p align="center">13,56%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">4,16%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B</strong></td>
<td>
<p align="center">15/05/2013</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,68%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,69%</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,09%</p>
</td>
<td>
<p align="center">16,40%</p>
</td>
<td>
<p align="center">-</p>
</td>
<td>
<p align="center">3,71%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B</strong></td>
<td>
<p align="center">15/05/2015</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,87%</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,17%</p>
</td>
<td>
<p align="center">3,03%</p>
</td>
<td>
<p align="center">18,68%</p>
</td>
<td>
<p align="center">4,55%</p>
</td>
<td>
<p align="center">4,59%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B</strong></td>
<td>
<p align="center">15/05/2017</p>
</td>
<td>
<p align="center">3,14%</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,11%</p>
</td>
<td>
<p align="center">3,02%</p>
</td>
<td>
<p align="center">18,41%</p>
</td>
<td>
<p align="center">4,92%</p>
</td>
<td>
<p align="center">4,98%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B</strong></td>
<td>
<p align="center">15/08/2020</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,63%</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,20%</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,33%</p>
</td>
<td>
<p align="center">18,27%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,35%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,41%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B</strong></td>
<td>
<p align="center">15/08/2024</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,25%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,48%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,10%</p>
</td>
<td>
<p align="center">16,78%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,43%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,51%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B</strong></td>
<td>
<p align="center">15/05/2035</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,71%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,23%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,87%</p>
</td>
<td>
<p align="center">15,78%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,48%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,58%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B</strong></td>
<td>
<p align="center">15/05/2045</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,51%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,98%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,79%</p>
</td>
<td>
<p align="center">14,70%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,50%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,60%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B Principal</strong></td>
<td>
<p align="center">15/05/2015</p>
</td>
<td>
<p align="center">3,05%</p>
</td>
<td>
<p align="center">2,25%</p>
</td>
<td>
<p align="center">3,16%</p>
</td>
<td>
<p align="center">19,51%</p>
</td>
<td>
<p align="center">4,59%</p>
</td>
<td>
<p align="center">4,63%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B Principal</strong></td>
<td>
<p align="center">15/08/2024</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,25%</p>
</td>
<td>
<p align="center">1,09%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,05%</p>
</td>
<td>
<p align="center">16,32%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,52%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,60%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>NTN-B Principal</strong></td>
<td>
<p align="center">15/05/2035</p>
</td>
<td>
<p align="center">-0,67%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,98%</p>
</td>
<td>
<p align="center">0,04%</p>
</td>
<td>
<p align="center">13,31%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,53%</p>
</td>
<td>
<p align="center">5,63%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="8"><strong> </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><strong>Observações:</strong><br />
<strong>(1)</strong> As despesas com Imposto de Renda, IOF e demais taxas ( BMF&amp;BOVESPA e Agentes de custódia) não foram consideradas.<br />
<strong>(2) </strong>Rentabilidade bruta acumulada que o investidor obteria caso vendesse o título público no dia da posição (antes da data de vencimento), sujeita às flutuações de preços no mercado secundário de títulos públicos.<br />
<strong>(3)</strong> As rentabilidades brutas da NTN-B, NTN-C e NTN-F foram ajustadas para incorporar os cupons de juros. A metodologia utilizada considerou que os juros foram reaplicados no mesmo título, às taxas praticadas na véspera dos pagamentos de cupons.<br />
<strong>(4)</strong> Caso o investidor mantenha os títulos públicos até as respectivas datas de vencimento obterá a rentabilidade bruta pactuada no momento da compra.<br />
<strong>(5)</strong> Periodicidade:<br />
•Últimos 30 dias: relativo ao dia da posição e o mesmo dia do mês anterior;<br />
•Mês Anterior: relativo ao último dia do mês anterior e o último dia do mês retrasado;<br />
•No Ano: relativo ao dia da posição e a primeira posição com liquidação no ano corrente;<br />
•12 meses: relativo ao dia da posição e o mesmo dia do ano anterior.<br />
<strong>(6)</strong> As células que não apresentam rentabilidade significam que o título não estava sendo ofertado no início de cada período.<br />
<strong>(7)</strong> A Taxa do Dia corresponde às 9 horas da manhã do dia da posição. As taxas podem ser modificados ao longo do dia, de acordo com as condições de mercado.<br />
<strong>(8)</strong> Os títulos públicos que não apresentam a Taxa do Dia Compra não estão disponíveis para aquisição no dia da posição.<br />
<strong>(9) </strong>A rentabilidade pactuada no momento da compra será a taxa do dia acrescida da variação do indexador entre a data da compra e a data de vencimento.<br />
<strong>(10) </strong>Os dados dos Índices do Mercado Andima (IMA) referem-se à posição fechada do mês anterior.<br />
<strong>(11)</strong> Ressaltamos que a rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
<p><a href="http://www.ffconsult.com/">www.ffconsult.com</a></p>
<p><a href="mailto:ffconsult@ffconsult.com">ffconsult@ffconsult.com</a></p>
<p><a href="http://twitter.com/#%21/FF_Consult">twitter.com/FF_Consult</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/FFConsult">www.facebook.com/FFConsult</a></p>
<p><a href="http://ffconsult.blog.com/">ffconsult.blog.com</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/user/FFConsult2011">www.youtube.com/user/FFConsult2011</a></p>
<p><span style="text-decoration: underline">Skype: FF_Consult</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aonde a Indústria cresceu em 2011?</title>
		<link>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/economia/aonde-a-industria-cresceu-em-2011/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 16:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo, 8 de Fevereiro de 2012. ECONOMIA &#38; FINANÇAS Aonde a Indústria cresceu em 2011? Por Prof. Thiago Flores* Segundo pesquisa do IBGE, em 2011, a produção industrial regional cresceu em nove dos quatorze locais pesquisados, com seis locais registrando taxas acima da média nacional (0,3%): Paraná (7,0%), Espírito Santo (6,8%), Goiás (6,2%), Amazonas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">São Paulo, 8 de Fevereiro de 2012.</p>
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p align="center">Aonde a Indústria cresceu em 2011?</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>Segundo pesquisa do IBGE, em 2011, a produção industrial regional cresceu em nove dos quatorze locais pesquisados, com seis locais registrando taxas acima da média nacional (0,3%): Paraná (7,0%), Espírito Santo (6,8%), Goiás (6,2%), Amazonas (4,0%), Pará (2,7%) e Rio Grande do Sul (2,0%). Minas Gerais (0,3%), Rio de Janeiro (0,3%) e São Paulo (0,2%) também tiveram taxas positivas em 2011. Pernambuco (0,0%) repetiu o patamar do ano de 2010.</p>
<p>Enquanto Bahia (-4,4%), região Nordeste (-4,7%), Santa Catarina (-5,1%) e Ceará (-11,7%) tiveram queda na produção.</p>
<p>Já entre novembro e dezembro de 2011, os índices da produção regional, com ajuste sazonal, cresceram em oito dos 14 locais pesquisados. O maior crescimento foi no Paraná (6,5%), seguido por Pará (3,3%), Rio Grande do Sul (2,3%), Pernambuco (2,1%), Amazonas (1,5%) e Santa Catarina (1,0%). Ceará (0,1%) e São Paulo (0,3%) cresceram abaixo da média da indústria nacional (0,9%). Por outro lado, as seis áreas que registraram queda na produção foram: região Nordeste (-1,2%), Espírito Santo (-1,8%), Minas Gerais (-2,8%), Rio de Janeiro (-3,1%), Bahia (-5,2%) e Goiás (-7,0%).</p>
<p>Na comparação Dezembro de 2011 / Dezembro de 2010, o setor industrial nacional mostrou queda de 1,2%, com sete dos 14 locais investigados assinalando redução na produção. A taxa negativa mais intensa foi registrada em Santa Catarina (-10,9%), pressionada pela queda na maior parte dos setores investigados no local, seguida por Ceará (-7,4%), Bahia (-4,9%), região Nordeste (-3,7%), São Paulo (-3,2%), Minas Gerais (-2,8%) e Rio de Janeiro (-2,1%). Entre os locais que apontaram avanço na produção, Paraná (23,5%) assinalou a expansão mais elevada, impulsionado em grande parte pelos setores de veículos automotores e de edição e impressão. Os demais resultados positivos foram verificados no Espírito Santo (7,4%), Goiás (6,6%), Pará (5,2%), Pernambuco (3,8%), Amazonas (3,6%) e Rio Grande do Sul (3,2%).</p>
<p>Na análise trimestral, observa-se que o setor industrial, ao recuar 2,0% no quarto trimestre de 2011, prosseguiu com a trajetória descendente iniciada no primeiro trimestre de 2010 (18,2%), ambas as comparações contra igual período do ano anterior. No último trimestre de 2011, o total da indústria mostrou o primeiro resultado negativo desde o terceiro trimestre de 2009 (8,2%). Em nível regional, ainda no confronto com igual período do ano anterior, sete locais assinalaram taxas negativas no quarto trimestre de 2011, com Santa Catarina (-8,8%) e Ceará (-6,8%) apontando as perdas mais intensas. Vale citar, também, os recuos observados na Bahia (-4,6%), São Paulo (-4,3%), região Nordeste (-3,0%) e Rio de Janeiro (-2,6%). Por outro lado, Paraná (15,1%), Goiás (7,6%) e Amazonas (6,8%) registraram os avanços mais significativos, no período outubro-dezembro de 2011. A perda de dinamismo verificada em nível nacional, na passagem do terceiro (0,0%) para o quarto (-2,0%) trimestre de 2011, foi acompanhada por oito dos quatorze locais investigados, sendo particularmente mais relevante em Santa Catarina (de -4,2% para -8,8%), São Paulo (de -0,2% para -4,3%), Pará (de 6,3% para 2,5%) e Rio de Janeiro (de -0,3% para -2,6%).</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
<p><a href="http://www.ffconsult.com/">www.ffconsult.com</a></p>
<p><a href="mailto:ffconsult@ffconsult.com">ffconsult@ffconsult.com</a></p>
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		<title>Índice de preços ao Produtor por atividades e setores</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ® www.ffconsult.com ffconsult@ffconsult.com twitter.com/FF_Consult www.facebook.com/FFConsult ffconsult.blog.com www.youtube.com/u]]></category>
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		<category><![CDATA[reestruturação empresarial]]></category>
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		<category><![CDATA[tarugos ou placas de aços ao carbono]]></category>
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		<description><![CDATA[ECONOMIA &#38; FINANÇAS Índice de preços ao Produtor por atividades e setores Por Prof. Thiago Flores* Segundo o IBGE, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) teve variação de -0,17% em dezembro quando comparado com novembro, resultado inferior à taxa observada na comparação entre novembro e outubro (0,02%). Ao comparar o mês atual contra o mesmo mês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p align="center">Índice de preços ao Produtor por atividades e setores</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>Segundo o IBGE, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) teve variação de -0,17% em dezembro quando comparado com novembro, resultado inferior à taxa observada na comparação entre novembro e outubro (0,02%). Ao comparar o mês atual contra o mesmo mês do ano anterior (acumulado em 12 meses), os preços variaram 2,61% em dezembro e 3,22% em novembro. O acumulado no ano em dezembro, igual ao acumulado em 12 meses (2,61%), foi menor do que em novembro (2,78%).</p>
<p>O IPP mede a evolução dos preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, de 23 setores da indústria de transformação.</p>
<p>Em dezembro de 2011, 13 das 23 atividades apresentaram variações positivas de preços, contra mesma quantidade no mês anterior. As quatro maiores variações observadas em dezembro se deram entre os produtos compreendidos nas seguintes atividades industriais:impressão (-2,89%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-2,45%), fumo (1,92%) e outros equipamentos de transporte (1,33%).</p>
<p>Em 2011, os preços de alimentos aumentaram, em média, 3,16% contra 21,24% em 2010. A diferença entre o comportamento dos dois anos está no último trimestre. Em 2010, ao contrário de 2011, no último trimestre, os preços cresceram a uma velocidade maior do que o trimestre anterior, haja vista que, em 2010, o crescimento no trimestre final do ano foi de 11,86% contra 8,77% no trimestre anterior; e, em 2011, 0,21% contra 7,84%.</p>
<p>Em 2010, os quatro produtos que mais influenciaram a taxa de 21,24% foram: resíduos da extração de soja, sucos concentrados de laranja, açúcar cristal e carnes de bovinos frescas ou refrigeradas. Estes produtos responderam por 10,09 p.p. da variação anual do setor. Já em 2011, os produtos em destaque foram: sucos concentrados de laranja, resíduos da extração de soja, carnes de bovinos frescas ou refrigeradas e café torrado e moído, que responderam por 1,11 p.p. da taxa de 3,16%. Apesar da coincidência de três produtos, vale notar que, em 2010, todas as principais influências foram positivas, enquanto que, em 2011, a dos resíduos da extração de soja foi negativa.</p>
<p>Os dados do IPP ratificam o cenário internacional, qual seja: em 2011, os preços dos alimentos continuaram subindo, porém em níveis mais discretos do que os observados em 2010.</p>
<p>Em 2011, os preços do setor têxtil aumentaram, em média, 1,31% contra 19,81% em 2010, ano cujos quatro trimestres tiveram altas de preços, sendo que a partir do segundo houve movimento de aceleração, fechando o quarto trimestre com 8,48%. O primeiro trimestre de 2011 ainda apresentou componente de alta (9,57%); porém, nos três trimestres seguintes, foram registradas quedas que explicam a pequena variação no acumulado de 12 meses.</p>
<p>Em 2010, os quatro produtos que mais influenciaram a taxa de 19,81% foram: tecidos de algodão tintos ou estampados, exceto combinados; tecidos de algodão tintos, estampados, inclusive combinados; fios de algodão singelos; e fios de algodão retorcidos. Estes produtos responderam por 15,67 p.p. da variação anual do setor e todos tiveram influência positiva. Já em 2011, os produtos são: fios de algodão singelos; tecidos de algodão tintos ou estampados, excetos combinados; tecido não-tecido ou falsos tecidos; e roupas de banho com tecidos de algodão, integradas à tecelagem, que responderam por 1,41 p.p. da taxa de 1,31%, sendo que fios de algodão singelos teve influência negativa enquanto que os outros três tiveram influência positiva.</p>
<p>No comportamento desse setor, deve ser levada em conta a trajetória de preços do algodão entre 2010 e 2011. De meados de julho de 2010 até março de 2011, o preço da arroba do algodão em pluma disparou no mercado interno, tendo mais que duplicado entre maio de 2010 e março de 2011. Este comportamento foi fortemente influenciado pelo mercado internacional, onde foi alcançada a maior marca dos últimos 140 anos. Depois, começou a descida, com fortes quedas em maio e julho, reforçadas pelo início da colheita da safra a partir de junho. No final do ano de 2011 o preço da arroba chegou ao patamar do inicio do ano de 2010. Desta forma foi reduzida, a partir da segunda metade de 2011, a pressão sobre os preços dos produtos têxteis.</p>
<p>Em 2011, os preços de calçados e produtos de couro aumentaram, em média, 17,92% contra 3,61% em 2010. O único trimestre em que a atividade teve variação negativa foi o terceiro trimestre de 2010, ao passo que no mesmo período em 2011 a atividade teve a maior variação observada desde o início da série (7,95% em 2011 contra -1,52% em 2010). Já no quarto trimestre, a variação de 2011 foi de 2,80% em 2011 contra 2,27% em 2010.</p>
<p>Em 2010, os quatro produtos que mais influenciaram a taxa de 3,61% foram: couros e peles de bovinos curtidos ao cromo ou secos;tênis de materiais têxtil ou sintético, montado; calçados de material sintético feminino &#8211; exceto tênis ou para uso profissional; e couros e peles de bovinos e eqüídeos apergaminhados ou preparados após curtimento ou secagem. Esses produtos responderam por 4,03 p.p. da variação anual do setor. Já em 2011, os produtos foram: couros e peles de bovinos curtidos ao cromo ou secos; calçados de couro femininos, exceto tênis; couros e peles de bovinos e eqüídeos apergaminhados ou preparados após curtimento ou secagem; e calçados de material sintético feminino &#8211; exceto tênis ou para uso profissional, que responderam por 17,42 p.p. da taxa de 17,92%. Apesar da coincidência de três produtos, vale notar que em 2011 todas as principais influências foram positivas, enquanto que em 2010 foram negativas aquelas devidas aos tênis de materiais têxtil ou sintético, montado; e calçados de material sintético feminino &#8211; exceto tênis ou para uso profissional.</p>
<p>O setor de refino de petróleo e produtos do álcool fechou o ano de 2011 com variação de 4,71%, valor similar ao apresentado em 2010 (4,97%). Três dos quatro principais produtos se repetiram como destaques em 2010 e 2011: naftas, querosenes de aviação eálcool etílico (anidro ou hidratado). Em 2010, óleo diesel e outros óleos combustíveis foi destaque, enquanto óleos lubrificantes básicoso foi em 2011. Os quatro produtos em destaque em 2011 representavam em dezembro de 2011 ponderação de 84,66%.</p>
