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	<title>Na linha do Google</title>
	
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		<title>Google quer uma nova velha Motorola</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 22:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Smartphones]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google concluiu nesta semana a compra da Motorola Mobility. Embora as empresas digam que suas operações serão mantidas separadamente, não será bem assim. Do ponto de vista administrativo e contábil, é claro que cada uma delas seguirá o seu caminho. A ideia também é não causar ciumeira nos outros parceiros do Android. Mas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/05/motorola.jpg" rel="lightbox[203842]"><img class="alignnone size-full wp-image-203852" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/05/motorola.jpg" alt="" width="450" height="367" /></a></p>
<p>O Google concluiu nesta semana a compra da Motorola Mobility. Embora as empresas digam que suas operações serão mantidas separadamente, não será bem assim.<br />
<span id="more-203842"></span>Do ponto de vista administrativo e contábil, é claro que cada uma delas seguirá o seu caminho. A ideia também é não causar ciumeira nos outros parceiros do Android. Mas a Motorola terá mais Google no seu DNA. A escolha de Dennis Woodside, um alto executivo do Google, como novo CEO é o indício mais evidente de que Larry Page quer mudar a cultura atual da empresa. Se tudo fosse ficar na mesma, não haveria por que substituir Sanjay Jha. Ele trabalhará na transição do comando e depois deixará a companhia.</p>
<p>Woodside levou uma grande equipe de figurões para a Motorola. Mas um dos nomes chama a atenção: Regina Dugan, ex-diretora da Darpa, a agência de projetos malucos e altamente tecnológicos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O propósito de Page, com essa manobra, pode ser trazer a velha Motorola de volta. A empresa já foi uma das mais inovadoras do mundo, mas não conseguiu acompanhar o passo da Apple.</p>
<p><a title="Google Acquires Motorola Mobility" href="http://investor.google.com/releases/2012/0522.html" target="_blank"><strong>No comunicado oficial sobre a compra</strong></a>, o CEO do Google faz referências claras a uma era de ouro que teria se perdido. &#8220;A Motorola literalmente inventou toda a indústria da mobilidade com o primeiro celular comercial, em 1983. Trinta anos depois, os dispositivos móveis estão no centro da revolução da computação&#8221;, escreveu. Page também deixou claro que a empresa tem em sua história 80 anos de inovação, mas não só fez referência a um momento recente que considerou marcante: a adoção do sistema Android.</p>
<p>Woodside elogiou os funcionários responsáveis pelo desenvolvimento de três aparelhos: o Razr original, de 2004, o Droid (que aqui recebeu o nome de Milestone) e o Razr Maxx, recém-lançado nos Estados Unidos. Disse ainda que os executivos recém-chegados, vindos da Darpa, Amazon e Nvidia, também estão acostumados a liderar inovação em um ritmo acelerado.</p>
<p>Uma das frases de Page, contudo, resume bem os planos do Google para a Motorola. &#8220;Nosso objetivo é simples: fazer com que os talentos brilhantes da Motorola Mobility mantenham o foco em um número menor de apostas, que sejam mais ambiciosas, e criar aparelhos maravilhosos que serão usados por pessoas ao redor do mundo.&#8221;</p>
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		<title>Android esmaga iOS e Windows Phone</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 00:40:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
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		<description><![CDATA[O Android continua a crescer assustadoramente no mundo. Dados recentes das empresas de pesquisas IDC e Gartner mostram o sistema do Google bem à frente dos rivais. De acordo com o IDC, no primeiro trimestre de 2012 foram vendidos 89,9 milhões de celulares com Android em todo o mundo (59% do total). No mesmo período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/05/android.jpg" rel="lightbox[203792]"><img class="alignnone size-full wp-image-203802" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/05/android.jpg" alt="" width="450" height="284" /></a></p>
<p>O Android continua a crescer assustadoramente no mundo. Dados recentes das empresas de pesquisas<a title="Android- and iOS-Powered Smartphones Expand Their Share of the Market in the First Quarter, According to IDC " href="http://www.idc.com/getdoc.jsp?containerId=prUS23503312" target="_blank"><strong> IDC</strong></a> e <a title="Gartner Says Worldwide Sales of Mobile Phones Declined 2 Percent in First Quarter of 2012; Previous Year-over-Year Decline Occurred in Second Quarter of 2009" href="http://www.gartner.com/it/page.jsp?id=2017015" target="_blank"><strong>Gartner</strong></a> mostram o sistema do Google bem à frente dos rivais.<br />
