<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-35502314</atom:id><lastBuildDate>Wed, 17 Mar 2010 15:57:16 +0000</lastBuildDate><title>Gingaleiro</title><description>Só a música faz seu ambiente ficar completo. Em eventos, festas, lançamentos... Em casa, trabalhando, estudando, dando um giro por aí... Muito mais que world music, já que tudo está muito mais perto do que você imagina. Música eletrônica, latina, africana, árabe, lounge: tudo num liquidificador internacional que resulta em suculento néctar, alimentando os espíritos ansiosos por descobertas, revelações e novidades. O outro lado do mundo está na próxima esquina.</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-8764396474115751354</guid><pubDate>Fri, 29 Feb 2008 19:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-11T16:01:56.580-02:00</atom:updated><title>Nuevo Flamenco</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/R8hngTHFfBI/AAAAAAAAAGA/hva4D-NHAA8/s1600-h/ojos2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/R8hngTHFfBI/AAAAAAAAAGA/hva4D-NHAA8/s320/ojos2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172497976618482706" /&gt;&lt;/a&gt;O &lt;em&gt;flamenco&lt;/em&gt;, ou como prefere o dicionário Aurélio, flamengo, é um gênero que materializa a alma cigana na Andaluzia. Mas nas últimas décadas há algo acontecendo com este estilo musical. É comum fundir-se a estrutura básica do &lt;em&gt;flamenco &lt;/em&gt;com o rock e a música eletrônica, algo que se convencionou chamar de &lt;em&gt;nuevo flamenco&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Entretanto, classificar &lt;strong&gt;Ojos de Brujo &lt;/strong&gt;simplesmente como um grupo de &lt;em&gt;nuevo flamenco &lt;/em&gt;é uma descrição inadequada por não abranger todas as suas riquezas.  Embora &lt;strong&gt;Ojos de Brujo &lt;/strong&gt;realmente use o &lt;em&gt;flamenco &lt;/em&gt;(e, em menor grau, a rumba) como seu ponto de partida, desde o início a banda buscou explorar todas limitações e ignorar todos os refreamentos. Sua música é uma revelação em sons, batidas e sugestões melódicas não apenas da diáspora espanhola, mas de onde quer que se queira: hip-hop, rock, funk, dance music, reggae/dub e mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/R8hn5DHFfCI/AAAAAAAAAGI/1WGpk1fmk5I/s1600-h/ojosgrammy.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/R8hn5DHFfCI/AAAAAAAAAGI/1WGpk1fmk5I/s320/ojosgrammy.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172498401820245026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, estes músicos de Barcelona sacudiram o &lt;em&gt;flamenco&lt;/em&gt;, espanando suas obsessões por pedigree e pureza e empurraram-no para as modernas pistas de dança do mundo. Deu certo. No final de 2007, a turma abocanhou o &lt;strong&gt;Grammy Latino &lt;/strong&gt;como &lt;strong&gt;“Best Flamenco Album"&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo foi formado em 1990 pelo guitarrista &lt;strong&gt;Ramón Giménez &lt;/strong&gt;e pelo baixista &lt;strong&gt;Juanlu &lt;/strong&gt;e evoluiu através de muitas &lt;em&gt;jam sessions &lt;/em&gt;com artistas de diversos grupos proeminentes no cenário de Barcelona, como Macaco, Amparanoia e Los Flamencorros. Hoje, participam ainda do populoso conjunto, além do citados, &lt;strong&gt;Marina&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Xavi&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Panko&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Sergio Ramos&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Maxwell Wright&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Malú&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Antoni Restucci &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Loli&lt;/strong&gt;. Suas obras sempre demonstraram um crescente destemor ao romper com as normas do &lt;em&gt;flamenco &lt;/em&gt;e, em suas letras, o respeito pelo Planeta Terra e a importância da sabedoria popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de compor trilhas sonoras para filmes espanhóis, italianos e mexicanos, o grupo produz um fanzine chamado “Rumba Contra el Mundo”. Lá está o ponto crucial da nova explosão da criatividade catalã. Grupos como &lt;strong&gt;Ojos de Brujo &lt;/strong&gt;não fazem apenas ótima música, também geram diversos outros artefatos culturais, tudo pela vanguarda e pela diversão do faça você mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gingap.com.br/artista_ojo.html" target="_blank"&gt;Saiba mais &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gingap.com.br/galeria.html" target="_blank"&gt;Vídeos&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-8764396474115751354?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2008/02/o-flamenco-ou-como-prefere-o-dicionrio.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/R8hngTHFfBI/AAAAAAAAAGA/hva4D-NHAA8/s72-c/ojos2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-5903707756761064624</guid><pubDate>Wed, 19 Dec 2007 17:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-11T16:01:56.846-02:00</atom:updated><title>Saudades de Patato</title><description>O lendário percussionista cubano &lt;strong&gt;Carlos "Patato" Valdez &lt;/strong&gt;faleceu em 4 de dezembro, aos 81 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/R2lfXSggMRI/AAAAAAAAAFg/reEY8qE-GMI/s1600-h/patato_congas.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/R2lfXSggMRI/AAAAAAAAAFg/reEY8qE-GMI/s320/patato_congas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145748902957297938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Patato &lt;/strong&gt;foi um mestre &lt;em&gt;conguero &lt;/em&gt;que tocou com todos os gigantes na história da salsa e jazz, incluindo Machito, Cachao, Arsenio Rodriguez, Mario Bauza, Dizzy Gillespie, Herbie Mann, Art Blakey, Tito Puente e Quincy Jones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CD &lt;em&gt;&lt;strong&gt;The Legend of Cuban Percussion&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, lançado no Brasil no ano passado, compila faixas dos dois volumes do projeto indicado ao Grammy, Ritmo y Candela, de 1995 e 1996, e tem participações especialíssimas de Changuito, Orestes Vilató, do saxofonista Enrique Fernandez, Joe Santiago, Rebeca Mauléon-Santana, dos africanos Samba Mapangala e Abdou M'boup, e ainda dos jovens astros do jazz cubano Omar Sosa, Yosvany Terry, Ivan "Melon" Gonsalez e do produtor Greg Landau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, Patato esteve no Brasil entre as principais atrações do Tim Festival, no Rio de Janeiro e dividiu a noite com Dona Ivone Lara. Em 2006, além de ótimas críticas em terras tupiniquins, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;The Legend of Cuban Percussion &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;permaneceu por semanas na lista de CDs recomendados d'O Globo e do Correio da Bahia e foi incluído na lista dos melhores CDs Internacionais do ano do Jornal do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;strong&gt;Patato &lt;/strong&gt;foi um dos maiores músicos cubanos que mudou a forma como as pessoas tocam o instrumento hoje", diz o produtor Greg Landau. "Seu humor e sensibilidade melódica transpiravam de suas congas e imprimiam um sentimento único em tudo o que ele tocava. Ele ensinou a muitos de nós como usar a percussão na música moderna e forjou um novo caminho para os percussionistas. Vamos sentir saudades dele".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivendo em Nova York desde 1954, &lt;strong&gt;Patato &lt;/strong&gt;era considerado por muitos como o maior &lt;em&gt;conguero &lt;/em&gt;de todos os tempos. Seu estilo melódico único influenciou toda uma geração de percussionistas e suas contribuições iniciais com Totíco e Arsenio Rodriguez pavimentaram o caminho para uma geração de &lt;em&gt;salseros &lt;/em&gt;de Nova York.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-5903707756761064624?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2007/12/o-lendrio-percussionista-cubano-carlos.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/R2lfXSggMRI/AAAAAAAAAFg/reEY8qE-GMI/s72-c/patato_congas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-4385068169975274628</guid><pubDate>Wed, 31 Oct 2007 17:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-11T16:01:57.152-02:00</atom:updated><title>Salsa!</title><description>&lt;strong&gt;SALSA!