<p>Enquanto, em 2010, os preços iniciaram o ano com variações da ordem de 0,5%, acelerando no segundo trimestre para 1,72%, desacelerando no terceiro e fechando o quarto com a maior variação daquele ano, em 2011, enquanto o primeiro trimestre registrou aceleração de 3,61%, o segundo teve a menor variação do ano (-0,02%), retomando elevação no segundo e terceiro trimestres.</p>
<p>Os outros produtos químicos, em 2011, registraram variação de 8,38%, contra 15,76% em 2010. Em termos de produtos, apesar de não haver coincidência total entre os quatro destaques dos dois anos, a análise mostra certa similaridade: tanto etileno (eteno) não saturado quanto os adubos ou fertilizantes à base de NPK aparecem nos dois anos. No entanto, enquanto os herbicidas para uso na agricultura se destacavam em 2010, o sulfato de amônia ou ureia foi destaque em 2011, sendo, ambos, produtos da mesma cadeia. O mesmo se deu com o PEBD, em 2010, e o propeno (propileno) não-saturado. Os quatro produtos em destaque em 2011 representavam em dezembro de 2011 ponderação de 50,13%.</p>
<p>Em 2011, os preços da produção de borracha e plástico apresentaram variação positiva de 9,03% contra variação positiva de 6,23% em 2010. A análise 2011 contra 2010 mostrou que os preços atingiram sua maior variação deste período no segundo trimestre de 2010 (4,18%), enquanto a sua menor variação também foi obtida em 2010, no quarto trimestre, com 0,07%. O ano de 2011 iniciou com uma elevação trimestral de preços de 4,11% seguida, no segundo trimestre, de outra variação positiva de 3,30%.</p>
<p>Em 2010 e 2011 os produtos pneumáticos novos para caminhões e ônibus e pneumáticos novos para automóveis e utilitáriosapareceram como destaques em termos de variação e influência. Outros produtos que mereceram destaque em 2010 foramembalagens de plástico pra produtos alimentícios ou bebidas e artigos de plástico para uso doméstico, os quais estão entre os quatro produtos com maior variação e influência nos preços da atividade neste ano. Para 2011 esses produtos foram superados em variação/influência pelos pneumáticos novos para motocicletas e pelos frascos e embalagens de material plástico, inclusive PET.</p>
<p>Em 2011, os preços do setor de metalurgia caíram, em média, 2,27% contra um crescimento de 3,95% em 2010. O comportamento na movimentação trimestral nestes dois anos é bastante semelhante; aumento do segundo trimestre em relação ao primeiro, queda no terceiro e estabilização no último trimestre de cada ano. O primeiro trimestre de cada ano explica a razão de 2010 ter tido índice positivo e 2011 negativo, pois no primeiro trimestre de 2010 a variação de preços foi de 2,53% e em 2011, no mesmo período, houve redução de 1,52%. Até meados de 2010, houve recuperação de preços do setor (cerca de 8,31%), especialmente no segundo trimestre do ano com 5,64% (contra 1,78% neste mesmo trimestre em 2011). No terceiro trimestre houve uma queda de preços para os dois anos, porém mais acentuada em 2010 (-2,30% contra -1,31% em 2011). O comportamento no último trimestre também foi de redução de preços, com 1,78% para 2010 e 1,20% para 2011.</p>
<p>Em 2010, os quatro produtos que mais influenciaram a taxa de 3,95% foram: lingotes, blocos, tarugos ou placas de aços ao carbono,chapas e tiras de alumínio de forma quadrada ou retangular, alumínio não ligado em formas brutas e bobinas a quente de aços ao carbono, não revestidos. Esses produtos responderam por 4,60 p.p. positivos da variação anual do setor, enquanto os demais responderam por -0,65 p.p. Já em 2011, os produtos foram: lingotes, blocos, tarugos ou placas de aços ao carbono, bobinas a frio de aços ao carbono, não revestidos, bobinas a quente de aços ao carbono, não revestidos e chapas grossas de aços ao carbono, não revestidas, que responderam por uma influência negativa de 1,96 p.p. da taxa -2,27%. É importante observar que, em 2010, três dos principais produtos tiveram influências positivas e em 2011 apenas um, lingotes, blocos, tarugos ou placas de aço ao carbono.</p>
<p>O setor de metalurgia é dividido em produtos ligados ao aço (siderurgia) e produtos ligados ao cobre e alumínio. O primeiro grupo teve seus preços muito influenciados pelo excesso de oferta do mercado internacional, especialmente em 2011, e o segundo grupo teve uma estreita ligação com os preços praticados nas bolsas internacionais.</p>
<p>Em 2011, os preços da produção de veículos automotores apresentaram variação positiva de 2,57% contra variação negativa de 0,15% em 2010. A análise 2011 contra 2010 indica estabilidade de preços no primeiro semestre de 2011, após a redução no trimestre anterior (- 0,75%). Porém, a partir do segundo trimestre de 2011, os preços do setor subiram constantemente até o último trimestre, cenário distinto do ocorrido em 2010, quando os preços, depois de subirem entre o segundo e terceiro trimestre, caíram no último.</p>
<p>Em 2010, reboques e semi-reboques foi o produto de maior destaque em termos de variação de preços, e, embora ainda apareça entre as principais variações em 2011, neste ano a maior variação coube ao produto chassis com motor para ônibus ou para caminhões. Em termos de influência anual os mesmos produtos aparecem em 2010 e 2011, sendo eles: automóveis para passageiros, a gasolina, álcool ou bicombustível, de qualquer potência, com influência positiva em 2011 e negativa em 2010; caminhões diesel com capacidade superior a 5t, peças para motor de veículos automotores e chassis com motor para ônibus ou para caminhões.</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
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		<title>Balança comercial apresenta maior déficit anunciado em 13 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 16:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo, 2 de Fevereiro de 2012. ECONOMIA &#38; FINANÇAS Balança comercial apresenta maior déficit anunciado em 13 anos Por Prof. Thiago Flores* Segundo divulgado pelo Banco Central, em dezembro, o superávit primário do setor público consolidado alcançou R$1,9 bilhão. O Governo Central registrou superávit de R$2,5 bilhões, e os governos regionais e as empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">São Paulo, 2 de Fevereiro de 2012.</p>
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p align="center">Balança comercial apresenta maior déficit anunciado em 13 anos</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>Segundo divulgado pelo Banco Central, em dezembro, o superávit primário do setor público consolidado alcançou R$1,9 bilhão. O Governo Central registrou superávit de R$2,5 bilhões, e os governos regionais e as empresas estatais, déficits de R$508 milhões e R$61 milhões, respectivamente.</p>
<p>No ano, o superávit primário acumulado do setor público atingiu R$128,7 bilhões (3,11% do PIB), comparativamente a R$101,7 bilhões (2,70% do PIB) no ano anterior. Com esse resultado, cumpriu-se integralmente a meta de superávit primário estipulada para o ano, de R$127,9 bilhões.</p>
<p>Os juros nominais, apropriados por competência, alcançaram R$20,6 bilhões em dezembro, elevando-se R$2,2 bilhões em relação ao mês anterior. Contribuiu para esse aumento o maior número de dias úteis no mês. No ano, os juros nominais apropriados totalizaram R$236,7 bilhões (5,72% do PIB), elevando-se 0,54 p.p. do PIB em relação ao ano anterior. Esse comportamento foi influenciado pela maior variação do IPCA e pelo patamar mais elevado da taxa Selic acumulada no ano, indicadores que incidem sobre parcela expressiva dos títulos federais.</p>
<p>O resultado nominal, que inclui o superávit primário e os juros nominais apropriados, registrou déficit de R$18,6 bilhões em dezembro. No acumulado no ano o déficit nominal atingiu R$108 bilhões (2,61% do PIB), comparativamente a R$93,7 bilhões (2,48% do PIB) em 2010.</p>
<p>O financiamento do déficit nominal mensal ocorreu mediante expansão de R$32 bilhões nas demais fontes de financiamento interno, que incluem a base monetária, contrabalançada, parcialmente, pelas reduções de R$7,8 bilhões na dívida mobiliária e de R$5,8 bilhões na dívida bancária líquida.</p>
<p>A dívida mobiliária federal, fora do Banco Central, avaliada pela posição de carteira, totalizou R$1.783,1 bilhões (43,1% do PIB) em dezembro, registrando acréscimo de R$30,4 bilhões em relação ao mês anterior. O resultado refletiu emissões líquidas de R$13 bilhões, acréscimo de R$0,4 bilhão em razão da depreciação cambial e incorporação de juros de R$17,1 bilhões.</p>
<p>Destacaram-se emissões líquidas de R$17,6 bilhões em LTN, de R$10,6 bilhões em NTN-F e de R$5 bilhões em NTN-B; e os resgates de R$21,1 bilhões em LFT.</p>
<p>A participação por indexador registrou a seguinte evolução, em relação a novembro: a porcentagem dos títulos indexados a câmbio permaneceu em 0,5%; a dos títulos vinculados à taxa Selic caiu de 26,9% para 26,2% devido a resgates líquidos de LFT; a dos títulos prefixados evoluiu de 30,8% para 32,6%, dada as emissões líquidas de LTN e NTN-F; a dos títulos vinculados a índices de preços elevou-se de 24,6% para 25,2%, motivada pelas emissões líquidas de NTN-B. A participação das operações compromissadas declinou de 16,6% para 14,9%, apresentando compras líquidas de R$40,6 bilhões no mercado secundário.</p>
<p>Ao final de dezembro, a estrutura de vencimento da dívida mobiliária em mercado era a seguinte: R$346 bilhões, 19,4% do total, com vencimento em 2012; R$400,5 bilhões, 22,5% do total, com vencimento em 2013; e R$1.036,5 bilhões, 58,1% do total, vencendo a partir de janeiro de 2014.</p>
<p>A exposição total líquida nas operações reversas de swap cambial alcançou R$3 bilhões em dezembro. O resultado dessas operações (diferença entre a rentabilidade do DI e a variação cambial mais cupom) foi favorável ao Banco Central em R$32 milhões em dezembro, no conceito caixa, valor contemplado na apuração das necessidades de financiamento do setor público.</p>
<p>A dívida líquida do setor público atingiu R$1.508,5 bilhões (36,5% do PIB) em dezembro, reduzindo-se 0,2 p.p. do PIB em relação ao mês anterior.</p>
<p>No ano, a relação DLSP/PIB apresentou redução equivalente a 2,7 p.p. do PIB. O superávit primário acumulado no período contribuiu para essa redução com 3,1 p.p. do PIB; a desvalorização cambial de 12,6% acumulada no ano, com 1,6 p.p.; a variação na paridade da cesta de moedas que compõem a dívida externa líquida, com 0,2 p.p.; e o efeito do crescimento do PIB corrente, com 3,5 p.p. Essas reduções foram compensadas, parcialmente, pelos juros nominais apropriados, equivalentes a 5,7 p.p. do PIB.</p>
<p>A Dívida Bruta do Governo Geral (Governo Federal, INSS, governos estaduais e governos municipais) alcançou R$2.243,6 bilhões (54,3% do PIB) em dezembro, reduzindo-se 0,3 p.p. do PIB em relação ao mês anterior, em função, principalmente, dos resgates líquidos de operações compromissadas. No ano, houve elevação equivalente a 0,9 p.p. do PIB.</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
<p><a href="http://www.ffconsult.com/">www.ffconsult.com</a></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desaceleração na ocupação e o menor índice de desemprego anunciados!</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 15:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo, 27 de Janeiro de 2012.<br />
ECONOMIA &amp; FINANÇAS<br />
Desaceleração na ocupação e o menor índice de desemprego anunciados!<br />
Por Prof. Thiago Flores*<br />
Segundo IBGE, a taxa de desocupação foi estimada em 4,7% em dezembro de 2011, a menor para o mês de dezembro e também a menor taxa de toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) iniciada em março de 2002, registrando queda de 0,5 ponto percentual em relação ao resultado apurado em novembro (5,2%) e de 0,6 ponto percentual na comparação com dezembro de 2010 (5,3%).<br />
Com esse resultado, na média dos 12 meses de 2011, a taxa de desocupação ficou em 6,0%, também a menor média anual, inferior em 0,8 ponto percentual à observada em 2010 (6,7%) e 6,4 pontos percentuais abaixo da média de 2003 (12,4%)<br />
A população desocupada em dezembro de 2011 (1,1 milhão de pessoas) caiu 9,5% no confronto com novembro (menos 119 mil pessoas) e 9,4% em comparação com dezembro de 2010 (menos 118 mil pessoas). No ano de 2011, os desocupados somaram, em média, 1,4 milhão de pessoas, 10,4% a menos que em 2010 (1,6 milhão), o que representou menos 166 mil desocupados em um ano. Com relação a 2003, o contingente de desocupados, de 2,6 milhões, caiu 45,3% ou seja, nesse período a redução atingiu 1,2 milhão de pessoas.<br />
A população ocupada (22,7 milhões) manteve-se estável frente a novembro e apresentou aumento de 1,3% no confronto com dezembro de 2010, o que representou elevação de 283 mil ocupados no intervalo de 12 meses. Na média de 2011, os ocupados somaram 22,5 milhões de pessoas, um contingente 2,1% maior que o de 2010 (22,0 milhões) e 21,3% superior a 2003.<br />
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,2 milhões) não registrou variação na comparação com novembro e teve elevação de 6,0% na comparação com dezembro de 2010, o que representou um adicional de 638 mil postos de trabalho com carteira assinada no período de um ano. Esses resultados levaram, na média de 2011, a um recorde na proporção de trabalhadores com carteira assinada (10,9 milhões) em relação ao total de ocupados: 48,5%, frente a 46,3% em 2010 e 39,7% em 2003.<br />
O rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 1.650,00, o valor mais alto para o mês de dezembro desde 2002) subiu 1,1% em comparação com novembro. Frente a dezembro de 2010, o poder de compra dos ocupados cresceu 2,6%. A média anual do rendimento médio mensal habitualmente recebido no trabalho principal foi estimada em R$ 1.625,46(aproximadamente três salários mínimos), o que correspondeu a um crescimento de 2,7%, em relação a 2010. Entre 2003 e 2011, o poder de compra do rendimento de trabalho aumentou em 22,2%.<br />
O rendimento domiciliar per capita aumentou de 2010 para 2011 em 3,8%. De 2003 para 2011, o crescimento chegou a 35,5%.<br />
A massa de rendimento real habitual (R$ 37,8 bilhões) aumentou 0,7% em relação a novembro. Em comparação com dezembro de 2010, a massa cresceu 3,4%. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 40,9 bilhões), estimada em novembro de 2011, subiu 9,3% no mês e 7,1% no ano.<br />
A massa de rendimento real mensal habitual (média anual) estimada para 2011, em R$ 36,9 bilhões, nas seis regiões metropolitanas, resultou em um aumento de 4,8% em relação a 2010 e 47,9% na comparação com 2003.<br />
* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®<br />
www.ffconsult.com<br />
ffconsult@ffconsult.com<br />
twitter.com/FF_Consult<br />
www.facebook.com/FFConsult<br />
ffconsult.blog.com<br />
www.youtube.com/user/FFConsult2011<br />
Skype: FF_Consult</p>
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		<title>Futuro e Obstáculos do Brasil, Emergentes e China!</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
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		<category><![CDATA[que hoje constituem cerca de 60% das exportações nacionais. Na cesta de commodities constam alguns produtos manufaturados como suco de laranja]]></category>
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		<category><![CDATA[soluções para empresas Leia mais: http://www.ffconsult.com]]></category>
		<category><![CDATA[um anúncio de coesão dos governos europeus em torno de um pacto fiscal e renegociação das dívidas]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo, 24 de Janeiro de 2012. ECONOMIA &#38; FINANÇAS Futuro e Obstáculos do Brasil, Emergentes e China! Por Prof. Thiago Flores* Segundo o IBRE-FGV, a redução do crédito na economial mundial após a quebra do Lehman Brothers, em setembro de 2008, marcou o início da redução no valor exportado pelo Brasil. Posteriormente, o governo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo, 24 de Janeiro de 2012.<br />
ECONOMIA &amp; FINANÇAS<br />
Futuro e Obstáculos do Brasil, Emergentes e China!<br />
Por Prof. Thiago Flores*<br />
Segundo o IBRE-FGV, a redução do crédito na economial mundial após a quebra do Lehman Brothers, em setembro de 2008, marcou o início da redução no valor exportado pelo Brasil. Posteriormente, o governo brasileiro aumentou os recursos para os programas de financiamento às exportações, mas a queda nos preços das commodities e a recessão generalizada mundial levou à diminuição do valor exportado, em 2009.<br />
O gráfico do índice das commodities mostra a queda acentuada dos preços, mas já a partir de maio de 2009, foi iniciada a fase de recuperação. Em 2011, até agosto, o crescimento dos preços em relação a 2010 foi de 35% com queda na quantidade de 0,5%. Os sinais da desacelaração da economia mundial, porém, já estavam presentes, desde junho de 2011, com os preços em ritmo de baixa ou queda no crescimento.<br />
É possível repetir 2009? A situação da Europa é mais grave atualmente. Mesmo que saiam novos auxílios, um anúncio de coesão dos governos europeus em torno de um pacto fiscal e renegociação das dívidas, a crise europeia é mais aguda do que há dois anos. Como os paises europeus são importantes compradores de commodities do Brasil, haverá uma menor demanda. A China e os mercados asiáticos poderão compensar, mas, nesse caso, é preciso assumir que o crescimento da região asiática será preservado — um cenário com alta probabilidade de acontecer. Logo, não se descarta a hipótese de que, mesmo com queda no valor exportado, a China terá papel importante na recuperação dos preços das commodities, que hoje constituem cerca de 60% das exportações nacionais. Na cesta de commodities constam alguns produtos manufaturados como suco de laranja, laminados e gasolina. O resultado final será um novo aumento da participação dos produtos básicos e da importância da China para o comércio brasileiro.<br />
É possível criar esse tipo de elo com os países latinos, em especial o Brasil? As estatíticas do Banco Central apontam para a baixa participação dos investimentos diretos chineses no país: US$ 392 milhões correspondente a 0,7% do total dos investimentos diretos estrangeiros (participação de capital) e US$ 138 milhões entre janeiro e julho de 2011. Subestima-se com frequência essa informação. As empresas frequentemente utilizam paraísos fiscais ou outros domicílios a partir dos quais registram seus investimentos.<br />
