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	<title>Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Jun 2026 16:39:16 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ivan Cabecinha, o filho Gregor Rocha e a arte de não pressionar nem comparar crianças que gostam de competir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 21:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra]]></category>
		<category><![CDATA[Ivan Cabecinha]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É a equipe vencedora que faz um atleta medalhista de ouro ou são os jovens campeões que forjam uma equipe vencedora? Faixa-preta e líder da GB em Tampa, na Flórida, o campeão Ivan Rocha tem colhido os frutos de um trabalho persistente e de uma filosofia de treinos inteligente, que procura motivar os jovens atletas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246406" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246406" class="wp-image-246406 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI.jpg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI.jpg 1600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1024x682.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1536x1023.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><p id="caption-attachment-246406" class="wp-caption-text">Ivan Rocha com seu filho, Gregor Rocha, e a sua esposa, Camila Almeida &#8211; Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p>É a equipe vencedora que faz um atleta medalhista de ouro ou são os jovens campeões que forjam uma equipe vencedora?</p>
<p>Faixa-preta e líder da GB em Tampa, na Flórida, o campeão Ivan Rocha tem colhido os frutos de um trabalho persistente e de uma filosofia de treinos inteligente, que procura motivar os jovens atletas sem aquela pressão prejudicial.</p>
<p>Nos últimos meses, o professor conhecido como Cabecinha viu seu filho e sua esposa faixa-roxa conquistarem o ouro pan-americano.</p>
<p>O filho, o jovem Gregor Rocha, venceu o Pan Kids. Já a instrutora Camila Almeida sagrou-se campeã pan-americana ainda como faixa-azul.</p>
<p>Em conversa com a equipe GRACIEMAG.com, o experiente Ivan refletiu sobre os caminhos e descaminhos que jovens competidores enfrentam, e deu lições essenciais sobre motivação, apoio dos pais e filosofia de treinos. Para saber mais, siga @gbtampa.citruspark no Instagram.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Que erros os pais e professores costumam cometer no início da trajetória de um jovem campeão ou campeã?</strong></p>
<p>IVAN “CABECINHA” ROCHA: Quando o sonho de formar um campeão se torna maior do que o desenvolvimento da criança, a consequência pode ser a perda do prazer de treinar.</p>
<p>Isso acontece por fatores variados, mas o maior inimigo dos jovens atletas é a cobrança excessiva. É aquela forçação de barra que só traz pressão emocional e prejudica a criança e todos em volta.</p>
<p><strong>Há outros erros?</strong></p>
<p>Sim, vários. Outro erro muito comum no Jiu-Jitsu e em outros esportes é comparar constantemente o filho com outros atletas. Esquecem aí que cada criança tem seu próprio ritmo de evolução. Os pais têm papel fundamental no apoio, incentivo e exemplo – é preciso ter consciência de que campeões são construídos com paciência, disciplina e amor pelo que fazem, não apenas com a busca por medalhas e títulos. Já vi muitos talentos desistirem não por falta de habilidade, mas por excesso de pressão. A função dos pais não é ser técnico, árbitro ou cobrador. É ser o porto seguro da criança.</p>
<p><strong>Como a família pode se tornar um porto realmente seguro, pela sua experiência?</strong></p>
<p>Quando a criança sabe que será apoiada independentemente do resultado, ela desenvolve confiança e tem muito mais chances de alcançar seu verdadeiro potencial. Eu cometi muitos erros nesse processo com meu filho, o Gregor. Como pai e professor ao mesmo tempo, muitas vezes foi difícil separar esses dois papéis. Em alguns momentos, a cobrança do treinador acabava falando mais alto do que o olhar do pai.</p>
<p><strong>Como corrigiu isso em você?</strong></p>
<p>Tudo é o tempo e a sabedoria, aquela capacidade de ver que a coisa não está funcionando, e corrigir a rota. Fui aprendendo aos poucos que meu filho precisava mais do meu apoio e da minha compreensão do que da minha cobrança. Foi um processo de aprendizado para mim também. Aos poucos, venho buscando esse equilíbrio, entendendo que a formação de um atleta é importante, mas a formação de um ser humano feliz e confiante é ainda mais valiosa. Foi um aprendizado constante encontrar esse equilíbrio.</p>
<p><strong>Como era a sua atitude ao convocá-lo para os torneios?</strong></p>
<p>Rapaz, eu nunca o obriguei a competir. A decisão de participar de campeonatos sempre foi dele, e sempre respeitei suas escolhas. O que eu dizia a ele, desde pequeno, era que eu gostaria muito de vê-lo se tornar faixa-preta de Jiu-Jitsu um dia. E não por causa de medalhas ou títulos, mas porque eu conheço o impacto transformador que o Jiu-Jitsu tem na vida das pessoas. Depois de mais de 25 anos vivendo esse esporte, sei que o verdadeiro valor do Jiu-Jitsu vai muito além das competições. Ele ensina disciplina, respeito, perseverança, humildade e confiança. Meu maior desejo nunca foi formar apenas um campeão no tatame, mas ajudar a formar um homem preparado para os desafios da vida.</p>
<p><strong>Como você conseguia manter o lado divertido da competição?</strong></p>
<p>Equilibrar diversão e resultado é um dos maiores desafios para qualquer família que vive o esporte de competição. O Gregor hoje tem 15 anos, treina e compete em alto nível, então naturalmente existem responsabilidades, metas, sacrifícios. Mas sempre procurei lembrar que, antes de ser atleta, ele é um adolescente. Existem momentos em que ele precisa abrir mão de passeios, festas ou de estar com os amigos para treinar ou competir. Faz parte da escolha de quem busca grandes resultados. Ao mesmo tempo, eu acredito que ele precisa viver as experiências normais da idade dele, criar memórias, se divertir e aproveitar a juventude.</p>
<p><strong>Então tudo é uma questão de comunicação. Diálogo e olho no olho, sempre. Como qualquer coisa na vida, aliás.</strong></p>
<p>Exato, o equilíbrio acontece através do diálogo – entre pai e filhos, entre alunos e mestres. Nem tudo pode ser treino e competição, assim como nem tudo pode ser diversão. Procuramos organizar a rotina para que ele possa perseguir seus objetivos nos tatames sem perder a adolescência, sabe?</p>
<p><strong>E o que você fala para o Gregor e para outros jovens alunos para que eles compreendam tudo isso?</strong></p>
<p>Eu costumo repetir que os resultados não podem definir a felicidade de um jovem atleta. Se ele ganhar, ótimo. Se perder, a vida continua. O esporte precisa ser uma ferramenta de crescimento e não uma fonte de pressão nociva. Quando existe esse equilíbrio, o atleta consegue evoluir, competir em alto nível e, ao mesmo tempo, aproveitar a jornada.</p>
<div id="attachment_246407" style="width: 924px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246407" class="wp-image-246407 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-3-Ivan-Cabecinha-GB-Citrus-Park-em-Tampa-Divulgacao.png" alt="" width="914" height="808" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-3-Ivan-Cabecinha-GB-Citrus-Park-em-Tampa-Divulgacao.png 914w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-3-Ivan-Cabecinha-GB-Citrus-Park-em-Tampa-Divulgacao-300x265.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-3-Ivan-Cabecinha-GB-Citrus-Park-em-Tampa-Divulgacao-768x679.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-3-Ivan-Cabecinha-GB-Citrus-Park-em-Tampa-Divulgacao-150x133.png 150w" sizes="(max-width: 914px) 100vw, 914px" /><p id="caption-attachment-246407" class="wp-caption-text">Ivan Rocha é líder da Gracie Barra em Tampa, na Flórida &#8211; Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p><strong>Ivan, como você motiva seu garoto após um eventual mau resultado?</strong></p>
<p>Minha primeira reação é lembrar meu filho que o valor dele não está ligado a uma medalha ou ao resultado de uma competição. No esporte, vencer e perder fazem parte do processo de crescimento. Sempre que termina um campeonato, independentemente do resultado, a nossa primeira mensagem para ele é: “Está tudo bem. Levanta a cabeça. Nós te amamos muito. Somos um time e, ganhando ou perdendo, estaremos sempre juntos.” A criança precisa sentir que o amor e o apoio da família não dependem do resultado que ela teve naquele dia. Também procuro mostrar para ele o tamanho do orgulho que tenho, mas não por causa das medalhas.</p>
<p><strong>O que mais orgulha você no Gregor, hoje?</strong></p>
<p>Meu maior orgulho é ver o ser humano que ele está se tornando. Ver seu caráter, sua disciplina, sua humildade, sua coragem e a forma como ele trata as pessoas. Isso vale muito mais do que qualquer título. Como pai, esse é o maior prêmio que posso receber. Depois, conversamos sobre o que aprendemos naquela experiência. Analisamos juntos o que deu certo e o que pode melhorar. E a mensagem é sempre a mesma: vamos treinar juntos, vamos evoluir juntos e vamos nos preparar para a próxima oportunidade. Eu sempre digo que o verdadeiro campeão não é aquele que nunca perde. O verdadeiro campeão é aquele que nunca desiste e que está sempre buscando evoluir, seja nas competições, nos treinos ou na vida pessoal. É isso que tento ensinar para ele todos os dias.</p>
<p><strong>E você tem suas próprias medalhas e lembranças para ajudá-lo nisso, certo?</strong></p>
<p>Exatamente. Porque, no fim das contas, as medalhas ficam guardadas em uma caixa, mas os valores que o esporte ensina ficam para a vida inteira. A gente busca que ele tenha uma cabeça de campeão. Se é isso que ele realmente quer para a vida dele, então ele precisa seguir firme, com disciplina, foco e com uma vontade cada dia maior de evoluir.</p>
<p><strong>Como você mede a evolução dos alunos e alunas?</strong></p>
<p>É uma coisa bem mais ampla, que está além da cor da medalha. Ganhar campeonatos é muito bom, é importante, é o objetivo de qualquer atleta que compete em alto nível, e não há problema em querer vencer. Mas a gente reforça que o mais importante é não esquecer do ser humano incrível que ele está se tornando, e que ele ainda vai se tornar. Porque a verdadeira evolução não é só no resultado, mas na forma como ele cresce como pessoa. Ter cabeça de campeão é continuar melhorando todos os dias, mesmo depois de vitórias ou derrotas. É aprender, ajustar, insistir e nunca desistir. É isso que a gente tenta construir nele: uma mentalidade forte no tatame e uma pessoa ainda melhor fora da academia.</p>
<p><strong>O que conseguiu avaliar do jogo dele no Pan Kids, nas duas lutas que ele fez?</strong></p>
<p>O Pan Kids é sempre uma experiência especial, porque reúne os melhores jovens atletas do mundo e exige não só técnica, mas também maturidade emocional. Nessa edição, ele fez duas lutas muito sólidas. Na primeira, ele estava vencendo por 8 a 0 e conseguiu a finalização com bastante controle e precisão. Já na final, ele venceu por 5 a 0, também com uma atuação consistente do início ao fim, mantendo o controle total da luta. Um detalhe é que, nas duas lutas, ele não sofreu pontos ou nenhuma vantagem, o que mostra o nível de domínio e segurança que ele teve durante a competição. Foi incrível, afinal ele lutou de forma inteligente e estratégica, fazendo os adversários entrarem no jogo dele. Ele conseguiu ditar o ritmo e impor seu estilo, algo que foi muito treinado e construído ao longo do tempo. Mais do que as vitórias, o que me chamou atenção foi esse domínio técnico e mental. No geral, foi uma competição produtiva. O resultado veio, mas o mais importante foi a forma como ele competiu: com inteligência, controle e maturidade. Isso mostra que todo o trabalho vem sendo bem feito e deixa a certeza de que ele está no caminho certo.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/ivan-cabecinha-o-filho-gregor-rocha-e-a-arte-de-nao-pressionar-nem-comparar-criancas-que-gostam-de-competir-no-jiu-jitsu/">Ivan Cabecinha, o filho Gregor Rocha e a arte de não pressionar nem comparar crianças que gostam de competir</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>The logic of Jiu-Jitsu: conceptual teaching according to professor Fabrício Lopes</title>
		<link>https://www.graciemag.com/the-logic-of-jiu-jitsu-conceptual-teaching-according-to-professor-fabricio-lopes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[conceptual teaching]]></category>
		<category><![CDATA[Fabrício Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Gracie Barra Headquarters]]></category>