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um movimento ainda não detectado no &lt;em&gt;mainstream&lt;/em&gt; está tomando forma. Grupos de pessoas têm se reunido para apreciar e dançar um ritmo que nunca foi muito popular por essas plagas: a salsa. Este gênero musical vem dividindo espaço com o samba e o choro no bairro boêmio da Lapa, no Rio de Janeiro, e conquistando adeptos entre seus freqüentadores que gostam de riscar a pista de dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A salsa ganhou fama em Cuba nos anos 50 e explodiu na década seguinte, quando chegou em Nova York e sofreu influências do jazz. É uma mistura de ritmos, danças e ritos de &lt;em&gt;santeria&lt;/em&gt;, religião afro-caribenha. O nome desse ritmo &lt;em&gt;caliente&lt;/em&gt;, em espanhol significa tempero e encanta os brasileiros por ser jovial, animado e envolvente. Também é uma dança sensual, com passos apimentados. Entretanto não se trata de um ritmo simples. A salsa é muito rica, com vários tipos de tambores e diversos instrumentos de percussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o crescimento da popularidade da salsa é uma excelente notícia para quem anda tendo problemas com a balança. A salsa exige esforço físico dos dançarinos e é uma das atividades que mais favorecem o gasto calórico. Em uma hora de aula, é possível queimar mais de 500 calorias. E ainda melhora a capacidade vascular e dá sensação de prazer, devido à grande quantidade de serotonina produzida. Isso sem mencionar que para dançar ao som desse ritmo, é necessário desenvolver o equilíbrio corporal e a coordenação motora. Mas o mais importante é se libertar e se jogar, afinal, é dançando que se aprende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a demora para finalmente aportar por aqui se deva ao desconhecimento em relação às culturas latino-americanas do brasileiro, que sempre se identificou mais com as culturas norte-americana e européia. Como há um movimento de renascimento da salsa na terra de Tio Sam e ela anda fazendo grande sucesso no Velho Continente, chega também por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi na região de El Barrio, também conhecida por Spanish Harlem, uma comunidade hispânica localizada no Eastside de Nova York, abaixo da rua 125 que nasceu a salsa dura. Não é necessariamente uma salsa rápida e sim uma música com peso, pegada e batida.Trata-se do som original da velha guarda de Nova York, criado pelos primeiros imigrantes a chegar por ali, com gêneros e ritmos trazidos de Cuba e outras ilhas do Caribe com ritmo, impulso e técnicas de improvisação assimiladas pelos imigrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bairro é uma incubadora urbana brutal descrita com precisão no livro de Piri Thomas, "Down These Mean Streets", onde em meio ao desespero social, nasceram para o mundo misturas musicais caribenhas absolutamente únicas. O cinema também romanceou o bairro em obras como "Westside Story", de Leonard Bernstein e "A Rose in Spanish Harlem", de Ben E. King.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tradições afro-cubanas fizeram muito sucesso a partir dos anos 50 com as grandes orquestras de Machito, Tito Puente e Tito Rodriguez. Já nos anos 60 e 70 a salsa brilhou embalada por Puente, Celia Cruz, Ray Barreto, Eddie Palmieri, El Gran Combo, La Sonora Ponceña, &lt;strong&gt;Patato&lt;/strong&gt; e outros. Depois disso, o estilo passou por um período de hibernação, e ressurge agora com uma turma interessada em seus passos de dança, seu ritmo contagiante, improvisação e musicalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Ryi8MsLm3CI/AAAAAAAAAEw/gd0Zg-cEeU4/s1600-h/SHOcover.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127555101965605922" style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Ryi8MsLm3CI/AAAAAAAAAEw/gd0Zg-cEeU4/s320/SHOcover.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos representantes da salsa dura hoje é o grupo &lt;strong&gt;Spanish Harlem Orchestra&lt;/strong&gt;, cujo objetivo é manter vivas e mostrar às novas gerações as verdadeiras raízes musicais da cultura deste microcosmo da Nova York latina. Eles têm ajudado a divulgar o ritmo pelo mundo desde seu disco de estréia, em 2002, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Un Gran Dia en el Barrio&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, indicado ao Grammy Latino e vencedor do Álbum de Salsa do Ano da Latin Billboard. Em 2004, finalmente levaram para casa o Grammy Latino de Melhor Álbum de Salsa, com &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Across 110th Street&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Agora estão desfrutando as críticas favoráveis que têm recebido por seu terceiro disco, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;United We Swing&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, que chega ao Brasil em novembro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-4385068169975274628?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2007/10/salsa-um-movimento-ainda-no-detectado.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Ryi8MsLm3CI/AAAAAAAAAEw/gd0Zg-cEeU4/s72-c/SHOcover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-8966522158354165490</guid><pubDate>Wed, 24 Oct 2007 17:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-11T16:01:58.083-02:00</atom:updated><title>Coquetel qawwali e dub</title><description>&lt;strong&gt;QAWWALI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que o &lt;strong&gt;qawwali&lt;/strong&gt; está definitivamente na ordem do dia. Na noite de abertura da &lt;a href="http://www.womex.com/" target="_blank"&gt;WOMEX&lt;/a&gt; (World Music Expo), em Sevilha, na Espanha, hoje à noite, haverá um show de &lt;strong&gt;qawwali flamenco&lt;/strong&gt;, e o novo álbum de &lt;strong&gt;Cheb i Sabbah&lt;/strong&gt;, em fase de produção, também é uma homenagem a este gênero musical. Sem mencionar a influência que este estilo exerceu e exerce na obra de &lt;strong&gt;Karsh Kale&lt;/strong&gt; e do &lt;strong&gt;Niyaz&lt;/strong&gt;, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Rx-Cm2yllBI/AAAAAAAAAEY/D1kkcDK-zWo/s1600-h/nusrat.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124958505025246226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Rx-Cm2yllBI/AAAAAAAAAEY/D1kkcDK-zWo/s320/nusrat.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O &lt;strong&gt;qawwali&lt;/strong&gt; começou a se tornar conhecido no mundo através do canto ancestral e dos instrumentos tradicionais do musicólogo paquistanês &lt;strong&gt;Nusrat Fateh Ali Khan&lt;/strong&gt;, falecido há exatos 10 anos. O cantor, celebrado por figuras como &lt;strong&gt;Eddie Vedder&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Jeff Buckley&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Peter Gabriel&lt;/strong&gt;, emprestava seus vocais enraizados no sufismo a canções de até 25 minutos que soam como mantras hipnóticos. Hoje é reverenciado no Paquistão como &lt;strong&gt;Bob Marley&lt;/strong&gt; é na Jamaica. Não é uma coincidência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não termos um tradutor de urdu, panjabi ou persa à disposição, sabemos que o ídolo jamaicano e &lt;strong&gt;Nusrat&lt;/strong&gt; tinham a mesma mensagem: os sufis também falam de paz, amor, tolerância, compreensão e espiritualidade, exatamente como o roots reggae. Além disso, a musicalidade daquele que foi incluído na lista "60 Anos de Heróis Asiáticos" pela revista Time, com sua mistura incomparável de espiritualidade poética oriental e temas musicais ocidentais, alcançou tantos corações e almas e cruzou tantas fronteiras culturais e espirituais quanto a de &lt;strong&gt;Marley&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Nusrat&lt;/strong&gt; também já foi chamado de &lt;strong&gt;Elvis Presley&lt;/strong&gt; do Oriente, por ter vendido uma quantidade de discos tão grande quanto o Rei. E ainda é o detentor do recorde mundial do Guinness como o artista &lt;strong&gt;qawwali&lt;/strong&gt; com o maior número de discos gravados – 125 no total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que &lt;strong&gt;Nusrat&lt;/strong&gt; é considerado o mais importante embaixador da música &lt;strong&gt;qawwali&lt;/strong&gt; do Paquistão. E isso não é pouca coisa, se levarmos em conta que as origens da música &lt;strong&gt;qawwali&lt;/strong&gt; remontam a mais de 700 anos, às canções espirituais persas samah e à crença mística do sufismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Rx-CzmyllCI/AAAAAAAAAEg/YqPrJpYqQyg/s1600-h/Gaudi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124958724068578338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Rx-CzmyllCI/AAAAAAAAAEg/YqPrJpYqQyg/s320/Gaudi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A boa notícia é que quem não pôde curtir a obra do &lt;strong&gt;imperador do qawwali&lt;/strong&gt; no início dos anos 90, tem agora uma nova chance. &lt;strong&gt;Gaudi&lt;/strong&gt;, produtor italiano radicado em Londres, fez a voz de &lt;strong&gt;Nusrat Fateh Ali Khan&lt;/strong&gt; reviver combinando-a com batidas dub jamaicanas e camadas de instrumentos eletrônicos e orgânicos. &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Rx-C8GyllDI/AAAAAAAAAEo/S23hgxoHtWQ/s1600-h/dubqawwalicapa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124958870097466418" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Rx-C8GyllDI/AAAAAAAAAEo/S23hgxoHtWQ/s320/dubqawwalicapa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quem ouve percebe logo que o resultado tem tudo a ver, até pelo que a gente falou lá em cima. Mas foram necessárias a sensibilidade e a experiência de &lt;strong&gt;Gaudi&lt;/strong&gt; para entender a conexão antes de todo mundo e colocá-la em prática lindamente. O CD se chama &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dub Qawwali&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e vai chegar ao Brasil no próximo mês. Você pode conferir um pouquinho desse coquetel global &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=PWJHZSjSFD4" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Toda alma tem o direito de viver e adorar o seu criador. O sufismo é uma mensagem de afeto e tranqüilidade para aproximar pessoas diferentes. Pessoas espiritualizadas entendem essa mensagem. A minha missão é passar essa mensagem para todo o mundo." &lt;/em&gt;– Nusrat Fateh Ali Khan&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-8966522158354165490?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2007/10/qawwali-parece-que-o-qawwali-est.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Rx-Cm2yllBI/AAAAAAAAAEY/D1kkcDK-zWo/s72-c/nusrat.