<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907</id><updated>2024-09-20T07:23:20.189-07:00</updated><title type='text'>G &amp;amp; L CONSULTORIA Gestão de Pessoas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1299</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-1366922827683656867</id><published>2016-03-03T10:43:00.001-08:00</published><updated>2016-03-03T10:43:46.108-08:00</updated><title type='text'>O acidente de trabalho é um fato que pode ocorrer em qualquer empresa, independentemente de seu grau de risco ou de sua organização e estrutura em relação à Segurança e Medicina do Trabalho.</title><content type='html'>&lt;table border=&quot;0&quot; bordercolor=&quot;#111111&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;border-collapse: collapse; height: 30px; width: 937px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; colspan=&quot;2&quot; width=&quot;937&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: 10pt; widows: auto;&quot;&gt;
A contribuição da empresa, destinada ao financiamento da aposentadoria especial e dos benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho, corresponde à aplicação dos percentuais abaixo incidentes sobre o total da remuneração paga, devida ou creditada a qualquer título, no decorrer do mês, ao segurado empregado e trabalhador avulso, cabendo à empresa o enquadramento no respectivo grau de risco de acordo com sua atividade preponderante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 1% para empresas cujo grau de risco seja considerado leve (grau de risco I);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 2% para empresas cujo grau de risco seja considerado médio (grau de risco II);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 3% para empresas cujo grau de risco seja considerado grave (grau de risco III);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas que tiverem em seu quadro empregados que exerçam atividades que ensejam a aposentadoria especial após 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos de contribuição, terão estas alíquotas aumentadas, respectivamente, em:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;- 4%, 3% e 2%, para fatos geradores ocorridos no período de 1º de abril de 1999 a 31 de agosto de 1999;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 8%, 6% e 4%, para fatos geradores ocorridos no período de 1º de setembro de 1999 a 29 de fevereiro de 2000;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 12%, 9% e 6%, para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de março de 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da responsabilidade das empresas em contribuir com este percentual para o custeio, há também a responsabilidade por garantir um ambiente de trabalho seguro, de acordo com as exigências do MTE, o qual exerce seu poder fiscalizador de forma a garantir que estas exigências mínimas sejam cumpridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma destas garantias que a legislação estabelece com relação ao empregado acidentado é a estabilidade de emprego por 12 (doze) meses após o retorno ao trabalho, independente de percepção do auxílio-acidente, desde que o afastamento tenha sido por mais de 15 (quinze) dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caracterização do Acidente de Trabalho&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Acidente de trabalho é aquele que decorre do exercício profissional e que causa lesão corporal ou perturbação funcional que provoca a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho, nos termos do artigo 19 da Lei 8.213/91.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme dispõe a IN INSS 31/2008, o acidente do trabalho será caracterizado tecnicamente pela perícia médica do INSS, mediante a identificação do nexo entre o trabalho e o agravo.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considera-se epidemiologicamente estabelecido o nexo técnico entre o trabalho e o agravo, sempre que se verificar a existência de associação entre a atividade econômica da empresa, expressa pelo CNAE e a entidade mórbida motivadora da incapacidade, relacionada na Classificação Internacional de Doenças (CID) em conformidade com o disposto na Lista B do Anexo II do RPS.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considera-se agravo para fins de caracterização técnica pela perícia médica do INSS a lesão, a doença, o transtorno de saúde, o distúrbio, a disfunção ou a síndrome de evolução aguda, subaguda ou crônica, de natureza clínica ou subclínica, inclusive morte, independentemente do tempo de latência.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecidos pela perícia médica do INSS a incapacidade para o trabalho e o nexo entre o trabalho e o agravo (ainda que a empresa não tenha feito a CAT), serão devidas as prestações acidentárias a que o beneficiário tenha direito. Não havendo o reconhecimento, fica resguardado o direito ao auxílio-doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há Obrigação em Emitir a CAT Mesmo não Gerando Afastamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas empresas, equivocadamente, deixam de emitir a CAT quando se verifica que não haverá necessidade do empregado se afastar do trabalho por mais de 15 (quinze) dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorrendo o acidente de trabalho, independentemente de afastamento ou não, ainda que por meio período, é obrigatória a emissão da CAT por parte do empregador, sob pena de multa pelo Ministério do Trabalho, que pode variar entre R$ 670,89 a R$ 6.708,88, dependendo da gravidade apurada pelo órgão fiscalizador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A emissão da CAT, além de se destinar para fins de controle estatísticos e epidemiológicos junto aos órgãos Federais, visa principalmente, a garantia de assistência acidentária ao empregado junto ao INSS ou até mesmo de uma aposentadoria por invalidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de não haver afastamento ou se este for inferior aos 15 (quinze) dias, não obsta a empresa do cumprimento à legislação trabalhista e de preservar a saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje qualquer trabalhador que incorra em algum acidente de trabalho, poderá se dirigir a um hospital devidamente credenciado junto ao INSS e registrar formalmente este acidente, independentemente da empresa fazê-lo ou não. Isto lhe dará todas as garantias advindas do acidente do trabalho estabelecidas pela legislação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, havendo acidente de trabalho sem o preenchimento da CAT pela empresa, podem formalizá-lo o próprio acidentado, seus dependentes, a entidade sindical competente, o médico que o assistiu ou qualquer autoridade pública (inclusive o próprio perito do INSS quando da realização da perícia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição Federal de 88 dispõe, no art. 7º, inciso XXVIII, que é garantia do empregado o “seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julgados Relacionados:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;É OBRIGAÇÃO DE O EMPREGADOR EMITIR A COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO (CAT)&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;A emissão da Comunicação de Acidente do Trabalho, a conhecida CAT, é obrigação do empregador, que, acaso não cumprida, gera danos morais ao trabalhador. Com esse entendimento, a 7ª Turma do TRT-MG decidiu julgar desfavoravelmente o recurso de uma empresa de construções e montagens e confirmar a sentença que a condenou a pagar indenização a um empregado que sofreu um acidente de carro no caminho para o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ré afirmou que não emitiu a CAT porque não tomou conhecimento do acidente. No entanto, ao analisar as provas, o desembargador Marcelo Lamego Pertence constatou que isso não era verdade. É que o próprio engenheiro da obra onde o reclamante trabalhava admitiu que ficou sabendo do acidente. Colegas que pegaram carona com o reclamante deram a notícia e contaram, inclusive, que ele se machucou. Segundo o relator, na defesa a ré admitiu ter recebido um atestado médico dando notícia do afastamento do empregado pelo período de 15 dias por motivo de doença. Depois disso, ele não retornou mais ao trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o magistrado, não restaram dúvidas de que a reclamada tomou conhecimento do acidente. Acidente este caracterizado como de trabalho, uma vez que ocorreu no percurso entre o local de trabalho e a residência. Nesse sentido, dispõe o artigo 21, inciso IV, letra &quot;d&quot;, da Lei nº 8.213/91.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As provas revelaram que o trabalhador fraturou o pé e ficou impossibilitado de trabalhar. Mesmo assim, conforme destacou o desembargador, a reclamada não tomou qualquer providência e sequer buscou investigar a causa do afastamento do reclamante depois do acidente noticiado pelos colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conduta foi considerada inaceitável pelo o relator, que lembrou que a emissão da CAT é uma obrigação do patrão em caso de acidente do trabalho. De acordo com ele, o não cumprimento desse dever não pode ocasionar danos ao trabalhador. Tanto é assim que o artigo 22 da Lei 8.213/91 autoriza o próprio acidentado, seus dependentes, a entidade sindical competente, o médico que o assistiu ou qualquer autoridade pública providencie a emissão do documento, em complemento à empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O magistrado chamou a atenção para os inúmeros problemas causados pela omissão da empresa. Ao deixar de cumprir sua obrigação, ela contribuiu para que o empregado permanecesse após o afastamento por acidente do trabalho sem qualquer tipo de benefício previdenciário e sem a certeza quanto ao recebimento da sua fonte de sustento. Como ponderou o julgador, se a CAT tivesse sido emitida, o acesso ao benefício previdenciário teria sido rápido e o trabalhador não teria que tomar todas as providencias sozinho, como ocorreu. Ele acabou conseguindo, por conta própria, receber o auxílio-doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Demonstrada a omissão da ré quanto à emissão da CAT e despontando como lógico o nexo de causalidade com os danos daí advindos ao trabalhador, é patente o dever de indenizar&quot;, concluiu o relator. Ele esclareceu que, em casos como esse, o dano moral não precisa ser comprovado, bastando a demonstração do ato potencialmente lesivo. O desembargador registrou que esse entendimento é amparado pelo Superior Tribunal de Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, considerou razoável o valor de R$2.300,00, fixado na sentença, diante dos aspectos envolvendo o caso. A Turma de julgadores acompanhou os entendimentos. (0000601-05.2012.5.03.0025 RO). (Fonte: TRT/MG - 05/08/2013 - Adaptado pelo Guia Trabalhista )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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NÃO EMITIR A CAT IMPEDE O TRABALHADOR DE RECEBER BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empregado de uma construtora cai numa valeta, durante o trabalho em dia chuvoso, e se machuca. Levado ao médico da empresa, fica afastado por 3 dias. A empregadora não emite a CAT e desconsidera as reclamações de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A determinação é para que o empregado continue trabalhando normalmente. Com isso, o trabalhador não recebe benefício previdenciário, nem tem garantida a estabilidade provisória no emprego assegurada no artigo 118 da Lei 8.213/91.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este foi o cenário encontrado no processo analisado pela 7ª Turma do TRT-MG e retrata a realidade de inúmeros trabalhadores que se acidentam no trabalho. Com o objetivo de impedir o recebimento de benefício previdenciário, muitas empresas se valem de manobras para tentar afastar o direito à estabilidade provisória acidentária. No caso do processo, o trabalhador procurou a Justiça do Trabalho para pedir o pagamento da indenização relativa à estabilidade no emprego e uma indenização por danos morais em face do procedimento adotado pela ré. E tanto o juiz de 1º Grau quanto o relator do recurso da empresa, Márcio Toledo Gonçalves, lhe deram razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator explicou que para o reconhecimento da estabilidade provisória por doença profissional ou acidente de trabalho são necessários dois requisitos: o afastamento do serviço por prazo superior a 15 dias e o recebimento do auxílio-doença acidentário (artigo 118 da Lei 8.213/91). Ou então a existência de doença profissional, quando constatada após a dispensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso analisado, as provas deixaram claro que o trabalhador sofreu típico acidente do trabalho no exercício de suas funções para a construtora. A perícia médica comprovou a fratura de costela, esclarecendo que ela se consolida em 30 dias, com tempo de recuperação estimado de 40 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação do julgador, a culpa da empregadora no infortúnio ficou evidente, sendo óbvio que o trabalhador necessitava de afastamento superior a 15 dias. No entanto, ele não recebeu auxilio-doença acidentário. Além de não emitir a CAT, a empregadora não deu ouvidos aos relatos de dor do empregado. Após afastamento ínfimo, de apenas 3 dias, ele voltou a trabalhar normalmente, mesmo impossibilitado. &quot;Não se pode chancelar a fraude praticada pela ré, que deixou de emitir a CAT oportunamente, sonegando ao demandante o direito à estabilidade provisória acidentária, devida&quot;, registrou o relator no voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essas considerações, o julgador confirmou a sentença que declarou a nulidade da dispensa e determinou a conversão em indenização correspondente aos salários do período da estabilidade, já que o prazo parar reintegração no emprego havia se esgotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construtora foi condenada ainda a pagar indenização por danos morais, o que também foi confirmado pela Turma de julgadores. ( 0149800-82.2009.5.03.0033 AIRR ). ( Fonte: TRT/MG - 27/09/2012 - Adaptado pelo Guia Trabalhista)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) é Advogado, Administrador, responsável técnico pelo Guia Trabalhista e autor de obras na área trabalhista e Previdenciária.