Trabalho do Centro Empresarial Brasil-China (www.cebc.org.br), coordenado pelo professor Antônio Barros de Castro, estimou que no ano de 2010 foram investidos pelos chineses US$ 12,669 bilhões, sendo que a maioria em operações de mudanças na participação de capital com empresas multinacionais e apenas US$ 1,5 bilhão de novos investimentos (greenfield).<br />
Os investimentos se concentraram nos setores de mineração, gás, infraestrutura (ferroviária e portuária). Logo, as empresas chinesas investem nos setores que estão associados à sua demanda por recursos naturais. Nesses setores é possível que políticas de incentivo à inovação tecnológica permitam extrair maiores ganhos para a economia brasileira, além das rendas extras obtidas pelos preços elevados das commodities. É necessário garantir um cenário favorável para que as empresas chinesas (nessas áreas quase todas pertencem ao governo central) direcionem seus investimentos para parcerias nesse campo. O Brasil, como na área petrolífera e na agricultura, possui vantagens no campo tecnológico.<br />
Nos outros setores, é possível imaginar uma onda de investimentos como para demais países asiáticos, mas é pouco provável. Talvez em setores específicos, como o eletroeletrônico, automotivo, enfim aqueles que as importações brasileiras e sul-americanas oriundas da China crescem e o Brasil pode ser entendido como um polo de exportação para o mercado regional.<br />
Uma nova desaceleração da economia mundial com a China registrando taxas de crescimento de 8% a 9% irá acirrar o debate sobre o desenho desejado das políticas de exportações. O Plano Brasil Maior, lançado pelo governo em meados de 2011, acerta ao privilegiar o tema das inovações, mas falta explicitar a sua operacionalização e enfrentar, pelo menos, o tema da Reforma Tributária que parece cada vez mais distante. Além disso, como apontou o texto do Banco Mundial, o principal obstáculo para os países latinos, incluído o Brasil, é a melhora nos índices de educação. Nada que a China possa ajudar.<br />
* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®<br />
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		<title>Feiras Livres: Suas Origens e Relações de Consumo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 22:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Feirante]]></category>
		<category><![CDATA[Feiras-Livres]]></category>
		<category><![CDATA[Pechinchar]]></category>

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		<description><![CDATA[Como se Formaram as Primeiras Feiras? Qual é o Perfil do Feirante? Como Concorrer Com os Supermercados? Existem Vantagens em Comprar Nas Feiras-Livres? Ainda é meio nebulosa a origem das feiras-livres nas grandes cidades, pois alguns especialistas afirmam que em 500 a.C. já se realizava essa atividade no Oriente Médio e, outros não menos estudiosos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm8.static.flickr.com/7161/6596178213_b3609affeb_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />Como se Formaram as Primeiras Feiras? Qual é o Perfil do Feirante? Como Concorrer Com os Supermercados? Existem Vantagens em Comprar Nas Feiras-Livres?</strong></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">Ainda é meio nebulosa a origem das feiras-livres nas grandes cidades, pois alguns especialistas afirmam que em 500 a.C. já se realizava essa atividade no Oriente Médio e, outros não menos estudiosos, dizem que essas atividades surgiram na Idade Média relacionadas às festividades religiosas.</p>
<p style="text-align: center">É certo que, durante séculos, a religião andou de braços dados com o comércio, uma vez que a palavra “<strong><em>feria</em></strong>” (latim) significa “<em>dia santo</em>” ou “<em>feriado</em>”. As pessoas se reuniam em lugares públicos a fim de venderem seus produtos artesanais e, a partir desse incremento, o poder público interveio a fim de disciplinar, fiscalizar e – claro – cobrar impostos.</p>
<p style="text-align: center">O perfil do feirante no RJ é constituído pela maioria de origem portuguesa – com grau de instrução relativamente baixo – e trabalhadores braçais que imigraram do Nordeste. Porém, em municípios como Nova Friburgo e Teresópolis recentemente surgiu um novo tipo de agricultor – muitos com formação universitária – provenientes de famílias de posse, os quais foram apelidados de “os novos rurais”.</p>
<p style="text-align: center">Nessas regiões eles acabaram difundindo um novo modelo de pensamento rural, o qual era preocupado com o consumidor em termos de qualidade sanitária e biológica dos alimentos por eles produzidos. Dessa forma, muitos deles – com noções de Marketing e Administração – desenvolveram novos produtos para segmentos especializados e, em função disso, nasceu a Agricultura Orgânica.</p>
<p style="text-align: center">Esse grupo de jovens ruralistas enxergou no canal de distribuição feira-livre o 1° passo para tornar seus produtos e suas idéias conhecidos para os consumidores de alimentos sem agrotóxicos. Muitos se instalaram nas feiras livres da Zona Sul a fim de conquistar seu público-alvo e, hoje em dia, eles são responsáveis pela comercialização de 400 t de alimentos orgânicos<em> </em><em>in natura</em> por ano na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: center">No setor econômico podemos dizer que as feiras-livres são representativas, pois atualmente existem cerca de 200 feiras na cidade do RJ, empregando aproximadamente 6 mil feirantes, movimentando quase 13 mil toneladas de produtos / mês e um faturamento médio mensal de R$ 16 milhões. As feiras-livres se tornaram um importante canal de distribuição de hortifrutigranjeiros para os consumidores cariocas e, em função disso, pode-se afirmar que se trata de uma atividade economicamente relevante para a cidade e para milhares de cidadãos.</p>
<p style="text-align: center">Nestes locais a palavra ainda vale mais do que o código de barras, pois no grito do feirante ou na pechincha dos consumidores as feiras-livres vão sobrevivendo ao avanço dos supermercados. Conforme relatos de alguns feirantes metade dos consumidores de uma feira-livre vêm atrás de preço e a outra metade vem à feira porque gosta de conversar. Talvez essa seja uma boa vantagem competitiva das feiras-livres em relação aos supermercados, uma vez que é impensável um funcionário de supermercado abordar e vender frutas e legumes aos gritos.</p>
<p style="text-align: center">Diante disso, observa-se a oportunidade dos feirantes aumentarem suas vendas na medida em que pratiquem o método de vendas proposto por Kotler (<strong>AIDA</strong>). Ou seja, precisam chamar a “<strong>ATENÇÃO</strong>” dos consumidores através do seu próprio grito, das mercadorias bem expostas, limpas e com aspecto atraente.</p>
<p style="text-align: center">Além disso, precisam despertar o “<strong>INTERESSE</strong>” sobre a qualidade dos seus produtos, enfatizando os <em>benefícios</em> que proporcionarão – as pessoas compram benefícios, valores. Elas precisam “<strong>DESEJAR</strong>” os produtos, sentirem-se “donas” deles. Para isso é necessário que os feirantes ofereçam provas, fazendo-os pegar, sentir, cheirar e apalpar os produtos.</p>
<p style="text-align: center">Finalmente a “<strong>AÇÃO</strong>” de vendas – coisa impossível de ocorrer num supermercado. Eis aí a principal vantagem de uma feira-livre em relação aos supermercados, pois os feirantes podem estreitar cada vez mais seu relacionamento com a clientela a fim de tentar torná-la fiel.</p>
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		<title>A Perspectiva Atual do Marketing Mix</title>
		<link>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/ferramentas-de-gerenciamento/a-perspectiva-atual-do-marketing-mix/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 21:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing-Mix]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Que Significa os Quatro C’s? Quais São as Críticas ao Marketing Mix? Como Obter Uma Vantagem Competitiva Sustentável?   Algumas décadas atrás estudiosos de marketing identificaram algumas atividades empresariais que poderiam influenciar o comportamento dos consumidores de seus produtos. Neil Borden (da Universidade de Harvard) sugeriu que essas atividades se denominassem “mix de marketing” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm8.static.flickr.com/7161/6596178213_b3609affeb_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />O Que Significa os Quatro C’s? Quais São as Críticas ao Marketing Mix? Como Obter Uma Vantagem Competitiva Sustentável?  </strong></p>
<p style="text-align: center" align="center">
<p style="text-align: center">Algumas décadas atrás estudiosos de marketing identificaram algumas atividades empresariais que poderiam influenciar o comportamento dos consumidores de seus produtos. Neil Borden (da Universidade de Harvard) sugeriu que essas atividades se denominassem “mix de marketing” e que elas deveriam ser planejadas para obter o máximo de impacto e lucro.</p>
<p style="text-align: center">Na década de 60, outro professor (Jerome Mc Carthy) propôs que o mix de marketing consistisse em quatro (4) P’s – Produto, Preço, Ponto e Promoção. A estrutura dos quatro P’s impõe que as empresas decidam sobre o produto – e suas características –, definam o preço praticado, decidam como distribuí-lo e selecionem métodos para promovê-lo.</p>
<p style="text-align: center">Outros estudiosos de marketing acreditam que essa estrutura de quatro P’s comete o pecado de não enfatizar certas atividades importantes como os serviços, o atendimento, as embalagens e a venda pessoal, por exemplo.</p>
<p style="text-align: center">A questão não é se deveriam haver quatro, seis ou mais P’s, mas sim qual seria a estrutura mais adequada para projetar a estratégia de marketing de um produto – ou serviço.</p>
<p style="text-align: center">Existe uma crítica a qual divulga a idéia de que os quatro P’s enxergam o mercado sob o ponto de vista do vendedor e não do comprador. Para esses críticos os quatro P’s poderiam ser descritos sob o ponto de vista do comprador como “<em>os quatro C’s</em>”: (a) valor para o <strong><span style="text-decoration: underline">C</span></strong>liente; (b) menor <strong><span style="text-decoration: underline">C</span></strong>usto; (c) <strong><span style="text-decoration: underline">C</span></strong>onveniência; (d) <strong><span style="text-decoration: underline">C</span></strong>omunicação.</p>
<p style="text-align: center">Dessa forma, enquanto os marketeiros se vêem como vendedores de um produto, os consumidores se enxergam como compradores de um valor ou como compradores de uma solução de problemas. Estão mais interessados no custo total de obtenção do que apenas em preço. Eles exigem que o produto (ou serviço) esteja disponível da forma mais conveniente possível e, além disso, os consumidores não desejam promoção – eles querem comunicação bidirecional.</p>
<p style="text-align: center">Sendo assim, os profissionais de marketing devem pensar primeiramente em atender aos quatro C’s e, em seguida, utilizá-los como plataforma para o desenvolvimento dos quatro P’s. Diante disso, examinaremos abaixo cada um dos P’s:</p>
<p style="text-align: center">A) <span style="text-decoration: underline">Produto</span>: O principal objetivo de uma empresa é oferecer ao seu público-alvo produtos (ou serviços) diferenciados, embora possam variar quanto ao grau de diferenciação. De um lado temos as commodities (como os hortifrutigranjeiros) e os produtos altamente diferenciáveis em termos físicos (veículos, por exemplo). O desafio está em criar uma diferenciação relevante e singular, as quais podem se basear em diferenças físicas, de disponibilidade, diferenças de serviços, de preços ou de imagem. Porém, qualquer diferenciação bem sucedida poderá ser imitada e, quando os imitadores lançam versões mais baratas, passam a exercer pressão sobre o pioneiro, o qual tem três alternativas:</p>
<ul style="text-align: center">
<li>Baixar os preços para proteger seu <em>marketing share</em> e se conformar com margens de lucros menores.</li>
<li>Manter o preço e correr o risco de perder seu <em>marketing share</em> e lucros.</li>
<li>Encontrar uma nova base para diferenciar seu produto e manter o preço.</li>
</ul>
<p style="text-align: center">OBSERVAÇÂO: A 3ª opção nos parece mais adequada, embora a empresa deva buscar constantemente uma vantagem competitiva mais sustentável e duradoura.</p>
<p style="text-align: center">B) <span style="text-decoration: underline">Preço</span>: O preço difere dos outros três elementos do Marketing Mix, porque ele gera receitas e os outros geram custos e, conseqüentemente, as empresas tentam elevar o preço de seus produtos até onde a diferenciação permitir. Ao definir preços para seus produtos algumas organizações acrescentam um markup (margem de lucro bruta) aos seus custos, embora muitas empresas já componham seus preços baseados exclusivamente “em valor”. Ou seja, elas estimam o valor máximo que o consumidor pagaria pelo seu produto (ou serviço) e cobram um pouco menos (preço de valor), a fim de dar a impressão aos consumidores que eles levaram vantagem.</p>
<p style="text-align: center">C) <span style="text-decoration: underline">Ponto</span>: Cada fornecedor deve decidir como tornar seus produtos disponíveis no mercado e, nesse cenário, deverá optar entre vender diretamente aos consumidores ou através de intermediários. No mundo moderno as pessoas estão sendo pressionadas pela falta de tempo e, em função disso, aumentam as compras via internet em detrimento daquelas feitas nas lojas.</p>
<p style="text-align: center">Sendo assim, o grande desafio dos varejistas é trazer os consumidores de volta às suas lojas e, nesse sentido, os varejistas criativos devem se engajar na melhoria da experiência de compra dos consumidores e acrescentar divertimentos, shows ou outras atrações para tentar mantê-los.</p>
<p style="text-align: center">D) <span style="text-decoration: underline">Promoção</span>: O quarto “P” cobre todas aquelas ferramentas de comunicação que levam uma mensagem aos consumidores (Propaganda, Publicidade, Promoção de Vendas, Merchandising, Relações Públicas e Venda). A Propaganda é a ferramenta mais poderosa na promoção da conscientização de consumidores sobre uma organização, um produto, um serviço ou uma idéia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desenvolvendo Um Posicionamento Para Seus Produtos e Serviços</title>
		<link>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/gerenciamento_de_projetos/desenvolvendo-um-posicionamento-para-seus-produtos-e-servicos/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 18:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Que é Uma Proposta de Valor? Quais as Alternativas de Posicionamento Existentes? O Que Sugere Michael Porter? “Nenhuma empresa pode ser boa em tudo” porque – na opinião de Michael Porter – a maioria das organizações não tem recursos financeiros para esse fim. Em seu livro “Estratégia Competitiva”, ele propôs três (3) alternativas: _ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm7.static.flickr.com/6201/6150282339_d9cda28e14_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />O Que é Uma Proposta de Valor? Quais as Alternativas de Posicionamento Existentes? O Que Sugere Michael Porter?</strong></p>
<p align="center">
<p style="text-align: center">“Nenhuma empresa pode ser boa em tudo” porque – na opinião de Michael Porter – a maioria das organizações não tem recursos financeiros para esse fim. Em seu livro “Estratégia Competitiva”, ele propôs três (3) alternativas: _ (a) a empresa deveria se concentrar em obter “produtos diferenciados”; (b) liderança em “preço baixo” e (c) atender um “nicho específico” de mercado.</p>
<p style="text-align: center">Para Porter as organizações normalmente não têm dinheiro suficiente para serem boas nas três coisas e, além disso, cada estratégia de posicionamento requer uma cultura organizacional específica e uma gestão completamente diferente.</p>
<p style="text-align: center">Entretanto, alguns de seus críticos argumentavam que várias empresas já haviam conseguido ser melhores tanto em produtos diferenciados quanto em preços baixos. Dessa forma, dois estudiosos em estratégia (Treacy e Wiersema) propuseram um contexto com três alternativas – denominadas “disciplinas de valor”.</p>
<p style="text-align: center">Para eles, uma organização poderia ser (a) “líder em produtos”; (b) “operacionalmente excelente” ou (c) “intima dos clientes”. Treacy e Wiersema observaram que é muito difícil uma empresa ser a melhor nas três coisas – ou até mesmo em duas –, pois as três disciplinas de valor exigem diferentes sistemas gerenciais que conflitam entre si.</p>
<p style="text-align: center">Empresas operacionalmente excelentes – McDonalds, por exemplo – funcionam como máquinas precisas e, se elas tentassem ser íntimas dos clientes, talvez não fossem capazes de funcionar no nível da eficiência prometida. Sendo assim, esses dois estudiosos propuseram quatro regras:</p>
<ul>
<li>Tornar-se o melhor em uma das três disciplinas de valor.</li>
<li>Alcançar um adequado nível de desempenho nas outras duas áreas.</li>
<li>Investir na melhoria de sua posição na disciplina escolhida, de forma a não perder sua liderança para um concorrente.</li>
<li>Esforçar-se para se tornar mais adequado nas outras duas disciplinas, pois a concorrência sempre está elevando as expectativas dos clientes, quanto ao que se considera adequado.</li>
</ul>
<p style="text-align: center">Portanto, na busca por um posicionamento específico, as empresas devem considerar as seguintes fontes possíveis;</p>
<ul style="text-align: center">