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-5073677164594584116</guid><pubDate>Fri, 17 Aug 2007 13:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T17:13:18.052-03:00</atom:updated><title>Presidente de Gravadora Norte Americana Six Degrees no Brasil</title><description>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Presidente de Gravadora Norte Americana Six Degrees no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pat Berry, presidente e co-fundador da &lt;strong&gt;Six Degrees Records&lt;/strong&gt;, a gravadora norte americana que derrubou barreiras de mercado e quebrou recordes de vendas com as cantoras brasileiras &lt;strong&gt;CéU&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Bebel Gilberto&lt;/strong&gt;, chegou ao Brasil no último dia 11, para participar do &lt;strong&gt;“Projeto Comprador”&lt;/strong&gt;, patrocinado pela &lt;strong&gt;Brasil Música &amp; Artes (BM&amp;amp;A)&lt;/strong&gt;, e se reunir com os diretores da &lt;strong&gt;Ginga P.&lt;/strong&gt;, seus distribuidores e parceiros no Brasil. Outro objetivo de Pat é conhecer novos talentos e entrar em contato com novos sons e novos trabalhos dos músicos brasileiros.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A viagem ao Brasil é o resultado de duas ações desenvolvidas pela &lt;strong&gt;BM&amp;A - Projeto Comprador e Projeto Imagem&lt;/strong&gt; - que visam gerar negócios para produtos brasileiros, assim como a divulgação da música brasileira independente no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pat está entre os 10 empresários, jornalistas e radialistas estrangeiros que participam de seminários e assistem shows de demonstração em quatro cidades de diferentes regiões do Brasil: São Paulo, Goiânia, Fortaleza e Salvador.  A visita tem o objetivo de mostrar que o mercado independente conta com artistas de qualidade e profissionais com potencial para atuar no competitivo mercado internacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta será a terceira visita dos sócios da &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; ao Brasil nos últimos nove meses. A primeira foi a do co-fundador e presidente Bob Duskis, que, em dezembro, participou como jurado na escolha dos artistas que se apresentaria na &lt;strong&gt;Feira Música Brasil&lt;/strong&gt;, em Recife, em fevereiro. Pat e Bob retornaram ao Brasil durante a feira para participar de mesas redondas sobre negócios, patrocinados pelo SEBRAE. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Six Degrees Records&lt;/strong&gt; é uma criação de Pat Berry e Bob Duskis, dois profissionais experientes egressos da gravadora Windham Hill, co-responsáveis pela fase mais fascinante desse selo, no início dos anos 90. Foi nessa época que a Windham Hill começou a abandonar a sua linha de música new age acústica para mergulhar na música eletrônica, na world music, na dance music, e na música clássica. Pat Berry e Bob Duskis descobriram que seus anos de parceria tinham criado uma sinergia única entre direção artística e marketing e a decisão de partir para uma empreitada própria que refletisse as suas visões comuns, em 1997, foi uma conseqüência natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao comemorar 10 anos de atividades, a &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; se estabeleceu como líder entre os selos independentes norte americanos lançando artistas brasileiros. Também alcançou uma posição de liderança no pop global, apresentando músicos inovadores e compilações que combinam world music, antigas tradições musicais, levadas dance modernas e lounge music eletrônica. Bob Duskis afirma que "gostamos de confundir ainda mais o conceito do que é e o que não é 'world music'." A &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; tem um compromisso com a diversidade de estilos musicais produzindo e lançando no mercado CDs que atraem cada vez mais um grande público ávido por novidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conexão Brasil da &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; é marcada pelos seus inovadores e bem sucedidos lançamentos de artistas brasileiros no mercado norte-americano. O CD da cantora paulista &lt;strong&gt;CéU&lt;/strong&gt; já vendeu mais de 100.000 cópias na América do Norte, alcançando o primeiro lugar nas listas dos mais vendidos de world music e de novos artistas (&lt;strong&gt;Heatseekers&lt;/strong&gt;) da &lt;strong&gt;Billboard&lt;/strong&gt;. Na lista das 100 mais (&lt;strong&gt;Billboard Hot 100&lt;/strong&gt;), &lt;strong&gt;CéU&lt;/strong&gt; alcançou a 57ª posição. Ela foi a primeira cantora não americana a ser incluída na série &lt;strong&gt;Starbucks Hear Music Debut&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; é a parceira exclusiva da &lt;strong&gt;Ziriguiboom/Crammed Disc&lt;/strong&gt; na América do Norte. Essa parceria já resultou em lançamentos conjuntos de artistas como &lt;strong&gt;Bebel Gilberto&lt;/strong&gt;, cujo CD &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Tanto Tempo"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ficou 75 semanas consecutivas entre os cinco CDs de world music mais vendidos da revista &lt;strong&gt;Billboard &lt;/strong&gt;(mais de 400 mil cópias vendidas só na América do Norte),  &lt;strong&gt;Bossacucanova&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Zuco 103&lt;/strong&gt;.  Em 2006, a &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; lançou o primeiro disco solo de &lt;strong&gt;Lenine&lt;/strong&gt; na América do Norte, trabalho altamente elogiado pela crítica, e estabeleceu uma parceria com a &lt;strong&gt;Ginga P.&lt;/strong&gt;, um selo independente com sede em Salvador, para o lançamento de novos CDs e títulos de catálogo inéditos no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; também está na vanguarda da utilização das novas tecnologias digitais que revolucionaram o mercado fonográfico.  A gravadora foi o único selo indie incluído no i-Tunes desde o seu lançamento, há alguns anos, e os artistas do seu catálogo freqüentemente atingem as primeiras posições nas listas dos mais vendidos da i-Tunes em termos de world music e música eletrônica.  Praticamente todo CD do selo ganha uma série de remixes de DJs e produtores de destaque, que ficam disponíveis somente em formato digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ano, inspirado pelas oportunidades criadas pela distribuição digital, surgiu a &lt;strong&gt;Six Degrees Emerging Artists&lt;/strong&gt;, uma nova série de lançamentos exclusivamente digitais dedicada a revelar novos valores. Essa série traz gente de talento, criadores de música inovadora que ultrapassa a barreira dos gêneros, exclusivamente em formato digital.  Um dos últimos lançamentos dessa série foi a cantora brasileira &lt;strong&gt;Da Cruz&lt;/strong&gt;, cujo nome completo é Mariana Da Cruz, uma paulista de raízes baianas, atualmente baseada em Lisboa. &lt;strong&gt;Da Cruz&lt;/strong&gt; mistura música brasileira com música latina, música eletrônica, breakbeat e Global Pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com a nossa chegada aos dez anos como selo independente, reagir às mudanças do mercado se tornou mais importante do que nunca," afirma Bob Duskis. "Ao mesmo tempo que a gente vê a queda do varejo tradicional, estamos tendo um forte crescimento nos nossos negócios digitais.  Esse modelo de negócio nos permite ser mais ousados no que se refere ao lançamento da nova música feita por artistas emergentes.  Uma enorme quantidade de música inovadora está batendo às nossa portas e esse cenário nos permite pô-la ao alcance do público."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reputação da &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; é mais que merecida. O respeito da gravadora pelos seus artistas fica evidente em cada etapa do processo. Está nas pequenas coisas, como o cuidado com que é criado e produzido o visual de cada um dos originais digipacks que embalam seus produtos. E também está na sua recusa em aceitar a música pasteurizada, de fácil rotulação. A &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; faz discos porque a própria música exige, e não em função das demandas do mercado.  Entre os maiores sucessos da &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; estão a compilação &lt;em&gt;Asian Travels&lt;/em&gt; (mais de 60.000 cópias vendidas), a artista &lt;strong&gt;Cheb i Sabbah&lt;/strong&gt; (cujos discos &lt;em&gt;Shri Durga&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Krishna Lila&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;La Kahena&lt;/em&gt; venderam mais de 100.000 cópias em todo o mundo), as bandas &lt;strong&gt;Euphoria&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Niyaz&lt;/strong&gt; (quase 50.000 cada) e o &lt;em&gt;Stay Human&lt;/em&gt; de &lt;strong&gt;Michael Franti&lt;/strong&gt;, que já vendeu quase 100.000 cópias desde o seu lançamento em 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os novos títulos da &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; em 2007 está &lt;em&gt;Backspin&lt;/em&gt;, o projeto comemorativo do décimo aniversário do selo.  &lt;em&gt;Backspin&lt;/em&gt; inclui uma dúzia de artistas do eclético elenco global da &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt;, cada um apresentando uma roupagem nova para a sua música favorita.  Composições do &lt;strong&gt;Led Zeppelin&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;The Police&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;The Cure&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Pink Floyd&lt;/strong&gt;, entre outras, são reinventada por artistas do cast da &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt; como &lt;strong&gt;Karsh Kale&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;MIDIval PunditZ&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Banco de Gaia&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Ojos de Brujo&lt;/strong&gt; e muitos mais.  