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Arial; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Fonte: Boletim Guia Trabalhista&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/1366922827683656867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2016/03/o-acidente-de-trabalho-e-um-fato-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/1366922827683656867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/1366922827683656867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2016/03/o-acidente-de-trabalho-e-um-fato-que.html' title='O acidente de trabalho é um fato que pode ocorrer em qualquer empresa, independentemente de seu grau de risco ou de sua organização e estrutura em relação à Segurança e Medicina do Trabalho.'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-6388231900673537295</id><published>2016-01-11T11:30:00.002-08:00</published><updated>2016-01-11T11:30:48.835-08:00</updated><title type='text'>Trabalhador sindicalizado não será reembolsado por contribuição de 7% aprovada em assembleia</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho proveu recurso do Sindicato dos Consertadores de Carga e Descarga nos Portos do Estado de São Paulo e reformou decisão que condenava a entidade a devolver descontos mensais de 7% do salário de um trabalhador portuário avulso sindicalizado do Porto de Santos (SP). Segundo o entendimento do ministro relator, José Roberto Freire Pimenta, não cabe ao Poder Judiciário se manifestar acerca de descontos sindicais definidos em assembleia geral da categoria de trabalhador membro do sindicato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) havia entendido que o percentual estabelecido, voltado para a reestruturação operacional sindical, não se caracteriza como contribuição assistencial por ser elevado demais, e determinou o reembolso. O sindicato, ao recorrer ao TST, alegou que a contribuição era descontada apenas dos trabalhadores sindicalizados. A entidade afirmou que excluiu o encargo do associado quando o próprio, por meio de carta, desautorizou o desconto, mas sustentou que não deveria reembolsar as deduções mensais anteriores, por violação ao artigo 548, alínea &quot;b&quot;, da&lt;span class=&quot;Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm&quot; style=&quot;color: #5b677d; text-decoration: underline;&quot;&gt;CLT&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Ao analisar o recurso, o relator assinalou que a irregularidade do desconto apenas se daria no caso dos consertadores de carga não sindicalizados. Segundo o ministro José Roberto Freire Pimenta, o Tribunal Regional se equivocou ao se manifestar sobre o desconto, uma vez que a contribuição foi aprovada pela maioria dos trabalhadores e que a assembleia possui autonomia nas resoluções que não contrariam a legislação vigente. &quot;Considerando que se tratava de trabalhador sindicalizado, e que constituem patrimônio do sindicato as contribuições dos associados estabelecidas em assembleia geral, tem-se que não cabe ao Poder Judiciário manifestar-se acerca da razoabilidade do valor estipulado a título de desconto&quot;, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A decisão foi unânime.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Alessandro Jacó/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo:&lt;span class=&quot;Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;amp;conscsjt=&amp;amp;numeroTst=114&amp;amp;digitoTst=94&amp;amp;anoTst=2011&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=02&amp;amp;varaTst=0446&amp;amp;submit=Consultar&quot; style=&quot;color: #5b677d; text-decoration: underline;&quot;&gt;RR-114-94.2011.5.02.0446&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/6388231900673537295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2016/01/trabalhador-sindicalizado-nao-sera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/6388231900673537295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/6388231900673537295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2016/01/trabalhador-sindicalizado-nao-sera.html' title='Trabalhador sindicalizado não será reembolsado por contribuição de 7% aprovada em assembleia'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-5714014415926462833</id><published>2016-01-11T11:27:00.003-08:00</published><updated>2016-01-11T11:27:31.611-08:00</updated><title type='text'>Vigilante do sexo masculino não consegue direito a intervalo intrajornada garantido às mulheres</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu do recurso de revista de um vigilante bancário que pleiteava o pagamento relativo à supressão do intervalo de 15 minutos entre a jornada de trabalho regular e o início das horas extraordinárias, previsto no artigo 384 da&lt;span class=&quot;Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452compilado.htm&quot; style=&quot;color: #5b677d; font-size: 14px; line-height: 1.4; text-decoration: underline;&quot;&gt;CLT&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;. A norma que garante o benefício faz parte do capítulo de proteção ao trabalho da mulher.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Na reclamação trabalhista, o empregado sustentou que, por força do princípio constitucional da igualdade, fazia jus ao período de descanso. O pedido foi rejeitado pelo juiz de primeiro grau e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC), no entendimento de que o dispositivo da CLT não foi recepcionado pela atual Constituição, porque cria &quot;diferenciação injustificável&quot; entre empregados dos sexos masculino e feminino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;No exame do recurso do vigilante ao TST, a ministra Delaíde Miranda Arantes, relatora, explicou que o intervalo está inserido no capítulo de proteção ao trabalho da mulher, limitando-se à mulher &quot;por conta de sua peculiar condição biossocial&quot;. A magistrada lembrou que a matéria tem sido amplamente discutida, e o TST segue mantendo o entendimento de afastar a inconstitucionalidade do referido artigo. &quot;Embora homens e mulheres sejam iguais em direitos e obrigações, suas diferenças psicossociais justificam o tratamento diferenciado em alguns aspectos&quot;, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A decisão foi unânime.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Marla Lacerda/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #cccccc; color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/16.8px Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: normal; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo:&lt;span class=&quot;Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;amp;conscsjt=&amp;amp;numeroTst=82000&amp;amp;digitoTst=37&amp;amp;anoTst=2009&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=12&amp;amp;varaTst=0049&amp;amp;submit=Consultar&quot; style=&quot;color: #5b677d; text-decoration: underline;&quot;&gt;RR-82000-37.2009.5.12.0049&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/5714014415926462833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2016/01/vigilante-do-sexo-masculino-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/5714014415926462833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/5714014415926462833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2016/01/vigilante-do-sexo-masculino-nao.html' title='Vigilante do sexo masculino não consegue direito a intervalo intrajornada garantido às mulheres'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-6324100955299889815</id><published>2015-12-03T16:38:00.001-08:00</published><updated>2015-12-03T16:38:27.445-08:00</updated><title type='text'>Curso eSocial realizado na cidade de Itaporanga-PB, promovido pelo Sebrae</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Momentos de trocas de conhecimento com o pessoal da cidade de Itaporanga-PB, pessoas altamente comprometidas com a novo&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;projeto do governo
federal que vai coletar as informações trabalhistas, previdenciárias,
tributarias, fiscais e do FGTS,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgkAUEl40gT7wDrdipdRaBG0XY_P2PIdX_RuCneljibuo_jqnk8aT2Jvr7_81oPbFDW0-PM0vGT4VIDMYdfpaknpZqmeSPdyCc7AbmYumTZW-tf4cpVPLhfur9ey9MYSY0nMS5-08zrhA/s1600/20151128_081116.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgkAUEl40gT7wDrdipdRaBG0XY_P2PIdX_RuCneljibuo_jqnk8aT2Jvr7_81oPbFDW0-PM0vGT4VIDMYdfpaknpZqmeSPdyCc7AbmYumTZW-tf4cpVPLhfur9ey9MYSY0nMS5-08zrhA/s400/20151128_081116.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Muito bom conhecer pessoas com tanta vontade de capacita-se.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhO7sAy18nLeCQ1FNmy9dXrKQfgJiVWwGPrNyPGQouR3hRWErlNXrX8jS0r2x2YX15D_ue54pun8-JZoYSwPSlo_BEsdr_KBwkHyx7YVkPDXkCnjw-1ktl8fnKVVk5Er70Vl4Yasd4u2OE/s1600/20151128_081128.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhO7sAy18nLeCQ1FNmy9dXrKQfgJiVWwGPrNyPGQouR3hRWErlNXrX8jS0r2x2YX15D_ue54pun8-JZoYSwPSlo_BEsdr_KBwkHyx7YVkPDXkCnjw-1ktl8fnKVVk5Er70Vl4Yasd4u2OE/s400/20151128_081128.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
Parabéns ao pessoal da cidade de Itaporanga-PB.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh44miyN9Kkq9H4fwCXrGWgJcrkl266ZedQts6lyd7wKmnIgky-4gjo6gwJX3iv_cIzaGoDso7OjttaqWntaTDbR8KNHeTTQ1wV6xmc3EPl62FuQqoL7LremEOCIeFczLfSgYCjLhj6iHc/s1600/20151128_081147.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh44miyN9Kkq9H4fwCXrGWgJcrkl266ZedQts6lyd7wKmnIgky-4gjo6gwJX3iv_cIzaGoDso7OjttaqWntaTDbR8KNHeTTQ1wV6xmc3EPl62FuQqoL7LremEOCIeFczLfSgYCjLhj6iHc/s400/20151128_081147.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/6324100955299889815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/12/curso-esocial-realizado-na-cidade-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/6324100955299889815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/6324100955299889815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/12/curso-esocial-realizado-na-cidade-de.html' title='Curso eSocial realizado na cidade de Itaporanga-PB, promovido pelo Sebrae'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgkAUEl40gT7wDrdipdRaBG0XY_P2PIdX_RuCneljibuo_jqnk8aT2Jvr7_81oPbFDW0-PM0vGT4VIDMYdfpaknpZqmeSPdyCc7AbmYumTZW-tf4cpVPLhfur9ey9MYSY0nMS5-08zrhA/s72-c/20151128_081116.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-8023881476031716</id><published>2015-11-05T09:06:00.002-08:00</published><updated>2015-11-05T09:06:18.035-08:00</updated><title type='text'>Prazo para pagamento do documento de arrecadação do eSocial será prorrogado</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;background-color: #eef5ee; font-family: Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; outline: none !important; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;Na tarde de hoje, 4 de novembro, a Receita Federal foi informada oficialmente pelo Serviço Federal de Processamento de Dados – Serpro de que as medidas adotadas para solucionar os problemas de instabilidade nos sistemas informatizados do site do eSocial ainda não são suficientes para garantir que todos os empregadores domésticos consigam imprimir o Documento de Arrecadação do eSocial – DAE até a próxima sexta-feira, 6 de novembro.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #eef5ee; font-family: Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; outline: none !important; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;Até as 19h, foram gerados 265.503 DAE, o que representa 22,9% do total de empregadores que buscaram a emissão do documento.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #eef5ee; font-family: Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; outline: none !important; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Diante dessa situação, a Receita Federal propôs e os Ministros da Fazenda e do Trabalho e Previdência Social editarão portaria conjunta que prorrogará o prazo para pagamento do DAE até o último dia útil de novembro.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #eef5ee; font-family: Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; outline: none !important; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;A medida permitirá que o Serpro conclua seu trabalho de saneamento dos problemas dos sistemas, oferecendo aos empregadores mais tempo e qualidade nos serviços oferecidos no site do eSocial.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #eef5ee; font-family: Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 10px; outline: none !important; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;Os contribuintes que emitiram o DAE com vencimento em 6 de novembro poderão pagar a o documento até essa data ou emitir outro DAE para pagamento até a data do novo vencimento.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/8023881476031716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/11/prazo-para-pagamento-do-documento-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/8023881476031716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/8023881476031716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/11/prazo-para-pagamento-do-documento-de.html' title='Prazo para pagamento do documento de arrecadação do eSocial será prorrogado'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-487420394817366494</id><published>2015-10-22T07:08:00.003-07:00</published><updated>2015-10-22T07:08:50.400-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDtMCnQUAo17Lr0Mi7kBsZajlpX8srJr4UNajCjLbtXMV-Fimjmpu2V4uL5zIzefAGgpqJjJmROkYVfQDYaqe2vMrDsV3e5jdPqaieEuAPhHyvxXCPLnyLklG8gAx_vqXM3E7FTcNLS4g/s1600/Curso+eSocial+21+11+2015.