<li><span style="text-decoration: underline">Posicionamento Por Atributo</span>: As empresas podem se posicionar com certos atributos (ou aspectos) como uma cervejaria – por exemplo – pode afirmar que seu produto é “o mais antigo do mercado” ou um hotel descrever-se como o mais alto da região. Mas, esse tipo de posicionamento é o mais fraco porque não divulga nenhum benefício real para os consumidores de seus produtos (ou serviços).</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Posicionamento Por Benefício</span>: Nesse posicionamento, o produto (ou serviço) promete certo benefício aos consumidores e os profissionais de marketing trabalham basicamente com esse tipo. Exemplo: “OMO lava mais branco”</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Posicionamento Por Uso e/ou Aplicação</span>: Nesse caso, o produto é posicionado como o melhor para determinada finalidade. Exemplo: a NIKE descreve um de seus tênis como sendo o melhor para corrida e, outro tipo, como o melhor para jogar basquete.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Posicionamento Por Tipo de Usuário</span>: Nesse caso o produto é posicionado em função de certo grupo de consumidores. A Apple Computer – por exemplo – descreve seus computadores como sendo os melhores para os designers gráficos.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Posicionamento Contra o Concorrente</span>: O produto (ou serviço) sugere ser diferente ou melhor que o seu principal concorrente. Exemplo: A locadora de veículos (AVIS) se descreve como uma organização que “se empenha mais” (numa alusão ao seu principal concorrente – a HERTZ).</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Posicionamento Por Categoria</span>: Nesse caso, a empresa pode se descrever como a líder na sua categoria. O melhor exemplo á a Gillette, a qual virou sinônimo de lâmina de barbear.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Posicionamento Por Preço / Qualidade</span>: o produto é posicionado em determinado nível de qualidade e preço. O melhor exemplo é o Chanel n° 5, o qual durante muito tempo foi posicionado como um perfume de alta qualidade e preço elevado.</li>
</ul>
<p style="text-align: center">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Oportunidades de Marketing</title>
		<link>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/gerenciamento_de_projetos/oportunidades-de-marketing/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 20:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Que é Uma Oportunidade de Marketing? Quem São os Responsáveis Por Imaginar Novos Produtos Numa Organização? Quais as Principais Fontes de Oportunidades de Mercado? Alguns autores definiram as atividades de Marketing como sendo a arte de descobrir oportunidades, desenvolvê-las e lucrar com elas. Nas modernas organizações os Gerentes de Marketing são as pessoas responsáveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm7.static.flickr.com/6172/6150868336_66edb86813_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />O Que é Uma Oportunidade de Marketing? Quem São os Responsáveis Por Imaginar Novos Produtos Numa Organização? Quais as Principais Fontes de Oportunidades de Mercado?</strong></p>
<p align="center">
<p style="text-align: center">Alguns autores definiram as atividades de Marketing como sendo a arte de descobrir oportunidades, desenvolvê-las e lucrar com elas. Nas modernas organizações os Gerentes de Marketing são as pessoas responsáveis por imaginar novos produtos, serviços, programas, sistemas e – principalmente – oportunidades de novos negócios.</p>
<p style="text-align: center">Dessa forma, pode-se dizer que oportunidade de marketing é a área de necessidade dos consumidores cuja satisfação proporciona às organizações alta possibilidade de obter lucro. Mas, atrair uma oportunidade de mercado depende de fatores como o número de potenciais compradores do produto, seu poder aquisitivo, suas disposições para a compra e outros. Sendo assim, veremos abaixo as três (3) principais fontes de oportunidades de marketing no mercado:</p>
<p align="center"><strong>1)    </strong><strong>Fornecer Produtos (ou Serviços) Escassos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">Quando um produto (ou serviço) é raro – a ponto de formar fila para adquiri-lo – existirá uma enorme oportunidade de marketing. Mas, essa circunstância requer pouco talento mercadológico, pois isso é percebido por muitos profissionais de marketing ao mesmo tempo. Os melhores exemplos disso são os alimentos e os equipamentos em tempos de conflitos.</p>
<p style="text-align: center">As repúblicas comunistas da antiga URSS eram economias fechadas e, em conseqüência disso, os consumidores desses países sofriam com a pouca variedade e com a escassez de bens de consumo. Por outro lado, numa economia aberta essa escassez seria automaticamente corrigida com a entrada do capital estrangeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><strong>2)    </strong><strong>Fornecer Produtos (ou Serviços) Com Melhorias</strong></p>
<p style="text-align: center">As organizações utilizam variada metodologia para desenvolver projetos de melhorias em produtos ou serviços, tais como:</p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline">Detecção de Problemas</span>: Embora existam muitos produtos que os consumidores aceitem como se apresentam, os profissionais de marketing podem detectar queixas e/ou sugestões ao perguntarem aos consumidores. Porém, deve-se considerar que esse método tende a gerar melhorias em produtos (ou serviços), mas não inovações.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Método Ideal</span>: Nesse caso, os profissionais de marketing devem entrevistar um grupo considerável de <em>prospects</em> (consumidores potenciais) a fim de tentar ouvir deles uma versão ideal do produto (ou serviço); pois, em alguns casos, podem surgir necessidades bem simples de serem satisfeitas.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Cadeia de Consumo</span>: Nesse método, os profissionais de marketing também devem entrevistar grupo significativo de consumidores a fim de traçar seus passos na aquisição, no uso e até sobre o descarte de um produto. Deve-se mapear essa cadeia de consumo e verificar se a organização pode introduzir novos produtos, serviços ou benefícios.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><strong>3)    </strong><strong>Fornecer Produtos (ou Serviços) Novos</strong></p>
<p align="center">
<p style="text-align: center">A maioria dos consumidores não imagina com muita clareza detalhes sobre novos produtos (ou serviços) que surjam das inovações tecnológicas ou criativas. Eles não sabiam – por exemplo – que queriam um telefone móvel que filmasse ou fotografasse. Na verdade, seria até difícil imaginar alguns produtos antes de chegarem ao mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">Diante do exposto acima, devemos refletir sobre o que as organizações vêm fazendo para identificar melhorias em produtos (ou serviços) e idéias que gerem produtos totalmente novos. Como uma empresa pode se organizar para encontrar oportunidades de mercado?</p>
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		<title>Pesquisa de Sondagem da Construção</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 17:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo,13 de Dezembro de 2011. ECONOMIA &#38; FINANÇAS Pesquisa de Sondagem da Construção Por Prof. Thiago Flores* Em parceria com o Banco Central do Brasil, a Fundação Getulio Vargas lança este mês a Sondagem da Construção, com o objetivo de mapear mensalmente o nível de atividade e as expectativas empresariais do setor. A pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">São Paulo,13 de Dezembro de 2011.</p>
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p align="center">Pesquisa de Sondagem da Construção</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>Em parceria com o Banco Central do Brasil, a Fundação Getulio Vargas lança este mês a Sondagem da Construção, com o objetivo de mapear mensalmente o nível de atividade e as expectativas empresariais do setor.</p>
<p>A pesquisa tem cobertura nacional e abrange seis grupos e 11 classes setoriais (ver nota metodológica ao final deste relatório). As séries históricas têm início em julho de 2010. Devido à volatilidade dos indicadores e ao número de observações até aqui disponíveis, os primeiros resultados serão analisados com foco na evolução dos indicadores expressos em médias móveis trimestrais, comparados aos do mesmo período do  ano anterior.</p>
<p>Nesta base de comparação, o Índice de Confiança da Construção (ICST), indicador-síntese da pesquisa, vem sinalizando desaceleração do nível de atividade do setor, embora a tendência tenha praticamente se estabilizado entre outubro e novembro: o  ICST médio do trimestre findo em novembro situou-se 10,2% abaixo do mesmo período do ano passado, contra -10,4% do trimestre findo em outubro.</p>
<p>As  comparações  interanuais do Indicador Trimestral de Confiança entre outubro e novembro mostram que as principais quedas foram observadas em Construção de Edifícios e Obras Civis (11,8%) e Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição (10,4%). Os grupos Obras de Infraestruturas para Engenharia Elétrica e para Telecomunicações e Obras de Acabamento tiveram melhores resultados: -2,0% e -0,7%, respectivamente.</p>
<p>O indicador trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-CST)  recuou 13,5% em novembro frente  ao mesmo período de 2010; em outubro, na mesma base de comparação, a queda havia sido  de  14,0%. O ISA-CST sintetiza o resultado de dois quesitos que medem a atividade corrente do setor. O item que mais contribuiu para a queda do índice em novembro foi a situação atual dos negócios: a proporção de empresas que apontam aumento do nível das atividades no trimestre anterior ao da pesquisa caiu de 50,2% em novembro de 2010 para 33,4% no mesmo período deste ano; já a proporção das que indicam diminuição cresceu de 5,8% para 9,7%, respectivamente.</p>
<p>O Índice de Expectativas (IE-CST) &#8211; composto por dois quesitos  que medem as expectativas do setor para os próximos meses – também está em queda em relação ao ano passado. O indicador médio do trimestre findo em novembro registrou o mesmo ritmo de  queda observado no trimestre findo em outubro: 6,9%. O quesito tendência dos negócios para os seis meses seguintes foi o que mais contribuiu para a queda do IE-CST. A proporção de empresas que preveem aumento dos negócios passou de 51,8% no trimestre findo em novembro de 2010 para 42,3% este ano. No mesmo período, a parcela das que preveem diminuição passou de 2,3% para 5,4% do total.</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
<p><a href="http://www.ffconsult.com/">www.ffconsult.com</a></p>
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<p><span style="text-decoration: underline">Skype: FF_Consult</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Administração de Marketing – Principais Etapas</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 21:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de Gerenciamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O Que Uma Pesquisa de Mercado Pode Revelar? Como Posicionar um Produto? Quais as Falhas Mais Comuns na Implantação do Processo?   O processo mercadológico consiste em analisar oportunidades, pesquisando e selecionando os mercados-alvos, delineando estratégias, planejando programas, organizando, implementando e controlando todo o esforço de marketing. Diante disso, alguns autores afirmam que administrar marketing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center">
<p style="text-align: center" align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm8.static.flickr.com/7162/6393892357_a5cd75ea25_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />O Que Uma Pesquisa de Mercado Pode Revelar? Como Posicionar um Produto? Quais as Falhas Mais Comuns na Implantação do Processo?  </strong></p>
<p style="text-align: center">O processo mercadológico consiste em analisar oportunidades, pesquisando e selecionando os mercados-alvos, delineando estratégias, planejando programas, organizando, implementando e controlando todo o esforço de marketing.</p>
<p style="text-align: center">Diante disso, alguns autores afirmam que administrar marketing consiste em criar, desenvolver e manter as trocas de mercado administrando a demanda em relação ao seu nível, à sua duração e à sua natureza. Para eles, os processos de administração de marketing consistem em cinco (5) passos:</p>
<p style="text-align: center">1. <span style="text-decoration: underline">Pesquisa de Mercado</span>: A pesquisa é o ponto inicial para o Marketing e, sem ela, as empresas entrariam em mercados completamente às cegas. Para ser eficaz, o Marketing deve começar com a pesquisa em um determinado mercado, onde poderão ser reveladas várias oportunidades.</p>
<p style="text-align: center">A pesquisa de marketing propicia a preparação de estimativas financeiras – baseadas na estratégia – que indicarão se os retornos atendem aos objetivos financeiros da organização. Analisando a pesquisa as empresas perceberão que, em qualquer mercado, os compradores normalmente são diferentes em suas necessidades, percepções e preferências.</p>
<p style="text-align: center">2. <span style="text-decoration: underline">Segmentação, Definição de Público-Alvo e Posicionamento do Produto</span>: A pesquisa revelará vários segmentos de clientes e, diante disso, o Gerente de Marketing deve decidir onde concentrará os recursos financeiros, logísticos e humanos da sua organização.</p>
<p style="text-align: center">Após isso, ele deverá posicionar seus produtos (e/ou serviços) de forma que os prospect’s (consumidores potenciais) se conscientizem dos benefícios que esses produtos (e/ou serviços) proporcionam a eles. Posicionamento é o esforço de implantar os benefícios e a diferenciação nas mentes desses prospect’s.</p>
<p style="text-align: center">Conforme Philip Kotler uma marca não se posiciona apenas a favor de um benefício e sim de forma mais ampla (“proposta de valor”), respondendo á seguinte pergunta dos consumidores: _ “Por que eu deveria comprar essa marca?”.</p>
<p style="text-align: center">3. <span style="text-decoration: underline">Marketing Mix</span>: Nessa etapa, o Gerente de Marketing deverá estabelecer que ferramentas vão sustentar e propiciar o posicionamento do produto. Essas ferramentas são conhecidas como “os quatro P’s”:</p>
<ul style="text-align: center">
<li><strong>Produto</strong>: É a área do marketing que está preocupada com<strong> </strong>todos os aspectos que envolvem a administração de um produto, buscando desenvolver o produto certo para o mercado certo<strong>.</strong> O Gerente de Marketing deverá decidir sobre como lançar produtos, a garantia que eles podem proporcionar aos seus consumidores, os cuidados com a embalagem, a marca, o número de produtos que serão lançados e as instruções de uso ao consumidor.</li>
<li><strong>Preço</strong>: É o momento de administrar as condições de venda do produto. Após seu desenvolvimento é necessário estabelecer <span style="text-decoration: underline">o preço certo</span><span style="text-decoration: underline"> para o mercado<strong> </strong>certo</span>. A administração do preço deve considerar os aspectos competitivos do segmento, a reação dos consumidores ao preço de venda, os objetivos das empresas, os descontos concedidos, os prazos de pagamento dos clientes, a concessão de crédito aos clientes, a lista de preços para os vendedores e outros.</li>
<li><strong>Praça: </strong>São todas as atividades que tornam o produto disponível e acessível aos consumidores, procurando fazer com que o produto certo esteja disponível no local e no momento em que for necessitado. Essas decisões englobam <span style="text-decoration: underline">o canal de distribuição física do produto</span>, o tipo de intermediário que será utilizado, o nível de serviços à disposição dos clientes, as áreas geográficas a serem cobertas, o tipo de transporte que será usado, a estocagem dos produtos, o armazenamento e a localização das lojas.</li>
<li><strong>Promoção: </strong>São as atividades de comunicação como a propaganda, a promoção de vendas, o merchandising e as relações públicas que informarão ao mercado-alvo sobre o produto e tentarão persuadir os consumidores sobre os benefícios nele contidos.</li>
</ul>
<p style="text-align: center"> 4. <span style="text-decoration: underline">Implementação</span>: Nesse momento, todos os setores da empresa (P&amp;D, Compras, Vendas, Fabricação, RH etc.) devem entrar em ação, embora às vezes ocorram problemas nessa etapa. Dentre as falhas, as principais se concentram no setor de Marketing e Vendas como não fazer pré-vendas (das qualidades do produto e seu preço à força de vendas), propagandas inadequadas, não prestar atendimento prometido e outros.</p>
<p style="text-align: center">5. <span style="text-decoration: underline">Controle</span>: É a etapa final no processo de marketing e pode-se dizer que as empresas que alcançam o sucesso são aquelas que aprendem, obtém feedback do mercado, fazem auditorias, avaliam os resultados e efetuam correções.</p>
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		<title>PIB no Brasil não apresenta crescimento!</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 18:21:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[0% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Todas as atividades que o compõem registraram variações positivas]]></category>
		<category><![CDATA[0%) e indústria (1]]></category>
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		<category><![CDATA[0%). No acumulado nos quatro trimestres terminados no terceiro trimestre de 2011 (12 meses)]]></category>
		<category><![CDATA[0%. Dentre as atividades que contribuem para a geração do valor adicionado]]></category>
		<category><![CDATA[0%. Nos dois primeiros trimestres de 2011]]></category>
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		<category><![CDATA[05 trilhão. O PIB registrou variação nula em relação ao trimestre anterior. Destaque para a agropecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[1%) registraram variações positivas em relação ao segundo trimestre. Já a “Intermediação financeira e seguros” teve crescimento de 1]]></category>
		<category><![CDATA[1%). A contribuição positiva ao desempenho do PIB foi dada pelo setor externo]]></category>
		<category><![CDATA[1%). A indústria]]></category>
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		<category><![CDATA[2% na comparação com o mesmo período de 2010. A formação bruta de capital fixo (FBCF ou investimento planejado)]]></category>
		<category><![CDATA[2% no volume do valor adicionado. Indústria e serviços tiveram variações negativas de -0]]></category>
		<category><![CDATA[2%) e despesa de consumo das famílias (-0]]></category>
		<category><![CDATA[2%) e “Administração]]></category>