Também esse ano, vieram &lt;em&gt;United We Swing&lt;/em&gt; (disponível no Brasil em edição limitada importada) da &lt;strong&gt;Spanish Harlem Orchestra&lt;/strong&gt;, grupo indicado ao Grammy cujo CD está entre os dez mais da parada de salsa da &lt;strong&gt;Billboard&lt;/strong&gt; desde maio;  &lt;em&gt;Techari&lt;/em&gt;, do grupo &lt;strong&gt;Ojos de Brujo&lt;/strong&gt;, cuja fantástica fusão de flamenco, rumba e hip-hop os fez ser considerados uma das mais instigante novas bandas do mundo; e o mais recente lançamento da &lt;strong&gt;Six Degrees&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;Dub Qawwali&lt;/em&gt; do produtor/DJ europeu &lt;strong&gt;Gaudi&lt;/strong&gt;, um fantástico remix dos incomparáveis vocais do falecido vocalista paquistanês &lt;strong&gt;Nusrat Fateh Ali Khan&lt;/strong&gt; e sua instrumentação tradicional com uma vasta variedade de elementos de Reggae e Dub.  Esses novos títulos serão lançados no Brasil pela &lt;strong&gt;Ginga P.&lt;/strong&gt; nos próximos três meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brasil Música &amp; Artes – Projeto Comprador/Projeto Imagem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A BM&amp;A (Brasil Música &amp;amp; Artes) é uma organização sem fins lucrativos fundada em julho de 2001 com o objetivo de organizar a divulgação da música brasileira no exterior, trabalhando com artistas, gravadoras, distribuidores, exportadores, sociedades arrecadadoras e entidades culturais. Sua missão é por em prática ações em benefício de todo o setor, incluindo a organização de seminários e workshops, a implementação de estudos do mercado internacional, a organização de feiras de negócios, e a implantação de ações promocionais (mídia, material de divulgação, shows, parcerias com instituições no exterior, etc.).&lt;br /&gt;                                             &lt;br /&gt;O Projeto Comprador e Imagem tem o apoio da APEX (a agência brasileira de promoção do comércio e do investimento), do SEBRAE de cada região e do SESC em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os compradores internacionais com presença confirmada são:&lt;br /&gt;- Pat Berry, da Six Degrees, presidente da gravadora americana que lançou nos Estados Unidos nomes como Bebel Gilberto, Suba e Lenine. No momento trabalha a música da cantora CéU, lançada nos EUA em parceria com a Starbucks.&lt;br /&gt;- Jordy Trachtenberg, do distribuidor/agregador digital The Orchard, pioneiro e maior distribuidor de música digital no mundo. A empresa fornece mais de 10% do conteúdo na loja i-Tunes.&lt;br /&gt;- Beverly Koeckeritz, da Music Licensing, Electronic Arts. É a maior produtora independente de videogames do mundo e faz jogos como o FIFA, NBA, James Bond e Harry Potter. Já lançou vários jogos com trilhas brasileiras de nomes como Marcelo D2 e Fernanda Porto. Estuda a possibilidade de escolher, na Feira da Música, faixas para incluir nos próximos videogames que serão lançados em abril de 2008.&lt;br /&gt;- Tom Windish, da Windish Agency, agência de shows dos Estados Unidos que representa artistas como Cansei de Ser Sexy, Seu Jorge e Os Mutantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os profissionais da imprensa confirmados:&lt;br /&gt;- Angelo Romero, da World Music Central, uma central de informações sobre artistas de World Music, com notícias atualizadas, discografias, biografias e links. É atualmente o melhor site nos Estados Unidos sobre world music.&lt;br /&gt;- Andrea Sbaragli, da KIZMAIAZ Publishing &amp;amp; Promotion (Itália).&lt;br /&gt;- Marc Benaïche (França), diretor geral e fundador da Mondomix, primeiro site dedicado a world music, tendo recebido o Unesco Web Award como melhor site internacional de cultura.&lt;br /&gt;- Jody Gillett faz divulgação e promoção na Europa. Trabalha com música há 15 anos, tendo começado em European promotion na gravadora Rykodisc. Depois tornou-se gerente do selo em Hannibal and RykoLatino, mudando para marketing internacional na Palm Pictures. Passou a cuidar do mercado europeu de promoções para a Trama e Ether Music. Já trabalhou com Nação Zumbi, Carlinhos Brown e Tom Zé, entre outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-5073677164594584116?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2007/08/presidente-de-gravadora-norte-americana.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-2657315309926346351</guid><pubDate>Mon, 21 May 2007 21:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-11T16:01:58.565-02:00</atom:updated><title>Glossário do Banco de Gaia</title><description>&lt;strong&gt;Glossário do Banco de Gaia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RlILBJ2rqUI/AAAAAAAAACg/eJPpKr2cusY/s1600-h/banco3web.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067124645198276930" style="FLOAT: left; MARGIN: 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RlILBJ2rqUI/AAAAAAAAACg/eJPpKr2cusY/s320/banco3web.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O pseudônimo que o músico britânico &lt;strong&gt;Toby Marks&lt;/strong&gt; adotou, &lt;strong&gt;Banco de Gaia&lt;/strong&gt;, é o título de uma opereta de Puccini sobre um soldado reformado que decidiu estabelecer seu próprio banco. A obra não fez muito sucesso porque as pessoas acharam os longos trechos sobre diferentes tipo de papéis meio chatos. Um fato pouco conhecido é que Puccini realmente queria ser contador e só virou compositor porque não conseguia fazer divisões muito longas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RlILBZ2rqVI/AAAAAAAAACo/fR45kPWWeak/s1600-h/Banco_de_gaia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067124649493244242" style="FLOAT: right; MARGIN: 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RlILBZ2rqVI/AAAAAAAAACo/fR45kPWWeak/s320/Banco_de_gaia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O título do mais recente CD deste súdito da Rainha Elizabeth II, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Farewell Ferengistan&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, distribuído no Brasil pela &lt;a href="http://www.gingap.com.br" target="_blank"&gt;Ginga P.&lt;/a&gt;, também tem uma história pitoresca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferengi é um antigo nome de origem incerta, talvez árabe, para comerciantes europeus ou ocidentais em geral. Ferengistan era o nome usado pelos habitantes de locais remotos da Ásia, incluindo as regiões montanhosas do que hoje é conhecido como Paquistão, Caxemira e Afeganistão para se referir às montanhas das quais as pessoas brancas vinham; mais tarde adquiriu a conotação de ganância, materialismo e indigno de confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;a href="http://www.gingap.com.br/artista_banco.html" target="_blank"&gt;saiba mais&lt;/a&gt;]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-2657315309926346351?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2007/05/glossrio-do-banco-de-gaia-o-pseudnimo.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RlILBJ2rqUI/AAAAAAAAACg/eJPpKr2cusY/s72-c/banco3web.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-4637727200763511602</guid><pubDate>Mon, 14 May 2007 20:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T17:14:06.055-03:00</atom:updated><title>Azam Ali</title><description>&lt;strong&gt;Azam Ali&lt;/strong&gt;, artista Six Degrees e vocalista do grupo de música persa eletrônica &lt;strong&gt;Niyaz&lt;/strong&gt;, manteve-se ocupada emprestando seus talentos vocais a dois filmes que deram o que falar nos últimos meses: &lt;em&gt;300&lt;/em&gt; (Warner Brothers) e &lt;em&gt;A História do Nascimento &lt;/em&gt;(&lt;em&gt;The Nativity Story&lt;/em&gt;; New Line Cinema). &lt;strong&gt;Azam &lt;/strong&gt;detém um currículo impressionante: ela também canta em trilhas sonoras de filmes como &lt;em&gt;Matrix Revolutions&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Madrugada dos Mortos &lt;/em&gt;(&lt;em&gt;Dawn of the Dead&lt;/em&gt;), &lt;em&gt;Godsen&lt;/em&gt;d, &lt;em&gt;Paparazzi &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Children of Dune&lt;/em&gt;. Além disso, sua voz ressoa em séries de TV como &lt;em&gt;Alias&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Prison Break &lt;/em&gt;e na minisérie &lt;em&gt;The Path to 9/11 &lt;/em&gt;do canal americano ABC, cantando em árabe ou urdu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;300&lt;/em&gt;, dirigido por Zach Synder (&lt;em&gt;Madrugada dos Mortos&lt;/em&gt;) é baseado na &lt;em&gt;graphic novel &lt;/em&gt;de Frank Miller (&lt;em&gt;Sin City&lt;/em&gt;) que narra a Batalha de Termópilas na qual o Rei Leônidas (Gerald Butler) e 300 espartanos lutaram até a morte contra Xerxes (Rodrigo Santoro) e seu numeroso exército. &lt;strong&gt;Ali &lt;/strong&gt;trabalhou com o compositor Tyler Bates e contribuiu para o filme com solos, vocalizes, e texturas vocais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A História do Nascimento&lt;/em&gt;, dirigida por Catherine Hardwicke (&lt;em&gt;Os Reis de Dogtown&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Aos Treze&lt;/em&gt;) tem no elenco as indicadas ao Oscar Keisha Castle-Hughes (&lt;em&gt;A Encantadora de Baleias&lt;/em&gt;) e Shoreh Aghdashloo (&lt;em&gt;A Casa do Lago&lt;/em&gt;). O enredo segue a história da