		<category><![CDATA[methodology]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>The road to a Jiu-Jitsu black belt is usually paved with exhaustive repetition and an encyclopedic accumulation of techniques,” says GMI Professor Fabrício Lopes. “However, in a sport that demands as much from the mind as the body, my classes focus on decoding the hidden logic behind every lever and transition.” Forged in the heart&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-246332" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-300x214.jpg" alt="" width="1199" height="856" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-300x214.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-1024x732.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-768x549.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-1536x1097.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-2048x1463.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-150x107.jpg 150w" sizes="(max-width: 1199px) 100vw, 1199px" /></p>
<p>The road to a Jiu-Jitsu black belt is usually paved with exhaustive repetition and an encyclopedic accumulation of techniques,” says GMI Professor Fabrício Lopes. “However, in a sport that demands as much from the mind as the body, my classes focus on decoding the hidden logic behind every lever and transition.”</p>
<p>Forged in the heart of the Gracie Barra Headquarters, the black belt emphasizes conceptual understanding as the core of his methodology. “Instead of creating students who mechanically copy movements, I focus on developing strategic reasoning, exact timing, and the ability to anticipate the opponent’s reactions.”</p>
<p>For Lopes, collecting hundreds of techniques without understanding their underlying logic creates a false sense of progress. “I want my students to develop the dynamic ability to adapt and solve complex problems in fractions of a second.”</p>
<p>Understanding that students absorb information differently, Fabrício designed a flexible pedagogy that caters to everyone &#8211; from high-level competitors looking for tactical pressure to 45-year-old recreational practitioners training to relieve stress after work.</p>
<p>In this exclusive interview, the professor shares valuable lessons on class structure, the future of teaching, and the ultimate secret of a true master: focusing less on impressing and more on evolving the student.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246333" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-1-300x200.jpg" alt="" width="1189" height="793" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-1-1024x684.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-1-768x513.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1189px) 100vw, 1189px" /><br />
<strong><br />
GRACIEMAG: You developed a teaching methodology called the “Predictive Adaptation Coaching System.” What are its main features?</strong><br />
<strong>FABRÍCIO LOPES:</strong> The core idea is teaching students to understand Jiu-Jitsu conceptually rather than just memorizing techniques. I focus heavily on positional awareness, anticipating reactions, leverage, timing, and adaptability. While traditional teaching relies on isolated movements and repetition, my system connects the positions. This helps students understand why a movement works and how to adapt it dynamically in live combat. Additionally, the system is highly adaptable. It is designed not just for competitors, but also for recreational practitioners, beginners, older students, and those with physical limitations. The goal is to build students who can think and solve problems under pressure, instead of relying solely on athleticism or memorized sequences.</p>
<p><strong>What are the most common flaws you see in Jiu-Jitsu instruction worldwide?</strong><br />
The biggest issue is an excessive focus on accumulating techniques without conceptual understanding. Many students learn hundreds of moves but lack a deep grasp of positioning, timing, reactions, and decision-making. Another mistake is using a one-size-fits-all approach. A world-class competitor does not learn the same way as a 45-year-old recreational practitioner who trains after office hours. I also believe many schools over-rely on repetition without teaching the logic behind the movements. Repetition matters, but understanding drives adaptability. Good instruction should empower students to become independent thinkers, not just copycats.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246334" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-300x225.jpg" alt="" width="1257" height="943" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1257px) 100vw, 1257px" /></p>
<p><strong>Does your teaching method work for any type of student? Are classes divided by student profiles?</strong><br />
Yes. Students learn differently based on their goals, age, experience, and physical condition. While the methodology&#8217;s foundation remains the same, the delivery changes. Competitors focus on reaction systems, tactical pressure, and strategic adaptation. Beginners need simplified conceptual frameworks and solid positional basics. Older or injured practitioners require maximum efficiency and energy conservation. A great coach must convey the same core principles in different ways depending on who is on the mat. My classes are structured progressively so that all students develop their understanding and face the right level of challenge.</p>
<p><strong>Several instructors and gym owners already use your methodology. Who are they, and what has the feedback been like?</strong><br />
Over time, instructors and academy owners across Brazil, Canada, and the United States have integrated elements of my methodology into their schools. This includes independent coaches and instructors from various organizations who trained, competed, or studied under me. They now use concept-based teaching, positional systems, and progressive class structures. The feedback has been outstanding, particularly regarding student retention, faster understanding, better adaptability during sparring, and long-term technical growth. Instructors report that their students understand positions more deeply and apply techniques with much more confidence under pressure. Seeing these concepts scale through other coaches is the most rewarding part of my work.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246335" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-300x225.jpg" alt="" width="1173" height="880" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1173px) 100vw, 1173px" /><br />
<strong><br />
You spent years immersed in the Gracie Barra ecosystem. What was the greatest lesson or principle from GB that shaped your methodology?</strong><br />
The greatest lesson I learned at Gracie Barra was the importance of structure, consistency, and long-term development. Training at the GB Headquarters exposed me to a highly professional environment where the curriculum, discipline, technical standards, and instructor development were taken seriously. It taught me that excellent coaching isn&#8217;t just about technical knowledge—it requires organization, clear communication, and creating systems that students can consistently follow for years. The Gracie Barra Instructor Certification Program also deeply influenced me by emphasizing structured teaching, safety, and progression.</p>
<p><strong>Many BJJ traditionalists fear that radical changes in teaching might dilute the martial art’s essence. How does your system protect that essence?</strong><br />
I understand that concern and agree that preserving the essence of Brazilian Jiu-Jitsu is vital. My methodology does not replace traditional fundamentals; it enhances how they are communicated to modern students. The core values &#8211; discipline, technical efficiency, leverage, patience, composure, and problem-solving &#8211; remain untouched. The lineage, respect for the art, and technical principles are still the foundation of everything I teach. The only change is the communication structure and learning progression. Teaching evolution does not weaken tradition when the fundamentals remain intact. In many ways, improving understanding actually helps preserve the art more effectively for future generations.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246336" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-300x225.jpg" alt="" width="1206" height="904" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1206px) 100vw, 1206px" /><br />
<strong><br />
If you could give just one golden piece of advice to a new instructor starting their very first classes today, what would it be?</strong><br />
Focus less on showing how much you know and more on helping students understand what they need. Many beginner instructors try to impress students with complex techniques, but great teaching is actually about communication, structure, patience, and clarity. Students won’t remember every single technique you teach them. What they will remember is whether you helped them evolve, gain confidence, and understand the art on a deeper level. A good instructor teaches techniques. A great instructor teaches understanding.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/the-logic-of-jiu-jitsu-conceptual-teaching-according-to-professor-fabricio-lopes/">The logic of Jiu-Jitsu: conceptual teaching according to professor Fabrício Lopes</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A saga de Neto Claudino: 3 meses nos EUA, mais de 10 campeonatos, muitas lições!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 17:35:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Tenho vivido uma experiência muito especial competindo na faixa-preta nos Estados Unidos”, conta o professor GMI Neto Claudino, originalmente da cidade de Sorriso, no Mato Grosso. “Recebi minha nova graduação há apenas oito meses, mas já carrego uma trajetória de aproximadamente 12 anos dedicados ao Jiu-Jitsu. Esta nova fase tem sido desafiadora e ao mesmo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246391" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/1-300x225.jpg" alt="" width="1178" height="883" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/1-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1178px) 100vw, 1178px" /></p>
<p>“Tenho vivido uma experiência muito especial competindo na faixa-preta nos Estados Unidos”, conta o<a href="https://www.instagram.com/netoclaudinoo?igsh=NW54emgwczI4a3Ax"> professor GMI Neto Claudino</a>, originalmente da cidade de Sorriso, no Mato Grosso. “Recebi minha nova graduação há apenas oito meses, mas já carrego uma trajetória de aproximadamente 12 anos dedicados ao Jiu-Jitsu. Esta nova fase tem sido desafiadora e ao mesmo tempo muito enriquecedora, porque o nível de competição é extremamente alto e cada campeonato traz novos aprendizados.”</p>
<p>“Desde que comecei a competir aqui”, Claudino continua, “participei de diversos eventos importantes da IBJJF, JJWL e Grappling X, conquistando títulos e chegando constantemente ao pódio em categorias de peso e absoluto. Mais do que os resultados, o que mais tem me marcado é a oportunidade de evoluir tecnicamente e amadurecer como atleta, enfrentando estilos diferentes de luta e atletas do mundo inteiro.”</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246392" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/4-300x225.jpg" alt="" width="1155" height="866" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/4-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/4-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/4-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/4-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/4-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/4-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1155px) 100vw, 1155px" /><br />
</strong></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Quais foram as principais lições que você aprendeu nessa intensa bateria de competições a que você se submeteu recentemente? </strong><br />
<a href="https://www.instagram.com/netoclaudinoo?igsh=NW54emgwczI4a3Ax"><strong>NETO CLAUDINO:</strong></a> Uma grande lição foi perceber que, na faixa-preta, a margem de erro praticamente não existe. Nas faixas coloridas, muitas vezes eu ainda conseguia corrigir algum erro durante a luta e recuperar a situação. Na faixa-preta isso muda completamente. Qualquer detalhe faz diferença, e um pequeno erro pode definir toda a luta. O nível técnico, físico e estratégico é muito mais alto, e isso exige concentração máxima o tempo inteiro.</p>