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;476&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDtMCnQUAo17Lr0Mi7kBsZajlpX8srJr4UNajCjLbtXMV-Fimjmpu2V4uL5zIzefAGgpqJjJmROkYVfQDYaqe2vMrDsV3e5jdPqaieEuAPhHyvxXCPLnyLklG8gAx_vqXM3E7FTcNLS4g/s640/Curso+eSocial+21+11+2015.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/487420394817366494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/10/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/487420394817366494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/487420394817366494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/10/blog-post.html' title=''/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDtMCnQUAo17Lr0Mi7kBsZajlpX8srJr4UNajCjLbtXMV-Fimjmpu2V4uL5zIzefAGgpqJjJmROkYVfQDYaqe2vMrDsV3e5jdPqaieEuAPhHyvxXCPLnyLklG8gAx_vqXM3E7FTcNLS4g/s72-c/Curso+eSocial+21+11+2015.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-4885034242968976886</id><published>2015-10-19T13:41:00.003-07:00</published><updated>2015-10-19T13:41:52.061-07:00</updated><title type='text'>A valorização do Lider</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyFGCU3PJpas_aNbAtiblfLJRqENcd47fTYgpBb3DTLweTGSxvVSHjwOn6Pd6V-0Ncpqw57TfVI43Tf6tPYDhZ1UBSjaTrSUPLQQ4r-FwGHhO9V0gZOuo1KSZSUe_hke129wdW3z5P-1c/s1600/Valoriza%25C3%25A7%25C3%25A3o+do+Lider.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;308&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyFGCU3PJpas_aNbAtiblfLJRqENcd47fTYgpBb3DTLweTGSxvVSHjwOn6Pd6V-0Ncpqw57TfVI43Tf6tPYDhZ1UBSjaTrSUPLQQ4r-FwGHhO9V0gZOuo1KSZSUe_hke129wdW3z5P-1c/s640/Valoriza%25C3%25A7%25C3%25A3o+do+Lider.png&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/4885034242968976886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/10/a-valorizacao-do-lider.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/4885034242968976886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/4885034242968976886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/10/a-valorizacao-do-lider.html' title='A valorização do Lider'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyFGCU3PJpas_aNbAtiblfLJRqENcd47fTYgpBb3DTLweTGSxvVSHjwOn6Pd6V-0Ncpqw57TfVI43Tf6tPYDhZ1UBSjaTrSUPLQQ4r-FwGHhO9V0gZOuo1KSZSUe_hke129wdW3z5P-1c/s72-c/Valoriza%25C3%25A7%25C3%25A3o+do+Lider.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-5108524305689684853</id><published>2015-10-19T13:32:00.002-07:00</published><updated>2015-10-19T13:32:21.570-07:00</updated><title type='text'>Família de motorista de ônibus morto por passageiro receberá indenização por danos morais e materiais </title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Segunda Turma do Tribunal Superior do 
Trabalho reestabeleceu a sentença que condenou as empresas Breda Transportes e 
Serviços e Biosev Bioenergia a pagar mais de R$ 300 mil de indenização por danos 
morais e materiais para a família de um motorista de ônibus rural assassinado 
por um dos trabalhadores que transportava. Para os ministros que compõem a 
Turma, as empresas foram culpadas por negligência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O caso aconteceu em Sertãozinho (SP), onde o 
motorista exercia a função de dirigir um ônibus rural para a Breda Transporte, 
buscando trabalhadores em diversas fazendas da região para levar para as 
lavouras de cana da empresa Biosev Bioenergia. Após uma discussão com um dos 
trabalhadores, por não ter parado para pegá-lo, o motorista levou cinco tiros e 
morreu na hora.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A família apresentou reclamação trabalhista 
contra as empresas que empregavam o motorista pedindo indenização por danos 
morais e materiais. As duas empresas se defenderam alegando que não existia nexo 
causal e culpa de suas partes, uma vez que o evento danoso ocorreu em virtude de 
fato de terceiro (homicídio), equiparado a caso fortuito, e por culpa exclusiva 
da vítima.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O juiz de origem julgou que as empresas 
deveriam indenizar solidariamente a família pela falta de segurança para seus 
funcionários. Na visão do juiz, a principal causa do acidente foi funcionário 
trabalhando com arma de fogo. &quot;Se o ofensor portava arma habitualmente, tal fato 
seria constatável até mesmo por simples vistoria no ônibus, após a chegada ao 
local de trabalho&quot;, relatou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Condenação&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Condenadas em R$ 300 mil por danos morais e 
materiais, as empresas entraram com recurso defendendo que não podem ser 
responsabilizadas pelo acidente. Os desembargadores do Tribunal Regional do 
Trabalho da 15ª Região (SP) reformaram a sentença avaliando que o comportamento 
do motorista, ao não voltar para buscar o empregado, bem com as ofensas que 
proferiu ao mesmo, certamente contribuíram para o desfecho trágico do 
caso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O regional ainda afirmou que exigir das 
empresas a fiscalização do ônibus, realizando revistas nos funcionários, 
excederia a cautela normal que se espera do empregador, uma vez que não havia 
qualquer motivo para que tais medidas de segurança fossem adotadas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11px; line-height: 1.4;&quot;&gt;O desembargador convocado, Cláudio 
Armando Couce de Menezes, relator do processo, destacou que o funcionário foi 
vítima de homicídio doloso âmbito da empresa, em pleno horário de trabalho, 
enquanto exercia suas atividades, e que as empresas têm a obrigação de reparar 
os danos pela falta de fiscalização e de ordem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Couce de Menezes lembrou o fato de que o 
assassino admitiu em juízo que portava arma habitualmente. Ele sugeriu à Turma o 
reestabelecimento na íntegra da sentença de origem, que condenou a Breda 
Transportes e a Biosev ao pagamento de indenização por danos morais e materiais. 
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11px; line-height: 1.4;&quot;&gt;O acordão foi aprovado por 
unanimidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(Paula Andrade/RR)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11px; line-height: 1.4;&quot;&gt;Processo: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;amp;conscsjt=&amp;amp;numeroTst=263&amp;amp;digitoTst=48&amp;amp;anoTst=2011&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=15&amp;amp;varaTst=52&amp;amp;submit=Consultar&quot; style=&quot;font-size: 11px; line-height: 1.4;&quot;&gt;RR-263-48.2011.5.15.0052&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma 
composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, 
agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em 
ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, 
recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;portlet-msg-info&quot; id=&quot;aui_3_2_0_1329&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Esta matéria tem caráter informativo, sem 
cunho oficial.&lt;br /&gt;Permitida à reprodução mediante citação da 
fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do 
Trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/5108524305689684853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/10/familia-de-motorista-de-onibus-morto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/5108524305689684853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/5108524305689684853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/10/familia-de-motorista-de-onibus-morto.html' title='Família de motorista de ônibus morto por passageiro receberá indenização por danos morais e materiais '/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-4546910785584802073</id><published>2015-10-19T13:30:00.002-07:00</published><updated>2015-10-19T13:30:49.534-07:00</updated><title type='text'>Técnico de enfermagem comprova vínculo com empresa de serviços hospitalares </title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(Sex 16 Out 2015 07:30:00)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Segunda Turma do TST não conheceu do recurso da 
Savecare Atendimento Pré-Hospitalar e Médico Domiciliar Ltda., contra decisão 
que confirmou o vínculo de emprego de um técnico de enfermagem que lhe prestou 
serviços. A Turma constatou que a área de atuação do trabalhador está inserida 
na atividade-fim da empresa, entre outros, o serviço de &lt;em&gt;home care&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo o técnico, a empresa o contratou mas não 
registrou sua carteira de trabalho e o salário era pago pela Medicalcoop 
Cooperativa a Serviço da Medicina e Odontologia. Ele pediu na reclamação 
trabalhista a descaracterização da relação de cooperativismo e o reconhecimento 
do vínculo de emprego com a Savecare. Para o empregado, a empresa cometeu fraude 
trabalhista.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No entanto, a empresa não admitiu os fatos 
alegados pelo técnico. Disse que ele trabalhou para a Medicalcoop, cooperativa 
de mão de obra, para lhe prestar serviços, independentemente de qual associado 
fosse utilizado na execução das atividades.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O juízo entendeu que não houve fraude na adesão 
do técnico à cooperativa, pois a contratação pela Savecare por si só não a 
caracteriza. A sentença refutou a terceirização de atividade-fim com base no 
objeto social da empresa e prova testemunhal da vinculação do técnico à 
cooperativa, participando de assembleias, recebendo dividendos e produtividade, 
pelo que rejeitou o vínculo e concluiu pela prestação de serviços por meio da 
Medicalcoop.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A tese não prevaleceu no TRT da 17ª Região (ES), 
para o qual o &amp;nbsp;técnico foi contratado por meio de cooperativa para ocultar a 
relação de emprego com a tomadora dos serviços. Embora a sentença não 
encontrasse prova da subordinação hierárquica &quot;é inegável que sua atuação como 
técnico de enfermagem se insere na atividade-fim&quot; da Savecare, afirmou o 
regional, pois o contrato social objetiva a prestação de serviços de atendimento 
pré-hospitalar por meio de central telefônica e remoção de ambulâncias e UTI, 
&lt;em&gt;home care&lt;/em&gt;, entre outros.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Demonstrado que a contratação intermediada pela 
Medicalcoop, constituída como sociedade cooperativa (&lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5764.htm&quot;&gt;Lei 5.764/71&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm&quot;&gt;CLT&lt;/a&gt; 
artigo 442), destinou-se a impedir a aplicação das normas trabalhistas, o 
colegiado entendeu que deve prevalecer o princípio da primazia da realidade 
(verdade dos fatos), o contrato que rege a relação jurídica vigente entre as 
partes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A decisão foi mantida no TST pela relatora, 
ministra Delaíde Miranda Arantes, avaliando estar a decisão do regional de 
acordo com a jurisprudência do TST, de que declarada a irregularidade de 
terceirização, &quot;impõe-se o reconhecimento do vínculo de emprego&quot;, entre o 
empregado e a tomadora de serviços, &lt;a href=&quot;http://brs02.tst.jus.br/cgi-bin/nph-brs?d=BLNK&amp;amp;d=BLNK&amp;amp;s1=331&amp;amp;s2=BDEN.BASE.&amp;amp;u=http://intranet.tst.jus.br/jurisprudencia/n_brs/n_bden.html&amp;amp;p=1&amp;amp;r=2&amp;amp;f=G&amp;amp;l=20&quot;&gt;Súmula 
331&lt;/a&gt;, I.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A decisão foi unânime.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(Lourdes Côrtes/RR)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Processo: &lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;amp;conscsjt=&amp;amp;numeroTst=108500&amp;amp;digitoTst=37&amp;amp;anoTst=2009&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=17&amp;amp;varaTst=0006&quot;&gt;RR-108500-37.2009.5.17.0006 
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três 
ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de 
instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das 
decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I 
Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;













&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;portlet-msg-info&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Esta matéria tem caráter informativo, sem 
cunho oficial.&lt;br /&gt;Permitida a reprodução mediante citação da 
fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do 