Virgem Maria antes do nascimento de Cristo. O premiado compositor Mychael Danna, que trabalhou com &lt;strong&gt;Ali &lt;/strong&gt;em duas canções e nos vocais, supervisiona a trilha sonora. Danna é reconhecido como um dos pioneiros em combinar sons não-ocidentais com orquestração e minimalismo eletrônico no mundo da música cinematográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Usar a minha voz para prolongar a emoção em filmes e na TV é uma tarefa natural para mim", diz &lt;strong&gt;Azam Ali&lt;/strong&gt;. "Este meio combina o estímulo visual com a minha voz, ajudando o público a se conectar com o enredo." O trabalho de &lt;strong&gt;Azam &lt;/strong&gt;em filmes se destaca em sua elogiada parceria com o selo Six Degrees. A revista americana Billboard disse que "a voz de &lt;strong&gt;Ali&lt;/strong&gt;, uma das mais instigantes da música moderna, parece emergir do inconsciente coletivo, simultaneamente nova e ancestral". Além do trabalho solo de &lt;strong&gt;Azam&lt;/strong&gt;, ela alcançou grandes alturas como integrante da banda de música persa eletrônica &lt;strong&gt;Niyaz&lt;/strong&gt;, composta também pelo multi-instrumentista &lt;strong&gt;Logan Ramin Torkian&lt;/strong&gt; (Axiom of Choice) e do produtor duas vezes indicado ao Grammy &lt;strong&gt;Carmen Rizzo &lt;/strong&gt;(Seal, Alanis Morisette, Paul Oakenfold). A incansável &lt;strong&gt;Azam &lt;/strong&gt;ainda se apresenta como uma das metades do duo Vas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.gingap.com.br/artista_niaz.html" target="_blank"&gt;saiba mais&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-4637727200763511602?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2007/05/azam-ali-artista-six-degrees-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-8350120233848370819</guid><pubDate>Sat, 28 Apr 2007 15:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-11T16:01:59.108-02:00</atom:updated><title>Entrevista exclusiva com Lilian Vieira do Zuco103</title><description>&lt;strong&gt;Entrevista exclusiva via e-mail com Lilian Vieira, vocalista do Zuco103 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RjNt8FnZtCI/AAAAAAAAAB0/0tBJFZ7o6eY/s1600-h/zuco103.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RjNt8FnZtCI/AAAAAAAAAB0/0tBJFZ7o6eY/s320/zuco103.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058507685534217250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Já de volta à Europa, preparando-se para a alta temporada do verão no Velho Continente, Lilian Vieira abriu um espaço especial em sua agenda para conversar por e-mail com o &lt;a href="http://www.amazon.com/Brazilian-Sound-Samba-Popular-Brazil/dp/1566395453/ref=pd_bbs_sr_1/002-4172111-7838464?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1177775143&amp;sr=8-1"&gt;jornalista e escritor Ricardo Pessanha&lt;/a&gt;. "Respondendo essas perguntas eu tive o prazer de reviver os momentos legais que passei aí... Imagina que são 6 da manhã aqui e eu me levantei especialmente para responder essas perguntas porque sabia que viajaria de volta pro Brasil. Bom, não me arrependi.Gostei da viagem", disse Lilian. Confira abaixo alguns trechos desse gostoso bate-papo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Pessanha: &lt;em&gt;Como você compara o som de vocês em estúdio e ao vivo? Você acha que há diferenças importantes? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lilian Vieira: &lt;em&gt;Eu acho que soam bem diferentes. O som de estúdio é mais concentrado, mais pensado, enquanto o som ao vivo é um som interativo, onde o público tem um papel muito importante. A dinâmica vem com o público, a energia também... os dois têm seu charme, mas eu realmente prefiro ao vivo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RP: &lt;em&gt;Como você vê a evolução do som do Zuco desde o lançamento do Tales of High Fever até hoje? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LV: &lt;em&gt;O som do Zuco está sempre mudando. Nos shows ao vivo a gente sempre trabalhou com DJs e no CD Tales of High Fever também, e com o passar do tempo a gente sentiu que estava na hora de usar mais harmonia. E foi aí que entrou a guitarra do Alvin, que eu acho que enriqueceu o nosso som muito, apesar de na época eu não ter ficado muito contente com a troca. Eu acho que o som ganha mais corpo. E o Alvin swinga muito também. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RP: &lt;em&gt;Quais eram as suas expectativas e as dos membros do grupo em relação à temporada no Brasil? Elas foram alcançadas? Quais as suas impressões? Como você sentiu a reação do público? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RjNt8VnZtDI/AAAAAAAAAB8/Deop6_oDPQc/s1600-h/Zuco_HighFever.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RjNt8VnZtDI/AAAAAAAAAB8/Deop6_oDPQc/s320/Zuco_HighFever.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058507689829184562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;LV: &lt;em&gt;O primeiro motivo de nossa ida foi esse projeto que a gente tinha com a &lt;a href="http://www.ibiss.info/" taget="_blank"&gt;Ibiss&lt;/a&gt;, de fazer esse intercâmbio cultural com as comunidades onde eles trabalham, e foi super emocionante pensar em fazer os dois, a troca com a comunidade e uma coisa nossa, então a gente teve a sorte de contar a com a ajuda da Ginga P, do Geraldinho Magalhães, da Bebel Prates e, com certeza, da Rádio MPB FM. Eu já estava sonhando com isso por saber que é uma delicia tocar para um público brasileiro, porque ele é um dos melhores do mundo, super carinhoso e realmente viaja junto com você quando curte o seu trabalho. &lt;br /&gt;A banda já tinha experiência com o público, pois a gente foi ao Brasil há mais ou menos três anos, e foi incrível. Mas dessa vez tínhamos músicos que não vieram junto da última vez, e esses estavam sempre fazendo piadas: "Bom, Lil, agora a gente quer ver se você tem relação com o público, vamos ver se o pessoal vai gostar, vai receber bem, se vai curtir." Acho que eles estavam meio preocupados, já que para mim o Brasil é a fonte, é onde tudo começa. Eu mesma estava nervosa, cheia de "e se's ?" Mas foi tão legal que eu nem sei explicar. Foi como se a gente recebesse "aquele abraço" a que o Gil se referia ao falar do Rio... foi muito legal, o carinho, a vontade... e realmente o pessoal mostrava estar bem junto com a gente. Foi maravilhoso. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RP: &lt;em&gt;Qual foi o ponto de encontro, o ponto em comum de um grupo de origens geográficas e musicais tão diferentes? Foi o interesse pela música brasileira? Algo mais? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LV: &lt;em&gt;O que acontece é que a música brasileira é muito forte no mundo inteiro, principalmente a música dos anos 60 e 70. O Brasil exportou pérolas pro mundo inteiro, então não tem como não se interessar, principalmente quando os músicos em questão são músicos que se ligam em jazz. Então, de um veio o outro: eles cresceram ouvindo nossa música, porque seus pais eram fãs, e mais tarde descobriram também que a música do Brasil é uma das mais acessíveis e abertas para mistura de ritmos, ou seja, combina com tudo nesse mundo. Então se uniram a fome e a vontade de comer. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RP: &lt;em&gt;Você acha que os diferentes backgrounds musicais e culturais do pessoal da banda emprestam uma cara nova a standards como Bebete Vam'bora? Como você descreveria essa cara nova? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LV: &lt;em&gt;Eu acho que os diferentes backgrounds emprestam uma cara a toda música que a gente faz, e essa é a idéia da banda também - usar a bagagem que cada um tem. No caso de Bebete eu me lembro de ter chegado com essa música e o Stefan logo sentou na bateria e começou a tocar um breakbeat, me lembro que ele comentava que James Brown adoraria ter cantado essa música, já que tinha tudo a ver com ele também. Mas acho que poderia ter rolado uma salsa e swingaria do mesmo jeito.  É isso eu acho muito legal: você vem com uma música e cada um sente essa música de uma outra maneira.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RP: &lt;em&gt;Você canta em português praticamente o tempo todo em shows no exterior também? Como o público internacional reage a isso?&lt;/em&gt;       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LV: &lt;em&gt;Uma vez eu dei uma entrevista pra Vogue daqui e o título era "a minha boca foi feita pra cantar na minha língua natal" e é verdade. Tem gente que consegue se expressar muito bem em outras línguas que não sejam a sua. Bom, esse não é o meu caso. No momento em que eu tenho que cantar em inglês, alguma coisa se fecha e não rola, não fica confortável. Isso não dá para disfarçar, né??? Então eu não vejo que o público tenha problemas com isso. O que rola é que muitos deles vão ao show mesmo é para dançar e não se ocupam muito com os textos. A primeira vez na Europa em que tive realmente prova de que as pessoas estavam ocupadas com os textos foi quando tocamos numa festa de surdos/mudos. A gente tinha uma tradutora e eles "aplaudiam" sacudindo as mãos no ar cada vez que achavam que alguma coisa era verdadeira... e dançaram muito também. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RP: &lt;em&gt;Quais os planos da banda para o futuro imediato? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LV: &lt;em&gt;Bom, quando a gente esteve aí, a gente entrou em estúdio (nos dois últimos dias) com o Marcos Suzanno e o Sergio Chiavazzoli e rolaram momentos muito lindos, de total interação e total viagem. &lt;br /&gt;Isso foi muito legal, então a gente está super a fim de terminar esse CD. Mas primeiro a gente tem que tocar bastante nesse verão e quando as coisas se acalmarem a gente entra em estúdio para terminar esse trabalho. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RP: &lt;em&gt;Algo mais que você gostaria de dizer ao público do Brasil? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LV: &lt;em&gt;Quero dizer, que sempre tive muito orgulho do meu país, principalmente por causa das pessoas, pela sua sensibilidade, inteligência... e dessa vez não foi diferente. O público que encontrei tem classe e não perdeu o charme. Uma coisa que só brasileiro tem: ele swinga por si mesmo, por ser otimista (mesmo que muitas vezes com dificuldades), por ter um humor maravilhoso. E não dá, nem tem como explicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo, foi um prazer, sabe que respondendo essas perguntas eu tive o prazer de reviver os momentos legais que passei aí... Imagina que são 6 da manhã aqui e eu me levantei especialmente para responder essas perguntas porque sabia que viajaria de volta pro Brasil. Bom, não me arrependi.Gostei da viagem. &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-8350120233848370819?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2007/04/entrevista-exclusiva-via-e-mail-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RjNt8FnZtCI/AAAAAAAAAB0/0tBJFZ7o6eY/s72-c/zuco103.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-3834348432798370608</guid><pubDate>Wed, 07 Mar 2007 18:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-11T16:01:59.560-02:00</atom:updated><title>Cheb i Sabbah</title><description>&lt;strong&gt;Cheb i Sabbah&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Re8GvXxHLdI/AAAAAAAAABo/Pche-pcYxpQ/s1600-h/Cheb+i+Sabbah+Photo+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5039253918954499538" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Re8GvXxHLdI/AAAAAAAAABo/Pche-pcYxpQ/s320/Cheb+i+Sabbah+Photo+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Cheb i Sabbah&lt;/strong&gt; nasceu Haim Sérge El Baaz, descendente de judeus berberes, em Constantine, Argélia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudou-se para Paris em 1960 e tornou-se um DJ quase acidentalmente. Suas origens complexas podem tê-lo impulsionado a misturar estilos musicais. Ao final dos anos 80, ele já estava extrapolando as fronteiras nas pistas de dança, buscando formas de colocar música aficana, asiática e árabe na mistura. Então, com o movimento de world music deflagrado, &lt;strong&gt;Cheb i Sabbah&lt;/strong&gt; começou a gravar composições de músicos tradicionais e clássicos e usou essas faixas para criar novos trabalhos – na verdade, música “compostas” por um DJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muita gente, a idéia de um DJ judeu ser chamado de artista e se apresentar em espaços como o &lt;em&gt;Arab Film Festival &lt;/em&gt;ou no &lt;em&gt;Arab American National Museum &lt;/em&gt;pode causar arrepios. Para Cheb, são eventos corriqueiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Re8Bt3xHLaI/AAAAAAAAABQ/HMLKGX5iqHk/s1600-h/Cheb_LaGhriba.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5039248395626556834" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Re8Bt3xHLaI/AAAAAAAAABQ/HMLKGX5iqHk/s320/Cheb_LaGhriba.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Após quatro décadas de carreira, o trabalho mais recente de Sabbah é uma compilação dançante e sofisticada entitulada &lt;a href="http://www.sixdegreesrecords.com/catalog.php?upc=657036112629" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;La Ghriba&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(ouça trechos do CD &lt;a href="http://http://www.sixdegreesrecords.com/catalog.php?upc=657036112629" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;), gravada no Marrocos e na Argélia e trazendo músicos de diversas origens religiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cheb i Sabbah&lt;/strong&gt; afirma não se importar sobre o que as pessoas pensam de sua identidade judia. Para ele, o que importa é que as pessoas de todas as origens unam-se através da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente morando na Califórnia, ele recorda sua adolescência na França, quando não gostava do país, nem da escola. Então, seguindo a vocação de um dos lados da família, o dos cabelereiros, aos 15 anos começou a trabalhar no salão da L’Oreal em Paris, onde recebeu treinamento e certificação. Junto com seus amigos, trabalhava durante o dia e saia para a balada que durava a noite inteira e voltava para trabalhar na manhã seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um desses amigos era um DJ local. Uma noite ele não pôde trabalhar e pediu para &lt;strong&gt;Cheb &lt;/strong&gt;substituí-lo. E foi assim que ele literalmente tornou-se uma sensação da noite para o dia. E foi assim que logo estava tocando nas cinco maiores casas noturnas de Paris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos 70, ele deixou a vida de DJ de lado para investir no teatro. Nas coxias, conheceu a mãe de seus dois filhos. O casal acabou mudando-se para São Francisco na década de 80, onde fundou o Tribal Warning Theatre, para o qual &lt;strong&gt;Sabbah &lt;/strong&gt;criou as trilhas sonoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele estava trabalhando num mercado de produtos orgânicos quando um dia um homem perguntou sobre a música que estava tocando na loja. Era um disco de música argelina que &lt;strong&gt;Sabbah &lt;/strong&gt;havia mixado em casa. Ao saber que &lt;strong&gt;Cheb &lt;/strong&gt;havia trabalhado como DJ em Paris, o homem falou de sua boate e o convidou para pilotar as picapes numa determinada noite. O sucesso foi tanto que as 30 a 40 pessoas da primeira noite logo se tranformariam em uma longa fila para entrar na casa noturna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase 20 anos depois, &lt;strong&gt;Sabbah &lt;/strong&gt;está na liderança da música eletrônica mundial, amado por freqüentadores de casas noturnas de todo o planeta. “Através da música, sempre encontra-se uma terra em comum.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi indicado pela BBC para o Awards for World Music 2006 na categoria "Club Global".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.gingap.com.br/artistas" target="_blank"&gt;saiba mais&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-3834348432798370608?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2007/03/cheb-i-sabbah-cheb-i-sabbah-nasceu-haim.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/Re8GvXxHLdI/AAAAAAAAABo/Pche-pcYxpQ/s72-c/Cheb+i+Sabbah+Photo+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-4851481227654065155</guid><pubDate>Wed, 14 Feb 2007 18:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-11T16:01:59.897-02:00</atom:updated><title>Karsh Kale</title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;KARSH KALE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RdNbaWZyWkI/AAAAAAAAAAc/GZux27Bequk/s1600-h/karshkale.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031465716951439938" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RdNbaWZyWkI/AAAAAAAAAAc/GZux27Bequk/s320/karshkale.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O DJ, produtor e multi-instrumentista Karsh Kale é um dos mais destacados expoentes do Asian underground. Seu som é resultado de &lt;a href="http://www.iskcon.com.br/bansuri/bansuri.html" target="_blank"&gt;bansuri&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.buckinghammusic.com/sarangi/sarangi.html" target="_blank"&gt;sarangi&lt;/a&gt; e muita &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tabla" target="_blank"&gt;tabla&lt;/a&gt; elétrica adicionados ao seu drum’n’bass. Kale odeia o rótulo de world music ou exótico, embora tenha participado do trabalho de alguns dos nomes responsáveis por trazer referências étnicas para a música eletrônica contemporânea, como DJ Spooky, Bill Laswell e Ryuichi Sakamoto. Também já trabalhou com vários músicos de formação clássica, gente do calibre de Ustad Sultan Kahn e Zakir Hussain. Por isso, Karsh Kale detona os limites entre o clássico e a vanguarda com o seu foco na instrumentação acústica, no tratamento eletrônico e nas melodias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como você deve ter percebido no parágrafo anterior, descrever o estilo musical de Karsh Kale não é tarefa simples. Ele mesmo afirma que o descreveria como ficção científica da Índia e de Nova York, electro-urban raag, ritmo e pressão, perdidos num sonho lúdico. Entendeu? &lt;a href="www.gingap.com.br/artistas" target="_blank"&gt;Melhor ouvir&lt;/a&gt;, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DJ inglês de origem indiana criado em Nova York passou a maior parte de sua vida aprendendo a tocar instrumentos. Inicialmente tabla e bateria, depois guitarra, teclados, baixo e &lt;a href="http://images.google.com.br/url?q=http://www.musicoutfitters.com/ethnic/sntr.htm&amp;usg=__mJ7QzAKEEArGisGwQ-ECfdLd_kc=" target="_top"&gt;santoor&lt;/a&gt;. Desenvolveu também suas habilidades nos vocais e em tecnologia. Além da educação musical na escola, passou alguns anos estudando com o mestre de tabla Samir Chatterjee. E tentava emular grandes artistas como Zakit Hussain, Jimi Hendrix, The Police e John Bonham. Mas a principal referência vem de casa. O pai de Kale sempre fez questão de ensinar os filhos a tocar os instrumentos indianos, para que as referências culturais sempre ficassem vivas na memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua opinião, os artistas com que trabalhou transcendem os seus próprios estilos, o que os torna colaboradores ideais. Ele conta que, em geral, começa a compor pela melodia ou a escala melódica (raag) com uma progressão de acordes. Só começa com uma batida se estiver fazendo uma faixa especificamente para a pista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RdNbR2ZyWjI/AAAAAAAAAAU/s9k8UltAcGc/s1600-h/brokenenglishgr.