<p><strong>Neste momento da carreira, você foca muito no resultado final ou na crença de que a arena é uma escola? Ou seja, a ideia é evoluir ao longo do processo, acumular bagagem, e não focar obsessivamente na medalha?</strong><br />
Sim, acredito muito nessa metáfora da escola. Estou aprendendo muito e isso me motiva cada vez mais. Mesmo estando há pouco tempo na faixa-preta, tenho conseguido competir de igual para igual com atletas que já estão há muitos anos nessa categoria, que é o nível mais alto do BJJ competitivo. Isso me dá confiança para continuar evoluindo e mostra que todo o trabalho construído ao longo da minha trajetória está me preparando para viver esse momento e trilhando o meu caminho para um futuro muito promissor.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246393" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/3-300x225.jpg" alt="" width="1191" height="893" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/3-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/3-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/3-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/3-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/3-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/3-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1191px) 100vw, 1191px" /></p>
<p><strong>Qual evento foi mais marcante para você?</strong><br />
Recentemente tive a oportunidade de competir no International Master North America da IBJJF, realizado na Pirâmide, um dos eventos mais importantes e tradicionais do calendário, que acontece um dia antes do Mundial. Conquistar o terceiro lugar nesse campeonato foi algo que me deixou muito feliz e satisfeito com o trabalho que venho construindo até aqui. Chegar agora na faixa-preta e já conseguir subir ao pódio em um evento desse nível me dá ainda mais confiança de que estou no caminho certo. Aliás, uma das coisas que mais me impressionam nessa nova fase é perceber como hoje eu estou dividindo chave e lutando contra atletas que durante muitos anos eu assistia como fã e via como grandes referências do esporte. Algo que antes parecia muito distante, hoje se tornou parte da minha rotina dentro das competições.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246394" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/2-300x217.jpg" alt="" width="1134" height="821" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/2-300x217.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/2-1024x741.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/2-768x556.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/2-1536x1111.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/2-2048x1482.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/2-150x109.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1134px) 100vw, 1134px" /></p>
<p><strong>Todo lutador deveria ter uma vivência de intercâmbio, você não acha? </strong><br />
Sim, claro! O Jiu-Jitsu deixou de ser apenas um esporte forte no Brasil e se tornou uma modalidade global. Hoje vemos atletas de diferentes países competindo em altíssimo nível, eventos muito organizados e uma comunidade cada vez maior apaixonada pela arte suave. Viver isso de perto nos Estados Unidos tem sido algo muito motivador para mim. Treinar nos Estados Unidos tem sido uma experiência muito valiosa. Tenho visitado academias, conhecido novas metodologias de treino e convivido diariamente com atletas de altíssimo nível. Dentro da Checkmat, meu time, tenho a oportunidade de estar próximo de campeões atuais, observar suas rotinas, acompanhar a intensidade dos treinamentos e aprender muito nessa convivência diária. Ao mesmo tempo, também consigo compartilhar um pouco da minha própria experiência construída ao longo desses anos no esporte, criando uma troca muito positiva entre todos nós.</p>
<p><strong>Quais são os planos para o futuro?</strong><br />
Meu próximo grande objetivo agora é o American National, em Las Vegas, agora em junho. Estou muito empolgado com tudo que venho vivendo nessa nova fase da minha carreira e acredito que cada experiência, cada luta e cada aprendizado têm me dado ainda mais energia para continuar evoluindo e buscar conquistas ainda maiores dentro do esporte. Ainda me considero no começo dessa caminhada na faixa-preta, mas estou vivendo uma fase de muito aprendizado, amadurecimento e evolução. Meu objetivo é continuar crescendo dentro do esporte, representando minha equipe da melhor forma possível e aproveitando cada oportunidade de aprender com esse ambiente tão competitivo e inspirador.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-saga-de-neto-claudino-3-meses-nos-eua-mais-de-10-campeonatos-muitas-licoes/">A saga de Neto Claudino: 3 meses nos EUA, mais de 10 campeonatos, muitas lições!</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ivan Rocha, his son Gregor, and the art of not pressuring or comparing children who enjoy competing</title>
		<link>https://www.graciemag.com/bjj-professor-ivan-cabecinha-his-son-gregor-rocha-and-the-art-of-not-pressuring-or-comparing-children-who-enjoy-competing-is-it-the/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 08:30:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Is it the winning team that makes a gold medalist athlete, or are the young champions the ones who forge a winning team? Black belt and leader of GB in Tampa, Florida, champion Ivan Rocha has reaped the rewards of persistent work and an intelligent training philosophy that seeks to motivate young athletes without harmful&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246406" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246406" class="size-large wp-image-246406" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1024x682.jpg" alt="" width="650" height="433" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1024x682.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-1536x1023.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/Foto-de-ABRE-Familia-Ivan-Cabecinha-na-GB-Tampa-GMI.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-246406" class="wp-caption-text">Professor Ivan Rocha among Gregor and his wife Camila Almeida. Photo: Personal Files</p></div>
<p>Is it the winning team that makes a gold medalist athlete, or are the young champions the ones who forge a winning team?</p>
<p>Black belt and leader of GB in Tampa, Florida, champion Ivan Rocha has reaped the rewards of persistent work and an intelligent training philosophy that seeks to motivate young athletes without harmful pressure.</p>
<p>In recent months, the professor known as Cabecinha has seen his son and his purple belt wife win Pan-American gold.</p>
<p>His son, young Gregor Rocha, won the Pan Kids. Instructor Camila Almeida became Pan-American champion while still a blue belt.</p>
<p>In a conversation with the GRACIEMAG.com team, the experienced Ivan reflected on the paths and pitfalls that young competitors face, and gave essential lessons on motivation, parental support, and training philosophy. To learn more, follow <a href="https://www.instagram.com/gbtampa.citruspark/" target="_blank" rel="noopener">@GBtampa.citruspark</a> on Instagram.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: What mistakes do parents and teachers often make at the beginning of a young champion&#8217;s journey?</strong></p>
<p><em>IVAN “CABECINHA” ROCHA:</em> When the dream of creating a champion becomes greater than the child&#8217;s development, the consequence can be the loss of the joy of training. This happens for various reasons, but the biggest enemy of young athletes is excessive pressure. It&#8217;s that forcing of the issue that only brings emotional pressure and harms the child and everyone around them.</p>
<p><strong>Are there other mistakes?</strong></p>
<p>Yes, several. Another very common mistake in Jiu-Jitsu and other sports is constantly comparing their child to other athletes. They forget that each child has their own pace of development. Parents have a fundamental role in support, encouragement, and example – it&#8217;s necessary to be aware that champions are built with patience, discipline, and love for what they do, not just with the pursuit of medals and titles. I&#8217;ve seen many talents give up not for lack of skill, but for excessive pressure. The role of parents is not to be a coach, referee, or enforcer. It&#8217;s to be the child&#8217;s safe haven.</p>
<p><strong>In your experience, how can family become a truly safe haven?</strong></p>
<p>When a child knows they will be supported regardless of the outcome, they develop confidence and have a much greater chance of reaching their true potential. I made many mistakes in this process with my son, Gregor. As a father and teacher at the same time, it was often difficult to separate these two roles. At times, the coach&#8217;s demands ended up overshadowing the father&#8217;s perspective.</p>
<p><strong>How did you correct this in yourself?</strong></p>
<p>It&#8217;s all about time and wisdom, that ability to see that things aren&#8217;t working and correct course. I gradually learned that my son needed my support and understanding more than my demands. It was a learning process for me too. Little by little, I&#8217;ve been seeking this balance, understanding that the formation of an athlete is important, but the formation of a happy and confident human being is even more valuable. Finding this balance has been a constant learning process.</p>
<p><strong>What was your attitude when you called him up for tournaments?</strong></p>
<p>Well, I never forced him to compete. The decision to participate in championships was always his, and I always respected his choices. What I told him, since he was little, was that I would really like to see him become a black belt in Jiu-Jitsu one day. And not because of medals or titles, but because I know the transformative impact that Jiu-Jitsu has on people&#8217;s lives. After more than 25 years living this sport, I know that the true value of Jiu-Jitsu goes far beyond competitions. It teaches discipline, respect, perseverance, humility, and confidence. My greatest desire has never been just to create a champion on the mat, but to help shape a man prepared for life&#8217;s challenges.</p>
<p><strong>How did you manage to keep the fun side of the competition?</strong></p>
<p>Balancing fun and results is one of the biggest challenges for any family involved in competitive sports. Gregor is 15 years old now, he trains and competes at a high level, so naturally there are responsibilities, goals, and sacrifices. But I always tried to remember that, before being an athlete, he&#8217;s a teenager. There are times when he needs to give up outings, parties, or being with friends to train or compete. It&#8217;s part of the choice for those seeking great results. At the same time, I believe he needs to live the normal experiences of his age, create memories, have fun, and enjoy his youth.</p>
<p><strong>So it&#8217;s all a matter of communication. Dialogue and eye contact, always. Like anything else in life, actually.</strong></p>
<p>Exactly, the balance happens through dialogue – between father and children, between students and teachers. Not everything can be training and competition, just as not everything can be fun. We try to organize the routine so that he can pursue his goals on the mats without losing his adolescence, you know?</p>
<p><strong>And what do you say to Gregor and other young students so that they understand all this?</strong></p>
<p>I often repeat that results cannot define the happiness of a young athlete. If he wins, great. If he loses, life goes on. Sport needs to be a tool for growth and not a source of harmful pressure. When this balance exists, the athlete can evolve, compete at a high level and, at the same time, enjoy the journey.</p>
<p><strong>Ivan, how do you motivate your son after a potentially bad result?</strong></p>
<p>My first reaction is to remind my son that his worth isn&#8217;t tied to a medal or the outcome of a competition. In sports, winning and losing are part of the growth process. Whenever a championship ends, regardless of the result, our first message to him is: “It&#8217;s okay. Keep your head up. We love you very much. We&#8217;re a team, and winning or losing, we&#8217;ll always be together.” The child needs to feel that the love and support of the family don&#8217;t depend on the result they had that day. I also try to show him how proud I am, but not because of the medals.</p>
<p><strong>What are you most proud of about Gregor today?</strong></p>