<span id="more-203792"></span>De acordo com o IDC, no primeiro trimestre de 2012 foram vendidos 89,9 milhões de celulares com Android em todo o mundo (59% do total). No mesmo período do ano passado, haviam sido 36,7 milhões (36%). Nem é preciso fazer as contas para perceber que a quantidade de aparelhos comercializados mais do que dobrou. Segundo o Gartner, foram 81 milhões de smartphones (56%), contra 36,3 milhões em 2011 (36%). Os dados também indicam um pouco mais de 100% de crescimento entre um ano e outro.</p>
<p>Entre os concorrentes do Android, quem está melhor é a Apple, que também tem conseguido evoluir nesse mercado. Mesmo assim, a distância ainda é grande. Foram vendidos 35,1 milhões de celulares com iOS entre o início de janeiro e o fim de março deste ano (23% do total) contra 18,6 milhões no mesmo período de 2011 (18%), segundo o IDC. É também o dobro, mas o número ainda é inferior ao volume de smatphones com Android vendidos no início do ano passado. Pelo Gartner, foram 33,1 milhões no primeiro trimestre de 2012 (23%) contra 16,8 milhões no começo de 2011 (17%).</p>
<p>Já a Microsoft continua mal, muito mal. Apesar de aparelhos com Windows Phone já terem começado a ser vendidos na Europa quando as duas pesquisas foram feitas, os resultados não são favoráveis. Entre o começo de janeiro e o fim de março deste ano, as vendas de dispositivos com um sistema operacional da Microsoft (Windows Phone e Windows Mobile) somaram, pelo IDC, 3,3 milhões de unidades em todo o planeta (2,2%). Em 2011, foram 2,6 milhões (2,6%). No Gartner, a situação não é muito diferente. Foram 2,7 milhões de celulares no primeiro trimestre de 2012 (1,9%), contra 2,5 milhões no ano anterior (2,6%).</p>
<p>Outra que também está mal é a RIM. Tanto o IDC como o Gartner apontam uma queda na comercialização de aparelhos com BlackBerry OS, de cerca de 13 milhões para perto de 10 milhões, na comparação dos dois períodos. Já o Symbian está sumindo do mapa.</p>
<p>Os números da Microsoft podem melhorar no segundo trimestre, que incluirá as vendas da linha Lumia, da Nokia, nos Estados Unidos, no Brasil e em outros países. A dúvida é de quanto será esse aumento. O futuro da Nokia e da própria Microsoft nas plataformas móveis depende de bons resultados. Se eles, ficará cada vez mais nebuloso.</p>
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		<title>Hangouts On Air do Google+ irritam internautas</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 23:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google+]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Internautas têm procurado a web para protestar por não conseguirem usar o Hangouts On Air, serviço do Google+ que permite transmitir vídeos ao vivo para uma plateia online. No dia 7 de maio, o Google anunciou que a ferramenta, antes limitada, estaria disponível mundialmente. No texto, a companhia explicou que a ativação nas contas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/05/hangouts-on-air.jpg" rel="lightbox[203752]"><img class="alignnone size-full wp-image-203762" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/05/hangouts-on-air.jpg" alt="" width="450" height="303" /></a></p>
<p>Internautas têm procurado a web para protestar por não conseguirem usar o Hangouts On Air, serviço do Google+ que permite transmitir vídeos ao vivo para uma plateia online.<br />
<span id="more-203752"></span>No dia 7 de maio, <a title="Google+ Hangouts On Air: broadcast your conversation to the world" href="http://googleblog.blogspot.com.br/2012/05/google-hangouts-on-air-broadcast-your.html" target="_blank"><strong>o Google anunciou que a ferramenta, antes limitada, estaria disponível mundialmente</strong></a>. No texto, a companhia explicou que a ativação nas contas de todos os usuários ocorreria aos poucos, durante as semanas seguintes. Pessoas que dizem usar com frequência o Google+, no entanto, <a title="Google+ Discuss - Hangouts" href="https://productforums.google.com/forum/#!categories/google-plus-discuss/hangouts" target="_blank"><strong>têm reclamado da demora no fórum oficial do produto</strong></a>. &#8220;Todo mundo nos meus círculos está usando o Hangouts On Air, mas continua a não funcionar para mim. É muito frustrante&#8221;, escreveu Caren Head, no dia 16.</p>