		<category><![CDATA[2%). Dentre os serviços (variação de -0]]></category>
		<category><![CDATA[2%. O PIB em valores correntes alcançou 1]]></category>
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		<category><![CDATA[3% no terceiro trimestre de 2011 de acordo com o Banco Central. A despesa de consumo da administração pública cresceu 1]]></category>
		<category><![CDATA[3%). A taxa de investimento no terceiro trimestre de 2011 foi de 20]]></category>
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		<category><![CDATA[4%). O PIB cresceu 2]]></category>
		<category><![CDATA[4%. As demais atividades industriais registraram variações positivas em relação ao trimestre imediatamente anterior: “Extrativa mineral” (0]]></category>
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		<category><![CDATA[6 de Dezembro de 2011. ECONOMIA & FINANÇAS PIB no Brasil não apresenta crescimento! Por Prof. Thiago Flores* Segundo o IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[6%]]></category>
		<category><![CDATA[6% no mesmo trimestre de 2010. No resultado do terceiro trimestre de 2011]]></category>
		<category><![CDATA[6% no terceiro trimestre de 2011 segundo Pesquisa Mensal de Emprego. Além disso]]></category>
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		<category><![CDATA[7 bilhões contra R$ 949]]></category>
		<category><![CDATA[7%]]></category>
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		<category><![CDATA[7% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. No acumulado em 2011 até setembro]]></category>
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		<category><![CDATA[7%. O PIB a preços de mercado no acumulado em 2011 apresentou crescimento de 3]]></category>
		<category><![CDATA[7%. Pela ótica do gasto]]></category>
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		<category><![CDATA[8% no terceiro trimestre de 2011]]></category>
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		<category><![CDATA[8%). O desempenho da ”Construção civil” no trimestre é corroborado pelo aumento da população ocupada no setor e pelo desempenho do crédito direcionado. O volume do valor adicionado da “Extrativa miner]]></category>
		<category><![CDATA[9 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[9 bilhões em 2010. * Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV]]></category>
		<category><![CDATA[9 bilhões no mesmo período do ano anterior. A renda nacional bruta atingiu R$ 1.028]]></category>
		<category><![CDATA[9%]]></category>
		<category><![CDATA[9% e -0]]></category>
		<category><![CDATA[9% e a agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[9% em relação a igual período do ano anterior. Essa taxa pode ser explicada pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e apresentaram crescimento d]]></category>
		<category><![CDATA[9%) foi puxada pela “Indústria de transformação”]]></category>
		<category><![CDATA[a despesa de consumo das famílias apresentou crescimento de 2]]></category>
		<category><![CDATA[a indústria]]></category>
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		<category><![CDATA[a poupança bruta atingiu R$ 196]]></category>
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		<category><![CDATA[armazenagem e correio” e “Administração]]></category>
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		<category><![CDATA[principalmente]]></category>
		<category><![CDATA[Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ® www.ffconsult.com ffconsult@ffconsult.com twitter.com/FF_Consult www.facebook.com/FFConsult ffconsult.blog.com www.youtube.com/u]]></category>
		<category><![CDATA[puxado pela elevação da extração de minério de ferro. A “Indústria de transformação”]]></category>
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		<description><![CDATA[São Paulo,6 de Dezembro de 2011. ECONOMIA &#38; FINANÇAS PIB no Brasil não apresenta crescimento! Por Prof. Thiago Flores* Segundo o IBGE, em relação ao segundo trimestre de 2011, o PIB (Produto Interno Bruto) a preços de mercado do terceiro trimestre apresentou variação nula (0,0%), levando-se em consideração a série com ajuste sazonal. O destaque foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">São Paulo,6 de Dezembro de 2011.</p>
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p align="center">PIB no Brasil não apresenta crescimento!</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>Segundo o IBGE, em relação ao segundo trimestre de 2011, o PIB (Produto Interno Bruto) a preços de mercado do terceiro trimestre apresentou variação nula (0,0%), levando-se em consideração a série com ajuste sazonal. O destaque foi para agropecuária, com aumento de 3,2% no volume do valor adicionado. Indústria e serviços tiveram variações negativas de -0,9% e -0,3%, respectivamente.</p>
<p>Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, o PIB cresceu 2,1% e, dentre as atividades econômicas, destacou-se o aumento da agropecuária (6,9%), seguida por serviços (2,0%) e indústria (1,0%).</p>
<p>No acumulado nos quatro trimestres terminados no terceiro trimestre de 2011 (12 meses), o crescimento foi de 3,7% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. No acumulado em 2011 até setembro, o PIB apresentou uma expansão de 3,2%. O PIB em valores correntes alcançou 1,05 trilhão.</p>
<p>O PIB registrou variação nula em relação ao trimestre anterior. Destaque para a agropecuária, que cresceu 3,2%, enquanto que indústria e serviços tiveram variação negativa.</p>
<p>A queda da indústria (-0,9%) foi puxada pela “Indústria de transformação”, cujo índice de volume do valor adicionado reduziu-se em 1,4%. As demais atividades industriais registraram variações positivas em relação ao trimestre imediatamente anterior: “Extrativa mineral” (0,9%), “Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana” (0,8%) e “Construção civil” (0,2%).</p>
<p>Dentre os serviços (variação de -0,3%), as variações negativas em volume se deram no “Comércio” (-1,0%), “Outros serviços” (-0,5%) e “Serviços de informação” (-0,3%). “Atividades imobiliárias e aluguel” (0,4%), “Transporte, armazenagem e correio” (0,2%) e “Administração, saúde e educação pública” (0,1%) registraram variações positivas em relação ao segundo trimestre. Já a “Intermediação financeira e seguros” teve crescimento de 1,7%.</p>
<p>Pela ótica do gasto, todos os componentes da demanda interna apresentaram variações negativas no terceiro trimestre deste ano:despesa de consumo da administração pública (-0,7%), formação bruta de capital fixo (-0,2%) e despesa de consumo das famílias (-0,1%). A contribuição positiva ao desempenho do PIB foi dada pelo setor externo, que registrou crescimento das exportações (1,8%) e redução das importações de bens e serviços (-0,4%).</p>
<p>O PIB cresceu 2,1% no terceiro trimestre de 2011 em relação a igual período de 2010, sendo que o Valor Adicionado a Preços Básicos aumentou 2,0%, e os impostos sobre produtos líquidos de subsídios cresceram 3,0%.</p>
<p>Dentre as atividades que contribuem para a geração do valor adicionado, o destaque foi a agropecuária, que neste trimestre cresceu 6,9% em relação a igual período do ano anterior. Essa taxa pode ser explicada pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e apresentaram crescimento da produtividade, como é o caso da mandioca (estimativa de crescimento de produção em 2011 de 7,3%), feijão (6,1%) e laranja (3,1%).</p>
<p>A indústria, que nesta base de comparação vem apresentando trajetória de desaceleração desde o segundo trimestre de 2010, cresceu 1,0%. Nos dois primeiros trimestres de 2011, o crescimento havia sido de 3,8% e 2,1%, na ordem. Dentre as atividades industriais, as maiores expansões ocorreram em “Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana” (4,0%) e na “Construção civil” (3,8%). O desempenho da ”Construção civil” no trimestre é corroborado pelo aumento da população ocupada no setor e pelo desempenho do crédito direcionado. O volume do valor adicionado da “Extrativa mineral” teve aumento de 2,7%, puxado pela elevação da extração de minério de ferro. A “Indústria de transformação”, por sua vez, registrou queda de -0,6%, resultado influenciado, principalmente, pela redução da produção de automóveis, têxteis, artigos do vestuário, calçados e produtos químicos em geral, com destaque para os farmacêuticos.</p>
<p>O valor adicionado de serviços cresceu 2,0% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Todas as atividades que o compõem registraram variações positivas, com destaque para os “Serviços de informação”, que cresceram 4,4%, e a “Intermediação financeira e seguros”, onde a expansão foi de 3,0%. “Transporte, armazenagem e correio” e “Administração, saúde e educação pública”apresentaram crescimento de 2,1% e 2,0%, respectivamente. No “Comércio” (atacadista e varejista) a expansão foi de 1,7%. A atividade “Outros serviços” cresceu 1,5%. Por fim, “Serviços imobiliários e aluguel” cresceram 1,4%.</p>
<p>Pelo lado da demanda interna, a despesa de consumo das famílias apresentou crescimento de 2,8%, sendo a trigésima segunda variação positiva consecutiva nessa base de comparação. Um dos fatores que contribuíram para este resultado foi o comportamento da massa salarial real, que teve elevação de 2,6% no terceiro trimestre de 2011 segundo Pesquisa Mensal de Emprego. Além disso, houve um aumento, em termos nominais, do saldo de operações de crédito do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas de 18,3% no terceiro trimestre de 2011 de acordo com o Banco Central. A despesa de consumo da administração pública cresceu 1,2% na comparação com o mesmo período de 2010.</p>
<p>A formação bruta de capital fixo (FBCF ou investimento planejado), por sua vez, registrou expansão de 2,5% em relação a igual período do ano anterior. Dentre os fatores que contribuem para explicar este crescimento, destacam-se o desempenho da construção civil e a expansão da produção interna de máquinas e equipamentos.</p>
<p>Pelo lado da demanda externa, as exportações e as importações de bens e serviços apresentaram crescimento nesta comparação, de 4,1% e 5,8%, respectivamente. A valorização cambial ajuda a explicar o maior crescimento relativo das importações. Os produtos da pauta de importação que mais contribuíram para esse resultado foram “veículos”; “equipamentos eletrônicos”; “material elétrico”; “têxteis, vestuário e calçados”; “extrativa mineral”; “plásticos”; e “químicos”.</p>
<p>O PIB a preços de mercado acumulado nos quatro trimestres terminados no terceiro trimestre de 2011 cresceu 3,7% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores, resultado da elevação de 3,3% do valor adicionado a preços básicos e do aumento de 6,1% nos impostos sobre produtos. Dentre as atividades econômicas, os serviços cresceram 3,6%, a indústria, 2,9% e a agropecuária, 2,7%.</p>
<p>O PIB a preços de mercado no acumulado em 2011 apresentou crescimento de 3,2%, em relação a igual período de 2010. Nesta base de comparação, o volume do valor adicionado dos serviços cresceu 3,2%, seguido pela agropecuária (2,8%) e pela indústria (2,3%).</p>
<p>A taxa de investimento no terceiro trimestre de 2011 foi de 20,0% do PIB, inferior à taxa referente a igual período do ano anterior (20,5%). A taxa de poupança alcançou 18,8% no terceiro trimestre de 2011, ante 19,6% no mesmo trimestre de 2010.</p>
<p>No resultado do terceiro trimestre de 2011, a necessidade de financiamento alcançou R$ 19,7 bilhões contra R$ 24,9 bilhões no mesmo período do ano anterior. A renda nacional bruta atingiu R$ 1.028,7 bilhões contra R$ 949,0 bilhões em igual período do ano anterior; e, nessa mesma comparação, a poupança bruta atingiu R$ 196,9 bilhões, contra R$ 188,9 bilhões em 2010.</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Analisando Algumas Tendências de Marketing</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 19:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
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		<description><![CDATA[Quais as Principais Tendências Apontadas Por Kotler Para o Século XXI? Que Previsões se Concretizaram? O Que Falta Para Algumas Tendências se Realizarem? &#160; Palavras Chaves: Organizações, Tendências, Estratégias, Canal, SEBRAE, Consumidores, Franqueados. &#160; Em seu livro “Marketing Para o Século 21”, Philip Kotler nos mostra como seria o Marketing praticado pelas organizações nessa primeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center">
<p style="text-align: center" align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm7.static.flickr.com/6101/6393899183_24206925d7_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />Quais as Principais Tendências Apontadas Por Kotler Para o Século XXI? Que Previsões se Concretizaram? O Que Falta Para Algumas Tendências se Realizarem?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center" align="center"><strong>Palavras Chaves</strong>: Organizações, Tendências, Estratégias, Canal, SEBRAE, Consumidores, Franqueados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">Em seu livro “Marketing Para o Século 21”, Philip Kotler nos mostra como seria o Marketing praticado pelas organizações nessa primeira década do presente século. Para ele, até o final desse período, as empresas estariam praticando um Marketing completamente diferente daquele praticado até 1999 e, em função dessa importância, tentaremos analisar nesse texto as algumas tendências apontadas no livro.</p>
<p style="text-align: center">Kotler afirmou que a intermediação de atacadistas e varejistas sofreria uma significativa redução, em relação ao considerável aumento do comércio eletrônico. “Todos os produtos estarão disponíveis virtualmente e, conseqüentemente, não será mais necessário os clientes irem às lojas” – afirmou ele.</p>
<p style="text-align: center">Além disso, “a maioria dos compradores das organizações preferirá encontrar seus fornecedores na tela do computador, em vez de pessoalmente, nos seus escritórios”.</p>
<p style="text-align: center">Não foi o que mostrou a pesquisa realizada pelo site de compras coletivas Negócios Urbanos, o qual afirma que a maioria das empresas ainda considera a Internet “o canal de compras do futuro” e, boa parte delas, nunca utilizou esse tipo de site para suas demandas corporativas.</p>
<p style="text-align: center">Quando perguntados onde faziam compras para suas empresas, a maioria respondeu grandes atacadistas – como Kalunga (59%) e Lojas Americanas (13%).</p>
<p style="text-align: center">Por outro lado, Kotler afirma em seu livro que a maioria das empresas – hoje – faria parte de uma grande rede e por isso mesmo dependeriam de alianças estratégicas com outras organizações.</p>
<p style="text-align: center">Atualmente é visível que as empresas unem suas forças em redes e centrais de negócios a fim de ganharem competitividade, enfrentarem a concorrência e se manterem no mercado. O total de associações no País deve aumentar em 45% em 2011.</p>
<p style="text-align: center">Conforme o SEBRAE o total de associações passará de 840 para mais de 1,2 mil em 70 segmentos da economia e, somente no Rio Grande do Norte, o faturamento médio estimado das 26 redes chegará a R$ 1,56 bilhão por ano (Revista EXAME Nov. / 2011), confirmando a tendência do livro.</p>
<p style="text-align: center">Para Kotler o fluxo de consumidores no varejo iria diminuir de forma acentuada nessa primeira década do século XXI e, por causa disso, muitos comerciantes instalariam cinemas e outras formas de laser em seus estabelecimentos – para oferecerem uma “experiência” aos consumidores em vez de grande variedade de produtos.</p>
<p style="text-align: center">De forma geral pode-se afirmar que o número de consumidores em lojas varejistas vem se mantendo, embora em datas especiais – Natal e Dia das Mães – vem até aumentando. Em contrapartida, confirma-se a previsão de Kotler sobre o número cada vez maior de empresas que apresentam plataformas de produtos <em>online</em>, nas quais os consumidores podem projetar as especificações que desejarem nos produtos que comprarão.</p>
<p style="text-align: center">Outra previsão que não vem se confirmando é a de que muitos vendedores de campo se tornariam franqueados e não seriam mais funcionários das organizações. Devemos lembrar que no Brasil ainda prevalece a cultura de ser empregado numa empresa, pois além de não ser preparado para o empreendedorismo a maioria de nós ainda acha isso mais cômodo.</p>
<p style="text-align: center">No campo das previsões não concretizadas pode-se incluir que as empresas não estão conseguindo reter seus clientes – como Kotler havia previsto – e, muito menos, superar suas expectativas. Além disso, a propaganda em massa na TV não diminuiu e os jornais (e revistas) impressos continuam vendo seus mercados crescerem.</p>
<p style="text-align: center">Por outro lado, sua previsão de que as organizações não seriam mais capazes de sustentar suas vantagens competitivas vem se concretizando, pois muitos concorrentes vêm copiando rapidamente qualquer vantagem competitiva, utilizando-se principalmente do benchmarking.</p>
<p style="text-align: center">Sendo assim, pode-se inferir que a única vantagem sustentável de uma organização está na sua capacidade de aprender e mudar constantemente – cada vez com maior rapidez.</p>
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		<link>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/economia/1385/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 15:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[1 p.p. e 0]]></category>
		<category><![CDATA[1% e 4%]]></category>
		<category><![CDATA[1% nas lastreadas em moeda estrangeira. O crédito direcionado alcançou R$689]]></category>
		<category><![CDATA[1% no mês]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhão no mercado secundário. O saldo total do crédito bancário situou-se em R$1.946 bilhões em outubro]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhões e R$332]]></category>
		<category><![CDATA[2 p.p.]]></category>
		<category><![CDATA[2 p.p. no custo médio das operações a pessoas jurídicas]]></category>
		<category><![CDATA[2% e 17]]></category>
		<category><![CDATA[2% no crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[2% no saldo relativo ao BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[2%. As taxas de inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[20]]></category>
		<category><![CDATA[3 p.p. na taxa referente a pessoas físicas]]></category>