<p>My greatest pride is seeing the human being he is becoming. Seeing his character, his discipline, his humility, his courage, and the way he treats people. That&#8217;s worth much more than any title. As a father, that&#8217;s the greatest reward I can receive. Afterwards, we talk about what we learned from that experience. We analyze together what went well and what can be improved. And the message is always the same: let&#8217;s train together, let&#8217;s evolve together, and let&#8217;s prepare for the next opportunity. I always say that the true champion isn&#8217;t the one who never loses. The true champion is the one who never gives up and is always striving to improve, whether in competitions, training, or personal life. That&#8217;s what I try to teach him every day.</p>
<p><strong>And you have your own medals and mementos to help him with that, right?</strong></p>
<p>Exactly. Because, in the end, the medals are kept in a box, but the values that sport teaches last a lifetime. We strive for him to have a champion&#8217;s mindset. If that&#8217;s what he truly wants for his life, then he needs to stay strong, with discipline, focus, and an ever-growing desire to improve.</p>
<p><strong>How do you measure the progress of your students?</strong></p>
<p>It&#8217;s something much broader than just the color of the medal. Winning championships is great, it&#8217;s important, it&#8217;s the goal of any athlete who competes at a high level, and there&#8217;s nothing wrong with wanting to win. But we emphasize that the most important thing is not to forget the incredible human being they are becoming, and will continue to become. Because true progress isn&#8217;t just in the result, but in how they grow as a person. Having a champion&#8217;s mindset means continuing to improve every day, even after victories or defeats. It&#8217;s about learning, adjusting, persisting, and never giving up. That&#8217;s what we try to build in them: a strong mentality on the mat and an even better person outside the gym.</p>
<p><strong>What were your assessments of his performance at the Pan Kids, in the two fights he had?</strong></p>
<p>The Pan Kids is always a special experience because it brings together the best young athletes in the world and demands not only technique but also emotional maturity. In this edition, he had two very solid fights. In the first match, he was winning 8-0 and managed to finish with great control and precision. In the final, he won 5-0, also with a consistent performance from start to finish, maintaining total control of the fight. A detail is that in both fights, he didn&#8217;t concede any points or advantages, which shows the level of dominance and confidence he displayed during the competition. It was incredible; after all, he fought intelligently and strategically, forcing his opponents into his game. He managed to dictate the pace and impose his style, something that has been extensively trained and built over time. More than the victories, what caught my attention was this technical and mental mastery. Overall, it was a productive competition. The result came, but the most important thing was how he competed: with intelligence, control, and maturity. This shows that all the work has been well done and confirms that he is on the right track.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/bjj-professor-ivan-cabecinha-his-son-gregor-rocha-and-the-art-of-not-pressuring-or-comparing-children-who-enjoy-competing-is-it-the/">Ivan Rocha, his son Gregor, and the art of not pressuring or comparing children who enjoy competing</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rainha absoluta, Gabi Pessanha alcança recorde de Buchecha; Erich Munis é tri e iguala Roger</title>
		<link>https://www.graciemag.com/rainha-absoluta-gabi-pessanha-alcanca-recorde-de-buchecha-erich-munis-e-tri-e-iguala-roger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 30º Mundial de Jiu-Jitsu, realizado pela IBJJF na mítica Pirâmide de Long Beach, recebeu os primeiros campeões do evento, em 1996, para receberem troféus e uma medalha comemorativa. Um desses velhos competidores, por sinal, estava nos tatames, a competir no peso leve: Wellington “Megaton” Dias, com sua faixa-coral. O pai de Mackenzie Dern foi&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246378" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246378" class="wp-image-246378 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/gabi-pessanha.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/gabi-pessanha.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/gabi-pessanha-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/gabi-pessanha-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/gabi-pessanha-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246378" class="wp-caption-text">Gabi Pessanha igualou o recorde de Buchecha no absoluto com seis títulos &#8211; Foto: reprodução IBJJF</p></div>
<p>O 30º Mundial de Jiu-Jitsu, realizado pela IBJJF na mítica Pirâmide de Long Beach, recebeu os primeiros campeões do evento, em 1996, para receberem troféus e uma medalha comemorativa.</p>
<p>Um desses velhos competidores, por sinal, estava nos tatames, a competir no peso leve: Wellington “Megaton” Dias, com sua faixa-coral. O pai de Mackenzie Dern foi medalhista de prata no 1º Mundial, no peso-pluma, ao perder na final para Helio “Soneca” Moreira. No Mundial 2026, o ídolo da longevidade foi eliminado por Luca Ramaci da AOJ, em seu primeiro compromisso, finalizado com uma chave de calcanhar. Mas sua história é vitoriosa: Megaton competiu em 30 dos 30 Mundiais. E vai rumo ao 31º.</p>
<p>O 30º Mundial, iniciado no dia 28 de maio, foi mesmo bom para os recordistas.</p>
<p>Na faixa-preta feminino, Gabi Pessanha precisou vencer duas vezes a rival Tayane Porfírio para sair com o ouro duplo. Na final superpesado, Tay optou por puxar para a guarda – Pessanha passou e montou para vencer por 9 a 0. No absoluto, Gabi começou por baixo, e raspou para vencer por 2 a 0.</p>
<p>Gabi, com o feito, chegou a 12 medalhas de ouro em Mundiais, desde sua estreia em 2021 – são seis no absoluto, seis no peso superpesado. Marcus Buchecha, o maior colecionador de ouros no evento, também tem seis ouros absolutos, mas tem um a mais, sete, no peso pesadíssimo. Será que Gabi quebra mais esse recorde ano que vem?</p>
<div id="attachment_246379" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246379" class="wp-image-246379 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/erich-muniz.jpg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/erich-muniz.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/erich-muniz-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/erich-muniz-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/erich-muniz-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246379" class="wp-caption-text">Erich Munis conquistou o tricampeonato mundial no absoluto &#8211; Foto: reprodução IBJJF</p></div>
<p>No absoluto masculino, o favorito também subiu no cume do pódio. Erich Munis, com sua guarda mágica e tranquila, venceu Marcus Ribeiro, o Scooby, na final realizada no domingo 31 de maio.</p>
<p>Erich tocou o terror no início ao puxar e desequilibrar o adversário antes de subir e pular nas costas. Scooby defendeu antes de tomar os pontos, e ambos passaram a trocar raspagens, até que o campeão da equipe Soldiers Jiu-Jitsu manteve a dianteira e se firmou na ponta. No fim, Erich venceu Scooby por 6 a 4, para confirmar o tri – e igualar o feito de Roger, também dono de três ouros no absoluto. Erich tem ainda quatro ouros no superpesado, enquanto Roger foi sete vezes campeão nas divisões de peso.</p>
<p><strong>Pato é penta</strong></p>
<p>No peso pesadíssimo, Seif-Eddine Houmine fez história ao finalizar Gutemberg Pereira com a variação de um clássico “amassa-pão”. Foi o primeiro ouro para um lutador do Marrocos – cuidado com eles na Copa, Brasil. O marroquino se aposentou das competições.</p>
<p>O mesmo gesto, de deixar a faixa no tatame, foi realizado por Diego “Pato” Oliveira no peso-pluma. Em combate que começou equilibrado e travadão, Pato acabou por impor pressão e montar em Khaled Alshehhi, para vencer por 9 a 0. Depois foi só desatar a faixa e deixar a emoção correr solta. Com sua quinta medalha de ouro, Pato se tornou o maior vencedor da categoria, empatado com Robson Moura da Nova União, também penta.</p>
<p>No peso médio, Tainan Dalpra chegou ao tetra, e o campeão meio-pesado Jansen foi tri mundial. E onda mesmo tirou a levinha Mayssa Bastos: na divisão até 48kg, a professora da AOJ foi heptacampeã no peso-galo. Quem segura ela ano que vem?</p>
<p>Na faixa-marrom, o saudita radicado em Nova York Omar Tariq Nada foi rei absoluto. Ele também venceu o superpesado com muita pressão, para alegria de seus colegas no KSA Team e na escola Unity Jiu-Jitsu, do professor Murilo Santana.</p>
<p>No absoluto marrom feminino, a campeã peso pesado e no aberto foi Hazel Rose, da Alliance em Madison, no estado americano do Wisconsin.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Saudi Arabia Crowns A Brown Belt Absolute Champion | 2026 IBJJF Worlds Vlog (Day 1)" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/rkvr1cLMZwE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Resultados do Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu 2026</strong><br />
<strong>Long Beach, Califórnia</strong><br />
<strong>28 a 31 de maio de 2026</strong></p>
<p><strong>FAIXA-PRETA MASCULINO</strong></p>
<p>Absoluto: Erich Munis venceu Marcus Scooby por 6 a 4</p>
<p>Pesadíssimo: Seif-Eddine Houmine finalizou Gutemberg Pereira no amassa-pão</p>
<p>Peso Super-Pesado: Vinicius Liberati venceu Erich Munis por 1 a 0 nas vantagens após placar de 6 a 6</p>
<p>Peso Pesado: Rider Zuchi venceu Nico Maglicic por 4 a 0</p>
<p>Peso Meio-Pesado: Jansen Gomes finalizou Enderson Dias no estrangulamento de gola</p>
<p>Peso Médio: Tainan Dalpra finalizou Natan Chueng no estrangulamento de gola</p>
<p>Peso leve: Matheus Gabriel finalizou Jackson Nagai no armlock</p>
<p>Peso-Pena: Cole Abate venceu Samuel Nagai por 4 a 2</p>
<p>Peso-Pluma: Diego Pato venceu Khaled Alshehhi por 9 a 0</p>
<p>Peso-Galo: Jalen Fonacier venceu Thalison Soares após 2 a 2 – 3 a 2 nas vantagens</p>
<p><strong>FAIXA-PRETA FEMININO</strong></p>
<p>Absoluto: Gabi Pessanha raspou Tayane Porfírio e venceu por 2 a 0</p>
<p>Peso Super-Pesado: Gabi Pessanha venceu Tayane Porfírio por 9 a 0</p>
<p>Peso Pesado: Larissa Dias finalizou Maria Alencar na chave americana no pé</p>
<p>Peso Meio-Pesado: Thamara Ferreira venceu Ingridd Alves por 3 vantagens a 1 após 0 a 0</p>
<p>Peso Médio: Lilian Marchand venceu Elisabeth Clay 1 punição (0 a 0)</p>
<p>Peso Leve: Janaina Lebre venceu Sarah Galvão na decisão dos árbitros</p>
<p>Peso-Pena: Sabrina Gondim venceu Gabi McComb por 3 a 0</p>
<p>Peso-Pluma: Ashlee Funegra venceu Vitória Assis por 2 a 0</p>
<p>Peso-Galo: Mayssa Bastos finalizou Jessica Caroline no estrangulamento arco-e-flecha</p>
<p><strong>Resultados completos do evento:</strong></p>
<p><a href="https://www.ibjjfdb.com/ChampionshipResults/3171/PublicResults?lang=en-US">https://www.ibjjfdb.com/ChampionshipResults/3171/PublicResults?lang=en-US</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rainha-absoluta-gabi-pessanha-alcanca-recorde-de-buchecha-erich-munis-e-tri-e-iguala-roger/">Rainha absoluta, Gabi Pessanha alcança recorde de Buchecha; Erich Munis é tri e iguala Roger</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições que aprendemos com o tricampeão absoluto Erich Munis</title>
		<link>https://www.graciemag.com/as-licoes-que-aprendemos-com-o-tricampeao-absoluto-erich-munis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:39:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campeão absoluto]]></category>
		<category><![CDATA[com kimono]]></category>
		<category><![CDATA[Erich Munis]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Soldiers Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[tricampeão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em se tratando da categoria absoluto do Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF, o craque Erich Munis acaba de igualar o feito do mito Roger Gracie, ambos tricampeões no aberto. Roger se sagrou vitorioso nos anos de 2007, 2009 e 2010, enquanto Munis fechou a trinca nas temporadas de 2024, 2025 e agora, no último fim&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246373" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112228611-300x221.jpg" alt="" width="1176" height="866" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112228611-300x221.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112228611-1024x755.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112228611-768x566.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112228611-1536x1133.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112228611-150x111.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112228611.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1176px) 100vw, 1176px" /></p>