<p>Com o mesmo problema, Chris Whatley afirmou que pessoas que quase não entram no Google+, como sua mulher, já têm acesso ao serviço. Já Jake Southers, que vive nos Estados Unidos, recebe uma mensagem de erro quando tenta usar a ferramenta: &#8220;O Hangouts On Air não está disponível no momento para novos usuários. Devido à alta demanda, o acesso ao Hangouts On Air está temporariamente limitado. Por favor, tente de novo mais tarde.&#8221; Moderadores têm respondido às mensagens, pedindo paciência.</p>
<p>Mas há outra limitação. Embora o Google tenha dito que o lançamento seria mundial, <a title="Hangouts On Air availability" href="http://support.google.com/plus/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=2571696" target="_blank"><strong>a ferramenta só está disponível em 40 países</strong></a>. Isso impede pessoas que acessarem a web de nações não incluídas de assistir às transmissões. Na América do Sul, por exemplo, é possível criar Hangouts on Air apenas no Brasil, na Argentina, no Chile, na Colômbia e no Peru. Na Europa, nações como Dinamarca, Grécia, Finlândia e Alemanha estão fora da lista.</p>
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		<title>O Orkut poderia ter sido o Facebook</title>
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		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/orkut/o-orkut-poderia-ter-sido-o-facebook/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 16:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Google+]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, o Orkut está nas últimas. Mas a situação poderia ser diferente hoje se o Google tivesse levado sua primeira rede social a sério. Talvez o site hoje valesse bilhões, como o Facebook. Pouca gente sabe, mas os dois rivais nasceram na mesma época. Enquanto o Facebook foi fundado em 4 de fevereiro de 2004, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/05/orkut-like.jpg" rel="lightbox[203672]"><img class="alignnone size-full wp-image-203682" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/05/orkut-like.jpg" alt="" width="450" height="443" /></a></p>
<p>Sim, o Orkut está nas últimas. Mas a situação poderia ser diferente hoje se o Google tivesse levado sua primeira rede social a sério. Talvez o site hoje valesse bilhões, como o Facebook.<br />
<span id="more-203672"></span>Pouca gente sabe, mas os dois rivais nasceram na mesma época. Enquanto o Facebook foi fundado em 4 de fevereiro de 2004, o Orkut nasceu em 24 de janeiro de 2004 – ou seja, com cerca de duas semanas de vantagem. Se o Google tivesse investido pesado no Orkut desde o início e montado um time como o do Google+, a rede social provavelmente teria conseguido se tornar popular em todo o planeta. Naquele ano, o Google já era uma grande empresa, enquanto o Facebook dava os primeiros passos de uma startup.</p>
<p>No primeiro semestre de 2004, Larry Page e Sergey Brin preparavam-se para o IPO do Google. A oferta pública de ações ocorreu em agosto daquele ano e captou US$ 1,67 bilhão, estabelecendo para a companhia um valor de mercado de US$ 23 bilhões. Enquanto isso, o Facebook começava a batalhar por recursos. Em maio de 2004, recebeu o seu primeiro investimento, de US$ 500 mil, dado por Peter Thiel. Em junho, um mês antes do IPO do Google, o investidor Sean Parker tornou-se presidente da companhia e ajudou a instalá-la em Palo Alto, no Vale do Silício (Califórnia).</p>
<p>Há mais coincidências. Ambas as redes surgiram como projetos de universitários. O Facebook começou na Universidade Harvard. Já o Orkut nasceu em Stanford, como uma ideia do futuro engenheiro de software Orkut Buyukkokten. Ele resolveu trabalhar com redes sociais em 2000, e, um ano depois, lançou um serviço dentro da universidade, o Club Nexus. Tempos depois, criou outro, chamado inCircle. Quando se tornou funcionário do Google, resolveu se dedicar a montar uma rede social de grande escala. Para conseguir isso, usou os 20% de tempo em que os empregados podem desenvolver projetos pessoais.</p>
<p>Tanto o Orkut como o Facebook começaram como redes fechadas. No primeiro só era possível participar por meio de convites, o que gerava disputas acirradas. O segundo também era restrito no início, seguindo o modelo exclusivista dos clubes universitários. Mas, desde o início, ficava claro que o propósito dos dois era bem diferente. O Orkut funcionava de modo experimental e, apesar do empenho do seu fundador, o Google não tinha muitas ambições em relação ao serviço. Bugs eram constantes e dificilmente criavam-se novos recursos. O Facebook queria se tornar grande e trabalhava, desde o começo, em ritmo frenético, incorporando funcionalidades e tentando, sempre, melhorar a interface. Tinha, portanto, mais foco.</p>