		<category><![CDATA[3% no saldo médio do papel-moeda emitido e redução de 1]]></category>
		<category><![CDATA[30 de Novembro de 2011. ECONOMIA & FINANÇAS Tudo sobre o crédito bancário e empréstimos Por Prof. Thiago Flores* Segundo o BC]]></category>
		<category><![CDATA[4 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[4 bilhões em outubro]]></category>
		<category><![CDATA[4 bilhões nas operações do Tesouro Nacional e em R$4]]></category>
		<category><![CDATA[4 bilhões. Essa evolução resultou das reduções de 4]]></category>
		<category><![CDATA[4%]]></category>
		<category><![CDATA[4% e as relativas a conta garantida aumentaram 6]]></category>
		<category><![CDATA[4% e volume de R$136]]></category>
		<category><![CDATA[4% em doze meses]]></category>
		<category><![CDATA[4% em doze meses. O crescimento mais moderado observado em outubro foi]]></category>
		<category><![CDATA[4% no mês. Dentre as operações destinadas às empresas]]></category>
		<category><![CDATA[4%. A intensificação da demanda por modalidades de crédito prontamente disponíveis e de custo mais elevado resultou em elevação da taxa média de juros às famílias. Assim]]></category>
		<category><![CDATA[40]]></category>
		<category><![CDATA[5 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[5 bilhões em outubro]]></category>
		<category><![CDATA[5 bilhões nos depósitos de instituições financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[5 p.p.]]></category>
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		<category><![CDATA[5% nas reservas bancárias. Os fluxos mensais dos fatores de emissão monetária foram contracionistas em R$5]]></category>
		<category><![CDATA[6 bilhões e participação de 4]]></category>
		<category><![CDATA[6% do total de operações do sistema financeiro. O saldo referente a pessoas físicas cresceu 1]]></category>
		<category><![CDATA[6% e 17]]></category>
		<category><![CDATA[6% em outubro de 2010. As participações relativas dos bancos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[6% na dívida bancária dos estados e municípios. A evolução do crédito]]></category>
		<category><![CDATA[6% no mês e de 4]]></category>
		<category><![CDATA[7 bilhões de títulos do Tesouro Nacional no mercado primário e compras líquidas de R$1]]></category>
		<category><![CDATA[7% e 13]]></category>
		<category><![CDATA[7% em outubro]]></category>
		<category><![CDATA[7% na dívida referente ao governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[7% no mês e 22% em doze meses. A variação mensal decorreu das elevações de 2]]></category>
		<category><![CDATA[7% no PIB]]></category>
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		<category><![CDATA[8%]]></category>
		<category><![CDATA[8% a.a. A maior dificuldade para a renovação de operações e para o pagamento de prestações]]></category>
		<category><![CDATA[8% do segmento. O crédito ao setor privado]]></category>
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		<category><![CDATA[9 bilhões]]></category>
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		<category><![CDATA[Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ® www.ffconsult.com ffconsult@ffconsult.com twitter.com/FF_Consult www.facebook.com/FFConsult ffconsult.blog.com www.youtube.com/u]]></category>
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		<description><![CDATA[São Paulo, 30 de Novembro de 2011. ECONOMIA &#38; FINANÇAS Tudo sobre o crédito bancário e empréstimos Por Prof. Thiago Flores* Segundo o BC, a média dos saldos diários da base monetária alcançou R$185,5 bilhões em outubro, assinalando acréscimos de 0,6% no mês e de 4,8% em doze meses. No mês, verificou-se elevação de 1,3% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">São Paulo, 30 de Novembro de 2011.</p>
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p align="center">Tudo sobre o crédito bancário e empréstimos</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>Segundo o BC, a média dos saldos diários da base monetária alcançou R$185,5 bilhões em outubro, assinalando acréscimos de 0,6% no mês e de 4,8% em doze meses. No mês, verificou-se elevação de 1,3% no saldo médio do papel-moeda emitido e redução de 1,5% nas reservas bancárias. Os fluxos mensais dos fatores de emissão monetária foram contracionistas em R$5,4 bilhões nas operações do Tesouro Nacional e em R$4,5 bilhões nos depósitos de instituições financeiras, os quais incluem os recolhimentos compulsórios. Esses impactos foram neutralizados pelas operações com títulos públicos federais, expansionistas em R$9,9 bilhões, que refletiram resgates líquidos de R$8,7 bilhões de títulos do Tesouro Nacional no mercado primário e compras líquidas de R$1,2 bilhão no mercado secundário.</p>
<p>O saldo total do crédito bancário situou-se em R$1.946 bilhões em outubro, com aumentos de 0,8% no mês e de 18,4% em doze meses. O crescimento mais moderado observado em outubro foi, em parte, influenciado pela greve dos bancários ocorrida naquele mês. A relação empréstimos totais/PIB permaneceu inalterada em 48,5%, ante 45,6% em outubro de 2010. As participações relativas dos bancos públicos, instituições privadas nacionais e estrangeiras no crédito total do sistema financeiro mantiveram-se relativamente estáveis, situando-se em 42,4%, 40,2% e 17,4%, respectivamente.</p>
<p>O volume de crédito com recursos livres totalizou R$1.257 bilhões, após elevações de 0,8% no mês e 16,4% em doze meses, correspondendo a 64,6% do total de operações do sistema financeiro. O saldo referente a pessoas físicas cresceu 1,1% no mês, ao atingir R$629,4 bilhões, refletindo a maior utilização do cheque especial e do cartão de crédito, que compensaram a queda na contratação de crédito pessoal, associada à greve bancária. No segmento corporativo, o estoque atingiu R$627,5 bilhões, após aumento mensal de 0,5%, resultante do incremento de 0,8% nas operações com recursos domésticos e da retração de 2,1% nas lastreadas em moeda estrangeira.</p>
<p>O crédito direcionado alcançou R$689,4 bilhões em outubro, expandindo-se 0,7% no mês e 22% em doze meses. A variação mensal decorreu das elevações de 2,7% no segmento habitacional e de 1,2% no crédito rural, em oposição à retração de 0,2% no saldo relativo ao BNDES, que corresponde a 57,8% do segmento.</p>
<p>O crédito ao setor privado, computadas as operações com recursos livres e direcionados, refletiu, em outubro, menor demanda das atividades empresariais, assim como os efeitos da apreciação cambial nos financiamentos lastreados em recursos externos. Nesse contexto, os saldos dos empréstimos à indústria, comércio e outros serviços totalizaram, nessa ordem, R$404 bilhões, R$198,2 bilhões e R$332,2 bilhões, acumulando avanços de 14%, 20,6% e 17,8%, respectivamente, nos últimos doze meses.</p>
<p>Os financiamentos habitacionais destinados à aquisição e construção de moradias se mantêm como a modalidade de crédito de crescimento mais intenso, atingindo saldo de R$189,6 bilhões e participação de 4,7% no PIB, após expansão de 46,9% em doze meses. Na mesma base de comparação, a carteira de crédito rural alcançou crescimento de 12,4% e volume de R$136,5 bilhões, destacando-se, em outubro, o aumento de recursos para custeio da safra 2011/2012.</p>
<p>O saldo dos financiamentos destinados ao setor público recuaram 2,7% em outubro, totalizando R$72,4 bilhões. Essa evolução resultou das reduções de 4,7% na dívida referente ao governo federal, a qual refletiu o efeito da apreciação cambial em operações indexadas ao câmbio, e de 0,6% na dívida bancária dos estados e municípios.</p>
<p>A evolução do crédito, em outubro, foi influenciada pela greve bancária, que restringiu parcialmente o acesso aos serviços bancários, afetando, principalmente, o crédito a pessoas físicas, em particular o crédito pessoal e o consignado, modalidades cujas médias diárias das concessões recuaram 4,7% e 13,4% no mês. Dentre as operações destinadas às empresas, as contratações médias diárias destinadas a capital de giro recuaram 0,4% e as relativas a conta garantida aumentaram 6,4%.</p>
<p>A intensificação da demanda por modalidades de crédito prontamente disponíveis e de custo mais elevado resultou em elevação da taxa média de juros às famílias. Assim, a taxa média de juros do crédito referencial aumentou 0,5 p.p., situando-se em 39,5% a.a. em outubro, a partir da elevação de 1,3 p.p. na taxa referente a pessoas físicas, que alcançaram 47% a.a., e da redução de 0,2 p.p. no custo médio das operações a pessoas jurídicas, situado em 29,8% a.a.</p>
<p>A maior dificuldade para a renovação de operações e para o pagamento de prestações, em decorrência da interrupção das atividades bancárias, condicionou a evolução mensal dos indicadores de inadimplência. Dessa forma, os atrasos de 15 a 90 dias subiram 0,5 p.p. nas operações a pessoas físicas, atingindo 6,9%, enquanto, nas referentes a pessoas jurídicas, aumentaram 0,2 p.p., situando-se em 2,2%. As taxas de inadimplência, considerados os atrasos superiores a 90 dias nos respectivos segmentos, alcançaram 7,1% e 4%, após elevações de 0,1 p.p. e 0,2 p.p., nessa ordem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Nascimento de Produtos Inovadores</title>
		<link>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/ferramentas-de-gerenciamento/o-nascimento-de-produtos-inovadores/</link>
		<comments>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/ferramentas-de-gerenciamento/o-nascimento-de-produtos-inovadores/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 20:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas de Gerenciamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quais os Cuidados Necessários No Lançamento de Produtos Inovadores? Quais as Principais Causas de Sucesso ou Fracasso de Um Novo Produto?   &#160; Muitos concordam que a inovação de produtos é vital para o crescimento, lucratividade e para a longevidade das organizações, embora o lançamento de produtos inovadores represente um grande risco para as empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm8.static.flickr.com/7025/6393903805_50605e684e_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />Quais os Cuidados Necessários No Lançamento de Produtos Inovadores? Quais as Principais Causas de Sucesso ou Fracasso de Um Novo Produto?  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">Muitos concordam que a inovação de produtos é vital para o crescimento, lucratividade e para a longevidade das organizações, embora o lançamento de produtos inovadores represente um grande risco para as empresas porque a maior parte dos recursos de P&amp;D (Pesquisas e Desenvolvimento) é gasta em idéias de produtos mal-sucedidos.</p>
<p style="text-align: center">Pesquisa aplicada a cinqüenta (50) importantes companhias nos EUA mostrou que cerca de sessenta (60) diferentes idéias são desenvolvidas para gerar apenas um novo produto comercialmente bem-sucedido. Também mostrou que o maior risco no lançamento de novos produtos está no estágio de introdução do produto no mercado.</p>
<p style="text-align: center">As estimativas de novos produtos mal-sucedidos no mercado mundial variam de 10% a 80% do total de lançamentos. Já uma pesquisa feita pela National Industrial Conference Board, Inc. especifica que 30% dos novos produtos introduzidos no mercado brasileiro são mal-sucedidos. Isso demonstra que existe uma grande discrepância nos resultados de cada estudo quando comparados entre si e isto se deve a diferentes definições de produto novo:</p>
<p style="text-align: center">q  Diferentes significados para sucesso e insucesso;</p>
<p style="text-align: center">q  Amostra de empresas escolhidas; e</p>
<p style="text-align: center">q  Estágio de desenvolvimento tecnológico de economia.</p>
<p style="text-align: center">Estamos assistindo ao inicio de uma revolução, mas não uma revolução completa: apenas um giro de 180 graus que coloca os consumidores – e as pessoas que interagem diretamente com eles – no topo do organograma e não na base.</p>
<p style="text-align: center">Isso significa que a administração das organizações agora precisa estar na base a fim de dar suporte, transformando-se no alimento necessário para sustentar essas relações tão importantes com os consumidores.</p>
<p style="text-align: center">No modelo tradicional, a empresa poderia servir aos administradores concentrando-se em necessidades definidas pelos consumidores. Porém, a tendência é criar empresas que existam para servir a seus clientes – tenham ou não forte base tecnológica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><strong><span style="text-decoration: underline">Possíveis Causas de Sucesso ou Fracasso de Novos Produtos</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">É fato que novos produtos fracassam continuamente e, alguns estudiosos estimam que cerca de 75% dos novos produtos fracassam no lançamento.  Mas, segundo Kotler isso ocorre em função de vários fatores:</p>
<p style="text-align: center">q  Executivos que forçam a implantação de idéias favoritas, desconsiderando constatações negativas.</p>
<p style="text-align: center">q  Superestimar o tamanho do mercado.</p>
<p style="text-align: center">q  Produto não bem desenhado.</p>
<p style="text-align: center">q  Posicionamento incorreto.</p>
<p style="text-align: center">q  Falhas na divulgação e na formulação do preço de venda (muito caro).</p>
<p style="text-align: center">q  Investimentos no desenvolvimento, superando o esperado e a concorrência reagindo além do esperado.</p>
<p style="text-align: center">Planejamento ruim é a principal razão do fracasso de novos produtos; ou seja, fatores que poderiam ter sido previstos são negligenciados ou ignorados. Interligado ao descuido no planejamento está o gerenciamento inadequado.</p>
<p style="text-align: center">O gerenciamento é responsável pelo processo de planejamento e pela autorização de programas de desenvolvimento de novos produtos. Se ocorrem falhas no planejamento e o gerenciamento não identificar tais falhas, certamente o sucesso do produto ficará comprometido.</p>
<p style="text-align: center">Dentre os profissionais de marketing, outra causa citada como fracasso são as pesquisas de mercado com falhas, ou com dados insuficientes. Entretanto, o problema não está na pesquisa em si, mas na maneira como ela é utilizada: _ um engano na leitura das necessidades dos clientes, pouquíssimos testes de campo ou previsões excessivamente otimistas de necessidade e aceitabilidade no mercado.</p>
<p style="text-align: center">Alguns lançamentos mal sucedidos podem ser citados como a sofisticada linha de fraldas da Procter &amp; Gamble – cujo preço (na década de 90) era incompatível com o orçamento da dona de casa brasileira – a KFC – que não conseguiu ser bem sucedida no Brasil, com sua rede de frango frito – e a Campbell – com sua linha de sopas em lata, no final dos anos 70.</p>
<p style="text-align: center">Dentre os fatores a serem considerados para o fracasso destes produtos está o desconhecimento de algumas características do mercado brasileiro e, no caso das sopas, a empresa foi alertada por uma consultoria de que ela teria mais sucesso com sua linha de confeitos e pães porque o clima não favorecia o consumo de sopas.</p>
<p style="text-align: center">Outros atribuem o fracasso de novos produtos às empresas que falham ao oferecerem um benefício único, ou subestimar a concorrência. Atribuem ainda ao fato de algumas organizações terem problemas com o <strong><em>design</em></strong> do novo produto ou também ao custo de produção do produto superar o esperado. Especificam, de forma mais detalhada, as possíveis razões do fracasso de novos produtos:</p>
<p style="text-align: center">q  Falta de demanda primária;</p>
<p style="text-align: center">q  Barreiras de difusão;</p>
<p style="text-align: center">q  Falta de diferenciação;</p>
<p style="text-align: center">q  Preço inadequado;</p>
<p style="text-align: center">q  Planejamento estratégico deficiente;</p>
<p style="text-align: center">q  Reação da concorrência;</p>
<p style="text-align: center">q  Falhas no desempenho do produto; e</p>
<p style="text-align: center">q  Programação tardia.</p>
<p style="text-align: center">Analisando a posição dos vários estudos verifica-se que, de formas semelhantes, todos alertam para os cuidados necessários a serem observados, no intuito de que com o lançamento de um novo produto, a organização possa efetivamente alcançar o sucesso e a garantia de sua sobrevivência no mercado. Também vale ressaltar a necessidade de se conhecer o consumidor potencial do novo produto.</p>
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		<item>
		<title>Níveis de Desempenho em Marketing</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 22:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Como Aumentar o Desempenho de Marketing de Uma Organização? Quais as Principais Atitudes de Marketing Adotadas Pelos Departamentos de Uma Empresa Vencedora? Equivocadamente, muitas pessoas vêm afirmando que o Marketing é, acima de tudo, um “importante departamento” dentro das organizações. É verdade que muitas empresas possuem até um bom departamento de marketing, no qual se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm7.static.flickr.com/6101/6393899183_24206925d7_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />Como Aumentar o Desempenho de Marketing de Uma Organização? Quais as Principais Atitudes de Marketing Adotadas Pelos Departamentos de Uma Empresa Vencedora?</strong></p>
<p>Equivocadamente, muitas pessoas vêm afirmando que o Marketing é, acima de tudo, um “importante departamento” dentro das organizações. É verdade que muitas empresas possuem até um bom departamento de marketing, no qual se concentram grande parte das idéias geniais que antecederam a bons produtos.</p>
<p>Porém, se as atitudes e o trabalho de marketing se concentrassem apenas nesse setor as organizações não se sairiam tão bem assim e, muito menos, haveria bons lançamentos de produtos.</p>
<p>Uma empresa pode até ter um melhor Departamento de Marketing do que os concorrentes do segmento em que atua e, mesmo assim, pode não conseguir bom desempenho com seus produtos e/ou serviços. Em grande parte isso ocorre devido a falta de preocupação de outros setores com os ativos mais importantes de uma organização – os seus clientes.</p>