Trabalho&lt;br /&gt;Tel. (61) 3043-4907&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/4546910785584802073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/10/tecnico-de-enfermagem-comprova-vinculo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/4546910785584802073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/4546910785584802073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/10/tecnico-de-enfermagem-comprova-vinculo.html' title='Técnico de enfermagem comprova vínculo com empresa de serviços hospitalares '/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-6930630781192427110</id><published>2015-10-19T13:29:00.002-07:00</published><updated>2015-10-19T13:29:52.733-07:00</updated><title type='text'>Empregado consegue reverter justa causa após ser dispensado por aparentar embriaguez </title><content type='html'>(Seg 19 Out 2015 07:30:00)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A C.S.E. - Mecânica e Instrumentação Ltda. não conseguiu em recurso julgado pela 7ª Turma manter a dispensa por justa causa de um ex-funcionário por embriaguez. Contratado como supervisor de movimentação de cargas em plataforma de petróleo, ele foi demitido sob a justificativa de que se apresentou &quot;consideravelmente embriagado&quot; para o serviço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O supervisor trabalhou por dois anos para a C.S.E, prestadora de serviços nas áreas de construção, montagem, manutenção para diversas empresas, como Petrobras e Odebrecht, e permanecia em alto mar em escalas de plantão de 14 dias em plataforma marítima de exploração de petróleo. Em um dos seus retornos para a plataforma, foi impedido de entrar no helicóptero da empresa sob a alegação de estar alcoolizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embriagado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na reclamação trabalhista ele afirmou que ficou quatro meses sem receber salário, quando finalmente foi dispensado por justa causa. Em defesa, a empresa alegou que o trabalhador já havia ficado embriagado outras vezes no serviço e que tal situação, por ser o local de alta periculosidade e de interesse da defesa nacional, é fundamento suficiente para a justa causa aplicada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O juiz de origem avaliou que apesar de alegar ter havido outro episódio de embriaguez, o supervisor não sofreu nenhuma sanção da empresa, representando desproporção entre a conduta da C.S.E e a sanção final aplicada. Mas para a empresa, a gradação de penalidades não é necessária quando se trata de falta grave. Disse ainda que o empregado tinha pleno conhecimento de que se chegasse embriagado para serviço, seria demitido por justa causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região mantiveram a sentença. Eles ainda reforçaram que se era a segunda vez que o empregado comparecia ao trabalho embriagado, seria o caso de ser encaminhado para tratamento, dada a possibilidade de ser portador de alguma doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desembargador convocado André Genn de Assunção Barros, relator do recurso da empresa ao TST, disse que a avaliação da &quot;falta grave&quot;, como argumentou a C.S.E, teria que passar pelo conhecimento do grau de embriaguez do trabalhador, ou mesmo se ele apresentava apenas cheiro de álcool, por exemplo, o que não estava declarado nos autos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Barros, seria preciso analisar as provas do processo, procedimento vedado pela Súmula 126 do TST, para se confirmar a alegação da empresa de que o autor se apresentou &quot;consideravelmente embriagado&quot; no dia do embarque, a ponto de ficar impedido de prestar serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O voto do relator foi acompanhado por unanimidade na 7ª Turma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Paula Andrade/RR)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Processo: AIRR-1572-31.2012.5.01.0482&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.&lt;br /&gt;
Permitida à reprodução mediante citação da fonte.&lt;br /&gt;
Secretaria de Comunicação Social&lt;br /&gt;
Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;
Tel. (61) 3043-4907&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
A rede varejista contestou o valor da reparação e negou que os seus empregados arcassem com os custos que, segundo ela, estavam condicionados aos clientes. Mas de acordo com o juízo da Vara do Trabalho de Bragança Paulista (SP), ficou comprovado que quando o consumidor se recusava a arcar com tal despesa, o custo era repassado ao empregado. O primeiro grau condenou a Lojas Cem em R$ 100 mil e o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) manteve o valor da sentença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reincidência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao analisar o recurso da entidade ao TST, a ministra Delaíde Miranda Arantes, relatora, levou em consideração o entendimento do Tribunal Regional, que ressaltou a reincidência da empresa na &quot;prática de dispor dos salários de seus empregados segundo as suas conveniências&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No voto, a relatora considerou o valor proporcional diante da extensão do dano, em detrimento ao assédio moral à natureza alimentar do salário, além do poder econômico da empresa. Também foi considerada a reincidência da rede varejista em transferir ilegalmente os riscos do empreendimento aos empregados. O ministro Renato de Lacerda Paiva abriu divergência para reduzir a indenização para R$ 50 mil, mas foi voto vencido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a publicação do acórdão, a Lojas Cem interpôs Recurso Extraordinário, ainda não analisado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Alessandro Jacó/RR)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Processo: RR - 613-78.2011.5.15.0038&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.&lt;br /&gt;
Permitida a reprodução mediante citação da fonte.&lt;br /&gt;
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Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;
Tel. (61) 3043-4907&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;modelo_noticia&quot;&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;O WMS 
Supermercados do Brasil Ltda. (rede Wal Mart) terá de pagar os salários de uma 
operadora de caixa relativos ao seu afastamento do trabalho em decorrência de 
uma patologia reumática. Apesar de a empregada ter sido considerada apta pelo 
INSS, a empresa impediu seu retorno ao trabalho e deixou-a sem remuneração, 
alegando que não estava apta para exercer suas funções. A empresa recorreu da 
condenação, mas a Sétima Turma do Tribunal Superior negou provimento ao seu 
agravo de instrumento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O relator, ministro Cláudio 
Brandão, afirmou que a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região 
(RS) que impôs a condenação à empresa estava correta, uma vez que o órgão 
previdenciário avaliou que a trabalhadora estava apta para exercer as suas 
funções. O relator observou que, no caso de dúvidas quanto às condições de saúde 
da empregada, o Wal Mart deveria ter procurado o INSS para resolver o impasse ou 
mesmo procedido a sua readaptação em função compatível com a sua condição 
física, e não simplesmente impedir seu retorno ao trabalho, deixando-a sem 
salário e sem benefício previdenciário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;No seu entendimento, a conduta da 
empresa foi ilícita e arbitrária e ofendeu o princípio da dignidade da pessoa 
humana (artigo 1º, inciso III, da &lt;u&gt;&lt;a href=&quot;file:///home/carmem/Downloads/Constitui%C3%A7%C3%A3o%20da%20Rep%C3%BAblica&quot;&gt;Constituição 
Federal&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;), uma vez que a trabalhadora foi &quot;privada de sua remuneração 
justamente no momento em que se encontrava fragilizada pela doença, ou seja, sem 
meio de prover seu sustento&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A decisão foi unânime.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Mário Correia/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo: &lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;amp;conscsjt=&amp;amp;numeroTst=&amp;amp;digitoTst=&amp;amp;anoTst=&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=&amp;amp;varaTst=&quot;&gt;AIRR-290-94.2012.5.04.0733&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10px;&quot;&gt;&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada 
uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de 
revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos 
ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em 
alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais 
(SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

&lt;div class=&quot;portlet-msg-info&quot;&gt;
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho 
oficial.&lt;br /&gt;Permitida à reprodução mediante citação da fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de 
Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;Tel. (61) 3043-4907&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/8631914344294060482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/empregada-impedida-de-trabalhar-apos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/8631914344294060482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/8631914344294060482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/empregada-impedida-de-trabalhar-apos.html' title='Empregada impedida de trabalhar após alta do INSS vai receber salários do período de afastamento '/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-145218605350667899</id><published>2015-09-14T13:33:00.002-07:00</published><updated>2015-09-14T13:33:16.528-07:00</updated><title type='text'>Empresa energética é condenada a indenizar empregada que teve transferência cancelada </title><content type='html'>&lt;span class=&quot;modelo_noticia_data&quot;&gt;(Seg, 14 Set 2015 07:17:00)&lt;/span&gt; 
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;modelo_noticia&quot;&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;A Oitava Turma 
do Tribunal Superior do Trabalho condenou a empresa Norte Energia S/A a pagar 
indenização por dano moral de R$ 50 mil a ex-empregada que teve sua 
transferência de local de trabalho cancelada e depois foi demitida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A trabalhadora, que mora no 
Distrito Federal, entrou com pedido de indenização na 10° Vara do Trabalho de 
Brasília após a empresa anunciar sua transferência para Altamira (PA) e, depois 
de um mês, cancelar a viagem e demiti-la, sem justa causa. Ela alegou que, por 
causa da mudança, já havia cancelado o contrato de aluguel da casa em que 
morava, matriculado os filhos numa escola em Altamira e efetuado o pedido de 
transferência do trabalho do marido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Na ação, no entanto, a primeira 
instância avaliou como improcedentes os pleitos da reclamação. Para o juízo, a 
empregada assumiu os riscos das suas atitudes sem ter uma confirmação oficial da 
empresa quanto à transferência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Em recurso, no entanto, o 
Tribunal Regional do Trabalho da 10° região (DF/TO) entendeu que a empresa 
causou estresse para a trabalhadora e sua família. O Regional também concluiu 
que a Norte Energia gerou dificuldade financeira para o casal ao demitir a 
empregada, e estabeleceu indenização de R$ 150 mil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;TST&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;No TST, a relatora do processo, 
ministra Dora Maria da Costa, acompanhou a decisão do Regional, porém, com base 
no artigo 944, parágrafo único do &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406.htm&quot;&gt;Código 
Civil&lt;/a&gt;, avaliou a quantia da indenização elevada. &quot;A indenização deve possuir 
o propósito de desestimular a conduta ilícita, além de proporcionar uma 
compensação pelo sofrimento ocasionado, observando o equilíbrio entre os danos e 
o ressarcimento&quot;, afirmou. &quot;Nesse caso, o valor de R$ 150 mil revelou-se 
excessivo e desproporcional&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A Oitava Turma seguiu o voto da 
relatora e fixou a indenização em R$ 50 mil. Ficou vencido o ministro Renato de 
Lacerda Paiva, que propunha indenização de R$ 30 mil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Caio Guedes/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo: &lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;amp;conscsjt=&amp;amp;numeroTst=750&amp;amp;digitoTst=17&amp;amp;anoTst=2013&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=10&amp;amp;varaTst=0010&amp;amp;submit=Consultar&quot;&gt;RR-750-17.2013.5.10.0010&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10px;&quot;&gt;&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada 
uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de 
revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos 
ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em 
alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais 
(SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

&lt;div class=&quot;portlet-msg-info&quot;&gt;
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oficial.&lt;br /&gt;Permitida a reprodução mediante citação da fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de 
Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;Tel. (61) 3043-4907&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;modelo_noticia&quot;&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;A 
Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho julgou improcedente a pretensão do 
CPC – Centro Preparatório para Concursos Ltda., de São Paulo (SP), de descontar 
R$ 54 mil dos créditos trabalhistas devidos a uma coordenadora administrativa, 
definidos em sentença. Segundo a empresa, esse valor já havia sido utilizado 
para compensar dívida dela e do marido com o próprio centro preparatório, mas o 
entendimento da Turma foi o de que a dívida não teve origem na relação de 
emprego.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A coordenadora, 
empregada do curso, do qual o marido era sócio, requereu, em reclamação 
trabalhista ajuizada na 29ª Vara do Trabalho de São Paulo (SP), o pagamento de 
salários, férias não concedidas e outras verbas. O CPC solicitou que, no caso de 
condenação, a sentença considerasse como pago o valor usado para reduzir a 
dívida, apresentando instrumento extrajudicial que oficializou a saída do 
cônjuge da sociedade. Uma das cláusulas desse documento afirma que o valor em 
questão se refere a aluguéis atrasados dos imóveis onde o centro estava 
instalado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O juízo de primeiro 
grau condenou a empresa, mas autorizou o desconto. Conforme a sentença, a 
coordenadora, ao assinar o instrumento, abriu mão de parte de seus créditos para 
compensar a dívida e assumiu a responsabilidade solidária pelo débito do marido. 