<p>O tempo passou e os dois seguiram caminhos distintos. O Orkut tornou-se muito popular na Índia e no Brasil e foi abandonado no resto do planeta, enquanto o Facebook começou a se expandir nos Estados Unidos e só mais tarde conquistou usuários em outros países. Ao mesmo tempo em que o serviço inventado por Zuckerberg firmava-se como uma empresa global, o Google repassava o Orkut para a equipe de desenvolvimento do Google Brasil, bem menor do que a da sede e com muito menos recursos financeiros.</p>
<p>Larry Page e Sergey Brin não davam muita bola para redes sociais. Subestimaram sua importância. Quando perceberam que Mark Zuckerberg tinha nas mãos um monstro capaz de engolir a web, era tarde. O jeito foi começar tudo de novo e criar o Google+.</p>
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		<title>5 curiosidades sobre o Google Drive</title>
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		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/google-drive-2/5-curiosidades-sobre-o-google-drive/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 23:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google Drive]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Google Docs]]></category>
		<category><![CDATA[google drive]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google Drive completa um mês na semana que vem, mas é muito mais antigo do que muita gente imagina. Conheça algumas curiosidades sobre o serviço. Era uma vez o ornitorrinco – O Drive foi criado pelo Google como um projeto secreto, chamado Platypus, que quer dizer ornitorrinco, em inglês. As primeiras notícias sobre ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/05/ornitorrinco.jpg" rel="lightbox[203612]"><img class="alignnone size-full wp-image-203632" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/05/ornitorrinco.jpg" alt="" width="450" height="370" /></a></p>
<p>O Google Drive completa um mês na semana que vem, mas é muito mais antigo do que muita gente imagina. Conheça algumas curiosidades sobre o serviço.<br />
<span id="more-203612"></span><strong>Era uma vez o ornitorrinco</strong> – O Drive foi criado pelo Google como um projeto secreto, chamado Platypus, que quer dizer ornitorrinco, em inglês. As primeiras notícias sobre ele surgiram em 2006, mas o Google preferiu esconder o jogo e nunca falou abertamente sobre seu desenvolvimento. Os rumores continuaram nos anos seguintes. O serviço consistiria em um aplicativo capaz de sincronizar arquivos entre qualquer PC e os servidores da empresa. Poderia ter sido um grande sucesso, mas os engenheiros de Mountain View preferiram engavetar a ideia. Acreditavam que a computação em nuvem acabaria com a necessidade de arquivos armazenados localmente. Isso abriu espaço para o sucesso de aplicativos com a mesma proposta, como o Dropbox, criado em 2007.</p>
<p><strong>Docs com cara de Drive</strong> – Depois de comprar o editor de textos Write.ly, em 2006, e juntá-lo ao editor de planilhas Google Spreadsheets, o Google criou a sua suíte de aplicativos de escritório online, o Google Docs. Em janeiro de 2010, a empresa passou a permitir o upload de diferentes tipos de arquivos para o serviço, transformando-o em um Google Drive simplificado. Quem quisesse poderia adquirir planos de armazenamento, ampliando o espaço disponível na nuvem. O problema é que não havia sincronização e ninguém tinha paciência de enviar dezenas de gigabytes pela janela do browser. Não deu certo.</p>
<p><strong>Piada interna</strong> – O executivo responsável pela decisão de abandonar o Platypus foi Sundar Pichai. Segundo o livro In the Plex, de Stephen Levy, ele teria movido toda a equipe do projeto para o Chrome. &#8220;Arquivos são tão 1990&#8230;&#8221;, teria dito como justificativa, na época. Pouca gente percebeu, mas, quando o Google Drive realmente foi anunciado, no mês passado, o escolhido para escrever o post no blog oficial foi&#8230; Sundar Pichai. Provavelmente foi uma brincadeira feita pelos colegas de trabalho. Mas Pichai levou na esportiva. No início do texto, comparou o Google Drive ao monstro do Lago Ness.</p>
<p><strong>Atalhos disfarçados</strong> – O Google Drive funciona integrado ao Google Docs, quando você instala o aplicativo de sincronização, parece que os documentos criados com as ferramentas do Docs (editor de textos, editor de planilhas, editor de apresentações e editor de desenhos) são copiados para o seu PC. Não é o que realmente ocorre. Os nomes desses arquivos aparecem dentro das pastas, mas o que há lá dentro não são os documentos e sim atalhos para acessá-los online. Dá para abri-los offline ativando essa função nas configurações do Docs e usando o aplicativo do Docs para Chrome. Nesse caso, eles ficam em uma pasta do sistema, oculta. Sem fazer isso, não dá para vê-los com a internet desligada.</p>