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5031465570922551858" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RdNbR2ZyWjI/AAAAAAAAAAU/s9k8UltAcGc/s320/brokenenglishgr.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para o seu mais recente trabalho, Broken English, Karsh Kale foi atrás das suas origens e passou um tempo na Índia. No novo CD, ele mescla influências musicais, como rock, hip hop e o atmospheric pop. Entre os convidados do mais alto nível para este seu terceiro álbum, estão o MC Napoleon, as vocalistas Trixies Reiss (do Crystal Method) e Diedre (do Ekova) e ainda o premiado compositor de trilhas para &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bollywood"&gt;Bollywood&lt;/a&gt; Salim Merchant.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DJ participou do festival Abril Pro Rock, em Recife e guarda boas lembranças das suas apresentações. Ele diz que cresceu ouvindo Sepultura e hoje gosta do som do Nação Zumbi. Esteve também em São Paulo há uns cinco anos e lamenta não ter ainda nada agendado para o Brasil este ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONTEXTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Asian Massive&lt;/strong&gt; é um movimento cultural representativo de artistas por todo o mundo que têm uma necessidade comum de mudança e progressão na arte, na música e na cultura. É feita por asiáticos. Começou quando Ravi Shankar trouxe a música clássica indiana para o restante do mundo, ao mesmo tempo em que as pessoas começaram a deixar o continente indiano para novas terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Asian Underground&lt;/strong&gt; é um termo associado a vários músicos britânicos, de origem asiática (principalmente Índia, Paquistão e Bangladesh), que misturam elementos da dance music underground ocidental com a música tradicional de seus países de origem. Não é um movimento musical per se, já que os sons específicos podem variar enormemente. A maioria desses artistas é filho ou neto de imigrantes e cresceram na cultura ocidental, mas ainda têm fortes raízes asiáticas através de suas famílias.&lt;br /&gt;Nos anos 1990, o Asian Underground rompeu os limites do mainstream. O gênero e outras formas de música do Sul Asiático começaram a influenciar o mainstream pop no Reino Unido, em gravações de Björk, Bananarama, Erasure, e Siouxsie &amp;amp; the Banshees, por exemplo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-4851481227654065155?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2007/02/karsh-kale-o-dj-produtor-e-multi.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ut4hsKyhSA0/RdNbaWZyWkI/AAAAAAAAAAc/GZux27Bequk/s72-c/karshkale.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-116671968373522708</guid><pubDate>Thu, 21 Dec 2006 13:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T17:15:48.172-03:00</atom:updated><title>Patato vive</title><description>&lt;strong&gt;Patato vive&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que saiu publicado em alguns veículos de comunicação, por ocasião do lançamento do CD &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Patato: The Legend of Cuban Percussion&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; no Brasil, &lt;strong&gt;Carlos "Patato" Valdes&lt;/strong&gt; está vivinho da silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1541/32/1600/307369/patato.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1541/32/320/362888/patato.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E para aqueles que ainda não sabem quem é o cara que quebra tudo no palco, tem quase o mesmo tamanho que seus instrumentos, dança durante seus solos na frente, atrás, em cima das congas, fazendo com que elas cantem com vozes que nenhum outro &lt;em&gt;conguero&lt;/em&gt; é capaz de criar, extraindo delas histórias cheias de melodia e mordacidade, e ao mesmo tempo fazendo caretas que não são igualadas nem por Jerry Lewis nem por Jim Carrey, eis o depoimento de Tito Puente: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Ele é o maior&lt;/em&gt; &lt;em&gt;conguero&lt;/em&gt; &lt;em&gt;vivo hoje."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, quem, além desse homem, poderia ter ensinado Brigitte Bardot a dançar o cha-cha-cha no filme &lt;em&gt;E Deus Criou a Mulher&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patato é mais influente que qualquer outro &lt;em&gt;conguero&lt;/em&gt;, porque inventou uma conga mais fácil de afinar, que para os instrumentistas de hoje é a coisa mais natural do mundo, mas foi um avanço revolucionário na história da música. Antigamente, a conga tradicional consistia de um corpo de madeira com um couro costurado e o instrumento era afinado segurando-se uma vela acesa sob o couro, mas o resultado nem sempre era satisfatório porque a tensão cedia tão logo o couro esfriasse. Foi de Patato a idéia de segurar o couro com um anel de metal, fixado em vários pontos do corpo da conga, que poderia ser apertado ou afrouxado com o auxílio de uma chave inglesa, permitindo ao músico afinar o seu instrumento em notas específicas. Assim, tornou-se possível alcançar todos os semitons de uma oitava tocando com apenas um conjunto completo de três congas. Era o nascimento da conga moderna, inaugurada pelo estilo melódico único de Patato, que usava várias congas para criar um instrumento melódico, como um pianista ou um saxofonista. O virtuosismo e a popularidade da música viabilizados pela entrada das congas no pop e no rock são parte da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1541/32/1600/56965/patato_hp.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1541/32/320/385047/patato_hp.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Patato patenteou sua invenção. A conga de Patato agora é usada por centenas de artistas, de Santana aos Rolling Stones, e por diversos &lt;em&gt;congueros&lt;/em&gt; famosos, muitos deles alunos de Patato em outros tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1950 Patato está entre os &lt;em&gt;congueros&lt;/em&gt; no topo do mundo da música latina e do jazz. Entre outros, ele excursionou e tocou com Miguelito Valdes, Perez Prado, Beny More, 'Cachao' Lopez, Tito Puente, Machito, Herbie Mann, Kenny Dorham, Cal Tjader, Art Blakey e Elvin Jones. E ainda Dizzy Gillespie e Quincy Jones, acompanhando-os em excursões pela Europa, e com Mario Bauza. Patato atuou e compôs a canção título de &lt;em&gt;The Bill Cosby Show&lt;/em&gt;. Em 1991, ele participou da trilha sonora de &lt;em&gt;The Mambo Kings Play Songs of Love&lt;/em&gt;. Patato é o líder de sua própria banda, Afrojazzia, e esteve no Brasil no ano passado, quando se apresentou no Tim Festival.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-116671968373522708?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2006/12/patato-vive-ao-contrrio-do-que-saiu.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-116646643420770524</guid><pubDate>Mon, 18 Dec 2006 18:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T17:16:18.590-03:00</atom:updated><title>Quem é Michael Franti? (continuação)</title><description>&lt;strong&gt;Quem é Michael Franti?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(continuação do post anterior)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte difícil começou quando o grupo teve que deixar o aeroporto. “A cada segundo que estive lá, me senti como se sempre algo estivesse prestes a acontecer”, diz Franti com sua suave voz de barítono. “A única hora em que não sentia medo era quando estava tocando, porque de repente todo mundo ficava feliz. Então, eu tocava sempre que podia.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bay Area, região metropolitana de São Francisco, no norte da Califórnia, é famosa por seu posicionamento político progressista – Berkeley é praticamente um sinônimo de liberalismo americano – e Michael mora lá desde 1984, quando foi jogar basquetebol na faculdade (ele tem 1.98m!). Na superfície, ele se encaixa no clichê. Dirige um carro flex, pratica ioga todos os dias, anda descalço e todo ano apresenta o festival Power to the Peaceful, no Golden Gate Park. Essa virtude implacável pode se tornar excessiva, mas não é o caso de Michael. Ele é engraçado, humilde e honesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael mora numa área de São Francisco que contabiliza um em cada cinco assassinatos na cidade. “Me lembro de ter dito às vezes: ‘Caraca, moro numa zona de guerra!’”, ele recorda. “E então você vai para uma zona de guerra de verdade e pensa: ‘Onde eu moro é fichinha.’”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1541/32/1600/795186/michaelfranti2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1541/32/320/170343/michaelfranti2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Ao chegar ao Iraque, ele não conseguia imaginar nenhum outro resultado que não fosse uma guerra civil sangrenta que resultaria na divisão do país. Entretanto, conversando com os moradores, ele adquiriu uma poderosa crença em uma solução pacífica. “Mas a cada dia que a ocupação continua, as pessoas são mais e mais demovidas da idéia de democracia. Não foi uma guerra que aconteceu e acabou. Os soldados continuam atirando nas pessoas diariamente, eles continuam a invadir casas, e é daí que vem o ódio.