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (São Paulo-SP) manteve a 
sentença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;No recurso ao TST, 
a coordenadora insistiu no argumento de que a dedução é ilegal, porque a dívida 
tinha natureza apenas cível, não trabalhista. A relatora do recurso, 
desembargadora convocada Cilene Santos, explicou que, segundo a &lt;a href=&quot;http://www3.tst.jus.br/jurisprudencia/Sumulas_com_indice/Sumulas_Ind_1_50.html#SUM-18&quot;&gt;Súmula 
18&lt;/a&gt;, esse tipo de compensação na Justiça do Trabalho somente é possível se a 
dívida tiver natureza trabalhista. Assim, o Regional contrariou a jurisprudência 
do TST ao autorizar o desconto sem avaliar se o débito resultou do contrato de 
emprego. A desembargadora observou ainda que o valor que o curso pretendia 
deduzir é superior a um mês de remuneração da empregada, violando também o 
artigo 477, parágrafo quinto, da &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm&quot;&gt;CLT&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A decisão foi 
unânime.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Guilherme 
Santos/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo: &lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;amp;numeroInt=49093&amp;amp;anoInt=2013&amp;amp;qtdAcesso=44139465&quot;&gt;RR-124600-83.2007.5.02.0029&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10px;&quot;&gt;&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada 
uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de 
revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos 
ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em 
alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais 
(SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

&lt;div align=&quot;left&quot; class=&quot;portlet-msg-info&quot;&gt;
Esta matéria tem caráter informativo, sem 
cunho oficial.&lt;br /&gt;Permitida a reprodução mediante citação da 
fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do 
Trabalho&lt;br /&gt;Tel. (61) 3043-4907&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/3261431029772371708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/escola-de-concursos-nao-pode-abater.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/3261431029772371708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/3261431029772371708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/escola-de-concursos-nao-pode-abater.html' title='Escola de concursos não pode abater dívida de coordenadora de créditos trabalhistas '/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-4178202193391840360</id><published>2015-09-14T13:30:00.002-07:00</published><updated>2015-09-14T13:30:59.259-07:00</updated><title type='text'>Técnico de campo da Petrobras transferido para almoxarifado consegue retorno ao setor de origem</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;modelo_noticia_data&quot;&gt;(Sex, 11 Set 2015 09:11:00)&lt;/span&gt; 
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;modelo_noticia&quot;&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;A 
Petróleo Brasileiro S. A. - Petrobras terá de realocar um técnico de 
telecomunicação que foi transferido para o almoxarifado da empresa em Salvador 
(BA) depois de mais de 30 anos de trabalho em campo. A&amp;nbsp; Terceira Turma do 
Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso da estatal, por considerar 
que a mudança sem o consentimento do empregado causou-lhe prejuízo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O técnico acionou a 
Justiça do Trabalho alegando que não se adaptou à nova função, pois, depois de 
décadas atuando na montagem de torres de telefonia, rádios e transmissores, foi 
transferido para uma atividade ociosa e para a qual não era habilitado. Em sua 
defesa, a Petrobras arguiu que usou do seu poder diretivo de organizar e 
distribuir os empregados conforme seus critérios e conveniência, caracterizando 
a movimentação como &lt;em&gt;interna corporis&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O juízo da 27ª Vara 
do Trabalho anulou a transferência e determinou o retorno do trabalhador ao 
setor de telecomunicações. A sentença foi mantida pelo Tribunal Regional do 
Trabalho da 5ª Região (BA), que destacou os termos do artigo 468 da &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm&quot;&gt;CLT&lt;/a&gt;, ao 
ressaltar os limites legais ao exercício do poder diretivo do 
empregador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O relator do 
recurso da Petrobras ao TST, ministro Alexandre Agra Belmonte, observou que o 
caso não é de alteração permitida das condições de trabalho diante do poder 
diretivo do empregador. &quot;O TRT reconheceu que a mudança de local e de atividade 
impôs ao trabalhador ficar a maior parte do tempo ocioso, sem que a empresa 
oferecesse qualquer justificativa para tal ato&quot;, concluiu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A decisão foi 
unânime. Após a publicação do acórdão, a Petrobras opôs embargos declaratórios, 
ainda não examinados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Alessandro 
Jacó/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo: &lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;amp;conscsjt=&amp;amp;numeroTst=1325&amp;amp;digitoTst=80&amp;amp;anoTst=2011&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=05&amp;amp;varaTst=0027&amp;amp;submit=Consultar&quot;&gt;RR-1325-80.2011.5.05.0027&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10px;&quot;&gt;&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada 
uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de 
revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos 
ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em 
alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais 
(SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

&lt;div class=&quot;portlet-msg-info&quot;&gt;
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho 
oficial.&lt;br /&gt;Permitida a reprodução mediante citação da fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de 
Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;Tel. (61) 3043-4907&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/4178202193391840360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/tecnico-de-campo-da-petrobras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/4178202193391840360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/4178202193391840360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/tecnico-de-campo-da-petrobras.html' title='Técnico de campo da Petrobras transferido para almoxarifado consegue retorno ao setor de origem'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-7737146200227729259</id><published>2015-09-09T13:48:00.002-07:00</published><updated>2015-09-09T13:48:54.098-07:00</updated><title type='text'>Fábrica de papel terá de pagar por produção intelectual de empregado</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;A Santher (Fábrica de Papel Santa Terezinha S.A) terá de indenizar em R$ 100 mil um empregado que criou, com recursos próprios, softwares utilizados pela empresa para melhorar a produtividade. Segundo a decisão, ele desenvolveu os programas de computador de forma completamente desvinculada do contrato de trabalho. A Oitava Turma do TST desproveu agravo da empresa contra a condenação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Segundo o empregado, que era supervisor de manutenção elétrica, a Santher continuou usando os programas mesmo após a dispensa, e chegava a chamá-lo eventualmente para resolver problemas de operacionalização do sistema. Em setembro de 2009, ele ajuizou reclamação trabalhista na 2ª Vara do Trabalho de Governador Valadares (MG) pedindo o reconhecimento da propriedade intelectual e consequentemente indenização pelo uso do invento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Um dos programas utilizados pela empresa, denominado SMD, recebia os dados da placa eletrônica, identificava de qual máquina provinha e qual a linha de produção. Outro, o MP6, ligava os motores e demais equipamentos da máquina de papel, de forma segura e planejada, indicando até mesmo o status do equipamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Autorização tácita&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Em sua defesa, a Santher disse que, durante o contrato de trabalho, o software desenvolvido pelo supervisor foi utilizado &quot;de forma mansa e pacífica&quot;, o que, segundo ela, demonstraria autorização tácita. A empresa insiste que não houve prova da existência de fraude ou ilícito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A sentença saiu em junho de 2014, com a condenação da Santher por danos materiais no valor de R$ 100 mil em decorrência de produção intelectual. De acordo com o juiz, houve enriquecimento sem causa da Santher, que fez uso da produção intelectual do trabalhador (artigo 60 da&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;rct=j&amp;amp;q=&amp;amp;esrc=s&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=1&amp;amp;cad=rja&amp;amp;uact=8&amp;amp;ved=0CB4QFjAAahUKEwjZ9uCHgd7HAhWJEZAKHcQjDMc&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.planalto.gov.br%2Fccivil_03%2FLeis%2FL9279.htm&amp;amp;usg=AFQjCNGStih7W_e35MAWtSQ9Lu47ANnOIA&amp;amp;sig2=HgS7gmbyIJuq-_qB6Ybc8A&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;Lei 9.279/96&lt;/a&gt;, que regulamenta a propriedade industrial, combinado com o artigo 186 do&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;rct=j&amp;amp;q=&amp;amp;esrc=s&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=1&amp;amp;cad=rja&amp;amp;uact=8&amp;amp;ved=0CB0QFjAAahUKEwjM-ZOQgd7HAhUJC5AKHZ2IDho&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.planalto.gov.br%2Fccivil_03%2Fleis%2F2002%2FL10406.htm&amp;amp;usg=AFQjCNGl0lA9v7XQtgfE3UqzmmP5i5S1Xg&amp;amp;sig2=_INGN4Z-MrSVrN9Ry_4D5g&amp;amp;bvm=bv.101800829,d.Y2I&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;Código Civil&lt;/a&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O entendimento foi mantido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), que declarou se tratar de direito autoral protegido em sua dimensão moral e patrimonial, nos termos do artigo 7°, inciso XII, da&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/leis/L9610.htm&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;Lei 9.610/98&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(Lei de Direitos Autorais). Nesse caso, o empregado teria direito a receber pagamento pelo seu licenciamento ou cessão à empregadora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;No recurso da Santher para o TST, a relatora do processo, ministra Dora Maria da Costa, ressaltou que havendo utilização de programa de computador criado pelo empregado, sem a devida contraprestação pecuniária prevista nas leis que tratam do assunto, cabe ressarcimento. A ministra ainda rebateu o argumento de que teria havido autorização tácita, pois o TRT já havia expressamente registrado a ausência dessa autorização pelo empregado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Indenização&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O cálculo do valor da indenização pelas instâncias inferiores levou em conta a perícia técnica, feita por especialista em engenharia de software, segundo a qual o desenvolvimento e a manutenção dos dois programas teriam custo aproximado de mercado de R$ 135 mil, juntamente com as manutenções mensais devidas. O perito constatou também que os programas reduziram custos e aumentaram a produtividade da empresa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Paula Andrade/RR/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;amp;conscsjt=&amp;amp;numeroTst=105500&amp;amp;digitoTst=31&amp;amp;anoTst=2009&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=3&amp;amp;varaTst=99&amp;amp;submit=Consultar&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;AIRR-105500-31.2009.5.03.0099&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin-bottom: 1em; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10px;&quot;&gt;&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;portlet-msg-info&quot; style=&quot;background: url(http://www.tst.jus.br/tst-internet-v6-theme/images/messages/info.png) 6px 50% no-repeat rgb(223, 244, 255); border: 1px solid rgb(167, 206, 223); color: #34404f; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: bold; line-height: 16.8px; margin: 2px auto 14px; padding: 6px 6px 6px 30px;&quot;&gt;
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.&lt;br /&gt;Permitida à reprodução mediante citação da fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;Tel.&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;skype_c2c_container notranslate&quot; data-isfreecall=&quot;false&quot; data-ismobile=&quot;false&quot; data-isrtl=&quot;false&quot; data-numbertocall=&quot;+556130434907&quot; data-numbertype=&quot;paid&quot; dir=&quot;ltr&quot; id=&quot;skype_c2c_container&quot; style=&quot;background-attachment: scroll !important; background-color: transparent !important; background-image: none !important; background-position: 0px 0px !important; background-repeat: no-repeat !important; border-collapse: separate !important; border: 0px none rgb(0, 0, 0) !important; bottom: auto !important; clear: none !important; clip: auto !important; color: rgb(0, 175, 253) !important; cursor: pointer !important; display: inline !important; float: none !important; font-family: &#39;Helvetica Neue Regular&#39;, Helvetica, Arial, sans-serif !important; 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top: auto !important; vertical-align: baseline !important; width: auto !important; word-spacing: normal !important; z-index: 0 !important;&quot;&gt;(61) 3043-4907&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/7737146200227729259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/fabrica-de-papel-tera-de-pagar-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/7737146200227729259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/7737146200227729259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/fabrica-de-papel-tera-de-pagar-por.html' title='Fábrica de papel terá de pagar por produção intelectual de empregado'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-1050573598326122673</id><published>2015-09-09T13:47:00.002-07:00</published><updated>2015-09-09T13:47:09.655-07:00</updated><title type='text'>Santa Casa pagará horas extras a pediatra plantonista que trabalhou além da jornada</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;modelo_noticia_data&quot; style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px;&quot;&gt;(Qua, 09 Set 2015 07:38:00)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;modelo_noticia&quot; style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;A Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de embargos da Santa Casa de Misericórdia de Santa Bárbara do Oeste (SP) contra decisão que a condenou ao pagamento de horas extras a um pediatra plantonista que cumpriu jornada superior à prevista em acordo coletivo, que fixava a jornada em 24 horas semanais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O médico ajuizou ação alegando que foi admitido para trabalhar 24h semanais, mas cumpria jornada média de 156h a 344h por mês, sem receber pela atividade extra. Por sua vez, a Santa Casa sustentou que a remuneração era paga de acordo com as horas trabalhadas, uma vez que o pediatra era plantonista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Os embargos foram interpostos contra acórdão da Oitava Turma do TST que manteve a condenação ao pagamento das horas extras imposta pela Vara do Trabalho de Santa Barbara D&#39;Oeste (SP) e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP). A decisão baseou-se no fato de que o hospital não mantinha controle de jornada dos médicos e, por isso, não contradisse as escalas de trabalho juntadas aos autos pelo profissional, e de que a prova documental demonstrava a sobrejornada sem a devida quitação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Nas razões do embargo, a entidade alegou que a&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www3.tst.jus.br/jurisprudencia/Sumulas_com_indice/Sumulas_Ind_351_400.html#SUM-370&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;Súmula 370&lt;/a&gt;&amp;nbsp;do TST prevê o pagamento de horas extras para os médicos somente a partir da oitava hora (44h semanais), e insistiu para que a condenação fosse excluída ou incidisse apenas a partir da 44ª hora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Para o relator, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, a decisão não contrariou a jurisprudência, uma vez que a jornada de 24h semanais estava prevista em acordo coletivo. &quot;Ao definir que há previsão em CCTS para jornada de 24 horas semanais com adicional de 100%, a decisão não contraria a Súmula 370&quot;. concluiu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A decisão foi unânime.