<p>Muitos concordam que o Marketing é tão importante que não deveria ficar apenas sob a responsabilidade de um departamento. Para esses, as atitudes e o<em> </em>trabalho de marketing deveriam ser desenvolvidos desde o mais humilde dos funcionários da empresa até o seu próprio presidente.</p>
<p>Organizações vencedoras fazem com que todos os seus departamentos sejam orientados para os clientes, concentrando-se na conquista e na manutenção de seus consumidores.</p>
<p>Diante disso, veremos abaixo alguns exemplos de preocupações com os clientes de alguns setores das empresas vencedoras, os quais certamente aumentam os níveis de desempenho em Marketing:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline">Departamento de Marketing</span>: Desenvolvem produtos e/ou serviços específicos para cada público-alvo. Ou seja, praticam o Marketing-On-To-One (Individual). Avaliam continuamente a imagem da organização e a satisfação dos consumidores. Influenciam todos os outros setores da organização a se concentrarem no cliente.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Departamento de Vendas</span>: Os vendedores conhecem profundamente os setores que atuam e o perfil de seus clientes. Esforçam-se para oferecer aos clientes as melhores soluções. Sempre informam à organização sobre as necessidades específicas e as idéias dos seus clientes. Internamente, estabelecem alto padrão de atendimento ao cliente, operando um SAC eficiente que responde às solicitações, lida com reclamações e soluciona problemas de forma satisfatória e em tempo mínimo.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Departamento de Compras</span>: Não abrem mão da qualidade em benefício de preços mais baixos. Desenvolvem parcerias de longo prazo com fornecedores específicos.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Departamento de Produção</span>: Convidam clientes a visitarem suas instalações e visitam as instalações de clientes a fim de verificarem como estão sendo utilizados os produtos fornecidos pela organização. Melhoram continuamente a qualidade dos produtos, atendendo às exigências dos clientes quanto à customização.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Departamento de Pesquisa &amp; Desenvolvimento</span>: Se reúnem com freqüência aos clientes da organização a fim de ouvirem seus problemas e sugestões. Estão sempre dispostos a envolverem outros departamentos – Marketing, Produção e outros – em cada novo projeto. Fazem benchmarking dos produtos dos concorrentes, melhorando continuamente seu próprio produto baseado no feedback do mercado.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Departamento Financeiro</span>: Apóiam os investimentos de Marketing relacionados a conquistar a preferência e a fidelização de clientes. Preparam faturas e relatórios específicos às necessidades dos clientes e respondem às suas consultas com rapidez e cortesia.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Setor Externo</title>
		<link>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/economia/setor-externo/</link>
		<comments>http://www.gerenciamentoeconomico.com.br/economia/setor-externo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 16:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhões no mês e de US$47]]></category>
		<category><![CDATA[1%. As remessas líquidas de renda de investimentos em carteira atingiram US$242 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[13]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhão]]></category>
		<category><![CDATA[2 bilhão de empréstimos diretos]]></category>
		<category><![CDATA[2% nos gastos de estrangeiros no País. As despesas líquidas com transportes]]></category>
		<category><![CDATA[22 de Novembro de 2011. ECONOMIA & FINANÇAS Setor Externo Por Prof. Thiago Flores* Segundo o BC]]></category>
		<category><![CDATA[3]]></category>
		<category><![CDATA[3 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[3 bilhões em setembro]]></category>
		<category><![CDATA[3 bilhões nos últimos 12 meses]]></category>
		<category><![CDATA[3 bilhões. Os empréstimos de longo prazo registraram amortizações líquidas de US$1 bilhão]]></category>
		<category><![CDATA[3% ante mesmo período de 2010]]></category>
		<category><![CDATA[30% inferiores ao mesmo mês do ano anterior. Houve elevação de 6]]></category>
		<category><![CDATA[4 bilhões no mês]]></category>
		<category><![CDATA[4 bilhões. A conta financeira registrou ingressos líquidos de US$3 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[4 bilhões. Os investimentos estrangeiros diretos somaram ingressos líquidos de US$5]]></category>
		<category><![CDATA[4%]]></category>
		<category><![CDATA[4% inferiores a outubro de 2010]]></category>
		<category><![CDATA[5 bilhão]]></category>
		<category><![CDATA[5 bilhão em outubro. As saídas de recursos destinados a aumento da participação no capital de empresas estrangeiras somaram US$954 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[5 bilhões no mês. Os empréstimos de curto prazo atingiram amortizações líquidas de US$540 milhões em outubro. * Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV]]></category>
		<category><![CDATA[5%]]></category>
		<category><![CDATA[6 bilhão]]></category>
		<category><![CDATA[6 bilhão no mês]]></category>
		<category><![CDATA[6 bilhões no mês]]></category>
		<category><![CDATA[6 bilhões. A conta de serviços registrou déficit de US$3]]></category>
		<category><![CDATA[6%]]></category>
		<category><![CDATA[6% nas remessas líquidas de renda de outros investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[7 bilhões e as amortizações líquidas de empréstimos intercompanhia]]></category>
		<category><![CDATA[7% frente ao resultado de outubro de 2010. As remessas líquidas de renda de investimento direto]]></category>
		<category><![CDATA[7% nos gastos de brasileiros no exterior e de 21]]></category>
		<category><![CDATA[8 bilhão]]></category>
		<category><![CDATA[8% acima do ocorrido em igual período de 2010. As despesas líquidas com viagens internacionais totalizaram US$1]]></category>
		<category><![CDATA[9%]]></category>
		<category><![CDATA[a balança comercial foi superavitária em US$2]]></category>
		<category><![CDATA[ante saídas líquidas de US$425 milhões em setembro. As amortizações líquidas de notes e commercial papers somaram US$30 milhões em outubro. Os outros investimentos brasileiros no exterior somaram apli]]></category>
		<category><![CDATA[ante saídas líquidas de US$933 milhões em setembro. Os investimentos em ações registraram ingressos líquidos de US$427 milhões. Os investimentos em títulos de renda fixa negociados no País apresentara]]></category>
		<category><![CDATA[ante US$6]]></category>
		<category><![CDATA[ante US$84 milhões registrados em outubro de 2010. Os ingressos para manutenção de residentes somaram US$138 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[antecipação de recebíveis]]></category>
		<category><![CDATA[aporte para empresas]]></category>
		<category><![CDATA[apresentaram crescimento de 39]]></category>
		<category><![CDATA[até outubro. No mês]]></category>
		<category><![CDATA[aumentaram 23]]></category>
		<category><![CDATA[capital de giro para empresas]]></category>
		<category><![CDATA[capital para empresas]]></category>
		<category><![CDATA[captação de recursos para empresas]]></category>
		<category><![CDATA[compreendendo a concessão líquida de empréstimos de curto prazo]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria financeira]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria financeira para empresas]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria para empresas]]></category>
		<category><![CDATA[crédito pj]]></category>
		<category><![CDATA[decorrente de elevações de 0]]></category>
		<category><![CDATA[desconto de recebíveis]]></category>
		<category><![CDATA[destacando-se os ingressos líquidos de investimentos estrangeiros diretos]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro para empresas]]></category>
		<category><![CDATA[e acumularam US$56 bilhões no ano]]></category>
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		<category><![CDATA[e os envios de recursos ao exterior com a mesma finalidade alcançaram US$52 milhões]]></category>
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		<description><![CDATA[São Paulo, 22 de Novembro de 2011. ECONOMIA &#38; FINANÇAS Setor Externo Por Prof. Thiago Flores* Segundo o BC, o balanço de pagamentos registrou superávit de US$372 milhões em outubro. As transações correntes apresentaram déficit de US$3,1 bilhões no mês e de US$47,3 bilhões nos últimos 12 meses, equivalentes a 2% do PIB. No mês, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">São Paulo, 22 de Novembro de 2011.</p>
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p align="center">Setor Externo</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>Segundo o BC, o balanço de pagamentos registrou superávit de US$372 milhões em outubro. As transações correntes apresentaram déficit de US$3,1 bilhões no mês e de US$47,3 bilhões nos últimos 12 meses, equivalentes a 2% do PIB. No mês, a balança comercial foi superavitária em US$2,4 bilhões. A conta financeira registrou ingressos líquidos de US$3 bilhões, destacando-se os ingressos líquidos de investimentos estrangeiros diretos, US$5,6 bilhões.</p>
<p>A conta de serviços registrou déficit de US$3,4 bilhões no mês, 13,8% acima do ocorrido em igual período de 2010. As despesas líquidas com viagens internacionais totalizaram US$1,2 bilhão, 6,4% inferiores a outubro de 2010, decorrente de elevações de 0,7% nos gastos de brasileiros no exterior e de 21,2% nos gastos de estrangeiros no País. As despesas líquidas com transportes, US$782 milhões, apresentaram crescimento de 39,3%, enquanto os gastos líquidos com aluguel de equipamentos, US$1,5 bilhão, aumentaram 23,5%, na mesma base de comparação.</p>
<p>As remessas líquidas de renda para o exterior totalizaram US$2,3 bilhões, redução de 14,7% frente ao resultado de outubro de 2010. As remessas líquidas de renda de investimento direto, incluindo lucros e dividendos, somaram US$1,6 bilhão, recuo de 16,1%. As remessas líquidas de renda de investimentos em carteira atingiram US$242 milhões, 30% inferiores ao mesmo mês do ano anterior. Houve elevação de 6,6% nas remessas líquidas de renda de outros investimentos, que totalizaram US$476 milhões. As remessas líquidas de lucros e dividendos registraram US$1,6 bilhão no mês, redução de 28,3% ante mesmo período de 2010, enquanto as de juros, na mesma base de comparação, variaram 41%, totalizando US$785 milhões.</p>
<p>As transferências unilaterais correntes acumularam ingressos líquidos de US$256 milhões no mês, ante US$84 milhões registrados em outubro de 2010. Os ingressos para manutenção de residentes somaram US$138 milhões, recuo de 15,4%, e os envios de recursos ao exterior com a mesma finalidade alcançaram US$52 milhões, redução de 31,9%, sempre nas mesmas bases de comparação.</p>
<p>Os investimentos brasileiros diretos no exterior registraram retornos líquidos de US$1,5 bilhão em outubro. As saídas de recursos destinados a aumento da participação no capital de empresas estrangeiras somaram US$954 milhões, enquanto as amortizações líquidas recebidas de empréstimos intercompanhias atingiram US$2,4 bilhões.</p>
<p>Os investimentos estrangeiros diretos somaram ingressos líquidos de US$5,6 bilhões no mês, ante US$6,3 bilhões em setembro, e acumularam US$56 bilhões no ano, até outubro. No mês, os ingressos líquidos para aumento da participação no capital de empresas no País atingiram US$5,7 bilhões e as amortizações líquidas de empréstimos intercompanhia, US$120 milhões.</p>
<p>Os investimentos estrangeiros em carteira totalizaram ingressos líquidos de US$397 milhões, ante saídas líquidas de US$933 milhões em setembro. Os investimentos em ações registraram ingressos líquidos de US$427 milhões. Os investimentos em títulos de renda fixa negociados no País apresentaram ingressos líquidos de US$8 milhões, ante saídas líquidas de US$425 milhões em setembro. As amortizações líquidas de notes e commercial papers somaram US$30 milhões em outubro.</p>
<p>Os outros investimentos brasileiros no exterior somaram aplicações líquidas de US$5 bilhões em outubro, compreendendo a concessão líquida de empréstimos de curto prazo, US$1,8 bilhão, e constituição de ativos no exterior de US$3,3 bilhões, sendo US$301 milhões de bancos e US$3 bilhões de demais setores.</p>
<p>Os outros investimentos estrangeiros no País somaram ingressos líquidos de US$330 milhões em outubro. O crédito comercial de curto prazo totalizou desembolsos líquidos de US$2,3 bilhões. Os empréstimos de longo prazo registraram amortizações líquidas de US$1 bilhão, incluindo de desembolsos líquidos de US$1,2 bilhão de empréstimos diretos, US$253 milhões referentes a empréstimos provenientes de compradores, e US$63 milhões providos por agências. Os empréstimos originários de organismos apresentaram amortização líquida de US$2,5 bilhões no mês. Os empréstimos de curto prazo atingiram amortizações líquidas de US$540 milhões em outubro.</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Práticas de Mercado em Marketing</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 11:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quais as Melhores Práticas de Marketing Praticadas Pelas Empresas? Como Superar as expectativas dos Consumidores? Estudiosos de Marketing vêm afirmando que não existe um caminho único em marketing que garanta sucesso aos produtos ou serviços oferecidos pelas organizações. Sob o ponto de vista deles em vez de se apoiarem apenas numa única diferenciação, as organizações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center" align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm7.static.flickr.com/6194/6127635007_078845a92e_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />Quais as Melhores Práticas de Marketing Praticadas Pelas Empresas? Como Superar as expectativas dos Consumidores?</strong></p>
<p style="text-align: center">Estudiosos de Marketing vêm afirmando que não existe um caminho único em marketing que garanta sucesso aos produtos ou serviços oferecidos pelas organizações. Sob o ponto de vista deles em vez de se apoiarem apenas numa única diferenciação, as organizações necessitam diversificar suas atividades de marketing.</p>
<p style="text-align: center">É comum ouvirmos falar de “fórmulas mágicas” que prometem sucesso em marketing. Porém, além das ações vitoriosas normalmente empregadas existem práticas de marketing que devem ser consideradas:</p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline">Melhor Atendimento Ao Cliente:</span> Todos querem ser bem atendidos pelas organizações. Mas, o problema é que as pessoas definem “um bom atendimento” de formas diferentes. Num restaurante – por exemplo – alguns preferem que o garçom seja rápido e traga logo a comida. Outros sentem que isso seria “livrar-se do garçom” e, em função disso, preferem conversar com ele, dando-lhe atenção. Podemos afirmar que cada pessoa atribui diferentes pesos a esses atributos. Diante disso, cabe à empresa conhecer bem sua clientela a fim de optar pelas melhores práticas de atendimento.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Produtos Com Qualidade Superior</span>: Todos sabem que produtos sem qualidade são prejudiciais à imagem das empresas, pois além dos clientes não voltarem mais eles também falam mal dos produtos e da organização. Para Peter Drucker “qualidade é o cacife para uma empresa sentar-se à mesa para jogar o jogo dos negócios”. Mas, a questão é: _ Haverá consumidores suficientes dispostos a pagar por ela?</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Alta Participação de Mercado:</span> É claro que as empresas querem que seus produtos e marcas se tornem líderes de mercado, pois elas faturam e lucram mais que seus concorrentes porque desfrutariam da economia de escala e do reconhecimento de suas marcas. Porém, alguns líderes de mercado não são lucrativos, cabendo analisar cuidadosamente receitas e despesas.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Melhorias Contínuas Nos Produtos:</span> Trata-se de boa estratégia de marketing, embora nem todas as melhorias sejam valorizadas pelos consumidores. Quanto mais estariam dispostos a pagar por uma lâmina de barbear mais afiada que sua concorrente? E por um automóvel mais veloz? Existem produtos que atingem seu “limite de melhorias” possíveis e, conseqüentemente, o aperfeiçoamento seguinte não faz muita diferença.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Inovação de Produtos:</span> Empresas inovadoras conseguem lucros substanciais com o lançamento de novidades fantásticas. Mas, muitas empresas médias não mostram bons resultados com essa estratégia. O dilema é: _se ela não lançar novos produtos, talvez não sobreviva e, se lançá-los, pode perder dinheiro.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Participar de Mercados em Alto Crescimento:</span> Mercados como o de telecomunicações e siderurgias são extremamente atraentes, embora muitas pequenas empresas acabem fracassando ao entrarem nesses segmentos. O principal problema é produtos têm vida curta e, em conseqüência disso, elas têm que investir constantemente para se manterem atualizadas. Muitas delas, mal começam a lucrar com o último produto e já está na hora de investir no desenvolvimento do substituto.</li>
<li><span style="text-decoration: underline">Superar as Expectativas dos Clientes:</span> Atualmente, atender às expectativas dos consumidores irá apenas satisfazê-los, mas exceder essas expectativas irá encantá-los. O problema é que quando as expectativas do cliente são superadas, ele as eleva da próxima vez e essa tarefa se torna mais difícil e mais cara.</li>
</ul>
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		<title>Ultimas da Economia</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 14:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Flores - FF Consult</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[0% (ante 6]]></category>
		<category><![CDATA[0% em agosto e desde dezembro de 2010 vem moderando. O Índice de Confiança de Serviços (ICS)]]></category>
		<category><![CDATA[0% em agosto para 84]]></category>
		<category><![CDATA[0% em março de 2009]]></category>
		<category><![CDATA[0% no primeiro trimestre)]]></category>
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		<category><![CDATA[1% da atividade na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior]]></category>