<p><strong>Deflação e inflação</strong> – Pouco antes de permitir o armazenamento de arquivos no Google  Docs, em janeiro de 2010, o preço do espaço extra sofreu redução. De 2007 a novembro de 2009, quem quisesse ter 6 GB a mais no Gmail, por exemplo, pagaria US$ 20 por ano (o que equivalia a aproximadamente US$ 0,25 por mês por 1 GB). Quando o Docs ganhou a funcionalidade, o valor do GB foi diminuído para US$ 0,02 por mês. Mas, quando surgiu o Drive, o valor do GB subiu para US$ 0,10 por mês, no plano de 25 GB, e para US$ 0,05 por mês, nos demais planos.</p>
<p><em>Foto: <a title="Foto: Urville Djasim/Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/urville_djasim/3611889680/" target="_blank">Urville Djasim/Flickr</a></em></p>
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		<title>Uma foto tirada com os óculos do Google</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 20:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google X]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Google Glasses]]></category>
		<category><![CDATA[Google+]]></category>

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		<description><![CDATA[Será que os óculos do Google funcionam mesmo? Para mostrar que sim, Sebastian Thrun, chefe do laboratório Google X, tirou uma foto com um deles durante a entrevista que deu ao jornalista Charlie Rose, no dia 19 de abril. A imagem, que você pode ver acima, foi clicada pelo pesquisador e compartilhada no Google+. Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/óculos-do-google-charlie-rose.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-203512" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/óculos-do-google-charlie-rose.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a></p>
<p>Será que os óculos do Google funcionam mesmo? Para mostrar que sim, Sebastian Thrun, chefe do laboratório Google X, tirou uma foto com um deles durante a entrevista que deu ao jornalista Charlie Rose, no dia 19 de abril.<br />
<span id="more-203502"></span>A imagem, que você pode ver acima, foi clicada pelo pesquisador e <a title="Sebastian Thrun - Google+ - Took this photo today." href="https://plus.google.com/101416274833608453021/posts/TG7rQ2Y9dqW" target="_blank"><strong>compartilhada no Google+</strong></a>. Segundo Thrun, o gadget funciona como um complemento às atividades do dia a dia. &#8220;É uma tela que fica com você todo o tempo, que não impede a sua visão e fica acima do que é enxergado normalmente&#8221;, disse ele a Rose. O jornalista perguntou se, com o dispositivo, será possível realizar todas as tarefas comuns a um smartphone. &#8220;Estamos fazendo todo tipo de estudos agora, mas o que realmente gosto de fazer é tirar fotos&#8221;, afirmou.</p>
<p>No mesmo momento, ele apertou um botão na haste direita dos óculos. Depois, escolheu as pessoas e círculos com quem desejava compartilhar a imagem, acenando com a cabeça, e fez o upload para a web. O processo todo, do clique à publicação, durou aproximadamente 15 segundos, uma marca difícil de ser atingida por boa parte dos smartphones hoje no mercado.</p>
<p>De acordo com Thrun, o objetivo dos óculos não é mostrar informações sobre as pessoas que você encontra na rua, mas compartilhar informações. A câmera, por exemplo, fica na altura do olho e permite fazer streaming de vídeo. Com isso, uma outra pessoa pode enxergar o que você está vendo. Chamadas telefônicas, exibição de notificações e envio de e-mails também são atividades possíveis e que não dependem das mãos. &#8220;É uma experiência libertadora para mim&#8221;, disse o cientista.</p>
<p>A equipe do Google X levou dois anos para desenvolver o protótipo, que pode chegar às lojas até o fim do ano. <a title="Charlie Rose entrevista Sebastian Thrun" href="http://www.charlierose.com/view/interview/12321" target="_blank"><strong>A íntegra da entrevista pode ser vista na página do programa de Charlie Rose</strong></a>. Thrun fala também sobre o carro do Google que dirige sozinho e do seu projeto de aulas online, a Udacity University.</p>
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		<title>Google Drive começa com problemas</title>
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		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/google-drive-2/google-drive-comeca-com-problemas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 23:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google Drive]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dropbox]]></category>
		<category><![CDATA[google drive]]></category>