<p>Em se tratando da categoria absoluto do Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF, o<a href="https://www.instagram.com/erichmunisbjj?igsh=MXRwMjR5ZnV1dWEzNg=="> craque Erich Munis</a> acaba de igualar o feito do mito Roger Gracie, ambos tricampeões no aberto. Roger se sagrou vitorioso nos anos de 2007, 2009 e 2010, enquanto Munis fechou a trinca nas temporadas de 2024, 2025 e agora, no último fim de semana, em 2026.</p>
<p>De forma inconteste, o líder da Soldiers Jiu-Jitsu solidificou seu status como um dos maiores competidores da história. Sua caminhada até o topo oferece ensinamentos profundos que vão muito além dos tatames. Listamos alguns, confira:</p>
<p><strong><br />
1. Humildade e origens moldam o caráter</strong><br />
Lembrar de onde você veio é o combustível para saber para onde está indo. Oriundo de uma realidade muito humilde em Panorama, interior de São Paulo, Erich nunca deixou que o sucesso apagasse suas raízes. Essa base sólida o mantém focado e resiliente diante de qualquer tempestade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246374" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112623520-300x225.jpg" alt="" width="1168" height="876" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112623520-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112623520-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112623520-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112623520-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112623520-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112623520-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1168px) 100vw, 1168px" /></p>
<p><strong>2. Pagar o preço do processo com consistência</strong><br />
O topo não aceita atalhos; o sucesso exige dedicação integral.<a href="https://www.instagram.com/erichmunisbjj?igsh=MXRwMjR5ZnV1dWEzNg=="> &#8220;Se tem uma coisa que eu faço é pagar o preço&#8230; o preço eu pago de verdade&#8221;.</a> A excelência é o resultado de sacrifícios diários invisíveis ao público.</p>
<p><strong>3. Fé e espiritualidade como pilares de sustentação</strong><br />
Encontrar um propósito maior traz paz mental nos momentos de extrema pressão. Erich passou por uma grande conversão religiosa que transformou sua vida e sua abordagem competitiva. Ele estampa em seus conteúdos a filosofia de não temer homem nenhum, apenas a Deus, creditando suas vitórias à sua forte devoção.</p>
<p><strong>4. Liderança e o sucesso coletivo</strong><br />
Um verdadeiro líder cresce ao impulsionar o sucesso das pessoas ao seu redor. Como um dos head coaches e líderes da Soldiers Jiu-Jitsu, Erich não foca apenas na sua carreira. O crescimento de sua equipe e o brilho de seus companheiros de treino são tratados por ele com a mesma relevância de suas conquistas individuais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246375" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112804730-300x225.jpg" alt="" width="1182" height="886" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112804730-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112804730-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112804730-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112804730-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112804730-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/InShot_20260601_112804730-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1182px) 100vw, 1182px" /></p>
<p><strong>5. Autocrítica constante, mesmo na vitória</strong><br />
O verdadeiro campeão nunca se acomoda e sempre enxerga margem para evolução. Logo após vencer a final do absoluto contra Marcus Scooby, Erich demonstrou sua mentalidade de evolução contínua ao afirmar publicamente: &#8220;Tô bem feliz e sei que tenho que corrigir algumas coisas&#8221;.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-que-aprendemos-com-o-tricampeao-absoluto-erich-munis/">As lições que aprendemos com o tricampeão absoluto Erich Munis</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Iron Man MMA 28 lota ginásio, entrega grandes lutas e se consolida entre os principais eventos de MMA do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 14:58:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Iron Man MMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 28ª edição do Iron Man MMA confirmou mais uma vez por que o evento é apontado como um dos principais shows de artes marciais mistas do Brasil. Realizado na última sexta-feira (29) no ginásio da AABB, em Belém do Pará, o evento reuniu casa cheia, organização impecável, estrutura de padrão internacional e um card&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246382" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246382" class="wp-image-246382 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/marina2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/marina2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/marina2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/marina2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/marina2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246382" class="wp-caption-text">Marina Monteiro venceu Taynara Silva por finalização e conquistou o cinturão peso-palha do evento – Foto: divulgação</p></div>
<p>A 28ª edição do Iron Man MMA confirmou mais uma vez por que o evento é apontado como um dos principais shows de artes marciais mistas do Brasil. Realizado na última sexta-feira (29) no ginásio da AABB, em Belém do Pará, o evento reuniu casa cheia, organização impecável, estrutura de padrão internacional e um card repleto de grandes combates, consolidando ainda mais sua relevância no cenário nacional.</p>
<p>Além da qualidade técnica apresentada dentro do cage, o Iron Man MMA segue se destacando pela valorização dos atletas, pelo profissionalismo na condução do espetáculo e pelo compromisso com pautas sociais importantes, características que vêm tornando a organização uma referência no país.</p>
<p>O grande destaque da noite foi a conquista de Marina Monteiro. A atleta mostrou personalidade e alto nível técnico ao finalizar Taynara Silva com uma chave de braço e conquistar o cinturão da categoria até 52kg. Com mais uma atuação dominante, Marina dá um importante passo em sua carreira e reforça seu nome como uma das atletas brasileiras mais promissoras da atualidade, ficando cada vez mais próxima de uma oportunidade no UFC.</p>
<div id="attachment_246383" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246383" class="wp-image-246383 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/micael2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/micael2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/micael2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/micael2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/micael2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246383" class="wp-caption-text">Wesley Micael venceu Eliezer Nascimento por decisão dividida e ficou com o cinturão até 77kg – Foto: divulgação</p></div>
<p>Na disputa de cinturão da categoria até 77kg, Wesley Micael, atleta treinado pelo lutador do UFC Bruno Blindado, protagonizou uma batalha equilibrada contra Eliezer Nascimento. Ao final dos três rounds, Wesley teve o braço erguido após decisão dividida dos juízes, conquistando um importante título em sua trajetória profissional.</p>
<p>A noite também contou com a vitória de Alessandro Soldado, que derrotou Willian “Gato Preto” por nocaute em uma das lutas mais aguardadas do card principal. Já o argentino Leandro Antunez, da equipe RD Champions MMA, mostrou toda sua qualidade no grappling ao finalizar Gean “The Killer” Pinheiro com uma inusitada chave de ombro.</p>
<p>Um dos momentos mais emocionantes do evento foi a luta de inclusão social entre Nandinho “Jackie Chan” e Rodrigo Aleixo. Em uma demonstração de técnica e superação, Nandinho venceu por finalização com um mata-leão, arrancando aplausos do público presente e reforçando a mensagem de inclusão promovida pela organização.</p>
<div id="attachment_246384" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246384" class="wp-image-246384 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/nandinho.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/nandinho.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/nandinho-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/nandinho-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/nandinho-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246384" class="wp-caption-text">Na luta de inclusão social, Nandinho “Jackie Chan” deu show e conquistou o cinturão – Foto: divulgação</p></div>
<p>A edição também contou com a presença de grandes nomes dos esportes de combate. A lenda do MMA brasileiro, Wanderlei Silva, prestigiou o evento ao lado da atleta do UFC Tainara Lisboa. Outro destaque foi a participação do faixa-preta de Jiu-Jitsu e campeão mundial master Marcelo Dourado, que atuou como árbitro dos combates da noite.</p>
<p>O sucesso da edição também foi viabilizado por importantes parcerias institucionais, contando com o apoio do Governo do Estado do Pará e dos deputados Iran Lima e Henderson Pinto, que contribuíram para a realização de mais um grande espetáculo esportivo na capital paraense.</p>
<p><strong>RESULTADOS COMPLETOS:</strong></p>
<p><strong>Card Principal:</strong><br />
Marina Monteiro venceu Taynara Silva por finalização (chave de braço) – Disputa de cinturão até 52kg;<br />
Wesley Micael venceu Eliezer Nascimento por decisão dividida – Disputa de cinturão até 77kg;<br />
Alessandro Soldado venceu Willian “Gato Preto” por nocaute;<br />
Leandro Antunez venceu Gean “The Killer” Pinheiro por finalização (chave de ombro);</p>
<p><strong>Luta de inclusão social:</strong><br />
Nandinho “Jackie Chan” venceu Rodrigo Aleixo por finalização (mata-leão);</p>
<p><strong>Card Preliminar:</strong><br />
Manoel Maranhão venceu Emerson Baianinho por finalização (guilhotina);<br />
Miguel Martins finalizou Cleyton Raphael;<br />
Elias Guerreiro x William Pereira – No Contest.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/iron-man-mma-28-lota-ginasio-entrega-grandes-lutas-e-se-consolida-entre-os-principais-eventos-de-mma-do-brasil/">Iron Man MMA 28 lota ginásio, entrega grandes lutas e se consolida entre os principais eventos de MMA do Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Copa Prime reúne 849 atletas em Montenegro e marca o início da Tríplice Coroa 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 18:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copa Prime]]></category>
		<category><![CDATA[Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[ProSports]]></category>
		<category><![CDATA[ranking Geral]]></category>
		<category><![CDATA[trilogia]]></category>
		<category><![CDATA[Tríplice Coroa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Montenegro viveu, no último dia 24 de maio, o maior evento de Jiu-Jitsu realizado em sua história. A VI Etapa da Copa Prime de Jiu-Jitsu reuniu 849 atletas no SESI Montenegro e transformou a cidade em um dos grandes polos do esporte no Rio Grande do Sul, consolidando mais um capítulo de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246358" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0014-300x169.jpg" alt="" width="1115" height="628" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0014-300x169.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0014-1024x576.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0014-768x432.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0014-1536x864.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0014-2048x1152.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0014-150x84.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1115px) 100vw, 1115px" /></p>
<p>O município de Montenegro viveu, no último dia 24 de maio, o maior evento de Jiu-Jitsu realizado em sua história. A <a href="https://www.instagram.com/prosportsbjj?igsh=dTZmejZqc2RwenI5">VI Etapa da Copa Prime de Jiu-Jitsu</a> reuniu 849 atletas no SESI Montenegro e transformou a cidade em um dos grandes polos do esporte no Rio Grande do Sul, consolidando mais um capítulo de crescimento do maior circuito do Sul do País.</p>