		<category><![CDATA[1% em julho. Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indicam que houve criação de 209]]></category>
		<category><![CDATA[1% no primeiro trimestre. Sob a ótica da demanda agregada]]></category>
		<category><![CDATA[13% do PIB. Por sua vez]]></category>
		<category><![CDATA[13% no acumulado em doze meses até setembro]]></category>
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		<category><![CDATA[17% em doze meses até setembro de 2010)]]></category>
		<category><![CDATA[18 de Novembro de 2011. ECONOMIA & FINANÇAS Ultimas da Economia Por Prof. Thiago Flores* A inflação medida pela variação mensal do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançou 0]]></category>
		<category><![CDATA[2%]]></category>
		<category><![CDATA[2% em agosto]]></category>
		<category><![CDATA[2% em julho e de 9]]></category>
		<category><![CDATA[2% em junho. De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI)]]></category>
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		<category><![CDATA[2%). Já no setor de bens de capital]]></category>
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		<category><![CDATA[5%. Já a taxa de crescimento acumulada em doze meses passou de 4]]></category>
		<category><![CDATA[5%; e a de bens não duráveis e semiduráveis]]></category>
		<category><![CDATA[50 p.p. aquém da registrada em setembro de 2010. Nesse critério]]></category>
		<category><![CDATA[52% em doze meses até setembro]]></category>
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		<category><![CDATA[58% no mesmo período de 2010). O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou inflação de 0]]></category>
		<category><![CDATA[6% e as exportações de 6]]></category>
		<category><![CDATA[6% em setembro]]></category>
		<category><![CDATA[61 pontos percentuais (p.p.) acima da observada em igual período de 2010. O aumento da inflação nesse período reflete tanto o comportamento dos preços livres]]></category>
		<category><![CDATA[61% em agosto. No acumulado em doze meses até setembro]]></category>
		<category><![CDATA[64% nos preços de bens finais]]></category>
		<category><![CDATA[68%. Já o Índice de Preços ao Produtor/Indústria de Transformação (IPP/IT)]]></category>
		<category><![CDATA[7 bilhões em agosto]]></category>
		<category><![CDATA[7% (3]]></category>
		<category><![CDATA[7% abaixo do nível médio de 2010. A atividade fabril recuou 0]]></category>
		<category><![CDATA[7% e de 27]]></category>
		<category><![CDATA[7% em relação aos quatro trimestres anteriores. Do ponto de vista da oferta agregada]]></category>
		<category><![CDATA[7% no período de doze meses até agosto]]></category>
		<category><![CDATA[7% registrados em agosto de 2010). Após registrar 9]]></category>
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		<category><![CDATA[8%]]></category>
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		<category><![CDATA[8% na de bens de consumo não duráveis e semiduráveis e de 0]]></category>
		<category><![CDATA[8%. A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas cobertas pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME)]]></category>
		<category><![CDATA[80% nos preços de matérias-primas brutas]]></category>
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		<category><![CDATA[9 mil em setembro de 2010)]]></category>
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		<category><![CDATA[com deterioração relevante nas perspectivas de crescimento dos países avançados e moderação da atividade nos países emergentes. Nesse ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[São Paulo, 18 de Novembro de 2011. ECONOMIA &#38; FINANÇAS Ultimas da Economia Por Prof. Thiago Flores* A inflação medida pela variação mensal do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançou 0,53% em setembro, após registrar 0,37% em agosto. Assim, a inflação acumulada em doze meses até setembro alcançou 7,31% (7,23% em agosto), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">São Paulo, 18 de Novembro de 2011.</p>
<p align="center">ECONOMIA &amp; FINANÇAS</p>
<p align="center">Ultimas da Economia</p>
<p align="right"><em>Por Prof. Thiago Flores*</em></p>
<p>A inflação medida pela variação mensal do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançou 0,53% em setembro, após registrar 0,37% em agosto. Assim, a inflação acumulada em doze meses até setembro alcançou 7,31% (7,23% em agosto), 2,61 pontos percentuais (p.p.) acima da observada em igual período de 2010. O aumento da inflação nesse período reflete tanto o comportamento dos preços livres, que variaram 7,79% (5,17% em doze meses até setembro de 2010), quanto o dos preços administrados, que se elevaram em 6,17% (3,58% no mesmo período de 2010).</p>
<p>O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou inflação de 0,75% em setembro, após avançar 0,61% em agosto. No acumulado em doze meses até setembro, a variação desse índice alcançou 7,45%, 0,50 p.p. aquém da registrada em setembro de 2010. Nesse critério, o índice vem desacelerando desde dezembro de 2010, quando registrou variação de 11,30%. O principal componente do indicador, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), variou 7,52% em doze meses até setembro, refletindo alta de 5,30% no IPA industrial e de 14,22% no IPA agrícola. Na desagregação, segundo o estágio da produção, observou-se variação acumulada de 14,80% nos preços de matérias-primas brutas, de 4,79% nos preços de bens intermediários e de 4,64% nos preços de bens finais, na mesma base de comparação. Já a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), outro componente do IGP-DI, registrou alta de 7,13% no acumulado em doze meses até setembro, superior aos 4,36% registrados em 2010. Na mesma base de comparação, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), componente de menor peso no IGP?DI, variou 7,68%. Já o Índice de Preços ao Produtor/Indústria de Transformação (IPP/IT), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mede o nível de preços na indústria excluindo o valor de fretes e impostos, registrou inflação de 0,20% em agosto, depois de elevação de 0,03% em julho. Em doze meses, a variação desse índice recuou para 4,28% em agosto, de 4,83% em julho.</p>
<p>O IBGE divulgou informações sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre de 2011. Os dados mostram expansão de 3,1% da atividade na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, e de 0,8% ante o primeiro trimestre, segundo dados dessazonalizados. Dessa forma, o PIB acumulado nos últimos quatro trimestres apresentou crescimento de 4,7% em relação aos quatro trimestres anteriores. Do ponto de vista da oferta agregada, houve desaceleração nos três ramos de atividade no segundo trimestre. O setor de serviços cresceu 3,4% (4,0% no primeiro trimestre), na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Na indústria, a taxa de expansão no segundo trimestre recuou para 1,7% (3,5% no trimestre anterior), enquanto na agropecuária o crescimento foi nulo, após alta de 3,1% no primeiro trimestre. Sob a ótica da demanda agregada, houve expansão de 5,5% no consumo das famílias, de 2,5% no consumo do governo, e de 5,9% na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), em relação ao segundo trimestre de 2010. Ao mesmo tempo, as importações registraram crescimento de 14,6% e as exportações de 6,0%, na mesma base de comparação.</p>
<p>O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) incorpora estimativa para a produção mensal dos três setores da economia, bem como para os impostos sobre produtos e, portanto, constitui importante indicador coincidente da atividade econômica. Considerando os dados ajustados sazonalmente, o IBC-Br recuou 0,5% em agosto, após avanço de 0,3% em julho e queda de 0,3% em junho. Dessa forma, a taxa de crescimento trimestral entre junho e agosto ficou em -0,2%. Em relação ao período junho-agosto de 2010, houve crescimento de 2,5%. Já a taxa de crescimento acumulada em doze meses passou de 4,4% em julho, para 4,0% em agosto e desde dezembro de 2010 vem moderando. O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,4% em setembro, após cair 1,3% em agosto. Dessa forma, o nível do indicador ficou 2,3% abaixo do valor de setembro de 2010 e 1,7% abaixo do nível médio de 2010.</p>
<p>A atividade fabril recuou 0,2% em agosto, de acordo com a série da produção industrial geral dessazonalizada pelo IBGE, após ligeiro avanço de 0,3% em julho e recuo de 1,2% em junho. De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o faturamento da indústria de transformação registrou crescimento real de 6,7% no período de doze meses até agosto, enquanto o número de horas trabalhadas cresceu 1,9%.</p>
<p>Entre as categorias de uso da indústria, segundo dados dessazonalidados pelo IBGE, houve avanço de 0,9% na produção de bens de capital em agosto, e recuos de 2,9% na de bens de consumo duráveis, de 0,8% na de bens de consumo não duráveis e semiduráveis e de 0,2% na de bens intermediários. No acumulado em doze meses até agosto, a produção de bens intermediários registrou expansão de 1,9%; a de bens de consumo duráveis, de 1,5%; e a de bens não duráveis e semiduráveis, de 1,3%. Na mesma base de comparação, o crescimento da atividade da indústria de bens de capital foi o maior entre todas as categorias de uso, com expansão de 6,8%.</p>
<p>A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas cobertas pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), sem ajuste sazonal, permaneceu inalterada em agosto, em 6,0% (ante 6,7% registrados em agosto de 2010). Após registrar 9,0% em março de 2009, a taxa observada recuou significativamente e atingiu o mínimo histórico para agosto, na série iniciada em março de 2002. Já a taxa de desocupação dessazonalizada ficou estável em 5,9% em agosto. O emprego – medido pelo número de ocupados nas seis maiores regiões metropolitanas – aumentou 2,2% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, depois de haver expandido 2,1% em julho. Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indicam que houve criação de 209,1 mil postos de trabalho em setembro (246,9 mil em setembro de 2010), com expansão do número de empregos formais em sete dos oito setores de atividade econômica. Os que mais contribuíram para o aumento do número de empregos formais no mês foram o de serviços e o da indústria de transformação.</p>
<p>De acordo com dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE, o volume de vendas do comércio ampliado cresceu 5,3% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, depois de registrar alta de 7,2% em julho e de 9,5% em junho, na mesma base de comparação.</p>
<p>O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) na indústria de transformação, calculado pela FGV, sem ajuste sazonal, passou de 84,0% em agosto para 84,4% em setembro e, assim, ficou 1,4 p.p. e 1,5 p.p. abaixo do observado em agosto e setembro de 2010, respectivamente. Com o ajuste sazonal, calculado pela FGV, o Nuci permaneceu inalterado em 83,6% em setembro, em relação a valor registrado em agosto, menor nível desde novembro de 2009. A utilização de capacidade se apresenta maior no setor de materiais de construção (90,5%) e no de bens intermediários (85,2%). Já no setor de bens de capital, o Nuci ficou em 84,9%, enquanto, no setor de bens de consumo, em 83,4%.</p>
<p>O saldo da balança comercial acumulado em doze meses aumentou de US$28,5 bilhões em agosto para US$30,5 bilhões em setembro. Esse resultado adveio de exportações de US$247,0 bilhões e importações de US$216,5 bilhões, ou variações de 32,7% e de 27,8%, respectivamente, no acumulado em doze meses até setembro. O déficit em transações correntes acumulado em doze meses passou de US$47,9 bilhões em julho para US$49,7 bilhões em agosto, equivalente a 2,13% do PIB. Por sua vez, os investimentos estrangeiros diretos totalizaram US$75,4 bilhões em doze meses até agosto, equivalente a 3,22% do PIB, superando amplamente a necessidade de financiamento externo.</p>
<p>A economia mundial enfrenta período de incerteza muito acima da usual, com deterioração relevante nas perspectivas de crescimento dos países avançados e moderação da atividade nos países emergentes. Nesse ambiente, os riscos para a estabilidade financeira global, financeiros e fiscais, se ampliaram, entre outros, devido à exposição de bancos internacionais à dívidas soberanas de países com desequilíbrios fiscais, principalmente na Zona do Euro. Nessa região, desde a última reunião do Copom, houve piora na classificação de risco de dívidas bancárias e soberanas. Ressalte-se que os níveis de aversão ao risco – por exemplo, os mensurados pelas taxas de swaps de default de créditos (CDS) de bancos da Zona do Euro – atualmente são comparáveis aos observados durante a crise de 2008/2009. Em outra perspectiva, taxas de desemprego elevadas por longo período, aliadas à necessidade de ajustes fiscais, bem como limitado espaço para ações de política monetária, têm contribuído para redução nas projeções de crescimento dos países avançados, ou mesmo de seu crescimento potencial, indicando ciclo econômico mais amplo e volátil. De fato, o indicador antecedente composto divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), referente a agosto, reforçou os sinais de inflexão da atividade nas principais economias, com perspectivas de menor crescimento neste e nos próximos semestres e, em alguns casos, de que haja recessão. Os indicadores desagregados do Purchasing Managers Index (PMI) de setembro, referentes à atividade na indústria e no setor de serviços, em geral são consistentes com esse cenário. Também tem havido redução nas projeções de crescimento para importantes economias emergentes. No que se refere à política monetária, as economias maduras continuaram com posturas acomodatícias, em casos específicos com novas iniciativas não-convencionais no campo da política monetária. Sobre inflação, os núcleos persistem em níveis moderados no G3 (EUA, Zona do Euro e Japão), com alguma deterioração marginal na Zona do Euro e no Reino Unido. Nas economias emergentes, de modo geral, o viés da política monetária é expansionista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Thiago Flores é Administrador – EAESP-FGV, Mestre em Economia de Negócios – EESP – FGV, Mestre em Finanças – IBMEC/INSPER – SP, Professor de Pós-Graduação e Consultor de empresas e CFO à FF Consult ®</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os Impactos das Mudanças no Ambiente de Negócios</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Cesar S. Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quais os Principais Impactos das Mudanças nos Negócios? Que Fatores Econômicos Vêm Moldando as Organizações? Qual a Importância da Tecnologia e da Globalização no Campo Econômico?     Há alguns anos muitas empresas vêm dedicando parte do seu tempo para refletirem sobre as mudanças que o mundo dos negócios vem presenciando. Mas, embora a maioria das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><img class="alignleft" src="http://farm7.static.flickr.com/6073/6127643385_9257d164d5_s.jpg" alt="" width="75" height="75" />Quais os Principais Impactos das Mudanças nos Negócios? Que Fatores Econômicos Vêm Moldando as Organizações? Qual a Importância da Tecnologia e da Globalização no Campo Econômico?    </strong></p>
<p style="text-align: center">Há alguns anos muitas empresas vêm dedicando parte do seu tempo para refletirem sobre as mudanças que o mundo dos negócios vem presenciando. Mas, embora a maioria das organizações ainda não perceba que seus mercados estejam em constante mudança, as exigências dos clientes e as forças competitivas vêm mudando significativamente a cada período de poucos anos.</p>
<p style="text-align: center">Setores como telecomunicações, siderurgia, e entretenimento – por exemplo – vêm mudando de tal forma que, as estratégias antes vitoriosas, hoje em dia não funcionam mais. O atual panorama econômico está sendo moldado pela <em>tecnologia </em>e pela <em>globalização</em>, tanto que várias personalidades importantes da vida empresarial brasileira não conheceram as filmadoras, os telefones celulares, os notebooks e muito menos os endereços eletrônicos.</p>
<p style="text-align: center">A tecnologia impulsiona a globalização e o melhor exemplo disso ocorre quando uma pessoa se senta à frente de seu computador, digita um e-mail, informa o número de seu cartão de crédito, compra um par de sandálias populares e o recebe no dia seguinte em sua própria residência.</p>
<p style="text-align: center">Além da tecnologia e da globalização a desregulamentação vem proporcionado novos cenários à nossa economia, pois até poucos anos existiam muitas empresas estatais protegidas pelo monopólio econômico. Após o programa de privatização essas empresas governamentais passaram a ter concorrentes e, certamente, isso trouxe ganhos significativos para os consumidores brasileiros.</p>
<p style="text-align: center">Sendo assim, pode-se dizer que o ritmo das mudanças é tão veloz que a capacidade de mudar se tornou uma vantagem competitiva para as empresas. A capacidade de mudança requer também a capacidade de aprender e, nesse sentido, as organizações precisam aprender rapidamente sobre as tendências que afetam seus consumidores, a concorrência, seus clientes e fornecedores.</p>
<p style="text-align: center">À medida que o ritmo de mudanças se acentua as organizações não podem mais confiar nas antigas práticas comerciais para manter a prosperidade econômica e, dessa forma, elas necessitam adotar abordagens mais eficazes.</p>
<p style="text-align: center">Nessa transição, as empresas não devem mais pensar em operar apenas no mercado físico, mas também no mercado virtual. Seu foco não pode ser apenas doméstico, mas global e local – ao mesmo tempo. As organizações devem substituir o Marketing de Massa pelo Marketing One-To-One, substituindo o foco no produto pelo foco na cadeia de valor.</p>
<p style="text-align: center">As empresas que aprendem e mudam não devem mais ficar procurando vantagens competitivas sustentáveis, mas inventar vantagens. Devem acelerar o desenvolvimento de novos produtos, utilizando poucos fornecedores e gerenciando para cima, para baixo e para os lados. Portanto, como alguém observou mais enfaticamente, existem dois tipos de empresas: _ aquelas que mudam e aquelas que desaparecem.</p>
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