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		<description><![CDATA[O início do Google Drive foi um sucesso de público, mas isso não quer dizer que tudo tenha corrido como esperado. Usuários têm reclamado de problemas de sincronização. No fórum oficial do produto, um post publicado por Daniel Johansson, um fotógrafo e administrador web que vive na Suécia, afirma que o software do Drive não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/google-drive-bug.jpg" rel="lightbox[203462]"><img class="alignnone size-full wp-image-203472" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/google-drive-bug.jpg" alt="" width="450" height="320" /></a></p>
<p>O início do Google Drive foi um sucesso de público, mas isso não quer dizer que tudo tenha corrido como esperado. Usuários têm reclamado de problemas de sincronização.<br />
<span id="more-203462"></span>No fórum oficial do produto, um post publicado por Daniel Johansson, um fotógrafo e administrador web que vive na Suécia, <strong><a title="Google Drive - Forum - Google Drive cannot connect to the Internet" href="http://productforums.google.com/forum/#!category-topic/drive/report-a-problem/8anx5G8mj48" target="_blank">afirma que o software do Drive não consegue se conectar à web</a></strong>. Centenas de internautas responderam à mensagem, reclamando terem encontrado o mesmo tipo de bug. Uma guia do Google (uma espécie de moderadora do fórum) chamada Rebecca afirmou que a empresa identificou a falha e que isso será resolvido nos próximos dias. Ela não entrou em detalhes sobre o que pode estar causando a pane para algumas pessoas.</p>
<p>Vários dos usuários afirmaram que suas conexões à web não ocorrem via proxy, o que poderia, em tese, bloquear o tráfego de dados do programa – o Google Drive não funciona com proxies que exijam autenticação. As falhas foram identificadas em computadores com Windows XP, Windows Vista, Windows 7, Windows 8 Consumer Preview e Mac OS X Lion. Internautas com contas no Dropbox informaram que o serviço tem funcionado perfeitamente nos seus computadores.</p>
<p>Lentidão no upload de arquivos, alto consumo de memória e dificuldade para alterar as configurações do aplicativo também foram problemas relatados no fórum. No Brasil, o Google optou por traduzir o nome do aplicativo para Android para Disco, em vez de Drive. Mas, na interface web, usa o termo em inglês. A falta de uniformidade pode provocar confusão para os usuários e provavelmente deve ser corrigida em uma nova versão do programa.</p>
<p>Não foram poucas também as críticas aos termos de uso do Google Drive, que dão ao Google direitos sobre todos os arquivos armazenados. A intenção da empresa era proteger-se juridicamente sempre que oferecer ferramentas que modificam de alguma forma os arquivos, por exemplo. Ainda assim, as explicações afastaram usuários preocupados com a privacidade.</p>
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		<title>Com Drive, sobe preço de espaço no Google</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Google-INFO/~3/idMhYoPnK5Q/</link>
		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/google-drive-2/com-drive-sobe-preco-de-espaco-no-google/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 23:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google Drive]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dropbox]]></category>
		<category><![CDATA[google drive]]></category>

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		<description><![CDATA[O tão aguardado serviço Google Drive estreou nesta terça-feira, oferecendo 5 GB de armazenamento gratuito. Mas os planos de espaço extra ficaram mais caros. Até segunda-feira (23), a opção mais barata de armazenamento adicional no Google (20 GB, usados para Gmail, Picasa e Docs), saía por US$ 5 por ano, equivalentes a US$ 0,42 por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/google-drive.jpg" rel="lightbox[203392]"><img class="alignnone size-full wp-image-203412" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/google-drive.jpg" alt="" width="450" height="312" /></a></p>
<p>O tão aguardado serviço Google Drive estreou nesta terça-feira, oferecendo 5 GB de armazenamento gratuito. Mas os planos de espaço extra ficaram mais caros.<br />
<span id="more-203392"></span>Até segunda-feira (23), a opção mais barata de armazenamento adicional no Google (20 GB, usados para Gmail, Picasa e Docs), saía por US$ 5 por ano, equivalentes a US$ 0,42 por mês. Hoje, a opção mais em conta, de 25 GB (para Picasa e Drive, com bônus de subir o total do Gmail para 25 GB), custa quase US$ 30, ou US$ 2,49 mensais – uma diferença considerável, seis vezes maior.</p>