<p>Abrindo oficialmente a Tríplice Coroa, segunda trilogia da temporada 2026, o evento teve peso 02 no Ranking Geral e iniciou a disputa pelas segundas vagas diretas para a Copa dos Campeões 2026. A etapa elevou a intensidade da temporada e colocou atletas de diferentes regiões do Estado em confrontos decisivos na corrida pelos títulos do ano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246359" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0018-300x200.jpg" alt="" width="1063" height="708" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0018-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0018-1024x682.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0018-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0018-1536x1023.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0018-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0018.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1063px) 100vw, 1063px" /></p>
<p>Ao longo do dia, foram realizadas 750 lutas distribuídas em 338 categorias, envolvendo atletas com kimono (GI) e sem kimono (NO-GI) em um espetáculo de alto rendimento, competitividade e diversidade esportiva.</p>
<p>A abrangência regional do evento reforçou a força da Copa Prime no cenário estadual. Atletas de diversas regiões do Rio Grande do Sul estiveram presentes na competição, movimentando o esporte e fortalecendo a integração entre equipes de diferentes cidades do Estado.</p>
<p>Mais do que uma competição, a etapa também teve forte impacto social. Com patrocínio da Panvel Farmácias e da Prefeitura Municipal de Montenegro, o evento abriu suas portas para a comunidade através do ingresso social, permitindo que moradores acompanhassem o campeonato mediante a doação de 1kg de alimento não perecível.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246360" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0016-300x200.jpg" alt="" width="1072" height="714" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0016-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0016-1024x682.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0016-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0016-1536x1023.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0016-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0016.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1072px) 100vw, 1072px" /></p>
<p>A ação mobilizou a população e arrecadou mais de 200kg de alimentos, posteriormente destinados ao Banco de Alimentos do Município, reforçando o papel do esporte como ferramenta de transformação social e aproximação com a comunidade.</p>
<p>A combinação entre poder público, iniciativa privada e esporte possibilitou a realização de uma etapa histórica para Montenegro, ampliando o acesso da população ao Jiu-Jitsu e fortalecendo o desenvolvimento da modalidade na região.</p>
<p>Dentro dos tatames, a VI Etapa também teve importância estratégica na construção da temporada. Além da pontuação no Ranking Geral, os resultados passam a desenhar o cenário da Tríplice Coroa, trilogia que terá sequência nos próximos dois meses e será determinante para a definição de atletas classificados diretamente para a Copa dos Campeões, o evento mais aguardado do calendário da Copa Prime.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246361" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0017-300x200.jpg" alt="" width="1190" height="793" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0017-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0017-1024x682.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0017-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0017-1536x1023.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0017-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0017.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1190px) 100vw, 1190px" /></p>
<p>Destaque para os campeões absoluto faixa preta da etapa:</p>
<p><strong>Adulto Masculino:</strong> Cristhyan da Rosa Pires</p>
<p><strong>Adulto Feminino:</strong> Cintia Camargo da Fontoura Honorato</p>
<p><strong>Master 1 Masculino:</strong> Fabricio Padilha da Silva</p>
<p><strong>Master 1+2+3 Feminino: </strong>Carina Ap. de Brito Brandão Honorato</p>
<p><strong>Master 2 Masculino:</strong> Renan Mota Romeu</p>
<p><strong>Master 3 Masculino:</strong> Carlos Alexandre da Silveira Oliveira</p>
<p><strong>Master 4 Masculino:</strong> Luciano Pinto da Silva</p>
<p><strong>Master 5+6 Masculino:</strong> Sergio Primo Pereira</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246362" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0015-300x200.jpg" alt="" width="1076" height="717" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0015-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0015-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0015-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0015-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260529-WA0015.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1076px) 100vw, 1076px" /></p>
<p>A próxima parada já está marcada: no dia 21 de junho, a cidade de Gravataí recebe a V Etapa da Copa Prime de Jiu-Jitsu, na Radar Sports, dando continuidade à Tríplice Coroa 2026.</p>
<p>As inscrições estão abertas pelo site prosports.soucompetidor.com.br.</p>
<p>A temporada segue em ritmo acelerado e confirma, etapa após etapa,<a href="https://www.instagram.com/prosportsbjj?igsh=dTZmejZqc2RwenI5"> a força da Copa Prime</a> como referência do Jiu-Jitsu competitivo no Sul do Brasil.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/copa-prime-reune-849-atletas-em-montenegro-e-marca-o-inicio-da-triplice-coroa-2026/">Copa Prime reúne 849 atletas em Montenegro e marca o início da Tríplice Coroa 2026</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu segue em expansão pelo mundo e se consolida na Ásia: &#8216;É o nosso melhor produto de exportação&#8217;</title>
		<link>https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-brasileiro-segue-em-expansao-pelo-mundo-e-se-consolida-na-asia-central-e-o-nosso-melhor-produto-de-exportacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:48:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Brazilian Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento do Jiu-Jitsu brasileiro na Ásia Central tem chamado atenção de lideranças esportivas e políticas da região, especialmente no Cazaquistão. Em missão especial ao país a convite do deputado cazaque Nursultan Orynbassarov, o empresário e fundador do Tactical Combat, Juliano Ninja, acompanhou de perto o avanço da modalidade e destacou a forte influência da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246387" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246387" class="wp-image-246387 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/ninja-juliano.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/ninja-juliano.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/ninja-juliano-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/ninja-juliano-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/06/ninja-juliano-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246387" class="wp-caption-text">Juliano Ninja esteve no Cazaquistão e conferiu de perto o crescimento do Jiu-Jitsu na região &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p>O crescimento do Jiu-Jitsu brasileiro na Ásia Central tem chamado atenção de lideranças esportivas e políticas da região, especialmente no Cazaquistão. Em missão especial ao país a convite do deputado cazaque Nursultan Orynbassarov, o empresário e fundador do Tactical Combat, Juliano Ninja, acompanhou de perto o avanço da modalidade e destacou a forte influência da cultura do Jiu-Jitsu “made in Brazil” entre os praticantes locais.</p>
<p>“O Jiu-Jitsu vem crescendo de forma extraordinária no Cazaquistão, e até a cultura do Jiu-Jitsu ‘made in Brazil’ tem ampla influência nos praticantes de lá. Eu já visitei muitos países, e após o meu retorno do Cazaquistão, eu pude comprovar, literalmente, que ser brasileiro e ter uma faixa-preta de Jiu-Jitsu é um dos melhores cartões de visita que existe. O Jiu-Jitsu é o nosso melhor produto de exportação”, afirmou.</p>
<p>Durante a viagem, para formalizar os preparativos para o Cazaquistão receber uma edição do Tactical Combat, o fundador do evento participou de reuniões com autoridades locais, incluindo representantes das forças armadas, parlamentares e lideranças políticas. Ninja destacou que o interesse pelo esporte vai além das competições e está diretamente ligado à busca por disciplina, conhecimento e formação cultural.</p>
<p>“A Ásia Central tem uma forte tradição guerreira, que se estende das forças armadas aos esportes de combate, e o Jiu-Jitsu brasileiro consegue expressar essa cultura. A cada reunião que eu tive, desde ministro da defesa até prefeitos e presidentes de partidos, todos me pediam a mesma coisa: uma master class de Jiu-Jitsu”, relatou.</p>
<p>Ninja também destacou o respeito que recebeu dentro e fora dos tatames durante a passagem pelo país. Segundo ele, o reconhecimento ao esporte e aos brasileiros impressiona pela intensidade: “A recepção nas academias era do mais alto nível. É um sentimento puro de respeito no seu mais alto nível. Até em shopping centers ou nas ruas, eu era muito bem recebido por ser lutador, e quando sabiam que eu era brasileiro, ficava ainda melhor”, contou.</p>
<p>Outro ponto que chamou atenção do brasileiro foi o crescimento do Jiu-Jitsu entre crianças e jovens. Convidado de honra em uma competição infantil da modalidade, Juliano Ninja viu ginásios lotados e grande participação das famílias: “Lá tem um grande incentivo dos pais à prática de esportes de combate, como Judô, Wrestling e Sambo, e agora o Jiu-Jitsu vem com força total. O Jiu-Jitsu transforma, e na minha opinião, é a melhor ferramenta de transformação social do ser humano”, finalizou.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-brasileiro-segue-em-expansao-pelo-mundo-e-se-consolida-na-asia-central-e-o-nosso-melhor-produto-de-exportacao/">Jiu-Jitsu segue em expansão pelo mundo e se consolida na Ásia: ‘É o nosso melhor produto de exportação’</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professor Alex Gil lança a escola Take It Easy Natural Jiu-Jitsu</title>
		<link>https://www.graciemag.com/professor-alex-gil-lanca-a-escola-take-it-easy-natural-jiu-jitsu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 03:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Turbulências surgem para fomentar grandes viradas em nossas vidas”, diz o professor Alex Gil, assimilando com otimismo todos os desafios que envolvem a saída de uma escuderia e o início de um novo ciclo no Jiu-Jitsu. “Agora estou numa ralação pesada, mas confio em Deus e no meu talento. Estou muito motivado em levar o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246348" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-2-300x201.jpg" alt="" width="1199" height="804" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-2-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-2-768x514.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-2-2048x1371.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1199px) 100vw, 1199px" /></p>
<p>“Turbulências surgem para fomentar grandes viradas em nossas vidas”, diz <a href="https://www.instagram.com/naturaljiujitsu?igsh=OWRqMDFpYzFzMngw">o professor Alex Gil</a>, assimilando com otimismo todos os desafios que envolvem a saída de uma escuderia e o início de um novo ciclo no Jiu-Jitsu. “Agora estou numa ralação pesada, mas confio em Deus e no meu talento. Estou muito motivado em levar o nome da minha nova escola para o Mundo!”</p>
<p>Gil se refere à Take It Easy Natural Jiu-Jitsu, algo como &#8220;leve a vida de boa, sem se estressar&#8221;, uma marca que revela uma baita filosofia de vida. “Em 2010, diante de uma rotina muito intensa de trabalho e treinos, sofri um AVC hemorrágico. Enquanto lutava pela minha vida, eu tinha dois desejos muito fortes: voltar para a minha família e para o tatame, mesmo que fosse somente para treinos leves. Esse susto todo que passei me levou a refletir sobre a busca do equilíbrio na vida.”</p>
<p>Em um mundo obcecado por rendimento a qualquer custo, a proposta de Alex Gil é o equilíbrio entre a alta performance e a saúde mental. Uma visão, digamos, “humanizada” vai ditar o ritmo do novo dojô. Para diferenciar seu espaço em Manaus, “uma cidade com equipes a cada esquina”, Alex uniu sua experiência de tatame à gestão profissional, firmando parcerias estratégicas para garantir que a escola seja um ambiente de excelência e acolhimento.</p>