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Alessandro Jacó/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;amp;conscsjt=&amp;amp;numeroTst=1302&amp;amp;digitoTst=12&amp;amp;anoTst=2010&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=15&amp;amp;varaTst=0086&amp;amp;submit=Consultar&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;RR-1302-12.2010.5.15.0086&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10px;&quot;&gt;&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;portlet-msg-info&quot; style=&quot;background: url(http://www.tst.jus.br/tst-internet-v6-theme/images/messages/info.png) 6px 50% no-repeat rgb(223, 244, 255); border: 1px solid rgb(167, 206, 223); color: #34404f; font-weight: bold; margin: 2px auto 14px; padding: 6px 6px 6px 30px;&quot;&gt;
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.&lt;br /&gt;Permitida a reprodução mediante citação da fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;Tel.&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;skype_c2c_container notranslate&quot; data-isfreecall=&quot;false&quot; data-ismobile=&quot;false&quot; data-isrtl=&quot;false&quot; data-numbertocall=&quot;+556130434907&quot; data-numbertype=&quot;paid&quot; dir=&quot;ltr&quot; id=&quot;skype_c2c_container&quot; style=&quot;background-attachment: scroll !important; background-color: transparent !important; background-image: none !important; background-position: 0px 0px !important; background-repeat: no-repeat !important; border-collapse: separate !important; border: 0px none rgb(0, 0, 0) !important; bottom: auto !important; clear: none !important; clip: auto !important; color: rgb(0, 175, 253) !important; cursor: pointer !important; display: inline !important; float: none !important; font-family: &#39;Helvetica Neue Regular&#39;, Helvetica, Arial, sans-serif !important; 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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/1050573598326122673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/santa-casa-pagara-horas-extras-pediatra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/1050573598326122673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/1050573598326122673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/santa-casa-pagara-horas-extras-pediatra.html' title='Santa Casa pagará horas extras a pediatra plantonista que trabalhou além da jornada'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-2753422922132451832</id><published>2015-09-09T13:46:00.000-07:00</published><updated>2015-09-09T13:46:00.419-07:00</updated><title type='text'>Empresa é condenada por negligenciar regularização cadastral de empregado no INSS</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;modelo_noticia_data&quot; style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px;&quot;&gt;(Qua, 09 Set 2015 07:33:00)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;modelo_noticia&quot; style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) rejeitou recurso da Comercial Tapajós Ltda., do Pará, contra decisão que a obrigou a indenizar um motorista que deixou de receber auxílio-doença durante meses porque a empresa informou dados errados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e demorou a resolver o problema. No número de cadastro indicado como sendo do empregado, constava o nome de outro trabalhador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A empresa, condenada a pagar R$ 10 mil por danos morais pelo juízo da Vara do Trabalho de Marabá (PA), recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (PA/AP), que manteve a sentença. Ficou provado que ela prestou informações equivocadas ao órgão previdenciário e que o trabalhador solicitou providências para a sua regularização cadastral.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O TRT considerou inquestionável o sofrimento causado pela privação do recebimento dos benefícios previdenciários. &quot;O comportamento negligente da empresa e a sua demora em imprimir esforços para corrigir o seu erro, além de provocar sentimento de revolta, frustração e constrangimento, impingiu ao trabalhador condições precárias de sobrevivência&quot;, afirma o acórdão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Segundo o motorista, a partir de junho de 2013 ele precisou se afastar do trabalho por problemas de saúde. Com o acúmulo de atestados médicos para justificar sucessivas faltas, a empresa o encaminhou para o INSS, mas, ao se apresentar para realização de perícia, em agosto, foi informado que o número de seu NIT/PIS/PASEP, indicado pela empresa, pertencia a outro trabalhador, e que a empresa deveria retificá-lo para que pudesse pleitear o benefício.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A Tapajós não negou os fatos, mas alegou que a responsabilidade não foi sua, porque por várias vezes tentou entrar em contato com o trabalhador para recebimento da documentação de retificação do PIS, mas não foi atendida. &amp;nbsp;Segundo a empresa, a conduta do trabalhador foi de má-fé, &quot;na medida em que somente agora busca se valer dessa inércia e torpeza para adquirir vantagem indevida&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Relator do recurso de revista, o ministro José Roberto Freire Pimenta não constatou a violação dos artigos 186 e 927 do&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406.htm&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;Código Civil&lt;/a&gt;&amp;nbsp;alegada pela empresa. Ele destacou que, para acolher a argumentação da Tapajós de que a culpa pela irregularidade cadastral no INSS foi do trabalhador seria necessário o revolvimento de todo o conjunto de fatos e provas, o que é vedado ao TST pela Súmula 126.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A decisão foi unânime.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Lourdes Tavares/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do;jsessionid=3D3CF66C4945EA0481D612EA8CAE7D7B.tst33?conscsjt=&amp;amp;numeroTst=8&amp;amp;digitoTst=43&amp;amp;anoTst=2014&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=08&amp;amp;varaTst=0129&amp;amp;consulta=Consultar&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;RR-8-43.2014.5.08.0129&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10px;&quot;&gt;&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;portlet-msg-info&quot; style=&quot;background: url(http://www.tst.jus.br/tst-internet-v6-theme/images/messages/info.png) 6px 50% no-repeat rgb(223, 244, 255); border: 1px solid rgb(167, 206, 223); color: #34404f; font-weight: bold; margin: 2px auto 14px; padding: 6px 6px 6px 30px;&quot;&gt;
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.&lt;br /&gt;Permitida a reprodução mediante citação da fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;Tel.&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;skype_c2c_container notranslate&quot; data-isfreecall=&quot;false&quot; data-ismobile=&quot;false&quot; data-isrtl=&quot;false&quot; data-numbertocall=&quot;+556130434907&quot; data-numbertype=&quot;paid&quot; dir=&quot;ltr&quot; id=&quot;skype_c2c_container&quot; style=&quot;background-attachment: scroll !important; background-color: transparent !important; background-image: none !important; background-position: 0px 0px !important; background-repeat: no-repeat !important; border-collapse: separate !important; border: 0px none rgb(0, 0, 0) !important; bottom: auto !important; clear: none !important; clip: auto !important; color: rgb(0, 175, 253) !important; cursor: pointer !important; display: inline !important; float: none !important; font-family: &#39;Helvetica Neue Regular&#39;, Helvetica, Arial, sans-serif !important; 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top: auto !important; vertical-align: baseline !important; width: auto !important; word-spacing: normal !important; z-index: 0 !important;&quot;&gt;(61) 3043-4907&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/2753422922132451832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/empresa-e-condenada-por-negligenciar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/2753422922132451832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/2753422922132451832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/empresa-e-condenada-por-negligenciar.html' title='Empresa é condenada por negligenciar regularização cadastral de empregado no INSS'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-1020527237160449636</id><published>2015-09-09T13:44:00.002-07:00</published><updated>2015-09-09T13:44:56.537-07:00</updated><title type='text'>Restaurante terá que indenizar família de empregada menor de idade que morreu em explosão</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;modelo_noticia_data&quot; style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px;&quot;&gt;(Qua, 09 Set 2015 07:28:00)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;modelo_noticia&quot; style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;O restaurante Grill Clube (Rufino Comércio Alimentício Ltda.), do Rio de Janeiro (RJ), foi condenado pela Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho a pagar indenização de R$ 60 mil à família de uma menor de idade que morreu após uma explosão enquanto reabastecia com álcool um&amp;nbsp;&lt;em&gt;réchaud&lt;/em&gt;(fogareiro) do bufê. A estudante havia sido contratada um mês antes e não tinha sequer carteira assinada, e os ministros consideraram que o empregador não poderia ter delegado uma tarefa perigosa a uma pessoa tão jovem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A família da vítima apresentou reclamação trabalhista com o pedido de indenização por danos morais, afirmando que a empresa não pagou as verbas trabalhistas e só assinou a carteira de trabalho após a morte da trabalhadora. &amp;nbsp;O Club Grill se defendeu alegando que a trabalhadora havia sido alertada acerca dos cuidados necessários para evitar o acidente, mas agiu de forma imprudente ao colocar álcool direto no acendedor do&amp;nbsp;&lt;em&gt;réchaud&lt;/em&gt;, o que teria ocasionado a explosão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O juiz de origem condenou o estabelecimento a pagar R$ 100 mil para a família a título de danos morais e materiais sofridos. Segundo a sentença, a empresa não atentou para o risco da atividade desenvolvida pela menor, já que o acendimento dos réchauds pode causar tanto lesões leves quanto graves, e por isso teve culpa concorrente pelo ocorrido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;No entanto, o Tribunal Regional do Trabalho da 1º Região (RJ) absolveu &amp;nbsp;a empresa, entendendo que ela cumpriu a sua parte, e que o acidente foi causado por negligência da trabalhadora. Para o Regional, o fato de se tratar de menor de idade é irrelevante, pois a tarefa dada a ela não está entre as consideradas especialmente perigosas e proibidas para menores pela Portaria 20/2001 do Ministério do Trabalho e Emprego. &quot;Por mais triste e doloroso que possa ser, o fato é que a conduta da empregada foi a única causa do acidente que a vitimou&quot;, afirma o acórdão. &quot;Dezessete anos é idade mais que suficiente para se ter noção do risco inerente ao ato de jogar álcool sobre um queimador em uso&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O ministro Hugo Carlos Scheuermann, relator do recurso de revista da família, observou que o manuseio de substância inflamável próxima ao fogo caracteriza a atividade como de risco, e, assim, a culpa deve ser compartilhada entre a menor e a empresa. &quot;O fato de tratar-se de empregada menor, em relação à qual deveria ser dedicado o máximo de cuidado, denota a negligência da empresa em relação à segurança da trabalhadora, pois inadmissível a exposição de menores de idade a trabalhos perigosos&quot;, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Quanto à indenização, considerou o valor fixado em primeiro grau excessivo, e o arbitrou em R$ 60 mil, com juros e correção. A decisão foi unânime.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Paula Andrade/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;amp;conscsjt=&amp;amp;numeroTst=67600&amp;amp;digitoTst=43&amp;amp;anoTst=2007&amp;amp;orgaoTst=5&amp;amp;tribunalTst=1&amp;amp;varaTst=33&amp;amp;submit=Consultar&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;RR-67600-43.2007.5.01.0033&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;portlet-msg-info&quot; style=&quot;background: url(http://www.tst.jus.br/tst-internet-v6-theme/images/messages/info.png) 6px 50% no-repeat rgb(223, 244, 255); border: 1px solid rgb(167, 206, 223); color: #34404f; font-weight: bold; margin: 2px auto 14px; padding: 6px 6px 6px 30px;&quot;&gt;