<p>Com exceção desse plano básico novo em que o preço mensal de 1 GB passou para US$ 0,10, nos outros anunciados nesta terça-feira (24) o valor de 1 GB ficou em US$ 0,05 por mês. Até um dia antes, o custo de 1 GB nos planos antigos era de US$ 0,02 mensais. Segundo o Google, quem já assinava os planos antigos pode mantê-los indefinidamente, desde que não decida alterar o tamanho do armazenamento e mantenha os pagamentos em dia. Os outros têm de aderir às novas opções (veja tabela comparativa abaixo ou acesse o comparativo feito pela empresa, <strong><a title="Old storage plans vs. new storage plans" href="http://support.google.com/picasa/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=39567" target="_blank">neste link</a>).</strong></p>
<p>Mesmo com o aumento, a quantia cobrada pelo Google é muito menor do que a da concorrência. O Dropbox, por exemplo, cobra US$ 9,99 por mês por 50 GB. Se não revisar isso, provavelmente será destruído. Não por acaso, nos fóruns do serviço não faltam usuários dizendo que vão abandoná-lo e migrar para o Drive se os preços não baixarem.</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/planos-de-armazenamento-do-google.jpg" rel="lightbox[203392]"><img class="alignnone size-full wp-image-203422" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/planos-de-armazenamento-do-google.jpg" alt="" width="316" height="579" /></a></p>
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		<title>Saiba como o Google funciona, em 8 minutos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Google-INFO/~3/hCitp0k4Tms/</link>
		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/busca/saiba-como-o-google-funciona-em-8-minutos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 01:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Busca]]></category>
		<category><![CDATA[Buscadores]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente fala sobre PageRank, algoritmos e indexação, mas poucos conseguem explicar com clareza como tudo isso se articula. Um vídeo recente mostra o que acontece quando alguém faz uma busca no Google. Matt Cutts, chefe da equipe de web spam da companhia, gravou uma pequena aula de 8 minutos para explicar o modo como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/como-funciona-o-google.jpg" rel="lightbox[203342]"><img class="alignnone size-full wp-image-203352" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/como-funciona-o-google.jpg" alt="" width="450" height="317" /></a></p>
<p>Muita gente fala sobre PageRank, algoritmos e indexação, mas poucos conseguem explicar com clareza como tudo isso se articula. <a title="Como o Google funciona" href="http://www.youtube.com/watch?v=KyCYyoGusqs" target="_blank"><strong>Um vídeo recente</strong></a> mostra o que acontece quando alguém faz uma busca no Google.<br />
<span id="more-203342"></span>Matt Cutts, chefe da equipe de web spam da companhia, gravou uma pequena aula de 8 minutos para explicar o modo como o buscador funciona. Em linguagem bem didática, ele conta como ocorre todo o processo, desde a indexação até a apresentação dos resultados. Com experiência em treinamentos de funcionários na empresa, Cutts começa o vídeo dizendo que poderia levar uma hora falando sobre o assunto ou sobre apenas parte dele, devido à extensão do tema.</p>
<p>Tudo começa com a varredura regular do Google na web, que indexa primeiro aqueles conteúdos considerados mais importantes. O peso das páginas é dado pelo PageRank, uma medida criada a partir de duas variáveis: o número de sites que criam links para aquele conteúdo e o grau de importância deles. Desde 2003, o Google dividiu a web em partes que são vasculhadas diariamente, para garantir que conteúdo novo seja apresentado sempre.</p>
<p>Quando alguém pesquisa por duas palavras, como &#8220;Katy&#8221; e &#8220;Perry&#8221;, os servidores da empresa vão buscar no índice quais sites apresentam cada um dos termos. Depois, filtram aquelas páginas que exibem ambos e excluem as outras. Mas isso não basta. É preciso saber, dentre os que apresentam &#8220;Katy&#8221; e &#8220;Perry&#8221;, se as duas palavras aparecem juntas ou separadas, no alto ou no topo da página, e assim por diante.</p>
<p>O engenheiro afirma que o grande segredo é o modo como mais de 200 variáveis são aplicadas para gerar um resultado relevante. Ele não conta, é claro, qual é a receita, o que faria o pessoal do Bing  e do Yahoo! dar pulos de alegria. No fim da gravação, Cutts diz que há farto material na web sobre o assunto e indica que uma das melhores maneiras de aprender mais sobre isso é trabalhar no Google. Vai encarar?</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/busca/saiba-como-o-google-funciona-em-8-minutos/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Donos de Android reagem no Instagram</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Google-INFO/~3/o5pBDY-ELDI/</link>