<p>O professor ainda turbina a divulgação da escola com muita criatividade em postagens na internet. Formado em publicidade e apaixonado por música, Alex diverte milhares de pessoas nas redes sociais com vídeos cheios de humor e técnicas afiadas, como é o caso das “Aventuras do Macaco Cósmico.” Confira esse e muitos outros talentos do professor Alex Gil na entrevista a seguir. Oss!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246349" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-2-300x225.jpg" alt="" width="1212" height="909" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-2-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-2-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-2-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-2-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-2-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-2-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1212px) 100vw, 1212px" /></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Você está num momento muito importante da sua carreira, um momento de transição. Onde você sai de uma longa história com sua antiga equipe e acaba de lançar a Take It Easy Natural Jiu-Jitsu. A que se deve essa mudança, Professor?</strong><br />
<a href="https://www.instagram.com/naturaljiujitsu?igsh=OWRqMDFpYzFzMngw"><strong>ALEX GIL:</strong></a> Minha saída não foi algo que eu esperava e eu não tinha nem ideia do que fazer, com isso o lançamento da Take it Easy Natural Jiu-Jitsu tem sido um grande desafio em vários aspectos. Mas acredito que essas “turbulências” surgem para grandes viradas em nossas vidas. Agora estou numa ralação pesada, mas confio em Deus e no meu trabalho. Estou muito motivado em levar o nome da minha escola para o Mundo!<br />
<strong><br />
Qual é o foco principal da nova academia? Competições esportivas, defesa pessoal, qualidade de vida? O que a escola oferece de diferente em relação ao seu antigo dojô e como foi o processo de concepção da nova marca?</strong><br />
Meu foco é cuidar de pessoas! E acredito que meu diferencial seja a habilidade de fazer com que cada aluno alcance seus objetivos através de uma rotina que equilibre a disciplina e a felicidade. Dentro disso eu consigo atender bem todos os alunos: seja um competidor de alto nível, uma criança que precisa de disciplina e resiliência ou alguém que queira apenas melhoria na qualidade de vida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246350" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-2-300x225.jpg" alt="" width="1169" height="877" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-2-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-2-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-2-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-2-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-2-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-2.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1169px) 100vw, 1169px" /></p>
<p><strong>Take It Easy (algo como, &#8220;leve a vida de boa, sem se estressar&#8221;) é uma marca que revela também uma “filosofia de vida”, correto? Você poderia falar um pouco sobre o nome da academia?</strong><br />
Em 2010, diante de uma rotina muito intensa de trabalho e treinos, eu tive um sério problema de saúde (AVC Hemorrágico) e enquanto lutava pela minha vida, eu tinha dois desejos muito fortes: voltar para a minha família e para o tatame, mesmo que fosse somente para treinos leves. Esse susto todo que passei me levou a refletir sobre a busca do equilíbrio na vida. Hoje, mais do que nunca ouvimos por aí o termo “performar”. É claro que todos queremos vencer uma competição, uma promoção no trabalho, aprovação num concurso etc…mas isso tudo a custo de quê?! Então a Take it Easy Natural veio como um caminho para que a gente nunca perca a nossa verdadeira essência, mesmo diante de toda essa pressão que o mundo nos impõe. A marca foi criada em 2014 inicialmente para vender kimono, rash e equipamentos, e agora achei oportuno posicioná-la também para uma escola de Jiu-Jitsu onde se aplica a mesma filosofia.</p>
<p><strong>Neste momento de mudança você não apenas olha para o futuro, mas também para o passado, para a sua história no BJJ, e usa a sua experiência na arte suave para dar os próximos passos de forma firme e equilibrada. Tendo isso em mente, quais foram as principais lições que você aprendeu ao longo da sua trajetória no Jiu-Jitsu e quais são os momentos mais inesquecíveis?</strong><br />
Comecei no Jiu-Jitsu em 1994. Minha jornada sempre foi abençoada pela oportunidade de aprender com os melhores do mundo: irmãos Monteiro em Manaus, onde peguei todas as faixas, recebendo a preta dos professores Almério (Monteiro/Manfight), Maik Matos, Saulo, Xande Ribeiro e Fredson, Rilion Gracie e toda a família. E o que levo de ensinamento é que ser professor de arte marcial não é ter um emprego ou um “bico” pra complementar a renda. Trata-se de uma vida dedicada a servir ao próximo! Sobre os momentos inesquecíveis, vou destacar o dia que o Xande me convidou para o Jiu-Jitsu na Monteiro quando a gente tinha 13 ou 14 anos (foi depois de uma porrada no futebol… kkkk). E preciso destacar também tudo que eu aprendi e vivi com o meu eterno irmão Maik Matos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246351" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-2-300x187.jpg" alt="" width="1167" height="728" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-2-300x187.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-2-1024x638.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-2-768x478.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-2-1536x957.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-2-2048x1276.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-2-150x93.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1167px) 100vw, 1167px" /></p>
<p><strong>Além do novo dojô, você tem uma presença muito marcante no mundo digital, com <a href="https://www.instagram.com/naturaljiujitsu?igsh=OWRqMDFpYzFzMngw">videoaulas de Jiu-Jitsu muito bem humoradas e com uma didática excepcional.</a> Como você desenvolveu esse talento em falar diante da câmera? E qual a importância do seu trabalho nas redes sociais para a sua carreira?</strong><br />
Minha formação e experiência como músico e publicitário (redator/roteirista) me ajudaram bastante nisso tudo. Mas acredito também que a arte marcial, numa visão mais completa, deve trabalhar no indivíduo todas as suas formas de expressão do corpo e da mente. É nessa busca que eu fui aprimorando a minha comunicação e didática nas aulas que ministro e nos conteúdos da internet. Acho que estou conseguindo me conectar com o público justamente por alinhar conteúdos bem técnicos à linguagem bem humorada, como<a href="https://www.instagram.com/naturaljiujitsu?igsh=OWRqMDFpYzFzMngw"> “As Aventuras do Macaco Cósmico.”</a> Tudo sem perder a linha do respeito e da decência que devemos manter no ambiente marcial. Outro ponto é que meus conteúdos trazem uma forte identidade porque eu me recuso a escrever com a ajuda da IA (chat gpt), eu a uso somente para desenhar algumas capas do Macaco Cósmico e o resto é puramente a minha criatividade brincando com os temas da Amazônia e outras conexões culturais. Dessa forma meus conteúdos ajudam a trazer cada vez mais adeptos para o Jiu-Jitsu, principalmente as pessoas que têm um certo receio em iniciar a prática de um esporte de combate.<br />
<strong><br />
Quais são os principais desafios para um empreendedor de Jiu-Jitsu no mercado de academias em Manaus, no Amazonas?</strong><br />
Cara, aqui em Manaus podemos dizer com tranquilidade que existe um tatame em cada quarteirão na cidade inteira! São inúmeros lugares onde as pessoas treinam de graça ou por um preço bem acessível. Então pra empreender aqui com o Jiu-Jitsu você deve oferecer excelência não só no conhecimento técnico da luta mas também em todos os outros pontos (serviço, estrutura, gestão etc.). Como eu sei que não sou “faixa-preta” em tudo na vida, sempre ouvi os meus amigos e alunos que entendem do assunto. Dentre eles, o Fabio Delta, um amigo/aluno que tem me ensinado muito e acabou firmando esta parceria da sua empresa GRUPO SOU com o Projeto da escola TAKE IT EASY. Resumindo: o professor de Jiu-Jitsu deve saber ser aluno de novo para aprender a empreender e cuidar melhor dos negócios. Tem muita luta que rola fora do tatame!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-246352" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/5-300x174.jpg" alt="" width="1227" height="711" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/5-300x174.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/5-768x446.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/5-2048x1189.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/5-150x87.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1227px) 100vw, 1227px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/professor-alex-gil-lanca-a-escola-take-it-easy-natural-jiu-jitsu/">Professor Alex Gil lança a escola Take It Easy Natural Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Após manter o cinturão peso-galo do UFC BJJ, Cássia Moura vai em busca do ouro no Mundial da IBJJF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BJJ]]></category>
		<category><![CDATA[Cassia Moura]]></category>
		<category><![CDATA[IBJJF]]></category>
		<category><![CDATA[Jiu-Jitsu]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>
		<category><![CDATA[UFC< BJJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com apenas 20 anos de idade, Cássia Moura vive um momento espetacular em sua carreira. Atual campeã peso-galo feminina do UFC BJJ, a carioca defendeu com sucesso seu cinturão na última quinta-feira (21), durante a oitava edição do evento, realizada em Las Vegas (EUA). A pupila do professor Bruno Bastos teve uma atuação dominante em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246342" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246342" class="wp-image-246342 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/cassia3.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/cassia3.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/cassia3-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/cassia3-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/cassia3-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246342" class="wp-caption-text">Cássia Moura é a atual campeã peso-galo feminina do UFC BJJ &#8211; Foto: divulgação</p></div>
<p class="p1">Com apenas 20 anos de idade, Cássia Moura vive um momento espetacular em sua carreira. Atual campeã peso-galo feminina do UFC BJJ, a carioca defendeu com sucesso seu cinturão na última quinta-feira (21), durante a oitava edição do evento, realizada em Las Vegas (EUA). A pupila do professor Bruno Bastos teve uma atuação dominante em sua primeira defesa de título e finalizou a compatriota Sabrina Gondim com um justo mata-leão no segundo round, mantendo a coroa da divisão.</p>
<p class="p1">Com o resultado positivo, Cássia Moura manteve sua invencibilidade lutando pela plataforma do Ultimate. Já são quatro vitórias conquistadas na organização — sobre Talita Alencar, Alexandria Enriquez, Ffion Davies e Sabrina Gondim. Anteriormente, a atleta de Realengo, no Rio de Janeiro, já havia vencido outros dois combates disputados no UFC Invitational.</p>
<p class="p1">“Estou muito feliz porque essa foi a minha primeira finalização no evento. Eu gosto de lutar de forma agressiva, então queria conseguir uma finalização no UFC BJJ. E finalmente consegui. Na próxima, quero fazer a luta principal e também disputar o título do peso-mosca para me tornar uma campeã dupla da organização. Vou trabalhar muito por isso e tenho certeza de que consigo conquistar esse objetivo”, disse Cássia.</p>
<div id="attachment_246343" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-246343" class="wp-image-246343 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/cassia2.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/cassia2.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/cassia2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/cassia2-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/cassia2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-246343" class="wp-caption-text">Pupila do professor Bruno Bastos, Cássia Moura vai em busca do ouro no Mundial da IBJJF &#8211; Foto: arquivo pessoal</p></div>
<p class="p1">Com a defesa de cinturão bem-sucedida na divisão peso-galo, a faixa-preta da LEAD BJJ agora vai vestir o kimono em busca do seu primeiro título mundial na faixa-preta. Ela está confirmada na divisão peso-leve, que conta com atletas de destaque, como Sarah Galvão, Janaína Lebre, Mayara Melo e Giovanna Leite.</p>
<p class="p1">O Mundial da IBJJF acontece nesta semana, na tradicional Pirâmide de Long Beach, na Califórnia (EUA).</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/apos-manter-o-cinturao-peso-galo-do-ufc-bjj-cassia-moura-vai-em-busca-do-ouro-no-mundial-da-ibjjf/">Após manter o cinturão peso-galo do UFC BJJ, Cássia Moura vai em busca do ouro no Mundial da IBJJF</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O ensino do Jiu-Jitsu, segundo o professor Fabrício Lopes</title>