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.&lt;br /&gt;Permitida a reprodução mediante citação da fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;Tel.&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;skype_c2c_container notranslate&quot; data-isfreecall=&quot;false&quot; data-ismobile=&quot;false&quot; data-isrtl=&quot;false&quot; data-numbertocall=&quot;+556130434907&quot; data-numbertype=&quot;paid&quot; dir=&quot;ltr&quot; id=&quot;skype_c2c_container&quot; style=&quot;background-attachment: scroll !important; background-color: transparent !important; background-image: none !important; background-position: 0px 0px !important; background-repeat: no-repeat !important; border-collapse: separate !important; border: 0px none rgb(0, 0, 0) !important; bottom: auto !important; clear: none !important; clip: auto !important; color: rgb(0, 175, 253) !important; cursor: pointer !important; display: inline !important; float: none !important; font-family: &#39;Helvetica Neue Regular&#39;, Helvetica, Arial, sans-serif !important; 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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/1020527237160449636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/restaurante-tera-que-indenizar-familia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/1020527237160449636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/1020527237160449636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/restaurante-tera-que-indenizar-familia.html' title='Restaurante terá que indenizar família de empregada menor de idade que morreu em explosão'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-3433652471085600709</id><published>2015-09-09T13:43:00.003-07:00</published><updated>2015-09-09T13:43:09.802-07:00</updated><title type='text'>Agente de saúde não receberá adicional de insalubridade da Prefeitura de Rio Grande (RS)</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;modelo_noticia_data&quot; style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px;&quot;&gt;Ter, 08 Set 2015 07:16:00)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;modelo_noticia&quot; style=&quot;background-color: #cccccc; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.8px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px; line-height: 1.4;&quot;&gt;A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho absolveu o município de Rio Grande (RS) de pagar adicional de insalubridade a uma agente comunitária de saúde que visita residências para atender, eventualmente, pessoas com doenças infectocontagiosas. O relator, ministro Emmanoel Pereira, destacou que o TST vem entendo que a mera visita domiciliar não gera o direito ao adicional. &quot;Adotar entendimento diverso acarretaria discriminação, no sentido de considerar que os beneficiários seriam, em regra, portadores de doenças contagiosas pelo simples fato de receberem visita do profissional de saúde&quot;, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A trabalhadora pleiteou, na 3ª Vara do Trabalho de Rio Grande (RS), o recebimento do adicional calculado sobre o valor do salário mínimo, sendo que a prefeitura já pagava adicional de risco de saúde com outra base de cálculo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O juízo de primeiro grau negou o pedido, apesar de a insalubridade ter sido constatada em perícia. Segundo a sentença, a atividade da agente não é considerada insalubre pela Norma Regulamentadora 15,&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://portal.mte.gov.br/data/files/FF8080812BE914E6012BEF4594225E31/nr_15_anexo14.pdf&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;anexo 14&lt;/a&gt;, do MTE, porque o trabalho não exige contato permanente com pacientes vítimas de doenças infectocontagiosas nem é realizado em estabelecimentos de saúde, como hospitais e postos de vacinação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) reformou a sentença com base na conclusão do perito, que confirmou o contato habitual da agente de saúde com pacientes com doenças infectocontagiosas. O TRT-RS ainda afirmou que o fato de os atendimentos não ocorrerem em hospitais ou ambientes similares não impede o recebimento do adicional. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;TST&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Relator do recurso do município ao TST, o ministro Emmanoel Pereira, aplicou ao caso o item I da&lt;a href=&quot;http://www3.tst.jus.br/jurisprudencia/Sumulas_com_indice/Sumulas_Ind_401_450.html#SUM-448&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;Súmula 448&lt;/a&gt;. Conforme esse dispositivo, não basta a constatação da insalubridade por meio de laudo pericial para que o empregado tenha direito ao adicional: é necessária também a classificação da atividade insalubre na relação oficial do MTE. Segundo o ministro, o caso da agente comunitária não atendeu a este segundo requisito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Emmanoel Pereira ainda afirmou que a trabalhadora não tem contato habitual com pessoas vítimas de doenças infectocontagiosas e atende somente em residências. Dessa forma, não preenche os critérios da norma regulamentadora para receber o adicional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;A decisão foi unânime.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;(Guilherme Santos/CF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;Processo:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;amp;numeroInt=284087&amp;amp;anoInt=2014&quot; style=&quot;color: #5b677d;&quot;&gt;RR-1653-12.2012.5.04.0121&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10px;&quot;&gt;&lt;em&gt;O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;portlet-msg-info&quot; style=&quot;background: url(http://www.tst.jus.br/tst-internet-v6-theme/images/messages/info.png) 6px 50% no-repeat rgb(223, 244, 255); border: 1px solid rgb(167, 206, 223); color: #34404f; font-weight: bold; margin: 2px auto 14px; padding: 6px 6px 6px 30px;&quot;&gt;
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.&lt;br /&gt;Permitida a reprodução mediante citação da fonte.&lt;br /&gt;Secretaria de Comunicação Social&lt;br /&gt;Tribunal Superior do Trabalho&lt;br /&gt;Tel.&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;skype_c2c_container notranslate&quot; data-isfreecall=&quot;false&quot; data-ismobile=&quot;false&quot; data-isrtl=&quot;false&quot; data-numbertocall=&quot;+556130434907&quot; data-numbertype=&quot;paid&quot; dir=&quot;ltr&quot; id=&quot;skype_c2c_container&quot; style=&quot;background-attachment: scroll !important; background-color: transparent !important; background-image: none !important; background-position: 0px 0px !important; background-repeat: no-repeat !important; border-collapse: separate !important; border: 0px none rgb(0, 0, 0) !important; bottom: auto !important; clear: none !important; clip: auto !important; color: rgb(0, 175, 253) !important; cursor: pointer !important; display: inline !important; float: none !important; font-family: &#39;Helvetica Neue Regular&#39;, Helvetica, Arial, sans-serif !important; 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border: 0px none rgb(0, 0, 0) !important; bottom: auto !important; clear: none !important; clip: auto !important; cursor: pointer !important; display: inline !important; float: none !important; font-size: 1em !important; left: auto !important; letter-spacing: 0px !important; list-style: disc outside none !important; margin: 0px !important; overflow: hidden !important; padding: 0px !important; page-break-after: auto !important; page-break-before: auto !important; page-break-inside: auto !important; position: static !important; right: auto !important; table-layout: auto !important; text-shadow: none !important; top: auto !important; vertical-align: baseline !important; width: auto !important; word-spacing: normal !important; z-index: 0 !important;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;skype_c2c_textarea_span&quot; id=&quot;non_free_num_ui&quot; style=&quot;background-attachment: scroll !important; background-color: transparent !important; background-image: none !important; background-position: 0px 0px !important; 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top: auto !important; vertical-align: baseline !important; width: auto !important; word-spacing: normal !important; z-index: 0 !important;&quot;&gt;(61) 3043-4907&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/3433652471085600709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/agente-de-saude-nao-recebera-adicional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/3433652471085600709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/3433652471085600709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/agente-de-saude-nao-recebera-adicional.html' title='Agente de saúde não receberá adicional de insalubridade da Prefeitura de Rio Grande (RS)'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-4900596101346897792</id><published>2015-09-04T11:16:00.002-07:00</published><updated>2015-09-04T11:16:32.616-07:00</updated><title type='text'>Cássio quer sustar norma que endurece regras para fabricar máquinas</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img height=&quot;360&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvQUn2J6YsFqZlA6BzJlzlZd9QHpg4Fr_5nOomZBwWopIkf_nHitBsGhq4aQCt49vdlzdo9uLWi3FMR_qvVhmMr9k9fk9TtDCDjF_duWevYeUP3ka05OjWuRtAcQNaRrrjFaCMKutMHFw/s640/cassio-cunha-lima-paraiba-size-598.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 43, DE 2015&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Senador CÁSSIO CUNHA LIMA Líder do PSDB da Paraíba.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Susta a aplicação da Norma Regulamentadora NR-12, do Ministério do Trabalho e Emprego, que trata da Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Art. 1º Fica sustada, nos termos do inciso V do art. 49 da Constituição Federal, a NR-12-Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, do Ministério do Trabalho e Emprego.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Justificação&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;A Norma Regulamentadora nº 12 (NR 12), que trata da Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, estabelece medidas de segurança e higiene do trabalho a serem adotadas na instalação, operação e manutenção de máquinas e equipamentos, visando à prevenção de acidentes do trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;A Portaria MTE nº 197, de 17 de dezembro de 2010, alterou a norma com o objetivo de alinhar o padrão brasileiro de segurança em máquinas e equipamentos aos praticados por países europeus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Ocorre que o resultado dessa alteração foi que a norma extrapolou seu poder regulamentar ao criar regras para a fabricação, sendo mais exigente que seus 2 paradigmas e ocasionando altos custos para sua adaptação, tanto para as máquinas usadas como para as máquinas novas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Não foi estabelecida uma linha de corte temporal para atendimento à nova regulamentação, criando um ambiente de insegurança jurídica e elevadíssimos custos para adaptação do maquinário existente ou para alterações dos projetos das máquinas novas. A norma deveria respeitar a legislação vigente à época da fabricação da máquina ou equipamento, não podendo se aplicar àquelas produzidas antes de sua entrada em vigor. A nova norma não pode retroagir tornando ilegal o que sempre foi legal e violando os princípios da irretroatividade da lei e da segurança jurídica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;A NR 12 também não faz distinção entre a empresa que utiliza a máquina e o fabricante, obrigando a usuária a observar as mesmas exigências impostas aos fabricantes nacionais e aos importadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Essas obrigações deveriam ser distintas, da mesma forma como é feito na União Europeia, onde fabricantes estão obrigados a respeitar as normas técnicas inerentes aos componentes de segurança, os quais deverão constar no processo construtivo da máquina ou equipamento (Diretiva da União Europeia 2006/42/CE, de 17/05/06).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Para o usuário, caberiam as obrigações de como a máquina ou equipamento deverá interagir com o processo produtivo e com os trabalhadores (Diretiva da União Europeia 2009/104/CE, de 16/09/09).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Há ainda o impacto nas microempresas e empresas de pequeno porte não foi observado, imputando-se uma obrigação difícil de suportar a esse segmento, decorrente dos altos custos para adaptação, tanto para as máquinas usadas como para as máquinas novas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;A norma deveria ter guardado equilíbrio entre o fim almejado – a necessária e indiscutível proteção dos trabalhadores – e os impactos dela decorrentes, considerando, entre outros, os econômicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Assim, pelos custos exacerbados, pela constante insegurança e pela inviabilidade técnico-econômica de diversas exigências, a NR 12 tem prejudicado a competitividade das empresas brasileiras frente ao mercado internacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Para minimizar esse impacto, é urgente a sustação da NR 12. Importante destacar que essa sustação não deixa os trabalhadores em situação de risco, considerando a existência de outras normas aplicáveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Nesse sentido, a CLT, em seus arts. 184 à 186, já estabelece que as máquinas e os equipamentos deverão ser dotados de dispositivos de partida e parada e outros que se fizerem necessários para a prevenção de acidentes do trabalho, especialmente 3 quanto ao risco de acionamento acidental. Também proíbe a fabricação, a importação, a venda, a locação e o uso de máquinas e equipamentos que não atendam ao disposto neste artigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Além disso, o Brasil já ratificou a Convenção 119 da OIT, que trata da proteção das máquinas e estabelece que o empregador deve manter os ambientes em condições tais que os trabalhadores que lidem com as máquinas não corram perigo algum. Também trata de máquinas e equipamentos a norma técnica da ABNT CB-004.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Por todo o exposto, tem-se que a sustação da norma, não gera prejuízos à prevenção e à saúde do trabalhador. Os dispositivos legais e de regulamentação vigentes podem ser aplicados, até que se tenha a revisão da norma, para que seja viável e exequível ao ambiente de negócios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Sala das Sessões, de março de 2015.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13.2px; line-height: 18.48px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 19.9733px;&quot;&gt;Senador pela Paraíba CÁSSIO CUNHA LIMA Líder do PSDB&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/4900596101346897792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/cassio-quer-sustar-norma-que-endurece.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/4900596101346897792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/4900596101346897792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/09/cassio-quer-sustar-norma-que-endurece.html' title='Cássio quer sustar norma que endurece regras para fabricar máquinas'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvQUn2J6YsFqZlA6BzJlzlZd9QHpg4Fr_5nOomZBwWopIkf_nHitBsGhq4aQCt49vdlzdo9uLWi3FMR_qvVhmMr9k9fk9TtDCDjF_duWevYeUP3ka05OjWuRtAcQNaRrrjFaCMKutMHFw/s72-c/cassio-cunha-lima-paraiba-size-598.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-5584621943565053767</id><published>2015-09-04T04:20:00.001-07:00</published><updated>2015-09-04T04:20:08.149-07:00</updated><title type='text'>NR 12 - CORRE O RISCO DE SER SUSTADA CONFORME PROJETO DO SENADOR DO ESTADO DA PARAÍBA O LÍDER DO PSDB CÁSSIO CUNHA LIMA </title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgp3uDsxN3mLy79Dle_iI8uTdUdgkvGz8KU5x4mvVYqBWyH9HAhiyu6tteFa3om4Gaale4EDWp2jNyI0A6iaUpZohsDi4s_q0CHKie7517YcgBCDXQRbl3TGUjKL4M_aJGZKOZWrcPcL5c/s1600/SENADO.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;141&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgp3uDsxN3mLy79Dle_iI8uTdUdgkvGz8KU5x4mvVYqBWyH9HAhiyu6tteFa3om4Gaale4EDWp2jNyI0A6iaUpZohsDi4s_q0CHKie7517YcgBCDXQRbl3TGUjKL4M_aJGZKOZWrcPcL5c/s320/SENADO.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Susta a aplicação da Norma Regulamentadora NR-12,
do Ministério do Trabalho e Emprego, que trata da
Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.