		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/android/donos-de-android-reagem-no-instagram/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 21:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[Smartphones]]></category>

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		<description><![CDATA[As críticas à chegada ao Instagram de usuários de smartphones com o sistema Android não ficaram por isso mesmo. Usuários com o sistema do Google resolveram reagir. Na página do aplicativo na Play Store, são comuns comentários em que o iOS e o iPhone são citados. Até recentemente, o Instagram era um aplicativo disponível somente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/instagram-android.jpg" rel="lightbox[203252]"><img class="alignnone size-full wp-image-203272" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2012/04/instagram-android.jpg" alt="" width="448" height="320" /></a></p>
<p>As críticas à chegada ao Instagram de usuários de smartphones com o sistema <a title="INFO - Tópicos - Android" href="http://info.abril.com.br/topicos/android/" target="_blank"><strong>Android</strong></a> não ficaram por isso mesmo. Usuários com o sistema do Google resolveram reagir.<br />
<span id="more-203252"></span><a title="Instagram - Play Store" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.instagram.android&amp;hl=pt_BR" target="_blank"><strong>Na página do aplicativo na Play Store</strong></a>, são comuns comentários em que o iOS e o iPhone são citados. Até recentemente, o Instagram era um aplicativo disponível somente para celulares com o sistema da Apple. A exclusividade acabou <a title="Instagram lança versão para Android" href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/instagram-lanca-versao-para-android-03042012-23.shl" target="_blank"><strong>no dia 3 de abril, quando ele foi anunciado para o Android</strong></a>. &#8220;Esse app é demais num Android também! Vários filtros deixam sua foto melhor ainda e mais estilosa! Orkutização pelo Android? Tem celular Android muito melhor que um iPhone, como o meu Galaxy Note!&#8221;, escreveu Marcus Vinicius, em 11 de abril.</p>
<p>Já o usuário Evandro escreveu, em 12 de abril, que o aplicativo funciona perfeitamente no seu Galaxy Ace, da Samsung, um smartphone de hardware mais básico. &#8220;Eu não entendo essa necessidade que as pessoas que têm iPhone têm de dizer o quando ele é bom, o quanto os aplicativos dele são melhores. Acho que, se for bom mesmo, não são essas propagandas forçadas de usuários que vão fazer com que mais pessoas comprem. Não troco meu Galaxy Ace de 550,00 reais pagos em 24 vezes na TIM por um iPhone de quase 2 mil, não vale o investimento&#8221;, disse.</p>
<p>Outros preferiram usar xingamentos para responder aos donos de iPhone. &#8220;Excelente! Chupem essa manga, proprietários de iOS e iPhone. O negócio agora é Android, o robotinique da parada. Rsrsrs&#8230;&#8221;, escreveu Gustavo, em 11 de abril. A disputa de mercado entre Android e iOS é mencionada frequentemente. &#8220;Caraca, velho, o robozinho tá tomando conta de tudo mesmo, app excelente, o Android vai atropelar o iPhone pois isso é só o começo!&#8221;, afirmou Elienay Fernandes, também no dia 11.</p>
<p>Quando o Instagram foi anunciado para o Android, pessoas acostumadas a usar o aplicativo no iOS acusaram o programa de se popularizar demais, <a title="Instagram libera preconceito contra pobres" href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/android/instagram-libera-preconceito-contra-pobres/" target="_blank"><strong>numa onda de preconceito contra a população pobre do país</strong></a>. Uma das palavras usadas para descrever a chegada de novos usuários foi &#8220;orkutização&#8221;. Passadas quase duas semanas, contudo, <a title="Instagram atinge 40 mi de usuários" href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/instagram-atinge-40-mi-de-usuarios-13042012-21.shl" target="_blank"><strong>o aplicativo ganhou 10 milhões de novos usuários</strong></a>, boa parte deles no Android, e<a title="Facebook anuncia compra do Instagram por US$ 1 bilhão" href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/facebook-anuncia-compra-do-instagram-09042012-17.shl" target="_blank"><strong> a empresa foi comprada pelo Facebook</strong></a>. Além disso, o uso da hashtag #android nas fotos tem crescido. Já são mais de 100 mil imagens postadas, além de mais de 40 tags adotadas com variações da palavra &#8220;android&#8221;.</p>
<p>Apesar de o programa tenha recebido nota 4,5, uma avaliação excelente na loja do Google, nem todos estão contentes. Uma das mais frequentes críticas é falta do recurso tilt-shift, presente na versão para iOS. Ainda não se sabe quando ele será incluído.</p>
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