		<link>https://www.graciemag.com/o-ensino-do-jiu-jitsu-segundo-o-professor-fabricio-lopes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 02:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O caminho até a faixa-preta de Jiu-Jitsu costuma ser pavimentado pela repetição exaustiva de movimentos isolados e pelo acúmulo quase enciclopédico de técnicas”, diz o professor GMI Fabrício Lopes. “No entanto, em um esporte que exige tanto da mente quanto do corpo, busco dar ênfase nas aulas à decodificação da lógica oculta por trás de&#8230;</p>
The post <a href="https://www.graciemag.com/o-ensino-do-jiu-jitsu-segundo-o-professor-fabricio-lopes/">O ensino do Jiu-Jitsu, segundo o professor Fabrício Lopes</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246332" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-300x214.jpg" alt="" width="1199" height="856" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-300x214.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-1024x732.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-768x549.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-1536x1097.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-2048x1463.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/1-1-150x107.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1199px) 100vw, 1199px" /></p>
<p>“O caminho até a faixa-preta de Jiu-Jitsu costuma ser pavimentado pela repetição exaustiva de movimentos isolados e pelo acúmulo quase enciclopédico de técnicas”, diz o <a href="https://www.instagram.com/flopesjj?igsh=dmY1ZWsxZDZ2ODEy">professor GMI Fabrício Lopes</a>. “No entanto, em um esporte que exige tanto da mente quanto do corpo, busco dar ênfase nas aulas à decodificação da lógica oculta por trás de cada alavanca e transição.”</p>
<p>Faixa-preta cuja trajetória foi forjada no coração da Gracie Barra Matriz, Fabrício chama atenção para o principal pilar de seu método de ensino: a compreensão conceitual. “Em vez de moldar alunos que apenas copiam movimentos de forma mecânica, foco no desenvolvimento do raciocínio estratégico, no timing exato e na capacidade de antecipar as reações do oponente.”</p>
<p>Para Lopes, o acúmulo de centenas de técnicas sem o entendimento de sua lógica subjacente cria uma falsa sensação de evolução. “Quero que meus alunos desenvolvam a habilidade dinâmica de se adaptar e solucionar problemas complexos em frações de segundo.”</p>
<p>Entendendo que os alunos absorvem informações de maneiras distintas, Fabrício estruturou uma pedagogia maleável, capaz de atender desde o competidor de alto nível em busca de pressão tática até o praticante recreativo de 45 anos que treina para aliviar o estresse após o expediente. Na entrevista exclusiva que você confere a seguir, o professor divide valiosas lições sobre estrutura de aula, o futuro do ensino e o maior segredo de um verdadeiro mestre: focar menos em impressionar e mais em fazer o aluno evoluir.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246333" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-1-300x200.jpg" alt="" width="1189" height="793" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-1-1024x684.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-1-768x513.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/2-1-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1189px) 100vw, 1189px" /></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Você desenvolveu uma metodologia para ensinar Jiu-Jitsu, a qual você chama de &#8220;Predictive Adaptation Coaching System.&#8221; Quais são as principais características dessa metodologia?</strong><br />
<a href="https://www.instagram.com/flopesjj?igsh=dmY1ZWsxZDZ2ODEy">FABRÍCIO LOPES:</a> A ideia principal por trás do Sistema de Coaching de Adaptação Preditiva é ensinar aos alunos como compreender o Jiu-Jitsu de forma conceitual, em vez de apenas memorizar técnicas. Eu foco intensamente na compreensão posicional, na antecipação de reações, no uso de alavancagem, no *timing* e na adaptabilidade. Grande parte do ensino tradicional baseia-se em técnicas isoladas e repetição. Meu sistema busca conectar as posições entre si, para que os alunos compreendam por que determinados movimentos funcionam e como adaptá-los dinamicamente durante situações reais de combate. Outra característica importante é a adaptabilidade a diferentes perfis de alunos. A metodologia foi concebida não apenas para competidores, mas também para praticantes recreativos, iniciantes, alunos mais velhos e pessoas com limitações físicas. O objetivo é formar alunos capazes de pensar e solucionar problemas sob pressão, ao invés (em vez) de dependerem unicamente de aptidão atlética ou de sequências memorizadas.<br />
<strong><br />
Quais são as falhas mais recorrentes que você observa no ensino da arte suave mundo afora?</strong><br />
Um dos maiores problemas que observo é o foco excessivo no acúmulo de técnicas, sem a devida atenção à compreensão conceitual. Muitos alunos aprendem centenas de técnicas, mas não compreendem plenamente o posicionamento, o *timing*, as reações ou o processo de tomada de decisão. Outra questão comum é ensinar da mesma maneira a todo tipo de aluno, independentemente de idade, capacidade atlética, objetivos ou limitações físicas. Um competidor que se prepara para torneios de nível mundial não aprende da mesma forma que um praticante recreativo de 45 anos que treina após o expediente de trabalho. Acredito também que muitas academias dependem excessivamente da repetição, sem auxiliar os alunos a compreender a lógica subjacente aos movimentos. A repetição é importante, mas é a compreensão que gera a adaptabilidade. Na minha opinião, uma boa instrução deve capacitar os alunos a se tornarem pensadores independentes, e não apenas pessoas que se limitam a copiar movimentos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246334" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-300x225.jpg" alt="" width="1257" height="943" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/3-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1257px) 100vw, 1257px" /></p>
<p><strong>O seu método de ensino funciona para qualquer tipo de aluno? Competidores, praticantes recreativos, alunos mais velhos, lesionados, iniciantes&#8230; As aulas são divididas em diferentes perfis de alunos?</strong><br />
Sim. Uma das principais razões pelas quais desenvolvi este sistema foi a constatação de que os alunos aprendem de maneiras distintas, a depender de seus objetivos, idade, experiência e condição física. A estrutura da metodologia permanece a mesma, mas a forma como o conteúdo é transmitido varia conforme o perfil do aluno. Os competidores podem focar mais em sistemas de reação, pressão tática e adaptação estratégica. Já os iniciantes necessitam de estruturas conceituais simplificadas e de uma sólida compreensão posicional. Alunos mais experientes ou praticantes lesionados frequentemente necessitam de maior eficiência, estrutura e economia de energia. Acredito que um bom ensino seja adaptável. O instrutor deve saber como transmitir os mesmos princípios fundamentais de maneiras distintas, dependendo de quem está à sua frente. Minhas aulas são estruturadas de forma progressiva, permitindo que os alunos desenvolvam sua compreensão — independentemente do nível de experiência — ao mesmo tempo em que são desafiados de maneira adequada.</p>
<p><strong>Muitos instrutores e donos de academias já utilizam a sua metodologia. Quem são eles e como está sendo o feed back?</strong><br />
Ao longo do tempo, vários instrutores e proprietários de academias no Brasil, no Canadá e nos Estados Unidos começaram a aplicar aspectos da minha metodologia em suas próprias escolas e aulas. Alguns exemplos incluem instrutores de diversas escolas, coaches independentes e outras organizações que treinaram diretamente comigo, competiram sob minha orientação ou estudaram minha abordagem ao longo dos anos. Muitos desses instrutores utilizam agora o ensino baseado em conceitos, sistemas posicionais, aprendizado focado em reações e estruturas de aula progressivas, inspirados em nosso treinamento conjunto. O feedback tem sido muito positivo, especialmente no que diz respeito à retenção de alunos, à compreensão, à adaptabilidade durante o *sparring* e ao desenvolvimento técnico a longo prazo. Muitos instrutores me relatam que seus alunos compreendem as posições de forma mais profunda e adquirem maior confiança ao aplicar as técnicas sob pressão. Para mim, este é um dos aspectos mais gratificantes do trabalho de *coaching* — ver os conceitos continuarem a se expandir por meio de outros instrutores e alunos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246335" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-300x225.jpg" alt="" width="1173" height="880" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-2048x1536.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/4-1-150x113.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 1173px) 100vw, 1173px" /></p>
<p><strong>Você passou anos respirando o ecossistema da Gracie Barra. Qual foi a maior lição ou princípio da GB que serviu de fundação para você planejar a sua própria metodologia?</strong><br />
A maior lição que aprendi na Gracie Barra foi a importância da estrutura, da consistência e do desenvolvimento a longo prazo. Treinar na Gracie Barra Matriz me expôs a um ambiente de ensino extremamente profissional, onde o currículo, a disciplina, os padrões técnicos e o desenvolvimento dos instrutores eram levados a sério. Esse ambiente me ajudou a compreender que um excelente trabalho de instrução não se resume apenas ao conhecimento técnico — trata-se também de organização, comunicação e da criação de sistemas que os alunos possam seguir de forma consistente ao longo de muitos anos. O Programa de Certificação de Instrutores da Gracie Barra também me influenciou significativamente, pois enfatizava o ensino estruturado, a segurança e a progressão.</p>
<p><strong>Muitos decanos do BJJ temem que mudanças radicais na forma de ensinar descaracterizem a essência marcial do nosso esporte. Como o seu sistema protege essa essência?</strong><br />
Eu compreendo essa preocupação e, na verdade, concordo que preservar a essência do Jiu-Jitsu Brasileiro é extremamente importante. Minha metodologia não se trata de substituir os fundamentos tradicionais do Jiu-Jitsu. Trata-se de aprimorar a maneira como esses fundamentos são comunicados e compreendidos pelos alunos modernos. Os valores fundamentais — disciplina, eficiência técnica, alavancagem, paciência, compostura e capacidade de resolução de problemas — permanecem exatamente os mesmos. A linhagem, o respeito pela arte e os princípios técnicos continuam sendo a base de tudo o que ensino. O que muda é a estrutura de comunicação e a progressão do aprendizado. Acredito que a evolução no ensino não enfraquece a tradição quando os fundamentos permanecem intactos. De muitas maneiras, aprimorar a compreensão, na verdade, ajuda a preservar a arte de forma mais eficaz para as gerações futuras.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-246336" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-300x225.jpg" alt="" width="1206" height="904" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-1024x768.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-768x576.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-1536x1152.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6-150x113.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2026/05/6.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1206px) 100vw, 1206px" /><br />
<strong><br />
Se você pudesse dar apenas um conselho de ouro para o instrutor que está começando a ministrar suas primeiras aulas hoje, qual seria?</strong><br />
Concentre-se menos em demonstrar o quanto você sabe e mais em ajudar os alunos a compreenderem aquilo de que precisam. Muitos instrutores iniciantes tentam impressionar os alunos com técnicas complexas, mas um grande ensino baseia-se, na verdade, em comunicação, estrutura, paciência e clareza. Os alunos não se lembrarão de todas as técnicas que você lhes ensinar. Do que eles se lembrarão é se você os ajudou a evoluir, a ganhar confiança e a compreender a arte de forma mais profunda. Um bom instrutor ensina técnicas. Um grande instrutor ensina a compreensão.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-ensino-do-jiu-jitsu-segundo-o-professor-fabricio-lopes/">O ensino do Jiu-Jitsu, segundo o professor Fabrício Lopes</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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