Art. 1º Fica sustada, nos termos do inciso V do art. 49 da Constituição
Federal, a NR-12-Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, do Ministério do
Trabalho e Emprego.
Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.
Justificação
A Norma Regulamentadora nº 12 (NR 12), que trata da Segurança no Trabalho em
Máquinas e Equipamentos, estabelece medidas de segurança e higiene do trabalho a
serem adotadas na instalação, operação e manutenção de máquinas e equipamentos,
visando à prevenção de acidentes do trabalho.
A Portaria MTE nº 197, de 17 de dezembro de 2010, alterou a norma com o objetivo de
alinhar o padrão brasileiro de segurança em máquinas e equipamentos aos praticados por
países europeus.
Ocorre que o resultado dessa alteração foi que a norma extrapolou seu poder
regulamentar ao criar regras para a fabricação, sendo mais exigente que seus 
2
paradigmas e ocasionando altos custos para sua adaptação, tanto para as máquinas
usadas como para as máquinas novas.
Não foi estabelecida uma linha de corte temporal para atendimento à nova
regulamentação, criando um ambiente de insegurança jurídica e elevadíssimos custos
para adaptação do maquinário existente ou para alterações dos projetos das máquinas
novas. A norma deveria respeitar a legislação vigente à época da fabricação da máquina
ou equipamento, não podendo se aplicar àquelas produzidas antes de sua entrada em
vigor. A nova norma não pode retroagir tornando ilegal o que sempre foi legal e violando
os princípios da irretroatividade da lei e da segurança jurídica.
A NR 12 também não faz distinção entre a empresa que utiliza a máquina e o fabricante,
obrigando a usuária a observar as mesmas exigências impostas aos fabricantes nacionais
e aos importadores.
Essas obrigações deveriam ser distintas, da mesma forma como é feito na União
Europeia, onde fabricantes estão obrigados a respeitar as normas técnicas inerentes aos
componentes de segurança, os quais deverão constar no processo construtivo da
máquina ou equipamento (Diretiva da União Europeia 2006/42/CE, de 17/05/06).
Para o usuário, caberiam as obrigações de como a máquina ou equipamento deverá
interagir com o processo produtivo e com os trabalhadores (Diretiva da União Europeia
2009/104/CE, de 16/09/09).
Há ainda o impacto nas microempresas e empresas de pequeno porte não foi observado,
imputando-se uma obrigação difícil de suportar a esse segmento, decorrente dos altos
custos para adaptação, tanto para as máquinas usadas como para as máquinas novas.
A norma deveria ter guardado equilíbrio entre o fim almejado – a necessária e indiscutível
proteção dos trabalhadores – e os impactos dela decorrentes, considerando, entre outros,
os econômicos.
Assim, pelos custos exacerbados, pela constante insegurança e pela inviabilidade
técnico-econômica de diversas exigências, a NR 12 tem prejudicado a competitividade
das empresas brasileiras frente ao mercado internacional.
Para minimizar esse impacto, é urgente a sustação da NR 12. Importante destacar que
essa sustação não deixa os trabalhadores em situação de risco, considerando a
existência de outras normas aplicáveis.
Nesse sentido, a CLT, em seus arts. 184 à 186, já estabelece que as máquinas e os
equipamentos deverão ser dotados de dispositivos de partida e parada e outros que
se fizerem necessários para a prevenção de acidentes do trabalho, especialmente 
3
quanto ao risco de acionamento acidental. Também proíbe a fabricação, a
importação, a venda, a locação e o uso de máquinas e equipamentos que não
atendam ao disposto neste artigo.
Além disso, o Brasil já ratificou a Convenção 119 da OIT, que trata da proteção das
máquinas e estabelece que o empregador deve manter os ambientes em condições
tais que os trabalhadores que lidem com as máquinas não corram perigo algum.
Também trata de máquinas e equipamentos a norma técnica da ABNT CB-004.
Por todo o exposto, tem-se que a sustação da norma, não gera prejuízos à prevenção e à
saúde do trabalhador. Os dispositivos legais e de regulamentação vigentes podem ser
aplicados, até que se tenha a revisão da norma, para que seja viável e exequível ao
ambiente de negócios.
Sala das Sessões, de março de 2015.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Senador CÁSSIO CUNHA LIMA
Líder do PSDB
LEGISLAÇÃO CITADA
NR-12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78
Atualizações D.O.U.
Portaria SSST n.º 12, de 06 de junho de 1983 14/06/83
Portaria SSST n.º 13, de 24 de outubro de 1994 26/10/94
Portaria SSST n.º 25, de 28 de janeiro de 1996 05/12/96
Portaria SSST n.º 04, de 28 de janeiro de 1997 04/03/97
Portaria SIT n.º 197, de 17 de dezembro de 2010 24/12/10
Portaria SIT n.º 293, de 08 de dezembro de 2011 09/12/11
Portaria MTE n.º 1.893, de 09 de dezembro de 2013 11/12/13
(Redação dada pela Portaria SIT n.º 197, de 17/12/10)
Princípios Gerais
12.1 Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referências técnicas,
princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade
física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e
doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de
todos os tipos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e
cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da 
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observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras - NR aprovadas pela
Portaria n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais e, na ausência ou
omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis.
................................................................................................................................................
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO
DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
PORTARIA N.º 197, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2010
(D.O.U. de 24/12/10 - Seção 1 - págs. 211 a 232)
(Retificada no D.O.U. de 10/01/11 - Seção 1 - pág. 84)
Altera a Norma Regulamentadora n.º 12 -
Máquinas e Equipamentos, aprovada pela
Portaria n.º 3.214, de 8 de junho de 1978.
................................................................................................................................................
DECRETO-LE Nº 5.452, de 1º de maio de 1943
Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho.
TITULO II - DAS NORMAS GERAIS DE TUTELA DO TRABALHO
Capítulo V - DA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Seção XI - DAS MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
 Art. 184 - As máquinas e os equipamentos deverão ser dotados de dispositivos de partida
e parada e outros que se fizerem necessários para a prevenção de acidentes do trabalho,
especialmente quanto a risco de acionamento acidental.
§ único - É proibida a fabricação, a importação, a venda, a locação e o uso de máquinas e
equipamentos que não atendam ao disposto neste artigo.
Art. 185 - Os reparos, limpeza e ajustes somente poderão ser executados com as
máquinas paradas, salvo se o movimento for indispensável à realização ao ajuste.
Art. 186 - O Ministério do Trabalho estabelecerá normas adicionais sobre proteção e
medidas de segurança na operação de máquinas e equipamentos, especialmente quanto
à proteção das partes móveis, distância entre estas, vias de acesso às máquinas e 
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equipamentos de grandes dimensões, emprego de ferramentas, sua adequação e
medidas de proteção exigidas quando motorizadas ou elétricas.
................................................................................................................................................
CONVENÇÃO Nº 119
CONVENÇÃO RELATIVA À PROTEÇÃO DAS MÁQUINAS
(Adotada em Genebra, em 25 de junho de 1963)
A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho.
Convocada em Genebra pelo Conselho de Administração da Repartição Internacional do
Trabalho e tendo-se aí reunido em 5 de junho de 1963, em sua Qüadragésima-Sétima
Sessão;
Após haver decidido adotar diversas proposições relativas à proibição de venda, locação
das máquinas desprovidas de dispositivos de proteção apropriados, questão que constitui
o quarto ponto da ordem do dia da sessão;
Após haver decidido que essas proposições tomariam a forma de uma Convenção
Internacional;
adota neste 25 de junho de 1963, a seguinte Convenção que será denominada
Convenção sobre a Proteção das Máquinas, 1963:
................................................................................................................................................
(À Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.)
Publicado no DSF, de 1º/4/2015
 Secretaria de Editoração e Publicações – Brasília-DF
OS: 11106/2015&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A necessidade existe, mas não é o único fator que
estimula o meu amigo José Geraldo Machado, Especialista em Relações Trabalhistas
e Sindicais da FIAT/JEEP, FCA, a se envolver na ação de distribuição de sopa
para pessoas carentes da Comunidade Tejucupapo, Distrito da cidade Goiana-PE.
É, sobretudo, a vontade de ajudar o próximo que tem feito essa pessoa
maravilhosa à participação desse ensinamento que Deus nos deixou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/5957902245836526055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/08/distribuindo-sopao-para-comunidade-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/5957902245836526055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/5957902245836526055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/08/distribuindo-sopao-para-comunidade-em.html' title='Distribuindo Sopão para a Comunidade em Tejucupapo-PE.'/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhuOolbgs90A6NXqarCfXBXv58_QEv97eyK1UNisFZli8u_mHueq0dYRNx7NN_o3_76srdVzaa8LHOMJIkl97acHaUNUxbQfML8ZXVMlvcKtoDX_XX_T1T4qSVXBxzkojIL3aFbDNZbxmo/s72-c/IMG_1291.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-8068880049305643948</id><published>2015-08-10T07:44:00.003-07:00</published><updated>2015-08-10T07:44:20.345-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/8068880049305643948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/08/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/8068880049305643948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/8068880049305643948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/08/blog-post.html' title=''/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPwMwWEW2TyJs-zDrP5QlX5GRRb4eXlj29evUI4LrmbLdcAFRYbOhpSuQBZFLWzBhZrjzFWmU9LqwrUmJbMGW8deQobGDtgaqskDL2r6bhwE1nhrRYzXo8lsKnoTW4LkRwQHEiwLlKA0s/s72-c/CENTEG+-+A.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4403733722092836907.post-9160803045792677725</id><published>2015-07-31T13:14:00.002-07:00</published><updated>2015-07-31T13:18:14.893-07:00</updated><title type='text'>O eSocial esta chegando, vamos nos preparar </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/feeds/9160803045792677725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/07/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/9160803045792677725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4403733722092836907/posts/default/9160803045792677725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogglconsultoria.blogspot.com/2015/07/blog-post.html' title='O eSocial esta chegando, vamos nos preparar '/><author><name>G&amp;L CONSULTORIA EM GESTÃO DE PESSOAS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04780347341371733816</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/xcKfcTrnSHU/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>