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Franti chegou a tocar para os soldados americanos no bar do hotel Sheraton em Bagdá. Causando alguma comoção, ele tocou seu libelo pacifista Bomb the World. “Pensei: ‘Não posso cantar sobre a guerra para as pessoas que concordam comigo e não cantar para quem está fazendo a guerra.’” E qual foi a reação? “Tipo: ‘Esse cara é muito macho para vir aqui e cantar esta música.’”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ele tocou a mesma música para uma família iraquiana, a reação foi bem diferente. “Entrei na sala e cantei Bomb the World e comecei a chorar. E a família olhava pra mim como se dissesse: ‘Por que você está chorando, porra? Estamos chorando há anos. Já que você veio até aqui, toca alguma coisa que eleve nossos espíritos!’”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael acha que seu engajamento foi forjado pelas circunstâncias. Dado para adoção por sua mãe branca (“o pai dela era meio racista”), ele foi criado pela família Finn em Davis, Califórnia, um lugar onde “as crianças brancas não hesitavam em me chamar de crioulo”. Foi assim que ele começou a apreciar o poder das palavras. “Meus pais diziam que paus e pedras podem quebrar seus ossos, mas xingamentos não podem te ferir. Mas sempre tirei algum divertimento das brigas; eram os xingamentos que realmente me magoavam. Então descobri que esse provérbio era uma babaquice.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua primeira banda se chamava the Beatnigs, “para retirar desta palavra seu poder de ódio racial”. (Beatnigs é ao mesmo tempo uma referência aos beatniks - geração de contra-cultura surgida em São Francisco na década de 1950 - e uma corruptela de beat (ritmo) e nigger (crioulo). Eles eram raivosos, de vanguarda, em guerra contra tudo com o que haviam sido criados. Em 1991, veio o Disposable Heroes of Hiphoprisy, cujo primeiro e único álbum foi o disco mais engajado de hip-hop jamais produzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles se juntaram ao U2 na turnê Zoo TV em 1992. “Senti que estar naquela turnê era como me vender. Mal conhecia a música dos caras. Conversei com o guitarrista algumas vezes e finalmente alguém da galera deles chegou pra mim e disse, ‘Ei, Michael. Sabe o guitarrista? O nome dele é Edge. Não Ed.’”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouco tempo ele ficou cansado de toda noite bancar o incendiário enraivecido. Pior, ele achava que estava negligenciando seu filho Cappy, agora com 19 anos. A última canção que ele compôs para o disco, tornou-se uma espécie de epitáfio para o grupo: “Se eu pudesse parar de pensar em música e em política / Diria que a revolução pessoal é muito mais difícil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1541/32/1600/185929/stayhumangr.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1541/32/320/581392/stayhumangr.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;À medida que as composições de Michael iam se tornando mais acessíveis, os Estados Unidos iam ficando mais propensos a ouvi-las. Ele acha que a falta de habilidade do governo americano para lidar com as conseqüências do furacão Katrina foi a gota d’água: “Aquilo realmente mudou a postura do país do dia para a noite”. Além disso, ele salienta que a guerra do Vietnã já acontecia há anos antes que o estouro das canções de protesto acontecesse; essas coisas levam tempo. Agora ele até faz shows com ingressos esgotados nos grotões conservadores dos EUA, algo impensável há alguns anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente ele leu a biografia de Bobby Sands, um integrante do IRA que fez greve de fome. “Tem aquela maravilhosa frase que diz que você pode fazer música pelas pessoas ou para as pessoas.” Ele conclui afirmando: “Não sei se a música pode mudar o mundo de um dia pro outro, mas sei que a música pode ajudar a alguém a atravessar uma noite difícil.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Adaptação do artigo “The troops thought: 'this guy’s got balls’” publicado em Guardian Unlimited Arts em 26 de julho de 2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;***&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de hoje, a música &lt;em&gt;Sometimes &lt;/em&gt;do Michael Franti entra na programação da &lt;a href="www.paradisofm.com.br" target="_blank"&gt;Paradiso FM&lt;/a&gt;, no programa Garimpo Paradiso, começando hoje às 16h30 e amanhã às 10h30, uma vez por dia. Até sexta-feira. Se houver muitos pedidos, entra na programação normal da rádio. Vamos dar voz a quem precisa ser ouvido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-116646643420770524?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2006/12/quem-michael-franti-continuao-do-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-116614079465513545</guid><pubDate>Thu, 14 Dec 2006 21:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T17:16:40.232-03:00</atom:updated><title>Quem é Michael Franti?</title><description>&lt;strong&gt;Quem é Michael Franti?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Para quem ouviu sobre o CD &lt;strong&gt;Stay Human&lt;/strong&gt;, lançado recentemente no Brasil e quis saber detalhes sobre o sujeito. E também para quem está chegando agora, com o convite para assinar nossa &lt;a href="http://www.ricp50.oi.com.br/gingaleiro/formulariogingaleiro.html" target="_blank"&gt;newsletter&lt;/a&gt; e ficar sempre por dentro do que está rolando por aí.)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Michael Franti disse à família que queria visitar o Iraque, eles não ficaram muito animados. Quando ele sondou os outros integrantes do seu grupo, o Spearhead, eles agradeceram, mas disseram não. Quando ele convidou uma dúzia de músicos, eles não apenas recusaram, como o desencorajaram fortemente. Mais tarde, em maio de 2004, ele reuniu uma comitiva de oito pessoas, incluindo seu agente, uma cabeleireira e um pacifista sexagenário. A poucas semanas de sua partida, o empresário estadunidense Nicholas Berg foi decapitado em Bagdá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1541/32/1600/963745/franti_michael.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1541/32/320/120491/franti_michael.jpg" border="0" alt="Michael Franti" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lembrando agora, Franti ri, sacudindo suas dreadlocks. “Eu pensava: ‘Ótimo, a última imagem que minha família vai ver de mim será na Internet, com minha cabeça rolando pelo chão’.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi assim mesmo. Franti, que tem 39 anos, já tem 20 anos de carreira como compositor engajado e decidiu que se ia cantar sobre o Iraque, deveria ver as coisas por si mesmo. Ele sabia menos ainda sobre Israel e a Palestina, então ele foi até lá também. Suas viagens resultaram em seu primeiro documentário, I Know I’m Not Alone. Entre os muitos elogios que a fita recebeu, há o do cineasta Anthony Minghela: “Veja este filme e então insista para que Michael Franti se torne o presidente dos Estados Unidos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael diz que a idéia apareceu na véspera do bombardeio americano a Bagdá. Ele estava com raiva e deprimido. “Pensei: ‘OK, bom, como é que vou superar a depressão de assistir ao noticiário?’ Então me livrei da TV a cabo e disse: ‘Vou para o Iraque’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais surpreendente, segundo ele, foi a facilidade para entrar no país. Nada de vistos ou passes do governo dos Estados Unidos. Só é preciso viajar para a Jordânia e comprar uma passagem de US$200 para Bagdá. Na imigração, eles perguntam se você está levando alguma arma – não vão confiscá-la, só querem saber. Quando os oficiais perguntaram o motivo da sua visita, ele disse que queria tocar sua guitarra nas ruas. Eles estudaram cuidadosamente seus documentos de imigração por algum tempo, antes de decidir por classificá-lo como turista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Adaptação do artigo “The troops thought: this guy’s got balls’” publicado em Guardian Unlimited Arts em 26 de julho de 2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(continua no próximo post)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-116614079465513545?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2006/12/quem-michael-franti-para-quem-ouviu.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-35502314.post-115998076318193340</guid><pubDate>Wed, 04 Oct 2006 16:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-10-04T13:52:43.193-03:00</atom:updated><title></title><description>A idéia é ajudar você a ficar antenado com as novidades que rolam mundo afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É contar tudo de interessante que estiver acontecendo por aí. Informações sobre aquele artista ou grupo descolado, onde acontecem as melhores baladas, o que está bombando nas pistas, quais são as principais tendências. E para aquele momento de relax e aconchego, mostrar porque só a música faz seu ambiente ficar completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa leitura e divirta-se!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35502314-115998076318193340?l=zunzumbacana7.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://zunzumbacana7.blogspot.com/2006/10/idia-ajudar-voc-ficar-antenado-com-as.html</link><author>noreply@blogger.com (Carla Cintia)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item></channel></rss>